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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 10 May 2026 07:15:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as &#8216;big techs&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as 'big techs' e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Brasília, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as &#8216;big techs&#8217; e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.</P><br />
<P>A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta &#8211; dona do Facebook, Instagram e Whatsapp &#8211; e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos utilizadores.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que a gente tem uma missão muito importante de romper com o sentimento de apatia, de impotência que as pessoas têm em relação às &#8216;big techs'&#8221;, afirmou Daniela da Silva em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>A diretora-executiva da CTRL+Z acrescentou que &#8220;são as empresas que têm de ter medo das pessoas e não as pessoas terem medo das empresas&#8221;, defendendo maior pressão pública e jurídica sobre o setor tecnológico.</P><br />
<P>O nome da organização faz referência ao atalho de teclado utilizado para desfazer ações no computador e, segundo o sítio web oficial, a CTRL+Z pretende &#8220;enfrentar o modelo de operação&#8221; das grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>Entre os projetos lançados está o &#8220;Vaza Big Tech&#8221;, que permite a trabalhadores das empresas partilharem informações e denúncias de forma anónima, e o &#8220;Arquivo de Danos Digitais&#8221;, destinado a recolher relatos de utilizadores afetados por plataformas digitais.</P><br />
<P>A organização atua em parceria com escritórios de advocacia no Brasil para analisar denúncias e avaliar possíveis ações judiciais com apoio jurídico gratuito, utilizando mecanismos previstos na legislação brasileira de defesa do consumidor.</P><br />
<P>Segundo Daniela da Silva, utilizadores com contas suspensas, perfis falsos, invasões informáticas ou conteúdos nocivos não removidos pelas plataformas poderão recorrer à organização em busca de apoio jurídico e orientação de forma gratuita. </P><br />
<P>A antiga diretora de Políticas Públicas do Whatsapp deixou a Meta em janeiro de 2025, após cerca de um ano na empresa, alegando discordância com mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na condução da companhia.</P><br />
<P>As alterações incluíram, segundo descreveu, o fim de programas de verificação de notícias, maior circulação de conteúdos políticos e mudanças na moderação de temas relacionados com imigração e género.</P><br />
<P>Essas ações da Meta, conta, levaram-na a crer que não conseguiria mais realizar um trabalho de &#8220;política pública racional&#8221; e &#8220;baseado em diálogo&#8221; que tornasse, na sua avaliação, &#8220;as plataformas melhores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu senti que para mim seria importante jogar numa posição diferente, que, se eu quisesse ver plataformas digitais melhores, eu ia ter de fazer isso por fora da Meta, atuando por fora e não por dentro&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Antes da Meta, ela trabalhou quase uma década na Open Society Foundations, uma organização filantrópica privada global.</P><br />
<P>Segundo conta, após um período &#8220;de um ano de gestação&#8221;, junto de outros amigos e em conversas com diferentes pessoas da sociedade civil que já atuavam no confronto às &#8216;big techs&#8217;, a CTRL+Z foi fundada em abril deste ano.</P><br />
<P>A diretora-executiva defendeu que a sociedade civil pode atuar como &#8220;anteparo&#8221; ao poder económico e político das &#8216;big techs&#8217;, que descreveu como as empresas mais poderosas da história do capitalismo contemporâneo.</P><br />
<P>Daniela da Silva classificou ainda como &#8216;tecnofascismo&#8217; a aproximação das plataformas digitais a movimentos de extrema-direita autoritária e alertou para o papel das tecnologias na disseminação de discursos extremistas.</P><br />
<P>Segundo afirmou, o Brasil tornou-se um polo geopolítico relevante no debate internacional sobre governança digital e regulação das plataformas, devido ao histórico do país no embate às grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>&#8220;São as empresas mais poderosas do mundo, um nível de acumulação de capital nunca visto antes na história do capitalismo e a gente precisa que existam anteparos para todo esse poderio&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Daniela da Silva ressalta que as &#8216;big techs&#8217; criaram a ilusão de que são inevitáveis e o seu modelo de negócios é o único sustentável, mas ela, com a sua experiência interna, sabe que essas são &#8220;decisões tomadas por pessoas comuns&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A verdade que, tendo trabalhado por dentro, ficou muito claro para mim que essas são decisões tomadas por pessoas comuns, muitas vezes pouco informadas a respeito dos países onde as suas empresas atuam&#8221;, observou.</P><br />
<P>Segundo afirmou, essas decisões podem ser tomadas de forma diferente, mas deve haver &#8220;muita pressão pública&#8221; para que isso aconteça e &#8220;essa pressão&#8221; a deixa motivada. </P><br />
<P>Daniela da Silva, de 40 anos, acrescentou que outra motivação para criar a organização está relacionada com a filha de nove anos e com a preocupação sobre educação digital, tempo de ecrã e conteúdos consumidos por crianças e adolescentes.</P><br />
<P>&#8220;Essas tecnologias são omnipresentes, então vão entrar na vida das nossas crianças e dos nossos adolescentes de alguma maneira e a gente, como sociedade, tem de fazer um pacto para que elas sejam melhores&#8221;, afirmou, considerando-se uma otimista.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760846]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ir à praia: dicas para usufruir da época balnear de forma segura</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ir-a-praia-dicas-para-usufruir-da-epoca-balnear-de-forma-segura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A época balnear já começou em algumas praias do país, lembrou a DECO PROteste, nomeadamente no concelho de Cascais e em algumas praias da Região Autónoma da Madeira. No resto do país abrirá progressivamente: a 15 de maio no Algarve, a 1 de junho em 137 praias da região do Tejo e Oeste e do sul, e a 13 de junho na maioria das praias do Norte e do Centro.</p>
<p>Nas águas interiores, o arranque distribui-se entre junho e julho, prolongando-se até 31 de outubro. Além das precauções habituais com o sol, as correntes, as arribas e as picadas de peixe-aranha ou de alforreca, é preciso saber se a praia tem vigilância e assistência aos banhistas.</p>
<p>Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores, o que representa uma ligeira redução face às 673 de 2025. </p>
<p>Depois de um inverno marcado por temporais severos, que provocaram erosão costeira, perda de sedimentos, redução do areal e danos em infraestruturas e acessos, especialmente nas regiões Centro e Norte, algumas praias tiveram de ser alvo de intervenções urgentes para repor condições de segurança, estabilizar arribas, recuperar acessos e reforçar os areais.</p>
<p><strong>Praias com vigilância: como encontrar </strong></p>
<p>Privilegie praias vigiadas e identificadas, com águas balneares reconhecidas, e com assistência de nadadores-salvadores. Para encontrar informações sobre uma determinada praia, nomeadamente a qualidade e a temperatura da água, as horas das marés ou o equipamento de apoio disponível, pode usar a plataforma Info Água, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Pode também recorrer à informação disponibilizada pela Autoridade Marítima Nacional.</p>
<p>Lembre-se de que as praias que não sejam qualificadas como praias de banhos não oferecem garantias em termos de segurança e assistência a banhistas. Ainda assim, isso não significa que a segurança nesses locais não possa ser garantida, com caráter excecional, pelas câmaras municipais ou pelas entidades gestoras de espaços costeiros e fluviais, através da presença de nadadores-salvadores.</p>
<p><strong>Nadar apenas quando a bandeira é verde</strong></p>
<p>Nas idas à praia, é importante que respeite sempre as indicações dadas pelas bandeiras antes de entrar no mar.</p>
<p>Se a bandeira for verde, poderá tomar banho e nadar. Com bandeira amarela, deverá ser mais cauteloso. Pode entrar na água, mas não nadar. A bandeira vermelha proíbe a entrada na água. Se encontrar uma bandeira em xadrez, a praia está temporariamente sem vigilância. Já as bandeiras listadas a amarelo e vermelho delimitam uma zona mais segura para banhos.</p>
<p><strong>438 praias com Bandeira Azul de Norte a Sul do país</strong></p>
<p>A bandeira azul é um símbolo de qualidade ambiental atribuído anualmente. Para receberem esta distinção, as praias devem cumprir determinados critérios:</p>
<p>informação e educação ambiental;<br />
qualidade da água;<br />
gestão ambiental;<br />
equipamentos, segurança e serviços.<br />
Este ano, já foram atribuídas 438 bandeiras azuis. No entanto, poderão existir alterações ao longo da época balnear, uma vez que a APA vai realizar análises contínuas.</p>
<p><strong>Praias de uso limitado ou com uso suspenso</strong></p>
<p>As informações sobre as praias de banhos são atualizadas com frequência durante toda a época balnear.</p>
<p>Uma praia é classificada “de uso limitado” quando, em situação de preia mar média, a maior parte do areal fica ocupada pela área de risco das arribas. A área de risco é a que seria afetada por resíduos de rochas ou queda de blocos se houvesse um desmoronamento. A erosão e o recuo da extensão dos areais têm causado problemas em diversas praias, que requerem um enchimento quase constante de areia.</p>
