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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Jun 2026 14:36:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Explicador. Putin pede negociações enquanto a Rússia arde: sinal de fraqueza ou nova manobra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Putin estará cada vez mais pressionado por ataques ucranianos contra refinarias, cadeias logísticas, aeroportos e infraestruturas estratégicas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia está a perder a guerra contra a Ucrânia e o sinal mais claro terá vindo do próprio Vladimir Putin, defende uma análise publicada pelo &#8216;The Independent&#8217;. O texto interpreta o recente apelo do presidente russo ao regresso das negociações de paz como um sinal de fragilidade, num momento em que infraestruturas petrolíferas russas ardem, pontes para territórios ocupados são atingidas e a campanha ucraniana dentro da retaguarda russa ganha intensidade.</p>
<p>A leitura parte da ideia de que Putin estará cada vez mais pressionado por ataques ucranianos contra refinarias, cadeias logísticas, aeroportos e infraestruturas estratégicas. Segundo esta análise, a Rússia enfrenta dificuldades militares e económicas crescentes, enquanto a narrativa interna de entusiasmo pela guerra se torna mais difícil de sustentar nos meios de comunicação controlados pelo Kremlin.</p>
<p>O presidente russo afirmou esta semana que a Rússia está pronta para negociações de paz com a Ucrânia, poucos dias depois de novos ataques ucranianos contra infraestruturas petrolíferas russas terem agravado falhas no abastecimento de combustível. Para o jornal, o timing da declaração é relevante: surge quando Moscovo procura regressar a um cenário em que parte dos aliados ocidentais acreditava que Kiev estava a perder e deveria aceitar algum tipo de acordo.</p>
<p>Putin defendeu que Moscovo está pronta para avançar com base nos entendimentos alcançados em Istambul, recordando que essas conversações tinham sido iniciadas pela delegação ucraniana. A análise do jornal britânico considera, porém, que essa leitura ignora a evolução recente no terreno e o impacto da campanha ucraniana contra pontos críticos da máquina militar e energética russa.</p>
<p>O texto sustenta que os ataques da Ucrânia às infraestruturas petrolíferas e logísticas russas estão a atingir um objetivo que o próprio Putin terá reconhecido ao acusar Kiev de tentar “desestabilizar a sociedade”. Para o &#8216;The Independent&#8217;, esta formulação mostra que o Kremlin acredita que a pressão está a produzir efeitos.</p>
<p>A análise enquadra ainda a posição de Donald Trump como elemento central. O texto recorda que o presidente americano tem sido visto como favorável a Moscovo em vários momentos, depois de ter cortado ajuda militar a Kiev, exagerado o valor do apoio americano à Ucrânia para 300 mil milhões de dólares, cerca de 263,4 mil milhões de euros, quando o valor estaria mais próximo de 120 mil milhões de dólares, cerca de 105,4 mil milhões de euros, e protagonizado episódios de forte pressão sobre Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Ainda assim, o artigo defende que o Kremlin começa a recear uma mudança de atitude de Washington, numa altura em que Trump se prepara para se reunir com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte. A ideia central é que Trump gosta de apoiar vencedores e que a perceção de que a Rússia está a perder pode alterar os cálculos políticos americanos.</p>
<p>O texto cita queixas recentes de responsáveis russos sobre aquilo que dizem ter sido uma mudança de rumo dos Estados Unidos. Yuri Ushakov, conselheiro do Kremlin, afirmou que apenas um dos lados permaneceu comprometido com os entendimentos alegadamente alcançados na cimeira de Anchorage, no ano passado, onde Moscovo acreditaria ter conseguido uma base para consolidar o controlo sobre uma parte significativa do território ucraniano.</p>
<p>Também o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, sugeriu que a cimeira de Anchorage poderá ter sido uma manobra americana para ganhar tempo e rearmar o “regime de Kiev”. O seu vice-ministro, Sergei Ryabkov, acusou Washington de se afastar dos “entendimentos fundamentais” alcançados no Alasca e de se aproximar das posições mais duras de aliados europeus como o Reino Unido e França.</p>
<p>A Crimeia, anexada ilegalmente pela Rússia em 2014 e ocupada desde então, é apresentada como uma das zonas mais afetadas pela campanha aérea ucraniana. Em Sevastopol, base da Frota russa do Mar Negro, o governador instalado por Moscovo, Mikhail Razvozhayev, anunciou esta semana medidas temporárias obrigatórias, incluindo o encerramento dos transportes públicos às 22h00 e de grandes lojas e cafés às 20h00.</p>
<p>As dificuldades no abastecimento de combustível começam, segundo a análise, a afetar uma das principais conquistas simbólicas e estratégicas de Moscovo na Ucrânia. Para o jornal, a pressão sobre a Crimeia e sobre as ligações logísticas russas mostra que Kiev conseguiu transformar ataques de médio alcance numa ferramenta de desgaste profundo contra a retaguarda russa.</p>
<p>A análise liga ainda a situação militar à instabilidade política no Ocidente. O Reino Unido e outros aliados europeus enfrentam o desafio de aumentar rapidamente as suas capacidades de defesa sem desequilibrar os orçamentos nacionais. O texto recorda a turbulência política britânica e interpreta a instabilidade em Londres como algo visto em Moscovo como uma vitória dos esforços russos de desestabilização.</p>
<p>O artigo argumenta que a Rússia já conduz uma guerra híbrida contra o Reino Unido e outros aliados, através de sabotagem, incêndios, ataques, campanhas de desinformação e esforços para enfraquecer lideranças ocidentais. Nas redes sociais, Moscovo é acusada de alimentar narrativas falsas, extremismo e perceções distorcidas sobre insegurança e decadência ocidental.</p>
<p>Ainda assim, o texto sustenta que existe uma alternativa para a Europa e para os Estados Unidos: reforçar o sucesso ucraniano em vez de pressionar Kiev para congelar as linhas da frente. A prioridade, defende a análise, deveria ser ajudar a Ucrânia a partir a espinha dorsal da logística russa, até tornar possível um colapso da frente de Moscovo.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; argumenta que uma derrota militar russa criaria riscos internos para o Kremlin. O texto lembra que Putin conhece bem a história russa e o impacto de exércitos derrotados no regresso a casa, evocando o papel da humilhação militar na I Guerra Mundial no colapso do regime czarista.</p>
<p>A análise vai mais longe e sugere que a Rússia, enquanto federação de repúblicas e regiões governadas a partir de Moscovo, poderá enfrentar tensões internas se a guerra se tornar insustentável. Regiões como Inguchétia, Daguestão, Tartaristão, Bashkortostan, Sakha, Tuva e Buriátia são apontadas como territórios que fornecem muitos dos soldados mortos na guerra e que poderão contestar o domínio de Moscovo em caso de colapso militar.</p>
<p>Segundo o texto, a Rússia perde cerca de 35 mil homens por mês na guerra contra a Ucrânia. Neste contexto, o jornal defende que os aliados de Kiev não devem aceitar negociações baseadas em exigências consideradas irreais, como neutralidade permanente, enfraquecimento militar duradouro da Ucrânia ou perda territorial.</p>
<p>A conclusão da análise é clara: em vez de aceitar um regresso às negociações nos termos pretendidos por Moscovo, os aliados ocidentais deveriam aproveitar a vulnerabilidade exposta por Putin e reforçar a Ucrânia, para reduzir a ameaça representada pelo Kremlin no curto e médio prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781040]]></sapo:autor>
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		<title>Elon Musk fez história como primeiro trilionário, mas o &#8216;reinado&#8217; durou menos de duas semanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Fortuna de Musk caiu para cerca de 957 mil milhões de dólares, aproximadamente 840 mil milhões de euros, encerrando a breve passagem do empresário pelo patamar inédito dos 13 dígitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O reinado de Elon Musk como primeira pessoa no mundo com uma fortuna avaliada em mais de 1 bilião de dólares foi curto. Menos de duas semanas depois de ter feito história, uma forte queda nas ações da SpaceX e da Tesla fez recuar o património do empresário para baixo dessa fasquia, escreve o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Bloomberg Billionaires Index&#8217;, a fortuna de Musk caiu para cerca de 957 mil milhões de dólares, aproximadamente 840 mil milhões de euros, encerrando a breve passagem do empresário pelo patamar inédito dos 13 dígitos.</p>
<p>A descida surge depois de uma forte correção nas ações da SpaceX, na sequência da estreia em bolsa da empresa no início deste mês. Musk tornou-se a primeira pessoa no mundo a atingir uma fortuna de 1 bilião de dólares, cerca de 878 mil milhões de euros, a 12 de junho, quando a entrada da SpaceX no mercado acionista levou a avaliação da empresa para acima dos 2 biliões de dólares, cerca de 1,76 biliões de euros.</p>
<p>O entusiasmo dos investidores chegou mesmo a elevar temporariamente a fortuna de Musk para cerca de 1,1 biliões de dólares, aproximadamente 966 mil milhões de euros. Mas a euforia em torno da operação perdeu força rapidamente.</p>
