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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>CaixaBI distinguido pela Euromoney como melhor banco de investimento em mercados de dívida em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:12:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O CaixaBI foi distinguido pela revista financeira Euromoney como o “Best Investment Bank for Debt Capital Markets in Portugal 2026”, durante a cerimónia dos Awards for Excellence 2026, realizada em Londres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CaixaBI foi distinguido pela revista financeira Euromoney como o “Best Investment Bank for Debt Capital Markets in Portugal 2026”, durante a cerimónia dos Awards for Excellence 2026, realizada em Londres.</p>
<p>A distinção reconhece a atuação do CaixaBI no mercado de capitais português, nomeadamente na estruturação e execução de soluções de financiamento ajustadas às necessidades dos clientes. O banco tem participado em algumas das principais emissões de dívida realizadas por empresas portuguesas, combinando conhecimento especializado, capacidade de execução e proximidade aos clientes.</p>
<p>Segundo o CaixaBI, o reconhecimento atribuído pela Euromoney “reforça o compromisso do Grupo CGD em continuar a apoiar as empresas portuguesas, contribuindo para o seu financiamento em condições mais competitivas”, escrevem em comunicado.</p>
<p>A distinção surge num contexto de crescente importância dos mercados de capitais como alternativa e complemento ao financiamento bancário, com as empresas a procurarem diversificar as suas fontes de financiamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793366]]></sapo:autor>
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		<title>Caos no Exames Nacionais: Ministro diz que digitalizações da 2.ª fase decorrem &#8220;com normalidade&#8221; e afasta novos problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Alexandre garantiu novamente que "nenhum aluno será prejudicado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caos no Exames Nacionais: Ministro diz que digitalizações da 2.ª fase decorrem &#8220;com normalidade&#8221; e afasta novos problemas</p>
<p>(EM atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793367]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sandra Felgueiras recupera apenas 8,4% do crédito no BPP e perde mais de 151 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A jornalista Sandra Felgueiras vai recuperar apenas uma pequena parte do crédito que lhe foi reconhecido no âmbito da liquidação do Banco Privado Português (BPP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista Sandra Felgueiras vai recuperar apenas uma pequena parte do crédito que lhe foi reconhecido no âmbito da liquidação do Banco Privado Português (BPP). De acordo com o mais recente mapa de rateio parcial apresentado pela comissão liquidatária da instituição fundada por João Rendeiro, a jornalista tem um crédito comum reconhecido de 165.613 euros, mas deverá receber apenas 13.911 euros, o equivalente a 8,4% desse montante, o que representa uma perda de 151.702 euros.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/sandra-felgueiras-perde-151-mil-euros-no-bpp" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a comissão liquidatária apresentou este mês a lista de rateio parcial dos créditos comuns, propondo que todos os credores abrangidos recebam 8,4% dos valores reconhecidos. Sandra Felgueiras integra a lista de cerca de 5.600 credores comuns do antigo banco. Inicialmente, a jornalista tinha reclamado um crédito de 853.392 euros, mas a comissão reconheceu apenas 192.167 euros, incluindo juros, recusando o reconhecimento dos restantes 661.224 euros. Em declarações anteriormente prestadas ao jornal 24 Horas, que divulgou o valor inicialmente reclamado, Sandra Felgueiras esclareceu que esse montante correspondia a um único investimento realizado pelo pai, o advogado José Augusto de Sousa Oliveira, numa conta bancária com três titulares, da qual era cotitular, sublinhando: &#8220;Não tenho esse dinheiro, nem nunca tive&#8221;.</p>
<p>A mesma documentação inclui igualmente os nomes do pai e do tio da jornalista, Joaquim Azemiro de Sousa Oliveira, que reclamaram ambos créditos de 853.392 euros. Ao pai de Sandra Felgueiras foi inicialmente reconhecido um crédito de 390.831 euros, incluindo juros, enquanto ao tio foram reconhecidos 198.607 euros. Na mais recente lista de credores comuns, já após os ajustamentos efetuados no processo de liquidação, o pai surge com um crédito reconhecido de 362.626 euros, do qual receberá 30.460 euros, enquanto o tio tem reconhecido um crédito de 172 mil euros, recebendo 14.400 euros. Em ambos os casos, o valor corresponde igualmente a 8,4% dos montantes reconhecidos.</p>
<p>Os créditos comuns agora considerados pela comissão liquidatária já refletem os montantes anteriormente pagos através do Sistema de Indemnização de Investidores (SII), que assegura uma compensação máxima de 25 mil euros por investidor, bem como do Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), mecanismo que protege depósitos bancários até ao limite de 100 mil euros por depositante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793360]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Contratos públicos atingem máximo de cinco anos e ajustes diretos representam quase metade dos negócios do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado celebrou, em 2025, o maior número de contratos públicos dos últimos cinco anos, impulsionado pela execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado celebrou, em 2025, o maior número de contratos públicos dos últimos cinco anos, impulsionado pela execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). No total, foram reportados 254.685 contratos públicos, que representam um valor global de 24,77 mil milhões de euros, mais 6,3 mil milhões do que em 2024, com os ajustes diretos e as consultas prévias a continuarem a dominar os procedimentos de contratação, num volume de negócios que já equivale a cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/contratos-do-estado-disparam-e-metade-sao-ajustes-diretos/18109216" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, o mais recente Relatório Anual da Contratação Pública em Portugal mostra que, face a 2024, o número de contratos de aquisição de bens e serviços aumentou 14%, enquanto os contratos de empreitadas e obras cresceram 16%. Ao longo do ano, 5.517 entidades públicas contrataram um total de 48.342 empresas e pessoas singulares, atingindo o nível mais elevado desde 2021.</p>
<p>Os ajustes diretos voltaram a ser o mecanismo mais utilizado, com 112.021 contratos celebrados, aos quais se somam 42.019 consultas prévias, procedimento em que pelo menos três entidades são convidadas a apresentar propostas. Em conjunto, estas duas modalidades representam 70,39% de todos os procedimentos realizados. Ainda assim, são os concursos públicos que concentram o maior volume financeiro, totalizando cerca de 18,4 mil milhões de euros adjudicados. Para Miguel Ângelo Rodrigues, vice-presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, o crescimento está diretamente ligado à necessidade de acelerar a execução do PRR. &#8220;Houve uma pressão nas instituições para executar. Houve um acumular de verbas que iria pôr em causa a execução financeira e física de alguns projetos e isso levou à explosão destes procedimentos&#8221;, explicou o especialista, defendendo igualmente que o aumento dos limites para os ajustes diretos introduzido pela recente reforma da contratação pública contribuiu para uma maior eficiência na aplicação dos fundos. Como exemplificou, em alguns centros de investigação &#8220;o procedimento é tão dantesco que as instituições acabavam por abdicar das verbas, porque já não dava tempo e administrativamente ultrapassavam-se os prazos&#8221;, admitindo, contudo, que o número de contratos deverá diminuir significativamente nos próximos anos à medida que a execução do PRR se aproxima do fim.</p>
