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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>PSI acompanha principais índices europeus e segue em terreno negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e continuava em terreno negativo mais de uma hora depois, em linha com as principais bolsas europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e continuava em terreno negativo mais de uma hora depois, em linha com as principais bolsas europeias.</p>
<p>Pelas 09:15 em Lisboa, o PSI recuava 0,40% para 9.095,87 pontos, com 12 cotadas a verem a sua cotação a descer e quatro a valorizar.</p>
<p>As maiores perdas eram registadas pela NOS e pela REN, sendo que eram as únicas com uma variação acima de 1%, com a empresa de telecomunicações a descer 1,09% para 4,99 euros e a energética a baixar 1,06% para 3,73 euros.</p>
<p>Seguiam-se a Navigator, com uma desvalorização de 0,74% para 3,20 euros, a EDP Renewables, que perdia 0,64% para 14,08 euros, e a EDP e a Teixeira Duarte, ambas com perdas de 0,57% para, respetivamente, 4,56 euros e 0,53 euros.</p>
<p>À Altri, que desvalorizava 0,53% para 4,73 euros, seguia-se Sonae, que ao perder 0,50% era cotada em 2,01 euros.</p>
<p>Também no &#8216;vermelho&#8217; estavam Mota-Engil (-0,34% para 4,65 euros), Galp (-0,30% para 18,59 euros), BCP (-0,24% para 1,03 euros) e Jerónimo Martins (-0,06% para 16,75 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Semapa liderava os ganhos, com uma valorização de 0,49% para 20,40 euros.</p>
<p>Atrás de si estavam os CTT, que cresciam 0,45% para 5,81 euros, a Ibersol, que acelerava 0,30% para 9,88 euros, e a Corticeira Amorim, que subia 0,16% para 6,40 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias voltam hoje a terreno negativo depois de fecharem o semestre com ganhos, tal como em Nova Iorque.</p>
<p>Na terça-feira, o Dow Jones fechou o seu melhor primeiro semestre, ao subir 8,85%, enquanto o S&amp;P 500 valorizou 9,6% e o Nasdaq 12,8%, numa evolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) e pelos avanços das pequenas empresas.</p>
<p>Além das expectativas sobre as negociações entre Estados Unidos da América e Irão sobre o conflito, os investidores também aguardam a intervenção de Warsh no fórum do Banco Central Europeu (BCE), em Sintra, que será encerrado pela presidente, Christine Lagarde.</p>
<p>O Eurostat publica hoje a estimativa preliminar da inflação para a zona euro em junho, enquanto nos EUA será divulgado o relatório ADP sobre o emprego no país, assim como os dados PMI do setor transformador.</p>
<p>Após o presidente do parlamento iraniano ter defendido a soberania do país sobre o estreito de Ormuz, que considerou o maior instrumento de poder, o barril de Brent, referência para a Europa, subia e voltava acima dos 73 dólares.</p>
<p>O euro volta a descer e é negociado a 1,139 dólares, enquanto o ouro baixa 1,15% para 3,962,82 dólares por onça e a bitcoin estabiliza nos 58.576 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784004]]></sapo:autor>
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		<title>Crédito europeu desafia crise geopolítica e continua a atrair investidores. Especialista vê mais oportunidades do que riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:32:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados europeus de crédito continuam a dar sinais de resiliência, apesar das recentes tensões geopolíticas e da volatilidade dos preços do petróleo. A conclusão é de Elisa Belgacem, Senior Credit Strategist da Generali Investments.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados europeus de crédito continuam a dar sinais de resiliência, apesar das recentes tensões geopolíticas e da volatilidade dos preços do petróleo. A conclusão é de Elisa Belgacem, Senior Credit Strategist da Generali Investments, que considera que o atual contexto continua a favorecer o investimento em crédito, ainda que os ativos estejam cada vez mais caros.</p>
<p>Segundo a especialista, os spreads das obrigações europeias de grau de investimento (investment grade) mantêm-se estáveis em torno dos 75 pontos base, enquanto o segmento de high yield permanece próximo dos 270 pontos base. Este comportamento, refere, demonstra que o impacto das incertezas macroeconómicas continua a ser limitado e que o apetite pelo risco por parte dos investidores permanece robusto.</p>
<p>Para a Generali Investments, o cenário continua favorável a uma alocação construtiva ao crédito. Com as yields das obrigações investment grade europeias a rondarem os 3,4%, o principal motor do retorno continua a ser o rendimento proporcionado pelos ativos (carry), mais do que a evolução dos spreads, sobretudo quando comparado com as obrigações soberanas.</p>
<p>Elisa Belgacem destaca que os spreads representam atualmente menos de um quinto da yield total, o que reforça o perfil de &#8220;rates plus&#8221; das obrigações sénior de grau de investimento e oferece uma proteção adicional face a um eventual alargamento moderado dos spreads ou a episódios de maior volatilidade nas taxas de juro.</p>
<p>A estratega salienta, contudo, que os investidores estão a tornar-se mais seletivos. À medida que as obrigações sénior investment grade passam a comportar-se cada vez mais como ativos sensíveis à duração, o capital está a ser direcionado para segmentos com maior potencial de rendimento, como o setor financeiro, a dívida subordinada e o mercado de high yield.</p>
<p>Apesar de considerar que a margem para uma nova compressão dos spreads é atualmente reduzida, Elisa Belgacem acredita que os fatores técnicos continuam a suportar o mercado e que o contexto permanece favorável a estratégias centradas no carry, sustentando a preferência da Generali Investments pelo crédito em detrimento das obrigações soberanas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784000" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1.png" alt="" width="567" height="331" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1.png 567w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1-300x175.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783999]]></sapo:autor>
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		<title>NOS com fibra nos 308 concelhos num investimento de mais de 326 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A NOS anunciou hoje que chegou com fibra ótica a todos os 308 concelhos portugueses, incluindo continente e ilhas, depois de um investimento de mais de 326 milhões de euros, realizado nos últimos 10 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NOS anunciou hoje que chegou com fibra ótica a todos os 308 concelhos portugueses, incluindo continente e ilhas, depois de um investimento de mais de 326 milhões de euros, realizado nos últimos 10 anos.</p>
<p>&#8220;Este esforço começou em 2015 com um ambicioso plano de expansão de rede de fibra ótica, altura desde a qual a NOS duplicou a cobertura da sua rede&#8221;, refere a empresa liderada por Miguel Almeida, em comunicado.</p>
<p>Neste momento, &#8220;a NOS cobre mais de 92% das casas portuguesas&#8221;.</p>
<p>Este investimento &#8220;tem um propósito claro, o de garantir que todos os portugueses têm à sua disposição tecnologia de ponta e serviços de excelência&#8221;, afirma Daniel Beato, administrador da NOS, citado comunicado.</p>
<p>Este alargamento &#8220;vem reforçar o compromisso da NOS com o país e as comunidades locais, de colocar a melhor tecnologia ao serviço de todos os portugueses&#8221; e &#8220;incluiu a construção de cerca de 1.500 quilómetros de rede de fibra própria, bem como novos acordos de partilha e wholesale&#8221;, adianta a NOS, referindo que, &#8220;neste esforço, foram envolvidas centenas de pessoas, entre equipas técnicas e parceiros&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783995]]></sapo:autor>
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		<title>Preços das casas voltam a bater recorde em Portugal, mas subida abranda para 8,9%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:20:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar casa no país custava, no final de junho, 3.156 euros por metro quadrado, tendo em conta o valor mediano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os preços das casas em Portugal voltaram a atingir um novo máximo histórico em junho, apesar de o ritmo de crescimento ter abrandado face ao mês anterior. Comprar casa no país custava, no final de junho, 3.156 euros por metro quadrado, tendo em conta o valor mediano, de acordo com o índice de preços do idealista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em termos homólogos, os preços da habitação subiram 8,9% face a junho de 2025. O valor representa uma desaceleração em relação aos 10,2% registados em maio, mas confirma a manutenção da tendência de subida. Este é já o oitavo mês consecutivo em que os preços das casas em Portugal renovam máximos históricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na comparação trimestral, os preços aumentaram 1,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falta de oferta trava correção dos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Ruben Marques, porta-voz do idealista, o mercado imobiliário dá alguns sinais de moderação, mas a escassez de oferta continua a impedir uma descida dos preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O mercado dá alguns sinais de moderação, mas a falta de oferta continua a impedir uma correção dos preços. Enquanto a procura se mantiver elevada e o número de casas disponíveis para venda continuar limitado, será difícil assistir a uma desaceleração mais significativa da valorização da habitação”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Capitais de distrito sobem em todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, os preços das casas à venda aumentaram em todas as 20 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As maiores subidas anuais registaram-se em Portalegre, onde os preços avançaram 25,8%, seguida de Castelo Branco, com 24,3%, e Santarém, com 24,2%. Beja, com uma subida de 23,5%, e Viseu, com 23,2%, completam o grupo das capitais com maiores valorizações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também Bragança, com 19,6%, Coimbra, com 19%, Leiria, com 17,7%, Viana do Castelo, com 16,8%, e Faro, com 14,6%, registaram aumentos expressivos. Seguiram-se Vila Real, com 13,9%, Braga, com 11,1%, Aveiro, com 9,7%, Setúbal, com 9,5%, Ponta Delgada, com 9,1%, e Guarda, com 9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">As subidas mais moderadas foram registadas em Évora, com 8,1%, Funchal, com 7,6%, Porto, com 6,9%, e Lisboa, com 5,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa continua a ser a cidade mais cara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Lisboa mantém-se como a cidade mais cara do país para comprar casa, com um preço mediano de 6.107 euros por metro quadrado. Segue-se o Porto, onde comprar habitação custa 4.053 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Funchal surge na terceira posição, com 3.921 euros por metro quadrado, seguido de Faro, com 3.766 euros por metro quadrado, e Setúbal, com 3.143 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lista das cidades com preços mais elevados prossegue com Aveiro, onde o metro quadrado custa 2.792 euros, Évora, com 2.663 euros, Coimbra, com 2.449 euros, Ponta Delgada, com 2.393 euros, Viana do Castelo, com 2.320 euros, e Braga, com 2.276 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Abaixo dos 2.000 euros por metro quadrado surgem Leiria, com 1.862 euros, Viseu, com 1.855 euros, Santarém, com 1.796 euros, Beja, com 1.516 euros, Vila Real, com 1.503 euros, Bragança, com 1.184 euros, Castelo Branco, com 1.094 euros, e Portalegre, com 1.061 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade mais barata para comprar casa continua a ser a Guarda, com um preço mediano de 1.019 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Santa Maria lidera subidas entre distritos e ilhas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os 26 distritos e ilhas analisados, os preços das casas subiram em 25 no último ano. A única exceção foi a ilha do Faial, onde os preços recuaram 11,9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior valorização anual foi registada na ilha de Santa Maria, com uma subida de 37,4%. Seguiram-se a ilha de Porto Santo, com 25,1%, a ilha Terceira, com 24,2%, Coimbra, com 21,6%, Castelo Branco, com 20,4%, e Santarém, com 20,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram registadas valorizações expressivas em Viana do Castelo, com 18%, Portalegre, com 17,3%, Viseu, com 16,9%, Leiria, com 16,2%, Guarda, com 15,8%, Beja, com 14,3%, Setúbal, com 14,1%, Évora, com 12%, Braga, com 11,7%, e Aveiro, com 11,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com subidas mais moderadas surgem Faro, com 9,6%, a ilha de São Jorge, com 9,4%, a ilha do Pico, com 9,1%, Bragança, com 8,5%, Vila Real, com 7,5%, a ilha da Madeira, com 7,3%, Lisboa, com 7,2%, a ilha de São Miguel, com 5,8%, e Porto, com 5,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa é também o distrito mais caro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No ranking dos preços por metro quadrado por distrito e ilha, Lisboa mantém-se como o território mais caro para comprar casa, com um preço mediano de 4.724 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguem-se Faro, com 4.069 euros por metro quadrado, a ilha da Madeira, com 3.700 euros, a ilha de Porto Santo, com 3.638 euros, e Setúbal, com 3.360 euros. Logo depois surgem o Porto, com 3.078 euros por metro quadrado, e a ilha de São Miguel, com 2.307 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com valores intermédios aparecem Aveiro, com 2.101 euros por metro quadrado, Leiria, com 2.029 euros, Braga, com 1.956 euros, a ilha Terceira, com 1.793 euros, Coimbra e Viana do Castelo, ambas com 1.757 euros, Évora, com 1.730 euros, a ilha de Santa Maria, com 1.723 euros, a ilha do Pico, com 1.667 euros, e Santarém, com 1.635 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na parte inferior da tabela surgem a ilha do Faial, com 1.587 euros por metro quadrado, Beja, com 1.460 euros, a ilha de São Jorge, com 1.417 euros, Viseu, com 1.337 euros, Vila Real, com 1.141 euros, Castelo Branco, com 1.045 euros, Portalegre, com 995 euros, Bragança, com 992 euros, e Guarda, que apresenta o valor mais baixo, com 889 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alentejo lidera valorização regional</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Todas as regiões do país registaram aumentos nos preços das casas à venda nos últimos 12 meses. O Alentejo liderou as valorizações, com uma subida anual de 18,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguiram-se o Centro, com 14,3%, a Região Autónoma dos Açores, com 10%, o Algarve, com 9,6%, a Área Metropolitana de Lisboa, com 8%, e a Região Autónoma da Madeira, com 7,5%. O Norte apresentou a subida mais moderada, com 5,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Área Metropolitana de Lisboa é a região mais cara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a região mais cara para comprar casa em Portugal, com um preço mediano de 4.403 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Algarve surge em segundo lugar, com 4.069 euros por metro quadrado, seguido da Região Autónoma da Madeira, com 3.697 euros.</p>
<p>Logo depois aparecem o Norte, com 2.558 euros por metro quadrado, o Alentejo, com 2.083 euros, e a Região Autónoma dos Açores, com 2.018 euros. O Centro mantém-se como a região mais barata para comprar habitação, com um preço mediano de 1.786 euros por metro quadrado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783990]]></sapo:autor>
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		<title>Continente: A sustentabilidade como um dos eixos de transformação do negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Continente]]></category>
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					<description><![CDATA[Da meta de neutralidade carbónica em 2040 aos 86 milhões de euros de desperdício alimentar evitado num ano, o continente trata a sustentabilidade como disciplina de gestão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade deixou de ser uma dimensão paralela do negócio do Continente para assumir um papel central nas decisões estratégicas e operacionais da insígnia e na relação com consumidores, produtores e comunidades. Num contexto em que os critérios ambientais, sociais e de governação ganham peso nas decisões empresariais e no escrutínio dos mercados, a empresa defende uma abordagem em que a sustentabilidade não é um elemento acessório, mas uma componente estruturante da estratégia e da gestão e uma alavanca de criação de valor para o negócio, para as pessoas e para o Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariana Pereira da Silva, directora de Sustentabilidade do Continente, explica que esta visão resulta de um percurso de décadas. A empresa foi a primeira do sector do retalho e distribuição em Portugal a apresentar uma Política de Ambiente, em 1998, tendo depois lançado os primeiros programas de ecoeficiência e publicado um dos primeiros relatórios de sustentabilidade do sector. Hoje, segundo a responsável, a sustentabilidade está cada vez mais integrada na forma como a organização define prioridades, toma decisões e desenvolve iniciativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia assenta em quatro pilares: acção climática, com o objectivo de descarbonizar as operações em linha com a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius; circularidade, com uma utilização mais eficiente dos recursos; produção responsável, com a promoção de práticas de menor impacto ambiental; e oferta responsável, assegurando o acesso a uma alimentação mais equilibrada. Esta visão é complementada com a estratégia de Pessoas e Apoio à Comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela posição que ocupa entre produtores e consumidores, o Continente considera ter condições privilegiadas para inf luenciar comportamentos em toda a cadeia de valor. A escala da operação, a proximidade aos consumidores e a relação construída com parceiros permitem promover práticas mais responsáveis desde a produção até ao momento da compra, uma lógica que atravessa as grandes agendas da estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acção climática e descarbonização</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No plano da acção climática, o compromisso mais visível é a meta de neutralidade carbónica até 2040, que antecipa em dez anos o objectivo definido pela União Europeia. Até 2032, a empresa compromete-se ainda a reduzir em 51% as emissões face aos níveis de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A execução está assente num roteiro claro e é acompanhada através de indicadores operacionais concretos: a evolução da pegada carbónica das operações é complementada por um conjunto de indicadores como os de eficiência energética, o grau de instalação de centrais fotovoltaicas nas lojas ou a renovação das centrais de frio. A descarbonização é, assim, tratada como um programa de transformação da operação, e não como um compromisso declarativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta agenda tem uma fronteira cada vez mais tecnológica. A electrificação crescente dos consumos, impulsionada pela descarbonização das operações e pela criação de novos serviços que integram a proposta de valor do Continente, torna o investimento em sistemas de monitorização e informação essencial para manter a eficiência energética no centro da tomada de decisão. Este novo contexto exige abordagens mais flexíveis e informadas, capazes de responder à complexidade de um sistema energético marcado por uma produção cada vez mais descentralizada: a gestão integrada da energia produzida localmente e da energia proveniente da rede, a par de soluções de armazenamento, é decisiva para uma gestão simultaneamente mais eficiente do ponto de vista ambiental e económico, um terreno onde a empresa tem vindo a testar soluções antes de as escalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia circular: embalagens e gestão de resíduos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transição para embalagens mais sustentáveis tem sido conduzida de forma pragmática, garantindo que as soluções adoptadas são simultaneamente mais sustentáveis, funcionais, seguras e convenientes para os consumidores. As prioridades passam por aumentar a reciclabilidade, aumentar a incorporação de material reciclado, eliminar materiais desnecessários e promover a reutilização. A taxa de reciclabilidade das embalagens de marca própria atingiu em 2025 os 95%, um indicador que reflecte a integração da sustentabilidade no desenvolvimento dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposta na reutilização tem vindo a ganhar escala como alternativa às embalagens de uso único. Iniciativas como o Traga Vazio, Leve Cheio, as caixas reutilizáveis nas áreas de take-away e padaria, ou o sistema de reutilização implementado nos restaurantes da Cozinha Continente, em parceria com a Vytal, envolvem directamente os clientes em modelos de consumo mais circulares. O Continente reforçou ainda o investimento em soluções de