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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Crianças vão aprender português em bairro pobre perto do palácio presidencial na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 01:10:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Três centenas de crianças vão aprender português na Escola Paroquial Católica Madre Cabrini (EPCMC), de Cátia, um bairro populoso e pobre de Caracas que fica perto do palácio presidencial de Miraflores, afirmaram à Lusa responsáveis escolares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três centenas de crianças vão aprender português na Escola Paroquial Católica Madre Cabrini (EPCMC), de Cátia, um bairro populoso e pobre de Caracas que fica perto do palácio presidencial de Miraflores, afirmaram à Lusa responsáveis escolares.</P><br />
<P>&#8220;Para nós é muito importante o ensino da língua portuguesa. É muito importante, para o processo de instrução dos alunos, para o seu desenvolvimento cultural, humano e cristão&#8221;, disse à Lusa o reitor daquela escola onde, na segunda-feira, decorreu a primeira aula de português.</P><br />
<P>Manuel Rodríguez, sacerdote, explicou ainda que a EPCMC está situada em Pérez Bonalde, Cátia, &#8220;uma paróquia muito humilde&#8221; da cidade de Caracas.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de estarmos muito perto do palácio presidencial, ao mesmo tempo, somos uma zona pobre de Caracas, onde os alunos têm muito poucos recursos económicos&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;A pobreza material não é pobreza mental. São coisas distintas. Uma pessoa pode ser pobre economicamente, mais rica da mente e de espírito&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Sobre Cátia, explicou ainda que era uma localidade onde no passado residiam muitos imigrantes portugueses, espanhóis, italianos, libaneses e sírios.</P><br />
<P>&#8220;É uma zona muito cultural, bastante importante. Mas com o processo de empobrecimento nacional, muitos imigrantes e filhos de imigrantes, optaram por regressar à sua terra e à terra dos pais&#8221;, disse.</P><br />
<P>Questionado sobre como visualiza os alunos dentro de uns anos, o religioso explicou que &#8220;com muita esperança&#8221; e que &#8220;Portugal e a língua portuguesa podem ser um fator fundamental de transformação&#8221;, uma ponte para o progresso, o desenvolvimento humano, cultural e cristão.</P><br />
<P>&#8220;Eu quero que, não apenas a igreja, mas a República inteira evolua, cresça, que seja uma referência de progresso, prosperidade e esperança para o mundo inteiro, para a América toda. Independentemente dos problemas económicos, problemas políticos, queremos, sonhamos que estes meninos sejam a esperança do mundo inteiro&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, a lusodescendente Maria Teresa de Fátima Rodrigues Vieira, diretora da EPCMC, lembrou que a escola foi fundada em 1955.</P><br />
<P>&#8220;Em dezembro fizemos 70 anos, ainda celebramos o nosso aniversário&#8221;, disse, sublinhando que ela própria estudou naquela escola, quando o chão ainda era de terra.</P><br />
<P>A diretora do estabelecimento educativo explicou ainda que a instituição disponibiliza o ensino desde o pré-escolar ao fim do secundário.</P><br />
<P>&#8220;Hoje temos aproximadamente 300 alunos. São estudantes de baixos recursos económicos, mas de pais católicos e com muita vontade de estudar. Com valores&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Sobre o ensino de português, explicou que o projeto &#8220;é uma grande bênção&#8221; para o colégio e agradeceu o apoio da Embaixada de Portugal e do Camões &#8211; Instituto da Cooperação e da Língua.</P><br />
