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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>A fuga tensa de Trump da cimeira da NATO: Irão, cortinas fechadas e uma troca de avião de última hora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão levantou novas dúvidas sobre o novo Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar, apresentado recentemente como o novo avião presidencial americano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump deixou a cimeira da NATO em Ancara a bordo do antigo Air Force One, depois de o Serviço Secreto dos EUA ter recomendado a troca de aeronave por razões de segurança ligadas à escalada com o Irão. A decisão levantou novas dúvidas sobre o novo Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar, apresentado recentemente como o novo avião presidencial americano.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Español&#8217;, que cita imprensa americana, Trump tinha chegado à capital turca no novo avião, avaliado em cerca de 400 milhões de dólares, aproximadamente 350 milhões de euros, e apelidado de “palácio voador” devido ao seu interior de luxo. Mas, na saída da Turquia, acabou por embarcar no modelo antigo, numa operação conduzida com rapidez invulgar.</p>
<p>A &#8216;CBS News&#8217; noticiou que o Serviço Secreto aconselhou Trump a deixar a Turquia no antigo Air Force One, e não no Boeing 747-8 doado pelo Qatar, depois de pessoas informadas sobre a situação terem apontado preocupações de segurança. A Casa Branca insiste, porém, que a nova aeronave está equipada com protocolos de segurança de alto nível.</p>
<p>De acordo com relatos da imprensa americana, Trump foi encaminhado para o avião sem a habitual paragem junto à escada para responder a perguntas dos jornalistas. Já a bordo, os passageiros terão sido instruídos a baixar as cortinas antes da descolagem, permanecendo as janelas fechadas durante o voo noturno. O próprio Trump confirmou que se tratava de uma medida de segurança, num contexto de ameaças atribuídas ao Irão.</p>
<p>O episódio ocorreu numa altura em que Washington e Teerão voltaram a aproximar-se de uma situação de confronto aberto. Trump tinha anunciado novos bombardeamentos contra o Irão e admitido ser um alvo prioritário de Teerão. Segundo o &#8216;New York Post&#8217;, a troca de avião foi aconselhada num quadro de receios ligados a mísseis de longo alcance e drones iranianos, embora a administração tenha procurado desvalorizar a leitura de que a mudança resultou de uma ameaça específica.</p>
<p>O avião antigo mantém capacidades defensivas e sistemas seguros de comunicação que são considerados essenciais para o transporte presidencial, sobretudo em situações de crise. Entre essas capacidades estão sistemas de contramedidas contra mísseis e meios de comunicação protegidos que permitem ao presidente continuar em contacto com as estruturas militares e de segurança durante o voo.</p>
<p>As dúvidas recaem agora sobre o novo 747-8 oferecido pelo Qatar. A aeronave foi adaptada para funções presidenciais após meses de trabalhos, mas vários relatos indicam que poderá não ter ainda todas as capacidades defensivas do modelo anterior. A &#8216;Daily Beast&#8217; noticiou que a falta de algumas funcionalidades militares críticas, incluindo comunicações seguras, reabastecimento em voo e sistemas antimíssil, esteve no centro das preocupações que levaram à troca de avião.</p>
<p>A Casa Branca rejeita a ideia de que o novo aparelho seja inseguro. Steven Cheung, diretor de comunicação, afirmou que o novo Air Force One é uma aeronave moderna, com protocolos de segurança avançados para proteger o presidente e a sua equipa. Ainda assim, fontes citadas por vários meios americanos indicaram que o modelo antigo foi considerado mais adequado para a viagem num momento de tensão com o Irão.</p>
<p>Trump procurou apresentar uma explicação diferente. Disse que queria usar o avião antigo por “nostalgia” e afirmou que o novo aparelho seria enviado para a base britânica de Mildenhall para que militares americanos pudessem vê-lo. De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, o presidente evitou responder diretamente quando questionado sobre se a decisão estava ligada a preocupações de segurança com o Irão.</p>
<p>A troca de avião reacendeu também a polémica em torno da oferta do Qatar. O Boeing 747-8 terá pertencido ao antigo primeiro-ministro qatari Hamad bin Jassim bin Jaber Al Thani e foi transformado num jato de luxo antes de ser oferecido aos Estados Unidos. Trump elogiou repetidamente a aeronave e defendeu que seria “estúpido” recusar um presente avaliado em centenas de milhões de dólares.</p>
<p>A aceitação do avião gerou críticas de democratas no Congresso, que levantaram dúvidas sobre a chamada cláusula de emolumentos da Constituição dos EUA, que limita a aceitação de presentes de governos estrangeiros por titulares de cargos públicos sem autorização do Congresso. A Casa Branca e o Departamento de Justiça concluíram que o Pentágono poderia aceitar a aeronave, por não existirem condições explícitas associadas à doação.</p>
<p>O episódio de Ancara deixou, porém, uma pergunta mais prática do que jurídica: o novo “palácio voador” está realmente preparado para substituir o antigo Air Force One em situações de risco elevado? A administração americana garante que sim. Mas a decisão de retirar Trump da Turquia no avião antigo, num momento de tensão com o Irão, mostrou que a confiança operacional na nova aeronave ainda não é total.</p>
<p>No fim, Trump aterrou em Mildenhall no antigo Air Force One e mudou depois para o novo 747-8 para regressar a Washington. A sequência permitiu à Casa Branca manter a narrativa de normalidade, mas não dissipou as dúvidas. Entre a ameaça iraniana, as limitações técnicas e a polémica sobre a origem qatari do aparelho, a primeira grande crise do novo Air Force One acabou por acontecer antes mesmo de este se afirmar plenamente como avião presidencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787922]]></sapo:autor>
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		<title>China avisou Putin para não usar armas nucleares na Ucrânia, diz Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração do presidente ucraniano surge numa altura em que Kiev intensifica ataques contra navios russos no Mar de Azov e no Mar Negro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China terá avisado Vladimir Putin de que a Rússia não deve usar armas nucleares na Ucrânia, afirmou Volodymyr Zelensky. A declaração do presidente ucraniano surge numa altura em que Kiev intensifica ataques contra navios russos no Mar de Azov e no Mar Negro, numa tentativa de cortar abastecimentos de combustível às forças russas e isolar a Crimeia ocupada.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, Zelensky disse aos jornalistas que Pequim respondeu de forma direta às vozes que, nos media russos, têm defendido uma resposta nuclear aos ataques ucranianos. “Parece-me que esta foi a primeira vez que a China respondeu diretamente, quase em forma de ultimato, que não pode haver sequer a ideia de usar armas nucleares”, afirmou o presidente ucraniano. Meios ucranianos noticiaram igualmente que Zelensky descreveu o aviso chinês como uma posição categórica contra qualquer escalada nuclear russa.</p>
<p>A afirmação é politicamente relevante porque a China continua a ser um dos parceiros mais importantes de Moscovo desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia. Pequim tem evitado romper com o Kremlin, mas mantém oficialmente uma doutrina nuclear de não primeiro uso, em contraste com a postura russa, que admite cenários mais amplos para o emprego de armas nucleares.</p>
<p>Zelensky enquadrou o aviso chinês num momento de crescente pressão militar sobre a Rússia. As forças ucranianas afirmaram ter atacado mais uma dezena de navios russos no Mar de Azov, numa campanha destinada a dificultar o transporte de combustível para a Crimeia ocupada e para as forças russas. Nos primeiros quatro dias da semana, Kiev disse ter atingido pelo menos 36 embarcações russas no Mar de Azov e no Mar Negro.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Defesa ucraniano, entre os navios atingidos estavam dezenas de petroleiros da chamada “frota-sombra” russa, usada por Moscovo para contornar sanções e transportar combustível. A Reuters noticiou esta semana que drones ucranianos atingiram oito petroleiros russos ligados ao abastecimento da Crimeia, numa operação que se insere no esforço de Kiev para isolar a península anexada por Moscovo em 2014.</p>