refill, sobretudo nas categorias de higiene e beleza, com crescente receptividade dos consumidores, e estendeu a lógica à cadeia de abastecimento, com embalagens reutilizáveis no transporte de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão de resíduos, para além da optimização e valorização dos resíduos gerados na operação, a empresa assume um papel activo na reciclagem junto dos clientes, através de gestos simples e integrados no quotidiano. O espaço Continente Ecospot, presente em mais de 360 lojas, reúne num único local respostas para fluxos de resíduos sem soluções transversais &#8211; cápsulas de café, rolhas de cortiça, pilhas ou lâmpadas &#8211; , integra as máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) e acolhe campanhas sazonais, como a recolha de cadernos no regresso às aulas. No caso das rolhas, a parceria Green Cork, desenvolvida com a Quercus e a Corticeira Amorim, converte a recolha em financiamento para a plantação de árvores autóctones. Em 2025, os clientes entregaram nos Ecospots 1.120 toneladas de materiais, a medida mais directa da adesão a este modelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Combate ao desperdício alimentar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É no combate ao desperdício alimentar que a ligação entre sustentabilidade e eficiência operacional se torna mais quantificável. A prevenção assenta numa abordagem integrada que cobre todas as etapas da operação, da previsão da procura aos mecanismos de escoamento em loja. Sistemas de monitorização e análise preditiva acompanham continuamente as vendas e ajustam a oferta à procura real; a rede logística centralizada permite seguir, quase em tempo real, os fluxos de entrada e saída de mercadoria, afinando as quantidades expedidas para cada loja e mitigando rupturas e excessos de stock.</p>
<p style="text-align: justify;">Em loja, a gestão da validade é o segundo pilar: os produtos que se aproximam do fim do prazo, mantendo os requisitos de qualidade e segurança alimentar, são sinalizados diariamente com as Etiquetas Rosa, descontos específicos que aceleram o escoamento. Em paralelo, frutas e legumes próximos do ponto óptimo de consumo são direccionados para modelos alternativos de venda, como as Caixas Zero Desperdício, e a parceria com a Too Good To Go disponibiliza Magic Boxes com artigos de padaria, pastelaria e take-away em mais de 40 lojas. Os excedentes que se mantêm aptos para consumo são encaminhados para instituições sociais e associações de bem-estar animal. No conjunto, estas acções permitiram evitar cerca de 86 milhões de euros em desperdício alimentar, mais 10,3 milhões de euros do que em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">A montante, a intervenção começa no campo. A Feira do Desperdício, desenvolvida com o Clube de Produtores Continente, procura escoar excedentes da produção agrícola que de outra forma não encontrariam destino comercial. Já a Gama Zero Desperdício recupera frutas e legumes que seriam descartados por pequenas imperfeições estéticas, mantendo intactas as características de qualidade e sabor, evitando, segundo a empresa, o desperdício de cerca de 25 toneladas de frutas e legumes por ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cadeia de valor responsável: produção sustentável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relacionamento com produtores, fornecedores e parceiros, a empresa combina exigência e colaboração: os requisitos de sustentabilidade não são tratados apenas como matéria de conformidade, mas como instrumentos para construir uma cadeia de abastecimento mais resiliente, transparente e colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A peça central é o Clube de Produtores Continente, que reúne mais de 360 produtores nacionais. Através desta estrutura, a empresa capacita os produtores e incentiva a adopção de técnicas que reduzem a pegada carbónica e minimizam o desperdício, um modelo colaborativo que melhora o desempenho ambiental da produção e contribui para um sistema alimentar mais equilibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação é o outro instrumento de oferta responsável. A empresa tem vindo a ampliar a gama de produtos certificados, apoiando produtores e fornecedores na adopção de práticas mais sustentáveis e reforçando a transparência da cadeia de abastecimento. Destacam-se as certificações de bem-estar animal, que avaliam as condições reais de criação com base em critérios específicos, e, na pesca e aquacultura, os selos Marine Stewardship Council (MSC) &#8211; pesca selvagem sustentável, com stocks saudáveis, impacto minimizado nos ecossistemas marinhos e rastreabilidade total &#8211; e Aquaculture Stewardship Council (ASC), que garante uma produção aquícola ambiental e socialmente responsável. A oferta valoriza ainda referenciais como GLOBALG.A.P. ou a Rainforest Alliance.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo sustentável, saúde e bem-estar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transformação do retalho depende também da capacidade de influenciar hábitos de consumo. O papel da insígnia vai além da disponibilização de produtos: passa por tornar as escolhas sustentáveis mais simples e acessíveis, num contexto em que a sustentabilidade continua a ser, por vezes, um conceito pouco claro para os consumidores. A informação é aqui decisiva e a convicção é prática.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca própria é o principal instrumento de democratização: os critérios de sustentabilidade têm um peso crescente no desenvolvimento e posicionamento dos produtos, permitindo alargar o acesso a opções mais sustentáveis sem comprometer a acessibilidade dos preços. Na dimensão da saúde, a gama Continente Equilíbrio &#8211; mais de 200 produtos validados por nutricionistas e alinhados com as orientações da Direcção-Geral da Saúde &#8211; é apontada como exemplo, a par do trabalho contínuo sobre o perfil nutricional da oferta: redução de açúcar, sal e gordura, eliminação do óleo de palma e aumento do número de produtos certificados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impacto social, comunidades e pessoas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dimensão social está ligada à forma como a empresa se posiciona nos territórios onde actua, respondendo às necessidades das populações e gerando valor económico e social. A doação de excedentes alimentares e o apoio a instituições sociais são os exemplos mais visíveis. Mas o impacto faz-se também pela via económica: a colaboração com produtores nacionais através do Clube de Produtores promove a agricultura portuguesa, apoia projectos inovadores, cria emprego e contribui para a coesão territorial.</p>
<p style="text-align: justify;">Internamente, esta visão articula-se com valores de responsabilidade, inclusão, bem-estar e respeito, procurando reflectir a mesma ambição nas relações com colaboradores, clientes, produtores e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gestão com dados e transparência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A monitorização dos objectivos de sustentabilidade assenta cada vez mais em dados. Para Mariana Pereira da Silva, a sustentabilidade tem de ser gerida com o mesmo rigor aplicado às restantes áreas do negócio &#8211; da pegada carbónica das operações à reciclabilidade das embalagens, da redução do desperdício alimentar aos volumes de excedentes doados e ao perfil nutricional dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto de crescente escrutínio público sobre as políticas de sustentabilidade das empresas, a responsável defende que «a comunicação deve assentar na transparência e em resultados concretos: não basta dizer que somos sustentáveis. É necessário explicar as medidas adoptadas, os resultados alcançados, os objectivos futuros, mas também os desafios que permanecem por resolver.» É essa combinação de ambição, execução e prestação de contas que sustenta a tese central da estratégia do Continente: a de que a sustentabilidade, bem gerida, é um motor de competitividade e de criação de valor partilhado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780733]]></sapo:autor>
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		<title>Temperaturas acima dos 40 ºC colocam Governo em prontidão para situação de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A eventual declaração de situação de alerta permitiria reforçar a prontidão das forças de proteção e socorro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal entra esta quarta-feira no período de maior capacidade operacional do ano para combate aos incêndios rurais, numa altura em que o interior do país poderá enfrentar vários dias de perigo elevado, com temperaturas superiores a 40 ºC, vento de leste moderado a forte e humidade relativa do ar em queda acentuada.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://expresso.pt/incendios/2026-07-01-calor-extremo-coloca-governo-em-prontidao-para-decretar-situacao-de-alerta-14815770" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, fonte do Governo admite que possa ser decretada a situação de alerta, dependendo da evolução operacional e das previsões meteorológicas. A decisão surge num contexto de agravamento do risco de incêndio rural, que deverá manter-se até 8 de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A eventual declaração de situação de alerta permitiria reforçar a prontidão das forças de proteção e socorro, agilizar a coordenação entre entidades e restringir atividades que possam originar incêndios. Com esta medida, fica proibido o uso de fogo em espaços florestais, podendo também ser interditado o acesso a algumas zonas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo acompanha evolução das ocorrências</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Expresso, o Ministério da Administração Interna está a acompanhar a evolução da situação, numa altura em que o número de incêndios tem vindo a aumentar desde segunda-feira, dia em que foram registadas 46 ocorrências.