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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 16:35:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta com EDP Renováveis em contraciclo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o PSI a subir 1,20% para 9.199,84 pontos, com a Sonae SGPS a liderar os ganhos, ao avançar mais de 3%, e a EDP Renováveis em contraciclo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, com o PSI a subir 1,20% para 9.199,84 pontos, com a Sonae SGPS a liderar os ganhos, ao avançar mais de 3%, e a EDP Renováveis em contraciclo.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, apenas a EDP Renováveis fechou em terreno negativo, ao recuar 1,06% para 14,06 euros.</p>
<p>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX subiu 2,16%, o britânico FTSE 100 valorizou-se 1,67%, o francês CAC-40 ganhou 1,65% e o espanhol IBEX-35 cresceu 1,37%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784792]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sondagem: 43% dos portugueses aceitam depender da Europa para defesa, mas 34% querem capacidade própria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Já a dependência de países fora da Europa, como os Estados Unidos, recolhe muito menos apoio entre os portugueses: apenas 14% dos inquiridos consideram aceitável recorrer a ajuda militar externa ao continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está entre os países europeus onde é mais aceite depender da Europa para garantir defesa militar, mas também surge no grupo onde mais inquiridos defendem que o país deveria conseguir proteger-se sozinho. Os dados fazem parte de uma sondagem da Public First, realizada em junho em 24 países da União Europeia e partilhada com o POLITICO.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os dados relativos a Portugal, 43% dos inquiridos consideram aceitável depender da Europa, mas não de países fora do continente, para garantir uma capacidade militar suficiente em caso de ataque. O resultado coloca Portugal em sexto lugar neste indicador, a par da Suécia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, 34% dos portugueses defendem que o país deveria ser capaz de se defender por meios próprios. Só a Croácia e a Alemanha surgem à frente de Portugal nesta resposta, o que mostra uma valorização significativa da autonomia nacional em matéria de defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a dependência de países fora da Europa, como os Estados Unidos, recolhe muito menos apoio entre os portugueses: apenas 14% dos inquiridos consideram aceitável recorrer a ajuda militar externa ao continente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar desta preferência por uma resposta europeia e de uma expressão relevante de apoio à capacidade própria, a perceção de vulnerabilidade continua elevada. De acordo com a mesma sondagem, 68% dos portugueses dizem que Portugal não está preparado para se defender sozinho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dado revela a distância entre aquilo que muitos inquiridos defendem como objetivo e a confiança real na capacidade militar nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europeus querem depender menos dos EUA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nível europeu, a sondagem aponta para uma tendência semelhante: os cidadãos querem depender menos dos Estados Unidos na área da defesa, mas continuam a ter dúvidas profundas sobre a capacidade dos seus países e da própria Europa para garantir segurança sem apoio externo.</p>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto dos 24 países analisados, 40% dos inquiridos consideram aceitável que o seu país dependa da Europa para receber ajuda militar. Em contraste, apenas 14% admitem depender de países fora da Europa, como os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Anand Menon, diretor da Public First, afirma que os europeus se sentem menos seguros e veem os Estados Unidos como um parceiro menos fiável. A grande dúvida, segundo o responsável, é saber se essa perceção se traduzirá numa verdadeira disponibilidade para aceitar os custos de uma defesa europeia mais autónoma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre esses custos estão maiores investimentos militares e decisões que nem sempre beneficiariam empresas nacionais de cada país.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa dividida sobre a própria capacidade de defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da preferência por soluções europeias, os cidadãos da União Europeia estão divididos quanto à capacidade do continente para garantir a própria defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a sondagem, 41% dos inquiridos dizem que a Europa está preparada para os defender, enquanto 43% consideram que não está.</p>
<p class="isSelectedEnd">As dúvidas são ainda maiores quando a pergunta é colocada ao nível nacional. No conjunto dos países analisados, 58% dos inquiridos dizem que o seu país não está preparado para se defender sozinho. Apenas 27% acreditam que essa capacidade existe.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso português segue esta tendência de insegurança, mas com uma particularidade: Portugal combina uma elevada aceitação da defesa europeia com uma percentagem comparativamente alta de cidadãos que defendem capacidade nacional própria.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Trump aumenta dúvidas sobre compromisso dos Estados Unidos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem surge num momento de maior tensão sobre o papel dos Estados Unidos na segurança europeia. A administração de Donald Trump tem questionado a garantia de defesa coletiva da NATO, ameaçou anexar a Gronelândia, território dinamarquês, reduziu o conjunto de meios militares norte-americanos disponíveis para a Aliança Atlântica e está a retirar algumas tropas da Alemanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao abrigo do Artigo 5.º da NATO, os 32 membros da Aliança, incluindo os Estados Unidos e o Canadá, estão comprometidos a responder caso um dos aliados seja atacado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, vários responsáveis dos serviços de informação e chefias militares receiam que a Rússia possa atacar um país europeu até ao final da década.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Casa Branca tem pressionado os países europeus a aumentarem a despesa em defesa e a assumirem uma parte maior do esforço convencional de proteção do continente. O tema deverá estar em discussão na próxima cimeira da NATO, em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa continua dependente de capacidades norte-americanas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos, a maioria dos países europeus continua a comprar sistemas de armas fundamentais aos norte-americanos e a depender de capacidades dos EUA em áreas como informações, meios espaciais e reabastecimento aéreo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, 46% dos inquiridos defendem que os países europeus devem produzir equipamento de defesa dentro da Europa, mesmo que isso implique custos mais elevados.</p>
<p class="isSelectedEnd">No início deste ano, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que quem acreditasse que a Europa poderia defender-se sem os Estados Unidos estava a “sonhar”. A declaração irritou alguns eurodeputados, mas a sondagem mostra que parte da opinião pública partilha preocupações semelhantes.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Países próximos da Rússia sentem maior insegurança</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os países da linha da frente, mais próximos da Rússia, estão entre os que mais duvidam da capacidade de se defenderem sem ajuda externa. É o caso dos Estados bálticos, da Roménia e da Bulgária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes governos são fortes defensores da NATO e, na maioria dos casos, querem que os Estados Unidos mantenham tropas na Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Finlândia é a principal exceção. É o único país onde uma larga maioria dos inquiridos, 76%, acredita que o país está preparado para se defender sozinho. A Finlândia, recente membro da NATO, tem um sistema robusto de conscrição e forças armadas bem equipadas, treinadas para responder a um eventual ataque russo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 18 países, a maioria dos inquiridos considera aceitável depender da Europa para garantir uma capacidade militar suficiente em caso de ataque.</p>
<p class="isSelectedEnd">Finlândia, França, Polónia, Bulgária, Roménia e Grécia são os únicos países onde a maioria defende que o próprio país deve conseguir combater sozinho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>França confiante na própria defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A confiança francesa não surpreende. França é a única potência nuclear da União Europeia e tem uma longa tradição de capacidade militar autónoma. Vários outros países europeus registaram, entretanto, fortes aumentos na despesa com defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A União Europeia tem poderes limitados nesta área, mas está a tentar levar os Estados-membros a financiar e comprar armamento em conjunto, numa tentativa de reduzir a fragmentação da indústria militar europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia de criar um exército europeu continua a ser discutida, mas permanece distante e incerta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os instrumentos já lançados está o programa SAFE, no valor de 150 mil milhões de euros, destinado a empréstimos para aquisição de armamento. O programa limita a participação de países que não pertencem à União Europeia, uma restrição que tem irritado os Estados Unidos.</p>