<p>A campanha ucraniana contra navios, refinarias, depósitos e infraestruturas energéticas russas tem agravado a pressão sobre o abastecimento de combustível. Relatos recentes apontam para filas em postos de abastecimento, subida de preços e dificuldades logísticas em várias regiões russas, à medida que Kiev tenta enfraquecer a capacidade de Moscovo para sustentar a guerra.</p>
<p>A Starlink e outras redes de comunicações têm sido importantes para o uso de drones ucranianos, mas, neste caso, o foco da operação está na guerra económica e logística: impedir que combustível chegue à Crimeia e reduzir a margem de manobra das forças russas. Para Kiev, atacar a frota usada no transporte de combustível é uma forma de levar a guerra para a retaguarda russa sem depender apenas da frente terrestre.</p>
<p>A referência de Zelensky ao aviso chinês surge num contexto em que a retórica nuclear russa volta ciclicamente ao debate público sempre que a Ucrânia aumenta ataques de longo alcance contra território, navios ou infraestrutura russa. Ao dizer que Pequim rejeitou qualquer hipótese de uso nuclear, o presidente ucraniano procura mostrar que até parceiros de Moscovo veem essa opção como uma linha vermelha.</p>
<p>Ainda assim, a declaração deve ser lida com cautela. O aviso foi relatado por Zelensky, não por Pequim, e a China não confirmou publicamente os termos exatos de qualquer mensagem enviada a Putin. Mas, se a leitura ucraniana estiver correta, representa um sinal de que a China pode estar disposta a limitar pelo menos uma dimensão da escalada russa: a ameaça nuclear.</p>
<p>No terreno, porém, a guerra continua a intensificar-se por outros meios. Kiev aumenta ataques contra a frota e a infraestrutura energética russas; Moscovo procura proteger linhas de abastecimento e manter a pressão militar; e a Crimeia volta a ocupar um lugar central no conflito. A diferença é que, agora, Zelensky sugere que há uma barreira que nem a China quer ver ultrapassada: a entrada de armas nucleares na guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787913]]></sapo:autor>
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		<title>Estado leva serviços públicos aos festivais de música. Vai ser possível renovar o cartão de cidadão no NOS Alive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[nos alive]]></category>
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					<description><![CDATA[Os festivaleiros do NOS Alive vão poder tratar de vários serviços públicos sem sair do recinto. Pela primeira vez, um grande festival em Portugal contará com um Espaço Cidadão Digital capaz de emitir e renovar o Cartão de Cidadão no momento, numa iniciativa promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os festivaleiros do NOS Alive vão poder tratar de vários serviços públicos sem sair do recinto. Pela primeira vez, um grande festival em Portugal contará com um Espaço Cidadão Digital capaz de emitir e renovar o Cartão de Cidadão no momento, numa iniciativa promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE).</p>
<p>Instalado junto ao Palco Coreto, o espaço estará em funcionamento durante os três dias do festival, entre as 15h00 e as 23h00. O posto de atendimento do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), integrado na mesma estrutura, funcionará das 15h00 às 21h00.</p>
<p>Entre os serviços disponíveis destacam-se a renovação do Cartão de Cidadão em casos de documentos caducados ou prestes a caducar, perda, roubo ou chip danificado, bem como a atualização de dados de identificação, incluindo nome, apelidos, sexo e filiação.</p>
<p>Os visitantes poderão ainda ativar a Chave Móvel Digital, alterar a morada fiscal, pedir segundas vias de documentos, solicitar o Cartão Europeu de Seguro de Doença e aceder à Loja de Cidadão Virtual, que disponibiliza mais de 225 serviços públicos em formato digital.</p>
<p>Segundo a ARTE, a iniciativa pretende aproximar a Administração Pública dos cidadãos, levando os serviços do Estado para espaços de grande afluência e facilitando o acesso a procedimentos essenciais fora dos locais tradicionais de atendimento.</p>
<p>A agência considera que a presença do Espaço Cidadão Digital no NOS Alive reforça o compromisso com a modernização administrativa, a promoção da literacia digital e a simplificação da relação entre os cidadãos e os serviços públicos. Ao instalar esta estrutura num dos maiores festivais de música do país, o Estado procura demonstrar que a digitalização permite prestar serviços de forma mais próxima, ágil e segura, independentemente da localização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787918]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro envia mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio em Almeria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-envia-mensagem-de-condolencias-pelas-vitimas-do-incendio-em-almeria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Almería]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enviou hoje uma mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio na região de Almeria e salientou que os fogos florestais são um desafio comum a Espanha e Portugal, países que se "socorrem mutuamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enviou hoje uma mensagem de condolências pelas vítimas do incêndio na região de Almeria e salientou que os fogos florestais são um desafio comum a Espanha e Portugal, países que se &#8220;socorrem mutuamente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Recebi com enorme tristeza as notícias do trágico incêndio de Los Gallardos na província espanhola de Almeria&#8221;, escreveu o chefe do executivo português na sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">Recebi com enorme tristeza as notícias do trágico incêndio de Los Gallardos na província espanhola de Almería.</p>
<p>Os incêndios são um desafio comum a Portugal e a Espanha, que tantas vezes se socorrem mutuamente.</p>
<p>Apresento a todas as vítimas, seus familiares e amigos as mais…</p>
<p>&mdash; Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) <a href="https://x.com/LMontenegro_PT/status/2075514663391969595?ref_src=twsrc%5Etfw">July 10, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Na sua mensagem, o primeiro-ministro assinalou que os incêndios &#8220;são um desafio comum a Portugal e a Espanha, que tantas vezes se socorrem mutuamente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apresento a todas as vítimas, seus familiares e amigos as mais sentidas condolências. Em nome de Portugal, deixo também uma palavra de conforto a todos os espanhóis. Estaremos sempre juntos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Foram confirmados pelas autoridades espanholas 11 mortos no incêndio florestal em Los Gallardos, na província de Almeria, na comunidade autónoma da Andaluzia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787896]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Comissão Europeia conclui que &#8216;designs&#8217; do Facebook e Instagram viciam</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comissao-europeia-conclui-que-designs-do-facebook-e-instagram-viciam/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia concluiu hoje preliminarmente que a Meta viola o Regulamento dos Serviços Digitais  devido ao 'design' aditivo do Instagram e do Facebook, numa investigação que ainda prossegue sobre alegada violação de regras da UE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia concluiu hoje preliminarmente que a Meta viola o Regulamento dos Serviços Digitais devido ao &#8216;design&#8217; aditivo do Instagram e do Facebook, numa investigação que ainda prossegue sobre alegada violação de regras da UE.</p>
<p>A investigação centra-se em funcionalidades como o &#8216;scroll&#8217; infinito (em que a página carrega automaticamente novos conteúdos), a reprodução automática (&#8216;autoplay&#8217;), as notificações automáticas (&#8216;push&#8217;) e os sistemas de recomendação altamente personalizados das plataformas.</p>
