O Governo italiano aprovou um decreto-lei de emergência com medidas para travar a propagação do coronavírus. Em vigor até 8 de marco estabelece, entre outras medidas, a distância de um metro entre pessoas em áreas onde há maior número de infecções, avança a imprensa internacional.
O país foi dividido em três zonas: a vermelha, composta pelos 11 municípios onde há maior de risco; a amarela, que inclui cidades como Lombardia, Vêneto e Emília Romanha; e o restante território.
Na «zona vermelha» vivem 50 mil pessoas. Foram encerradas escolas, museus e outros edifícios culturais, e suspensos os transportes públicos e actividades empresariais, excepto as que prestam serviços imprescindíveis.
Os eventos desportivos e outras competições a realizar na «zona amarela» vão decorrer à porta fechada e os locais de culto estão condicionados a medidas de prevenção. As escolas vão ser fechadas enquanto bares e restaurante podem abrir, desde que os clientes respeitem a distância de um metro. O acesso de familiares e visitantes aos hospitais vai estar limitado.
Os edifícios públicos estão obrigados a ter desinfectante para higienizar as mãos e os estabelecimentos comerciais devem divulgar informação.
Além de 2.873 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Itália, Coreia do Sul, Japão, França, Taiwan, Austrália, Tailândia, Estados Unidos da América e Filipinas. Um português tripulante de um navio de cruzeiros, Adriano Maranhão, encontra-se hospitalizado no Japão. Nos Açores, há dois casos suspeitos.