<p>A sondagem revela, assim, uma contradição central na segurança europeia: os cidadãos querem depender menos de aliados externos, mas muitos duvidam que os seus países, ou mesmo a Europa, estejam preparados para assumir sozinhos essa responsabilidade. Em Portugal, essa tensão é particularmente visível: há forte apoio à defesa europeia, uma percentagem relevante quer capacidade própria, mas a maioria considera que o país ainda não está preparado para se defender sozinho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784785]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Câmara do Porto pede a habitantes que se protejam em locais climatizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara do Porto apelou hoje a que os habitantes recorram a locais climatizados, como as piscinas municipais, e a espaços com sombra no concelho durante as horas de mais calor, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara do Porto apelou hoje a que os habitantes recorram a locais climatizados, como as piscinas municipais, e a espaços com sombra no concelho durante as horas de mais calor, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00.</p>
<p>Em termos de locais climatizados, a autarquia relembrou que podem &#8220;constituir uma alternativa durante os períodos de mais calor&#8221; a Piscina Municipal Eng.º Armando Pimentel, a Piscina Municipal da Constituição, a Piscina Municipal de Cartes e ainda a UNIR &#8212; Universidade Intergeracional de Ramalde.</p>
<p>O município aconselhou ainda vários espaços exteriores com sombra como o Parque da Cidade do Porto, o Parque Urbano da Pasteleira, os Jardins do Palácio de Cristal, a Quinta do Covelo, o Parque de S. Roque e o Parque Oriental da Cidade do Porto.</p>
<p>&#8220;Durante as horas de maior calor, a indicação da Proteção Civil é para a permanência, sempre que possível, em locais devidamente climatizados, reduzindo a exposição prolongada às temperaturas extremas. A título de exemplo, recomenda-se a opção por permanecer em centros comerciais, museus, bibliotecas, equipamentos culturais, centros comunitários ou outros edifícios públicos e privados com climatização adequada, sobretudo entre as 11:00 e as 17:00 horas&#8221;, indicou o município em comunicado.</p>
<p>Relativamente aos locais onde são transmitidos os jogos do Campeonato do Mundo de Futebol, na Avenida dos Aliados e na Praça D. João I, a autarquia vai &#8220;regar&#8221; estes espaços antes dos jogos e, durante as transmissões, vai promover uma &#8220;névoa de água&#8221; para &#8220;permitir uma sensação de maior conforto dos adeptos&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Câmara do Porto continuará a acompanhar permanentemente a evolução da situação meteorológica, adotando as medidas que se revelem necessárias e divulgando atempadamente novas informações à população&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784781]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irlanda avisa que países da UE terão de fazer cedências na negociação orçamental</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irlanda-avisa-que-paises-da-ue-terao-de-fazer-cedencias-na-negociacao-orcamental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, avisou hoje os países da União Europeia (UE) que terão de fazer "cedências significativas" na negociação do próximo orçamento comunitário a longo prazo, quando as posições ainda estão "diametralmente opostas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, avisou hoje os países da União Europeia (UE) que terão de fazer &#8220;cedências significativas&#8221; na negociação do próximo orçamento comunitário a longo prazo, quando as posições ainda estão &#8220;diametralmente opostas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A mensagem que transmitiremos aos Estados-membros é clara: será necessário fazer compromissos, caso contrário não teremos um orçamento aprovado até ao final do ano. E esses compromissos terão de ser significativos&#8221;, afirmou Micheál Martin à imprensa europeia, incluindo a Lusa, que esta semana está a visitar a Irlanda no âmbito da presidência irlandesa do Conselho da UE.</p>
<p>&#8220;Neste momento, a nossa tarefa é reduzir e simplificar o quadro de negociação até outubro. Haverá uma reunião extraordinária em novembro dedicada ao orçamento e iremos trabalhar em estreita coordenação com a Comissão Europeia e com [o presidente do Conselho Europeu] António Costa relativamente a esta matéria&#8221;, acrescentou, em declarações na Universidade de Cork, a mais de 200 quilómetros de Dublin.</p>
<p>&#8220;Ele [António Costa] já nos pediu que analisássemos cuidadosamente a questão dos recursos próprios do orçamento e que avaliássemos o que é possível fazer em termos de financiamento&#8221;, acrescentou.</p>
<p>De acordo com Micheál Martin, estas serão &#8220;negociações extremamente difíceis e exigentes, dadas as posições diametralmente opostas de alguns Estados-Membros -incluindo alguns dos maiores países da União &#8211; sobre a questão de saber se o orçamento deve ser mais elevado ou mais reduzido e se devem ser utilizados instrumentos de dívida comum&#8221;.</p>
<p>Arrancam agora os debates sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual.</p>
<p>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um orçamento da UE para 2028-2034 de dois biliões de euros, no qual Portugal receberia 33,5 mil milhões de euros.</p>
<p>Entretanto, a presidência cipriota do Conselho da UE (no primeiro semestre deste ano, antes da Irlanda) apresentou uma nova proposta que reduz ligeiramente o orçamento global para 1,94 biliões de euros, mas aumenta a verba destinada a Portugal em cerca de 1,6 mil milhões de euros, elevando-a para aproximadamente 35 mil milhões.</p>
<p>Por sua vez, o Parlamento Europeu defende um orçamento mais ambicioso, de cerca de 2,014 biliões de euros.</p>
<p>As negociações entre os Estados-membros e o Parlamento Europeu vão prosseguir nos próximos meses, para alcançar um acordo até ao final do ano.</p>
<p>Para outubro, está prevista uma proposta revista por parte de presidência irlandesa do Conselho da UE, com mais trabalho nos recursos próprios (receitas) do orçamento comunitário.</p>
<p>A Irlanda vai ocupar, entre julho e dezembro, a presidência rotativa do Conselho da UE, com as atenções focadas num acordo sobre o próximo orçamento plurianual comunitário.</p>
<p>Esta é a oitava presidência irlandesa da UE.</p>
<p>*** A Lusa viajou a convite da presidência irlandesa do Conselho da UE ***</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784779]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: GNR reforça presença no terreno com equipas de outras valências</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-gnr-reforca-presenca-no-terreno-com-equipas-de-outras-valencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 02 jul (Lusa) -- A GNR reforçou o dispositivo de vigilância de incêndios, com recurso aos 230 postos de vigia e a 147 torres de videovigilância, assim como a patrulhamento móvel, incluindo equipas do trânsito e da investigação criminal nesta tarefa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 02 jul (Lusa) &#8212; A GNR reforçou o dispositivo de vigilância de incêndios, com recurso aos 230 postos de vigia e a 147 torres de videovigilância, assim como a patrulhamento móvel, incluindo equipas do trânsito e da investigação criminal nesta tarefa.</p>
<p>&#8220;O número de patrulhas regulares diário é 280, ao qual somamos um conjunto de outras valências, como o trânsito, investigação criminal e até, inclusive, algumas patrulhas da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras, o que pode totalizar até 350 diárias&#8221;, disse à agência Lusa o coronel Ricardo Alves, da GNR, à margem de uma conferência de imprensa na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</p>
<p>A GNR tem também no ar três a quatro drones (equipamentos não tripulados) para locais onde há suspeitas de práticas ilegais de ignição de incêndios.</p>
<p>&#8220;Utilizamos com recurso a investigação criminal&#8221;, disse o responsável da GNR, acrescentando que os sistemas de videovigilância, por seu lado, são usados para monitorizar &#8220;áreas com particular interesse&#8221; e com &#8220;risco de incêndio associado&#8221;.</p>
<p>A GNR guarnece ainda &#8220;todos os meios heli dedicados ao ataque inicial&#8221; de fogos, uma função à qual tem mil elementos associados, em regime de escala, referiu.</p>
<p>As Forças Armadas têm também equipas no terreno em ações de sensibilização da população e meios aéreos a sobrevoar o território, em missões de vigilância.</p>
<p>Ao fazer um balanço da situação no terreno em termos de incêndios, o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, indicou que estão empenhados dois helicópteros da Força Aérea no incêndio de Vouzela, que continua a lavrar numa zona &#8220;bastante complexa&#8221;.</p>
<p>Entre a meia-noite e as 15:00 de hoje, verificaram-se 62 ocorrências, algumas durante a noite, segundo a mesma fonte.</p>
<p>O combate a estes fogos envolveu 1.995 operacionais, 537 meios terrestres 61 meios aéreos.</p>
<p>&#8220;A janela de oportunidade que durante a noite diminui a severidade dos incêndios, esta noite e na próxima, vai ser extremamente reduzida&#8221;, avançou o comandante, com base nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Na conferência de imprensa realizada na ANEPC participaram todos os agentes de proteção civil envolvidos no combate aos incêndios e à onde de calor.</p>
<p>O Governo decretou situação de alerta, que vai vigorar das 00:00 de sexta-feira às 23:59 de segunda-feira, devido ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784778]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nuno Melo afirma que investir em Defesa &#8220;não é uma questão de opção&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:08:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou hoje que investir nesta área de soberania "não é uma questão de opção" no contexto atual, considerando que a NATO continua a ser "a melhor aposta".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou hoje que investir nesta área de soberania &#8220;não é uma questão de opção&#8221; no contexto atual, considerando que a NATO continua a ser &#8220;a melhor aposta&#8221;.</p>
