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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2026 07:26:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>Operação internacional revela redes que drogavam parceiras e usavam chats para planear abusos sexuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 07:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação abrange sete países e surge na sequência do impacto mundial do caso de Gisèle Pelicot, em França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma operação policial internacional revelou a existência de redes organizadas de homens que drogavam e violavam as suas parceiras, recorrendo a grupos de chat online para facilitar, incentivar e partilhar abusos sexuais. A investigação abrange sete países e surge na sequência do impacto mundial do caso de Gisèle Pelicot, em França.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Internacional, as autoridades identificaram redes em que os agressores coordenavam ataques, trocavam informações sobre drogas e publicavam vídeos e fotografias dos abusos. Na maioria dos casos, as vítimas eram mulheres sedadas antes de serem violadas ou agredidas sexualmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Europol e a Agência Nacional de Combate ao Crime do Reino Unido alertam que muitas vítimas não sabem que foram alvo de agressão sexual até serem contactadas pela polícia. Em vários casos, o abuso foi cometido por alguém que conheciam e em quem confiavam. Noutros, envolveria vários agressores ligados entre si.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Projeto Medusa já levou a 57 detenções</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A operação conjunta, denominada Projeto Medusa, foi lançada em abril por autoridades alemãs e britânicas, com apoio das forças policiais dos Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Hungria, Países Baixos e Espanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o início da colaboração transfronteiriça, os investigadores europeus dizem ter identificado mais de 150 agressores e vítimas e aberto mais de 270 novas pistas. Cinquenta e sete pessoas foram detidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a Agência Nacional de Combate ao Crime do Reino Unido considera que a verdadeira dimensão destes crimes continua desconhecida e estará “quase certamente” subnotificada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nigel Leary, vice-diretor da NCA, afirmou que o abuso sexual facilitado por drogas já não pode ser visto como um comportamento isolado. Segundo o responsável, trata-se cada vez mais de uma prática organizada, conduzida através de redes coordenadas e viabilizada por plataformas digitais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Grupos online usados para coordenar abusos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN, os agressores usavam serviços de mensagens encriptadas, fóruns e grupos de chat fechados para trocar experiências, normalizar comportamentos abusivos, facilitar o comércio ilegal de medicamentos controlados e estupefacientes e coordenar atos criminosos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nestes espaços online, os criminosos partilhavam informações sobre que substâncias usar, como administrá-las, como evitar a deteção e como solicitar ou divulgar vídeos e fotografias dos abusos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Europol, que coordena a operação, afirma que os agressores procuram “objetificar e desumanizar” as vítimas. Em alguns casos, os abusos terão ocorrido ao longo de décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Dos mais horríveis que já vi”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Siobhan Blake, responsável pela divisão de violação e crimes sexuais graves do Serviço de Procuradoria da Coroa do Reino Unido, descreveu estes abusos como estando entre os mais horríveis que viu ao longo da carreira.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As vítimas estão a ser sujeitas a crimes sexuais horrendos nas suas próprias casas, numa quebra de confiança extrema”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia alerta que as vítimas podem ser de qualquer idade, origem social ou condição física. As autoridades encorajam qualquer pessoa que suspeite ter sido vítima de agressão sexual facilitada por drogas a denunciar o caso.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Caso Gisèle Pelicot impulsionou investigação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As investigações surgem depois do caso de grande impacto de Gisèle Pelicot, em França. O seu marido, Dominique Pelicot, foi condenado em 2024 a 20 anos de prisão por organizar a violação da então mulher, que era drogada e ficava inconsciente. Outras 50 pessoas foram também condenadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso chocou o mundo e levou a uma reflexão sobre violência de género e misoginia. Também motivou um esforço policial internacional para identificar outros criminosos que atuassem de forma semelhante.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação segue ainda uma investigação secreta da CNN sobre redes online de homens que ensinavam outros a drogar e violar as suas parceiras.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Condenações em vários países europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos anos, foram registadas várias detenções e condenações na Europa de homens acusados ou considerados culpados de drogar e violar parceiras inconscientes.</p>
<p class="isSelectedEnd">No ano passado, o alemão Fernando P. foi condenado a oito anos e seis meses de prisão por drogar e violar a mulher inconsciente durante anos e partilhar vídeos dos crimes online.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também em 2025, Zhenhao Zou foi condenado por violar dez mulheres no Reino Unido e na China, recebendo prisão perpétua, com uma pena mínima de 24 anos. A polícia e a acusação afirmaram que Zou contactava estudantes de origem chinesa através do WeChat e de aplicações de encontros, atraindo-as para os seus apartamentos para as drogar e agredir.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em abril, as autoridades polacas detiveram um homem ligado a uma alegada violação. Os meios de comunicação polacos identificaram o detido como “Piotr”, pseudónimo dado ao polaco no centro da investigação da CNN. O homem era um dos quase mil utilizadores de um grupo privado do Telegram dedicado a partilhar dicas sobre como drogar e violar parceiros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Autoridades querem combater abuso que vive no segredo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Especialistas ouvidos pela CNN alertam que os autores de agressões sexuais facilitadas por drogas continuam a aperfeiçoar a forma como cometem os abusos, o que dificulta levar estes casos a julgamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há também poucos dados fiáveis sobre a verdadeira dimensão deste tipo de crime. Sobreviventes têm pedido que entidades reguladoras tomem medidas mais ativas para remover plataformas e sites que alojam material exploratório.</p>
<p>A Europol descreve a operação como a primeira deste tipo. As autoridades envolvidas esperam que a cooperação internacional permita expor uma forma de abuso que, segundo Siobhan Blake, prospera “no segredo online e à porta fechada”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785025]]></sapo:autor>
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		<title>Maduro foi capturado, levado para Nova Iorque e julgado. Seis meses depois, o que resta do plano de Trump para a Venezuela?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 07:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cilia Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo declarado era capturar Maduro e levá-lo para os Estados Unidos, onde já enfrentava acusações de narcoterrorismo e tráfico de droga]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 3 de janeiro, os Estados Unidos lançaram uma operação militar que mudou a história recente da Venezuela em poucas horas. Nicolás Maduro, então líder venezuelano, e a mulher, Cilia Flores, foram capturados em Caracas por forças dos Estados Unidos e retirados do país para enfrentarem acusações criminais em Nova Iorque.</p>
<p>A operação começou de madrugada, depois de meses de tensão crescente entre Washington e Caracas. O objetivo declarado era capturar Maduro e levá-lo para os Estados Unidos, onde já enfrentava acusações de narcoterrorismo e tráfico de droga. A Casa Branca apresentou a ação como uma operação contra redes criminosas e contra um regime acusado de repressão, corrupção e ligação ao narcotráfico.</p>
<p><strong>A captura de Maduro e a frase de Trump</strong></p>
<p>Donald Trump anunciou a operação como um “ataque em grande escala” contra a Venezuela e apresentou a captura de Maduro como uma vitória política e judicial. Nas horas seguintes, o presidente dos Estados Unidos afirmou que Washington iria assegurar a governação do país até estar concluída uma transição “segura, adequada e judiciosa” do poder.</p>
<p>A frase tornou-se uma das mais controversas de todo o episódio. Para a Administração Trump, tratava-se de impedir que o vazio de poder fosse ocupado por estruturas fiéis a Maduro. Para os críticos, era a admissão de uma tutela externa sobre um país soberano.</p>
<p><strong>Caracas sob choque e Maduro a caminho de Nova Iorque</strong></p>
<p>Nas primeiras horas após o ataque, Caracas foi tomada por relatos de explosões, movimentações militares e ataques contra estruturas associadas ao aparelho de segurança venezuelano. A operação terminou com Maduro e Cilia Flores sob custódia dos Estados Unidos.</p>
<p>Os dois foram transferidos primeiro para meios militares dos Estados Unidos e depois levados para Nova Iorque, onde ficaram à disposição da justiça. O episódio foi rapidamente comparado a outras intervenções dos Estados Unidos na América Latina, mas com um peso político e jurídico acrescido: desta vez, tratava-se da captura de um líder que ainda reclamava legitimidade presidencial.</p>
<p><strong>A primeira ida a tribunal</strong></p>
