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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 13:27:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>NASA procura quatro voluntários para viver um ano fechados e simular uma missão à Lua e a Marte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marte]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
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					<description><![CDATA[Experiência deverá arrancar, no mínimo, em agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NASA abriu candidaturas para uma experiência invulgar: procura quatro voluntários dispostos a viver e trabalhar durante cerca de um ano em isolamento total para simular uma missão tripulada ao espaço profundo. Segundo o &#8216;El Economista&#8217; e a própria agência espacial americana, a experiência deverá arrancar, no mínimo, em agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston.</p>
<p>O projeto, denominado <a href="https://analogstudies.jsc.nasa.gov/mmea" target="_blank" rel="noopener">Moon and Mars Exploration Analog (MOEA)</a>, pretende recriar, em ambiente terrestre, as condições que os astronautas enfrentarão durante futuras missões à Lua e, sobretudo, a Marte.</p>
<p>Durante aproximadamente um ano, os participantes viverão em dois habitats confinados que funcionarão como uma nave espacial e uma base de superfície. A missão incluirá operações semelhantes às de uma viagem interplanetária, desde longos períodos de isolamento até caminhadas espaciais simuladas e deslocações com um rover para locais de exploração.</p>
<p>O principal objetivo é compreender como o corpo e a mente humanos reagem a missões prolongadas longe da Terra. Ao longo da experiência, investigadores vão monitorizar continuamente a saúde física e psicológica da tripulação, bem como a capacidade de trabalhar sob limitações de recursos, pressão operacional e convivência permanente em espaços reduzidos.</p>
<p>A missão combina elementos de dois programas anteriores da NASA — HERA (Human Exploration Research Analog) e CHAPEA (Crew Health and Performance Exploration Analog) — numa única experiência destinada a reproduzir todo o ciclo de uma missão ao espaço profundo.</p>
<p>Além de estudar a adaptação dos futuros astronautas, a agência pretende testar equipamentos, tecnologias, procedimentos operacionais e sistemas de suporte à vida que poderão ser utilizados nas missões Artemis e na futura presença permanente da NASA na superfície lunar, servindo também de preparação para a primeira missão tripulada a Marte.</p>
<p>Os dados recolhidos serão integrados no Programa de Investigação Humana da NASA e ajudarão a desenvolver novas estratégias para proteger a saúde e o desempenho das tripulações durante viagens espaciais de longa duração.</p>
<p>A agência procura quatro candidatos que, além de cumprirem exigentes requisitos físicos e académicos, estejam dispostos a enfrentar um rigoroso processo de seleção, incluindo avaliações médicas e psicológicas. A NASA sublinha que procura pessoas motivadas para viver uma experiência única e contribuir para o desenvolvimento das futuras missões de exploração humana do Sistema Solar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792511]]></sapo:autor>
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		<title>“Vem aí uma enorme tempestade”: drones ucranianos atingem a maior retalhista da Rússia e espalham o pânico entre empresários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Wildberries]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques prolongaram-se durante vários dias e atingiram importantes centros de distribuição nas regiões de Moscovo, Tambov, Krasnodar e Stavropol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários russos estão a contabilizar prejuízos, a questionar a capacidade do Kremlin para proteger infraestruturas críticas e, em alguns casos, a pedir o fim da guerra, depois de drones ucranianos terem atingido vários armazéns da Wildberries, a maior plataforma de comércio eletrónico da Rússia, noticia o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Os ataques prolongaram-se durante vários dias e atingiram importantes centros de distribuição nas regiões de Moscovo, Tambov, Krasnodar e Stavropol. Vídeos publicados nas redes sociais russas mostram enormes armazéns consumidos pelas chamas e densas colunas de fumo sobre as instalações.</p>
<p>Para os milhares de pequenos vendedores que armazenam os seus produtos nos centros logísticos da Wildberries, os incêndios trouxeram o receio de que anos de trabalho e milhões de rublos em mercadoria tenham desaparecido de um momento para o outro.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Attacks on Wildberries warehouses could hit the Russian economy harder than it seems</p>
<p>According to OSINT researcher Chris O’Wiki, the consequences of strikes on Wildberries warehouses could go far beyond the loss of goods estimated at around $1.2 billion.</p>
<p>Wildberries accounts… <a href="https://t.co/gkdMtHKzDn">https://t.co/gkdMtHKzDn</a> <a href="https://t.co/ZxzCkLSrD0">pic.twitter.com/ZxzCkLSrD0</a></p>
<p>&mdash; NEXTA (@nexta_tv) <a href="https://x.com/nexta_tv/status/2079824004739682673?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>“É isto, pessoal. Muitas pessoas vão acordar falidas porque o armazém de Krasnodar ardeu. E ainda está a arder”, afirmou um homem num vídeo publicado nas redes sociais. “Os amigos de Krasnodar dizem que está tudo completamente destruído. O que vamos fazer? Não sabemos”, acrescentou, antes de soltar um suspiro.</p>
<p>Outro empresário, visivelmente emocionado, disse já desejar o fim da chamada “operação militar especial”, a expressão usada pelo Kremlin para descrever a invasão da Ucrânia. “Há tanta gente a morrer e tantos empresários a sofrer. Agora temos de apresentar declarações às autoridades fiscais. Não sei o que dizer nem o que fazer”, lamentou.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Drone attacks on Wildberries logistics centers in Krasnodar and Nevinnomyssk, Russia. <a href="https://t.co/rvWDEP2GmT">pic.twitter.com/rvWDEP2GmT</a></p>
<p>&mdash; Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) <a href="https://x.com/Gerashchenko_en/status/2079814988810580314?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Um trabalhador de um dos armazéns afirmou ter ficado com medo de regressar ao emprego depois de ver imagens de corpos no chão, explosões e pessoas cobertas de sangue. “Pelo segundo dia consecutivo, tenho medo de ir para o armazém”, admitiu.</p>
<p>“Ansiedade é uma palavra demasiado leve. Parece que vem aí uma tempestade gigantesca”, descreveu Sergei, outro empresário russo, que afirmou esperar novos ataques em breve. Outros funcionários mostraram-se mais resignados. Olga, que trabalha num centro da Wildberries em Shushary, nos arredores de São Petersburgo, garantiu que continuará a apresentar-se ao serviço: “A morte pode encontrar-nos em qualquer lugar e de qualquer maneira.”</p>
<p>As reações revelam uma mistura de medo, indignação e críticas cada vez mais diretas às autoridades russas. Alguns utilizadores acusaram a Ucrânia e a NATO de atacarem deliberadamente civis, mas outros perguntaram por que razão as defesas aéreas russas não conseguiram proteger grandes armazéns localizados no interior do país.</p>
<p>“Se já não conseguem proteger as refinarias, que geram receitas para o orçamento do Estado, o que resta aos cidadãos comuns?”, questionou um utilizador. Outro foi ainda mais longe: “Temos a certeza de que possuímos realmente armas nucleares?”</p>
<p>A mais recente vaga de ataques começou na madrugada de 17 para 18 de julho, quando drones ucranianos atingiram centros da Wildberries em Kotovsk, na região de Tambov, e Elektrostal, cerca de 50 quilómetros a leste de Moscovo. Este último complexo, com aproximadamente 188 mil metros quadrados, era um dos maiores centros da empresa em volume de encomendas.</p>
<p>O incêndio em Elektrostal produziu uma coluna de fumo que, segundo relatos citados pelo jornal, podia ser vista a mais de 200 quilómetros de distância. Os bombeiros combateram as chamas durante mais de um dia. Esta quarta-feira, novos ataques atingiram instalações em Krasnodar e Nevinnomyssk, segundo a fundadora da empresa, Tatyana Kim. Os trabalhadores foram retirados antes dos impactos, embora várias pessoas tenham ficado feridas.</p>
<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que os ataques de longo alcance atingiram centros logísticos envolvidos no fornecimento de componentes para drones, equipamentos de navegação e outro material militar às forças russas. Segundo Zelensky, foi também atingido um depósito de petróleo. Para muitos vendedores russos, porém, a consequência imediata é outra: mercadoria destruída, negócios ameaçados e a sensação de que a guerra, até agora distante, chegou finalmente aos seus locais de trabalho.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Zelensky said Ukraine’s overnight strikes on Wildberries warehouses in Russia targeted logistics hubs allegedly used to supply the Russian military with drone components, navigation equipment, and other gear.</p>
<p>Photo: Telegram channels <a href="https://t.co/7zBAeM52Uh">pic.twitter.com/7zBAeM52Uh</a></p>
<p>&mdash; KyivPost (@KyivPost) <a href="https://x.com/KyivPost/status/2079839314448454125?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792498]]></sapo:autor>