<p>No auge, a SpaceX chegou a estar avaliada em quase 3 biliões de dólares, cerca de 2,63 biliões de euros, tornando-se por instantes uma das empresas mais valiosas do mundo. Desde então, a capitalização bolsista recuou para pouco acima dos 2 biliões de dólares, o equivalente a cerca de 1,76 biliões de euros.</p>
<p>A queda eliminou quase 1 bilião de dólares, cerca de 878 mil milhões de euros, em valor de mercado em pouco mais de uma semana. Só essa perda é quase equivalente à fortuna atual de Musk.</p>
<p>Danni Hewson, responsável de análise financeira da AJ Bell, afirmou ao &#8216;The Independent&#8217; que a correção mostra como as empresas recém-chegadas à bolsa podem atravessar períodos de forte volatilidade depois de desaparecer o entusiasmo inicial.</p>
<p>“SpaceX pode ter parecido encantada depois da sua oferta pública inicial recorde e da subida posterior, mas voltou à terra com impacto nos últimos dias, com as ações a chegarem a cair abaixo do preço de abertura da estreia em bolsa”, afirmou.</p>
<p>A analista acrescentou que as ações recém-listadas entram frequentemente numa fase de oscilação, à medida que o mercado avalia o novo ativo, alguns investidores procuram realizar ganhos e outros tentam perceber a que preço estarão dispostos a entrar.</p>
<p>No caso da SpaceX, considerou Hewson, muitas decisões poderão ter sido emocionais e baseadas na expectativa de grandes avanços na exploração e utilização do espaço. Ainda assim, sublinhou que o investimento deve ser encarado com clareza e paciência, mesmo quando estão em causa números tão elevados.</p>
<p>A pressão sobre a SpaceX coincidiu com uma fraqueza mais ampla no setor tecnológico. A Tesla, outra peça central da fortuna de Musk, caiu 5,8% na passada segunda-feira, num contexto de venda de ações ligadas à inteligência artificial e aos semicondutores.</p>
<p>Como grande parte da riqueza de Musk está concentrada nas participações que detém nas suas empresas, e não em dinheiro, as oscilações nas ações da SpaceX e da Tesla podem provocar variações enormes no seu património de um dia para o outro.</p>
<p>Apesar de ter caído abaixo do patamar de 1 bilião de dólares, Musk continua confortavelmente como a pessoa mais rica do mundo. Segundo os rankings da &#8216;Bloomberg&#8217;, mantém uma vantagem substancial sobre os rivais mais próximos, incluindo Larry Page e Sergey Brin, cofundadores da Google, e Jeff Bezos, fundador da Amazon.</p>
<p>O episódio mostra que, mesmo nos níveis mais altos da riqueza global, as fortunas podem subir e descer em montantes superiores à produção económica anual de muitos países.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781022]]></sapo:autor>
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		<title>FMI defende medidas em Portugal para aumentar flexibilidade no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:17:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Jean-François Dauphin, chefe de missão para Portugal, salientou que "aumentar a flexibilidade no mercado de trabalho, vai ajudar a um melhor uso dos recursos laborais e produtividade aumentada"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu hoje a necessidade de aumentar a flexibilidade no mercado de trabalho em Portugal, nomeadamente para acelerar a produtividade.</p>
<p>No relatório elaborado ao abrigo do artigo IV para Portugal divulgado hoje, o FMI considera que a &#8220;persistente disparidade de rendimentos entre Portugal e os seus pares da zona euro exige reformas para aumentar a produtividade, eliminando os desincentivos ao crescimento das empresas, simplificando a burocracia, impulsionando o investimento no capital humano, melhorando o acesso das PME ao financiamento e abordando a dualidade do mercado de trabalho&#8221;.</p>
<p>&#8220;As reformas para melhorar a eficiência do mercado de trabalho e aprimorar ainda mais as habilidades da força de trabalho devem continuar a ser uma prioridade&#8221;, salientou o FMI, considerando que uma maior flexibilidade poderia permitir &#8220;reduzir a dualidade do mercado de trabalho e melhorar a alocação de recursos para os setores ou empresas mais produtivos&#8221;.</p>
<p>Numa conferência de imprensa sobre o relatório, Jean-François Dauphin, chefe de missão para Portugal, salientou que &#8220;aumentar a flexibilidade no mercado de trabalho, vai ajudar a um melhor uso dos recursos laborais e produtividade aumentada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma das prioridades seria tornar os contratos sem termo mais flexíveis para serem mais atrativos para as empresas e isso ajudaria a reduzir a dualidade, aumentava a percentagem de emprego estável e dava a empresas maiores incentivos para investir em formação&#8221;, argumentou o responsável.</p>
<p>Jean-François Dauphin assumiu que pode parecer paradoxal, mas que tornar o despedimento mais fácil poderia aumentar os contratos sem termo, já que com a rigidez nos despedimentos, as empresas &#8220;não querem os riscos de ter de empregar pessoas que podem não encaixar&#8221; e levar, por isso, a contratar trabalhadores com contratos mais curtos e com termo.</p>
<p>Ao tornar o despedimento mais flexível, as empresas &#8220;teriam mais incentivo para escolher um contrato sem termo em vez do curto prazo&#8221;, considerou.</p>
<p>No relatório, o FMI defendeu também o foco na reforma tributária, na melhoria da eficiência dos gastos e em reformas para conter as pressões de despesa decorrentes do envelhecimento da população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781005]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço do ouro abaixo dos 4.000 dólares atinge mínimos de novembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-do-ouro-abaixo-dos-4-000-dolares-atinge-minimos-de-novembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do ouro ficou hoje abaixo dos 4.000 dólares (cerca de 3.508 euros) por onça, ficando em mínimos de novembro, pressionado pela expectativa de um aumento das taxas de juro nos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do ouro ficou hoje abaixo dos 4.000 dólares (cerca de 3.508 euros) por onça, ficando em mínimos de novembro, pressionado pela expectativa de um aumento das taxas de juro nos EUA. </P><br />
<P>Pelas 13:05 (hora de Lisboa), o ouro estava a cair 3,36% para 3.978,67 dólares por onça. </P><br />
<P>O preço do ouro está a ser pressionado pela expectativa de um aumento das taxas de juro nos EUA, perante uma inflação crescente, alimentada pelo conflito no Médio Oriente.  </P><br />
<P>Esta perspetiva torna os títulos do Tesouro dos EUA e o dólar mais atrativos para os investidores, uma vez que são ativos de refúgio que competem com o ouro.   </P><br />
<P>O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;O memorando de entendimento de Islamabade não é o resultado de pressão ou coação, mas sim da resistência e da determinação da corajosa nação iraniana&#8221;, afirmou Ghalibaf numa conferência em Baku, no Azerbaijão, transmitida pela televisão iraniana.</P><br />
<P>&#8220;É por isso que o memorando de entendimento de Islamabade assumiu o valor de uma declaração de derrota para os Estados Unidos&#8221;, disse Ghalibaf, chefe da equipa iraniana nas negociações com Washington e presidente do Parlamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781006]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito Agrícola alarga oferta de pagamento para comerciantes ao aderir a rede presente em mais de 180 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:16:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Crédito Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Crédito Agrícola reforçou a sua oferta de soluções de pagamento para comerciantes com a integração da rede UnionPay International (UPI) no serviço CA Crédito Agrícola PAY.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Crédito Agrícola reforçou a sua oferta de soluções de pagamento para comerciantes com a integração da rede UnionPay International (UPI) no serviço CA Crédito Agrícola PAY, permitindo aos clientes empresariais aceitar pagamentos realizados com cartões UnionPay tanto em terminais físicos como em canais de comércio eletrónico.</p>
<p>A nova funcionalidade passa a estar disponível em toda a oferta de aceitação de pagamentos do banco, incluindo terminais de pagamento automático (TPA), soluções smartPOS e gateways de pagamentos online, alargando os meios de pagamento que os comerciantes podem disponibilizar aos seus clientes.</p>
<p>Segundo o banco, a integração da UnionPay visa responder à crescente internacionalização dos negócios e dos hábitos de consumo. Com presença em mais de 180 países, a UnionPay é atualmente a maior rede de cartões do mundo em número de cartões emitidos, sendo particularmente utilizada por consumidores oriundos dos mercados asiáticos.</p>
<p>Com esta parceria, os comerciantes clientes do Crédito Agrícola passam a poder captar novos fluxos de negócio junto de utilizadores desta rede, especialmente em setores como turismo, retalho, hotelaria, restauração e comércio internacional.</p>