<p>Dois dias depois, a 5 de janeiro, Maduro e a mulher compareceram perante um tribunal federal em Manhattan. Ambos declararam-se inocentes das acusações. Maduro tentou transformar o processo numa batalha política, insistindo que continuava a ser o presidente legítimo da Venezuela e que a sua captura tinha sido ilegal.</p>
<p>A defesa passou a questionar a legalidade da operação, invocando soberania, imunidade e limites ao poder militar dos Estados Unidos. A acusação, por sua vez, manteve o foco nas alegações de narcoterrorismo, tráfico de droga e ligação a redes criminosas internacionais.</p>
<p><strong>O plano dos Estados Unidos para a transição</strong></p>
<p>Com Maduro fora do poder, a intenção dos Estados Unidos era conduzir a Venezuela para uma transição política controlada. Washington queria impedir o regresso do antigo aparelho chavista ao comando do Estado e apoiar a formação de uma nova estrutura governativa em Caracas.</p>
<p>Mas a execução revelou-se muito mais difícil do que a operação militar. A Venezuela entrou num período de instabilidade institucional, com setores militares em recomposição, uma oposição dividida e uma sociedade ainda marcada por anos de crise económica, repressão e emigração em massa.</p>
<p><strong>A promessa de estabilização esbarrou na realidade</strong></p>
<p>A operação conseguiu retirar Maduro do poder, mas não garantiu automaticamente uma transição estável. A promessa de Trump de que os Estados Unidos iriam “governar” a Venezuela até à conclusão do processo abriu um debate imediato sobre soberania e intervenção externa.</p>
<p>Para Washington, a presença temporária dos Estados Unidos era apresentada como uma garantia de estabilidade. Para muitos governos e analistas da região, o risco era outro: substituir uma autocracia interna por uma tutela estrangeira, num continente onde a memória das intervenções dos Estados Unidos continua politicamente sensível.</p>
<p><strong>O que aconteceu a Maduro</strong></p>
<p>Seis meses depois, Maduro permanece afastado do poder e a enfrentar a justiça dos Estados Unidos. O antigo líder venezuelano deixou de controlar o palácio presidencial em Caracas, mas o seu julgamento mantém vivo o confronto político que marcou a sua queda.</p>
<p>A defesa continua a contestar a legalidade da captura e tenta apresentar o processo como uma operação política. A acusação insiste que Maduro deve responder em tribunal por crimes associados ao narcotráfico e à utilização do Estado venezuelano como plataforma de redes ilícitas.</p>
<p><strong>O que resta da intenção de Trump</strong></p>
<p>A administração Trump conseguiu cumprir o primeiro objetivo: capturar Maduro e levá-lo a tribunal. Mas o segundo — estabilizar rapidamente a Venezuela e conduzir uma transição política clara — continua incompleto.</p>
<p>A Venezuela permanece num processo de reconstrução institucional frágil, com forte influência dos Estados Unidos, mas sem uma solução definitiva. A queda de Maduro abriu uma nova fase, mas não resolveu automaticamente a crise política, económica e social do país.</p>
<p><strong>Seis meses depois, uma efeméride ainda em aberto</strong></p>
<p>A efeméride de 3 de janeiro recorda mais do que uma operação militar. Marca o início de uma experiência política inédita na região: um líder venezuelano capturado por forças dos Estados Unidos, levado para Nova Iorque para ser julgado e substituído por uma transição conduzida sob forte pressão de Washington.</p>
<p>O balanço continua em aberto. Trump conseguiu transformar a captura de Maduro numa demonstração de força. Mas a Venezuela mostrou que derrubar um líder é mais simples do que reconstruir um Estado. Seis meses depois, a operação que começou de madrugada em Caracas continua a definir o futuro político do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784706]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro pagamento de julho da Segurança Social chega hoje à conta: veja quem recebe e o restante calendário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-pagamento-de-julho-da-seguranca-social-chega-hoje-a-conta-veja-quem-recebe-e-o-restante-calendario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 07:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos. Desta forma, os cidadãos conseguem planear melhor as suas despesas, sabendo com antecedência o dia em que cada prestação será paga]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais, prestações familiares e pensões da Segurança Social para o mês de julho.</p>
<p>Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos. Desta forma, os cidadãos conseguem planear melhor as suas despesas, sabendo com antecedência o dia em que cada prestação será paga.</p>
<p>O primeiro pagamento deste mês está previsto para esta sexta-feira e diz respeito às pensões e subsídios por doença profissional.</p>
<p>Veja o restante calendário completo de pagamentos da Segurança Social para julho:</p>
<p>7 de julho</p>
<p>Rendas</p>
<p>8 de julho</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de despesas de funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 de julho</p>
<p>Prestações familiares<br />
Primeiro pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social</p>
<p>21 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 de julho</p>
<p>Segundo pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o pagamento de doença profissional?</strong></p>
<p>O pagamento de doença profissional destina-se a trabalhadores que tenham uma doença causada pela atividade profissional, pelas condições em que trabalham ou pela exposição a determinados fatores de risco no local de trabalho. A certificação é feita através de avaliação médica, sendo necessário comprovar que a doença resulta direta e necessariamente da profissão exercida, e não apenas do desgaste normal do organismo.</p>
<p>Estas prestações podem assumir a forma de pensões ou subsídios, consoante a situação do beneficiário. Servem para compensar a perda de rendimentos quando a doença impede temporariamente o trabalhador de exercer a atividade, ou para assegurar apoio nos casos em que exista incapacidade permanente associada à doença profissional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784777]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>455 imigrantes por dia deixaram de contribuir para a Segurança Social em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/455-imigrantes-por-dia-deixaram-de-contribuir-para-a-seguranca-social-em-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No ano passado, o Instituto da Segurança Social contabilizou 162.252 cessações de atividade de imigrantes que trabalhavam por conta de outrem e que não voltaram a ter registo ativo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O número de trabalhadores estrangeiros que deixaram de ter inscrição ativa na Segurança Social disparou em 2025. No ano passado, o Instituto da Segurança Social contabilizou 162.252 cessações de atividade de imigrantes que trabalhavam por conta de outrem e que não voltaram a ter registo ativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://expresso.pt/sociedade/2026-07-02-saida-de-imigrantes-da-seguranca-social-dispara-66-em-2025-bbccd343" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, este número representa um aumento de 66% face a 2024. Em termos diários, o ritmo passou de 267 contribuintes estrangeiros perdidos por dia, há dois anos, para 455 em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cessação da inscrição pode significar que estes trabalhadores abandonaram Portugal ou que permanecem no país em situação irregular. Apesar da subida expressiva das saídas, as novas inscrições continuam a ser superiores às cessações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A dimensão do fenómeno impressiona Pedro Góis, diretor do Observatório das Migrações, que defende a realização urgente de uma reunião da concertação social.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o responsável, o aumento acentuado deste indicador aponta para duas realidades: por um lado, um crescimento das saídas do país; por outro, a passagem de muitos trabalhadores estrangeiros para a economia informal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fenómeno é particularmente relevante porque os imigrantes representam um quinto do total de contribuintes da Segurança Social. Nos últimos dez anos, os descontos destes trabalhadores deram aos cofres do Estado um saldo positivo de 16,3 mil milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Brasileiros lideram em número absoluto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em termos absolutos, os brasileiros foram o grupo que mais desapareceu da lista de inscritos na Segurança Social. Segundo o Expresso, quase 60 mil cidadãos brasileiros deixaram de ter inscrição ativa em 2025. No conjunto dos últimos dois anos, o total aproxima-se dos 100 mil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, representantes da comunidade brasileira não interpretam necessariamente estes números como uma saída em massa do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil, admite que há pessoas que deixaram Portugal após o fim da manifestação de interesse e que continuam a sair, mas considera que a maioria permaneceu no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a responsável, a falta de oportunidades de legalização, o aumento dos custos da habitação e a maior hostilidade sentida com discursos anti-imigração estão a levar algumas pessoas a partir. No entanto, alerta que muitos brasileiros continuam em Portugal, mas passaram para situações laborais irregulares.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Casa do Brasil assinala um aumento da informalidade nas relações laborais. Ana Paula Costa explica que há pessoas que tinham autorização de residência, não conseguiram renová-la, viram os contratos de trabalho cancelados e acabaram por entrar na economia paralela.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Mantêm-se em Portugal, e a trabalhar, mas de forma irregular, sem vínculo nenhum”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta realidade ajuda a explicar por que motivo parte das cessações na Segurança Social pode não corresponder a uma saída efetiva do território nacional, mas antes à perda de vínculo laboral formal.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Êxodo de indostânicos quase triplica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O aumento mais acentuado registou-se entre naturais do subcontinente indiano. As saídas de trabalhadores da Índia, Bangladesh, Paquistão e Nepal quase triplicaram em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso dos cidadãos indianos, as cessações passaram de 5540 em 2024 para 14.477 no ano passado. Juntando os vários países indostânicos, o sistema nacional de pensões perdeu 57.290 contribuintes em dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Shiv Kumar Singh, presidente da Casa da Índia, diz que os números não o surpreendem. Segundo o responsável, milhares de pessoas da Índia saíram recentemente de Portugal, apesar de terem situação regularizada, trabalho e descontos ativos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Muitos terão partido para Espanha, Países Baixos, França, Alemanha e Itália, procurando emprego na agricultura, restauração e hotelaria.</p>