<p>As empreitadas de obras públicas continuam a representar a maior fatia da contratação pública, sobretudo através do segmento da construção, que concentrou 16.485 contratos no valor de 8,2 mil milhões de euros. Em seguida surgem os contratos relativos a equipamento médico, medicamentos e produtos para cuidados pessoais, com 4,2 mil milhões de euros, e os de equipamento e produtos auxiliares de transporte, que totalizaram cerca de 1,4 mil milhões. No plano internacional, a esmagadora maioria dos contratos foi adjudicada a empresas sediadas em Portugal, embora tenham sido celebrados 1.637 contratos com entidades da União Europeia e outros 724 com empresas de países terceiros. Espanha lidera destacadamente entre os adjudicatários estrangeiros, com 833 contratos, seguindo-se Reino Unido (187), Alemanha (178), Estados Unidos (175) e França (161), enquanto, fora da União Europeia, também se destacam países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe.</p>
<p>O relatório recorda ainda que o Portal Base continua a centralizar toda a informação relativa aos contratos públicos celebrados em Portugal e que a recente reforma da contratação pública aumentou os limites para recurso ao ajuste direto, permitindo que, no caso das empreitadas de construção, este procedimento possa agora ser utilizado em contratos até 150 mil euros. Em 2025 foram celebrados mais 32.015 contratos do que no ano anterior, consolidando um crescimento que, segundo os dados oficiais, ficou fortemente associado à necessidade de executar os investimentos financiados pelo PRR.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793355]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lince Capital compra fábrica de fornos de cerâmica em Leiria numa operação de MBO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lince-capital-compra-fabrica-de-fornos-de-ceramica-em-leiria-numa-operacao-de-mbo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:46:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Lince capital]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lince Capital adquiriu, através do Lince Growth Fund I e em parceria com a equipa de gestão da empresa, 100% do capital da Induzir, fabricante portuguesa de fornos e equipamentos térmicos industriais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lince Capital adquiriu, através do Lince Growth Fund I e em parceria com a equipa de gestão da empresa, 100% do capital da Induzir, fabricante portuguesa de fornos e equipamentos térmicos industriais.</p>
<p>A operação foi realizada através de um management buyout (MBO) e tem como objetivo acelerar o crescimento da empresa nos mercados internacionais.</p>
<p>Sediada na Batalha, no distrito de Leiria, a Induzir é líder em Portugal no fornecimento de fornos e equipamentos térmicos para a indústria cerâmica, trabalhando com os principais produtores nacionais do setor. A empresa conta com várias décadas de experiência e aposta no desenvolvimento de soluções de elevada eficiência energética.</p>
<p>Entre os projetos mais recentes está a instalação de um forno híbrido, disponível para ensaios de validação industrial, capaz de funcionar com diferentes vetores energéticos, incluindo eletricidade, gás natural, hidrogénio verde, biometano e misturas de gases. O equipamento pode ainda operar em modo híbrido, combinando eletricidade e combustão, permitindo maior flexibilidade operacional e contribuindo para os objetivos de descarbonização da indústria.</p>
<p>A aquisição surge num contexto de perspetivas de crescimento para o mercado global de equipamentos destinados à indústria cerâmica, impulsionado pela modernização das unidades industriais, pela procura de soluções energeticamente mais eficientes e pela expansão da utilização de materiais cerâmicos noutros setores.</p>
<p>O investimento na Induzir acontece seis meses depois de a Lince Capital ter adquirido uma participação de 25% na também leiriense MLC, principal fornecedora de equipamentos industriais para o setor da cerâmica em Portugal. A empresa exporta atualmente 50% da sua produção para mercados como o Reino Unido, França, Egito, Tailândia, Colômbia e Brasil.</p>
<p>“A aquisição, realizada em parceria com elementos da anterior estrutura da empresa, assume agora a liderança da Induzir, permitindo assegurar a continuidade do conhecimento técnico e da cultura organizacional da empresa, garantindo simultaneamente as condições necessárias para uma nova fase de crescimento em Portugal e em mercados internacionais”, afirma Lourenço Mayer, Head of Growth Funds da Lince Capital.</p>
<p>Com esta operação, a sociedade de capital de risco pretende consolidar a posição de liderança da Induzir no mercado nacional, acelerar a expansão internacional e reforçar a estrutura organizacional, a capacidade de engenharia e o investimento em inovação.</p>
<p>“Este investimento não só valida, mas também consolida o extraordinário percurso que a Induzir construiu ao longo de três décadas. Esta nova etapa permitirá adequar as condições e a capacidade operacional com o objetivo de dar um novo salto de crescimento, em particular fora de Portugal, e continuar a inovar num setor cada vez mais exigente”, afirma Nuno Vitorino, administrador da Induzir.</p>
<p>A nova equipa de gestão operacional é liderada por Nuno Vitorino, Carlos Lopes, Paulo Ferreira, Telmo Franco e Samuel Sousa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793347]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lajes do Pico cria parque empresarial com capacidade para 20 empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Municipal das Lajes do Pico, na ilha do Pico, Açores, está a executar as obras da segunda fase do parque empresarial da Silveira/São João, para permitir a instalação de 20 empresas, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal das Lajes do Pico, na ilha do Pico, Açores, está a executar as obras da segunda fase do parque empresarial da Silveira/São João, para permitir a instalação de 20 empresas, foi hoje divulgado.</p>
<p>Segundo a presidente da autarquia, Ana Brum (PS), a obra, que é desejada &#8220;há mais de 30 anos&#8221;, representa um investimento global de 2,7 milhões de euros e deve ficar concluída em janeiro de 2027.</p>
<p>&#8220;A obra do parque empresarial é uma obra desejada pelo concelho e pelos seus munícipes há mais de 30 anos. Tem-se falado ao longo das últimas décadas sobre a importância vital [do empreendimento], mas a verdade é que nunca se tomou esse passo para poder dar um lugar e condições às nossas empresas para que possam florescer. E foi isso que foi feito&#8221;, disse hoje Ana Brum à agência Lusa.</p>
