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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Procuradores europeus investigam Jordan Bardella por alegado uso indevido de fundos da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os procuradores europeus abriram uma investigação a Jordan Bardella, líder do partido francês de extrema-direita União Nacional (RN), por suspeitas de utilização indevida de fundos do Parlamento Europeu para financiar formação mediática antes de eleições nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os procuradores europeus abriram uma investigação a Jordan Bardella, líder do partido francês de extrema-direita União Nacional (RN), por suspeitas de utilização indevida de fundos do Parlamento Europeu para financiar formação mediática antes de eleições nacionais.</p>
<p>A investigação resulta de uma queixa apresentada em Dezembro pela organização ativista AC!! Anti-Corruption, que acusou Bardella, atualmente apontado como favorito nas sondagens para as eleições presidenciais francesas do próximo ano — de ter recorrido a verbas europeias de forma indevida.</p>
<p>Segundo a denúncia da AC!! Anti-Corruption, Bardella terá utilizado fundos do Parlamento Europeu em 2022 para pagar formação mediática destinada a prepará-lo para as eleições presidenciais desse ano, nas quais Marine Le Pen concorreu contra Emmanuel Macron.</p>
<p>As regras da União Europeia determinam que os eurodeputados apenas podem utilizar estes fundos para atividades relacionadas com o exercício do mandato parlamentar, estando vedada a sua aplicação em campanhas políticas nacionais.</p>
<p>O Gabinete do Procurador Público Europeu, entidade competente para levar a tribunal casos relacionados com fundos da União Europeia, recusou comentar investigações em curso, não confirmando nem desmentindo a existência formal deste processo.</p>
<p><strong>Contexto político a um ano das presidenciais</strong><br />
Jordan Bardella e a sua mentora política, Marine Le Pen, lideram atualmente as sondagens para as eleições presidenciais francesas do próximo ano. Bardella comprometeu-se a avançar como candidato caso o tribunal de recurso, em Julho, confirme a decisão que impede Le Pen de se candidatar.</p>
<p>Marine Le Pen, recorde-se, foi anteriormente condenada por utilização indevida de fundos da União Europeia para fins de campanha interna em França, durante o período em que exerceu funções como eurodeputada.</p>
<p>As sondagens indicam que o União Nacional deverá alcançar pelo menos 30% dos votos na primeira volta das presidenciais, assegurando o acesso à segunda volta, independentemente de o candidato ser Bardella ou Le Pen. A eleição é considerada determinante para França e para a Europa, uma vez que Emmanuel Macron não poderá recandidatar-se no final do seu segundo e último mandato.</p>
<p><strong>Bardella rejeita acusações e fala em motivação política</strong><br />
Numa declaração publicada na rede social X, Jordan Bardella afirmou que irá cooperar com os procuradores europeus e disponibilizar toda a documentação que lhe seja solicitada. “Não temos absolutamente nada a reprovar a nós próprios”, assegurou, classificando as acusações como politicamente motivadas.</p>
<p>Também o partido União Nacional reagiu, afirmando não se deixar enganar por aquilo que descreve como uma instrumentalização política do sistema judicial.</p>
<p>A formação política acrescentou que a formação mediática em causa foi realizada por um prestador de serviços externo, “em conformidade com as regras do Parlamento Europeu e das suas instâncias”. Segundo o partido, as sessões incidiram sobre “questões europeias” e contaram com a participação de vários eurodeputados da União Nacional.</p>
<p>A investigação surge num momento politicamente sensível, com o partido de extrema-direita em posição favorável nas intenções de voto e com o cenário presidencial francês em aberto, dado o impedimento constitucional de Emmanuel Macron disputar um terceiro mandato.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760671]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento aprova novo Regime Jurídico para o Ensino Superior que prevê &#8220;universidades politécnicas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou esta sexta-feira o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), um novo modelo de ensino superior que prevê “universidades politécnicas” e define apenas a existência da figura de “Reitor”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento aprovou esta sexta-feira o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), um novo modelo de ensino superior que prevê “universidades politécnicas” e define apenas a existência da figura de “Reitor”.</p>
<p>Os votos favoráveis dos deputados do PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal aprovaram a proposta de lei que define as novas regras que vão passar a reger as instituições de ensino superior em Portugal.</p>
<p>O novo RJIES foi aprovado com os votos contra do PS, Livre, BE e PCP e a abstenção dos deputados únicos do PAN e JPP, estando pronto para substituir a lei em vigor desde 2007.</p>
<p>O anterior regime é agora substituído por um novo modelo que vem dar mais autonomia às instituições para tomar medidas de gestão corrente mas também diversificar a sua oferta formativa, flexibilizando os processos de fusão entre instituições.</p>
<p>Passa assim a ser possível a fusão entre universidades e politécnicos e até a integração de instituições privadas em públicas. Por outro lado, as universidades passam também a poder oferecer Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP).</p>
<p>Mantendo a diferenciação entre os subsistemas universitário e politécnico, a nova lei prevê que os institutos politécnicos sejam convertidos em universidades politécnicas, assim como os institutos universitários em universidades.</p>
<p>Se até agora a figura de “Reitor” se aplicava apenas às universidades, a nova lei define que passa a ser a única designação tanto nas instituições universitárias como politécnicas.</p>
<p>Há também mudanças na eleição do reitor, passando a um modelo por voto direto da comunidade académica, incluindo antigos estudantes e pessoal técnico, especialista e de gestão.</p>
<p>Outra das novidades é a possibilidade de as instituições poderem solicitar a acreditação dos seus cursos a agências de acreditação internacionais.</p>
<p>O ministério da Educação, Ciência e Inovação sublinha que terão de ser agências “que desenvolvam atividade de avaliação de acordo com as Normas e Diretrizes para a Garantia da Qualidade no Espaço Europeu do Ensino Superior”.</p>
<p>É reforçada a independência e estabilidade dos Conselhos Gerais, através de mandatos de cinco anos, desfasados dos mandatos de quatro anos dos Reitores.</p>
<p>As novas regras entram em vigor um mês após a sua publicação, “salvo no que depender da aprovação dos novos estatutos das instituições de ensino superior e da entrada em funcionamento dos novos órgãos”, lê-se no diploma aprovado, que define que a lei será alvo de avaliação dentre de cinco anos.</p>
<p>Antes da aprovação da votação final global do novo diploma, os deputados discutiram ainda um requerimento apresentado pelo PS de avocação pelo plenário da votação na especialidade das propostas de alteração ao texto final. A ideia não passou.</p>
<p>A Liberal Angelique da Teresa acusou o PS de não perder “uma oportunidade para se vitimizar” quando as suas propostas não são incorporadas: “É mais um momento Calimero”, afirmou.</p>
<p>A deputada da IL lembrou que “a Academia está à espera de um novo RJIES há anos&#8221; e que &#8220;há meses que o documento anda a ser debatido”.</p>
<p>Também Rui Cardoso, do Chega, lembrou que o diploma é resultado de “horas, semanas, meses a trabalhar”, considerando a iniciativa do PS de “desrespeito pelo trabalho parlamentar”,</p>
<p>Sobre o novo diploma, Paulo Núncio, do CDS, defendeu que é “menos estadista, menos socialista e menos ideológico” do que o diploma ainda em vigor.</p>