<p class="isSelectedEnd">A saída de trabalhadores indostânicos é atribuída a vários fatores, entre os quais as mudanças legais, o agravamento do custo de vida e as dificuldades na documentação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Shiv Kumar Singh considera que desapareceu o clima político mais ameno que existia em Portugal e que as novas regras criaram medo nas comunidades imigrantes. Muitos receiam ser expulsos ou perder a possibilidade de trazer a mulher e os filhos para o país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente da Casa da Índia refere que as saídas estão a ocorrer sobretudo em Odemira, São Teotónio, Beja e Algarve, mas também em Lisboa. Segundo o responsável, há empresas na área do turismo a sentir impacto e agricultores a queixarem-se da falta de mão de obra para a apanha da fruta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Muitos destes trabalhadores partem já com contrato de um ou dois anos e habitação garantida. Em Portugal, tinham vínculos mais precários e salários pressionados pelo custo da renda.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bangladesh com subida de 173% nas cessações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A comunidade do Bangladesh regista uma evolução semelhante. Os dados do Instituto da Segurança Social mostram que as cessações de trabalhadores dependentes naturais do Bangladesh passaram de 4609 em 2024 para 12.594 em 2025, uma subida de 173%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rana Uddin, porta-voz da comunidade do Bangladesh, afirma que todos os dias ouve alguém dizer que se vai embora. Na Rua do Benformoso, em Lisboa, que era um polo comercial importante para a comunidade, donos de restaurantes e lojas já sentem menos clientes porque muitos partiram para outros países.</p>
<p class="isSelectedEnd">O êxodo começou em direção a Espanha quando surgiram rumores de que o país vizinho poderia avançar com um megaprocesso de regularização, que acabou por acontecer este ano. França, Suíça e Dinamarca surgem também como destinos preferenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Rana Uddin, a maioria dos que partiram já tinha autorização de residência em Portugal, mas enfrentava salários baixos, dificuldades na habitação e obstáculos ao reagrupamento familiar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PALOP também registam fortes subidas nas saídas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os trabalhadores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa também registaram aumentos expressivos nas cessações de inscrição na Segurança Social.</p>
<p class="isSelectedEnd">No ano passado, mais do que duplicou o fim das inscrições ativas de naturais de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Angola. No caso da Guiné-Bissau, o número triplicou.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência é transversal a praticamente todas as origens. A cessação de registos na Segurança Social aumentou em 51 das 59 nacionalidades representadas. Apenas entre naturais de Espanha, Alemanha, Moldova, Países Baixos, Canadá, Hungria e Noruega não se verificou subida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do aumento das cessações, o saldo da Segurança Social continua positivo. Em 2025, foram registadas 539.493 novas inscrições de trabalhadores estrangeiros dependentes, uma descida de apenas 0,12% face ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas novas inscrições são feitas pelo empregador quando o contrato de trabalho começa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nem todas as nacionalidades evoluíram da mesma forma. Destaca-se o aumento das entradas de cidadãos dos PALOP, sobretudo de Angola, Cabo Verde e Moçambique. Já Brasil e os países indostânicos registaram descidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre cessações e ativações, o saldo migratório da Segurança Social mantém-se positivo, embora com tendência de abrandamento desde 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contribuições continuam a crescer, mas a ritmo menor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto do aumento das saídas deverá ser mais visível no valor das contribuições. Embora o montante continue a crescer em 2026, o ritmo está a abrandar mês após mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos dez anos, os trabalhadores imigrantes contribuíram com um bónus de 16,3 mil milhões de euros para os cofres do Estado.</p>
<p>O aumento das cessações coloca, por isso, pressão adicional sobre setores que dependem de mão de obra estrangeira e sobre a sustentabilidade futura das contribuições, mesmo num contexto em que as entradas continuam a superar as saídas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785020]]></sapo:autor>
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		<title>AD recua, mas não desiste: perda de nacionalidade volta hoje ao Parlamento para menos crimes. Chega vota contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:45:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[AD]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Debate foi agendado depois de o Chega ter usado o seu agendamento potestativo para forçar a reapreciação do diploma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A perda da nacionalidade volta esta sexta-feira ao Parlamento, depois do chumbo do Tribunal Constitucional e do veto do Presidente da República ao decreto que criava esta pena acessória para determinados crimes. O tema regressa por iniciativa do Chega, mas com uma novidade política: PSD e CDS-PP decidiram insistir na medida, apresentando uma nova versão que reduz o leque de crimes abrangidos.</p>
<p>O debate foi agendado depois de o Chega ter usado o seu agendamento potestativo para forçar a reapreciação do diploma. O partido de André Ventura queria que a Assembleia da República confirmasse a perda de nacionalidade como pena acessória, aproveitando a atual maioria de direita no Parlamento, depois de o Tribunal Constitucional ter declarado o decreto inconstitucional por unanimidade.</p>
<p>A posição inicial do PSD era outra. Os sociais-democratas tinham sinalizado que não pretendiam reconfirmar o diploma chumbado, para evitar uma rota de colisão com o Tribunal Constitucional e com o Presidente da República. Mas, segundo a Lusa e outros meios, PSD e CDS-PP vão agora apresentar uma nova proposta que mantém a perda de nacionalidade, embora para um conjunto mais restrito de crimes.</p>
<p>A nova versão da AD retira crimes que constavam da formulação anterior, como tráfico de droga, posse de armas proibidas, lenocínio e imigração ilegal, e concentra a aplicação da pena em crimes considerados especialmente graves. Segundo António Rodrigues, deputado do PSD, o objetivo é “dar uma dimensão diferente ao elenco de crimes”, mantendo os casos em que “o Estado é gravemente ferido”.</p>
<p>Além dos crimes contra o Estado e de terrorismo, que PSD e CDS-PP entendem ter margem constitucional, a proposta mantém a possibilidade de perda da nacionalidade para quem, tendo adquirido a nacionalidade portuguesa, seja condenado por homicídio qualificado, violação qualificada e associação criminosa, quando estes crimes tenham uma expressão especialmente grave na sociedade.</p>
<p>“Não queremos afrontar o Tribunal Constitucional, não queremos de modo algum afrontar o Presidente da República”, justificou António Rodrigues. A frase resume o equilíbrio que a AD tenta agora construir: manter uma bandeira política cara à direita, mas evitar repetir a versão que foi travada no Palácio Ratton.</p>
<p>A nova formulação, porém, arrisca abrir uma nova frente de conflito à direita. André Ventura anunciou que o Chega vai votar contra as alterações apresentadas pelo PSD e CDS-PP à perda da nacionalidade, defendendo que o Parlamento deve confirmar esta sexta-feira a totalidade do decreto que foi chumbado pelo Tribunal Constitucional. O líder do Chega acusou os sociais-democratas de fazerem “o jogo do PS” e de mostrarem que, “na verdade, não querem mudar nada” no regime legal.</p>
<p>A posição do Chega pode comprometer a aprovação final da proposta, uma vez que a perda da nacionalidade é matéria de lei orgânica e exige maioria qualificada. Ventura admitiu que o processo pode cair se não houver entendimento com o PSD, avisando que os sociais-democratas terão de escolher se preferem “ficar sem nada” ou manter “o consenso que já foi possível obter” na lei da nacionalidade. O Chega exige que o PSD cumpra o que diz ter sido negociado e contribua para a confirmação do diploma original.</p>
<p>O Tribunal Constitucional tinha chumbado o decreto que alterava o Código Penal para criar a pena acessória de perda da nacionalidade, considerando que as alterações não respeitavam a Constituição. Na sequência dessa decisão, o Presidente da República devolveu o diploma ao Parlamento, impedindo a sua promulgação.</p>
<p>A perda da nacionalidade é matéria de lei orgânica, o que significa que a nova proposta precisa de maioria qualificada para ser aprovada. Na prática, PSD e CDS-PP terão de contar com votos favoráveis do Chega ou do PS, já que os dois partidos que apoiam o Governo não têm sozinhos os votos necessários.</p>
