Coronavírus. Este robô está a entregar comida a pessoas infectadas

Há um robô que está a entregar comida a pessoas em quarentena com coronavírus. Chama-se «Little Peanut» e foi construído para evitar o contágio entre humanos e impedir a propagação do novo vírus que está a preocupar as autoridades de saúde. 

Num vídeo publicado na rede social Twitter, pode ver-se o robô a passar de porta em porta num hotel em Hangzhou, na China, e a dirigir-se às pessoas infectadas. «Olá, o ‘Little Peanut’ está a servir-lhe comida. Se precisar de mais alguma coisa, envie uma mensagem para a equipa do WeChat», diz.

Tal como este, a “Reuters” indica que vários robôs têm sido distribuídos pelos vários andares do hotel para reduzir o contacto humano.

A primeira pessoa diagnosticada coo coronavírus nos Estados Unidos também está a ser tratada pelos médicos com o auxílio de um robô, segundo informações da “CNN”.

A China elevou esta quarta-feira para 132 mortos e quase seis mil infectados o balanço do coronavírus, detectado no final do ano em Wuhan, capital da província de Hubei.

O Governo chinês, recorde-se, decidiu prolongar o período de férias do Ano Novo Lunar, que deveria terminar na quinta-feira, para tentar limitar a movimentação da população. Está também a construir duas unidades hospitalares de raiz para fazer face ao novo surto e colocou 13 cidades de quarentena.

Além da China, também foram reportados casos em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Austrália e Canadá. Entretanto, foram registados outros três casos de infecção entre humanos fora da China: na Alemanha, no Japão e no Vietname.

As pessoas infectadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que demora entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detectado. Os sintomas incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias.

O último surto do género começou no Sul da China e foram registados mais de oito mil casos em todo o mundo. Matou mais de 800 pessoas em 2002-2003. Mais tarde, descobriu-se que as autoridades chinesas encobriram novos casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave durante meses, o que agravou a sua propagação. Desde 2004 que não havia registo de nenhum novo caso, a nível mundial, e a comunidade médica chegou a considerar  a síndrome respiratória aguda grave erradicada.

 

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