<p>Nuno Melo intervinha num almoço-debate organizado pelo International Club of Portugal, que decorreu num hotel no centro de Lisboa, sob o tema &#8220;O sentido dos investimentos na Defesa em benefício da Economia nacional e do apoio à população civil, num contexto de incerteza geopolítica&#8221;.</p>
<p>Num contexto geopolítico no qual a administração norte-americana diminui o seu investimento e peso na Aliança Atlântica, Nuno Melo salientou que tal obriga a Europa a investir mais nas suas capacidades, depois de anos focada na construção de um Estado social mais reforçado.</p>
<p>&#8220;Muito se especula sobre diferentes possibilidades em relação ao nosso futuro. Há quem defenda um exército europeu, há quem defenda novas instâncias de reflexão e pensamento na Defesa na Europa, mas independentemente da dinâmica e de tudo aquilo que eu lhes refiro, se há dúvida, que pelo menos não tenho, é que a NATO continua a ser a nossa melhor aposta&#8221;, considerou.</p>
<p>A menos de uma semana na cimeira da Aliança Atlântica, que vai decorrer a 07 e 08 na Turquia, Nuno Melo afirmou que Portugal é &#8220;a frente ocidental da NATO&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós não estamos a investir apenas em Portugal, nós estamos a investir na nossa capacidade de exercer a soberania, de exercer missões de ação de apoio à população civil, mas defender esta que é uma fronteira ocidental da NATO&#8221;, salientou, lembrando que no mar português passam cabos submarinos dos quais depende a economia global.</p>
<p>Para que fazer essa defesa, continuou, &#8220;a Marinha tem de estar devidamente equipada, a Força Aérea tem de estar devidamente equipada e, na componente terrestre, o Exército tem também grandes exigências que justificam o investimento equivalente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isto não é uma questão de opção. Não é uma questão de opção. (&#8230;) Nós estamos a investir a pensar na paz, mas de forma decidida e decisiva, sem que tenhamos qualquer outra alternativa&#8221;, insistiu.</p>
<p>Nuno Melo sublinhou que Portugal investiu no ano passado cerca de seis mil milhões de euros em Defesa, atingindo os 2,01% do PIB, e que ainda terá 5,8 mil milhões disponíveis no âmbito dos empréstimos europeus SAFE.</p>
<p>Dirigindo-se a uma plateia de empresários, Melo afirmou que está em causa &#8220;a oportunidade de uma geração&#8221;.</p>
<p>&#8220;Façam este caminho connosco e que aproveitem estas oportunidades, não apenas porque lhes vão dar retorno económico ou financeiro, mas porque nós precisamos destas parcerias para podermos assegurar que quando investimos no pilar europeu de Defesa da NATO, Portugal é também uma parcela relevante desse investimento&#8221;, sustentou.</p>
<p>O governante ainda foi questionado por um membro da plateia sobre como está a lidar com &#8220;as pressões&#8221; dos norte-americanos da Lockheed Martin ou dos suecos da Saab para adquirir caças que substituam a atual esquadra de F-16, mas Nuno Melo repetiu que o processo &#8220;ainda não abriu&#8221;.</p>
<p>À margem do almoço-debate, interrogado sobre se Portugal parte como o exemplo de aliado para a cimeira em Ancara, devido ao reforço do investimento em Defesa e à relação positiva que tem mantido com a administração norte-americana, Nuno Melo respondeu: &#8220;Partimos como um aliado que se comporta como um aliado.&#8221;</p>
<p>&#8220;O que é suposto é que um aliado se comporte como um aliado, o que significa honrar compromissos na NATO, estando do lado dos aliados quando os aliados precisam, naquilo em que naturalmente nos possamos rever. E é isso que Portugal é na NATO, é um parceiro e um aliado credível, não apenas em relação aos Estados Unidos, é em relação a qualquer um dos aliados que compõem a NATO&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784776]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Banco de Portugal altera regras para crédito e reduz taxa de esforço para 45%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto.</p>
<p>O banco central publicou hoje uma nova Recomendação Macroprudencial aplicável aos novos contratos de crédito a consumidores destinados à habitação e ao consumo, cuja principal alteração é a redução do indicador que mede a taxa de esforço em caso de subida de juros de forma acentuada.</p>
<p>Desta forma, o limite do rendimento que é gasto com créditos passa de 50% para 45%.</p>
<p>Além disso foi também determinada a simplificação das exceções a este limite, passando a existir apenas uma que permite que 10% do montante total de créditos concedidos por cada instituição, em cada semestre, tenha uma taxa de esforço superior a 45%.</p>
<p>Por outro lado, as regras das maturidades dos créditos mudam, passando o prazo a ser 40 anos para mutuários com idades inferiores ou iguais a 35 anos, e 35 anos, para mutuários com idade superior a 35 anos.</p>
<p>Anteriormente, até aos 30 anos a maturidade máxima era de 40 anos e dos 30 aos 35 era 37 anos. Esta alteração simplifica os escalões de maturidade, possibilitando também mitigar parcialmente o impacto da redução do limite da taxa de esforço para os mais jovens.</p>
<p>É ainda eliminada a recomendação relativa à maturidade média de 30 anos, mantendo-se limites máximos definidos em função da idade.</p>
<p>É de salientar que as mudanças na taxa de esforço aplicam-se a quem pede crédito, independentemente de ser um empréstimo à habitação ou ao consumo.</p>
<p>Nesta alteração, foi também eliminado o limite de 100% do LTV (rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia) aplicável à aquisição de imóveis detidos pelas próprias instituições, passando a aplicar-se, nestes casos, o regime geral.</p>
<p>O BdP determinou igualmente a exclusão da locação financeira de bens imóveis do âmbito de aplicação da Recomendação Macroprudencial, devido às &#8220;caraterísticas distintas face ao crédito à habitação convencional e dada a sua reduzida materialidade no mercado de crédito à habitação&#8221;.</p>
<p>As mudanças aplicam-se aos contratos cuja avaliação de solvabilidade do mutuário ocorra a partir de 01 de agosto de 2026, permitindo que as instituições tenham um período para se ajustarem.</p>
<p>Estas alterações ocorrem num contexto caracterizado pela aceleração dos preços da habitação, pelo crescimento do crédito às famílias e também um aumento do montante médio por contrato, &#8220;sinalizando níveis mais elevados de endividamento dos mutuários&#8221;, explica o banco central.</p>
<p>&#8220;Observa-se ainda a manutenção de um elevado nível de concorrência no mercado de crédito à habitação, um aumento da proporção de compradores de primeira habitação mais jovens, tipicamente associados a rendimentos mais baixos, e um reforço do recurso ao crédito para financiar a aquisição de habitação&#8221;, lê-se em comunicado.</p>
<p>Recorde-se que esta recomendação não é vinculativa, mas as instituições têm de explicar porque é que os limites estão a ser ultrapassados. O governador do BdP já sinalizou, em maio, que quer que as recomendações feitas aos bancos passem a ser vinculativas.</p>
<p>&#8220;Está na hora de regras macroprudenciais serem vinculativas&#8221;, disse Álvaro Santos Pereira, acrescentando que faz esse apelo ao legislador até porque é o que já se passa em muitos países europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784771]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Porto aguarda visto do Tribunal de Contas para os transportes gratuitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara do Porto revelou hoje que falta apenas o visto do Tribunal de Contas para avançar com a medida dos transportes públicos gratuitos para portuenses, que espera que seja possível antes do início do ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara do Porto revelou hoje que falta apenas o visto do Tribunal de Contas para avançar com a medida dos transportes públicos gratuitos para portuenses, que espera que seja possível antes do início do ano letivo.</p>
<p>&#8220;O que eu posso dizer é que nós estamos preparados. Falta-nos apenas um pequeno detalhe e esse detalhe é um visto do Tribunal de Contas&#8221;, avançou hoje Pedro Duarte.</p>
<p>O autarca, eleito pela coligação PSD/CDS-PP/IL, falava com os jornalistas à margem de um evento relacionado com o programa de arrendamento acessível do município e relembrou que o compromisso inicial foi de transportes gratuitos a 01 de janeiro de 2027, tendo sido &#8220;alocado um orçamento a entrar em vigor no segundo semestre&#8221; para assegurar a medida caso fosse possível antecipar a gratuitidade para julho.</p>
<p>Questionado se mantêm a expectativa de poder antecipar a medida &#8211; como, por exemplo, para o mês de novembro, em que completa um ano de mandato &#8211; o presidente da autarquia afirmou que sim.</p>
<p>&#8220;Eu espero que muito antes. Aliás, eu não encontro muita justificação para o Tribunal Contra estar a demorar muito mais tempo. E, portanto, se não houver, subterfúgios processuais, eu acho que, ainda durante o verão, vamos poder ter o problema resolvido&#8221;, adiantou.</p>
<p>O social-democrata acredita poder iniciar o ano letivo já com a medida em vigor.</p>
<p>Em abril, o executivo da Câmara do Porto aprovou a proposta de transportes públicos gratuitos, que permitirão aos portuenses viajar por toda a área metropolitana.</p>
<p>De acordo com a proposta, é &#8220;adequado substituir o modelo atualmente em vigor por um título tarifário integrado, associado ao Cartão Porto., com âmbito territorial equivalente ao Passe Metropolitano Andante e acesso aos serviços de transporte público nele integrados&#8221;.</p>
<p>A dotação orçamental prevista para o programa é, &#8220;para o ano de 2026, de um máximo de 10.250.000 euros para o ano de 2027 de 18.700.000 euros e para o ano de 2028 de 1.800.000 euros&#8221;.</p>
<p>De acordo com o estudo de fundamentação do contrato, este &#8220;aponta para uma estimativa preliminar de custo anual máximo aproximado de 20,5 milhões de euros, que corresponde em termos mensais a um custo médio aproximado de 1,71 mihões de euros&#8221;.</p>