<p>O Chega deverá manter pressão sobre a direita para confirmar a medida no essencial. Depois do chumbo do Tribunal Constitucional, André Ventura defendeu que a Assembleia da República deveria insistir na perda da nacionalidade e chegou a desafiar a maioria de direita a reconfirmar o decreto.</p>
<p>A tensão política também tem sido alimentada por críticas diretas ao Tribunal Constitucional. Cristina Rodrigues, vice-presidente da bancada do Chega, acusou os juízes de extravasarem competências e de fazerem “ativismo político”, defendendo que, apesar de a esquerda ter perdido a maioria no Parlamento, continuaria a ter peso no Tribunal Constitucional.</p>
<p>O debate desta sexta-feira surge numa agenda parlamentar particularmente carregada. Além da reapreciação da perda da nacionalidade, estará também em discussão o projeto do PSD que prevê a aplicação da taxa reduzida de IVA, de 6%, a obras de reabilitação de imóveis, independentemente de ter sido aprovada pela autarquia uma operação de reabilitação urbana.</p>
<p>A Assembleia da República deverá ainda votar novamente o nome de Luísa Neto para Provedora de Justiça, depois de a candidata proposta pelo PS ter falhado a eleição em junho. A votação de outros órgãos externos, como o Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República Portuguesa, ficará para mais tarde.</p>
<p>Com a sessão legislativa perto do fim, os partidos já não poderão agendar novas propostas até às férias de verão. Ainda assim, podem ser votadas iniciativas cujo processo de especialidade esteja concluído e que cheguem a votação final global antes da interrupção dos trabalhos parlamentares.</p>
<p>Fora da conferência de líderes ficou a polémica sobre os convites da Federação Portuguesa de Futebol para líderes parlamentares assistirem a jogos de Portugal no Mundial, nos Estados Unidos. O tema não foi discutido, depois de o presidente da Assembleia da República ter remetido para os partidos a decisão sobre aceitar ou não os convites.</p>
<p>A reapreciação da perda da nacionalidade será, por isso, o momento politicamente mais sensível desta sexta-feira no Parlamento. O Chega força o regresso do tema, a AD tenta uma terceira via para salvar a medida e o PS poderá voltar a ser decisivo num diploma que atravessa direito penal, nacionalidade, imigração e os limites constitucionais da resposta do Estado a crimes graves.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784770]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 1,47%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:42:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,47% para 69.744,07 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,47% para 69.744,07 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a ganhar 1,24% para 4.064,6 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785019]]></sapo:autor>
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		<title>Rendimento da dívida japonesa a dez anos com maior subida desde 1997</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:39:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O rendimento da dívida japonesa a dez anos atingiu hoje os 2,81%, o nível mais elevado desde 1997, mantendo a tendência de subida dos últimos meses, entre preocupações com a inflação e a instabilidade no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O rendimento da dívida japonesa a dez anos atingiu hoje os 2,81%, o nível mais elevado desde 1997, mantendo a tendência de subida dos últimos meses, entre preocupações com a inflação e a instabilidade no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os títulos chegaram temporariamente ao valor mais alto em quase três décadas, perante o aumento da especulação de que o Banco do Japão (BoJ) venha a abrandar as subidas das taxas de juro e ocorra uma aceleração da inflação, segundo a emissora NHK.</P><br />
<P>A subida dos títulos é motivada pelo recente aumento para 1% da taxa de juro de referência de curto prazo decidido pelo BoJ, o nível mais alto em três décadas, com o objetivo de conter os riscos inflacionistas derivados da subida dos preços do petróleo e da fraqueza do iene.</P><br />
<P>Este aumento ocorre também a meio de uma contínua desvalorização da moeda japonesa, que na terça-feira caiu para 162 unidades por dólar, atingindo o valor mais baixo desde 1986, após uma intervenção das autoridades nipónicas no mercado cambial em abril e maio que teve apenas efeitos temporários.</P><br />
<P>O Japão tem vindo a registar uma subida contínua do rendimento dos títulos de longo prazo, devido à política expansiva da primeira-ministra, Sanae Takaichi, perante uma situação orçamental delicada para o país, o mais endividado entre as grandes economias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785018]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Mais de 1.200 operacionais no terreno e preocupações maiores em Vouzela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os quatro maiores incêndios ativos no país mobilizavam, pelas 07:00 de hoje, mais de 1.200 operacionais, com o de Vouzela, distrito de Viseu, a levantar maiores preocupações por ameaçar habitações e pelas difíceis condições de combate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os quatro maiores incêndios ativos no país mobilizavam, pelas 07:00 de hoje, mais de 1.200 operacionais, com o de Vouzela, distrito de Viseu, a levantar maiores preocupações por ameaçar habitações e pelas difíceis condições de combate.</P><br />
<P>Num ponto de situação feito à agência Lusa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) informou que o combate a todos estes quatro incêndios &#8211; nos concelhos de Cinfães, Barcelos, Castelo de Paiva e Vouzela &#8211; será entretanto reforçado com meios aéreos.</P><br />
<P>O incêndio que mais preocupa as autoridades é o que deflagrou em Vouzela, no distrito de Viseu, na quinta-feira à tarde, e alcançou o distrito de Aveiro, que ameaça habitações, já obrigou ao corte da linha ferroviária do Vouga entre Mourisca do Vouga e Águeda, destruiu um veículo dos bombeiros e alguns anexos agrícolas, além de ter provocado alguns danos em habitações.</P><br />
<P>Segundo explicou à Lusa o comandante José Costa, da ANEPC, já se registaram ferimentos em três bombeiros, e num civil que ficou ferido com queimaduras e foi transportado ao hospital.</P><br />
<P>Houve outras pessoas assistidas, mas sem gravidade, adiantou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785017]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo reúne-se hoje em Guimarães para preparar os 900 anos da batalha que ajudou a fundar Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:30:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[conselho de ministros]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião terá lugar no Paço dos Duques de Bragança, espaço escolhido para acolher os ministros do Governo liderado por Luís Montenegro. Será a primeira reunião do Executivo em Guimarães desde o início do mandato]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros reúne-se esta sexta-feira em Guimarães, numa deslocação do Governo que coincide com a apresentação oficial do Comissariado Nacional para as Comemorações dos 900 anos da Batalha de São Mamede.</p>
<p>A reunião terá lugar no Paço dos Duques de Bragança, espaço escolhido para acolher os ministros do Governo liderado por Luís Montenegro. Será a primeira reunião do Executivo em Guimarães desde o início do mandato.</p>
<p>Além da reunião governamental, está prevista uma declaração à comunicação social do primeiro-ministro, na qual Luís Montenegro deverá dar conta da criação do Comissariado Nacional e anunciar a data da sua tomada de posse.</p>
<p>O organismo terá a missão de coordenar as iniciativas que vão assinalar os 900 anos da Batalha de São Mamede, cuja celebração culminará a 24 de junho de 2028. A efeméride remete para a batalha travada em 1128, em Guimarães, frequentemente associada à afirmação política de D. Afonso Henriques e vista como um dos momentos fundadores da nacionalidade portuguesa.</p>
<p>O Comissariado Nacional foi criado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 44/2026, publicada em Diário da República, que determina a realização das comemorações a partir de 24 de junho de 2026 e estabelece a criação de uma estrutura dedicada à sua promoção, organização e execução.</p>
<p>Segundo a resolução, as comemorações deverão ter dimensão nacional, valorizando a importância histórica da Batalha de São Mamede no percurso de afirmação do Condado Portucalense e na construção da identidade portuguesa. A Assembleia da República também recomendou ao Governo a valorização desta efeméride como uma das datas fundadoras da nacionalidade, inserindo-a num ciclo mais amplo de comemorações dos 900 anos de Portugal.</p>
<p>O Comissariado ficará sediado no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, reforçando a ligação simbólica entre a cidade e a efeméride. A estrutura será composta por um comissário-geral, designado pelo membro do Governo responsável pela Cultura, três comissários indicados pela Assembleia da República e representantes de várias entidades.</p>
<p>Entre as instituições representadas estarão a Defesa Nacional, o Município de Guimarães, a Universidade do Minho, a Academia Portuguesa da História, a Comissão Portuguesa de História Militar, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a entidade gestora da Rota do Românico.</p>
<p>A escolha de Guimarães para acolher a reunião do Conselho de Ministros reforça o simbolismo político e histórico da apresentação do Comissariado. A cidade é associada ao nascimento de Portugal e à memória de D. Afonso Henriques, e será agora o centro das iniciativas preparatórias das comemorações nacionais.</p>
<p>A programação oficial será desenvolvida ao longo dos próximos dois anos, até 2028, ano em que se assinalam os 900 anos da Batalha de São Mamede. O objetivo do Governo é conferir dimensão nacional à efeméride, articulando iniciativas culturais, históricas, educativas e institucionais em torno de um dos acontecimentos mais marcantes da formação de Portugal.</p>