<p>Já Paula Santos, do PCP, considerou que a lei aprovada “é muito pior do que a legislação em vigor”, dando como exemplo o facto de manter o regime fundacional, “agravar o sistema binário, agora flexível” e desvalorizar “ainda mais o sistema politécnico”.</p>
<p>Também Isabel Mendes Lopes, do Livre, reconheceu que a atualização do RJIES é “urgente e necessária” mas não como desenhada pelo Governo, por entender que “vai aumentar mais as desigualdades”.</p>
<p>Também Inês Sousa Real, PAN, disse que “o caminho fica incompleto”, sendo preciso outras medidas para apoiar os estudantes.</p>
<p>A precariedade e a desvalorização dos investigadores foram alguns dos problemas apontados por Fabian Figueiredo, do BE, que disse que iria votar contra a proposta de novo diploma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760670]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>António Costa falta ao casamento do filho em Las Vegas devido a cimeira internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Costa, filho de António Costa, casou-se pela segunda vez na passada segunda-feira, 4 de Maio, numa cerimónia realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, mas sem a presença do pai. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Costa, filho de António Costa, casou-se pela segunda vez na passada segunda-feira, 4 de Maio, numa cerimónia realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, mas sem a presença do pai. A ausência do presidente do Conselho Europeu não passou despercebida, tendo sido justificada por compromissos oficiais internacionais que o levaram à Arménia.</p>
<p>No mesmo dia, António Costa desempenhava funções como co-presidente da 8.ª cimeira da Comunidade Política Europeia, realizada em Erevan, onde recebeu cerca de 50 líderes mundiais. O encontro decorreu sob o lema “Construir o futuro: unidade e estabilidade na Europa”, centrando-se na cooperação e nos desafios estratégicos do continente.</p>
<p>Em Las Vegas, Pedro Costa voltou a casar, desta vez com a psicóloga Mariana Pereira Saraiva, que conheceu no Colégio Moderno há cerca de 20 anos. O casal reencontrou-se em 2023, depois do divórcio de Pedro Costa de Sara Rocha. Esta é, assim, a segunda união do filho do presidente do Conselho Europeu.</p>
<p>Ao contrário do primeiro casamento, celebrado em 2018 na Igreja de Santa Isabel, em Campo de Ourique, a nova cerimónia seguiu um formato diferente. O casal optou por um casamento civil, seguido de uma celebração em Las Vegas, numa das icónicas capelas da cidade norte-americana, conhecida por acolher matrimónios de perfil mais informal e mediático.</p>
<p>Segundo a revista FLASH!, entre os convidados estiveram Francisco Laplaine Guimarães, Martinho Sá e Francisco Rodrigues dos Santos, conhecido como Chicão, antigo líder do CDS-PP, que marcou presença acompanhado pela mulher, Inês Vargas.</p>
<p>Os noivos e os convidados ficaram alojados no hotel Caesars Palace, uma das unidades hoteleiras mais emblemáticas de Las Vegas, onde o preço por noite começa nos 600 euros. Após a cerimónia civil, Pedro Costa e Mariana Pereira Saraiva trocaram alianças numa das célebres capelas da cidade, assinalando oficialmente o início desta nova etapa da sua vida em comum.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760656]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Arábia Saudita nega acesso a bases para operação de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arábia Saudita recusou ceder espaço aéreo e bases militares às forças norte-americanas para a operação, entretanto suspensa, de escolta de navios pelo estreito de Ormuz, indicaram hoje duas fontes sauditas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arábia Saudita recusou ceder espaço aéreo e bases militares às forças norte-americanas para a operação, entretanto suspensa, de escolta de navios pelo estreito de Ormuz, indicaram hoje duas fontes sauditas.</p>
<p>Segundo as mesmas fontes, citadas pela agência de notícias francesa AFP, a coberto do anonimato, o acesso às bases militares sauditas mantém-se, contudo, inalterado para outros fins.</p>
<p>A monarquia do golfo Pérsico, aliada próxima dos Estados Unidos, disse várias vezes que não permitiria que o seu território fosse utilizado para atacar o Irão.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na terça-feira à noite ter posto fim à operação batizada como &#8220;Projeto Liberdade&#8221;, que tinha iniciado no dia anterior, após uma escalada da tensão com o Irão que ameaçava uma trégua já frágil.</p>
<p>Meios de comunicação social norte-americanos noticiaram na quinta-feira que o governante &#8216;de facto&#8217; do reino, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, se tinha reunido diretamente com Trump e recusado a utilização do espaço aéreo saudita e das bases situadas no seu território.</p>
<p>&#8220;A Arábia Saudita não autorizou os voos para a operação. O acesso às bases mantém-se, mas os voos destinados a apoiar esta operação não foram autorizados&#8221;, disse uma das fontes.</p>
<p>Riade opôs-se à iniciativa de Trump, por &#8220;considerar que ela apenas agravaria a situação e não funcionaria&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Numa mensagem hoje de manhã publicada nas redes sociais, o vice-ministro da Diplomacia Pública saudita, Rayed Krimly, afirmou que o reino mantinha &#8220;a sua posição em favor do desanuviamento e das iniciativas de negociação&#8221;.</p>
<p>Os Estados Unidos indicaram ter bombardeado instalações militares iranianas na quinta-feira, depois de vários dos seus navios terem sido atacados no estreito de Ormuz.</p>
<p>Por sua vez, os Emirados Árabes Unidos reportaram um ataque com drones e mísseis procedentes do Irão.</p>
<p>Trump afirmou, contudo, que o cessar-fogo entre Washington e Teerão aplicado desde 08 de abril continua em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760659]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal de instrução decide que mulher de ex-deputado do Chega Miguel Arruda vai a julgamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A mulher do ex-deputado do Chega Miguel Arruda, acusado do furto de malas no aeroporto de Lisboa, vai a julgamento por ter recebido os objetos roubados, decidiu esta sexta-feira o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mulher do ex-deputado do Chega Miguel Arruda, acusado do furto de malas no aeroporto de Lisboa, vai a julgamento por ter recebido os objetos roubados, decidiu esta sexta-feira o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.</p>
<p>Os dois arguidos deste processo, Miguel Arruda e a sua mulher, pediram a abertura de instrução &#8211; que é facultativa, antecede a fase de julgamento e tem com objetivo avaliar se existem, ou não, indícios suficientes para julgar -, tendo o tribunal rejeitado o pedido do antigo deputado do Chega e aceitado o da defesa da sua mulher.</p>
<p>Esta sexta-feira, o juiz responsável pela instrução deste processo, Nuno Dias Costa, decidiu que a mulher de Miguel Arruda vai a julgamento, considerando os três argumentos apresentados pela defesa totalmente infundados.</p>
<p>A mulher do ex-deputado do Chega defendeu a nulidade do inquérito, alegando não ter sido confrontada com os factos que constam na acusação, defendeu que os factos descritos pelo Ministério Público em relação a si não constituem crime e defendeu também que o mandado de busca a casa deveria ser considerado nulo, uma vez que não abrangia todas as partes da habitação.</p>
<p>O juiz Nuno Dias Costa não acolheu nenhum dos argumentos apresentados, referindo que &#8220;os factos que lá [na acusação] estão descritos constituem crime, nomeadamente o de recetação&#8221;, crime pelo qual está acusada a mulher de Miguel Arruda.</p>
<p>O ex-deputado do Chega está acusado de 21 crimes de furto qualificado &#8211; 20 na forma consumada e um na forma tentada &#8211; e a sua mulher está acusada de um crime de recetação, por ter, alegadamente, recebido e utilizado roupa e outros bens que sabia que tinham sido roubados.</p>
<p>Pub<br />
Miguel Arruda, de 41 anos, foi eleito deputado à Assembleia da República pelo Chega em março de 2024, passou a deputado independente depois de ter sido constituído arguido em janeiro de 2025 e, quando o processo foi conhecido, negou a prática dos crimes.</p>
