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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Portugal despede-se da frescura atlântica: temperaturas voltam a rondar os 40ºC já nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 05:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias em que Portugal continental escapou às temperaturas extremas que têm assolado grande parte da Europa, o cenário meteorológico começa a mudar. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias em que Portugal continental escapou às temperaturas extremas que têm assolado grande parte da Europa, o cenário meteorológico começa a mudar. A previsão para esta sexta-feira aponta ainda para tempo relativamente ameno para a época do ano, mas o fim de semana marcará o regresso gradual do calor, sobretudo nas regiões do interior, onde no domingo os termómetros poderão voltar a ultrapassar os 35 ºC e aproximar-se dos 40 ºC em alguns locais.</p>
<p>Nas últimas semanas, Portugal destacou-se como uma exceção no panorama europeu. Enquanto países como Espanha, França e Itália enfrentaram sucessivas vagas de calor e temperaturas extremamente elevadas, o território continental português beneficiou de uma circulação atmosférica que manteve o ar mais fresco, especialmente nas regiões costeiras. Contudo, esse padrão está prestes a alterar-se.</p>
<p><strong>Sexta-feira ainda será marcada por temperaturas abaixo do normal</strong><br />
Para esta sexta-feira, mantém-se a influência da denominada &#8220;frescura atlântica&#8221;, responsável por manter as temperaturas abaixo da média climatológica para esta altura do ano.</p>
<p>Segundo a análise meteorológica, as anomalias térmicas continuam negativas, situando-se entre 1 e 3 graus Celsius abaixo dos valores habituais para julho. Mesmo nas zonas tradicionalmente mais quentes, as temperaturas máximas deverão permanecer abaixo da barreira dos 35 ºC.</p>
<p>No litoral continental, as máximas deverão oscilar entre os 19 ºC e os 28 ºC, enquanto no interior são esperados valores entre os 28 ºC e os 34 ºC, mantendo um ambiente significativamente mais fresco do que aquele registado em vastas regiões da Europa Ocidental e mediterrânica.</p>
<p><strong>Porque Portugal tem escapado ao calor extremo</strong><br />
A explicação para este comportamento atmosférico encontra-se na persistência de depressões isoladas em altitude — vulgarmente conhecidas como bolsas de ar frio — posicionadas a oeste da Península Ibérica.</p>
<p>Ao longo das últimas semanas, estas depressões têm permanecido praticamente estacionárias, condicionando a circulação atmosférica e favorecendo a entrada de massas de ar tropical marítimo provenientes do Atlântico para Portugal continental.</p>
<p>Em simultâneo, esta mesma configuração atmosférica tem empurrado o ar extremamente quente e seco oriundo do Norte de África para a metade oriental da Península Ibérica e para vários países banhados pelo Mediterrâneo, nomeadamente Espanha, França e Itália.</p>
<p>Os especialistas explicam que a posição destas bolsas de ar frio é determinante para a distribuição das massas de ar. Quando permanecem mais a leste, Portugal beneficia da influência marítima, enquanto o calor intenso se concentra sobretudo nas regiões mediterrânicas. Pelo contrário, quando estas depressões se deslocam para oeste, aumenta significativamente a probabilidade de episódios de calor intenso em território nacional.</p>
<p><strong>Atlântico, nortada e upwelling ajudam a conter o calor</strong><br />
Além da circulação atmosférica, existem outros fatores que têm contribuído para manter Portugal relativamente fresco.</p>
<p>A influência direta do oceano Atlântico, a habitual nortada de verão e o fenómeno de upwelling — que consiste na subida de águas frias das camadas profundas do oceano para a superfície — têm desempenhado um papel importante, sobretudo ao longo da faixa litoral.</p>
<p>Esta combinação impede que o aquecimento seja tão acentuado como acontece em regiões mais afastadas do mar.</p>
<p>Mesmo nas zonas do interior, habitualmente mais quentes durante o verão, a reduzida largura do território português — cerca de 200 quilómetros entre a costa e a fronteira em muitos pontos — permite que a influência marítima continue a moderar as temperaturas.</p>
<p>É precisamente este conjunto de fatores que explica o contraste térmico observado nas últimas semanas entre Portugal continental e regiões como o leste de Espanha, o sul de França, as Baleares, a Córsega, a Sardenha ou diversas zonas de Itália, onde o calor tem atingido valores bastante superiores.</p>
<p><strong>Mudança começa já no sábado</strong><br />
A previsão aponta, contudo, para uma alteração gradual deste padrão atmosférico durante o fim de semana.</p>
<p>No sábado, dia 18 de julho, deverá iniciar-se uma subida das temperaturas, embora ainda relativamente moderada.</p>
<p>O aquecimento será mais evidente nas regiões do interior, enquanto o litoral continuará a beneficiar da proximidade ao Atlântico, mantendo temperaturas mais agradáveis.</p>
<p>Ainda assim, os modelos meteorológicos indicam que o aumento da temperatura será o primeiro sinal de uma mudança mais significativa prevista para o dia seguinte.</p>
<p><strong>Domingo poderá voltar a trazer temperaturas entre 35 ºC e 40 ºC</strong><br />
Será no domingo, dia 19 de julho, que a subida das temperaturas se fará sentir com maior intensidade.</p>
<p>As previsões apontam para máximas entre os 35 ºC e os 40 ºC em diversas regiões do país, especialmente nos vales do Douro e do Guadiana, na Beira Alta, na Beira Baixa, em grande parte do Alentejo e também no Sotavento Algarvio.</p>
<p>O interior Norte e o Algarve destacam-se como as zonas onde as temperaturas deverão apresentar os desvios mais significativos face aos valores habituais para esta época do ano.</p>
<p>Os mapas de anomalia térmica apontam para valores entre 2 e 4 graus acima da média climatológica, podendo atingir localmente desvios entre 5 e 6 graus no interior Norte e chegar aos 9 graus acima do normal em alguns pontos do Algarve.</p>
<p><strong>Nem todo o país aquecerá da mesma forma</strong><br />
Apesar da subida generalizada das temperaturas, nem todas as regiões sentirão o calor da mesma maneira.</p>
<p>A faixa costeira ocidental continuará relativamente protegida pela influência marítima.</p>
<p>Em particular, o litoral Norte, entre Viana do Castelo e Ovar, deverá manter temperaturas inferiores às registadas no restante território, continuando a apresentar condições mais frescas do que o habitual para esta altura do verão.</p>
<p><strong>Nova configuração atmosférica explica o regresso do calor</strong><br />
A mudança prevista para o fim de semana resulta da alteração da circulação atmosférica que dominou as últimas semanas.</p>
<p>A bolsa de ar frio responsável pela entrada de ar marítimo deverá afastar-se gradualmente, permitindo o fortalecimento de uma crista anticiclónica sobre o Atlântico Norte.</p>
<p>Ao mesmo tempo, uma massa de ar mais quente e seca aproximar-se-á de Portugal continental, proveniente do interior da Península Ibérica e alimentada, numa fase inicial, por ar quente oriundo do Norte de África.</p>
<p>Esta nova configuração favorecerá um aumento progressivo das temperaturas, sobretudo no interior do país, marcando o fim do período em que Portugal funcionou como um verdadeiro &#8220;oásis&#8221; de frescura face ao calor extremo sentido em grande parte da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790207]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vice-primeiro-ministro de Timor-Leste desafia empresários a investirem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 05:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-primeiro-ministro e ministro coordenador dos Assuntos Sociais timorense, Mariano Assanami Sabino, desafiou hoje os empresários timorenses a realizarem investimentos e criticou os membros do Governo que não assumem o papel de verdadeiros servidores do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-primeiro-ministro e ministro coordenador dos Assuntos Sociais timorense, Mariano Assanami Sabino, desafiou hoje os empresários timorenses a realizarem investimentos e criticou os membros do Governo que não assumem o papel de verdadeiros servidores do Estado.</P><br />