<p>A deslocação do Conselho de Ministros a Guimarães surge, assim, como o primeiro grande momento político das comemorações. A partir desta sexta-feira, o Comissariado Nacional deverá assumir a preparação do programa que culminará em junho de 2028, quando se assinalarem os 900 anos da batalha que ficou ligada à afirmação de D. Afonso Henriques e ao início do caminho para a independência portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784610]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento tenta esta sexta-feira eleger Luísa Neto como Provedora de Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:15:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Luísa Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[Luísa Neto, atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração, já tinha ido a votos a 12 de junho, mas não conseguiu reunir a maioria necessária]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parlamento volta esta sexta-feira a tentar eleger Luísa Neto para o cargo de Provedora de Justiça, depois de a candidata indicada pelo PS e apoiada pelo PSD ter falhado a eleição anterior por apenas sete votos. A escolha exige uma maioria de dois terços dos deputados presentes.</p>
<p>A nova votação foi agendada para esta sexta-feira, segundo adiantou o porta-voz da conferência de líderes parlamentares, o deputado social-democrata Francisco Figueira. Os restantes órgãos externos a eleger pela Assembleia da República, incluindo o Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República Portuguesa, mantêm votação prevista para 17 de julho.</p>
<p>Luísa Neto, atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração, já tinha ido a votos a 12 de junho, mas não conseguiu reunir a maioria necessária. Obteve 131 votos favoráveis, 58 votos brancos e 18 nulos, num total de 207 deputados votantes.</p>
<p>Com esse universo de votantes, eram necessários 138 votos para alcançar a maioria de dois terços. A candidata ficou, por isso, a sete votos da eleição, apesar de contar com o apoio formal do PS e do PSD.</p>
<p>Uma semana depois da votação falhada, o grupo parlamentar do PS anunciou que voltaria a propor Luísa Neto para o cargo. No mesmo dia, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, confirmou que subscreveu a candidatura em conjunto com os socialistas e garantiu o compromisso da bancada social-democrata em viabilizar a eleição.</p>
<p>“Sinceramente, não vejo razão nenhuma para Luísa Neto não ser aprovada neste Parlamento. Tem as competências profissionais, jurídicas, éticas e humanas para o exercício daquela função. E eu quero garantir aqui o compromisso do grupo parlamentar do PSD em votar na candidata. Quero mesmo dizer, é uma candidata apresentada pelo PS e pelo PSD”, afirmou Hugo Soares.</p>
<p>A votação desta sexta-feira será mais uma tentativa de desbloquear a escolha para a Provedoria de Justiça, cargo que está por preencher desde o início da atual legislatura. Maria Lúcia Amaral deixou a função para assumir o cargo de ministra da Administração Interna, do qual se demitiu no início deste ano.</p>
<p>O processo já tinha sofrido uma primeira derrota parlamentar a 12 de abril, quando o antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes, também proposto pelo PS, falhou a eleição. Nessa votação, obteve 104 votos favoráveis num total de 230 deputados, ficando longe da maioria qualificada exigida.</p>
<p>Luísa Neto foi nomeada presidente do INA em 2021, durante o Governo de António Costa, pela então ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão. A sua candidatura surge agora como uma tentativa de compromisso entre PS e PSD para preencher um cargo institucional que exige apoio alargado no Parlamento.</p>
<p>A Provedoria de Justiça é um órgão independente, com funções de defesa dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos cidadãos perante os poderes públicos. A eleição exige maioria de dois terços, o que obriga a entendimentos parlamentares mais amplos do que uma maioria simples.</p>
<p>A nova votação será, por isso, um teste à capacidade de PS e PSD garantirem disciplina interna e apoios suficientes numa Assembleia fragmentada. Depois de ter falhado por sete votos em junho, Luísa Neto volta hoje ao plenário com o apoio assumido das duas maiores bancadas, mas ainda dependente de uma maioria qualificada para ser eleita.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784557]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cadeia chinesa de casas de chá multada em 1,3 ME por usar desenhos da Louis Vuitton</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cadeia-chinesa-de-casas-de-cha-multada-em-13-me-por-usar-desenhos-da-louis-vuitton/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:03:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal chinês condenou a cadeia Molly Tea a pagar 10 milhões de yuan (1,3 milhões de euros) à Louis Vuitton por utilizar um logótipo semelhante a um dos seus desenhos mais emblemáticos, noticiou hoje a imprensa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal chinês condenou a cadeia Molly Tea a pagar 10 milhões de yuan (1,3 milhões de euros) à Louis Vuitton por utilizar um logótipo semelhante a um dos seus desenhos mais emblemáticos, noticiou hoje a imprensa.</P><br />
<P>Segundo a decisão de primeira instância, citada pelo portal de informação económica Yicai, a cadeia de casas de chá violou os direitos de propriedade intelectual relativos a sete desenhos florais de quatro pétalas registados pela marca francesa de luxo Louis Vuitton, presentes em vários dos seus produtos mais conhecidos, incluindo algumas malas.</P><br />
<P>Na ação judicial, a empresa francesa alegou que a cadeia de casas de chá induzia os consumidores em erro ao utilizar esses desenhos nas lojas e nos copos utilizados para servir as bebidas.</P><br />
<P>A Molly Tea anunciou que vai recorrer da sentença e alterou na quinta-feira o logótipo da área de cliente da sua aplicação móvel, substituindo a anterior versão a preto e branco por outra em tons dourados.</P><br />
<P>Segundo You Yunting, advogado especializado citado pelo Yicai, o montante da indemnização é relativamente elevado devido à notoriedade dos desenhos florais da Louis Vuitton e ao facto de a Molly Tea os ter utilizado de forma reiterada.</P><br />
<P>A cadeia, cujo público-alvo são sobretudo mulheres jovens, conta com cerca de 2.300 lojas em 68 cidades chinesas e expandiu-se também para mercados como os Estados Unidos, Canadá e Austrália, onde já opera mais de 50 estabelecimentos.</P><br />
<P>Apesar de considerar que a decisão poderá incentivar outras marcas de luxo a avançarem com ações judiciais por violação de propriedade intelectual, You Yunting recordou que, em casos anteriores, a execução de sentenças deste tipo enfrentou dificuldades quando as empresas condenadas não dispunham de recursos suficientes para pagar as indemnizações fixadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785015]]></sapo:autor>
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		<title>Euromilhões põe esta noite 80 milhões em jogo: saiba os números mais saídos e os que menos aparecem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Portugal, chegou um terceiro prémio, no valor de mais de 15 mil euros. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Euromilhões prepara esta sexta-feira um sorteio &#8216;a ferver&#8217;: por isso, se deseja fugir do calor extremo sentido nos últimos dias e ir para outras paragens, saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 80 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Para Portugal, chegou um terceiro prémio, no valor de mais de 15 mil euros. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (389 vezes) e no 2 (384 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784821]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Piores ataques russos contra Kiev desde 2022 resultam em pelo menos 30 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos trinta pessoas foram mortas em Kiev, segundo um balanço divulgado hoje pelas equipas de socorro, no pior ataque com drones e mísseis russos contra a capital ucraniana desde o início da guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos trinta pessoas foram mortas em Kiev, segundo um balanço divulgado hoje pelas equipas de socorro, no pior ataque com drones e mísseis russos contra a capital ucraniana desde o início da guerra.</P><br />
<P>Kiev prometeu na quinta-feira retaliar contra Moscovo, que anunciou a intenção de prosseguir com os ataques.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia ataca alvos civis apenas para obrigar a Ucrânia a renunciar ao seu Estado&#8221;, afirmou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que se deslocou ao local dos bombardeamentos, garantindo que a Ucrânia irá retaliar.</P><br />
<P>Mais de quatro anos após o início da invasão do país pelo exército russo, Moscovo lança regularmente ataques massivos, envolvendo centenas de drones e dezenas de mísseis, contra a Ucrânia e a capital.</P><br />
<P>Kiev, com meios muito mais limitados, nomeadamente em termos de mísseis, também intensificou os ataques contra o território russo, infligindo golpes, em particular, no setor petrolífero.</P><br />
<P>Na noite de quarta para quinta-feira, a Ucrânia foi alvo de 496 ataques com drones e de 74 com mísseis de diferentes tipos, dos quais 476 e 48, respetivamente, foram intercetados, segundo a Força Aérea ucraniana.</P><br />
<P>Kiev foi alvo de ataques específicos. Jornalistas da AFP ouviram explosões durante várias horas e o alerta aéreo durou mais de 11 horas seguidas.</P><br />
<P>Após a descoberta de três novos corpos nos escombros, o balanço do ataque voltou hoje a ser revisto em alta, para 30 mortos, segundo os serviços de emergência da capital.</P><br />
<P>O chefe da administração militar de Kiev, Tymour Tkachenko, tinha, pouco antes, anunciado o registo de 27 mortos e 91 feridos.</P><br />
<P>Partes inteiras de edifícios residenciais ruíram, um edifício que albergava ambulâncias foi atingido e, segundo a porta-voz da União Europeia, Anitta Hipper, os escombros caíram sobre um edifício que &#8220;albergava vários diplomatas&#8221;.</P><br />