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		<title>Venda do Hospital da Cruz Vermelha será relançada em breve, avança Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Cruz Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[João Silva Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[A venda do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, vai ser relançada pelo Governo em breve, para a alienação das posições da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e da Parpública, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A venda do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, vai ser relançada pelo Governo em breve, para a alienação das posições da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e da Parpública, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.</p>
<p>&#8220;Será um procedimento transparente, equitativo e concorrencial&#8221;, assegurou no parlamento o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Silva Lopes, que acompanhou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, numa audição parlamentar sobre a situação do Setor Empresarial do Estado, a pedido do Chega.</p>
<p>O procedimento da alienação será lançado brevemente, adiantou, sem dar mais informações sobre a venda.</p>
<p>Em causa estão as participações na Cruz Vermelha Portuguesa &#8211; Sociedade de Gestão Hospitalar, S. A. (CVP-SGH), sociedade gestora deste hospital, que o Estado tentou vender em 2024, sem sucesso.</p>
<p>No final desse ano, o primeiro Governo de Luís Montenegro (PSD-CDS-PP) encerrou a venda iniciada em 2022, alegando que a alienação não era viável.</p>
<p>A Santa Casa tem uma participação de 54,98% no capital social da CVP-SGH e a Parpública, entidade que gere as participações do Estado em empresas, detém 45,00%, segundo o último relatório e contas, relativo ao ano de 2025.</p>
<p>Em 26 de dezembro 2024, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, e o secretário de Estado do Tesouro, Silva Lopes, assinaram um despacho, publicado em Diário da República em 07 de janeiro de 2025, a fechar o processo &#8220;sem adjudicação da venda a nenhum dos proponentes&#8221;.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de a Santa Casa e a Parpública terem apresentado, em 16 de dezembro de 2024, &#8220;um parecer fundamentado de ausência de condições necessárias, em termos de salvaguarda do interesse patrimonial das acionistas, para prosseguir o processo de venda&#8221;, segundo fundamentaram no despacho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morre em França alegado recrutador da rede sexual de Jeffrey Epstein: morte está sob investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Siad]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jeffrey epstein]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[Nascido na Argélia, com nacionalidade sueca e residente em Colombes, nos arredores da capital francesa, Siad tinha 69 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Siad, um homem apontado como um dos alegados recrutadores de vítimas para a rede de exploração sexual de Jeffrey Epstein, foi encontrado morto nos arredores de Paris. Segundo o &#8216;El País&#8217;, as circunstâncias da morte continuam por esclarecer e as autoridades francesas já abriram uma investigação.</p>
<p>Nascido na Argélia, com nacionalidade sueca e residente em Colombes, nos arredores da capital francesa, Siad tinha 69 anos e viu o seu nome ganhar notoriedade após a divulgação, no início deste ano, de documentos relacionados com o caso Epstein.</p>
<p><strong>Nome surge milhares de vezes nos ficheiros</strong></p>
<p>De acordo com esses documentos, Daniel Siad aparece referido milhares de vezes e é suspeito de ter recrutado modelos de vários países para as apresentar ao financeiro americano Jeffrey Epstein.</p>
<p>Siad rejeitou sempre as acusações, apresentando-se publicamente como &#8220;um homem de família&#8221;.</p>
<p>Segundo o jornal francês &#8216;Le Parisien&#8217;, o corpo foi encontrado por um colega de casa de 28 anos, caído no chão da cozinha. A hipótese de um ataque cardíaco está a ser considerada, embora as autoridades aguardem os resultados da investigação para determinar a causa da morte.</p>
<p><strong>Paris era uma peça-chave da rede de Epstein</strong></p>
<p>A morte surge numa altura em que a justiça francesa continua a investigar as ligações locais da rede de Jeffrey Epstein.</p>
<p>O empresário americano possuía um apartamento de luxo na Avenida Foch, uma das zonas mais exclusivas de Paris, que as autoridades consideram ter sido um dos principais centros de operações da sua rede em França.</p>
<p>Além de possíveis crimes de natureza sexual, a investigação aberta pelo Ministério Público francês procura também apurar eventuais ilícitos financeiros relacionados com as atividades de Epstein no país, incluindo o eventual papel desempenhado por Daniel Siad.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792496]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro frente a frente em quase um ano: Lavrov e Rubio voltam a reunir-se para discutir a guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Sergey Lavrov]]></category>
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					<description><![CDATA[Guerra na Ucrânia deverá dominar as conversações, juntamente com os chamados "acordos de Anchorage", que Moscovo afirma terem resultado de contactos entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente americano, Donald Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, vão reunir-se esta quinta-feira em Manila, nas Filipinas, à margem do fórum regional da ASEAN. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, será o primeiro encontro presencial entre ambos desde setembro do ano passado.</p>
<p>A guerra na Ucrânia deverá dominar as conversações, juntamente com os chamados &#8220;acordos de Anchorage&#8221;, que Moscovo afirma terem resultado de contactos entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente americano, Donald Trump.</p>
<p><strong>Lavrov diz que Washington ainda não abandonou as suas propostas</strong></p>
<p>Antes da reunião, Lavrov afirmou que a Rússia parte do princípio de que os Estados Unidos continuam a considerar válidas as propostas discutidas durante esses contactos.</p>
<p>O chefe da diplomacia russa adiantou ainda que pretende questionar Marco Rubio sobre as recentes declarações de Donald Trump, segundo as quais um eventual acordo para terminar a guerra estará agora mais próximo.</p>
<p>Do lado americano, Rubio justificou a realização do encontro afirmando que, enquanto maiores potências nucleares do mundo, Estados Unidos e Rússia &#8220;não podem deixar de comunicar&#8221;, apesar das profundas divergências provocadas pela invasão da Ucrânia.</p>
<p><strong>Kremlin endurece posição antes das conversações</strong></p>
<p>O encontro acontece numa altura em que Moscovo aparenta adotar uma posição ainda mais inflexível.</p>
<p>De acordo com a agência &#8216;Bloomberg&#8217;, citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, o Kremlin terá abandonado a hipótese de uma troca de territórios com Kiev e pretende manter as áreas ocupadas nas regiões ucranianas de Sumy e Kharkiv como uma zona tampão.</p>
<p>A mesma informação indica que Vladimir Putin continua convencido de que as forças russas poderão conquistar toda a região de Donbass até ao final de 2026, embora fontes ligadas ao Ministério da Defesa russo considerem esse objetivo demasiado otimista e apontem antes para 2027.</p>
<p><strong>Moscovo acusa Washington de incumprimento</strong></p>
<p>Nas últimas semanas, Lavrov intensificou igualmente as críticas aos Estados Unidos, acusando Washington de não cumprir os compromissos assumidos durante os contactos diplomáticos anteriores.</p>
<p>O ministro russo afirmou ainda que Moscovo já não considera os Estados Unidos um mediador imparcial e sugeriu que as conversações realizadas no Alasca poderão ter servido apenas para dar tempo ao Ocidente para reforçar o apoio militar à Ucrânia.</p>
<p>Apesar do agravamento da retórica entre os dois países, o encontro em Manila representa uma das raras oportunidades de diálogo direto entre Moscovo e Washington numa fase em que as perspetivas para um cessar-fogo continuam a ser incertas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792493]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exercícios militares de China e Rússia acendem alarmes no Japão: &#8220;É um teste aos EUA e aos seus aliados&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/792475-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios militares]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão; Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano Pacífico]]></category>
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					<description><![CDATA[Tensão aumentou depois de um contratorpedeiro chinês realizar um exercício com fogo real a cerca de 160 quilómetros da ilha japonesa de Okinotori, dentro da zona económica exclusiva do Japão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais recentes exercícios navais conjuntos entre China e Rússia no Pacífico estão a ser interpretados como muito mais do que simples operações de treino. Segundo a revista &#8216;Newsweek&#8217;, vários especialistas consideram que Pequim e Moscovo estão a testar a capacidade de resposta dos Estados Unidos e dos seus aliados numa das regiões mais estratégicas do mundo.</p>
