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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Transparência verificou apenas 10% das declarações de políticos em 2024 e 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 04:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Entidade para a Transparência (EpT) apenas concluiu a verificação de 10,2% das declarações apresentadas pelos políticos portugueses até ao final de 2025, avança o jornal Público na edição de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Entidade para a Transparência (EpT) apenas concluiu a verificação de 10,2% das declarações apresentadas pelos políticos portugueses até ao final de 2025, avança o jornal Público na edição de hoje.</P><br />
<P>De acordo com o relatório de atividades da EpT referente ao ano passado, o órgão independente apreciou e fiscalizou 883 declarações até 31 de dezembro, altura em que 244 verificações ainda estavam em curso.</P><br />
<P>Desde 07 de março de 2024, altura em que a plataforma eletrónica da EpT entrou em funcionamento, e até ao final de 2025, a entidade recebeu 8.620 declarações de rendimentos, património, interesses, incompatabilidades e impedimentos.</P><br />
<P>Numa nota final do relatório, o órgão prevê que o número de declarações continue a &#8220;aumentar de forma significativa, sobretudo nos primeiros meses&#8221; do ano, devido às eleições autárquicas de outubro de 2025.</P><br />
<P>No ano passado, a EpT contratou três técnicas superiores, nas áreas do direito e auditoria, que iniciaram funções até maio, completando o quadro de pessoal, com 13 elementos, previsto em 2024.</P><br />
<P>&#8220;É, ainda assim, de prever, que o reforço (&#8230;) possa permitir maior eficácia na realização das tarefas essenciais relacionadas com as verificações&#8221;, refere o órgão, no relatório anual. </P><br />
<P>Mas a entidade presidida por Ana Raquel Moniz sublinha que uma &#8220;proposta de alteração do mapa de pessoal no sentido de reforçar os recursos humanos (&#8230;) continuou a aguardar decisão&#8221;.</P><br />
<P>A EpT disse ao Público que, &#8220;no mínimo&#8221;, precisaria de &#8220;um aumento de 11 postos de trabalho&#8221;, só para ocupar os espaços existentes nas atuais instalações, no antigo Palácio dos Grilos, em Coimbra.</P><br />
<P>Por outro lado, o relatório revela que o órgão aceitou mais de 90% dos 1.105 pedidos de consulta de declarações de políticos portugueses apresentados desde março de 2024.</P><br />
<P>Dos 998 pedidos deferidos, a esmagadora maioria (95%) foram apresentados tendo como fundamento o &#8220;exercício do direito à liberdade de informação por jornalistas detentores de carteira profissional&#8221;.</P><br />
<P>A EpT aceitou ainda 38 pedidos justificados com o &#8220;combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo&#8221;.</P><br />
<P>A 28 de fevereiro de 2025, um dia depois de o semanário Expresso noticiar que a Solverde pagava uma avença mensal de 4.500 euros à Spinumviva, o primeiro-ministro Luís Montenegro divulgou que a sua empresa familiar teve como clientes de serviços de proteção de dados &#8211; além da Solverde &#8211; o CLIP, a Ferpinta, a Lopes Barata, a Rádio Popular.   </P><br />
<P>No dia 30 de abril, antes de um debate televisivo com o então líder do PS Pedro Nuno Santos, para as eleições legislativas, o Expresso noticiou que o primeiro-ministro atualizou a declaração única de interesses, acrescentando aos clientes duas empresas do Grupo Joaquim Barros Rodrigues e Filhos (gasolineira de Braga), a Beetseel, a Cofina, a INETUM, o ITAU, a Portugalenses Transportes, a Grupel e a Sogenave.   </P><br />
<P>A atualização da declaração única foi feita &#8220;sob reserva&#8221;, tendo sido acompanhada por uma reclamação administrativa contra a decisão da EpT de exigir a divulgação da listagem de todos os serviços prestados pela Spinumviva.   </P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (TS/SMA) // VQ</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754229]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Polémica entre Trump e Leão XIV foi &#8220;inútil e desnecessária&#8221; &#8212; CEP (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (Texto), Pedro Martins (Vídeo) e Paulo Novais (foto), da Agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (Texto), Pedro Martins (Vídeo) e Paulo Novais (foto), da Agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Coimbra, 25 abr 2026 (Lusa) &#8212; O novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considerou hoje que a polémica entre o Presidente dos EUA e o Papa Leão XIV foi &#8220;inútil e desnecessária&#8221; para todas as partes.</P><br />
<P>&#8220;Penso que foi uma nova polémica inútil e desnecessária, que não deveria ter existido porque não foi bom, não foi boa para ninguém, nem para os Estados Unidos, nem para a Igreja, nem para a realidade que se está a viver&#8221;, afirmou, em entrevista à Lusa Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, recém-eleito presidente da CEP.</P><br />
<P>Há uma semana, durante uma visita apostólica a África, um discurso de Leão XIV contra a guerra no Médio Oriente e contra as ditaduras motivou fortes críticas de Donald Trump e o próprio vice-presidente dos EUA pediu cuidado ao líder da Igreja quando abordar temas teológicos.</P><br />
<P>No entender de Virgílio Antunes, &#8220;não devem existir estes confrontos&#8221; que têm &#8220;um caráter muito pessoal&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da CEP lamentou que existam políticos que pretendem &#8220;capturar o cristianismo&#8221; para o seu lado, &#8220;para justificar&#8221; perspetivas e ideologias, procurando &#8220;capturar a própria voz da Igreja, como se [a Igreja] tivesse que ficar aprisionada&#8221;.</P><br />
<P>Pelo contrário, a &#8220;Igreja é para todos e fala às pessoas de todos os partidos e de todas as ideias e ideologias&#8221;, pelo que &#8220;não pode ser capturada por nenhuma ideologia nem por nenhum partido&#8221;, mas também &#8220;tem de fazer um esforço para não se intrometer naquilo que são as questões mais&#8221; mundanas.</P><br />
<P>Cabe à Igreja fazer recomendações gerais, com exemplos concretos, explicou, dando o exemplo dos conflitos: &#8220;A guerra é uma questão fulcral para a vida da humanidade&#8221; e &#8220;falar de guerras só de uma forma genérica&#8221; acaba por perder efeito.</P><br />
<P>Por isso, o discurso contra a guerra na viagem a África &#8220;fazia todo o sentido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alguns sentiram-se incomodados, outros gostaram de ouvir&#8221;, mas &#8220;o Papa felizmente pode estar a falar para todos&#8221; porque &#8220;parte destas guerras invocam questões culturais e questões religiosas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A viagem a África mostrou a força do Papa na cena mundial, naquele que foi o seu primeiro grande momento de exposição pública depois de ter sido eleito.</P><br />
<P>Leão XIV &#8220;expôs-se totalmente, expôs as suas ideias, as suas perspetivas&#8221; e procurou &#8220;abordar as questões, mesmo as questões mais complexas&#8221;.</P><br />
<P>O seu discurso sobre direitos humanos, pobreza ou democracia mostraram uma &#8220;voz absolutamente lúcida e clara&#8221; de um &#8220;daqueles homens que trazem a energia toda&#8221;, comentou Virgílio Antunes. </P><br />
