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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismo: Governo da Madeira apela aos empresários que ajudem o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:17:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado,  o secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues (CDS-PP), defende que &#8220;é obrigação do tecido empresarial da região apoiar, no que lhe for possível, as famílias e empresas que perderam tudo com a catástrofe provocada por estes sismos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma dívida de gratidão impagável para com a Venezuela, pela forma como acolheu milhares de madeirenses ao longo de décadas, num período difícil do nosso arquipélago, e pela forma como muitos desses emigrantes apoiaram com as suas remessas de dinheiro a Madeira e Portugal, a seguir ao 25 de Abril, quando não tínhamos divisas para comprar cereais e outros produtos essenciais&#8221;, sustenta o governante.</P><br />
<P>José Manuel Rodrigues acrescenta também que, recentemente, devido à situação de instabilidade na Venezuela, muitas pessoas instalaram-se na região, contribuindo positivamente para a economia do arquipélago.</P><br />
<P>&#8220;Não há uma família madeirense que não tenha uma ligação à Venezuela e por isso é nosso dever ajudar quem nos ajudou e quem está a sofrer uma dor inimaginável&#8221;, reforça.</P><br />
<P>O secretário regional refere que os apoios das empresas &#8220;podem ser canalizados para as várias associações de luso-venezuelanos existentes na região, como o têm feito muitos cidadãos, nos últimos dias, ou então através dos canais institucionais, para os Centros Portugueses e Casas da Madeira, assim como para as organizações humanitárias internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782718]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo/Venezuela: Associações madeirenses mobilizam-se para enviar bens essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos. </P><br />
<P>Além dos vários pontos de recolha espalhados por vários concelhos da Madeira, cerca de 10 voluntários estão hoje, até às 19:30, a recolher bens essenciais na Praça de Colombo, mais conhecida pelos locais como Praça Amarela, no centro do Funchal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a presidente da Associação da Comunidade de Imigrantes Venezuelanos na Madeira (Venecom), explicou que o local já estava autorizado para um encontro relacionado com os presos políticos do país. </P><br />
<P>No entanto, com os dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira, foi decidido mudar o objetivo da iniciativa e recolher bens essenciais para a população na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo agora é a Venezuela, por isso estamos aqui em representação de todos aqueles que estão a trabalhar. Temos pontos no Funchal, Machico, Ribeira Brava, Seixal&#8221;, destacou a responsável.</P><br />
<P>A recolha decorre até quarta-feira, numa primeira fase, e o envio para a Venezuela está previsto para sexta-feira, indicou Ana Cristina Monteiro.</P><br />
<P>As pessoas estão a entregar principalmente medicamentos, produtos de higiene e alimentos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, nós estamos a preparar um inventário para sabermos o que mais temos e o que mais precisamos, para nestes últimos dias tentar pedir aquilo que estão a necessitar&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Ana Cristina Monteiro afirmou que tem havido uma adesão positiva ao apelo de ajuda, realçando que &#8220;as pessoas têm mostrado uma solidariedade imensa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A comunidade madeirense está muito ligada à comunidade venezuelana. Todos têm uma familiar onde sucederam os terramotos, são os locais onde há uma maior incidência de comunidade madeirense&#8221;, realçou.</P><br />
<P>&#8220;Mais que um apelo, o que nós temos é de agradecer a ajuda de todas as pessoas que se têm mobilizado porque realmente temos recebido bastante ajuda&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Mais de 80% da comunidade portuguesa na Venezuela é originária da Região Autónoma da Madeira.</P><br />
<P>Segundo o governo português, cerca de 220.000 pessoas estavam registadas nos serviços consulares na Venezuela em novembro do ano passado, mas este número não inclui os lusodescendentes, pelo que as autoridades calculam que a dimensão da comunidade &#8220;seja bastante superior&#8221;, tendo em conta que o registo consular não é obrigatório.</P><br />
<P>   Fontes da própria comunidade estimam que o número, incluindo os lusodescendentes, possa rondar os 1,2 milhões de pessoas.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782717]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem preços abaixo da média, mas o poder de compra conta outra história: os países mais caros e mais baratos da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
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					<description><![CDATA[Indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continua a ser mais barato do que a média da União Europeia no custo de bens e serviços de consumo, mas esse dado conta apenas uma parte da história. Segundo os dados do Eurostat citados pela &#8216;Euronews&#8217;, o mesmo cabaz que custa 100 euros em média na UE fica por 85,3 euros em Portugal. À primeira vista, o país surge numa posição relativamente favorável. Na prática, porém, a comparação só faz sentido quando se cruza o preço das coisas com os salários e o rendimento disponível das famílias.</p>
<p>O indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação. A escala é simples: 100 corresponde à média da União Europeia. Acima desse valor, o país é mais caro. Abaixo, é mais barato.</p>
<p>Portugal aparece nos 85,3 pontos, abaixo de países como Espanha, Eslovénia, Chipre, Malta, Estónia, Itália, França ou Alemanha. Também fica ligeiramente acima da Grécia, que regista 84 pontos, e claramente acima de países como Croácia, Hungria, Polónia, Bulgária ou Roménia. O dado coloca Portugal no grupo dos países com preços inferiores à média comunitária, mas longe dos valores mais baixos registados no leste e sudeste da Europa.</p>
<p>A comparação com Espanha é particularmente próxima para o consumidor português. O país vizinho surge nos 91,1 pontos, ou seja, o mesmo cabaz que custa 85,3 euros em Portugal custaria cerca de 91,1 euros em Espanha. A diferença é de 5,80 euros por cada 100 euros de referência europeia. Já face à Alemanha, onde o índice é de 109,1, o contraste é maior: esse mesmo cabaz custaria mais 23,8 euros do que em Portugal.</p>
<p>A posição portuguesa ajuda a perceber a armadilha destes rankings. Um país pode ter preços abaixo da média europeia e, ainda assim, muitas famílias sentirem dificuldade em acomodar despesas essenciais. O motivo está no poder de compra. Preços mais baixos não significam automaticamente vida mais acessível se os salários também forem mais baixos e se o rendimento disponível for limitado.</p>