<p>A instituição financeira considera que esta evolução reforça a sua proposta de valor na área da aceitação de pagamentos, disponibilizando uma solução mais abrangente e adaptada às necessidades de um mercado cada vez mais digital, omnicanal e global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781011]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carros chineses já conquistam os portugueses: procura quase triplica e elétricos aceleram no Standvirtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os dados do portal automóvel, a procura por marcas chinesas aumentou 274% face ao período homólogo de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por marcas automóveis chinesas no Standvirtual quase triplicou no último ano, refletindo o crescente interesse dos portugueses por estas insígnias, sobretudo no segmento dos veículos elétricos. Segundo os dados do portal automóvel, a procura por marcas chinesas aumentou 274% face ao período homólogo de 2025.</p>
<p>Esta evolução traduziu-se também numa duplicação da quota de mercado destas marcas no Standvirtual, que passou de aproximadamente 1% para 2,35%, tendo atingido o valor mais elevado em abril.</p>
<p>O crescimento é ainda mais expressivo quando se olha para os veículos elétricos. A procura por modelos elétricos chineses aumentou 329% face ao ano anterior e representa atualmente 10% da procura total por elétricos no portal. Na prática, cerca de um em cada dez contactos gerados para veículos elétricos já corresponde a uma marca chinesa.</p>
<p>Entre os modelos mais procurados, o BYD Atto 3 ocupa a primeira posição. As marcas BYD e MG dominam igualmente o ranking dos modelos chineses mais procurados, com nove dos dez lugares a pertencerem a estas duas insígnias. A MG destaca-se por apresentar a maior diversidade de modelos entre os mais pesquisados.</p>
<p>“O crescimento da procura por marcas chinesas resulta de uma combinação entre uma oferta cada vez mais diversificada, preços competitivos e uma forte aposta na eletrificação”, afirma Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual.</p>
<p>O responsável acrescenta que estas marcas têm vindo a ganhar notoriedade junto dos consumidores portugueses, apoiadas por investimentos significativos em comunicação e marketing, bem como por estratégias comerciais que lhes permitem reforçar a presença num mercado cada vez mais competitivo.</p>
<p>A subida da procura tem sido acompanhada por uma expansão da oferta disponível. O stock de anúncios de veículos chineses novos quadruplicou face ao período homólogo, confirmando o reforço da presença destas marcas no mercado nacional.</p>
<p>Desde outubro de 2025, as marcas chinesas representam de forma consistente, na generalidade dos meses, mais de 10% da oferta de veículos novos no Standvirtual, tendo atingido um pico de 12% nesse mesmo mês.</p>
<p>No mercado de usados, a oferta também está a crescer. Comparando março de 2026 com março de 2025, o número de anúncios de veículos chineses usados aumentou 132%.</p>
<p>Ao nível dos preços médios, o Standvirtual identifica uma estabilização progressiva do mercado. Depois de uma fase inicial de ajustamento, os veículos chineses novos estabilizaram em torno dos 38 mil euros entre o final de 2025 e abril de 2026.</p>
<p>Já no mercado de usados, os preços médios situaram-se entre os 28 mil e os 29 mil euros. Esta aproximação entre novos e usados reduz a diferença de preço e reforça a competitividade dos modelos novos junto dos consumidores portugueses.</p>
<p>Os dados apontam, assim, para uma presença cada vez mais relevante das marcas chinesas no mercado automóvel português, com destaque para o segmento elétrico, onde estas insígnias estão a ganhar terreno através de maior oferta, preços competitivos e modelos com crescente notoriedade junto dos condutores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780998]]></sapo:autor>
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		<title>Bactéria &#8220;carnívora&#8221; espalha-se pelas praias da Europa e preocupa autoridades de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[O início da época balnear na Europa está a ser acompanhado por uma crescente preocupação entre especialistas em saúde pública e ambiente devido à expansão da bactéria Vibrio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início da época balnear na Europa está a ser acompanhado por uma crescente preocupação entre especialistas em saúde pública e ambiente devido à expansão da bactéria Vibrio, frequentemente apelidada de “bactéria carnívora”. O fenómeno, associado ao aumento da temperatura das águas e às alterações nos ecossistemas marinhos, já levou ao encerramento de várias praias em Espanha e está a colocar as autoridades em alerta, particularmente na região do Mediterrâneo.</p>
<p>Milhões de turistas dirigem-se todos os anos para as zonas costeiras europeias durante os meses de verão. No entanto, especialistas alertam que as alterações climáticas estão a criar condições cada vez mais favoráveis à proliferação de microrganismos potencialmente perigosos, incluindo algumas estirpes da bactéria Vibrio.</p>
<p>Segundo Hatim Aznague, analista de Projetos, Ação Climática e Resiliência Energética da União para o Mediterrâneo, o fenómeno representa um sinal claro das transformações que estão a ocorrer no ambiente marinho.</p>
<p>“O Mediterrâneo está a mostrar-nos aquilo que representa um mundo mais quente”, afirmou o especialista. “Os países que partilham este mar ainda podem escolher partilhar uma solução.”</p>
<p><strong>O que é a bactéria Vibrio</strong><br />
A Vibrio é uma bactéria aquática que ocorre naturalmente em ambientes marinhos e em águas salobras, sobretudo em zonas onde os rios desaguam no mar.</p>
<p>De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), algumas variantes podem estar presentes em produtos do mar e provocar doenças que vão desde gastroenterites até infeções graves e potencialmente fatais.</p>
<p>Entre as espécies mais relevantes identificadas na Europa encontram-se a Vibrio vulnificus, a Vibrio parahaemolyticus e determinadas variantes da Vibrio cholerae.</p>
<p>As infeções podem ocorrer através do consumo de marisco cru ou mal cozinhado, mas também através do contacto entre água contaminada e feridas abertas na pele.</p>
<p><strong>Porque lhe chamam “bactéria carnívora”</strong><br />
Embora a designação seja popular e não científica, algumas infeções provocadas pela Vibrio podem evoluir para quadros extremamente graves.</p>
<p>Segundo a organização internacional Gavi, em situações severas a bactéria pode desencadear fasceíte necrosante, uma infeção rara mas muito agressiva que provoca a destruição rápida dos tecidos à volta da zona afetada.</p>
<p>Em casos mais graves, a bactéria pode entrar na corrente sanguínea, originando septicemia. Algumas vítimas necessitam inclusivamente da amputação dos membros afetados para impedir a propagação da infeção.</p>
<p><strong>Autoridades europeias alertam para aumento do risco durante o verão</strong><br />
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) alertou para um aumento do risco de infeções por Vibrio ao longo da época estival, especialmente durante períodos de ondas de calor e em águas costeiras pouco profundas.</p>
<p>O risco é agravado pela combinação de vários fatores ambientais, incluindo temperaturas mais elevadas da água, redução da salinidade em determinadas zonas costeiras e alterações do equilíbrio natural dos ecossistemas marinhos.</p>
<p>Para Hatim Aznague, o aparecimento destas bactérias deve ser interpretado como um sintoma de problemas ambientais mais profundos.</p>
<p>“As bactérias não são a história; são os mensageiros. A verdadeira história é um mar que perdeu o equilíbrio devido ao calor e à poluição”, afirmou.</p>
<p><strong>Mediterrâneo é uma das regiões mais vulneráveis do planeta</strong><br />
Os especialistas consideram o Mediterrâneo uma das áreas do mundo mais expostas aos impactos das alterações climáticas.</p>
<p>Segundo Aznague, esta região não deve ser encarada apenas como uma vítima do aquecimento global, mas como uma antevisão do que poderá acontecer noutras partes do planeta.</p>
<p>“É importante sublinhar que o Mediterrâneo não é uma vítima das alterações climáticas, mas uma antevisão delas. É um dos mares que aquece mais rapidamente em todo o planeta”, explicou.</p>
<p>O aumento da temperatura da água, associado à poluição e à diminuição da salinidade em determinadas zonas costeiras, cria condições ideais para o desenvolvimento de microrganismos patogénicos.</p>
<p>“Águas mais quentes, sobretudo quando apresentam menor salinidade, como acontece nas fozes dos rios e nas lagoas costeiras, tornam-se mais favoráveis à proliferação de bactérias patogénicas”, acrescentou.</p>
<p><strong>Alterações climáticas deverão agravar o problema</strong><br />
A EFSA alerta que a presença da bactéria Vibrio nos produtos do mar deverá aumentar tanto na Europa como noutras regiões do mundo devido às alterações climáticas.</p>
<p>Os especialistas apontam especialmente para áreas de baixa salinidade e estuários, onde as condições ambientais favorecem a sobrevivência e multiplicação destes microrganismos.</p>
<p>Neste contexto, o Mediterrâneo surge como uma das regiões mais sensíveis, devido à combinação de águas em aquecimento acelerado e uma enorme pressão turística ao longo do ano.</p>