<p>A tensão aumentou depois de um contratorpedeiro chinês realizar um exercício com fogo real a cerca de 160 quilómetros da ilha japonesa de Okinotori, dentro da zona económica exclusiva do Japão.</p>
<p>Tóquio apresentou um protesto diplomático formal junto de Pequim, alegando que o exercício colocou em risco embarcações que navegavam na área, embora reconheça que a operação decorreu em conformidade com o direito internacional.</p>
<p><strong>Porque preocupa o Japão?</strong></p>
<p>Para os analistas, o local escolhido para o exercício não foi uma coincidência.</p>
<p>O Japão é um dos principais aliados dos Estados Unidos na Ásia e acolhe cerca de 55 mil militares americanos, sendo considerado uma peça-chave na estratégia de Washington para o Indo-Pacífico.</p>
<p>Segundo Raji Rajagopalan, investigadora do Australian Strategic Policy Institute, a China está a adotar um comportamento cada vez mais ousado para enviar uma mensagem clara aos países alinhados com os Estados Unidos.</p>
<p>Além disso, Tóquio tem reforçado a cooperação militar com parceiros como a Austrália e a Índia, assumindo um papel mais relevante na segurança regional — uma evolução que Pequim acompanha com crescente preocupação.</p>
<p><strong>Uma cooperação militar cada vez mais estreita</strong></p>
<p>Desde a invasão russa da Ucrânia, em 2022, China e Rússia intensificaram significativamente a cooperação militar.</p>
<p>Embora não mantenham uma aliança formal, os dois países realizam exercícios conjuntos cada vez mais complexos, incluindo patrulhas submarinas e operações navais de longo alcance.</p>
<p>Os especialistas consideram que esta aproximação permite aos dois países desafiar a influência dos Estados Unidos em zonas que, durante décadas, estiveram sob predominância americana.</p>
<p><strong>O que pretende Pequim?</strong></p>
<p>Além da demonstração de força, as manobras servem para normalizar a presença militar chinesa em águas internacionais próximas dos aliados de Washington.</p>
<p>Segundo os analistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217;, isso dificulta os cálculos estratégicos dos Estados Unidos e dos seus parceiros caso venha a ocorrer uma crise no Indo-Pacífico, nomeadamente em torno de Taiwan.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Pequim beneficia da experiência militar russa adquirida na guerra da Ucrânia, enquanto Moscovo aproveita a capacidade industrial chinesa, sobretudo no fabrico de componentes eletrónicos e tecnologia para drones.</p>
<p><strong>NATO volta a apontar o dedo à China</strong></p>
<p>Apesar de Pequim continuar a afirmar que mantém uma posição neutra relativamente à guerra na Ucrânia, a NATO considera que a China continua a desempenhar um papel determinante no esforço de guerra russo.</p>
<p>Na declaração final da mais recente cimeira da Aliança Atlântica, os 32 países-membros voltaram a classificar a China como um &#8220;facilitador decisivo&#8221; da invasão russa, apontando o fornecimento de bens de dupla utilização, como componentes eletrónicos, baterias e tecnologia que podem ser aplicados tanto em fins civis como militares.</p>
<p>Para o Governo japonês, esta aproximação entre China, Rússia e Coreia do Norte reforça a necessidade de aprofundar a cooperação entre a NATO e os seus parceiros no Indo-Pacífico, numa altura em que o equilíbrio estratégico da região está a sofrer uma transformação acelerada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792475]]></sapo:autor>
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		<title>Mistério resolvido 74 anos depois: encontrado o avião da Pan Am cujo desastre mudou a aviação para sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pan Am]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Rico]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[Aparelho, um Douglas DC-4 conhecido como Clipper Endeavor, fazia o voo 526A entre San Juan, em Porto Rico, e o então aeroporto de Idlewild, hoje conhecido como JFK, em Nova Iorque]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os destroços de um avião da Pan American Airways (Pan Am) que se despenhou ao largo de Porto Rico em 1952 foram finalmente localizados, 74 anos depois do acidente, no fundo do oceano Atlântico. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a descoberta foi feita em junho por uma equipa do programa Expedition Unknown, do &#8216;Discovery Channel&#8217;, em colaboração com a Air/Sea Heritage Foundation e outras organizações.</p>
<p>O aparelho, um Douglas DC-4 conhecido como Clipper Endeavor, fazia o voo 526A entre San Juan, em Porto Rico, e o então aeroporto de Idlewild, hoje conhecido como JFK, em Nova Iorque.</p>
<p>A bordo seguiam 64 passageiros e cinco tripulantes.</p>
<p><strong>Todos sobreviveram ao impacto&#8230; mas 52 acabaram por morrer</strong></p>
<p>Poucos minutos após a descolagem, um dos motores da asa direita avariou. A tripulação decidiu regressar ao aeroporto, mas, durante a manobra, o segundo motor da mesma asa também deixou de funcionar.</p>
<p>Perante a perda de potência, o comandante declarou emergência e optou por amarar no Atlântico.</p>
<p>O avião atingiu a água apenas nove minutos depois da descolagem, partiu-se em duas secções e afundou-se em menos de três minutos.</p>
<p>Embora todos os ocupantes tenham sobrevivido ao impacto inicial, 52 passageiros acabaram por morrer afogados. Apenas 12 passageiros e os cinco tripulantes conseguiram ser resgatados.</p>
<p><strong>Pânico impediu muitos passageiros de escapar</strong></p>
<p>De acordo com os relatos dos sobreviventes, muitos passageiros recusaram abandonar rapidamente o avião por recearem o mar agitado e a presença de tubarões, perdendo assim a oportunidade de entrar nos botes salva-vidas antes de a aeronave desaparecer sob a água.</p>
<p>A investigação concluiu mais tarde que o acidente resultou de deficiências na manutenção e da utilização de componentes defeituosos.</p>
<p><strong>Acidente mudou as regras da aviação</strong></p>
<p>A tragédia teve consequências duradouras para a segurança aérea.</p>
<p>Na sequência do desastre, tornaram-se obrigatórias as demonstrações de segurança realizadas pela tripulação antes da descolagem, bem como instruções mais detalhadas sobre os procedimentos de emergência e a utilização dos equipamentos de sobrevivência.</p>
<p>Os destroços foram agora encontrados a cerca de 600 metros de profundidade, graças à utilização de sonar de alta resolução e drones submarinos autónomos.</p>
<p>Para Russ Matthews, presidente da Air/Sea Heritage Foundation, a descoberta representa &#8220;um momento emocionante&#8221;, mas também uma oportunidade para recordar as vítimas de uma das tragédias que mais influenciou a evolução da segurança na aviação comercial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792450]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centrais elétricas, dessalinizadoras e centros de dados como alvos: Guerra entre EUA e Irão entra numa nova fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova e potencialmente mais perigosa fase, marcada pelo alargamento dos alvos militares a infraestruturas civis consideradas críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova e potencialmente mais perigosa fase, marcada pelo alargamento dos alvos militares a infraestruturas civis consideradas críticas. Nos mais recentes desenvolvimentos do conflito no Golfo, pontes, estações ferroviárias, centrais elétricas, dessalinizadoras, centros de dados e até rotas estratégicas para o comércio mundial passaram a integrar a lista de objetivos militares, numa estratégia que pretende aumentar a pressão sobre o adversário e elevar o custo económico e social da guerra.</p>
<p>Esta mudança representa uma alteração significativa na condução do conflito. Depois de meses em que os ataques se concentraram sobretudo em instalações militares, infraestruturas energéticas e objetivos ligados ao programa nuclear iraniano, os principais intervenientes parecem agora dispostos a atingir ativos civis considerados fundamentais para o funcionamento dos países envolvidos.</p>
<p>Na passada quinta-feira à noite, meios de comunicação iranianos denunciaram novos bombardeamentos contra o aeroporto de Iranshahr, no sudeste do país, bem como contra uma estação ferroviária e seis pontes localizadas na cidade costeira de Bandar Khamir, na província de Hormozgan. Segundo essas informações, os ataques provocaram pelo menos sete mortos.</p>
<p>Washington rejeitou as acusações de ter visado infraestruturas civis. Ainda assim, uma verificação independente realizada pela BBC Verify confirmou, pelo menos, o ataque contra uma das pontes daquela província, contrariando parcialmente a versão norte-americana.</p>
<p>Não se trata de um episódio isolado. No início deste mês, imagens divulgadas pela Reuters mostraram os danos provocados por um ataque norte-americano a uma ponte da linha ferroviária de Aq Taqeh Khan, uma infraestrutura que liga, no norte do país, o corredor económico entre o Irão e a China.</p>
<p>Também o porto de Bandar Abbas, o maior porto iraniano e um dos principais pontos estratégicos do estreito de Ormuz, tem sido repetidamente bombardeado desde o início da guerra. Embora desempenhe um papel fundamental no comércio marítimo iraniano, alberga igualmente a principal base naval da Guarda Revolucionária, tornando-se um objetivo militar de elevado valor estratégico.</p>