<p>A Câmara do Porto prevê que o número de utilizadores estimados de transporte público seja de 59.381, um valor que &#8220;resulta da aplicação da quota modal do transporte público&#8221; calculado pelo diagnóstico feito pelo Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS), ainda em elaboração, que corresponde a 23,5% da população residente estimada em 2025 (252.687).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784769]]></sapo:autor>
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		<title>Não era o superiate principal, mas roubou as atenções: barco de apoio da herdeira da Walmart parou Marbella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os turistas que passeavam por Puerto Banús, em Marbella, assistiram a uma manobra pouco comum: um barco de 67 metros a sair lentamente do porto de marcha-atrás. A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa estava o Kalm, o navio de apoio da multimilionária norte-americana Nancy Walton Laurie, herdeira do império Walmart. O tamanho da embarcação tornava impossível a manobra de rotação dentro do porto, obrigando a tripulação a recuar até chegar a águas abertas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma manobra de alta precisão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A saída do Kalm chamou a atenção de visitantes e curiosos nos cais de Puerto Banús. Durante vários minutos, o barco recuou pelo estreito canal de saída do porto, ocupando a única via navegável disponível e obrigando as restantes embarcações a aguardar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vista de terra, a manobra parecia apenas aparatosa. Mas, do ponto de vista náutico, tratou-se de uma operação complexa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conduzir um barco com mais de 67 metros em marcha-atrás é muito mais exigente do que fazê-lo em marcha normal. A direção responde de forma diferente e elementos como a grande superestrutura, a plataforma para helicópteros e a grua instalada no convés aumentam o efeito do vento sobre a embarcação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os propulsores laterais e as hélices gémeas permitiram à tripulação concluir a saída em segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um barco que trabalha para o luxo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário de muitos superiates que costumam atrair atenções pelo luxo a bordo, o Kalm não foi construído para alojar convidados. A sua função é apoiar o gigantesco superiate Kaos, também propriedade de Nancy Walton Laurie e avaliado em cerca de 300 milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto o Kaos está sobretudo orientado para o alojamento e lazer dos convidados, o Kalm transporta os meios que tornam possível esse nível de luxo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A bordo seguem helicópteros, embarcações auxiliares, motos de água, equipamento de mergulho, oficinas de manutenção, combustível, peças sobresselentes e parte da tripulação especializada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um gigante de 67 metros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Construído em 2014 pelo estaleiro neerlandês Damen Shipyards Group, o Kalm mede 67,15 metros de comprimento. O casco é fabricado em aço e a superestrutura combina aço e alumínio, garantindo resistência e capacidade operacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A embarcação é movida por quatro motores diesel MTU, cada um com cerca de 3.000 cavalos de potência, suficientes para alcançar velocidades próximas dos 22 nós.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Kalm tem ainda uma autonomia aproximada de 8.700 milhas náuticas, o que lhe permite realizar longas travessias sem necessidade de reabastecimento frequente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Heliporto, centro médico e câmara de descompressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O equipamento do Kalm aproxima-o mais de uma base logística flutuante do que de um iate tradicional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as instalações estão um heliporto certificado para aeronaves até cinco toneladas, sistemas de reabastecimento para helicópteros, uma grua de grande capacidade para embarcar lanchas, veículos ou submersíveis, um centro profissional de mergulho, uma câmara hiperbárica de descompressão e uma unidade médica preparada para responder a emergências em alto-mar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas características tornam o navio capaz de apoiar expedições prolongadas longe de qualquer porto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Já pertenceu a Gabe Newell e Mark Zuckerberg</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A história do Kalm também passou por outros nomes conhecidos. Quando saiu do estaleiro, foi batizado como Dapple e prestou serviço ao iate do empresário Gabe Newell, cofundador da Valve Corporation.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais tarde, foi adquirido por Mark Zuckerberg, que lhe deu o nome Wingman. Nessa fase, acompanhou o superiate Launchpad em viagens pelo Mediterrâneo, pelo Ártico e pela Polinésia Francesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, passou a integrar a frota de Nancy Walton Laurie, recebendo o nome atual.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O parceiro discreto do megaiate Kaos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A existência do Kalm acompanha uma tendência cada vez mais comum entre os proprietários dos maiores superiates do mundo. Em vez de aumentarem ainda mais o tamanho do barco principal, muitos optam por acrescentar uma segunda embarcação para transportar equipamento técnico e meios de lazer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, o Kaos, com 110 metros de comprimento, pode reservar praticamente todo o espaço para os convidados. O megaiate inclui suites para 31 hóspedes, piscina, spa, ginásio, cinema, salão de beleza, clube de praia e um bar inspirado nos clubes londrinos.</p>
<p>Normalmente, é o Kaos que atrai as atenções nos portos onde atraca. Desta vez, porém, foi o Kalm que ficou no centro das atenções, ao sair de marcha-atrás de Puerto Banús numa manobra que bloqueou o porto e se tornou um dos momentos mais comentados entre os visitantes de Marbella.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784760]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Circulação na Linha do Minho restabelecida mas de forma condicionada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação ferroviária na Linha do Minho entre as estações de Nine e Arentim foi restabelecida nos dois sentidos cerca das 16:20, embora ainda de forma condicionada, disse fonte das Infraestruturas de Portugal (IP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação ferroviária na Linha do Minho entre as estações de Nine e Arentim foi restabelecida nos dois sentidos cerca das 16:20, embora ainda de forma condicionada, disse fonte das Infraestruturas de Portugal (IP).</p>
<p>Segundo a fonte, a circulação faz-se de forma alternada por uma das vias.</p>
<p>A circulação naquela zona estava suspensa desde cerca das 14:45, devido a incêndio florestal.</p>
<p>Segundo a Proteção Civil, as chamas atingiram dois edifícios &#8220;degradados ou devolutos&#8221; na zona da estação ferroviária de Nine, em Vila Nova de Famalicão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784762]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Melo diz que militares estão prontos para combate em momento &#8220;muito sensível&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que as Forças Armadas estão prontas não apenas para ações de prevenção, mas também combate e "deteção precoce" de incêndios, alertando para o momento "muito sensível" que o país está a viver.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que as Forças Armadas estão prontas não apenas para ações de prevenção, mas também combate e &#8220;deteção precoce&#8221; de incêndios, alertando para o momento &#8220;muito sensível&#8221; que o país está a viver.</p>
<p>À margem de um almoço-debate no International Club of Portugal, que decorreu num hotel no centro de Lisboa, Nuno Melo foi questionado sobre a prontidão das Forças Armadas para ajudar na vaga de calor que atravessa o país e que potencia os riscos de incêndios florestais.</p>
<p>Nuno Melo salientou que nos últimos anos as Forças Armadas têm estado empenhadas em ações de prevenção e rescaldo, contudo, este ano, os militares estarão também presentes em ações de combate.</p>
<p>O ministro da Defesa deu como exemplo a Base Aérea de Monte Real, em Leiria, onde a Força Aérea &#8220;assegura em permanência aeronaves P-3 e C-295, que estarão empenhadas na deteção precoce de incêndios&#8221; e ainda &#8220;com a utilização de um helicóptero Blackhawk já, de forma praticamente imediata, reduzindo-se os circuitos de burocracia para que tudo possa ser mais fluido e mais eficaz&#8221;.</p>
<p>Melo afirmou ainda que &#8220;o Exército subscreveu dezenas de protocolos com autarquias&#8221; e há neste momento &#8220;muitas patrulhas que estão a percorrer o país a detetar focos de incêndio&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se os meios militares estão disponíveis para intervir apenas quando os civis não forem suficientes, Nuno Melo respondeu que não, e voltou a dar como exemplo Monte Real.</p>
<p>&#8220;A deteção precoce feita por aeronaves P-3 ou C-295 levará a que o helicóptero Blackhawk possa sair imediatamente para o ataque sem ter de cumprir toda aquela cadeia burocrática, o que pode significar a diferença entre uma deteção precoce ou um incêndio já consolidado&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Nuno Melo realçou que está em causa &#8220;uma forma diferente de agir&#8221; entre entidades militares e civis nesta matéria.</p>
<p>&#8220;Nos últimos dois anos, alterámos a filosofia do Estado em relação à forma complementar como as Forças Armadas podem ajudar no apoio à população civil em diferentes áreas, temos mais homens, mais equipamentos, grande transversalidade, melhor organização&#8221;, enumerou.</p>