<p>É essa a leitura defendida por Robert Inklaar, professor da Universidade de Groningen, ouvido pela &#8216;Euronews Business&#8217;. O economista sublinha que os números devem ser sempre analisados em conjunto com os rendimentos, porque o que conta para o nível de vida não é apenas o preço de um bem ou serviço, mas aquilo que um salário local consegue comprar localmente.</p>
<p>A partir de Portugal, o mapa europeu mostra uma divisão clara. O Norte e o Oeste da Europa concentram os países mais caros, enquanto a Europa Central, de Leste e do Sudeste permanece abaixo da média. Dentro da União Europeia, o Luxemburgo lidera a tabela, com um índice de 148. Isto significa que um cabaz que custa 100 euros em média na UE custaria 148 euros no Luxemburgo. No extremo oposto entre os Estados-membros está a Roménia, com 58,9 pontos. A diferença é expressiva: os preços no Luxemburgo são cerca de 2,5 vezes superiores aos da Roménia.</p>
<p>Quando a análise inclui países fora da União Europeia, o fosso aumenta. A Islândia é o país mais caro da lista, com 183,7 pontos, seguida da Suíça, com 181. Na prática, o cabaz médio europeu de 100 euros custaria 183,70 euros na Islândia e 181 euros na Suíça. No outro extremo está a Macedónia do Norte, onde o mesmo cabaz ficaria por 49,70 euros. A distância entre os dois extremos chega assim a quase quatro vezes.</p>
<p>Entre os países mais caros surgem ainda a Dinamarca, com 140,2 pontos, a Irlanda, com 139,6, e a Noruega, com 138,4. Suécia e Finlândia também estão bem acima da média europeia, com 128,4 e 126,1 pontos, respetivamente. Os Países Baixos, a Áustria e a Bélgica completam o grupo de países onde os consumidores pagam mais do que a média comunitária pelo mesmo conjunto de bens e serviços.</p>
<p>Entre as maiores economias da União Europeia, a Alemanha é a mais cara, com preços 9,1% acima da média da UE. França também fica acima da média, com 106,4 pontos. Itália surge ligeiramente abaixo, com 98, enquanto Espanha se situa nos 91,1. Isto significa que, entre estas quatro grandes economias, Espanha é a mais barata e a Alemanha a mais cara.</p>
<p>Na parte inferior da tabela, os valores mostram uma Europa bastante mais barata fora do centro económico do continente. A Macedónia do Norte regista 49,7 pontos, a Turquia 52,2, a Bósnia e Herzegovina 55,7, a Roménia 58,9 e a Bulgária 60. Seguem-se Montenegro, Sérvia, Albânia, Polónia e Hungria, todos claramente abaixo da média europeia.</p>
<p>A explicação para estas diferenças passa sobretudo pelos salários e pela produtividade. Segundo Robert Inklaar, nos países onde os trabalhadores são mais produtivos, os salários tendem a ser mais elevados, e esses salários entram diretamente no preço de bens e serviços produzidos localmente. Uma refeição num restaurante, uma renda, uma consulta, uma ida ao cabeleireiro ou uma creche não podem ser importadas de outro país, pelo que os custos acompanham a realidade salarial local.</p>
<p>Mesmo os bens vendidos em supermercado ou as peças de roupa têm uma forte componente local. O produto pode ser semelhante, mas a loja, os trabalhadores, o transporte, a renda do espaço, a distribuição e os impostos variam de país para país. Diferenças no IVA e noutros impostos sobre o consumo também ajudam a explicar porque o mesmo produto não custa o mesmo em toda a Europa.</p>
<p>Rainer Maurer, professor reformado da Universidade de Pforzheim, acrescenta que, nos países da zona euro, existe uma relação positiva entre níveis de preços e PIB per capita. Ou seja, os países mais caros tendem também a ser os mais ricos. A conclusão é menos simples do que parece: Portugal é mais barato do que a média europeia, mas a verdadeira pergunta para as famílias portuguesas não é apenas quanto custa o cabaz. É quanto sobra depois de o pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782006]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dezenas de milhares de pessoas na marcha do Orgulho LGBTQ+ em Budapeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.</P><br />
<P>    A marcha teve início esta, quando as temperaturas atingiram pelo menos 38 graus celsius, no meio de uma onda de calor recorde que assola a maior parte da Europa. Os organizadores distribuíram garrafas de água aos participantes, e a empresa municipal de abastecimento de água abriu fontes ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Os participantes partiram da Ópera de Budapeste e percorreram o centro da cidade antes de atravessarem a Ponte Erzsébet sobre o rio Danúbio. Membros da comunidade LGBTQ+ da Hungria e multidões de apoiantes dançaram ao som da música e agitaram bandeiras arco-íris.</P><br />
<P>    Luca Új, que participava no seu terceiro evento do Orgulho, disse que sentia que o ambiente na marcha estava mais descontraído agora que o governo de Orbán, que implementou inúmeras políticas anti-LGBTQ+ durante os seus 16 anos no poder, tinha sido derrotado.</P><br />
<P>    &#8220;Costumava haver muita tensão, mas agora vejo as pessoas de alguma forma mais felizes, e há também mais pessoas mais velhas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>    A marcha do Orgulho de sábado ocorreu pouco mais de um ano depois de o governo nacionalista de Orbán ter aprovado legislação e uma emenda constitucional para proibir o evento, o que suscitou críticas de grupos de direitos humanos e políticos de toda a União Europeia.</P><br />
<P>    No entanto, desafiando abertamente a proibição, a Marcha do Orgulho do ano passado decorreu conforme previsto e foi a maior da história da Hungria, com os organizadores a estimarem a afluência em mais de 350.000 pessoas. A enorme afluência à marcha, que o governo há meses insistia que já não seria permitida, foi vista como um grande golpe no prestígio de Orbán.</P><br />
<P>    Orbán foi derrotado nas eleições de abril por um adversário de centro-direita, o primeiro-ministro Péter Magyar e o seu partido Tisza. O novo governo da Hungria não revogou a legislação da era Orbán que proibia a Parada do Orgulho, mas este ano a polícia autorizou o evento e assegurou a segurança ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Kristóf Györgyi, que participou pela primeira vez na Parada do Orgulho e viajou para Budapeste vindo da cidade de Szeged, no sul do país, afirmou ter grandes esperanças de que o novo governo da Hungria tome medidas para alargar aos grupos de minorias sexuais os direitos que já existem em muitos outros países europeus.</P><br />
<P>    O anterior governo da Hungria insistiu durante muito tempo que o Orgulho, uma celebração da visibilidade LGBTQ+ e da luta pela igualdade de direitos, constituía uma violação dos direitos das crianças ao desenvolvimento moral e espiritual &#8212; algo que os grupos de defesa dos direitos humanos e muitos especialistas rejeitaram.</P><br />