<p>A sinalização de todas as zonas costeiras com situações de risco para os utentes é obrigatória. A informação relativa às faixas de risco identificadas deve ser disponibilizada junto da população, com recurso a painéis informativos por praia com o respetivo mapa. A qualquer momento, a informação deve ser atualizada em função das circunstâncias climatéricas e da avaliação feita pelas autoridades competentes. As áreas de risco devem ser sinalizadas no local como zonas de perigo ou zonas interditas.</p>
<p>Os utentes das praias e demais zonas da orla costeira devem manter-se afastados das zonas assinaladas como &#8220;zonas de perigo&#8221; e respeitar, no caso das arribas e sempre que possível, a distância correspondente a uma vez e meia a altura da arriba ou outra distância que seja fixada para o local, devido ao risco de desmoronamentos ou quedas de blocos. Não pode transpor as barreiras de proteção, se existirem.</p>
<p>Os sinais devem ser afixados no local acima da arriba.</p>
<p>A sinalização deve estar também junto aos acessos às praias.</p>
<p>Se não respeitar os sinais, arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. </p>
<p>Nas praias com classificação “uso suspenso” estão temporariamente interrompidos os banhos de mar, a utilização do areal, o acesso e até simples passeios. A interrupção normalmente é provocada por situações que afetam a segurança dos utentes, a saúde pública ou o equilíbrio biofísico. Esta classificação deve estar indicada também na sinalização junto aos acessos.</p>
<p><strong>Evitar acidentes na praia e coimas</strong></p>
<p>Os nadadores-salvadores devem auxiliar e advertir os utentes das praias para situações que constituam risco para a saúde ou integridade física. Compete-lhes ainda, no caso de permanência dos utentes em zona interdita após advertência para abandonar o local, comunicar de imediato aos órgãos locais da Direção-Geral da Autoridade Marítima, que pode proceder ao levantamento do respetivo auto de notícia.</p>
<p>Se suspeitar da qualidade ou das condições da água ou do areal, reporte a situação ao nadador-salvador. Em caso de emergência, ligue o 112 ou contacte o Centro de Operações Marítimas (através do número 214 401 919) ou qualquer Comando Local da Polícia Marítima.</p>
<p>Se permanecer nas zonas interditas ou as usar para qualquer fim ou atividade (incluindo atravessar, circular apé ou aceder a outro local), arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. O mesmo acontece caso transponha as barreiras de proteção.</p>
<p>O valor da coima pode duplicar se permanecer no local após ter sido alertado por um nadador-salvador para a situação de perigo ou se houver transgressão das regras por um adulto acompanhado por uma criança com menos de 13 anos. A destruição, danificação, deslocação ou remoção da sinalética ou das barreiras de proteção existentes nas praias e demais zonas da orla costeira poderá implicar o pagamento de uma coima de 250 a 1000 euros.</p>
<p>A circulação e o estacionamento de veículos motorizados, nomeadamente automóveis, motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, nas praias, dunas e arribas, fora dos locais estabelecidos para o efeito, também são puníveis com coima, que pode variar entre 250 e 2500 euros.</p>
<p><strong>Ouvir música em colunas pode dar penalizações</strong></p>
<p>Se ouvir música em colunas portáteis ou fizer alguma atividade que possa gerar ruído enquanto está na praia, incomodando os restantes banhistas, poderá ser sancionado. De acordo com a lei quadro das contra ordenações ambientais, a coima por provocar ruído na praia pode variar entre 200 e 4000 euros, para pessoas singulares.</p>
<p>Se estiver a ser incomodado por música alta na praia, pode tentar chegar a um consenso com os outros banhistas ou pedir ao nadador-salvador que contacte a Polícia Marítima, a autoridade responsável pela fiscalização do cumprimento destas e de outras regras.</p>
<p><strong>Jogar futebol ou raquetes fora das zonas demarcadas pode custar-lhe 550 euros</strong></p>
<p>Se é adepto das atividades desportivas no areal, também deverá ter alguns cuidados. É que, de acordo com a lei, as atividades desportivas, como os jogos de raquetes ou de futebol, estão interditas fora das áreas terrestres ou aquáticas expressamente demarcadas.</p>
<p>Se optar por fazer alguma destas atividades junto à linha de água ou no meio dos demais banhistas, pode ser surpreendido com uma coima que pode atingir os 550 euros.</p>
<p><strong>Animais na praia só em zonas autorizadas</strong></p>
<p>A permanência e a circulação de animais nas praias é, regra geral, proibida, salvo nas zonas autorizadas. Por isso, antes de levar o seu animal de companhia à praia, verifique se há sinalética que indique tratar-se de uma praia em que a permanência e a circulação de animais no areal está interdita, uma vez que o incumprimento pode implicar a aplicação de coimas que podem atingir os 550 euros.</p>
<p>Se a presença de animais for permitida, não se esqueça de levar trela ou outro dispositivo de retenção, o documento de identificação do animal de companhia (DIAC), sacos para os dejetos, comida e água.</p>
<p><strong>Denuncie condicionamentos indevidos no acesso</strong></p>
<p>Se tentar aceder a uma praia e encontrar obstáculos, como o condicionamento indevido ao acesso, a colocação de barreiras nos caminhos públicos ou a limitação de zonas de estacionamento públicas por parte de empreendimentos turísticos, saiba que, em Portugal, as praias são públicas, pelo que o acesso não lhe pode ser vedado em qualquer circunstância.</p>
<p>Caso se depare com uma destas situações, pode denunciar às autoridades, nomeadamente à PSP, à GNR, através da linha SOS Ambiente e Território, pelo telefone 808 200 520, ou à Polícia Marítima, através do e-mail dgam@amn.pt ou do telefone 213 255 400. As denúncias podem, ainda, ser feitas diretamente à Autoridade Marítima Nacional, através de formulário online, ou à Agência Portuguesa do Ambiente, através do seu canal de denúncias. Junte todas as evidências possíveis para comprovar a situação invocada, nomeadamente fotografias dos avisos escritos, das eventuais barreiras ou da sinalética, ou mesmo o contacto de possíveis testemunhas. A exposição escrita deve ser tão detalhada quanto possível. Além disso, pode ainda apresentar uma queixa através da plataforma Reclamar, da DECO PROteste.</p>
<p><strong>Especulação de preços pode ser denunciada</strong></p>
<p>Em 2025, uma fiscalização levada a cabo pela Agência Portuguesa do Ambiente detetou várias práticas comerciais nas praias que podem configurar especulação, nomeadamente preços elevados no aluguer de toldos de praia e nos bens e serviços vendidos junto ao mar. Também nestas situações pode denunciar. Se detetar alguma situação que possa indiciar a manipulação artificial dos preços, como a alteração dos mesmos para aumentar o lucro ilegítimo, faça chegar a sua queixa à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). </p>
<p>Tenha, no entanto, em conta que a mera cobrança de preços mais altos em comparação com outros locais equivalentes não configura automaticamente especulação. Esteja, sobretudo, atento aos seus direitos enquanto consumidor, nomeadamente no que diz respeito à cobrança de taxas suplementares ou por gelo nas bebidas, às regras aplicáveis às gorjetas, à disponibilização de água gratuita aos clientes ou à exibição obrigatória do preçário.</p>
<p><strong>Vai à praia? Siga estas dicas</strong></p>
<p>Evite a exposição solar nas horas de maior calor.</p>
<p>Antes de sair de casa, verifique toda a informação relevante sobre a praia onde pretende ir. A plataforma Info Água permite saber detalhes como os dados de classificação anual de cada água balnear, as principais características (tipo de água balnear, existência do galardão bandeira azul e praia acessível, existência de obras e risco de erosão das arribas) e os serviços existentes – restaurantes, apoio balnear, nadador-salvador, existência de cadeira anfíbia, entre outros.<br />
Caso se desloque de carro, estacione-o apenas nos parques e zonas de estacionamento sem objetos de valor à vista, e siga as recomendações indicadas no local, caso existam.</p>
<p>Nade sempre paralelamente à linha de água e evite nadar para fora de pé.</p>
<p>Lembre-se de que os equipamentos suscetíveis de ferir o direito ao descanso dos demais, tais como colunas de som, só são permitidos em eventos devidamente autorizados. Caso contrário, corre o risco de pagar uma multa.</p>
<p>Zele pela segurança dos equipamentos que transportar, sob pena de responder por eventuais danos, que o objeto possa causar.</p>
<p>Cumpra todas as recomendações do nadador-salvador.</p>
<p>Não deixe lixo na praia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760161]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cabo Verde organiza festival internacional de dança para nova geração de artistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 06:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.</P><br />
<P>&#8220;Como novidade desta edição, surge o Kontornu Dance Camp, uma residência artística que reúne jovens bailarinos de diferentes partes do mundo&#8221;, no Estádio Nacional, na capital, Praia, como forma de &#8220;investir na próxima geração de artistas&#8221;, anunciou a organização, em comunicado.</P><br />
<P>Na sua quarta edição, o Festival Kontornu vai reunir cerca de 80 participantes de países como Portugal, Brasil, Espanha e Senegal num programa que inclui espetáculos de dança contemporânea, danças urbanas, teatro e circo.</P><br />
<P>Além da cidade da Praia, haverá atividades na vizinha Cidade Velha e o encerramento vai decorrer na ponta norte da ilha de Santiago, no Tarrafal, com o Kontornu Dance Battle, dedicado a danças urbanas, atividade realizada em parceria com o Festival IUFA (Açores).</P><br />
<P>O programa inclui ainda o Kopano &#8212; Encontro Internacional de Programadores, que reúne profissionais das artes para promover &#8220;cooperação e circulação artística&#8221;.</P><br />
<P>A edição de 2026 presta homenagem à coreógrafa cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas, destacando o seu percurso internacional.</P><br />