<P>Um dos principais armazéns da Cruz Vermelha ucraniana, que continha ajuda humanitária, também foi &#8220;destruído&#8221;.</P><br />
<P>Trata-se do ataque &#8220;mais massivo&#8221; contra a capital desde o início da invasão russa da Ucrânia em 2022, afirmou o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, que declarou hoje um &#8220;dia de luto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia vai continuar a aumentar a pressão sobre o regime de Kiev para conseguir alcançar os objetivos a que se propôs&#8221;, declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, a jornalistas, entre os quais da agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Zelensky exortou, por seu lado, os aliados da Ucrânia a fornecerem mais meios de defesa antiaérea ao país. O chefe de Estado manifestou ainda a esperança de que o assunto seja abordado na cimeira da NATO, prevista para os próximos dias 07 e 08 em Ancara.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, que, desde o regresso ao poder, tem vindo a envidar esforços para mediar o conflito, afirmou desejar um acordo de paz entre Kiev e Moscovo para pôr fim aos &#8220;massacres sem sentido&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Berlim, o ataque russo sublinha que &#8220;Putin não demonstra qualquer vontade de negociar&#8221;. Paris também denunciou a &#8220;obstinação&#8221; de Moscovo em prosseguir a guerra.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, &#8220;condenou veementemente&#8221; o ataque e apelou à &#8220;desescalada&#8221; e a um cessar-fogo.</P><br />
<P>Já o Ministério da Defesa russo referiu-se a um &#8220;ataque massivo&#8221; levado a cabo &#8220;em resposta aos ataques terroristas do regime de Kiev contra infraestruturas civis&#8221;, assegurando que os alvos dos ataques contra Kiev e contra a região da capital foram &#8220;empresas da indústria militar e instalações energéticas&#8221;.</P><br />
<P>Nas ruas de Kiev, os habitantes acorreram aos abrigos, alguns com colchões debaixo do braço. Cerca de 52.000 pessoas, incluindo 4.500 crianças, refugiaram-se no metro, no maior afluxo registado durante a noite nos últimos anos, segundo o operador do metro da capital.</P><br />
<P>Em retaliação aos ataques russos, a Ucrânia intensificou os ataques contra refinarias e depósitos de petróleo na Rússia, provocando escassez de combustível no país.</P><br />
<P>Na noite de quarta para quinta-feira, na Rússia, um civil foi morto na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, e outro na região de Nijni Novgorod, a 400 quilómetros a leste de Moscovo, em ataques com drones, segundo as autoridades locais russas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785014]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Noites ‘surreais’ até domingo: Portugal enfrenta mínimas perto dos 30 graus e máximas acima dos 40</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 05:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Calor extremo deverá manter-se pelo menos até domingo, embora o episódio possa prolongar-se durante vários dias, sobretudo no interior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta sexta-feira numa das fases mais intensas da atual onda de calor, com temperaturas máximas acima dos 40 graus Celsius em várias regiões, noites tropicais praticamente em todo o território e valores mínimos que, pontualmente, poderão aproximar-se dos 30 graus. O calor deverá manter-se pelo menos até domingo, embora o episódio possa prolongar-se durante vários dias, sobretudo no interior.</p>
<p>Segundo o &#8216;Luso Meteo&#8217;, a previsão para esta sexta-feira é marcada por calor excecional também durante a noite, com mínimas extremamente elevadas e valores que poderão ficar perto dos máximos históricos em alguns pontos do país. A situação é considerada pouco comum e coincide com avisos vermelhos emitidos pelo IPMA devido à persistência de temperaturas muito elevadas, tanto máximas como mínimas.</p>
<p>Durante o dia, o céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado ou limpo em Portugal continental, com sol de Norte a Sul e índice ultravioleta em níveis extremos. A recomendação é evitar exposição solar nas horas críticas, sobretudo entre o final da manhã e o final da tarde, usar proteção solar, chapéu e roupa clara, e reforçar a hidratação.</p>
<p>A sexta-feira poderá ser particularmente anómala no litoral oeste. A ausência da nortada habitual e a circulação de nordeste deverão empurrar ar muito quente do interior para a faixa costeira, permitindo que as temperaturas subam de forma excecional mesmo junto ao mar. O &#8216;Luso Meteo&#8217; não exclui valores entre 35 e 38 graus em algumas praias do Oeste, com possibilidade de máximas localmente recorde.</p>
<p>No interior, os valores deverão ser ainda mais elevados. As máximas poderão atingir os 44 graus nos pontos habitualmente mais quentes, enquanto no litoral poderão chegar aos 40 a 42 graus em alguns locais relativamente próximos do mar. O IPMA prevê, para este episódio, máximas entre 35 e 41 graus na generalidade do território continental, e entre 41 e 44 graus no Vale do Tejo e no Alentejo.</p>
<p>O instituto explica que o estado do tempo está a ser condicionado por um anticiclone localizado a norte/noroeste dos Açores, que se estende até ao Golfo da Biscaia e estabelece uma circulação de leste sobre o continente. Este padrão está a transportar uma massa de ar muito quente e seco para Portugal, mantendo o calor aprisionado sobre a Península Ibérica.</p>
<p>Esta sexta-feira, o vento deverá soprar moderado do quadrante leste, por vezes de nordeste nas terras altas do Norte e Centro durante a madrugada e manhã, com rajadas que poderão agravar o risco de incêndio rural. A combinação de temperaturas muito elevadas, humidade relativa baixa e vento pontualmente forte deverá colocar a maioria das regiões em risco máximo de incêndio.</p>
<p>O IPMA tem vários distritos sob aviso vermelho por tempo quente. A lista inclui Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Évora, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viana do Castelo, enquanto outros distritos do continente estão sob aviso laranja. O aviso vermelho corresponde à persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima.</p>
<p>Para sábado, o cenário continuará a ser de calor muito intenso, embora com diferenças regionais. Nas regiões do interior, as temperaturas deverão manter-se muito elevadas, com noites tropicais e máximas ainda próximas ou acima dos 40 graus em vários pontos. No litoral, poderá começar a surgir algum alívio gradual em zonas mais expostas à influência marítima, mas sem uma descida generalizada.</p>
<p>O IPMA mantém o enquadramento de episódio prolongado, com pelo menos uma semana de tempo muito quente e seco. O instituto salienta que a situação é particularmente anómala no litoral, onde a fraca progressão da brisa marítima para o interior está a contribuir para valores elevados durante vários dias consecutivos, um cenário raro em alguns locais.</p>
<p>No domingo, o calor deverá continuar a marcar o estado do tempo, sobretudo no interior Norte e Centro, no Vale do Tejo e no Alentejo. O litoral Norte poderá começar a sentir algum alívio mais cedo, enquanto na região de Lisboa a descida mais clara das temperaturas só deverá ocorrer a partir de terça-feira, de acordo com a leitura avançada pelo IPMA para a evolução do episódio.</p>
<p>Ainda assim, o risco continuará elevado no fim de semana. A Proteção Civil alertou para perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” em todo o território nos próximos dias e elevou o Estado de Prontidão Especial para o nível III, face ao agravamento esperado das condições meteorológicas.</p>
<p>A ANEPC lembra que este cenário favorece a eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais e aumenta a dificuldade das ações de combate. Entre as medidas preventivas, as autoridades recordam que é proibido realizar queimadas extensivas, queimas de amontoados, usar fogo para cozinhar em espaço rural fora dos locais autorizados, utilizar maquinaria que possa gerar faúlhas e lançar fogo-de-artifício ou balões com mecha acesa.</p>
<p>Para proteger a saúde, a Proteção Civil recomenda atenção especial a crianças, idosos e doentes crónicos. Deve beber-se mais água, evitar bebidas alcoólicas, usar protetor solar com fator superior a 30, renovar a aplicação ao longo do dia, optar por roupas claras, largas e frescas, usar chapéu e privilegiar refeições leves.</p>
<p>Na Madeira, a previsão aponta para céu geralmente pouco nublado ou limpo na vertente sul, com algumas nuvens baixas passageiras nas encostas viradas a norte. O ambiente deverá ser quente e abafado, com máximas até 32 graus na costa sul e índice UV muito elevado. Nos Açores, o cenário será menos extremo, com períodos de céu muito nublado, abertas ao longo da tarde e temperaturas mais estáveis, perto dos 24 graus de máxima.</p>
<p>O essencial para os próximos dias é claro: esta sexta-feira será provavelmente o ponto mais crítico, com noite excecionalmente quente e máximas muito elevadas; sábado mantém o calor intenso em grande parte do continente; e domingo deverá trazer apenas algum alívio localizado, sobretudo no litoral. No interior, o episódio poderá prolongar-se durante vários dias, mantendo o país sob forte pressão térmica e com risco de incêndio agravado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784566]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Quase todo o território em perigo máximo e muito elevado de incêndio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-quase-todo-o-territorio-em-perigo-maximo-e-muito-elevado-de-incendio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase todo o território de Portugal continental enfrenta hoje perigo máximo ou muito elevado de incêndio, com exceção de meia dúzia de municípios do litoral, segundo o segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase todo o território de Portugal continental enfrenta hoje perigo máximo ou muito elevado de incêndio, com exceção de meia dúzia de municípios do litoral, segundo o segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Está em risco máximo praticamente todo o interior Norte e Centro do continente assim como dezenas de concelhos dos distritos de Faro, Beja, Leiria, Coimbra, Aveiro e Porto.</P><br />
