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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: Portugal empata com Colômbia e encontra Croácia nos &#8217;16 avos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal terminou no sábado o Grupo K do Mundial2026 de futebol em segundo, ao empatar 0-0 com a líder Colômbia, na terceira jornada, e vai encontrar a Croácia na segunda fase, para a qual também avança a República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal terminou no sábado o Grupo K do Mundial2026 de futebol em segundo, ao empatar 0-0 com a líder Colômbia, na terceira jornada, e vai encontrar a Croácia na segunda fase, para a qual também avança a República Democrática do Congo.</P><br />
<P>Em Miami, nos Estados Unidos, a equipa das &#8216;quinas&#8217; somou a segunda igualdade na 23.ª edição do campeonato do mundo, depois do 1-1 na estreia com os congoleses, terminando a &#8216;poule&#8217; no segundo posto, com cinco pontos, a dois dos colombianos.</P><br />
<P>A RD Congo qualificou-se como um dos melhores terceiros, com quatro pontos, ao vencer por 3-1, após reviravolta, com golos de Yoane Wissa, aos 68 e 90+1 minutos, o primeiro de grande penalidade, e Fiston Mayele, aos 78 minutos, depois de Eldor Shomurodov, aos 10, ter dado vantagem aos uzbeques, que concluem a estreia sem pontuar.</P><br />
<P>Portugal vai encontrar a Croácia, segunda classificada do Grupo L, em Toronto, no Canadá, às 00:00 de sexta-feira (horas em Lisboa), enquanto a Colômbia vai defrontar o Gana, de Carlos Queiroz, no dia seguinte, em Kansas City, nos Estados Unidos, e a RD Congo a Inglaterra, vencedora do Grupo L, na quarta-feira, em Atlanta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782741]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Comerciantes temem demolição de El Junquito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:22:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Comerciantes e residentes em El Junquito, nas montanhas que unem Caracas com o Estado de La Guaira, disseram à Lusa estar preocupados com alegados planos de demolir todos os prédios do centro da povoação.</P><br />
<P>Os comerciantes, entre eles vários portugueses, explicaram no sábado que temem que a demolição se concretize, apesar de algumas propriedades não terem sofrido danos materiais, confirmando, no entanto, que alguns edifícios pequenos, casas e lojas foram parcialmente afetados, e que inclusive uma padaria de portugueses ruiu na totalidade.</P><br />
<P>&#8220;Fazemos um papelo aos engenheiros e a quem nos possa ajudar porque querem demolir toda a povoação e há edificações que são seguras, que não sofreram danos materiais. Queremos que alguém entendido nesta matéria nos dê a certeza se há que demolir ou não&#8221;, explicou uma lusodescendente.</P><br />
<P>Deisy Abreu precisou que não se trata penas de lojas, também de casas e lares, sublinhando que é muito desagradável que prédios que estão em boas condições, que não estão afetados, também tenham que ser desocupados simplesmente porque querem demolir.</P><br />
<P>No entanto a lusodescendente admitiu que para os proprietários &#8220;é legítimo aceitar que alguém, com documentos em mãos, prove que tudo terá deve ser demolido porque se trata de um barranco que causará problemas em uns anos&#8221;, sublinhando, no entanto, que nesse caso é preciso apoiar as famílias que vão ficar sem casa.</P><br />
<P>Deisy Abreu explicou que, junto da padaria de portugueses que ruiu, está a entrada do bairro La Toma, que deverá ser demolido e onde vivem mais de 30 famílias, que não querem deixar os lares porque foi onde viveram toda a vida.</P><br />
<P>&#8220;Esse lado é o que ficou mais afetado e é preciso ajudar essas pessoas, dar-lhes a segurança de um teto, que podem sair que não lhes faltará nada&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, disse que, dada a gravidade dos sismos que afetaram a Venezuela, &#8220;todos estão necessitados&#8221; e que veria com bons olhos qualquer ajuda da parte de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Sou filha de um português, o meu pai e os meus avós são da Madeira&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A lusodescendente agradece a ajuda, em bens materiais, recebida nos últimos dias, mas mostrou-se preocupada sobre o que poderá acontecer em breve.</P><br />
<P>&#8220;Muita gente trouxe ajuda, mas o nosso medo é que essas ajudas terminem. Espero que no dia de amanhã quando as pessoas tiverem fome e não saibam o que fazer, que não se esqueçam de nós&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, Maria Esperanza González, explicou à Lusa que viveu toda a sua vida em El Junquito, onde já os seus pais tinham propriedades, que acredita não precisarem de ser demolidas.</P><br />
<P>&#8220;Estamos verdadeiramente preocupados e fazemos um apelo urgente, aos organismos governamentais, aos engenheiros, a que nos ajudem, que façam um estudo dos solos de cada um dos estabelecimentos, para que não haja atuações arbitrárias. Que com provas em mãos nos digam o que há ou não que demolir e como vamos resolver a questão dos estabelecimentos comerciais&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que são fundadores da povoação turística e que, além das lojas, há também casas que não foram afetadas e pediu que se divulguem vídeos dos prédios que estão intactos.</P><br />
<P>&#8220;A situação mais complicada, do centro da população, é a padaria que ruiu por completo, num momento em que se encontravam pessoas na parte de cima, nas habitações e que teriam perdido a vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo Maria Esperanza González, alguns comerciantes estão a abandonar as lojas, por temer sejam demolidas, ficando expostos à insegurança.</P><br />
<P>A comerciante Ana Pérez explicou à Lusa que há 20 anos que trabalha em El Junquito, sublinhando que tem dois estabelecimentos comerciais e mais de 25 empregados.</P><br />
