O contrato referente à execução da empreitada de conceção e construção da extensão da linha Vermelha entre São Sebastião e Alcântara do Metropolitano de Lisboa recebeu visto prévio por parte do Tribunal de Contas.
O contrato foi assinado a 22 de dezembro de 2023 com o consórcio constituído pela Mota-Engil e Spie Batignolles Internacional por cerca de 321,9 milhões de euros, no entanto, ainda “aguarda decisão do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa quanto ao levantamento do efeito suspensivo automático decorrente da ação interposta por um dos concorrentes no concurso (FCC Construcción, Contratas Y Ventas e Alberto Couto Alves)”.
Com esta decisão agora conhecida do Tribunal de Contas, “o contrato estaria em condições de iniciar a sua vigência”.
O custo total elegível previsto para o prolongamento da linha Vermelha da estação São Sebastião a Alcântara, é de 405,4 milhões de euros, incluindo um investimento europeu de 304 milhões de euros e um apoio financeiro nacional de 101,4 milhões de euros previsto no PRR – Plano de Recuperação Resiliência 2021-2026.
O metropolitano de Lisboa relembra que este prolongamento terá uma extensão de cerca de 4 quilómetros e quatro novas estações: Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, esta última fará a ligação à futura Linha Intermodal Sustentável, promovendo a ligação ao Concelho de Oeiras (LIOS Ocidental).
A procura diária captada nas quatro estações corresponderá a um acréscimo de 4,7% de clientes em toda a rede, cerca de 87,8% do acréscimo de procura estimado corresponde aos atuais utilizadores do transporte coletivo.






