<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jun 2026 13:37:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>DGS lança guia com medidas para proteger trabalhadores do calor extremo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dgs-lanca-guia-com-medidas-para-proteger-trabalhadores-do-calor-extremo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dgs-lanca-guia-com-medidas-para-proteger-trabalhadores-do-calor-extremo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[DGS]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783117</guid>

					<description><![CDATA[A DGS lançou hoje um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas, incluindo planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação para reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DGS lançou hoje um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas, incluindo planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação para reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.</p>
<p>&#8220;As alterações climáticas têm originado ondas de calor mais frequentes, intensas e prolongadas em Portugal, que têm profundos impactos na Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO)&#8221;, alerta a Direção-Geral da Saúde.</p>
<p>Segundo a autoridade de saúde, a exposição a temperaturas elevadas no local de trabalho &#8220;reduz a concentração, aumenta a probabilidade de acidentes e contribui para o aparecimento de lesões e doenças relacionadas com o calor&#8221;.</p>
<p>Os trabalhadores mais expostos são os que trabalham ao ar livre, sobretudo ao sol, como na construção, agricultura, silvicultura, pesca, recolha de lixo e serviços de emergência, mas também os que trabalham em espaços interiores quentes, como estufas, fornos ou fundições, ou em locais sem boa ventilação ou ar condicionado.</p>
<p>Entre as principais medidas de prevenção, a DGS recomenda a criação, por parte das empresas, de um &#8220;plano de prevenção específico para temperaturas elevadas&#8221;, sobretudo em eventos de temperaturas extremas e ondas de calor.</p>
<p>Na organização do trabalho, deve ser reduzido o tempo de exposição ao calor e aumentado o período de recuperação em zonas frescas, com rotação de tarefas e alternância com ambientes climatizados.</p>
<p>Devem ainda ser planeadas as tarefas mais exigentes para as horas mais frescas do dia, ajustados ritmos e metas de produção e garantido que os trabalhadores não realizem tarefas de maior risco sozinhos.</p>
<p>A autoridade de saúde sublinha também a importância de garantir água potável fresca permanentemente disponível, incentivando a ingestão regular de 15 em 15 ou 20 em 20 minutos, mesmo sem sede.</p>
<p>Ao nível técnico, recomenda a criação de áreas de descanso com sombra ou climatização, reforço da ventilação e arrefecimento, instalação de barreiras contra o calor e isolamento de fontes térmicas.</p>
<p>O vestuário e os equipamentos de proteção individual devem ser adequados ao calor, sem comprometer a segurança, sendo recomendado no exterior o uso de chapéu, óculos de sol e protetor solar.</p>
<p>A DGS destaca ainda a necessidade de dar formação a trabalhadores e supervisores para reconhecer precocemente os sinais de desidratação, exaustão pelo calor e outras complicações de saúde, bem como a designação de responsáveis com formação em primeiros socorros em cada turno de trabalho.</p>
<p>Defende ainda que os serviços de SST/SO das empresas devem ter um papel central na aplicação de planos de prevenção para temperaturas elevadas, realizando a avaliação de riscos por posto de trabalho &#8212; incluindo ambiente térmico, ritmo, vestuário, EPI e condições individuais &#8212; e integrando a análise do &#8216;stress&#8217; térmico.</p>
<p>Devem ainda identificar trabalhadores vulneráveis, como grávidas, pessoas com doenças crónicas ou sob medicação de risco, que necessitam de proteção reforçada.</p>
<p>A DGS explica que o &#8216;stress&#8217; térmico ocorre quando o corpo não consegue manter a temperatura entre 36°C e 37°C, podendo ultrapassar 38°C em trabalho prolongado, aumentando o risco de doença.</p>
<p>Os principais efeitos incluem insolação, exaustão pelo calor, síncope térmica, cãibras e erupções cutâneas. A insolação é a forma mais grave e pode exigir contacto imediato com o 112.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde estima que 2,4 mil milhões de trabalhadores em todo o mundo estão expostos a calor excessivo, resultando em mais de 22,85 milhões de danos para a saúde por ano.</p>
<p>A Organização Internacional do Trabalho estima que, até 2030, o aumento da temperatura global tornará 2% das horas de trabalho excessivamente quentes para o desempenho seguro das atividades laborais.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dgs-lanca-guia-com-medidas-para-proteger-trabalhadores-do-calor-extremo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783117]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Diretores rejeitam responsabilidades nas falhas relacionadas com a correção dos exames</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretores-rejeitam-responsabilidades-nas-falhas-relacionadas-com-a-correcao-dos-exames/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/diretores-rejeitam-responsabilidades-nas-falhas-relacionadas-com-a-correcao-dos-exames/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAEP]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783127</guid>

					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep) rejeitou quaisquer responsabilidades nas falhas registadas no processo de correção dos exames nacionais e lamentou a aparente transferência de responsabilidades por parte do Ministério da Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep) rejeitou quaisquer responsabilidades nas falhas registadas no processo de correção dos exames nacionais e lamentou a aparente transferência de responsabilidades por parte do Ministério da Educação.</p>
<p>Em comunicado, a Andaep começa por escrever que &#8220;o momento exige comunicação pública rigorosa, capaz de preservar a confiança dos professores classificadores, dos alunos e das suas famílias&#8221;, deixando críticas à nota publicada pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) no sábado.</p>
<p>No esclarecimento em causa, o EduQA e o Júri Nacional de Exames (JNE) apontam a responsabilidade das escolas na indicação dos docentes de cada disciplina e sublinham que &#8220;a qualidade da informação prestada pelas escolas é determinante para a correta elaboração das convocatórias&#8221;.</p>
<p>Da parte das direções escolares, a Andaep assegura que &#8220;as escolas cumpriram, dentro dos prazos estabelecidos, todos os procedimentos que lhes foram solicitados pelo JNE&#8221; e afirma que as situações registadas são de origem &#8220;tecnológica e organizacional da entidade responsável pela operacionalização do modelo&#8221;.</p>
<p>Perante o esclarecimento do EduQA e do JNE, os diretores consideram inaceitável que a tutela &#8220;procure transferir para as escolas responsabilidades que manifestamente não lhes pertencem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais do que procurar responsabilidades nas escolas, importa reforçar os mecanismos de apoio, comunicação e acompanhamento deste processo, evitando declarações suscetíveis de gerar desnecessária intranquilidade junto das comunidades educativas&#8221;, defendem.</p>
<p>Sindicatos e movimentos cívicos de professores relataram hoje dezenas de falhas relacionadas com o processo de correção dos exames nacionais, num cenário que descrevem de &#8220;caos&#8221;, e exigem esclarecimentos por parte da tutela e o apuramento de responsabilidades.</p>
<p>Num &#8216;site&#8217; intitulado &#8220;Exames 2026: O caos documentado&#8221;, o movimento cívico MetaPROF registava, pelas 13:00, 59 casos reportados por professores, desde convocatórias dirigidas a professores de outras disciplinas, docentes que já estavam reformados ou, em alguns casos, já tinham falecido, aos na disponibilização das credenciais necessárias para aceder às provas.</p>
<p>Na sequência dos problemas identificados, o movimento Missão Escola Pública disponibilizou hoje aos professores classificadores de exames nacionais uma proposta de minuta de escusa de responsabilidade, alegando que não estão reunidas as condições para uma classificação rigorosa das provas.</p>
<p>Na nota publicada no sábado, o JNE explicou que o processo de preparação dos exames nacionais para a classificação digital está &#8220;em fase de recuperação, após algumas dificuldades técnicas&#8221;.</p>
<p>Este ano, os exames nacionais mantiveram o formato em papel, mas, pela primeira vez, as provas serão corrigidas em formato digital, trabalho que deverá estar concluído até 10 de julho.</p>
<p>A 1.ª fase dos exames nacionais decorreu entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</p>
<p>As notas da 1.ª fase devem ser conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos no ensino superior.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/diretores-rejeitam-responsabilidades-nas-falhas-relacionadas-com-a-correcao-dos-exames/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783127]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Santos Populares no Porto e Lisboa com mais transações, mas de menor valor, revela UNICRE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/santos-populares-no-porto-e-lisboa-com-mais-transacoes-mas-de-menor-valor-unicre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/santos-populares-no-porto-e-lisboa-com-mais-transacoes-mas-de-menor-valor-unicre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Santos Populares]]></category>
		<category><![CDATA[Unicre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783128</guid>

					<description><![CDATA[Os Santos Populares em Lisboa e no Porto registaram mais pagamentos por cartão, com destaque para as transações realizadas durante o São João, embora com um menor valor médio gasto por compra, segundo dados hoje divulgados pela rede UNICRE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Santos Populares em Lisboa e no Porto registaram mais pagamentos por cartão, com destaque para as transações realizadas durante o São João, embora com um menor valor médio gasto por compra, segundo dados hoje divulgados pela rede UNICRE.</p>
<p>Segundo as conclusões de um relatório da UNICRE, que analisou os pagamentos realizados na sua rede nacional durante as festas populares, em 2026 os Santos voltaram a impulsionar a atividade económica em Lisboa e no Porto, com a empresa a registar um aumento do número de pagamentos por cartão na sua rede nacional em ambos os concelhos, em relação ao período homólogo, com o Porto a obter o maior crescimento (+14,85%), face ao aumento de +7,41% em Lisboa.</p>
<p>No entanto, segundo a empresa, os pagamentos por cartão na rede nacional da UNICRE revelam que o valor médio gasto por compra foi inferior em ambas as cidades ao registado em 2025, &#8220;refletindo um consumidor mais contido&#8221;.</p>
<p>Em termos de faturação, o Porto teve um desempenho mais favorável. Nos dias 23 e 24 de junho, associados aos festejos de São João, a faturação aumentou 6,19%, face ao mesmo período de 2025, acompanhada por uma subida de 14,85% nas transações, com um valor médio por compra a recuar 7,54%, para 21,01 euros.</p>
<p>Em Lisboa, nos dias 12 e 13 de junho, período de celebração do Santo António, o número de transações cresceu 7,41%, mas a faturação diminuiu 4,95%, com um valor médio por compra a cair 11,51%, passando de 33,33 euros para 29,49 euros, &#8220;o que evidencia uma maior contenção no valor gasto por compra&#8221;.</p>
<p>Tanto no Porto como em Lisboa, a evolução foi impulsionada pelos cartões nacionais quando comparada com as transações feitas por cartões estrangeiros.</p>
<p>Numa nota, Tiago Oom, da UNICRE, justificou que &#8220;os Santos Populares são um verdadeiro barómetro da vitalidade do comércio local&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em 2026, Lisboa e Porto registaram mais pagamentos por cartão, confirmando a capacidade destes eventos para gerar movimento e dinamizar os negócios. No entanto, os dados mostram também um consumidor mais racional no momento da compra: há mais transações, mas um menor gasto médio por compra&#8221;, resumiu, salientando que, neste cenário, o desafio para os negócios passa por ajustar &#8220;a oferta aos diferentes perfis de consumidor e aos diferentes momentos do mercado&#8221;.</p>
<p>Por setores, os maiores crescimentos de faturação no Porto ocorreram nos cabeleireiros (+65,75%), acessórios automóveis e oficinas (+29,48%), papelarias, livrarias, revistas e tabaco (+23,56%), gasolineiras (+22,23%) e retalho alimentar tradicional (+15,38%).</p>
<p>Em Lisboa, destacaram-se o retalho alimentar tradicional (+29,02%), papelarias, livrarias, revistas e tabaco (+26,03%), perfumarias (+22,35%), hipermercados e supermercados (+16,42%) e saúde (+11,67%).</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/santos-populares-no-porto-e-lisboa-com-mais-transacoes-mas-de-menor-valor-unicre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783128]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O pequeno elétrico português que convenceu a Lufthansa: “É o carro ideal para o aeroporto”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-pequeno-eletrico-portugues-que-convenceu-a-lufthansa-e-o-carro-ideal-para-o-aeroporto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-pequeno-eletrico-portugues-que-convenceu-a-lufthansa-e-o-carro-ideal-para-o-aeroporto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[BEN]]></category>
		<category><![CDATA[Lufthansa Ground Services Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783068</guid>

