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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Marco Rubio reúne-se hoje com o Papa no Vaticano após nova troca de críticas entre Leão XIV e Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 07:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O encontro está marcado para as 11h30 em Roma, 10h30 em Lisboa, e acontece num momento de tensão pública entre a Santa Sé e a administração de Donald Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV vai receber esta quinta-feira o secretário de Estado americano, Marco Rubio, no Palácio Apostólico, anunciou o Vaticano. O encontro está marcado para as 11h30 em Roma, 10h30 em Lisboa, e acontece num momento de tensão pública entre a Santa Sé e a administração de Donald Trump.</p>
<p>A reunião surge depois de o Papa ter respondido a novas acusações do presidente americano, que o acusou de colocar os católicos em “perigo” por alegadamente considerar aceitável o programa nuclear do Irão. Leão XIV rejeitou essa leitura e reafirmou a posição histórica da Igreja Católica contra o armamento nuclear.</p>
<p>“A missão da Igreja é anunciar o Evangelho, pregar a paz. Se alguém me quiser criticar por anunciar o Evangelho, que o faça com a verdade”, afirmou o pontífice, em declarações aos jornalistas à porta da sua residência em Castel Gandolfo.</p>
<p>O Papa sublinhou que a Santa Sé não tem qualquer posição ambígua sobre armas de destruição maciça. “A Igreja, há anos, tem falado contra todas as armas nucleares, por isso aí não há qualquer dúvida”, precisou.</p>
<p><strong>Papa espera “bom diálogo” com Rubio</strong></p>
<p>Leão XIV procurou separar a reunião diplomática com Marco Rubio das polémicas recentes com a Casa Branca. Questionado sobre o encontro, o Papa disse esperar que a visita permita “um bom diálogo” e que as duas partes possam compreender-se “com confiança” e “com abertura”.</p>
<p>“Penso que os temas pelos quais ele vem não são os de hoje. Veremos”, afirmou, sugerindo que a agenda institucional da visita não estará centrada apenas nas críticas de Trump.</p>
<p>Ainda assim, o encontro ganha peso político por ocorrer poucas semanas depois de Leão XIV ter rejeitado qualquer papel político na sequência das críticas diretas do presidente americano e de ter voltado a exigir o fim imediato dos conflitos armados internacionais.</p>
<p>A posição do Papa foi reforçada pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, que apelou à concórdia e à necessidade de manter canais diplomáticos abertos num contexto internacional particularmente tenso.</p>
<p><strong>Rubio regressa ao Vaticano quase um ano depois</strong></p>
<p>Marco Rubio regressa ao Vaticano quase um ano depois de ter participado na missa que assinalou o início do ministério petrino de Leão XIV. Em maio de 2025, o secretário de Estado americano esteve na cerimónia acompanhado pelo vice-presidente JD Vance.</p>
<p>Os dois representantes da administração americana participaram depois num encontro bilateral com o Papa, nascido em Chicago, a 19 de maio do ano passado.</p>
<p>A nova deslocação de Rubio ocorre agora num ambiente mais delicado. As divergências públicas entre Trump e Leão XIV, em particular sobre guerra, armas nucleares e o papel moral da Igreja, colocam a reunião desta quinta-feira sob atenção diplomática acrescida.</p>
<p><strong>Tusk também será recebido esta quinta-feira</strong></p>
<p>A agenda matinal de Leão XIV para 7 de maio inclui ainda a receção ao primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk. O encontro com o chefe do Governo polaco antecede ou acompanha uma manhã de forte atividade diplomática no Vaticano.</p>
<p>No caso de Rubio, a visita será lida não apenas como uma reunião entre a Santa Sé e o chefe da diplomacia americana, mas também como um teste à capacidade de diálogo entre o Vaticano e Washington depois das críticas públicas de Trump ao Papa.</p>
<p>Para já, Leão XIV insiste que a prioridade continua a ser a mesma desde a sua eleição, a 8 de maio de 2025: a defesa da paz, a rejeição das armas nucleares e a procura de diálogo num mundo marcado por conflitos em várias frentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759009]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido vai a votos esta quinta-feira: Reform UK ameaça Starmer e há mais de 20 candidatos lusófonos em Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 07:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrutínio surge dois anos depois da chegada do Labour ao poder e representa um teste importante para o primeiro-ministro Keir Starmer]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhões de eleitores vão às urnas esta quinta-feira no maior conjunto de eleições no Reino Unido desde as legislativas de 2024. O principal foco está em Inglaterra, onde estão em disputa milhares de lugares em conselhos locais, além de eleições para mayor em Watford e em cinco boroughs de Londres: Croydon, Hackney, Lewisham, Newham e Tower Hamlets.</p>
<p>Apesar de se tratar de eleições locais, o impacto será nacional. O escrutínio surge dois anos depois da chegada do Labour ao poder e representa um teste importante para o primeiro-ministro Keir Starmer, que enfrenta sondagens difíceis, desgaste governativo e a pressão crescente do Reform UK, o partido de direita populista liderado por Nigel Farage.</p>
<p>As eleições decorrem também num momento de maior visibilidade política da comunidade lusófona em Inglaterra. Mais de duas dezenas de candidatos de origem portuguesa ou lusófona concorrem esta quinta-feira em diferentes regiões inglesas, entre estreantes, repetentes e até dois adversários na mesma área eleitoral.</p>
<p><strong>Inglaterra concentra o grande teste político</strong></p>
<p>Em Inglaterra, estão em disputa mais de 5.000 lugares em 136 conselhos locais. Estes órgãos são responsáveis por serviços de proximidade como recolha de lixo, reciclagem, habitação, apoio a idosos e pessoas com deficiência, educação, manutenção de estradas e planeamento urbano.</p>
<p>Nos conselhos locais, os eleitores votam por área eleitoral, conhecida como ward ou division. Em algumas zonas há mais do que um representante a eleger. Tal como nas legislativas, o sistema usado é o maioritário simples: ganham os candidatos com mais votos. O partido que conquistar mais lugares passa, em regra, a controlar o conselho.</p>
<p>A votação desta quinta-feira será especialmente sensível para o Labour, que defende muitos dos lugares em disputa e poderá sofrer perdas significativas. Os conservadores também chegam fragilizados, ainda a tentar recuperar da derrota histórica nas legislativas de 2024.</p>
<p>O grande fator de incerteza é o Reform UK. O partido de Nigel Farage tem crescido nas sondagens com uma mensagem centrada na imigração, na redução de impostos e na ideia de que Labour e conservadores falharam os eleitores.</p>
<p><strong>Reform UK tenta transformar sondagens em poder local</strong></p>
<p>O Reform UK surge como uma das forças a observar nestas eleições. Depois de ter aumentado a sua representação parlamentar e conquistado terreno em votações locais anteriores, o partido quer agora provar que consegue transformar descontentamento nacional em controlo efetivo de autarquias.</p>
<p>A imigração tem sido o principal motor da campanha. O Reform promete endurecer a política migratória, travar as chegadas em pequenas embarcações pelo Canal da Mancha e avançar com deportações em massa caso venha a vencer as legislativas de 2029.</p>
<p>Em várias zonas de Inglaterra, sobretudo no Nordeste, Noroeste, Midlands e Leste, Farage espera conquistar eleitores tradicionalmente trabalhistas ou conservadores. O partido tem apresentado a votação desta quinta-feira como uma oportunidade para punir Starmer e acelerar a erosão dos dois grandes partidos.</p>
<p>No Leste de Inglaterra, condados como Essex, Suffolk e Norfolk são particularmente importantes. Uma vitória ou forte avanço do Reform nestas zonas representaria um golpe para os conservadores, que dominaram historicamente muitos destes territórios.</p>
<p><strong>Labour sob pressão no Norte, Midlands e Londres</strong></p>
<p>O Labour deverá enfrentar uma noite difícil em vários antigos bastiões. Sunderland, controlado pelos trabalhistas desde 1974, é visto como um alvo simbólico do Reform UK. Hartlepool, South Tyneside, Gateshead, Barnsley e Wakefield também estão entre os territórios onde o partido de Farage espera crescer.</p>
<p>Nas Midlands, Birmingham será uma das cidades mais observadas. A longa disputa sobre a recolha de lixo desgastou a autarquia e poderá contribuir para perdas trabalhistas. Reform, Verdes, independentes e conservadores tentam aproveitar a frustração local.</p>
<p>Em Londres, o Labour continua forte, mas enfrenta pressão dos Verdes e de independentes em várias zonas. Hackney é uma das áreas onde os Verdes esperam um resultado expressivo. Em Lambeth, Lewisham, Waltham Forest, Newham e Redbridge, o partido de Starmer também terá de defender terreno.</p>
<p><strong>Mais de 20 candidatos lusófonos nas urnas</strong></p>
<p>Estas eleições têm ainda um ângulo particularmente relevante para a comunidade portuguesa e lusófona no Reino Unido. Mais de duas dezenas de candidatos com origem lusófona concorrem em diferentes regiões de Inglaterra.</p>
<p>O caso mais simbólico acontece em Lambeth, no sul de Londres, onde Diogo Costa e Pedro Xavier disputam a zona de Oval, que inclui o bairro conhecido como “Little Portugal”.</p>
<p>Diogo Costa, engenheiro informático de 27 anos, nasceu em Londres e é filho de pais de Mangualde. Eleito em 2022 pelo Partido Trabalhista, recandidata-se para um segundo mandato, defendendo o trabalho feito na melhoria dos espaços públicos. Entre os exemplos que destaca está o mural dedicado ao “Little Portugal”, inspirado no Coração de Viana.</p>
<p>“Consegui concretizar algumas coisas para a área local”, afirmou à agência Lusa. O autarca diz ainda que a sua origem portuguesa ajudou a aproximar a Câmara de Lambeth da comunidade lusófona.</p>
<p>Pedro Xavier, por sua vez, discorda da avaliação do adversário e estreia-se como candidato pelos Liberais Democratas na mesma área. Nascido em Bragança e residente em Londres desde a infância, tem 48 anos, é empresário, Conselheiro das Comunidades Portuguesas, proprietário da rádio RTV Lusa e dirigente da secção do PSD no Reino Unido.</p>
<p>“Nestes últimos anos tenho visto um declínio na gestão dos recursos da Câmara de Lambeth e na forma como tem sido gerida. E acho que deve existir uma representatividade portuguesa para poder, educadamente, bater o pé”, afirmou à Lusa.</p>
<p><strong>De Crawley a Watford, a representação lusófona ganha terreno</strong></p>