<P>&#8220;Queremos manter as nossas lojas porque vivemos delas e dos turistas, e temos muitos empregados por nossa conta. Precisamos que nos deixem continuar a trabalhar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Ana Pérez desabafou ainda que, três dias após os fortes sismos, El Junquito continua às escuras, sem abastecimento de eletricidade, pelo que em qualquer momento os produtos que as pessoas guardam no frigorífico vão-se estragar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782739]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Kuwait atacado por &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, sirenes soam no Bahrein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:54:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kuwait está sob ataque de "mísseis e drones hostis", anunciou hoje o exército do emirado, enquanto no Bahrein soaram sirenes de alerta aéreo, após os Estados Unidos terem anunciado novos bombardeamentos contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kuwait está sob ataque de &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, anunciou hoje o exército do emirado, enquanto no Bahrein soaram sirenes de alerta aéreo, após os Estados Unidos terem anunciado novos bombardeamentos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;As defesas aéreas do Kuwait estão a repelir ataques realizados por mísseis e drones hostis&#8221;, escreveu o exército num comunicado oficial.</P><br />
<P>No Bahrein, país que alberga uma importante base naval norte-americana, soaram sirenes de alerta aéreo, segundo o Ministério do Interior, que pediu aos residentes que &#8220;mantivessem a calma e se dirigissem para o local seguro mais próximo&#8221;.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>O Centcom afirmou que &#8220;o tráfego marítimo comercial no estreito de Ormuz continua&#8221; apesar dos novos ataques.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Estes ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com portais especializados, o Kiku partiu de um campo petrolífero do Qatar no meio do golfo Pérsico, no início da semana, e estava a caminho de um porto nos Emirados Árabes Unidos, localizado no golfo de Amã, do outro lado do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O navio estaria a tentar utilizar uma rota estabelecida perto da costa de Omã, que serve de alternativa à rota que passa por águas iranianas. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no sábado que o Irão &#8220;deixará de existir&#8221; se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.</P><br />
<P>&#8220;Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!&#8221;, escreveu Trump, na rede social que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;É muito provável que nunca aprendam! Pode chegar o momento em que já não possamos agir racionalmente e sejamos obrigados a concluir pela força militar a missão que tão bem começámos. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irão deixará de existir!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>No sábado, o Governo do Bahrein indicou que foi atacado por &#8220;vários drones iranianos&#8221;, numa violação ao memorando de entendimento assinado entre o Irão e Estados Unidos, apesar de Teerão ter assegurado que o alvo eram &#8220;bases norte-americanas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782738]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump afirma que país &#8220;deixará de existir&#8221; se EUA voltarem à guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-afirma-que-pais-deixara-de-existir-se-eua-voltarem-a-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:17:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão "deixará de existir" se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão &#8220;deixará de existir&#8221; se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.</P><br />
<P>&#8220;Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!&#8221;, escreveu Trump no sábado, na rede social que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;É muito provável que nunca aprendam! Pode chegar o momento em que já não possamos agir racionalmente e sejamos obrigados a concluir pela força militar a missão que tão bem começámos. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irão deixará de existir!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>O Centcom afirmou que &#8220;o tráfego marítimo comercial no estreito de Ormuz continua&#8221; apesar dos novos ataques.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Estes ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com portais especializados, o Kiku partiu de um campo petrolífero do Qatar no meio do golfo Pérsico, no início da semana, e estava a caminho de um porto nos Emirados Árabes Unidos, localizado no golfo de Amã, do outro lado do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O navio estaria a tentar utilizar uma rota estabelecida perto da costa de Omã, que serve de alternativa à rota que passa por águas iranianas. </P><br />
<P>Na sexta-feira, os EUA já tinham atacado &#8220;locais de armazenamento de mísseis e drones&#8221; e &#8220;localizações de radar costeiro&#8221; iranianos, porque Teerão tinha atacado um navio comercial que transitava pelo estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Esta troca de ofensivas ocorre apesar do acordo de Teerão com Washington para reabrir a via navegável como parte de um memorando de paz preliminar, assinado em 17 de junho, que estabeleceu um cessar-fogo e abriu um período de negociações para uma paz duradoura.</P><br />
<P>Antes da guerra, 20% do comércio mundial de hidrocarbonetos passava pelo estreito de Ormuz, que tem cerca de 30 quilómetros de largura entre o Irão e a Península Arábica.</P><br />
<P>Este estreito estratégico continua a ser um importante ponto de discórdia entre os dois lados, com Teerão a procurar agora impor taxas de trânsito, uma proposta categoricamente rejeitada por Washington. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782737]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Croácia vence Gana e apura-se para os 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 23:07:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Croácia assegurou no sábado a qualificação para os 16 avos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 2-1 o também apurado Gana, de Carlos Queiroz, na terceira e última jornada do Grupo L.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Croácia assegurou no sábado a qualificação para os 16 avos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 2-1 o também apurado Gana, de Carlos Queiroz, na terceira e última jornada do Grupo L.</P><br />
<P>Em Filadélfia, nos Estados Unidos, Petar Sucic (31 minutos) e Nikola Vlasic (83) marcaram os golos dos croatas, que terminaram no segundo posto do grupo, com seis pontos, mais dois do que os ganeses, que ainda empataram por Derrick Luckassen (73) e acabam por seguir para a fase a eliminar como um dos oito melhores terceiros classificados.</P><br />