<p>Numa nota de imprensa, a Comissão indica ainda que a Meta (dona das plataformas Facebook e Instagram) não avaliou adequadamente os riscos do seu &#8216;design&#8217; aditivo para o bem-estar físico e mental dos utilizadores, incluindo menores e adultos vulneráveis.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787895]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndio mortal em Almería: Portugal acompanha situação, mas não há indicação de vítimas portuguesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Negócios Estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Incêndio florestal começou na quinta-feira na região de Los Gallardos, na Andaluzia, e deixou pelo menos 23 pessoas desaparecidas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros está a acompanhar a situação provocada pelo incêndio florestal na região de Los Gallardos, em Almería, Espanha, mas não tem, até ao momento, indicação de que existam portugueses entre as vítimas.</p>
<p>“Estamos a acompanhar com o consulado-geral de Sevilha [a situação causada pelo incêndio], mas até ao momento não há confirmação de portugueses feridos ou mortos”, disse esta sexta-feira à agência Lusa uma fonte do MNE.</p>
<p>O incêndio florestal começou na quinta-feira na região de Los Gallardos, na Andaluzia, e deixou pelo menos 23 pessoas desaparecidas. As autoridades espanholas continuam no terreno a procurar vítimas e a apurar as circunstâncias em que várias pessoas foram surpreendidas pelas chamas.</p>
<p>Segundo as informações disponíveis, quatro vítimas mortais encontravam-se dentro dos veículos que conduziam quando foram atingidas pelo fogo numa localidade do município de Bédar, em Los Gallardos.</p>
<p>O conselheiro de Saúde e Emergências do governo regional da Andaluzia, Antonio Sanz, afirmou à agência espanhola EFE que tudo indica que “a maioria ou a totalidade” das vítimas mortais sejam estrangeiras. As autoridades aguardam ainda pela conclusão dos procedimentos oficiais de identificação.</p>
<p>Antonio Sanz adiantou também que sete pessoas morreram quando tentavam fugir “por conta própria” através do leito seco de um rio, numa zona atingida pela rápida progressão das chamas.</p>
<p>Portugal mantém o acompanhamento da situação através da rede consular, em particular do consulado-geral em Sevilha. Para já, a informação transmitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros é que não há confirmação de cidadãos portugueses feridos ou mortos no incêndio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787892]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nestlé Portugal e NOVA Medical School renovam parceria. Indústria e academia unem-se para formar profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[nova]]></category>
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					<description><![CDATA[A Nestlé Portugal e a NOVA Medical School voltaram a juntar-se para promover a inovação alimentar e a formação prática de futuros nutricionistas, assinalando a quinta edição do projeto "Cereals for All – Creating the Future of Cereals".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nestlé Portugal e a NOVA Medical School voltaram a juntar-se para promover a inovação alimentar e a formação prática de futuros nutricionistas, assinalando a quinta edição do projeto &#8220;Cereals for All – Creating the Future of Cereals&#8221;.</p>
<p>A iniciativa reuniu, no Campus da Nestlé Portugal, em Linda-a-Velha, os alunos finalistas da Licenciatura em Ciências da Nutrição para apresentarem propostas de novos produtos alimentares desenvolvidas ao longo do semestre.</p>
<p>Nesta edição, os estudantes foram desafiados a criar soluções à base de cereais para responder a quatro áreas consideradas estratégicas: nutrição infantil e juvenil, saúde da mulher, envelhecimento saudável e nutrição desportiva. Os projetos foram avaliados por um júri composto por responsáveis da Nestlé Portugal, incluindo a diretora-geral Rachel Muller, e por docentes da NOVA Medical School, entre os quais a coordenadora da licenciatura em Ciências da Nutrição, Conceição Calhau.</p>
<p>Lançada em 2022, a parceria já envolveu 85 estudantes ao longo de cinco edições e pretende aproximar o ensino académico da realidade empresarial, permitindo aos futuros nutricionistas desenvolver produtos alimentares com potencial de mercado, apoiados por especialistas da indústria e da academia.</p>
<p>Segundo Ana Leonor Perdigão, Nutrition, Health and Wellness Manager da Nestlé Portugal, a quinta edição representa &#8220;um marco&#8221; para uma colaboração que demonstra a importância da ligação entre empresas e universidades na promoção da inovação. A responsável destaca ainda a qualidade dos projetos apresentados e sublinha que o apoio ao talento jovem continua a ser uma prioridade da empresa.</p>
<p>Também Ana Macedo, subdiretora para a Extensão à Comunidade da NOVA Medical School, considera que a iniciativa evidencia a capacidade dos estudantes para transformar conhecimento científico em soluções inovadoras e sustentáveis. Na sua perspetiva, este tipo de experiências aproxima os alunos da realidade profissional e enriquece a sua formação.</p>
<p>Ao longo de 12 semanas, os participantes integraram um programa de imersão que incluiu uma visita à fábrica de cereais da Nestlé, em Avanca, sessões dedicadas às diferentes etapas do desenvolvimento de produto e momentos de mentoria com especialistas das duas instituições.</p>
<p>Integrado na unidade curricular de estágio da licenciatura, o projeto procura proporcionar contacto direto com os desafios da indústria alimentar, combinando o conhecimento científico da NOVA Medical School com a experiência da Nestlé em inovação, desenvolvimento de produtos e análise das necessidades dos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787889]]></sapo:autor>
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		<title>Vale a pena aderir à tarifa indexada na fatura da luz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante meses, a tarifa indexada foi o atalho para pagar menos pela luz. Os dados de julho do ComparaJá mostram que essa vantagem deixou de ser automática]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta tornou-se frequente nas conversas sobre a fatura da luz: vale a pena trocar uma tarifa fixa por uma indexada, que acompanha ao dia o preço grossista da eletricidade? Durante boa parte do último ano, a resposta pendeu para o sim, sobretudo para quem tinha margem para seguir o mercado. Em julho de 2026, ficou menos linear.</p>
<p>Segundo a <a href="https://www.comparaja.pt/energia/analise-de-mercado" target="_blank" rel="noopener">Análise de Mercado de Energia do ComparaJá</a> de julho, os preços do mercado indexado subiram e, para a maioria dos perfis de consumo, passaram mesmo a ultrapassar o mercado regulado. Ou seja, o produto que costumava ser o mais barato deixou de o ser por defeito.</p>
<p>A indexada continua a fazer sentido para um perfil específico: quem consome sobretudo fora das horas de maior procura, acompanha a evolução dos mercados e aceita variação na fatura de mês para mês. Para esse consumidor, os vales de preço podem compensar os picos. Para a maioria das famílias, que precisa de previsibilidade para gerir o orçamento, a conta é diferente.</p>
<p>Julho trouxe uma subida clara dos preços no indexado, que este mês passou a ultrapassar o regulado para a maior parte dos perfis, e num verão em que os mercados grossistas voltam a pressionar a fatura, fixar uma tarifa competitiva antes do pico de calor é, para a maioria, a decisão mais segura. A observação serve de critério: a indexada é uma aposta, não um dado adquirido.</p>
<p>Há ainda um pormenor que costuma passar ao lado. Mudar de tarifa não implica corte de fornecimento nem obras, e <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/escolher-fornecedor-de-eletricidade" target="_blank" rel="noopener">comparar as ofertas do mercado</a> é gratuito. Mantendo o consumo igual, a diferença entre a tarifa mais cara e a mais barata ronda, para uma família típica, os 24 euros por mês, perto de 290 euros por ano.</p>
<p>Então vale a pena? Depende, e o critério é honesto: para quem quer e sabe seguir o mercado e tolera oscilações, pode valer; para quem procura contas certas ao fim do mês, uma tarifa fixa competitiva é, neste verão, a escolha mais racional. A pior decisão continua a ser a mesma: não decidir e ficar a pagar a tarifa que calhou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786409]]></sapo:autor>