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as áreas sob vigilância reforçada destacam-se o maciço do Caramulo, que abrange os concelhos de Águeda, Tondela, Mortágua, Vouzela e Oliveira de Frades, e a serra da Freita, em Arouca. São territórios historicamente vulneráveis à ocorrência de grandes incêndios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Elísio Pereira, oficial de ligação no Comando Nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, confirmou ao Expresso que a situação está a ser monitorizada e que poderá haver pré-posicionamento de meios nas zonas mais críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável admitiu ainda a possibilidade de ser emitido um alerta de prontidão, ou mesmo uma situação de alerta, consoante a evolução das condições meteorológicas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Fase Delta mobiliza maior dispositivo do ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada em vigor da Fase Delta do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais coincide com o agravamento do risco meteorológico. Esta fase decorre até 30 de setembro e corresponde ao período de maior empenhamento operacional do dispositivo nacional de combate aos fogos rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante estes três meses estarão mobilizados 15.149 operacionais, distribuídos por 2.596 equipas, apoiadas por 3.463 veículos e 50 máquinas de rasto. Trata-se do maior dispositivo anual de proteção e socorro do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os corpos de bombeiros continuam a assegurar a maior parte do dispositivo, com 1.582 equipas e 2.233 veículos. A estes meios juntam-se 464 equipas do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, 193 equipas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, 57 equipas da AFOCELCA e 37 equipas da Força Especial de Proteção Civil.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reserva operacional pode ser acionada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A capacidade de resposta não se limita aos meios permanentemente posicionados. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil dispõe ainda de uma reserva operacional composta por mais 294 equipas, 3.947 operacionais, 1.016 veículos e 21 máquinas de rasto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta reserva pode ser mobilizada sempre que as condições meteorológicas ou a evolução das ocorrências o justifiquem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a componente aérea atinge nesta fase a dimensão máxima, com 78 aeronaves. Estão incluídos helicópteros ligeiros e pesados, aviões anfíbios e meios de reconhecimento, distribuídos pelos Centros de Meios Aéreos do continente para garantir o ataque inicial e reforçar os teatros de operações quando necessário.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Duas dezenas de concelhos em perigo máximo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, cerca de duas dezenas de concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Faro, Portalegre e Santarém apresentam esta quarta-feira perigo máximo de incêndio rural.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grande parte do interior do continente permanece em risco muito elevado, e as previsões indicam que as condições mais severas deverão prolongar-se até 8 de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O climatologista Mário Marques prevê tempo quente, com uma subida entre seis e dez graus na temperatura e vento de leste moderado a forte, fatores que deverão aumentar significativamente o risco de incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista estima que o alívio só deverá chegar a partir do dia 8, com a descida das temperaturas, aumento da humidade e mudança do quadrante dos ventos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Primeiros 90 minutos são decisivos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Diretiva Operacional Nacional mantém como prioridade o ataque inicial aos incêndios, considerado determinante para impedir que uma ignição evolua para um grande incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento determina o despacho imediato dos primeiros meios e a concentração de recursos suficientes para dominar as chamas durante os primeiros 90 minutos, período considerado decisivo pelos especialistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que o perigo de incêndio seja muito elevado ou máximo, a ANEPC pode ordenar o pré-posicionamento de equipas e veículos junto das zonas mais vulneráveis, antecipando a resposta antes mesmo de qualquer alerta ser recebido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Vigilância armada nas zonas críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do reforço dos meios, já decorrem operações de vigilância armada nas regiões consideradas mais críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Elísio Pereira explicou ao Expresso que estas ações consistem em patrulhamentos permanentes nas áreas de maior risco de incêndio, com equipas preparadas para intervir de imediato sempre que seja detetado um foco.</p>
<p>Com temperaturas acima dos 40 ºC, vento de leste e humidade baixa, o país entra assim num período de elevada exigência operacional, em que a prontidão dos meios de proteção civil poderá ser reforçada caso o Governo avance com a declaração de situação de alerta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783986]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias recuam no primeiro dia do semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-recuam-no-primeiro-dia-do-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:07:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias seguem em terreno negativo, no primeiro dia do segundo semestre do ano que fica marcado pela primeira intervenção internacional do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias seguem em terreno negativo, no primeiro dia do segundo semestre do ano que fica marcado pela primeira intervenção internacional do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh.</p>
<p>Pelas 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 perdia 0,34% para 639,57 unidades.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Madrid perdia 0,73%, Milão recuava 0,59%, Paris baixava 0,48%, Frankfurt desvalorizava 0,10% e Londres descia 0,07%.</p>
<p>As bolsas voltam hoje a terreno negativo depois de fecharem o semestre com ganhos, tal como em Nova Iorque.</p>
<p>Na terça-feira, o Dow Jones fechou o seu melhor primeiro semestre, ao subir 8,85%, enquanto o S&amp;P 500 valorizou 9,6% e o Nasdaq 12,8%, numa evolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) e pelos avanços das pequenas empresas.</p>
<p>Além das expectativas sobre as negociações entre Estados Unidos da América e Irão sobre o conflito, os investidores também aguardam a intervenção de Warsh no fórum do Banco Central Europeu (BCE), em Sintra, que será encerrado pela presidente, Christine Lagarde.</p>
<p>O Eurostat publica hoje a estimativa preliminar da inflação para a zona euro em junho, enquanto nos EUA será divulgado o relatório ADP sobre o emprego no país, assim como os dados PMI do setor transformador.</p>
<p>Após o presidente do parlamento iraniano ter defendido a soberania do país sobre o estreito de Ormuz, que considerou o maior instrumento de poder, o barril de Brent, referência para a Europa, subia e voltava acima dos 73 dólares.</p>
<p>O euro volta a descer e é negociado a 1,139 dólares, enquanto o ouro baixa 1,15% para 3,962,82 dólares por onça e a bitcoin estabiliza nos 58.576 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783987]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Powerdot compra operação da InstaVolt em Portugal e Espanha e soma 200 pontos de carregamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/powerdot-compra-operacao-da-instavolt-em-portugal-e-espanha-e-soma-200-pontos-de-carregamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[InstaVolt]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Powerdot]]></category>
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					<description><![CDATA[
Com esta transação, a Powerdot adiciona 200 pontos de carregamento rápido e ultrarrápido à sua rede na Península Ibérica, dos quais 159 ainda se encontram em fase de desenvolvimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Powerdot adquiriu a operação da britânica InstaVolt em Portugal e Espanha, numa operação que marca a primeira grande aquisição da empresa portuguesa no mercado de carregamento de veículos elétricos.</p>
<p>Com esta transação, a Powerdot adiciona 200 pontos de carregamento rápido e ultrarrápido à sua rede na Península Ibérica, dos quais 159 ainda se encontram em fase de desenvolvimento. A operação reforça a presença da empresa em Portugal e Espanha, duas das regiões consideradas estratégicas para o seu crescimento.</p>
<p>A aquisição abrange infraestruturas distribuídas por 49 localizações, incluindo cidades como Lisboa, Leiria, Setúbal, Madrid e Barcelona. Os ativos estão instalados em espaços comerciais associados a marcas como McDonald’s, Mercadona, Carrefour, IKEA, ALDI e LIDL.</p>
<p>A empresa portuguesa, que se apresenta como operador líder em carregamento de veículos elétricos, passa assim a reforçar a sua rede ibérica e a acelerar a expansão da capacidade instalada num mercado em crescimento.</p>
<p>A operação marca também uma nova fase na estratégia da Powerdot. Até agora, a empresa tinha sustentado o seu desenvolvimento sobretudo no crescimento orgânico, através da instalação direta de infraestruturas em destinos comerciais e de retalho. Com esta aquisição, passa a integrar aquisições estratégicas como complemento à expansão da rede.</p>
<p>O foco mantém-se no chamado destination charging, modelo assente na instalação de pontos de carregamento em locais onde os utilizadores já se deslocam no dia a dia, como supermercados, restaurantes, centros comerciais e outras superfícies de retalho.</p>
<p>“Construímos uma plataforma sólida através do crescimento orgânico, expandimo-nos por vários mercados e garantimos mais de 465 milhões de euros em apoio financeiro para crescer”, afirmou Luís Santiago Pinto, CEO da Powerdot.</p>
<p>Segundo o responsável, a consolidação deverá ganhar peso no setor europeu de carregamento de veículos elétricos à medida que o mercado amadurece. “Esta aquisição representa um primeiro passo nessa direção e reflete a ambição da Powerdot de desempenhar um papel ativo na futura consolidação da infraestrutura de carregamento em toda a Europa”, acrescentou.</p>
<p>Após a conclusão da operação, todas as localizações serão integradas na plataforma tecnológica da Powerdot e passarão a ser geridas de forma centralizada pela empresa.</p>
<p>Este modelo permitirá uniformizar a experiência dos utilizadores em toda a rede e facilitar a integração de novas infraestruturas, caso a Powerdot avance com futuras aquisições num mercado em processo de consolidação.</p>
<p>Com esta compra, a empresa portuguesa reforça a escala da operação ibérica e dá um passo relevante numa estratégia que combina crescimento orgânico, aquisição de ativos e expansão da rede de carregamento rápido e ultrarrápido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783264]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Christian Fischer assume a presidência do conselho de administração da Bosch a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bosch]]></category>