<P>A Inglaterra, que já estava apurada antes da derradeira ronda, confirmou o primeiro lugar do grupo, com sete pontos, impondo-se por 2-0 ao Panamá em East Rutherford, nos Estados Unidos, com golos de Jude Bellingham (62 minutos) e Hary Kane (67). Já o Panamá volta a despedir-se de um Mundial com um pleno de derrotas, tal como em 2018.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782732]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 48</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:59:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 83 portugueses ou lusodescendentes.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 48 mortos, 41 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 17:00, referia 41 portugueses e lusodescendentes, incluindo seis crianças, entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos registados na Venezuela causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>CMP/CFF // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782731]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Processo de classificação digital dos exames nacionais &#8220;em fase de recuperação&#8221; &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:39:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, "de forma gradual", as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, "após algumas dificuldades técnicas", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, &#8220;de forma gradual&#8221;, as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, &#8220;após algumas dificuldades técnicas&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no site do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), o Júri Nacional de Exames explica que o processo de preparação dos exames nacionais para a classificação digital está &#8220;em fase de recuperação, após algumas dificuldades técnicas&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, uma das grandes novidades dos exames nacionais é a forma de avaliar as provas: Os alunos continuam a escrever as respostas à mão, mas as respostas são dadas em folhas específicas que são depois digitalizadas para que os professores corretores possam corrigir e avaliar na plataforma digital.</P><br />
<P>Fora deste novo modelo ficam apenas os exames de Geometria Descritiva A e de Desenho A, que não sofrem quaisquer alterações. </P><br />
<P>Na quarta-feira, a Federação Nacional de Professores tinha denunciado atrasos na atribuição de credenciais de acesso dos professores classificadores às provas do exame nacional de Português.</P><br />
<P>Em relação ao procedimento de classificação das provas, o Júri Nacional de Exames explica hoje que começa a distribuir respostas aos professores classificadores a partir de segunda-feira, &#8220;à medida que estas forem sendo processadas&#8221;.</P><br />
<P>A entidade assegura que &#8220;cada código de exame dispõe de um período de classificação equivalente ao habitual &#8212; tipicamente dez dias úteis &#8212;, mantendo-se o prazo final de classificação em 10 de julho&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Júri Nacional de Exames, as escolas e os professores envolvidos no processo de classificação &#8220;devem aguardar com tranquilidade novas informações relativas à disponibilização das respostas&#8221;.</P><br />
<P>A 1.ª fase dos exames nacionais decorreu entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</P><br />
<P>As notas da 1.ª fase devem ser conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos.</P><br />
<P>Os resultados das candidaturas serão divulgados a 23 de agosto.</P><br />
<P>As instituições de ensino superior públicas disponibilizaram, para o próximo ano letivo, 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente.</P><br />
<P>Para o Regime Geral de Acesso estão reservadas 56.790 vagas, a que se somam as 21.493 disponibilizadas para os Regimes e Concursos Especiais.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782730]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Martínez &#8216;senta&#8217; João Neves e lança Rúben Neves frente à Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O selecionador Roberto Martínez vai apostar em Rúben Neves no 'onze' que Portugal vai hoje apresentar frente à Colômbia, no Mundial2026 de futebol, relegando João Neves para o banco, naquela que é a única alteração na equipa lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Miami, Estados Unidos, 27 jun 2026 (Lusa) &#8212; O selecionador Roberto Martínez vai apostar em Rúben Neves no &#8216;onze&#8217; que Portugal vai hoje apresentar frente à Colômbia, no Mundial2026 de futebol, relegando João Neves para o banco, naquela que é a única alteração na equipa lusa.</P><br />
<P>Após a goleada imposta ao Uzbequistão (5-0) na segunda jornada do Grupo K, Martínez optou apenas por mexer no meio-campo e vai lançar na partida o médio do Al Hilal, que ainda não somou qualquer minuto na competição.</P><br />
<P>João Neves foi titular nos dois primeiros jogos e até fez o golo de Portugal no empate com a República Democrática do Congo (1-1), na primeira ronda.</P><br />
<P>O selecionador mantém, assim, o avançado João Félix na equipa inicial e o médio Bernardo Silva no banco de suplentes, tal como já tinha acontecido com o Uzbequistão.</P><br />
<P>No Estádio Hard Rock, em Miami, no Estados Unidos, Portugal vai entrar em campo com Diogo Costa na baliza e um quarteto defensivo composto por João Cancelo na direita, Nuno Mendes na esquerda e Rúben Dias e Renato Veiga como dupla de centrais.</P><br />
<P>Rúben Neves, Vitinha e Bruno Fernandes formam o meio-campo da seleção nacional, com Félix e Pedro Neto a apareceram mais na alas, no apoio ao capitão Cristiano Ronaldo.</P><br />
<P>Portugal, já apurado para os 16 avos de final, está obrigado a vencer a partida da terceira e última jornada para terminar o Grupo K no primeiro lugar.</P><br />
<P>Do lado da Colômbia, também com &#8216;passaporte&#8217; garantido para a fase a eliminar e a precisar apenas de um empate para conquistar o grupo, o selecionador Néstor Lorenzo manteve James Rodríguez e Luís Diaz, ambos ex-FC Porto, na equipa inicial, mas optou por poupar Luis Suárez, avançado do Sporting que foi titular nos dois primeiros jogos, e o lateral Daniel Muñoz, que leva dois golos na prova.</P><br />
