COVID-19 afecta fortuna de Trump: presidente dos EUA perde mil milhões

A fortuna de Donald Trump encolheu mil milhões de dólares (cerca de 917 milhões de euros) devido ao novo coronavírus. A pandemia está a afectar o lado empresarial do presidente dos Estados Unidos da América.

Executive Digest

A fortuna de Donald Trump encolheu mil milhões de dólares (cerca de 917 milhões de euros) devido ao novo coronavírus. A pandemia está a afectar o lado empresarial do presidente dos Estados Unidos da América, segundo adianta a revista Forbes.

A 1 de Março, a publicação dava conta de que a fortuna de Donald Trump rondava os 3,1 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros). Entretanto, os mercados começaram a dar sinais negativos na sequência do COVID-19 e as diferentes áreas de negócio do milionário começaram a sofrer. A publicação explica que para chegar a uma estimativa dos prejuízos avaliou o valor das acções de negócios semelhantes.

Depois de analisar o período entre 1 e 18 de Março, a Forbes indica que a fortuna de Donald Trump andará agora à volta dos 2,1 mil milhões de dólares (1,9 mil mihões de euros). Isto significa que, em menos de um mês, houve uma descida abrupta de mil milhões de dólares.

Do bolo total da fortuna de Donald Trump, a maior fatia diz respeito ao imobiliário comercial, negócio que está neste momento avaliado em 1,2 mil milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros). A 1 de Março, os vários edifícios de escritórios e lojas detidos pelo empresário estavama avaliados em 1,9 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros).

A fortuna de Donald Trump é feita também de troféus e outros activos (295 milhões de dólares), campos de golfe (217 milhões de dólares), dinheiro (160 milhões de dólares) e imobiliário residencial (148 milhões de dólares). Numa escala de importância mais reduzida, aparecem investimentos em licenciamento e gestão de hotéis (42 milhões de dólares) e, por fim, holdings no sector da hotelaria (38 milhões de dólares).

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De acordo com a análise da Forbes, este último parece ser mesmo o negócio mais afectado. A hotelaria passou de 107 milhões de dólares a 1 de Março para 38 milhões de dólares.

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