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		<title>Entradas irregulares na UE caíram 37% no primeiro semestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:55:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de entradas irregulares na UE diminuiu 37% no primeiro semestre de 2026 face ao mesmo período do ano passado, anunciou hoje a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de entradas irregulares na UE diminuiu 37% no primeiro semestre de 2026 face ao mesmo período do ano passado, anunciou hoje a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex).</p>
<p>&#8220;O número de passagens irregulares nas fronteiras externas da União Europeia continuou a diminuir nos primeiros seis meses de 2026, com uma redução de 37% face ao mesmo período do ano passado. Segundo dados preliminares da Frontex, foram registadas mais de 49 mil entradas irregulares&#8221;, indicou a agência europeia em comunicado.</p>
<p>De acordo com a Frontex, &#8220;esta descida reflete a cooperação contínua com países parceiros e as medidas preventivas adotadas nos principais países de partida, que continuam a reduzir o número de embarcações que seguem em direção à Europa&#8221;.</p>
<p>A guarda costeira da UE sublinhou que a descida ocorre num contexto marcado pela entrada em vigor, em junho passado, do Pacto da UE sobre Migração e Asilo, que estabelece um processo comum de triagem nas fronteiras externas do espaço comunitário.</p>
<p>Os agentes da agência apoiam os Estados-membros na identificação da nacionalidade dos migrantes, na recolha de dados biométricos e na verificação documental.</p>
<p>&#8220;Há menos embarcações a partir em direção à Europa e isso é resultado da cooperação contínua com os nossos parceiros na região, mas por detrás de cada número está uma pessoa e continuam a morrer pessoas no mar&#8221;, alertou o diretor-executivo da Frontex, Hans Leijtens, citado pela nota de imprensa.</p>
<p>A agência europeia indicou que as rotas do Mediterrâneo Oriental e do Mediterrâneo Central concentraram mais de 60% de todas as entradas irregulares na UE durante os primeiros seis meses do ano.</p>
<p>O Mediterrâneo Oriental foi a principal rota, com mais de 16.600 passagens irregulares, menos 20% do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>Já o Mediterrâneo Central registou cerca de 14.300 chegadas, um valor inferior a metade do observado há um ano.</p>
<p>Em contrapartida, o Mediterrâneo Ocidental foi a única grande rota a registar um aumento, de 17%, para cerca de 7.900 deteções, impulsionado sobretudo pelas partidas a partir da Argélia, numa alteração dos percursos utilizados pelas redes de tráfico de migrantes.</p>
<p>A rota da África Ocidental registou a maior redução, com uma queda de 67%, para cerca de 3.700 deteções, resultado das medidas adotadas pela Mauritânia e, mais recentemente, pelo Senegal e pela Gâmbia, em cooperação com Espanha e UE.</p>
<p>Apesar da diminuição das chegadas irregulares, a Frontex alertou que o custo humano da migração continua elevado.</p>
<p>Dados da Organização Internacional para as Migrações apontam que quase 1.300 pessoas morreram no Mediterrâneo desde o início do ano.</p>
<p>A agência considerou ainda que a situação no Médio Oriente continua a representar um &#8220;fator de incerteza&#8221; para a evolução dos fluxos migratórios, apesar do cessar-fogo alcançado em junho e agora colocado sob pressão devido aos novos ataques norte-americanos e iranianos.</p>
<p>Porém, até ao momento, o conflito ainda não provocou alterações significativas nas fronteiras externas da UE, acrescentou.</p>
<p>A Frontex conta atualmente com cerca de 3.800 agentes destacados.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787884]]></sapo:autor>
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		<title>Transportes públicos são gratuitos para residentes do Porto a partir de hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-transportes-publicos-sao-gratuitos-para-residentes-do-porto-a-partir-de-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:45:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto. , anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto. , anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.</P><br />
<P>&#8220;A partir de hoje os transportes públicos são gratuitos na cidade do Porto para quem detém o cartão Porto&#8221;, disse hoje Pedro Duarte numa cerimónia que decorreu na praça em frente à estação de metro da Trindade.</P><br />
<P>Esta era uma das principais medidas do programa eleitoral do então candidato pela coligação PSD/CDS-PP/IL.</P><br />
<P>No seu discurso, Pedro Duarte explicou que quem já tem o passe gratuito até aos 23 anos &#8220;não precisa de fazer nada&#8221;, mas quem tem o cartão municipal terá de se deslocar a uma loja Andante ou Payshop para atualizar o mesmo, &#8220;um processo que demora segundos&#8221;.</P><br />
<P>Já para os residentes que ainda não possuem o cartão municipal Porto., podem pedir &#8216;online&#8217; ou dirigindo-se ao Gabinete do Munícipe.</P><br />
<P>O carregamento da gratuitidade dos transportes será anual, disse ainda o autarca.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787882]]></sapo:autor>
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		<title>FEP recebe reconhecimento internacional das Nações Unidas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fep-recebe-reconhecimento-internacional-das-nacoes-unidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:31:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
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					<description><![CDATA[A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto foi distinguida com o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto foi distinguida com o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME), iniciativa das Nações Unidas dedicada à promoção da sustentabilidade no ensino da gestão.</p>
<p>O reconhecimento internacional distingue a qualidade do relatório institucional da Faculdade, que evidencia a integração dos princípios do PRME e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na estratégia da instituição, abrangendo áreas como o ensino, a investigação, a relação com a sociedade, a gestão do campus e as parcerias.</p>
<p>A distinção é atribuída apenas às instituições cujos relatórios demonstram elevados níveis de transparência, qualidade e alinhamento com os princípios do PRME. Para o diretor da FEP, Óscar Afonso, este reconhecimento &#8220;reflete o compromisso consistente da Escola com uma educação de excelência&#8221; e reforça o posicionamento internacional da Faculdade, ao mesmo tempo que incentiva a formação de líderes preparados para responder aos desafios económicos, sociais e ambientais com soluções sustentáveis.</p>
<p>Nos últimos anos, a FEP tem reforçado a integração da sustentabilidade na sua missão através de iniciativas nas áreas do ensino, investigação, responsabilidade social, diversidade e inclusão, gestão ambiental e colaboração com organizações nacionais e internacionais.</p>
<p>Cláudia Ribeiro, presidente do Comité de Sustentabilidade da FEP, considera que a distinção reconhece um trabalho desenvolvido por toda a comunidade académica e constitui um incentivo para continuar a reforçar a transparência e o impacto positivo da instituição. A comunidade do PRME reúne atualmente mais de 800 escolas de economia e gestão de 96 países comprometidas com a promoção da responsabilidade social e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
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		<title>PS diz que data para notas dos exames também é &#8220;dia de avaliação&#8221; para Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:30:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O PS considerou hoje que a data para as notas dos exames é "dia de avaliação" para o ministro da Educação, mas também para o primeiro-ministro, criticando que Luís Montenegro só fale em jogos de futebol e festivais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS considerou hoje que a data para as notas dos exames é &#8220;dia de avaliação&#8221; para o ministro da Educação, mas também para o primeiro-ministro, criticando que Luís Montenegro só fale em jogos de futebol e festivais.</p>
<p>&#8220;O ministro da Educação já chumbou na época normal, que estava agendada para o dia 14, já só lhe resta a época de recurso, que será no dia 17, mas esse dia é um dia de avaliação não apenas para o ministro, mas também para o primeiro-ministro&#8221;, respondeu aos jornalistas o dirigente do PS André Moz Caldas, na sede do partido, em Lisboa, afirmando-se ainda &#8220;um pouco preocupado&#8221; com a ausência e o silêncio de Montenegro.</p>