<p>Para o MP, o antigo eleito pelo círculo dos Açores terá aproveitado o facto de viajar semanalmente entre Ponta Delgada, onde residia, e Lisboa, onde trabalhava, num horário de baixa afluência no Aeroporto Humberto Delgado para desviar, em pelo menos oito dias, mais de uma dezena de malas de outras pessoas dos tapetes de recolha de bagagem do seu e de outros voos.</p>
<p>Noutros três dias, terá igualmente percorrido a área de recolha de bagagens em busca de malas de outras pessoas, mas não encontrou nenhuma sem vigilância.</p>
<p>O valor do conteúdo das malas de que Miguel Arruda se terá apropriado não foi, na maioria dos casos, apurado, mas só duas delas tinham roupa, calçado e bolsas de marcas de luxo avaliadas globalmente em quase 12 mil euros.</p>
<p>De acordo com a acusação, alguns dos artigos terão sido oferecidos pelo então deputado à mulher e outros postos à venda por este na plataforma digital Vinted, incluindo com a morada da Assembleia da República, em Lisboa.</p>
<p>Só no gabinete de Miguel Arruda no parlamento foram apreendidas pela PSP, em 27 de janeiro de 2025, seis malas de viagem e uma mochila aparentemente de desconhecidos.</p>
<p>Miguel Arruda, que tal como a mulher está em liberdade sujeito a termo de identidade e residência, não é deputado na atual legislatura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760637]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da CGD aumentam 1% para 397ME até março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) teve lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, divulgou hoje o banco em conferência de imprensa, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) teve lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, divulgou hoje o banco em conferência de imprensa, em Lisboa.</p>
<p>A margem financeira (diferença entre juros cobrados nos créditos e juros pagos nos depósitos) caiu 3% para 616 milhões de euros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760640]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caixa Geral de Depósitos vê lucros subir para 397 milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-geral-de-depositos-ve-lucros-subir-para-397-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:50:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos registou um resultado líquido de 397 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 1% face ao mesmo período do ano passado, num arranque de ano marcado pela volatilidade económica e financeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos registou um resultado líquido de 397 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 1% face ao mesmo período do ano passado, num arranque de ano marcado pela volatilidade económica e financeira.</p>
<p>O banco público destaca ainda o aumento de cerca de 3 mil milhões de euros no volume de negócios em Portugal durante o trimestre.</p>
<p>O crescimento foi impulsionado sobretudo pela evolução da carteira de crédito, que aumentou 1,7 mil milhões de euros (+3,4%) no primeiro trimestre, e pelo reforço dos recursos totais em cerca de 1,1 mil milhões de euros. No total, os recursos em Portugal atingiram os 104 mil milhões de euros, suportados pelo aumento dos depósitos e dos produtos fora de balanço.</p>
<p>No segmento do crédito, a Caixa refere ter registado “o maior crescimento trimestral do crédito às empresas e famílias em Portugal”. O crédito às empresas e institucionais cresceu 852 milhões de euros, enquanto nos particulares o destaque vai para o crédito à habitação, que avançou 835 milhões de euros, e para o crédito ao consumo, com mais 54 milhões de euros.</p>
<p>A produção de crédito à habitação atingiu cerca de 1,6 mil milhões de euros no primeiro trimestre, um aumento de 41% face ao período homólogo, tendo superado os 600 milhões de euros apenas no mês de março. O banco sublinha ainda que está a financiar a compra de casa a um em cada três jovens abrangidos pela linha de crédito à habitação com garantia do Estado.</p>
<p>Já no segmento empresarial, o novo financiamento ao investimento ascendeu a 2,2 mil milhões de euros, um crescimento de 65%, com a Caixa a destacar desempenhos acima do mercado em setores como agricultura, imobiliário e construção, indústria transformadora, comércio e alojamento e restauração.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760632]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal fez 155 ações de cooperação em 2025, com 75% das iniciativas na lusofonia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal realizou 155 ações de cooperação em 2025, menos duas que em 2024, e aumentou em 33% os custos imputados à cooperação, com 75% das ações a terem como parceiros os bancos centrais lusófonos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal realizou 155 ações de cooperação em 2025, menos duas que em 2024, e aumentou em 33% os custos imputados à cooperação, com 75% das ações a terem como parceiros os bancos centrais lusófonos.</p>
<p>&#8220;O Banco de Portugal manteve um nível elevado de atividade de cooperação técnica em 2025, realizando 155 ações, ligeiramente aquém do registado em 2024 (157 ações), mas acompanhado de um aumento dos recursos envolvidos; o número de dias úteis afetos pelos colaboradores do Banco à atividade subiu para 1.591 (face a 1.536 em 2024) e os custos imputados ao orçamento da cooperação cresceram 33%&#8221;, lê-se no Relatório Anual da Atividade de Cooperação.</p>
<p>O aumento de 33% no valor não divulgado pelo Banco de Portugal &#8220;reflete uma maior proporção de iniciativas presenciais, a crescente complexidade técnica das ações realizadas e o impacto de iniciativas estruturantes, como o regresso do Encontro de Lisboa a Portugal e o desenvolvimento do programa de cooperação do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC) com África&#8221;, explica-se no documento.</p>
<p>&#8220;Os Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa (BCPLP) reafirmaram a sua posição como principais parceiros de cooperação, abrangendo 75% das ações realizadas em 2025; nas iniciativas bilaterais, destacaram-se Cabo Verde (com 25 ações), Angola (16 ações), Moçambique (14 ações) e São Tomé e Príncipe (13 ações)&#8221;, aponta-se no documento disponibilizado esta tarde no &#8216;site&#8217; do regulador financeiro português.</p>
<p>No que diz respeito à taxa de execução do Plano de Cooperação, melhorou de 74%, em 2024, para 86% no ano passado, tendo sido realizadas 107 das 125 ações inicialmente planeadas, mas &#8220;as 18 ações canceladas foram amplamente compensadas pela realização de 48 ações não previstas no Plano, evidenciando a disponibilidade e a capacidade de resposta do Banco a solicitações adicionais e a oportunidades de cooperação surgidas ao longo do ano&#8221;, lê-se ainda no relatório.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760624]]></sapo:autor>
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		<title>Bombeiros vão ter campo de treino de salvamento em montanha em Manteigas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro campo de treino de salvamento em montanha vai surgir em Manteigas para dar formação e especialização operacional aos bombeiros portugueses, revelou hoje a Associação Humanitária dos Bombeiros de Manteigas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro campo de treino de salvamento em montanha vai surgir em Manteigas para dar formação e especialização operacional aos bombeiros portugueses, revelou hoje a Associação Humanitária dos Bombeiros de Manteigas.</p>
<p>O projeto resulta de um protocolo entre a Escola Nacional de Bombeiros e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Manteigas, que vai ser assinado no dia 15, pelas 15:00, naquela vila situada na Serra da Estrela, no distrito da Guarda.</p>
<p>&#8220;A escolha de Manteigas para acolher este investimento pioneiro constitui um reconhecimento das características únicas do concelho e do trabalho estratégico desta Associação Humanitária para proporcionar a Manteigas uma nova centralidade nacional na área da formação especializada&#8221;, realçou Cláudio Serra, presidente da direção dos bombeiros de Manteigas, em comunicado enviado à agência Lusa.</p>