<P>A eleição do novo presidente da CEP aconteceu dia 14 em Assembleia Plenária, tendo os bispos portugueses escolhido o bispo de Coimbra, Virgílio Antunes, então vice-presidente da conferência, que irá exercer funções entre 2026 e 2029. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754228]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Luta pela unidade é prioridade da Igreja Católica nos próximos anos &#8212; CEP (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (Texto), Pedro Martins (Vídeo) e Paulo Novais (foto), da Agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (Texto), Pedro Martins (Vídeo) e Paulo Novais (foto), da Agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Coimbra, 25 abr 2026 (Lusa) &#8212; O novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) admitiu hoje que a Igreja Católica terá como foco manter a unidade, perante os riscos de cismas por parte de grupos conservadores e progressistas, opositores ao longo do processo sinodal.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa após ser eleito presidente da CEP no dia 14, Virgílio Antunes admitiu que é &#8220;muito difícil constituir a unidade&#8221; numa Igreja em que várias forças internas se opõem, uns exigindo o regresso dos divorciados, o fim do celibato dos padres, a ordenação das mulheres ou casamentos homossexuais, e outros o modelo do pré-Concílio Vaticano II, com missas em latim e uma visão muito restritiva das normas morais da bíblia.  </P><br />
<P>Para tentar fazer face a esta luta interna e no seguimento daquilo que a Igreja Católica alemã já estava a fazer, o Papa Francisco aprovou um processo sinodal para auscultar todas as tendências a partir das bases, cabendo depois aos episcopados de cada país fazer a síntese, até que haja uma decisão do líder supremo do catolicismo sobre o que mudar.</P><br />
<P>Nalguns casos, como a ordenação das mulheres ou do celibato dos padres, foram nomeadas comissões para investigar se, no início do cristianismo, havia algumas dessas práticas, já que existem registos de sacerdotes casados e de mulheres indicadas por São Paulo para liderarem comunidades eclesiais.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;as comissões depois chegaram a conclusões que não são de todo conclusivas&#8221;, admitiu o bispo de Coimbra.</P><br />
<P>Agora é o tempo das decisões do Papa e &#8220;uns ficam mais felizes e outros mais desgostosos, porque não vai ao encontro daquilo que esperavam&#8221;.</P><br />
<P>Para esta clivagem interna contribuem as diferenças no seio da Igreja, com a Europa e a América Latina a pedirem mais tolerância e mudança de normas, até para combater a redução da prática religiosa, uma reivindicação que colide com outros continentes como África ou a Ásia, onde as comunidades e os episcopados que são mais conservadores.</P><br />
<P>Para Virgílio Antunes, as razões pelas quais muitas igrejas, sobretudo no Ocidente, estão mais vazias não tem a ver com os sacerdotes serem ou não casados, mas com a &#8220;secularização das sociedades ocidentais que experimentaram a viver sem sentido de Deus&#8221;.</P><br />
<P>Muitos católicos &#8220;viram que é possível viver sem ter um sentido forte da presença de Deus ou sem a dimensão religiosa da vida&#8221;, reconheceu o também bispo de Coimbra.</P><br />
<P>E este risco permanece, avisou, dando o exemplo da Igreja na Alemanha, que tem assistido à saída de fiéis porque está a promover o caminho sinodal ou por esse mesmo caminho &#8220;não ter ido mais longe nas conclusões e nas decisões&#8221;.</P><br />
<P>Mas, além deste tema, Virgílio Antunes destacou outras prioridades para o mandato de três anos que agora inicia.</P><br />
<P>A evangelização, a proteção de menores e adultos em situação vulnerável ou a &#8220;denúncia daquilo que também corre mal nas sociedades&#8221; são algumas das prioridades, a par de &#8220;falar de algumas dimensões ideológicas que tem vindo a perturbar a vida da sociedade, nomeadamente a ideologia de género&#8221;, elencou o bispo de Coimbra.</P><br />
<P>Sobre os imigrantes, Virgílio Antunes salientou que o tema mostra a coesão da Igreja, que defende a integração e acolhimento, mas também a existência de normas legais claras.</P><br />
<P>A eleição do novo presidente da CEP aconteceu dia 14 em Assembleia Plenária, tendo os bispos portugueses escolhido o bispo de Coimbra, Virgílio Antunes, então vice-presidente da conferência, que irá exercer funções entre 2026 e 2029. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754227]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>25 Abril: Seguro discursa hoje pela primeira vez na sessão solene do parlamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/25-abril-seguro-discursa-hoje-pela-primeira-vez-na-sessao-solene-do-parlamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 04:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[António José Seguro discursa hoje pela primeira vez como Presidente da República na sessão solene do 25 de Abril no parlamento, que ocorre numa conjuntura de tensão entre confederações sindicais e Governo sobre revisão das leis laborais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>António José Seguro discursa hoje pela primeira vez como Presidente da República na sessão solene do 25 de Abril no parlamento, que ocorre numa conjuntura de tensão entre confederações sindicais e Governo sobre revisão das leis laborais.</P><br />
<P>A sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril está marcada para as 10:00. O chefe de Estado será o último a discursar, após os representantes dos partidos e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.</P><br />
<P>Esta será a terceira intervenção de António José Seguro na Assembleia da República desde que assumiu a chefia do Estado, depois dos discursos de posse, em 09 de março, e na sessão comemorativa dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, em 02 de abril.</P><br />
<P>Sem alterações em termos de modelo organizativo relativamente aos últimos anos, a sessão solene comemorativa do 52º aniversário do 25 de Abril terá a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e será sobretudo marcada do ponto de vista político pelo discurso no novo Presidente da República.</P><br />
<P>Quer como candidato nas eleições presidenciais, quer já como Presidente da República, António José Seguro tem feito apelos para haver diálogo entre parceiros sociais e Governo no processo de revisão da legislação do trabalho. Mas um acordo em sede de concertação social, envolvendo UGT e Governo, parece cada vez mais distante.</P><br />
<P>Além da crise internacional provocada pela ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, que está a gerar uma crise energética e um aumento da inflação, no plano nacional a revisão das leis laborais deverá ser um dos temas em destaque nas intervenções das bancadas da esquerda no período de intervenções da sessão solene.</P><br />
<P>O PS escolheu para discursar o seu secretário-geral, José Luís Carneiro, o Livre o seu porta-voz Rui Tavares, e o PCP Alfredo Maia. Já nas bancadas à direita do PS, vão usar da palavra o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, a presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e o deputado do CDS João Almeida.</P><br />
<P>Pelo Chega, nas sessões do 25 de Abril, tem sempre discursado o presidente deste partido, André Ventura. Os primeiros a subir à tribuna de oradores serão os deputados únicos do JPP Filipe Sousa, do PAN Inês Sousa Real, e do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo.</P><br />
<P>Antes do encerramento da sessão solene pelo chefe de Estado, a penúltima intervenção cabe ao presidente da Assembleia da República. José Pedro Aguiar-Branco deverá realçar que ainda na semana passada foi possível alcançar várias maiorias de dois terços no parlamento, durante a eleição de um conjunto de representares para órgãos superiores em setores como os da justiça, segurança interna ou para a presidência do Conselho Económico e Social.</P><br />