<P>&#8220;Para os empresários que têm muitos projetos de investimento, não aproveitem o dinheiro para passear, andar de um lado para o outro, construir casas grandes ou comprar apenas carros bons, como se já fossem grandes patrões&#8221;, disse Assanami Sabino.</P><br />
<P>Segundo o governante, muitos empresários timorenses continuam demasiado dependentes dos projetos do Governo ou do Estado, o que, salientou, não representa uma classe empresarial verdadeiramente rica.</P><br />
<P>O vice-primeiro-ministro incentivou a que sejam feitos investimentos em setores estratégicos para que Timor-Leste não dependa de estrangeiros.</P><br />
<P>&#8220;A nossa soberania está nas nossas próprias mãos, com o nosso dinheiro. Temos de investir, temos de criar, temos de ser nós os autores da nossa própria soberania&#8221;, afirmou Mariano Assanami Sabino.</P><br />
<P>O também líder do Partido Democrático, na coligação no Governo, pediu também aos seus colegas para apoiarem os investidores.</P><br />
<P>&#8220;Os membros do Governo são servidores das pessoas. Quando chegam grandes investimentos para fazer alguma coisa, devem ir ao terreno, receber e acompanhar. Não podem ficar sentados nos seus gabinetes e dificultar a receção dos investidores. O tempo não espera, não podemos estar ocupados com coisas que não sabemos se têm importância&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Segundo o vice-primeiro-ministro, ser servidor público significa descer ao terreno, observar, avaliar e apoiar aqueles que fazem bem.</P><br />
<P>&#8220;Ser servidor é isso. Ser eleito pelo povo é para trabalhar. Não é vestir um fato, nem andar apenas com bons carros de um lado para o outro&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Mariano Assanami Sabino falava durante a cerimónia de inauguração e lançamento da operação de três barcos de pesca, denominados Kablaki, Paitchau e Maubai.</P><br />
<P>As embarcações foram compradas pelo Conselho dos Combatentes da Libertação Nacional a partir de um fundo criado pelos veteranos em 2020 para desenvolver o setor das pescas no país.</P><br />
<P>Com aquele fundo, os veteranos criaram também o Banco do Nosso Futuro (BNF), oficinas para arranjo de viaturas, uma alfaiataria, entre outros investimentos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790472]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Termina hoje campanha eleitoral das presidenciais em São Tomé e Príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[São Tomé e Príncipe vive hoje o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para domingo, com o sábado reservado como dia de reflexão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>São Tomé e Príncipe vive hoje o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para domingo, com o sábado reservado como dia de reflexão.</P><br />
<P>Com dois dos quatro candidatos sem praticamente qualquer atividade de campanha pelo menos na última semana, as atenções viram-se para os comícios finais de Nito d&#8217;Abreu, apoiado pela Ação Democrática Independente (ADI), e Carlos Vila Nova, que tenta a reeleição com o apoio do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe.</P><br />
<P>Ambos encerram a campanha com comícios agendados para a capital do país, num momento em que todas as missões de observação eleitoral se encontram no terreno, com destaque para a União Europeia, União Africana e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. </P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790471]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guterres alerta contra controlo da IA por &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a "um punhado de países ou empresas" controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a "moldar" essa tecnologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221; controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a &#8220;moldar&#8221; essa tecnologia.</P><br />
<P>O dirigente português fez este apelo durante um discurso na inauguração da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento deste setor emergente na China, que decorre até segunda-feira em Xangai.</P><br />
<P>&#8220;A IA pode ser uma das maiores oportunidades para a humanidade no século XXI, mas também poderá ser um dos seus maiores riscos. (&#8230;) A tecnologia deve estar ao serviço das pessoas e não o contrário&#8221;, advertiu Guterres.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, os riscos concentram-se na ameaça de &#8220;desigualdades ainda maiores&#8221; em matéria de rendimento, oportunidades ou segurança: &#8220;Não podemos permitir que isso aconteça. O desafio que enfrentamos é garantir que a IA se torne uma força para maior inclusão e para o progresso comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um terço da humanidade continua desconectada. Muitos países ainda enfrentam lacunas de conectividade, infraestrutura e acesso à energia. A capacidade de computação, os recursos de dados e os conhecimentos técnicos permanecem concentrados&#8221;, detalhou o representante da ONU.</P><br />
<P>Neste sentido, Guterres pediu &#8220;apoio total&#8221; aos líderes presentes para iniciativas da ONU, como uma rede global de intercâmbio e cooperação na construção de capacidades em IA ou um fundo global para essa tecnologia.</P><br />
<P>O objetivo do português é que a tecnologia &#8220;seja construída com países em desenvolvimento para países em desenvolvimento&#8221;. &#8220;Isso significa modelos abertos que os países possam adotar, capacidade de computação que possam suportar e formação para as pessoas que a irão utilizar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU manifestou esperança de que a IA seja uma ferramenta essencial para os objetivos de desenvolvimento sustentável, ao &#8220;acelerar os avanços médicos, transformar a educação, reforçar os sistemas alimentares e a produtividade agrícola ou impulsionar novas indústrias e criar empregos dignos&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, defendeu a necessidade de regular a segurança desta tecnologia: &#8220;Os sistemas que atravessam fronteiras precisam de normas que atravessem fronteiras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de uma governação inclusiva, interligada e enraizada no direito internacional. Os direitos humanos devem ser protegidos. Os humanos devem manter o controlo sobre qualquer decisão de vida ou morte. E nenhum sistema de IA deve ser colocado nas mãos de uma criança antes de se demonstrar que é seguro&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>Por fim, Guterres abordou a crescente procura energética derivada do avanço da IA, exigindo que &#8220;todas as grandes empresas de IA revelem a pegada ambiental completa dos seus sistemas e que os alimentem com energias renováveis antes de 2030&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790470]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi Jinping pede governação global da IA e rejeita domínio de um só país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.</P><br />