<P>O médio Richard Ríos, do Benfica, volta a iniciar este encontro no banco de suplentes, tal como sucedeu nas duas primeiras partidas.</P><br />
<P>Portugal defronta a Colômbia às 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa), num jogo que será arbitrado pelo australiano Alireza Faghani.</P><br />
<P>À mesma hora, mas em Atlanta, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão medem forças.</P><br />
<P>A Colômbia lidera o Grupo K com seis pontos, seguida de Portugal no segundo posto, com quatro, da RD Congo, que é terceira, com um, e do Uzbequistão, último e ainda a zero.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, realiza-se até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782729]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: ONU instalou três hospitais de campanha em La Guaria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU instalou três hospitais de campanha no estado de La Guaira para receber os feridos dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram aquela região da Venezuela na quarta-feira, anunciou hoje um responsável das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU instalou três hospitais de campanha no estado de La Guaira para receber os feridos dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram aquela região da Venezuela na quarta-feira, anunciou hoje um responsável das Nações Unidas.</P><br />
<P>Segundo o coordenador das Nações Unidas na Venezuela, Gianluca Rampolla, o objetivo é prestar cuidados de saúde imediatos aos mais afetados, uma vez que os centros de saúde de Caracas não têm capacidade de resposta para todos.</P><br />
<P>O responsável disse ainda à agência EFE que a ONU está a coordenar com as autoridades venezuelanas a instalação de &#8220;abrigos multi-serviços&#8221; &#8212; com casas de banho e refeitórios &#8212; para todos os que perderam as casas no sismo.</P><br />
<P>Estes abrigos serão colocados o mais próximo possível das comunidades afetadas, para que os residentes não tenham de percorrer distâncias longas, explicou.</P><br />
<P>Gianluca Rampolla disse ainda que já chegou à Venezuela um avião com 20 toneladas de ajuda humanitária, incluindo mantimentos e sistemas para purificação de água.</P><br />
<P>O coordenador das Nações Unidas na Venezuela descreveu a situação em La Guaira como grave e alertou que ainda têm de chegar a muitos edifícios para verificar se há sobreviventes presos nos escombros.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782728]]></sapo:autor>
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		<title>PR cabo-verdiano visita Portugal e será distinguido pela Universidade de Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente cabo-verdiano inicia segunda-feira uma visita de quatro dias a Portugal, durante a qual será distinguido com a Medalha da Universidade de Coimbra em reconhecimento pelo contributo para a consolidação da democracia e o desenvolvimento de Cabo Verde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cabo-verdiano inicia segunda-feira uma visita de quatro dias a Portugal, durante a qual será distinguido com a Medalha da Universidade de Coimbra em reconhecimento pelo contributo para a consolidação da democracia e o desenvolvimento de Cabo Verde.</P><br />
<P>Segundo uma nota da Presidência da República, a atribuição da medalha, &#8220;raramente concedida&#8221;, foi aprovada por unanimidade pelo Senado da Universidade de Coimbra, em outubro de 2025, que destaca o papel de José Maria Neves &#8220;na história de Cabo Verde&#8221;, pela sua liderança na consolidação da democracia e na transformação socioeconómica do país.</P><br />
<P>A medalha será entregue no Colégio da Trindade, após a conferência &#8220;A Crioulidade e o Futuro da Humanidade&#8221;, que o chefe de Estado cabo-verdiano irá proferir no âmbito da 44.ª edição das Conversas da Casa da Lusofonia.</P><br />
<P>Antes da cerimónia, José Maria Neves será recebido pela presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa.</P><br />
<P>Na terça-feira, a agenda inclui uma visita à Figueira da Foz, onde será recebido pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, e visitará o Porto da Figueira da Foz, o Miradouro da Bandeira e o Centro de Artes e Espetáculos.</P><br />
<P>Após a cerimónia em Coimbra, o Presidente desloca-se a Lisboa, onde condecorará o presidente da Cooperativa de Formação e Animação Cultural (COFAC), Manuel de Almeida Damásio, com a medalha de mérito de primeira classe.</P><br />
<P>A visita termina na quinta-feira, com a participação nas comemorações do 51.º aniversário da independência do arquipélago, no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, que incluem a inauguração da exposição &#8220;Orgulho nacional: as equipas que levam Cabo Verde ao mundo&#8221;, dedicada à seleção cabo-verdiana de futebol.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782727]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dinamarca atinge temperatura recorde de 37 graus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dinamarca registou hoje uma temperatura máxima de 37 graus, batendo um recorde desde que há registos, iniciados há mais de 150 anos, revelou o Instituto Meteorológico deste país nórdico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Dinamarca registou hoje uma temperatura máxima de 37 graus, batendo um recorde desde que há registos, iniciados há mais de 150 anos, revelou o Instituto Meteorológico deste país nórdico.</P><br />
<P>&#8220;Hoje atingimos os 37 graus, a temperatura mais elevada na história do tempo dinamarquês. É a temperatura mais alta registada na Dinamarca desde que começámos a fazê-lo de forma sistemática em 1874&#8221;, explicou aquele organismo na rede social X.</P><br />
<P>Nos últimos dias, vários países na Europa, nomeadamente França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Países Baixos, estão a passar por elevadas temperaturas e a baterem recordes de tempo quente.</P><br />
<P>Um estudo publicado na sexta-feira pelo World Weather Attribution indica que 45% das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente. </P><br />
<P>Os investigadores alertam que a combinação de temperaturas extremas e elevada humidade aumenta significativamente os riscos para a saúde, especialmente entre idosos, trabalhadores ao ar livre, crianças e pessoas vulneráveis.</P><br />