<p><strong>Irão responde com ataques a infraestruturas de água e energia</strong><br />
A resposta iraniana seguiu uma lógica semelhante. Pela primeira vez desde o início do conflito, Teerão decidiu atacar diretamente uma central de dessalinização e uma central elétrica no Kuwait, provocando um incêndio e colocando em risco o abastecimento de água do país, segundo reconheceram as autoridades kuwaitianas.</p>
<p>O ataque expôs uma das maiores vulnerabilidades dos países do Golfo: a enorme dependência das unidades de dessalinização para garantir água potável à população.</p>
<p>Segundo dados citados pela Reuters, cerca de 90% do abastecimento de água do Kuwait depende destas instalações. Em Omã, essa dependência ascende a 86%, enquanto nos Emirados Árabes Unidos ronda os 80%. Já o Qatar e o Barém dependem totalmente da água produzida através da dessalinização.</p>
<p>Até agora, esta vulnerabilidade era amplamente conhecida pelos estrategas militares da região, mas o Irão nunca tinha optado por transformá-la num alvo direto.</p>
<p><strong>Centro de dados da Amazon entra na guerra</strong><br />
A escalada atingiu também as infraestruturas tecnológicas.</p>
<p>A Guarda Revolucionária iraniana afirmou, através da agência Tasnim, ter destruído &#8220;completamente&#8221; o principal centro de dados da Amazon no Barém através de um ataque com mísseis de cruzeiro.</p>
<p>Até ao momento, a alegação não foi confirmada nem pela Amazon, nem pelas autoridades do Barém ou pelos Estados Unidos.</p>
<p>Ainda assim, o grupo tecnológico já tinha sofrido anteriormente perturbações nas suas operações na região devido a ataques registados tanto no Barém como nos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>Teerão justificou este alegado ataque como resposta ao bombardeamento norte-americano das instalações civis e da central nuclear em construção de Darkhovin, situada na província iraniana de Juzestão, ocorrido no passado domingo.</p>
<p><strong>Jordânia e estreito de Ormuz continuam sob pressão</strong><br />
Noutra frente da guerra, a Guarda Revolucionária reivindicou igualmente um ataque com mísseis contra uma base militar norte-americana localizada na Jordânia, garantindo ter atingido um sistema de radares e um caça F-15.</p>
<p>As autoridades jordanas confirmaram apenas a interceção de uma vaga de drones e mísseis iranianos, não tendo reportado vítimas nem danos significativos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, continuam os incidentes marítimos no estreito de Ormuz.</p>
<p>Pelo menos um petroleiro foi atingido por um projétil cuja origem ainda não foi identificada. Já a Guarda Revolucionária afirmou ter atingido duas embarcações que, segundo a sua versão, tentavam atravessar o bloqueio imposto pelo Irão sem autorização, provocando incêndios em ambos os navios.</p>
<p><strong>Houthis ameaçam bloquear outra rota vital do comércio mundial</strong><br />
A tensão está também a alastrar ao Mar Vermelho.</p>
<p>No estreito de Bab al-Mandeb, dois navios que transportavam petróleo saudita inverteram a rota depois de os rebeldes houthis, aliados do Irão no Iémen, ameaçarem atacar embarcações sob bandeira saudita.</p>
<p>Os houthis têm vindo a avisar que pretendem replicar no Bab al-Mandeb a estratégia de bloqueio adotada pelo Irão no estreito de Ormuz.</p>
<p>Na segunda-feira anunciaram oficialmente o início desse bloqueio, levando já, no dia seguinte, ao recuo das primeiras embarcações.</p>
<p>Esta nova frente preocupa particularmente os mercados internacionais, já que cerca de 12% do comércio marítimo mundial atravessa aquele estreito.</p>
<p>A Arábia Saudita apoia militarmente, desde 2015, a intervenção contra os houthis no Iémen, conflito que poderá agora intensificar-se em simultâneo com a guerra envolvendo o Irão.</p>
<p><strong>Trump antecipa novo alvo militar</strong><br />
Enquanto o conflito se expande, Donald Trump revelou também parte dos próximos planos militares norte-americanos.</p>
<p>O Presidente dos Estados Unidos afirmou que as forças norte-americanas deverão atacar &#8220;muito em breve&#8221; a denominada Montanha do Pico, situada nas proximidades das instalações de enriquecimento de urânio de Natanz.</p>
<p>A montanha alberga um complexo fortificado de túneis que, segundo suspeitas dos serviços de informações israelitas, poderá esconder milhares de centrifugadoras destinadas ao programa nuclear iraniano.</p>
<p>Segundo informações avançadas pelo Wall Street Journal e pela CNN, Israel acredita que essas centrifugadoras foram deslocadas para aquele complexo subterrâneo no outono passado para as proteger de futuros bombardeamentos.</p>
<p>Questionado sobre essas informações durante uma conferência de imprensa realizada após reunir na Casa Branca com o Presidente do Líbano, Joseph Aoun, Trump afirmou desconhecer esses dados e desvalorizou a possibilidade.</p>
<p>&#8220;Se acreditasse que eles podiam fazer alguma coisa quanto a isso, nunca diria isto, mas vamos intervir naquela zona muito em breve e fá-lo-emos com muita força&#8221;, declarou o Presidente norte-americano.</p>
<p>Trump acrescentou ainda que, na sua avaliação, Teerão já não dispõe do material necessário para enriquecer urânio, relativizando assim a eventual importância estratégica das alegadas centrifugadoras escondidas naquele complexo.</p>
<p><strong>Guerra entra numa fase de maior risco</strong><br />
A crescente utilização de infraestruturas civis como alvos militares demonstra que o conflito atravessa uma nova etapa, na qual o impacto económico, tecnológico e social ganha um peso crescente nas estratégias dos dois lados.</p>
<p>Ao atingir sistemas de abastecimento de água, energia, transportes, centros tecnológicos e corredores marítimos essenciais ao comércio internacional, tanto Washington como Teerão elevam significativamente o risco de uma escalada regional, aumentando igualmente as consequências para países vizinhos e para a estabilidade dos mercados globais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792464]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Índice de abandono e tempo global de espera nas urgências baixou, garante ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde revelou hoje que o índice de abandono na urgência baixou, assim como o tempo global de espera, e que com a triagem do SNS24 as idas à urgência caíram entre 20% a 40%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Saúde revelou hoje que o índice de abandono na urgência baixou, assim como o tempo global de espera, e que com a triagem do SNS24 as idas à urgência caíram entre 20% a 40%.</p>
<p>&#8220;Globalmente, os nossos indicadores de urgência são, de facto, melhores. Temos menos pessoas a ir à urgência, reduzimos em cerca de 20 a 30%, nalguns casos em 40%, com a triagem com o SNS24&#8221;, disse Ana Paula Martins, que falava aos jornalistas após a sessão de abertura da conferência &#8220;Doença de Alzheimer: Momento de Agir&#8221;, que hoje decorre na Assembleia da República.</p>
<p>A ministra disse ainda que, apesar de globalmente o tempo de espera ter caído, nalguns casos a espera reduziu menos, como nos doentes mais complexos, que fazem com que a taxa de internamento dos doentes que acorrem à urgência tenha aumentado.</p>
<p>Segundo revelou, há também &#8220;menos situações de contingência&#8221; &#8212; com urgências apenas a receber utentes enviados pelo Centro Operacional de Doentes Urgentes (CODU) -, mas avisou que isso não significa que não haja constrangimentos, sobretudo em agosto, quando cerca de 30% das equipas tirar férias.</p>
<p>&#8220;Mas o planeamento, posso garantir aos portugueses, foi feito com todo o rigor, dentro dos recursos humanos que nós temos, com escalas que naturalmente vão sendo adaptadas semana a semana&#8221;, disse a governante, reconhecendo que há &#8220;zonas de maios pressão&#8221;, dando o exemplo do Algarve.</p>
<p>Sobre as urgências no Algarve, designadamente em Portimão, a ministra rejeitou que haja falta de macas: &#8220;Nós temos muitas macas, nós compramos macas todos os anos. O que nós temos, por vezes, é um tempo que transcende os 30, 40 ou 50 minutos para a triagem e isso tem que ver com o espaço que temos na urgência&#8221;, explicou.</p>
<p>Sobre a urgência de Obstetrícia de Almada, a ministra recusou que tenha fechado, esclarecendo: &#8220;o que aconteceu, e acontecerá mais alguns dias, esperamos que poucos, (&#8230;) é que há dias em que estamos numa situação de contingência, (&#8230;) abertos para CODU&#8221;.</p>
<p>Sobre a concentração de urgências, disse que no segundo semestre do ano avançarão outros casos, não só na obstetrícia, mas noutras áreas, cuja proposta deverá ser apresentada em setembro, com urgências metropolitanas e regionais.</p>
<p>A propósito da rede de referenciação das urgências, a ministra sublinhou a necessidade de rever a composição das equipas.</p>
<p>&#8220;Tem que ser revista à luz da melhor prática europeia&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792467]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Buscas na sede do Deutsche Bank por suspeitas relacionadas com Postbank</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia alemã realizou hoje buscas na sede do Deutsche Bank, em Frankfurt, à procura de provas relacionadas com transações de ações potencialmente suspeitas no banco Postbank, de acordo com um porta-voz do maior banco privado alemão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia alemã realizou hoje buscas na sede do Deutsche Bank, em Frankfurt, à procura de provas relacionadas com transações de ações potencialmente suspeitas no banco Postbank, de acordo com um porta-voz do maior banco privado alemão.</P><br />