<P>    Em abril, o tribunal mais alto da UE decidiu que a legislação da era Orbán, de 2021, que proibia o acesso de menores a conteúdos LGBTQ+, viola a legislação da UE e infringe um tratado fundamental que garante o respeito pelos direitos humanos e pela igualdade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782716]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE indicou também que estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, 51 dos quais homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.</P><br />
<P>Os dados mais recentes do MNE dão conta que dos 41 mortos, 35 são adultos e seis crianças, sendo que 34 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento. </P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 15:00, referia 36 portugueses ou lusodescendentes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A equipa portuguesa, composta por 64 elementos, já chegou ao país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>PAL / CMP // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782715]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Isabel Estrada Carvalhais entra para a direção nacional do PS e sai Pedro Coimbra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/isabel-estrada-carvalhais-entra-para-a-direcao-nacional-do-ps-e-sai-pedro-coimbra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:40:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção, informou hoje o partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção, informou hoje o partido.</P><br />
<P>Segundo uma nota divulgada pelo PS, Isabel Estrada Carvalhais, antiga deputada no Parlamento Europeu e professora na Universidade do Minho, &#8220;filiou-se no Partido Socialista após a eleição de José Luís Carneiro para secretário-geral, tendo presidido à sua Comissão de Honra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A entrada de Isabel Estrada Carvalhais na direção do partido representa um reforço político do Secretariado Nacional, trazendo para a direção nacional do Partido a experiência adquirida no Parlamento Europeu e o seu percurso académico e cívico&#8221;, acrescenta o partido na mesma nota.</P><br />
<P>Em resposta à agência Lusa, fonte oficial do PS acrescenta que sai da direção dos socialistas o deputado Pedro Coimbra, por ter sido eleito presidente da Federação Distrital de Coimbra do partido.</P><br />
<P>Esta mudança na direção de José Luís Carneiro é anunciada um dia antes da reunião da Comissão Nacional do PS, órgão máximo entre congressos, que terá como ponto único da ordem de trabalhos a &#8220;apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional&#8221;, que decorreu no final de março, em Viseu.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (JF) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782714]]></sapo:autor>
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		<title>Investigador particular apanha funcionário que faltava ao trabalho e fingia estar presente: tribunal confirma despedimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunais entenderam que nada disso justificava aquilo que ficou provado: ausentava-se repetidamente do trabalho durante várias horas e fazia parecer que continuava ao serviço]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante mais de 15 anos, foi funcionário público numa câmara municipal da zona de Barcelona. Trabalhava como assistente social desde 2007, tinha uma carreira longa no município e, quando foi confrontado com o processo disciplinar, explicou que atravessava uma fase pessoal difícil: um divórcio doloroso, problemas psiquiátricos e dependência associada ao alcoolismo. Ainda assim, os tribunais entenderam que nada disso justificava aquilo que ficou provado: ausentava-se repetidamente do trabalho durante várias horas e fazia parecer que continuava ao serviço.</p>
<p>A história, relatada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, acabou no Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, que confirmou o despedimento disciplinar do trabalhador. Em causa estavam faltas sucessivas entre 19 de abril e 4 de maio de 2023. Segundo a decisão, o funcionário saía do posto de trabalho sem registar a saída e simulava a presença no serviço. Num dos dias, terá passado grande parte do horário em bares.</p>
<p>A situação foi detetada com recurso a um investigador particular e cruzada com o sistema de controlo de acessos da autarquia. Em abril de 2024, a câmara comunicou-lhe o despedimento por abandono do serviço e violação grave das funções essenciais do cargo. As infrações foram consideradas muito graves no regime aplicável à função pública espanhola.</p>
<p>O trabalhador contestou a decisão. Primeiro, alegou que as ausências tinham de ser vistas à luz do momento pessoal que vivia. Disse estar a passar por um divórcio particularmente duro, com impacto psicológico, e invocou também dependência de álcool. Mas os juízes entenderam que essa explicação não ficou suficientemente demonstrada. Os certificados médicos apresentados eram posteriores aos dias em que ocorreram as ausências e não provavam que, naquele período, tivesse uma doença ou dependência capaz de anular a sua responsabilidade.</p>
<p>Também tentou afastar as provas recolhidas pelo investigador particular, alegando que não deveriam ter sido admitidas. O tribunal rejeitou esse argumento, sobretudo porque o trabalhador não tinha contestado essas provas no processo disciplinar nem no julgamento. Além disso, admitiu expressamente que se tinha ausentado do trabalho.</p>
<p>O caso coloca uma questão sensível: até onde deve ir a compreensão por problemas pessoais quando há uma quebra de confiança no local de trabalho? Para o tribunal, a resposta passou pela repetição dos comportamentos e pela simulação de presença. Não se tratava apenas de faltar, mas de fazer constar que estava ao serviço quando não estava.</p>
<p>A antiguidade também não foi suficiente para travar o despedimento. O funcionário argumentou que trabalhava na câmara desde 2007, que não tinha havido danos relevantes para a autarquia e que a sanção era desproporcionada. Os juízes discordaram. Consideraram que não ficou provada qualquer tolerância da entidade patronal perante este tipo de conduta e que as ausências, por serem repetidas e ocultadas, eram suficientemente graves.</p>
<p>O &#8216;HuffPost&#8217; escreve que o tribunal confirmou a posição já assumida pelo Tribunal Social n.º 1 de Granollers, que tinha dado razão à câmara municipal e declarado o despedimento justificado. Para os juízes, o abandono do posto de trabalho e a omissão do registo das ausências, com simulação de presença, representaram uma quebra de confiança incompatível com a manutenção do vínculo laboral.</p>
<p>A sentença ainda pode ser contestada junto do Supremo Tribunal, mas a decisão deixa uma mensagem clara: problemas pessoais podem ser relevantes num processo disciplinar, mas têm de ser provados e ligados aos factos em causa. Quando há ausências repetidas, ocultação e fingimento de presença, a confiança pode ficar irremediavelmente quebrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782018]]></sapo:autor>
