Costa sobre novo hospital em Évora: «Não desistimos de fazer o que falta para reforçar o SNS para além da Covid-19»

O primeiro-ministro, António Costa, marcou esta segunda-feira presença na cerimónia de adjudicação do novo hospital de Évora, classificando este como «um passo decisivo» para a região.

Simone Silva

O primeiro-ministro, António Costa, marcou esta segunda-feira presença na cerimónia de adjudicação do novo hospital de Évora, classificando este como «um passo decisivo para amortização de um investimento que há muitas décadas era ansiado pela região do Alentejo».

O responsável indica que o projeto foi criado «para responder a uma necessidade que já existia antes do Covid e continuará a existir depois, que é termos um novo hospital central aqui no Alentejo», um processo que considerou ser «longo» e cujo custo é de 200 milhões de euros.

«Este é um esforço que é necessário e que temos de continuar a prosseguir», afirmou Costa, referindo-se não só ao hospital de Évora, mas também do Seixal, de Sintra, do Oriental de Lisboa e ainda, às «dezenas de novos centros de cuidados de saúde primários» e ao «completar da rede de cuidados continuados integrados», entre outros projetos que permitam «melhorar a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Para o primeiro-ministro o encontro de hoje «é muito importante e uma mensagem muito clara, de que, apesar do esforço que a Covid exige, nós não desistimos de fazer o que falta para reforçar o SNS para além da doença», afirma na mesma cerimónia, desejando «as maiores felicidades na execução desta obra e que em 30 meses ela esteja mesmo concluída».

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