<P>O Ministério Público (MP) de Düsseldorf está a conduzir uma investigação nos escritórios do Deutsche Bank.</P><br />
<P>A investigação diz respeito a transações envolvendo o Postbank entre 2008 e 2010, acrescentou o porta-voz do Deutsche Bank.</P><br />
<P>O MP suspeita de evasão fiscal por parte do Postbank em determinadas transações de ações, segundo alguns media alemães como o jornal Welt, o &#8216;site&#8217; Business Insider, o diário Süddeutsche Zeitung e as cadeias de televisão regionais públicas WDR e NDR.</P><br />
<P>Essas transações estão ligadas aos esquemas de fraude fiscal &#8220;cum-cum&#8221;, que envolvem a transferência temporária da propriedade de ações para um investidor estrangeiro residente num país com um tratado tributário mais favorável &#8212; geralmente com taxas de retenção na fonte mais baixas &#8212; antes de devolver as ações e os dividendos (menos uma comissão) ao proprietário real.</P><br />
<P>A falta de rastreabilidade na cadeia de pagamentos facilitou o abuso do sistema, resultando em perdas de aproximadamente 28.000 milhões de euros para os cofres públicos alemães.</P><br />
<P>O Ministério Público de Düsseldorf está a investigar 10 antigos executivos do Postbank e estima um prejuízo financeiro em mais de 350 milhões de euros.</P><br />
<P>O Deutsche Bank é o sucessor legal do Postbank, tendo adquirido o banco integralmente em 2018. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792455]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novas regras de pagamentos em atraso tentam evitar infração em Bruxelas, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Finanças disse hoje que a redução dos prazos máximos de pagamento do Estado para 30 ou 60 dias, aprovada pelo Governo este mês, procura evitar um processo de infração às regras europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Finanças disse hoje que a redução dos prazos máximos de pagamento do Estado para 30 ou 60 dias, aprovada pelo Governo este mês, procura evitar um processo de infração às regras europeias.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão Europeia preparava-se &#8212; e ainda o pode fazer se nós não formos bem-sucedidos &#8212; para abrir um procedimento contra Portugal, porque o Estado português não paga a 60 dias&#8221;, afirmou Joaquim Miranda Sarmento, durante uma audição no parlamento, a pedido do Chega, sobre os resultados das participadas do Estado e da situação económico-financeira do Setor Empresarial do Estado (SEE).</P><br />
<P>Na comissão de orçamento, finanças e administração pública, o ministro lembrou que Portugal tem falhado na transposição de uma diretiva da União Europeia (UE) que obriga os Estados-membros a pagar aos fornecedores em 60 dias e que, por isso, se encontra sob risco de enfrentar um procedimento de infração.</P><br />
<P>&#8220;O país tem de colocar os hospitais a pagar a 60 dias, caso contrário, [o Estado] terá uma infração e uma possível multa por parte da Comissão Europeia&#8221;, avisou.</P><br />
<P>Para acelerar os pagamentos, o Governo está a fazer transferências regulares e irá continuar a fazê-lo ao longo do próximo ano para as entidades públicas poderem pagar aos fornecedores dentro dos prazos legais, e não só no final do ano, assegurou o ministro.</P><br />
<P>Miranda Sarmento disse que o conjunto da administração central falha nessa meta apenas &#8220;por causa do setor da saúde&#8221;, porque, de resto, &#8220;todos os outros subsetores da administração central pagam, em média, abaixo dos 60 dias e até, em muitos casos, abaixo dos 30 dias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com este plano, o que estamos a procurar é chegar ao final do ano, ou pelo menos no próximo ano, e atingir esse objetivo de também a saúde pagar, no limite, a 60 dias&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Na semana passada, em 17 de julho, o Governo aprovou um decreto-lei que atualiza o regime de execução da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso, passando a considerar como pagamentos em atraso as dívidas que excedam os prazos legais de 30 dias, ou 60 nas situações excecionalmente previstas na lei, segundo o comunicado do Conselho de Ministros.</P><br />
<P>A iniciativa clarifica ainda o direito de os credores receberem juros de forma automática depois do fim dos prazos legais, referia ainda o comunicado.</P><br />
<P>Quando um país europeu incumpre o direito europeu (na aplicação de diretivas ou de regras que decorrem de regulamentos de aplicação direta, por exemplo), a Comissão Europeia pode abrir um procedimento de infração contra esse Estado.</P><br />
<P>Numa primeira fase, envia uma carta ao Estado-membro (com um pedido de informação) que obriga o Governo a responder num determinado prazo, em regra dois meses.</P><br />
<P>Depois, se não ficar satisfeita com as informação prestadas e considerar que a violação ao direito europeu se mantém, Bruxelas envia um parecer fundamentado, com o objetivo de forçar o Estado a tomar medidas num determinado prazo, igualmente de dois meses, em regra.</P><br />
<P>Se a Comissão Europeia considerar que a violação continua sem ser sanada, pode enviar o processo para o Tribunal de Justiça da União Europeia. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792454]]></sapo:autor>
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		<title>Dois modelos da OpenAI escapam ao controlo e atacam outra empresa de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hugging Face]]></category>
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		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois modelos de inteligência artificial (IA) da norte-americana OpenAI conseguiram escapar do seu ambiente de testes, aceder à Internet e violar as defesas da plataforma Hugging Face, conforme a própria empresa reconheceu no seu blogue.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois modelos de inteligência artificial (IA) da norte-americana OpenAI conseguiram escapar do seu ambiente de testes, aceder à Internet e violar as defesas da plataforma Hugging Face, conforme a própria empresa reconheceu no seu blogue.</P><br />
<P>A OpenAI, dona do ChatGPT, confirmou na terça-feira que os seus modelos avançados de IA tinham agido por conta própria durante testes de segurança, invadindo &#8211; por sua iniciativa &#8211; uma plataforma popular entre programadores.</P><br />
<P>Sediada em São Francisco, EUA, a tecnológica descreveu o ocorrido como um &#8220;incidente cibernético sem precedentes&#8221; e anunciou uma investigação conjunta com a Hugging Face, plataforma colaborativa e de código aberto focada em inteligência artificial e &#8216;learning machine&#8217;.</P><br />
<P>A OpenAI explicou que o incidente envolveu uma combinação de modelos, incluindo o recém-lançado GPT-5.6 Sol e um modelo &#8220;ainda mais capaz&#8221;, atualmente em desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;Ao operarem no nosso ambiente de teste isolado (sandbox), os modelos dedicaram uma quantidade significativa [de poder computacional] para encontrar uma maneira de obter acesso irrestrito à internet com o objetivo de resolver o problema da avaliação&#8221;, afirmou a OpenAI numa publicação no blog que detalhava o incidente.</P><br />
<P>Na visão da OpenAI, este é um incidente cibernético &#8220;sem precedentes&#8221; que envolve recursos de cibersegurança de vanguarda.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a partilhar estas descobertas preliminares nesta fase para ajudar as equipas de defesa a compreender o que aconteceu e avaliar o alcance dos recursos atuais dos modelos&#8221;, explicou a OpenAI.</P><br />
<P>A tecnológica vai continuar a sua investigação em colaboração com a Hugging Face e partilhará suas conclusões assim que estiver concluída.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792438]]></sapo:autor>
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		<title>IA, gladiadores e leões: vídeo com &#8220;execução&#8221; de líderes da oposição faz explodir polémica em Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Giorgia Meloni]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Vannacci]]></category>
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					<description><![CDATA[Giorgia Meloni surge numa recriação da Roma Antiga, mas a primeira-ministra já se demarcou do vídeo divulgado por um eurodeputado da extrema-direita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo gerado por inteligência artificial está a provocar uma forte polémica em Itália. Segundo o &#8216;El Español&#8217;, as imagens mostram a primeira-ministra Giorgia Meloni num cenário inspirado na Roma Antiga, enquanto vários dirigentes da oposição acabam executados num circo romano, depois de serem atirados aos leões.</p>
<p>O vídeo foi divulgado por Roberto Vannacci, eurodeputado que abandonou recentemente a Liga, de Matteo Salvini, para criar o novo partido de extrema-direita Futuro Nazionale.</p>