<p>Contudo, Nuno Melo salientou que melhor fluidez nos processos &#8220;não significa que as catástrofes não aconteçam, porque acontecem&#8221;.</p>
<p>&#8220;A situação é, de facto, muito sensível e cada pessoa tem que fazer o seu papel, cada pessoa tem que se esforçar para limpar o seu terreno, tem que fazer a sua parte, porque os poderes públicos só por si, em nenhuma circunstância poderão fazer tudo sozinhos&#8221;, apelou.</p>
<p>O Governo declarou hoje situação de alerta devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, e emitiu despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.</p>
<p>O primeiro-ministro justificou a situação de alerta decretada pelo Governo &#8220;devido às altas temperaturas que o país enfrenta&#8221; nos próximos dias e afirmou que irá acompanhar &#8220;ao detalhe&#8221; a evolução do estado do tempo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784757]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Calor extremo chega à frente de combate na Ucrânia e obriga tropas a adaptar operações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de uma vaga de calor mortal ter atingido vários países da Europa Ocidental, as temperaturas extremas chegaram também à linha da frente na Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Depois de uma vaga de calor mortal ter atingido vários países da Europa Ocidental, as temperaturas extremas chegaram também à linha da frente na Ucrânia. Em algumas zonas de combate, os termómetros atingiram os 37 ºC esta terça-feira, um contraste acentuado com os valores negativos de até -20 ºC registados poucos meses antes.</p>
<p class="isSelectedEnd">As tropas ucranianas, que operam em tanques soviéticos de aço que se transformam em autênticas armadilhas de calor durante o dia, estão a adaptar horários e estratégias para lidar com as temperaturas elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dificuldades, comandantes ucranianos afirmam que o calor poderá também ser usado como vantagem tática, nomeadamente através de ataques às rotas de abastecimento russas e da tentativa de limitar o acesso a água, alimentos e outros recursos essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor aumenta pressão sobre logística militar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Emil Kastehelmi, analista militar do centro de estudos finlandês Black Bird Group, considera improvável que o calor altere de forma dramática a dinâmica da linha da frente. Ainda assim, admite que as temperaturas extremas podem provocar mudanças locais se uma das partes tentar explorar esse fator, atacando a logística adversária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mesma leitura é feita pelo vice-comandante da unidade ucraniana NC13 Unmanned Ground Systems Strike Unit, identificado pelo indicativo “Nats”. Segundo o responsável, em períodos de calor extremo, a pressão sobre a logística e a sustentação das forças aumenta de forma significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O calor afeta diretamente a intensidade das operações militares tanto da Rússia como da Ucrânia. O risco de exaustão pelo calor, golpe de calor e fadiga física aumenta, ao mesmo tempo que cresce a necessidade de água, alimentos e outros recursos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Nats, interromper as rotas logísticas do inimigo tem impacto direto na capacidade de combate na linha da frente. A forma mais eficaz de o fazer passa por limitar o acesso a água, alimentos e mantimentos essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Frente sul entre as zonas mais afetadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas mais intensas deverão atingir as regiões mais a sul da Ucrânia. Na linha da frente em Kherson e Zaporíjia, os termómetros chegaram aos 37 ºC esta terça-feira, sem alívio previsto até que a massa de ar quente avance para leste durante o fim de semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo nas zonas mais a norte da frente de combate, como a região de Kharkiv, onde está instalada a unidade NC13, as temperaturas poderão chegar aos 35 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kastehelmi sublinha que, em muitas zonas da linha da frente, a água tem de ser transportada a pé ou por drones, uma vez que não é possível circular com veículos. Se o abastecimento de água for seriamente interrompido, sobretudo em áreas de posições defensivas, os soldados podem rapidamente ficar em dificuldades.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As pessoas não conseguem sobreviver muito tempo com calor acima dos 30 graus sem água, e o desempenho cai muito depressa quando há desidratação”, alerta o analista.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tanques soviéticos tornam-se armadilhas de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os tanques T-72 de fabrico soviético, usados por forças ucranianas, agravam o impacto das temperaturas elevadas durante as operações na linha da frente. Estes veículos, que podem pesar entre 41 e 45 toneladas, aquecem rapidamente depois de cumprirem missões.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O veículo fica muito quente depois de completar a missão. A temperatura no interior pode tornar-se realmente elevada”, afirmou o sargento-chefe de um batalhão de tanques da 65.ª Brigada Mecanizada Separada, identificado pelo indicativo “Sympatiaha”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O militar explicou ainda que, ao contrário dos tanques Abrams, Challenger e Leopard fornecidos por parceiros ocidentais, o T-72 não tem ar condicionado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para tentar arrefecer, soldados ucranianos foram vistos sentados no topo de um tanque, a molhar o rosto com água de uma garrafa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Operações mais intensas passam para a manhã ou noite</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As tropas ucranianas já enfrentaram temperaturas semelhantes em anos anteriores, mas Nats sublinha que o impacto do calor depende da combinação de vários fatores: tempo passado nas posições, tipo de operações, esforço físico e qualidade do apoio logístico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, as unidades estão a ajustar rotinas e a concentrar as tarefas mais exigentes nas horas mais frescas, sobretudo de manhã cedo ou durante a noite.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é reduzir o risco de sobreaquecimento e manter a capacidade operacional, ao mesmo tempo que se tenta impedir que os ataques russos comprometam as próprias rotas de abastecimento ucranianas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor agrava pressão sobre a rede elétrica ucraniana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Longe da linha da frente, a combinação entre a vaga de calor e quatro anos de guerra também está a ser sentida pela população civil ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas elevadas já provocaram cortes de eletricidade em várias zonas do país, numa altura em que a rede energética, repetidamente atacada pela Rússia durante o inverno, enfrenta novas dificuldades.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades impuseram cortes de emergência na segunda e terça-feira, abrangendo indústria e habitações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Kyiv, as temperaturas chegaram aos 33 ºC. Na capital ucraniana, jovens procuraram refrescar-se no rio Dnipro, na ilha de Trukhaniv.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sergii Kovalenko, presidente executivo da empresa de energia Yasno, afirmou que o calor representa um “teste sério” para equipamentos que funcionam em condições de guerra há mais de quatro anos e que resistiram a numerosos ataques.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como o verão é normalmente o período usado para reparar a rede energética depois dos ataques russos do inverno, a infraestrutura está já a operar “no limite das suas capacidades”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa também sofre com temperaturas extremas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A vaga de calor atinge também países vizinhos da Ucrânia. Eslováquia e Hungria registaram temperaturas superiores a 40 ºC, enquanto várias zonas da Europa Ocidental enfrentaram dias consecutivos de calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">França, Alemanha e Reino Unido bateram recordes de temperatura para junho. Em algumas regiões, os termómetros mantiveram-se acima dos 40 ºC durante vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Organização Mundial da Saúde afirmou que, desde 21 de junho, foram registadas mais de 1.300 mortes em excesso associadas às “altas temperaturas na Europa”. Em França, o Ministério da Saúde indicou que houve cerca de 1.000 mortes acima do esperado desde quarta-feira.</p>
<p>Na Ucrânia, a chegada do calor extremo acrescenta uma nova camada de pressão a uma guerra já marcada pela destruição de infraestruturas, pela exigência logística e pela necessidade constante de adaptação no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784752]]></sapo:autor>
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		<title>Corrida ao ar condicionado em França: onda de calor provoca filas de madrugada, confrontos e intervenção da polícia. Veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[França internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Corrida começou esta quinta-feira, logo nas primeiras horas do dia, com clientes a chegarem ainda de madrugada para tentar garantir um dos aparelhos disponíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor que atinge França está a provocar não só problemas de saúde pública e mortes por afogamento, mas também cenas de caos em lojas. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram consumidores a disputar aparelhos de ar condicionado e ventiladores em supermercados, depois de a Lidl ter anunciado a venda de milhares de equipamentos a preços promocionais.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, a corrida começou esta quinta-feira, logo nas primeiras horas do dia, com clientes a chegarem ainda de madrugada para tentar garantir um dos aparelhos disponíveis. A &#8216;BFMTV&#8217; relatou que, em Nanterre, na região metropolitana de Paris, mais de uma centena de pessoas aguardava a abertura de uma loja Lidl, marcada para as 8h00.</p>