<p>O parque empresarial fica localizado no sítio do Mistério da Silveira, na Freguesia de São João, e permitirá que 20 empresas &#8220;se possam sediar ou ter melhores espaços&#8221; no concelho das Lajes do Pico.</p>
<p>A primeira fase da obra, relacionada com a terraplanagem, começou no dia 25 de fevereiro de 2025 e já foi concluída. A segunda fase, que envolve a marcação dos lotes e a instalação de redes de águas e esgotos, eletricidade e comunicações, arrancou em janeiro e tem o prazo de execução de um ano.</p>
<p>A empreitada foi candidatada ao programa PO 2030 e estará concluída em janeiro de 2027.</p>
<p>&#8220;Entretanto, já fizemos o concurso público dos lotes e já foram vendidos oito dos 20 lotes, sendo que desses 20 lotes [de mil metros quadrados de área] 10 ainda estão por desmatar. Ou seja, dos dez lotes que já estavam terraplanados e divididos, oito já foram vendidos em hasta pública e isso dá-nos realmente uma grande felicidade, porque significa que realmente havia esse desejo do parque e essa necessidade para o concelho&#8221;, referiu.</p>
<p>A presidente do município acrescentou que as empresas são muito importantes, porque &#8220;são elas que desenvolvem a economia, são as empresas que criam postos de trabalho e que geram riqueza&#8221;.</p>
<p>&#8220;E o município estará sempre ao lado das empresas, criando as oportunidades que sejam necessárias para poder apoiá-las naquilo que sejam as suas maiores necessidades&#8221;, vincou Ana Brum.</p>
<p>O novo espaço empresarial acolherá empresas de fora do concelho e outras já existentes no território que pretendam alargar o seu âmbito e criar novas atividades.</p>
<p>Para o efeito, foi criado um regulamento, já aprovado pela Assembleia Municipal, que possui &#8220;valores atrativos&#8221; para que as empresas possam fixar-se nas Lajes do Pico, disse a autarca à Lusa.</p>
<p>A autarquia das Lajes do Pico referiu em comunicado que a concretização do projeto representa &#8220;um forte investimento no desenvolvimento económico e na vitalidade&#8221; do tecido empresarial, &#8220;garantindo as condições adequadas para quem procura investir, inovar e empreender&#8221; na região.</p>
<p>&#8220;Através desta infraestrutura de excelência, o executivo municipal tem como forte convicção que será possível dinamizar a economia local e, acima de tudo, promover a criação de novos postos de trabalho, assegurando mais e melhores oportunidades de futuro para todos os munícipes&#8221;, indicou o município da ilha do Pico, no grupo Central dos Açores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793341]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greenvolt vende projeto solar na Hungria por 64,2 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greenvolt-vende-projeto-solar-na-hungria-por-642-milhoes-de-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:24:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt Power assinou um acordo para a venda do projeto Kira, um parque solar fotovoltaico com uma capacidade de 57,47 MWp, localizado em Királyegyháza, no sul da Hungria, ao Grupo PPC, por 64,2 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt Power assinou um acordo para a venda do projeto Kira, um parque solar fotovoltaico com uma capacidade de 57,47 MWp, localizado em Királyegyháza, no sul da Hungria, ao Grupo PPC, por 64,2 milhões de euros.</p>
<p>O parque solar está em operação comercial desde julho de 2024 e beneficia de uma tarifa garantida (feed-in tariff) ao abrigo do regime húngaro &#8220;KÁT&#8221;, válida por 25 anos. O projeto conta ainda com um financiamento de projeto de 35,5 milhões de euros.</p>
<p>A conclusão da transação está prevista para ocorrer até ao final de 2026. O Grupo PPC terá também uma opção para adquirir um sistema de armazenamento de energia por baterias (BESS) co-localizado, com uma capacidade de 49,1 MW/196,2 MWh, estando esta operação condicionada à obtenção do estatuto Ready-to-Build (RTB).</p>
<p>&#8220;A Hungria tornou-se um mercado particularmente dinâmico para a Greenvolt e esta venda demonstra a solidez da nossa plataforma no país e o nosso compromisso em acelerar a transição energética na Europa Central e de Leste&#8221;, afirmou João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt. O responsável acrescentou que a operação demonstra a capacidade da empresa para desenvolver e entregar ativos de energias renováveis em vários mercados europeus.</p>
<p>Para Spiros Martinis, CEO da Greenvolt International Power, a transação &#8220;reflete a crescente confiança dos investidores internacionais na qualidade&#8221; do pipeline da empresa e reforça o posicionamento da Greenvolt na Hungria.</p>
<p>O comprador é uma empresa do Grupo PPC, maior produtor de eletricidade da Grécia, operador da rede de distribuição elétrica do país e um dos principais fornecedores de energia, que tem vindo a expandir a sua presença nos Balcãs e na Europa Central e do Sudeste.</p>
<p>A venda acontece poucas semanas depois de a Greenvolt ter inaugurado o Buj BESS, atualmente o maior sistema autónomo de armazenamento de energia por baterias em operação na Hungria, com uma capacidade de 99,8 MW/288,6 MWh.</p>
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		<title>Greenvolt vende projeto solar na Hungria por 64,2 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:23:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A energética Greenvolt vendeu um parque solar fotovoltaico na Hungria ao grupo grego PPC por 64,2 milhões de euros, numa operação cuja conclusão está prevista até ao final de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A energética Greenvolt vendeu um parque solar fotovoltaico na Hungria ao grupo grego PPC por 64,2 milhões de euros, numa operação cuja conclusão está prevista até ao final de 2026.</p>
<p>Em comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa indicou que, através da subsidiária Greenvolt Power, celebrou um acordo para vender o Projeto Kira à PPC S.A., empresa do grupo energético grego PPC.</p>
<p>O Projeto Kira é um parque solar fotovoltaico com uma capacidade instalada de 57,47 megawatts (MW), localizado em Királyegyháza, no sul da Hungria.</p>
<p>Segundo a Greenvolt, a conclusão da transação deverá ocorrer até ao final de 2026, dependendo do cumprimento das condições contratuais habituais para este tipo de operações.</p>
<p>A empresa sublinhou que a venda está alinhada com a estratégia de rotação de ativos e demonstra a capacidade do grupo para originar, desenvolver e construir projetos de energia renovável de grande escala.</p>
<p>Na quinta-feira, a energética reforçou uma linha de crédito com novo financiamento de 157,5 milhões de euros, dinheiro que servirá para apoiar a estratégia crescimento da empresa.</p>