<P>Sob perigo muito elevado está quase todo o Alentejo e mais de 60 concelhos dos distritos de Faro, Lisboa, Setúbal, Leiria, Santarém, Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.</P><br />
<P>O IPMA colocou ainda oito concelhos dos distritos de Faro, Setúbal e Aveiro sob perigo elevado de incêndio, um dia depois de o Governo ter declarado situação de alerta devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>No início da semana, o IPMA alertou para o aproximar de &#8220;um longo período com tempo quente e seco&#8221;, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo, que se estendeu a outras regiões do país ao longo da semana.</P><br />
<P>O Governo decretou situação de alerta, que vigora desde as 00:00 de hoje e as 23:59 de segunda-feira, devido ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;. </P><br />
<P>A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou também na quarta-feira o estado de prontidão especial para o nível III (intermédio/alto), tendo em conta o previsível &#8220;agravamento muito significativo&#8221; do perigo de incêndios rurais nos próximos dias.</P><br />
<P>O dispositivo de combate a incêndios rurais foi quarta-feira reforçado para entrar na sua capacidade máxima, numa altura em que a área ardida e o número de fogos duplicaram em relação ao mesmo período de 2025.</P><br />
<P>Como medidas preventivas, na sequência da situação de alerta, é agora proibido o acesso e circulação a alguns espaços florestais, previamente definidos, assim como a realização de queimadas e queimas de sobrantes da exploração agrícola e a realização de trabalhos nos espaços florestais, com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais.</P><br />
<P>Também não é permitido o uso de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, assim como o lançamento de balões com mecha, sendo suspensas autorizações que já tenham sido emitidas.</P><br />
<P>Para proteger a saúde do calor, a Proteção Civil recomenda especial atenção com os doentes crónicos, crianças e idosos.</P><br />
<P>No mesmo sentido, aponta a importância de se beber mais água, pelo menos 1,5 litros (o equivalente a oito copos), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas e optar por refeições leves.</P><br />
<P>Também por causa da persistência das temperaturas elevadas, o IPMA a partir de hoje a 12 distritos o aviso vermelho (o mais grave).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785013]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Situação de alerta já está em vigor: saiba o que pode e não pode fazer até segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 05:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[situação de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida foi decretada pelo Governo e vai vigorar até às 23h59 de segunda-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental está desde as 00h00 desta sexta-feira em situação de alerta, devido ao “significativo agravamento do risco de incêndios rurais” previsto para os próximos dias. A medida foi decretada pelo Governo e vai vigorar até às 23h59 de segunda-feira.</p>
<p>A decisão surge num contexto de calor extremo, com vários distritos sob aviso vermelho do Instituto Português do Mar e da Atmosfera devido à persistência de valores muito elevados de temperatura, tanto máxima como mínima. O IPMA indica que o aviso vermelho corresponde à persistência de valores “extremamente elevados” de temperatura, enquanto o aviso laranja aponta para valores “muito elevados”.</p>
<p><strong>O que é a situação de alerta?</strong></p>
<p>A situação de alerta é uma medida prevista na Lei de Bases da Proteção Civil e permite ao Governo ativar um conjunto de mecanismos preventivos e operacionais quando existe risco acrescido para pessoas, bens ou território. Neste caso, a justificação é o agravamento do risco de incêndio rural em grande parte do continente.</p>
<p>Segundo o Ministério da Administração Interna, a declaração decorre da elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro e da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação ao risco de incêndio previsto pelo IPMA.</p>
<p><strong>Porque foi decretada?</strong></p>
<p>A medida foi adotada devido às previsões meteorológicas para os próximos dias, marcadas por temperaturas muito elevadas, tempo seco, baixa humidade e condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais. A RTP noticiou que o anúncio foi feito pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que alertou para o “agravamento muito significativo das condições atmosféricas”.</p>
<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, também justificou a decisão com as altas temperaturas que o país enfrenta. Numa publicação na rede social X, apelou ao cumprimento das indicações das autoridades e sublinhou que “cada um de nós tem a responsabilidade de prevenir e fazer a sua parte”.</p>
<p><strong>Quando começou e quando termina?</strong></p>
<p>A situação de alerta começou às 00h00 desta sexta-feira, 3 de julho, e termina às 23h59 de segunda-feira, 6 de julho.</p>
<p>A medida aplica-se a todo o território continental.</p>
<p><strong>O que fica proibido?</strong></p>
<p>Durante este período, há várias medidas excecionais em vigor.</p>
<p>Fica proibido o acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios. A restrição aplica-se também a caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que atravessem esses espaços.</p>
<p>Ficam proibidas as queimadas e as queimas de sobrantes de exploração. As autorizações que já tenham sido emitidas ficam suspensas.</p>
<p>Fica proibida a realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, exceto os trabalhos associados ao combate a incêndios rurais.</p>
<p>Nos restantes espaços rurais, fica proibida a realização de trabalhos com motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal.</p>
<p>Fica proibida a utilização de fogo-de-artifício ou de outros artefactos pirotécnicos, independentemente da forma de combustão. As autorizações já emitidas ficam suspensas.</p>
<p>Fica também proibido o lançamento de balões com mecha acesa, sendo igualmente suspensas as autorizações que tenham sido emitidas.</p>
<p><strong>O que continua permitido?</strong></p>
<p>As restrições têm algumas exceções, desde que não exista perigo de ignição e sejam adotadas medidas de mitigação do risco.</p>
<p>Continuam permitidos trabalhos associados à alimentação e abeberamento de animais, tratamentos fitossanitários ou de fertilização, regas, podas, colheita e transporte de culturas agrícolas, desde que sejam essenciais e inadiáveis e decorram em zonas de regadio ou sem florestas, matas ou materiais inflamáveis.</p>
<p>Também ficam fora das proibições a extração de cortiça por métodos manuais e a cresta de mel, desde que não envolvam fumigação com material incandescente ou gerador de temperatura.</p>
<p>Os trabalhos de construção civil podem realizar-se se forem inadiáveis e acompanhados de medidas adequadas de mitigação do risco de incêndio rural.</p>
<p>É ainda permitida, entre o pôr do sol e as 11h00, a colheita de culturas agrícolas com máquinas, como ceifeiras debulhadoras, bem como operações de exploração florestal de corte, rechega e transporte, desde que sejam adotadas medidas de mitigação do risco e comunicada a sua realização ao Serviço Municipal de Proteção Civil territorialmente competente. O IPMA recorda também que, em concelhos com perigo “muito elevado” ou “máximo”, existem exceções às restrições ao uso de máquinas agrícolas e florestais entre o pôr do sol e as 11h00.</p>
<p><strong>O que muda no terreno?</strong></p>
<p>A declaração de situação de alerta implica a elevação do grau de prontidão e resposta operacional da GNR e da PSP. As forças de segurança terão reforço de meios para vigilância, fiscalização, patrulhamentos dissuasores de comportamentos de risco e apoio às operações de proteção e socorro que possam vir a ser desencadeadas.</p>
<p>Para esse efeito, fica autorizada a interrupção de férias e a suspensão de folgas e períodos de descanso.</p>
<p>Também aumenta o grau de prontidão e mobilização das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social, bem como das equipas de sapadores florestais afetas ao dispositivo de combate.</p>
<p>O Corpo Nacional de Agentes Florestais e os Vigilantes da Natureza que integram o dispositivo de prevenção e combate a incêndios ficam mobilizados em permanência pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.</p>
<p>As entidades das áreas das comunicações e energia, incluindo operadoras de redes fixas e móveis e empresas de transporte e distribuição de energia, devem aumentar o nível de prontidão das equipas de resposta.</p>
<p><strong>Há vigilância aérea?</strong></p>
<p>Sim. A GNR vai realizar ações de patrulhamento e fiscalização aérea através de meios das Forças Armadas, sobretudo nos locais sinalizados com risco de incêndio muito elevado e máximo.</p>
<p>As Forças Armadas disponibilizam ainda meios aéreos para, em caso de necessidade e de acordo com as disponibilidades existentes, operarem nos locais definidos pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</p>
<p><strong>E os bombeiros voluntários?</strong></p>
<p>A situação de alerta prevê a dispensa de serviço ou a justificação de faltas dos trabalhadores do setor público ou privado que desempenhem cumulativamente funções de bombeiro voluntário.</p>
<p>Há exceções para quem exerce funções nas Forças Armadas, forças de segurança, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil ou em serviços públicos de prestação de cuidados de saúde em situações de emergência, como técnicos de emergência pré-hospitalar e enfermeiros do INEM.</p>
<p><strong>O que devem fazer os cidadãos?</strong></p>
<p>As autoridades pedem que sejam respeitadas todas as proibições e recomendações durante o período de alerta. A prioridade é reduzir comportamentos que possam provocar ignições, sobretudo num contexto de calor extremo, vento, baixa humidade e risco elevado de propagação.</p>