<p>Nas imagens, Vannacci aparece vestido de gladiador a receber de Meloni um símbolo de poder da Roma Antiga. Ao mesmo tempo, a líder do Partido Democrático, Elly Schlein, o antigo primeiro-ministro Giuseppe Conte, Romano Prodi e a deputada Laura Boldrini surgem presos numa arena antes de serem mortos por um gladiador.</p>
<p><strong>Meloni condena o vídeo e recusa associação</strong></p>
<p>Perante a polémica, Giorgia Meloni reagiu rapidamente nas redes sociais, sublinhando que nunca autorizou a utilização da sua imagem.</p>
<p>A chefe do Governo italiano afirmou que o vídeo &#8220;não reflete o seu caráter nem a sua forma de entender o debate político&#8221;, defendendo que a política deve ser feita através das ideias, do voto e do consenso, e nunca recorrendo à intimidação ou à representação violenta dos adversários.</p>
<p>Ao mesmo tempo, aproveitou para acusar parte da esquerda de adotar uma postura diferente quando estão em causa episódios de violência dirigidos às forças de segurança, apelando a que a condenação do discurso de ódio seja aplicada &#8220;sempre, sem exceções e sem dois pesos e duas medidas&#8221;.</p>
<p><strong>Quem é Roberto Vannacci?</strong></p>
<p>O autor da publicação não é um desconhecido em Itália.</p>
<p>Antigo general paraquedista do Exército italiano, Roberto Vannacci tornou-se uma das figuras mais polémicas da política italiana em 2023, depois de publicar o livro Il mondo al contrario (&#8220;O Mundo ao Contrário&#8221;).</p>
<p>Na obra atacou a imigração, o feminismo, o ativismo climático e a comunidade LGBT+, chegando a afirmar que os homossexuais &#8220;não são normais&#8221; e questionando a identidade italiana de cidadãos de origem africana, como a voleibolista Paola Egonu.</p>
<p>As declarações levaram o Ministério da Defesa a afastá-lo da direção do Instituto Geográfico Militar por considerar que as suas posições eram incompatíveis com o cargo e prejudicavam a imagem das Forças Armadas.</p>
<p>Apesar das críticas, o escândalo acabou por impulsionar a sua popularidade. Vannacci foi eleito eurodeputado pela Liga e, entretanto, abandonou o partido para lançar um novo projeto político, mantendo um discurso marcadamente provocador e ataques frequentes às principais figuras da esquerda italiana.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Roberto Vannacci, secretary of far-right party Futuro Nazionale, posted an AI-generated video showing him, in the guise of a Roman emperor, ordering the death of PD secretary Elly Schlein and M5S secretary Giuseppe Conte.</p>
<p>July 20, 2026 <a href="https://t.co/n66TwYKvrg">pic.twitter.com/n66TwYKvrg</a></p>
<p>&mdash; Crazy Ass Moments in Italian Politics (@CrazyItalianPol) <a href="https://x.com/CrazyItalianPol/status/2079204527975375286?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792437]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Europa prepara-se para discutir a IA ao mais alto nível: o que está em causa e porque é que a decisão pode mudar tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[António Costa]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez, os chefes de Governo da União Europeia vão dedicar uma cimeira exclusivamente à inteligência artificial. Mas porque é que isso acontece agora e o que pode mudar?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial deixou de ser apenas um tema tecnológico. Para Bruxelas, passou a ser uma questão de segurança, competitividade económica e influência geopolítica.</p>
<p>É por isso que o presidente do Conselho Europeu, António Costa, pretende reunir, ainda este ano, os líderes dos 27 Estados-membros para uma discussão inédita dedicada exclusivamente à IA, indicou o jornal &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>A reunião deverá realizar-se numa das três cimeiras europeias ainda previstas para 2026, marcando a primeira vez que o tema será tratado isoladamente pelos chefes de Estado e de Governo.</p>
<p><strong>O que mudou?</strong></p>
<p>Até agora, a inteligência artificial surgia nas reuniões dos líderes europeus apenas integrada em debates mais vastos sobre economia ou competitividade.</p>
<p>Nos últimos meses, porém, a evolução acelerada da tecnologia alterou completamente essa perceção.</p>
<p>Os modelos mais avançados já conseguem escrever código, identificar vulnerabilidades informáticas, automatizar tarefas complexas e apoiar operações de cibersegurança, tornando-se também uma questão de defesa nacional.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Estados Unidos e China intensificaram a corrida pela liderança tecnológica, aumentando a pressão sobre a União Europeia.</p>
<p><strong>Porque é que a Europa está preocupada?</strong></p>
<p>Bruxelas teme ficar para trás numa área considerada estratégica para as próximas décadas.</p>
<p>Enquanto os Estados Unidos continuam a dominar através de empresas como OpenAI, Google, Anthropic ou Meta, a China aposta numa estratégia fortemente apoiada pelo Estado e procura assumir um papel central na definição das futuras regras internacionais para a inteligência artificial.</p>
<p>Na semana passada, Pequim reuniu mais de duas dezenas de países para defender uma maior cooperação internacional em torno da IA, reforçando a sua influência neste setor.</p>
<p>Perante este cenário, cresce a convicção de que a União Europeia precisa de definir uma estratégia própria para proteger a sua soberania digital.</p>
<p><strong>O que poderá mudar?</strong></p>
<p>Embora ainda não exista uma agenda fechada, a expectativa é que os líderes discutam vários temas considerados prioritários.</p>
<p>Entre eles estão o reforço da capacidade europeia de computação para desenvolver modelos de IA, o aumento do investimento em investigação, a proteção das infraestruturas críticas, a segurança dos modelos mais avançados e a redução da dependência tecnológica de empresas estrangeiras.</p>
<p>Também deverão ser debatidas questões relacionadas com ética, proteção de menores, impacto no mercado de trabalho e defesa dos valores europeus.</p>
<p><strong>Porque é que a reunião acontece só agora?</strong></p>
<p>Vários especialistas consideram que a União Europeia demorou demasiado tempo a elevar o tema ao mais alto nível político.</p>
<p>No final de junho, dezenas de eurodeputados pediram formalmente a António Costa a realização de uma cimeira dedicada à inteligência artificial.</p>
<p>Poucos dias depois, mais de uma centena de especialistas que aconselham a Comissão Europeia defenderam exatamente o mesmo, considerando que a IA representa &#8220;a transformação estrutural mais importante da atualidade&#8221; e exige atenção permanente dos líderes europeus.</p>
<p><strong>Qual é o maior desafio?</strong></p>
<p>O maior desafio será encontrar um equilíbrio entre inovação e regulação.</p>
<p>A União Europeia foi pioneira ao aprovar a Lei da Inteligência Artificial (AI Act), mas vários governos defendem agora uma simplificação das regras para evitar que a legislação trave o desenvolvimento tecnológico europeu.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Bruxelas quer garantir que a inteligência artificial evolui de forma segura, respeitando os direitos fundamentais, protegendo os cidadãos e reforçando a autonomia tecnológica do bloco.</p>
<p>É precisamente esse equilíbrio entre inovação, segurança e soberania digital que deverá dominar aquela que será a primeira grande cimeira europeia dedicada exclusivamente à inteligência artificial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792431]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS e Chega chumbam relatório do PSD sobre o apagão e decisão é adiada para setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de relatório elaborada pelo PSD sobre o apagão que afetou a Península Ibérica em 28 de abril de 2025 foi rejeitada esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Ambiente e Energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de relatório elaborada pelo PSD sobre o apagão que afetou a Península Ibérica em 28 de abril de 2025 foi rejeitada esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Ambiente e Energia, depois de PS e Chega terem votado contra o documento. O chumbo impede, para já, a aprovação das conclusões do grupo de trabalho criado para analisar o incidente, remetendo o processo para setembro, altura em que deverá ser tomada uma decisão sobre os próximos passos.</p>
<p>Os sociais-democratas incorporaram algumas das propostas de alteração apresentadas pelo PS durante a elaboração do relatório, mas essas mudanças não foram suficientes para garantir o apoio dos socialistas. O documento acabou igualmente por não recolher o voto favorável do Chega, que justificou a posição por nenhuma das suas propostas ter sido incluída na versão final do texto.</p>
<p>O impasse prende-se agora com a interpretação do Regimento da Assembleia da República. Caso um relatório seja rejeitado, a comissão parlamentar pode designar um novo relator ou optar por não elaborar qualquer relatório final. No entanto, subsistem divergências quanto à escolha desse eventual novo relator. O PSD entende que o cargo poderá voltar a ser atribuído a um deputado social-democrata, enquanto PS e Chega defendem que deverá passar para o grupo parlamentar seguinte.</p>
<p>Perante esta divergência, a Comissão de Ambiente e Energia decidiu solicitar um parecer ao presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, para esclarecer qual o procedimento regimental a seguir. Até existir essa interpretação, ficará suspensa qualquer decisão sobre a nomeação de um novo relator ou sobre a eventual desistência da elaboração de um relatório final, adiando o processo para setembro.</p>