<p>O membro do Secretariado Nacional do PS foi questionado sobre as declarações à SIC do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na noite de quinta-feira no festival NOS Alive sobre esta situação, começando por referir que não tinha tido a oportunidade de as ver.</p>
<p>&#8220;Não deixa de ser impressionante que a comunicação social agora só encontra o primeiro-ministro em &#8216;flash interview&#8217; de jogos de futebol e em festivais&#8221;, começou por criticar.</p>
<p>No entanto, para André Moz Caldas &#8220;o problema é muito profundo&#8221; e é preciso ver &#8220;se não está relacionado com o desmantelamento das estruturas do Ministério da Educação que o ministro Fernando Alexandre empreendeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;E se não há riscos colocados também no concurso nacional de acesso ao ensino superior e a abertura do ano letivo&#8221;, disse ainda.</p>
<p>Sobre os números avançados na véspera pelo Governo de que 75% dos exames já estão corrigidos, o dirigente socialista disse que &#8220;cada ponto percentual de provas de exame nacional por corrigir são três mil provas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portanto, com os números de ontem [quinta-feira], não podemos estar tranquilos de maneira nenhuma&#8221;, referiu.</p>
<p>Nas declarações do NOS Alive, o primeiro-ministro assegurou que o Governo está a empenhar um esforço substancial para ultrapassar os constrangimentos registados no processo dos exames nacionais deste ano.</p>
<p>Luís Montenegro garantiu melhorias estruturais já para o próximo ano letivo e deixou um apelo à tranquilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787865]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Autoridades espanholas baixam para 11 número de mortos do incêndio em Almeria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da região espanhola da Andaluzia baixaram provisoriamente de 12 para 11 o número de mortos do incêndio florestal que atinge o município de Los Gallardos, Almería, disse o conselheiro regional de Saúde e Emergências. Antonio Sanz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades da região espanhola da Andaluzia baixaram provisoriamente de 12 para 11 o número de mortos do incêndio florestal que atinge o município de Los Gallardos, Almería, disse o conselheiro regional de Saúde e Emergências. Antonio Sanz.</p>
<p>Sanz salientou, no entanto, que este número ainda pode ser alterado, dada a complexidade da gestão da emergência no local.</p>
<p>As mortes ocorreram numa localidade do município de Bédar, Los Gallardos, onde várias vítimas foram surpreendidas pelas chamas enquanto se encontravam dentro dos veículos que conduziam.</p>
<p>Sanz reiterou que se trata de uma &#8220;tragédia sem precedentes&#8221; e do &#8220;incêndio com as consequências mais graves até à data&#8221; na região.</p>
<p>A Associated Press, que citou autoridades espanholas, indicou inicialmente que 12 pessoas tinha morrido no fogo que deflagrou na quinta-feira em Los Gallardos, região autónoma da Andaluzia.</p>
<p>O presidente do governo regional da Andaluzia, Juan Moreno, admitiu que o número de mortos chegue aos 12 &#8220;aguardando-se a confirmação da localização de mais um corpo&#8221;.</p>
<p>Em declarações à estação de rádio espanhola Canal Sur Juan Moreno salientou ainda que 19 pessoas continuam desaparecidas, acrescentando que a tragédia ocorreu porque o incêndio criou uma &#8220;espécie de ratoeira&#8221;.</p>
<p>Anteriormente, o conselheiro de Saúde e Emergências do governo regional da Andaluzia, Antonio Sanz, disse à EFE que tudo indica que &#8220;a maioria ou a totalidade&#8221; das vítimas mortais do incêndio florestal de Los Gallardos são cidadãos estrangeiros, aguardando-se a conclusão dos procedimentos oficiais de identificação.</p>
<p>O conselheiro disse ainda que as vítimas decidiram tentar escapar &#8220;por conta própria&#8221; através do leito seco de um rio &#8212; o que se revelou &#8220;uma verdadeira armadilha&#8221; &#8212; em vez de seguirem a ordem de permanência no local ou as rotas de evacuação indicadas pelos serviços de emergência.</p>
<p>As equipas de emergência encontraram as vítimas em dois locais distintos.</p>
<p>Quatro pessoas morreram dentro de um veículo e de acordo com as primeiras informações do conselheiro Antonio Sanz, eram provavelmente cidadãos de origem britânica, uma hipótese reforçada pelo facto de o carro destruído ter volante à direita.</p>
<p>A nacionalidade das pessoas que morreram num caminho secundária não é conhecida.</p>
<p>Este incêndio florestal transformou a cadeia montanhosa da região numa enorme &#8220;língua de fogo&#8221; disse um residente no local.</p>
<p>Segundo Juanfran residente em Bédar, Los Gallardos, o fogo propagou-se &#8220;muito rapidamente&#8221; por uma zona onde muitas casas estão espalhadas pela encosta.</p>
<p>O morador e a companheira estavam nas imediações de Cabezo María &#8212; perto do local onde as chamas deflagraram, perto da aldeia de Almocaizar.</p>
<p>O residente disse à EFE que, a partir daquele ponto de observação, acompanhou o avanço do incêndio frisando que o fogo progredia &#8220;muito rapidamente&#8221;, impulsionado por um vento forte e &#8220;muito quente&#8221; que provocava o surgimento de novas frentes a vários quilómetros de distância do foco inicial.</p>
<p>Mais de 180 bombeiros combatiam as chamas hoje de manhã, de acordo com fontes citadas pela agência EFE.</p>
<p>A delegada do governo regional da província de Almeria, Patricia Navarro, afirmou que mil pessoas foram retiradas dos locais de residência, por precaução, devido ao incêndio florestal.</p>
<p>A unidade militar de emergência de Espanha, deve juntar-se aos esforços de combate ao fogo nas próximas horas com 200 efetivos e 70 veículos.</p>
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		<item>
		<title>PSI em baixa com Teixeira Duarte a cair mais de 1,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:23:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte a descer 1,53% para 0,48 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte a descer 1,53% para 0,48 euros.</p>
<p>Cerca das 09:35 em Lisboa, o PSI baixava 0,32% para 9.095,22 pontos, com nove empresas a descer, seis a subir e uma a manter a cotação (Corticeira Amorim em 6,36 euros).</p>
<p>Às ações da Teixeira Duarte seguiam-se as dos CTT, EDP Renováveis e Jerónimo Martins, que desciam 1,11% para 5,80 euros, 1,09% para 13,60 euros e 0,97% para 16,31 euros.</p>
<p>A Mota-Engil, Sonae e REN também se desvalorizavam, designadamente 0,71% para 4,50 euros, 0,47% para 2,12 euros e 0,40% para 3,69 euros.</p>
<p>A EDP e a Altri desciam 0,23% para 4,43 euros e 0,11% para 4,73 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Galp, Semapa e Ibersol avançavam 0,97% para 19,79 euros, 0,96% para 20.95 euros e 0,53% para 9,41 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a NOS (0,33% para 4,90 euros), a Navigator (0,30% para 3,31 euros e o BCP (0,05% para 1,04 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.</p>
<p>As bolsas europeias reagiram positivamente na quinta-feira depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter indicado que as autoridades iranianas estavam dispostas a retomar as negociações com o Irão, apesar de afirmar na quarta-feira que considerava encerrada a trégua.</p>
<p>A esta hora já se soube que a inflação homóloga na Alemanha se situou em 2,3% em junho, confirmando-se, assim, a estimativa preliminar e uma moderação em relação à verificada em maio, de 2,6%, enquanto a inflação homóloga em França desacelerou para 1,8% em junho, menos seis décimas que em maio, graças à desaceleração dos preços da energia e em particular dos produtos petrolíferos.</p>
<p>O euro sobe 0,09% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1440 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois do aumento das tensões no Médio Oriente, na quinta-feira a situação estabilizou-se com os EUA e o Irão num compasso de espera que favoreceu a queda do preço do petróleo, que nesta sexta-feira continua.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, recua 0,31% para 72,92 dólares.</p>
<p>Precisamente hoje, a Agência Internacional de Energia (AIE) publica o seu relatório mensal sobre o mercado do petróleo.</p>