		<category><![CDATA[CEO]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bosch vai mudar a liderança do grupo a partir de hoje. Christian Fischer assumirá a presidência do Conselho de Administração da Robert Bosch GmbH, sucedendo a Stefan Hartung, que deixa o cargo a seu pedido após mais de quatro anos na liderança da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bosch vai mudar a liderança do grupo a partir de hoje. Christian Fischer assumirá a presidência do Conselho de Administração da Robert Bosch GmbH, sucedendo a Stefan Hartung, que deixa o cargo a seu pedido após mais de quatro anos na liderança da empresa.</p>
<p>A decisão foi tomada em concertação com os acionistas. Com a saída, efetiva a 30 de junho, Stefan Hartung abandona também o Conselho de Administração e o conselho da Robert Bosch Industrietreuhand KG.</p>
<p>Em simultâneo, Markus Forschner, atual diretor financeiro (CFO), e Markus Heyn, responsável pela área de Mobilidade, passam a exercer funções como vice-presidentes do Conselho de Administração.</p>
<p>Stefan Hartung presidia ao Conselho de Administração da Bosch desde janeiro de 2022, depois de integrar este órgão em 2013. Durante o seu mandato, liderou a estratégia de crescimento e inovação da empresa num contexto marcado por desafios económicos e geopolíticos, reforçando a competitividade do grupo. Segundo a Bosch, Hartung pretende agora dedicar-se a projetos empresariais e iniciativas de caráter social fora da organização.</p>
<p>Em comunicado, Stefan Asenkerschbaumer, sócio-gerente da Robert Bosch Industrietreuhand KG e presidente do Conselho de Supervisão da Robert Bosch GmbH, agradeceu o contributo do gestor. &#8220;Os acionistas e o Conselho de Supervisão lamentam a decisão de Stefan Hartung e expressam-lhe o seu mais sincero agradecimento pelos seus notáveis contributos para a liderança da empresa durante um período excecionalmente difícil&#8221;, afirmou.</p>
<p>O responsável acrescentou que Hartung &#8220;impulsionou com determinação o sólido desenvolvimento da Bosch, em consonância com a vontade do fundador da empresa&#8221;, manifestando respeito pela decisão e desejando-lhe sucesso para o futuro.</p>
<p>O sucessor, Christian Fischer, de 58 anos, era vice-presidente do Conselho de Administração e desempenhou um papel relevante na definição da estratégia da empresa nos últimos anos. Além de liderar a área de Bens de Consumo, esteve à frente de iniciativas ligadas ao crescimento, à gestão do portefólio de negócios e ao desenvolvimento da equipa de gestão.</p>
<p>Entre os projetos mais relevantes sob a sua responsabilidade destaca-se a aquisição do negócio de aquecimento, ventilação e ar condicionado (HVAC) da Johnson Controls e da Hitachi, considerada pela Bosch como a maior operação de aquisição da sua história.</p>
<p>Para Stefan Asenkerschbaumer, Christian Fischer reúne as características necessárias para dar continuidade à transformação do grupo. &#8220;Demonstrou, nos últimos anos, que pensa de forma estratégica, atua com espírito empreendedor e lidera com uma visão orientada para o futuro&#8221;, afirmou, acrescentando que o novo presidente continuará a executar a estratégia da empresa para responder aos desafios dos mercados onde opera.</p>
<p>Doutorado em Economia, Christian Fischer iniciou a carreira na Bosch em 1996. Antes de regressar ao grupo e integrar o Conselho de Administração, em 2018, ocupou vários cargos de liderança, incluindo o de diretor executivo da Smartrac, onde liderou a expansão da empresa de tecnologia RFID até esta se tornar uma referência mundial no setor.</p>
<p>A reorganização da liderança inclui ainda a nomeação de Markus Forschner e Markus Heyn como vice-presidentes do Conselho de Administração. Segundo a Bosch, a nova estrutura pretende assegurar a continuidade da transformação da empresa, conciliando estabilidade financeira, inovação tecnológica e crescimento sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783703]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juros da dívida de Portugal avançam a dois, a cinco e a 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a terça-feira, em linha com Espanha, Grécia e Itália.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a terça-feira, em linha com Espanha, Grécia e Itália.</p>
<p>Cerca das 08:20 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,277%, contra 3,222% na véspera.</p>
<p>Os juros a cinco anos subiam 0,046 pontos, para 2,790%.</p>
<p>No mesmo sentido, os juros a dois anos cresciam para 2,526%, contra 2,499% na véspera.</p>
<p>Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, avançavam para 2,890%, depois de negociarem em 2,845% à mesma hora da véspera.</p>
<p>Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia e Itália às 08:20:</p>
<p>2 anos&#8230;5 anos&#8230;10 anos</p>
<p><strong>Portugal</strong></p>
<p>01/07&#8230;&#8230;.2,526&#8230;2,790&#8230;..3,277</p>
<p>30/06&#8230;&#8230;.2,499&#8230;2,744&#8230;..3,222</p>
<p><strong>Espanha</strong></p>
<p>01/07&#8230;&#8230;.2,598&#8230;2,833&#8230;..3,384</p>
<p>30/06&#8230;&#8230;.2,583&#8230;2,786&#8230;..3,327</p>
<p>Grécia</p>
<p>01/07&#8230;&#8230;.2,579&#8230;2,941&#8230;..3,574</p>
<p>30/06&#8230;&#8230;.2,554&#8230;2,885&#8230;..3,507</p>
<p><strong>Itália</strong></p>
<p>01/07&#8230;&#8230;.2,734&#8230;3,076&#8230;..3,679</p>
<p>30/06&#8230;&#8230;.2,695&#8230;3,018&#8230;..3,610</p>
<p><em>Fonte: Bloomberg Valores de &#8216;bid&#8217; (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783978]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão reiterou soberania sobre o estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, voltou a defender a soberania do Irão sobre o estreito de Ormuz, acrescentando que Teerão retomou as exportações de crude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, voltou a defender a soberania do Irão sobre o estreito de Ormuz, acrescentando que Teerão retomou as exportações de crude.</p>
<p>&#8220;Em caso algum o Irão vai abdicar dos direitos sobre o estreito de Ormuz. Estas são as nossas águas territoriais&#8221;, disse Qalibaf numa entrevista à televisão estatal iraniana na noite de terça-feira.</p>
<p>Na mesma entrevista, o presidente do Parlamento do Irão referiu que o petróleo iraniano está a ser vendido ao preço do Brent, a referência europeia para o petróleo bruto.</p>
<p>Mohammad Baqer Qalibaf, que atua como negociador principal nas conversações de paz com os Estados Unidos, frisou que o Estreito de Ormuz é o maior &#8220;instrumento de poder&#8221; do Irão que considerou &#8220;dádiva divina&#8221;.</p>
<p>Sobre o estreito de Ormuz, via de transporte marítimo no Golfo Pérsico, o presidente do Parlamento referiu também a intenção do Irão em cobrar pelos serviços de segurança e navegação.</p>
<p>Neste sentido, explicou que, de acordo com o memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos, a navegação comercial através do estreito ficaria isento de taxas por um período de apenas 60 dias, enquanto as partes negoceiam um acordo definitivo.</p>
<p>Em contrapartida, Baqer Qalibaf afirmou que Washington suspendeu o bloqueio naval imposto ao Irão, permitindo ao país retomar as exportações de petróleo.</p>
<p>&#8220;Desde que o bloqueio foi levantado, exportámos mais de 40 milhões de barris de petróleo. Isto ocorreu em menos de 10 ou 12 dias. No entanto, durante os 50 dias anteriores, fomos praticamente incapazes de exportar um único barril&#8221;, afirmou.</p>
<p>Quanto ao abrandamento das sanções sobre o petróleo iraniano e derivados, Qalibaf declarou que o petróleo bruto do Irão está a ser vendido ao preço internacional do Brent, após quase duas décadas em que Teerão foi forçada a vender com desconto devido às sanções internacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783976]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sócrates diz que perdeu 300 mil euros por ano após detenção na Operação Marquês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A alegação fez parte da ação que o antigo primeiro-ministro moveu contra o Estado português por violação do segredo de justiça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">José Sócrates afirmou em tribunal que perdeu 300 mil euros por ano em rendimentos desde que foi detido, em novembro de 2014, no âmbito da Operação Marquês. A alegação fez parte da ação que o antigo primeiro-ministro moveu contra o Estado português por violação do segredo de justiça.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/socrates-diz-que-perdeu-300-mil-euros-por-ano-com-prisao" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, em causa estava uma avença mensal de 12.500 euros paga por uma farmacêutica ligada a Paulo Lalanda e Castro. No processo Marquês, as escutas indicam, no entanto, que um dos contratos seria fictício, uma vez que a empresa receberia fundos de Carlos Santos Silva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Treze anos depois do início do inquérito, Sócrates obteve uma vitória parcial na ação contra o Estado. O antigo primeiro-ministro pedia uma indemnização de 205 mil euros, mas o Tribunal Administrativo de Lisboa condenou o Estado português a pagar-lhe 15 mil euros por violação do segredo de justiça.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, a sentença não deu razão a José Sócrates na parte em que este atribuía ao Estado a responsabilidade pelo atraso do processo Marquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público confirmou esta terça-feira que vai recorrer da decisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Sócrates considerou “histórica” a condenação do Estado português. A decisão do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa concluiu que o antigo governante sofreu danos não patrimoniais devido à divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça por órgãos do Estado durante a investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">“É a primeira vez que o Estado é condenado por violação do segredo de justiça. É, portanto, uma sentença histórica”, afirmou Sócrates aos jornalistas, na Ericeira, onde reside.</p>