<p>O documento agora rejeitado resultava dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho criado no âmbito da Comissão de Ambiente e Energia para acompanhar e analisar o apagão de 28 de abril de 2025. Ao longo dos últimos meses foram ouvidas diversas entidades ligadas ao setor energético e à resposta operacional, entre as quais a REN – Redes Energéticas Nacionais, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a E-Redes, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a ENTSO-E, a associação europeia dos operadores das redes de transporte de eletricidade.</p>
<p>O objetivo do relatório passava por identificar as circunstâncias que estiveram na origem do apagão, avaliar os mecanismos de prevenção e resposta existentes e apontar medidas destinadas a reforçar a segurança, a resiliência e a fiabilidade do Sistema Elétrico Nacional, num contexto marcado pelo crescimento da produção de energia renovável, pela eletrificação da economia e pela necessidade de aumentar a capacidade de gestão, armazenamento e robustez das infraestruturas elétricas.</p>
<p>O debate parlamentar ocorre depois de a ERSE ter classificado o apagão ibérico como um &#8220;evento excecional&#8221;. O regulador concluiu, em maio deste ano, que a informação disponível demonstrava que o incidente teve origem em circunstâncias extraordinárias relacionadas com o funcionamento interligado do sistema elétrico ibérico e que a sua origem se situou em Espanha, considerando tratar-se de uma ocorrência exógena e extraordinária, razão pela qual não houve lugar a compensações automáticas aos consumidores.</p>
<p>Entretanto, o Governo já havia indicado, quando se assinalou um ano sobre o incidente, que grande parte das recomendações técnicas elaboradas após o apagão tinha sido integrada em princípios de boa governação e aplicada no funcionamento do sistema elétrico. Ainda assim, o Grupo de Aconselhamento Técnico defendeu a continuação do investimento, da inovação tecnológica e do reforço das redes para responder aos novos desafios colocados pela transição energética.</p>
<p>Além do relatório sobre o apagão, a Comissão de Ambiente e Energia apreciou igualmente iniciativas relacionadas com a transformação do Sistema Elétrico Nacional, incluindo projetos de resolução sobre o reforço do autoconsumo e da produção descentralizada de energia, nomeadamente propostas do Livre para facilitar a criação de Comunidades de Energia Renovável e inventariar edifícios públicos com potencial para instalação de painéis solares, bem como uma iniciativa da Iniciativa Liberal destinada a acelerar o desenvolvimento das Unidades de Produção para Autoconsumo e das Comunidades de Energia Renovável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismo de 3.6 sentido no concelho de Évora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sismo-de-3-6-sentido-no-concelho-de-evora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Évora]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o IPMA adianta que o sismo teve o seu epicentro a 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado à 01h22 nas estações da Rede Sísmica do Continente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um sismo de magnitude 3.6 na escala de Richter foi sentido esta quarta-feira no concelho de Évora, sem causar danos pessoais ou materiais, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Em comunicado, o IPMA adianta que o sismo teve o seu epicentro a 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado à 01h22 nas estações da Rede Sísmica do Continente.</p>
<p>O abalo &#8220;não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) no concelho de Évora&#8221;.</p>
<p>Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2.0), muito pequenos (2.0-2.9), pequenos (3.0-3.9), ligeiros (4.0-4.9), moderados (5.0-5.9), fortes (6.0-6.9), grandes (7.0-7.9), importantes (8.0-8.9), excecionais (9.0-9.9) e extremos (quando superior a 10).</p>
<p>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</p>
<p>Com uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, percecionando-se uma &#8220;vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados&#8221;, revela o IPMA na sua página da Internet.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792427]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Epidemia já matou 999 pessoas na RDCongo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-epidemia-ja-matou-999-pessoas-na-rdcongo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 999 pessoas morreram devido à epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo), segundo dados oficiais divulgados hoje pelo Ministério da Saúde deste país africano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 999 pessoas morreram devido à epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo), segundo dados oficiais divulgados hoje pelo Ministério da Saúde deste país africano.</P><br />
<P>A última atualização revela que, até domingo, foram registados 2.473 casos de Ébola e que 999 pessoas morreram devido a esta epidemia.</P><br />
<P>O surto declarado em 15 de maio, que evoluiu para epidemia, é diferente da maioria dos anteriores, porque o vírus responsável (Bundibugyo) não tem vacinas nem tratamentos aprovados.</P><br />
<P>A epidemia também matou mais pessoas a um ritmo mais acelerado do que qualquer outro surto registado, incluindo o de 2013-2016, considerado o pior da história, com mais de 11.000 mortos em pelo menos 28.000 casos, mas em oito meses.</P><br />
<P>O Ébola é raro, mas altamente contagioso e pode ser contraído através de fluidos corporais, como vómitos, sangue ou sémen. A doença que o provoca é grave e frequentemente fatal.</P><br />
<P>As autoridades alertaram ainda que 80% dos novos casos surgiram através de cadeias de transmissão desconhecidas, um sinal de que a epidemia se está a espalhar mais rapidamente do que as autoridades de saúde conseguem seguir, mesmo com o aumento da resposta na província de Ituri, o epicentro da epidemia, bem como em outras quatro províncias onde foram registados casos.</P><br />
<P>Os ataques a unidades de saúde e a equipas de resposta também obrigaram os trabalhadores da linha da frente e os grupos de ajuda humanitária a abandonar algumas áreas. Alguns profissionais de saúde entraram em greve, queixando-se de que não recebem salários desde o início da epidemia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792430]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia lança ofensiva sem precedentes no Mar Negro: 13 navios russos atingidos em apenas 48 horas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-lanca-ofensiva-sem-precedentes-no-mar-negro-13-navios-russos-atingidos-em-apenas-48-horas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação, denominada "MoLoChKa", decorre desde 6 de julho e já visou 196 embarcações russas, das quais 126 no Mar de Azov e 70 no Mar Negro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia afirma ter atingido 13 embarcações ligadas à chamada &#8220;frota fantasma&#8221; russa no Mar Negro e no Mar de Azov em apenas 48 horas, naquela que descreve como uma das maiores ofensivas navais com drones desde o início da guerra.</p>
<p>Segundo o comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, Robert &#8220;Madyar&#8221; Brovdi, os ataques destruíram ou danificaram 10 cargueiros, dois rebocadores e um petroleiro utilizados para apoiar a logística militar russa nos territórios ocupados.</p>
<p>A operação, denominada &#8220;MoLoChKa&#8221;, decorre desde 6 de julho e já visou 196 embarcações russas, das quais 126 no Mar de Azov e 70 no Mar Negro.</p>
<p><strong>Ataques estendem-se à rede elétrica da Crimeia</strong></p>
<p>Em paralelo, Kiev prossegue a operação &#8220;Crimean Switch Off&#8221;, destinada a enfraquecer as infraestruturas energéticas controladas pela Rússia.</p>
<p>Nas últimas horas, drones ucranianos atingiram 13 instalações elétricas, incluindo 11 na Crimeia ocupada e duas noutras zonas sob controlo russo.</p>
<p>Desde o arranque desta campanha, a 1 de julho, as forças ucranianas dizem ter atacado 117 infraestruturas energéticas.</p>
<p><strong>Escalada no Mar Negro preocupa transporte marítimo</strong></p>
<p>Os ataques acontecem numa altura em que a guerra no Mar Negro entrou numa nova fase de escalada.</p>
<p>Nos últimos dias, drones ucranianos atingiram três petroleiros no terminal petrolífero de Novorossiysk, utilizado pelo Consórcio do Oleoduto do Cáspio (CPC). Um dos navios incendiou-se durante o carregamento de petróleo do Cazaquistão, obrigando à evacuação de grande parte da tripulação.</p>
<p>O Cazaquistão condenou os ataques, classificando-os como ações contra navios neutros que transportavam petróleo cazaque.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Rússia intensificou os ataques contra embarcações civis.</p>
<p>No passado domingo, três mísseis de cruzeiro atingiram o cargueiro Golden Leo, de bandeira da Guiné-Bissau e propriedade turca, quando deixava o porto ucraniano de Odessa carregado de cereais. Segundo as autoridades ucranianas, o ataque matou 10 tripulantes e deixou o navio gravemente danificado.</p>