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		<title>Centenário de Manuel Cargaleiro celebrado com exposições e novo polo museológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O centenário do nascimento do ceramista Manuel Cargaleiro vai ser celebrado com exposições, apoios à criação e aos jovens artistas e inauguração de um novo polo museológico em Castelo Branco.</P><br />
<P>&#8220;O Centenário é, antes de tudo, um compromisso com o legado de Manuel Cargaleiro e Castelo Branco é o eixo a partir do qual a obra do mestre alcança o resto do país e o estrangeiro&#8221;, explicou à agência Lusa o diretor da Fundação Manuel Cargaleiro, Gonçalo Garcia Magano.</P><br />
<P>A inauguração de uma exposição dedicada ao ceramista Manuel Cargaleiro, no Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo, em Vila Velha de Ródão (CIART), marca o início, hoje, das comemorações do centenário do nascimento do artista.</P><br />
<P>Estruturado em dois eixos (apoio à criação e aos jovens artistas, e programação expositiva e internacionalização), o programa reúne exposições, prémios para jovens artistas, criação artística original e projetos de investigação e conservação, desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais.</P><br />
<P>As Comemorações do Centenário de Manuel Cargaleiro (1927&#8211;2027), assinalam o nascimento de um dos mais influentes artistas portugueses do século XX, sendo Castelo Branco, a cidade que acolhe a sede da Fundação e o Museu Cargaleiro, o parceiro principal e ponto de referência de todo o ciclo comemorativo, entre 2026 e 2028.</P><br />
<P>No que diz respeito ao apoio à criação e aos jovens artistas, os Prémios Manuel Cargaleiro constituem a sua face mais visível, com a primeira edição realizada pela Fundação e com o apoio da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Câmara Municipal de Castelo Branco.</P><br />
<P>Na programação expositiva surge em grande destaque &#8220;Nove décadas, um legado: entre memória e criação, construir o futuro&#8221;, um projeto que nasce para desenhar uma das maiores exposições alguma vez dedicadas a Manuel Cargaleiro.</P><br />
<P>Projetada para ser apresentada no Centro de Exposições do Pavilhão de Portugal a 16 de março 2027, numa parceria com a Universidade de Lisboa, a exposição percorrerá, década a década, a obra do artista e cruza, num único percurso, a obra visual e a criação musical contemporânea.</P><br />
<P>O programa integra quatro obras musicais originais, encomendadas pela Fundação Manuel Cargaleiro, inspiradas no percurso artístico e biográfico do mestre.</P><br />
<P>As obras, assinadas pelos compositores Pedro Lima, Dimitris Andrikopoulos, Sofia Sousa Rocha e Solange Azevedo, são autónomas, mas permitirão, no seu conjunto, uma leitura unitária com nove andamentos, correspondentes às nove décadas explanadas na exposição.</P><br />
<P>A direção artística e a interpretação ficam a cargo do Lontano Trio, com Clara de Sousa Gonçalves, Francisco Martins e Pedro Vasquinho.</P><br />
<P>Segundo o diretor da Fundão, mais do que uma mostra na capital, &#8220;Nove décadas, um legado: entre memória e criação, construir o futuro&#8221; procura projetar o nome de Castelo Branco junto de novos públicos, convidando quem descobre a obra em Lisboa a conhecê-la na sua origem.</P><br />
<P>&#8220;É também por isso que a iniciativa, embora apresentada em Lisboa, prolonga o trabalho desenvolvido a partir de Castelo Branco e regressa depois à cidade: a sua narrativa e a componente de mediação sonora serão integradas na requalificação da exposição permanente do Museu Cargaleiro, prevista para 2028&#8221;.</P><br />
<P>Em setembro de 2027, Castelo Branco volta a ser protagonista das comemorações, com a inauguração do Polo da Cerâmica do Museu Cargaleiro, instalado num edifício requalificado na Rua Vaz Preto, no antigo Quartel da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Este terceiro polo do Museu acolhe uma grande exposição de longa duração dedicada à obra cerâmica do Mestre e consolida a presença da coleção e da Fundação no território&#8221;.</P><br />
<P>O ciclo internacional contempla ainda a inauguração do Museo Diffuso Manuel Cargaleiro, em Ravello, Itália, em data a anunciar.</P><br />
<P>A Fundação Manuel Cargaleiro lançou também uma página dedicada ao Centenário no seu sítio oficial: www.centenario.fundacaomanuelcargaleiro.pt</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782713]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:58:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela chegou hoje àquele país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela chegou hoje àquele país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>&#8220;Os operacionais encontram-se neste momento a proceder à descarga de material, aguardando a atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, no âmbito do esforço internacional de resposta aos sismos que afetaram o país&#8221;, refere a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) numa nota divulgada nas redes sociais.</P><br />
<P>A ANEPC dá conta que a Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa, composta por 64 elementos, chegou ao Aeropuerto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, na Venezuela, em dois voos da Força Aérea Portuguesa.</P><br />
<P>Segundo a ANEPC, o primeiro avião aterrou às 13:15 (08:15 hora local) e o segundo às 14:50 (09:50 hora local).</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 36 portugueses e lusodescendentes, e outros 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782712]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica sagra-se campeão feminino de hóquei em patins pela 13.ª vez seguida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:51:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica conquistou hoje o seu 13.º título de campeão português feminino de hóquei em patins consecutivo, ao vencer, por 4-3, após reviravolta, no terreno do Gulpilhares o segundo jogo da final, que esteve uma hora interrompido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica conquistou hoje o seu 13.º título de campeão português feminino de hóquei em patins consecutivo, ao vencer, por 4-3, após reviravolta, no terreno do Gulpilhares o segundo jogo da final, que esteve uma hora interrompido.</P><br />
<P>Marlene Sousa, Aimée Blackman, Maria Sofia Silva e Raquel Santos marcaram os golos das &#8216;encarnadas&#8217;, que estavam a perder por 3-1 ao intervalo, já depois da interrupção do encontro, devido a desacatos nas bancadas do pavilhão, onde Inês Gomes e Bia Silva, por duas vezes, assinaram os tentos da equipa de Vila Nova de Gaia.</P><br />