<P>&#8220;Todos [os alunos] estão muito contentes. Todos querem participar neste projeto da língua portuguesa&#8221;, disse, afirmando-se emocionada, porque ao finalizar a primeira aula, alguns alunos despediram-se dizendo &#8220;muito obrigado&#8221; e &#8220;até amanhã&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, a professora de português Jéssica Murillo, que é natural de Cátia, afirmou estar muito &#8220;segura&#8221; do sucesso do projeto: &#8220;A experiência do primeiro dia de aulas foi simplesmente ótima. Gostei dos alunos, que mostraram muito interesse e das boas-vindas do colégio. Senti uma energia formidável, indescritível&#8221;.</P><br />
<P>A ensinar a variante de português europeu, a docente disse que nas aulas vão aprender vocabulário, gramática e sobretudo pronúncia &#8220;que é uma das coisas mais complexas&#8221; para os venezuelanos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755611]]></sapo:autor>
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		<title>Joachim Kühn, Canyon, Shardik, SML e Pat Thomas atuam no Jazz em Agosto da Gulbenkian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 00:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O pianista alemão Joachim Kühn, "figura histórica da inovação do jazz", abre, em 31 de julho, o 42.º Jazz em Agosto, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, cujo cartaz inclui também Canyon, Shardik e SML, entre outros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O pianista alemão Joachim Kühn, &#8220;figura histórica da inovação do jazz&#8221;, abre, em 31 de julho, o 42.º Jazz em Agosto, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, cujo cartaz inclui também Canyon, Shardik e SML, entre outros.</P><br />
<P>À 42.ª edição, o Jazz em Agosto &#8220;reafirma a sua identidade de apresentar a atualidade criativa e original do jazz, música que não cessa de evoluir&#8221;, de acordo com o diretor artístico do festival, Rui Neves, citado no comunicado de apresentação da iniciativa, enviado à agência Lusa.</P><br />
<P>O cartaz desta edição, que acontece entre 31 de julho e 09 de agosto, inclui 14 concertos, que irão dividir-se entre o Grande Auditório, o Auditório 2 e o Anfiteatro ao Ar Livre.</P><br />
<P>O único concerto a acontecer no Grande Auditório, e que abre o Jazz em Agosto em 31 de julho, é &#8220;um piano solo de uma figura histórica da inovação do jazz, Joachim Kühn, hoje com 82 anos, contudo sempre enérgico e surpreendente no estilo que o identifica&#8221;.</P><br />
<P>Rui Neves salienta que &#8220;o interesse em ouvir, agora, este músico na plenitude da sua contribuição ao jazz provém da raridade dos seus concertos solo por sua própria imposição&#8221;.</P><br />
<P>Para 01 de agosto estão marcados os concertos dos portugueses David Maranha, em órgão elétrico, e Rodrigo Amado, em saxofone tenor, que editaram juntos, em 2024, o álbum &#8220;Wrecks&#8221;, e do quarteto norte-americano Canyon, que junta a pianista Sylvie Courvoisier, o violoncelista Lester St. Louis, o contrabaixista Joe Morris e o baterista Jerome Deupree, um dos elementos originais dos Morphine.</P><br />
<P>Em 02 de agosto, o Jazz em Agosto recebe &#8220;uma rara combinação de voz e contrabaixo&#8221;, com Fred Moten, professor universitário, intelectual, escritor, a ler textos escolhidos, interventivos, acompanhado por Brandon Lopez, &#8220;um dos contrabaixistas mais relevantes da atualidade&#8221;.</P><br />
<P>No mesmo dia, apresenta-se também o quarteto norte-americano Shardik, liderado pelo guitarrista Matt Hollenberg, que em julho editou &#8220;Cruelty Bacchanal&#8221;, o segundo álbum do grupo que integra também a violinista Sana Nagano, o baixista Nick Jost e o baterista de Danny Sher.</P><br />
<P>Em 03 de agosto, sobe a palco o LUME &#8211; Lisbon Underground Music Ensemble, criado e liderado pelo pianista português Marco Barroso e que junta músicos de jazz e de música erudita.</P><br />
<P>A celebrar 20 anos, o projeto leva ao Jazz em Agosto &#8220;uma visão singular e irreverente da sonoridade de big band&#8221;.</P><br />