<P>&#8220;A sua abordagem radical, inventiva e profundamente autoral inspira novas gerações de artistas e reforça a importância da experimentação estética&#8221;, justificou a organização.</P><br />
<P>O programa associa-se também à campanha &#8220;Menos Álcool, Mais Vida&#8221;, que completa 10 anos e promove a redução do consumo de álcool entre jovens.</P><br />
<P>O festival Kontornu nasceu como iniciativa do artista cabo-verdiano Djam Neguin com o objetivo de dinamizar a arte da dança no arquipélago e promover o intercâmbio entre artistas locais e internacionais.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760845]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hantavírus: Cruxeiro MV Hondius dá entrada no porto de Granadilla, em Tenerife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados. </P><br />
<P>A entrada do navio foi precedida por uma lancha do porto e o cruzeiro foi seguido por um rebocador, que o estão a ajudar nas manobras de entrada e ancoragem no porto &#8211; e não atracagem, para que sejam evitada a contaminação em terra.</P><br />
<P>Assim que o MV Hondius estiver ancorado e já com a luz do sol, terá início a operação de desembarque dos passageiros e o seu transporte para o aeroporto de Tenerife Sul, a 10 quilómetros do porto.</P><br />
<P>Os primeiros a desembarcar, segundo explicou ontem a ministra da Saúde, Mónica García, serão os 14 espanhóis que viajam no navio e que serão recebidos por um avião militar espanhol na pista de aterragem do aeroporto Tenerife Sul para serem transportados para Madrid, onde ficarão em quarentena no Hospital Gómez Ulla. </P><br />
<P>Após os espanhóis, o desembarque dos passageiros será feito por nacionalidades e em grupos de cinco pessoas e já se encontram na ilha todos os aviões que os transportarão para os respetivos locais de origem, com exceção de dois que chegarão durante este domingo. </P><br />
<P>A operação deverá prolongar-se até segunda-feira, o que suscitou a rejeição do Governo das Canárias, cujo presidente, Fernando Clavijo, afirmou que o acordo previa que a operação durasse 12 horas e terminasse no final da tarde deste domingo. </P><br />
<P>Perante a recusa do Governo das Canárias e da Autoridade Portuária de Tenerife em permitir que o navio ancorasse no porto de Granadilla, foi a Direção-Geral da Marinha Mercante que emitiu uma resolução para ordenar a sua entrada na doca do porto. </P><br />
<P>A resolução foi pela diretora-geral da Marinha Mercante, Ana Núñez Velasco, e justificada em face a um risco combinado de segurança marítima e à &#8220;necessidade de assistência médica a bordo&#8221;, em coordenação com diferentes organismos do Estado, segundo informaram os meios de comunicação locais de Tenerife.</P><br />
<P>O primeiro ponto da resolução impõe o acolhimento do navio, seja através de ancoragem controlada ou de atracação direta, dependendo da decisão das autoridades responsáveis pela operação sanitária.</P><br />
<P>Está previsto que os mais de 100 passageiros que seguem a bordo comecem a desembarcar pelas 08:00 mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE). </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguir para os países de origem.</P><br />
<P>Devem manter-se no navio 43 membros da tripulação, que seguirão viagem na segunda-feira até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do MV Hondius e de onde é o armador.</P><br />
<P>A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou no sábado que considera todas as pessoas a bordo do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus como &#8220;contactos de alto risco&#8221;, devendo ser submetidas a acompanhamento durante 42 dias. </P><br />
<P>A OMS elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro onde foram registadas três mortes, enquanto o líder da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afastou o cenário de &#8220;uma nova covid&#8221;, sublinhando que &#8220;o risco atual para a saúde pública&#8221; se mantém &#8220;baixo&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760844]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Amolador do Bolhão com candidatura aceite na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial (C/VÍDEO, ÁUDIO E FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 04:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Cecília Malheiro (Texto), Estela Silva (Fotos) e André Sá (Vídeo), da Agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A profissão de amolador está em vias de extinção, mas André, o amolador do Mercado do Bolhão, no Porto, candidatou o ofício à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial e a resposta positiva chegou há uma semana.</P><br />
<P>Quando André, o amolador do Mercado do Bolhão, veste o seu avental castanho, sopra uma melodia na flauta e lança faíscas da cor do fogo a magia acontece e os turistas amontoam-se para fotografar e filmar o artesão a afiar facas e tesouras. </P><br />
<P>&#8220;Há coisa de uma semana tive essa notícia&#8221; de ser aceite a candidatura para a Rede Nacional do Património Cultural e Imaterial, avança à agência Lusa André Fernandes, 37 anos, o amolador do Bolhão, que começou a encantar-se aos 10 anos de idade pela magia das faíscas cor de laranja que saltavam da mó pelas mãos de seu pai, quando este afiava as facas e as tesouras no antigo Mercado do Bolhão.</P><br />
<P>A ideia de candidatar a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial foi de Susana Monteiro, a sua mulher. &#8220;Eu assumi e agarrei também essa vontade. (&#8230;) A minha profissão está em vias de extinção e eu quero deixar uma marca (&#8230;) e pode dar incentivo a quem quiser continuar&#8221;, explica André Fernandes, enquanto afia uma tesoura e vai lançado as faíscas mágicas que convidam os turistas a observar a sua arte.</P><br />
<P>Yan, uma criança de 11 anos, natural do Recife, no Brasil, come uma carambola (fruta estrela), enquanto tenta compreender o que é que o artesão está a fazer, pois admite que nunca tinha visto nada igual.</P><br />
<P>&#8220;É uma profissão que já se encontra em vias de extinção, sou a terceira geração a exercer este ofício, começou pelo meu avô, pelo meu pai e estou cá eu agora a dar continuidade a este bonito ofício que é ser o amolador&#8221;, conta André Fernandes.</P><br />
<P>Susana Monteiro, a mentora da ideia de lançar a candidatura da profissão de amolador a Património Cultural Imaterial, explica que entrar na Rede Nacional do Património Cultural Imaterial pode ajudar a manter a tradição e a expandir a arte do amolador, até criando um museu na cidade.</P><br />
<P>&#8220;A nossa vontade era deixar este legado para os nossos filhos e honrar aquilo que o pai e o avó do André fizeram. Nós fazemos o serviço para a comunidade e isto é memória portuense que sempre existiu aqui na nossa cidade invicta&#8221;, refere Susana Monteiro, acrescentando que o &#8220;grande objetivo era ganhar asas e poder ir lá fora mostrar as tradições portuenses&#8221;.</P><br />
<P>O amolador é uma profissão tradicional portuguesa que está em vias de extinção. Antigamente, os amoladores percorriam de bicicleta as vilas e cidades do país, anunciando a sua chegada com um som agudo e melancólico a partir duma pequena flauta de pan. O objetivo era alertar os moradores que podiam trazer as facas, tesouras ou outros utensílios de corte para afiar. </P><br />
<P>Atualmente, o som da flauta continua a ser escutado no Mercado do Bolhão, quando André Fernandes quer avisar que vão saltar faíscas. Só que, agora, o amolador não está em cima de uma bicicleta, mas em pé, à frente da sua banca, localizada na rua do Paraíso do Mercado do Bolhão, onde também se podem comprar facas e canivetes artesanais da autoria de &#8220;André, o amolador&#8221;, uma marca registada e certificada.</P><br />
<P>Na banca de André, o amolador, afiam-se tesouras pequenas e grandes, tesouras de alfaiate, tesouras da poda, tesouras de jardim, facas de legumes, facas de presunto, facas de chef, facas de pão, cutelos, machados e alicates e manicure, e até lâminas do robot de cozinha Bimby. Também se consertam guarda-chuvas de todo o país e até do estrangeiro. O último veio de França. A mulher assegura que André é o único amolador do mundo que afia facas, tesouras e conserta guarda-chuvas. </P><br />
<P>Na banca há uma tabela a indicar que afiar uma tesoura de relva custa 6,5 euros e que afiar um alicate de manicure custa 3,70 euros. Uma tesoura de tamanho pequeno custa 1,25 euro, uma faca de legumes custa 0,65 cêntimos e uma faca de presunto fica a cortar à profissional por 1,25 euros. Na compra de uma faca ou canivete, há a oferta de uma gravação.</P><br />
<P>As pessoas que quiserem ter a experiência de &#8220;meter a mão na massa&#8221; e aprender o ofício de criar a sua própria faca podem-no fazer na oficina de André, onde o artesão ensina a conceber uma faca artesanal. André recorda que recentemente passaram por lá turistas de Porto Rico e do Japão.</P><br />
<P>Quem entrar no interior da banca do amolador no Mercado do Bolhão descobre uma espécie de linha do tempo, organizado numa sequência cronológica com alguns dos momentos da família de amoladores, como o avô em entrevista ao jornal Comércio do Porto em 1985 a revelar que já trabalhava à porta do Bolhão há 40 anos, ou o pai de motorizada por vários locais de Portugal como restaurantes à beira da Estrada Nacional.</P><br />
<P>André Fernandes deu continuidade à profissão do pai em 2007, abandonando a profissão de padeiro e pasteleiro. A marca &#8220;André, o amolador&#8221; nasce em 2020, ano em que se lança a fazer a sua própria cutelaria. Este ano, André Fernandes candidatou a profissão de amolador à Rede Nacional do Património Cultural Imaterial para eviatr o risco de extinção e a candidatura foi aceite.</P><br />
<P>Miriam, a filha de 11 anos, e Frederico, com 5 anos, podem vir a ser a quarta geração de amoladores da família. </P><br />