<p><strong>Encerramento de praias pode afetar turismo e economia</strong><br />
A expansão da Vibrio não representa apenas um desafio sanitário. O impacto económico poderá ser igualmente significativo.</p>
<p>O encerramento temporário de praias ou a emissão de alertas sanitários durante a época alta afetam diretamente uma das atividades económicas mais importantes da Europa: o turismo costeiro.</p>
<p>“Nas nossas costas, a linha de praia não faz parte da economia; ela é a economia”, afirmou Aznague.</p>
<p>Segundo o especialista, cada encerramento representa custos imediatos para hotéis, restaurantes, operadores turísticos e restantes negócios dependentes da atividade balnear.</p>
<p>“Uma praia encerrada é um impacto climático que vem acompanhado de uma fatura”, alertou, sublinhando ainda que os danos reputacionais podem demorar anos a ser revertidos.</p>
<p><strong>Uma das regiões turísticas mais importantes do mundo</strong><br />
O Mediterrâneo continua a ser a região turística mais visitada do planeta, o que amplifica qualquer perturbação relacionada com a qualidade da água ou a segurança sanitária.</p>
<p>Milhares de comunidades costeiras dependem diretamente da estabilidade ambiental da região, tornando a proliferação de bactérias e outros efeitos das alterações climáticas um desafio crescente para governos e autoridades locais.</p>
<p>Além disso, a EFSA refere que o aumento das temperaturas e dos fenómenos meteorológicos extremos está a ampliar as zonas consideradas de risco elevado.</p>
<p>Outro motivo de preocupação prende-se com a resistência antimicrobiana detetada em algumas estirpes da bactéria, um fenómeno que pode dificultar tratamentos futuros.</p>
<p><strong>Um problema atual e não uma ameaça distante</strong><br />
Para a União para o Mediterrâneo, o avanço da Vibrio demonstra que os efeitos das alterações climáticas deixaram de ser uma preocupação distante para se tornarem uma realidade presente.</p>
<p>A organização considera que o Mediterrâneo funciona como um verdadeiro termómetro global, permitindo observar tendências que poderão surgir noutras regiões do mundo nas próximas décadas.</p>
<p>Face a este cenário, os especialistas defendem uma maior cooperação internacional e medidas coordenadas para proteger tanto a saúde pública como os ecossistemas marinhos.</p>
<p>“Não é aceitável comprometer a nossa saúde nem o clima”, defendeu Aznague.</p>
<p>À medida que as temperaturas continuam a subir e os ecossistemas marinhos enfrentam pressões crescentes, a expansão da bactéria Vibrio surge como mais um sinal das profundas alterações que estão a transformar os mares europeus. Para os especialistas, a proliferação deste microrganismo não é apenas uma questão sanitária, mas um indicador claro de que o equilíbrio ambiental do Mediterrâneo está a mudar a uma velocidade cada vez maior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780966]]></sapo:autor>
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		<title>FMI prevê saldo orçamental nulo em Portugal em 2026 e 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o saldo orçamental de Portugal será nulo este ano, o que compara com a previsão de um défice de 0,1% do PIB em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o saldo orçamental de Portugal será nulo este ano, o que compara com a previsão de um défice de 0,1% do PIB em abril.</P><br />
<P>&#8220;A posição orçamental deverá estar amplamente equilibrada em 2026&#8221;, projeta o FMI, no relatório sobre a missão do Artigo IV, salientando que o &#8220;impacto dos gastos relacionados com tempestades é estimado preliminarmente em cerca de 0,3% do PIB&#8221;. </P><br />
<P>Além dos apoios para as tempestades, o Governo também aplicou o desconto no ISP devido à subida dos preços na energia e há outras medidas previstas no Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), que incluem, por exemplo, novos cortes no IRS.</P><br />
<P>O FMI salienta que o OE2026 ajudará a lidar com os choques recentes, mas alerta que a postura expansionista &#8220;pode agravar as pressões inflacionistas&#8221;.</P><br />
<P>A instituição considera ainda que manter posições orçamentais amplamente equilibradas no médio prazo, como o Governo projeta, vai exigir medidas adicionais de compensação.</P><br />
<P>Tendo em conta as pressões de depesa decorrentes do envelhecimento, os aumentos planeados nos gastos com defesa para atingir a meta da NATO de 3,5% do PIB até 2035 e o impacto permanente das reduções de impostos recentes e planeadas, a equipa do FMI projeta défices crescentes a partir de 2028, pelo que &#8220;são necessárias medidas compensatórias para atingir as metas&#8221;.</P><br />
<P>Já o Governo, que foi consultado nesta missão do Artigo IV, disse, segundo o relatório, concordar com muitas das recomendações de política orçamental da equipa do FMI, mas &#8220;confia que orçamentos equilibrados podem ser alcançados no médio prazo sem medidas adicionais de poupança&#8221;.</P><br />
<P>O executivo também projeta um saldo nulo este ano, previsão atualizada em abril no relatório anual de progresso enviado a Bruxelas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780983]]></sapo:autor>
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		<title>FMI volta a rever em baixa crescimento da economia portuguesa para 1,7% este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou hoje a rever em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 1,9% para 1,7% este ano, no relatório relativo ao Artigo IV.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou hoje a rever em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 1,9% para 1,7% este ano, no relatório relativo ao Artigo IV.</P><br />
<P>Esta projeção representa uma revisão em baixa face à estimativa do World Economic Outlook (WEO) de abril, que já tinha também sido revista em 0,2 pontos percentuais relativamente a outubro do ano passado.</P><br />
<P>Fica também abaixo da previsão do Governo, que no relatório anual de progresso enviado a Bruxelas no final de abril tinha previsto um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2% este ano.</P><br />
<P>A equipa do FMI salienta que os efeitos negativos da guerra no Médio Oriente deverão compensar o impacto de maiores fundos da União Europeia. </P><br />
<P>Além disso, &#8220;tempestades severas prejudicaram o crescimento no início do ano, mas espera-se que as reconstruções e reparos impulsionem a atividade posteriormente, de modo que o impacto anual das tempestades deve ser amplamente neutro&#8221;, considera. </P><br />
<P>Para 2027, o FMI prevê agora um crescimento de 1,6% em Portugal, e de 1,8% para 2028, de acordo com a atualização das previsões divulgada hoje pela instituição.</P><br />
<P>&#8220;A desaceleração adicional esperada em 2027 reflete principalmente o fim do investimento financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)&#8221;, explica.</P><br />
<P>Já a inflação (medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor) deverá aumentar para 3,4% em 2026, impulsionada pela subida dos preços das matérias-primas e, em menor grau, pelas pressões salariais, antes de recuar em 2027 para 2,3%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780982]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crianças à venda na Vinted? Autoridades francesas investigam suspeitas de tráfico de menores na plataforma</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/criancas-a-venda-na-vinted-autoridades-francesas-investigam-suspeitas-de-trafico-de-menores-na-plataforma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades francesas abriram uma investigação após o aparecimento de vários anúncios considerados suspeitos na plataforma de venda em segunda mão Vinted.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas abriram uma investigação após o aparecimento de vários anúncios considerados suspeitos na plataforma de venda em segunda mão Vinted, que nas últimas horas se tornaram virais nas redes sociais devido ao receio de poderem estar relacionados com atividades de tráfico de menores.</p>
<p>O caso ganhou dimensão depois de dezenas de capturas de ecrã e vídeos terem sido amplamente partilhados online, mostrando publicações com características consideradas incomuns e perturbadoras. Em comum, os anúncios apresentavam produtos aparentemente banais, como peluches e brinquedos, mas acompanhados por preços extremamente elevados e descrições que levantaram dúvidas entre os utilizadores.</p>
<p>Segundo as imagens divulgadas, alguns dos anúncios exibiam valores de milhares de euros e incluíam referências a idades, alturas ou tamanhos de roupa infantil. Entre as descrições que geraram maior preocupação encontravam-se expressões como “12 anos / 152”, uma referência normalmente associada a tamanhos de vestuário infantil, ou frases como “peluche pequeno e saudável”.</p>
<p><strong>Polícia francesa já está a investigar</strong><br />
Perante a crescente repercussão do caso e a multiplicação de denúncias nas redes sociais, a rádio francesa Europe 1 revelou que a polícia francesa já iniciou diligências para apurar a origem e o significado das publicações.</p>
<p>As autoridades decidiram reportar imediatamente os anúncios à PHAROS, a plataforma nacional francesa responsável pela receção e análise de denúncias relacionadas com conteúdos ilegais na internet.</p>