<p>Em Crawley, a sul de Londres, Nicolene Ascenso estreia-se pelo Partido Trabalhista. Nasceu em Durban, na África do Sul, mas mantém ligações familiares à Madeira, nomeadamente à Ponta do Pargo e aos Prazeres. Vive no Reino Unido desde 1998 e quer dar prioridade ao custo de vida, habitação, segurança e pressão sobre os serviços públicos.</p>
<p>Crawley tem uma importante comunidade portuguesa, sobretudo madeirense. Além de Ascenso, concorrem também as lusodescendentes Laura Gomes Menezes e Carolina Isabel Rodrigues Braga, ambas pelos Verdes.</p>
<p>Em Watford, a norte de Londres, Sandra Mano candidata-se pela primeira vez na política britânica. Natural de Barcelos, tem 42 anos, vive no Reino Unido há duas décadas, é empresária na área da limpeza e Conselheira das Comunidades Portuguesas.</p>
<p>“As mudanças políticas que estão a acontecer no país e que se sentem muito nesta área, com o avanço do partido da extrema-direita, fez com que eu achasse que, principalmente nós que não somos britânicos, deveríamos ter uma voz mais ativa”, explicou à Lusa.</p>
<p>Num município dominado pelos Liberais Democratas, Sandra Mano espera beneficiar do descontentamento com o Governo trabalhista.</p>
<p><strong>Portugueses concorrem por Labour, Verdes, Liberais Democratas e como independentes</strong></p>
<p>Em Coventry, André Soares, professor universitário e psicólogo, candidata-se pela quinta vez. Natural de Portugal, foi deputado municipal em Tomar antes de se mudar para o Reino Unido, em 2015. Aos 47 anos, diz sentir-se plenamente integrado na sociedade britânica e considera que a nacionalidade portuguesa não tem peso central na campanha.</p>
<p>Em Guildford, Luís Machado, programador de videojogos de 27 anos, natural da Póvoa de Varzim, concorre pelos Verdes. Diz ter-se entusiasmado com a liderança de Zack Polanski e defende que a sua geração já não se revê nos partidos Trabalhista e Conservador.</p>
<p>“Para mim, os Verdes representam a esperança num futuro melhor, em que o bem-estar das pessoas é a prioridade do partido”, afirmou.</p>
<p>Em Norfolk, Carla Barreto, de 47 anos e natural de Outeiro, Viana do Castelo, candidata-se como independente. Já é deputada municipal em Thetford e mayor da vila. Diz ter avançado porque as pessoas lhe pediram e porque há muitos eleitores cansados dos partidos tradicionais.</p>
<p>Em Birmingham, Rafael Costa, de 40 anos, profissional de vendas, também concorre como independente. Nascido em Macau, com ligações a Portugal e Angola, quer representar uma comunidade etnicamente diversa e conta com apoio do Your Party, formação de esquerda associada ao antigo líder trabalhista Jeremy Corbyn.</p>
<p>Rafael Costa critica em particular o Labour e a incapacidade de resolver problemas locais, como a greve dos trabalhadores da recolha do lixo. “O Labour vai perder a maioria na Câmara Municipal. Acho que vai ser interessante ter mais vozes a tentar mudar a cidade. Para melhor, espero”, afirmou.</p>
<p>Em Oxford, Tiago Corais tenta conquistar um quarto mandato pelo Partido Trabalhista. Natural de Braga, tem 47 anos e é engenheiro na indústria automóvel. Diz ter orgulho em ser um autarca acessível, próximo da comunidade e com capacidade de concretização nas áreas social, cultural e ambiental.</p>
<p>Ainda assim, admite que estas autárquicas são particularmente difíceis para os trabalhistas, devido à impopularidade do Governo de Keir Starmer. “A realidade é que governar é muito mais difícil do que estar na oposição”, resume.</p>
<p><strong>Escócia e País de Gales também vão a votos</strong></p>
<p>Embora o foco principal esteja em Inglaterra, a quinta-feira eleitoral também será decisiva na Escócia e no País de Gales.</p>
<p>Na Escócia, todos os 129 membros do Parlamento escocês estão em disputa. O SNP é favorito a continuar no poder, embora sem garantia de maioria. O Reform UK tem crescido no país e disputa espaço com o Labour escocês, num contexto em que a independência continua a dividir o eleitorado.</p>
<p>No País de Gales, a eleição será histórica. O Senedd passa de 60 para 96 membros e estreia um novo sistema eleitoral mais proporcional. O Labour pode perder o controlo pela primeira vez desde o início da devolução de poderes, em 1999, enquanto o Plaid Cymru surge com possibilidade real de liderar o Governo galês.</p>
<p><strong>Quem pode votar e quando se conhecem os resultados</strong></p>
<p>Nas eleições locais em Inglaterra, é preciso ter 18 anos para votar. Nas eleições para o Parlamento escocês e para o Senedd, a idade mínima é de 16 anos. Em todos os casos, os eleitores tinham de estar recenseados dentro do prazo.</p>
<p>As urnas abrem às 7h00 e fecham às 22h00, hora local. Em Inglaterra, quem votar presencialmente nas eleições locais terá de apresentar documento de identificação com fotografia, como passaporte ou carta de condução. Na Escócia e no País de Gales, não é necessário apresentar identificação para votar presencialmente nestas eleições.</p>
<p>A maioria das contagens deverá decorrer na sexta-feira. Em Inglaterra, os primeiros resultados podem surgir ainda de madrugada, mas muitos serão conhecidos ao longo de sexta e sábado. Na Escócia, o desenho do novo Parlamento deverá ficar claro durante a tarde ou noite de sexta-feira, salvo atrasos ou recontagens. No País de Gales, os primeiros resultados deverão surgir a partir da hora de almoço de sexta-feira, embora o novo sistema eleitoral possa tornar a contagem menos previsível.</p>
<p><strong>Uma eleição local com consequências nacionais</strong></p>
<p>Estas eleições decidem conselhos locais, mayors e parlamentos regionais, mas o seu significado é nacional. Para Keir Starmer, serão um teste ao desgaste do Governo trabalhista. Para Kemi Badenoch, podem confirmar a dificuldade dos conservadores em recuperar. Para Nigel Farage, são a oportunidade de provar que o Reform UK pode transformar protesto em poder local.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a presença de mais de duas dezenas de candidatos lusófonos mostra como a comunidade portuguesa e de língua portuguesa está cada vez mais envolvida na política local britânica. De “Little Portugal” a Birmingham, de Crawley a Oxford, a votação desta quinta-feira também será um teste à representação política de uma comunidade que há décadas faz parte da vida social e económica de Inglaterra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756249]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Urnas para as eleições locais em Inglaterra, Escócia e Gales abriram às 07:00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As urnas para as eleições autárquicas e regionais britânicas de hoje abriram às 07:00, esperando-se, de acordo com as sondagens, uma derrota do Partido Trabalhista do primeiro-ministro Keir Starmer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As urnas para as eleições autárquicas e regionais britânicas de hoje abriram às 07:00, esperando-se, de acordo com as sondagens, uma derrota do Partido Trabalhista do primeiro-ministro Keir Starmer. </P><br />
<P>De acordo com sondagens citadas hoje pela Associated Press, o Partido Trabalhista, liderado por Keir Starmer, prepara-se para &#8220;grandes derrotas&#8221; na votação que vai eleger cerca de cinco mil vereadores, presidentes de câmara em toda a Inglaterra, além de parlamentos semi-autónomos na Escócia e no País de Gales. </P><br />
<P>As urnas abriram às 7:00 e encerram às 22:00. </P><br />
<P>Algumas autoridades locais vão realizar a contagem dos votos durante a próxima noite, mas a maioria dos resultados só deve ser divulgada na tarde de sexta-feira. </P><br />
<P>Apesar dos aspetos locais da eleição, os opositores de Starmer encaram a votação de hoje como um &#8220;referendo&#8221; sobre o primeiro-ministro. </P><br />
<P>Uma derrota dos trabalhistas pode desencadear movimentos de deputados descontentes para destituir o líder que conduziu o partido ao poder há menos de dois anos.</P><br />
<P>A popularidade de Starmer foi afetada após &#8220;repetidos erros&#8221; desde que se tornou primeiro-ministro em julho de 2024: o Executivo tem tentado alcançar o crescimento económico prometido, reparar os serviços públicos deteriorados e aliviar o custo de vida.</P><br />
<P>A implementação das medidas tem sido dificultada pela guerra entre os Estados Unidos e Israel com o Irão, que interrompeu o fluxo de petróleo através do Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>O primeiro-ministro foi ainda prejudicado pela decisão de nomear Peter Mandelson, um amigo do norte-americano Jeffrey Epstein envolvido em escândalos sexuais, como embaixador britânico em Washington. </P><br />
<P>Em concreto, o Partido Trabalhista está a tentar defender 2.500 lugares nos conselhos locais ingleses, mas os membros do partido temem a derrota.</P><br />
<P>Em fevereiro passado, Starmer ultrapassou uma crise interna quando alguns deputados trabalhistas, incluindo o líder do partido na Escócia, o instaram a demitir-se devido à nomeação de Mandelson. </P><br />
<P>Luke Tryl, da empresa de sondagens More in Common, disse à Associated Press que as eleições locais de hoje podem confirmar &#8220;o colapso total do sistema bipartidário tradicional&#8221;, dominado durante décadas pelos partidos Trabalhista e Conservador. </P><br />
<P>Segundo as sondagens, aguarda-se uma vitória do partido de extrema-direita Reform UK, liderado por Nigel Farage, que procura conquistar a classe trabalhadora, antigos bastiões do Partido Trabalhistas, no norte de Inglaterra e nos arredores de Londres, com a mensagem anti-sistema e anti-imigração. </P><br />
<P>Espera-se também que o Partido Verde venha a alcançar centenas de lugares em conselhos municipais em centros urbanos e cidades universitárias. </P><br />
<P>O principal partido da oposição, o Partido Conservador, também deve perder posições, com os Liberais Democratas, de centro, a obterem alguns ganhos. </P><br />
<P>Starmer nem sequer mencionou os Conservadores na mensagem final antes das eleições, apresentando-a como uma escolha entre &#8220;progresso e um futuro melhor&#8221; sob o governo trabalhista e &#8220;a raiva e a divisão oferecidas pelo Partido Reformista ou promessas vazias dos Verdes&#8221;. </P><br />
<P>Farage afirmou na quarta-feira que um bom resultado para o Partido Reformista significaria que Starmer pode &#8220;ficar fora do poder até meados do verão&#8221;. </P><br />
<P>O Partido Reformista também ambiciona avanços na Escócia e no País de Gales, embora os nacionalistas pró-independência, o Partido Nacional Escocês (SNP) e o Plaid Cymru, provavelmente formem governos em Edimburgo e Cardiff, respetivamente. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759366]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lula e Trump frente a frente esta quinta-feira: comércio, crime organizado e Venezuela em cima da mesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:45:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião deverá centrar-se em temas económicos e de segurança de interesse comum, segundo a Casa Branca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump recebe esta quinta-feira o presidente brasileiro, Lula da Silva, na Casa Branca, em Washington. O encontro foi confirmado por uma autoridade americana e deverá decorrer em formato de “visita de trabalho”, menos formal do que uma visita de Estado ou uma reunião bilateral tradicional.</p>
