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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 14:12:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Triplecast II e Emipinvest notificam Concorrência da compra do grupo Labina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Triplecast II e a Emipinvest notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra conjunta do grupo Labina, que opera na área da indústria metalúrgica, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Triplecast II e a Emipinvest notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra conjunta do grupo Labina, que opera na área da indústria metalúrgica, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela Triplecast II, S.A. (&#8220;Triplecast II&#8221;) e pela Emipinvest, Lda. (&#8220;Emipinvest&#8221;), do controlo conjunto sobre a Labina &#8212; Fundição Injectada, Unipessoal, Lda. (&#8220;Labina&#8221;), e a Arcast, Lda. (&#8220;Arcast&#8221;), sociedades que compõem o Grupo Labina&#8221;, adianta a entidade liderada por Nuno Cunha Rodrigues.</P><br />
<P>A Triplecast II é uma sociedade-veículo, detida pelo Crest III, um fundo de capital de risco fechado, que é, por sua vez, gerido e representado pela Crest Capital Partners &#8212; Sociedade de Capital de Risco, S.A. </P><br />
<P>&#8220;O portefólio de participações gerido pelo Fundo CREST III e/ou de fundos geridos pela CREST SCR compreende empresas ativas em diversos setores, nomeadamente: fabrico de mobiliário para casas de banho, fabrico de tendas de tejadilho rígidas e acessórios conexos, distribuição de equipamentos, consumíveis e produtos químicos para manutenção de piscinas, distribuição de produtos compósitos para utilização industrial, prestação de serviços audiovisuais para eventos, metalomecânica de precisão, prestação de serviços florestais, produção de pré-fabricados de betão, transporte rodoviário de passageiros, comercialização de bilhetes para eventos, produção e comercialização de frutas, produtos hortícolas e citrinos e aquacultura&#8221;, lê-se na ficha do processo divulgada pela AdC.</P><br />
<P>Já a Emipinvest dedica-se a atividades de &#8220;consultoria para apoio aos negócios em geral e gestão de investimentos nas mais diversas áreas&#8221;, bem como ao exercício de todas &#8220;as atividades relacionadas, acessórias e complementares às mesmas, sendo presentemente a sociedade-mãe da Labina&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Por sua vez, o grupo Labina opera na área da indústria metalúrgica, nomeadamente à fundição de metais, bem como a atividades de mecânica em geral, ao passo que a Arcast dedica-se à indústria de fundição de outros metais não ferrosos, ao comércio por grosso de metais, ligas e derivados, à representação comercial, importação, exportação e distribuição de produtos, bem como à prestação de serviços de assessoria comercial, gestão e planeamento nas referidas áreas da sua atividade.</P><br />
<P>No aviso hoje publicado, a AdC dá conta de que a notificação foi recebida em 10 de julho e que &#8220;as observações&#8221; devem ser remetidas ao regulador, no prazo de 10 dias úteis contados da publicação do presente aviso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790188]]></sapo:autor>
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		<title>48 graus, cortes de eletricidade e noites sem dormir: Como sobrevivem os habitantes de Banda, uma das localidades mais quentes do planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto grande parte da Europa enfrentou sucessivas ondas de calor nas últimas semanas, há regiões do planeta onde as temperaturas extremas deixaram de ser um episódio excecional para passarem a fazer parte da rotina diária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto grande parte da Europa enfrentou sucessivas ondas de calor nas últimas semanas, há regiões do planeta onde as temperaturas extremas deixaram de ser um episódio excecional para passarem a fazer parte da rotina diária. Em Banda, no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, viver com temperaturas próximas dos 50 graus Celsius significa adaptar horários de trabalho, procurar refúgio durante a noite e enfrentar um sistema de saúde cada vez mais pressionado por doenças relacionadas com o calor.</p>
<p>A realidade vivida nesta cidade indiana ilustra de forma clara os impactos das alterações climáticas na vida quotidiana. Cientistas alertam que o aumento da intensidade e da duração das ondas de calor está a expor milhões de pessoas a condições cada vez mais perigosas, numa tendência que se faz sentir em várias regiões do mundo, mas que atinge de forma particularmente severa locais como Banda.</p>
<p>Segundo o Serviço de Alterações Climáticas Copernicus da União Europeia, junho de 2026 foi o mês mais quente alguma vez registado na Europa Ocidental e o segundo mais quente à escala global, com uma temperatura média 1,39 graus Celsius acima da estimativa para o período pré-industrial. Os investigadores consideram mesmo que as duas ondas de calor consecutivas registadas na Europa durante esse mês teriam sido &#8220;praticamente impossíveis&#8221; sem o impacto das alterações climáticas.</p>
<p><strong>Banda tornou-se um dos locais mais quentes do planeta</strong><br />
Embora as temperaturas elevadas registadas na Europa tenham dominado a atualidade, há locais onde o calor atingiu níveis ainda mais extremos.</p>
<p>Em maio, Banda registou 48,2 graus Celsius, uma das temperaturas mais elevadas verificadas este ano na Índia. Segundo o climatologista e historiador meteorológico Maximiliano Herrera, que acompanha os fenómenos meteorológicos extremos em todo o mundo, a cidade foi considerada o ponto mais quente do planeta em sete ocasiões diferentes ao longo de 2026.</p>
<p>Apesar de, entretanto, os valores máximos terem diminuído ligeiramente, o calor continua sufocante. A chegada das chuvas sazonais aumentou significativamente a humidade, tornando a sensação térmica ainda mais intensa e dificultando a recuperação física da população.</p>
<p><strong>Trabalhar antes do nascer do sol para fugir ao calor</strong><br />
Em Banda, a luta contra o calor começa ainda de madrugada.</p>
<p>Às quatro da manhã, quando grande parte da cidade continua a dormir, Munni Devi, de 70 anos, e os seus quatro filhos já estão no mercado abastecedor a descarregar e transportar toneladas de legumes e fruta que serão distribuídos pelas lojas da região.</p>
<p>Nessa altura, os termómetros já assinalam cerca de 30 graus Celsius.</p>
<p>O mercado enche-se rapidamente de trabalhadores que descarregam tomates, jacas e outros produtos agrícolas, enquanto carrinhos atravessam os corredores estreitos para abastecer pequenos comerciantes. Também muitos compradores antecipam as deslocações para conseguirem concluir as compras antes das horas de maior calor.</p>
<p>Munni Devi afirma que sente as temperaturas agravarem-se de ano para ano e considera que este verão tem sido particularmente difícil. Ainda assim, admite que não tem alternativa.</p>
<p>&#8220;Todos sentimos o calor, mas, devido às nossas circunstâncias, temos de o suportar&#8221;, afirma a trabalhadora, citada pela Associated Press.</p>
<p>Apesar do desgaste físico provocado pelo trabalho, a família prolonga a atividade até à hora de almoço, regressando apenas depois a casa para descansar durante as horas de maior calor.</p>
<p><strong>Nem em casa existe verdadeiro alívio</strong><br />
Mas nem o regresso a casa representa um descanso.</p>
<p>Segundo Munni Devi, os cortes frequentes no fornecimento de eletricidade fazem com que as ventoinhas deixem de funcionar precisamente quando são mais necessárias.</p>
<p>&#8220;Quando falta a eletricidade, nem sequer as ventoinhas funcionam. Por vezes ficamos sem energia durante horas&#8221;, relata.</p>
<p>Perante estas condições, a família procura aliviar o calor das crianças recorrendo diariamente a mangueiras de água para as refrescar.</p>
<p>A falta de eletricidade durante várias horas consecutivas tornou-se, assim, mais um fator que agrava os efeitos das temperaturas extremas e reduz a capacidade das famílias para enfrentarem o calor.</p>
<p><strong>A solidariedade também procura proteger os animais</strong><br />
Enquanto muitos habitantes permanecem dentro de casa durante as horas de maior calor, aqueles que dependem do trabalho diário continuam nas ruas.</p>
<p>Vendedores ambulantes e condutores de autorriquexós mantêm a atividade durante a tarde, apesar das temperaturas elevadas, na esperança de conseguirem algum rendimento adicional.</p>
<p>Há também quem tenha decidido concentrar esforços na proteção da fauna local.</p>
<p>Shobharam Kashyap, de 70 anos, dedica grande parte do tempo à construção artesanal de pequenas casas de madeira destinadas a pardais.</p>
<p>Segundo explica, ele e outros voluntários já instalaram mais de 15 mil ninhos artificiais em árvores e edifícios espalhados por Banda, criando refúgios para aves que enfrentam um ambiente cada vez mais hostil.</p>
<p>Muitos desses abrigos são pintados de verde, uma cor que, segundo o próprio, parece ser a preferida dos pardais.</p>
<p>Além dos ninhos, Kashyap distribuiu recipientes de barro com água junto da sua habitação e noutros pontos da cidade, permitindo que as aves possam beber e refrescar-se.</p>
<p>O voluntário considera que este trabalho representa também uma continuação das tradições culturais indianas.</p>
<p>&#8220;A nossa cultura sempre incentivou a alimentação das aves. As mulheres que visitam os templos oferecem tradicionalmente arroz. Nem o sacerdote nem a divindade o consomem: são as aves que o comem&#8221;, explica à Associated Press.</p>
<p><strong>Hospitais enfrentam cada vez mais doentes</strong><br />
As consequências das temperaturas extremas fazem-se sentir igualmente no principal hospital distrital de Banda.</p>
<p>Ao longo das tardes e do início da noite, os corredores enchem-se de pessoas afetadas por problemas provocados pelo calor, desde desmaios e exaustão térmica até casos de insolação.</p>
<p>Nas salas de espera, os bancos permanecem ocupados por doentes sentados ombro a ombro, enquanto familiares tentam aliviar o sofrimento abanando folhas de papel para criar alguma circulação de ar. Entre camas e corredores, profissionais de saúde administram soro intravenoso e prestam assistência contínua aos casos mais graves.</p>
<p>O diretor clínico do hospital, Abhishek Pranayami, afirma que a unidade enfrenta todos os anos um aumento significativo de doentes durante o verão e alerta que essa tendência se está a intensificar.</p>
<p>Segundo o responsável, &#8220;todos os verões assistimos a um aumento do número de doentes&#8221; e &#8220;esse número cresce todos os anos&#8221;.</p>
<p>O médico explica que a maioria dos casos está relacionada com desidratação, diarreia, vómitos e dores abdominais, patologias cuja incidência aumenta à medida que as temperaturas sobem.</p>
<p>Embora alguns doentes recuperem rapidamente, outros necessitam de internamentos prolongados, aumentando a pressão sobre os serviços de saúde.</p>
<p>&#8220;Há uma enorme pressão sobre nós e sobre toda a equipa&#8221;, admite.</p>
<p><strong>Quando dormir em casa deixa de ser uma opção</strong><br />
O calor não desaparece com o pôr do sol.</p>
<p>Mesmo durante a noite, as temperaturas mantêm-se suficientemente elevadas para impedir milhares de pessoas de descansarem nas próprias habitações, sobretudo nas casas mais pequenas, que acumulam calor ao longo de todo o dia.</p>
<p>Na estação ferroviária de Banda, dezenas de famílias procuram algum alívio aproveitando a circulação de ar nas plataformas abertas.</p>
<p>Adultos e crianças dormem sobre mantas estendidas no chão de pedra, utilizam mochilas como almofadas ou ocupam bancos da estação. Outros instalam-se junto às bilheteiras, apesar da forte iluminação. Entre eles, cães procuram igualmente algum conforto deitados no chão.</p>
<p>Há ainda trabalhadores que optam por dormir junto à entrada da estação ou mesmo sobre a gravilha, convencidos de que o ar mais livre existente naquela zona lhes permitirá descansar algumas horas.</p>