					<description><![CDATA[Paulo Geisler, diretor-geral da Lufthansa Ground Services Portugal, falou à 'Executive Digest' sobre a nova solução para apoiar serviços de rampa e assistência em escala nos aeroportos do Porto e de Lisboa, num projeto que será testado em setembro e que deverá entrar em operação em 2027]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro carro elétrico desenvolvido de raiz em Portugal vai entrar na operação de um dos maiores grupos de aviação da Europa. A Lufthansa Ground Services Portugal escolheu o BEN, criado pelo CEiiA, para apoiar serviços de rampa e assistência em escala nos aeroportos do Porto e de Lisboa, num projeto que será testado em setembro e que deverá entrar em operação em 2027.</p>
<p>A escolha coloca o pequeno elétrico português no centro de uma operação exigente, marcada por deslocações constantes entre aeronaves, terminais e áreas operacionais. Para Paulo Geisler, diretor-geral da Lufthansa Ground Services Portugal, a decisão resulta de uma convicção clara: “Acreditamos muito neste carro português para os aeroportos. Parece-nos o carro ideal para o aeroporto.”</p>
<p>O acordo será assinado esta segunda-feira, na Casa da Música, no Porto, numa cerimónia que junta a apresentação do BEN, a assinatura do protocolo entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA e a inauguração da Help Alliance Portugal, a primeira associação da organização sem fins lucrativos do Lufthansa Group criada fora da Alemanha.</p>
<p><strong>“O carro ideal para o aeroporto”</strong></p>
<p>O BEN foi desenhado como um veículo elétrico compacto, com cerca de 2,5 metros, até três lugares e capacidade de carga entre 100 e 400 litros. Estas características pesaram na decisão da Lufthansa Ground Services Portugal, que vê no modelo uma solução ajustada às necessidades de mobilidade dentro dos aeroportos.</p>
<p>Segundo Paulo Geisler, o veículo tem “um espaço bastante razoável para este tipo de carros, inclusive para algum equipamento”, além de “uma autonomia interessante para as operações entre aeronaves”.</p>
<p>A dimensão reduzida do BEN é outro ponto relevante. Em ambiente aeroportuário, onde a circulação é feita em espaços apertados, com regras próprias de segurança e grande pressão operacional, a agilidade pode ser tão importante como a autonomia.</p>
<p>Mas a escolha não se ficou pela configuração física do veículo. Para o responsável da Lufthansa Ground Services Portugal, o BEN destaca-se também pela tecnologia associada. “Para além da parte da redução das emissões e toda a parte tecnológica que está por trás do carro, permite um acompanhamento ao minuto das emissões”, afirmou.</p>
<p><strong>Sem chave, com telemóvel e pensado para uso partilhado</strong></p>
<p>A componente digital foi outro dos fatores valorizados pela operação da Lufthansa. O BEN permite uma utilização partilhada e tecnológica, incluindo acesso sem chave, através do telemóvel.</p>
<p>“Permite facilmente a utilização por várias pessoas, também através da tecnologia, sem chave, com o telemóvel”, explicou Paulo Geisler.</p>
<p>Esta funcionalidade é particularmente relevante numa operação de assistência em escala, onde diferentes equipas podem precisar de usar o mesmo veículo em momentos distintos. A possibilidade de gerir acessos e utilização em tempo real pode tornar o BEN mais adequado a operações rotativas e intensivas, como as que decorrem dentro de um aeroporto.</p>
<p>A Lufthansa Ground Services Portugal vai agora testar o veículo nos aeroportos do Porto e de Lisboa. O objetivo é perceber de que forma o BEN pode responder às necessidades reais da operação e que ajustes podem melhorar ainda mais a sua utilização.</p>
<p>“Entramos com o CEiiA para testarmos este carro no Porto e em Lisboa”, disse Paulo Geisler. “A ideia é poder demonstrar, não só aqui, mas também em outros players do mercado, em outros agentes dos aeroportos, que acreditamos que este carro é o ideal para o aeroporto.”</p>
<p><strong>Sem obras nos aeroportos, mas com margem para evoluir</strong></p>
<p>A adoção do BEN não obrigou, para já, a adaptações físicas nas infraestruturas onde vai operar. Segundo Paulo Geisler, esse foi também um ponto favorável à escolha do veículo.</p>
<p>“Não foi necessário qualquer adaptação no modelo do BEN existente”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, o trabalho entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA não termina com a escolha do carro. A fase de testes servirá também para perceber como o modelo pode ser afinado para responder ainda melhor às operações em terra.</p>
<p>“Agora podemos, e é isso que vamos fazer, trabalhar em conjunto com o CEiiA para perceber como é que ainda podemos otimizar mais este veículo para apoiar as operações em terra nos aeroportos”, explicou o responsável.</p>
<p>O objetivo é que o BEN não seja apenas colocado ao serviço da operação, mas também adaptado e desenvolvido com base nas exigências concretas do setor aeroportuário.</p>
<p><strong>Uma validação para a engenharia portuguesa</strong></p>
<p>A chegada do BEN à operação da Lufthansa Ground Services Portugal representa uma validação importante para o veículo desenvolvido pelo CEiiA. Pela primeira vez, um grupo aéreo da dimensão da Lufthansa adota o pequeno elétrico português para testar a sua utilização em contexto aeroportuário.</p>
<p>Paulo Geisler sublinha que a escolha tem duas leituras: por um lado, a sustentabilidade; por outro, a confiança na engenharia nacional.</p>
<p>“Obviamente que a sustentabilidade é um dos principais pontos para o Grupo Lufthansa e para todas as empresas do grupo. E, portanto, aqui é óbvio que este carro é o ideal”, afirmou.</p>
<p>Mas o facto de o BEN ser português também contou. “Acreditamos em Portugal. Isto não é novidade nenhuma”, disse o diretor-geral da Lufthansa Ground Services Portugal.</p>
<p>O responsável recorda que a Lufthansa voa para Lisboa há mais de 70 anos e para o Porto há mais de 45, além de ter em Portugal a Lufthansa Ground Services Portugal, com atividade há 15 anos no Porto, Lisboa e Faro. A isto junta-se o investimento da Lufthansa Technik em Portugal.</p>
<p>“O grupo acredita que Portugal é um bom parceiro, é um parceiro de talento e de engenharia”, afirmou Paulo Geisler. “Acho que o BEN é exatamente o resultado disto: sustentável, talento português, engenharia portuguesa. Portanto, tem tudo para resultar.”</p>
<p><strong>Portugal como plataforma de teste</strong></p>
<p>A Lufthansa Ground Services Portugal é a primeira empresa portuguesa 100% detida pelo Lufthansa Group. Com sede no Porto, conta com mais de 360 profissionais e presta apoio operacional a mais de 350 aeroportos e agentes de handling em todo o mundo, através de um modelo de gestão remota de estações desenvolvido a partir de Portugal.</p>
<p>É neste contexto que o BEN entra na operação. A escolha não se limita a introduzir um novo veículo elétrico nos aeroportos do Porto e de Lisboa. Pode funcionar também como montra para outros operadores e outros mercados.</p>
<p>Segundo Paulo Geisler, a ambição passa por demonstrar que o BEN pode ser uma solução para mais agentes aeroportuários. “Queremos demonstrar a outros agentes dos aeroportos que acreditamos que este carro é o ideal para o aeroporto”, afirmou.</p>
<p>O veículo está homologado pela União Europeia, o que significa que pode circular nos Estados-membros. Essa condição dá ao projeto uma dimensão europeia e abre a porta a uma eventual replicação noutras infraestruturas.</p>
<p><strong>Menos emissões, mais controlo da operação</strong></p>
<p>A sustentabilidade é uma das bases da parceria. O BEN integra um contador de emissões de dióxido de carbono evitadas, permitindo medir em tempo real o impacto ambiental da sua utilização.</p>
<p>Para a Lufthansa Ground Services Portugal, esta capacidade de medição é relevante porque permite associar a mobilidade elétrica a dados concretos. O veículo não é apenas elétrico: permite também acompanhar e quantificar a redução de emissões.</p>
<p>Paulo Geisler destaca precisamente essa componente. O BEN, diz, permite “um acompanhamento ao minuto das emissões” e enquadra-se na estratégia do Lufthansa Group para reduzir a pegada ambiental das suas operações.</p>
<p>Nas operações de assistência em escala, as deslocações entre aeronaves, terminais e zonas técnicas são constantes. Um veículo compacto, elétrico e partilhável pode reduzir consumos, baixar emissões e tornar mais eficiente a circulação em ambiente aeroportuário.</p>
<p><strong>Do aeroporto à comunidade</strong></p>
<p>Embora o foco principal esteja na operação aeroportuária, o acordo com o CEiiA tem também uma vertente social. Em paralelo com a escolha do BEN para os aeroportos, será assinado um protocolo ligado ao conceito de “BEN social”, associado à Help Alliance Portugal.</p>
<p>A Help Alliance é a organização de responsabilidade social do Lufthansa Group. A associação portuguesa será a primeira criada fora da Alemanha e nasce com a missão de apoiar projetos nas áreas da educação, inclusão social e oportunidades para crianças, jovens e comunidades vulneráveis.</p>
<p>“Hoje à noite vamos assinar com o CEiiA um protocolo de colaboração para desenvolver o conceito de BEN social”, explicou Paulo Geisler.</p>
<p>A ideia passa por estudar formas de usar o BEN em projetos-piloto com instituições sociais, promovendo mobilidade sustentável e novos modelos de utilização partilhada.</p>
<p>“Achamos que este BEN social também tem uma força muito grande e adapta-se muito bem a estas instituições sociais”, afirmou.</p>
<p><strong>Um carro para associações e projetos locais</strong></p>
<p>Segundo Paulo Geisler, o BEN pode ser particularmente útil para associações que precisam de soluções de mobilidade acessíveis, sustentáveis e partilháveis.</p>
<p>“O BEN é o carro ideal, uma vez que pode ser partilhado. É um carro citadino, com autonomia, é sustentável e tem um valor bastante acessível”, defendeu.</p>
<p>A Help Alliance Portugal já está ligada a projetos como a Associação Bagos d’Ouro, no Douro, e a Associação MEERU, no Porto, que trabalha com mulheres migrantes. O objetivo, explicou o responsável, é criar uma plataforma que aproxime empresas e associações.</p>
<p>“Muitas vezes, uma empresa sozinha não consegue fazer nada e uma associação sozinha não consegue fazer nada. Queremos ter aqui um agregador em Portugal para ajudar este tipo de associações”, afirmou.</p>
<p>Neste modelo, o BEN pode servir não apenas a operação aeroportuária, mas também a mobilidade de organizações sociais. “Vemos este projeto do BEN social como uma forma muito interessante de melhorar a vida destas associações e, ao mesmo tempo, contribuir para a redução do CO2 e para a sustentabilidade”, disse Paulo Geisler.</p>
<p><strong>Primeiro os testes, depois a operação</strong></p>
<p>O calendário já está definido. O BEN será testado nos aeroportos do Porto e de Lisboa a partir de setembro, com o objetivo de entrar em operação em 2027.</p>
<p>A fase-piloto servirá para avaliar a autonomia, a utilização partilhada, a integração tecnológica e a adaptação às rotinas das equipas em terra. Servirá também para perceber de que forma o veículo pode ser otimizado para o ambiente aeroportuário.</p>
<p>Se os testes confirmarem as expectativas, o pequeno elétrico português poderá ganhar uma projeção que vai além da Lufthansa Ground Services Portugal. Para já, a escolha representa um passo importante para o BEN e para a engenharia nacional.</p>
<p>Da rampa dos aeroportos à possibilidade de utilização por associações, o BEN surge como o elo entre três dimensões: mobilidade elétrica, operação aeroportuária e impacto social. Mas o ponto de partida é claro: a Lufthansa escolheu um carro português para testar no coração da sua operação em terra.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-pequeno-eletrico-portugues-que-convenceu-a-lufthansa-e-o-carro-ideal-para-o-aeroporto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783068]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Não é bluff”: antigo soldado russo publica vídeo em que ameaça revolta militar se Putin não o receber</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-e-bluff-antigo-soldado-russo-publica-video-em-que-ameaca-revolta-militar-se-putin-nao-o-receber/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nao-e-bluff-antigo-soldado-russo-publica-video-em-que-ameaca-revolta-militar-se-putin-nao-o-receber/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783111</guid>