<P>&#8220;Eu gostaria, mas quero é que eles sejam felizes e que sigam os seus sonhos&#8221;, afirmou André Fernandes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760843]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Companhias aéreas sul-coreanos suspendem mais de 900 voos com subida do crude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 03:57:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As companhias aéreas sul-coreanas cancelaram mais de 900 voos devido ao aumento do preço do combustível provocado pelo conflito no Médio Oriente, com a maioria dos cortes a concentrar-se nas companhias de baixo custo.</P><br />
<P>As companhias aéreas low-cost, como a Jeju Air e a Jin Air, cancelaram 900 voos de ida e volta, incluindo várias rotas para o Sudeste Asiático, informaram hoje fontes do setor citadas pela agência de notícias local Yonhap.</P><br />
<P>A Asiana Airlines, a segunda maior companhia aérea do país, também cancelou 27 voos de ida e volta em seis rotas, incluindo Phnom Penh e Istambul, até julho, informou a agência.</P><br />
<P>A Korean Air, a principal companhia aérea sul-coreana, não comunicou, por enquanto, cortes nas operações, embora se encontre desde abril sob um sistema de gestão de emergência e esteja a &#8220;acompanhar de perto&#8221; a situação.</P><br />
<P>As fontes alertaram que o número poderá aumentar, uma vez que algumas companhias ainda não fecharam os seus calendários de junho. </P><br />
<P>O ajuste surge depois de, no mês passado, as companhias aéreas sul-coreanas terem anunciado que, em maio, iriam aumentar para o nível máximo a sobretaxa de combustível, devido ao aumento do Platts Singapore Average (MOPS), o indicador de referência, de acordo com fontes do setor citadas pela agência sul-coreana.</P><br />
<P>O aumento do nível 18, aplicado em abril, para o nível 33, aplicado em maio, representa o maior aumento mensal desde que o sistema atual foi introduzido em 2016.</P><br />
<P>O MOPS registou uma média de 214,71 dólares por barril entre 16 de março e 15 de abril, ultrapassando em 2,5 vezes o preço de há dois meses.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760842]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Diretor da OMS em Tenerife tenta tranquilizar residentes e afasta cenário de &#8220;outro Covid&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 00:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é "outro Covid".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou tranquilizar os residentes da ilha espanhola de Tenerife, onde devem desembarcar hoje os passageiros do navio cruzeiro afetado por casos de hantavírus, dizendo que o vírus não é &#8220;outro Covid&#8221;.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus chegou sábado à ilha espanhola onde o &#8220;MV Hondius&#8221;, com bandeira neerlandesa, com mais de 140 passageiros e tripulantes a bordo, deve chegar esta madrugada.</P><br />
<P>&#8220;Sei que estão preocupados. Sei que, quando ouvem a palavra &#8216;surto&#8217; e veem um navio navegar em direção às vossas costas, surgem memórias que nenhum de nós colocou completamente de lado. A dor de 2020 ainda é real, e não a desvalorizo por um único momento,&#8221; disse o líder da OMS numa declaração ao povo de Tenerife.</P><br />
<P>&#8220;Mas preciso que me ouçam claramente: Isto não é outro Covid. O risco atual do hantavírus para a saúde pública continua baixo. Os meus colegas e eu dissemos isto de forma inequívoca, e digo-o novamente a vocês agora&#8221;, acrescentou Tedros.</P><br />
<P>A OMS, as autoridades espanholas e a empresa de cruzeiros Oceanwide Expeditions disseram que ninguém a bordo do &#8220;MV Hondius&#8221; está atualmente com sintomas do vírus.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, juntamente com a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, chegaram à ilha no sábado para coordenar o desembarque dos passageiros e de alguns membros da tripulação.</P><br />
<P>Estão no navio cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da OMS e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>   Desembarcarão mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE), devendo manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Está programado que o navio chegue ao porto de Granadilla, Tenerife, hoje às 05:30 (mesma hora em Lisboa) e espera-se que comecem a desembarcar em grupos controlados a partir das 08:00, segundo a empresa de cruzeiros. </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguirem para os países de origem.</P><br />
<P>A OMS adiantou no sábado que oito casos relacionados com o surto foram reportados até sexta-feira passada, dos quais seis foram confirmados como infeções com a variante dos Andes do hantavírus &#8211; a única estirpe da qual foi documentada a transmissão de pessoa para pessoa &#8211; e também houve três mortes (duas confirmadas e uma provável).</P><br />
<P>Outros quatro pacientes permanecem hospitalizados e as investigações prosseguem para determinar a origem exata do surto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760841]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Chefe da diplomacia dos EUA discutiu segurança com PM do Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 23:03:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as "ameaças" e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as &#8220;ameaças&#8221; e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Qatar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou hoje o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Os dois governantes mencionaram &#8220;o apoio norte-americano à defesa do Qatar e a importância de uma estreita coordenação para repelir ameaças e promover a estabilidade e segurança no Médio Oriente&#8221;, referiu a diplomacia norte-americana num comunicado que não menciona expressamente a guerra com o Irão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro do Qatar, que é também ministro dos Negócios Estrangeiros deste Estado do Golfo, tinha-se reunido na sexta-feira em Washington com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.</P><br />
<P>Este Estado do Golfo tem frequentemente servido de intermediário para os Estados Unidos no Médio Oriente, nomeadamente com o grupo extremista palestiniano Hamas quando se tratou de negociar um cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Desde o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro, este, como outros aliados de Washington na região, têm sido atingidos pelas represálias de Teerão.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760840]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Benfica sagra-se pentacampeão nacional feminino de andebol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sagra-se-pentacampeao-nacional-feminino-de-andebol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 22:31:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica sagrou-se hoje pentacampeão nacional feminino de andebol, ao vencer em casa do Almeida Garrett por 36-29, em encontro da sexta jornada do Grupo A da fase final do campeonato nacional.</P><br />
<P>A equipa &#8216;encarnada&#8217;, que ao intervalo vencia já por 15-7, garante uma vaga para a EHF European League, ficando ainda uma vaga em disputa para o segundo classificado do campeonato nacional, bem como as restantes vagas europeias no Grupo A, enquanto ficou também fechada a descida do CS Madeira e do Colégio de Gaia.</P><br />
<P>Com este título, o Benfica chega aos 12 troféus de campeão nacional, ficando destacado no segundo posto, em palmarés liderado pelo Madeira SAD, com 15 vitórias, enquanto o Sports Madeira é o terceiro mais titulado, com quatro triunfos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760839]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Associação FÉNIX preocupada com &#8220;agravamento da degradação operacional&#8221; do INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fénix -- Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o "processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica" (INEM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fénix &#8212; Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil manifestou-se hoje, em comunicado, preocupada com o &#8220;processo de degradação institucional e operacional do Instituto Nacional de Emergência Médica&#8221; (INEM).    </P><br />
<P>Para esta associação, o INEM encontra-se &#8220;fragilizado há vários anos&#8221; e com uma &#8220;incapacidade persistente para cumprir, de forma eficaz, as suas obrigações legais e constitucionais no âmbito da emergência médica&#8221;. </P><br />
<P>Na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou quatro diplomas na área da saúde, nomeadamente a nova lei orgânica do INEM e os novos regimes de trabalho para médicos tarefeiros e de horas extraordinárias nas urgências.</P><br />
<P>No comunicado, a Fénix lembra que a situação motivou &#8220;sucessivas intervenções de entidades de fiscalização e controlo, desde a IGAS [Inspeção-Geral das Atividades em Saúde] à IGF [Inspeção-Geral de Finanças], culminando na constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito ainda em curso&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não obstante a gravidade das conclusões conhecidas e a recente nomeação do novo Conselho Diretivo, o INEM continua a evidenciar sinais de retrocesso estrutural e estratégico, colocando em causa a robustez, credibilidade e sustentabilidade do que deveria ser um Serviço Médico de Emergência, mas que é a prestação de socorro de má qualidade&#8221;, considera a associação.</P><br />
<P>Por outro lado, diz rejeitar &#8220;qualquer processo de reforma conduzido à margem do rigor técnico, científico e operacional, bem como qualquer tentativa de exclusão de estruturas representativas que não se revejam num modelo fragilizado, desarticulado e desprovido de visão estratégica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal necessita de uma reforma séria, transparente e sustentada de um Serviço Médico de Emergência, construído com todos os agentes do setor, respeitando a experiência acumulada no terreno, a qualificação dos agentes e, acima de tudo, o interesse público&#8221;, defende.</P><br />