<P>Com este triunfo, após a vitória no primeiro jogo por 7-0, o tridecacampeão Benfica destacou-se ainda mais na liderança do historial da competição, com estes 13 títulos seguidos, à frente da Fundação Nortecoope e do CD Nortecoope, ambos com cinco troféus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782711]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gabriel Albuquerque de prata na Taça do Mundo de trampolins de Arosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:41:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ginasta português Gabriel Albuquerque foi hoje segundo classificado no trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa, na Suíça, sendo apenas superado pelo chinês Zisai Wang.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ginasta português Gabriel Albuquerque foi hoje segundo classificado no trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa, na Suíça, sendo apenas superado pelo chinês Zisai Wang.</P><br />
<P>O olímpico português, de 20 anos, terminou a final com uma série pontuada em 64,550, enquanto o vencedor somou 66,580 pontos.</P><br />
<P>A medalha de bronze ficou para o neozelandês Dylan Schmidt, com 61,440 pontos. </P><br />
<P>Durante a manhã, Gabriel Albuquerque superou a meia-final, na quinta posição, com 61,260 pontos. </P><br />
<P>Pedro Ferreira, que também competiu nas &#8216;meias&#8217;, terminou no 18.º lugar, com 37,660 pontos, fruto de uma série incompleta. </P><br />
<P>Também Sofia Correia não conseguiu completar a sua série, realizando apenas um salto dos 10 previstos, e ficou igualmente fora da final feminina do trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782710]]></sapo:autor>
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		<title>Festas de Porto de Mós homenageiam cerca de 1.800 estrangeiros que vivem no concelho</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:23:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cerca de 1.800 estrangeiros de quase 50 nacionalidades que vivem em Porto de Mós são homenageados nas Festas de São Pedro, que hoje arrancam naquele concelho do distrito de Porto de Mós, destacou o presidente da câmara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cerca de 1.800 estrangeiros de quase 50 nacionalidades que vivem em Porto de Mós são homenageados nas Festas de São Pedro, que hoje arrancam naquele concelho do distrito de Porto de Mós, destacou o presidente da câmara.</P><br />
<P>Na Gala dos Prémios D. Fuas, que marca o arranque dos festejos de Porto de Mós, presidente Jorge Vala realçou o &#8220;simbolismo particular&#8221; desta edição das tradicionais festas, dedicadas ao tema &#8220;Encontro de culturas&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;Não podemos ignorar aqueles que escolheram Porto de Mós para trabalhar, viver e partilhar a sua cultura. Por isso, as festas de São Pedro deste ano ganham um significado mais profundo porque as vamos viver sob o signo do encontro de cultura&#8221;, disse o autarca.</P><br />
<P>O encontro de culturas é a forma do concelho agradecer a quem, &#8220;vindo de fora, com o seu suor e competência, ajuda a escrever o desenvolvimento sustentado que Porto de Mós reconhece&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;São quase 1.800 estrangeiros residentes estrangeiros, de cerca de 50 nacionalidades diferentes e que, por si só, contribuem para a Segurança Social, por mês, como mais de 700 mil euros&#8221;, detalhou Jorge Vala. </P><br />
<P>No início dos Prémios D. Fuas, que reconhece e distingue o tecido empresarial do concelho, o autarca agradeceu &#8220;a todos os empresários do nosso concelho, homens e mulheres, que com visão e resiliência mantêm as nossas empresas vivas, geram emprego e fixam riqueza no território&#8221;. </P><br />
<P>Mas, acrescentou, dirigindo-se aos empresários e entidades presentes na sessão, &#8220;permitam-me que reconheça os nossos trabalhadores estrangeiros&#8221;: &#8220;São eles que, lado a lado com os restantes trabalhadores, operam as máquinas, manejam os materiais, cuidam das linhas de produção, servem às mesas, assistem nos lares e tantas outras tarefas que movem o nosso quotidiano&#8221;. </P><br />
<P>Em Porto de Mós, um concelho sem desemprego, os estrangeiros &#8220;não são vistos como mão de obra&#8221;, mas &#8220;também como pessoas, como vizinhos, como parceiros desta comunidade que somos todos. Trazem consigo línguas, costumes, gastronomias e histórias que enriquecem a nossa alma coletiva&#8221;. </P><br />
<P>A cidadãos estrangeiros desafiam os locais a serem &#8220;mais abertos, mais tolerantes, mais humanos&#8221;, reconheceu Jorge Vala, desejando que as festas, que decorrem até 05 de julho, sirvam de &#8220;abraço simbólico a todos os que vindos de fora fazem de Porto de Mós a sua casa&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782709]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Américo Ramos declara-se novo líder da ADI, após congresso contestado pela direção do partido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:21:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro são-tomense Américo Ramos declarou-se hoje novo líder da Ação Democrática Independente (ADI), após um congresso contestado pela direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro são-tomense Américo Ramos declarou-se hoje novo líder da Ação Democrática Independente (ADI), após um congresso contestado pela direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada.</P><br />
<P>&#8220;Tendo havido já uma decisão do Tribunal Constitucional através do acórdão, era necessário fazer um congresso dentro do prazo estipulado [&#8230;] não tendo sido feito [pela direção do partido], decidimos, a maioria de militantes e delegados aos congressos, e conselheiros do Conselho Nacional reunimo-nos aqui para realizar&#8221;, disse Américo Ramos.</P><br />
<P>O declarado V Congresso Extraordinário da ADI foi realizado à margem da direção do partido, com a cobertura exclusiva da Televisão Santomense (TVS).</P><br />
<P>&#8220;Eu desde a primeira hora manifestei, desde novembro, [do ano passado] como candidato à liderança do partido por isso é que o fizemos e eu venci porque era a única lista&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Na sexta-feira a direção da ADI, liderada por Patrice Trovoada pediu ao Tribunal Constitucional que proíba o primeiro-ministro são-tomense, Américo Ramos, e os seus apoiantes de realizar reuniões com militantes do partido.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos a pedir que os tribunais travem estas reuniões, quer seja o congresso ou as reuniões que eles fazem aqui, inclusive exibindo os símbolos do partido, que isto é totalmente errado, contra a lei, isto é ilegal&#8221;, disse o porta-voz da ADI, Alexandre Guadalupe após a entrega de uma providência cautelar no TC.</P><br />
<P>No mês de março o TC aceitou uma providência cautelar apresentada pelo grupo que apoia Américo Ramos e impediu a realização de um Conselho Nacional organizado pela direção da ADI, presidida pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, que pretendia adiar o congresso eletivo agendado para abril, mas que não aconteceu.</P><br />
<P>Num acórdão de 28 de maio, o Tribunal Constitucional ordenou a ADI a convocar o congresso num prazo não superior a 30 dias, mas o presidente do partido, Patrice Trovoada declarou que não acataria a decisão.</P><br />
