O Governo assinou um despacho no qual obriga os profissionais que atuam na gestão de casos da Covid e dos seus contactos nas 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa (AML), em situação de contingência, ao «especial dever de colaboração e de celeridade na sua actuação», avança o ‘Correio da Manhã’ (CM).
Os ministros da Saúde, Modernização do Estado, Trabalho e Administração Interna, assinaram o documento em questão, que abrange os médicos e outros profissionais, cuja resposta à epidemia viral se centra nos concelhos de Lisboa, Odivelas, Loures, Amadora e Sintra, os cinco mais afectados, onde existem 19 freguesias em situação de risco.
O Governo considera que se «regista uma incidência persistente (de novos casos) em algumas áreas da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo», pelo que é necessária uma «especial celeridade na implementação da estratégia ‘testar, localizar e isolar’, bem como do estrito cumprimento do confinamento obrigatório dos portadores da Covid-19», para assim acabar com as cadeias de transmissão do vírus.
O despacho refere-se a serviços de Protecção Civil Municipal, Acção Social Municipal, Centro Distrital de Lisboa do Instituto da Segurança Social, Autoridades de Saúde Pública, Unidades de Cuidados na Comunidade e forças de segurança, segundo o ‘CM’.42