<p>Mesmo perante o ruído constante provocado pela circulação de comboios e passageiros, aquele espaço oferece condições mais suportáveis do que muitas habitações.</p>
<p>Para várias famílias com crianças pequenas, o calor torna o sono praticamente impossível. Muitas acabam por permanecer acordadas durante parte da noite, reunidas em torno de um telemóvel enquanto esperam que as temperaturas desçam.</p>
<p><strong>Especialistas alertam para o agravamento das alterações climáticas</strong><br />
Para Abhiyant Tiwari, especialista em clima e saúde da organização NRDC India, sediada em Nova Deli, o que está a acontecer em Banda representa uma transformação profunda da realidade climática.</p>
<p>Segundo o especialista, &#8220;as alterações climáticas estão a deslocar a média&#8221;. Embora a cidade sempre tenha sido conhecida pelos verões muito quentes, o que mudou foi &#8220;a intensidade, a duração e o número de pessoas expostas a condições de calor perigosas&#8221;.</p>
<p>O especialista alerta ainda para um fator particularmente preocupante: as temperaturas elevadas durante a noite impedem que o organismo recupere do esforço físico acumulado ao longo do dia, aumentando os riscos para a saúde.</p>
<p><strong>Autoridades reforçam resposta, mas admitem limitações</strong><br />
As autoridades locais dizem estar a desenvolver várias medidas para reduzir os impactos das temperaturas extremas.</p>
<p>Segundo Amit Aasery, administrador distrital de Banda, foram criados centros de arrefecimento, distribuídas centenas de milhares de embalagens de sais de reidratação oral e reforçada a vigilância nos hospitais sempre que são emitidos alertas de calor.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os serviços locais monitorizam a evolução dos níveis das águas subterrâneas, da humidade dos solos e da perda de vegetação, procurando igualmente melhorar o abastecimento de água e reforçar as campanhas de sensibilização dirigidas à população.</p>
<p>Ainda assim, Amit Aasery reconhece que a capacidade de resposta das autoridades tem limites perante um fenómeno desta dimensão.</p>
<p>&#8220;O que está a acontecer aqui é um fenómeno global. Acontece por causa das alterações climáticas. Nós somos quem sofre as consequências&#8221;, conclui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790185]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Avenida da Liberdade em Lisboa entra em obras no final de agosto: repavimentação vai durar cerca de dois meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Avenida da Liberdade, uma das principais artérias de Lisboa, vai voltar a ser alvo de uma intervenção de grande dimensão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Avenida da Liberdade, uma das principais artérias de Lisboa, vai voltar a ser alvo de uma intervenção de grande dimensão. A Câmara Municipal de Lisboa anunciou que a repavimentação integral das faixas centrais de rodagem terá início no final de agosto e deverá prolongar-se até aos últimos dias de outubro. Para reduzir o impacto na circulação automóvel e na atividade da zona, os trabalhos serão realizados de forma faseada e maioritariamente durante o período noturno. A empreitada integra um plano mais vasto de requalificação do espaço público, que inclui também melhorias na sinalização horizontal, mobiliário urbano, iluminação e espaços verdes.</p>
<p>Segundo avançou o Público, esta será a maior intervenção na Avenida da Liberdade desde 2012, quando a autarquia, então liderada por António Costa, alterou profundamente o modelo de circulação rodoviária da avenida e da Praça Marquês de Pombal. Em declarações ao jornal, a Câmara de Lisboa classificou a obra como &#8220;essencial para repor o bom estado de conservação dos seus pavimentos viários&#8221;, acrescentando que a intervenção será acompanhada pela repintura das passadeiras e da restante sinalização horizontal. A autarquia adiantou ainda que já decorrem trabalhos de melhoria do mobiliário urbano, da iluminação pública, da pintura dos candeeiros e da reabilitação dos canteiros.</p>
<p>De acordo com a autarquia, não está prevista a implementação de um esquema alternativo de circulação, sendo esperados apenas os constrangimentos habituais associados a uma obra desta natureza. A estratégia passa por executar a intervenção por fases e concentrar uma parte substancial dos trabalhos durante a noite. A repavimentação surge depois das intervenções realizadas nas vias laterais da avenida, em 2023 e 2024, que devolveram os sentidos de circulação originais, revertendo as alterações implementadas em 2012, e acontece também após vários anos de críticas ao estado de conservação da Avenida da Liberdade, incluindo da Associação Avenida da Liberdade, que chegou a acusar a câmara de ter deixado um dos principais eixos da cidade &#8220;ao abandono&#8221;.</p>
<p>Em paralelo com a repavimentação, a Câmara de Lisboa prossegue um conjunto de ações de requalificação do espaço público, intensificadas após a conclusão dos trabalhos ligados ao Plano Geral de Drenagem de Lisboa. Entre as intervenções em curso encontram-se a recuperação dos espaços verdes, a reabilitação do Lago Douro, a renovação de canteiros na zona anteriormente ocupada pelo estaleiro da obra e a implementação de novas rotinas permanentes de manutenção. A autarquia garante que equipas da estrutura verde e da higiene urbana trabalham diariamente na avenida, assegurando operações de limpeza, lavagem de pavimentos, deservagem, manutenção de sarjetas e conservação geral, com o objetivo de preservar aquela que continua a ser uma das avenidas mais emblemáticas e movimentadas da capital portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Jogo entre Inglaterra e Argentina na TVI foi o programa mais visto do dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O jogo disputado entre as seleções de Inglaterra e Argentina, transmitido pela TVI, foi o programa mais visto do dia, com uma audiência média superior à partida na véspera, de acordo com dados da CAEM/MediaMonitor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jogo disputado entre as seleções de Inglaterra e Argentina, transmitido pela TVI, foi o programa mais visto do dia, com uma audiência média superior à partida na véspera, de acordo com dados da CAEM/MediaMonitor.</P><br />
<P>A campeã em título Argentina qualificou-se na quarta-feira para a final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Inglaterra por 2-1, na segunda meia-final, em Atlanta, nos EUA.</P><br />
<P>&#8220;O jogo Inglaterra X Argentina no Mundial 2026, respeitante às meias-finais, transmitido na TVI, destacou-se como o programa mais visto do dia, registando uma audiência média de 2.158.000 espectadores&#8221;, referem os dados da CAEM/MediaMonitor.</P><br />
<P>Na véspera tinha sido disputado o jogo França X Espanha, também relativo às meias-finais do Mundial 2026, transmitido na SIC, que também foi o programa mais visto do dia, com uma audiência média de 2.087.500 espectadores.</P><br />
<P>Na inédita final, marcada para domingo, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, a Argentina, que repete as finais de 1930, 1978, 1986, 1990, 2014 e 2022, defronta a Espanha, que bateu a França por 2-0.</P><br />
<P>Os jogos também são transmitidos pela SportTV e pela plataforma LiveMode (através do canal LiveModeTV no YouTube).</P><br />
<P></P><br />
<P>ALU /(PFO) // JNM </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790169]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Lufthansa prevê retomar voos para a Arábia Saudita e Jordânia no outono</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-lufthansa-preve-retomar-voos-para-a-arabia-saudita-e-jordania-no-outono/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Frankfurt, Alemanha, 16 jul 2026 - O grupo de companhias aéreas Lufthansa prevê voar para Riade, Arábia Saudita, e Amã, na Jordânia, no outono, embora esteja a acompanhar a situação no Médio Oriente e sejam possíveis alterações aos planos, informou hoje o grupo aéreo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Frankfurt, Alemanha, 16 jul 2026 &#8211; O grupo de companhias aéreas Lufthansa prevê voar para Riade, Arábia Saudita, e Amã, na Jordânia, no outono, embora esteja a acompanhar a situação no Médio Oriente e sejam possíveis alterações aos planos, informou hoje o grupo aéreo.</P><br />
<P>A Lufthansa, um dos grupos de aviação candidatos à privatização da TAP, afirmou que as ligações aéreas serão retomadas gradualmente.</P><br />
<P>A companhia aérea alemã Lufthansa começará a voar para Riade (Arábia Saudita), em 10 de setembro, a partir de Frankfurt (Alemanha), com três frequências semanais.</P><br />
<P>Já a partir de 15 de setembro, a italiana Ita Airways voltará a voar de Roma (Itália) para Riade cinco vezes por semana e, a partir de 02 de outubro, a austríaca Austrian Airlines fará o mesmo de Viena (Áustria) para Amã (Jordânia), três vezes por semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790164]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento aprovou 49 das 70 propostas de lei apresentadas pelo Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:22:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo PSD/CDS apresentou ao Parlamento 70 propostas de lei nesta sessão legislativa, das quais 49 foram aprovadas até agora, de acordo com dados oficiais hoje divulgados pelos serviços da Assembleia da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo PSD/CDS apresentou ao Parlamento 70 propostas de lei nesta sessão legislativa, das quais 49 foram aprovadas até agora, de acordo com dados oficiais hoje divulgados pelos serviços da Assembleia da República.</P><br />
<P>Este número de aprovações fornecido à agência Lusa ainda é provisório, já que não inclui as votações que vão ocorrer na sessão plenária desta sexta-feira &#8211; a última da presente sessão legislativa.</P><br />
<P>Os dados da Assembleia da República fornecidos à agência Lusa também não contabilizam os diplomas provenientes do Governo que foram rejeitados, caso da proposta de revisão das leis laborais, ou que ainda se encontram pendentes (a aguardar votações na especialidade ou final global), podendo transitar para a próxima sessão, que se inicia em setembro.</P><br />
<P>O Chega foi a bancada que apresentou mais projetos de lei e projetos de resolução, respetivamente 132 e 280, mas foi o PS quem teve mais diplomas aprovados. Na atual sessão legislativa, o PS apresentou 70 projetos de lei e 123 resoluções, das quais conseguiu a aprovação até agora, de respetivamente 24 e 50. Já o Chega conseguiu somente que fossem aprovados sete projetos de lei em 132 e 69 em 280 resoluções.</P><br />
<P>Em relação aos outros grupos parlamentares e deputados únicos, os números são os seguintes relativamente a projetos de lei: PSD 19 (sete aprovados); Iniciativa Liberal 61 (um aprovado); Livre 91 (dois aprovados); PCP 96 (dois aprovados); CDS 8 (dois aprovados); Bloco de Esquerda 88 (três aprovados); PAN 116 (cinco aprovados); e JPP 17 mas nenhum aprovado até agora.</P><br />
<P>Importa salientar que entraram também nove projetos de lei conjuntos do PSD e CDS, dos quais três estão aprovados. Por outro lado, movimentos de cidadãos apresentaram três projetos, mas, até ao presente, nenhum teve ainda aprovação.</P><br />
<P>Na presente sessão legislativa, foram pedidas 14 apreciações parlamentares a diplomas do Governo, sete por parte da bancada socialista, cinco do Chega e duas conjuntas subscritas pelo Livre, PCP e Bloco de Esquerda. Destas, apenas três conseguiram uma maioria de aprovação: Uma do PS, uma do Chega e outra conjunta entre Livre, PCP e Bloco de Esquerda.</P><br />
<P>Foram apresentados 10 requerimentos para a constituição de inquéritos parlamentares: Bloco de Esquerda três; Chega dois; Iniciativa Liberal um; Livre um; PCP um; PAN um e JPP um. Mas, a partir destes dez requerimentos, apenas foram constituídas duas comissões de inquérito: Uma sobre o Instituto Nacional de Emergência Médica INEM), que partiu da IL, e a outra, constituída de forma potestativa pelo Chega, sobre negócios dos incêndios rurais.</P><br />