<p>Segundo Kiev, os operadores de drones procuram atingir sobretudo as casas das máquinas e estruturas críticas das embarcações, de forma a imobilizá-las e reduzir o risco de derrames de petróleo.</p>
<p>A intensificação dos ataques de ambos os lados está a aumentar a preocupação internacional com a segurança da navegação no Mar Negro e com o impacto que o conflito poderá ter nas exportações mundiais de cereais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792409]]></sapo:autor>
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		<title>A simplificação do reporte ESG bancário não reduz a importância do risco climático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:23:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[banca]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere</em></strong></p>
<p>A Autoridade Bancária Europeia colocou em consulta pública uma proposta de revisão dos Implementing Technical Standards sobre reporte prudencial, incluindo um módulo dedicado ao ESG Supervisory Reporting. A consulta relativa ao pacote EBA/CP/2026/07 decorre até 10 de julho de 2026 e integra a agenda de simplificação do reporte prudencial europeu.</p>
<p>A proposta pretende reduzir complexidade, eliminar duplicações e ajustar os requisitos à dimensão e ao perfil das instituições. No pacote global de simplificação, a EBA refere uma redução de cerca de 50% dos <em>data points</em>.</p>
<p>Mas simplificar não significa reduzir a relevância dos riscos ESG. Pelo contrário, a proposta reforça que os riscos climáticos e ambientais estão cada vez mais integrados na supervisão prudencial. O objetivo é garantir que os supervisores continuam a dispor de informação harmonizada para avaliar a exposição dos bancos a riscos físicos, de transição e outros riscos ambientais.</p>
<p>Uma das principais alterações seria a introdução de uma abordagem em três níveis. As grandes instituições ficariam sujeitas a um conjunto mais completo de templates; outras instituições cotadas/listadas e grandes subsidiárias teriam um reporte simplificado; e as instituições pequenas e não complexas, incluindo SNCIs e outras instituições não cotadas, reportariam apenas um template anual com informação essencial sobre risco físico e risco de transição.</p>
<p>A EBA propõe remover vários templates relacionados com a Taxonomia da UE, incluindo o BTAR, bem como o template sobre exposições às vinte empresas mais intensivas em carbono. Em alternativa, introduziria o template D 04.00, focado em exposições corporativas relacionadas com riscos ambientais ao nível do devedor e na identificação de concentrações relevantes de risco.</p>
<p>Outro ponto importante é a criação do template D 11.00, dedicado a riscos ambientais para além do clima. A proposta inclui biodiversidade, poluição, degradação de ecossistemas, sobre-exploração de recursos naturais e dependências de serviços ecossistémicos. Estes fatores passam a ser enquadrados como potenciais fatores de risco financeiro, com impacto nas operações, cadeias de abastecimento, custos e qualidade de crédito das contrapartes.</p>
<p>O reporte de risco físico climático também ganharia detalhe. Para grandes instituições, a EBA propõe distinguir exposições altamente expostas e moderadamente expostas a riscos físicos. Esta granularidade reforça a necessidade de dados georreferenciados, análise de vulnerabilidade, informação sobre colaterais, seguros e capacidade adaptativa dos ativos.</p>
<p>A proposta procura ainda alinhar o reporte prudencial ESG com o Pilar 3, isto é, com as divulgações públicas que os bancos já fazem ao mercado. A EBA pretende reutilizar definições, metodologias e estruturas existentes, reduzindo inconsistências entre o que é divulgado publicamente e o que é reportado ao supervisor. Ainda assim, o reporte prudencial manteria informação mais técnica e granular quando necessária.</p>
<p>A mensagem é clara: a simplificação regulatória não elimina a necessidade de rigor técnico. A proposta da EBA não deve ser lida como um recuo na supervisão ESG, representa antes uma tentativa de tornar o reporte menos burocrático, mais proporcional e mais útil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere]]></sapo:autor>
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		<title>Júri Nacional de Exames deteta novos erros em quatro provas e envia novas pautas às escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Júri Nacional de Exames]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de avaliação dos exames nacionais volta a enfrentar novos constrangimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de avaliação dos exames nacionais volta a enfrentar novos constrangimentos. O Júri Nacional de Exames (JNE) anunciou esta quarta-feira que foram identificados novos erros de parametrização nas matrizes de classificação de várias provas da 1.ª fase dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, situação que obrigou à revisão das classificações dos alunos abrangidos e ao envio de novas pautas para as escolas.</p>
<p>Num comunicado assinado pelo presidente do Júri Nacional de Exames, o organismo explica que as incorreções foram detetadas nas provas de Física e Química A, Geografia, História A e Português Língua Não Materna. Depois de analisadas as situações identificadas, o JNE procedeu à correção dos itens afetados e à revisão das classificações dos estudantes, garantindo que serão emitidas novas pautas para assegurar a equidade entre todos os alunos e o rigor do processo de avaliação.</p>
<p>Segundo o comunicado, os problemas resultaram de erros de parametrização das matrizes de classificação de alguns itens das provas realizadas na primeira fase dos exames nacionais.</p>
<p>Na disciplina de Física e Química A, a incorreção foi identificada no item 7.1 da versão 2 da prova.</p>
<p>Em Geografia, os erros afetaram os itens 1.3, 4.3 e 12.1 alínea a), também pertencentes à versão 2.</p>
<p>Já em História A, foram encontradas falhas no item 5 do Grupo IV e em todo o Grupo II da versão 1 da prova.</p>
<p>No caso de Português Língua Não Materna, a incorreção incidiu sobre a Parte A.1 do exame.</p>
<p>Depois de detetadas estas situações, o Júri Nacional de Exames procedeu à reapreciação dos itens e recalculou as classificações dos alunos afetados.</p>
<p><strong>Geografia foi a disciplina mais afetada</strong><br />
Entre as quatro disciplinas abrangidas, Geografia foi a que registou maior impacto.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados pelo JNE, 4.253 classificações aumentaram, 12.393 mantiveram-se inalteradas e 73 sofreram uma redução após a correção dos erros.</p>
<p>Em Física e Química A, 113 alunos viram a sua classificação subir, enquanto 32.113 mantiveram a nota inicialmente atribuída, não tendo sido registada qualquer descida.</p>
<p>Na disciplina de História A, foram revistas positivamente 378 classificações, ao passo que 11.048 permaneceram inalteradas. Também neste caso não houve qualquer redução de nota.</p>
<p>Já em Português Língua Não Materna, 497 classificações aumentaram e 120 mantiveram-se iguais, sem qualquer descida de classificação.</p>
<p><strong>Nenhum aluno será prejudicado</strong><br />
O Júri Nacional de Exames sublinha que, devido ao facto de as correções estarem a ser divulgadas numa fase já muito avançada do calendário dos exames, foi adotada uma medida excecional destinada a proteger os estudantes.</p>
<p>Segundo o comunicado, nenhum aluno será prejudicado caso a revisão conduza a uma classificação inferior a 9,5 valores.</p>
<p>Nessas situações, a classificação será fixada em 95 pontos, correspondendo ao arredondamento necessário para garantir uma nota final positiva de 10 valores.</p>
<p>O objetivo, refere o JNE, é assegurar que os atrasos e os erros detetados não tenham consequências negativas para os alunos.</p>
<p><strong>Novas pautas seguem esta quarta-feira para as escolas</strong><br />
Para garantir a uniformização das classificações e a igualdade de tratamento entre todos os estudantes, o Júri Nacional de Exames informou que estão a ser enviadas esta quarta-feira novas pautas às escolas, contemplando as quatro disciplinas afetadas pelas correções.</p>
<p>As novas listas refletem todas as revisões efetuadas após a deteção das incorreções nas matrizes de classificação.</p>
<p><strong>Alunos continuam a poder recorrer à segunda fase e à época especial</strong><br />
Apesar destas novas alterações, os alunos continuam a poder inscrever-se quer na segunda fase dos exames nacionais, quer na época especial de setembro, criada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação na sequência dos problemas técnicos que marcaram o processo de classificação eletrónica das provas deste ano.</p>
<p>O JNE recorda que estas possibilidades permanecem disponíveis para os estudantes elegíveis.</p>
<p><strong>JNE pede desculpa pelos novos lapsos</strong><br />
No final do comunicado, o Júri Nacional de Exames agradece a colaboração das direções das escolas e dos respetivos secretariados de exames na gestão deste processo de revisão das classificações.</p>
<p>O organismo deixa ainda um pedido formal de desculpas aos alunos afetados.</p>
<p>&#8220;O JNE/EduQA agradece a colaboração das direções e dos secretariados de exames das escolas e apresenta as suas desculpas aos alunos afetados por estes lapsos&#8221;, conclui o comunicado assinado pelo presidente do Júri Nacional de Exames.</p>
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