<P>Os cientistas atribuem a intensidade destes fenómenos ao impacto do aquecimento global, provocado pelas &#8220;emissões contínuas de combustíveis fósseis&#8221; para a atmosfera.</P><br />
<P>O secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Simon Stiell, afirma que o calor extremo que está a afetar a Europa é um sintoma de que as alterações climáticas &#8220;avançam sem controlo&#8221;, provocadas pelo &#8220;vício mundial da queima de carvão, petróleo e gás&#8221;, embora sublinhe que &#8220;as soluções são igualmente claras&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Stiell, é necessária &#8220;uma transição mais rápida para as energias limpas, que agora são muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, bem como a proteção das florestas e a promoção da resiliência climática&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782726]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Base da missão portuguesa ficará em Cátia la Mar, La Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia La Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia La Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>&#8220;A Base de Operações da FOCON de Portugal ficará sedeada no Centro Luso Venezuelano, em Catia La Mar, La Guaira. Nesta base ficará instalado o posto de coordenação e todas as estruturas de suporte logístico da Força&#8221;, de acordo com informação enviada à agência Lusa pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, pelas 16:00 locais (21:00 em Lisboa) teve início em Caracas uma reunião de coordenação de operações para definir os setores a atribuir às várias equipas que já se encontram na Venezuela para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após o duplo sismo que, na quarta-feira, atingiu o país.</P><br />
<P>A Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa chegou ao Aeroporto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, na Venezuela, em dois voos da Força Aérea Portuguesa.</P><br />
<P>O primeiro avião aterrou às 13:15 de Lisboa (08:15 hora local) e o segundo às 14:50 (09:50 hora local).</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>CMP/CFF // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782725]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: ONU estima danos em cerca de 6,7 mil milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU indicou hoje estimar em 6,7 mil milhões de dólares (5,8 mil milhões de euros) os danos em habitações e bens como veículos, edifícios e empresas devido aos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU indicou hoje estimar em 6,7 mil milhões de dólares (5,8 mil milhões de euros) os danos em habitações e bens como veículos, edifícios e empresas devido aos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e citado pela agência noticiosa espanhola EFE, a estimativa preliminar baseia-se em modelos sísmicos, imagens de satélite e dados populacionais, tendo sido realizada nas horas a seguir aos sismos que atingiram magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter e ocorreram perto da costa norte da Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos foram sentidos em áreas populosas e economicamente significativas, incluindo a capital venezuelana, Caracas, e os estados de La Guaira, Carabobo, Miranda, Yaracuy e Aragua, refere o PNUD, acrescentando que os dados sugerem também possíveis cortes de energia em partes de Carabobo, La Guaira, Caracas e Aragua.</P><br />
<P>A agência da ONU calcula que nas áreas afetadas existiam 1,7 milhões de estruturas.</P><br />
<P>O valor estimado dos danos não inclui os estragos nas infraestruturas da Venezuela, nem os custos devido às perturbações económicas mais amplas ou à reconstrução a longo prazo.</P><br />
<P>A estimativa do impacto total continuará a evoluir à medida que mais informação seja divulgada, alertando o PNUD que o impacto total é normalmente calculado entre 1,5 e três vezes o valor dos danos diretos, segundo a EFE.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos registados na Venezuela na quarta-feira causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782724]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Orçamento do Benfica para a época 2026/27 aprovado por 54,57%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 19:29:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sócios do Benfica aprovaram hoje o orçamento para a temporada 2026/27, por uma maioria de 54,57% dos associados votantes, após deliberação em Assembleia-geral (AG) do clube.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os sócios do Benfica aprovaram hoje o orçamento para a temporada 2026/27, por uma maioria de 54,57% dos associados votantes, após deliberação em Assembleia-geral (AG) do clube.</P><br />
<P>Os associados do clube da Luz aprovaram, com um resultado de 54,57% votos a favor para 45,43% contra, o orçamento para despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal para o exercício 2026/27, que constituía o ponto único na ordem de trabalhos da segunda AG realizada hoje, relativa a Orçamento e Plano de Investimentos.</P><br />
<P>A sessão iniciou pela tarde com a intervenção do presidente do Benfica, Rui Costa, apresentando o orçamento para apreciação dos associados, no qual projetava um resultado positivo de 8,4 milhões de euros (ME) como &#8220;condição essencial&#8221; para &#8220;continuar a investir na competitividade&#8221;, seguido de Nuno Catarino, vice-presidente financeiro do emblema &#8216;encarnado&#8217;.</P><br />
<P>Seguiu-se um período para intervenções dos sócios, com 26 inscritos, entre os quais Mauro Xavier, que apresentou uma proposta à Mesa da AG, e João Diogo Manteigas, um dos candidatos derrotados nas últimas eleições para os órgãos sociais, e que antecedeu o período de votação, que se prolongou por mais de uma hora até ao apuramento de resultados.</P><br />
<P>Pela manhã, o Benfica já havia levado a cabo uma primeira reunião magna, denominada Planeamento, Gestão e Resultados Desportivos, que visou esclarecer os associados relativamente à última época desportiva.</P><br />
<P>O orçamento do clube para 2026/27 aponta para rendimentos de 70 ME e gastos de 61,6 ME, valores que permitem projetar um resultado positivo de 8,4 ME.</P><br />
<P>Esta previsão representa uma melhoria face aos 3,91 ME inscritos na época 2025/26 e supera igualmente os 7,65 ME registados no exercício de 2024/25.</P><br />