<P>Para dia 04 de agosto está marcado o concerto do quarteto francês Bonbon Flamme, do qual faz parte o guitarrista português Luís Lopes.</P><br />
<P>O grupo, fundado pelo violoncelista Valentin Ceccaldi e que integra também o pianista Fulco Ottervanger e o baterista Étienne Ziemniak, deverá apresentar o segundo álbum, &#8220;Calaveras y Boom Boom Chupitos&#8221;, editado no ano passado.</P><br />
<P>Dia 05 de agosto, apresenta-se no Jazz em Agosto o grupo pan-europeu The Sleep Of Reason Produces Monsters (TSORPM) que, com o trompetista italiano Gabriele Mitelli, a saxofonista dinamarquesa Mette Rasmussen, a &#8216;turntablist&#8217; britânica Mariam Rezaei e o baterista austríaco Lucas König, &#8220;dá curso à livre improvisação onde a manipulação eletrónica adquire preponderância&#8221;.</P><br />
<P>A canadiana Anna Webber, &#8220;uma das mais reconhecidas saxofonistas e compositoras da atualidade&#8221;, atua no dia 06 de agosto, com o quinteto Shimmer Wince, que integra também Adam O&#8217;Farrill (trompete), Mariel Roberts (violoncelo), Elias Stemeseder, (sintetizador), e Lesley Mok (bateria), &#8220;cúmplices ideais de um dos projetos mais originais do jazz atual, dentro do seu leito comum&#8221;. </P><br />
<P>Em 07 de agosto, apresenta-se o projeto mais recente do baterista e vibrafonista norte-americano Ches Smith, Clone Row, &#8220;uma fulgurante demonstração da sua soberba imaginação enquanto compositor, encaminhada para esta formação que partilha com duas guitarras [tocadas por Mary Halvorson e Liberty Ellmans], um baixo e eletrónica [Nick Dunston]&#8221;.</P><br />
<P>O pianista britânico Pat Thomas, presença assídua do Jazz em Agosto nos últimos anos, apresenta-se no festival em 08 de agosto, dia em que sobe também a palco Dream Up, o novo projeto do baterista norte-americano Tomas Fujiwara, focado &#8220;na dinâmica criativa da percussão, com Kaoru Watanabe em tambores Taiko e flautas japonesas, Ches Smith em vibrafone, e Kweku Sumbry em percussão, oferecendo uma panorâmica percussiva, vibrante e global&#8221;.</P><br />
<P>Para o último dia do 42.º Jazz em Agosto, estão marcados os concertos do Chicago Underground Duo, que junta o trompetista Rob Mazurek e o baterista Chad Taylor, e do quinteto SML (Small Medium Large), supergrupo formado por Anna Butterss (baixo elétrico), Jeremiah Chiu (sintetizador, sampling e percussão), Josh Johnson (saxofone e eletrónica), Booker Stardum (bateria e percussão) e Gregory Uhlmann (guitarra elétrica e efeitos).</P><br />
<P>Os preços dos bilhetes para os concertos do Jazz em Agosto variam entre os 12 e os 23 euros. Além dos bilhetes individuais, há passes disponíveis. Um dos passes, que custa cem euros, inclui os nove concertos que acontecem no Anfiteatro ao Ar Livre, e o outro, para os quatro concertos marcados para o Auditório 2, custa 40 euros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755610]]></sapo:autor>
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		<title>Trump vai figurar em novos passaportes dos EUA alusivos a 250.º aniversário da Independência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:31:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente Donald Trump vai figurar em novos passaportes norte-americanos emitidos para assinalar o 250.º aniversário da Declaração de Independência do país, em julho, anunciou o Departamento de Estado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente Donald Trump vai figurar em novos passaportes norte-americanos emitidos para assinalar o 250.º aniversário da Declaração de Independência do país, em julho, anunciou o Departamento de Estado. </P><br />
<P>&#8220;Com os Estados Unidos a celebrarem em julho o 250º aniversário da nação, o Departamento de Estado está a preparar-se para lançar um número limitado de passaportes americanos com um design especial para comemorar este evento histórico&#8221;, publicou no X o porta-voz da agência governamental, Tommy Pigott. </P><br />