<p>A reunião deverá centrar-se em temas económicos e de segurança de interesse comum, segundo a Casa Branca. Do lado brasileiro, a expectativa é que o encontro ajude a normalizar as relações comerciais entre os dois países, depois de um período marcado por tarifas, incerteza diplomática e sanções contra autoridades brasileiras. A &#8216;Reuters&#8217; avança que as tarifas e o combate ao crime organizado deverão estar entre os temas da conversa.</p>
<p>O encontro está previsto para as 11h00 em Washington, 12h00 em Brasília e 16h00 em Lisboa. </p>
<p><strong>Comércio é prioridade para Brasília</strong></p>
<p>A diplomacia brasileira vê a reunião como um passo importante para reabrir canais e estabilizar a relação económica com os Estados Unidos. No ano passado, Trump aplicou tarifas de 50% a vários produtos brasileiros, medida depois reduzida ou eliminada em alguns casos, incluindo em bens como carne de vaca, legumes, café e cacau.</p>
<p>O vice-presidente brasileiro, Geraldo Alckmin, defendeu que o encontro deve servir para procurar um “bom entendimento” entre os dois países. “O Brasil não é problema para os Estados Unidos. O que nós temos que fazer é um ganha-ganha, é fortalecer ainda mais a complementaridade económica”, afirmou.</p>
<p>Além do comércio, Brasília quer discutir parcerias em minerais críticos e terras raras, setores cada vez mais estratégicos para tecnologia, transição energética e indústria de defesa.</p>
<p><strong>Crime organizado e Venezuela também na agenda</strong></p>
<p>O combate ao crime organizado deverá ser outro ponto central. Auxiliares de Lula indicam que o Presidente brasileiro pretende afastar a hipótese de equiparar fações criminosas a organizações terroristas, uma possibilidade já levantada pela administração americana.</p>
<p>A situação na Venezuela também deverá entrar na conversa, num momento em que Washington mantém forte pressão sobre Caracas e em que o Brasil procura preservar margem diplomática na região.</p>
<p>O encontro de quinta-feira retoma uma aproximação que já vinha a ser construída. Lula e Trump encontraram-se casualmente nos corredores da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, em setembro de 2025, e falaram depois por telefone. Em outubro, reuniram-se em Kuala Lumpur, na Malásia, num encontro descrito como positivo por ambas as partes. A AP recorda que a relação entre os dois líderes melhorou desde esses contactos, apesar das tensões anteriores provocadas por tarifas e pelo processo contra Jair Bolsonaro.</p>
<p><strong>PIX pode entrar na conversa</strong></p>
<p>Outro tema que poderá surgir é o PIX, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos. Alckmin disse ver a reunião como uma oportunidade para explicar o funcionamento do mecanismo e evitar mal-entendidos com Washington.</p>
<p>O tema tornou-se sensível no contexto das discussões sobre regulação financeira, tecnologia e concorrência entre sistemas de pagamento. Para o Brasil, o objetivo é apresentar o PIX como uma infraestrutura pública de eficiência económica, não como um obstáculo aos interesses americanos.</p>
<p><strong>Uma reunião menos formal, mas politicamente relevante</strong></p>
<p>Embora tratada como visita de trabalho, a reunião terá forte peso político. Para Lula, é uma oportunidade de reposicionar o Brasil na relação com Washington, proteger interesses comerciais e mostrar capacidade de diálogo com Trump. Para o presidente americano, o encontro permite discutir segurança regional, crime organizado, comércio e cadeias estratégicas num momento de instabilidade internacional.</p>
<p>A Casa Branca descreve a reunião como uma conversa sobre temas económicos e de segurança de importância mútua. Mas, para Brasília, o objetivo é mais amplo: virar a página do período de tensão comercial e reconstruir uma relação pragmática com os Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758506]]></sapo:autor>
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		<title>Paquistão alerta para resposta dura caso seja atacado no aniversário de conflito com a Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas do Paquistão alertaram hoje que responderão com firmeza a qualquer eventual ataque, por ocasião do aniversário do conflito de quatro dias no ano passado com a vizinha Índia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas do Paquistão alertaram hoje que responderão com firmeza a qualquer eventual ataque, por ocasião do aniversário do conflito de quatro dias no ano passado com a vizinha Índia.</P><br />
<P>Qualquer &#8220;intenção hostil&#8221; contra o Paquistão será combatida com &#8220;mais força, precisão e determinação&#8221; do que aquilo a que a Índia assistiu durante o conflito de maio de 2025, ao qual Islamabad deu o nome de &#8220;Marka-e-Haq&#8221;, ou &#8220;Batalha da Verdade&#8221;.</P><br />
<P>O Paquistão e a Índia trocaram ataques de retaliação no ano passado, na sequência de um ataque perpetrado por homens armados na parte controlada pela Índia da disputada região himalaia da Caxemira, que matou 26 pessoas, a maioria das quais turistas hindus. </P><br />
<P>A Índia culpou militantes apoiados pelo Paquistão pelo massacre, uma alegação que Islamabad negou, apelando a uma investigação independente.</P><br />
<P>O conflito, ainda que breve, entre dois países dotados de armas nucleares suscitou preocupações internacionais, assumindo contornos de uma guerra iminente antes de um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos ter posto fim aos combates.</P><br />
<P>A Índia lançou ataques no interior do Paquistão a 07 de maio, desencadeando ataques de retaliação por parte do Paquistão que incluíram incursões de drones, ataques com mísseis e fogo de artilharia. Dezenas de pessoas foram mortas em ambos os lados antes do cessar-fogo, alcançado a 10 de maio.</P><br />
<P>Na altura, o Paquistão afirmou ter abatido, pelo menos, sete aeronaves militares indianas. A Índia reconheceu ter sofrido algumas perdas, mas não forneceu detalhes.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vangloriou-se repetidamente de ter ajudado a evitar uma guerra mais alargada.</P><br />
<P>O Paquistão e a Índia mantêm há muito relações tensas e travaram duas guerras por Caxemira, cuja totalidade do território é reivindicada por ambos os países.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759365]]></sapo:autor>
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		<title>Dia da Sobrecarga: Portugal passa esta quinta-feira a gastar recursos de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Sobrecarga do Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados atualizados pela Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, em parceria com a Global Footprint Network, mostram que Portugal precisaria de cerca de 2,9 planetas Terra para sustentar o atual modelo de vida, caso este fosse replicado à escala mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal atinge esta quinta-feira, 7 de maio, o Dia da Sobrecarga do Planeta. Isto significa que, se toda a Humanidade tivesse o mesmo padrão médio de consumo e produção dos portugueses, os recursos naturais que a Terra consegue regenerar num ano ficariam esgotados a partir de hoje. Daqui até ao final de 2026, o país estaria, em termos simbólicos, a viver “a crédito ambiental”.</p>
<p>Os dados atualizados pela Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, em parceria com a Global Footprint Network, mostram que Portugal precisaria de cerca de 2,9 planetas Terra para sustentar o atual modelo de vida, caso este fosse replicado à escala mundial.</p>
<p>A data representa uma ligeira melhoria face a 2025, quando Portugal atingiu esta marca a 5 de maio, mas não altera o diagnóstico central: o país continua estruturalmente deficitário na capacidade de regenerar, dentro do seu território, os recursos necessários para sustentar os atuais níveis de produção e consumo.</p>
<p><strong>Portugal próximo da média europeia</strong></p>
<p>Portugal surge praticamente em linha com a União Europeia, cujo Dia da Sobrecarga ocorreu este ano a 3 de maio. Dentro do bloco, porém, há diferenças muito significativas: o Luxemburgo foi o primeiro país da UE a atingir esta marca, a 17 de fevereiro, enquanto a Hungria só chegará ao Dia da Sobrecarga a 24 de junho.</p>
<p>A comparação mostra como os modelos de consumo continuam a variar muito dentro da Europa. Países com maior pegada ecológica antecipam a data; países com menor pressão sobre recursos naturais conseguem empurrá-la para mais tarde no calendário.</p>
<p>No caso português, os 2,9 planetas necessários colocam o país abaixo dos Estados Unidos, que exigiriam 5,1 planetas, e de França, que precisaria de 3,2, mas acima de Espanha, que surge com 2,4 planetas e só atinge o Dia da Sobrecarga a 4 de junho.</p>
<p><strong>Alimentação e mobilidade pesam na pegada portuguesa</strong></p>
<p>De acordo com a Zero, o desequilíbrio resulta sobretudo do modelo de produção e consumo que suporta o estilo de vida atual. A alimentação e a mobilidade estão entre as atividades diárias que mais contribuem para a pegada ecológica de Portugal.</p>
<p>Na alimentação, a associação destaca o peso do consumo de proteína animal. Os dados para Portugal indicam que cada português consome cerca de três vezes mais proteína animal do que o recomendado pela roda dos alimentos, ao mesmo tempo que consome apenas dois terços dos vegetais, menos de um quarto das leguminosas e três quartos da fruta.</p>
<p>Aproximar a dieta portuguesa das recomendações nutricionais permitiria reduzir o impacto ambiental associado à alimentação e teria também benefícios para a saúde.</p>
<p><strong>Como reduzir a dívida ambiental</strong></p>
<p>Para empurrar o Dia da Sobrecarga para mais tarde, a Zero defende medidas estruturais, começando por uma agricultura mais orientada para a soberania alimentar, com maior produção de alimentos de qualidade, mais proteína vegetal, preservação dos solos, redução da poluição e menor consumo de água.</p>
<p>A associação aponta também para a redução de deslocações e viagens, sobretudo de avião, através do teletrabalho e de eventos em formato virtual sempre que possível. Na mobilidade diária, defende mais investimento em infraestruturas para modos suaves, como a bicicleta e a caminhada, articulados com o transporte público.</p>
<p>Outra frente passa por produtos mais duráveis, reparáveis, reutilizáveis e recicláveis. A lógica, defende a Zero, deve deixar de estar centrada no “usar e deitar fora” e passar para um modelo de “ter menos, mas de melhor qualidade”.</p>