<P>Aprovados em março de 2025, os novos estatutos do Benfica introduziram um mecanismo que prevê a demissão automática da Direção caso o relatório de gestão e contas seja rejeitado duas vezes pela AG.</P><br />
<P>Contudo, os estatutos estabelecem igualmente que esse mecanismo apenas produz efeitos &#8220;a partir do segundo ano do exercício&#8221; de cada direção, pelo que não poderá ser aplicado à equipa liderada por Rui Costa nas primeiras contas apresentadas após a eleição, consumada em novembro último.</P><br />
<P>Estas reuniões magnas acontecem depois de, em junho de 2025, os associados terem chumbado o orçamento para 2025/26 com uma maioria expressiva de 73,80% de votos contra, num ato em que votaram 1.056 sócios e que antecedeu o ato eleitoral, no qual Rui Costa foi reconduzido.</P><br />
<P>O documento então apresentado pela Direção previa um resultado positivo de 5,5 ME.</P><br />
<P>A reprovação representou um agravamento da contestação interna à gestão do presidente &#8216;encarnado&#8217;, num ano marcado pela realização de eleições no clube.</P><br />
<P>Também em 2024, Rui Costa, que lidera o clube desde 2021, não obteve a maioria absoluta exigida pelo artigo 57.º dos estatutos à data em vigor para que o orçamento fosse aprovado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782723]]></sapo:autor>
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		<title>Baixa o volume para estacionar? Não é mania: é o cérebro a pedir ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música. O gesto pode parecer apenas uma mania ao volante, mas tem uma explicação ligada ao funcionamento do cérebro e à forma como este gere a atenção, explica a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A lógica é simples: perante uma tarefa que exige mais precisão, o cérebro tenta reduzir distrações. Estacionar obriga a calcular distâncias, controlar espelhos, olhar para peões, outros carros, lancis e obstáculos próximos. Nesses momentos, a música deixa de ser apenas ambiente e passa a ser mais uma informação que o cérebro tem de processar.</p>
<p>Segundo Victoria Bayón, especialista brasileira em otimização cerebral, a capacidade do cérebro para tratar informação é limitada. Quando uma pessoa precisa de executar uma tarefa exigente, como estacionar num espaço estreito, tende a cortar estímulos considerados secundários. É por isso que a ideia de “baixar o volume para ver melhor” não é tão absurda como parece.</p>
<p>A música, sobretudo quando tem letra, ocupa espaço mental. O cérebro não está apenas a ouvir sons: está também a interpretar palavras, ritmo e estímulos auditivos enquanto tenta coordenar uma manobra que exige atenção visual, motora e espacial.</p>
<p>Quando o condutor se prepara para estacionar, a atenção tem de se concentrar na tarefa principal. A música, as conversas de fundo e outros ruídos competem pelos mesmos recursos cognitivos. Ao baixar o volume, o cérebro reduz carga e liberta capacidade para a manobra.</p>
<p>O mesmo pode acontecer noutras situações ao volante. Um condutor que circula a 100 km/h numa autoestrada e precisa de abrandar subitamente por causa de obras, trânsito ou uma portagem pode sentir o mesmo impulso de reduzir a música ou deixar de prestar atenção à conversa no carro.</p>
<p>A explicação assenta numa ideia estudada há anos pela psicologia cognitiva: a atenção é uma recurso limitado. O cérebro humano não é verdadeiramente multitarefa. Em vez de executar várias tarefas complexas ao mesmo tempo com igual eficácia, alterna rapidamente entre focos de atenção.</p>
<p>Essa alternância tem custos. Quando o cérebro muda constantemente entre a música, a conversa, o ruído exterior e a manobra do carro, a concentração perde qualidade. Numa tarefa simples e automática, esse efeito pode passar despercebido. Mas, numa manobra apertada, torna-se mais evidente.</p>
<p>Hal Pashler, professor de psicologia na Universidade da Califórnia em Berkeley, estudou as interferências que surgem quando o cérebro é forçado a dividir a atenção entre duas atividades simultâneas. A conclusão é que a capacidade de processamento fica limitada quando há excesso de estímulos.</p>
<p>Para o cérebro funcionar em modo multitarefa, pelo menos uma das tarefas tem de ser muito automática. Conduzir em linha reta numa estrada conhecida pode exigir menos esforço consciente. Já estacionar entre dois carros, fazer marcha-atrás ou encaixar o veículo num espaço reduzido obriga a atenção ativa.</p>
<p>A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; compara este fenómeno com os videojogos. Jogar e conversar sobre outro tema ao mesmo tempo pode tornar-se muito mais difícil quando a partida exige concentração máxima. Numa fase complicada, num combate exigente ou num momento decisivo, o jogador tende a calar-se ou a ignorar a conversa.</p>
<p>Ao volante, o mecanismo é semelhante. O condutor não baixa o volume porque a música impeça fisicamente a visão, mas porque o cérebro tenta eliminar concorrência cognitiva. Menos som significa menos estímulos a disputar atenção.</p>
<p>Este reflexo mostra como pequenas decisões automáticas podem revelar a forma como o cérebro gere prioridades. Estacionar, apesar de parecer uma tarefa banal para muitos condutores, exige coordenação fina, perceção espacial e capacidade de resposta rápida. Quando a margem de erro diminui, o cérebro procura silêncio.</p>
<p>Por isso, baixar o volume antes de estacionar não é sinal de distração nem de falta de habilidade. Pelo contrário: pode ser uma estratégia instintiva para ajudar a mente a concentrar-se no essencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781611]]></sapo:autor>
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		<title>Governo avança com Estratégia Industrial Verde para atrair investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um "destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um &#8220;destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado, o Governo indicou que pretende, através desta agenda económica projetada até 2040, identificar as medidas necessárias para ultrapassar os constrangimentos ao investimento, tirando proveito das &#8220;vantagens competitivas claras&#8221;, nomeadamente um preço enérgico 30% inferior à média da União Europeia. </P><br />