<P>Na presente sessão legislativa, foram apresentados de forma oficial 2176 perguntas e requerimentos ao executivo liderado por Luís Montenegro, dos quais 1557 foram respondidos aos diferentes grupos parlamentares, mas 312 não tiveram resposta. Decorre ainda o prazo para resposta do Governo em relação a 261 perguntas e requerimentos &#8212; isto, sabendo-se que 26 foram devolvidos ou retirados.</P><br />
<P>O PS foi quem teve o maior número de perguntas e requerimentos respondidos por parte do Governo, num total de 415, seguindo-se o PCP 412, Chega 321, Bloco de Esquerda 231, Livre 80, Iniciativa Liberal 56, PAN 22, CDS 18, PSD 15 e JPP sete.</P><br />
<P>Em relação ao balanço sobre perguntas e requerimentos não respondidos pelo Governo, o PS também lidera com 77, seguindo-se o Chega com 75, PCP 72, Bloco de Esquerda 58, Livre 14, PAN seis, Iniciativa Liberal cinco, JPP um e PSD zero.</P><br />
<P>Nesta sessão legislativa, que começou em 03 de junho de 2025, na sequência de eleições antecipadas, realizaram-se 106 reuniões Plenárias, número que inclui as agendadas para hoje e sexta-feira.</P><br />
<P>Destas, três foram sessões solenes: 52.º Aniversário do 25 de Abril de 1974; posse do Presidente da República, António José Seguro; e evocativa do 50.º Aniversário do 25 de Novembro de 1975.</P><br />
<P>Realizaram-se, ainda duas sessões comemorativas: 50 Anos da Autonomia das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e pelo 50.º Aniversário da Constituição da República Portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790163]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores do Conta Lá estão unidos na procura de soluções para o canal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores do projeto Conta Lá manifestam-se preocupados com a continuidade do projeto que "defende a coesão territorial" e o "serviço público" de televisão e que o coletivo está unido e empenhado na procura de soluções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores do projeto Conta Lá manifestam-se preocupados com a continuidade do projeto que &#8220;defende a coesão territorial&#8221; e o &#8220;serviço público&#8221; de televisão e que o coletivo está unido e empenhado na procura de soluções.</P><br />
<P>Na quarta-feira decorreu um plenário de trabalhadores para analisar a atual situação da empresa, no mesmo dia em que o presidente executivo (CEO) do Conta Lá, Sérgio Figueiredo, comunicou a sua saída e informou sobre a convocação até final do mês de uma assembleia-geral de acionistas para aprovar o plano de reestruturação, segundo missiva a que Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Os trabalhadores, de acordo com fontes contactadas hoje pela Lusa, enviaram perguntas à administração, nomeadamente sobre os salários em atraso (neste momento são dois meses a caminho de três no final de julho, caso nada seja pago), a viabilidade financeira da empresa, quem são os novos acionistas e que tipo de reestruturação será feita e se o &#8216;lay-off&#8217; é uma possibilidade.</P><br />
<P>Em comunicado, os trabalhadores do canal referem que, &#8220;na sequência das notícias que tornaram públicas as graves dificuldades financeiras que o projeto enfrenta, para além de manifestarem a natural preocupação relativamente ao futuro profissional de todos os que o construíram, os trabalhadores consideraram imperativo dar nota pública a sublinhar o valor estratégico, social e cultural do trabalho&#8221; que realizaram.</P><br />
<P>O Conta Lá é um canal de televisão por cabo, com uma programação direcionada para as regiões e jornalismo de proximidade.</P><br />
<P>Durante o período de cerca de um ano, o projeto incluiu emissões televisivas, notícias no site oficial e conteúdos partilhados através das suas redes.</P><br />
<P>&#8220;Num momento de incerteza e angústia, os trabalhadores lembraram que o projeto tem cumprido uma missão fundamental e insubstituível, dando visibilidade ao território nacional, garantindo que Portugal é retratado como um todo, muito para lá das fronteiras dos grandes centros urbanos, dando voz a quem não tinha e atenção a projetos essenciais para a dinamização e desenvolvimento desse território&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Aliás, &#8220;mostrámos a Portugal que há um país que corria o risco de se transformar num deserto de notícias, onde os esforços de desenvolvimento local (públicos e privados) não tinham anteriormente qualquer visibilidade televisiva e noticiosa&#8221;, acrescentam os trabalhadores no comunicado. </P><br />
<P>O Conta Lá &#8220;foi pioneiro na identificação e na valorização de iniciativas e projetos cruciais para o desenvolvimento económico e social do país, localizados fora do eixo central que, tradicionalmente, se limita a dar atenção ao que acontece nos principais centros urbanos&#8221;, salientam.</P><br />
<P>&#8220;Na reflexão que agora somos obrigados a fazer, perante as dificuldades da empresa e as dúvidas que surgem relativamente à continuidade do projeto, os trabalhadores do Conta Lá orgulham-se do impacto e da relevância do serviço prestado ao país e acreditam que a defesa desta ideia é, também, a defesa de um território nacional mais coeso, informado e democraticamente representado&#8221;, sublinham.</P><br />
<P>Nesse sentido, &#8220;o coletivo de trabalhadores permanece unido e empenhado na procura de soluções que garantam a viabilidade da empresa e a continuidade do seu trabalho, que é de todos e para todos os portugueses&#8221;, concluem.</P><br />
<P>De acordo com fontes contactadas pela Lusa, os trabalhadores do canal rondam uma centena, dos quais cerca de 40 são jornalistas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790162]]></sapo:autor>
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		<title>Antigo administrador da Autoestradas Itália condenado a 12 anos por colapso de ponte em Génova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-administrador da empresa Autoestradas de Itália foi hoje condenado a 12 anos de prisão, considerado culpado de negligência e de homicídio involuntário, na sequência do colapso de uma ponte em Génova em 2018, que provocou 43 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-administrador da empresa Autoestradas de Itália foi hoje condenado a 12 anos de prisão, considerado culpado de negligência e de homicídio involuntário, na sequência do colapso de uma ponte em Génova em 2018, que provocou 43 mortos.</P><br />
<P>Além deste antigo dirigente da empresa responsável pela gestão da ponte, Giovanni Castellucci &#8212; que já se encontra em prisão a cumprir uma pena por um outro acidente, ocorrido em 2013, num viaduto no sul de Itália &#8211;, o tribunal de Génova (norte) condenou, a penas menores, muitos dos 57 arguidos deste mega-processo judicial, iniciado há quatro anos e que incluiu 283 audiências, com a sentença a ser hoje proferida, quase oito anos depois da tragédia.</P><br />
<P>Entre os arguidos contavam-se antigos executivos da operadora Autoestradas de Itália (Autostrade per L&#8217;Italia), especialistas da sua empresa de engenharia SPEA e ex-funcionários do Ministério das Infraestruturas e Transportes italiano, na sua maioria acusados de homicídio por negligência, decorrentes de alegadas falhas na manutenção da ponte Morandi, que fazia parte de uma importante rota que ligava o norte de Itália à Riviera Francesa.</P><br />
<P>Os procuradores argumentaram que anos de negligência na manutenção levaram ao colapso e exigiram penas combinadas que totalizam quase 400 anos para todos os arguidos. </P><br />
<P>Entre outros arguidos hoje condenados, contam-se outros dois antigos altos responsáveis da Autoestradas de Itália, Michele Donferri Mitelli e Paolo Berti, condenados respetivamente a 11 anos e a cinco anos e seis meses de prisão, enquanto o antigo presidente do Conselho de Administração da SPEA, Antonino Galatà, foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão, e Mauro Coletta, antigo diretor de supervisão das concessões rodoviárias do Ministério dos Transportes, foi condenado a cinco anos de prisão. </P><br />
<P>A 14 de agosto de 2018, às 11:36 locais, sob chuva torrencial, a enorme ponte na autoestrada que liga Itália a França colapsou, lançando dezenas de veículos para o vazio.</P><br />
<P>A acusação pediu uma pena total de mais de 400 anos de prisão para os 57 arguidos, acusados de homicídio negligente, de colocar em risco a segurança dos transportes e de falsificação de documentos oficiais.</P><br />
<P>&#8220;Com esta tragédia, a nossa confiança no Estado vacilou&#8221;, disse o presidente do comité das vítimas, Egle Possetti, ao entrar hoje no tribunal para conhecer o veredicto.</P><br />
<P>Uma nova ponte projetada pelo arquiteto italiano Renzo Piano, nascido em Génova, foi inaugurada em 2020, atravessando um memorial às vítimas do colapso da Ponte Morandi.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790159]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Barril de Brent estabilizado em cerca de 85 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent, a referência na Europa, estava hoje a negociar acima de 85 dólares por barril, 15% acima do preço antes da guerra, mas ainda bem abaixo do acréscimo de 20% alcançado no auge do conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent, a referência na Europa, estava hoje a negociar acima de 85 dólares por barril, 15% acima do preço antes da guerra, mas ainda bem abaixo do acréscimo de 20% alcançado no auge do conflito.</P><br />
<P>Cerca das 13:30 em Lisboa, o preço do barril Brent para entrega em setembro estava a cotar-se a 85,38 dólares, mais 0,51% que no final de quarta-feira.         </P><br />
<P>O ritmo dos ataques não diminui entre os Estados Unidos e o Irão, mais de uma semana após a retomada das hostilidades em torno do estratégico estreito de Ormuz, e apesar dos apelos de quinta-feira do mediador paquistanês para retomar o diálogo.</P><br />
<P>O Paquistão, mediador das discussões, exortou na quinta-feira as duas partes a pôr &#8220;fim à violência e retomar as discussões&#8221; no âmbito do protocolo de acordo assinado em meados de junho, que agora se desmoronou.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques continuam e são tão violentas que as minhas mãos tremem&#8221;, conta à AFP Hani, um professor iraniano de 34 anos que mora na cidade de Ahvaz (sudoeste). </P><br />
<P>&#8220;Houve pelo menos 11 ou 12 explosões. Tenho a impressão de que meus ouvidos vão explodir&#8221;, contou.</P><br />
<P> Os Estados Unidos lançaram nas últimas 24 horas duas novas salvas de bombardeamentos sobre o Irão, que retaliou contra países da região aliados de Washington &#8211; num cenário que se repete da mesma forma há vários dias.</P><br />
<P>E como no auge da guerra, os avisos surgem de ambos os lados: se as instalações petrolíferas e de gás do Golfo foram até agora poupadas, Teerão ameaçou reduzir a nada as infraestruturas do Médio Oriente se as suas fossem atacadas.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump,  afirmou que atingiria as pontes e as centrais elétricas do país se os iranianos não voltassem à mesa de negociações.</P><br />
<P>Os confrontos recomeçaram em 07 de julho após ataques contra navios no Golfo, atribuídos ao Irão. </P><br />
<P>Os ataques realizados desde então são os primeiros desde o cessar-fogo de abril, minando os esforços diplomáticos para pôr um fim duradouro ao conflito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790158]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção: estes objetos do dia a dia podem tornar-se um perigo dentro do carro com o calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando as temperaturas exteriores são elevadas, o habitáculo pode ultrapassar facilmente os 60 graus, enquanto o tablier e outras superfícies diretamente expostas à radiação solar podem atingir valores ainda mais altos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um carro estacionado ao sol pode transformar-se rapidamente numa autêntica estufa. Quando as temperaturas exteriores são elevadas, o habitáculo pode ultrapassar facilmente os 60 graus, enquanto o tablier e outras superfícies diretamente expostas à radiação solar podem atingir valores ainda mais altos.</p>
