Já foram administradas mais de dois milhões de vacinas contra a Covid-19 em Portugal, das quais quase 1,5 milhões correspondem à primeira dose e mais de 586 mil à segunda. Os dados constam da última atualização, publicada esta tarde na página de Twitter do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
COVID19PT | Portugal ultrapassa os dois milhões de vacinas administradas. Mais de 586 mil pessoas completaram a vacinação contra a doença. #SNS #Saúde pic.twitter.com/nZORdpWUwm
— Saúde PT (@saude_pt) April 9, 2021
Segundo o organismo, no total Portugal já administrou 2.039.528 vacinas, sendo que 1.453.212 portugueses receberam a primeira dose e 586.316, já têm a vacinação completa com as duas doses da vacina.
Já ontem, o coordenador da task-force de vacinação, vice-almirante Gouveia e Melo, tinha revelado que tinha sido atingido o marco dos dois milhões de vacinas administrados. “Hoje atingimos os dois milhões de inoculações. Cerca de 15% já tem uma inoculação e 6% vai atingir muito rapidamente a segunda inoculação”, disse na conferência de imprensa realizada na sede do Infarmed em que foi divulgada a recomendação da administração da vacina da AstraZeneca em pessoas acima dos 60 anos.
De acordo com o coordenador da ‘task force’, foram já administradas em Portugal cerca de 400 mil vacinas da AstraZeneca, existindo ainda “cerca de 200 mil de reserva”.
Entre os números referidos pelo responsável pelo processo nacional de vacinação contra a covid-19, sobressaíram também os “1,9 milhões de doses para inocular” durante este mês. Já no quadro do segundo trimestre, a disponibilidade de doses de vacina vai ascender a 8,8 milhões, caso se confirmem os planos de aquisição previstos.
Henrique Gouveia e Melo clarificou ainda o peso da vacina da AstraZeneca nestas contas, ao adiantar que representam somente 1,4 milhões dos 8,8 milhões de doses previstos para esse período, mas recusou um impacto significativo com a limitação etária hoje introduzida.
“Como no segundo trimestre estamos a vacinar em grande parte a população acima de 60 anos, não vai haver nenhum impacto no ritmo nem no plano de vacinação. O nosso plano consegue ajustar-se a esta recomendação sem impactos”, frisou, descartando também neste momento um problema de eventuais recusas das pessoas em relação a esta vacina.