<p>O gigante sul-coreano de chips de memória SK hynix começa hoje a ser negociado no índice norte-americano Nasdaq, com uma oferta de títulos avaliada em cerca de 28.000 milhões de dólares, com a qual espera financiar a construção de uma nova fábrica e outros investimentos.</p>
<p>Os futuros norte-americanos, que na quinta-feira terminaram em alta, registam uma queda de 0,42% para o Nasdaq e uma subida de 0,13% para o Dow Jones.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787858]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal junta-se a novo megafundo europeu que quer mobilizar 80 mil milhões para manter unicórnios na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:01:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai participar na segunda fase da European Tech Champions Initiative (ETCI), o megafundo criado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) para reforçar o financiamento das empresas tecnológicas europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai participar na segunda fase da European Tech Champions Initiative (ETCI), o megafundo criado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) para reforçar o financiamento das empresas tecnológicas europeias e evitar que procurem capital fora da Europa, sobretudo nos Estados Unidos.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo BEI, na sequência de uma reunião realizada em Bruxelas, à margem do Conselho Ecofin, que reuniu os ministros das Finanças da União Europeia. Além dos 27 Estados-membros, a nova fase da iniciativa contará também com a participação de investidores institucionais privados, num esforço conjunto para reforçar o ecossistema europeu de inovação.</p>
<p>Embora o montante da contribuição portuguesa ainda não tenha sido divulgado, a ETCI 2.0 pretende angariar até 15 mil milhões de euros, cerca de quatro vezes mais do que o objetivo definido para a primeira fase, lançada em 2023. A expectativa é que este capital permita mobilizar até 80 mil milhões de euros em investimento para apoiar mais de 1.500 empresas tecnológicas em fase de crescimento.</p>
<p>Segundo o BEI, a nova plataforma pretende colmatar uma das principais fragilidades do mercado europeu: a dificuldade das empresas inovadoras em obter financiamento nas fases mais avançadas de crescimento, levando muitas a recorrerem a investidores norte-americanos ou mesmo a transferirem a sua atividade para os EUA.</p>
<p>A primeira fase da ETCI apoiou a criação de 15 megafundos dedicados ao investimento em startups europeias e contribuiu para o desenvolvimento de 12 unicórnios — empresas tecnológicas avaliadas em mais de mil milhões de euros.</p>
<p>Agora, a segunda fase alarga significativamente o âmbito da iniciativa. Além dos megafundos, passará também a investir em fundos de crescimento de média dimensão, com mais de 300 milhões de euros sob gestão, devendo apoiar a criação de mais de uma centena de fundos de investimento, incluindo até 45 megafundos especializados em empresas tecnológicas de elevado potencial.</p>
<p>A presidente do Grupo BEI, Nadia Calviño, considera que a nova fase representa &#8220;uma parceria baseada na escala e na rapidez&#8221;, permitindo disponibilizar às empresas europeias &#8220;o capital de que necessitam para crescer&#8221;. A responsável sublinha ainda que esta é &#8220;uma etapa decisiva para reduzir o défice de financiamento das empresas em fase de expansão e garantir que as ideias e tecnologias desenvolvidas na Europa permanecem e prosperam no continente&#8221;.</p>
<p>O Ministro de Estado e das Finanças de Portugal, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou: &#8220;Portugal apoia a ETCI 2.0 enquanto iniciativa prática para aprofundar os mercados de capitais europeus, mobilizar investimento privado e ajudar as empresas inovadoras a ganharem escala e a competirem nos mercados internacionais&#8221;.</p>
<p>O fundo contará igualmente com o apoio de investidores privados de vários países europeus, entre os quais AltamarCAM, Azimut Holding, Banco Santander, BBVA, Danske Bank, Green Arrow Capital e Compagnia di San Paolo, estando prevista a entrada de novos parceiros numa fase posterior.</p>
<p>O Grupo BEI prevê investir até 1,25 mil milhões de euros na ETCI 2.0. O valor final do fundo será determinado durante o segundo semestre de 2026, quando forem concluídas as contribuições de todos os participantes.</p>
<p>Além do financiamento, a iniciativa irá criar uma plataforma pan-europeia de investimento destinada a aproximar investidores das empresas tecnológicas com maior potencial de crescimento, reforçando a integração dos mercados de capitais europeus e complementando iniciativas nacionais já existentes, como a francesa Tibi, a alemã WIN e o Scaleup Europe Fund.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787848]]></sapo:autor>
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		<title>Gasolina volta a ultrapassar os 1,90 euros por litro na próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A próxima semana arranca com más notícias para os condutores portugueses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A próxima semana começa com um novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir de segunda-feira, o gasóleo deverá ficar sete cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar três cêntimos, de acordo com a evolução das cotações dos produtos petrolíferos em euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mesma tendência será seguida pelos postos associados aos hipermercados: Aqui, 0 litro da gasolina vai subir 0,0228 euros e o do gasóleo 0,0627 euros. A subida surge depois de vários dias de discussão sobre a aparente demora na transmissão da descida do petróleo aos preços pagos pelos consumidores nas bombas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O barril de Brent segue a negociar próximo dos 76 dólares, depois de ter ultrapassado os 80 dólares durante a sessão de quarta-feira, na sequência de uma valorização próxima de 8%. A instabilidade internacional continua, assim, a refletir-se nas cotações dos produtos refinados e nos custos suportados pelos operadores.</p>
<p><strong>Gasóleo já subiu 26 cêntimos desde janeiro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 26 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 24 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 15,60 euros no gasóleo e de 14,40 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,893 euros por litro e o do gasóleo em 1,793 euros. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se nove cêntimos acima da média comunitária e 38 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>ERSE não encontra irregularidades nos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos analisou o comportamento recente do mercado a pedido do Governo, depois de terem surgido dúvidas sobre a rapidez com que as subidas internacionais estavam a chegar aos postos. O regulador concluiu, para já, que não existem sinais de funcionamento anómalo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade explica que o valor da gasolina e do gasóleo não acompanha automaticamente a cotação do Brent. Entre o petróleo bruto e o preço apresentado nos postos existem custos de refinação, armazenamento, distribuição, transporte e comercialização, além da incorporação obrigatória de biocombustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, pediu a análise por considerar preocupante que os combustíveis não estivessem a descer à mesma velocidade com que tinham subido. A governante mostrou-se, entretanto, confiante numa redução dos preços caso a situação internacional evolua de forma favorável.</p>
<p><strong>ENSE aponta pressão nos produtos refinados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nas conclusões preliminares da sua avaliação, a Entidade Nacional para o Setor Energético assinalou que os produtos refinados registaram fortes valorizações desde o início da crise no Estreito de Ormuz. O gasóleo terá aumentado cerca de 25% e a gasolina aproximadamente 35%, enquanto a carga fiscal se manteve praticamente inalterada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ENSE associa a descida mais lenta nas bombas ao conjunto de custos existentes ao longo da cadeia de valor. A capacidade limitada de armazenagem em Portugal e na Europa, juntamente com a refinação, a logística e o transporte, ajuda a explicar por que razão uma queda do crude não produz necessariamente uma redução imediata e proporcional nos postos.</p>