<p>O perigo não está apenas nos efeitos do calor sobre a bateria, os pneus ou os restantes componentes do automóvel. Vários objetos comuns, esquecidos no porta-luvas, nos bancos ou no tablier, podem deformar-se, rebentar ou até provocar um incêndio.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, o aumento da temperatura altera o comportamento dos gases, das baterias e de determinados materiais, fazendo crescer a pressão no interior dos recipientes e elevando o risco de acidentes.</p>
<p><strong>Isqueiros podem rebentar e libertar gás inflamável</strong></p>
<p>Os isqueiros descartáveis encontram-se entre os objetos mais perigosos para deixar num carro exposto ao sol. Estes recipientes contêm gás sob pressão, que se expande à medida que a temperatura sobe.</p>
<p>Quando a pressão ultrapassa a resistência do invólucro, o isqueiro pode rebentar e libertar gás altamente inflamável. Caso exista uma faísca ou outra fonte de calor nas proximidades, o resultado pode ser um incêndio com danos significativos no interior do veículo.</p>
<p>Por essa razão, os isqueiros não devem ser guardados no tablier, no porta-luvas ou noutras zonas onde fiquem expostos durante várias horas ao calor.</p>
<p><strong>Aerossóis podem romper e lançar fragmentos</strong></p>
<p>Desodorizantes, protetores solares em spray, inseticidas, ambientadores e produtos de limpeza apresentam um risco semelhante, uma vez que são vendidos em embalagens pressurizadas.</p>
<p>Estes recipientes foram concebidos para funcionar dentro de determinados limites de temperatura. Quando permanecem num carro fechado durante horas, a pressão interna pode aumentar até provocar deformações ou uma rutura violenta.</p>
<p>Nem todos os casos originam chamas, mas o rebentamento pode danificar o automóvel e projetar partes da embalagem a grande velocidade.</p>
<p><strong>Telemóveis e baterias podem entrar em fuga térmica</strong></p>
<p>Telemóveis, tablets, computadores portáteis, câmaras, relógios inteligentes, baterias externas e cigarros eletrónicos utilizam baterias de iões de lítio, particularmente sensíveis ao calor excessivo.</p>
<p>A exposição prolongada a temperaturas elevadas pode fazer com que estas baterias se deteriorem, inchem ou entrem num processo conhecido como fuga térmica.</p>
<p>Esta reação pode gerar fumo, fogo e, em alguns casos, pequenas explosões. Os fabricantes recomendam, por isso, que estes equipamentos não sejam deixados no interior de um automóvel estacionado ao sol.</p>
<p>O risco é maior quando as baterias já estão danificadas, envelhecidas ou apresentam sinais de inchaço.</p>
<p><strong>Latas e bebidas com gás acumulam pressão</strong></p>
<p>As latas de refrigerantes e as garrafas de bebidas gaseificadas também podem tornar-se problemáticas. À medida que a temperatura aumenta, o gás no interior expande-se e eleva a pressão exercida sobre a embalagem.</p>
<p>Uma lata pode ficar deformada, enquanto uma garrafa pode rebentar ou abrir de forma brusca quando for posteriormente manuseada.</p>
<p>Além da possibilidade de ferimentos ligeiros, o líquido pode inundar o habitáculo, danificar estofos e alcançar componentes eletrónicos do veículo.</p>
<p><strong>Garrafas de água podem funcionar como uma lupa</strong></p>
<p>Nem todos os perigos dependem de recipientes pressurizados. Uma garrafa de água transparente deixada num local exposto ao sol pode, em determinadas circunstâncias, funcionar como uma lente.</p>
<p>Se a luz incidir no ângulo certo, a garrafa pode concentrar os raios solares num ponto específico dos estofos ou de uma peça de plástico.</p>
<p>Embora seja uma ocorrência rara, este efeito já provocou queimaduras em materiais do interior de automóveis e pode, em condições muito particulares, iniciar um incêndio.</p>
<p><strong>Óculos no tablier também concentram os raios solares</strong></p>
<p>Os óculos graduados ou de sol deixados sobre o tablier podem produzir um efeito semelhante ao das garrafas transparentes.</p>
<p>As lentes podem concentrar a luz num ponto reduzido durante um período prolongado, aumentando a temperatura da superfície atingida.</p>
<p>Na maioria das situações, o resultado será apenas a degradação ou descoloração dos materiais, mas não deve ser excluído o risco de combustão em condições extremas.</p>
<p><strong>Carregadores ligados podem sobreaquecer</strong></p>
<p>Os carregadores deixados ligados à tomada de 12 volts ou a uma porta USB também devem ser retirados quando o automóvel fica estacionado durante muito tempo.</p>
<p>O calor pode danificar os componentes eletrónicos e aumentar o risco de sobreaquecimento, sobretudo quando se trata de acessórios de baixa qualidade, antigos ou já deteriorados.</p>
<p>Mesmo que o automóvel corte a corrente depois de ser desligado, o carregador continuará exposto às temperaturas elevadas do habitáculo.</p>
<p><strong>Medicamentos e cosméticos podem perder eficácia</strong></p>
<p>Outros objetos não deverão explodir nem causar um incêndio, mas podem ficar inutilizados devido ao calor.</p>
<p>Os medicamentos são um dos principais exemplos. As temperaturas elevadas podem alterar os princípios ativos, reduzir a eficácia do produto ou comprometer as condições de conservação definidas pelo fabricante.</p>
<p>Cremes, cosméticos, protetores solares e géis hidroalcoólicos também podem degradar-se, separar-se ou perder parte das propriedades para as quais foram concebidos.</p>
<p>A recomendação passa por retirar estes objetos do automóvel sempre que este fique estacionado ao sol, especialmente durante uma onda de calor. O que parece inofensivo à temperatura ambiente pode tornar-se instável num habitáculo sujeito a mais de 60 graus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790155]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Uganda dá alta a último paciente infetado com o vírus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-uganda-da-alta-a-ultimo-paciente-infetado-com-o-virus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Uganda]]></category>
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					<description><![CDATA[O Uganda já não tem casos de pessoas infetados pelo vírus Ébola, tendo o último doente saído hoje do hospital após ter recuperado, mas é preciso esperar 42 dias para o país ser declarado livre do vírus, anunciaram fontes oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Uganda já não tem casos de pessoas infetados pelo vírus Ébola, tendo o último doente saído hoje do hospital após ter recuperado, mas é preciso esperar 42 dias para o país ser declarado livre do vírus, anunciaram fontes oficiais.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, na unidade de tratamento do Ébola do Hospital Mulago, estamos felizes por ver sair o último doente afetado pelo (vírus) Ébola&#8221;, declarou à imprensa o ministro da Saúde ugandês, Chris Baryomunsi, ao lado do representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Uganda, Kasonde Mwinga.</P><br />
<P>&#8220;Temos agora de aguardar 42 dias&#8221; sem que seja declarado nenhum novo caso &#8220;para confirmar que vencemos o Ébola&#8221;, prosseguiu o ministro, nas declarações citadas pela agência francesa de notícias, France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Os 42 dias representam o dobro do período máximo de incubação do vírus, de acordo com as diretrizes da OMS, salientou o governante, acrescentando que centenas de contactos tinham sido colocados em isolamento durante 21 dias e já tinham saído. &#8220;Vamos manter-nos vigilantes e reforçar as medidas ao longo da fronteira para minimizar ou evitar totalmente a transmissão transfronteiriça, assegurou, concluindo que &#8220;o Ébola pode ser vencido&#8221;.</P><br />
<P>A atual epidemia da doença causada pelo vírus Ébola foi oficialmente declarada em 15 de maio na República Democrática do Congo (RDCongo), na província de Ituri, no nordeste do país, na fronteira com o Sudão do Sul e o Uganda. </P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde do Uganda, o país registou 20 casos confirmados, dos quais dois pacientes faleceram, tendo todos os restantes recuperado.</P><br />
<P>A RDCongo, foco da epidemia, confirmou até ao momento cerca de 2 mil casos de infeção, dos quais resultaram mais de 700 mortos, mas a OMS alertou na terça-feira que a verdadeira dimensão da epidemia poderá ser duas a quatro vezes superior, sublinhando que o vírus se propaga mais rapidamente do que nunca na história.</P><br />
<P>Atualmente, não existe vacina nem tratamento contra o vírus Bundibugyo, responsável pela epidemia atual, mas a OMS indicou ter lançado na terça-feira um primeiro ensaio clínico de um tratamento antiviral.</P><br />
<P>O Ébola, que matou mais de 15 mil pessoas em África nos últimos 50 anos, provoca uma febre hemorrágica extremamente contagiosa através dos fluidos corporais dos doentes, vivos ou mortos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790147]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz já está fechado. Irão prepara houthis para bloquear segunda grande rota do petróleo se os EUA atacarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[Iémen]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[mar vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Fonte próxima dos houthis afirmou que o grupo já concluiu os preparativos para atacar embarcações e aguarda apenas uma ordem para avançar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão terá pedido aos houthis do Iémen que se preparem para bloquear a navegação no Mar Vermelho caso os Estados Unidos ataquem as infraestruturas energéticas iranianas, numa ameaça que poderá atingir em simultâneo duas das principais rotas de exportação de petróleo do Médio Oriente.</p>
<p>Segundo três fontes ouvidas pela &#8216;Reuters&#8217;, a possibilidade foi discutida pela liderança da República Islâmica e transmitida recentemente ao movimento apoiado por Teerão. A mensagem surge depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado atacar instalações energéticas iranianas.</p>
<p>Duas fontes iranianas de alto nível e uma fonte regional conhecedora das conversações disseram à agência que os houthis foram informados do pedido, embora não tenham esclarecido de que forma a mensagem foi transmitida nem quando ocorreu.</p>
<p><strong>Mísseis e drones posicionados junto ao estreito</strong></p>
<p>Uma fonte próxima dos houthis afirmou que o grupo já concluiu os preparativos para atacar embarcações e aguarda apenas uma ordem para avançar.</p>
<p>Mísseis e drones terão sido posicionados nas terras altas do Iémen com vista para Hodeida e para o Golfo de Áden, junto ao estreito de Bab el-Mandeb, a passagem que liga o Mar Vermelho ao oceano Índico.</p>
<p>A mesma fonte adiantou que representantes da Guarda Revolucionária iraniana presentes no Iémen deverão controlar a decisão sobre o momento de tentar fechar a rota.</p>
<p>O estreito de Bab el-Mandeb é uma das principais portas de entrada para o Mar Vermelho e uma passagem essencial para o comércio marítimo entre a Ásia, o Médio Oriente e a Europa.</p>
<p><strong>Duas grandes rotas energéticas em risco</strong></p>
<p>A ameaça ganha maior dimensão porque o Estreito de Ormuz já se encontra fechado pelo Irão. Antes do atual conflito, esta passagem era utilizada para transportar cerca de um quinto do fornecimento mundial de energia.</p>
<p>Um bloqueio ou uma campanha de ataques no Mar Vermelho colocaria sob pressão também a principal alternativa utilizada pelos países do Golfo para escoar petróleo depois do encerramento de Ormuz.</p>
<p>Atualmente, cerca de 7% do fornecimento energético mundial passa pelo Mar Vermelho, depois de uma parte significativa das exportações do Golfo ter sido desviada para esta rota.</p>
<p>A Arábia Saudita terá transferido cerca de 70% das suas exportações de energia para o porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Um ataque ao porto ou às embarcações que ali operam poderia causar novas perturbações no mercado petrolífero.</p>
<p><strong>Irão procura aumentar o custo de um ataque dos EUA</strong></p>