<P>Após o congresso de hoje, Américo Ramos disse tem todas as condições para ser conhecido pelo TC como novo presidente da ADI.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos fazer as coisas de acordo com a lei, com o estatuto. Vamos enviar os documentos todos ao Tribunal Constitucional e achamos que há todas as condições criadas para que o Américo Ramos e a sua equipa seja legitimamente a nova direção do ADI&#8221;, disse Américo Ramos.</P><br />
<P>O político prometeu mudanças na ADI, sobretudo para tornar o partido &#8220;mais inclusivo e mais democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós queremos abrir as portas do ADI, queremos tornar um ADI que consegue incluir todos os militantes [&#8230;] o ADI cessante é um AD que exclui os seus militantes, quem tiver opinião contrária, quem contestar a posição do líder é posto pura e simplesmente de fora da atividade do ADI e nós queremos evitar isso&#8221;, prometeu.</P><br />
<P>A crise interna da ADI agudizou-se após a demissão do Governo de Patrice Trovoada em janeiro de 2025 pelo Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova que rejeitou vários nomes propostos pelo partido e escolheu para primeiro-ministro o ex-secretário-geral do partido, Américo Ramos contra a indicação da direção da ADI.</P><br />
<P>Desde então o partido demarcou-se do Governo, e rompeu posteriormente com os seus elementos que o integraram.</P><br />
<P>São Tomé e Príncipe terá eleições presidenciais em 19 de julho e legislativas, autárquicas e regional em 27 de setembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782708]]></sapo:autor>
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		<title>República Checa regista recorde de temperatura de 40,6°C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:16:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A República Checa registou hoje uma temperatura recorde de 40,6 graus Celsius (ºC) em Doksany, a norte da capital Praga, segundo o serviço meteorológico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A República Checa registou hoje uma temperatura recorde de 40,6 graus Celsius (ºC) em Doksany, a norte da capital Praga, segundo o serviço meteorológico. </P><br />
<P>O anterior recorde, de 40,4ºC, tinha sido estabelecido em 2012, em Dobrichovice (sudoeste de Praga), informou a agência meteorológica checa, citada pela AFP.</P><br />
<P>Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado pelo World Weather Attribution na sexta-feira.</P><br />
<P>A análise realizada em 854 cidades de um total de 30 países europeus concluiu que 385 localidades ultrapassaram ou poderão ultrapassar nos próximos dias os registos mais elevados de temperatura de globo e bulbo húmido.</P><br />
<P>Este indicador, conhecido pela sigla em inglês, WBGT, é uma estimativa real do efeito da temperatura, da humidade, da velocidade do vento e da radiação visível e infravermelha no ser humano.</P><br />
<P>Os investigadores alertam que a combinação de temperaturas extremas e elevada humidade aumenta significativamente os riscos para a saúde, especialmente entre idosos, trabalhadores ao ar livre, crianças e pessoas vulneráveis.</P><br />
<P>Os cientistas atribuem a intensidade destes fenómenos ao impacto do aquecimento global, provocado pelas &#8220;emissões contínuas de combustíveis fósseis&#8221; para a atmosfera.</P><br />
<P>O secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Simon Stiell, afirma que o calor extremo que está a afetar a Europa é um sintoma de que as alterações climáticas &#8220;avançam sem controlo&#8221;, provocadas pelo &#8220;vício mundial na queima de carvão, petróleo e gás&#8221;, embora sublinhe que &#8220;as soluções são igualmente claras&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Stiell, é necessária &#8220;uma transição mais rápida para as energias limpas, que agora são muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, bem como a proteção das florestas e a promoção da resiliência climática&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782707]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo de 6,1 na escala de Richter sentido no Afeganistão e no Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:16:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 6,1 escala de Richter atingiu hoje o leste do Afeganistão, segundo o Instituto de Estudos Geológicos dos Estados Unidos (USGS), tendo jornalistas da AFP em Cabul sentido as tremores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 6,1 escala de Richter atingiu hoje o leste do Afeganistão, segundo o Instituto de Estudos Geológicos dos Estados Unidos (USGS), tendo jornalistas da AFP em Cabul sentido as tremores.</P><br />
<P>   O sismo abalou as províncias do leste do país, nomeadamente as de Khost e Nangarhar, e foi também sentido em Islamabad, a capital do Paquistão, precisaram os jornalistas da AFP. </P><br />
<P>O epicentro foi localizado no nordeste do Afeganistão, a uma profundidade superior a 208 quilómetros, segundo o USGS. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782706]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: PS defende &#8220;boa articulação&#8221; entre a proteção civil e ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:13:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que, a propósito do apoio à Venezuela, que o mais importante é uma "boa articulação" entre a proteção civil nacional, europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que, a propósito do apoio à Venezuela, que o mais importante é uma &#8220;boa articulação&#8221; entre a proteção civil nacional, europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU). </P><br />
<P>&#8220;Nestas primeiras horas, o mais importante é a boa coordenação entre forças e serviços da proteção civil. Quer da proteção civil europeia, quer da nacional e sublinho, a articulação com as Nações Unidas&#8221;, defendeu José Luís Carneiro.</P><br />
<P>O líder do PS disse que a ONU tem &#8220;centenas de funcionários&#8221; em Caracas e, agora, &#8220;a grande questão está em garantir a boa integração de meios e de ser capaz de reforçar os meios à medida que as necessidades o vão justificando&#8221;.</P><br />
<P>Nesse sentido, disse que propôs esta sexta-feira ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que &#8220;convocasse a comissão nacional de proteção civil para ele próprio, com autoridade política que tem, possa articular-se com os diferentes Ministérios&#8221;.</P><br />
<P>Ou seja, que Ministério dos Negócios Estrangeiros, que tem a responsabilidade diplomática, &#8220;possa articular-se com o da Defesa Nacional e o da Administração Interna.</P><br />
<P>&#8220;De forma a que todos articulados e devidamente coordenada, possam responder a esta crise que se abateu sobre um país que já vivia em tão grandes dificuldades&#8221;, disse.</P><br />
