Covid-19: Mais de 2,6 milhões de infetados e 183 mil mortos em todo o mundo

A pandemia de covid-19 já ultrapassou os 2,6 milhões de infetados e matou mais de 183 mil pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00.

Executive Digest

A pandemia de covid-19 já ultrapassou os 2,6 milhões de infetados e matou mais de 183 mil pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00.

De acordo com os dados da agência de notícias francesa, a partir de dados oficiais, foram registados 183.707 mortos e mais de 2.636.740 infetados em 193 países.

Pelo menos 696.700 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades de saúde.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, lideram em número de mortos e casos, com 46.785 mortos para 842.624 casos.

Pelo menos 76.614 pessoas foram declaradas curadas pelas autoridades de saúde nos Estados Unidos.

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Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são Itália, com 25.085 mortos para 187.327 casos, a Espanha com 22.157 mortos (213.024 casos), a França com 21.340 óbitos (155.860 casos) e o Reino Unido com 18.100 mortos (133.495 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou 82.798 casos (10 novos entre quarta-feira e hoje), incluindo 4.632 mortos (nenhuma nova) e 77.207 recuperações.

Desde as 19:00 de quarta-feira, a Guiné Equatorial anunciou a primeira morte ligada ao vírus no seu território.

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Até às 11:00 de hoje, a Europa totalizou 113.855 mortos para 1.276.161 casos, Estados Unidos e Canadá 48.859 mortos (882.814 casos), Ásia 7.495 mortos (182.737 casos), América Latina e Caraíbas 6.166 mortos (122.620 casos), Médio Oriente 5.992 mortos (138.672 casos), África 1.243 (25.796 casos) e Oceânia 97 mortos (7.943 casos).

Portugal, com 820 mortos registadas e 22.353 doentes é o 16.º país do mundo com mais óbitos e também o 16.º em número de infetados.

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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