<p>Fontes regionais próximas de Riade disseram à &#8216;Reuters&#8217; que a Arábia Saudita está a levar seriamente as ameaças iranianas e dos houthis, numa altura em que o grupo iemenita terá reforçado a coordenação com Teerão.</p>
<p>Uma das fontes considera que o objetivo do Irão passa por aumentar o custo económico de uma eventual ofensiva dos Estados Unidos, ameaçando não apenas a navegação internacional, mas também as exportações sauditas.</p>
<p>“Qualquer pessoa com uma espingarda pode interromper a navegação. Não são necessários mísseis sofisticados”, afirmou uma fonte regional, sublinhando a vulnerabilidade desta passagem marítima.</p>
<p>O bloqueio não teria necessariamente de ser total para provocar efeitos. A simples ameaça de ataques poderá levar transportadoras e seguradoras a evitar a zona, aumentando os custos e os tempos de transporte.</p>
<p><strong>Regresso à rota em redor de África</strong></p>
<p>Durante a guerra em Gaza, os ataques houthis a navios no Mar Vermelho levaram várias das maiores companhias de navegação mundiais a desviar as embarcações pelo cabo da Boa Esperança.</p>
<p>A rota em redor de África é consideravelmente mais longa e dispendiosa, aumentando o consumo de combustível, os prémios de seguro e os prazos de entrega.</p>
<p>Uma nova campanha de ataques poderia obrigar novamente as empresas a abandonar o Mar Vermelho, num momento em que a rota alternativa através de Ormuz já está bloqueada.</p>
<p>Torbjorn Solvedt, analista para o Médio Oriente da empresa de avaliação de risco Verisk Maplecroft, alertou que uma escalada entre os houthis e a Arábia Saudita ocorre num momento especialmente perigoso.</p>
<p>Caso os combates atinjam infraestruturas de exportação e o transporte marítimo, estará ameaçada a única grande rota alternativa para o petróleo da região, afirmou.</p>
<p><strong>Trégua entre houthis e Arábia Saudita sob pressão</strong></p>
<p>As tensões agravaram-se depois de os houthis terem lançado mísseis contra a Arábia Saudita, acusando Riade de bombardear um aeroporto sob controlo do grupo.</p>
<p>O ataque quebrou uma trégua que durava há quatro anos entre o movimento iemenita e as autoridades sauditas.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; salienta que os houthis ainda não entraram formalmente no conflito mais amplo entre o Irão e os Estados Unidos, mas fazem parte do chamado “Eixo da Resistência” apoiado por Teerão.</p>
<p>Esta aliança inclui também o Hezbollah libanês e grupos armados xiitas iraquianos, alguns dos quais já participaram na atual escalada regional.</p>
<p><strong>EUA acusam Irão de armar os houthis</strong></p>
<p>Washington acusa o Irão de fornecer armas, financiamento e treino aos houthis, incluindo através de apoio canalizado pelo Hezbollah.</p>
<p>Teerão rejeita essas acusações, embora reconheça politicamente o movimento como um dos seus principais aliados na região.</p>
<p>A atual guerra começou a 28 de fevereiro, depois de Israel e dos Estados Unidos terem atacado o Irão. Teerão respondeu com o encerramento de Ormuz, provocando uma forte perturbação nos fluxos energéticos.</p>
<p>As tensões voltaram a aumentar após o colapso, em junho, de uma frágil trégua entre Washington e Teerão.</p>
<p>Se os houthis receberem ordem para atacar a navegação no Mar Vermelho, a crise deixará de estar concentrada numa única passagem marítima e poderá atingir simultaneamente as duas rotas essenciais para as exportações energéticas do Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790146]]></sapo:autor>
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		<title>Livre, PCP e BE exigem que ministro assuma responsabilidades ao invés de culpar professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:45:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ Fabian Figueiredo apelou ainda a todos os partidos, inclusive PSD e CDS-PP para que viabilizem a comissão parlamentar de inquérito proposta pelo BE, por estar "em causa um pilar fundamental do sistema de ensino e do acesso ao Ensino Superior"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Livre, PCP e BE exigiram hoje ao ministro da Educação que assuma as suas responsabilidades sobre as falhas no processo de correção digital dos exames nacionais e que &#8220;nem pense&#8221; em culpar os professores por eventuais atrasos.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, a deputada do Livre Filipa Pinto considerou &#8220;inacreditável que o senhor ministro mais uma vez não assuma as suas responsabilidades&#8221;, depois de Fernando Alexandre ter afirmado esta manhã que faltam professores para classificar os exames nacionais de algumas disciplinas, apelando à disponibilidade dos docentes.</p>
<p>&#8220;A culpa deste caos não é dos professores, a culpa é de terem levado a cabo uma megalómana digitalização de exames, sem qualquer planeamento, prevenção e agora também implementação. Uma implementação que, como estamos a perceber, tem sido um desastre&#8221;, criticou a deputada do Livre.</p>
<p>Filipa Pinto considerou que um governante, numa situação destas em que &#8220;famílias e alunos estão em pânico&#8221;, deveria &#8220;trazer tranquilidade&#8221;. &#8220;E um governante que não faz isto não é um bom governante&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Interrogada sobre se este contexto intensifica a necessidade de aprovar uma comissão parlamentar de inquérito, como foi proposto pelo BE, Filipa Pinto respondeu que &#8220;além de auditorias que têm de ser feitas&#8221;, uma comissão deste tipo também poderá &#8220;trazer respostas que são necessárias perceber e compreender num momento destes&#8221;.</p>
<p>Pelo PCP, o deputado Alfredo Maia avisou o Governo para que &#8220;nem pense em tentar responsabilizar os professores pelo que está a acontecer&#8221;, após as declarações do ministro da Educação esta manhã.</p>
<p>&#8220;O que está a acontecer é da exclusiva e inteira responsabilidade do Governo e do Ministério da Educação e por isso tem que assumir todas as responsabilidades. Não pode penalizar os estudantes e também não pode responsabilizar professores que não têm nenhuma responsabilidade neste processo&#8221;, defendeu o deputado.</p>
<p>Alfredo Maia argumentou que &#8220;os últimos desenvolvimentos comprovam mais uma vez a importância do debate de urgência marcado pelo PCP&#8221; para sexta-feira, &#8220;assim como comprova a gravidade da imensa atrapalhada que está montada em relação aos exames e que afeta centenas de milhares de estudantes e as suas famílias&#8221;.</p>
<p>O deputado do PCP rejeitou que sejam &#8220;os estudantes a pagar a fatura&#8221; e a acabar prejudicados neste processo e alertou para o previsível aumento de pedidos de revisão de prova que devem surgir após a publicação das notas finais.</p>
<p>Pelo BE, o deputado único Fabian Figueiredo disse ter assistido a &#8220;uma das conferências de imprensa mais surreais de um ministro&#8221;, acusando Fernando Alexandre de não assumir as suas responsabilidades ao ter &#8220;desmantelado&#8221; os organismos do Ministério e ignorado os alertas do projeto-piloto no exame de Filosofia, que já tinha registado algumas falhas.</p>
<p>Fabian Figueiredo acusou ainda o ministro de mentir, afirmando que Fernando Alexandre &#8220;há uns dias&#8221; garantiu que não havia falta de professores qualificadores e &#8220;à 25.ª hora a desculpa que arranja é esta&#8221;.</p>
<p>O parlamentar defendeu que assim que este processo terminar Fernando Alexandre deve apresentar a sua demissão, porque &#8220;o país precisa de um novo ministro&#8221; e o atual &#8220;não tem credibilidade para nada&#8221;.</p>
<p>O bloquista considerou ainda que o primeiro-ministro tem que garantir que o primeiro dia de aulas começa na data prevista, em setembro, sob pena de &#8220;o caos de julho somar-se ao caos de setembro&#8221;, e desafiou Luís Montenegro a anunciar hoje no debate a isenção da taxa de 25 euros para reapreciação de prova.</p>
<p>Fabian Figueiredo apelou ainda a todos os partidos, inclusive PSD e CDS-PP para que viabilizem a comissão parlamentar de inquérito proposta pelo BE, por estar &#8220;em causa um pilar fundamental do sistema de ensino e do acesso ao Ensino Superior&#8221;.</p>
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		<title>IL exige a Montenegro que avalie &#8220;condições políticas&#8221; do ministro da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Iniciativa Liberal]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado Jorge Miguel Teixeira manifestou preocupação por, na véspera da data prevista para a divulgação das notas de cada aluno, o ministro da Educação "dizer que não consegue garantir às famílias que todo o processo estará concluído" a tempo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A IL defendeu hoje que o primeiro-ministro deve avaliar as &#8220;condições políticas&#8221; do ministro da Educação para continuar em funções caso o processo de correção e divulgação das notas dos exames nacionais do ensino secundário falhe.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado Jorge Miguel Teixeira manifestou preocupação por, na véspera da data prevista para a divulgação das notas de cada aluno, o ministro da Educação &#8220;dizer que não consegue garantir às famílias que todo o processo estará concluído&#8221; a tempo.</p>
<p>O deputado liberal assinalou que não há &#8220;um plano B&#8221; e afirmou que, &#8220;ou se acabam os processos segundo as regras que estão agora e que estão a dar problemas, ou então não se consegue concluir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tudo isto é extremamente preocupante. Por isso mesmo, a IL já chegou a fazer um requerimento a pedir toda a documentação relativa à preparação desta transformação no ministério e queremos obviamente esclarecer estas dúvidas, porque se se der o caso de que amanhã [sexta-feira] não conseguimos concluir a avaliação da primeira fase dos exames nacionais, então temos um grande problema para as famílias portuguesas e o Ministério da Educação&#8221;, defendeu.</p>
<p>Jorge Miguel Teixeira considerou igualmente que se o processo falhar &#8220;é justificação para o primeiro-ministro considerar as condições políticas em que o ministro continua em funções&#8221;.</p>
<p>&#8220;A IL não vem pedir cabeças. Aquilo que nós queremos é que as famílias sejam tranquilizadas o mais rapidamente possível. Essa deve ser a prioridade, é assegurar que a primeira fase, e já agora a segunda fase dos exames nacionais, conseguem ser concluídas em tranquilidade. Para a primeira fase parece-me que isso já vai ser difícil, mas todo este processo tem de ser concluído e depois sim, o próprio ministro o disse, terá de se apurar responsabilidades&#8221;, salientou.</p>
<p>Questionado sobre se a IL está mais perto de viabilizar a comissão parlamentar de inquérito proposta pelo BE, o deputado e dirigente nacional do partido disse que primeiro quer saber se será possível &#8220;ter acesso a toda a documentação relativa a todo este processo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se não conseguirmos aceder a essa documentação, se não conseguirmos esclarecer todas essas eventualidades com os meios normais do Parlamento &#8211; o Parlamento tem muitos poderes antes de recorrer a uma comissão parlamentar de inquérito -, então sim iremos considerar essa possibilidade levantada pelo BE&#8221;, indicou.</p>
<p>Jorge Miguel Teixeira insistiu ainda que o debate sobre o estado da nação deveria ter sido adiado, como propôs o partido, e acontecer depois do debate de urgência agendado para sexta-feira, precisamente sobre o tema dos exames nacionais.</p>
<p>O deputado considerou que &#8220;todo o dia está a ser contaminado por toda a polémica em torno dos exames nacionais&#8221;, que &#8220;deve ser discutido em sede própria&#8221;.</p>
<p>No debate sobre o estado da nação, &#8220;a IL quer falar de habitação, quer falar de saúde, quer falar de Segurança Social, das reformas que não estão a ser feitas, quer falar da economia, e tudo isso está a ser eclipsado por todo este tema dos exames nacionais&#8221;, lamentou.</p>