<P>Na sessão de abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), em Xangai, Xi afirmou que &#8220;o desenvolvimento da IA não deve ser um espetáculo a solo de um único país, mas uma sinfonia de cooperação internacional&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado chinês acrescentou que os países devem &#8220;opor-se conjuntamente ao alargamento excessivo do conceito de segurança nacional no domínio da IA ou à colocação da segurança de um país acima da dos restantes&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem num contexto de crescente competição entre Pequim e Washington pela liderança em inteligência artificial. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e a União Europeia impuseram restrições à exportação de tecnologias avançadas para a China por motivos de segurança nacional, enquanto empresas chinesas têm reduzido a distância relativamente às congéneres norte-americanas no desenvolvimento de modelos de IA, apostando em soluções de menor custo.</P><br />
<P>Xi defendeu igualmente a criação de leis e regulamentos, mecanismos de supervisão tecnológica, sistemas de alerta precoce e resposta de emergência para garantir que &#8220;a IA permaneça sempre sob controlo humano&#8221;, reiterando a necessidade de uma abordagem &#8220;centrada nas pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Na véspera, representantes de 29 países, incluindo a Rússia, o Paquistão e a Indonésia, assinaram, também em Xangai, o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), um organismo intergovernamental promovido por Pequim para reforçar a cooperação internacional e a governação global da IA.</P><br />
<P>Com sede em Xangai, a nova organização pretende promover a consulta e a colaboração entre os Estados-membros para assegurar um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; da inteligência artificial.</P><br />
<P>A conferência, que decorre durante quatro dias, reúne mais de mil empresas chinesas de tecnologia, além de responsáveis políticos, investigadores e representantes da indústria.</P><br />
<P>Entre os participantes encontram-se o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, o primeiro-ministro do Camboja, Hun Manet, e o vice-primeiro-ministro da Tailândia, Anutin Charnvirakul.</P><br />
<P>Durante o evento serão apresentados cerca de 3.000 produtos ligados à inteligência artificial, incluindo novos sistemas de computação, semicondutores especializados, agentes autónomos de IA e dispositivos móveis equipados com aplicações capazes de executar tarefas sem intervenção humana.</P><br />
<P>A IA tornou-se um dos pilares da estratégia industrial chinesa, apoiada por fortes investimentos estatais para desenvolver um ecossistema nacional, desde a produção de semicondutores até às aplicações comerciais.</P><br />
<P>Segundo dados oficiais chineses, o mercado nacional de inteligência artificial atingiu 1,2 biliões de yuan (154 mil milhões de euros) em 2025 e deverá crescer mais de 30% este ano.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) indicou que a China liderou o número de pedidos de patentes relacionadas com IA generativa entre 2024 e 2025, com mais de 43.000 registos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790469]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Milhares de alunos esperam receber hoje as notas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:10:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.</P><br />
<P>A possibilidade de as pautas não serem afixadas durante o dia de hoje chegou a ser admitida pelo ministro da Educação na véspera, quando faltavam avaliar 0,5% das respostas, mas Fernando Alexandre acabou por se mostrar confiante de que seriam afixadas durante a tarde de hoje.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas&#8221;, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</P><br />
<P>No dia em que centenas de milhares de alunos esperam ver afixados os seus resultados, o ministro da Educação estará no parlamento, para um debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre os exames nacionais. </P><br />
<P>Com mais de 300 mil provas realizadas em papel, a implementação do processo de classificação digital, que acontece pela primeira vez, implicou a digitalização de milhões de folhas de resposta, posteriormente distribuídas pelos professores para classificação.</P><br />
<P>Os problemas começaram a surgir, desde logo, com o exame de Português &#8212; o primeiro realizado pelos alunos &#8212; que tardou a chegar aos classificadores por &#8220;dificuldades técnicas&#8221;, segundo o Júri Nacional de Exames (JNE).</P><br />
<P>Aos primeiros atrasos na disponibilização das provas, seguiram-se relatos de folhas mal digitalizadas, respostas incompletas por falta de folhas de continuação e dificuldades na plataforma de classificação.</P><br />
<P>&#8220;[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos&#8221;, afirmou o ministro da Educação, Ciência e Inovação no dia 29 de junho, seis dias após o arranque do processo de classificação.</P><br />
<P>Na mesma semana, o Governo acabou por anunciar o adiamento da divulgação dos resultados, de 14 para 17 de julho.</P><br />
<P>De acordo com o novo calendário, os professores teriam até às 23:59 do dia 14 de julho para classificar os exames nacionais &#8212; mais quatro dias do que inicialmente previsto &#8211;, mas, a poucas horas do fim do prazo, o Ministério prolongou-o por mais 24 horas.</P><br />
<P>Na altura, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) garantiu que o prolongamento do prazo não punha em causa a afixação das pautas, mas na quinta-feira ainda havia provas por classificar.</P><br />
<P>&#8220;Estamos com dificuldades em conseguir que haja professores classificadores para algumas provas&#8221;, disse Fernando Alexandre na quinta-feira, justificando o atraso na conclusão do processo.</P><br />
<P>Por outro lado, na reta final do processo, os docentes continuavam a receber novos itens para classificar, devido a falhas identificadas durante a verificação e validação do sistema.</P><br />
<P>Entre folhas de continuação com repostas e novas digitalizações, alguns professores tiveram mesmo de classificar itens que já tinham avaliado, merecendo, por isso, um pedido de desculpas por parte do ministro da Educação.</P><br />
<P>Depois da publicação das pautas, os alunos que queiram repetir a avaliação deverão inscrever-se na 2.ª fase, inicialmente prevista para começar a 16 de julho, mas que arranca apenas na tarde de 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</P><br />
<P>Poderão também pedir a reapreciação da prova, dispondo de dois dias úteis para formalizar o pedido, após receberem a cópia do exame.</P><br />
<P>Professores e diretores escolares admitem que este ano o número de pedidos possa aumentar, devido aos constrangimentos registados durante o processo de classificação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790468]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acusa Chavez e Maduro de terem tentado manipular eleições dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:48:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.</P><br />
<P>&#8220;Existia um complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela&#8221;, declarou na quinta-feira Donald Trump num discurso à nação em horário nobre, transmitido a partir da Casa Branca, centrado em alegadas vulnerabilidades do sistema eleitoral norte-americano.</P><br />
<P>De acordo com o chefe de Estado, a acusação assenta em documentos divulgados, na quinta-feira, pela Casa Branca, incluindo uma análise da CIA datada de 29 de junho, baseada em informação recolhida ao longo de quase duas décadas sobre a capacidade de Caracas para manipular eleições através de máquinas de voto eletrónico.</P><br />
<P>O relatório indica que a Venezuela tinha &#8220;provavelmente alguma capacidade&#8221; para manipular sistemas de votação eletrónica dentro do país, incluindo os da empresa britânica Smartmatic, da qual os Estados Unidos se desvincularam em 2007. </P><br />