<P>Também hoje o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou para &#8220;os riscos imediatos&#8221; da nova lei orgânica do INEM, considerando que poderá traduzir-se numa &#8220;redução grave da capacidade de resposta da emergência médica&#8221;, e um &#8220;sério retrocesso&#8221; no país.</P><br />
<P>Para o STEPH, em causa estará a afetação das cerca de 54 Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) do INEM &#8211; atualmente tripuladas por aproximadamente 550 técnicos de emergência pré-hospitalar &#8211; sobretudo ao transporte inter-hospitalar de doentes, &#8220;deixando estes meios de assegurar, prioritariamente, o socorro de emergência às populações&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta alteração suscita preocupações muito sérias, desde logo porque não existem, atualmente, alternativas equivalentes no sistema, nem em quantidade nem em qualidade&#8221;, refere o sindicado, sublinhando que &#8220;muitas regiões do país já enfrentam tempos de resposta superiores aos padrões internacionalmente recomendados&#8221; e &#8220;a retirada destes meios agravará inevitavelmente as assimetrias existentes, deixando vastas zonas do território nacional ainda mais desprotegidas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760838]]></sapo:autor>
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		<title>Rali de Portugal: Federação Internacional multa ACP em 15 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, o Colégio de Comissários da Federação Internacional do Automóvel (FIA) considera que aconteceram &#8220;atos inseguros e falha na adoção de medidas razoáveis, resultando assim numa situação insegura (Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026)&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, a entrada em pista, no sétimo setor seletivo, de um reboque da organização, a cargo do Automóvel Club de Portugal (ACP), quando os pilotos disputavam já o troço Arganil 2, bem como a entrada, no mesmo troço, poucos minutos depois, de um segundo veículo de segurança, também ligado à organização.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, lê-se que &#8220;o Diretor de Prova explicou que foi apurado que um veículo de assistência/reboque se dirigia para recolher um concorrente que tinha desistido do rali&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O condutor introduziu as coordenadas GPS e o sistema de navegação encaminhou-o pela SS7. O condutor do camião desconhecia que tinha entrado numa especial de classificação que se encontrava a decorrer. Ainda assim, o camião conseguiu ultrapassar várias barreiras que assinalavam a especial&#8221;, lê-se na descrição dos factos.</P><br />
<P>Os comissários dizem ainda que, &#8220;como o camião saiu rapidamente para uma estrada secundária e a situação foi controlada, a classificativa não foi interrompida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aproximadamente 35 minutos depois, um segundo veículo, pertencente à mesma empresa do camião de assistência e alegadamente a caminho para o auxiliar, também ultrapassou as barreiras e entrou na SS7 à frente do carro n.º 21. A especial foi então imediatamente interrompida com bandeira vermelha por razões de segurança&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O Diretor de Prova e o representante da organização &#8220;apresentaram desculpas pelos incidentes ocorridos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Declararam que a Organização tinha estabelecido acordos com a autoridade civil competente para garantir a segurança e o corte de estradas nas classificativas do rali. Confirmaram ainda que a investigação às circunstâncias deste incidente continua em curso&#8221;, adianta o mesmo documento.</P><br />
<P>O Diretor de Prova confirmou igualmente que, &#8220;em nenhum momento, a entrada destes veículos na classificativa foi comunicada ao Controlo do Rali&#8221;.</P><br />
<P>A FIA adverte que &#8220;é imperativo que os oficiais responsáveis pela gestão de uma classificativa (quer sejam comissários, quer prestadores de serviços contratados) estejam conscientes de que estão vinculados ao protocolo acordado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto implica não apenas impedir o acesso de veículos não autorizados, mas também o dever de comunicar imediatamente ao Controlo do Rali qualquer entrada de veículos na classificativa, sempre que as especiais estejam encerradas e em disputa. Essas comunicações constituem um dos aspetos mais importantes da segurança num rali, uma vez que são a única forma de garantir que os concorrentes possam ser avisados atempadamente de quaisquer perigos imprevistos&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A FIA lembra ainda que &#8220;não obstante a organização ter acordos com uma entidade terceira para a gestão do encerramento das estradas das classificativas, continua responsável pelos oficiais que nomeia e o Diretor de Prova mantém a responsabilidade de conduzir o evento de acordo com os regulamentos aplicáveis, devendo assegurar que os oficiais estejam nos seus postos e disponham da informação necessária para desempenhar as suas funções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Comissários Desportivos consideram que a falta de comunicação da entrada dos veículos na classificativa constituiu atos inseguros que conduziram a uma situação insegura, configurando, assim, uma infração ao Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026&#8221;, sublinha ainda o documento.</P><br />
<P>Por essas razões, a FIA decidiu aplicar uma reprimenda à organização do ACP, bem como uma multa de 15 mil euros, suspensa até 31 de dezembro de 2027.</P><br />
<P>Foi ainda decidido requerer &#8220;de forma formal à organização que implemente melhorias na edição&#8221; deste ano para evitar mais problemas de segurança.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760837]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Inditex revela a fórmula secreta do sucesso da Zara: (m+c+s+p)·v</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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		<category><![CDATA[Óscar García Maceiras]]></category>
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		<category><![CDATA[Zara]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo assenta numa combinação estratégica de quatro pilares essenciais e um fator multiplicador: os valores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CEO da Inditex, Óscar García Maceiras, revelou recentemente aquilo que descreve como a base do sucesso da Zara: uma fórmula simples, mas estratégica — (m + c + s + p) · v. A apresentação foi feita numa conferência em Madrid, integrada nas comemorações dos 50 anos da marca.</p>
<p>Segundo o Expansión, esta fórmula resume décadas de crescimento de um dos maiores grupos de moda do mundo, que em 2024 atingiu receitas superiores a 38 mil milhões de euros e lucros de quase 6 mil milhões.</p>
<p>A Zara nasceu em 1975, após a criação de uma pequena oficina têxtil por Amancio Ortega em 1963. Desde então, a empresa evoluiu para um gigante global, com presença em milhares de lojas e um forte investimento na digitalização e internacionalização.</p>
<p>Hoje, sob a liderança de Marta Ortega, o grupo continua a reinventar-se, mantendo uma ligação forte às suas origens.</p>
<p><strong>Moda: democratizar o estilo</strong></p>
<p>O primeiro elemento da fórmula &#8211; “m” de moda &#8211; reflete a missão inicial da Zara: tornar a moda acessível a todos. A empresa aposta numa abordagem quase artesanal, com centenas de designers e modelistas, aliada a uma produção global eficiente.</p>
<p>Cerca de metade da produção é feita em proximidade, nomeadamente em Espanha, Portugal, Marrocos e Turquia. Esta estratégia permite ajustar rapidamente as coleções às preferências dos consumidores, algo que diferencia a marca no setor.</p>
<p><strong>Cliente: obsessão pela experiência</strong></p>
<p>O “c” representa o cliente, colocado no centro de toda a estratégia. A Inditex garante entregas frequentes e rápidas, com envios para lojas até duas vezes por semana.</p>
<p>Mais do que rapidez, o foco está na precisão e na experiência. Segundo o Expansión, a empresa tem investido em novos conceitos, como espaços híbridos e até cafetarias dentro das lojas, para tornar cada visita mais atrativa e diferenciadora.</p>
<p><strong>Sustentabilidade: compromisso a longo prazo</strong></p>
<p>A sustentabilidade, representada pelo “s”, é outro pilar essencial. A Inditex compromete-se a reduzir significativamente as emissões da sua cadeia de valor até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2040.</p>
<p>A estratégia assenta em três eixos: circularidade, inovação e colaboração. A empresa defende que a transformação do setor exige esforços conjuntos e soluções partilhadas.</p>
<p><strong>Pessoas: o motor do crescimento</strong></p>
<p>O “p” refere-se às pessoas. Com mais de 160 mil colaboradores em todo o mundo, a Inditex aposta na valorização interna, oferecendo condições competitivas e oportunidades de progressão.</p>
<p>A cultura organizacional é marcada por uma forte ligação entre equipas jovens e altamente comprometidas com os objetivos da empresa.</p>
<p><strong>Valores: o verdadeiro multiplicador</strong></p>
<p>A fórmula termina com um multiplicador &#8211; “v” de valores. Para Óscar García Maceiras, este é o elemento que potencia todos os outros.</p>
<p>Entre os principais valores destacam-se a humildade, num setor onde o sucesso é sempre temporário; a prudência, face à volatilidade do mercado; e a ambição, que tem permitido à empresa crescer a partir de uma base local até se tornar num líder global.</p>
<p>Segundo o Expansión, a Inditex pretende continuar a evoluir como empresa de moda centrada no cliente, reforçando a inovação e a experiência de compra. O grupo acredita que a moda do futuro não pode ser apenas um produto, tem de ser uma experiência completa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757801]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Putin disposto a reunir-se com Zelensky e afirma que guerra &#8220;está a chegar ao fim&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim", criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia &#8220;está a chegar ao fim&#8221;, criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano. </P><br />