<P>Na parte da tarde, após a sessão solene, pelas 14:30, o presidente da Assembleia da República vai dar as &#8220;boas-vindas&#8221; aos cidadãos que visitarem o Palácio de São Bento, abrindo-lhe a porta principal da &#8220;Casa da Democracia&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754226]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE condena interferência da justiça na eleição do procurador-geral da Guatemala</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ue-condena-interferencia-da-justica-na-eleicao-do-procurador-geral-da-guatemala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 03:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma missão da União Europeia (UE) manifestou "profundo descontentamento" com a decisão do Tribunal Constitucional (TC) da Guatemala de ordenar uma nova avaliação dos candidatos a procurador-geral e a procurador do Ministério Público (MP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma missão da União Europeia (UE) manifestou &#8220;profundo descontentamento&#8221; com a decisão do Tribunal Constitucional (TC) da Guatemala de ordenar uma nova avaliação dos candidatos a procurador-geral e a procurador do Ministério Público (MP).</P><br />
<P>&#8220;Esta intervenção modifica abusivamente os critérios de avaliação e mina a integridade do processo e a confiança pública nas instituições, ao excluir a experiência judicial&#8221;, disse na sexta-feira a Missão de Acompanhamento da UE.</P><br />
<P>&#8220;Este critério parece arbitrário e é incompatível com o princípio e o dever de priorizar a capacidade, a adequação e a integridade da pessoa que vai ocupar o cargo de procurador-geral&#8221;, acrescentou a missão, em comunicado.</P><br />
<P>A Comissão de Nomeações da Guatemala acatou na sexta-feira a exigência do TC, reavaliou os 48 candidatos iniciais e elaborou uma nova lista com seis nomes possíveis para líder do MP e procurador-geral da Guatemala.</P><br />
<P>A reavaliação aconteceu depois de o TC ter alegado que a experiência profissional de alguns juízes foi erradamente considerada.</P><br />
<P>A nova lista foi entregue ao Presidente guatemalteco Bernardo Arévalo de León, que será responsável pela escolha do próximo Procurador-Geral para o mandato de 2026-2030.</P><br />
<P>Da nova lista não consta a advogada Zoila Morales Valdizón que, segundo vários analistas, era a candidata com maior apoio.</P><br />
<P>A missão da UE defendeu que o processo inicial de nomeação, que disse ter um &#8220;elevado grau de transparência&#8221;, &#8220;deve ser respeitado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta decisão contradiz precedentes estabelecidos pelo próprio Tribunal [Constitucional], que reconheceu a relevância da experiência judicial&#8221;, sublinha o comunicado.</P><br />
<P>A missão reiterou que a Comissão de Nomeação &#8220;deve cumprir o seu mandato constitucional através de uma avaliação substancial, transparente, rigorosa e objetiva das qualificações dos candidatos, sem violar a finalidade da lei&#8221;.</P><br />
<P>A procuradora-geral interina, María Consuelo Porras, que está sob sanções dos Estados Unidos, da UE e do Canadá por &#8220;minar a democracia&#8221; e &#8220;participar em atos ilícitos&#8221;, vai deixar o cargo a 16 de maio.</P><br />
<P>Consuelo Porras, acusada de corrupção, constava entre os 48 candidatos iniciais, mas foi excluída da lista final, tanto no primeiro processo como no segundo.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o Supremo Tribunal de Justiça da Guatemala rejeitou um pedido de levantamento da imunidade parlamentar de Consuelo Porras, sem sequer analisar o caso por o considerar sem fundamento.</P><br />
<P>O Presidente Arévalo de León tem travado uma disputa pública com Consuelo Porras, após acusar a procuradora-geral de tentar interferir nos resultados das eleições de 2023.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754225]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nove presos morreram em uma semana nas cadeias venezuelanas &#8212; Observatório</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nove-presos-morreram-em-uma-semana-nas-cadeias-venezuelanas-observatorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 03:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em menos de uma semana nove presos morreram nas prisões da Venezuela, alguns por situações de violência e outros por complicações de saúde e falta de cuidados médicos, denunciou o Observatório Venezuelano de Prisões (OVP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Em menos de uma semana nove presos morreram nas prisões da Venezuela, alguns por situações de violência e outros por complicações de saúde e falta de cuidados médicos, denunciou o Observatório Venezuelano de Prisões (OVP).</P><br />
<P>&#8220;Morreu o nono detido, em menos de uma semana, sob custódia do Governo venezuelano. Trata-se de José Ramón Yelamo Zárraga, que faleceu no Centro de Detenção Judicial de Tocuyito, no estado de Carabobo, após um agravamento progressivo do seu estado de saúde, sem acesso a cuidados médicos&#8221;, denunciou o OVP.</P><br />
<P>Na rede social X, o Observatório insistiu que as mortes ocorreram &#8220;num contexto marcado pela superlotação, pelas condições insalubres e pela falta de cuidados médicos&#8221; nas prisões.</P><br />
<P>&#8220;É lamentável que as doenças continuem a propagar-se sem controlo dentro dos centros de detenção, enquanto os detidos permanecem sem acesso a diagnósticos, tratamentos ou acompanhamento, o que agrava patologias que, em condições normais, são evitáveis ou tratáveis&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O OVP referiu que tem denunciado frequentemente a situação nas cadeias venezuelanas e sublinhou que &#8220;o Governo venezuelano é responsável por garantir a vida e a saúde das pessoas que se encontram sob a sua custódia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A omissão na prestação de cuidados médicos constitui uma grave violação dos direitos humanos e uma forma de tratamento cruel, desumano e degradante. Desde o OVP exigimos uma investigação imediata, a apuração das responsabilidades e a adoção urgente de medidas que garantam cuidados médicos eficazes nos estabelecimentos prisionais&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Segundo o OVP, além de José Ramón Yelamo Zárraga, em Tucuyito, faleceram também por problemas de saúde e falta de atenção médica, Rosqui Norberto Escalona, em Uribana, Ovidio José Madriz Mendoza em El Rodeo III, e Deivi Enrique García em El Rodeo IV.</P><br />
<P>Por outro lado, faleceram também Keivin Eduardo Matamoros, Eliecer José Córdoba García, Erkin Josué Ramos Flores, José Pascual Andrade Aguilar e Jean Carlos Jiménez Barrios, na prisão de Yare III, segundo as autoridades, durante uma rixa.</P><br />
<P>Versão que é rejeitada por familiares, que insistem que as mortes tiveram lugar na sequência de disparos de armas de fogo.</P><br />
<P>Segundo a organização não governamental Encontro Justiça e Perdão, continuam detidas por motivos políticos na Venezuela 674 pessoas, entre os quais 30 venezuelanos com dupla nacionalidade e 28 estrangeiros &#8211; incluindo cinco cidadãos portugueses.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754224]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA intercetam navio iraniano face a incerteza sobre negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 02:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército dos Estados Unidos (EUA) anunciaram a interceção de uma embarcação de bandeira iraniana que tentava navegar até um porto no Irão, no âmbito do bloqueio naval ordenado pelo Presidente norte-americano Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército dos Estados Unidos (EUA) anunciaram a interceção de uma embarcação de bandeira iraniana que tentava navegar até um porto no Irão, no âmbito do bloqueio naval ordenado pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</P><br />