<p>Hoje de manhã, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse faltarem professores para classificar os exames nacionais de algumas disciplinas e admitiu que as pautas dos exames nacionais do ensino secundário poderão não ser afixadas na sexta-feira, conforme previsto, se ainda houver provas por classificar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790136]]></sapo:autor>
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		<title>Documentos oficiais à distância de um clique: assim vai funcionar a nova carteira digital europeia em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUDI Wallet]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo é permitir que a identidade de uma pessoa seja reconhecida digitalmente em todos os países da União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cidadãos europeus deverão poder guardar no telemóvel documentos como o cartão de identidade, a carta de condução ou diplomas universitários através da nova Carteira de Identidade Digital Europeia, conhecida como EUDI Wallet.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, a ferramenta deverá entrar em funcionamento em 2027, embora os Estados-membros tenham até ao final de 2026 para disponibilizar aos cidadãos a possibilidade de adicionar documentos à carteira digital.</p>
<p>O objetivo é permitir que a identidade de uma pessoa seja reconhecida digitalmente em todos os países da União Europeia, facilitando procedimentos que atualmente exigem o envio, a digitalização ou a apresentação física de documentos.</p>
<p>A carteira será voluntária e deverá permitir aos utilizadores escolher que informações partilham, com quem e em que momento. Em vez de entregar uma cópia completa de um documento, o cidadão poderá fornecer apenas os dados necessários para cada operação.</p>
<p>Por exemplo, um serviço poderá confirmar que uma pessoa tem mais de 18 anos sem receber o nome completo, a morada ou outros elementos que constam do documento de identificação.</p>
<p><strong>Menos cópias espalhadas por servidores</strong></p>
<p>Uma das principais vantagens apontadas pela Funditec Research é a redução do número de cópias de documentos pessoais armazenadas em servidores de empresas, administrações e outras entidades.</p>
<p>Gonzalo Álvarez Marañón, diretor da organização, considera que a EUDI Wallet poderá ser um dos mecanismos mais relevantes para evitar a multiplicação de cópias de documentos fora do controlo e, muitas vezes, do conhecimento dos próprios cidadãos.</p>
<p>A exposição de dados também deverá diminuir, uma vez que cada transação poderá envolver apenas a informação estritamente necessária, em vez da transmissão de todos os elementos incluídos num cartão de identidade ou noutro documento.</p>
<p><strong>Bancos, saúde e serviços públicos</strong></p>
<p>A interoperabilidade entre os diferentes países deverá acelerar processos transfronteiriços dentro da União Europeia.</p>
<p>De acordo com o &#8217;20 Minutos&#8217;, a identificação poderá tornar-se mais rápida na abertura de contas bancárias, no acesso a serviços de saúde, na interação com organismos públicos e em procedimentos realizados pela Internet.</p>
<p>A carteira poderá também ser utilizada para apresentar habilitações académicas, assinar documentos eletronicamente ou comprovar determinados atributos sem necessidade de enviar ficheiros digitalizados.</p>
<p>O sistema pretende, assim, substituir parte dos processos em que os utilizadores têm atualmente de fotografar, digitalizar ou carregar documentos em plataformas distintas.</p>
<p><strong>Risco de mais serviços exigirem identificação</strong></p>
<p>A maior facilidade na verificação da identidade poderá, contudo, ter uma consequência menos positiva: serviços que atualmente não pedem dados pessoais poderão começar a fazê-lo.</p>
<p>Álvarez Marañón alerta que a simplicidade técnica de solicitar informações poderá levar a uma expansão das exigências de identificação, aumentando o nível geral de controlo sobre os cidadãos.</p>
<p>A Funditec Research chama igualmente a atenção para a necessidade de realizar auditorias aos servidores públicos e garantir que as infraestruturas utilizadas pelos Estados cumprem requisitos exigentes de segurança e transparência.</p>
<p>Outro desafio será assegurar que a população possui conhecimentos digitais suficientes para utilizar a ferramenta, sobretudo entre pessoas mais velhas ou com menor acesso à tecnologia.</p>
<p><strong>Implementação será desigual na Europa</strong></p>
<p>A adoção não deverá avançar ao mesmo ritmo em todos os países. A Funditec Research prevê que os países nórdicos, a Alemanha e a Estónia liderem a implementação, devido à qualidade das respetivas infraestruturas digitais e à maior confiança nas instituições.</p>
<p>Espanha, Itália e alguns países da Europa de Leste poderão progredir mais lentamente, condicionados pela capacidade administrativa e por níveis inferiores de confiança pública nos sistemas digitais.</p>
<p>Apesar destas diferenças, a carteira terá de funcionar entre os Estados-membros, permitindo que um documento emitido num país seja reconhecido e utilizado nos restantes.</p>
<p>A mudança promete tornar mais simples a relação dos cidadãos com empresas e administrações, mas o seu sucesso dependerá da segurança dos sistemas, da proteção efetiva dos dados e da capacidade de impedir que a conveniência se transforme numa exigência generalizada de identificação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kremlin nega crise económica apesar da contração da economia russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Kremlin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kremlin negou hoje que a Rússia esteja a atravessar uma crise económica, apesar da contração da economia nos primeiros meses do ano e da escassez de combustíveis provocada pelos ataques ucranianos contra refinarias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kremlin negou hoje que a Rússia esteja a atravessar uma crise económica, apesar da contração da economia nos primeiros meses do ano e da escassez de combustíveis provocada pelos ataques ucranianos contra refinarias.</P><br />
<P>&#8220;Todos conhecem as dificuldades que a nossa economia está a enfrentar. Essas dificuldades não têm um caráter crítico&#8221;, afirmou o porta-voz da presidência russa (Kremlin), Dmitri Peskov, na habitual conferência de imprensa diária.</P><br />
<P>Peskov acrescentou que o Governo russo &#8220;garante plenamente a estabilidade macroeconómica&#8221;, embora tenha admitido que, tal como o Presidente Vladimir Putin afirmou em várias ocasiões, &#8220;o ritmo de crescimento económico é insuficiente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De um modo geral, a economia internacional encontra-se atualmente numa situação bastante difícil, entre outras razões devido a conflitos como o que decorre no Golfo Pérsico&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O porta-voz da presidência russa sublinhou que &#8220;os países da Europa Ocidental e alguns da Ásia também enfrentam dificuldades económicas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Naturalmente, a Rússia não pode estar isolada dessa realidade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os especialistas consideram que a economia russa, que contraiu 0,3% no primeiro trimestre, está à beira da recessão, o que levou o Governo a rever em baixa a previsão de crescimento para este ano, de 1,3% para 0,4%.</P><br />
<P>O défice orçamental no primeiro semestre ascendeu a 5,731 biliões de rublos (66.000 milhões de euros), o equivalente a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), mais do dobro do registado no mesmo período do ano anterior.</P><br />
<P>A escassez de combustíveis provocou ainda um aumento dos preços da gasolina e dos custos do transporte de mercadorias, afetando consumidores, produtores e comerciantes.</P><br />
<P>Os ataques ucranianos causaram igualmente perdas significativas no setor do turismo, sobretudo na península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014 e alvo diário de ataques com drones ucranianos, mas também na costa do mar Negro, devido à poluição causada pelo afundamento de navios petroleiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790128]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: EUA “vão tomar conta” da Venezuela? O que está em causa, como funcionaria e quem mandaria no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:22:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto prevê o envio de cerca de 3.000 pessoas e um investimento inicial próximo dos 3.000 milhões de dólares, aproximadamente 2.600 milhões de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos estão a estudar uma fórmula extraordinária de administração e tutela temporária da Venezuela que permitiria a Washington coordenar a reconstrução do país, impedir um vazio institucional e preparar eleições democráticas. O plano, acelerado após os terramotos de 24 de junho, continua numa fase preliminar e ainda não foi aprovado pela Casa Branca.</p>
<p>De acordo com o &#8216;ABC&#8217;, o projeto prevê o envio de cerca de 3.000 pessoas e um investimento inicial próximo dos 3.000 milhões de dólares, aproximadamente 2.600 milhões de euros. Não se trataria de uma força de combate nem de uma ocupação militar convencional, mas de uma estrutura civil e técnica com ampla capacidade de coordenação e supervisão.</p>
<p>O modelo levanta, contudo, questões decisivas: quem governaria a Venezuela durante a transição, que poderes permaneceriam nas mãos das instituições atuais, durante quanto tempo vigoraria a tutela e quem controlaria os milhares de milhões destinados à reconstrução.</p>
<p><strong>O que está em causa?</strong></p>
<p>A questão central é a criação de uma administração provisória capaz de responder simultaneamente à emergência provocada pelos sismos e à crise política venezuelana.</p>
<p>Washington pretende evitar que a reconstrução fique inteiramente dependente das estruturas herdadas do chavismo, mas também não quer provocar o colapso imediato das instituições que ainda asseguram a distribuição de ajuda, o funcionamento dos serviços públicos e algum controlo territorial.</p>
<p>Segundo o &#8216;ABC&#8217;, a proposta procuraria criar uma solução intermédia: uma presença dos EUA suficientemente forte para acompanhar as decisões e fiscalizar os recursos, sem anexar a Venezuela ou integrá-la formalmente nos Estados Unidos.</p>
<p>O próprio presidente Donald Trump chegou a brincar publicamente com a possibilidade de transformar a Venezuela no 51.º estado americano, mas essa hipótese não integra os cenários efetivamente analisados pela sua administração.</p>
<p><strong>O que mudaria no terreno?</strong></p>
<p>Uma parte significativa das cerca de 3.000 pessoas previstas no plano poderia ser recrutada no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA. A equipa incluiria ainda especialistas civis em infraestruturas, energia, comunicações, logística, urbanismo e ordenamento do território.</p>
<p>A missão passaria pela recuperação de estradas, pontes, aeroportos, redes elétricas, sistemas de abastecimento de água e edifícios públicos afetados pelos terramotos.</p>
<p>A estrutura teria igualmente responsabilidades na coordenação da ajuda internacional, na definição das prioridades de reconstrução e na supervisão dos projetos financiados com recursos americanos e de outros parceiros.</p>
<p>A tutela poderia, assim, retirar às atuais autoridades venezuelanas parte da capacidade de decidir autonomamente onde e como seria aplicado o dinheiro da reconstrução.</p>
<p><strong>Seria uma ocupação dos Estados Unidos?</strong></p>
<p>Não nos moldes atualmente em discussão. As fontes citadas pelo ABC insistem que não está previsto o envio de um contingente militar de combate nem uma anexação territorial.</p>
<p>Uma das comparações usadas nas conversações internas remete para os acordos de livre associação mantidos pelos EUA com países como as Ilhas Marshall. Nesses casos, Washington assegura apoio financeiro e responsabilidades em áreas como a defesa, enquanto os territórios mantêm a soberania.</p>
<p>A comparação tem, porém, limites evidentes. Esses acordos foram negociados entre Estados soberanos e assentam em tratados próprios. A Venezuela tem uma dimensão, uma população, uma estrutura constitucional e uma crise institucional incomparavelmente mais complexas.</p>
