Coronavírus. Em Portugal, a logística ainda responde à corrida aos supermercados

Em declarações à Executive Digest, Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED confirma que, de facto, “os associados da APED têm registado um aumento da procura de produtos, tendo sido sempre assegurada a sua reposição”.

Sónia Bexiga

Questionada, esta quarta-feira, sobre o impacto que o surto do coronavírus está a ter no setor da distribuição, sobretudo no que à organização e logística diz respeito, a APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição dá nota de que tudo ainda se passa dentro da normalidade, apesar das anunciadas corridas às prateleiras das grandes superfícies.

Em declarações à Executive Digest, Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED confirma que, de facto, “os associados da APED têm registado um aumento da procura de produtos, tendo sido sempre assegurada a sua reposição”, acrescentando que, este aumento,  ” semelhante ao registado em situações anteriores e compreensível pelas medidas assumidas para controlo da situação e que implicam a permanência dos consumidores nas suas casas”.

Em seu entender, face a um maior afluxo repentino e aumento da procura em alguns produtos, “a logística tem de se adaptar a estas alterações para que a reposição se faça rapidamente de modo a satisfazer as necessidades dos consumidores”, e isso, garante, “está a ser feito e dentro da normalidade”.

 

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