<P>&#8220;Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acho que isto está a chegar ao fim, mas a situação continua grave&#8221;, respondeu Putin a uma questão sobre se a ajuda ocidental à Ucrânia estava a ir longe demais.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações a jornalistas, o Presidente da Rússia disse estar disposto a reunir-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, num terceiro país, embora tenha colocado como condição que haja sobre a mesa um acordo definitivo de paz para pôr fim ao conflito com Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Seria possível reunir num terceiro país, mas apenas se se alcançar um acordo definitivo sobre um tratado de paz, que deverá ser desenhado com uma perspetiva a longo prazo&#8221;, declarou à imprensa, segundo a agência de notícias russa TASS, citada por outras agências internacionais.</P><br />
<P>Putin falou também sobre a troca de prisioneiros anunciada na sexta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmando que a Rússia ainda não recebeu qualquer proposta da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Contamos com a parte ucraniana para responder à proposta feita pelo Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente, até hoje ainda não recebemos qualquer proposta&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 100 pessoas adoeceram com norovírus num cruzeiro nas Bahamas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.        </P><br />
<P>Um total de 102 passageiros e 13 membros da tripulação do cruzeiro &#8220;Caribbean Princess&#8221;, que se encontra a navegar perto das Bahamas, relataram estar doentes com o vírus que provoca vómitos e diarreia, indicaram os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) num comunicado.</P><br />
<P>Para conter o surto, a tripulação do navio intensificou as medidas de &#8220;limpeza e desinfeção&#8221;, isolou as pessoas infetadas e consultou as autoridades sanitárias sobre os procedimentos de &#8220;limpeza&#8221; e de notificação dos casos, conforme detalhado no comunicado.</P><br />
<P>O cruzeiro tem chegada prevista a Port Canaveral, nos arredores de Orlando, na segunda-feira, dia 11 de maio, de acordo com o portal de acompanhamento de cruzeiros CruiseMapper.</P><br />
<P>A bordo do navio viajam um total de 3.116 passageiros, pelo que o surto atual afeta 3% dos viajantes.</P><br />
<P>O norovírus é a principal causa de surtos de diarreia e vómitos nos Estados Unidos, segundo o CDC, e propagar-se através do contacto direto com outras pessoas infetadas, consumo de alimentos e bebidas contaminadas com o vírus, e tocando em superfícies contaminadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>50 coisas que os portugueses faziam em 1976 e que hoje seriam um escândalo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[1976]]></category>
		<category><![CDATA[absurdas]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
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					<description><![CDATA[Fumar em consultórios médicos, trabalhar sem contrato ou viajar sem cinto de segurança eram situações comuns há 50 anos. Hoje, seriam impensáveis. Esta mudança reflete uma transformação estrutural da sociedade ao longo de meio século.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos 50 anos, a sociedade sofreu transformações profundas que mudaram por completo a forma como se vive, trabalha e convive. Pequenos gestos do quotidiano ajudam a perceber essa evolução: hábitos que eram considerados normais em 1976 são hoje, em muitos casos, inaceitáveis ou simplesmente impossíveis.</p>
<p>Práticas como fumar em consultórios médicos, circular de mota sem capacete ou recorrer a castigos físicos nas escolas eram comuns há meio século. Hoje, essas situações são amplamente rejeitadas, refletindo mudanças sociais, legais e culturais significativas.</p>
<p>Em 1976, Portugal vivia um contexto muito diferente do atual. Basta olhar para os comportamentos do dia a dia para perceber como o país evoluiu em áreas como a saúde, o trabalho, a educação ou a igualdade social.</p>
<p>Muitas das mudanças devem-se a avanços legislativos, maior consciencialização social e também ao impacto da tecnologia e da globalização. Outras refletem uma transformação mais profunda nos valores da sociedade.</p>
<p data-cly-pid="11"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​e prejudiciais à saúde:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="12"><span dir="auto">Fumar no consultório médico, na sala de aula, no transporte público e dentro de bares.</span></li>
<li data-cly-pid="13"><span dir="auto">Beber água de qualquer torneira, mangueira ou fonte, sem parar para pensar se era potável.</span></li>
<li data-cly-pid="14"><span dir="auto">Comprar alimentos em mercados de rua ou em locais de higiene duvidosa.</span></li>
<li data-cly-pid="15"><span dir="auto">Tratar problemas de saúde mental como algo vergonhoso ou insano.</span></li>
<li data-cly-pid="16"><span dir="auto">Consumir álcool em bares sendo menor de idade sem que lhe perguntem quantos anos tem.</span></li>
<li data-cly-pid="17"><span dir="auto">Conviver com doenças crónicas sem acompanhamento frequente.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="18"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no trabalho:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="19"><span dir="auto">Trabalhar com menos de 16 anos de idade.</span></li>
<li data-cly-pid="20"><span dir="auto">Trabalhar sem contrato ou direitos trabalhistas.</span></li>
<li data-cly-pid="21"><span dir="auto">Trabalhar todos os dias da semana.</span></li>
<li data-cly-pid="22"><span dir="auto">Muitas mulheres paravam de trabalhar quando se casavam ou tinham filhos.</span></li>
<li data-cly-pid="23"><span dir="auto">Desenvolver toda a sua carreira profissional na mesma empresa.</span></li>
<li data-cly-pid="24"><span dir="auto">Receber salários em dinheiro. </span></li>
<li data-cly-pid="25"><span dir="auto">Guardar o salário em envelopes em casa.</span></li>
<li data-cly-pid="26"><span dir="auto">Trabalhar em jornadas de 12 horas regularmente.</span></li>
<li data-cly-pid="27"><span dir="auto">Trabalhar sem condições de segurança adequadas.</span></li>
<li data-cly-pid="28"><span dir="auto">Sofrer acidentes de trabalho sem que haja relatórios ou inspeções.</span></li>
<li data-cly-pid="29"><span dir="auto">Ir trabalhar quando um membro da família faleceu ou quando os filhos nascem.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="30"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​na estrada: </span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="31"><span dir="auto">Não usar cinto de segurança no carro.</span></li>
<li data-cly-pid="32"><span dir="auto">Não usar capacete ao andar de mota.</span></li>
<li data-cly-pid="33"><span dir="auto">Viajar com cinco ou seis pessoas nos bancos traseiros.</span></li>
<li data-cly-pid="34"><span dir="auto">Carregar um bebé no colo nos bancos da frente.</span></li>
<li data-cly-pid="35"><span dir="auto">Dirigir após consumir álcool era algo muito mais normalizado. </span></li>
<li data-cly-pid="36"><span dir="auto">Conduzir carros que nunca tinham sido inspecionados.</span></li>
<li data-cly-pid="37"><span dir="auto">Ver várias pessoas a andar numa mota.</span></li>
<li data-cly-pid="38"><span dir="auto">Conduzir à noite em estradas sem iluminação.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="39"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no ambiente familiar e pessoal:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="40"><span dir="auto">Deixar crianças sozinhas o dia todo, em casa ou na rua.</span></li>
<li data-cly-pid="41"><span dir="auto">Castigo físico de crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="42"><span dir="auto">Mandar uma criança comprar tabaco ou álcool.</span></li>
<li data-cly-pid="43"><span dir="auto">As brincavam em campos abertos sem qualquer tipo de segurança.</span></li>
<li data-cly-pid="44"><span dir="auto">Considerar a violência de género como uma simples discussão entre casais.</span></li>
<li data-cly-pid="45"><span dir="auto">Piadas sexistas, racistas e homofóbicas eram muito mais comuns.</span></li>
<li data-cly-pid="46"><span dir="auto">Resolver conflitos familiares através de gritos ou até mesmo violência física.</span></li>
<li data-cly-pid="47"><span dir="auto">Escrever cartas.</span></li>
<li data-cly-pid="48"><span dir="auto">Memorizar vários números de telefone.</span></li>
<li data-cly-pid="49"><span dir="auto">Prestar serviço militar. </span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="50"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no mundo da educação:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="51"><span dir="auto">Os professores batiam nas crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="52"><span dir="auto">Alta presença da religião católica na educação pública.</span></li>
<li data-cly-pid="53"><span dir="auto">Abandono escolar precoce devido a dificuldades financeiras.</span></li>
<li data-cly-pid="54"><span dir="auto">As universidades eram praticamente inacessíveis a mulheres e muitas famílias.</span></li>
<li data-cly-pid="55"><span dir="auto">Caminhar vários quilómetros até à escola ou faculdade. </span></li>
<li data-cly-pid="56"><span dir="auto">Sentir muito frio ou muito calor na sala de aula.</span></li>
<li data-cly-pid="57"><span dir="auto">Não receber apoio para determinadas necessidades educacionais.</span></li>
<li data-cly-pid="58"><span dir="auto">Não receber educação sexual.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="59"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no lazer e no consumo:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="60"><span dir="auto">Haver dois únicos canais de televisão disponíveis.</span></li>