<p>O objetivo da investigação passa por determinar se existe efetivamente alguma atividade criminosa associada aos anúncios ou se as publicações têm outra explicação.</p>
<p>Até ao momento, não foram divulgadas conclusões oficiais nem existem indicações públicas de que tenha sido identificada qualquer rede criminosa ligada aos anúncios em causa.</p>
<p><strong>Um fenómeno que já teve antecedentes noutras plataformas</strong><br />
O caso recorda outras polémicas que surgiram nos últimos anos em plataformas de comércio eletrónico.</p>
<p>Em 2020, a empresa Wayfair esteve no centro de uma onda de especulações depois de vários utilizadores terem associado móveis vendidos a preços considerados excessivos a alegações de tráfico humano. Os produtos tinham nomes próprios femininos, o que alimentou teorias que rapidamente se espalharam online.</p>
<p>Contudo, após várias investigações, não foram encontradas provas que sustentassem essas acusações.</p>
<p>Situação semelhante ocorreu na plataforma Etsy, onde anúncios de fotografias de pizzas vendidos por valores muito elevados geraram suspeitas entre utilizadores. Apesar de nenhuma atividade criminosa ter sido confirmada, a empresa optou por remover as publicações por considerar que não eram fiáveis.</p>
<p><strong>O que é o Vinted?</strong><br />
O Vinted é uma das maiores plataformas europeias de compra e venda de artigos em segunda mão, permitindo aos utilizadores comercializar roupa, calçado, acessórios, equipamentos eletrónicos, móveis e diversos outros produtos.</p>
<p>Em Espanha e noutros países europeus, incluindo França, Bélgica e Países Baixos, a aplicação tornou-se uma das principais referências do mercado de moda em segunda mão, facilitando transações entre milhões de utilizadores.</p>
<p><strong>Há provas de tráfico de menores?</strong><br />
Apesar da preocupação gerada pelos anúncios, não existem atualmente provas concretas que demonstrem a existência de uma rede de tráfico de menores a operar através da plataforma.</p>
<p>As entidades especializadas em verificação de factos têm apelado à prudência, alertando para a necessidade de evitar conclusões precipitadas antes da divulgação dos resultados da investigação.</p>
<p>Ao mesmo tempo, recomendam que os utilizadores denunciem conteúdos suspeitos às plataformas e às autoridades competentes para que possam ser devidamente analisados.</p>
<p>Especialistas consideram improvável utilização direta da plataforma para esse fim</p>
<p>De acordo com a organização austríaca Mimikama, especializada em verificação de informação e combate à desinformação online, é pouco provável que grupos criminosos envolvidos em tráfico humano utilizem uma plataforma de grande visibilidade para anunciar diretamente atividades ilegais.</p>
<p>A organização considera que seria “extremamente arriscado” para qualquer estrutura criminosa recorrer a um marketplace amplamente utilizado e sujeito a monitorização constante.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas sublinham que plataformas digitais podem ser utilizadas de forma abusiva para estabelecer contactos, promover esquemas fraudulentos ou transmitir mensagens codificadas entre utilizadores.</p>
<p>Por essa razão, as autoridades francesas decidiram avançar com a investigação para esclarecer a natureza dos anúncios que têm alimentado especulações nas redes sociais e determinar se existe efetivamente qualquer atividade ilícita associada às publicações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780944]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Jogo de Portugal foi o mais visto do dia com mais de 3,1 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O segundo jogo da fase de grupos de Portugal no Mundial 2026, que deu a vitória à equipa das 'quinas' frente ao Uzbequistão, transmitido pela TVI foi o programa mais visto na terça-feira, segundo a CAEM/MediaMonitor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O segundo jogo da fase de grupos de Portugal no Mundial 2026, que deu a vitória à equipa das &#8216;quinas&#8217; frente ao Uzbequistão, transmitido pela TVI foi o programa mais visto na terça-feira, segundo a CAEM/MediaMonitor.</P><br />
<P>A seleção portuguesa de futebol goleou por 5-0 o Uzbequistão, em jogo da segunda jornada, disputado em Houston, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;O segundo jogo da fase de grupos de Portugal no Mundial 2026, que colocou a seleção frente ao Uzbequistão, transmitido na TVI, destacou-se como o programa mais visto do dia, registando uma audiência média de 3.111.400 espetadores&#8221;, refere a análise da CAEM/MediaMonitor. </P><br />
<P>Em comparação com o segundo encontro de Portugal no Mundial 2022, realizado no Qatar e transmitido pela RTP1, no dia 28 de novembro de 2022, frente ao Uruguai, este alcançou uma audiência média de 3.601.800 espetadores, sendo também o programa mais visto do dia&#8221;.</P><br />
<P>Depois do empate 1-1 diante da República Democrática do Congo na estreia, Portugal garantiu o triunfo com um &#8216;bis&#8217; de Cristiano Ronaldo (06 e 39 minutos) &#8211; que se tornou o primeiro jogador da história a marcar em seis Mundiais e o melhor marcador luso em fases finais da competição, com 10 golos -, um golo de Nuno Mendes (17), um autogolo do guarda-redes Abduvohid Nematov (60) e um tento de Rafael Leão (87).</P><br />
<P>O primeiro jogo entre Portugal e RD Congo, transmitido na SIC, registou uma audiência superior à do mundial de 2022, contando com uma audiência média de 3,05 milhões de telespetadores.</P><br />
<P>Portugal defronta a Colômbia em Miami, num jogo agendado para sábado, pelas 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial 2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780936]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mansão das festas &#8220;bunga-bunga&#8221; de Berlusconi vendida por 350 milhões de euros à família real do Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das propriedades mais emblemáticas e controversas da política italiana mudou de proprietário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das propriedades mais emblemáticas e controversas da política italiana mudou de proprietário. A Villa Certosa, luxuosa residência na Sardenha que pertenceu ao antigo primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, foi adquirida por Hamad bin Jassim bin Jabr Al Thani, antigo primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, segundo avançou o jornal italiano La Repubblica.</p>
<p>O negócio terá sido concluído por cerca de 350 milhões de euros e surge aproximadamente um ano depois de a família de Berlusconi ter colocado a propriedade no mercado. A transação representa um dos maiores negócios imobiliários recentes em Itália e marca um novo capítulo na história de uma residência que se tornou mundialmente conhecida tanto pelo seu luxo como pela polémica.</p>
<p>Localizada na costa da Sardenha e com vista para o Golfo de Marinella, a Villa Certosa funcionou durante anos como a residência de verão não oficial de Berlusconi enquanto este liderava o governo italiano. O complexo tornou-se um dos símbolos da influência política e empresarial do antigo líder, recebendo figuras internacionais, empresários e convidados de destaque.</p>
<p>No entanto, a notoriedade da propriedade ficou sobretudo ligada às chamadas festas “bunga-bunga”, eventos privados que acabaram por desencadear uma das maiores polémicas da carreira política de Berlusconi.</p>
<p>Esses encontros estiveram no centro de um processo judicial relacionado com alegações de prostituição de menores, corrupção e abuso de poder. Embora Berlusconi tenha sido posteriormente absolvido das acusações, o caso teve um impacto significativo na vida política italiana e gerou anos de controvérsia mediática e judicial.</p>
<p>Uma das figuras mais associadas ao processo foi Nicole Minetti, antiga higienista dentária e personalidade televisiva, que acabou condenada pelo seu envolvimento no recrutamento de mulheres para os eventos realizados na residência. O seu caso voltou a ganhar destaque recentemente devido às repercussões que teve no Ministério da Justiça do atual governo liderado por Giorgia Meloni.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, o comprador da Villa Certosa terá realizado a aquisição através de um veículo de investimento sediado no Luxemburgo e ligado à família Al Thani, a dinastia que governa o Qatar há mais de 150 anos.</p>
<p>A compra reforça também a presença da família real qatari na Sardenha, onde já possui interesses económicos significativos. Entre os investimentos existentes encontram-se ativos ligados ao turismo de luxo e participações no hospital Mater Olbia, uma das principais unidades de saúde privadas da região.</p>
<p>Para além da relevância imobiliária e simbólica do negócio, a venda assume igualmente importância no processo de gestão da herança de Silvio Berlusconi. Desde a morte do antigo líder político e magnata dos media, em 2023, os seus herdeiros têm estado a executar as disposições testamentárias e a reorganizar o vasto património deixado pelo empresário.</p>
<p>Entre os principais beneficiários do testamento encontram-se Marta Fascina, antiga companheira de Berlusconi, e Paolo Berlusconi, irmão do antigo primeiro-ministro, aos quais foram destinados montantes de 100 milhões de euros cada.</p>