<p>O também presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda acrescentou que se trata de &#8220;um marco histórico para Manteigas, para a Serra da Estrela e para o setor da proteção e socorro, afirmando o concelho como referência nacional na formação, treino e especialização operacional em contexto de montanha&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este investimento representa uma aposta estruturante que potencia as condições singulares do território de Manteigas como espaço privilegiado para treino técnico e operacional em cenário real, ao serviço da capacitação de bombeiros e agentes de proteção e socorro de todo o país&#8221;.</p>
<p>Segundo Cláudio Serra, a concretização do primeiro campo de treino de salvamento em montanha resulta também do trabalho da atual direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Manteigas.</p>
<p>&#8220;Os bombeiros de Manteigas têm vindo a desenvolver uma ação consistente e diferenciadora orientada para a valorização institucional, para a qualificação operacional e para a afirmação de Manteigas como território de excelência no domínio do salvamento em montanha&#8221;.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Associação Humanitária de Manteigas organizou um seminário sobre resgate em montanha, inserido nas comemorações dos 70 anos da instituição.</p>
<p>A iniciativa contou com a participação de especialistas e profissionais ligados à temática, que debateram práticas e desafios no resgate em ambiente montanhoso.</p>
<p>Para Cláudio Serra, este protocolo representa &#8220;um sinal claro da confiança institucional da Escola Nacional de Bombeiros na capacidade do interior do país para acolher e desenvolver projetos formativos de referência&#8221;.</p>
<p>&#8220;A excelência, a inovação e a especialização operacional podem afirmar-se, de forma plenamente competitiva, também fora dos grandes centros urbanos, quando sustentadas por visão, competência e compromisso&#8221;, lê-se ainda no mesmo documento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760623]]></sapo:autor>
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		<title>Hackers atacam plataforma Canvas, usada por universidades portuguesas. Exigem resgate por dados de 275 milhões de utilizadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um coletivo de hackers reivindica ter acedido a dados de mais de 275 milhões de utilizadores da plataforma educativa Canvas, utilizada por mais de 9000 escolas e universidades em todo o mundo, incluindo instituições em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um coletivo de hackers reivindica ter acedido a dados de mais de 275 milhões de utilizadores da plataforma educativa Canvas, utilizada por mais de 9000 escolas e universidades em todo o mundo, incluindo instituições em Portugal. O serviço registou constrangimentos e esteve parcialmente indisponível na quinta-feira, sobretudo nos Estados Unidos, e o grupo responsável exige agora o pagamento de um resgate para não divulgar os dados e mensagens que alega ter obtido.</p>
<p>Segundo explica o <a href="https://www.publico.pt/2026/05/08/enter/noticia/hackers-atacam-plataforma-canvas-utilizada-escolas-universidades-portuguesas-2174031" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a>, a Universidade Europeia e o IPAM asseguram que o incidente “não teve impacto” na disponibilidade dos seus sistemas e que “não foram comprometidas palavras-passe, credenciais de acesso nem outros dados particularmente sensíveis”. Ainda assim, as instituições anunciaram ter ativado “com carácter de urgência” protocolos internos de segurança e mecanismos de coordenação com a Instructure, empresa proprietária do Canvas, com o objetivo de “analisar o alcance do incidente e reforçar as medidas de proteção”.</p>
<p>As duas instituições portuguesas indicaram igualmente ter comunicado o incidente à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), em cumprimento das obrigações legais. Outras universidades nacionais que utilizam o Canvas foram contactadas, aguardando-se esclarecimentos adicionais sobre eventuais impactos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o ataque provocou a interrupção parcial de atividades letivas em várias instituições de referência, entre as quais Harvard, Columbia, Princeton, Rutgers, Georgetown, Pensilvânia, Michigan e o MIT. Algumas destas universidades, segundo a CNN, terão recebido uma nota de resgate enviada pelo grupo ShinyHunters. Perante a indisponibilidade da plataforma (que permite consultar aulas, aceder a apontamentos e assegurar a comunicação entre alunos e docentes), diversas instituições optaram por adiar exames e prazos de entrega de trabalhos. O ataque terá também afetado várias escolas do ensino básico.</p>
<p>De acordo com a Instructure, citada pelo New York Times, o acesso indevido terá ocorrido a 1 de Maio, prolongando-se os efeitos desde então. A empresa admite que os hackers poderão ter obtido dados como nomes, endereços de correio eletrónico, números de estudante e ainda o conteúdo das mensagens trocadas dentro da plataforma.</p>
<p>O coletivo ShinyHunters, sobre o qual existe pouca informação pública, já esteve associado a ataques anteriores contra o serviço de venda de bilhetes Ticketmaster, a tecnológica Microsoft e a operadora norte-americana AT&amp;T. Pelo menos um dos seus membros, Sebastien Raoult, cidadão francês de 22 anos, foi detido em Marrocos em 2022 e condenado pela justiça dos Estados Unidos, em 2024, a três anos de prisão.</p>
<p>Este ano, a Mandiant, empresa de ciber-inteligência detida pela Google, alertou para um aumento da atividade do grupo, que atua sobretudo através de campanhas sofisticadas de phishing dirigidas a funcionários de grandes empresas. O objetivo passa por aceder a sistemas internos, extrair informação sensível e exigir pagamentos em troca da não divulgação dos dados obtidos, estratégia que volta agora a estar no centro do ataque à plataforma Canvas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760604]]></sapo:autor>
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		<title>Produção de azeite em Portugal quintuplicou nos últimos 26 anos e ainda está a crescer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de azeite em Portugal, que na atual campanha atingiu as 160 mil toneladas, quintuplicou nos últimos 26 anos, mas o setor ainda pode crescer em quantidade e valor, realçaram hoje diversos especialistas, reunidos em Moura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de azeite em Portugal, que na atual campanha atingiu as 160 mil toneladas, quintuplicou nos últimos 26 anos, mas o setor ainda pode crescer em quantidade e valor, realçaram hoje diversos especialistas, reunidos em Moura.</p>
<p>&#8220;Desde o início do século até aos dias de hoje [ou seja, a este ano], quintuplicámos a produção nacional, em média&#8221;, realçou o presidente do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), Manuel Norte Santo.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, à margem do Congresso Nacional do Azeite, que decorre hoje naquela cidade, no distrito de Beja, o responsável lembrou que, na campanha de 2025-2026 a produção de azeite em Portugal atingiu as 160 mil toneladas.</p>
<p>Segundo o mesmo responsável, esta quantidade representa, &#8220;tendo em conta o valor médio a que está a ser comercializado o azeite a granel, 700 milhões de euros&#8221; para o país.</p>
<p>Manuel Norte Santo precisou que &#8220;mais de 50%&#8221; do azeite produzido ainda é comercializado a granel, sobretudo para exportação, mas sustentou o CEPAAL está apostado em criar &#8220;uma valorização superior deste azeite&#8221;, através da criação &#8220;de uma marca &#8216;chapéu&#8217; de azeite português&#8221;.</p>
<p>Desta forma, será possível que esta marca seja &#8220;mais valorizada e tenha mais projeção, para que estes 700 milhões se possam manter em Portugal e se comercialize mais com o carimbo de azeite português&#8221;, vincou.</p>