					<description><![CDATA[Kremlin confirmou estar ciente do caso. Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, disse ter sido informado sobre a declaração, embora tenha afirmado que ainda não tinha analisado o assunto em detalhe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo combatente russo que serviu na frente de Zaporizhzhia, na Ucrânia, publicou um vídeo no Telegram em que exige ser recebido pessoalmente por Vladimir Putin e ameaça uma revolta militar contra o Kremlin caso o presidente russo não aceite ouvi-lo.</p>
<p>Segundo o ‘El Español’, Alexander Lunin afirma querer denunciar diretamente a Putin as condições em que se encontram muitos soldados russos, incluindo alegadas situações de tortura, chantagem e castigos impostos pelos próprios comandantes. O antigo militar garante que “altos funcionários do Ministério da Defesa e das agências de segurança” tiveram conhecimento de uma declaração anterior e lhe pediram que transmitisse a mensagem.</p>
<p>O Kremlin confirmou estar ciente do caso. Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, disse ter sido informado sobre a declaração, embora tenha afirmado que ainda não tinha analisado o assunto em detalhe. Segundo Peskov, as formulações usadas pelo ex-combatente pareciam “um tanto estranhas” e seria necessário “entendê-lo primeiro”.</p>
<p>No vídeo, Lunin afirma que “dezenas, centenas, milhares” de soldados russos estão “a apodrecer em bunkers” porque os comandantes os colocaram ali. Denuncia ainda a existência de uma espécie de “Gestapo” militar russa, que puniria soldados que se recusam a cumprir ordens consideradas suicidas.</p>
<p>O antigo combatente acusa também comandantes corruptos de exigirem grandes somas de dinheiro para anular punições. Segundo Lunin, muitos soldados morrem em condições desumanas e acabam declarados pelos superiores como desaparecidos em combate.</p>
<p>De acordo com o site russo dissidente &#8216;Meduza&#8217;, Lunin avisou noutro vídeo que a ameaça “não é bluff”. O ex-combatente afirmou que, se algo acontecer a ele ou à família, esse será o sinal para iniciar um motim. Diz ainda não saber a identidade dos oficiais que o terão contactado, mas garante que a instrução era clara: enviar uma mensagem direta a Putin.</p>
<p>“Eu não sou o líder de uma rebelião”, afirmou. “Vieram ter comigo para entregar esta mensagem porque sabem que não me vendo.” O vídeo, segundo o ‘El Español’, ultrapassou os oito milhões de visualizações.</p>
<p>A agência independente ucraniana &#8216;UNN&#8217; divulgou também imagens em que se vê a visita de um vice-ministro da região de Voronezh, onde Lunin reside. No vídeo, o antigo militar discute de forma acalorada com o representante oficial e ameaça recorrer a um machado caso a sua mensagem não seja transmitida em todos os canais de televisão russos.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DaBQxOsOOkI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DaBQxOsOOkI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DaBQxOsOOkI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por UNITED24Media (@united24.media)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O meio de investigação russo &#8216;Agentstvo&#8217; avançou que o verdadeiro apelido de Lunin será Pustovalov e que este serviu como voluntário no batalhão Sudoplatov, que combateu na região de Zaporizhzhia em 2023. O próprio Lunin reconheceu ter lutado contra as forças ucranianas naquela frente, primeiro como fuzileiro e depois como comandante de uma unidade. Mais tarde, terá comandado um pelotão de reconhecimento na frente de Kursk.</p>
<p>O caso é, no entanto, complexo. A agência &#8216;Astra&#8217; relata que perfis associados ao ex-combatente nas redes sociais surgem ligados a grupos que usam simbologia neonazi. Em algumas plataformas, Lunin aparece com símbolos do Terceiro Reich e a partilhar mensagens associadas ao movimento Sol Negro, ligado à supremacia branca.</p>
<p>Ainda assim, as denúncias feitas por Lunin surgem num contexto em que outros soldados russos já relataram abusos semelhantes. Em fevereiro, quatro militares russos, sob anonimato, disseram à &#8216;BBC&#8217; que tinham testemunhado execuções sumárias por desobediência a ordens consideradas absurdas.</p>
<p>Outro soldado afirmou ter visto os corpos de 20 militares executados pelos próprios camaradas. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, foi a primeira vez que soldados russos na linha da frente testemunharam publicamente que tinham visto comandantes ordenar a execução dos seus próprios homens.</p>
<p>O termo usado para este tipo de eliminação é “obnulit”, que significa “reduzir a zero”. A expressão é usada para designar a eliminação de desertores, amotinados ou soldados que recusam cumprir ordens. Oficialmente, estes militares acabam frequentemente registados como desaparecidos em ação.</p>
<p>No documentário ‘Linha Zero: Por Dentro da Guerra Russa’, vários homens relatam em detalhe alegadas torturas sofridas depois de se recusarem a participar em ataques que descreveram como missões suicidas. As tropas russas chamam a essas operações “tempestades de carne”, ataques em que vagas de homens são enviadas para a frente de combate para desgastar as forças ucranianas.</p>
<p>Após a divulgação do documentário, o Governo russo afirmou que as suas forças armadas operam “com a máxima discrição” em condições de conflito de alta intensidade e que tratam o pessoal “com o máximo cuidado”. Moscovo acrescentou que informações sobre alegadas violações e crimes são devidamente investigadas.</p>
<p>O número de baixas na guerra da Ucrânia continua a ser um dos dados mais protegidos por Moscovo e Kyiv. Nenhum dos lados divulga números oficiais. Em fevereiro, a revista ‘The Economist’ publicou estimativas segundo as quais terão morrido entre 230 mil e 430 mil combatentes russos e entre 100 mil e 140 mil ucranianos.</p>
<p>A plataforma &#8216;Mediazona&#8217;, que mantém uma base de dados de militares russos mortos confirmados individualmente através de publicações de familiares, comunicados de autoridades regionais e obituários locais, tinha verificado mais de 200 mil óbitos em junho de 2026. O número é considerado um mínimo.</p>
<p>O desafio lançado por Lunin surge num momento sensível para o Kremlin. O controlo da informação sobre a guerra continua apertado e é incerto que Putin responda ao antigo combatente. Mas o episódio ocorre numa altura em que a Rússia enfrenta dificuldades na frente de batalha e em que Kyiv intensifica ataques que já têm impacto em território russo e na Crimeia.</p>
<p>A ameaça de motim surge também perto do terceiro aniversário da revolta do grupo Wagner, liderado por Yevgeny Prigozhin, que criticou duramente o Ministério da Defesa russo pela condução da guerra. As suas forças chegaram a avançar em direção a Moscovo antes de travarem a coluna blindada a pouco mais de 100 quilómetros da capital. Dois meses depois, Prigozhin morreu na queda de um avião entre Moscovo e São Petersburgo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nao-e-bluff-antigo-soldado-russo-publica-video-em-que-ameaca-revolta-militar-se-putin-nao-o-receber/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783111]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acordo entre UE e EUA deixa setores automóvel e agrícola sob pressão, alerta Coface</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-ue-e-eua-deixa-setores-automovel-e-agricola-sob-pressao-analise/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-ue-e-eua-deixa-setores-automovel-e-agricola-sob-pressao-analise/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783114</guid>

					<description><![CDATA[O acordo entre União Europeia (UE) e Estados Unidos da América protege as exportações europeias, mas pressiona setores como o automóvel e o agrícola, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo entre União Europeia (UE) e Estados Unidos da América protege as exportações europeias, mas pressiona setores como o automóvel e o agrícola, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface hoje divulgada.</p>
<p>&#8220;Por detrás da aparência de um desanuviamento transatlântico, o acordo reflete sobretudo uma abordagem de gestão de riscos: o objetivo é evitar um novo agravamento do protecionismo norte-americano, preservando simultaneamente os meios para retaliar caso os Estados Unidos não cumpram os seus compromissos, já de si limitados&#8221;, refere a análise da consultora.</p>
<p>Em causa está o chamado Acordo de Turnberry, resultado das negociações comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos no verão de 2025, que definiu um novo enquadramento para as relações comerciais entre os dois blocos.</p>
<p>Após vários meses de negociações e de sucessivos adiamentos motivados por preocupações comunitárias quanto à imprevisibilidade da política comercial norte-americana, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia alcançaram, em maio de 2026, um acordo provisório sobre a legislação que implementa os compromissos tarifários assumidos pela União Europeia no Acordo de Turnberry com os Estados Unidos.</p>
<p>O objetivo principal deste acordo é estabilizar as relações comerciais transatlânticas, evitando uma escalada de tarifas aduaneiras e assegurando condições mais previsíveis para empresas e exportadores de ambos os lados do Atlântico.</p>
<p>Do lado dos EUA, o Supremo Tribunal do país limita a capacidade de impor novas medidas de forma imediata, mas Bruxelas &#8220;considera que o risco de novas medidas protecionistas permanece elevado&#8221;.</p>
<p>Para os analistas da Coface, este acordo terá consequências no setor automóvel, a indústria transformadora e determinadas áreas agroalimentares, &#8220;onde coexistirão uma menor pressão tarifária sobre as exportações e um aumento da concorrência no mercado europeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;O setor automóvel ilustra esta ambiguidade: os exportadores europeus enfrentarão uma tarifa de 15% em vez de 25% nos EUA, mas à custa de maior concorrência no mercado europeu. No setor agrícola, as concessões europeias permanecem mais específicas, com reduções significativas em determinados produtos transformados e contingentes pautais em segmentos sensíveis, como o leite&#8221;, regista a análise.</p>
<p>O analista político da Coface Olivier Rozenberg considerou que este acordo &#8220;não representa um regresso à normalidade nas relações comerciais transatlânticas&#8221;, mas sim um reflexo da &#8220;vontade da Europa de conter o risco de uma nova escalada tarifária, ao mesmo tempo que reserva explicitamente o direito de recuar caso os Estados Unidos não cumpram os seus compromissos&#8221;.</p>
<p>O acordo assenta em três pilares: uma cláusula de suspensão caso os EUA não respeitem o limite de 15%, um mecanismo de salvaguarda que pode ser ativado caso o aumento das importações cause um prejuízo grave à indústria europeia e uma cláusula de caducidade que determina a expiração das concessões no final de 2029 caso não haja uma prorrogação legislativa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-ue-e-eua-deixa-setores-automovel-e-agricola-sob-pressao-analise/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783114]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Espanha acaba com descontos no IVA dos combustíveis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-espanha-acaba-com-descontos-no-iva-dos-combustiveis/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-espanha-acaba-com-descontos-no-iva-dos-combustiveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783105</guid>