<p><strong>O que cada pessoa pode fazer</strong></p>
<p>A nível individual, a Zero recomenda reduzir a presença de proteína animal na alimentação, privilegiar transportes coletivos, andar mais a pé ou de bicicleta e reduzir viagens de avião quando existam alternativas.</p>
<p>No consumo, a associação defende mais reutilização, troca, compra em segunda mão e reparação. São escolhas individuais, mas também dependem de políticas públicas, investimento e regras que tornem mais fácil consumir menos recursos.</p>
<p>O Dia da Sobrecarga não é apenas uma data simbólica. É um indicador da distância entre aquilo que consumimos e aquilo que o planeta consegue regenerar. No caso português, o alerta é claro: a partir de hoje, o país passa a viver acima dos limites naturais disponíveis para este ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758772]]></sapo:autor>
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		<title>União Europeia chega a acordo para proibir IA que cria imagens de teor sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados-Membros e o Parlamento Europeu chegaram a acordo na quarta-feira à noite para proibir na União Europeia (UE) os serviços de inteligência artificial (IA) que possam "despir" pessoas sem o seu consentimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados-Membros e o Parlamento Europeu chegaram a acordo na quarta-feira à noite para proibir na União Europeia (UE) os serviços de inteligência artificial (IA) que possam &#8220;despir&#8221; pessoas sem o seu consentimento.</P><br />
<P>A iniciativa surge na sequência da introdução, há alguns meses, de uma funcionalidade no Grok, o assistente de IA da rede social X, que permitia aos utilizadores solicitar a criação de montagens hiper-realistas (ou &#8216;deepfakes&#8217;) de adultos e crianças nus a partir de fotografias reais, sem o seu consentimento.</P><br />
<P>O caso gerou indignação em muitos países e levou a UE a abrir uma investigação.</P><br />
<P>Na terça-feira, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, condenou veementemente as fotos falsas de si própria geradas por IA, classificando os &#8216;deepfakes&#8217; como uma &#8220;ferramenta perigosa&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o Parlamento Europeu, a nova proibição visa sistemas que possam criar imagens, vídeos e sons de natureza pornográfica com crianças, ou representações das partes íntimas de uma pessoa identificável, ou imagens dessa pessoa envolvida em atividade sexual, sem o seu consentimento.</P><br />
<P>As novas regras entrarão em vigor em 02 de dezembro. A partir dessa data, os sistemas de IA deverão estar equipados com medidas de segurança que os impeçam de gerar este tipo de conteúdo.</P><br />
<P>A medida foi adotada no âmbito de uma revisão da legislação europeia sobre a IA, ou Lei da IA, uma lei pioneira formalmente aprovada há dois anos.</P><br />
<P>Nessa ocasião, os 27 Estados-Membros e os eurodeputados acordaram ainda, conforme proposto pela Comissão Europeia, adiar a entrada em vigor de novas regras destinadas a regular a atividade dos chamados sistemas de IA de alto risco, ou seja, aqueles que operam em áreas sensíveis como a segurança, a saúde ou os direitos fundamentais.</P><br />
<P>As regras deveriam entrar em vigor já em agosto, mas a Comissão quis dar mais tempo às empresas para se adaptarem ao novo quadro.</P><br />
<P>A principal alteração em relação à proposta da Comissão é que os Estados-Membros e os eurodeputados adotaram datas fixas para o adiamento, enquanto Bruxelas tinha proposto um calendário mais flexível.</P><br />
<P>As novas datas são 02 de dezembro de 2027 para os sistemas &#8220;autónomos&#8221; de alto risco e 02 de agosto de 2028 para os sistemas integrados noutros programas ou produtos.</P><br />
<P>O acordo foi alcançado numa altura em que as preocupações com os riscos associados à IA voltaram à discussão na UE nas últimas semanas devido ao Mythos, o novo modelo da &#8216;startup&#8217; norte-americana Anthropic.</P><br />
<P>A Anthopic decidiu não disponibilizar o Mythos ao público em geral, mas apenas a um grupo restrito de empresas norte-americanas, devido à excecional capacidade do modelo de identificar vulnerabilidades críticas de programação, que poderiam desencadear uma crise de cibersegurança.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759363]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: já viu o calendário das restantes transferências deste mês?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-ja-viu-o-calendario-das-restantes-transferencias-deste-mes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de maio de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Esta quinta-feira é o dia do pagamento das rendas, veja o calendário dos seguintes:</p>
<p>07 MAI</p>
<p>Rendas</p>
<p>08 MAI</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeralo<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>15 MAI</p>
<p>Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 MAI</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>22 MAI</p>
<p>Rendimento Social de Inserção<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Subsídio por Suspensão da Atividade Cultural</p>
<p>28 MAI</p>
<p>2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759121]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço da eletricidade pode subir mais de 32% até ao verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-da-eletricidade-pode-subir-mais-de-32-ate-ao-verao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a leitura dos contratos futuros, junho ainda deverá manter-se próximo dos níveis atuais, com o preço a rondar os €64,65/MWh]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço da eletricidade em Portugal poderá sofrer uma subida significativa no verão, de acordo com uma nova análise da plataforma de comparação de energia ComparaJá sobre os dados do mercado grossista OMIP. O contrato de base para Portugal, PTEL BASE, fechou a 5 de maio nos €64,34/MWh, mas os futuros para o terceiro trimestre de 2026 já apontam para €85,45/MWh.</p>
<p>A diferença representa um aumento superior a 32% face ao valor atual e antecipa uma pressão acrescida sobre as faturas de eletricidade nos meses de julho, agosto e setembro, sobretudo para consumidores domésticos e pequenas empresas com contratos indexados ao mercado.</p>
<p>Segundo a leitura dos contratos futuros, junho ainda deverá manter-se próximo dos níveis atuais, com o preço a rondar os €64,65/MWh. A partir do terceiro trimestre, porém, o mercado antecipa uma subida expressiva, associada ao aumento sazonal da procura, à menor produção hídrica e à instabilidade persistente no mercado energético europeu.</p>
<p>Para os consumidores com tarifas indexadas, esta evolução pode ter impacto direto na fatura, precisamente num período em que o consumo tende a aumentar devido ao uso de ar condicionado e outros equipamentos de climatização.</p>
<p>Perante este cenário, o ComparaJá recomenda que os consumidores revejam desde já o contrato de eletricidade e comparem as ofertas disponíveis no mercado. Uma tarifa desajustada ao perfil de consumo pode representar dezenas ou mesmo centenas de euros adicionais ao longo de um trimestre, dependendo da potência contratada, do consumo mensal e do tipo de tarifa.</p>
<p>Uma das opções a considerar é a contratação de uma tarifa fixa por 12 meses. Os consumidores podem utilizar um simulador de energia para estimar este tipo de contrato, que permite estabilizar o preço da energia durante um ano. A tarifa fixa permite ainda reduzir a exposição às oscilações do mercado grossista, como as que os futuros do OMIP antecipam para o verão.</p>
<p>Com o preço atual perto dos €64/MWh e os futuros do terceiro trimestre acima dos €85/MWh, fixar uma tarifa antes do início do verão pode tornar-se uma decisão relevante para famílias e empresas que procuram previsibilidade na fatura da eletricidade.</p>
<p>Os consumidores podem simular as ofertas disponíveis no mercado através de simuladores que analisam mais de 20 comercializadoras, de forma gratuita e sem compromisso.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759147]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Capital mundial dos casinos inaugura primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/capital-mundial-dos-casinos-inaugura-primeira-fabrica-de-baralhos-de-cartas-de-jogo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo da Bélgica e uma empresa de Macau anunciaram hoje o arranque da primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo na capital mundial dos casinos, num investimento de 54,3 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo da Bélgica e uma empresa de Macau anunciaram hoje o arranque da primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo na capital mundial dos casinos, num investimento de 54,3 milhões de euros.</P><br />
<P>Num comunicado, a Bee Macau disse que a unidade nasce de um investimento de cerca de 500 milhões de dólares de Hong Kong (54,3 milhões de euros).</P><br />
<P>A Bee Macau resulta de uma parceria entre o grupo belga Cartamundi, um dos maiores fabricantes de baralhos de cartas do mundo e a empresa local Asia Pioneer Entertainment (APE), que está cotada na bolsa da vizinha região de Hong Kong.</P><br />
<P>Uma porta-voz da APE disse hoje à Lusa que os testes de produção de baralhos de cartas tinham começado em 2025, mas que a produção em grande escala só arrancou no primeiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>A APE e o Cartamundi assinaram um acordo de cooperação, que previa a &#8220;introdução de tecnologias avançadas de produção sustentável&#8221;, em 27 de março, durante o Fórum e Exposição Internacional de Cooperação Ambiental de Macau 2026.</P><br />
<P>O comunicado de hoje refere que o início oficial da produção em grande escala acontece &#8220;após testes bem-sucedidos e exportações iniciais&#8221; para operadoras de jogo em outras regiões asiáticas.</P><br />
<P>A porta-voz da APE recusou-se a revelar o local da fábrica, alegando ser &#8220;segredo comercial&#8221;.</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Mas o território &#8220;dependeu durante muito tempo de cartas de jogar importadas, o que gerava riscos na cadeia de abastecimento&#8221;, sublinhou o diretor geral da Cartamundi para a Ásia-Pacífico, Jason Pearce.</P><br />
<P>O executivo disse no comunicado que a abertura da fábrica &#8220;posiciona Macau não só como um centro global de jogo, mas também como produtor de material de alta qualidade para jogos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O mercado ganha finalmente uma opção local no fabrico de baralhos de cartas, abrindo as portas a uma verdadeira diversificação&#8221;, disse o diretor executivo da APE, Herman Ng Man Ho.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o empresário disse que os baralhos cumprem os requisitos regulatórios para poderem também ser exportados e usados em casinos de todo o mundo.</P><br />