<P>Contudo, o mesmo relatório sublinha não haver provas definitivas de fraude em larga escala e conclui que nem o Governo venezuelano nem o sistema de automatização de resultados da Smartmatic poderiam alterar eleições fora da Venezuela ou nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O documento refere ainda que, antes das presidenciais de 2012, os serviços de inteligência de Chávez trabalharam com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e a Smartmatic para &#8220;manipular resultados usando máquinas de votação pré-programadas&#8221;.</P><br />
<P>A Smartmatic cessou operações na Venezuela em 2018, após acusar publicamente o executivo de Maduro de &#8220;inflacionar a participação em mais de um milhão de votos&#8221; nas legislativas de 2017, segundo o relatório da CIA.</P><br />
<P>O mesmo documento cita fontes não identificadas que apontam para um plano, em setembro de 2020, destinado a manipular as eleições para o Congresso dos Estados Unidos, através da substituição de votos legítimos por outros adulterados em máquinas virtuais, mantendo a aparência de autenticidade.</P><br />
<P>Apesar dessas alegações, o relatório sublinha que a &#8220;avaliação base da CIA sobre as eleições de 2012 continua a ser que não ocorreu fraude em larga escala&#8221; e que &#8220;o regime não teve de recorrer a fraude grave para vencer as eleições de dezembro de 2020 para o Congresso&#8221;.</P><br />
<P>Durante o mesmo discurso, Trump voltou a questionar a integridade eleitoral dos Estados Unidos a poucos meses das intercalares, acusando a China de interferir nas presidenciais de 2020 com o roubo de milhões de dados de eleitores, numa eleição que perdeu para Joe Biden e cuja derrota nunca reconheceu.</P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós&#8221;, afirmou o Presidente.</P><br />
<P>Como era esperado, Trump aproveitou a intervenção para pressionar membros do Senado a aprovarem uma lei eleitoral que exige identificação dos votantes e restringe significativamente o voto por correspondência. </P><br />
<P>O projeto encontra-se bloqueado no Senado, sem apoio consensual entre os próprios republicanos para enfrentar a oposição democrata.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790467]]></sapo:autor>
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		<title>China lança organização internacional para governação da IA com 29 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:36:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua, os representantes dos 29 países assinaram, em Xangai (leste), o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), cuja sede ficará igualmente instalada naquela metrópole chinesa.</P><br />
<P>Entre os países fundadores figuram a Rússia, o Cazaquistão, o Laos, o Paquistão e a Indonésia. A Xinhua e o ministério dos Negócios Estrangeiros da China não divulgaram a lista completa dos participantes, mas a agência russa Sputnik indicou que o Brasil, Cuba e a Venezuela também estiveram representados.</P><br />
<P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, participou igualmente na cerimónia de assinatura e deverá discursar hoje na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento do setor na China.</P><br />
<P>Está também prevista uma intervenção do Presidente chinês, Xi Jinping, que discursará pela primeira vez neste fórum e poderá divulgar mais pormenores sobre o novo organismo.</P><br />
<P>Segundo o acordo fundador, a Waico defenderá os princípios da Carta das Nações Unidas, promoverá consultas alargadas, contribuições conjuntas e benefícios partilhados, adotando uma abordagem centrada nas pessoas.</P><br />
<P>A organização terá como objetivo promover a cooperação internacional e a governação global da IA, procurando assegurar que esta tecnologia seja &#8220;benéfica, segura e justa&#8221;, favorecendo um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; em benefício de toda a humanidade, segundo a Xinhua.</P><br />
<P>No ano passado, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, propôs um plano de ação para a governação global da IA e avançou com a criação de um organismo internacional para coordenar os esforços multilaterais nesta área, embora até agora não tivessem sido divulgados detalhes concretos sobre a iniciativa.</P><br />
<P>Pequim considera a IA uma tecnologia estratégica e, além de preparar avultados investimentos para acelerar o seu desenvolvimento perante a rivalidade tecnológica com os Estados Unidos, tem aprovado regulamentos e iniciativas destinadas a enquadrar o impacto económico e social desta tecnologia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790466]]></sapo:autor>
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		<title>Líder norte-coreano destaca &#8220;firme vontade&#8221; da China em desenvolver relações bilaterais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:31:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a "firme vontade" de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a &#8220;firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.</P><br />
<P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, reuniu-se hoje com Wang Huning, principal ideólogo do Presidente chinês, Xi Jinping, numa visita que evidencia o reforço dos contactos entre Pyongyang e Pequim, num contexto de crescente aproximação estratégica entre os dois países.</P><br />
<P>Wang deslocou-se à Coreia do Norte para participar nas comemorações do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua, assinado em 1961 e considerado um dos pilares formais das relações bilaterais.</P><br />
<P>Segundo a KCNA, Kim afirmou que a visita de Wang, quarto na hierarquia do Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês (PCC), demonstra &#8220;a firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as &#8220;tradicionais relações de amizade e cooperação&#8221; entre os dois países.</P><br />
<P>A visita ocorre poucos dias depois da deslocação a Pequim do primeiro-ministro norte-coreano, Pak Thae-song, refletindo o reforço dos contactos entre os dois países na sequência da visita de Estado realizada por Xi à Coreia do Norte em junho, a primeira em sete anos.</P><br />
<P>Durante essa deslocação, a China manifestou disponibilidade para reforçar também os intercâmbios militares com Pyongyang, uma formulação que Seul classificou como inédita em declarações públicas. Os comunicados divulgados por Pequim e Pyongyang não fizeram qualquer referência à desnuclearização norte-coreana.</P><br />
<P>A aproximação sino-norte-coreana coincide ainda com o aprofundamento da cooperação entre Pyongyang e Moscovo, levando Pequim a reforçar os esforços para preservar a sua influência sobre o país vizinho.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro político e económico da Coreia do Norte, partilhando uma fronteira com mais de 1.400 quilómetros e desempenhando um papel central no comércio bilateral e no fornecimento de alimentos e energia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790465]]></sapo:autor>
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		<title>Maradona &#8220;estava em queda livre&#8221; antes da morte &#8211; secretário pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:22:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava "em queda livre" por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava &#8220;em queda livre&#8221; por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.</P><br />
<P>Maximiliano Pomargo integrava a equipa liderada pelo advogado e representante de Maradona, Matías Morla, responsável pelas questões pessoais, comerciais e legais da estrela do futebol (1960-2020), tendo começado a trabalhar como secretário pessoal em 2016.</P><br />
<P>Segundo explicou, tratava de tudo, &#8220;desde comprar um par de ténis, até falar com o presidente da FIFA&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o estado de saúde do ex-futebolista em outubro de 2020, um mês antes da morte, Pomargo respondeu que &#8220;Diego estava em queda livre&#8221;, dizendo que alertou o médico de família, Leopoldo Luque, para o consumo excessivo de álcool da antiga glória do Boca Juniors e do Napóles.</P><br />