					<description><![CDATA[O IVA nos combustíveis em Espanha volta a ser 21% a partir de quarta-feira, depois de ter estado extraordinariamente nos 10% durante mais de três meses por causa da guerra do Irão, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O IVA nos combustíveis em Espanha volta a ser 21% a partir de quarta-feira, depois de ter estado extraordinariamente nos 10% durante mais de três meses por causa da guerra do Irão, anunciou hoje o Governo.</P><br />
<P>O Governo espanhol aprovou em março um pacote de medidas para responder ao impacto nos preços da guerra no Médio Oriente que incluiu uma descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de 21% para 10% nos combustíveis e nos hidrocarbonetos, assim como outros descontos fiscais na energia, entre outras ajudas.</P><br />
<P>Várias medidas foram sendo progressivamente levantadas e hoje o ministro da Economia, Carlos Cuerpo, confirmou o fim do IVA nos 10% para os combustíveis a partir de 01 de julho.</P><br />
<P>Manter-se-á em vigor um desconto fiscal nos hidrocarbonetos (de 15 cêntimos por litro em julho, 10 cêntimos em agosto e cinco em setembro), assim como no gasóleo agrícola e para camiões.</P><br />
<P>O Governo espanhol mantém também em vigor apoios à compra de fertilizantes para a agricultura.</P><br />
<P>O anúncio do executivo ocorreu no mesmo dia em que uma estimativa do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que os preços em Espanha subiram 3,2% em junho, comparando com o mesmo mês de 2025.</P><br />
<P>A confirmar-se esta estimativa, a inflação homóloga (evolução dos preços comparando com o mesmo período do ano anterior) em junho manteve-se igual à de maio em Espanha.</P><br />
<P>Quanto à inflação subjacente (sem a energia e os produtos alimentares frescos, tradicionalmente os mais voláteis do cabaz de compras) foi 2,9% em junho (menos uma décima do que em abril), segundo a mesma estimativa.</P><br />
<P>Na evolução em cadeia (comparação com o mês anterior), o INE calcula que os preços tenham subido 0,6% em maio.</P><br />
<P>O INE revelou que para a evolução da inflação em junho em Espanha contribuíram o aumento da eletricidade e do gás, que subiram mais do que no mesmo mês de 2025. </P><br />
<P>Por outro, lado, diminuíram os combustíveis, que tinham aumentado em junho de 2025.</P><br />
<P>O Governo espanhol disse hoje que as medidas extraordinárias aprovadas em março contribuíram para uma descida da inflação geral em cerca de um ponto percentual. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-espanha-acaba-com-descontos-no-iva-dos-combustiveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783105]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Famílias cavam com as mãos em La Guaira e acusam autoridades: “Só procuram os seus”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783106</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia. Sem meios suficientes e perante operações de resgate que consideram lentas e desiguais, muitos civis estão a escavar com pás, paus, picaretas e as próprias mãos.</p>
<p>Segundo o ‘El Español’, no topo de uma montanha de escombros em La Guaira, mais de 30 agentes das forças policiais antidrogas procuravam familiares de um dos seus elementos. Mais abaixo, ao nível do solo, um pequeno grupo de civis tentava abrir um túnel para chegar à zona onde acredita que estão soterrados os seus familiares.</p>
<p>As cenas repetem-se em vários edifícios da chamada Missão Habitação, programa criado pelo Governo venezuelano para atribuir casas a pessoas em situação de vulnerabilidade. Exaustas com aquilo que descrevem como falta de resposta das autoridades, várias famílias gritam por ajuda e denunciam que os meios especializados “só aparecem quando convém”.</p>
<p>“Todos os que estão debaixo dos escombros são venezuelanos, não cães”, ouviu-se entre os familiares, segundo o jornal espanhol.</p>
<p>As esperanças de encontrar sobreviventes tornam-se cada vez mais ténues à medida que passam os dias, mas o desespero mantém as buscas vivas. As vítimas queixam-se de que há poucos equipamentos, pouca capacidade técnica e falta de apoio para retirar pessoas que ainda possam estar presas.</p>
<p>Ao longo da Costa Central, a área mais atingida pelos sismos, vários edifícios já aparecem assinalados com uma grande letra “D” fluorescente nas fachadas. De acordo com os socorristas no terreno, essa marca significa que a estrutura está destinada à demolição por já não haver sinais de vida.</p>
<p>Ainda assim, em centenas de prédios destruídos, familiares dizem que nunca receberam ajuda suficiente. Alguns garantem que equipas chegaram a passar pelos locais, mas acabaram por sair sem avançar nas buscas. Perante isso, decidiram escavar por conta própria.</p>
<p>Foi o que aconteceu no edifício Belo Horizonte, no bairro de Playa Grande, onde voluntários conseguiram localizar vários corpos, mas não dispõem de máquinas nem de equipamento especializado para os retirar dos escombros.</p>
<p>Entre os familiares que chegaram a La Guaira está Francis Ocando, que percorreu mais de 700 quilómetros desde Maracaibo para procurar os sobrinhos e a tia que cuidava deles. Isabel e Rafael, de 18 e 14 anos, ficaram soterrados quando os nove andares do edifício OPP-26 colapsaram sobre os apartamentos do primeiro piso.</p>
<p>Francis teve de comunicar à mãe dos jovens, que tinha viajado para Espanha um ano antes para tratar um cancro, que ninguém tinha começado a procurar na zona onde a família acredita que os filhos possam estar.</p>
<p>“A realidade do que está a acontecer em La Guaira era muito mais dura do que parecia”, contou, denunciando que as autoridades estariam a concentrar esforços em algumas vítimas e a deixar outras famílias entregues a si próprias.</p>
<p>Segundo o relato citado pelo ‘El Español’, foram feitas sondagens que indicariam a possibilidade de existirem entre 120 e 150 pessoas vivas debaixo dos escombros naquela zona. Ainda assim, Francis acusa as autoridades de procurarem apenas determinados grupos.</p>
<p>“Compreende-se que os funcionários também são pessoas, choramos com eles quando encontram um dos seus mortos, mas têm de entender que, numa busca onde há milhares de pessoas presas, a implorar por resgate, não pode haver preferências. Somos todos pessoas”, lamentou.</p>
<p>A falta de apoio levou familiares de diferentes regiões da Venezuela, e até de fora do país, a deslocarem-se para La Guaira para tentar ajudar nas buscas. Muitos dizem que não conseguem esperar por equipas oficiais quando acreditam que ainda pode haver pessoas vivas.</p>
<p>De acordo com o Governo liderado por Delcy Rodríguez, há mais de 50 mil pessoas desaparecidas entre 774 edifícios afetados pelos sismos.</p>
<p>A situação é agravada pelos danos no sistema de saúde. Os sismos afetaram cerca de 38 hospitais, vários deles em La Guaira, o que impede a concentração do atendimento médico na região mais atingida. Como resultado, cada sobrevivente resgatado tem de ser transportado durante pelo menos meia hora até conseguir receber assistência.</p>
<p>Nas ruas de La Guaira, onde o cheiro do mar se mistura com o dos corpos, trabalham já mais de 2.000 socorristas internacionais, apoiados por 137 cães, 49 veículos de apoio e 84,8 toneladas de equipamentos, medicamentos e material cirúrgico.</p>
<p>Mas, perante a dimensão da catástrofe, tudo parece insuficiente. A tragédia expôs não só a violência dos sismos, mas também a fragilidade de um país já marcado por uma crise prolongada e por instituições incapazes de responder com rapidez a uma destruição desta escala.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783106]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lua dos Morangos vai parecer hoje maior e mais baixa no céu: fenómeno só se repete em 2043</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[Lua dos Morangos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783092</guid>

					<description><![CDATA[Primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua cheia de junho atinge o pico esta semana e deverá oferecer um espetáculo invulgar esta noite no céu noturno do hemisfério norte. Conhecida como Lua dos Morangos, será a Lua cheia mais baixa até 2043, surgindo muito próxima do horizonte e parecendo maior do que o habitual.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu. Em vez de subir alto, como acontece com as luas cheias de inverno, esta permanecerá relativamente perto do horizonte durante a sua passagem.</p>
<p>Esse posicionamento deverá acentuar a chamada ilusão lunar, um fenómeno visual que faz com que a Lua pareça maior quando está próxima do horizonte. A explicação está na comparação feita pelo cérebro entre a Lua e objetos distantes, como árvores, edifícios ou montanhas, que ajudam a reforçar a perceção de dimensão.</p>
<p>A Lua dos Morangos de junho é habitualmente a Lua cheia mais baixa do ano, mas a deste ano coincide com o ponto baixo de um ciclo de 18,6 anos que determina os extremos de nascimento e ocaso da Lua. Por isso, o fenómeno será particularmente marcado e só voltará a repetir-se em condições semelhantes em 2043.</p>
<p>O efeito será visível apenas para quem observar a Lua a partir do hemisfério norte. No hemisfério sul, acontecerá o contrário: a Lua deverá surgir mais alta no céu.</p>
<p>Apesar do nome, a Lua dos Morangos não está diretamente relacionada com a cor do satélite natural. A designação vem da época do ano em que esta Lua cheia ocorre, tradicionalmente associada à colheita dos morangos em junho.</p>
<p>Ainda assim, poderá surgir com tons alaranjados, avermelhados ou dourados, sobretudo quando estiver baixa no horizonte. Alan Jones, especialista em astronomia da 365 Astronomy, explicou ao ‘The Independent’ que a cor não resulta do nome da Lua, mas da forma como a atmosfera terrestre dispersa a luz quando o satélite está perto da linha do horizonte.</p>
<p>“O melhor momento para observar a Lua cheia dos Morangos é ao pôr do sol de terça-feira. É normalmente nessa altura que a Lua parece mais dramática, porque está mais baixa no céu e os efeitos atmosféricos estão mais fortes”, afirmou o especialista.</p>
<p>Segundo Alan Jones, zonas abertas como campos, praias, colinas e parques podem oferecer boas condições de observação, desde que o céu esteja limpo e haja uma visão desimpedida do horizonte.</p>
<p>A Lua cheia atingirá o pico nas primeiras horas de terça-feira, mas deverá parecer cheia durante as noites de segunda e terça-feira. A visibilidade dependerá das condições meteorológicas em cada região.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783092]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD quer ouvir ex-ministros do PS como José Luís Carneiro sobre dados do INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[José Luis Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783056</guid>

