Costa quer “inventar” o futuro e diz que Repsol está na vanguarda da transição energética

A Repsol e o Governo assinaram hoje o contrato de investimento no complexo de Sines, que prevê incentivos fiscais de até 63 milhões a um projeto de 657 milhões de euros. António Costa diz que empresa “dá um excelente exemplo do que significa o compromisso com a transição climática”.

“Estamos a assistir a um investimento que é o maior dos últimos 10 anos para a construção de duas novas fábricas que vão produzir bens essenciais para dar suporte ao conjunto da indústria europeia, o que reforça a nossa autonomia, mas não nos fecha ao mundo”, referiu o Primeiro-Ministro em declarações esta manhã em Sines.

O Primeiro-Ministro sublinhou a importância do investimento na descarbonização para continuar a servir a comunidade com novos produtos, com maior valor acrescentado, mais recicláveis, que permitam dinamizar a economia circular e que permitam contribuir para esta transição energética.

“A Repsol dá um excelente exemplo do que significa o compromisso com a transição climática. Temos que mudar o paradigma, e isso vai mudar a nossa economia, a nossa forma de viver”.

Costa sublinhou ainda a importância da valorização da posição geoestratégica de Sines com o reforço da capacidade do Porto de Sines, a ligação ferroviária à fronteira com Espanha, e ainda o desenvolvimento rodoviário na região.

Recordou ainda que “Sines continuará a atrair novos investimentos”, e que será o primeiro ponto europeu de ligação de um cabo de fibra ótica que liga a Europa à América do Sul, que fará desta região uma plataforma para a construção de centros de dados fundamentais para a economia.

A atração de investimento para o país foi um dos focos do Primeiro-Ministro na sua intervenção, sublinhando a importância de Portugal ser “previsível na sua trajetória económica e na sua estabilidade financeira, como fator de atratividade.

Destacou ainda na sua intervenção que esta é uma boa notícia para as sinergias das economias portuguesa e espanhola, e que ambos os países devem fazer um esforço comum para integrar as economias e terem uma posição mais forte na europa e no mundo.

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