<li data-cly-pid="61"><span dir="auto">Ver conteúdo que ainda está censurado.</span></li>
<li data-cly-pid="62"><span dir="auto">Viajar para a aldeia todos os verões era a única opção.</span></li>
<li data-cly-pid="63"><span dir="auto">Considerar o bar como o único elemento de socialização.</span></li>
<li data-cly-pid="64"><span dir="auto">Utilizar uma câmera sem a possibilidade de ver o resultado até dias depois.</span></li>
<li data-cly-pid="65"><span dir="auto">Ouvir música apenas quando passava na TV ou no rádio.</span></li>
<li data-cly-pid="66"><span dir="auto">Pagar sempre em dinheiro.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos destes hábitos desapareceram graças à evolução da sociedade, à melhoria das condições de vida e ao reforço de direitos fundamentais. O progresso na igualdade de género e na luta contra o racismo e a homofobia é particularmente significativo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757806]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recluso foge da cadeia de Ponta Delgada mas foi capturado 40 minutos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP). </P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que três reclusos, conhecendo a falta de segurança e o estado de degradação da rede da cadeia, aproveitaram a hora de pátio para fugir, sendo que apenas um conseguiu chegar à rua, tendo um outro ficado ferido e o restante abortado a fuga após disparos de um guarda.</P><br />
<P>O recluso que conseguiu fugir pela rede degradada, e que estava a cumprir pena por tráfico de droga, foi capturado pela guarda prisional cerca de 40 minutos depois, numa casa degradada próxima do estabelecimento prisional, acrescentou à Lusa o presidente do SNCGP.</P><br />
<P>Frederico Morais disse que, ao aperceber-se da fuga, cerca das 16:00, um guarda prisional fez vários disparos de aviso para o ar, tendo um dos reclusos abortado a fuga por receio e outro, que se encontrava na zona do arame farpado feito ferimentos (cortes) nos pés e caído para o chão, durante a confusão que se gerou.</P><br />
<P>Apenas o recluso que já se encontrava em cima do muro conseguiu fugir.</P><br />
<P>Frederico Morais disse à Lusa que o sindicato &#8220;está farto de alertar&#8221; para a carência de guardas e para a falta de condições de segurança da cadeia de Ponta Delgada, mas que o assunto tem sido ignorado pela direção do estabelecimento e nada foi feito para colmatar a situação enquanto a programada nova cadeia não for construída. </P><br />
<P>O presidente do sindicato adiantou que já foram realizados vários plenários naquela cadeia para alertar para a falta de condições dos reclusos e para a insegurança das instalações, sobretudo das redes, mas que nada foi feito nem pela gestão do estabelecimento, nem pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).</P><br />
<P>No entendimento do sindicato, a diretora do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e a sua equipa não têm condições para continuar a dirigir a cadeia, mas que o problema fica à consideração da DGRSP.</P><br />
<P>O sindicalista deu como exemplo o facto de o adjunto da direção dar aulas de ioga aos reclusos no pátio sem a presença de qualquer guarda.</P><br />
<P>Frederico Morais disse ainda que há naquela cadeia 64 guardas para os vários turnos e 153 reclusos, existindo apenas um chefe principal e um adjunto para comandar as operações.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760834]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>O Corvette fazia demasiado barulho. Ela perdeu a paciência — e começou aos pontapés ao superdesportivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-corvette-fazia-demasiado-barulho-ela-perdeu-a-paciencia-e-comecou-aos-pontapes-ao-superdesportivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[corvette]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que chamam a atenção pelo desenho. Outros, pelo preço. E depois há os que anunciam a sua presença antes sequer de aparecerem. O Chevrolet Corvette Z06 pertence claramente a esta última categoria — e, desta vez, o som do V8 acabou por transformar uma paragem numa bomba de gasolina numa discussão filmada.</p>
<p>A história é relatada pela &#8216;Road &#038; Track&#8217; e aconteceu no Texas, nos Estados Unidos. O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor. O momento foi gravado em vídeo e partilhado nas redes sociais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Texas Karen kicks man’s Corvette at gas station, demands he “certify” he heard her, then calls him retarded</p>
<p>A woman in Texas, claiming she has tinnitus, confronted a man at a gas station right after he started his Corvette.</p>
<p>She walked over, kicked his car to get his attention,… <a href="https://t.co/tEETn65pQX">pic.twitter.com/tEETn65pQX</a></p>
<p>&mdash; The Facts Dude 🤙🏽 (@Thefactsdude) <a href="https://twitter.com/Thefactsdude/status/2049525409910255714?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Nas imagens, a mulher aproxima-se do lado do condutor com o telemóvel na mão. Sem grande aviso, dá um pontapé na porta do Corvette e começa a discutir com o proprietário. Do outro lado, o condutor mantém um tom calmo, enquanto tenta perceber o motivo da reação.</p>
<p>A mulher alegava sofrer de tinnitus e dizia que o barulho do automóvel a estava a afetar fisicamente. Durante a discussão, ameaçou chamar a polícia para “fazer cumprir a lei”. O proprietário respondeu que também chamaria as autoridades, mas por outro motivo: os danos causados pelo pontapé no carro.</p>
<p>O detalhe que torna a história ainda mais improvável é o contraste entre os dois comportamentos. De um lado, uma mulher visivelmente irritada, convencida de que o ruído do Corvette tinha passado dos limites. Do outro, um condutor que, segundo a &#8216;Road &#038; Track&#8217;, parece ter dado uma pequena lição de calma perante uma situação que podia facilmente ter escalado.</p>
<p>Não é claro se aquele Corvette Z06 tinha escape modificado. Ainda assim, mesmo de origem, este modelo não é exatamente discreto. O motor LT6 V8 de cambota plana é conhecido pelo som agudo e intenso, capaz de subir até às 8.600 rotações por minuto. É uma das assinaturas mais marcantes do Z06 — e uma das razões pelas quais tantos entusiastas o veneram.</p>
<p>Mas o som de um carro, por mais irritante que possa ser para quem está por perto, não justifica danos materiais. Esse é também o ponto sublinhado pela publicação americana: um automóvel barulhento pode ser discutível, mas pontapear a carroçaria é outra conversa.</p>
<p>O Corvette em causa tinha película de proteção mate e jantes aftermarket, sinal de que pertenceria a um proprietário particularmente cuidadoso com o carro. Essa película pode ter sido decisiva para evitar danos mais sérios na pintura, embora o vídeo não permita perceber com clareza a extensão do estrago.</p>
<p>A discussão atingiu outro nível quando o condutor saiu do carro para registar a matrícula da mulher. Ela respondeu com insultos pessoais, enquanto ele insistia para que se afastasse do veículo. No fim, a cena terminou sem grandes demonstrações de fúria por parte do dono do Corvette — e com a internet a discutir, mais uma vez, a fronteira entre paixão automóvel, ruído e convivência pública.</p>
<p>A história tem todos os ingredientes de uma daquelas polémicas modernas que só precisam de uma câmara para ganhar vida própria: um superdesportivo americano, uma estação de serviço, uma queixa sobre barulho, um pontapé na porta e um condutor que pareceu perceber que, naquele momento, a melhor aceleração era mesmo não acelerar a discussão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760144]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FC Porto vence Famalicão e conquista 24 título nacional de juniores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fc-porto-vence-famalicao-e-conquista-24-titulo-nacional-de-juniores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão. </P><br />
<P>Os &#8216;dragões&#8217;, que já tinham tido a oportunidade de se sagrarem campeões nas duas últimas jornadas, adiando a festa com um empate contra o Benfica (3-3) e uma derrota frente à União de Leiria (2-1), asseguraram finalmente a conquista com um golo obtido no último lance da partida, marcado por Duarte Cunha, aos 90+5.</P><br />
<P>Com a conquista do título, o FC Porto chega aos 24 troféus na categoria, ficando a dois do Benfica, o recordista com 26, enquanto o Sporting ocupa o terceiro lugar da hierarquia, com 17.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR // VR</P><br />
<P>Lusa/fin</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760833]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 90 vacinas estão em desenvolvimento na Europa para responder a novas ameaças sanitárias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-90-vacinas-estao-em-desenvolvimento-na-europa-para-responder-a-novas-ameacas-sanitarias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="100" data-end="407">A investigação em vacinas está a atravessar uma fase de forte crescimento na Europa, com mais de 90 candidatas atualmente em desenvolvimento clínico. O objetivo passa por responder a algumas das maiores ameaças sanitárias da atualidade, incluindo o VIH, doenças respiratórias e resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="409" data-end="763">De acordo com o El Economista, os novos projetos incluem vacinas destinadas a doenças como a gripe, o vírus sincicial respiratório (VSR) e novas formulações contra a Covid-19. Existem ainda investigações focadas em bactérias resistentes a antibióticos, como a Clostridium, numa tentativa de combater o crescente problema das resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="765" data-end="998">O tema esteve em destaque no colóquio “Prevenção, resiliência e sustentabilidade de uma perspetiva One Health: vacinas, inovação e preparação para futuras crises”, realizado no âmbito do III Fórum Saúde organizado pelo El Economista.</p>