<P>O secretário-geral socialista apresentou &#8220;toda a disponibilidade do PS na Assembleia da República, no Parlamento Europeu, para apoiar as autoridades portuguesas a responderem de forma eficaz a esta necessidade e tragédia&#8221;.</P><br />
<P>Carneiro considerou que os números de vítimas conhecidos às primeiras horas dos sismos &#8220;eram, infelizmente, números que iriam subir, porque, os desaparecidos são muitos&#8221; em La Guaira e Caracas, particularmente Caracas que tem milhões de pessoas.</P><br />
<P>&#8220;A nossa comunidade portuguesa encontra-se muito em Caracas e em La Guaira e, ontem [sexta-feira] eram 28 e hoje já vai em mais de 30 e, infelizmente, lamentavelmente, vamos ver os números a crescer e, por isso, a minha palavra de profunda solidariedade e de fraternidade para todos os portugueses e lusodescendentes na Venezuela&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>José Luís Carneiro apresentou ainda &#8220;toda a disponibilidade do PS para apoiar as autoridades nacionais no esforço para projetar os recursos e meios necessários para apoiar a comunidade portuguesa&#8221; que se encontra na Venezuela e que diz conhecer &#8220;muito bem e com muita proximidade&#8221;.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 36 portugueses e lusodescendentes, e outros 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782705]]></sapo:autor>
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		<title>‘Jiu jitsu meteorológico’: a estranha técnica dos cientistas para desviar ondas de calor, furacões e cheias antes do desastre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jiu-jitsu-meteorologico-a-estranha-tecnica-dos-cientistas-para-desviar-ondas-de-calor-furacoes-e-cheias-antes-do-desastre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia parece saída de ficção científica, mas está a ser estudada como possível resposta a fenómenos meteorológicos extremos: usar pequenas intervenções na atmosfera, feitas no momento certo, para desviar ou enfraquecer ondas de calor, furacões e rios atmosféricos antes de causarem estragos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia parece saída de ficção científica, mas está a ser estudada como possível resposta a fenómenos meteorológicos extremos: usar pequenas intervenções na atmosfera, feitas no momento certo, para desviar ou enfraquecer ondas de calor, furacões e rios atmosféricos antes de causarem estragos. De acordo com o &#8216;Daily Mail&#8217;, investigadores da Arizona State University defendem que esta técnica, chamada ‘Weather Jiu-Jitsu’, ou ‘jiu jitsu meteorológico’, poderia ajudar a empurrar sistemas meteorológicos para longe de trajetórias perigosas.</p>
<p>O princípio é simples na formulação e complexo na execução: em vez de tentar combater diretamente um fenómeno extremo quando já está no auge, os cientistas propõem pequenas operações de sementeira de nuvens nos dias anteriores ao pico do evento. A lógica do ‘jiu jitsu’ está precisamente aí: usar a própria dinâmica da atmosfera para redirecionar a força do sistema, em vez de tentar vencê-lo pela força bruta.</p>
<p>A sementeira de nuvens é uma técnica de geoengenharia usada para estimular a precipitação. Substâncias como iodeto de prata ou sal são libertadas nas nuvens, fazendo com que o vapor de água forme cristais de gelo ou gotículas maiores. Quando essas partículas crescem o suficiente, acabam por cair sob a forma de chuva ou neve, dependendo das condições meteorológicas.</p>
<p>A técnica pode ser aplicada a partir do solo, por aviões ou até através de mísseis e projéteis lançados para as nuvens. Já é usada em mais de 50 países, incluindo os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos, sobretudo em operações locais destinadas a aumentar a precipitação. A proposta dos investigadores americanos vai mais longe: usar este tipo de intervenção para tentar alterar o comportamento de fenómenos extremos de grande escala.</p>
<p>No estudo, publicado na revista científica &#8216;PLOS Water&#8217;, a equipa recorreu ao Aurora, um modelo de inteligência artificial de larga escala concebido para prever o tempo com elevada resolução. As simulações testaram se pequenas operações de sementeira de nuvens, feitas com precisão temporal e geográfica, poderiam ter alterado o curso de eventos meteorológicos devastadores.</p>
<p>Os resultados sugerem cenários impressionantes. Segundo os investigadores, a técnica poderia ter desviado a trajetória do furacão Sandy, em 2012, em cerca de 483 quilómetros, o suficiente para evitar Nova Iorque. Também poderia ter aumentado a temperatura mínima durante a vaga de frio que atingiu o Texas em 2021 em cerca de 10 graus Celsius. Noutro caso, teria reduzido em cerca de 5% a precipitação associada a um rio atmosférico que provocou inundações na Califórnia em 2022.</p>
<p>Por agora, são apenas simulações. Ainda assim, os autores defendem que o ‘jiu jitsu meteorológico’ abre uma hipótese nova: intervir antes do desastre, com pequenos gestos calculados, em vez de depender apenas de barragens, diques, seguros ou medidas de resposta depois dos danos acontecerem.</p>
<p>A proposta surge num contexto em que as ondas de calor, cheias e tempestades extremas estão a tornar-se mais frequentes e mais destrutivas. No Reino Unido, onde a notícia foi publicada, as temperaturas podem chegar aos 40°C esta semana, reacendendo a pergunta sobre o que pode ser feito para proteger populações, infraestruturas e economias de eventos cada vez mais severos.</p>
<p>Mas a ideia está longe de ser consensual. A manipulação do tempo levanta dúvidas científicas, políticas e éticas. O meteorologista Johan Jaques, da KISTERS, já tinha alertado o &#8216;Daily Mail&#8217; para o risco de uma intervenção num país causar consequências graves noutro, lembrando que o clima não reconhece fronteiras nacionais.</p>
<p>Esse é um dos grandes problemas da geoengenharia meteorológica: quem decide quando intervir, onde intervir e quem responde se a intervenção provocar danos noutro território? Uma operação destinada a reduzir chuva numa região pode deslocar precipitação para outra. Uma tentativa de enfraquecer um fenómeno extremo pode ter efeitos inesperados na circulação atmosférica.</p>
<p>Os críticos temem ainda que o uso descontrolado destas tecnologias abra caminho a tensões diplomáticas, com países vizinhos a acusarem-se mutuamente de alterar chuva, seca, tempestades ou ondas de calor. A expressão ‘guerras meteorológicas’ pode parecer exagerada, mas resume uma preocupação real: a atmosfera é partilhada, e uma intervenção local pode ter consequências além-fronteiras.</p>
<p>O ‘jiu jitsu meteorológico’ junta-se assim a outras propostas controversas de geoengenharia, como a injeção de aerossóis na estratosfera para refletir parte da radiação solar e reduzir o aquecimento global. Essa técnica, por vezes descrita como uma tentativa de ‘escurecer o Sol’, também é estudada através de simulações, mas levanta fortes reservas sobre impactos ecológicos, alterações nos padrões de chuva e efeitos difíceis de prever.</p>