<p>Até ao momento, não existe uma base jurídica fechada para a tutela. Também não está definido quem dirigiria a administração provisória, quais seriam os seus poderes ou quanto tempo permaneceria em funções.</p>
<p><strong>Quais são os objetivos dos EUA?</strong></p>
<p>A Casa Branca pretende alcançar quatro objetivos principais: responder à emergência humanitária, preservar os serviços básicos, impedir a desintegração do Estado e criar condições para a realização de eleições democráticas.</p>
<p>Washington procura ainda garantir que os fundos destinados à reconstrução não ficam sob controlo exclusivo das estruturas chavistas, mas reconhece que afastar imediatamente todos os dirigentes e funcionários ligados ao antigo regime poderia deixar o país sem capacidade administrativa.</p>
<p>O objetivo declarado é que os venezuelanos voltem a escolher livremente o seu governo. A dificuldade está em definir quem controla o país até às eleições e quem tem legitimidade para participar nessa transição.</p>
<p><strong>Que papel terão as duas assembleias nacionais?</strong></p>
<p>O primeiro passo visível desta nova arquitetura política foi o anúncio de uma mesa de trabalho entre as duas assembleias nacionais que reclamam autoridade na Venezuela.</p>
<p>De um lado encontra-se a Assembleia Nacional eleita em 2015, considerada pelos EUA e por parte da oposição como a última instituição legislativa legítima. Do outro está a câmara controlada pelo chavismo.</p>
<p>Dinorah Figuera, presidente da Assembleia de 2015, e Jorge Rodríguez, responsável pela estrutura legislativa ligada ao regime, anunciaram uma “agenda de trabalho conjunta” com início previsto para 1 de agosto.</p>
<p>O diálogo é apresentado como uma resposta à emergência e como uma forma de promover a reconstrução, a estabilidade e o reforço da democracia. Na prática, coloca Washington no centro da reorganização política do país.</p>
<p>A mesa não contém ainda compromissos sobre eleições, libertação de presos políticos, regresso dos exilados ou distribuição do poder. Também não resolve a disputa sobre a legitimidade de Delcy Rodríguez, que assumiu provisoriamente a chefia do Estado depois da queda de Nicolás Maduro.</p>
<p><strong>Quem governaria durante a transição?</strong></p>
<p>Este é um dos pontos mais difíceis. Delcy Rodríguez mantém o controlo de parte significativa do aparelho do Estado e é a principal interlocutora de Washington dentro da antiga estrutura chavista.</p>
<p>Os EUA podem reconhecê-la como uma autoridade de facto, por conservar capacidade administrativa e territorial, mas têm maiores dificuldades em tratá-la como uma governante democraticamente legítima.</p>
<p>A contradição resulta da posição anteriormente assumida por Washington: se Nicolás Maduro não era considerado presidente legítimo, a legitimidade de uma sucessora escolhida através das instituições controladas pelo próprio chavismo fica igualmente fragilizada.</p>
<p>Por outro lado, María Corina Machado e Edmundo González Urrutia são apresentados por setores da oposição como detentores da legitimidade resultante das eleições presidenciais de 2024. Os EUA reconheceram González Urrutia como vencedor desse escrutínio.</p>
<p><strong>Porque está Washington dividido?</strong></p>
<p>Uma parte da administração Trump considera indispensável trabalhar temporariamente com Delcy e Jorge Rodríguez, além de funcionários e responsáveis que ainda controlam setores essenciais do Estado.</p>
<p>Este grupo receia que uma rutura imediata provoque uma desorganização total, interrompa a distribuição da ajuda e deixe o país sem uma autoridade capaz de garantir segurança e serviços básicos.</p>
<p>Outro setor entende que uma transição demasiado dependente das figuras do antigo regime poderá reabilitar o chavismo, afastar a oposição legitimada pelas eleições e produzir apenas uma mudança aparente.</p>
<p>Também existem divergências sobre o regresso de María Corina Machado. Alguns responsáveis defendem a sua integração imediata no processo, enquanto outros receiam que a sua entrada durante a fase mais grave da emergência desestabilize os contactos com Delcy Rodríguez.</p>
<p><strong>Quando poderiam realizar-se eleições?</strong></p>
<p>A administração americana procura aquilo que Michael Kozak, responsável do Departamento de Estado para o continente americano, descreveu como um “ponto intermédio”.</p>
<p>Washington não quer eleições demasiado rápidas, realizadas sem condições mínimas de liberdade e organização, mas também não pretende permitir que a transição se prolongue indefinidamente.</p>
<p>Antes de uma votação, seria necessário atualizar o recenseamento, incluir novos eleitores, nomear autoridades eleitorais independentes e reconstruir parte das infraestruturas afetadas.</p>
<p>Uma transição demasiado longa poderia reduzir a pressão sobre o chavismo e afastar investidores. Como alertou Kozak, dificilmente haverá investimentos de longo prazo se não existir um governo democrático e reconhecido.</p>
<p><strong>O que pode acontecer aos dirigentes chavistas?</strong></p>
<p>As negociações incluem igualmente o futuro político e judicial de Delcy Rodríguez e de outros responsáveis do antigo regime.</p>
<p>Entre setores próximos da oposição circula a hipótese de que a ofensiva do secretário de Estado, Marco Rubio, contra o Tribunal Penal Internacional possa estar relacionada com a procura de garantias para uma saída negociada de alguns dirigentes.</p>
<p>Não existe, porém, qualquer confirmação oficial dessa ligação. Os EUA não podem extinguir unilateralmente investigações do Tribunal Penal Internacional nem impedir que outros países recorram aos seus tribunais ou a mecanismos de jurisdição universal.</p>
<p>Qualquer acordo sobre imunidades ou garantias teria, por isso, limites jurídicos e poderia provocar forte contestação entre as vítimas do regime e os setores da oposição que exigem responsabilização criminal.</p>
<p><strong>Quais são as principais consequências?</strong></p>
<p>A tutela temporária poderia permitir uma reconstrução mais rápida, melhorar a coordenação da ajuda e limitar o risco de apropriação dos fundos por redes políticas e económicas ligadas ao antigo regime.</p>
<p>Poderia também criar condições técnicas para eleições mais credíveis e evitar um vazio de poder num momento de emergência humanitária.</p>
<p>Mas o plano envolve riscos consideráveis. Uma presença americana com amplos poderes poderia ser interpretada como ingerência externa, alimentar a resistência nacionalista e tornar a futura administração dependente de Washington.</p>
<p>Uma transição apoiada em figuras do chavismo poderia conservar as estruturas que os EUA dizem querer substituir. No sentido contrário, uma purga imediata dessas instituições poderia provocar o colapso dos serviços e obrigar a uma intervenção externa muito mais profunda.</p>
<p><strong>O que falta decidir?</strong></p>
<p>O plano não foi aprovado nem anunciado pela Casa Branca. Falta determinar a base jurídica da administração provisória, a identidade dos seus dirigentes, o seu prazo de funcionamento e a relação com as instituições venezuelanas.</p>
<p>Também não existe ainda um calendário eleitoral, um acordo sobre a participação dos diferentes líderes políticos ou uma solução para o estatuto de Delcy Rodríguez e dos restantes responsáveis chavistas.</p>
<p>Washington procura evitar dois extremos: uma desintegração institucional que obrigue a uma intervenção de maior escala e uma estabilização sem democracia que permita ao antigo regime conservar o poder sob uma nova aparência.</p>
<p>Entre esses cenários, os EUA tentam construir uma administração provisória, uma negociação política e um percurso até às eleições. A grande disputa será decidir quem manda na Venezuela durante esse intervalo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790126]]></sapo:autor>
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		<title>“Não queremos ser carne para canhão”: jovens alemães recusam o serviço militar e travam o plano de rearmamento de Berlim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[objeção de consciência]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[serviço militar]]></category>
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					<description><![CDATA[Departamento Federal para os Assuntos da Família e da Sociedade Civil recebeu 5.862 pedidos de objeção de consciência durante o primeiro semestre de 2026, ultrapassando já os 3.879 registados em todo o ano passado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de jovens alemães que pedem o reconhecimento como objetores de consciência e recusam prestar serviço militar aumentou de forma acentuada, numa altura em que Berlim procura reforçar as Forças Armadas e construir o exército convencional mais poderoso da Europa.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Español&#8217;, o Departamento Federal para os Assuntos da Família e da Sociedade Civil recebeu 5.862 pedidos de objeção de consciência durante o primeiro semestre de 2026, ultrapassando já os 3.879 registados em todo o ano passado.</p>
<p>A subida torna-se ainda mais evidente quando comparada com 2024, ano em que foram apresentados 2.249 pedidos. Até ao final de maio, 2.667 requerimentos tinham sido aceites, comparativamente com 2.830 aprovações durante todo o ano de 2025.</p>
<p>A Constituição alemã reconhece o direito à objeção de consciência e determina que ninguém pode ser obrigado, contra as suas convicções, a prestar serviço militar que envolva o uso de armas.</p>
<p>Embora o serviço militar obrigatório permaneça suspenso desde 2011, os pedidos podem funcionar como medida preventiva perante a possibilidade de a conscrição voltar a ser aplicada.</p>
<p>Este ano, todos os homens alemães com mais de 18 anos passaram a ter de preencher um formulário sobre a disponibilidade para servir nas Forças Armadas e a submeter-se a uma avaliação médica. As mulheres são convidadas a voluntariar-se, mas não estão sujeitas ao mesmo processo obrigatório.</p>
<p>O novo modelo de recrutamento foi apresentado pelo ministro da Defesa, Boris Pistorius, que pretende aumentar o número de militares no ativo para 260 mil até 2035.</p>
<p>Os partidos conservadores da União Democrata-Cristã e da União Social-Cristã, que lideram o Governo, já avisaram que o serviço militar obrigatório poderá regressar caso o recrutamento voluntário não produza resultados suficientes. Essa alteração exigiria, contudo, nova legislação.</p>
<p>O aumento das objeções é atribuído, em parte, ao novo sistema de recrutamento que entrou em vigor no início de 2026 e ao receio de que militares alemães possam vir a ser envolvidos em conflitos internacionais.</p>
<p>Entre os cenários que alimentam a preocupação encontram-se uma eventual intervenção no Estreito de Ormuz e uma futura operação de manutenção da paz na Ucrânia depois do fim da guerra.</p>
<p>A Alemanha dispõe atualmente de cerca de 186 mil militares no ativo, depois de ter reduzido profundamente o efetivo e os meios das Forças Armadas nas décadas que se seguiram à Guerra Fria.</p>
<p>A invasão da Ucrânia pela Rússia, a crescente instabilidade internacional e a pressão exercida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levaram Berlim a acelerar o rearmamento e a abandonar progressivamente a tradicional contenção militar do pós-guerra.</p>
<p>Para obter o estatuto de objetor de consciência, os candidatos têm de apresentar uma carta assinada, um currículo e uma declaração pessoal explicando as razões morais ou religiosas que os impedem de prestar serviço armado.</p>
<p>Apesar do aumento dos pedidos, também cresceu o número de pessoas que pretendem renunciar ao estatuto de objetor anteriormente reconhecido. De acordo com dados citados pelo jornal &#8216;Neue Osnabrücker&#8217;, 233 pessoas desistiram desse direito durante o primeiro trimestre de 2026, depois de 781 o terem feito ao longo de 2025.</p>
<p>Quem mantenha o estatuto de objetor poderá, ainda assim, ser chamado a desempenhar funções civis em caso de emergência nacional ou de segurança.</p>