<p>A pressão dos consumidores foi tal que as portas de entrada acabaram por ceder. De acordo com um jornalista da &#8216;BFMTV&#8217; presente no local, começaram depois confrontos entre clientes que disputavam os cerca de dez aparelhos de ar condicionado disponíveis naquela unidade, obrigando à intervenção da polícia.</p>
<p>A promoção tinha sido preparada pela Lidl com a venda de cerca de 200 mil equipamentos, entre aparelhos de ar condicionado e ventiladores, mas a procura superou rapidamente a capacidade disponível em várias lojas. A cadeia explicou à rádio &#8216;RMC Conso&#8217; que estas campanhas são planeadas com meses de antecedência e distribuídas ao longo de várias semanas, mas reconheceu que ofertas deste tipo podem provocar uma corrida às compras em períodos de calor extremo.</p>
<p>As imagens de clientes a empurrar-se, a correr para as prateleiras e a disputar os últimos equipamentos tornaram-se rapidamente virais, ilustrando a pressão que a vaga de calor está a exercer sobre o quotidiano dos franceses. A imprensa internacional já tinha relatado episódios semelhantes em lojas francesas, com consumidores a esgotarem aparelhos de ar condicionado e ventiladores em poucos segundos.</p>
<p>Cenas parecidas foram registadas também em lojas das redes Action e Darty. Enrique Martinez, diretor executivo da Darty, descreveu a situação como uma “sequência caótica”, explicando que havia pessoas à espera à porta das lojas desde as 4h00 e que algumas chegaram a envolver-se em confrontos físicos. “Estávamos numa situação de emergência”, afirmou.</p>
<p>O fenómeno reflete a intensidade da vaga de calor que tem atingido França e outros países europeus. O país registou recentemente temperaturas acima dos 40 graus Celsius e, segundo o ‘The Guardian’, enfrentou o seu dia mais quente de sempre, com valores que chegaram aos 44,3 graus em Pissos, no departamento das Landes.</p>
<p>A crise também está a ter consequências graves nas zonas balneares, rios e lagos. Segundo o texto citado pelo ‘20 Minutos’, o Governo francês elevou para mais de 90 o número de mortos por afogamento desde 19 de junho, depois de um balanço anterior que apontava para 74 vítimas. “Desde 19 de junho, lamentamos mais de 90 afogamentos. O número é preocupante”, afirmou a ministra dos Desportos e da Juventude, Marina Ferrari, à rádio RMC.</p>
<p>As autoridades francesas têm associado este aumento ao facto de mais pessoas procurarem rios, praias e zonas de água para se refrescarem durante os dias de calor extremo. Relatos anteriores já indicavam uma subida acentuada dos afogamentos em França durante esta vaga de calor, sobretudo em zonas de banho não vigiadas.</p>
<p>O calor extremo obrigou ainda ao encerramento ou condicionamento de escolas, afetou transportes e levou vários pontos turísticos a adaptarem horários. O ‘Guardian’ noticiou que França e Espanha enfrentam agora o risco de uma nova fase de calor intenso, com temperaturas que poderão voltar a aproximar-se dos 44 graus em algumas regiões nos próximos dias.</p>
<p>As temperaturas começaram a descer em algumas zonas no final da semana, mas o episódio deixou claro o impacto crescente das vagas de calor na vida quotidiana. Em França, a procura por ar condicionado deixou de ser apenas uma questão de conforto: tornou-se um sinal visível de um país a tentar adaptar-se a temperaturas cada vez mais extremas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Clashes erupt as Parisians scramble to buy fans and air conditioners amid the French heatwave.</p>
<p>Follow Press TV on Telegram: <a href="https://t.co/h0eMpigtxM">https://t.co/h0eMpigtxM</a> <a href="https://t.co/WaBVhFCoaC">pic.twitter.com/WaBVhFCoaC</a></p>
<p>&mdash; PressTV Extra (@PresstvExtra) <a href="https://x.com/PresstvExtra/status/2072701831399219699?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="pt" dir="ltr">A corrida aos aparelhos de ar condicionado baratos provocou confusão em vários supermercados Lidl em França. Centenas de pessoas tentaram comprar equipamentos por 179 euros. <a href="https://t.co/4L6S1jxgr6">pic.twitter.com/4L6S1jxgr6</a></p>
<p>&mdash; Mundo Vivo (@mundo__vivo) <a href="https://x.com/mundo__vivo/status/2072697447256592388?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨Heatwaves continue to grip France, with people queuing up to buy air conditioners and fans <a href="https://t.co/cKixyy4qYA">pic.twitter.com/cKixyy4qYA</a></p>
<p>&mdash; The Page Z (@ThePageZ_) <a href="https://x.com/ThePageZ_/status/2072694281832104273?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="pt" dir="ltr">Na França, onde a temperatura ultrapassou 40 graus, as &quot;pessoas&quot; estão brigando no supermercado por um ventilador, um resfriador ou um ar-condicionado! As pessoas sufocadas pelo calor estão se batendo umas nas outras apenas por uma brisa leve&#8230; <a href="https://t.co/lKXNucdeYX">pic.twitter.com/lKXNucdeYX</a></p>
<p>&mdash; Sarzuelas (@sarzuelas) <a href="https://x.com/sarzuelas/status/2071686513893548277?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784738]]></sapo:autor>
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		<title>Tesla supera previsões no 2.º trimestre e aumenta vendas em 25% para 480.126 veículos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tesla entregou 480.126 veículos no segundo trimestre de 2026, um número superior às previsões, que tinham estabelecido uma meta de 406.600 unidades, e que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tesla entregou 480.126 veículos no segundo trimestre de 2026, um número superior às previsões, que tinham estabelecido uma meta de 406.600 unidades, e que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2025.</p>
<p>No mesmo período do ano passado, a Tesla tinha entregado 384.122 veículos em todo o mundo, enquanto no primeiro trimestre de 2026 o número foi de 358.023 unidades.</p>
<p>A empresa liderada por Elon Musk informou hoje que, entre abril e junho, produziu 451.758 veículos, um número inferior ao volume de entregas, e instalou 13,5 gigawatts-hora (GWh) de sistemas de armazenamento de energia elétrica.</p>
<p>A Tesla entregou 467.762 unidades dos Model 3 e Y e produziu 442.936 veículos dessas duas gamas. Os restantes modelos totalizaram 12.364 entregas e 8.822 unidades produzidas.</p>
<p>As entregas são o indicador mais próximo das vendas que a Tesla publica, embora a empresa alerte que não devem ser interpretadas como valores definitivos de faturação, uma vez que parte dos veículos está sujeita a contratos de locação operacional.</p>
<p>A empresa americana enfrenta a pressão de fabricantes chineses como a BYD, a Nio e a Xiaomi, além de concorrentes tradicionais como a Hyundai e a Volkswagen, que reforçaram a oferta de veículos elétricos com modelos mais acessíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784748]]></sapo:autor>
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		<title>AD vai insistir na perda de nacionalidade como sanção acessória mas para menos crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[PSD e CDS-PP anunciaram hoje que vão apresentar uma terceira versão do decreto que cria a pena acessória de perda de nacionalidade, reduzindo o leque de crimes em relação à anterior versão, declarada inconstitucional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>PSD e CDS-PP anunciaram hoje que vão apresentar uma terceira versão do decreto que cria a pena acessória de perda de nacionalidade, reduzindo o leque de crimes em relação à anterior versão, declarada inconstitucional.</p>
<p>O anúncio foi feito em conferência de imprensa pelos deputados António Rodrigues (PSD) e João Almeida (CDS-PP).</p>
<p>&#8220;Para ultrapassar a questão do veto, PSD e CDS-PP apresentam uma proposta de alteração, que dá uma dimensão diferente ao elenco de crimes, tirando um conjunto deles, e fixando com grande enfoque aqueles em que o Estado é gravemente ferido&#8221;, afirmou António Rodrigues.</p>
<p>Além dos crimes contra o Estado e terrorismo &#8212; que os deputados consideram já validados pelo Tribunal Constitucional -, o PSD e CDS-PP insistem na perda de nacionalidade para quem, tendo obtido a nacionalidade, seja condenado por homicídio qualificado, violação qualificada e associação criminosa, mas apenas quando estes crimes tenham &#8220;uma expressão aterrorizante&#8221; na sociedade e opinião pública.</p>
<p>&#8220;Não queremos afrontar o Tribunal Constitucional, não queremos de modo algum afrontar o Presidente da República&#8221;, justificou.</p>
<p>Para ser aprovada, esta proposta necessita de maioria qualificada, por a nacionalidade ser matéria de Lei orgânica, o que implica o voto favorável do PS ou do Chega além dos dois partidos que apoiam o Governo.</p>
<p>O Chega já tinha anunciado que pretende confirmar o diploma sem alterações, o que exigiria uma maioria de dois terços dos deputados presentes, uma opção que os sociais-democratas já tinham excluído, assim como a IL.</p>
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		<title>Calor: Igrejas de Matosinhos abertas das 11:00 às 18:00 para acolher população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[As igrejas de Matosinhos estarão abertas das 11:00 às 18:00 como forma de acolher a população durante a onda de calor que Portugal continental atravessa até domingo, anunciou hoje a autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As igrejas de Matosinhos estarão abertas das 11:00 às 18:00 como forma de acolher a população durante a onda de calor que Portugal continental atravessa até domingo, anunciou hoje a autarquia.</p>