<p>&#8220;O que pretendemos é que estes mais de 50% não sejam vendidos a granel, mas sim que sejam embalados, que sejam vendidos, que estejam nas prateleiras com a marca de azeite nacional, ficando cá essa mais-valia, ao invés de ficar em Espanha ou Itália&#8221;, esclareceu.</p>
<p>O setor oleícola tem vivido &#8220;uma transformação muito grande a nível da produção, seja no olival como nos lagares, que são de última geração&#8221;, realçou, mas o país &#8220;muitas vezes ignora esta vantagem comercial, este valor económico que pode reter com a criação de marcas&#8221;.</p>
<p>E, em termos de área de plantação desta fileira, segundo o presidente do CEPAAL, também houve &#8220;um grande crescimento&#8221;. Portugal tem agora &#8220;3,5 mil hectares de olival, grande parte no Alentejo, especificamente no Baixo Alentejo&#8221;, graças ao perímetro de rega criado pelo projeto da albufeira do Alqueva.</p>
<p>&#8220;Há ainda um crescimento que pode acontecer, existe potencial para isso. A questão é também conseguirmos, em outras áreas do nosso território, fazer aquilo que está a ser feito no Baixo Alentejo&#8221;, disse.</p>
<p>Também à margem do congresso, integrado na Feira Nacional de Olivicultura &#8212; Olivomoura, Gonçalo Moreira, gestor de projetos da Olivum &#8211; Associação de Olivicultores e Lagares de Portugal, realçou que, apesar dos 10% de quebra de produção de azeite deste ano, face a 2025, estão sempre a entrar em produção &#8220;novos olivais e novas áreas produtivas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós fomos o primeiro país do mundo a trocar olival moderno por olival ainda mais moderno. Nos últimos anos, temos vindo a assistir a uma reconversão de olival em vaso, que é um olival que teria até 800 árvores por hectare, por olivais em sebe, que têm mais e uma muito maior capacidade produtiva&#8221;, argumentou.</p>
<p>Por isso, Gonçalo Moreira disse acreditar que, &#8220;muito em breve&#8221;, com estas novas áreas em sebe, a curva da produção &#8220;voltará a crescer, como aconteceu nos primeiros 20 anos&#8221; deste século. E nem sequer serão necessários terrenos com regadio.</p>
<p>&#8220;Temos o potencial de podermos instalar novos olivais em sebe, mesmo que sejam em sequeiro. Há um grande interesse por parte dos produtores neste formato de olival, ou seja, mesmo não havendo água, nós podemos fazer a instalação de um olival em sequeiro, desde que o terreno assim o permita&#8221;, revelou.</p>
<p>Daí que o representante da Olivum partilhe perspetivas animadoras para os próximos anos: &#8220;O valor recorde de produção em Portugal foram as 206 mil toneladas de azeite e acreditamos que, dentro de três a cinco anos, consigamos atingir cerca de 300 mil&#8221;, colocando Portugal &#8220;no segundo lugar do &#8216;ranking&#8217; europeu e no terceiro ou quarto mundial&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760612]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Peregrino morre colhido por comboio em Coimbra. Circulação na Linha do Norte está suspensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um peregrino morreu esta sexta-feira em Coimbra na sequência de um atropelamento ferroviário, que levou à suspensão da circulação na Linha do Norte, afirmou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um peregrino morreu esta sexta-feira em Coimbra na sequência de um atropelamento ferroviário, que levou à suspensão da circulação na Linha do Norte, afirmou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.</p>
<p>O atropelamento ferroviário aconteceu por volta das 14h15, na passagem de nível do Loreto, junto à fábrica da Plural, nos arredores de Coimbra, disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil (CSREPC) da Região de Coimbra.</p>
<p>De acordo com o comandante dos Sapadores de Coimbra, Paulo Palrilha, a vítima mortal é um peregrino, na casa dos 60 anos.</p>
<p>Fonte da Comboios de Portugal (CP) afirmou à Lusa que a circulação na Linha do Norte na zona de Coimbra encontra-se suspensa para averiguações por parte das autoridades.</p>
<p>Segundo fonte do CSREPC de Coimbra, para o local foram mobilizados nove operacionais dos bombeiros Voluntários e Sapadores de Coimbra, da PSP e do INEM, não se registado outras vítimas ou feridos.</p>
<p>O óbito foi confirmado no local, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760595]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acionistas da Galp aprovam redução de capital e dividendos de 477 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acionistas-da-galp-aprovam-reducao-de-capital-e-dividendos-de-477-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acionistas da Galp aprovaram hoje, em assembleia-geral, a redução de capital da empresa, em até 9%, bem como a distribuição de 477 milhões de euros em dividendos, segundo um comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acionistas da Galp aprovaram hoje, em assembleia-geral, a redução de capital da empresa, em até 9%, bem como a distribuição de 477 milhões de euros em dividendos, segundo um comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Na nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os detentores de títulos da petrolífera aprovaram uma proposta que prevê &#8220;a redução do capital social da sociedade até 9% de ações representativas do capital social, por extinção de ações próprias&#8221;.  </P><br />
<P>Esta proposta prevê também que, por 18 meses, a administração receba os poderes necessários para proceder à fixação do número de ações a extinguir e praticar todos os atos necessários à redução do capital, incluindo a alteração dos estatutos.</P><br />
<P>Por outro lado, tem em conta a necessidade de o Conselho de Administração dispor da &#8220;necessária latitude&#8221; para a definição e implementação dos programas de recompra de ações.</P><br />
<P>&#8220;A adequada execução do programa de recompra exige que a redução do capital social se encontre já deliberada&#8221;, precisou.</P><br />
<P>Foi ainda aprovado o relatório e contas da empresa e a proposta de aplicação dos resultados de 2025. </P><br />
<P>Esta proposta prevê o pagamento de um dividendo de 0,33 euros por ação em circulação.</P><br />
<P>Este, em conjunto com o valor de 0,31 euros por ação já pago a título de adiantamento de lucros, eleva o dividendo a 0,64 euros por título.</P><br />
<P>O valor total estimado das distribuições é de 477.357.702,33 euros.</P><br />
<P>Já o restante valor deverá ser transferido para resultados acumulados.</P><br />
<P>Foi avaliada a administração, Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas da Galp.</P><br />
<P>Os acionistas aprovaram ainda uma autorização para que a administração possa comprar e vender ações e obrigações próprias e a alteração dos estatutos da empresa.</P><br />
<P>  </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760596]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Tsunami&#8217; de aumento de preços à vista? Contratos da batata disparam mais de 700% em menos de um mês devido à Guerra no Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contratos financeiros ligados à batata registaram uma subida abrupta nas últimas semanas, com os contratos por diferença (CFD) a acumularem uma valorização de cerca de 705% em menos de um mês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contratos financeiros ligados à batata registaram uma subida abrupta nas últimas semanas, com os contratos por diferença (CFD) a acumularem uma valorização de cerca de 705% em menos de um mês. Desde 21 de abril, o preço por cada cem quilos passou de aproximadamente 2,11 euros para cerca de 18,50 euros, num movimento que contrasta com a realidade do mercado físico europeu, atualmente marcado por um forte excesso de oferta.</p>
<p>Apesar da magnitude da subida percentual, o valor de 18,50 euros por cem quilos permanece muito abaixo dos níveis observados nos dois últimos anos. A razão encontra-se na situação estrutural do mercado agrícola europeu. Depois de campanhas anteriores afetadas por quebras de produção e preços elevados, agricultores da Bélgica, dos Países Baixos, da França e da Alemanha aumentaram significativamente as áreas de cultivo. Condições meteorológicas favoráveis conduziram a colheitas excecionalmente abundantes, gerando um excedente expressivo em toda a Europa.</p>