<P>O responsável republicou um artigo da Fox News Digital mostrando o novo design, que inclui uma foto interior de Donald Trump com a sua assinatura em dourado, bem como uma imagem dos Pais Fundadores reunidos no dia da Declaração de Independência, em 04 de julho de 1776. </P><br />
<P>Até hoje, nenhum presidente norte-americano em exercício figurou num passaporte. </P><br />
<P>Os passaportes com a imagem de Trump só serão emitidos em Washington e deixarão de estar disponíveis quando o stock acabar, disse à AFP sob anonimato um funcionário do Departamento de Estado. </P><br />
<P>Trump celebra este ano, em junho, o 80.º aniversário, sendo já o chefe de Estado mais idoso a exercer o cargo.  </P><br />
<P>Para o 250.º aniversário da independência está em preparação um conjunto pouco usual de eventos, incluindo uma corrida de fórmula Indy pelas ruas de Washington, DC e combates de luta livre na Casa Branca. </P><br />
<P>Trump, bilionário do setor imobiliário que é proprietário de uma torre com o seu nome na prestigiada Quinta Avenida de Nova Iorque, tem paralelamente procurado colocar o seu nome em edifícios e instituições, o que tradicionalmente é feito em homenagem a presidentes quando deixam o cargo ou após a sua morte. </P><br />
<P>Em dezembro, o conselho de curadores do Kennedy Center &#8211; escolhido pelo Presidente republicano &#8211; votou a renomeação desta prestigiada instituição cultural de Washington como &#8220;Trump Kennedy Center&#8221;. </P><br />
<P>O governo Trump anunciou também o lançamento de uma nova classe de grandes navios de guerra que terão o seu nome. </P><br />
<P>O Departamento do Tesouro confirmou ainda a existência de um plano para uma moeda comemorativa de um dólar com a imagem de Trump, embora as leis proíbam colocar em notas a imagem de um Presidente em funções ou vivo. </P><br />
<P>A Casa Branca afirmou a 15 de abril que o monumento a inaugurar em Washington para as comemorações dos 250 anos da independência, por iniciativa de Trump, terá o nome de &#8220;Arco do Triunfo dos Estados Unidos&#8221;. </P><br />
<P>A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou o nome numa conferência de imprensa, sublinhando que a estrutura terá 250 pés de altura (equivalente a 76 metros), &#8220;em tributo aos 250 anos&#8221; da independência do país, que se comemoram a 04 de julho. </P><br />
<P>Trump iniciou também a construção de um novo salão de baile na Casa Branca, demolindo a Ala Leste do edifício histórico. </P><br />
<P>Segundo vários media, incluindo a CNN e a NBC, Trump quis que o seu nome fosse dado a dois dos locais mais movimentados dos Estados Unidos: a Penn Station, em Nova Iorque, e o Aeroporto Internacional Dulles, em Washington. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755609]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 20 milhões de crianças e famílias em risco devido aos cortes nos fundos &#8211; UNICEF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou terça-feira que mais de 20 milhões de crianças e famílias estão em risco devido à falta de financiamento internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou terça-feira que mais de 20 milhões de crianças e famílias estão em risco devido à falta de financiamento internacional.</P><br />
<P>A agência alertou em comunicado que 2025 registou a maior queda anual na cooperação internacional, com uma redução de 23% na ajuda, alertando estes que cortes que podem ter efeitos diretos nas crianças num contexto de crescente instabilidade global. </P><br />
<P>Cinco países são responsáveis pela queda &#8211; 95,7% &#8211; incluindo Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Japão e França.</P><br />