					<description><![CDATA[O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Em conferência de imprensa na sede do partido, o porta-voz e vice-presidente remeteu mais detalhes sobre estas audições para a bancada do PSD, sem esclarecer se o antigo primeiro-ministro António Costa estará ou não entre as personalidades que o partido quer ouvir.</p>
<p>&#8220;O Governo então em funções agiu com conhecimento ou sem conhecimento do aumento populacional agora tornado público? Que políticas públicas desse Governo foram projetadas ou condicionadas por esse aumento populacional, fruto da política migratória desregrada desse Governo? Se sabiam, o que fizeram, e se não o fizeram, porque não o fizeram?&#8221;, perguntou.</p>
<p>Questionado se o PSD vai chamar ao parlamento o atual secretário-geral do PS e antigo ministro da Administração Interna José Luís Carneiro, o eurodeputado e dirigente considerou &#8220;natural que seja chamado a esse esclarecimento&#8221;, apesar de remeter o detalhe e calendarização para o líder parlamentar Hugo Soares.</p>
<p>&#8220;O atual secretário-geral do PS tem evidentemente responsabilidades, não só na extinção do SEF, como pelo facto de ter sido titular da pasta da Administração Interna, diretamente relacionada com a política migratória, como até antes em outras funções, como responsabilidade pela rede consular&#8221;, disse, referindo-se à sua anterior função de secretário de Estado das Comunidades.</p>
<p>Sem clarificar que outros ex-ministros podem ser ouvidos, Bugalho apontou aos &#8220;os governantes que tiveram responsabilidades relacionadas com este processo e a ausência de informação sobre a população do país, estrangeira e nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os números não nos dizem o que é que foi feito, ou deveria ter sido feito, para proteger os serviços públicos e o Estado português e a coesão social portuguesa do aumento populacional daquela dimensão&#8221;, disse.</p>
<p>Para o porta-voz do PSD, o facto de a população estrangeira ter passado de 7,1% para 14% entre 2021 e 2025 demonstra uma &#8220;relação inequívoca&#8221; com a política migratória do anterior Governo PS liderado por António Costa.</p>
<p>&#8220;Parece-nos claro que o seu efeito ultrapassa a questão setorial, tendo afetado e camuflado o rendimento &#8216;per capita&#8217; então apurado, o mercado da habitação, assim como a capacidade de resposta de serviços públicos fundamentais, como o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública&#8221;, disse, admitindo que esses problemas são &#8220;mais difíceis de resolver&#8221; por ter havido essa falta de dados fiáveis.</p>
<p>Bugalho considerou ainda que, os dados agora conhecidos, demonstraram a importância das alterações nas leis da imigração já concretizadas pelo executivo PSD/CDS-PP.</p>
<p>Ainda assim, o porta-voz do PSD escusou-se a responder se Portugal tem imigrantes a mais ou a menos, como reclamam alguns setores, frisando que o problema foi de &#8220;regras a menos&#8221;.</p>
<p>&#8220;No que depender do PSD, jamais se repetirá um engodo em que o país julga crescer, mas não cresce assim tanto, em que um fenómeno tão impactante quanto um aumento populacional deste tipo ocorre, sem que seja merecedor de atenção política ou sequer de discussão pública. É em nome dessa transparência, de não repetir algo que nunca deveria ter acontecido, que realizaremos as audições parlamentares em breve anunciadas&#8221;, justificou.</p>
<p>Questionado se também admitiam chamar ao parlamento o antigo primeiro-ministro António Costa &#8212; que teria sempre a prerrogativa de responder por escrito -, o dirigente do PSD respondeu apenas que não fechavam qualquer porta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783056]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SNS gastou 468 M€ em quase 20 milhões de horas extra em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[ULS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783082</guid>

					<description><![CDATA[As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.</P><br />
<P>Os dados constam do relatório do Conselho das Finanças Pública (CFP) sobre o desempenho do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2025, que foi apresentado hoje em Lisboa, e que concluiu que o recurso ao trabalho suplementar se manteve elevado, refletindo as &#8220;dificuldades persistentes na resposta às necessidades assistenciais e a pressão sobre os recursos humanos&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o documento, as entidades que integram o SNS registaram 19,8 milhões de horas de trabalho suplementar, um acréscimo de 2,8% face a 2024, com os encargos a aumentarem 11,4% para os 468 milhões de euros em 2025. </P><br />
<P>Os médicos concentraram 36% do total das horas suplementares realizadas, correspondendo a 7,1 milhões de horas, enquanto os enfermeiros representaram 31,5%, com 6,2 milhões de horas.</P><br />
<P>As ULS de Coimbra, Santa Maria e São José destacaram-se como as entidades com maior recurso a trabalho suplementar, registando 1,7 milhões, 1,4 milhões e 1,2 milhões de horas, respetivamente, e encargos conjuntos de aproximadamente 92 milhões de euros, correspondendo a cerca de 20% da despesa total do SNS com este tipo de trabalho.</P><br />
<P>O CFP refere que este volume se deve, em parte, ao elevado grau de diferenciação destas ULS, que asseguram um amplo conjunto de valências clínicas e funcionam como centros de referência nacional, prestando cuidados a doentes provenientes de várias regiões do país. </P><br />
<P>Em relação à contratação de serviços médicos, o documento adianta que continuou a assumir um &#8220;peso relevante em 2025&#8221;, evidenciando a persistência de &#8220;constrangimentos na capacidade de resposta do SNS com recursos próprios&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Em 2025, foram contratadas 6,6 milhões de horas, um aumento de 6% face ao ano anterior, correspondendo a uma despesa de 265 milhões de euros (mais 37 milhões face a 2024)&#8221;, alerta o CFP, adiantando que as ULS do Algarve, do Médio Tejo e do Oeste destacaram-se com maior volume de horas contratadas e concentrando 18,4% do total.</P><br />
<P>O Governo aprovou recentemente um novo regime para regular a contração dos chamados médicos tarefeiros, que prevê várias incompatibilidades e que o Ministério da Saúde considera &#8220;ser um incentivo&#8221; à disponibilidade dos médicos do SNS para manter os serviços de urgência funcionar.</P><br />
<P>O CFP salienta ainda que o absentismo se manteve elevado em 2025 e continua a representar um &#8220;desafio relevante&#8221; para a gestão dos recursos humanos e para a capacidade de resposta do SNS. </P><br />
<P>&#8220;A taxa média de absentismo nas entidades do SNS situou-se em 9,5%, mantendo-se em linha com o valor observado no ano anterior&#8221;, adianta o documento, que refere que as taxas mais elevadas observaram-se entre os médicos internos (13,4%), os técnicos auxiliares de saúde (11,7%) e os assistentes operacionais (11,5%).</P><br />
<P>Quanto à atividade cirúrgica, os dados hoje divulgados indicam ainda que o número de entradas em Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) aumentou para 890 mil utentes, face a 873 mil em 2024, enquanto o número de doentes em espera foi de 274 mil, o valor mais elevado da série analisada pelo CFP.</P><br />
<P>O total de doentes operados no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) aumentou de 733 mil para 744 mil, refletindo a &#8220;manutenção de elevados níveis de produção cirúrgica&#8221;, indica o documento.</P><br />
<P>&#8220;Estes resultados sugerem que, apesar do reforço da atividade cirúrgica, o crescimento da procura continua a superar a capacidade de resposta do sistema, traduzindo-se num aumento da lista de espera e em dificuldades persistentes no cumprimento dos tempos de resposta estabelecidos&#8221;, avisa entidade independente que presidida por Nazaré da Costa Cabral.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/SO // JMR</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783082]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Veja o momento em que um raio atinge a Torre Eiffel no meio de uma tempestade em Paris</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Eiffel]]></category>
		<category><![CDATA[trovoada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783088</guid>

					<description><![CDATA[Episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Eiffel foi atingida por um relâmpago durante uma forte trovoada que caiu sobre Paris no passado sábado, num momento captado em vídeo por testemunhas que se encontravam nas imediações do monumento.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">WATCH: Stunning footage shows moment Eiffel Tower in Paris struck by lightning <a href="https://t.co/qURg9PzrKK">pic.twitter.com/qURg9PzrKK</a></p>
<p>&mdash; Rapid Report (@RapidReport2025) <a href="https://x.com/RapidReport2025/status/2071001266944119232?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="fr" dir="ltr">🇫🇷⚡️ EN IMAGES — La Tour Eiffel frappée par la foudre au cœur des violents orages. <a href="https://t.co/QwDFchFAD5">pic.twitter.com/QwDFchFAD5</a></p>
<p>&mdash; Focus (@FocusMedia_Fr) <a href="https://x.com/FocusMedia_Fr/status/2071034126631580061?ref_src=twsrc%5Etfw">June 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Lightning struck the Eiffel Tower as Europe’s massive heat dome continues to scorch Paris with record-breaking temperatures. <a href="https://t.co/gDi5GWewJ1">pic.twitter.com/gDi5GWewJ1</a></p>
<p>&mdash; Christopher Webb (@cwebbonline) <a href="https://x.com/cwebbonline/status/2071443504656757023?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>As imagens, divulgadas pelo ‘The Independent’, mostram o instante em que um raio atinge a estrutura metálica mais famosa da capital francesa, enquanto várias pessoas reagem com surpresa ao fenómeno.</p>
<p>O episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país.</p>
<p>A violenta tempestade em Paris surgiu no contexto de uma onda de calor recorde e mortal que tem afetado a Europa. Segundo o ‘The Independent’, foram registadas mais de mil mortes em excesso durante este período de calor extremo.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde descreveu a onda de calor como a pior alguma vez registada na Europa. Em França, a agência pública de saúde indicou que espera uma subida da mortalidade à medida que forem sendo conhecidos mais dados sobre mortes em lares e estruturas residenciais.</p>
<p>A Torre Eiffel é frequentemente atingida por descargas elétricas durante tempestades, devido à sua altura e estrutura metálica, mas as imagens do momento captado no sábado tornaram-se particularmente impressionantes pelo contexto de instabilidade meteorológica que se seguiu à vaga de calor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783088]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tinham acabado de ser deportados dos EUA. Horas depois, o hotel na Venezuela onde estavam ruiu com o sismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783083</guid>

