Covid-19. Empresário francês recomenda venda de Mona Lisa para ajudar a pagar a factura da crise

O CEO da Fabernovel, Stéphane Distinguin, acredita que a venda da Mona Lisa pode ajudar a pagar a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus em França, revela o jornal espanhol “ABC”.

De acordo com a publicação, o empresário francês sugere que a icónica obra de Leonardo da Vinci seja vendida por, pelo menos, 50 mil milhões de euros.

Em declarações à revista “Usbek & Rica”, citada pelo “ABC”, Distinguin referiu que, «dia após dia, apontamos os milhares de milhões que esta crise acarreta» e que como empresário «e contribuinte, sei que esses milhares de milhões não podem ser inventados e que necessariamente custar-nos-ão a nós».

Daí que proponha a venda de «um activo valioso pelo preço mais alto possível. (..) Penso que para adquirir a Mona Lisa custaria 50 mil milhões de euros».

O francês propõe que a obra seja vendida através de criptomoedas, uma vez que «permitiria que a França e o Louvre pudessem manter o controlo da pintura», argumentou.

França contabiliza já 28.289 óbitos e  144.556 casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde francês.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias “France-Presse”, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 338 mil mortos e infectou mais de 5,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 1,9 milhões de doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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