<p>A promessa é poderosa: usar pequenas intervenções para evitar grandes desastres. Mas o risco também é evidente. Se funcionar, o ‘jiu jitsu meteorológico’ poderia transformar a forma como as sociedades lidam com extremos climáticos. Se for mal usado, pode criar novos problemas num sistema que já é demasiado complexo para controlar com segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782013]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Final no Nacional de feminino de hóquei em patins retomada após uma hora de interrupção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/final-no-nacional-de-feminino-de-hoquei-em-patins-retomada-apos-uma-hora-de-interrupcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:48:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) -- O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje retomado, após uma hora de interrupção, aos 10 minutos, por desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) &#8212; O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje retomado, após uma hora de interrupção, aos 10 minutos, por desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares.</P><br />
<P>O encontro foi retomado após a chegada das autoridades ao recinto, em Vila Nova de Gaia, após os incidentes que levaram à interrupção, na sequência das agressões entres adeptos na bancada.</P><br />
<P>Na altura, o Gulpilhares vencia por 2-1 ao Benfica, 12 vezes campeão nacional e que venceu o primeiro encontro da final, em casa, por 7-0.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782704]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Marcha do Orgulho LGBTI+ junta centenas no Porto e alerta para &#8220;retrocesso&#8221; de direitos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/marcha-do-orgulho-lgbti-junta-centenas-no-porto-e-alerta-para-retrocesso-de-direitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:48:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 21ª Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto juntou, na tarde de hoje, centenas de pessoas que quiseram "lembrar para não repetir" a morte de Gisberta Salce, assassinada em 2006, e alertar para "o retrocesso" nos direitos dos transexuais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A 21ª Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto juntou, na tarde de hoje, centenas de pessoas que quiseram &#8220;lembrar para não repetir&#8221; a morte de Gisberta Salce, assassinada em 2006, e alertar para &#8220;o retrocesso&#8221; nos direitos dos transexuais.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Por Gisberta, Por um Abril que ainda não aconteceu!&#8221;, a marcha, que juntou, perto das 15:30 mais de 300 pessoas na Praça da República e vai percorrer as ruas do centro do Porto até ao Largo Amor de Perdição, pretende ser um &#8220;grito de alerta&#8221; para que não aconteçam &#8220;novas Gisbertas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta marcha tem uma parte feliz, que é assinalar os 20 anos da primeira marcha e uma menos feliz, mas importante, que é recordar a Gisberta Sales, lembrar para não repetir&#8221;, explicou à Lusa Luís Torres, da comissão organizativa da marcha.</P><br />
<P>Gisberta Sales era uma mulher transexual, de nacionalidade brasileira, em situação de sem-abrigo, que foi assassinada por um grupo de jovens, com idades entre os 12 e os 16 anos, no Porto, em 2006.</P><br />
<P>&#8220;A Gisberta morreu por ser como era. Apenas e só isso. Foi um crime de ódio, de ignorância, que não pode ser esquecido porque se for esquecido nada se vai aprender com ele e haverá mais Gisbertas&#8221;, disse à Lusa Ana Castro, participante na marcha.</P><br />
<P>Além de recordar Gisberta, a marca pretender ser &#8220;um grito de alerta&#8221; para aquilo que a organização considera ser &#8220;um retrocesso de direitos&#8221; para a comunidade LGBTI+: &#8220;Isto é preciso ser dito, é preciso fazer este alerta&#8221;, apontou Luis Torres.</P><br />
<P>&#8220;Têm sido aprovadas leis que são um retrocesso de direitos. E além destas leis há o contexto da crise da saúde, na habitação, que vão criar novas Gisbertas. Pessoas em situação frágil, sem apoios, sem acesso à saúde e em situação de sem-abrigo&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Além da concentração e caminhada pela cidade, esta iniciativa conta com a presença de serviços de rastreio e prevenção de saúde sexual, artistas &#8216;queer&#8217;, música, e &#8220;muita animação garantida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pode parecer uma festa, e é uma festa, mas é muito mais do que isso. Temos que encarar estas manifestações como chamadas de atenção e como prova de que todos têm o seu lugar na sociedade&#8221;, salientou à Lusa um dos marchantes, João Anjos.</P><br />
<P>Para aquele marchante, &#8220;orgulhosamente gay&#8221; este tipo de iniciativas é também &#8220;uma forma de educar&#8221; a sociedade: &#8220;Há muita ignorância, desconhecimento da realidade sexual, sobre o que são opções, manias ou taras. Não podemos voltar ao tempo em que tudo era tabu&#8221;, alertou.</P><br />
<P>A Marcha do Orgulho LGBTi+ do Porto íntegra &#8220;diversas associações e coletivos que se quiserem juntar e mostrar que ainda há muito para fazer&#8221;, segundo a organização.</P><br />
<P>&#8220;Este momento é aberto a todos que queiram participar, celebrar, refletir sobre este tipo de temáticas&#8221;, garante a organização.</P><br />
<P>Para alguns dos turistas que atravessavam a Praça da República perto do inicio da Marcha, foi &#8220;uma surpresa&#8221; depararem-se com este tipo de manifestação:&#8221;Ficamos surpreendidos porque não vimos nenhuma referência nos guias da cidade e uma marcha já com 20 anos devia ter destaque&#8221;, referiu à Lusa Carl, turista alemão.</P><br />
<P>&#8220;Este tipo de iniciativas é comum na Europa, não pensei que em Portugal também fosse e há tanto tempo&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Questionado sobre se conhecia a má sorte de Gisberta, Carl referiu que não e quis saber a história, que lhe foi contada por um grupo de manifestantes: &#8220;É muito triste uma morte causada pela ignorância de alguém. Infelizmente, não será caso único&#8221;, comentou.</P><br />
<P>A Marcha termina no Largo Amor de Perdição onde, pelas 18:00, haverá intervenções e momentos de animação.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 36</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 14:00, dava conta de 32 portugueses ou lusodescententes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>O MNE indica também que já foram encontrados 44 portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros dá ainda conta que os dois aviões que transportam a missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros já aterram em Maquetia, próximo de La Guaira, região mais afetada pelos sismos.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite de Beja.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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