<P>De acordo com a mesma nota, o presidente da Associação de Empresários dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola de Macau, Alan Ho, disse que a nova fábrica poderá &#8220;abrir em conjunto os vastos mercados&#8221; dos dois blocos.</P><br />
<P>O Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento (IPIM) de Macau levou uma delegação empresarial a Portugal e Espanha entre 19 e 24 de abril, acompanhando uma visita do líder do Governo local, Sam Hou Fai.</P><br />
<P>O IPIM disse que a delegação, com 120 representantes de Macau, Hengqin e de outros locais da China, assinou 109 acordos de cooperação, após mais de 220 sessões de bolsas de contactos com empresas dos dois países europeus.</P><br />
<P>Em janeiro, a empresa da Malásia Mega Fortris abandonou planos, anunciados em outubro, para produzir baralhos de cartas de jogo em Macau e lamentou a dificuldade em encontrar instalações e as elevadas rendas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759362]]></sapo:autor>
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		<title>Pacote laboral chega hoje à hora decisiva: Governo tenta acordo difícil antes de levar proposta ao Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:45:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Proposta final do Governo já recebeu “luz verde” das confederações empresariais, mas a UGT continua a pressionar por alterações em matérias consideradas sensíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo, confederações empresariais e centrais sindicais reúnem-se esta quinta-feira em concertação social para tentar encerrar o processo negocial sobre as alterações à lei laboral. A reunião acontece num clima de forte tensão, com uma greve geral no horizonte e perspetivas difíceis para um acordo alargado.</p>
<p>A proposta final do Governo já recebeu “luz verde” das confederações empresariais, mas a UGT continua a pressionar por alterações em matérias consideradas sensíveis. A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, desafiou a central sindical liderada por Mário Mourão a apresentar uma posição “realmente construtiva e clara”. A UGT, por seu lado, já sinalizou que vai reafirmar as suas propostas.</p>
<p>Caso não exista acordo, o Governo deverá avançar para o Parlamento com uma proposta de lei que combine o anteprojeto inicial com os contributos que o Executivo considere úteis ao longo do processo negocial. Isto significa que a versão final que chegará aos deputados poderá não incorporar todas as medidas constantes da proposta preparada para um eventual entendimento.</p>
<p><strong>CIP admite cedências para tentar acordo</strong></p>
<p>Na véspera da reunião, a Confederação Empresarial de Portugal mostrou disponibilidade para aceitar várias propostas da UGT, numa última tentativa de desbloquear o acordo. Entre os pontos em aberto estão o outsourcing, o banco de horas individual, a reintegração de trabalhadores após despedimento ilícito e a formação contínua.</p>
<p>O presidente da CIP, Armindo Monteiro, afirmou que as negociações foram marcadas por “medo e falta de verdade”, acusando algumas posições de tentarem gerar “pânico” em torno do pacote laboral. O responsável rejeitou que estejam em causa medidas como despedimento arbitrário, diminuição de direitos parentais, limitação do direito à greve ou quebra da dignidade dos trabalhadores.</p>
<p>Ainda assim, a CIP admite deixar cair uma das medidas mais polémicas: o alargamento da possibilidade de as empresas se oporem à reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente. “A grande medida que pôs Portugal a falar de despedimentos arbitrários foi esta, então vamos deixá-la cair também”, afirmou Armindo Monteiro, citado pelo Observador.</p>
<p>A confederação também aceita rever a proposta sobre outsourcing, admitindo que a proibição de contratar serviços externos após despedimentos abranja todas as atividades da empresa. No banco de horas, admite aceitar que o saldo de horas extra seja pago com um acréscimo de 50%. Na formação contínua, mostra abertura para manter as 40 horas anuais nas microempresas, em vez das 30 propostas pelo Governo.</p>
<p><strong>Greve, sindicatos e serviços mínimos</strong></p>
<p>Uma das alterações mais sensíveis está relacionada com a lei da greve. O Governo quer alargar o conceito de “necessidades sociais impreteríveis” para incluir serviços de cuidado a idosos, doentes, pessoas com deficiência e crianças institucionalizadas nos serviços mínimos em caso de greve.</p>
<p>Ficou pelo caminho, na versão mais recente, a intenção de incluir também o abastecimento alimentar e os serviços de segurança privada de bens ou equipamentos essenciais.</p>
<p>Outra proposta polémica limita a ação sindical em empresas onde não existam trabalhadores sindicalizados. Nas pequenas, médias e grandes empresas nessa situação, os sindicatos só poderiam convocar reuniões fora do horário de trabalho e desde que o seu âmbito abrangesse os trabalhadores da empresa. Também a afixação e distribuição de informação sindical deixaria de poder ser feita de forma autónoma, passando a depender de pedido ao empregador.</p>
<p><strong>Contratos a termo, banco de horas e teletrabalho</strong></p>
<p>A proposta abre a porta a mais situações em que será possível celebrar contratos a termo certo. Passaria a ser permitido fazê-lo em caso de calamidade formalmente declarada, nos primeiros dois anos de funcionamento de uma empresa, independentemente da dimensão, na contratação de quem nunca tenha trabalhado com contrato de trabalho, de desempregados de longa ou muito longa duração e de reformados por velhice ou invalidez.</p>
<p>O Governo pretende ainda acabar com o período experimental de 180 dias para trabalhadores à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração nos contratos sem termo.</p>
<p>Outra medida relevante é o regresso do banco de horas individual, agora designado “banco de horas por acordo”. Na falta de convenção coletiva, poderia ser instituído por acordo expresso entre empregador e trabalhador, permitindo aumentar o período normal de trabalho até duas horas diárias e atingir 50 horas semanais, com limite de 150 horas por ano.</p>
<p>No teletrabalho, as empresas passariam a ter maior margem para recusar pedidos dos trabalhadores. A proposta revoga a norma que obriga o empregador a recusar por escrito e com fundamentação uma proposta de teletrabalho compatível com a função.</p>
<p><strong>Despedimentos, outsourcing e reforma antecipada</strong></p>
<p>Nas regras dos despedimentos, uma das propostas iniciais mais contestadas previa alargar às pequenas e médias empresas a possibilidade de o empregador pedir ao tribunal que excluísse a reintegração de um trabalhador despedido ilicitamente. Esta é uma das medidas que a CIP admite agora deixar cair para tentar viabilizar um acordo.</p>
<p>No outsourcing, o Governo já tinha recuado face à intenção inicial de eliminar a restrição criada pela Agenda do Trabalho Digno. A proposta atual prevê proibir a contratação de serviços externos nos seis meses posteriores a despedimento coletivo ou extinção de posto de trabalho, mas apenas para funções da atividade principal da empresa. A CIP admite agora aceitar que o travão se aplique a todas as atividades.</p>
<p>O Governo quer ainda pôr fim à regra que impede quem se reforma antecipadamente de voltar a trabalhar na mesma empresa ou grupo empresarial durante três anos.</p>
<p><strong>Família, parentalidade e jornada contínua</strong></p>
<p>A proposta também mexe em direitos ligados à parentalidade. A licença parental inicial poderá chegar a seis meses se, depois dos 120 dias obrigatórios, os dois progenitores optarem por mais 60 dias em regime partilhado e em períodos iguais.</p>
<p>A licença exclusiva do pai mantém-se nos 28 dias, mas o Governo quer que 14 sejam gozados seguidos logo após o nascimento, em vez dos atuais sete.</p>
<p>Na amamentação, o Executivo mantém a intenção de limitar a dispensa a dois anos. Ao contrário da proposta inicial, a prova médica só será exigida se a amamentação se prolongar além do primeiro ano de vida da criança, devendo depois ser renovada de seis em seis meses.</p>
<p>O Governo quer ainda introduzir a jornada contínua no setor privado para trabalhadores com filhos menores de 12 anos ou com deficiência, doença crónica ou oncológica. A medida, porém, dependerá de convenção coletiva ou de acordo com o empregador.</p>
<p><strong>Independentes, plataformas digitais e pessoas com deficiência</strong></p>
<p>A proposta aumenta de 50% para 80% a percentagem de rendimentos obtidos junto de um único cliente para que um trabalhador independente seja considerado economicamente dependente.</p>
<p>No trabalho em plataformas digitais, como TVDE, o Governo pretende transpor uma diretiva europeia sobre melhoria das condições de trabalho e proteção de dados pessoais, introduzindo alterações aos critérios que permitem presumir a existência de contrato de trabalho.</p>
<p>Já nas quotas de emprego para pessoas com deficiência, o sistema passa a abranger trabalhadores com grau de incapacidade igual ou superior a 33%, em vez dos atuais 60%.</p>
<p><strong>Hora final para um acordo difícil</strong></p>
<p>A reunião desta quinta-feira será, por isso, o momento decisivo de um processo longo e politicamente desgastante. As confederações empresariais dizem estar disponíveis para fechar um compromisso, a UGT mantém linhas vermelhas e a CGTP tem apelado à mobilização contra o pacote laboral.</p>
<p>Mesmo que não haja acordo, o Governo deverá seguir em frente com a reforma. A diferença estará no grau de consenso social que a proposta levará para o Parlamento — e na dimensão da contestação sindical que poderá acompanhar a discussão política nos próximos meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758719]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal esgotou hoje recursos que natureza lhe destinava para o ano inteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:41:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal esgota hoje os recursos naturais que tinha disponíveis para este ano, dois dias mais tarde do que no ano passado, passando a consumir "a crédito", indicam dados da organização internacional "Global Footprint Network".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal esgota hoje os recursos naturais que tinha disponíveis para este ano, dois dias mais tarde do que no ano passado, passando a consumir &#8220;a crédito&#8221;, indicam dados da organização internacional &#8220;Global Footprint Network&#8221;.</P><br />