<p data-start="1051" data-end="1231">Ana Hernando, diretora de Relações Institucionais da área de vacinas da GSK, afirmou que este é um momento decisivo para identificar necessidades médicas ainda sem resposta eficaz.</p>
<p data-start="1233" data-end="1542">Segundo o El Economista, a responsável defendeu também uma mudança na forma como a vacinação é encarada pelos sistemas de saúde, considerando-a um investimento estratégico e não apenas um custo. Atualmente, a vacinação representa menos de 1% dos 105 mil milhões de euros do Sistema Nacional de Saúde espanhol.</p>
<p data-start="1544" data-end="1730">Na visão da responsável, um reforço do investimento em prevenção permitiria melhorar a resiliência dos sistemas de saúde e atrasar o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento.</p>
<p data-start="1788" data-end="2009">O envelhecimento da população foi outro dos temas centrais debatidos no encontro. Espanha é um dos países europeus com maior esperança média de vida, mas isso não significa necessariamente mais anos vividos com boa saúde.</p>
<p data-start="2011" data-end="2197">Dados do Eurostat citados durante o debate indicam que a esperança de vida saudável ronda os 64 anos, o que significa que muitos cidadãos passam cerca de duas décadas a viver com doença.</p>
<p data-start="2199" data-end="2490">Ana Hernando alertou que o envelhecimento afeta diretamente o sistema imunitário, tornando a prevenção ainda mais importante. A responsável sublinhou que atrasar a fragilidade física reduz a pressão sobre os serviços de saúde e permite aos profissionais concentrarem-se em patologias agudas.</p>
<p data-section-id="y7w6q9" data-start="2492" data-end="2543"><strong>Alterações climáticas aumentam risco de doenças</strong></p>
<p data-start="2545" data-end="2834">Gloria Pol Ferrer, responsável de medicina veterinária da LETI Pharma, destacou o impacto das alterações climáticas na propagação de doenças infecciosas. A especialista explicou que o aumento de vetores transmissores está a alterar a distribuição destas doenças em várias regiões do mundo.</p>
<p data-start="2836" data-end="3006">A responsável salientou ainda a importância da abordagem “One Health”, que integra saúde humana, animal e ambiental, defendendo uma resposta mais preventiva e coordenada.</p>
<p data-start="3008" data-end="3169">Além disso, considerou que a inteligência artificial poderá desempenhar um papel importante na previsão de riscos e na preparação para futuras crises sanitárias.</p>
<p data-start="3231" data-end="3395">Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.</p>
<p data-start="3397" data-end="3589">Ana Hernando afirmou que muitas destas narrativas têm grande capacidade de influência e defendeu a necessidade de monitorizar e combater a desinformação com o apoio dos profissionais de saúde.</p>
<p data-start="3591" data-end="3825">Também foram apontadas desigualdades no acesso à vacinação e diferenças regionais nas estratégias adotadas. Segundo as intervenientes, continuam a existir dificuldades em transformar recomendações em níveis reais de cobertura vacinal.</p>
<p data-start="3827" data-end="4020">Outro problema identificado passa pelo modelo de vacinação ainda demasiado centrado nos hospitais, quando a vacinação em outros locais poderia aumentar significativamente a adesão da população.</p>
<p data-start="4022" data-end="4262" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As especialistas concluíram que a transição demográfica e os novos desafios sanitários exigem sistemas de saúde mais preventivos, assentes em dados interoperáveis, planeamento financeiro de longo prazo e maior aposta na inovação científica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760045]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Soldados a controlar drones com a mente? Pentágono aposta em tecnologia que liga cérebro humano a máquinas de guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/soldados-a-controlar-drones-com-a-mente-pentagono-aposta-em-tecnologia-que-liga-cerebro-humano-a-maquinas-de-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pentágono]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia parece saída de um filme de ficção científica: soldados capazes de controlar drones e outros sistemas militares apenas com sinais cerebrais, sem cirurgia e sem implantes invasivos. Mas o &#8216;Daily Mail&#8217; relata que a Agência de Projetos de Investigação Avançada de Defesa dos Estados Unidos, conhecida como DARPA, publicou informação sobre um programa que procurava precisamente aproximar o cérebro humano das máquinas de guerra.</p>
<p>O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso: desenvolver uma interface cérebro-computador portátil, não cirúrgica, que permitisse a militares saudáveis comunicar diretamente com sistemas de segurança nacional.</p>
<p>Na prática, a tecnologia deveria ler sinais cerebrais do utilizador e, ao mesmo tempo, enviar informação de volta para o cérebro. A promessa era criar uma ligação direta entre militares e equipamentos como drones, reduzindo a dependência de comandos tradicionais.</p>
<p>A DARPA é muitas vezes descrita como a ‘fábrica de ideias’ do Pentágono. A agência esteve ligada ao desenvolvimento de tecnologias que acabaram por marcar o mundo moderno, como a internet, o GPS e sistemas furtivos. Desta vez, porém, o campo era mais delicado: não se tratava apenas de melhorar máquinas, mas de criar uma nova forma de interação entre humanos e armamento.</p>
<p>O programa foi anunciado em 2018 e financiou seis equipas de investigação a partir de 2019, incluindo grupos ligados ao Battelle Memorial Institute, Carnegie Mellon University, Johns Hopkins Applied Physics Laboratory, Rice University, Palo Alto Research Center e Teledyne Scientific.</p>
<p>O desenvolvimento foi dividido em três fases. A primeira procurava testar componentes capazes de ler e registar sinais cerebrais, bem como enviar sinais de volta ao cérebro. A segunda fase passou pela integração desses componentes num sistema funcional e por ensaios em animais, para perceber se a tecnologia podia funcionar de forma segura e eficaz.</p>
<p>A terceira fase era a mais sensível: aperfeiçoar o dispositivo, aumentar a velocidade da transmissão de sinais e iniciar testes em humanos.</p>
<p>É precisamente aqui que começa o mistério.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, uma atualização da Carnegie Mellon University, datada de julho de 2023, indicava que a equipa já tinha iniciado testes em seres humanos. A universidade referia ainda uma técnica de estimulação cerebral não invasiva, apelidada de ‘SharpFocus’, apresentada como um avanço importante face ao que era possível até então.</p>
<p>Depois disso, porém, o rasto público do programa torna-se muito mais discreto. A página da DARPA dedicada ao N3 surge atualmente apenas como conteúdo de referência e indica que já não é mantida. A agência disse ao jornal que o esforço associado ao programa está concluído, acrescentando que não operacionaliza tecnologias.</p>
<p>Essa frase deixa espaço para uma pergunta inevitável: se a DARPA concluiu o programa, o que aconteceu à tecnologia?</p>
<p>A agência remeteu o conhecimento mais atualizado sobre a utilização dos dispositivos para as equipas de investigação envolvidas. Mas, até agora, não há uma explicação pública clara sobre o resultado dos testes humanos, sobre a eficácia dos equipamentos ou sobre uma eventual aplicação militar posterior.</p>
<p>O tema surge num contexto em que os Estados Unidos têm assumido publicamente a utilização de tecnologia militar avançada. O texto refere declarações de Donald Trump sobre armas que outros países desconheceriam, bem como relatos sobre alegadas armas sónicas e ferramentas secretas de deteção à distância.</p>
<p>Algumas dessas descrições devem, no entanto, ser lidas com cautela. Parte dos relatos citados envolve fontes anónimas, testemunhos não verificados ou episódios descritos sem confirmação independente. Ainda assim, ajudam a enquadrar o ambiente em que estas tecnologias são apresentadas: um campo onde propaganda, segredo militar e avanços reais se misturam com facilidade.</p>
<p>Entre os exemplos referidos está uma ferramenta conhecida como ‘Ghost Murmur’, que alegadamente usaria magnetometria quântica de longo alcance para detetar a assinatura eletromagnética de batimentos cardíacos. O sistema, segundo as descrições citadas, combinaria essa leitura com inteligência artificial para isolar uma pessoa no meio do ruído ambiente.</p>
<p>O ponto central, porém, continua a ser o N3: uma tentativa de tornar a interface cérebro-máquina suficientemente segura, portátil e prática para ser usada por pessoas saudáveis, começando pelo meio militar.</p>
<p>Até agora, tecnologias como a Neuralink, de Elon Musk, têm sido sobretudo associadas a pacientes com paralisia ou a contextos médicos e laboratoriais, muitas vezes com implantes colocados através de cirurgia. A proposta da DARPA era diferente: criar uma ligação não cirúrgica que pudesse ser usada em cenários reais.</p>
<p>Essa diferença é enorme. Um sistema implantado no cérebro já levanta debates éticos, médicos e técnicos. Um sistema portátil, capaz de ler sinais cerebrais sem cirurgia e de os transformar em comandos militares, abre uma discussão ainda mais ampla: até onde deve ir a fusão entre soldado e máquina?</p>
<p>O fascínio é evidente. Um militar que controle drones com a mente poderia reagir mais depressa, operar vários sistemas ao mesmo tempo e reduzir a distância entre intenção e ação. Mas os riscos também são claros: privacidade mental, autonomia humana, segurança dos dados cerebrais e possibilidade de erro num contexto de guerra.</p>
<p>É por isso que o silêncio em torno do desfecho do programa se torna tão relevante. O projeto foi apresentado, financiado, desenvolvido e levado até à fase de testes humanos. Depois, desapareceu da conversa pública.</p>
<p>No fim, a pergunta não é apenas se soldados já podem controlar drones com a mente. É outra, talvez mais inquietante: se essa tecnologia avançou, quem sabe hoje até onde chegou?</p>
]]></content:encoded>
					
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