<P>&#8220;Estava a beber muito. Não havia solução. Nesse mês chegou a discutir-se a hipótese de interná-lo à força, falava-se disso&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O testemunho revelou contradições sobre o tratamento domiciliário a que Maradona foi submetido entre 11 e 25 de novembro de 2020, dia em que morreu. </P><br />
<P>Pomergo negou, inicialmente, ter influência nessa decisão, considerada crucial no desfecho fatal pela acusação, mas, confrontado com mensagens em sentido contrário, disse, posteriormente, que Maradona não queria ser internado e que ele &#8220;nunca teria feito nada contra a vontade de Diego&#8221;.</P><br />
<P>Pomargo disse desconhecer antecedentes cardíacos, mas admitiu saber dos problemas de saúde tornados públicos antes de integrar a equipa, embora não acreditasse nas notícias da imprensa.</P><br />
<P>O então secretário pessoal relatou ainda que, em agosto desse ano, exames médicos revelaram problemas no fígado, acrescentando que disse a &#8220;Luque para o assustar [a Maradona] com isso, para que deixasse de beber&#8221;.</P><br />
<P>Questionado pelo presidente do tribunal, Alberto Gaig, se apenas o vício do álcool tornava a saúde de Maradona frágil, este respondeu que as conversas sobre o estado do antigo jogador giravam sempre em torno desse aspeto.</P><br />
<P>Pomargo contou que, nos últimos dias de vida de Maradona, disse a Luque e à psiquiatra Agustina Cosachov, também acusada, que via o ex-jogador muito inchado e deprimido. </P><br />
<P>O secretário é uma das várias pessoas próximas de Maradona, incluindo filhas, que dias antes da morte notaram uma estranha inflamação.</P><br />
<P>&#8220;Quando avisei da inflamação, Luque disse-me que era porque Diego passava muito tempo deitado&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Maradona morreu de edema pulmonar agudo, tendo ainda uma insuficiência cardíaca crónica aguda, segundo a autópsia.</P><br />
<P>Além de Luque e Cosachov, também estão a ser julgados por homicídio simples com dolo eventual a coordenadora de cuidados domiciliários da Swiss Medical, Nancy Forlini, o clínico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermeiros Mariano Perroni, o enfermeiro Ricardo Almirón e o psicólogo Carlos Díaz.</P><br />
<P>Carlos Díaz apresentou na quinta-feira um novo depoimento, afirmando que os profissionais responsáveis pela saúde do ex-futebolista não aceitavam as sugestões que este propunha.</P><br />
<P>&#8220;As minhas intenções, as minhas sugestões, pelos vistos não eram bem recebidas&#8221;, disse Díaz, após exibir várias mensagens em que médicos e pessoas próximas de Maradona falavam em afastá-lo do tratamento.</P><br />
<P>Nas trocas de mensagens reveladas, Luque e Pomargo referiam a ideia de &#8220;dar a volta&#8221; ao psicólogo, acusando-o de expô-los perante a família do argentino.</P><br />
<P>Especialista em adições, Díaz relatou que a psiquiatra Agustina Cosachov rejeitou as suas &#8220;sugestões farmacológicas&#8221;, que incluíam um medicamento capaz de provocar uma reação desagradável quando misturado com álcool, para impedir que Maradona bebesse.</P><br />
<P>Questionado sobre a acusação de integrar um suposto plano para acabar com a vida do ex-jogador, respondeu que o seu único plano era oferecer um &#8220;tratamento abstencionista para Maradona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não poderia ter feito nada diferente para evitar um quadro cardíaco, não tenho esse tipo de conhecimento&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790464]]></sapo:autor>
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		<title>Jogo VIP em Macau com queda trimestral de 18,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:05:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.</P><br />
<P>O bacará VIP, o jogo que representa a totalidade do setor VIP no território, atingiu receitas de 15,9 mil milhões de patacas (1,72 mil milhões de euros) entre abril e junho, anunciou na quinta-feira a Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ) de Macau.</P><br />
<P>No mesmo período de 2025, as receitas das grandes apostas alcançaram 16,3 mil milhões de patacas (1,76 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O valor agora registado representa também uma queda de 18,8% face ao primeiro trimestre de 2026, período em que as receitas deste segmento alcançaram 19,6 mil milhões de patacas (2,05 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No entanto, o jogo VIP em Macau continua longe dos picos históricos atingidos antes da pandemia da covid-19.</P><br />
<P>Em 2019, o bacará VIP representava 46,2% das receitas totais dos casinos de Macau. Mas, no segundo trimestre deste ano, ficou-se por uma fatia de 26,1%.</P><br />
<P>As grandes apostas foram afetadas pela detenção do líder da maior empresa angariadora de apostas VIP do mundo, em novembro de 2021.</P><br />
<P>O antigo diretor executivo da Suncity, Alvin Chau Cheok Wa, foi condenado, em janeiro de 2023, a 18 anos de prisão, num caso que fez cair de 85 para 18 o número de licenças de promotores de jogo emitidas em Macau.</P><br />
<P>O número de licenças tem vindo a recuperar e, de acordo com dados da DICJ, totaliza neste momento 29, embora permaneça aquém do limite máximo fixado pelo Governo, que é de 50.</P><br />
<P>Também as receitas do jogo mais popular em Macau, o bacará no chamado mercado de massas, caíram 1,2%, em termos anuais, no segundo trimestre de 2026, alcançando 35,2 mil milhões de patacas (3,8 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias &#8211; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM,  &#8211; que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790463]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Falha nos motores leva a cancelamento de descolagem de mega-foguetão da SpaceX</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:55:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.</P><br />
<P>O fundador e presidente executivo da empresa, Elon Musk, afirmou que dois motores serão substituídos &#8220;para garantir um bom voo&#8221; antes de o Starship descolar do Texas numa viagem suborbital. Será o 13.º voo do Starship, considerado o maior e mais potente foguetão do mundo, com 124 metros de altura e 33 motores principais.</P><br />
<P>A transmissão da SpaceX mostrou o início da ignição três segundos antes da descolagem prevista, filmado por um drone sobre a plataforma. Sem detalhar, os dados que apareciam no ecrã revelaram quatro motores sem funcionar, com os restantes 29 a desligarem-se de imediato, mantendo o foguetão preso à base. Foi a primeira vez que um Starship em escala completa sofreu um cancelamento no último segundo.</P><br />
<P>A equipa de lançamento iniciou de imediato a drenagem do combustível. &#8220;O momento mais provável para o lançamento é no início da próxima semana&#8221;, disse Musk na rede social X.</P><br />
<P>Apesar das condições favoráveis, o sistema automático de lançamento funcionou como previsto ao travar a descolagem, após ter registado que um número insuficiente de motores estavam ativos, o que poderia ter comprometido a missão. O cancelamento ocorreu depois de alguns voos anteriores do Starship terminarem em explosões.</P><br />
<P>O Starship transportava 20 dos mais recentes e avançados satélites Starlink, destinados a serem libertados durante o voo de cerca de uma hora a partir da base da SpaceX junto à fronteira Texas-México. Os satélites iriam tentar comunicar com os Starlink já em órbita e captar imagens do escudo térmico do foguetão.</P><br />