<P>O dia da sobrecarga, explica a organização, indica que de 01 de janeiro a 07 de maio os portugueses consumiram tantos recursos naturais quantos os diversos ecossistemas da Terra conseguem regenerar ao longo de um ano. A partir de agora os portugueses continuam naturalmente a consumir, mas usam mais recursos, em terra ou no mar, do que teoricamente estariam disponíveis, e emitem mais dióxido de carbono do que a natureza pode absorver.</P><br />
<P>No ano passado o dia em que o país esgotou os recursos foi a 5 de maio, o que quer dizer que melhorou ligeiramente em sustentabilidade. </P><br />
<P>A estabilização no consumo de recursos do planeta é notada pela associação ambientalista Zero, que, num comunicado no qual comenta a pegada ecológica do país, refere a ligeira melhoria, comparando com o ano anterior. </P><br />
<P>Mas ainda assim o país começa a exceder os recursos disponíveis para alimentar o estilo de vida dos portugueses decorridos menos de cinco meses do ano. Tal quer dizer que se cada pessoa na Terra vivesse como uma pessoa média portuguesa, a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos. </P><br />
<P>O resultado coloca Portugal na média da União Europeia (UE), que este ano teve o dia de sobrecarga em 03 de maio, uma ligeira melhoria também em relação ao ano passado. </P><br />
<P>Na UE há países que esgotaram há muito os recursos que tinham para o ano todo. Nas contas da &#8220;Global Footprint Network&#8221; o consumo do Luxemburgo esgotou os recursos logo no dia 17 de fevereiro. </P><br />
<P>A nível mundial o pior classificado é o Qatar, que esgotou a sua parte a 04 de fevereiro. Do outro lado da tabela estão as Honduras, que só têm o dia de sobrecarga a 27 de novembro. </P><br />
<P>A pegada ecológica avalia as necessidades humanas de recursos renováveis e serviços essenciais e compara-as com a capacidade da Terra para fornecer tais recursos e serviços (biocapacidade). </P><br />
<P>A 05 de junho, Dia Mundial do Ambiente, a &#8220;Global Footprint Network&#8221; anuncia o &#8220;Earth Overshoot Day&#8221; de 2026, o momento em que a necessidade de recursos e serviços ambientais por parte da Humanidade excede a capacidade da Terra para regenerar esses mesmos recursos.</P><br />
<P>Em 2025 a humanidade esgotou os recursos desse ano no dia 24 de julho, uma semana mais cedo do que em 2024, 01 de agosto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759361]]></sapo:autor>
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		<title>Chega apresenta esta quinta-feira projeto de revisão constitucional: o que está em causa?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-apresenta-esta-quinta-feira-projeto-de-revisao-constitucional-o-que-esta-em-causa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Chega]]></category>
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		<category><![CDATA[revisão constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[André Ventura apelou a todos os partidos "não socialistas" que participem nesta discussão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega vai apresentar estaa quinta-feira o seu novo projeto de revisão constitucional, anunciou André Ventura, presidente do partido, apelando a todos os partidos &#8220;não socialistas&#8221; que participem nesta discussão.</p>
<p>&#8220;Na próxima quinta-feira, durante a tarde, será apresentada no Parlamento a proposta de revisão constitucional que o Chega vai apresentar ao país, e que espero que tenha, pela primeira vez em décadas, capacidade de fazer mesmo estas mudanças que o país precisa, e que nunca teve coragem de fazer&#8221;, afirmou André Ventura.</p>
<p>Quando anunciou que o partido iria voltar a avançar com uma proposta para alterar a Constituição, André Ventura tinha indicado que a iniciativa seria apresentada durante o mês de abril, prazo que não foi cumprido.</p>
<p>Hoje, em declarações aos jornalistas na sede do Chega, em Lisboa, justificou o atraso afirmando que foram pedidos pareces &#8220;a uma série de constitucionalistas e especialistas nesta área&#8221; para dar ao partido &#8220;um conforto doutrinário superior em relação à entrega da proposta&#8221;.</p>
<p>André Ventura disse também esperar que outros partidos aceitem o desafio.</p>
<p>&#8220;Eu acho que, face à importância do tema, e face à importância destes assuntos, a reforma da justiça, a reforma do setor económico nacional, a reforma da nossa identidade ideológica e da carga ideológica que a Constituição ainda tem, eu acho que não há nenhum partido não socialista que possa ficar fora deste desafio&#8221;, defendeu.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759097]]></sapo:autor>
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		<title>Sri Lanka detém 231 estrangeiros em três centros de burlas informáticas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sri-lanka-detem-231-estrangeiros-em-tres-centros-de-burlas-informaticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:28:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia do Sri Lanka anunciou hoje a detenção de 231 estrangeiros, na sua grande maioria chineses e vietnamitas, na sequência de uma operação em três centros de burlas 'online' em Colombo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia do Sri Lanka anunciou hoje a detenção de 231 estrangeiros, na sua grande maioria chineses e vietnamitas, na sequência de uma operação em três centros de burlas &#8216;online&#8217; em Colombo.</P><br />
<P>As detenções ocorreram em três fases, na quarta-feira e no domingo, precisou a polícia.</P><br />
<P>Os suspeitos irão ficar detidos até 15 de maio e está em curso uma análise forense de computadores e telemóveis apreendidos.</P><br />
<P>As pessoas detidas &#8220;entraram no país com vistos de turista e estavam a trabalhar ilegalmente&#8221;, declarou o porta-voz da polícia, Frederick Wootler, sublinhando que o período de permanência de alguns deles tinha expirado.</P><br />
<P>Em março, 135 chineses já tinham sido detidos numa operação semelhante, tendo posteriormente sido expulsos.</P><br />
<P>Na altura, a embaixada da China em Colombo afirmou estar a colaborar com as autoridades locais para impedir que cidadãos chineses trabalhassem em centros de burlas no Sri Lanka.</P><br />
<P>Segundo a embaixada, a rede de telecomunicações bem desenvolvida do Sri Lanka, a localização geográfica e a facilidade de obtenção de vistos incentivaram grupos de burlas online a operar a partir do país.</P><br />
<P>Em 2024, as autoridades do Sri Lanka detiveram 230 cidadãos chineses e 200 indianos por crimes semelhantes.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759360]]></sapo:autor>
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		<title>Miguel Maya deverá ser reconduzido hoje como presidente executivo do BCP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/miguel-maya-devera-ser-reconduzido-hoje-como-presidente-executivo-do-bcp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acionistas do BCP deverão aprovar hoje, em assembleia-geral, a recondução de Miguel Maya como presidente executivo do banco até 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acionistas do BCP deverão aprovar hoje, em assembleia-geral, a recondução de Miguel Maya como presidente executivo do banco até 2029.</P><br />
<P>Hoje, ao início da tarde, arranca a assembleia-geral do BCP, nas instalações do banco em Oeiras (TagusPark), sendo um dos pontos a votação do novo Conselho de Administração para o mandato 2026-2029.</P><br />
<P>Segundo o ponto nove da reunião magna divulgado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os principais acionistas do BCP &#8211; o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol &#8211; propõem a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (&#8216;chairman&#8217;, não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e presidente executivo (CEO).</P><br />
<P>São ainda propostos Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.</P><br />
<P>A proposta inclui ainda como vogais da administração António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.</P><br />
<P>Será ainda eleita uma comissão de auditoria, sendo proposta Patrícia Couto Viana como presidente, substituindo a atual (Cidália Maria Mota Lopes).</P><br />
<P>A assembleia-geral vai ainda deliberar o pagamento de um dividendo de 509 milhões de euros, assim como um aumento do valor a distribuir aos acionistas no futuro. </P><br />
<P>Segundo a proposta, este valor está inserido na política do banco, que tem atualmente &#8220;um objetivo de distribuição de dividendos ordinários de 50%&#8221; dos lucros anuais.</P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759359]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lei laboral regressa à Concertação com CIP a prometer aproximação à UGT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A negociação da reforma laboral regressa hoje à Concertação Social, numa derradeira tentativa do Governo para alcançar um acordo e após a CIP mostrar abertura para se aproximar da UGT em algumas matérias, como o banco de horas individual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A negociação da reforma laboral regressa hoje à Concertação Social, numa derradeira tentativa do Governo para alcançar um acordo e após a CIP mostrar abertura para se aproximar da UGT em algumas matérias, como o banco de horas individual.</P><br />
<P>Depois de a UGT ter rejeitado por unanimidade a última versão da proposta de revisão da legislação laboral, em 23 de abril, a ministra do Trabalho convocou uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) para encerrar o processo negocial.</P><br />
<P>Rosário Palma Ramalho desafiou a UGT a &#8220;mostrar que quer efetivamente uma aproximação&#8221; e a apresentar uma &#8220;posição realmente construtiva e clara&#8221; com &#8220;propostas concretas&#8221; sobre as matérias que entende que não estão consensualizadas, afastando uma nova proposta da parte do executivo.</P><br />
<P>O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, prometeu &#8220;reafirmar as propostas&#8221; já apresentadas e avisou que não vai ceder perante as &#8220;traves mestras&#8221; do Governo, não excluindo a participação na greve geral entretanto convocada pela CGTP para 03 de junho, ainda que sublinhe que qualquer decisão só será tomada após a CPCS.</P><br />
<P>Na véspera da reunião de hoje, o presidente da CIP, Armindo Monteiro, anunciou que estar disponível para ceder e acolher as propostas da UGT em matérias como o &#8216;outsourcing&#8217;, a não reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente, na formação contínua e na arbitragem. </P><br />
<P>Entre os principais pontos de divergência identificados pela UGT estão as restrições ao &#8216;outsourcing&#8217; (contratação de trabalho externo), o regresso do banco de horas individual, a jornada contínua, a remissão abdicativa, bem como a não reintegração do trabalhador em caso de despedimento ilícito.</P><br />