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		<title>Governo prepara saída de 17 empresas e relatório recomenda novas privatizações com encaixe de até 22 milhões de euros</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:23:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo já autorizou a alienação das participações do Estado em 17 empresas, sobretudo posições residuais, muitas delas inferiores a 1%, e tem em mãos um relatório que recomenda novas vendas de ativos considerados não estratégicos, com um potencial encaixe estimado em cerca de 22 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo já autorizou a alienação das participações do Estado em 17 empresas, sobretudo posições residuais, muitas delas inferiores a 1%, e tem em mãos um relatório que recomenda novas vendas de ativos considerados não estratégicos, com um potencial encaixe estimado em cerca de 22 milhões de euros. Entre as empresas cuja alienação já foi aprovada encontram-se participações na Nos, CTT, Navigator, Almonda (fábrica da Renova), Cooperativa Cultural Recreativa da Gafanha da Nazaré e Matadouro Regional do Barroso e Alto Tâmega, embora o Executivo já tenha optado por soluções diferentes em dois dos casos inicialmente identificados para venda.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/24/economia/noticia/governo-ja-decidiu-sair-17-empresas-grupo-trabalho-recomenda-vendas-2182806" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, citando informações do Ministério das Finanças e o relatório final do grupo de trabalho criado em 2024 para avaliar as empresas do setor empresarial do Estado, encontra-se em curso o processo de alienação de várias participações pertencentes à carteira acessória da Entidade do Tesouro e Finanças, incluindo participações cotadas em bolsa. O documento, concluído em março e divulgado esta quinta-feira, analisou 110 empresas e classificou 102 como estratégicas, recomendando a alienação integral de oito consideradas não estratégicas através de processos concorrenciais transparentes. O grupo defende que estas operações poderão contribuir para reduzir a dívida pública, embora o Governo não esteja obrigado a seguir todas as recomendações.</p>
<p>Entretanto, o Executivo já tomou decisões diferentes relativamente a duas dessas empresas. Em vez de proceder à venda, integrou a EDMI – Empresa de Projetos Imobiliários na nova Agência da Geologia e Energia e avançou para a liquidação da Imofundos, empresa que passou para a esfera do Estado após a nacionalização do BPN. Estas duas operações retiram do potencial encaixe cerca de 5,8 milhões de euros inicialmente estimados pelo grupo de trabalho. Entre os ativos ainda apontados para alienação destacam-se a Circuito Estoril, gestora do Autódromo do Estoril, avaliada em cerca de sete milhões de euros, a Mobi.E (2,6 milhões), a Metrocom (3,5 milhões), a Fernave (2,2 milhões), além da Saros e da Ecosaúde, com valores inferiores.</p>
<p>O relatório dedica também uma análise específica à participação superior a 8% que o Estado detém na Galp Energia, através da Parpública. Apesar de a empresa não ser classificada como estratégica, os especialistas não recomendam a sua venda imediata, defendendo antes uma avaliação rigorosa que equilibre as necessidades financeiras do Estado com o valor estratégico da participação. O documento sublinha que a posição garante dividendos e permite ao Estado manter um acompanhamento relevante em matérias ligadas ao abastecimento e à transição energética, embora reconheça que uma eventual alienação poderia contribuir para reduzir a dívida pública, à semelhança do impacto obtido com a venda da participação estatal no Novo Banco. O grupo de trabalho recomenda ainda encontrar alternativas para maximizar o valor do Hospital da Cruz Vermelha e admite a entrada de investidores privados minoritários em entidades como a idD Portugal Defence e o Banco Português de Fomento.</p>
<p>No total, das 110 empresas analisadas, apenas oito foram consideradas não estratégicas, enquanto as restantes 102 deverão permanecer na esfera do Estado devido ao seu papel na execução de políticas públicas, à relevância para a soberania nacional ou aos riscos associados à segurança. O relatório aponta ainda para uma possível reorganização do setor empresarial do Estado, incluindo a centralização da gestão do património imobiliário na Estamo e a participação minoritária de municípios em algumas empresas, como a Parques de Sintra – Monte da Lua. Paralelamente, o Governo mantém em preparação um fundo soberano destinado a concentrar participações em empresas estratégicas de setores como a energia e as concessões aeroportuárias, embora ainda não tenham sido revelados mais detalhes sobre esse projeto.</p>
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		<title>Sánchez fala em &#8220;situação dramática&#8221; em várias regiões de Espanha devido a fogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:23:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Espanha disse hoje que há "uma situação dramática" em várias províncias do país por causa dos fogos florestais, que levaram à declaração do estado de emergência na região de Madrid e Ávila.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro de Espanha disse hoje que há &#8220;uma situação dramática&#8221; em várias províncias do país por causa dos fogos florestais, que levaram à declaração do estado de emergência na região de Madrid e Ávila.</p>
<p>&#8220;Estamos a viver uma situação dramática, não apenas em diferentes províncias espanholas, como também em comarcas de países vizinhos&#8221;, escreveu Pedro Sánchez, na rede social X.</p>
<p>O líder do Governo espanhol disse que os incêndios &#8220;estão a arrasar milhares de hectares e a afetar diversas povoações&#8221; e pediu &#8220;muita precaução&#8221; e para serem seguidas as indicações das autoridades.</p>
<p>O ministro espanhol do Interior, Fernando Grande-Marlaska, declarou na quinta-feira à noite o estado de emergência nacional nas províncias de Madrid e Ávila devido à &#8220;evolução dos incêndios florestais&#8221;.</p>
<p>A decisão foi tomada face às proporções dos incêndios nos municípios de Villa del Prado e San Martín de Valdeiglesias (Madrid) e Burgohondo (Ávila)&#8221;, às condições meteorológicas &#8220;particularmente adversas&#8221;, e à &#8220;necessidade&#8221; de mobilizar &#8220;um volume significativo de recursos&#8221; de diferentes administrações públicas.</p>
<p>O governo regional de Madrid disse hoje que às 07:00 locais (06:00 em Lisboa) &#8220;os três fogos simultâneos que afetam a região&#8221; continuavam &#8220;sem estar circunscritos nem controlados&#8221;, embora os trabalhos de combate durante a noite e madrugada terem tido bons resultados.</p>
<p>&#8220;As condições meteorológicas, fundamentalmente o vento, complicarão os trabalhos de extinção esta sexta-feira&#8221;, acrescentaram as autoridades regionais, num comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, 10 mil pessoas de vários municípios retiradas de casa por precaução na quinta-feira continuam deslocadas.</p>
<p>&#8220;Hoje o perigo de incêndios continuará a ser muito alto ou extremo na maior parte do território apesar da descida das temperaturas&#8221;, disse, por seu turno, a Agência Estatal de Meteorologia espanhola (Aemet).</p>
<p>Este ano já arderam perto de 130.000 hectares em Espanha, segundo o sistema europeu EFFIS.</p>
<p>Em 2025, arderam mais de 393.000 hectares, na maior área ardida num ano de que há registo no país.</p>
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		<title>Bolsas europeias em alta com barril do petróleo a baixar dos 100 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:11:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito no Irão, cuja tensão provocou na quinta-feira novos aumentos do preço do petróleo, com o barril a ultrapassar os 100 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito no Irão, cuja tensão provocou na quinta-feira novos aumentos do preço do petróleo, com o barril a ultrapassar os 100 dólares.</p>