					<description><![CDATA[Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinham acabado de regressar à Venezuela, deportados dos Estados Unidos, quando foram levados para um hotel que se tornaria um dos símbolos da tragédia provocada pelos sismos. Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o grupo chegou à Venezuela na manhã de quarta-feira, 24 de junho, num voo de deportação procedente dos EUA. À chegada, as autoridades venezuelanas divulgaram imagens dos repatriados no aeroporto, apresentando o regresso como parte do programa nacional de repatriamento. Mas, pouco depois, a publicação começou a encher-se de perguntas de familiares: onde estavam os passageiros, porque não tinham chegado a casa e como poderiam obter notícias deles.</p>
<p>Entre os rostos procurados estava Yamil Caldera, de 32 anos, reconhecido pela cunhada num vídeo divulgado pelas autoridades. Tinha sido detido meses antes num Walmart por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, o ICE, e depois transferido para o Centro de Detenção de Eloy, no Arizona. A mulher continuava nos Estados Unidos, ainda com uma audiência marcada.</p>
<p>Ao aterrar em Maiquetía, Caldera conseguiu telefonar à família para confirmar que tinha chegado ao país. Outros deportados fizeram o mesmo. Anderson Antonio Pérez, de 33 anos, que vivia no Alabama há cerca de ano e meio, ligou à família ao fim da tarde e disse que iria tratar da viagem para Barquisimeto no dia seguinte. Depois disso, nunca mais houve contacto.</p>
<p>Das instalações do aeroporto, os venezuelanos deportados foram escoltados pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, o SEBIN, até ao Hotel Santuario La Llanada, no estado de La Guaira. Segundo o jornal espanhol, ninguém sabia então que estavam a ser levados para uma das zonas mais afetadas pelos sismos que atingiram a Venezuela.</p>
<p>O edifício, uma estrutura modesta situada nas montanhas a pouco mais de meia hora de Caracas, tinha tido várias utilizações ao longo dos anos. Já servira de apoio a pessoas em situação de sem-abrigo e com dependências, funcionara como centro de isolamento durante a pandemia e, mais recentemente, passara a receber migrantes deportados no âmbito de acordos entre Washington e Caracas.</p>
<p>Foi ali que Joan, de 28 anos, também deportado dos EUA, sentiu o chão tremer. Tinha tomado banho e preparava-se para descansar depois da viagem quando percebeu o que estava a acontecer. Conseguiu vestir uma camisa, calçar os sapatos e gritar que era um terramoto. Instantes depois, o hotel desabou.</p>
<p>A mulher, Daniela, contou ao ‘El País’ que Joan ficou preso debaixo dos escombros durante cerca de três horas. Sobreviveu porque um beliche e os colchões ajudaram a suportar o peso da estrutura que caiu sobre ele. Quando conseguiu sair, tentou ajudar outros sobreviventes e pessoas que continuavam soterradas.</p>
<p>Os relatos dos sobreviventes apontam para horas de desespero e falta de meios. Juan Manuel Fernández Quintero, um dos deportados, contou que os próprios sobreviventes tentaram resgatar quem estava preso, mas sem ferramentas. Só mais tarde soube que tinha partido quatro costelas.</p>
<p>As famílias acusam as autoridades venezuelanas de falta de resposta e de terem mantido os deportados sob controlo do SEBIN quando deveriam ter sido encaminhados para casa. A mãe de Anderson Daniel Salcedo Lozano, de 21 anos, que ficou em estado crítico e teve as duas pernas amputadas, afirmou que alguns sobreviventes disseram que os deportados imploraram para que lhes abrissem a porta quando o sismo começou, mas que isso não aconteceu.</p>
<p>Até ao momento referido pelo ‘El País’, o Governo venezuelano ainda não tinha divulgado uma lista oficial das vítimas e sobreviventes do voo 164. Alguns sobreviventes disseram que apenas 12 pessoas conseguiram escapar dos destroços do hotel, mas esse número não foi confirmado oficialmente.</p>
<p>A ausência de informação agravou o desespero das famílias. Vários familiares começaram a divulgar cartazes de desaparecidos, procurando nomes em hospitais, morgues e entre os escombros do Hotel Santuario La Llanada. Alguns relataram dificuldades em aceder ao local e acusaram as autoridades de impedir ou limitar a ajuda.</p>
<p>Entre os casos relatados está o de Arturo Alejandro Morales, de 25 anos, que estava detido em El Paso, no Texas. O pai só soube que o filho tinha sido deportado depois da tragédia, através de outro passageiro do mesmo voo. Desde então, procura informação sobre o seu paradeiro.</p>
<p>Há também nomes que passaram de desaparecidos a vítimas confirmadas. Rosiangel Álvarez procurava Eduardo José Osal Mujica, de 31 anos. Primeiro disseram-lhe que estava morto, depois que estaria vivo. Mais tarde, veio a confirmação que temia: tinha morrido no hotel.</p>
<p>A tragédia junta duas crises: a dos venezuelanos deportados pelos EUA, muitos deles depois de passarem por centros de detenção, e a da catástrofe natural que devastou parte da Venezuela. Para as famílias, o regresso ao país não significou liberdade nem reencontro. Em vários casos, significou apenas uma nova procura, agora entre escombros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783083]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pelo menos cinco mortos em tiroteio no norte da Alemanha: suspeito foi detido</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Stade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783075</guid>

					<description><![CDATA[Motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias pessoas morreram esta segunda-feira num tiroteio na cidade alemã de Stade, no norte do país, segundo informou a polícia local. Um homem suspeito de envolvimento no ataque foi detido.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada pela polícia de Stade, está em curso uma “grande operação” na Dankersstraße, onde ocorreu o tiroteio. As autoridades apelaram à população para evitar a zona e seguir as instruções dos serviços de emergência presentes no local.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="de" dir="ltr">+++ACHTUNG – Polizeieinsatz in der Dankersstraße in Stade+++<br />Derzeit kommt es in Stade zu einer polizeilichen Einsatzlage. Meidet den Bereich weiträumig!<br />Einsatzbegleitende Informationen erhaltet ihr auf dem WhatsApp-Kanal der Polizei Stade unter:<a href="https://t.co/LeoOTiCZOz">https://t.co/LeoOTiCZOz</a> <a href="https://t.co/12fvSVxH8I">pic.twitter.com/12fvSVxH8I</a></p>
<p>&mdash; Polizeidirektion Lüneburg (@Polizei_LG) <a href="https://x.com/Polizei_LG/status/2071557736978940335?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos.</p>
<p>Stade é uma cidade com cerca de 50 mil habitantes, localizada a oeste de Hamburgo, no estado da Baixa Saxónia. A área afetada pela operação policial foi isolada pelas autoridades enquanto decorrem os trabalhos de investigação.</p>
<p>As autoridades alemãs deverão atualizar a informação nas próximas horas, à medida que forem apurados novos dados sobre o tiroteio, as vítimas e o eventual motivo do ataque.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783075]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quanto do salário fica pelo caminho? Em Portugal, trabalhadores perdem quase 5.500 euros por ano em impostos e deduções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783071</guid>

					<description><![CDATA[O estudo da Euronews Business compara quanto do salário bruto os trabalhadores europeus levam efetivamente para casa depois de impostos e contribuições obrigatórias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Em Portugal, uma pessoa solteira e sem filhos com salário médio vê 21,8% do rendimento bruto anual ser absorvido por impostos e outras deduções obrigatórias. Segundo a Euronews Business, com base em dados do Eurostat relativos a 2025 e divulgados em meados de 2026, o rendimento bruto anual considerado para Portugal é de 25.187 euros, enquanto o rendimento líquido fica nos 19.709 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, isto significa que cerca de 5.478 euros ficam pelo caminho ao longo do ano, entre impostos e contribuições obrigatórias. Ainda assim, Portugal surge abaixo da média da União Europeia, onde 29,1% do salário bruto de uma pessoa solteira e sem filhos é absorvido por impostos e outras deduções.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo da Euronews Business compara quanto do salário bruto os trabalhadores europeus levam efetivamente para casa depois de impostos e contribuições obrigatórias. Para isso, foi calculado o rendimento líquido anual enquanto percentagem do rendimento bruto, permitindo apurar a parcela do salário que fica retida em impostos e outros descontos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal abaixo da média europeia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No retrato europeu, Portugal aparece no grupo de países onde menos de um quarto do salário bruto é absorvido por impostos e deduções. Com 21,8%, o país fica próximo da Chéquia e da Irlanda, ambas com 21,6%, e de Espanha, com 22,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também abaixo dos 25% surgem Bulgária, com 22,4%, Malta, com 23,1%, Estónia, com 23,2%, Itália, com 24,1%, Suécia, com 24,5%, e Eslováquia, com 24,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A média da União Europeia é significativamente mais elevada. No conjunto dos Estados-membros, o rendimento bruto anual médio é de 37.958 euros, enquanto o rendimento líquido é de 26.929 euros. Ou seja, em média, 11.029 euros do salário bruto anual são absorvidos por impostos e outras deduções.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Romania lidera carga sobre salários</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A percentagem do salário bruto que fica em impostos e deduções varia muito entre países. Para uma pessoa solteira e sem filhos com salário médio, o valor mais baixo é registado em Chipre, onde a parcela retida é de 15,1%. Logo a seguir surge a Grécia, com 17,0%.</p>
<p class="isSelectedEnd">No extremo oposto está a Roménia, onde 41,5% do rendimento bruto é absorvido por impostos e outras deduções. É o valor mais elevado entre os países analisados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da Roménia, há seis países onde mais de um terço do salário bruto fica retido em impostos e deduções: Lituânia, com 39,1%, Bélgica, com 37,6%, Eslovénia, com 36,9%, Alemanha, com 34,8%, Dinamarca, com 34,0%, e Hungria, com 33,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luxemburgo, com 32,6%, e Croácia, com 31,5%, também ficam acima da média da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ter filhos muda as contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A composição do agregado familiar altera de forma relevante a percentagem do salário absorvida por impostos e deduções. Em Portugal, no caso de um casal com dois filhos e apenas um rendimento, a parcela do salário bruto destinada a impostos e deduções baixa para 5,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já num casal com dois rendimentos e dois filhos, o peso das deduções em Portugal sobe para 18,1%. Mesmo assim, continua abaixo dos 21,8% registados para uma pessoa solteira e sem filhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este padrão verifica-se também a nível europeu. No caso de casais com dois filhos e apenas um rendimento, a média da União Europeia desce para 8,0%, muito abaixo dos 29,1% registados para trabalhadores solteiros sem filhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns países, o valor chega mesmo a ser negativo, o que significa que o rendimento líquido supera o rendimento bruto devido a apoios familiares e reembolsos fiscais. É o caso da Grécia, com -3,3%, e da Polónia, com -0,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alemanha mostra maior diferença entre agregados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os países analisados, a Alemanha destaca-se pela diferença entre trabalhadores solteiros e famílias com filhos. Para uma pessoa solteira e sem filhos, 34,8% do salário bruto é absorvido por impostos e deduções. Para um casal com dois filhos e apenas um rendimento, essa percentagem cai para 0,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o mesmo rendimento bruto anual de 47.514 euros, um casal alemão com dois filhos e apenas um salário leva para casa 47.424 euros. Já uma pessoa solteira e sem filhos fica com 31.000 euros líquidos. A diferença é de 16.424 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso dos casais com dois rendimentos e dois filhos, a percentagem do salário bruto absorvida por impostos e deduções é inferior à de uma pessoa solteira e sem filhos em todos os países da União Europeia, com exceção da Grécia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal entre os países do sul com menor peso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as quatro maiores economias da União Europeia, a Alemanha apresenta a maior percentagem de salário bruto absorvida por impostos e deduções, com 34,8%. Espanha regista a mais baixa, com 22,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">França apresenta uma percentagem de 26,2%, enquanto Itália fica nos 24,1%. Estes valores mostram diferenças significativas entre as maiores economias europeias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De forma geral, os países do sul da Europa tendem a apresentar percentagens mais baixas de salário bruto absorvidas por impostos e deduções. Já os valores mais elevados são mais comuns na Europa Central e Oriental. A Europa Ocidental apresenta um cenário mais misto, com Bélgica e Alemanha entre os países onde os trabalhadores ficam com uma menor fatia do salário bruto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Imposto sobre rendimento não explica tudo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Alex Mengden, economista da Tax Foundation citado pela Euronews Business, sublinha que os países europeus tributam o trabalho de formas diferentes e que a carga global sobre o salário é mais relevante do que olhar apenas para o imposto sobre o rendimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista dá como exemplo a comparação entre Dinamarca e Polónia. A carga fiscal sobre o trabalho na Dinamarca fica abaixo da registada na Polónia, mas a Dinamarca surge no topo quando se olha apenas para o imposto sobre o rendimento, porque a tributação laboral assenta quase exclusivamente nesse imposto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Polónia, pelo contrário, as contribuições sociais têm um peso muito superior ao imposto sobre o rendimento pago por um trabalhador com salário médio.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Quanto fica do salário em Portugal?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No caso português, os dados mostram que o peso dos impostos e deduções obrigatórias depende muito do agregado familiar. Para uma pessoa solteira e sem filhos, 21,8% do rendimento bruto anual é absorvido por impostos e descontos obrigatórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com um salário bruto anual de 25.187 euros, o rendimento líquido anual fica nos 19.709 euros. Isto significa que o trabalhador leva para casa cerca de 78,2% do salário bruto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para um casal com dois filhos e apenas um rendimento, a parcela absorvida por impostos e deduções é bastante mais baixa, ficando nos 5,7%. Num casal com dois rendimentos e dois filhos, o valor é de 18,1%.</p>
<p>Ainda que Portugal fique abaixo da média europeia, os dados mostram que uma parte significativa do salário bruto continua a desaparecer antes de chegar à conta dos trabalhadores, sobretudo no caso de pessoas solteiras e sem filhos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783071]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Digi quer entrar na bolsa de Espanha com oferta dirigida a investidores institucionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783067</guid>

