A partir de 1 de Janeiro os novos carros à venda na União Europeia (UE) terão de respeitar um limite de emissões de dióxido de carbono (CO2) de 95 gramas (g) de CO2 por quilómetro (km) para ligeiros de passageiros e 147 g CO2 por km para comerciais ligeiros. E há já marcas que admitem subir os preços dos carros por causa das novas metas de CO2, apurou o “Público”, junto de fontes do mercado nacional.
Há marcas, como a Mercedes, que poderão cortar gamas quase inteiras para cumprir o limite e outras, como a Mazda, poderão acabar com certas motorizações. Ainda assim, segundo o jornal, há um efeito que poderá ser positivo para quem acredita que a solução está em motores alternativas aos diesel e gasolina. Em 2020, o mercado será «inundado» de carros eléctricos e híbridos, de acordo com a estratégia já anunciada por muitas marcas.
Mais: todo o ano de 2020 é considerado um período de transição. Por isso, contas feitas, só 95% dos carros vendidos terão de cumprir o objectivo. Em 2021, terão de ser 100% dos carros vendidos. Quer isto dizer que nos ligeiros de passageiros, o limite de 95 g/km só se aplica efectivamente a partir de 2021.
Cada fabricante pagará 95 euros por cada grama por km de CO2 em excesso nas emissões médias específicas, multiplicado esse valor pelo número de carros vendidos nesse ano.