<p>Às 08:40 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,34% para 641,52 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,25%, 0,26% e 0,63%, bem como as de Madrid e Milão, que se valorizavam 0,71% e 0,50%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,10% para 9.261,50 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,18% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1400 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Nesta sessão, os investidores estão atentos à evolução do preço do petróleo após a décima terceira noite de ataques dos EUA contra o Irão.</p>
<p>O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, desce 1,85% para 98,83 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), cede 1,80% para 90,53 dólares.</p>
<p>No mesmo sentido, o gás natural no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, recua 0,89% para 61,350 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam com quedas de 0,97% e de 2,15% na quinta-feira, e os futuros registam subidas de 0,35% para o primeiro e de 0,96 para o segundo.</p>
<p>O preço do ouro também regista uma subida de 0,37% e a onça está a ser negociada a 4.052,34 dólares, enquanto a onça de prata avança 1,36% para 58,3782 dólares.</p>
<p>Na Ásia, o índice sul-coreano Kospi fechou com uma queda de 5,72%; o Nikkei de Tóquio fechou com uma baixa de 2,73% afetado pelas tecnológicas e pela incerteza no Médio Oriente, a bolsa de Xangai caiu 1,61%, a de Shenzhen, 2,47% e o Hang Seng de Hong Kong desce 1,21% pouco antes do final da sessão.</p>
<p>No mercado da dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos invertia a tendência das últimas sessões e descia, designadamente para 3,188%, depois de ter fechado em 3,202% na sessão anterior.</p>
<p>Nesta sessão, os investidores estarão atentos à publicação por parte da S&amp;P Global das leituras preliminares de julho dos índices avançados de atividade, os PMI manufatureiros e de serviços, correspondentes à zona euro, Alemanha, França, Reino Unido e EUA, dado que chega após o BCE ter decidido manter as três taxas diretoras na quinta-feira, ganhando força um aumento de 25 pontos base na próxima reunião que o organismo realizará no início de setembro.</p>
<p>No mercado das criptomoedas, a bitcoin sobe 0,78% para 65.611,7 dólares.</p>
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		<title>Salários, licenças parentais e plataformas digitais vão obrigar a nova revisão da lei laboral</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano depois de o Governo ter aprovado o anteprojeto da reforma da lei laboral, que acabaria por cair na votação na generalidade, continuam a acumular-se dossiês que obrigam a uma nova revisão da legislação do trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano depois de o Governo ter aprovado o anteprojeto da reforma da lei laboral, que acabaria por cair na votação na generalidade, continuam a acumular-se dossiês que obrigam a uma nova revisão da legislação do trabalho. Entre as matérias pendentes destacam-se a transposição de diretivas europeias sobre transparência salarial, salários mínimos adequados e trabalho em plataformas digitais, bem como a iniciativa legislativa de cidadãos que defende o alargamento da licença parental. Em comum, todas estas questões poderão ter impacto nas empresas, nos trabalhadores e na organização do mercado laboral.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/emprego/lei-laboral/detalhe/salarios-licencas-plataformas-temas-que-vao-obrigar-a-olhar-para-a-lei-laboral" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, a necessidade de rever a legislação não resulta apenas da iniciativa do Governo, dos parceiros sociais ou dos sindicatos. A pressão surge sobretudo da obrigação de transpor diretivas comunitárias ainda em falta e de uma iniciativa legislativa de cidadãos subscrita por 42,5 mil assinaturas válidas, que voltou a colocar o alargamento da licença parental na agenda parlamentar, depois de a reforma laboral proposta pelo Executivo não ter avançado.</p>
<p>Um dos processos mais urgentes prende-se com a diretiva europeia da transparência salarial, em vigor desde 2023 e cujo prazo de transposição terminou a 7 de junho. O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social adiantou ao jornal que o diploma necessário para transpor esta legislação já se encontra &#8220;em circuito legislativo&#8221;. As novas regras reforçam a legislação portuguesa existente desde 2019 sobre igualdade salarial e vão aplicar-se tanto ao setor privado como ao setor público. Entre as principais novidades está a obrigatoriedade de os empregadores divulgarem, antes da entrevista ou no anúncio de emprego, o salário ou intervalo salarial da função, deixando também de poder questionar os candidatos sobre o respetivo histórico remuneratório. Os trabalhadores passam igualmente a ter direito a receber, por escrito, informação sobre a sua remuneração individual e sobre os níveis médios de remuneração, discriminados por sexo, para funções iguais ou de igual valor. A diretiva reforça ainda os mecanismos de acesso à justiça e prevê regras claras de indemnização em casos de discriminação salarial. A BusinessEurope pediu entretanto à Comissão Europeia a suspensão da aplicação destas regras durante dois anos, mas Bruxelas recusou esse pedido. Paralelamente, Portugal enfrenta já um processo de infração por transposição incompleta da diretiva relativa à previsibilidade das condições de trabalho, mantendo igualmente por transpor a diretiva sobre salários mínimos adequados.</p>
<p>Outra das matérias pendentes diz respeito ao alargamento da licença parental. A iniciativa legislativa de cidadãos, apresentada inicialmente em julho de 2023 para garantir uma licença de seis meses paga a 100% mesmo sem partilha entre os progenitores, foi aprovada na generalidade, mas acabou por caducar após sucessivos adiamentos dos trabalhos parlamentares. O projeto voltou a dar entrada posteriormente, sustentado por 42,5 mil assinaturas reconhecidas como válidas, tendo sido novamente aprovado na generalidade em janeiro, desta vez com a abstenção de PSD e CDS e os votos favoráveis dos restantes partidos. No entanto, voltou a ficar suspenso enquanto se aguardava pela reforma laboral que nunca chegou à fase de especialidade. Entretanto, o próprio Governo incluiu no seu anteprojeto uma solução alternativa, propondo seis meses de licença pagos a 100%, mas apenas nos casos em que exista partilha da licença nos últimos 60 dias. Em audição parlamentar realizada esta semana, a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, defendeu essa proposta ou outra &#8220;semelhante&#8221;, justificando a exigência de partilha com objetivos de promoção da igualdade de género e referindo também preocupações relacionadas com o impacto orçamental. O projeto de cidadãos prevê igualmente o alargamento da licença exclusiva obrigatória do pai de 28 para 56 dias. As votações na especialidade estão atualmente agendadas para setembro.</p>