<P>O Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente, divulgou na sexta-feira, na rede social X, uma fotografia do contratorpedeiro de mísseis guiados USS Rafael Peralta a intercetar o navio.</P><br />
<P>Embora não existam números consolidados do Centcom, pelo menos 29 navios mercantes e petroleiros em trânsito para ou a partir de portos iranianos foram obrigados a parar, segundo a imprensa norte-americana, desde o início do bloqueio, a 13 de abril.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o Departamento de Defesa dos EUA anunciou a interceção de um navio que transportava petróleo iraniano no oceano Índico, a segunda operação militar deste tipo realizada no espaço de uma semana.</P><br />
<P>As forças norte-americanas também apreenderam um navio porta-contentores no fim de semana passado.</P><br />
<P>Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico da República Islâmica, apreendeu em 15 de abril dois navios no estreito de Ormuz por &#8220;operarem sem as autorizações necessárias&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente dos EUA prorrogou indefinidamente o cessar-fogo com o Irão, que expirava na quarta-feira, para permitir negociações com a República Islâmica.</P><br />
<P>Donald Trump assegurou, no entanto, que manterá o bloqueio naval imposto ao Irão, o que Teerão denunciou como uma violação da trégua, recusando por isso participar numa nova ronda de negociações. </P><br />
<P>O Departamento do Tesouro informou que o bloqueio portuário está a afectar 90% do comércio marítimo que entra e sai do Irão.</P><br />
<P>Segundo a Casa Branca, os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner vão viajar no sábado para o Paquistão para participar numa nova ronda de negociações de paz com o Irão, anunciou a porta-voz do Governo, Karoline Leavitt, na sexta-feira.</P><br />
<P>No entanto, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baqaei, afirmou na rede social X que, apesar de terem viajado na sexta-feira para o Paquistão, &#8220;não está prevista qualquer reunião bilateral&#8221; com os Estados Unidos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754223]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 12 mil polícias corruptos destituídos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 02:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 12 mil funcionários policiais envolvidos em atos de corrupção foram destituídos na Venezuela, anunciou o ministro do Interior e Justiça, Diosdado Cabello.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 12 mil funcionários policiais envolvidos em atos de corrupção foram destituídos na Venezuela, anunciou o ministro do Interior e Justiça, Diosdado Cabello.</P><br />
<P>&#8220;Temos vindo a demitir mais de 12 mil polícias envolvidos em atos de corrupção. Ainda ontem à noite [quinta-feira], uma pessoa no Estado de Lara [centro-oeste] denunciou que tinha sido detida num posto de controlo e que lhe tinham roubado o dinheiro&#8221;, disse.</P><br />
<P>O ministro falava na sexta-feira, na instalação da Comissão Nacional para a Reforma do Sistema de Justiça Penal, na Venezuela, durante a qual explicou que as destituições fazem parte de um processo de depuração do sistema judicial e penitenciário venezuelano, que nos últimos anos tem sido marcado por irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Os polícias que fizeram isso, na verdade não merecem ser chamados de polícias e já se encontram detidos e à disposição da justiça&#8221;, frisou, sublinhando que está em curso uma política sustentada contra práticas como a extorsão e o abuso de poder, dentro dos organismos de segurança venezuelanos.</P><br />
<P>Cabello sublinhou ainda que &#8220;houve progressos, mas não são suficientes&#8221; e que mesmo nos organismos onde foram registados avanços ainda &#8220;persistem vícios e abusos de poder que devem ser corrigidos&#8221;.</P><br />
<P>O ministro explicou ainda que também &#8220;foram tomadas medidas contra procuradores e juízes&#8221; com &#8220;o objetivo de corrigir situações que atrasavam os processos e prejudicavam o acesso à justiça&#8221;.</P><br />
<P>Diosdado Cabello descreveu o sistema prisional como &#8220;muito perverso&#8221; e explicou que foram identificadas pessoas presashá seis anos, mas que nunca compareceram em tribunal, por causa de &#8220;um ciclo vicioso que tinha como pano de fundo casos de corrupção&#8221; em que os detidos tinham que pagar para ser levados a tribunal.</P><br />
<P>&#8220;Eu levo-te a tribunal (&#8230;) se tu pagares&#8221;, frisou o ministro.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754222]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA atacam nova embarcação no Oceano Pacífico e causam dois mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 02:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram ter destruído uma nova embarcação supostamente ligada ao tráfico de droga em águas internacionais no Oceano Pacífico, num ataque que causou a morte de duas pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos afirmaram ter destruído uma nova embarcação supostamente ligada ao tráfico de droga em águas internacionais no Oceano Pacífico, num ataque que causou a morte de duas pessoas.</P><br />
<P>O Comando Sul do exército dos EUA, responsável pela América Latina, anunciou na sexta-feira o resultado da operação na rede social X, acompanhado de um vídeo que mostra um pequeno barco a navegar antes de uma explosão afundar a embarcação.</P><br />
<P>O exército norte-americano reiterou declarações anteriores, alegando que tinha visado dois homens, traficantes de droga, ao longo de rotas de contrabando conhecidas.</P><br />
<P>O Comando Sul sublinhou que &#8220;nenhum membro das Forças Armadas dos EUA ficou ferido&#8221;.</P><br />
<P>O ataque, realizado em águas internacionais perto da Colômbia, ocorreu no mesmo dia em que o líder colombiano, Gustavo Petro, visitou em Caracas para o primeiro encontro com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. </P><br />
<P>Os dois chefes de Estado anunciaram uma cooperação militar entre os dois países, que partilham mais de dois mil quilómetros de fronteira, para combater as máfias e &#8220;bandos criminosos&#8221;.</P><br />
<P>Os dois países vão &#8220;empreender um esforço comum, profundamente coordenado, para libertar os povos da fronteira das máfias dedicadas a diversas economias ilegais, começando pela cocaína, ouro ilícito, o tráfico de seres humanos&#8221;, afirmou Gustavo Petro.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o exército dos Estados Unidos anunciou um ataque contra uma embarcação supostamente ligada ao tráfico de droga no mar das Caraíbas, que causou a morte de três pessoas.</P><br />
<P>Washington conduz há vários meses uma campanha de ataques no Pacífico e nas Caraíbas contra navios que são apresentados como participando em atividades de tráfico de droga que abastecem os Estados Unidos.</P><br />
<P>A campanha matou pelo menos 183 pessoas.</P><br />
<P>A Administração do Presidente norte-americano Donald Trump nunca apresentou provas concretas que permitissem afirmar que os navios visados estavam efetivamente envolvidos no tráfico.</P><br />
<P>Especialistas e responsáveis da ONU denunciaram as mortes como execuções extrajudiciais.</P><br />