<p><strong>Excesso de oferta pressiona preços à saída da exploração</strong><br />
O aumento da produção criou dificuldades para transformadores e exportadores, que não conseguem absorver o volume disponível. Como consequência, os preços pagos aos produtores à saída da exploração sofreram uma forte pressão em baixa.</p>
<p>Em alguns mercados secundários, há relatos de batatas de menor qualidade (destinadas à alimentação animal ou a usos industriais) a serem transacionadas a preços extremamente baixos ou mesmo negativos. Nesses casos, os agricultores suportam os custos de transporte ou de eliminação apenas para retirar o excedente das suas explorações.</p>
<p>O valor de referência de 18,50 euros aplica-se sobretudo às chamadas batatas “free-buy”, vendidas no mercado aberto, e não às que estão abrangidas por contratos de preço fixo previamente estabelecidos entre produtores e transformadores. Ainda assim, mesmo este nível de preço é considerado financeiramente insustentável por muitos agricultores, num contexto em que os custos de produção, incluindo combustível, fertilizantes, armazenamento e eletricidade, aumentaram de forma acentuada.</p>
<p><strong>Divergência entre mercado físico e instrumentos financeiros</strong><br />
A discrepância entre a debilidade dos preços no mercado físico e a forte volatilidade nos índices financeiros evidencia a diferença entre o funcionamento dos mercados de matérias-primas e a cadeia real de abastecimento agrícola.</p>
<p>Os instrumentos financeiros tendem a reagir de forma intensa às expectativas e aos riscos futuros, incluindo projeções sobre colheitas, condições meteorológicas, procura externa ou potenciais ajustamentos da oferta. Assim, mesmo com existências físicas atualmente elevadas, os mercados antecipam possíveis constrangimentos e ajustam os preços em função dessa perceção de risco.</p>
<p>Neste contexto, a subida expressiva dos CFD não significa que a batata tenha subitamente encarecido no retalho europeu. Pelo contrário, traduz sobretudo a volatilidade de um mercado que procura incorporar, nos preços atuais, a incerteza quanto às condições futuras.</p>
<p><strong>Guerra no Irão e fertilizantes no centro das preocupações</strong><br />
O conflito no Médio Oriente agravou as dificuldades na exportação de químicos e minerais essenciais à agricultura intensiva, alimentando receios quanto à segurança alimentar mundial. A batata, sendo uma cultura particularmente exigente em nutrientes, depende fortemente de fertilizantes acessíveis para garantir rendimentos adequados.</p>
<p>A escassez súbita e o aumento de custos destes insumos têm impacto direto nas perspetivas de colheitas futuras e, consequentemente, nas avaliações financeiras atuais. A instabilidade regional agravou ainda os riscos associados às principais rotas marítimas utilizadas no comércio agrícola.</p>
<p>Segundo dados das Nações Unidas, cerca de um terço dos fertilizantes mundiais — incluindo ureia, potassa, amónia e fosfatos — transita habitualmente pelo estreito de Ormuz, atualmente bloqueado. Esta situação introduz um fator adicional de incerteza num mercado já pressionado.</p>
<p>Perante a subida dos custos e o ambiente de imprevisibilidade, os operadores financeiros parecem estar a reavaliar os contratos de futuros, dando maior peso aos riscos associados ao conflito do que à atual realidade de excesso de oferta.</p>
<p>Para os consumidores europeus, esta turbulência ainda não se traduziu num aumento significativo do preço de um produto alimentar essencial. No entanto, a evolução dos futuros da batata revela um mercado altamente sensível à conjuntura geopolítica, refletindo nos instrumentos financeiros os múltiplos efeitos económicos da guerra no Irão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760582]]></sapo:autor>
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		<title>Nissan quer reinventar o automóvel com IA e carros “mais inteligentes” para o dia a dia. Esta é a visão da marca japonesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nissan apresentou a sua nova visão estratégica de longo prazo, denominada “Mobility Intelligence for Everyday Life”, que aposta na integração da Inteligência Artificial (IA) e da eletrificação para acelerar a transformação da mobilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan apresentou a sua nova visão estratégica de longo prazo, denominada “Mobility Intelligence for Everyday Life”, que aposta na integração da Inteligência Artificial (IA) e da eletrificação para acelerar a transformação da mobilidade.</p>
<p>A marca japonesa quer posicionar-se na próxima geração automóvel através dos chamados Veículos Definidos por IA (AIDV), prometendo experiências de condução “mais seguras, intuitivas e acessíveis”.</p>
<p>A nova orientação estratégica surge numa altura em que a fabricante avança com o plano de recuperação Re:Nissan, que deverá servir de base para a reorganização industrial, simplificação do portefólio e reforço da competitividade global da empresa.</p>
<p>“Este é o momento certo para articular a visão de longo prazo da Nissan, à medida que olhamos para além do plano Re:Nissan e traçamos um caminho claro para o futuro”, afirmou Ivan Espinosa, presidente e CEO da empresa. O responsável sublinhou ainda que a experiência do cliente será o foco central da estratégia, suportada pela aplicação de IA à mobilidade.</p>
<p>A Inteligência Artificial assume um papel central na visão da Nissan, através do desenvolvimento das tecnologias Nissan AI Drive e Nissan AI Partner. A primeira estará focada na condução autónoma e nos sistemas avançados de assistência ao condutor, enquanto a segunda pretende criar uma interação mais intuitiva entre veículo e utilizador, integrando o automóvel nas atividades do quotidiano.</p>
<p>A empresa prevê implementar a tecnologia Nissan AI Drive em 90% da sua gama automóvel no longo prazo.</p>
<p>A estratégia passa também pelo reforço da eletrificação. Além da tecnologia híbrida e-POWER, a Nissan vai expandir a oferta de sistemas eletrificados, incluindo novos híbridos elétricos (HEV), híbridos plug-in e soluções com extensor de autonomia, adaptadas às diferentes necessidades dos mercados globais.</p>
<p>No plano de produtos, a marca vai simplificar a gama global de 56 para 45 modelos, eliminando veículos de baixo desempenho comercial e concentrando investimentos em áreas de crescimento. Os modelos passarão a estar organizados em quatro categorias: “Heartbeat”, “Core”, “Growth” e “Partner”.</p>
<p>Entre os modelos destacados nesta nova estratégia estão os novos X-Trail e Rogue Hybrid e-POWER, o futuro Juke EV para a Europa, o Xterra para os EUA e o Skyline para o mercado japonês.</p>
<p>A Nissan anunciou ainda uma transformação do seu modelo industrial através da estratégia “Nissan Product Family”, baseada em plataformas e arquiteturas partilhadas. O objetivo é concentrar mais de 80% do volume global em três grandes famílias de produtos, aumentando a escala e acelerando o desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760580]]></sapo:autor>
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		<title>Beja é a primeira cidade na Europa a receber cimeira mundial de enoturismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:37:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Beja vai ser a primeira cidade na Europa a receber uma edição do Global Summit on Responsible Enoturism (Cimeira Global sobre Enoturismo Responsável), evento que vai reunir especialistas, produtores, investidores e operadores turísticos do setor vínico, foi hoje revelado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Beja vai ser a primeira cidade na Europa a receber uma edição do Global Summit on Responsible Enoturism (Cimeira Global sobre Enoturismo Responsável), evento que vai reunir especialistas, produtores, investidores e operadores turísticos do setor vínico, foi hoje revelado.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo anunciou que, depois de Punta del Este, no Uruguai, e de Penglai, na China, a 3.ª edição de Global Summit on Responsible Enoturism vai decorrer na cidade de Beja, entre os dias 31 deste mês e 03 de junho.</P><br />