<p>Também o regime aplicável às plataformas digitais deverá voltar ao debate legislativo devido à necessidade de transpor a diretiva europeia sobre as condições de trabalho neste setor até 2 de dezembro. Teresa Coelho Moreira, professora da Universidade do Minho e uma das coordenadoras do Livro Verde para o Futuro do Trabalho, considera que a legislação portuguesa aprovada em maio de 2023 continua incompleta, defendendo que a diretiva adota um conceito mais amplo de plataforma digital e que a lei nacional continua sem regulamentar matérias relacionadas com a gestão algorítmica. Entre os direitos previstos pela legislação europeia encontra-se o acesso dos trabalhadores a explicações claras sobre decisões tomadas ou apoiadas por sistemas automatizados. Já Pedro Madeira de Brito, advogado, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e coordenador do grupo de trabalho criado pelo Governo para preparar a reforma laboral, entende que não existe uma necessidade imediata de alterar a definição legal de plataforma para efeitos de presunção de contrato de trabalho, embora reconheça que a gestão algorítmica ultrapassa o universo das plataformas digitais e envolve igualmente matérias relacionadas com proteção de dados e inteligência artificial. Ainda assim, considera existir necessidade de regulamentação específica que torne efetiva a qualificação das relações de trabalho subordinado neste setor. Questionado sobre este tema, o Ministério do Trabalho não respondeu ao Negócios.</p>
<p>Com a reforma laboral global inviabilizada, estes processos legislativos deverão regressar à agenda política nos próximos meses, impulsionados tanto pelas obrigações decorrentes da legislação europeia como pelas iniciativas parlamentares já em curso, obrigando novamente o Parlamento e o Governo a revisitar a lei laboral portuguesa.</p>
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		<title>Irão: Anunciados novos ataques a bases norte-americanas na Jordânia e no Bahrein</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Forças Armadas iranianas anunciaram hoje que atacaram com drones bases militares norte-americanas na Jordânia e no Bahrein, na décima terceira noite consecutiva de bombardeamentos norte-americanos em solo iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas iranianas anunciaram hoje que atacaram com drones bases militares norte-americanas na Jordânia e no Bahrein, na décima terceira noite consecutiva de bombardeamentos norte-americanos em solo iraniano.</p>
<p>&#8220;Esta manhã, drones &#8216;kamikaze&#8217; Arash atacaram tanques de combustível, grandes armazéns, silos e quartéis localizados em bases pertencentes às forças norte-americanas na base aérea de Isa, no Bahrein&#8221;, declarou o gabinete de relações públicas do Exército num comunicado divulgado pela televisão estatal iraniana.</p>
<p>Além disso, no âmbito da operação militar, um hangar na base aérea de Al-lAzraq, na Jordânia, foi também alvo de ataques de drones iranianos.</p>
<p>&#8220;Os mercenários militares norte-americanos estavam ali escondidos&#8221;, referiu o comunicado, acrescentando que &#8220;qualquer ação que ameace os interesses legítimos e legais da nação e o sistema sagrado da República Islâmica do Irão prejudicará a segurança e os interesses económicos de outros países da região&#8221;.</p>
<p>As autoridades do Bahrein confirmaram a ativação dos sistemas de alerta em todo o país, em antecipação de possíveis ataques.</p>
<p>&#8220;Os cidadãos e residentes devem manter a calma e dirigir-se para o local seguro mais próximo&#8221;, afirmou o Ministério do Interior num comunicado divulgado nas redes sociais.</p>
<p>Já as forças norte-americanas realizaram hoje ataques aéreos contra o quartel-general da Marinha da Guarda Revolucionária no norte do Irão, sem causar vítimas, segundo as autoridades locais citadas pela agência de notícias IRNA.</p>
<p>&#8220;Esta manhã, o quartel-general das forças navais do Corpo da Guarda Revolucionária em Zibakenar foi atingido por projéteis do inimigo norte-americano, danificando algum equipamento&#8221;, disse o responsável provincial Ali Bagheri.</p>
<p>Zibakenar, uma cidade turística no Mar Cáspio, situa-se a cerca de 350 quilómetros de Teerão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793313]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Mapfre sobe 9,4% no primeiro semestre para 624 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:42:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A seguradora Mapfre teve lucros de 624 milhões de euros até junho, mais 9,4% do que no primeiro semestre do ano passado, revelou hoje a empresa espanhola, que está presente em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seguradora Mapfre teve lucros de 624 milhões de euros até junho, mais 9,4% do que no primeiro semestre do ano passado, revelou hoje a empresa espanhola, que está presente em Portugal.</P><br />
<P>Segundo os resultados que comunicou hoje à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) de Espanha, as receitas da Mapfre aumentaram 1,5% na primeira metade do ano, para 19.007 milhões de euros.</P><br />
<P>O volume das apólices cresceu 1,1% no mesmo período, para 16.130 milhões de euros.</P><br />
<P>A seguradora destacou o desempenho na Península Ibérica, onde os lucros ascenderam a 279 milhões de euros no primeiro semestre (mais 16,6%) e o valor das apólices alcançou 5.978 milhões de euros (menos 0,5%).</P><br />
<P>A Mapfre, que também está presente no continente americano, revelou hoje que estima que os terremotos de há um mês na Venezuela tenham um impacto de pelo menos 24,8 milhões de euros na empresa.</P><br />
<P>A seguradora referiu também impactos nos resultados do primeiro semestre associados às tempestades em Portugal e Espanha em fevereiro.</P><br />
<P>O grupo de seguros teve um lucro líquido recorde de 1.079 milhões de euros em 2025, mais 19,6% do que no ano anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793302]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Volkswagen caíram 30,7% para 3.103 milhões de euros no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:29:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os lucros do grupo Volkswagen caíram 30,7%, para 3.103 milhões, no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período de 2025, informou a empresa, num comunicado hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros do grupo Volkswagen caíram 30,7%, para 3.103 milhões, no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período de 2025, informou a empresa, num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>A receita da empresa, que está a concretizar um plano de redução de pessoal que afeta milhares de funcionários, caiu 0,2% no primeiro semestre do ano, para 158.102 milhões, enquanto o lucro operacional (EBIT) caiu 11,6%, para 5.931 milhões.</P><br />
<P>No segundo trimestre, o lucro líquido caiu ainda mais em comparação com o mesmo período de 2025, reduzindo 32,9%, para 1.538 milhões de euros, enquanto a receita subiu apenas 2%, para 82.444 milhões. </P><br />
<P>Em comunicado, a empresa reconhece &#8220;um ambiente de mercado desafiador&#8221;, embora tenha destacado que a receita permaneceu &#8220;praticamente no mesmo nível&#8221; que nos primeiros seis meses de 2025, quando atingiu os 158.364 milhões.</P><br />
<P>O Grupo Volkswagen, o maior fabricante automóvel europeu, tem um plano de redução de pessoal em andamento, apresentado em 2025, que afeta um total de 50.000 funcionários, a maioria deles da marca Volkswagen (35.000) e o restante da Audi e da Porsche.</P><br />