<P>&#8220;A Estratégia Industrial Verde, cujo despacho que determina a sua elaboração entrou em vigor a 25 de junho, irá identificar cadeias de valor prioritárias e do seu potencial de descarbonização e as oportunidades de investimento tecnológico, industrial e económico associadas à industrialização verde&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>O executivo pretende impulsionar novas cadeias de valor como as indústrias pesadas verdes, aço descarbonizado, a eletrificação da economia, o armazenamento de energia, gases renováveis, captura e a utilização de carbono, a mobilidade elétrica e baterias. </P><br />
<P>&#8220;Portugal reúne condições únicas para transformar a energia num verdadeiro ativo estratégico, estas condições colocam o país numa posição privilegiada na nova geografia industrial europeia&#8221;, afirma o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, citado no comunicado. </P><br />
<P>A prioridade é capturar o valor económico da transição energética, &#8220;tirando partido da vantagem energética para reduzir custos operacionais, aumentar a produtividade e reforçar a competitividade das empresas nacionais&#8221;, sendo que, segundo o Governo, &#8220;a energia deixa assim de ser apenas um fator de custo para se afirmar como um ativo estratégico central à criação de valor e à atração de investimento&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta Estratégia permitirá acelerar a substituição progressiva dos combustíveis fósseis através da eletrificação e da utilização de gases renováveis, ao mesmo tempo que promove tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono nos setores em que as emissões são mais difíceis de eliminar&#8221;, afirmou a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, também citada no comunicado.</P><br />
<P>A proposta será desenvolvida por entidades como a Agência para a Energia (ADENE) e a Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), em colaboração com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e a Direção-Geral da Economia (DGE), com forte articulação com o tecido empresarial e científico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782722]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Enviadas 2.600 toneladas de alimentos e água para estado de Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.</P><br />
<P>A informação foi divulgada na rede social X, com a presidente interina Delcy Rodríguez a supervisionar a saída dos mantimentos &#8212; incluindo proteína &#8212; de um armazém.</P><br />
<P>Delcy Rodriguez esteve ainda reunida com altos responsáveis da Força Armada Nacional Bolivariana, executivo, proteção civil e bombeiros para coordenar as operações de resgate de pessoas e mobilização de meios para Guaira.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder chavista informou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o secretário de Estado daquele país, Marco Rubio, que reiteraram o seu apoio à Venezuela na sequência dos dois terramotos.</P><br />
<P>A Venezuela já recebeu mais de 1.600 socorristas internacionais para prestar assistência às vítimas dos sismos, nomeadamente de El Salvador, México, República Dominicana, Suíça, Equador, Espanha, Chile, Colômbia, Países Baixos, Itália e Estados Unidos.</P><br />
<P>Portugal enviou hoje equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Milhares de civis venezuelanos participam voluntariamente nos trabalhos de resgate nos edifícios afetados.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 portugueses ou lusodescendentes estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782721]]></sapo:autor>
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		<title>A pista da Roma Antiga que volta a alimentar a pergunta: Jesus Cristo existiu mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece o ponto de partida de um novo filme ao estilo ‘O Código Da Vinci’, mas a discussão é bem mais antiga do que qualquer thriller moderno: Jesus Cristo existiu como figura histórica? A fé cristã coloca-o no centro da sua narrativa religiosa, mas a pergunta que interessa aos historiadores é outra: há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?</p>
<p>O &#8216;Unilad Tech&#8217; recupera uma análise publicada na &#8216;Biblical Archaeology&#8217; que volta a olhar para dois nomes fundamentais neste debate: Tácito e Flávio Josefo. O primeiro foi um dos mais importantes historiadores de Roma. O segundo foi um aristocrata e historiador judeu que viveu poucas décadas depois da morte atribuída a Jesus.</p>
<p>O detalhe relevante é que nenhum dos dois era cristão. Por isso, os seus textos são frequentemente usados por investigadores que procuram referências externas ao Novo Testamento, precisamente porque não nasceram dentro da tradição religiosa que viria a construir o cristianismo.</p>
<p>Tácito menciona ‘Christus’, associando-o à execução durante o reinado do imperador Tibério. Flávio Josefo refere Tiago como “o irmão de Jesus, chamado Messias”. Para os investigadores que defendem a historicidade de Jesus, estas passagens ajudam a colocar a figura de Jesus no contexto da Judeia do século I e da expansão inicial do cristianismo.</p>
<p>A nova leitura destes textos é assinada pelo estudioso bíblico Lawrence Mykytiuk, que analisou fontes romanas e judaicas antigas onde surge a referência a Jesus. O investigador defende que várias afirmações presentes no Novo Testamento encontram eco nas passagens de Tácito e Josefo.</p>
<p>Entre essas afirmações estão a ideia de que Jesus “existiu como homem”, que era chamado ‘Christos’ em grego e que foi executado durante o governo de Pôncio Pilatos na Judeia. Para Mykytiuk, estes elementos são relevantes porque surgem em fontes externas ao cristianismo primitivo.</p>
<p>A importância destes testemunhos não está em provar milagres, doutrinas religiosas ou a identidade divina atribuída a Jesus pela fé cristã. O ponto é mais limitado, mas também mais verificável: saber se houve uma figura histórica real por trás da tradição cristã.</p>
<p>É aqui que Tácito e Josefo ganham peso. A Bíblia continua a ser a principal fonte sobre a vida de Jesus, mas os críticos lembram que os textos cristãos não são neutros. Por isso, qualquer referência externa, escrita por autores não cristãos, torna-se particularmente relevante para historiadores.</p>
<p>Segundo Mykytiuk, Tácito e Josefo não tratam Jesus como uma personagem inventada, mas como alguém associado a acontecimentos e pessoas reconhecíveis no mundo antigo. O estudioso sublinha ainda que não há registo de autores antigos que tenham negado seriamente a existência histórica de Jesus.</p>
