O secretário de saúde do Reino Unido, Matt Hancock acaba de anunciar que testou positivo para Covid-19, poucas horas depois de se saber que também Boris Johnson está infetado por coronavírus .
Estes dois casos juntam-se aos muitos que começam a marcar os dias da pandemia no Reino Unido que recentrou a sua atenção esforços no combate. Londres luta a todo o custo para evitar o “armageddon”, numa altura em que uma onda de casos inundou a capital. Na noite passada, o número de mortos no Reino Unido atingiu 578, registando assim o seu maior aumento diário, de 115 casos.
Following medical advice, I was advised to test for #Coronavirus.
I‘ve tested positive. Thankfully my symptoms are mild and I’m working from home & self-isolating.
Vital we follow the advice to protect our NHS & save lives#StayHomeSaveLives pic.twitter.com/TguWH6Blij
Continue a ler após a publicidade— Matt Hancock (@MattHancock) March 27, 2020
Matt Hancock, na semana passada, veio a público sublinhar que a chamada “imunidade de rebanho” no Reino Unido não fazia parte do plano do governo de combater a pandemia da Covid-19.
Os ministros foram alvo de fortes críticas após relatos de que desejavam que até 60% dos britânicos contraíssem a doença, numa tentativa de impedir que ela se espalhasse ainda mais entre a população. Os críticos afirmam que, com uma taxa de mortalidade estimada em torno de 1%, essa abordagem pode ver centenas de milhares de pessoas morrerem.
Mais recentemente, com a pandemia a agravar-se, Hancock deu a cara para alertar que as pessoas com mais de 70 anos deverão ficar em casa por quatro meses para se protegerem do risco de contrair coronavírus.
Também não está descartada a possibilidade de fechar todos os bares, restaurantes e lojas não essenciais, à medida que a pandemia de coronavírus aumente.
Tais medidas drásticas iriam além do que o governo antecipou em seu plano de ação contra o coronavírus , mas Hancock disse que o governo “faria o que fosse necessário para proteger as vidas dos cidadãos”.