<P>Recentemente, o diretor executivo da empresa, Oliver Blume, comentou numa entrevista interna da empresa, à qual a revista Der Spiegel teve acesso, que estava a considerar novos cortes, de até 50.000 postos de trabalho em todo o mundo. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793299]]></sapo:autor>
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		<title>Banco Sabadell diminui lucros em 0,5% no primeiro semestre para 971 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:24:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O banco espanhol Sabadell teve lucros de 971 milhões de euros no primeiro semestre, menos 0,5% do que no mesmo período do ano passado, anunciou hoje o grupo financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O banco espanhol Sabadell teve lucros de 971 milhões de euros no primeiro semestre, menos 0,5% do que no mesmo período do ano passado, anunciou hoje o grupo financeiro.</P><br />
<P>O resultado na primeira metade do ano teve o impacto de duas operações extraordinárias: a venda da filial britânica no Reino Unido (TSB) e um programa de pré-reformas em Espanha.</P><br />
<P>No primeiro caso, o impacto é positivo, com mais-valias líquidas de 322 milhões de euros geradas pela venda do TSB ao também espanhol Santander.</P><br />
<P>Quanto ao programa de pré-reformas, está a gerar um impacto negativo, devido aos gastos extraordinários que tem associados.</P><br />
<P>Sem ter em conta os impactos extraordinários, os lucros recorrentes (comparáveis) do Sabadell, que tem sede na Catalunha, nordeste de Espanha, foi 691 milhões de euros no primeiro semestre, menos 14,1% do que no mesmo período de 2025.</P><br />
<P>O banco sublinhou hoje que, porém, o segundo trimestre do ano já foi de crescimento de lucros, comparando com os mesmos meses de 2025 (mais 8,4%).</P><br />
<P>O Sabadell teve lucros de 1.775 milhões de euros em 2025, menos 2,8% do que no ano anterior.</P><br />
<P>A queda dos lucros ocorreu num contexto de queda das taxas de juros e num ano em que o Sabadell vendeu a filial britânica (TBS) por 2.650 milhões de libras (3.000 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o banco, sem impactos extraordinários, que calcula em 109 milhões de euros, os lucros em 2025 teriam aumentado 3,4%.</P><br />
<P>O Sabadell, fundado em 1881 na cidade catalã do mesmo nome e o quarto maior banco de Espanha, viveu também no ano passado um período em que foi alvo de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) hostil por parte do também espanhol BBVA, operação que falhou em outubro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793297]]></sapo:autor>
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		<title>Meliá encerra hoje todas as operações em Cuba após agravamento das sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:15:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cadeia hoteleira espanhola Meliá Hotels International põe esta sexta-feira um ponto final à sua atividade em Cuba, encerrando todas as operações na ilha ao fim de vários anos de presença no mercado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia hoteleira espanhola Meliá Hotels International põe esta sexta-feira um ponto final à sua atividade em Cuba, encerrando todas as operações na ilha ao fim de vários anos de presença no mercado. A empresa justifica a decisão com as persistentes dificuldades operacionais, jurídicas, económicas e financeiras que se agravaram na sequência do reforço das sanções e do bloqueio imposto pelos Estados Unidos, situação que, segundo a própria, tornou inviável assegurar a estabilidade mínima necessária para continuar a operar.</p>
<p>A decisão foi comunicada através de um documento enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), no qual a empresa informa que a sua filial portuguesa, Ilha Bela &#8211; Gestão e Turismo Unipessoal Lda, sediada no Funchal, cessará toda a atividade em Cuba a partir desta sexta-feira, 24 de julho.</p>
<p>Segundo o comunicado, a empresa considera que o agravamento do contexto no país criou &#8220;notáveis dificuldades de natureza operacional, jurídica, económica e financeira&#8221;, impedindo a manutenção das operações em condições de sustentabilidade.</p>
<p><strong>Empresa aponta impacto do reforço do bloqueio dos Estados Unidos</strong><br />
A Meliá associa diretamente esta decisão ao endurecimento das medidas norte-americanas contra Cuba.</p>
<p>De acordo com a empresa, o reforço do embargo e das sanções norte-americanas tornou impossível garantir &#8220;a mínima estabilidade operacional&#8221; necessária para manter a atividade turística na ilha.</p>
<p>Nos últimos meses, o Presidente norte-americano, Donald Trump, reforçou as sanções contra Cuba, proibiu também a exportação de petróleo venezuelano para a ilha — deixando o país praticamente sem recursos energéticos — e ameaçou aplicar sanções a empresas que continuem a operar em território cubano por alegada colaboração com o regime liderado por Miguel Díaz-Canel.</p>
<p><strong>Encerramento abrange toda a atividade da empresa</strong><br />
A cessação das operações não se limita apenas à exploração dos hotéis.</p>
<p>Segundo a Meliá, o encerramento inclui igualmente a utilização das marcas autorizadas, a atividade de acolhimento de turistas e toda a cadeia de abastecimento local ligada ao fornecimento dos estabelecimentos hoteleiros.</p>
<p>A empresa encontra-se agora a avaliar o impacto financeiro da decisão, incluindo uma eventual revisão do valor contabilístico dos ativos associados às operações em Cuba.</p>
<p>Esses efeitos serão apurados quando forem apresentados os resultados financeiros referentes ao primeiro semestre do ano.</p>
<p><strong>Filial portuguesa prepara saída &#8220;com o menor impacto possível&#8221;</strong><br />
A filial portuguesa da cadeia hoteleira está a coordenar o processo de encerramento e garante que procura assegurar uma transição organizada.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo passa por minimizar as consequências da saída para trabalhadores, fornecedores, parceiros comerciais e clientes que ainda mantêm relações com os empreendimentos explorados pela Meliá em território cubano.</p>
<p><strong>Empresa já tinha começado a reduzir operações</strong><br />
A decisão agora concretizada surge depois de vários meses de redução gradual da presença da cadeia espanhola na ilha.</p>
<p>Quando apresentou os resultados do primeiro trimestre deste ano, em maio, a Meliá já tinha anunciado o encerramento de cerca de metade da sua capacidade operacional em Cuba devido às dificuldades provocadas pelo bloqueio comercial dos Estados Unidos.</p>
<p>Na altura, a empresa informou que possuía uma carteira composta por 34 hotéis, totalizando 14.053 quartos, embora alguns desses estabelecimentos já se encontrassem encerrados, sem especificar quantos.</p>
<p>Além disso, estavam previstos dois novos hotéis, cuja abertura estava inicialmente programada para este ano.</p>
<p><strong>Falta de combustível agravou ainda mais a situação</strong><br />
Na apresentação dos resultados trimestrais, fontes da empresa explicaram que, durante o primeiro trimestre, o conjunto das unidades hoteleiras esteve operacional, em média, apenas 60% dos dias.</p>
<p>Segundo a Meliá, essa quebra foi agravada após a intervenção dos Estados Unidos na região no início do ano, apontando como exemplo a captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro.</p>