<P>O evento, considerado um dos principais a nível internacional dedicado ao enoturismo e à gastronomia, é da responsabilidade da Global Wine Tourism Organization e está inserido na programação do título de Cidade Europeia do Vinho 2026 atribuído ao Baixo Alentejo.</P><br />
<P>Segundo o presidente da ERT do Alentejo, José Manuel Santos, a cimeira mundial vai reunir na capital de distrito &#8220;muitos dos melhores especialistas de enoturismo de quase todos os continentes&#8221;, como América do Sul, Estados Unidos da América e Europa, em painéis sobre &#8220;monitorização, fluxos turísticos, enoturismo urbano [e] sustentabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Assim como produtores de vinho, operadores turísticos, entidades públicas, investidores e académicos do setor.</P><br />
<P>&#8220;Além desta dimensão de conhecimento, acoplámos um &#8216;workshop&#8217; de vendas [em que] vamos trazer 20 operadores turísticos internacionais para conhecer e fazer negócio com os nossos hotéis, com as nossas adegas [e] com os nossos enoturismos&#8221;, disse à agência Lusa o presidente da ERT.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, o evento vai permitir &#8220;visitas técnicas a algumas aldeias do Baixo Alentejo&#8221; para dar a conhecer &#8220;aquilo que é o nosso produto&#8221; vínico.</P><br />
<P>Para José Manuel Santos, este &#8220;evento de projeção internacional&#8221; tem um &#8220;interesse significativo&#8221; pelo facto de &#8220;elevar e projetar a notoriedade do Baixo Alentejo&#8221; e &#8220;ajudar a sustentar e a estruturar melhor o produto do enoturismo na região&#8221;.</P><br />
<P>A cimeira vai decorrer na Pousada de Beja e estima-se a participação de &#8220;cerca de 300 pessoas&#8221;.</P><br />
<P>A sessão de abertura, no dia 01 de junho, contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Beja, Nuno Palma Ferro, e do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado.</P><br />
<P>A Cidade Europeia do Vinho 2026 é promovida pela Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo e pela CIMBAL, com o apoio das 13 câmaras que integram o organismo, ou seja, apenas fica de fora um dos municípios do distrito de Beja, o de Odemira, que faz parte da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760566]]></sapo:autor>
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		<title>Verisure dispara lucros operacionais e espera crescimento na ordem dos 10% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:30:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Verisure registou um arranque de 2026 acima das expectativas, com crescimento de dois dígitos nas receitas e melhoria da rentabilidade, impulsionados pelo aumento da carteira de clientes e pela expansão da margem operacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Verisure registou um arranque de 2026 acima das expectativas, com crescimento de dois dígitos nas receitas e melhoria da rentabilidade, impulsionados pelo aumento da carteira de clientes e pela expansão da margem operacional.</p>
<p>A empresa de segurança monitorizada alcançou receitas de 1,02 mil milhões de euros no primeiro trimestre, o que representa uma subida de 10,3% face ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo os resultados divulgados pela empresa, a receita anual recorrente atingiu os 3,53 mil milhões de euros até março, traduzindo um crescimento homólogo de 12,2%. Já o EBIT ajustado aumentou 19,3%, para 277 milhões de euros, com a margem EBIT ajustada a fixar-se nos 27,2%.</p>
<p>A tecnológica de segurança registou também um fluxo de caixa livre positivo de 39 milhões de euros, pelo segundo trimestre consecutivo, reforçando a confiança da empresa no cumprimento das metas definidas para este ano.</p>
<p>“Começámos 2026 de forma positiva, com o segundo trimestre consecutivo de fluxo de caixa livre positivo, enquanto continuámos a crescer a nossa carteira de clientes e a expandir margens. Com cerca de 6,3 milhões de clientes, somos hoje a maior empresa de segurança monitorizada profissionalmente a nível mundial, em dimensão de carteira”, afirmou Austin Lally, CEO da Verisure.</p>
<p>A carteira de clientes da empresa cresceu para cerca de 6,3 milhões, enquanto as novas instalações chegaram às 222,9 mil no trimestre, o segundo melhor resultado trimestral de sempre da companhia.</p>
<p>Em Portugal, a Verisure sublinhou também a evolução da transição de marca, indicando que cerca de metade do tráfego digital já decorre sob a marca Verisure.</p>
<p>Para o conjunto de 2026, a empresa confirmou as perspetivas financeiras, antecipando um crescimento da receita anual recorrente em torno dos 10%, excluindo o México, uma margem EBIT ajustada superior a 26% e fluxo de caixa livre positivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760558]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 92 mil empresas já aderiram à simplificação do ciclo contributivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:25:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 92 mil empresas já transitaram para o novo sistema de apuramento automático de remunerações e contribuições, no âmbito da simplificação do ciclo contributivo, segundo os dados enviados à Lusa pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 92 mil empresas já transitaram para o novo sistema de apuramento automático de remunerações e contribuições, no âmbito da simplificação do ciclo contributivo, segundo os dados enviados à Lusa pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.</p>
<p>Em causa está um novo modelo de apuramento mensal das remunerações e das contribuições pagas à Segurança Social, através do qual a obrigação contributiva passa a ser gerada e disponibilizada automaticamente.</p>
<p>Deste modo, cabe à Segurança Social calcular as contribuições, tendo as empresas de confirmar ou corrigir os valores, tendo em vista reduzir a burocracia.</p>
<p>&#8220;Já aderiram ao modelo de Simplificação do Ciclo Contributivo cerca de 92.179 Entidades Empregadoras (EE)&#8221;, segundo os dados do Instituto de Informática da Segurança Social enviados à Lusa pela tutela liderada por Rosário Palma Ramalho.</p>
<p>A adesão a este modelo está a decorrer de &#8220;forma gradual&#8221;, tendo arrancado no início do ano e estando prevista estar concluída em 31 de dezembro de 2026.</p>
<p>&#8220;É efetuada diretamente pelas entidades empregadoras através do Portal da Segurança Social onde terão acesso às opções para iniciar a transição para o novo sistema de apuramento automático de remunerações e contribuições&#8221;, esclarece uma nota informativa publicada no &#8216;site&#8217; da Segurança Social.</p>
<p>Segundo o ministério, todas as empresas em condições de aderir &#8220;foram contactadas previamente pela Segurança Social&#8221; por &#8216;e-mail&#8217;, tendo ainda sido realizado &#8220;um &#8216;webinar&#8217; dedicado para apresentação do modelo e esclarecimento de questões&#8221;.</p>
<p>À Lusa, a tutela indica ainda que das mais de 92 mil empresas que integram o projeto-piloto &#8220;algumas entidades empregadoras de maior dimensão foram sinalizadas pelos Parceiros Tecnológicos&#8221;, com o intuito de &#8220;serem acompanhadas para testar o impacto do modelo e da ligação técnica de comunicação&#8221; entre as mesmas e a Segurança Social.</p>
<p>A simplificação do ciclo contributivo inclui-se no programa de transformação digital da Segurança Social, que contempla várias medidas como o programa &#8220;Primeiro Pessoas&#8221;, que visa modernizar e digitalizar os serviços da Segurança Social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760532]]></sapo:autor>