<p>A legislação permite que a ERSE proponha ao Governo a imposição temporária de margens máximas na venda de combustíveis simples e de gás de petróleo liquefeito engarrafado. Essa medida só poderá avançar perante sinais que a justifiquem e depois de consultada a Autoridade da Concorrência. Até ao momento, o regulador não identificou fundamentos para esse tipo de intervenção.</p>
<h3><strong>Os mais Económicos</strong></h3>
<p><strong>Gasolina simples 95</strong></p>
<p>Transforpel Combustíveis Chão de Sapo &#8211; 1,689 €/litro</p>
<p>Intermarché Vilar Formoso &#8211; 1,699 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Moncarapacho &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Marinha Grande &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Calços Martingança &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p><strong>Gasóleo simples</strong></p>
<p>Intermarché Arruda dos Vinhos- 1,649 €/litro</p>
<p>Intermarché Vilar Formoso &#8211; 1,659 €/litro</p>
<p>Bxpress Estarreja &#8211; 1,669 €/litro</p>
<p>Intermarché Figueiró dos Vinhos &#8211; 1,679 €/litro</p>
<p>Intermarché da Sertã &#8211; 1,679 €/litro</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787846]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro envia condolências e solidariedade ao Rei de Espanha por incêndio em Almeria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje as vítimas mortais resultantes do incêndio florestal na província espanhola de Almeria e enviou uma mensagem de condolências e solidariedade ao Rei de Espanha, Felipe VI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje as vítimas mortais resultantes do incêndio florestal na província espanhola de Almeria e enviou uma mensagem de condolências e solidariedade ao Rei de Espanha, Felipe VI.</p>
<p>Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, &#8220;o Presidente António José Seguro lamenta profundamente as vítimas mortais resultantes do grave incêndio florestal que deflagrou na noite desta quinta-feira na região de Almeria na comunidade da Andaluzia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em seu nome pessoal e no do povo português, o Presidente da República solidariza-se com o Rei de Espanha, a quem dirigiu uma mensagem de condolências, e com todo o povo espanhol&#8221;, lê-se na mesma nota.</p>
<p>António José Seguro &#8220;apresenta sentidas condolências às famílias das vítimas deste incêndio e faz votos de rápida recuperação a todos os feridos&#8221;.</p>
<p>Foram confirmados pelas autoridades espanholas 11 mortos no incêndio florestal em Los Gallardos, na província de Almeria, na comunidade autónoma da Andaluzia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Explicador: Porque é que cada vez mais investidores apostam no mercado secundário de crédito?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:36:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado secundário de crédito privado está a ganhar um peso crescente nas estratégias de investimento institucionais, impulsionado pela maturidade do mercado e pela necessidade de responder a um contexto de menor liquidez e maior volatilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado secundário de crédito privado está a ganhar um peso crescente nas estratégias de investimento institucionais, impulsionado pela maturidade do mercado e pela necessidade de responder a um contexto de menor liquidez e maior volatilidade.</p>
<p>Segundo Marco Busca, Head of Indirect Private Debt da Generali Asset Management, esta classe de ativos deixou de representar uma oportunidade pontual para assumir um papel central na construção de carteiras mais resilientes.</p>
<p>De acordo com o especialista, o crescimento das alocações ao crédito privado, aliado ao abrandamento das saídas de investimento nos últimos anos, tornou mais difícil o reequilíbrio das carteiras. Neste contexto, as transações no mercado secundário permitem aos investidores adquirir portfólios já geradores de rendimento, ao mesmo tempo que oferecem uma via eficiente de desinvestimento aos vendedores.</p>
<p>Outra das vantagens apontadas passa pela diversificação imediata. Ao investirem em carteiras já constituídas, os investidores conseguem exposição a diferentes gestores, geografias, setores e mutuários, reduzindo o risco associado aos chamados <em>blind pools</em> — fundos cujo portefólio ainda não está totalmente construído — e beneficiando de fluxos de caixa mais rápidos e previsíveis.</p>
<p>A crescente volatilidade dos mercados também tem contribuído para aumentar a atratividade deste segmento. Segundo Marco Busca, os períodos de disrupção tendem a gerar mais oportunidades de aquisição de ativos de elevada qualidade a preços mais competitivos, proporcionando maior visibilidade sobre o desempenho esperado.</p>
<p>A evolução do mercado tem sido igualmente favorecida por uma maior disponibilidade de informação e por processos de análise mais padronizados, tornando estas operações mais escaláveis. O responsável da Generali Asset Management considera que o percurso é semelhante ao registado pelo mercado secundário de private equity há cerca de uma década, passando gradualmente de uma estratégia oportunista para uma alocação estrutural.</p>
<p>A análise sublinha, contudo, que o sucesso neste segmento depende cada vez mais da capacidade de seleção dos ativos. Com o aumento da dispersão entre gestores de crédito privado, os investidores mais experientes distinguem-se pela profundidade da análise realizada ao nível dos empréstimos subjacentes, avaliando fatores como a qualidade dos mutuários, a concentração setorial, a sustentabilidade dos fluxos de caixa e os riscos de incumprimento.</p>
<p>Além da análise dos ativos, a capacidade de executar operações complexas tornou-se um fator diferenciador. Investidores com maior experiência conseguem aceder a transações proprietárias, reestruturações lideradas por gestores e outras operações mais sofisticadas, onde a rapidez de execução e o conhecimento técnico são determinantes.</p>
<p>Marco Busca destaca ainda que os investimentos secundários apresentam diferenças relevantes face aos investimentos primários em crédito privado. Por serem adquiridos numa fase mais avançada do ciclo de vida dos ativos, oferecem maior transparência sobre o desempenho das carteiras, menor risco de investimento em ativos ainda por selecionar, menor duração e maior previsibilidade dos fluxos de caixa.</p>
<p>Em termos de rentabilidade, acrescenta, estas operações beneficiam não apenas do rendimento contratual dos empréstimos, mas também da possibilidade de adquirir ativos com desconto e de acelerar o retorno do capital investido, reduzindo os efeitos da denominada &#8220;J-curve&#8221;, típica dos investimentos privados.</p>
<p>Apesar das oportunidades, o especialista alerta para vários riscos que estão a aumentar à medida que o mercado se torna mais competitivo. A pressão sobre os preços tem reduzido os descontos praticados, tornando qualquer erro na avaliação dos ativos potencialmente mais penalizador. Acrescem os riscos associados a análises insuficientemente detalhadas, à execução de operações complexas e ao alargamento das estratégias para segmentos menos familiares, como dívida subordinada ou ativos em situação de incumprimento.</p>
<p>O responsável acredita ainda que as gestoras de ativos ligadas ao setor segurador deverão assumir um papel cada vez mais relevante neste mercado. O horizonte de investimento de longo prazo e a estabilidade da sua base de capital encaixam bem nas características dos ativos secundários, permitindo reforçar a rentabilidade sem comprometer a liquidez. Ainda assim, admite que requisitos regulatórios, como as regras de solvência, e processos internos de aprovação podem limitar a rapidez de atuação em algumas operações.</p>
<p>Para Marco Busca, o mercado secundário de crédito privado está a consolidar-se como uma componente estrutural das carteiras institucionais, oferecendo uma combinação de maior transparência, eficiência de capital e potencial de retorno, apesar da crescente complexidade inerente a este tipo de investimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787839]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta atentas à evolução do conflito entre Teerão e Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.</p>