<P>A agência espacial NASA contratou a SpaceX e a Blue Origin, de Jeff Bezos, para desenvolver e operar os módulos lunares que permitirão o regresso humano à superfície lunar após mais de meio século.</P><br />
<P>Ambas as empresas têm de ter os seus módulos &#8212; Starship e Blue Moon &#8212; prontos até ao próximo ano, para que a tripulação da missão Artemis III possa praticar o acoplamento em órbita terrestre. </P><br />
<P>A missão seguinte, Artemis IV, prevista para não antes de 2028, deverá usar um desses módulos para levar dois astronautas à região polar sul da Lua.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790462]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acusa China de interferir nas eleições de 2020 em discurso à nação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:43:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.</P><br />
<P>Trump fez as declarações num discurso à nação a partir da Casa Branca, transmitido em horário nobre, durante o qual apelou ao Senado para aprovar a reforma eleitoral promovida pela administração, denominada &#8220;Save America&#8221; (Salvar a América), antes das eleições intercalares de 03 de novembro, nas quais estará em causa a maioria republicana no Congresso.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou que os Estados Unidos têm um sistema eleitoral &#8220;catastrófico&#8221; e disse que nenhum país pode ser &#8220;grande&#8221; sem eleições &#8220;livres, justas e honestas&#8221;.</P><br />
<P>Durante a intervenção, Trump anunciou a divulgação de documentos anteriormente classificados relativos às eleições de 2018 e 2020, alegando que revelam &#8220;a maior violação de dados eleitorais da história&#8221; e que permitiram à China obter ilicitamente os registos de 220 milhões de eleitores norte-americanos.</P><br />
<P>O Presidente acusou ainda Pequim de ter procurado impedir a sua reeleição em 2020 e sustentou que a comunidade de informações norte-americana lhe ocultou esses dados durante o primeiro mandato, entre 2017 e 2021.</P><br />
<P>No entanto, os documentos divulgados pela Casa Branca não apresentam provas de manipulação dos votos nem de alteração do resultado das eleições presidenciais de 2020.</P><br />
<P>Também não existem avaliações credíveis dos serviços de informações norte-americanos que concluam que agentes estrangeiros tenham alterado a contagem de votos naquele escrutínio.</P><br />
<P>Pelo contrário, sucessivas auditorias, recontagens e investigações conduzidas após as eleições &#8212; incluindo por responsáveis republicanos e pelo então procurador-geral da administração Trump &#8212; concluíram que não existiram indícios de fraude eleitoral significativa.</P><br />
<P>Trump afirmou que o objetivo do anúncio &#8220;não é enfraquecer a confiança nas eleições&#8221;, mas corrigir vulnerabilidades do sistema e justificar a aprovação de legislação que endurece os requisitos para votar em eleições federais.</P><br />
<P>A proposta exige provas de cidadania e documentos de identificação com fotografia para o registo eleitoral e para a votação, uma medida que os democratas consideram suscetível de dificultar o acesso às urnas por parte dos eleitores mais desfavorecidos.</P><br />
<P>Apesar de centrar as acusações na China, Trump não dirigiu críticas ao Presidente chinês, Xi Jinping, nem abordou as conclusões dos serviços de informações norte-americanos segundo as quais a Rússia desenvolveu campanhas de influência favoráveis ao republicano nas eleições de 2016 e 2020.</P><br />
<P>Antes do discurso, a antiga vice-presidente Kamala Harris acusou Trump de pretender &#8220;vender mentiras e teorias da conspiração&#8221;, afirmando que &#8220;as eleições de 2020 não foram roubadas. Nós vencemos e ele perdeu&#8221;.</P><br />
<P>Vários democratas advertiram igualmente que o Presidente procura lançar dúvidas sobre a credibilidade das eleições intercalares de novembro de 2026. O senador Mark Warner classificou as alegações como &#8220;totalmente falsas&#8221; e recordou que as agências de informações concluíram que a China não tentou alterar um único voto em 2020.</P><br />
<P>Trump nunca reconheceu a derrota frente ao democrata Joe Biden nas presidenciais de 2020 e continua a defender, sem provas, que houve fraude eleitoral.</P><br />
<P>As alegações foram rejeitadas pelos tribunais e, após a certificação da vitória de Biden, milhares de apoiantes de Trump invadiram o Capitólio, em 06 de janeiro de 2021, numa tentativa falhada de impedir a validação do resultado eleitoral.</P><br />
<P>O republicano chegou a ser acusado de tentar reverter ilegalmente o resultado das eleições e pelo seu alegado papel no ataque ao Capitólio, mas as acusações foram posteriormente retiradas depois de regressar à Presidência na sequência das eleições de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790461]]></sapo:autor>
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		<title>Meteorito que caiu nos EUA fornece pistas cruciais sobre origem de vida na Terra &#8211; cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 01:40:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos "mais valiosos cientificamente" alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos &#8220;mais valiosos cientificamente&#8221; alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.</P><br />
<P>Cientistas do Instituto SETI na Califórnia concluíram que o meteorito Hillsborough &#8212; batizado com o nome da cidade no estado da Nova Jérsia onde caiu a 16 de julho de 2024 &#8212; contém uma diversidade de compostos considerados blocos fundamentais da vida, incluindo carbono, aminoácidos e outras moléculas prebióticas.</P><br />
<P>&#8220;Uma análise revelou que [o meteorito] continha vestígios preservados da zona próxima da superfície de um pequeno asteroide primitivo, onde esteve exposto a fluidos salinos concentrados; um processo até agora desconhecido neste tipo de mundo protoplanetário&#8221;, afirmou o Peter Jenniskens, do Instituto SETI e do Centro de Investigação Ames da NASA.</P><br />
<P>O estudo, publicado na revista Science Advances, determinou que o meteorito é composto por um material raro e primitivo chamado condrito carbonáceo do tipo CM1/2.</P><br />
<P>A composição do Hillsborough confirma também que sofreu &#8220;uma maior alteração pela água&#8221; do que a maioria dos meteoritos que caíram na Terra.</P><br />
<P>É apenas a segunda vez que se observa a queda de um meteorito deste tipo, o que o torna &#8220;um dos de maior valor científico jamais recuperados&#8221;, segundo o Instituto SETI, organização de investigação sediada na Califórnia.</P><br />
<P>Os investigadores destacaram que o Hillsborough forneceu informação crucial graças ao proprietário da casa onde caiu, que &#8220;preservou e documentou tudo&#8221;, utilizando luvas descartáveis e papel de alumínio para guardar os fragmentos em frascos de vidro.</P><br />
<P>O meteorito provém de uma rocha do tamanho de uma mala pesada de avião, e que entrou na atmosfera terrestre a 14,4 quilómetros por segundo.</P><br />
<P>Sessenta observadores em Nova Iorque, Nova Jérsia, Connecticut, Rhode Island e Pensilvânia relataram à Sociedade Americana de Meteoros ter visto o meteorito, descrito como frágil por se ter desfeito rapidamente na atmosfera.</P><br />
<P>O proprietário da casa disse ter ouvido um estrondo e encontrado um buraco no teto do quarto principal. Ao recolher os fragmentos negros, percebeu um forte cheiro a enxofre, além de escombros e pó negro que cobriam a cama, o tapete e áreas circundantes.</P><br />
<P>Alguns fragmentos do meteorito serão agora guardados no Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790452]]></sapo:autor>
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		<title>Empresários admitem risco do Brasil deixar de exportar carne para a UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:51:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.</P><br />