<p>A condenação representa, assim, uma vitória parcial para o antigo primeiro-ministro, embora o valor atribuído pelo tribunal fique muito abaixo da indemnização inicialmente reclamada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783971]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Onda de calor pode pressionar rede elétrica e causar apagões localizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas elevadas podem afetar transformadores, ao mesmo tempo que aumentam o consumo associado ao arrefecimento de casas, serviços e equipamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A nova onda de calor que chega hoje a Portugal continental vai prolongar-se durante vários dias e poderá criar pressão adicional sobre a rede elétrica, com risco de falhas em algumas regiões. As temperaturas elevadas podem afetar transformadores, ao mesmo tempo que aumentam o consumo associado ao arrefecimento de casas, serviços e equipamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, o episódio que agora começa distingue-se sobretudo pela duração. Jorge Ponte, chefe da divisão de previsão meteorológica e vigilância do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, explica que a excecionalidade da situação não está tanto nos recordes de temperatura, mas na persistência do calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os distritos de Beja, Évora, Portalegre e Castelo Branco estão sob aviso laranja devido ao calor. O IPMA indicou que a situação deverá estender-se às restantes regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor pode manter-se até 6 e 7 de julho</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário de temperaturas elevadas deverá manter-se, pelo menos, até aos dias 6 e 7 de julho. Só a partir do dia 8 poderá ocorrer uma descida da temperatura no litoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jorge Ponte sublinha que o comportamento do calor nas zonas costeiras é um dos aspetos incomuns deste episódio. Habitualmente, a brisa marítima ajuda a aliviar as temperaturas no litoral, mas desta vez esse efeito não deverá impor-se em algumas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O que está previsto não é ultrapassar máximos históricos, mas a duração ser muito significativa. A excecionalidade está na duração”, afirmou o meteorologista.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Massa de ar quente chega do Norte de África</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O calor que vai afetar Portugal resulta do transporte de uma massa de ar quente com origem no Norte de África sobre a Península Ibérica. O anticiclone deverá estar centrado nas ilhas britânicas, favorecendo esta circulação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Jorge Ponte, este episódio é diferente daquele que atingiu recentemente o centro da Europa. Nesse caso, tratou-se de uma massa de ar quente que se deslocou para o interior do continente. Em Portugal, o país será afetado por outra massa de ar quente, também de origem africana.</p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação entre temperaturas máximas e mínimas elevadas torna o episódio mais exigente para a população, em particular para pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças, doentes crónicos e trabalhadores expostos ao calor.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hospitais ativam planos de contingência</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Jornal de Notícias, todos os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência para responder aos efeitos da onda de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, garantiu que o sistema está preparado, embora tenha reconhecido dificuldades acrescidas devido ao período de férias dos profissionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Nós estamos preparados, ou seja, nós temos os planos todos desenhados, como temos nas ondas de frio. É verdade que temos dificuldades porque, como sabem, o período do verão é um período em que temos muita falta de recursos humanos devido às merecidas férias dos profissionais”, afirmou a governante.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>DGS e INEM apresentam plano para ondas de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os principais organismos do setor da saúde, incluindo a Direção-Geral da Saúde e o INEM, apresentam hoje o plano de saúde para as ondas de calor, numa conferência de imprensa que contará com a presença da ministra da Saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resposta deverá passar pela articulação entre diferentes entidades, numa altura em que se espera um agravamento do calor em várias regiões do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Conselho Português para a Saúde e Ambiente alertou também para o impacto das ondas de calor na saúde e defendeu uma resposta coordenada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Municípios chamados a criar centros de arrefecimento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas defendidas pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente está a criação, pelos municípios, de centros de arrefecimento. Estes espaços públicos devem ser frescos, acessíveis e preparados para acolher pessoas durante períodos de calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O organismo defende ainda que o sistema de saúde reforce a vigilância, os planos de contingência e o acompanhamento ativo das pessoas em maior risco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a duração do episódio a ser apontada como o principal fator de excecionalidade, a prevenção ganha maior importância, tanto na saúde como na proteção das infraestruturas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Transformadores podem ser afetados pelo calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas elevadas podem afetar transformadores e outras infraestruturas da rede elétrica, aumentando o risco de apagões localizados em algumas regiões do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão poderá ser agravada pelo aumento do consumo de eletricidade, associado ao uso de ar condicionado e outros sistemas de arrefecimento.</p>
<p>Com vários distritos sob aviso laranja, hospitais em contingência e o calor previsto para se manter durante vários dias, Portugal entra num período de maior risco, em que as autoridades apelam à prevenção e à proteção das pessoas mais vulneráveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783967]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Viajar para o Japão fica mais caro: vistos de turista sobem cinco vezes a partir de hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/viajar-para-o-japao-fica-mais-caro-vistos-de-turista-sobem-cinco-vezes-a-partir-de-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão vai aumentar de forma significativa as taxas dos vistos de turista a partir de hoje, naquela que será a primeira revisão destes valores em quase meio século.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Japão vai aumentar de forma significativa as taxas dos vistos de turista a partir de hoje, naquela que será a primeira revisão destes valores em quase meio século. A medida, aprovada em Conselho de Ministros a 19 de junho de 2026, torna os vistos de turismo cinco vezes mais caros para a maioria dos visitantes estrangeiros que precisam de visto para entrar no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão deverá ter impacto sobretudo em turistas e viajantes de negócios provenientes de países que não beneficiam de isenção de visto. Com a nova estrutura de preços, a taxa para vistos de entrada única passa de 3.000 ienes para 15.000 ienes, cerca de 87 euros. Já o visto de entradas múltiplas sobe de 6.000 ienes para 30.000 ienes, o equivalente a cerca de 175 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Primeira revisão desde 1978</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Esta é a primeira alteração às taxas de vistos do Japão desde 1978. O Governo japonês justifica o aumento com quase cinco décadas de inflação, alterações nas taxas de câmbio e a necessidade de aproximar os valores cobrados dos custos administrativos associados à emissão de vistos e à gestão dos procedimentos de imigração.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro dos Negócios Estrangeiros, Toshimitsu Motegi, afirmou que o sistema atual já não refletia o verdadeiro custo administrativo destes processos, razão pela qual o Executivo decidiu avançar com a revisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da subida expressiva, Tóquio defende que as novas taxas continuam, em termos gerais, alinhadas com as cobradas em vários países ocidentais. Responsáveis japoneses apontam como exemplo sistemas de vistos e imigração de países como os Estados Unidos e a Alemanha, onde os valores cobrados são historicamente superiores aos praticados pelo Japão.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo não espera travão no turismo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo japonês não antecipa um impacto significativo no turismo recetivo, apesar do aumento dos custos para os visitantes que precisam de visto. O país tem registado um crescimento recorde de turistas internacionais nos últimos anos, impulsionado pela fraqueza do iene e pela forte procura global por destinos como Tóquio, Quioto e Osaka.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades acreditam que o interesse pelo Japão continuará elevado, mesmo com taxas de visto mais altas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida surge, contudo, integrada num pacote mais amplo de reforma da imigração. Em 29 de maio, a câmara alta do parlamento japonês aprovou revisões à Lei de Controlo da Imigração e Reconhecimento de Refugiados, dando ao Governo autoridade para aumentar várias taxas ligadas à imigração, para além dos vistos de turismo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Residência e renovações também podem ficar mais caras</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nova legislação eleva o limite legal para alterações do estatuto de residência e renovações de vistos de 10.000 ienes, cerca de 58 euros, para 100.000 ienes, cerca de 583 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a taxa máxima permitida para pedidos de residência permanente aumenta de 10.000 ienes para 300.000 ienes, o equivalente a cerca de 1.750 euros. Os valores efetivos serão definidos posteriormente por despachos do Conselho de Ministros e através de procedimentos de consulta pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">As propostas do Governo indicam que residentes de longa duração poderão vir a pagar entre 10.000 ienes e 70.000 ienes, ou seja, entre cerca de 58 euros e 408 euros, consoante a duração da renovação do estatuto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já quem pedir residência permanente poderá enfrentar uma taxa de 200.000 ienes, cerca de 1.167 euros, um aumento expressivo face aos atuais 10.000 ienes. Estas alterações deverão ser aplicadas até ao final do ano fiscal de 2026, em 31 de março de 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Japão quer financiar gestão da população estrangeira</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades japonesas afirmam que as receitas adicionais vão ajudar a financiar a gestão da crescente população estrangeira no país. O número de residentes estrangeiros atingiu um recorde de 4,13 milhões no final de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Governo, os serviços de imigração precisam de mais pessoal, tecnologia e infraestruturas para responder ao aumento da procura. Parte do novo financiamento deverá também apoiar programas de ensino da língua japonesa para residentes estrangeiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Executivo pretende ainda reforçar as medidas contra a permanência ilegal e melhorar os sistemas utilizados para acompanhar o estatuto de imigração e tratar dos pedidos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Novo sistema eletrónico para viajantes isentos de visto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A reforma inclui ainda a criação de um novo programa de autorização de viagem em linha, designado Sistema Eletrónico de Autorização de Viagem do Japão, ou JESTA.</p>