<p>As sondagens apontam para um apoio significativo ao reforço das Forças Armadas, mas a política tem provocado resistência entre os mais jovens. Milhares de estudantes participaram este ano em protestos e greves escolares contra o rearmamento e o eventual regresso da conscrição, acusando o Governo de querer transformá-los em “carne para canhão”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790121]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estes foram os aeroportos mais movimentados da Europa no último ano. Veja o top 10 e os números recorde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estes-foram-os-aeroportos-mais-movimentados-da-europa-no-ultimo-ano-veja-o-top-10-e-os-numeros-recorde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[EO aeroporto de Londres Heathrow voltou a afirmar-se como o mais movimentado da Europa em 2025, depois de ter recebido mais de 84,48 milhões de passageiros ao longo do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>EO aeroporto de Londres Heathrow voltou a afirmar-se como o mais movimentado da Europa em 2025, depois de ter recebido mais de 84,48 milhões de passageiros ao longo do ano. Os novos dados, divulgados pelo Airports Council International (ACI) World, mostram que o tráfego aéreo mundial continuou a recuperar, atingindo 9,8 mil milhões de passageiros, um valor que aproxima o setor da histórica marca dos 10 mil milhões de viajantes anuais.</p>
<p>O ranking, elaborado com base no número total de passageiros embarcados e desembarcados — contabilizando os passageiros em trânsito apenas uma vez — revela também o forte desempenho das infraestruturas aeroportuárias europeias, sobretudo no segmento dos voos internacionais.</p>
<p><strong>Heathrow mantém liderança europeia</strong><br />
Com 84.482.126 passageiros registados em 2025, o aeroporto de Heathrow conservou o estatuto de aeroporto mais movimentado da Europa.</p>
<p>À escala mundial, ocupa a sétima posição, duas abaixo da registada no ano anterior. Ainda assim, o aeroporto londrino conseguiu aumentar o movimento de passageiros em 0,7% relativamente a 2024 e em 4,4% quando comparado com 2019, o último ano antes da pandemia de Covid-19.</p>
<p><strong>Istambul continua muito perto da liderança</strong><br />
Logo atrás surge o Aeroporto de Istambul, na Turquia, que terminou o ano com 84.437.710 passageiros, apenas algumas dezenas de milhares abaixo de Heathrow.</p>
<p>No ranking mundial caiu da sétima para a oitava posição, mas a evolução ao longo dos últimos anos continua a ser notável.</p>
<p>Em 2019 ocupava apenas o 28.º lugar mundial, refletindo o crescimento acelerado da infraestrutura turca como um dos principais centros de ligação entre a Europa, a Ásia, o Médio Oriente e África.</p>
<p><strong>Paris, Amesterdão e Madrid completam o top cinco</strong><br />
O terceiro lugar europeu pertence ao Aeroporto Paris Charles de Gaulle, que registou 72 milhões de passageiros durante 2025.</p>
<p>O aeroporto francês apresentou um crescimento de 2,5% face a 2024, embora continue 5,4% abaixo dos níveis registados em 2019. No panorama mundial ocupa a 14.ª posição.</p>
<p>Segue-se o Aeroporto Schiphol, em Amesterdão, com 68,77 milhões de passageiros, suficiente para alcançar o 17.º lugar mundial.</p>
<p>Também aqui se verifica uma tendência semelhante à de Paris: crescimento de 2,9% relativamente a 2024, mas um movimento ainda 4,1% inferior ao período pré-pandemia.</p>
<p>A fechar o top cinco europeu surge o Aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas, que movimentou 68,11 milhões de passageiros.</p>
<p>O aeroporto espanhol destacou-se pelo crescimento mais expressivo entre os cinco primeiros classificados, aumentando 3% face a 2024 e ultrapassando já em 10,4% os números registados em 2019, o que lhe vale o 18.º lugar na classificação mundial.</p>
<p><strong>Tráfego aéreo mundial aproxima-se de um marco histórico</strong><br />
Segundo o relatório do ACI World, o transporte aéreo internacional continuou a recuperar durante 2025.</p>
<p>Ao longo do ano passaram pelos aeroportos de todo o mundo 9,8 mil milhões de passageiros, aproximando o setor da marca inédita dos 10 mil milhões de viajantes anuais.</p>
<p>Os 10 aeroportos mais movimentados do mundo em 2025</p>
<p>O ranking mundial dos aeroportos com maior movimento de passageiros é liderado pelos Estados Unidos, mas inclui também importantes infraestruturas da Europa, Ásia e Médio Oriente.</p>
<p>A classificação é composta por:</p>
<ul>
<li>Hartsfield-Jackson Atlanta (Estados Unidos) – 106.302.208 passageiros;</li>
<li>Dubai International (Emirados Árabes Unidos) – 95.192.160;</li>
<li>Tóquio Haneda (Japão) – 91.679.814;</li>
<li>Dallas Fort Worth (Estados Unidos) – 85.660.127;</li>
<li>Xangai Pudong (China) – 84.994.548;</li>
<li>Chicago O&#8217;Hare (Estados Unidos) – 84.856.018;</li>
<li>Londres Heathrow (Reino Unido) – 84.482.126;</li>
<li>Istambul (Turquia) – 84.437.710;</li>
<li>Guangzhou Baiyun (China) – 83.582.952;</li>
<li>Denver International (Estados Unidos) – 82.427.962.</li>
</ul>
<p><strong>Europa destaca-se nos voos internacionais</strong><br />
Embora apenas dois aeroportos europeus integrem o top 10 mundial em número total de passageiros, a situação altera-se quando a análise considera apenas o tráfego internacional.</p>
<p>Neste segmento, os aeroportos europeus assumem um peso muito superior.</p>
<p>Heathrow mantém novamente a liderança europeia e ocupa a segunda posição mundial, com 79.874.784 passageiros internacionais, o que significa que apenas cerca de 4,6 milhões de passageiros utilizaram voos domésticos durante 2025.</p>
<p><strong>Amesterdão e Istambul reforçam posição internacional</strong><br />
O segundo aeroporto europeu com maior movimento internacional foi o Schiphol de Amesterdão, que registou 68.767.548 passageiros internacionais, alcançando o quinto lugar mundial nesta categoria.</p>
<p>Segue-se o Aeroporto de Istambul, com 66.608.849 passageiros internacionais, ocupando o sexto lugar mundial.</p>
<p>Na quarta posição europeia aparece Paris Charles de Gaulle, com 66.135.938 passageiros internacionais, enquanto Frankfurt completa o top cinco europeu, contabilizando 57.528.528 passageiros internacionais.</p>
<p><strong>Madrid, Barcelona, Roma, Gatwick e Munique completam o top 10</strong><br />
O ranking europeu de passageiros internacionais fica completo com:</p>
<ul>
<li>Madrid-Barajas (Espanha) – 51.394.869 passageiros;</li>
<li>Barcelona-El Prat (Espanha) – 43.256.689;</li>
<li>Roma Fiumicino (Itália) – 40.606.167;</li>
<li>Londres Gatwick (Reino Unido) – 39.812.458;</li>
<li>Munique (Alemanha) – 37.274.455.</li>
</ul>
<p><strong>Capacidade continua a ser um desafio</strong><br />
O relatório do Airports Council International World sublinha que os aeroportos europeus continuam entre os principais centros internacionais da aviação mundial, apesar das limitações de capacidade existentes em vários mercados.</p>
<p>Segundo o documento, &#8220;os aeroportos europeus continuam entre as maiores portas de entrada internacionais do mundo, apesar de operarem próximos da capacidade disponível em vários mercados&#8221;, evidenciando que o crescimento futuro dependerá também da expansão das infraestruturas e da capacidade para responder ao aumento contínuo da procura pelo transporte aéreo internacional.</p>
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		<title>China transforma ilha tropical em laboratório gigante para o fim dos motores a combustão: o que está em causa?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:55:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Província chinesa de Hainan vai proibir, a partir de 2030, a venda de automóveis novos equipados exclusivamente com motores a gasolina ou gasóleo, tornando-se a primeira região administrativa da China a anunciar uma medida deste género]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A província chinesa de Hainan vai proibir, a partir de 2030, a venda de automóveis novos equipados exclusivamente com motores a gasolina ou gasóleo, tornando-se a primeira região administrativa da China a anunciar uma medida deste género.</p>
<p>A decisão faz parte do novo plano quinquenal para a construção da chamada “zona-piloto nacional de civilização ecológica” e transforma esta ilha tropical num laboratório para a transição chinesa para uma mobilidade com menos emissões.</p>
<p>Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, que cita o &#8216;Car News China&#8217;, Hainan reúne condições consideradas especialmente favoráveis para acelerar a adoção de automóveis elétricos. A ilha tem cerca de 35.400 quilómetros quadrados e uma estrada circular com 612,8 quilómetros, permitindo percorrer todo o território com distâncias compatíveis com a autonomia dos modelos elétricos atuais.</p>
<p>A dimensão e o isolamento geográfico facilitam também a instalação de uma rede de carregamento mais densa e previsível do que em muitas regiões continentais de maior dimensão. Hainan não é um grande polo de produção automóvel, embora tenha acolhido historicamente algumas atividades do setor, incluindo a antiga presença da Hainan Mazda.</p>
<p><strong>Elétricos deverão representar mais de 45% dos carros</strong></p>
<p>A medida integra a iniciativa “Clean Energy Island”, através da qual as autoridades locais pretendem aumentar o peso das fontes de energia limpa no abastecimento da província.</p>
<p>Até 2030, mais de 45% dos veículos em circulação deverão pertencer à categoria chinesa dos veículos de novas energias, que inclui sobretudo automóveis totalmente elétricos e híbridos plug-in.</p>
<p>As metas abrangem tanto o setor público como os particulares. Até ao final da década, todos os veículos novos destinados à administração pública, recolha de resíduos ou transporte de passageiros deverão utilizar sistemas alimentados por energia limpa.</p>
<p>A mesma regra deverá aplicar-se às novas matrículas e à substituição de automóveis particulares, com exceção de veículos especializados que necessitem de características técnicas específicas.</p>
<p><strong>Menos de 2,5 carros por cada carregador</strong></p>
<p>Para acompanhar o crescimento da frota elétrica, Hainan está a reforçar a rede de carregamento, com o objetivo de manter uma proporção inferior a 2,5 veículos por cada ponto disponível.</p>
<p>A província já apresenta uma das taxas mais elevadas de adoção de automóveis eletrificados na China. Ocupa atualmente o primeiro lugar do país na quota de mercado dos veículos de novas energias e a segunda posição no número total destes automóveis em circulação entre as administrações provinciais.</p>
<p>O plano prevê ainda vantagens no processo de matrícula, na circulação e na gestão do estacionamento, procurando tornar a utilização dos automóveis elétricos mais simples e atrativa.</p>
<p><strong>Rede elétrica será um dos maiores desafios</strong></p>
<p>A transição, contudo, não está isenta de dificuldades. Por estar ligada à rede elétrica do sul da China, a ilha tem enfrentado problemas relacionados com a dependência energética, a capacidade de abastecimento e os custos da eletricidade.</p>
<p>Um relatório publicado em 2022 pelo jornal estatal &#8216;People’s Daily&#8217; já tinha identificado dificuldades na articulação entre as infraestruturas de carregamento, a distribuição de energia e o planeamento urbano.</p>
<p>Para reduzir estes riscos, as autoridades pretendem aumentar a autonomia energética de Hainan, que deverá passar dos 24% previstos para 2025 para 54% em 2030.</p>
<p>O reforço será apoiado por investimentos em fontes renováveis e na produção de energia nuclear, numa tentativa de garantir que o crescimento dos automóveis elétricos não aumenta excessivamente a dependência da ilha em relação ao território continental.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Motor1&#8217;, o objetivo final passa por retirar gradualmente das estradas os automóveis tradicionais a gasolina e gasóleo e transformar Hainan no primeiro exemplo chinês de um território onde a mobilidade assenta quase totalmente em energia limpa.</p>
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