<P>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o setor teme perder acesso ao mercado europeu porque o período necessário para adaptação às novas regras sanitárias seria de aproximadamente 30 meses.</P><br />
<P>&#8220;Há uma grande possibilidade de a gente não conseguir vender mais para a União Europeia a partir de setembro e ter um período de adaptação&#8221;, declarou Perosa durante uma conferência de imprensa.</P><br />
<P>Em maio, a UE retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a decisão entra em vigor em 03 de setembro de 2026.</P><br />
<P>A Comissão Europeia justificou a exclusão por considerar que o Brasil não cumpre as exigências relacionadas com o uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação.</P><br />
<P>Segundo a Abiec, o mercado europeu representa entre 5% e 6% da faturação das exportações brasileiras de carne bovina embora tenha importância muito superior ao seu volume de compras.</P><br />
<P>Perosa classificou a UE como &#8220;um mercado pequeno em volume, mas com muito valor agregado, e compra cortes únicos&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente acrescentou que os países europeus também influenciam a formação dos preços internos e a reputação internacional da proteína brasileira.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, eles são importantes na formulação de preços no mercado interno e na reputação internacional da proteína brasileira&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Perosa disse ainda que existe preocupação com a possibilidade de outros mercados seguirem a posição europeia e criarem restrições semelhantes para a carne bovina brasileira.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, esse movimento poderá ampliar os impactos negativos para as exportações nacionais caso novas barreiras sanitárias sejam adotadas por outros parceiros comerciais.</P><br />
<P>Na semana passada, documentos oficiais revelados em exclusivo pela Lusa mostraram que o Governo brasileiro atribuiu parte da responsabilidade pela exclusão do Brasil da lista europeia ao setor privado.</P><br />
<P>Em resposta ao Congresso Nacional, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou que a adaptação às novas exigências sanitárias dependia &#8220;em grande medida&#8221; das empresas brasileiras.</P><br />
<P>A resposta encaminhada ao Congresso relata que, ao longo de três anos, o Governo brasileiro enviou diversos ofícios, promoveu reuniões técnicas e pediu repetidamente que as entidades do setor apresentassem propostas capazes de atender às exigências estabelecidas pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>Os documentos consultados pela Lusa revelam ainda que a autoridade europeia criticou a &#8220;recorrente falta de informações completas&#8221; enviadas pelo Governo brasileiro entre 2023 e 2026.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a posição do Governo, Roberto Perosa evitou comentar as responsabilidades apontadas pelo ministério.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de olhar para a frente&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>Além dos desafios no mercado europeu, Perosa abordou as dificuldades enfrentadas pelo setor no mercado chinês que atualmente também afetam as perspetivas das exportações brasileiras.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, o setor enfrenta um cenário difícil e muitas empresas operam atualmente com resultados negativos, com a diminuição dos embarques para a China a explicar a revisão das projeções para o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.</P><br />
<P>Maior produtor mundial de proteína animal, o Brasil tem na China o principal destino das exportações de carne bovina.</P><br />
<P>Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas para a China, mas uma nova quota de exportação criada por Pequim reduziu o limite para 1,106 milhão de toneladas, que se esgotou este mês.</P><br />
<P>Depois de esgotada a quota, a tarifa de importação aplicada à carne bovina brasileira aumenta de cerca de 12% para 67% devido à aplicação de uma sobretaxa de 55%.</P><br />
<P>Perosa afirmou ainda que o impacto das restrições externas deverá refletir-se também no mercado interno nos próximos meses.</P><br />
<P>Segundo explicou, inicialmente poderá ocorrer redução dos preços mas a tendência é de subida a partir de setembro devido à diminuição do abate de bovinos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790449]]></sapo:autor>
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		<title>Tempestade no Chile deixa mais de 500 mil pessoas sem eletricidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:48:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.</P><br />
<P>A tempestade, que deverá prolongar-se até domingo, provocou um ferido e deixou 48 desalojados até ao momento.</P><br />
<P>&#8220;A nível nacional, 590.824 clientes estão privados de eletricidade, o que representa 7,3%&#8221; da população, informou o Ministério da Energia na rede social X.</P><br />
<P>Devido às fortes rajadas de vento superiores a 100 quilómetros por hora, dezenas de portos em todo o país restringiram parcialmente as suas atividades.</P><br />
<P>Equipas de emergência foram mobilizadas em várias regiões para evitar danos mais graves, com as aulas suspensas hoje em nove regiões do país.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos meios de comunicação locais mostram um bairro costeiro inundado pelo mar na região de Biobío, a cerca de 500 quilómetros da capital Buenos Aires.</P><br />
<P>O país não registava uma tempestade tão prolongada e chuvas tão intensas há cerca de vinte anos, segundo Arnaldo Zúñiga, meteorologista da Direção Meteorológica do Chile.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790448]]></sapo:autor>
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		<title>EUA designam dois novos cartéis mexicanos como organizações terroristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:58:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.</P><br />
<P>O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os dois grupos criminosos cometeram atos terroristas ou representam um risco grave de atos que ameacem a segurança de cidadãos, do país, da política externa ou da economia norte-americanas.</P><br />
<P>Os dois novos cartéis juntam-se a outras seis organizações criminosas mexicanas que os norte-americanos consideram </P><br />
<P>terroristas, incluindo o cartel de Sinaloa e o cartel Jalisco Nova Geração, reconhecidos pelas operações no narcotráfico.</P><br />
<P>A administração Trump também classificou como terroristas organizações ligadas ao crime noutros países latino-americanos, nomeadamente Venezuela, Brasil, Equador e El Salvador.</P><br />
<P>O presidente norte-americano começou em fevereiro de 2025 a alargar a classificação de organizações terroristas estrangeiras aos cartéis latino-americanos, permitindo que as autoridades adotem medidas mais agressivas contra esses grupos ou qualquer pessoa que lhes preste auxílio. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790443]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Suspenso operador de teleponto de Trump suspeito de apostar nos seus discursos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.</P><br />
<P>Este funcionário foi suspenso &#8220;sem remuneração&#8221;, indicou na quinta-feira a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Leavitt acrescentou que Donald Trump considerou a situação &#8220;verdadeiramente lamentável e, honestamente, uma vergonha&#8221;.</P><br />
<P>A estação ABC News tinha anteriormente noticiado que o técnico de teleponto, que já tinha trabalhado para Donald Trump durante o seu primeiro mandato, ganhou mais de 100 mil dólares com as suas apostas.</P><br />