<p>A ANEPC emitirá avisos à população sobre o perigo de incêndio rural. A situação de alerta determina ainda o acionamento das estruturas de coordenação institucional e política territorialmente competentes e uma obrigação especial de colaboração dos meios de comunicação social e das operadoras móveis de telecomunicações na divulgação de informação relevante.</p>
<p>Na prática, até segunda-feira, a mensagem das autoridades é simples: não usar fogo, não recorrer a maquinaria que possa gerar faúlhas, evitar circulação em zonas florestais condicionadas e seguir as indicações da Proteção Civil, da GNR, da PSP e dos municípios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784849]]></sapo:autor>
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		<title>Vai andar de Metro esta sexta-feira? Sindicato alerta para perturbações na circulação durante a manhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 05:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[FECTRANS]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitano de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[plenário de trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[FECTRANS admitiu que “poderá haver algum impacto, sim, especialmente no período da manhã”, embora tenha afastado um cenário de paralisação total. “Nada que paralise a circulação”, indicou a estrutura sindical]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação no Metropolitano de Lisboa poderá sofrer alguns constrangimentos esta sexta-feira, sobretudo durante o período da manhã, devido à realização de plenários de trabalhadores convocados pelos sindicatos representativos da empresa.</p>
<p>À &#8216;Executive Digest&#8217;, a FECTRANS admitiu que “poderá haver algum impacto, sim, especialmente no período da manhã”, embora tenha afastado um cenário de paragem total. “Nada que paralise a circulação”, indicou a estrutura sindical.</p>
<p>Os sindicatos convocaram dois plenários para esta sexta-feira com o objetivo de analisar o estado do processo negocial com a administração do Metropolitano de Lisboa, no âmbito da revisão anual. Segundo a FECTRANS, as reuniões destinam-se a diferentes grupos profissionais para garantir uma participação mais alargada dos trabalhadores nas propostas em discussão.</p>
<p>O primeiro plenário, dirigido à generalidade dos trabalhadores, realiza-se entre as 10h00 e as 11h00, no Parque de Material e Oficinas III. O segundo, destinado aos trabalhadores dos Serviços Noturnos e Via, decorre entre as 23h30 e as 00h30, na Sala da Via.</p>
<p>“Vamos levar aos trabalhadores o resultado das negociações com o Conselho de Administração”, adiantou a FECTRANS, explicando que a ordem de trabalhos se centra na análise e decisão sobre a atual fase do processo negocial relativo à revisão de 2026.</p>
<p>A estrutura sindical sublinha que os plenários são importantes para assegurar transparência, debate informado e unidade entre os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa. A participação dos trabalhadores é apresentada como essencial para reforçar a posição coletiva no processo de negociação com a administração.</p>
<p>O contexto negocial tem sido marcado por divergências. A 11.ª reunião de negociação do Acordo de Empresa terminou sem entendimento entre a administração e as estruturas sindicais, mantendo-se o impasse nas matérias consideradas mais sensíveis pelos trabalhadores.</p>
<p>Entre os pontos em aberto estão matérias remuneratórias, a participação em “eventos especiais”, a redução do horário de trabalho nas áreas subterrâneas e o pagamento de componentes variáveis da remuneração. Do lado sindical, tem sido reiterada a necessidade de garantir melhorias salariais que beneficiem o conjunto dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo informação anteriormente divulgada pelas estruturas sindicais, a administração do Metropolitano de Lisboa manteve a posição de que não dispõe de margem financeira para apresentar novas propostas remuneratórias. A única alteração colocada em cima da mesa foi o prolongamento da vigência do acordo de empresa até ao final de 2032.</p>
<p>Os sindicatos contestam ainda qualquer imposição que obrigue trabalhadores a desempenhar funções fora do horário normal em chamados “eventos especiais”. Outro ponto de divergência prende-se com a redução do horário nas áreas subterrâneas: as estruturas representativas defendem que a medida deve ser aplicada em dois anos, enquanto a proposta da empresa prevê uma implementação faseada ao longo de três.</p>
<p>No caso dos pagamentos de componentes variáveis da remuneração, os sindicatos afirmaram que o Metropolitano de Lisboa admitiu ainda não ter calendário definido para a sua concretização.</p>
<p>Apesar da possibilidade de constrangimentos esta sexta-feira, a FECTRANS afasta, para já, um impacto comparável a uma greve ou a uma paralisação do serviço. O principal efeito poderá sentir-se no período do primeiro plenário, entre as 10h00 e as 11h00, embora a circulação não deva ficar totalmente suspensa.</p>
<p>Os passageiros são, ainda assim, aconselhados a acompanhar a informação operacional do Metropolitano de Lisboa ao longo da manhã, sobretudo se tiverem deslocações dependentes da rede de metro nesse período.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784784]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Suíça vence Argélia e segue para os &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 04:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suíça qualificou-se na quinta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Argélia por 2-0, no 13.º jogo dos '16 avos', em Vancouver, no Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Suíça qualificou-se na quinta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Argélia por 2-0, no 13.º jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, em Vancouver, no Canadá.</P><br />
<P>Breel Embolo, aos 10 minutos, servido por Johan Manzambi, e Dan Ndoye, aos 46, apontaram os tentos dos helvéticos, que não venciam um jogo a eliminar desde 1938.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, a Suíça vai defrontar, na terça-feira, em Vancouver, o vencedor do embate de hoje entre a Colômbia, vencedora do agrupamento de Portugal, e o Gana, orientado pelo português Carlos Queiroz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785012]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo de magnitude 6,2 registado no nordeste da Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 04:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 6,2 abalou hoje a ilha de Halmahera, no nordeste da Indonésia, sem que as autoridades tenham, até ao momento, comunicado vítimas ou danos materiais, nem ativado o alerta de tsunami.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 6,2 abalou hoje a ilha de Halmahera, no nordeste da Indonésia, sem que as autoridades tenham, até ao momento, comunicado vítimas ou danos materiais, nem ativado o alerta de tsunami.</P><br />
<P>O Serviço Geológico dos Estados Unidos, que regista a atividade sísmica em todo o mundo, localizou o tremor no mar, a 58,5 quilómetros da cidade de Tobelo, capital da região e maior cidade da ilha, com o hipocentro situado a 120 quilómetros de profundidade.</P><br />
<P>No início de abril, uma pessoa morreu na província de Celebes Setentrional após um sismo de magnitude 7,4 ter sacudido o mar das Molucas, que separa as ilhas indonésias das Molucas e de Celebes, levando à ativação de um alerta de tsunami para essa região da Indonésia e para o sul das Filipinas.</P><br />
<P>Em dezembro de 2004, um forte sismo no norte de Sumatra provocou um tsunami que causou mais de 226 mil mortos numa dúzia de países banhados pelo oceano Índico.</P><br />
<P>A Indonésia situa-se sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de elevada atividade sísmica e vulcânica, onde se registam anualmente cerca de 7.000 sismos, na maioria moderados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785011]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Vouzela alcança distrito de Aveiro e já causou sete feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 03:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou em Vouzela, distrito de Viseu, alcançou o distrito de Aveiro, está a afetar "populações isoladas" e já causou, pelo menos, sete feridos, disse hoje à Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou em Vouzela, distrito de Viseu, alcançou o distrito de Aveiro, está a afetar &#8220;populações isoladas&#8221; e já causou, pelo menos, sete feridos, disse hoje à Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>Por volta das 04:00, mais de 800 operacionais encontravam-se a combater este fogo, auxiliados por mais de 250 veículos, de acordo com o Comando Sub-regional de Viseu Dão Lafões.</P><br />
<P>O fogo, &#8220;ativo com três frentes, a laborar com intensidade e com o vento a complicar os trabalhos&#8221;, causou no distrito de Viseu, pelo menos, seis vítimas &#8211; todas com ferimentos ligeiros &#8211; entre os agentes da Protecão Civil, incluindo bombeiros.</P><br />
<P>À Lusa, o comandante António Ribeiro, do Comando Sub-regional da Região de Aveiro disse que, &#8220;dadas as condições atmosféricas e meteorológicas do dia e ventos muito fortes&#8221;, o fogo &#8220;tem vindo a afetar todo o concelho de Águeda, desde a parte mais serrana até quase à parte urbana da cidade&#8221;</P><br />
<P>Este &#8220;incêndio muito intenso&#8221;, continuou o responsável, está &#8220;a afetar muitas populações isoladas&#8221;, sendo necessário &#8220;um esforço muito grande no combate para conseguir salvaguardar todos estes bens&#8221;. </P><br />
<P>António Ribeiro indicou ainda a existência de um ferido, não havendo mais informações sobre o estado da vítima.</P><br />
<P>O alerta para a ocorrência foi dado por volta das 03:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou na quinta-feira o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>   Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está desde quinta-feira ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, Santarém e Lisboa, sendo que estes dos últimos distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de hoje</P><br />
<P>Hoje estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</P></p>
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