Covid-19: Comissão Europeia acaba de assinar o quinto contrato com a CureVac para aquisição de vacinas

A Comissão Europeia assinou há instantes o quinto contrato de aquisição de vacinas contra a Covid-19 com a farmacêutica alemã, Curevac. 

Simone Silva

A Comissão Europeia assinou há instantes o quinto contrato de aquisição de vacinas contra a Covid-19 com a farmacêutica alemã, CureVac. O anúncio foi feto através do Twitter pela Presidente do bloco, Ursula von der Leyen, e pela comissária da saúde, Stella Kyriakides.

«E 5 vão cinco! Assinamos hoje nosso quinto contrato de vacinas com a CureVac», escreveu a responsável na rede social. «No geral, garantimos quase dois mil milhões de doses de futuras vacinas contra a Covid-19. Os europeus poderão obtê-las, assim que se provarem seguras e eficazes – espero que antes do final do ano!», acrescentou.

Também Stella Kyriakides assinalou o marco através da sua página de Twitter. «Contrato com a CureVac assinado. Mais um passo de uma estratégia segura e sustentável para que os europeus, cidadãos e economias possam sair da crise», afirmou.

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De recordar que o anúncio inicial da assinatura deste contrato foi avançada na passada terça-feira pela Comissão Europeia, que adiantou que o acordo visa a aquisição de mais 225 milhões de doses de uma vacina contra a covid-19 da CureVac.

Na nota o bloco revela que «aprovou um quinto contrato com a farmacêutica CureVac, que prevê a compra inicial de 225 milhões de doses em nome de todos os Estados-Membros da UE, para além de uma opção adicional de mais 180 milhões de doses, assim que a vacina prove ser segura e eficaz contra a Covid-19».

«O contrato de hoje amplia o já amplo portefólio de vacinas a serem produzidas na Europa, incluindo os contratos assinados com AstraZeneca, Sanofi, Janssen e BioNtech-Pfizer, e as negociações exploratórias bem-sucedidas com a Moderna», acrescentou na altura o organismo.

Assim, explica Bruxelas, este conjunto «diversificado» de vacinas vai «garantir que a Europa está bem preparada para a vacinação, quando as vacinas se mostrem seguras e eficazes. Os Estados-Membros também podem decidir doar a vacina aos países mais pobres ou reencaminhá-la para outros países europeus».

Von der Leyen indicou que a Comissão «cumpre o seu compromisso de garantir o acesso equitativo a vacinas seguras, eficazes e acessíveis, não só para os cidadãos da UE, mas também para as pessoas mais pobres e vulneráveis ​​do mundo».

«A maioria dessas vacinas candidatas está numa fase avançada de testes clínicos, esperamos que a autorização confirme esses resultados positivos que nos ajudarão a superar a pandemia», acrescentou.

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