<p>A alienação da Villa Certosa contribui assim para a reorganização do património familiar e encerra uma ligação histórica entre a propriedade e uma das figuras mais influentes — e simultaneamente mais polémicas — da política italiana contemporânea.</p>
<p>Com a entrada da família Al Thani como nova proprietária, a residência deixa de estar associada diretamente ao legado de Berlusconi, embora continue a ser recordada como um dos cenários mais marcantes da vida política, empresarial e mediática de Itália nas últimas décadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780865]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Vila Viçosa quer empréstimo de 1,8 ME para comprar unidade industrial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Vila Viçosa, no distrito de Évora, pretende recorrer a um empréstimo de 1,8 milhões de euros para adquirir uma unidade industrial de uma empresa declarada insolvente, revelou hoje o presidente do município.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Vila Viçosa, no distrito de Évora, pretende recorrer a um empréstimo de 1,8 milhões de euros para adquirir uma unidade industrial de uma empresa declarada insolvente, revelou hoje o presidente do município.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Vila Viçosa, Inácio Esperança, indicou que o município já aprovou o recurso ao empréstimo e manifestou a sua intenção de exercer o direito de preferência sobre o imóvel.</P><br />
<P>&#8220;É apenas uma intenção, mas estamos a preparar-nos para poder fazer a aquisição&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo a autarquia, o recurso a um empréstimo no valor de 1.810.000 euros para a aquisição do complexo industrial da Marbrito &#8211; Indústrias Reunidas de Mármores SA, situado em Vila Viçosa, já foi aprovado em reunião de câmara.</P><br />
<P>Esta proposta, assinalou a câmara municipal, &#8220;carece ainda da autorização prévia da assembleia municipal&#8221;, órgão no qual a gestão PSD/CDS-PP/PPM/MPT do município tem a maioria dos eleitos.</P><br />
<P>A unidade industrial para a transformação de mármore da Marbrito, incluindo os imóveis e os bens móveis, foi a leilão, em maio passado, com um valor base de 4,9 milhões de euros.</P><br />
<P>Após o final do prazo, uma fonte da empresa Leilosoc referiu à Lusa que ainda estavam a ser recebidas propostas e analisadas as licitações registadas no leilão. </P><br />
<P>Nas declarações à Lusa, o presidente da câmara realçou que &#8220;o município só está interessado na compra dos bens imóveis&#8221; daquela unidade industrial para ali instalar equipamentos de que o concelho não dispõe atualmente.</P><br />
<P>&#8220;É uma área grande dentro de Vila Viçosa com muitas opções&#8221;, frisou, apontando que o espaço pode ser reconvertido em pavilhão multiúsos, parque de feiras e exposições, centro de eventos ou estaleiro municipal.</P><br />
<P>Inácio Esperança salientou que o município está &#8220;a negociar diretamente com o proprietário&#8221; a aquisição dos bens imóveis, tendo comunicado à leiloeira a sua intenção de exercer o direito de preferência.</P><br />
<P>Aquando do leilão, a Leilosoc destacou que a unidade industrial da Marbrito era constituída por dois armazéns com uma área total de 36.133 metros quadrados, máquinas e equipamentos, e que a venda decorria no âmbito do processo de insolvência da empresa.</P><br />
<P>Fundada em 1982, a Marbrito foi, durante décadas, &#8220;uma empresa de referência na indústria portuguesa de mármores e usufruía de avançada tecnologia de transformação de pedras naturais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A produção da empresa centrava-se principalmente na chapa serrada, chapa polida, pavimentos, revestimentos, ladrilhos de diversas medidas e espessuras, encomendas especiais ou trabalhos por medida&#8221;, acrescentou a leiloeira.</P><br />
<P>A Marbrito foi declarada insolvente pelo Tribunal de Vila Viçosa em 10 de janeiro deste ano, segundo a decisão consultada pela Lusa no portal de justiça Citius.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780933]]></sapo:autor>
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		<title>A reabilitação urbana não deve ser vista como obra barata, mas sim como inteligente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Vasco Magalhães, Diretor-Geral da MELOM]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-89428f" class="brxe-block">
<div id="brxe-2f6978" class="brxe-post-excerpt">
<p><em><strong>Opinião de Vasco Magalhães, Diretor-Geral da MELOM</strong></em></p>
</div>
</div>
<div id="brxe-47fe63" class="brxe-block">
<div id="brxe-924bd5" class="brxe-div blog-single-head__meta">
<div class="brxe-div blog-single-head__author">Durante muitos anos, a reabilitação urbana foi frequentemente associada à ideia de uma alternativa mais económica à construção nova. No entanto, esta visão simplista ignora um dos aspetos mais importantes de qualquer investimento imobiliário: o valor gerado ao longo do tempo.</div>
</div>
</div>
<p>Reabilitar não deve ser sinónimo de gastar menos. Deve ser sinónimo de investir melhor.</p>
<p>A pressão sobre os custos da construção tem levado muitos proprietários a procurar soluções aparentemente mais económicas. O problema surge quando a redução do investimento inicial compromete a qualidade da execução, a durabilidade dos materiais ou o desempenho futuro do edifício.</p>
<p>Na prática, uma obra barata pode transformar-se rapidamente numa obra cara.</p>
<p>Uma das situações mais frequentes é a escolha de materiais com base apenas no preço. Embora a poupança imediata seja tentadora, materiais de menor qualidade tendem a apresentar desgaste prematuro, necessidades de manutenção mais frequentes e menor eficiência ao longo do ciclo de vida do edifício.</p>
<p>O mesmo acontece com decisões técnicas aparentemente secundárias. Impermeabilizações mal executadas, isolamento insuficiente, sistemas de ventilação inadequados ou soluções estruturais simplificadas podem originar problemas que só se tornam visíveis anos depois, mas cujo custo de correção é muitas vezes elevado.</p>
<p>Outro erro comum é encarar a reabilitação apenas como uma intervenção estética. Pintar fachadas ou renovar acabamentos melhora a imagem do imóvel, mas não resolve necessariamente problemas estruturais, energéticos ou funcionais que afetam o seu desempenho a longo prazo.</p>
<p>Uma reabilitação inteligente exige uma visão integrada do edifício. É necessário avaliar a estrutura, a eficiência energética, as redes técnicas, os sistemas de conforto e a durabilidade global da construção.</p>
<p>O verdadeiro custo de uma obra não é determinado apenas pelo valor pago no momento da execução. Deve ser analisado ao longo de décadas de utilização, considerando manutenção, consumos energéticos, conforto dos ocupantes e valorização patrimonial.</p>
<p>Num contexto em que grande parte do parque habitacional português apresenta sinais de envelhecimento, a qualidade das intervenções será cada vez mais determinante para garantir edifícios seguros, eficientes e preparados para o futuro.</p>
<p>A reabilitação urbana continuará a desempenhar um papel central no desenvolvimento das cidades. Mas o seu sucesso dependerá da capacidade de substituir a lógica do menor preço pela lógica do melhor investimento.</p>
<p>Na MELOM, acreditamos que reabilitar bem é criar valor duradouro. E isso exige conhecimento técnico, planeamento rigoroso e uma visão de longo prazo que vá muito além do custo inicial da obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780930]]></sapo:autor>
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		<title>Brent abaixo dos 75 dólares por barril pela primeira vez desde o início da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent, uma referência na Europa, ficou hoje abaixo dos 75 dólares (quase 66 euros) por barril, pela primeira vez desde o início da guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent, uma referência na Europa, ficou hoje abaixo dos 75 dólares (quase 66 euros) por barril, pela primeira vez desde o início da guerra no Médio Oriente. </P><br />
<P>Pelas 13:10 (hora de Lisboa), o preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em agosto cedia 3,05% para 74,73 dólares.</P><br />
<P>Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, estava a cair 2,94% para 71,06 dólares (cerca de 62 euros). </P><br />
<P>O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;O memorando de entendimento de Islamabade não é o resultado de pressão ou coação, mas sim da resistência e da determinação da corajosa nação iraniana&#8221;, afirmou Ghalibaf numa conferência em Baku, no Azerbaijão, transmitida pela televisão iraniana.</P><br />
<P>&#8220;É por isso que o memorando de entendimento de Islamabade assumiu o valor de uma declaração de derrota para os Estados Unidos&#8221;, disse Ghalibaf, chefe da equipa iraniana nas negociações com Washington e presidente do Parlamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780928]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>As empresas podem dar-se ao luxo de desperdiçar talento?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-empresas-podem-dar-se-ao-luxo-de-desperdicar-talento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:11:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Sónia Bento, People and Culture Manager ManpowerGroup Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Sónia Bento, People and Culture Manager ManpowerGroup Portugal</strong></em></p>