					<description><![CDATA[A Digi Spain, operadora de telecomunicações, anunciou hoje a intenção de entrada na bolsa espanhola através de uma oferta pública dirigida a investidores institucionais, à qual a sociedade de investimento dos proprietários do Grupo Mayoral se comprometeu a aderir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Digi Spain, operadora de telecomunicações, anunciou hoje a intenção de entrada na bolsa espanhola através de uma oferta pública dirigida a investidores institucionais, à qual a sociedade de investimento dos proprietários do Grupo Mayoral se comprometeu a aderir.</p>
<p>De acordo com um comunicado da operadora, a oferta combinará um aumento de capital com a emissão de novas ações, num montante aproximado de 150 milhões de euros, e a venda de títulos já existentes por parte do atual acionista único, a Digi Romania, que, após a operação, manterá pelo menos 75% do capital e o controlo da multinacional.</p>
<p>Desta forma, a empresa espera angariar 136 milhões de euros líquidos com a operação, fundos que destinará à expansão da rede de fibra e à implantação da própria rede móvel.</p>
<p>Os fundos próprios dos acionistas da Digi estão avaliados em 1.700 milhões de euros.</p>
<p>A entrada na bolsa conta com o apoio da Global Portfolio Investments, a sociedade de investimento da família Domínguez de la Maza (Grupo Mayoral), que assinou um compromisso vinculativo para investir 100 milhões de euros.</p>
<p>A oferta incluirá uma opção habitual de sobrealocação de até 15% do volume da oferta inicial.</p>
<p>Esta operação, destinada a investidores qualificados, contará com o Barclays, o UBS e o Banco Santander como coordenadores globais e com o BNP Paribas e o Citi como colocadores seniores.</p>
<p>O BBVA, o Caixabank e o ING completam o consórcio bancário e de seguros, enquanto a Rothschild &amp; Co figura como consultora financeira.</p>
<p>A empresa já tinha anunciado, em 19 de novembro de 2025, que estava a analisar a possibilidade de abrir o capital de uma parte da filial espanhola, mas sem perder o controlo do negócio.</p>
<p>Em abril, decidiu adiar a entrada em bolsa da filial em Espanha devido à &#8220;instabilidade&#8221; do mercado, apesar da resposta &#8220;muito positiva&#8221; recebida dos investidores nas negociações preliminares.</p>
<p>A decisão da Digi de adiar a entrada na bolsa surgiu num momento de elevada volatilidade nos mercados devido à guerra no Irão, na sequência dos ataques lançados em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos da América (EUA) e por Israel, e ao impacto que o conflito está a ter nos preços do petróleo e no bloqueio do estreito de Ormuz.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783067]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Embaixada prepara voo para retirar 17 portugueses da Venezuela após sismos: chegada prevista para esta terça-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[MNE]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783064</guid>

					<description><![CDATA[Operação está a ser coordenada com a Embaixada de Portugal em Caracas e deverá aproveitar o regresso de uma das aeronaves militares portuguesas enviadas para apoiar as missões internacionais de assistência humanitária e de busca e salvamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezassete cidadãos portugueses que se encontram na Venezuela vão ser repatriados numa aeronave da Força Aérea Portuguesa, prevendo-se que cheguem à base aérea de Beja esta terça-feira, anunciou o ministro da Defesa.</p>
<p>“Desde domingo que as forças no terreno estão a operar 24 horas por dia, o transporte aconteceu com recurso a duas aeronaves KC-390 da Força Aérea. Está previsto o envio de uma nova aeronave para repatriamento de 17 cidadãos nacionais que chegarão em princípio a Beja no próximo dia 30”, afirmou Nuno Melo, em declarações aos jornalistas em Sintra, após a cerimónia do 64.º aniversário dos Comandos e do encerramento do 145.º Curso de Comandos.</p>
<p>A operação está a ser articulada entre o Governo português, a Embaixada de Portugal em Caracas e os serviços consulares, na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela e deixaram milhares de vítimas. A prioridade passa por garantir o regresso de cidadãos portugueses e respetivos familiares que pretendam sair do país, em particular os que se encontrem em situação de maior vulnerabilidade.</p>
<p>Segundo a informação anteriormente avançada pelas autoridades portuguesas, a operação de repatriamento deverá aproveitar o regresso de uma das aeronaves militares enviadas para apoiar as missões internacionais de assistência humanitária e de busca e salvamento. O objetivo é dar uma resposta rápida às necessidades da comunidade portuguesa residente nas zonas mais afetadas.</p>
<p>O ministro da Defesa adiantou ainda que as Forças Armadas mantêm disponibilidade para apoiar a operação na Venezuela com meios e equipamentos, caso tal venha a ser solicitado. Até ao momento, porém, não houve qualquer pedido dessa natureza.</p>
<p>Nuno Melo explicou que, até agora, “têm existido pedidos de natureza logística e de transporte” e sublinhou que a disponibilidade das forças portuguesas para ajudar a Venezuela “é permanente”.</p>
<p>O governante disse também não ter conhecimento de qualquer pedido ao Estado português de apoio à trasladação das vítimas mortais portuguesas ou lusodescendentes para Portugal.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Entre as vítimas mortais há pelo menos 53 portugueses e lusodescendentes, estando outros 89 desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas na sequência da catástrofe. Vários países, incluindo Portugal e outros Estados-membros da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Portugal já mobilizou dois aviões KC-390 da Força Aérea para transportar equipas de emergência e dezenas de toneladas de ajuda humanitária destinadas às populações afetadas. O Governo admite reforçar o apoio caso a situação no terreno o justifique.</p>
<p>As autoridades portuguesas apelam aos cidadãos que pretendam integrar operações de repatriamento para que contactem, com a maior brevidade possível, a Embaixada de Portugal em Caracas ou os serviços consulares, permitindo às equipas diplomáticas identificar passageiros e organizar a logística dos voos.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros continuará a acompanhar a evolução da situação em articulação com as autoridades venezuelanas e com os parceiros europeus, garantindo assistência aos portugueses que permaneçam no país.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783064]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Professora falecida chamada para corrigir exames nacionais: erros nas convocatórias aumentam críticas ao processo digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783059</guid>