<P>Utilizou a plataforma de previsão Kalshi, que permite aos utilizadores apostar na probabilidade de uma frase ou palavra ser dita.</P><br />
<P>&#8220;A nossa equipa de monitorização identificou rapidamente estas transações e reportou-as à CFTC&#8221;, contou à agência France-Presse (AFP) Robert DeNault, funcionário da Kalshi. </P><br />
<P>&#8220;Auxiliamos as autoridades reguladoras neste caso e fornecemos as provas que recolhemos, como fazemos em todos os casos que nos são encaminhados&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Cada vez mais importantes, movimentando dezenas de milhares de milhões de dólares anualmente, os mercados de previsão são dominados por duas empresas, a Polymarket e a Kalshi.</P><br />
<P>Atualmente, nos Estados Unidos, são regulados pela CFTC, uma agência especializada em produtos financeiros, diferenciando-os do restante setor do jogo, que é rigorosamente controlado pelos estados norte-americanos.</P><br />
<P>As suspeitas de possível uso de informação privilegiada aumentaram nos últimos meses. </P><br />
<P>Várias contas, por exemplo, acumularam lucros de aproximadamente 1,2 milhões de dólares apostando na data de início das operações militares norte-americanas contra o Irão poucas horas antes dos primeiros ataques. </P><br />
<P>As plataformas de previsão estão proibidas em vários países europeus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790442]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Dois mortos e oito feridos em ataques aéreos russos em Odessa (sul)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:39:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.</P><br />
<P>&#8220;Um míssil atingiu um edifício residencial. Infelizmente, duas pessoas perderam a vida. De acordo com as últimas informações, há oito feridos, incluindo duas crianças&#8221;, apontou Filatov através da rede social Telegram.</P><br />
<P>Segundo o vice-presidente da câmara, edifícios residenciais, um edifício religioso, um jardim de infância, veículos e outras infraestruturas civis &#8220;também foram danificados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre as vítimas está uma mulher que caminhava num parque com crianças no momento do ataque. As crianças sobreviveram e estão a receber os cuidados necessários&#8221;, detalharam posteriormente os serviços de emergência ucranianos no Telegram. </P><br />
<P>A Ucrânia tem sido alvo de ataques diários de drones e mísseis russos desde o início da guerra, iniciada por Moscovo em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a região de Odessa foi alvo de mísseis e drones russos pelo quinto dia consecutivo, dos quais resultaram três mortos e três feridos.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo indicou que as defesas aéreas russas abateram 375 drones ucranianos durante a última noite em 18 regiões ocidentais do país e na península anexada da Crimeia.</P><br />
<P>As aeronaves não tripuladas ucranianas atingiram alvos nas regiões de Moscovo, Yaroslavl, Kaluga, Tver, Saratov e Tula, entre outras, disse hoje o Ministério da Defesa russo.</P><br />
<P>Segundo a Rússia, as forças ucranianas atacaram também as regiões fronteiriças de Belgorod, Bryansk e Kursk, bem como as regiões do sul de Krasnodar, Volgogrado, Stavropol, Rostov e Smolensk, bem como alvos nos mares Negro e de Azov.</P><br />
<P>Na região russa de Saratov, situada a mais de 800 quilómetros a sudeste de Moscovo, os drones ucranianos danificaram infraestruturas civis na cidade de Engels, onde se situa um aeródromo militar russo já atingido por Kiev em diversas ocasiões.</P></p>
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		<title>Irão: Forças norte-americanas apreendem navio no golfo de Omã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:35:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão, 17 jul 2026 (Lusa) As forças norte-americanas anunciaram na quinta-feira a apreensão de um navio no golfo de Omã, após Washington ter restabelecido no início da semana o bloqueio aos portos iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão, 17 jul 2026 (Lusa) As forças norte-americanas anunciaram na quinta-feira a apreensão de um navio no golfo de Omã, após Washington ter restabelecido no início da semana o bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) divulgou na rede social X que as forças norte-americanas realizaram &#8220;verificações a bordo do M/T Wen Yao no golfo de Omã&#8221;, publicando também uma série de fotos que ilustram a operação militar.</P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, as forças norte-americanas redirecionaram três embarcações comerciais que tentavam romper o bloqueio, neutralizaram uma que não cumpriu as regras e apreenderam outra para garantir o cumprimento integral&#8221; do bloqueio aos portos iranianos, que foi restabelecido na terça-feira, refere a nota.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o Centcom tinha anunciado a neutralização de um petroleiro vazio que tentou romper o bloqueio, disparando contra a sua chaminé. </P><br />
<P>Donald Trump já tinha imposto um bloqueio aos portos iranianos de 13 de abril a 18 de junho, período durante o qual o Exército norte-americano neutralizou nove navios e redirecionou mais de 140, segundo a contagem do Centcom.</P><br />
<P>Também na quinta-feira à noite, os EUA realizaram ataques que atingiram infraestruturas de transporte no Irão, incluindo pontes, segundo os meios de comunicação social estatais iranianos.</P><br />
<P>A ofensiva marca uma nova escalada mais de uma semana após o retomar das hostilidades em torno do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Uma série de explosões atingiu várias áreas no sul do Irão, perto do estreito de Ormuz, segundo a imprensa estatal do país.</P><br />
<P>Duas pontes foram atingidas na região de Bandar Khamir, matando duas pessoas e ferindo quatro, segundo a emissora estatal IRIB.</P><br />
<P>Uma estação ferroviária em Bandar Abbas foi também &#8220;alvo do inimigo americano&#8221;, segundo a IRIB, que reportou dois feridos no local.</P><br />
<P>O aeroporto de Iranshahr (sudeste) foi atingido por &#8220;pelo menos um projétil do inimigo norte-americano&#8221;, informou a mesma fonte.</P><br />
<P>O Presidente Donald Trump tinha ameaçado, no início da semana, atacar pontes e centrais elétricas do país caso os iranianos não regressassem à mesa das negociações.</P><br />
<P>Teerão, por sua vez, continuou a atacar com drones países da região aliados a Washington, num cenário que se repete há vários dias.</P><br />
<P>Os confrontos recomeçaram em 07 de julho, após ataques a navios no Golfo, atribuídos ao Irão. </P><br />
<P>Os ataques lançados desde então são sem precedentes desde o cessar-fogo de abril, minando os esforços diplomáticos para um fim duradouro do conflito.</P><br />
<P>Desencadeado em 28 de fevereiro por bombardeamentos israelitas e norte-americanos, o conflito já matou milhares de pessoas, principalmente no Irão e no Líbano, e continua a desestabilizar a economia global.</P><br />
<P>O Paquistão, que é o mediador das negociações, instou ambas as partes na quinta-feira a &#8220;pôr fim à violência e retomar as discussões&#8221; no âmbito do memorando de entendimento assinado em meados de junho, que entretanto colapsou.</P><br />
<P>Islamabade apelou ainda ao &#8220;regresso à normalidade no estreito de Ormuz&#8221;, que foi novamente bloqueado pelo Irão no passado fim de semana. </P><br />
<P>Em resposta, os Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos na noite de terça-feira.</P><br />
<P>No estreito por onde passava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo antes da guerra, o tráfego diminuiu.</P><br />
<P>Os preços do petróleo mantêm-se relativamente estáveis apesar da situação, com o barril de petróleo Brent a rondar os 85 dólares.</P></p>
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