<p class="isSelectedEnd">Semelhante a sistemas já utilizados em países como os Estados Unidos e o Reino Unido, o JESTA exigirá que viajantes provenientes de países isentos de visto forneçam informações antes da partida. O lançamento está previsto para o ano fiscal de 2028.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao abrigo deste sistema, viajantes de 74 países e territórios com isenção de visto terão de indicar, antes do embarque, dados como identidade, motivo da viagem e destino.</p>
<p>As autoridades japonesas irão cruzar essas informações com bases de dados de imigração e registos criminais. Viajantes considerados de alto risco de permanência ilegal poderão ver recusada a autorização para embarcar em aviões ou navios com destino ao Japão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783126]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/sismo: Quatro polícias detidos por roubar dinheiro em zonas afetadas após terramoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro polícias foram detidos na Venezuela por alegadamente se terem apropriado de "bens económicos" entre os escombros de edifícios derrubados no estado de La Guaira, o mais afetado pelos sismos da semana passada, informaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro polícias foram detidos na Venezuela por alegadamente se terem apropriado de &#8220;bens económicos&#8221; entre os escombros de edifícios derrubados no estado de La Guaira, o mais afetado pelos sismos da semana passada, informaram as autoridades.</p>
<p>Os agentes, do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminais (CICPC), foram expulsos da corporação e serão apresentados em tribunal, segundo um comunicado oficial publicado na terça-feira.</p>
<p>&#8220;Estes funcionários, desviando-se dos seus deveres e aproveitando-se das operações de resgate e assistência humanitária, atuaram de forma indecorosa ao apropriar-se de valores económicos encontrados entre os escombros&#8221;, declarou o diretor do CICPC, Douglas Rico, no comunicado.</p>
<p>Vários vídeos publicados nas redes sociais mostram cidadãos indignados a confrontar um agente do CICPC e a rasgar os dólares em dinheiro que este tinha consigo, chamando-o de &#8220;vergonha&#8221;.</p>
<p>O ministro do Interior, Diosdado Cabello, afirmou na plataforma de mensagens Telegram que esses agentes &#8220;estavam a cometer atos impudicos, indecentes e imorais&#8221; e garantiu que serão julgados de acordo com a lei.</p>
<p>&#8220;Seremos totalmente intolerantes com aqueles que, fazendo uso do seu uniforme, cometam atos contra a moral, contra os bons costumes, e seremos ainda mais severos no caso de uma grande comoção como esta, em que haja pessoas que queiram aproveitar-se da dor e dos bens alheios&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O partido da oposição Primero Justicia (PJ) já tinha denunciado o &#8220;aproveitamento de alguns funcionários do regime&#8221;, que, em vez de &#8220;cumprirem o seu juramento e preservarem a vida dos venezuelanos, estão a procurar entre os escombros como enriquecer com a tragédia&#8221;.</p>
<p>Esta terça-feira, o número de mortos pelos sismos ocorridos na passada quarta-feira, na zona norte do país caribenho, subiu para 1.943 e o de feridos para 10.571, segundo as autoridades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783966]]></sapo:autor>
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		<title>UE aperta regras às importações de aço: quotas mais baixas e tarifa de 50% entram em vigor esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aço]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida substitui o mecanismo de salvaguarda do aço da União Europeia e cria um novo sistema de quotas tarifárias, com limites mais reduzidos à importação sem tarifas e uma taxa mais elevada para produtos que excedam esses contingentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas regras europeias para proteger o setor do aço entram esta quarta-feira em aplicação, num momento em que Bruxelas procura responder aos efeitos da sobrecapacidade global e garantir a viabilidade de uma indústria considerada estratégica para a economia europeia.</p>
<p>A medida substitui o mecanismo de salvaguarda do aço da União Europeia e cria um novo sistema de quotas tarifárias, com limites mais reduzidos à importação sem tarifas e uma taxa mais elevada para produtos que excedam esses contingentes.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, o objetivo é proteger a indústria siderúrgica europeia de distorções no mercado internacional, provocadas pelo excesso de produção a nível global, sem cortar de forma abrupta o acesso de fornecedores externos ao mercado europeu.</p>
<p>No âmbito das novas regras, Bruxelas publicou o regulamento de execução que define a distribuição das quotas tarifárias pelos parceiros comerciais da União Europeia. A metodologia, segundo a Comissão, assenta em critérios claros e pretende garantir previsibilidade aos exportadores de países terceiros, ao mesmo tempo que preserva alguma diversidade de fornecimento para as empresas europeias que utilizam aço nos seus processos produtivos.</p>
<p>O novo regime fixa a quota anual de importações isentas de tarifa em 18,3 milhões de toneladas. Acima desse limite, será aplicada uma tarifa de 50% a 26 categorias de produtos de aço importados para a União Europeia.</p>
<p>Metade da quota anual fica reservada exclusivamente a parceiros comerciais com acordos de comércio livre com a UE. A outra metade ficará disponível para todos os parceiros comerciais, sem discriminação, incluindo também países com acordos preferenciais.</p>
<p>A Comissão Europeia sublinha que procurou minimizar o impacto das novas regras sobre os parceiros com acordos de comércio livre, sem comprometer a eficácia da medida. Estes parceiros representam cerca de 80% das importações de aço da União Europeia.</p>
<p>Com esta distribuição, os países com acordos comerciais preferenciais deverão manter uma fatia de acesso ao mercado europeu superior à redução média de 47% prevista pelo novo regulamento do aço.</p>
<p>Bruxelas afirma ter procurado responder às preocupações levantadas pelos parceiros comerciais através de contactos no quadro da Organização Mundial do Comércio, ao abrigo das negociações previstas no artigo XXVIII do GATT. Segundo a Comissão, um número significativo de parceiros aceitou provisoriamente as quotas atribuídas.</p>
<p>As novas regras entram em vigor através de um procedimento de urgência, devido à necessidade de distribuir quotas a partir desta quarta-feira. Os Estados-membros terão agora 14 dias para votar o regulamento de execução adotado pelo Colégio de Comissários.</p>
<p>Este regulamento ficará em vigor por um período máximo de seis meses. Antes do final do ano, será novamente submetido ao comité competente dos Estados-membros, seguindo o procedimento normal de comitologia.</p>
<p>A Comissão Europeia continuará também a negociar com parceiros comerciais na Organização Mundial do Comércio, no âmbito do processo em curso ao abrigo do artigo XXVIII do GATT.</p>
<p>Além das quotas e da tarifa fora do contingente, o novo regime introduz uma obrigação de rastreabilidade na cadeia de abastecimento do aço. As empresas terão de indicar onde ocorreu a fase de “melt &#038; pour”, ou seja, o momento em que o aço é fundido e vertido durante o processo de produção.</p>
<p>Bruxelas considera que esta exigência permitirá aumentar a transparência sobre a origem real do aço importado e dificultar práticas destinadas a contornar as regras comerciais europeias.</p>
<p>A Comissão defende que a medida permitirá restaurar condições de concorrência mais justas num mercado afetado por distorções associadas ao excesso de capacidade global. O objetivo passa também por defender empregos na produção europeia de aço e dar às siderúrgicas margem económica para investir em processos mais limpos e inovadores.</p>
<p>O setor do aço tem sido identificado por Bruxelas como uma área central para a competitividade industrial europeia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou esta indústria como um motor essencial da prosperidade europeia.</p>
<p>O tema foi também incluído no Competitiveness Compass da União Europeia, adotado em janeiro de 2025, que identificou o aço e os metais como áreas prioritárias de ação. Em março de 2025, o Plano de Ação para o Aço e os Metais já previa uma nova medida comercial para substituir a salvaguarda existente.</p>
<p>A salvaguarda europeia sobre determinados produtos de aço tinha sido introduzida em julho de 2018, numa altura em que a UE procurava evitar danos económicos para os produtores europeus causados pelo desvio de comércio e pelo aumento das importações.</p>
<p>Com o novo regime, Bruxelas tenta equilibrar vários interesses: proteger produtores europeus, garantir matéria-prima às indústrias que usam aço, manter relações comerciais com parceiros externos e cumprir as obrigações internacionais da União Europeia.</p>
<p>A aplicação das novas regras abre uma fase decisiva para a indústria siderúrgica europeia, num contexto de forte pressão competitiva, custos elevados de energia, necessidade de descarbonização e concorrência global marcada por excesso de produção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783733]]></sapo:autor>