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		<title>Peso do supermercado no orçamento familiar aumentou 486 euros desde 2019, revela Centromarca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:24:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O peso das compras de supermercado no orçamento familiar dos portugueses aumentou em 486 euros, entre 2019 e 2025, com os consumidores a adotarem maior prudência nas compras, segundo um inquérito divulgado hoje pela Centromarca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O peso das compras de supermercado no orçamento familiar dos portugueses aumentou em 486 euros, entre 2019 e 2025, com os consumidores a adotarem maior prudência nas compras, segundo um inquérito divulgado hoje pela Centromarca.</p>
<p>&#8220;As famílias portuguesas não se mostram confiantes na economia para os próximos 12 meses e estão a adaptar os seus hábitos de consumo&#8221;, destacou, citando dados de um painel da Worldpanel by Numerator, com uma amostra de 4.000 lares participantes, representativos de Portugal continental, que declararam as suas compras no período em análise, com dados até ao dia 22 de março de 2026.</p>
<p>Assim, os dados recolhidos pela Worldpanel by Numerator mostram a evolução do peso das compras de supermercado no orçamento familiar, com o valor a passar de cerca de 1.707 euros (2019) para 2.193 euros (2025), um aumento de 486 euros.</p>
<p>&#8220;Olhando para o efeito da inflação acumulada, o valor pode chegar a 2.625 euros (+918 euros face a 2019)&#8221;, destacou, apontando que &#8220;comparado com a evolução do salário bruto, que foi de 418 euros neste período, percebe-se por que é que a pressão se mantém: a despesa cresce mais depressa do que o rendimento disponível&#8221;.</p>
<p>De acordo com o comunicado, &#8220;esta pressão no orçamento levou a compras mais pequenas e mais frequentes, e isso infere também com os formatos de loja escolhidos, mas não só&#8221;, sendo que, há, ainda assim, &#8220;uma implicação muito concreta (e positiva) para as marcas&#8221;, visto que, de acordo com a Centromarca, &#8220;quando a necessidade é imediata, a escolha tende a ser muito mais orientada pela preferência prioritária do consumidor&#8221;.</p>
<p>De acordo com a entidade, &#8220;mesmo num cenário de desaceleração da inflação, que está já a inverter-se, e melhoria de alguns indicadores macroeconómicos, a perceção de dificuldade económica mantém-se, assim como a prudência no consumo&#8221;.</p>
<p>A associação destacou que a maior fatia do orçamento das famílias tem como destino &#8220;despesas essenciais, como habitação, energia, transportes e alimentação&#8221;, sendo que, &#8220;no caso da alimentação e bebidas não alcoólicas, estas têm um peso especialmente relevante quando comparamos Portugal com outros países da zona euro&#8221;.</p>
<p>Assim, explicou, &#8220;quando os preços sobem nestas categorias, o impacto sente-se de forma imediata na carteira&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, referiu, no setor de &#8216;Fast-Moving Consumer Goods&#8217; há &#8220;uma mudança estrutural no comportamento das famílias&#8221;.</p>
<p>&#8220;À medida que os preços aumentam, as pessoas passam a ir mais vezes às compras, mas com cestas mais pequenas, como forma de se adaptarem a cenários voláteis e adversos&#8221;, disse a entidade, explicando que os consumidores &#8220;fazem mais compras rápidas e focadas e descartam o armazenamento de itens em casa&#8221;.</p>
<p>Assim, indicou, as categorias mais essenciais, mantêm maior relevância, com os dados a mostrarem que &#8220;a marca dos produtos funciona como âncora de confiança quando a compra é rápida e pouco planeada&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760538]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Navio vai seguir com tripulantes para Países Baixos após passar por Canárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:23:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todas as pessoas a bordo do "MV Hondius" continuam sem sintomas de infeção com hantavírus e o paquete deverá seguir para os Países Baixos com alguns tripulantes depois de passar pelas Canárias, disse hoje o Governo de Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todas as pessoas a bordo do &#8220;MV Hondius&#8221; continuam sem sintomas de infeção com hantavírus e o paquete deverá seguir para os Países Baixos com alguns tripulantes depois de passar pelas Canárias, disse hoje o Governo de Espanha.</P><br />
<P>O navio cruzeiro, onde foram registados casos de hantavírus entre passageiros e membros da tripulação que já não estão a bordo, saiu na quarta-feira de Cabo Verde, onde esteve de quarentena.</P><br />
<P>Dirige-se agora para as ilhas espanholas das Canárias, o porto mais próximo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou ter todas as condições técnicas para o desembarque e repatriamento em segurança das mais de 140 pessoas de 23 nacionalidades que permanecem no &#8220;MV Hondius&#8221;.</P><br />
<P>O paquete está com &#8220;boa marcha&#8221; e poderá chegar antes do previsto (a noite de sábado para domingo), disse hoje a secretária-geral da proteção civil espanhola, Virginia Barcones, numa conferência de imprensa em Madrid.</P><br />
<P>A operação para o desembarque e repatriamento das pessoas a bordo, inicialmente prevista para começar na segunda-feira, está a ser preparada para ser o mais rápida possível e para a eventualidade de a chegada do barco à ilha de Tenerife se adiantar, acrescentou.</P><br />
<P>Virigina Barcones precisou que o navio vai fundear dentro do porto de Granadilla e que as pessoas serão retiradas em lanchas e depois transportadas para o aeroporto de Tenerife Sul em autocarros, em meios disponibilizados pelo armador, uma empresa dos Países Baixos.</P><br />
<P>Inicialmente, o objetivo era desembarcar em Tenerife e repatriar a partir desta ilha todos as pessoas que estão no barco, mas deverão, afinal, manter-se no paquete pelo menos 30 tripulantes, que prosseguirão de imediato viagem para levar o &#8220;MV Hondius&#8221; até aos Países Baixos, disse a diretora da proteção civil espanhola.</P><br />
<P>Segundo Virgina Barcones, esta é a pretensão de Espanha, a que o armador deu resposta positiva, estando a ser ultimadas questões logísticas, como o reabastecimento do navio, para que o &#8220;MV Hondius&#8221; siga viagem de imediato.</P><br />
<P>Vários países, como Estados Unidos, Reino Unido, França ou Alemanha, informaram já que enviarão aviões a Tenerife para repatriar os respetivos cidadãos que estão no cruzeiro.</P><br />
<P>Dentro do mecanismo europeu de proteção civil foram também já disponibilizados meios aéreos de vários países para o transporte para os locais de residência de passageiros e tripulantes, segundo Virginia Barcones.</P><br />
<P>Os Países Baixos assumirão a responsabilidade de repatriar todos os casos que não tiverem resposta com aviões nacionais ou do mecanismo europeu.</P><br />
<P>O secretário de Estado da Saúde de Espanha, Javier Padilla, presente na mesma conferência de imprensa, disse que as informações regulares que chegam do interior do navio, em que viajam médicos da OMS e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) é de que todos as pessoas continuam sem sintomas de doença.</P><br />
<P>Ainda assim, Espanha solicitou ao mecanismo europeu de proteção civil a mobilização de aviões ambulância para a eventualidade de à chegada às Canárias haver pessoas com sintomas que precisem de ser transportadas de forma isolada.</P><br />
<P>A ministra da Saúde espanhola, Mónica Garcia, sublinhou hoje, numa entrevista à rádio pública RNE, que só ficarão em Tenerife pessoas com necessidade de atenção médica urgente, o que neste momento parece ser muito pouco provável.</P><br />
<P>O Governo espanhol revelou, por outro lado, que está a ser analisado em Espanha o caso de uma mulher que estava num avião que saiu de Joanesburgo no final de abril e em que embarcou brevemente uma passageira do &#8220;MV Hondius&#8221; que, como o marido, foram infetados com hantavírus e acabaram por morrer.</P><br />
<P>A mulher tem &#8220;sintomas compatíveis&#8221; com o hantavírus, sobretudo tosse, e está internada, numa zona isolada, num hospital de Alicante, à espera de resultados dos testes médicos que foi sujeita, disse Javier Padilla.</P><br />
<P></P></p>
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