					<description><![CDATA[Perante a gravidade das situações reportadas, a Missão Escola Pública apelou aos professores classificadores para que ponderem recorrer à figura da Escusa de Responsabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma professora da Figueira da Foz, aposentada desde dezembro e entretanto já falecida, foi convocada para classificar exames de Física-Química. O caso é um dos vários episódios reportados no processo de correção das provas nacionais, que este ano decorre pela primeira vez em formato digital e que está a gerar críticas de professores, movimentos da escola pública e direções escolares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, há relatos de professores chamados para corrigir disciplinas que não lecionam, docentes aposentados incluídos nas convocatórias e provas atribuídas de forma errada. Em Oliveira de Azeméis, uma professora convocada para classificar provas de Português recebeu exames de Economia A. Em Lisboa, uma professora de Geografia foi chamada para corrigir provas de Francês.</p>
<p class="isSelectedEnd">As denúncias foram reunidas pela Missão Escola Pública e pelo professor e ensaísta António Carlos Cortez, que tem apelado à divulgação de situações consideradas irregulares nesta época de exames. De acordo com a CNN Portugal, também há disciplinas em que, até agora, não terá havido qualquer convocatória, apesar de os exames já terem sido realizados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falhas na plataforma e respostas incompletas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez denunciou que professores classificadores de Português, já com acesso aos itens na plataforma, encontraram respostas aparentemente incompletas. Em alguns casos, a composição parecia continuar noutra folha, mas essa continuação não estava disponível.</p>
<p class="isSelectedEnd">O professor considera “inaceitável” que docentes que nunca lecionaram determinada disciplina sejam chamados para classificar provas dessa área. Mesmo com critérios de classificação, defende, estes professores não têm domínio dos conteúdos necessários para validar respostas com rigor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota, da Missão Escola Pública, confirmou à CNN Portugal que os erros na plataforma digital se têm repetido. Segundo a responsável, há itens sem folha de continuação apesar de a resposta indicar que prossegue, e outros com folha de continuação onde a letra não parece corresponder à do mesmo aluno. Há ainda relatos de itens que surgem e desaparecem na área de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para António Carlos Cortez, estes casos comprometem o rigor e a qualidade da classificação e podem prejudicar gravemente os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>SOS Escola Pública fala em falhas graves</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento SOS Escola Pública emitiu uma nota de repúdio em que critica o modo como os exames nacionais foram realizados. Entre os problemas apontados estão falhas graves no som nas componentes orais feitas por videoconferência, falhas sistemáticas na rede de internet e situações de alunos em pânico e em lágrimas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento denuncia ainda alterações de critérios de avaliação a que os professores só terão tido acesso na véspera, com mudanças face ao ano letivo anterior. São também referidos casos de professores sem experiência ou formação para aplicar provas orais e docentes convocados para grupos de recrutamento que já não lecionam há vários anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O SOS Escola Pública mantém ativa uma plataforma de denúncias para reunir os casos reportados por professores e escolas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ministério aponta responsabilidade às escolas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Educação, através do Júri Nacional dos Exames, atribuiu às escolas a responsabilidade pela informação usada nas convocatórias. Em comunicado, o JNE afirmou que compete às escolas indicar as condições específicas de cada docente e garantir que os agrupamentos dispõem de informação rigorosa sobre a disponibilidade dos professores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O organismo acrescentou que também cabe às escolas comunicar situações relevantes, como baixas médicas, e remover das listas os docentes aposentados. Para o JNE, a qualidade da informação prestada pelas escolas é determinante para a correta elaboração das convocatórias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Diretores recusam responsabilidade pelos erros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos Escolas Públicas manifestou preocupação com as referências do comunicado do JNE que, no seu entender, parecem atribuir às escolas e aos diretores responsabilidades pelos problemas ocorridos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em comunicado enviado à CNN Portugal, a associação afirma que as escolas cumpriram dentro dos prazos todos os procedimentos necessários de preparação da época de exames. Para os diretores, a origem do problema está no domínio tecnológico e organizacional da entidade responsável pela operacionalização do novo modelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A associação considera que não é aceitável transferir para as escolas responsabilidades que não lhes pertencem. Em vez de procurar culpas nas direções, defende, é necessário reforçar os mecanismos de apoio, comunicação e acompanhamento do processo, evitando declarações que possam gerar intranquilidade nas comunidades educativas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Fenprof critica “caos instalado”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Federação Nacional dos Professores também criticou a atuação do Ministério da Educação, considerando “inaceitável” a desresponsabilização da tutela perante o que descreve como “caos instalado” na preparação dos exames nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num comunicado divulgado no domingo, a Fenprof afirmou que continua a receber testemunhos de professores classificadores que revelam um cenário profundamente preocupante na organização dos exames nacionais do ensino secundário. Entre os casos apontados estão professores convocados por escolas onde já não exercem funções, docentes aposentados chamados à classificação e professores designados para disciplinas que nunca lecionaram.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota rejeita que a responsabilidade possa ser atribuída às escolas e aos professores. A responsável da Missão Escola Pública afirma que as direções fazem este trabalho há muitos anos sem problemas e que, se este ano surgiram falhas, isso se deve a algo que mudou no processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez concorda com esta leitura e acusa a tutela de tentar responsabilizar as escolas. Para o professor, a principal diferença este ano foi a digitalização dos exames, que considera ter sido imposta sem que o país estivesse preparado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Professores ponderam escusa de responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a gravidade das situações reportadas, a Missão Escola Pública apelou aos professores classificadores para que ponderem recorrer à figura da Escusa de Responsabilidade, prevista no artigo 177.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento defende que essa possibilidade deve ser considerada sempre que os docentes entendam que não estão reunidas as condições indispensáveis para assegurar uma classificação rigorosa, transparente e tecnicamente fiável. Esta segunda-feira, a Missão Escola Pública disponibilizou uma minuta para os professores que pretendam pedir escusa de responsabilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Correções até 10 de julho levantam dúvidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os professores têm até 10 de julho para corrigir os exames, mas há dúvidas sobre a possibilidade de cumprir o calendário. Cristina Mota considera difícil que os mais de três mil exames sejam corrigidos dentro do prazo estipulado.</p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez é ainda mais taxativo e afirma que “é impossível” cumprir os prazos. O professor antecipa que a tutela poderá interferir nas avaliações para compensar aquilo que descreve como o fiasco da medida digital.</p>
<p>O SOS Escola Pública critica igualmente o calendário, lembrando que as pautas têm de ser afixadas a 14 de julho, mas que não é claro quantos dias terão os professores para realizar o trabalho de classificação. O movimento acusa ainda a tutela de responsabilizar professores e diretores para encobrir a incompetência do processo e alerta para o impacto que esta situação poderá ter nas férias e na preparação do próximo ano letivo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783059]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um navio americano no deserto da China? Imagens de satélite revelam novo alvo militar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783055</guid>

					<description><![CDATA[Estrutura, localizada em Xinjiang, parece representar um contratorpedeiro da classe Arleigh Burke, um dos principais navios da Marinha dos Estados Unidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novas imagens de satélite mostram uma réplica em 3D de um navio de guerra americano no deserto do noroeste da China, num aparente ensaio para testes de armamento, num momento de crescente rivalidade militar entre Pequim e Washington.</p>
<p>Segundo a ‘Newsweek’, a estrutura, localizada em Xinjiang, parece representar um contratorpedeiro da classe Arleigh Burke, um dos principais navios da Marinha dos Estados Unidos. Estas embarcações são usadas como escolta de porta-aviões, plataformas de defesa aérea e sistemas de ataque de longo alcance, tendo também desempenhado funções em operações militares recentes no Médio Oriente.</p>
<p>A réplica foi identificada numa zona de testes no deserto de Taklamakan, onde a China já construiu, nos últimos anos, vários alvos que imitam navios americanos. A área é associada a ensaios de mísseis balísticos antinavio, incluindo variantes hipersónicas apresentadas por Pequim em desfiles militares recentes.</p>
<p>Até agora, eram conhecidas pelo menos duas outras estruturas com a forma de contratorpedeiros Arleigh Burke e duas réplicas de porta-aviões dos EUA, mas todas em formato bidimensional. A nova construção distingue-se por ser uma réplica tridimensional, o que poderá permitir cenários de treino e teste mais realistas.</p>
<p>O alvo foi identificado pelo investigador de fontes abertas Joseph Wen, baseado em Taipei, através de uma fotografia de satélite captada a 11 de maio pela Vantor, empresa americana de inteligência espacial. Imagens anteriores, de 1 de fevereiro, já mostravam a estrutura interna do falso navio em fase de construção.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="zh" dir="ltr">我國國安會秘書長吳釗燮 <a href="https://x.com/josephwutw?ref_src=twsrc%5Etfw">@josephwutw</a> 自五月底便陸續於X公布中共船艦於台海周邊動態。</p>
<p>而觀察共軍於新疆夏普勒克之反艦裝備試驗場發現，其於五月中建成一「伯克級驅逐艦」立體靶標，表明除對台灰色地帶侵擾外，共軍亦加強試驗反艦裝備，旨在反制並威脅美第一島鏈軍事存在。</p>
<p>(Image via <a href="https://x.com/vantortech?ref_src=twsrc%5Etfw">@vantortech</a>) <a href="https://t.co/dh8gVZBDGu">pic.twitter.com/dh8gVZBDGu</a></p>
<p>&mdash; Joseph.W 約瑟 (@JosephWen___) <a href="https://x.com/JosephWen___/status/2068146146732806527?ref_src=twsrc%5Etfw">June 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com Wen, a réplica em tamanho real surgiu junto a uma linha férrea conhecida no campo de testes do Taklamakan, usada para transportar alvos móveis pelo deserto. O sistema ferroviário, com cerca de 37 quilómetros, já foi associado ao transporte de embarcações simuladas que poderão transportar equipamento destinado a imitar as assinaturas eletrónicas de navios de guerra americanos.</p>
<p>Este tipo de instalação poderá permitir ao Exército de Libertação Popular testar, em condições mais realistas, a identificação, aquisição e destruição de alvos navais, num processo que envolve radares, sistemas de vigilância, comunicações e armamento de longo alcance.</p>
<p>Para Bryce Barros, investigador associado do ‘think tank’ GLOBSEC, a construção da réplica funciona também como sinal de dissuasão. O analista disse à ‘Newsweek’ que o alvo mostra que a China está a estudar formas de destruir navios de superfície norte-americanos, bem como embarcações derivadas da classe Arleigh Burke operadas pelas marinhas do Japão e da Coreia do Sul.</p>
<p>Um dos cenários que mais preocupa os analistas militares é uma eventual crise em torno de Taiwan. A ilha, governada de forma autónoma, é reivindicada por Pequim como parte do território chinês, e as autoridades chinesas não excluem o uso da força para concretizar a reunificação.</p>
<p>Uma intervenção americana em defesa de Taiwan obrigaria a Marinha dos Estados Unidos a deslocar forças por vastas áreas do Pacífico. Para Pequim, qualquer tentativa de tomar a ilha exigiria capacidade para atingir, a longa distância, navios de combate que se aproximassem da região, incluindo grupos de porta-aviões.</p>
<p>A zona de testes navais no deserto não é o único local onde a China tem reproduzido ativos militares adversários. Mais a nordeste, num outro campo de treino terrestre, imagens de satélite têm mostrado, desde pelo menos 2024, réplicas de aeronaves americanas, incluindo caças F-35 e F-22.</p>
<p>As forças chinesas também têm usado alvos que simulam infraestruturas de Taiwan. Em outubro, imagens de satélite mostraram que Pequim tinha expandido uma réplica do Gabinete Presidencial de Taiwan e de outros edifícios administrativos importantes de Taipei na base de treino militar de Zhurihe, na Mongólia Interior.</p>
<p>Já em 2015, meios estatais chineses tinham transmitido imagens desse complexo de treino, que analistas associaram à preparação de possíveis ataques de “decapitação” contra a liderança de Taiwan.</p>
<p>A construção da nova réplica no deserto de Xinjiang surge, assim, como mais um sinal da atenção crescente da China à possibilidade de um confronto militar no Pacífico, sobretudo em cenários que envolvam navios norte-americanos, Taiwan e aliados regionais dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783055]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tiroteio em fan zone do Mundial na Califórnia faz um morto e um ferido grave</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783031</guid>

					<description><![CDATA[Tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida num tiroteio ocorrido em San Pedro Square, em San Jose, na Califórnia, uma zona conhecida pelos bares e restaurantes e que tem funcionado como ponto de encontro de adeptos durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, o tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio. No momento dos disparos, porém, não estava a ser transmitida qualquer partida.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo jornal ‘O Globo’, o último jogo do dia tinha terminado cerca de duas horas antes do crime. A San Pedro Square é uma das fan zones associadas ao Mundial de 2026 na região, mas o ataque terá ocorrido fora do horário da programação ligada aos jogos.</p>
<p>A polícia de San Jose confirmou, numa publicação na plataforma X, que uma das vítimas foi declarada morta no local. A segunda vítima foi transportada para um hospital da região com ferimentos considerados potencialmente fatais.</p>
<p>“O caso está a ser investigado como homicídio”, indicou o departamento de polícia local, acrescentando que várias ruas em redor da praça foram encerradas para permitir o trabalho das equipas de segurança e da perícia.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades não divulgaram informações sobre eventuais suspeitos nem sobre a motivação do crime.</p>
<p>San Pedro Square tem sido um dos principais pontos de concentração de adeptos na zona de San Jose durante o Mundial, com telões, bares e atividades dirigidas aos fãs de futebol. Ainda assim, a polícia sublinha que não decorria qualquer transmissão no local no momento do tiroteio.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783031]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
