Subiu para 8.251 o número de pessoas infectadas em Portugal pelo novo coronavírus. O boletim divulgado esta manhã pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) dá conta de mais 808 casos em relação a ontem, quando o total ascendia a 7.443. Registam-se também mais 27 vítimas mortais, num total de 187. Ontem, eram 160 os óbitos em território nacional.
A DGS dá conta de 46.429 casos não confirmados e de 4.957 pessoas que aguardam os resultados laboratoriais das análises. Há ainda 20.275 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde. O número de recuperações, por seu turno, mantém-se nos 43.
O Norte continua a ser a região mais afectada com 4.910 pessoas infectadas por COVID-19 e 95 mortes. No Centro, o número de casos confirmados sobe para 1.043, ao passo que o número de vítimas mortais é de 53. Em Lisboa e Vale do Tejo, há 1.998 infectados e 38 óbitos a assinalar.
Há ainda 54 casos no Alentejo e 146 no Algarve, sendo que a Sul há também duas vítimas mortais. Segundo a DGS, há 52 pessoas infectadas nos Açores e 48 na Madeira.
Registam-se ainda 726 pessoas internadas nos hospitais portugueses, 230 das quais nos cuidados intensivos. Tosse é o sintoma mais comum entre os casos confirmados (61%), seguindo-se febre (49%) e dores musculares (33%).
Quanto à caracterização das pessoas infectadas, o boletim mais recente mostra que a faixa etária dos 40 aos 49 é a que regista mais casos (tanto de homens como de mulheres). As vítimas mortais, por seu turno, são mais recorrentes no grupo etário acima dos 80 anos.
O número de pessoas infectadas a nível global ultrapassa os 862 mil, sendo os Estados Unidos da América o país com mais casos confirmados (189 mil). Logo depois, surgem Itália (105 mil) e Espanha (quase 96 mil), de acordo com os dados disponibilizados pela universidade John Hopkins.
Em constante actualização, o mapa interactivo elaborado por esta instituição norte-americana dá conta também de mais de 42 mil mortes em todo o Mundo e mais de 178 mil pessoas recuperadas. Em termos de óbitos, Itália lidera (12 mil), ao passo que a China apresenta, neste momento, o número mais elevado de recuperações (76 mil).