<p>Em comunicado, a Câmara Municipal de Matosinhos refere que ativou um conjunto de medidas preventivas destinadas à proteção da população, com especial atenção aos grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Entre as medidas preventivas está a abertura das igrejas, entre as 11:00 e as 18:00, bem como os centros comerciais do concelho e as bibliotecas disponibilizarem acolhimento à população que procure melhores condições térmicas, acrescenta.</p>
<p>&#8220;Os técnicos do município já procederam a um reforço da monitorização da população mais vulnerável, nomeadamente idosos isolados, pessoas com deficiência e pessoas em situação de sem-abrigo&#8221;, afirma, acrescentando que &#8220;foi ainda efetuado o contacto telefónico e acompanhamento dos utentes sinalizados através do serviço municipal de teleassistência, sensibilizando-os para as medidas de autoproteção e para a necessidade de manterem uma hidratação adequada&#8221;.</p>
<p>Segundo a autarquia do distrito do Porto liderada pela socialista Luísa Salgueiro, o município está em contacto permanente com lares, IPSS e outras instituições de apoio social, para se inteirar das respetivas condições de climatização e conforto térmico.</p>
<p>&#8220;Foram ainda reforçadas as ações de proximidade da Polícia Municipal junto dos grupos vulneráveis, através das equipas já afetas aos programas de acompanhamento e segurança de proximidade&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Quanto à população em situação de sem-abrigo, &#8220;as equipas municipais procederam ainda à distribuição de água e realizaram ações de sensibilização&#8221;.</p>
<p>&#8220;O município continuará a acompanhar permanentemente a evolução da situação meteorológica e adotará todas as medidas consideradas necessárias para salvaguarda da população&#8221;, garante.</p>
<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784736]]></sapo:autor>
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		<title>Consumo de eletricidade atinge valor recorde no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo de eletricidade em Portugal atingiu os 27.200 gigawatts hora (GWh) no primeiro semestre, um valor 3,5% acima do período homólogo, o "mais elevado de sempre" registado no sistema nacional, de acordo com dados da REN.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de eletricidade em Portugal atingiu os 27.200 gigawatts hora (GWh) no primeiro semestre, um valor 3,5% acima do período homólogo, o &#8220;mais elevado de sempre&#8221; registado no sistema nacional, de acordo com dados da REN.</p>
<p>Segundo a empresa, com correção de temperatura e dias úteis, este aumento foi de 3,3%.</p>
<p>Para este período é &#8220;o consumo mais elevado de sempre registado no sistema nacional, ultrapassando em cerca de 900 GWh o máximo anterior, verificado em 2025&#8221;, destacou.</p>
<p>De acordo com os mesmos dados, em junho o consumo de energia elétrica manteve esta tendência de crescimento &#8220;com uma subida homóloga de 3,0% (2,5% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis)&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, no total do primeiro semestre, &#8220;o índice de produtibilidade hidroelétrica registou 1,19, o de produtibilidade eólica 1,03 e o de produtibilidade solar 0,79 (médias históricas de 1)&#8221;, sendo que neste período, &#8220;a produção renovável abasteceu 71% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 29%, eólica com 26%, fotovoltaica com 11% e biomassa com 5%&#8221;.</p>
<p>Já a produção a partir de gás natural abasteceu 14% do consumo e os restantes 15% corresponderam ao saldo importador.</p>
<p>A REN indicou que no mês de junho, &#8220;as condições foram desfavoráveis para a produção hidroelétrica, com o índice de produtibilidade a não ultrapassar os 0,54 (média histórica de 1), apesar de os armazenamentos se manterem elevados&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, nas eólicas registou-se um índice de produtibilidade de 1,08, enquanto nas solares o índice se situou em 0,93 (médias históricas de 1).</p>
<p>Na produção solar &#8220;atingiu-se mesmo a ponta mais elevada de sempre com cerca de 3.800 MW [megawatts], registados no dia 29 de junho&#8221;.</p>
<p>Assim, no conjunto, a produção renovável abasteceu 55% do consumo, a produção não renovável 12% e a energia importada 33%.</p>
<p>Por fim, o &#8220;mercado de gás natural registou em junho uma quebra homóloga de 9%, por efeito da contração de 33% no segmento de produção de energia elétrica&#8221;.</p>
<p>No segmento convencional, que abrange os restantes consumidores, houve este mês uma evolução homóloga positiva de 5%.</p>
<p>&#8220;Em junho o terminal de GNL de Sines abasteceu integralmente o sistema nacional, com origem na Nigéria, 55%, EUA, 29% e Rússia, 16%&#8221;, disse a REN.</p>
<p>Já no conjunto dos primeiros seis meses, &#8220;o consumo acumulado anual de gás natural registou um aumento global de 6,1%&#8221;, com a Nigéria e Estados Unidos a manterem-se como principais origens do gás consumido em Portugal, representando 56% e 33% do total, respetivamente.</p>
<p>Por fim, &#8220;8% do gás teve origem na Rússia, enquanto os restantes 7% entraram através da interligação por gasoduto com Espanha&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784735]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MEO aposta em API de rede 5G para reforçar segurança digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/meo-aposta-em-api-de-rede-5g-para-reforcar-seguranca-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[MEO]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora avança com um conjunto de interfaces de programação baseadas em standards globais para combater a fraude bancária e proteger transações críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A operadora avança com um conjunto de interfaces de programação baseadas em standards globais para combater a fraude bancária e proteger transações críticas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A MEO está a dar um passo significativo na evolução da sua estratégia de segurança digital, apostando no desenvolvimento e disponibilização de API (Application Programming Interfaces) standard de rede móvel 5G. A iniciativa visa responder a um dos maiores desafios do ecossistema digital atual: garantir autenticação robusta, prevenir fraude e proteger transações críticas numa era em que os ataques informáticos são cada vez mais sofisticados.</p>
<p>As novas capacidades técnicas da operadora, que pertence ao grupo Altice Portugal, enquadram-se numa tendência global de utilização das redes de telecomunicações não apenas como infraestrutura de conectividade, mas como plataformas ativas de segurança para empresas e utilizadores finais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bancos e instituições financeiras na linha da frente</strong></p>
<p>O setor financeiro é um dos principais alvos desta estratégia. Num contexto em que a fraude bancária online continua a crescer em Portugal e na Europa, a MEO posiciona estas API como uma ferramenta determinante para reforçar os mecanismos de autenticação das instituições financeiras, sem comprometer a experiência dos utilizadores. “O nosso objetivo é simples: ajudar os nossos clientes empresariais a proteger melhor os seus clientes finais, reduzindo fraude e aumentando a confiança nas interações digitais, sem adicionar fricção à experiência.”, afirma Inês Ferreira, da Direção de Desenvolvimento de Oferta Telco da MEO Empresas. Através da integração destas interfaces nas aplicações de homebanking, os bancos passam a ter acesso a múltiplos fatores de segurança adicionais, como a verificação em tempo real do número de telemóvel associado à conta, a deteção de uma eventual troca de cartão SIM (técnica frequentemente usada em esquemas de fraude) ou ainda a validação da localização do dispositivo no momento de uma transação.</p>
<p>O que torna esta abordagem particularmente relevante é o facto de todo este processo ocorrer de forma silenciosa e não intrusiva para o cliente final. Ao contrário dos sistemas atuais, que assentam maioritariamente no envio de códigos por SMS, as API de rede permitem fazer esta verificação em segundo plano, sem exigir qualquer ação adicional ao utilizador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma oportunidade para os programadores de software</strong></p>
<p>Além do setor bancário, a disponibilização destas API abre novas possibilidade para empresas de desenvolvimento de software, permitindo criar soluções escaláveis e interoperáveis, preparadas para para diferentes mercados. Neste contexto, Inês Ferreira destaca que “através das API de rede móvel, estamos a colocar ao alcance das empresas ferramentas baseadas em standards que potenciam a inovação, a segurança e uma proposta de valor à escala global, num contexto digital cada vez mais exigente.”</p>
<p>Para as startups e empresas tecnológicas portuguesas, esta disponibilidade representa uma oportunidade de desenvolver produtos com funcionalidades avançadas de segurança integradas nativamente, sem depender de soluções proprietárias ou de infraestruturas próprias. O enquadramento em standards internacionais é, aliás, um fator crítico para quem pretende escalar para mercados europeus ou globais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parcerias estratégicas para elevar o ecossistema</strong></p>
<p>A estratégia da MEO assenta também num modelo de inovação colaborativa, desenvolvido em conjunto com parceiros tecnológicos de referência como a Nokia, gigante das telecomunicações e infraestrutura de redes que se posiciona neste segmento com plataforma NaC (Network as a Code); a Infobip, plataforma de comunicações em nuvem com presença em dezenas de países; e a Aduna, especialista em API de telecomunicações para o mercado empresarial. Como sublinha Inês Ferreira, “O 5G, por si só, não é suficiente. É a facilidade de acesso e o trabalho em ecossistema que potenciam as suas capacidades e permitem fazer a diferença em operações críticas para as empresas e para os seus clientes.”</p>