<p>Tanto a nível global como em Portugal, as empresas enfrentam, hoje, um desafio crítico: conseguir atrair e fidelizar o talento desejado. Atualmente, de acordo com dados do ManpowerGroup, 82% das organizações nacionais reportam dificuldades em preencher as vagas em aberto, o que está a obrigar as lideranças a refletir sobre as suas estratégias de atração e retenção.</p>
<p>Perante esta realidade, importa colocar uma questão simples: poderão as organizações dar-se ao luxo de limitar o seu acesso a talento por fatores que nada têm que ver com competências, potencial ou desempenho?</p>
<p>É aqui que a inclusão assume uma relevância crescente. O mês de junho convida-nos a olhar para este tema e compreender que, além de uma questão de equidade ou responsabilidade social, este é já um pilar central para o crescimento sustentável das organizações. Segundo os nossos dados, em Portugal 64% das pessoas consideram que a sua produtividade aumenta quando partilham a sua orientação sexual ou identidade de género no trabalho, e 32% dos membros da comunidade referem escolher empresas com políticas de diversidade definidas quando procuram emprego. Estes dados evidenciam uma realidade clara: ambientes inclusivos beneficiam as organizações, que passam a contar com equipas mais produtivas e inovadoras, e beneficiam também as pessoas, que conseguem atuar de forma mais autêntica.</p>
<p>Contudo, embora se registem progressos, os dados mostram que ainda existe um caminho a percorrer para que haja uma inclusão real: atualmente, apenas cerca de 30% das organizações em Portugal têm políticas claras de apoio à comunidade LGBTQIA+, de acordo com o ManpowerGroup. Neste sentido, as organizações não podem ficar apenas pelas declarações de intenção, o que fará a diferença será a capacidade de traduzir compromissos em experiências concretas para os colaboradores.</p>
<p>É neste contexto que a liderança assume um papel determinante. Um líder eficaz não é apenas aquele que gere equipas ou entrega resultados. É aquele que consegue criar contextos onde diferentes perspetivas, experiências e competências coexistem e contribuem para objetivos comuns. É aquele que promove confiança, assegura oportunidades de desenvolvimento e cria condições para que o potencial de cada pessoa seja reconhecido e valorizado.</p>
<p>Mas criar este ambiente exige foco por parte das organizações. Num mercado onde os profissionais têm cada vez mais opções, fatores como a cultura e o desenvolvimento de carreira assumem um peso considerável na decisão de um emprego. Mais do que apenas o salário, as pessoas permanecem nas empresas pelas oportunidades de desenvolvimento, pelos líderes em quem confiam e ambientes onde sintam que podem construir uma carreira sem barreiras adicionais.</p>
<p>Num momento em que o talento se tornou um dos recursos mais escassos e valiosos para as organizações, a inclusão vai muito além de uma questão cultural. Passa a ser uma questão de competitividade. As empresas que conseguirem criar ambientes onde todas as pessoas possam ser elas próprias e desenvolver o seu potencial terão maior capacidade para atrair, fidelizar e fazer crescer o talento de que necessitam para prosperar num mercado cada vez mais exigente.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Sónia Bento, People and Culture Manager ManpowerGroup Portugal]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BdP diz ser muito exigente na autorização de empresas que prestam serviços com ativos virtuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados de Criptoativos]]></category>
		<category><![CDATA[MiCA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) disse hoje, no parlamento, que é muito exigente com a autorização de empresas que prestam serviços com ativos virtuais, a propósito da entrada em vigor do regulamento dos Mercados de Criptoativos (MiCA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) disse hoje, no parlamento, que é muito exigente com a autorização de empresas que prestam serviços com ativos virtuais, a propósito da entrada em vigor do regulamento dos Mercados de Criptoativos (MiCA).</P><br />
<P>Numa audição no parlamento, o diretor do Departamento de Averiguação e Ação Sancionatória do BdP disse que, com o regulamento europeu, a supervisão de entidades que prestam serviços com ativos virtuais &#8220;ganhou uma dimensão acrescida&#8221;, pois até agora às autoridades portuguesas apenas competia mitigar riscos de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo e com o regulamento passam a fazer a supervisão prudencial e comportamental.</P><br />
<P>&#8220;O Banco de Portugal ficou com a responsabilidade da autorização destas entidades. (&#8230;) Para nós o momento de entrada de mercado é um momento decisivo, isto é, quem pretende prestar um determinado tipo de atividade que tem associado um risco elevado de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo tem que demonstrar à partida que tem condições de o fazer&#8221;, disse João Raposo perante os deputados da Comissão de Oramento e Finanças.</P><br />
<P>Tal passa, explicou, por essas empresas terem de demonstrar que têm meios tecnológicos assim como funcionários adequados às funções que desempenham.</P><br />
<P>&#8220;Esse é um princípio de atuação que levamos muito a sério&#8221;, disse o diretor do BdP.</P><br />
<P>O Regulamento dos Mercados de Criptoativos (MiCA) é a legislação europeia que estabelece regras padronizadas para as atividades que envolvem determinados criptoativos.</P><br />
<P>Este regulamento pretende proteger mais os detentores de criptoativos e aumentar a confiança no mercado através de regras claras nos processos de emissão, oferta e negociação deste tipo de ativos.</P><br />
<P>No final de 2025 foram aprovados, no parlamento português, vários diplomas que reforçam a regulação sobre as transações com criptoativos a partir de julho de 2026 e atualizam as medidas de combate ao branqueamento de capitais para as adaptar à realidade das transferências com determinados criptoativos. Entram em vigor em julho.</P><br />
<P>As novas regras definem que as entidades responsáveis pela regulação e supervisão de criptoativos em Portugal são o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), partilhando poderes, e que lhes caberá divulgar regularmente a lista atualizada de entidades autorizadas a prestar serviços de criptoativos em Portugal, especificando ainda os serviços para os quais estão autorizadas.</P><br />
<P>No regime sancionatório, estão previstas contraordenações para quem viole os deveres enquanto prestador de serviços de criptoativos. No caso de contraordenações muito graves as multas podem ir até 2,5 milhões de euros no caso de pessoa singular e cinco milhões de euros no caso de uma empresa.</P><br />
<P>Em 13 de dezembro, o anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou as novas regras mas com reservas, por considerar que há dúvidas sobre informação e controlo neste mercado, explicando que o faz por considerar que é melhor haver um &#8220;controlo deficiente a não haver nenhum&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780911]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ZERO saúda projeto-piloto para antecipar hora de abertura do Metro de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/zero-sauda-projeto-piloto-para-antecipar-hora-de-abertura-do-metro-de-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ZERO saudou hoje o anúncio do lançamento em outubro de um projeto-piloto prevendo a abertura do Metropolitano de Lisboa uma hora mais cedo, considerando que pode tornar o transporte público mais justo, útil e competitivo face ao automóvel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ZERO saudou hoje o anúncio do lançamento em outubro de um projeto-piloto prevendo a abertura do Metropolitano de Lisboa uma hora mais cedo, considerando que pode tornar o transporte público mais justo, útil e competitivo face ao automóvel.</P><br />
<P>Na terça-feira, a presidente do conselho de administração do Metropolitano de Lisboa (ML), Cristina Vaz Tomé, explicou que o projeto-piloto para antecipar em uma hora o início de funcionamento do serviço do metropolitano, que atualmente é às 06:30, irá arrancar em outubro deste ano, com vista à eventual entrada em vigor de um novo modelo de funcionamento em janeiro de 2027.</P><br />
<P>Hoje, em comunicado, a ZERO &#8211; Associação Sistema Terrestre Sustentável congratulou-se com este anúncio e lembrou que esta medida vai ao encontro de uma revindicação apresentada pela Zero em março deste ano.</P><br />
<P>Na ocasião, a associação alertou para o facto de o atual horário de abertura do ML, às 06:30, &#8220;não responder adequadamente às necessidades de milhares de pessoas que começam a trabalhar muito cedo e que, por esse motivo, ficam privadas de uma alternativa de transporte público rápida, fiável e ambientalmente sustentável&#8221;.</P><br />