<P>No que diz respeito ao &#8216;outsourcing&#8217;, o Código de Trabalho prevê atualmente que as empresas que avancem com despedimentos coletivos ou extingam postos de trabalhos não possam recorrer &#8216;outsourcing&#8217; durante 12 meses. </P><br />
<P>Depois de, inicialmente, ter proposto revogar esta norma, o Governo admitiu na última proposta apresentada aos parceiros que a proibição se aplica &#8220;nos seis meses posteriores à decisão de despedimento coletivo ou despedimento por extinção de posto de trabalho&#8221; nas funções em que se insiram &#8220;no âmbito da atividade principal da empresa&#8221;.</P><br />
<P>Os &#8216;patrões&#8217; admitiram acolher a proposta da UGT nesta matéria, que tem defendido manter esta restrição para todas as atividades da empresa, insistindo que a proibição só exista nos primeiros seis meses.</P><br />
<P>No que toca ao banco de horas individual, que na última versão o Governo apelida por &#8220;banco de horas por acordo&#8221;, a CIP disse estar disponível para acolher a proposta da UGT para que o saldo de horas extra seja pago com uma compensação de 50%. </P><br />
<P>A UGT defende que privilegia o banco de horas coletivo, mas admite o regresso do individual desde que esteja previsto em negociação coletiva, que o saldo de horas extra seja pago com uma compensação de 50%, que haja um descanso compensatório equivalente e que trabalhadores com filhos até três anos (ou até seis anos nalguns casos) fiquem excluídos desta medida.</P><br />
<P>A CIP mostrou-se disponível para deixar cair as alterações relativas à não reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente (ainda que sinalize que gostaria que fosse alargada, pelo menos, para as pequenas empresas), bem como para ceder na formação contínua.</P><br />
<P>Na versão final, o Governo propôs alargar às pequenas e médias empresas (já não às grandes empresas) a possibilidade de as entidades patronais não reintegrarem trabalhadores despedidos ilicitamente, o que hoje só é possível nas microempresas e em cargos de direção ou administração. Na formação contínua nas microempresas, prevê reduzir as horas obrigatórias de 40 para 30.</P><br />
<P>A Lusa questionou o Ministério do Trabalho para saber se está disponível para acompanhar a CIP nestas cedências ou, pelo menos, em algumas delas, mas não obteve resposta.</P><br />
<P>Caso não exista acordo na Concertação Social, Palma Ramalho já sinalizou que a proposta a apresentar no parlamento será um resultado do anteprojeto inicial e dos contributos &#8220;que o Governo considere úteis&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as contas do executivo, ao longo do processo negocial com mais de nove meses foram &#8220;consensualizadas mais de 130 normas&#8221;, das quais 30 &#8220;acolhidas diretamente&#8221; da UGT.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMF (JO/PYR) // JNM </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759358]]></sapo:autor>
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		<title>Chuva, vento e trovoada estão de volta: depressão atlântica muda o tempo a partir desta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Alteração será primeiro sentida nos Açores, mas deverá chegar depois ao continente, com instabilidade mais marcada entre sexta-feira e o início da próxima semana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo vai começar a mudar em Portugal a partir desta quinta-feira com a aproximação de uma depressão no Atlântico que deverá trazer mais nebulosidade, chuva, vento e possibilidade de trovoada nos próximos dias. A alteração será primeiro sentida nos Açores, mas deverá chegar depois ao continente, com instabilidade mais marcada entre sexta-feira e o início da próxima semana.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, os Açores serão a primeira região portuguesa a sentir os efeitos da depressão, sobretudo ao longo de hoje. Embora o centro da baixa pressão não deva passar diretamente pelo arquipélago, o seu raio de influência será suficiente para gerar linhas de instabilidade, aguaceiros intermitentes e vento forte, especialmente nos grupos Central e Oriental. Em algumas ilhas, as rajadas poderão atingir valores intensos, podendo chegar aos 75 km/h e, segundo outra previsão do mesmo portal, até aos 90 km/h nas zonas mais expostas do Grupo Central.</p>
<p>No continente, a mudança deverá ser mais gradual. Esta quinta-feira deverá trazer aumento da nebulosidade e chuva fraca a partir do final da manhã no Norte e no Centro. Entre as últimas horas do dia e as primeiras horas de sexta-feira, a depressão fria deverá começar a gerar os primeiros aguaceiros no território continental, inicialmente fracos, dispersos e mais prováveis no litoral Norte e Centro.</p>
<p><strong>Instabilidade aumenta a partir de sexta-feira</strong></p>
<p>A partir de sexta-feira, a depressão fria deverá ganhar maior influência sobre Portugal continental. O &#8216;Tempo.pt&#8217; prevê uma mudança mais significativa, com chuva mais generalizada, vento forte e possibilidade de trovoadas incorporadas nas frentes associadas à depressão.</p>
<p>Segundo a &#8216;Luso Meteo&#8217;, a depressão deverá posicionar-se no Atlântico, sensivelmente entre Açores, Madeira e Portugal continental, criando várias bandas de precipitação e frentes associadas. A previsão aponta para chuva, trovoada e algum vento entre sexta-feira e segunda ou terça-feira, embora com elevada incerteza devido à natureza deste tipo de depressão isolada a oeste da Península Ibérica.</p>
<p>Entre quinta e sexta-feira, a chuva deverá assumir sobretudo a forma de aguaceiros intermitentes, fracos e dispersos. As acumulações deverão ser, em geral, pouco expressivas, entre 1 e 5 mm, embora algumas zonas do litoral Norte, Centro e Oeste possam registar valores entre 5 e 10 mm. O Minho poderá ser uma das zonas mais afetadas nesta primeira fase, com acumulados mais elevados até ao final de sexta-feira.</p>
<p><strong>Sábado deverá ser o dia de maior agravamento</strong></p>
<p>O agravamento mais evidente deverá chegar no sábado, quando as frentes em torno da depressão fria poderão ganhar maior organização. Nessa altura, a precipitação deverá tornar-se mais frequente e generalizada no continente.</p>
<p>O &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para acumulados de chuva entre 5 e 20 mm em grande parte do território, podendo atingir localmente 25 mm em zonas do Minho e em alguns pontos dos distritos do Porto, Aveiro e Coimbra. A sul do Tejo, a precipitação também poderá ser significativa, com valores entre 5 e 25 mm em zonas dos distritos de Portalegre, Évora, Setúbal e Faro. Beja deverá ser, para já, o distrito menos atingido.</p>
<p>Além da chuva, o vento de sudoeste deverá aumentar de intensidade. As regiões a sul do Tejo, sobretudo Alentejo e Algarve, poderão ser as mais expostas durante a tarde de sábado, com rajadas próximas ou ligeiramente superiores a 60 km/h, em especial entre as 13h00 e as 19h00.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta também para um fim de semana chuvoso, fresco e ventoso, com possibilidade de trovoadas, sobretudo no litoral e em zonas montanhosas. O portal admite ainda risco localizado de granizo e de acumulação de água em algumas zonas, embora sublinhe que a previsão continua sujeita a ajustamentos.</p>
<p><strong>Chuva pode prolongar-se até ao início da próxima semana</strong></p>
<p>A instabilidade deverá prolongar-se para domingo e segunda-feira, embora a incerteza aumente a partir daí. Os modelos apontam para novos períodos de chuva ou aguaceiros relativamente frequentes e generalizados, com valores acima do normal para maio.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; refere que o episódio poderá estender-se até 11 ou 12 de maio, com precipitação praticamente generalizada, maior impacto no litoral e nas zonas montanhosas e temperaturas abaixo da média. Em alguns locais, as máximas poderão ficar entre 10 e 15 graus, sobretudo nas regiões mais expostas ao vento ou em zonas de altitude.</p>
<p>A mesma fonte admite ainda a possibilidade de uma entrada de ar frio de origem polar depois deste episódio, perto de meados do mês, com eventual queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela. Para já, esse cenário continua longe de ser certo e depende da evolução dos modelos nos próximos dias.</p>
<p><strong>Previsão ainda tem incerteza elevada</strong></p>
<p>Apesar da tendência clara para uma mudança de tempo, os meteorologistas sublinham que este tipo de depressão fria é difícil de prever. A interação com ar mais frio a nordeste, eventuais intrusões de ar seco e pequenas alterações na trajetória da depressão podem mudar a distribuição da chuva, a intensidade do vento e o risco de trovoada.</p>
<p>A recomendação, para os próximos dias, é acompanhar as atualizações meteorológicas, sobretudo para quem tem atividades ao ar livre, viagens ou deslocações em zonas mais expostas. Guarda-chuva, casaco e atenção na estrada deverão voltar a ser necessários num fim de semana de maio que poderá lembrar mais o inverno do que a primavera.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759046]]></sapo:autor>
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		<title>Horas extra nas urgências podem valer aos médicos entre 40% a 80% do salário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base, segundo o diploma que vai hoje a Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base, segundo o diploma que vai hoje a Conselho de Ministros.</P><br />
<P>O diploma, a que a Lusa teve acesso e com que o Governo pretende majorar o pagamento do trabalho extra nas urgências aos médicos do quadro, valorizando-os relativamente aos chamados médicos tarefeiros, também se aplica aos médicos internos que integrem a escala de serviço de urgência.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, deverá igualmente ser aprovado hoje em Conselho de Ministros o diploma que regula o valor do pagamento do trabalho nas urgências aos chamados médicos tarefeiros.  </P><br />
<P>O regime excecional de recompensa do desempenho com incentivo remuneratório aos médicos que exerçam funções em entidades integradas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) prevê que este valor &#8212; uma percentagem do salário base do médico &#8212; seja calculado em grupos de 48 horas. Os valores exatos ainda estão a ser negociados com os sindicatos médicos.</P><br />
<P>O documento não tem data limite para terminar, sendo que a cada ano terão de ser inicialmente esgotadas as horas de trabalho suplementar previstas na lei: 250 horas no caso dos médicos em dedicação plena e 150 horas nos restantes casos.</P><br />
<P>Só depois de ultrapassado esse valor começam a contar os blocos de 48 horas.</P><br />
