Portugal já administrou quase 1,7 milhões de vacinas contra a Covid-19. A mais recente atualização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), através da sua página de Twitter, mostra que no total já foram administradas 1.672.893 vacinas, das quais 1.197.027 com a primeira dose e 475.866 com as duas.
Em #Portugal continental já foram administradas 1 672 893 doses de vacina contra a #COVID19. Das quais 1 197 027 primeiras doses e 475 866 segundas doses. A vacinação é segura. #SNS #Saúde #vacinaçãoCovid19 pic.twitter.com/CbWsc3xegf
— SNS_Portugal (@SNS_Portugal) March 31, 2021
O almirante Gouveia e Melo, coordenador da task-force de vacinação, disse esta quarta-feira que a primeira fase do processo de vacinação deve estar concluída a 11 de abril. As declarações foram feitas na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia, na Assembleia da República.
«Prevemos fechar a 100% a vacinação dos mais de 80 anos e dos mais de 50 anos com comorbilidades até dia 11 de abril. Naturalmente, irão ficar pequenas bolsas que não conseguimos contactar. Mas a grande maioria desta comunidade, que têm a ver com o salvar vidas, estará fechada a 11 de abril», garantiu em resposta ao deputado do PSD, Ricardo Batista Leite.
O responsável disse ainda, na mesma ocasião, que «grande parte da comunidade educativa, cerca de 200 mil pessoas, vai ser vacinada praticamente na transição da primeira fase para a segunda fase. É no fim de semana seguinte (ao dia 11 de abril) que se vai fazer o grande impulso no ensino, que são as tais 200 mil vacinas».
«Este impulso no ensino também serve para testar as nossas metodologias de vacinar 100 mil pessoas de cada vez, que têm de ser testadas antes de entrar em funcionamento, no início de maio», esclareceu ainda Gouveia e Melo.
Relativamente ao uso da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca, o coordenador da task-force revelou que Portugal teve por base as orientações do regulador europeu (Agência Europeia do Medicamento), para tomar as suas decisões.
O responsável voltou a sublinhar que a vacina é segura e «as suas vantagens superam os riscos», disse criticando aquilo que considera ser «movimentos que não se conseguem compreender» contra este fármaco, que aparentam ser «de outra ordem» que não clínica.