<p>Estas parcerias refletem um modelo de inovação aberto, uma abordagem que a MEO tem vindo a adotar de forma crescente, reconhecendo que a complexidade dos desafios de segurança digital exige ecossistemas colaborativos em vez de soluções fechadas e verticais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O 5G como plataforma de segurança</strong></p>
<p>Subjacente a toda esta iniciativa está a crescente maturidade das redes 5G em Portugal. Se durante os primeiros anos de implementação o 5G foi sobretudo associado à velocidade e à latência reduzida, a MEO parece agora determinada a explorar uma dimensão menos visível, mas igualmente estratégica desta tecnologia: a capacidade de as redes de nova geração servirem como plataformas ativas de serviços digitais avançados.</p>
<p>A segurança surge, assim, como um dos casos de uso mais concretos e imediatos do 5G no mercado empresarial português, com a MEO a posicionar-se como parceiro de referência nesta transição; não apenas fornecendo conectividade, mas integrando-se ativamente nas arquiteturas de segurança das empresas que operam em Portugal.</p>
<p>Com esta aposta, a operadora reforça a sua ambição de ser um ator central na transformação digital do País, contribuindo para elevar os padrões de proteção, fiabilidade e resiliência das comunicações digitais num momento em que a cibersegurança se tornou uma prioridade estratégica para empresas, reguladores e cidadãos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784728]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Unbabel segue para liquidação com voto unânime dos credores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/unbabel-segue-para-liquidacao-com-voto-unanime-dos-credores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O encerramento e liquidação da tecnológica Unbabel foi hoje aprovado por unanimidade dos credores presentes na assembleia que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento e liquidação da tecnológica Unbabel foi hoje aprovado por unanimidade dos credores presentes na assembleia que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.</p>
<p>De acordo com a juíza titular do proesso de insolvência, nenhum plano de recuperação foi apresentado para tentar salvar a Unbabel, cujas dívidas a três dezenas de credores ascendem a cerca de 15,5 milhões de euros.</p>
<p>A startup portuguesa Unbabel, especializada na área da tradução automática através de IA, foi declarada insolvente em 10 de março, após ter recebido 14,1 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para o desenvolvimento de um projeto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784726]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Momento não de medo, mas de responsabilidade”: autoridades apelam à cautela perante risco extremo de incêndio. GNR já soma 131 detenções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/momento-nao-de-medo-mas-de-responsabilidade-autoridades-apelam-a-cautela-perante-risco-extremo-de-incendio-gnr-ja-soma-131-detencoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsável do IPMA sublinhou que o calor não se fará sentir apenas durante o dia. As noites também deverão ser muito quentes, com temperaturas mínimas superiores a 20 graus em vários pontos do país e, em alguns locais, acima dos 25 graus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades apelam à responsabilidade dos cidadãos nos próximos dias, perante um período considerado especialmente difícil, que junta temperaturas extremas, risco elevado de incêndio rural, noites muito quentes, vento forte e maior pressão sobre os meios de socorro.</p>
<p>A mensagem foi deixada por várias entidades, depois de o Governo ter declarado situação de alerta em todo o território continental entre as 00h00 desta sexta-feira e as 23h59 de segunda-feira. O objetivo é reduzir comportamentos de risco num período em que qualquer ignição pode ganhar rapidamente grandes proporções.</p>
<p>Jorge Verde, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, sublinhou que este é um momento que exige responsabilidade individual e coletiva. “Este é um momento sério, não um momento para medo, mas para responsabilidade. É um momento para foco, responsabilidade nos comportamentos, respeito pelo fogo, pelas pessoas, pelos bombeiros”, afirmou.</p>
<p>O responsável da AGIF deixou um apelo direto aos cidadãos: “Peço que não façam uso do fogo, sob qualquer circunstância, nem usem maquinaria que possa dar origem a ignições.”</p>
<p>Jorge Verde insistiu que a situação exige cautela e cooperação de todos. “A meteorologia não atua sozinha, está nas mãos de todos nós. Apelamos à cautela e ao respeito muito grande pela situação que hoje vivemos”, afirmou.</p>
<p>Também a Liga dos Bombeiros Portugueses alertou para a complexidade dos próximos dias. O presidente da Liga, António Nunes, lembrou que os bombeiros terão de dividir recursos entre duas frentes: a resposta na área da saúde, por causa da onda de calor, e o combate a eventuais incêndios rurais.</p>
<p>“Estamos a viver um período de alguma complexidade, porque juntamos o risco de incêndio florestal com a onda de calor. Os bombeiros têm de dedicar os seus meios a duas áreas: a área da saúde e o combate aos incêndios”, afirmou António Nunes.</p>
<p>O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses sublinhou que as corporações estão habituadas a missões difíceis, mas admitiu que o cenário que se aproxima poderá envolver ocorrências exigentes. “Todos nós gostaríamos que daqui a oito dias não tivéssemos vítimas, não tivesse havido incêndios de elevada dimensão. Não vai ser assim, vamos ter teatros complexos, em que a entreajuda de várias entidades vai ser um desafio”, afirmou.</p>
<p>António Nunes deixou, ainda assim, “uma palavra de esperança”, apelando à cooperação entre entidades e cidadãos. “Que sejamos todos capazes de cooperar em cada um dos setores, elevando a capacidade de resposta. Em primeiro lugar estão os cidadãos”, declarou.</p>
<p>A GNR anunciou igualmente o reforço do dispositivo de vigilância e fiscalização, tendo em conta a fase considerada “muito complicada”. O objetivo é detetar precocemente ignições, prevenir comportamentos de risco e apoiar as operações de proteção e socorro.</p>
<p>Segundo a Guarda, foram mobilizados meios em todo o território, incluindo os 230 postos de vigia disponíveis, 147 torres de videovigilância e patrulhamento móvel. A operação será também apoiada por drones, que permitirão uma maior capacidade de observação e intervenção perante comportamentos de risco.</p>
<p>“Atendendo a esta fase muito complicada, a GNR reforçou o seu dispositivo. Mobilizámos um conjunto de meios de forma a identificar precocemente todas as ocorrências de incêndio”, indicou Ricardo Vaz Alves, coronel da GNR, salientando já terem sido realizadas &#8220;131 detenções pelo crime de incêndio florestal, ao qual associámos cerca de 800 cidadãos já identificados pelo crime de incêndio florestal. Manteremos este nível de atenção para evitar alguns comportamentos associados. Todos os olhares para a nossa floresta são poucos e por isso apelava a todos os populares que sempre que presenciem uma coluna de fumo &#8211; ou comportamentos suspeitos &#8211; possam alertar&#8221;.</p>
<p>A GNR apelou ainda a que todos os cidadãos adotem comportamentos de “máxima responsabilidade”, evitando qualquer ação que possa provocar ignições ou dificultar a resposta operacional.</p>
<p>O alerta das autoridades surge num contexto de agravamento meteorológico. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera confirmou que Portugal continental vai enfrentar dias de temperaturas muito elevadas, com valores na ordem dos 40 graus Celsius ou mesmo superiores em algumas regiões.</p>
<p>As noites também deverão ser muito quentes, com temperaturas mínimas superiores a 20 graus em vários locais e, em algumas zonas, acima dos 25 graus. O episódio deverá ser prolongado, sobretudo no interior, enquanto no litoral o alívio poderá chegar mais cedo.</p>
<p>Além do calor, o IPMA prevê humidade relativa muito baixa, mesmo durante a noite, e vento forte, sobretudo nas terras altas do Norte e Centro e nas serras algarvias. Esta combinação cria condições particularmente desfavoráveis ao combate a incêndios rurais.</p>
<p>Durante a situação de alerta, ficam proibidos o acesso, circulação e permanência em espaços florestais previamente definidos, as queimadas e queimas de sobrantes, o uso de fogo-de-artifício, o lançamento de balões com mecha acesa e vários trabalhos com maquinaria em espaços florestais e rurais.</p>
<p>As autoridades insistem que os próximos dias exigem mais do que meios no terreno. A prevenção dependerá sobretudo dos comportamentos individuais: não usar fogo, não utilizar maquinaria que possa provocar faíscas, respeitar as proibições em vigor e comunicar rapidamente qualquer sinal de incêndio.</p>
<p><strong>Situação de alerta até segunda-feira</strong></p>
<p>A situação de alerta aplica-se a todo o território continental e vai vigorar entre as 00h00 desta sexta-feira e as 23h59 de segunda-feira, devido ao “significativo agravamento do risco de incêndios rurais”, segundo o Ministério da Administração Interna. A decisão decorre da elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro e da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação ao risco de incêndio previsto pelo IPMA em grande parte do continente.</p>
<p>A declaração implica o reforço da prontidão operacional da GNR, da PSP, das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social, bem como das entidades das áreas das comunicações e energia. Ficam também mobilizados sapadores florestais, agentes florestais e vigilantes da natureza, estando previstas ações de patrulhamento e fiscalização aérea da GNR com meios das Forças Armadas. </p>
<p>Durante este período, ficam proibidos o acesso e permanência em determinados espaços florestais, queimadas e queimas, trabalhos com maquinaria em espaços florestais e rurais de risco, fogo-de-artifício e balões com mecha acesa, embora estejam previstas exceções para atividades essenciais e inadiáveis, desde que cumpridas regras de mitigação do risco.</p>
]]></content:encoded>
					
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