<p>Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,16% para 641,88 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,06%, 0,03% e 0,26%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,47% e 0,48%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,18% para 9.108,80 pontos.</p>
<p>As bolsas europeias reagiram positivamente na quinta-feira depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter indicado que as autoridades iranianas estavam dispostas a retomar as negociações com o Irão, apesar de afirmar na quarta-feira que considerava encerrada a trégua.</p>
<p>A esta hora já se soube que a inflação homóloga na Alemanha se situou em 2,3% em junho, confirmando-se, assim, a estimativa preliminar e uma moderação em relação à verificada em maio, de 2,6%, enquanto a inflação homóloga em França desacelerou para 1,8% em junho, menos seis décimas que em maio, graças à desaceleração dos preços da energia e em particular dos produtos petrolíferos.</p>
<p>O euro sobe 0,09% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1440 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>A confirmação das leituras finais do IPC de junho na Alemanha e em França, de uma desaceleração sensível, consequência da queda dos preços da energia, deverão servir para tranquilizar os membros do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE), que na última reunião de política monetária pareciam dispostos a continuar a aumentar as taxas de referência, depois do aumento efetuado em junho, segundo destacaram analistas da Link Securities citados pela Efe.</p>
<p>Depois do aumento das tensões no Médio Oriente, na quinta-feira a situação estabilizou-se com os EUA e o Irão num compasso de espera que favoreceu a queda do preço do petróleo, que nesta sexta-feira continua.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, recua 0,31% para 72,92 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), cede 0,85% para 71,47 dólares.</p>
<p>Precisamente hoje, a Agência Internacional de Energia (AIE) publica o seu relatório mensal sobre o mercado do petróleo.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, descia 1,90% para 49,150 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio subiu hoje 1,2%, o Kospi sul-coreano 2,52%, impulsionados pelas empresas de semicondutores e as relacionadas com o setor de inteligência artificial (IA), a poucas horas da estreia da sul-coreana SK hynix no mercado norte-americano.</p>
<p>O gigante sul-coreano de chips de memória SK hynix começa hoje a ser negociado no índice norte-americano Nasdaq, com uma oferta de títulos avaliada em cerca de 28.000 milhões de dólares, com a qual espera financiar a construção de uma nova fábrica e outros investimentos.</p>
<p>A bolsa de Xangai cede 1%, a de Shenzhen, 2,29% e o Hang Seng de Hong Kong sobe 0,89% quando se aproxima o final da sessão.</p>
<p>Os futuros norte-americanos, que na quinta-feira terminaram com subidas de 1,30% para o Nasdaq e de 0,27% para o Dow Jones, registam uma queda de 0,42% para o primeiro e um aumento de 0,13% para o segundo.</p>
<p>O preço do ouro, por sua vez, cede 0,46%, e a onça está a ser negociada a 4.104,82 dólares, enquanto a onça de prata cai 0,18% para 59,8556 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos desce para 3,064%, depois de ter fechado em 3,081% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin avançava 0,88% para 63.817,98 dólares.</p>
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		<title>Israel avisa Washington de alegada conspiração iraniana para matar Trump</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel partilhou com os Estados Unidos informações sobre um alegado plano recente do Irão para assassinar Donald Trump, numa altura em que aumentam novamente as tensões entre Washington e Teerão e o cessar-fogo de 60 dias dá sinais de colapso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Israel partilhou com os Estados Unidos informações sobre um alegado plano recente do Irão para assassinar Donald Trump, numa altura em que aumentam novamente as tensões entre Washington e Teerão e o cessar-fogo de 60 dias dá sinais de colapso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN, uma das fontes com conhecimento do caso indicou que o aviso israelita chegou esta semana. Outra fonte afirmou que os serviços americanos já vinham a receber, nas últimas semanas, informações recorrentes sobre possíveis ameaças contra Trump, mas sublinhou que o alerta de Israel dizia respeito a um plano específico e até então desconhecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os contornos da alegada operação não foram divulgados. Duas fontes explicaram que os Estados Unidos ainda não tinham confirmado de forma independente os dados enviados por Israel e que não acompanhavam esse plano antes de receberem o aviso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns responsáveis americanos admitem, contudo, que a informação transmitida por Israel possa também procurar influenciar as decisões de Trump, numa altura em que o presidente dos Estados Unidos pondera intensificar a ação militar contra o Irão. De acordo com a CNN, existe algum ceticismo dentro dos serviços de informações americanos em relação a determinados relatórios israelitas.</p>
<p><strong>Trump diz estar no topo das listas de alvos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre o alerta, a Casa Branca remeteu para declarações recentes de Trump sobre as intenções do Irão. O presidente afirmou aos jornalistas que Teerão pretende eliminar o líder dos Estados Unidos e garantiu estar incluído em várias listas de alvos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump disse também ter tomado conhecimento de uma nova lista que o colocaria como principal alvo iraniano. Não ficou claro se se referia às informações enviadas por Israel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Estados Unidos têm alertado há vários anos para a possibilidade de o Irão tentar matar Trump como retaliação pelo ataque com drone que, em 2020, matou Qasem Soleimani, um dos mais importantes comandantes militares iranianos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as cerimónias fúnebres do líder supremo iraniano, o ayatollah Ali Khamenei, morto no início da guerra, multidões no Irão apelaram à morte de Trump.</p>
<p><strong>Serviços americanos acompanham ameaças contra responsáveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes com conhecimento das informações recolhidas pelos Estados Unidos afirmam que as autoridades acompanham vários intervenientes que discutiram possíveis ataques, embora não tenham ainda passado à ação. Os serviços americanos receiam que o Irão possa tentar atingir atuais e antigos altos responsáveis dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O alerta israelita surge também num momento de divergências entre Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O governante israelita tem manifestado dúvidas quanto às tentativas de alcançar um acordo diplomático com Teerão e entrou em desacordo com Trump devido às operações militares de Israel no Líbano, que complicaram as negociações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump e Netanyahu falaram por telefone na quinta-feira e está prevista uma deslocação do primeiro-ministro israelita a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Diplomacia prossegue apesar da troca de ataques</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do regresso dos ataques e das ameaças entre Washington e Teerão, um responsável americano garantiu que continuam a decorrer contactos diplomáticos nos bastidores. Os dois países estarão a tentar alcançar um acordo sobre o programa nuclear iraniano até meados de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas diligências prosseguem mesmo depois de Trump ter declarado que o memorando de entendimento com o Irão estava terminado. Ainda assim, responsáveis americanos indicaram que preparativos para possíveis ataques na noite de quinta-feira foram suspensos para dar prioridade à via diplomática.</p>
<p>A bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, as tripulações chegaram a carregar caças com armamento e os pilotos realizaram exercícios para o caso de serem chamados a atacar. O comandante do navio, Dan Keeler, avisou os milhares de militares a bordo de que a situação estava a tornar-se mais tensa, enquanto as operações defensivas de rotina continuavam durante o dia e a noite.</p>
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