<P>A presença de navios e aeronaves militares dos EUA em águas internacionais começou nas Caraíbas e antecedeu a intervenção militar de 03 de janeiro, que, em 03 de janeiro levou à captura do então Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da mulher, Cília Flores, que estão atualmente detidos em Nova Iorque para responder a acusações de tráfico de droga. Ambos declararam-se inocentes.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (ATR/CAD) // VQ</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754221]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sismo com epicentro em Espanha registado em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 01:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo com magnitude de 3,8 na escala de Richter, com epicentro na região de Lugo, no noroeste de Espanha, foi registado também em Portugal, disse hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo com magnitude de 3,8 na escala de Richter, com epicentro na região de Lugo, no noroeste de Espanha, foi registado também em Portugal, disse hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Num comunicado, o IPMA disse que as estações da Rede Sísmica do Continente registaram um sismo com epicentro a cerca de 35 quilómetros a este-sudeste da cidade de Lugo, na comunidade autónoma da Galiza.</P><br />
<P>&#8220;Não foi recebida nenhuma informação confirmando que este sismo tenha sido sentido&#8221; em Portugal, acrescentou o IPMA.</P><br />
<P>Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754220]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Conflito causa deslocação forçada de quase 400 mil crianças no Líbano &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 01:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização não governamental (ONG) Save the Children informou que, apesar do cessar-fogo declarado no Líbano, mais de um milhão de pessoas, incluindo 390 mil crianças, continuam deslocadas em todo o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não governamental (ONG) Save the Children informou que, apesar do cessar-fogo declarado no Líbano, mais de um milhão de pessoas, incluindo 390 mil crianças, continuam deslocadas em todo o país.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo no Líbano, que deveria expirar no domingo.</P><br />
<P>&#8220;A notícia do prolongamento do cessar-fogo temporário por mais três semanas é um pouco reconfortante, mas as pessoas estão cautelosas e continuam a viver num estado perpétuo de incerteza; uma pausa não é suficiente&#8221;, lamentou a diretora do escritório da Save the Children no Líbano.</P><br />
<P>&#8220;As famílias são obrigadas a suportar mais três semanas de incerteza, sem poderem regressar às suas vidas anteriores, vivendo em tendas nas ruas, em escolas e estádios&#8221;, explicou Nora Ingdal.</P><br />
<P>De acordo com dados das Nações Unidas, mais de 117 mil pessoas, incluindo 40 mil crianças, permanecem em abrigos coletivos, e apenas um quinto dos deslocados regressou a casa desde que foi acordado o cessar-fogo.</P><br />
<P>&#8220;Encontrei-me com muitas crianças e famílias de todo o país, e todas me dizem a mesma coisa: querem voltar para casa, as crianças querem voltar para a escola e os adultos querem voltar para o trabalho&#8221;, sublinhou Ingdal.</P><br />
<P>&#8220;As famílias querem deixar de viver num estado de incerteza, com medo de que a guerra regresse e sob o constante sobrevoo de drones&#8221;, acrescentou a dirigente da ONG.</P><br />
<P>A ofensiva de Israel no Líbano contra o grupo xiita pró-iraniano Hezbollah já causou mais de 2.400 mortos e um milhão de deslocados desde 02 de março, segundo as autoridades de Beirute.</P><br />
<P>O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Médio Oriente ao atacar Israel em retaliação pela morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no início da ofensiva israelita e norte-americana contra Teerão.</P><br />
<P>De acordo com o Conselho Nacional de Investigação Científica do Líbano, mais de 62 mil casas foram danificadas ou destruídas durante a guerra.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (ATR/MYMM) // VQ</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754219]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Kuwait liberta jornalista detido há 52 dias por cobrir guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 01:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista kuwaitiano-norte-americano Ahmed Shihab al-Din deixou o Kuwait, após ter sido absolvido da acusação de divulgar informações falsas, no contexto da guerra no Médio Oriente, e libertado após 52 dias de detenção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jornalista kuwaitiano-norte-americano Ahmed Shihab al-Din deixou o Kuwait, após ter sido absolvido da acusação de divulgar informações falsas, no contexto da guerra no Médio Oriente, e libertado após 52 dias de detenção.</P><br />
<P>O Departamento de Estado dos EUA anunciou a partida de Al-Din na sexta-feira, garantiu que o jornalista recebeu assistência consular e acrescentou que o paradeiro atual seria protegido por motivos de segurança.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Al-Din foi absolvido das acusações de divulgação de informações falsas e de pôr em perigo a segurança nacional do Kuwait, acusações que o levaram a ser detido durante 52 dias.</P><br />
<P>Antes da detenção, o jornalista &#8220;comentou vídeos e imagens disponíveis publicamente relacionados com a guerra do Irão&#8221;, disse o Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ)</P><br />
<P>&#8220;Entre as suas publicações recentes estava um vídeo geolocalizado, verificado pela CNN, mostrando um caça norte-americano a cair perto de uma base aérea norte-americana no Kuwait&#8221;, acrescentou o comité.</P><br />
<P>O caça terá sido abatidos por engano no Kuwait pelas defesas aéreas do país, nos primeiros dias do conflito que começou a 28 de fevereiro com a ofensiva EUA-Israel no Irão.</P><br />
<P>Al-Din, jornalista independente que trabalhou para o jornal norte-americano New York Times, a emissora do Qatar Al Jazeera English e a emissora pública norte-americana PBC, foi detido em 03 de março, enquanto visitava a família.</P><br />
<P>O CPJ sublinhou que Al-Din estava a ser processado, entre outras coisas, por &#8220;utilizar indevidamente o seu telemóvel&#8221;, acusações denunciadas como &#8220;vagas e excessivamente amplas, rotineiramente utilizadas para silenciar jornalistas independentes&#8221;.</P><br />
<P>Em 02 de março, o Ministério do Interior de Kuwait alertou contra a gravação ou divulgação de vídeos ou informações relacionadas com ataques iranianos contra países árabes.</P><br />
<P>O Kuwait promulgou uma lei a 15 de março que impõe penas de prisão até dez anos a qualquer pessoa que &#8220;divulgue notícias, publique declarações ou espalhe boatos falsos relacionados com entidades militares&#8221;.</P><br />
<P>O CPJ observou ainda que a detenção de Al-Din tinha ocorrido no meio de uma campanha de &#8220;censura cada vez mais rigorosa da imprensa&#8221; não apenas no Kuwait, mas em todo o Golfo Pérsico.</P><br />
<P>Centenas de pessoas foram detidas em todo a região desde o início do conflito por partilharem imagens de ataques de retaliação com drones ou mísseis do Irão, bem como imagens de danos ou destroços de aeronaves intercetadas.</P><br />
<P>Os jornalistas também foram assediados e proibidos, em alguns países, de filmar ou fotografar danos de guerra.</P><br />
<P>Em retaliação pela ofensiva militar, o Irão condicionou o tráfego no Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754218]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Amnistia continua em vigor e beneficiou nove mil pessoas na Venezuela &#8211; deputado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lei de Amnistia continua em pleno vigor na Venezuela e já beneficiou quase nove mil pessoas, anunciou o deputado Jorge Arreaza, presidente da comissão parlamentar que acompanha a aplicação da lei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Lei de Amnistia continua em pleno vigor na Venezuela e já beneficiou quase nove mil pessoas, anunciou o deputado Jorge Arreaza, presidente da comissão parlamentar que acompanha a aplicação da lei.</P><br />
