Covid-19: As últimas 24 horas da pandemia em Espanha, Itália e Reino Unido

Espanha

Espanha ultrapassou hoje os 300.000 casos de infeção por covid-19 desde o início da pandemia, alcançando um total de 302.814 contágios, dos quais 1.178 foram diagnosticados nas últimas 24 horas.

De ontem (297.054) para hoje (302.814) há uma diferença de 5.760 novos casos, mas Fernando Simóndiretor do centro de coordenação de alertas e emergências sanitárias de Espanha explica que  estes dados já incluem os números que não foram englobados no fim de semana, da Catalunha, Madrid e Navarra, devido a problemas técnicos.

De todos os novos casos, a maior parte foi detetada na comunidade de Aragão, com 365 novas infeções, seguida pela de Madrid, com 292, e pela Catalunha e Andaluzia, ambas com 109, segundo o último boletim do Ministério da Saúde espanhol.

Há ainda mais 26 mortos desde ontem, num total de 28.498 óbitos desde o início da pandemia.

Itália

Itália confirmou hoje mais cinco mortes associadas à covid-19, um dos menores aumentos durante a crise do novo coronavírus, e mais 190 novos casos de contágio, indicou hoje o Ministério da Saúde italiano.

Segundo os dados oficiais, o total de mortes desde o início da epidemia, a 21 de fevereiro, ascende a 35.171, com o número global de infetados a chegar aos 248.419.

Embora nas últimas 24 horas as novas infeções se tenham situado nos 190, número que se mantém em mínimos nas semanas mais recentes, marcadas por uma tendência estacionária, o número de contágios é superior aos 159 registados na segunda-feira.

No entanto, nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde italiano, o total de testes de diagnóstico foi o dobro do da véspera, quase 44.000.

Atualmente, em Itália continuam doentes 12.482 pessoas, cuja grande maioria está isolada em casa com sintomas leves ou assintomáticos, encontrando-se 41 em unidades de cuidados intensivos, segundo os dados oficiais.

Na região de Lazio (centro), que tem capital em Roma, foram confirmados 17 casos no último dia, três deles importados da Roménia, Peru e Bangladesh.

Reino Unido

Os casos de coronavírus no Reino Unido voltaram a aumentar, esta terça-feira, com as estatísticas oficiais a mostrar que o número médio diário de infeções superou os 800 pela primeira vez num mês.

Segundo confirmou o Departamento de Saúde, 670 britânicos testaram positivo, abaixo do pico de seis semanas registado ontem, segunda-feira, de 938 casos. Mas a média móvel de sete dias é agora de 802 e está em ascensão desde que caiu, no passado dia 8 de julho, para 546, o número mais baixo dos últimos quatro meses.

Os dados oficiais do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS) mostraram hoje que as mortes semanais por coronavírus na Inglaterra e no País de Gales caíram para a menor taxa desde antes do bloqueio.

Houve 217 mortes por Covid-19, registadas nos dois países na semana que terminou a 24 de julho – 2,4% de todas as mortes naquele período. Trata-se de uma queda de 26,4% em relação à semana anterior, altura em que se registaram 295 mortes em que o coronavírus foi mencionado no atestado de óbito.

A última vez que as mortes foram tão baixas foi na semana que terminou em 20 de março, antes do confinamento, altura em que se registaram 103 mortes. A título de comparação, salienta-se que mais de 1.000 pessoas morreram todos os dias no Reino Unido, durante 22 dias consecutivos, durante o auge da crise em abril.

O relatório do ONS também mostrou que o número total de vítimas confirmadas ou suspeitas é de cerca de 56 mil. As Autoridades do Departamento de Saúde dizem que o número de mortes confirmadas em laboratório – que inclui apenas vítimas que deram positivo para a doença, é 46.210.

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