<P>A ZERO considera que a antecipação da abertura do ML para as 05:30 é muito importante para trabalhadores dos setores da saúde, limpeza urbana, logística, hotelaria, restauração, segurança, comércio, manutenção e outros serviços essenciais, muitos dos quais iniciam atividade laboral antes das 07:00. </P><br />
<P>&#8220;São precisamente estes trabalhadores que, não tendo metro disponível à hora necessária, são frequentemente obrigados a recorrer ao automóvel, a soluções mais caras, a percursos mais demorados ou a combinações de transporte público menos eficientes&#8221;, sublinha a ZERO.</P><br />
<P>Para a associação, a antecipação da abertura do ML contribui para reduzir a dependência do automóvel, diminuir emissões de gases com efeito de estufa e poluentes atmosféricos, reduzir congestionamento e tornar mais coerente a articulação entre modos de transporte.</P><br />
<P>&#8220;É particularmente importante corrigir a atual falta de ligação entre chegadas ferroviárias, fluviais e rodoviárias muito cedo de manhã e uma rede de metro que só inicia a operação às 06:30&#8221;, realça a associação.</P><br />
<P>A ZERO considera ainda fundamental que o novo horário seja acompanhado de informação pública transparente, com indicadores sobre procura, custos operacionais, impactos na intermodalidade e grau de satisfação dos utilizadores.</P><br />
<P>&#8220;A ZERO valoriza a opção por um projeto-piloto, desde que este seja usado para testar, ajustar e consolidar uma solução robusta, e não para adiar indefinidamente a sua implementação&#8221;, é referido na nota.</P><br />
<P>A ZERO sublinha que a &#8220;recolha de dados sobre procura, articulação com a CP, Transtejo, Carris Metropolitana, Carris e outros operadores, disponibilidade de maquinistas, manutenção, segurança e organização dos turnos é essencial para que a medida seja bem-sucedida&#8221;.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780920]]></sapo:autor>
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		<title>Telemóveis, computadores e pneus com novas regras: o que muda nas etiquetas energéticas da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EPREL]]></category>
		<category><![CDATA[etiquetas energéticas]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa faz parte da estratégia da Comissão Europeia para agilizar procedimentos e reduzir encargos administrativos, uma das prioridades desta legislatura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bruxelas apresentou um conjunto de medidas para simplificar e modernizar as regras de etiquetagem de eficiência energética aplicadas a telemóveis, computadores, eletrodomésticos e pneus, avança a &#8216;Euronews&#8217;. A proposta pretende reduzir burocracia, adaptar o sistema à era digital e tornar a informação mais clara para consumidores e empresas.</p>
<p>A iniciativa faz parte da estratégia da Comissão Europeia para agilizar procedimentos e reduzir encargos administrativos, uma das prioridades desta legislatura. O objetivo é manter a utilidade das etiquetas energéticas, mas ajustá-las a novos hábitos de compra, à digitalização do comércio e à crescente importância da eficiência no consumo de eletricidade.</p>
<p>“As etiquetas de energia permitem que os consumidores façam escolhas informadas que os ajudam a poupar dinheiro e, no contexto atual, isso é mais importante do que nunca”, afirmou Teresa Ribera, vice-presidente da Comissão Europeia. A responsável defendeu que a proposta é “ambiciosa” e adapta a regulamentação à era digital, tornando-a “mais clara para os consumidores, mais simples para as empresas e mais rigorosa em termos de padrões”.</p>
<p>Num contexto de transição da crise dos combustíveis fósseis para uma economia mais eletrificada, Bruxelas considera que a eficiência energética continua a ser uma ferramenta essencial para o sistema energético europeu. A Comissão estima que o atual sistema de etiquetagem energética da União Europeia já permita aos consumidores poupar cerca de 100 mil milhões de euros por ano em custos de funcionamento dos produtos.</p>
<p>Uma das principais novidades passa pelos produtos eletrónicos, como telemóveis. As novas etiquetas deverão incluir informação mais detalhada sobre a durabilidade dos equipamentos e a possibilidade de reparação, permitindo aos consumidores escolher aparelhos com maior vida útil.</p>
<p>Com esta alteração, Bruxelas pretende reforçar os objetivos de sustentabilidade e economia circular da União Europeia, incentivando a compra de produtos mais duradouros e mais fáceis de reparar. A medida procura também responder a uma preocupação crescente dos consumidores: perceber não apenas quanto consome um equipamento, mas durante quanto tempo poderá ser usado e reparado.</p>
<p>A proposta introduz ainda maior flexibilidade tecnológica nas lojas físicas. Os estabelecimentos poderão utilizar ecrãs eletrónicos nas prateleiras como alternativa às tradicionais etiquetas em papel, desde que a informação continue acessível aos consumidores.</p>
<p>Para produtos vendidos exclusivamente entre empresas ou que não estejam expostos em pontos de venda a retalho, como máquinas de venda automática ou balcões refrigerados de supermercados, poderá ser permitida a utilização de códigos QR na documentação técnica ou no próprio produto, em vez de uma etiqueta impressa visível.</p>
<p>A Comissão Europeia quer também adaptar as regras a situações em que o consumidor não contacta diretamente com o produto antes da compra. É o caso, por exemplo, de equipamentos instalados através de profissionais, como sistemas de aquecimento ou cozinhas.</p>
<p>Nessas situações, a informação sobre eficiência energética terá de ser incluída diretamente na proposta contratual apresentada pelo instalador. A intenção é garantir que o cliente tem acesso aos dados essenciais no momento em que toma a decisão de compra.</p>
<p>No setor automóvel, as regras relativas aos pneus também deverão mudar. A Comissão propõe eliminar a obrigação de os concessionários exibirem etiquetas individuais dos pneus na venda de carros novos, uma vez que os clientes raramente podem escolher o modelo específico de pneu incluído no veículo.</p>
<p>Só esta medida deverá gerar uma poupança anual de 40 milhões de euros, reduzindo tarefas administrativas consideradas desnecessárias no momento da venda de automóveis, de acordo com os dados citados pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>O Registo Europeu de Produtos para a Etiquetagem Energética, conhecido como EPREL, deverá tornar-se o centro da vigilância e da transparência do mercado. Esta base de dados contém atualmente informação sobre mais de dois milhões de modelos de produtos.</p>
<p>A digitalização destes processos deverá permitir às autoridades nacionais de fiscalização poupar cerca de 3,7 milhões de euros por ano, graças a um acesso mais rápido e simples aos dados de conformidade dos produtos.</p>
<p>Para evitar a duplicação de tarefas administrativas, Bruxelas quer ainda integrar os dados já fornecidos ao EPREL no futuro registo do passaporte digital do produto. Desta forma, as empresas não terão de introduzir a mesma informação em sistemas diferentes.</p>
<p>A interoperabilidade entre bases de dados poderá gerar poupanças pontuais de até 66 milhões de euros para empresas do setor, reforçando a eficiência do mercado único digital.</p>
<p>No conjunto, a Comissão Europeia estima que as medidas de simplificação no setor da energia possam gerar poupanças de até 125 milhões de euros por ano para empresas e autoridades de supervisão ao longo da próxima década.</p>
<p>A proposta enquadra-se no objetivo mais amplo da União Europeia de reduzir os encargos administrativos totais em 37,5 mil milhões de euros até 2029, com o argumento de que menos burocracia pode reforçar a competitividade das empresas europeias sem retirar informação essencial aos consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780910]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão recomenda fusão entre reguladores nas áreas financeira e digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A fusão de Entidades Reguladoras (ER) na área financeira e no digital para reforçar a independência e capacidade de atuação é uma das sugestões do relatório da Comissão para o Reforço da Independência das Entidades Reguladoras hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fusão de Entidades Reguladoras (ER) na área financeira e no digital para reforçar a independência e capacidade de atuação é uma das sugestões do relatório da Comissão para o Reforço da Independência das Entidades Reguladoras hoje divulgado. </P><br />
<P>Nas recomendações do relatório, a Comissão propõe &#8220;ponderar a integração da regulação e supervisão no setor financeiro&#8221; entre o Banco de Portugal, a CMVM e a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), &#8220;para maior eficácia da sua atuação&#8221;.</P><br />
<P>Idêntica recomendação de integração é feita para a área digital, entre a Anacom e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). </P><br />
<P>À exceção da Autoridade da Concorrência, que abrange todos os setores, o documento da Comissão, presidida por Jorge Vasconcelos, questiona a capacidade das ER setoriais &#8220;para atuarem face a fenómenos que atravessam vários setores&#8221; económicos.</P></p>
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