<p>A análise cita também Robert van Voorst, que recorda que pagãos e judeus que se opunham ao cristianismo não negavam a historicidade de Jesus nem a punham em causa. A controvérsia, portanto, não estaria tanto na existência de Jesus, mas no significado religioso atribuído à sua vida.</p>
<p>Esta distinção é essencial. Muitos historiadores aceitam que Jesus terá existido como pregador judeu do século I, mas isso não resolve o debate teológico sobre quem foi, o que fez ou se corresponde à figura messiânica descrita pelo cristianismo.</p>
<p>A discussão mantém-se viva porque a fronteira entre história, fé e interpretação continua a ser difícil de separar. As referências de Tácito e Josefo podem reforçar a leitura de que Jesus foi uma figura histórica real, mas não transformam automaticamente os relatos religiosos em prova científica de tudo o que a tradição cristã afirma.</p>
<p>Ainda assim, para quem procura sinais fora da Bíblia, estas fontes antigas têm um peso particular. Não contam a história completa, não eliminam dúvidas e não encerram o debate. Mas ajudam a explicar por que razão muitos especialistas consideram hoje mais plausível falar de Jesus como figura histórica do que como personagem puramente inventada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781623]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 1.430</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-numero-de-mortos-sobe-para-1-430/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Caracas, 27 jun 2026 (EFE) -- O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Caracas, 27 jun 2026 (EFE) &#8212; O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento (&#8230;) estamos a contabilizar 1.430 irmãos e irmãs que morreram, infelizmente perderam a vida&#8221;, disse governante numa declaração transmitida pelo canal de televisão estatal VTV, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.</P><br />
<P>O anterior balanço oficial dava conta de 920 mortos e 3.360 feridos.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782720]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O carro é elétrico, mas o preço do extra parece de combustão: Porsche cobra 109 mil euros por kit de pista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-carro-e-eletrico-mas-o-preco-do-extra-parece-de-combustao-porsche-cobra-109-mil-euros-por-kit-de-pista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[Taycan]]></category>
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					<description><![CDATA[A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há extras caros. E depois há uma opção para um carro elétrico que custa praticamente tanto como outro Porsche Taycan novo. A Porsche passou para a Taycan Turbo GT o kit Manthey, até aqui mais associado aos modelos de combustão, sobretudo à 911 GT3 RS, e criou uma das opções mais exclusivas — e difíceis de justificar — do catálogo elétrico da marca.</p>
<p>O valor, avançado pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, impressiona por si só: em França, o kit Manthey para a Taycan Turbo GT custa 109.816 euros. É mais do que o preço de entrada de uma Taycan nova. Com esta opção instalada, a berlina elétrica da Porsche ultrapassa os 357 mil euros.</p>
<p>A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?</p>
<p>A resposta começa no carbono. Muito carbono. O kit Manthey acrescenta um novo difusor dianteiro com afinação da força descendente, flaps laterais, lâmina dianteira em carbono visível, entradas de ar junto às cavas das rodas e lâminas laterais. Não são apenas peças decorativas para o habitáculo. São componentes estruturais, feitos em pequena série, com acabamento visual rigoroso e produzidos com muita intervenção manual.</p>
<p>Esse detalhe ajuda a explicar parte do preço. O carbono estrutural exige mão de obra qualificada, tempo e precisão. Não basta que a peça funcione: num Porsche deste nível, também tem de parecer perfeita. O alinhamento das fibras, o recorte e o acabamento contam quase tanto como a função aerodinâmica.</p>
<p>A traseira também muda. O banco traseiro desaparece e dá lugar a um espaço específico em carbono para guardar capacetes. A mensagem é clara: esta Taycan não foi pensada para levar a família ao jantar. Foi afinada para quem quer levar um elétrico de mais de 1.000 cv para circuito.</p>
<p>A Porsche trabalhou ainda as suspensões, instalou jantes ultraleves de 21 polegadas e travões compósitos específicos. Tudo foi orientado para maximizar a eficácia em pista, melhorar a aderência e extrair mais desempenho de uma berlina que já era, por si só, extrema.</p>
<p>Há também alterações no grupo motopropulsor. No modo ‘Attack’, a Porsche conseguiu ganhar até 41 cv adicionais, aumentando a amperagem máxima de saída da bateria para 1.300 A, contra 1.100 A na Taycan Turbo GT convencional.</p>
<p>Para apresentar o kit, a marca levou a Taycan Turbo GT equipada com o pacote Manthey ao Nürburgring e conseguiu um novo recorde. É o tipo de argumento que a Porsche domina: transformar uma opção caríssima num número de circuito, e um número de circuito numa peça de comunicação global.</p>
<p>Ainda assim, a comparação deixa perguntas. Segundo a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, o mesmo kit Manthey custa cerca de 30 mil euros menos na 911 GT3 RS. A Taycan recebe peças específicas, materiais caros e desenvolvimento próprio, mas a diferença continua a ser difícil de ignorar.</p>
<p>O caso também mostra como a eletrificação não tornou automaticamente os carros de luxo mais baratos. Em teoria, um elétrico tem menos peças do que um automóvel com motor de combustão. Na prática, entre baterias, potência, eletrónica, materiais leves e opções de performance, os preços no topo do mercado continuam a subir.</p>
<p>A Porsche Taycan vive ainda outro paradoxo. A berlina elétrica tem perdido força em alguns mercados importantes para os elétricos premium, mas recebe agora uma opção ultrarrara, ultracara e feita para clientes que procuram precisamente o contrário da racionalidade: exclusividade, tempo em pista e a sensação de ter algo que quase ninguém mais terá.</p>
<p>É possível achar o preço desmedido. Mas também é isso que este kit vende. Não apenas carbono, travões, jantes ou mais 41 cv. Vende a ideia de que um elétrico também pode entrar no território quase absurdo dos extras de seis dígitos — aquele lugar onde a lógica já não é transporte, mas estatuto, coleção e cronómetro.</p>
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