<P>&#8220;A Lei da Amnistia continua em vigor. Os pedidos continuarão a ser aceites&#8221;, anunciou Arreaza na rede social X, um dia depois de a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciar o fim da amnistia.</P><br />
<P>Arreaza sublinhou que o instrumento legal &#8220;beneficiou praticamente todas as pessoas que podia abranger&#8221; e por isso &#8220;a presidente abre mecanismos alternativos para analisar os casos por outras vias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Lei de Amnistia beneficiou quase nove mil pessoas: um grande contributo para a paz. Os poucos pedidos ainda não apresentados vão ser recebidos pelos tribunais&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Por outro lado, Arreaza acusou os críticos da lei de se contradizerem.</P><br />
<P>&#8220;Um dia atacam a Lei da Amnistia, no dia seguinte culpam-na por todos os males da República. Mas depois sentem a sua falta e exigem que volte a vigorar. Cheguem a um acordo!&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Delcy Rodríguez, anunciou, quinta-feira, o fim da amnistia, dois meses depois da aprovação da lei, sem adiantar pormenores nem explicar o que significa o fim da lei que foi promulgada a 19 de fevereiro e que não prevê data de validade.</P><br />
<P>A chefe de Estado assegurou que os casos que &#8220;foram expressamente excluídos&#8221; da amnistia podem ser tratados noutros fóruns, como o Programa de Paz e Convivência Democrática e a Comissão de Reforma da Justiça Penal, criada também na quinta-feira.</P><br />
<P>Várias organizações não governamentais (ONG) venezuelanas reagiram ao anúncio e acusaram Delcy Rodríguez de violar o Estado de Direito.</P><br />
<P>&#8220;O recente anúncio sobre a revogação da Lei de Amnistia constitui uma grave violação do Estado de Direito&#8221;, disse a ONG Encontro, Justiça e Perdão (EJP), na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Uma lei desta natureza não possui limites temporais implícitos nem pode ser revogada por uma declaração administrativa do Executivo; a sua vigência é inerente à existência das situações de perseguição e detenção arbitrária que se destina a corrigir&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A EJP acrescentou que &#8220;pretender dar por concluído este instrumento de forma unilateral representa um ato de insegurança jurídica que deixa as vítimas em absoluta vulnerabilidade e envia um sinal alarmante ao sistema judicial, ao instruir de facto os tribunais a indeferir pedidos de liberdade com base numa premissa inexistente na ordem jurídica&#8221;.</P><br />
<P>Também o Programa Venezuela de Educação e Ação em Direitos Humanos (PROVEA), defendeu que &#8220;a revogação da lei não é da competência do Executivo nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma medida arbitrária e inconstitucional, que não contribui para o processo de convivência e paz que tem vindo a ser anunciado&#8221;, sublinhou, também na X.</P><br />
<P>A PROVEA afirmou ainda que &#8220;apesar das suas limitações, a Lei de Amnistia é um primeiro passo para desmantelar o aparato repressivo que tem oprimido os direitos da população venezuelana nos últimos anos&#8221;.</P><br />
<P>Muitos venezuelanos questionaram o anúncio nas redes sociais, sublinhando que a lei não prevê uma data de validade ou caducidade e que o seu fim aumenta a insegurança jurídica, enfraquece os direitos humanos e deixando as vítimas sem proteção.</P><br />
<P>A Lei da Amnistia abrange um período de 27 anos, a partir de 1999, mas apenas em ligação a 13 eventos ocorridos em 13 anos diferentes, excluindo operações militares e crimes como corrupção, homicídio e violações de direitos humanos.</P><br />
<P>Segundo a EJP, continuam detidas por motivos políticos na Venezuela 674 pessoas, entre os quais 30 venezuelanos com dupla nacionalidade e 28 estrangeiros &#8211; incluindo cinco cidadãos portugueses.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754217]]></sapo:autor>
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		<title>Neemias Queta quarto colocado no prémio de jogador com maior progressão da NBA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:35:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O poste internacional português Neemias Queta, jogador dos Boston Celtics, ficou no quarto lugar no prémio de jogador com maior progressão, o 'Most Improved Player', da fase regular da Liga norte-americana de basquetebol (NBA), conquistado por Nickeil Alexander-Walker.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O poste internacional português Neemias Queta, jogador dos Boston Celtics, ficou no quarto lugar no prémio de jogador com maior progressão, o &#8216;Most Improved Player&#8217;, da fase regular da Liga norte-americana de basquetebol (NBA), conquistado por Nickeil Alexander-Walker.</P><br />
<P>Segundo anunciou a NBA, o jogador luso recebeu seis votos para o segundo lugar (três pontos) e 23 para o terceiro (um), totalizando 41 pontos.</P><br />
<P>Neemias ficou atrás dos três finalistas, que já tinham sido anunciados, com Alexander Walker, dos Atlanta Hawks, a somar 396 (incluindo 66 votos como primeiro), seguido por Jalen Duran, dos Detroit Pistons, com 254 (23), e Deni Avdija, dos Portland Trail Blazers), com 135 (sete).</P><br />
<P>Atrás do português, ainda receberam votos mais 10 jogadores, entre os quais Ryan Rollins (Milwaukee Bucks) e Jalen Johnson (Atlanta Hawks), os outros que totalizaram mais de 10 pontos.</P><br />
<P>Neemias Queta, que disputou 76 jogos, 75 dos quais como titular, na &#8216;regular season&#8217; de 2025/26, terminou com médias de 10,2 pontos, com 65,3% nos &#8216;tiros&#8217; de campo e 70,3% nos lances livres, 8,4 ressaltos, 1,7 assistências, 1,3 desarmes de lançamento e 0,8 roubos de bola, em 25.3 minutos.</P><br />
<P>Em 2024/25, o português tinha somado 5,0 pontos, com 65,0% nos &#8216;tiros&#8217; de campo e 75,4% nos lances livres, 3,8 ressaltos, 0,7 assistências, 0,7 desarmes de lançamentos e 0,3 roubos de bola, jogando 13.9 minutos, em 62 encontros.</P><br />
<P>Além de ter melhorado substancialmente as suas médias, ao quase dobrar o tempo de permanência em campo, Neemias totalizou mais pontos, ressaltos, assistências, desarmes de lançamento e roubos de bola em 2025/26 do que no total das quatro primeiras épocas na NBA, as duas primeiras nos Sacramento Kings.</P><br />
<P>A disputar a quinta época na NBA, Neemias Queta totaliza 186 jogos na época regular, 166 pelos Celtics (28 em 2023/24, 62 em 2024/25 e 76 em 2025/26), pelos quais foi campeão na temporada de estreia, e 20 pelos Sacramento Kings (15 em 2021/22, como &#8216;rookie&#8217;, e cinco em 2022/23).</P><br />
<P>O poste internacional português, de 26 anos, foi escolhido pelos Sacramento Kings na 39.ª posição do &#8216;draft&#8217; da NBA de 2021, tendo-se tornado o primeiro português a jogar na competição. Mantém-se como o único.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754216]]></sapo:autor>
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		<title>Argentina rejeita declarações de Starmer sobre ilhas Malvinas e pede diálogo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:22:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros argentino, Pablo Quirno, rejeitou hoje as declarações do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sobre a soberania do Reino Unido sobre as ilhas Malvinas e pediu o retomar das negociações bilaterais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros argentino, Pablo Quirno, rejeitou hoje as declarações do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sobre a soberania do Reino Unido sobre as ilhas Malvinas e pediu o retomar das negociações bilaterais.</P><br />