<p>De acordo com a empresa, esse contexto originou dificuldades inesperadas no acesso a combustível, problema que, conjugado com o bloqueio comercial, afetou de forma significativa toda a atividade turística em Cuba.</p>
<p><strong>Ocupação muito abaixo da média do grupo</strong><br />
Os indicadores financeiros divulgados pela cadeia espanhola já evidenciavam o impacto da crise.</p>
<p>Durante o primeiro trimestre, a taxa média de ocupação dos hotéis da Meliá em Cuba ficou nos 34,1%, menos 6,5 pontos percentuais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Este desempenho ficou igualmente muito distante da média registada pelo conjunto dos hotéis do grupo, cuja ocupação atingiu 58,8%, representando ainda um aumento de 1,7 pontos percentuais face ao ano anterior.</p>
<p><strong>Também a rentabilidade foi afetada.</strong><br />
O RevPAR (receita por quarto disponível) nas unidades cubanas fixou-se nos 34,4 euros, registando uma quebra de 8,6% em comparação com igual período do ano passado.</p>
<p>No conjunto das restantes operações da cadeia, o RevPAR situou-se, em média, nos 84 euros, evidenciando a forte diferença entre o desempenho dos hotéis em Cuba e o restante portefólio internacional da Meliá.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Torneio impulsiona vendas da lotaria desportiva chinesa para 10,6 mil milhões euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-torneio-impulsiona-vendas-da-lotaria-desportiva-chinesa-para-106-mil-milhoes-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As apostas na lotaria desportiva estatal chinesa para jogos do Mundial de futebol totalizaram 83,3 mil milhões de yuan (10,6 mil milhões de euros) durante as seis semanas do torneio, de acordo com imprensa do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As apostas na lotaria desportiva estatal chinesa para jogos do Mundial de futebol totalizaram 83,3 mil milhões de yuan (10,6 mil milhões de euros) durante as seis semanas do torneio, de acordo com imprensa do país.</P><br />
<P>O portal de informação financeira chinês Lanjinger afirmou que o mercado de apostas desportivas nacional &#8220;registou um aumento significativo no volume de negócios&#8221; durante o torneio.</P><br />
<P>&#8220;A semana com as vendas mais altas foi precisamente a primeira semana da fase eliminar&#8221;, destacou este meio de comunicação especializado, referindo-se ao período entre 29 de junho e 05 de julho, quando as apostas totalizaram 17,2 mil milhões de yuan (2,2 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Durante o Mundial, a comunicação social local informou que o volume de negócios diário nos postos de venda de lotaria de bairro, normalmente entre 2.000 yuan (254 euros) e 5.000 yuan (635 euros), subiu para valores entre 5.000 yuan e 15.000 yuan (1.900 euros).</P><br />
<P>Na maioria dos postos de venda de dimensão média, o volume de negócios mensal disparou de cerca de 200.000 yuan (25.400 euros) para valores entre 500.000 yuan (63.500 euros) e 600.000 yuan (76.200 euros), o que representa um aumento de duas a três vezes.</P><br />
<P>Os postos de venda líderes no setor registaram vendas diárias superiores a 100.000 yuan (12.700 euros), com receitas mensais a atingir os três milhões de yuan (381.000 euros) &#8212; um aumento de três a seis vezes em comparação com períodos normais.</P><br />
<P>A Lotaria Desportiva da China e a Lotaria de Solidariedade da China continuam a ser os únicos mercados de apostas legais na China continental, sendo explorado exclusivamente pelo Estado. Os fundos gerados são usados em projetos de bem-estar social, como cuidados com idosos, apoio a pessoas com deficiência, ou grupos vulneráveis.</P><br />
<P>A emissora estatal CCTV declarou que, na véspera da final do Mundial, as transmissões do torneio, programas especiais e cobertura noticiosa alcançaram uma audiência agregada multiplataforma de mais de 70 mil milhões de visualizações.</P><br />
<P>O Mundial de futebol decorreu entre 08 de junho a 19 de julho e foi uma organização dos Estados Unidos, Canadá e México, com Espanha a alcançar o segundo troféu da história do país ao derrotar a Argentina.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793295]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a cair 2,73%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-fecha-com-nikkei-a-cair-273/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:04:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,73% para 64.611,15 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,73% para 64.611,15 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a perder 1,05% para 4.011,31 pontos. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P>Os principais mercados bolsistas da Ásia registaram hoje perdas significativas, arrastados pelo anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a imposição iminente de novas tarifas às importações de mais de 80 países.</P></p>
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		<item>
		<title>Lucros da Navigator caíram 42,3% para 49,1 milhões de euros no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da Navigator caíram 42,3% no segundo semestre do ano para 49,1 milhões de euros, impactados pelas tempestades registadas no 1.º trimestre e pelas paragens de manutenção programadas nos primeiros seis meses do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da Navigator caíram 42,3% no segundo semestre do ano para 49,1 milhões de euros, impactados pelas tempestades registadas no 1.º trimestre e pelas paragens de manutenção programadas nos primeiros seis meses do ano.</P><br />
<P>Segundo os resultados comunicados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), estas condicionantes afetaram os volumes disponíveis de pasta de papel e levaram a um aumento do consumo de energia fóssil, em particular gás natural, com impacto nos custos.</P><br />
<P>O volume de negócios totalizou 869 milhões de euros, uma queda de 15% face ao período homologo, e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) atingiu os 143 milhões de euros, menos 34%.</P><br />
<P>Em 30 de junho de 2026, o endividamento líquido da empresa era de 693 milhões de euros, tendo reduzido 10,4 milhões face a dezembro. </P><br />
<P>A empresa estima que a persistência de tensões comerciais entre blocos económicos, o reforço de medidas protecionistas e a agudização de conflitos ativos continuem a &#8220;condicionar a dinâmica do comércio internacional&#8221;, provocando &#8220;flutuações abruptas&#8221; nos preços das matérias-primas e &#8220;perturbações significativas&#8221; nas cadeias de abastecimento.</P><br />
<P>Este cenário de elevada instabilidade &#8220;tende a comprometer o investimento das empresas e a desacelerar, de forma substancial, o ritmo de crescimento da economia global&#8221;, refere a Navigator na informação enviada à CMVM.</P><br />
<P>Num contexto marcado pela volatilidade económica e geopolítica e pela pressão sobre os custos de matérias-primas, energia e logística, a empresa avançou com um novo programa de redução de custos, que deverá compensar metade do aumento dos custos esperado para este ano.</P><br />
<P>A Navigator prevê que este corte de custos gere um impacto positivo de cerca de 28 milhões anuais a partir de 2027.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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