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		<title>A partir de hoje, as regras mudam para as frotas de transporte: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança resulta do Pacote da Mobilidade I da União Europeia e obriga estes operadores a utilizarem tacógrafos inteligentes de segunda geração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-vzmvzk" class="brxe-block"></div>
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<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>As empresas de transporte que operam veículos entre 2,5 e 3,5 toneladas em rotas transfronteiriças vão passar a estar sujeitas a novas obrigações europeias a partir de hoje, dia 1 de julho de 2026. A mudança resulta do Pacote da Mobilidade I da União Europeia e obriga estes operadores a utilizarem tacógrafos inteligentes de segunda geração, aproximando parte das regras aplicadas aos veículos comerciais ligeiros das exigências já conhecidas no transporte pesado.</p>
<p>A alteração, enquadrada pelo Regulamento (UE) 2020/1054, não se limita à instalação do equipamento. Os motoristas destes veículos terão também de cumprir as regras relativas aos tempos de condução, pausas e períodos de descanso, de acordo com o Regulamento n.º 561/2006. Além disso, deverão utilizar cartão digital de motorista e estar preparados para apresentar os registos da sua atividade em caso de inspeção rodoviária.</p>
<p>As autoridades poderão verificar os registos referentes aos últimos 56 dias. Do lado das empresas, passa a ser necessário descarregar regularmente os dados dos tacógrafos, armazená-los de forma segura, analisar os registos e acompanhar o desempenho dos motoristas, num contexto em que a gestão da conformidade legal ganha peso nas operações diárias.</p>
<p><strong>Tacógrafo deixa de ser apenas uma obrigação legal</strong></p>
<p>A Eurowag defende que esta nova geração de tacógrafos inteligentes está a transformar a forma como os operadores de transporte gerem dados, inspeções e operações diárias. O dispositivo deixa de funcionar apenas como ferramenta de registo e passa a assumir um papel mais relevante na gestão de rotas, controlo dos tempos de trabalho, planeamento operacional e administração salarial.</p>
<p>A empresa disponibiliza uma solução que permite descarregar, analisar e utilizar automaticamente os dados dos tacógrafos, ajudando os transportadores a cumprir as obrigações legais e, ao mesmo tempo, a tornar a gestão de frotas mais eficiente. O objetivo é reduzir encargos administrativos e transformar uma exigência regulamentar numa ferramenta prática de otimização do negócio.</p>
<p>“Os dados são descarregados automaticamente e à distância, sem necessidade de ligação manual em depósito. Os dados do tacógrafo ajudam a garantir o cumprimento dos horários de trabalho, eliminam a incerteza relativamente ao tempo de condução disponível e facilitam a execução das operações de acordo com o planeado”, afirma Łukasz Maśka, Product Manager da Eurowag.</p>
<p><strong>Gestão integrada para reduzir custos e ganhar eficiência</strong></p>
<p>Os tacógrafos digitais fazem parte da Eurowag Office, solução que cria um ecossistema integrado onde os dados operacionais ficam reunidos num único local. A informação proveniente do tacógrafo é integrada num sistema de análise do tempo de trabalho, permitindo apoiar o planeamento, verificar o cumprimento dos horários, preparar operações futuras e prever a utilização da frota.</p>
<p>Segundo a Eurowag, esta abordagem permite aos transportadores assegurar o cumprimento integral da regulamentação e, ao mesmo tempo, ganhar margem de eficiência operacional. A empresa aponta como vantagens a redução do tempo de resposta a mudanças, a otimização de custos e o aumento da rentabilidade das operações de transporte.</p>
<p>A partir de hoje, a conformidade passa assim a ser uma exigência mais ampla para operadores que até agora estavam fora de algumas destas obrigações. Para muitas empresas com veículos comerciais ligeiros em transporte internacional, o tacógrafo inteligente de segunda geração deixa de ser uma opção tecnológica e passa a ser uma peça central da gestão diária da frota.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783135]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de mil pessoas morreram em Espanha em junho devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 1.028 mortes relacionadas com o calor foram registadas em Espanha em junho, segundo dados publicados hoje pelo Instituto de Saúde Carlos III, em Madrid.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 1.028 mortes relacionadas com o calor foram registadas em Espanha em junho, segundo dados publicados hoje pelo Instituto de Saúde Carlos III, em Madrid.</p>
<p>Em comparação, o número corresponde a mais do dobro das 407 mortes atribuídas às temperaturas elevadas em junho do ano passado.</p>
<p>Desde que há registos, o mês de junho de 2025 foi o mais quente de sempre em Espanha, de acordo a Agência Meteorológica Nacional (Aemet), e o mês de junho deste ano foi o segundo com temperaturas mais elevadas.</p>
<p>Segundo a agência meteorológica, todo o primeiro semestre de 2026 foi &#8220;o mais quente de sempre&#8221; em Espanha, com uma temperatura média 1,6 °C acima do normal.</p>
<p>&#8220;Os sete primeiros semestres mais quentes da série (que começa em 1961) ocorreram nos últimos 10 anos&#8221;, precisou.</p>
<p>Hoje, sete regiões autónomas de Espanha estão sob alerta de temperaturas elevadas, com a Andaluzia e a Extremadura no nível laranja (risco significativo) devido a temperaturas que podem atingir os 40&#8211;41°C, além de outras cinco regiões no nível amarelo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783961]]></sapo:autor>
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		<title>Postos de Emergência Médica: apoio aos bombeiros sobe 23% a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entra esta quarta-feira em vigor a atualização do subsídio mensal fixo atribuído aos corpos de bombeiros por cada Posto de Emergência Médica ao serviço do Sistema Integrado de Emergência Médica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Entra esta quarta-feira em vigor a atualização do subsídio mensal fixo atribuído aos corpos de bombeiros por cada Posto de Emergência Médica ao serviço do Sistema Integrado de Emergência Médica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir de hoje, o valor pago por cada Posto de Emergência Médica passa dos atuais 8.760 euros para 10.800 euros, o que representa um aumento de 23%. Na prática, trata-se de um reforço de 2.040 euros por mês por cada posto em funcionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os restantes subsídios previstos nos protocolos estabelecidos com o Instituto Nacional de Emergência Médica serão atualizados de acordo com a inflação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bombeiros asseguram cerca de 90% da resposta operacional</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os corpos de bombeiros desempenham um papel central no Sistema Integrado de Emergência Médica, assegurando cerca de 90% da resposta operacional em emergência médica pré-hospitalar e no socorro às populações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A articulação entre o INEM e os bombeiros é considerada essencial para garantir uma cobertura nacional eficaz, assente na proximidade territorial e numa capacidade de resposta permanente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Atualmente, o INEM conta com 520 Postos de Emergência Médica em funcionamento. Estes postos estão integrados em corpos de bombeiros e também em estruturas da Cruz Vermelha Portuguesa, garantindo resposta de proximidade às populações em todo o território nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reforço acompanha aumento da pressão sobre os meios de socorro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O aumento da procura dos serviços de emergência médica e a pressão crescente sobre os meios de socorro justificam, segundo a informação divulgada, um reforço continuado do financiamento atribuído aos bombeiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O subsídio mensal fixo por cada Posto de Emergência Médica tinha sido atualizado em 2025 para 8.760 euros, depois de em 2024 se situar nos 6.690 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa primeira atualização representou um aumento superior a 31%. Com a subida agora aplicada para 10.800 euros mensais, o reforço acumulado nos últimos dois anos ultrapassa os 54%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo sublinha que esta atualização faz parte de uma valorização progressiva dos apoios aos corpos de bombeiros, num contexto em que estes continuam a ser uma peça essencial da resposta nacional em emergência médica pré-hospitalar.</p>
<p>Com a entrada em vigor da nova atualização, cada Posto de Emergência Médica passa a receber mais 2.040 euros por mês, reforçando o financiamento das estruturas que garantem grande parte da resposta operacional do sistema.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783753]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CTT alertam consumidores: Encomendas internacionais podem ficar mais difíceis de levantar com novas regras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ctt-alertam-consumidores-encomendas-internacionais-podem-ficar-mais-dificeis-de-levantar-com-novas-regras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:00:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os CTT alertam para “uma maior complexidade no processo de desalfandegamento” a partir de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-vzmvzk" class="brxe-block">
<div id="brxe-okauic" class="brxe-post-excerpt">
<p>Os CTT alertam hoje para “uma maior complexidade no processo de desalfandegamento” devido ao facto de a partir de hoje também as encomendas até 150 euros que entrem na União Europeia passarem a pagar direitos aduaneiros.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-ueiyjj" class="brxe-block">
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>A União Europeia (UE) aplicou um direito aduaneiro fixo de três euros, e os CTT recomendam que se verifique, em encomendas feitas fora do bloco comunitário, se o valor dos direitos aduaneiros e o IVA estão incluídos no valor.</p>
<p>“Se não estiverem incluídos, ao custo dos direitos aduaneiros e do IVA acresce, em Portugal, o custo dos serviços de desalfandegamento dos CTT”, lê-se em comunicado.</p>
<p>“Os envios entre particulares de caráter não comercial (ofertas) mantêm a isenção, de pagamento de IVA e direitos aduaneiros, até 45 euros”, lê-se na mesma nota.</p>
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</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782273]]></sapo:autor>
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