<P>&#8220;À luz das recentes declarações públicas de altos funcionários do Governo do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte sobre a soberania das Ilhas Malvinas, a Argentina reafirma os seus direitos soberanos sobre as Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul, e as áreas marítimas circundantes&#8221;, vincou Quirno através nas redes sociais.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia argentina realçou que o seu país está disposto a &#8220;retomar as negociações bilaterais com o Reino Unido para encontrar uma solução pacífica e definitiva para a disputa da soberania e pôr fim à peculiar situação colonial em que se encontram&#8221;, agradecendo ainda à comunidade internacional o apoio à posição argentina.</P><br />
<P>O gabinete do primeiro-ministro britânico apontou hoje que a soberania do Reino Unido sobre as ilhas Malvinas &#8220;não está em causa&#8221;, após relatos de uma possível reconsideração da posição dos Estados Unidos sobre o assunto em retaliação pela falta de apoio de Londres à guerra contra o Irão.</P><br />
<P>A reação britânica surgiu após a fuga de um e-mail, alegadamente enviado pelo sistema interno do Pentágono, que detalhava várias medidas que Washington poderia tomar contra países da NATO que não alinharam com os EUA, concretamente Espanha e Reino Unido.</P><br />
<P>O Presidente argentino, Javier Milei, partilhou a publicação de Quirno, juntamente com a frase &#8220;as Malvinas eram, são e serão argentinas&#8221;.</P><br />
<P>Horas antes, antes da fuga das comunicações do Pentágono, Milei tinha declarado numa entrevista que o seu Governo está &#8220;a fazer tudo o que é possível para garantir que as Malvinas regressem à Argentina&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deve ser feito com prudência e bom senso. (&#8230;) Estamos a fazer progressos sem precedentes. Mas isso não depende apenas de nós. Estamos a fazer um esforço enorme. Não há nenhum fórum em que não estejamos a reivindicar o território. Estamos a obter um apoio sem precedentes, por exemplo, do Chile&#8221;, observou Milei.</P><br />
<P>Desde que as forças britânicas ocuparam as ilhas Malvinas em 1833 e expulsaram os seus habitantes e as autoridades argentinas, o país sul-americano nunca deixou de reivindicar os seus direitos soberanos sobre este arquipélago no Atlântico Sul, palco de uma guerra que terminou em 1982 com a rendição da Argentina às forças britânicas.</P><br />
<P>Após o regresso da Argentina à democracia em 1983, o país sul-americano tem afirmado incessantemente a sua soberania sobre as ilhas em todo o tipo de fóruns internacionais, enquanto a Assembleia Geral da ONU e o Comité Especial para a Descolonização têm reiteradamente solicitado negociações, sem que Londres concorde.</P><br />
<P>Ao longo dos anos, a Argentina garantiu o apoio da Organização dos Estados Americanos (OEA), do G77 mais a China e de muitos outros fóruns multilaterais e regionais na sua reivindicação, mas os Estados Unidos sempre apoiaram a posição britânica.</P><br />
<P>Em 2013, realizou-se um referendo nas ilhas Malvinas, no qual os habitantes votaram esmagadoramente a favor da manutenção do estatuto do arquipélago como território ultramarino dependente do Reino Unido, uma consulta que Buenos Aires sempre considerou ilegal.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754215]]></sapo:autor>
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		<title>Faturação da Ibersol em 2025 sobe 12% para 530 MEuro e lucros 39% para 15 MEuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 22:49:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ibersol divulgou hoje, no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, materiais a apresentar à assembleia-geral de acionistas sobre o exercício de 2025, relativos a indicadores e governo de sociedade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ibersol divulgou hoje, no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, materiais a apresentar à assembleia-geral de acionistas sobre o exercício de 2025, relativos a indicadores e governo de sociedade. </P><br />
<P>Dos indicadores consta uma subida de 12% do volume de negócios, para 529,5 milhões de euros, e de 39% dos resultados líquidos para 15,2 milhões.</P><br />
<P>O total de restaurantes próprios ascendia a 515 no final do ano, mais de metade em Portugal (320), com a presença internacional a estender-se a Espanha (179) e Angola, com 16 unidades.</P><br />
<P>Além do relatório e contas, os acionistas têm também ao dispor o relatório sobre o governo da sociedade no ano passado. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754214]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha com recordes do Nasdaq e S&#038;P500 graças a negociações EUA-Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 22:12:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, novamente com um duplo recorde, no caso do Nasdaq e S&#38;P500, a aplaudir o regresso das negociações entre EUA e Irão e os resultados da Intel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, novamente com um duplo recorde, no caso do Nasdaq e S&amp;P500, a aplaudir o regresso das negociações entre EUA e Irão e os resultados da Intel.</P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice tecnológico Nasdaq avançou 1,63% e o alargado S&amp;P500 progrediu 0,80%, ambos para terrenos inéditos, ao contrário do seletivo Dow Jones Industrial Avrage, que recuou 0,16%.</P><br />
<P>&#8220;As ações estão na sua maioria em alta (&#8230;), graças à esperança de um segundo ciclo de negociações, às perspetivas de paz e ao despenho do setor tecnológico&#8221;, sintetizou Angelo Kourkafas, da Edward Jones, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Washington e Teerão anunciaram hoje o envio de negociadores a Islamabade, com a capital paquistanesa à espera há vários dias uma retoma das discussões. </P><br />
<P>Mesmo que Donald Trump tenha prolongado unilateralmente a trégua entre os dois países beligerantes, o conflito está longe de ser terminado, nomeadamente porque o Estreito de Ormuz continua bloqueado. </P><br />
<P>Qualquer perspetiva é acolhida favoravelmente pelos investidores, se em que a questão das novas negociações continua incerta. </P><br />
<P>Para Angelo Kourkafas, &#8220;pode-se discutir a evolução do clima de confiança, que pode mudar bruscamente, mas são os resultados que constituem um dos motores mais duradouros do desempenho de mercado&#8221;. </P><br />
<P>A sessão de hoje constituiu um exemplo notório. </P><br />
<P>A Intel valorizou 23,64% foi catapultada, depois de ter divulgado bons desempenhos trimestrais, considerados um novo sinal de recuperação do que foi o primeiro produto mundial de processadores. </P><br />
<P>Em termos anuais, a valorização é espetacular, com a cotação a ser multiplicada por quase quatro.</P><br />
<P>Os resultados, considerados &#8220;excecionais&#8221; por José Torres, da Interactive Brokers, &#8220;prolongam a subida histórica do setor dos semicondutores e reforçam a convicção que a revolução da inteligência artificial ainda tem um longo caminho a percorrer&#8221;, garantiu. </P><br />
<P>A aproveitar o balanço, a Advanced Micro Devices valorizou cerca de 14%, a Nvidia mais 4%, fechando em nível recorde, e a Micron mais de 11%.</P><br />