<P>O diploma prevê ainda que a percentagem do incentivo devido por cada bloco de 48 horas seja majorado em 20% sempre que o médico tenha realizado, no período de oito semanas, pelo menos, 48 horas de trabalho ao sábado e/ou ao domingo e se disponibilize para fazer novo bloco de 48 horas além do período normal de trabalho.</P><br />
<P>O incentivo previsto, incluindo a majoração, não integra a remuneração base nem releva para efeitos de cálculo de quaisquer suplementos remuneratórios e compensações.</P><br />
<P>Segundo o diploma, a majoração é devida sempre que o médico realize efetivamente as horas correspondentes ao novo bloco de horas para o qual se tenha disponibilizado.</P><br />
<P>Contudo, também será paga sempre que, por razões de organização de serviço ou por &#8220;inexistência superveniente de necessidade assistencial&#8221;, não venha a ser necessária a realização efetiva das horas correspondentes ao bloco para o qual o médico se disponibilizou, desde que esta disponibilidade tenha sido &#8220;previamente registada e aceite pela entidade empregadora&#8221;.</P><br />
<P>A monitorização desta prestação de trabalho para além dos limites legais anuais do trabalho suplementar cabe ao diretor clínico e ao diretor do serviço de urgência, tendo em vista &#8220;a salvaguarda da segurança do médico e dos utentes&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759357]]></sapo:autor>
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		<title>DeepSeek poderá valer 38 mil milhões de euros com apoio de fundo estatal chinês &#8211; FT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 04:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O maior fundo de semicondutores apoiado pelo Estado chinês está a liderar a primeira ronda de financiamento da DeepSeek, 'start-up' de inteligência artificial, cuja valorização poderá atingir 45 mil milhões de dólares (38 mil milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O maior fundo de semicondutores apoiado pelo Estado chinês está a liderar a primeira ronda de financiamento da DeepSeek, &#8216;start-up&#8217; de inteligência artificial, cuja valorização poderá atingir 45 mil milhões de dólares (38 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O China Integrated Circuit Industry Investment Fund, normalmente referido como o &#8220;Big Fund&#8221;, procura liderar o investimento na DeepSeek, segundo quatro pessoas com conhecimento das negociações, citadas pelo jornal britânico Financial Times.</P><br />
<P>Outros investidores ainda em conversações para adquirir participação incluem o gigante tecnológico chinês Tencent, embora a composição final ainda não tenha sido definida, acrescentou o jornal.</P><br />
<P>A DeepSeek ganhou destaque em janeiro de 2025 com o lançamento do R1, um modelo de linguagem de código aberto, que a empresa disse ter sido treinado com apenas uma fração da capacidade computacional utilizada por modelos desenvolvidos por rivais norte-americanos, como a OpenAI.</P><br />
<P>A valorização da DeepSeek aumentou significativamente face aos 20 mil milhões de dólares (17 mil milhões de euros) estimados no início das negociações há apenas algumas semanas, à medida que os investidores apostam no potencial do laboratório, apesar da falta de foco na comercialização.</P><br />
<P>Liang Wenfeng, bilionário fundador da &#8216;start-up&#8217; com sede em Hangzhou, leste da China, poderá também investir pessoalmente nesta ronda, segundo duas das fontes. Liang controla 89,5% da DeepSeek através de participações pessoais e grupos afiliados, de acordo com documentos da empresa.</P><br />
<P>O apoio do fundo governamental da China reforçaria a posição da DeepSeek como líder no desenvolvimento de modelos avançados de IA no país, além de promover um ecossistema chinês integrado de modelos, software e &#8216;chips&#8217; domésticos.</P><br />
<P>A China lançou o apoio ao &#8220;Big Fund&#8221; em três fases, dando expressão à política de autossuficiência tecnológica do Presidente chinês, Xi Jinping, face aos esforços dos EUA de restringir o acesso do país a tecnologias como equipamentos avançados de produção de semicondutores.</P><br />
<P>O fundo reuniu 47 mil milhões de dólares (40 mil milhões de euros) do ministério das Finanças, governos locais e bancos estatais na terceira ronda de financiamento em 2024, e está mandatado para investir em equipamentos e materiais para semicondutores. Até agora, não apoiou publicamente nenhuma outra empresa de grandes modelos de linguagem (LLM) na China.</P><br />
<P>O &#8220;Big Fund&#8221; financiou empresas importantes da indústria chinesa de semicondutores, incluindo a Semiconductor Manufacturing International Corporation, a maior e mais avançada fundição do país, ou a Yangtze Memory Technologies Corp., principal fabricante de &#8216;chips&#8217; de memória da China.</P><br />
<P>A DeepSeek anunciou, no lançamento do mais recente modelo V4, que este foi otimizado para executar inferência &#8212; o cálculo que os LLMs usam para gerar respostas &#8212; nos &#8216;chips&#8217; Ascend 950PR do grupo Huawei.</P><br />
<P>As vendas de &#8216;chips&#8217; de IA da Huawei dispararam este ano, ultrapassando na China a Nvidia, maior fornecedora mundial de &#8216;chips&#8217; de IA, cujos produtos avançados continuam proibidos de entrar no país, noticiou o Financial Times na semana passada.</P><br />
<P>Ainda assim, a produção total chinesa de &#8216;chips&#8217; de IA representa apenas uma fração da dos EUA e estes processadores estão, pelo menos, duas gerações atrás dos mais desenvolvidos.</P><br />
<P>Para reduzir a diferença, Pequim conta com a cooperação entre empresas de tecnologia &#8212; desde fabricantes de &#8216;chips&#8217; a construtores de modelos &#8212; para desenvolver um ecossistema capaz de sustentar a competitividade chinesa em IA, apesar das restrições de exportação dos EUA.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759356]]></sapo:autor>
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		<title>MSF denuncia efeitos devastadores do bloqueio a Gaza entre grávidas e lactantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 04:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise alimentar provocada em 2025 por Israel ao bloquear a ajuda humanitária em Gaza teve um efeito devastador nas mulheres grávidas e lactantes, bem como nos recém-nascidos e bebés, revelou a Médicos Sem Fronteiras (MSF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A crise alimentar provocada em 2025 por Israel ao bloquear a ajuda humanitária em Gaza teve um efeito devastador nas mulheres grávidas e lactantes, bem como nos recém-nascidos e bebés, revelou a Médicos Sem Fronteiras (MSF).</P><br />
<P>O estudo revelado hoje em Genebra indica que, entre outubro de 2024 e o final de 2025, as equipas da MSF prestaram assistência a 513 crianças com menos de seis meses, das quais 91% corriam o risco de problemas de crescimento e desenvolvimento.</P><br />
<P>Em dezembro passado, 200 bebés já não faziam parte dos programas: 32% (64 crianças) tiveram de os abandonar devido à insegurança e à deslocação, e 7% (14) faleceram, segundo os dados do estudo.</P><br />
<P>Os primeiros casos de desnutrição infantil foram identificados em janeiro de 2024 e, até fevereiro passado, foram atendidas 4.176 crianças e 3.336 mulheres com desnutrição aguda, indicou a MSF.</P><br />
<P>Mais de metade das mães de recém-nascidos atendidas pela MSF foi afetada pela desnutrição em algum momento da gravidez, 25% das quais continuavam desnutridas após o parto, indicaram os estudos da organização.</P><br />
<P>A MSF estabelece uma ligação entre os dados recolhidos e o bloqueio israelita, bem como os ataques contra infraestruturas civis, incluindo estabelecimentos médicos.</P><br />
<P>&#8220;A insegurança, as deslocações da população, as restrições à ajuda humanitária e o acesso limitado a alimentos e cuidados médicos tiveram consequências devastadoras na saúde materna e neonatal&#8221;, afirma a organização, num comunicado.</P><br />
<P>&#8220;As famílias adotaram mecanismos de sobrevivência, dando frequentemente prioridade aos homens e às crianças em detrimento das mães na hora de distribuir os escassos alimentos&#8221;, descreveu a coordenadora médica da MSF para a Palestina, Marina Pomares.</P><br />
<P>A situação continua &#8220;extremamente frágil&#8221;, apesar de um cessar-fogo em vigor desde outubro, após dois anos de conflito, acrescenta a MSF, apelando a Israel para que autorize imediatamente a entrada sem entraves da ajuda em Gaza.</P><br />
<P>No terreno, &#8220;a crise de desnutrição é inteiramente provocada&#8221;, afirma a responsável médica da MSF para as emergências, Merce Rocaspana, citada no comunicado.</P><br />
<P>Antes de a guerra eclodir no território palestiniano, na sequência do ataque levado a cabo pelo movimento fundamentalista islâmico Hamas em Israel a 07 de outubro de 2023, &#8220;a desnutrição em Gaza era praticamente inexistente&#8221;, sublinha a ativista.</P><br />
<P>As equipas da MSF observaram ainda um dos fatores que contribuiu para o elevado número de abortos espontâneos foi o &#8216;stress&#8217; causado pela dificuldade de acesso à ajuda humanitária e pela insegurança. </P><br />
<P>As agências internacionais estimaram que, durante grande parte de 2025, três quartos da população de Gaza sofria de elevados níveis de insegurança alimentar e, em agosto, foi declarado o estado de fome, o primeiro de sempre registado no Médio Oriente.</P><br />
<P>A análise aponta também críticas à Gaza Humanitarian Foundation (GHF) &#8212; uma organização privada apoiada pelos Estados Unidos e por Israel &#8212;, criada em maio de 2025 para substituir a ONU e organizações não governamentais na prestação de ajuda humanitária, antes de ser dissolvida em novembro.</P><br />
<P>Com a chegada da GHF, o número de pontos de distribuição de alimentos em Gaza passou de cerca de 400 para quatro pontos &#8220;militarizados e mortíferos&#8221;, sublinha o chefe da unidade de emergência da MSF, Jose Mas, citado no estudo.</P><br />
<P>Durante esse período, acrescenta a MSF, as estruturas que apoiavam em Gaza constataram &#8220;um forte aumento do número de pacientes que procuravam tratamento devido à violência perpetrada nos pontos de distribuição alimentar e à desnutrição associada à privação de alimentos&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo Mas, o cessar-fogo trouxe alguma estabilidade, mas a situação continua extremamente frágil e as equipas da organização continuam a admitir novos doentes com desnutrição.</P><br />
<P>&#8220;A população de Gaza é obrigada a suportar condições de vida deliberadamente indignas e carece de acesso a ajuda, rendimentos e recursos básicos&#8221;, sublinha o dirigente.</P><br />
<P></P></p>
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