<P>   </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754213]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Ministério da Saúde do Líbano anuncia seis mortos em ataques israelitas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 22:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas no Líbano causaram hoje seis mortos, indicou o ministério libanês da Saúde, apesar do cessar-fogo na guerra entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas no Líbano causaram hoje seis mortos, indicou o ministério libanês da Saúde, apesar do cessar-fogo na guerra entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques aéreos do inimigo israelita no sul do Líbano hoje, 24 de abril, resultaram no martírio de seis cidadãos e deixaram dois outros feridos&#8221;, indicou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>O Ministério precisou, na nota difundida pela agência de notícias estatal NNA, que as localidades de Tulin e Al Huyair, ambas no distrito de Marjayún, registaram duas vítimas mortais, cada uma. </P><br />
<P>Além destas quatro pessoas, uma morreu no município de Sarifa, no distrito de Tiro, e outra foi morta no de Yater, em Bint Jbeil, onde os ataques de Israel deixaram também pelo menos um ferido. </P><br />
<P>O Exército israelita também realizou vários bombardeamentos contra &#8220;estruturas militares&#8221; do partido e milícia xiita Hezbollah na referida localidade, assim como em Jirbet Salem, ferindo uma pessoa, e alegou que estas eram utilizadas pelo grupo xiita &#8220;para promover planos terroristas contra as forças israelitas e o Estado de Israel&#8221;. </P><br />
<P>O grupo xiita rejeitou hoje o cessar-fogo &#8220;perante a continuação dos atos hostis de assassínio, bombardeamento e disparos por parte de Israel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada ataque israelita contra qualquer alvo libanês, independentemente da natureza, confere à resistência o direito de responder proporcionalmente, de acordo com o contexto no terreno&#8221;, advertiu o deputado do Hezbollah Ali Fayyad.</P><br />
<P>Israel exige ao Governo do Líbano o desarmamento do Hezbollah, entre outras condições para cessar as hostilidades.</P><br />
<P>Na sequência do conflito, um militar indonésio da FINUL ferido em março morreu hoje, anunciou a missão da ONU, avisando também que ataques a trabalhadores humanitários podem ser considerados crimes de guerra.</P><br />
<P>A força de manutenção exigiu ainda aos intervenientes do conflito, nomeadamente Israel e o Hezbollah, que &#8220;cumpram as suas obrigações perante o direito internacional&#8221; e garantam a segurança do pessoal e dos bens da ONU.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa de hoje, o porta-voz de Guterres lamentou a morte de mais um &#8220;capacete azul&#8221; (como são conhecidos os operacionais das missões de paz da ONU) e indicou que são já seis os membros da FINUL mortos e vários outros que ficaram gravemente feridos no meio das recentes hostilidades entre o Hezbollah e Israel.</P><br />
<P>&#8220;Estes incidentes são inaceitáveis e devem parar. Solicitámos que as partes relevantes garantam que estes casos sejam investigados e, quando apropriado, processados pelas autoridades nacionais, a fim de levar os perpetradores à justiça e garantir a responsabilização&#8221;, disse Guterres, através do seu porta-voz.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques contra os soldados da paz da ONU podem constituir crimes de guerra ao abrigo do direito internacional&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quinta-feira uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo no Líbano, que deveria expirar no domingo.</P><br />
<P>A ofensiva de Israel no Líbano contra o grupo xiita pró-iraniano Hezbollah já causou mais de 2.400 mortos e um milhão de deslocados desde 02 de março, segundo as autoridades de Beirute.</P><br />
<P>O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Médio Oriente ao atacar Israel em retaliação pela morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no início da ofensiva israelita e americana contra Teerão.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754212]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Exército demite comandantes de unidades após denúncia de fome entre soldados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 21:42:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia demitiu hoje os comandantes do 10º Corpo de Exército e da 14ª Brigada Mecanizada Independente, após denúncias de fome e falta de água potável entre soldados, segundo media locais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia demitiu hoje os comandantes do 10º Corpo de Exército e da 14ª Brigada Mecanizada Independente, após denúncias de fome e falta de água potável entre soldados, segundo media locais. </P><br />
<P>O anúncio surge depois da filha de um ex-soldado de um batalhão da 14ª Brigada Mecanizada ter publicado fotos, que causaram indignação no país, de soldados extremamente magros e debilitados, alegadamente estacionados na região de Kharkive sem comida ou água devido à negligência do comando. </P><br />
<P>Os militares estariam a desmaiar de fome e a ser obrigados a beber água da chuva, segundo relata o diário Kyiv Independent. </P><br />
<P>A mulher de um dos soldados da brigada denunciou que os soldados enfrentam há sete meses atrasos contínuos na entrega de alimentos, água, material médico essencial e combustível para as suas posições, com remessas que por vezes demoram sete a 14 dias a chegar. </P><br />
<P>Silchuk acrescentou que são frequentes as interrupções de comunicação nas posições, ficando o serviço por vezes indisponível durante três a quatro dias. </P><br />
<P>O Ministério da Defesa da Ucrânia respondeu às denúncias na quinta-feira, dizendo que o comandante da 14ª Brigada tinha tomado conhecimento da situação e que, apesar dos desafios logísticos, estavam a ser feitos esforços para resolver os problemas de abastecimento das tropas e de rotação do pessoal. </P><br />
<P>O Estado-Maior anunciou que o comandante da 14ª Brigada, Anatolii Lysetskyi, tinha sido substituído, tal como o comandante do 10º Corpo, Serhii Perts, demitido do cargo e despromovido.</P><br />
<P>A 14ª Brigada Mecanizada ocupa posições a leste da cidade de Kupiansk, na região de Kharkiv, desde que a área foi libertada da ocupação russa na contraofensiva ucraniana do outono de 2022. </P><br />
<P>O Estado-Maior afirmou que o bombardeamento constante russo das travessias sobre o rio Oskil tem prejudicado significativamente o apoio logístico às unidades na área. </P><br />
<P>Desde que a linha da frente passou a ser dominada por &#8216;drones&#8217; em 2025, o transporte logístico regular por veículos para as posições de infantaria tornou-se praticamente impossível em toda a linha da frente. </P><br />
<P>Em vez disso, todos os mantimentos, desde alimentos e água a munições e medicamentos, são em grande parte lançados por &#8216;drones&#8217;. </P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.    </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754211]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Resultados da 31.ª jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 21:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultados da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que se disputa entre hoje e segunda-feira:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Resultados da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que se disputa entre hoje e segunda-feira:</P><br />
<P></P><br />
<P>Alverca &#8212; Arouca (2-1), Tondela &#8212; Nacional (sábado, 15:30), Benfica &#8211; Moreirense (sábado, 18:00), Vitória de Guimarães &#8211; Rio Ave (sábado, 20:30), Estoril Praia &#8212; Famalicão (domingo, 15:30), Estrela da Amadora &#8211; FC Porto (domingo, 18:00), Santa Clara &#8211; Sporting de Braga (domingo, 17:00 (18:00 em Lisboa), AVS &#8211; Sporting (domingo, 20:30), Gil Vicente &#8211; Casa Pia (segunda-feira, 20:15).</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>DB/PFO // PFO</P></p>
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