<P>A UNICEF afirmou que os progressos alcançados até à data estão em risco, incluindo a redução de 60% da mortalidade infantil desde 1990 e o acesso facilitado a vacinas, água potável e educação, o que salvou pelo menos 154 milhões de vidas nos últimos 50 anos, o equivalente a uma vida a cada 10 segundos.</P><br />
<P>É o caso de Sebastián, um jovem de 19 anos que cresceu na região do Cauca, na Colômbia, uma região fortemente afetada por conflitos e pela presença de grupos armados, e que recebeu formação da UNICEF sobre os riscos representados pelos engenhos explosivos.</P><br />
<P>&#8220;No meu município e no meu departamento, há crianças que se juntam a grupos armados com apenas 12 anos, mas graças à ajuda e à UNICEF, consegui ter a minha própria vida. A educação abriu-me portas e permitiu-me libertar-me dos hábitos que vejo todos os dias entre rapazes e raparigas da minha geração, que são forçados a participar no cultivo de coca e são recrutados por grupos armados&#8221;, frisou à agência.</P><br />
<P>Por todas estas razões, a UNICEF instou os países a promoverem o financiamento contínuo e a comprometerem-se coletivamente com os direitos das crianças, para que mais de 11 milhões de crianças não fiquem sem acesso à água e ao saneamento básico, e dois milhões sem acesso à educação.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755608]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Salário médio anual dos portugueses 38% abaixo da média da UE &#8212; Relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:02:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O salário médio anual dos portugueses cresceu 1.600 euros entre 2023 e 2024, para 24.800 euros, mas continua 38% abaixo da média da União Europeia, segundo um relatório promovido pela Associação Business Roundtable Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O salário médio anual dos portugueses cresceu 1.600 euros entre 2023 e 2024, para 24.800 euros, mas continua 38% abaixo da média da União Europeia, segundo um relatório promovido pela Associação Business Roundtable Portugal. </P><br />
<P>&#8220;Apesar do incremento de 1.600 euros entre 2023 e 2024, o salário médio dos portugueses continuava 38% abaixo da média salarial da União Europeia, que se cifrou em 39.800 euros&#8221;, indicou, em comunicado, a associação. </P><br />
<P>Verifica-se, em termos absolutos, uma diferença de 15.000 euros. </P><br />
<P>Assim, um trabalhador médio da União Europeia ganha cerca de 60% mais do que um em Portugal. </P><br />
<P>O salário médio anual em Portugal avançou 7% em 2024, em comparação com o ano anterior, para 24.800 euros. </P><br />
<P>O relatório hoje divulgado concluiu ainda que o salário médio nacional, naquele ano, ficou cerca de 6% abaixo do que foi praticado pelos países concorrentes &#8212; Espanha, Eslovénia, Estónia, Grécia, Hungria, Itália, Polónia e Chéquia -, cuja remuneração média se fixou em 26.300 euros, mais 1.500 euros do que em Portugal.</P><br />
<P>De acordo com a mesma análise, a diferença salarial entre Portugal e a União Europeia pode ser explicada por fatores como a estrutura social do emprego, ou seja, nos últimos anos, o emprego tem crescido em setores com remunerações médias mais baixas. </P><br />
<P>Em Portugal, o setor das tecnologias de informação e comunicação (TIC) é o que melhores salários paga (acima dos 40.000 euros) e teve um aumento de 42% no número de trabalhadores entre 2020 e 2024.</P><br />
<P>Destacam-se ainda os setores da energia e ambiente e dos transportes (ambos com salários médios anuais de 33.000 euros) e a indústria (25.800 euros).</P><br />
<P>A Associação Business Roundtable Portugal é composta por 42 líderes de empresas e grupos que, em conjunto, acumulam receitas globais de 124.000 milhões de euros, sendo 59.000 milhões de euros a nível nacional. </P><br />
<P>No total empregam 424.000 pessoas, 218.000 só em Portugal. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755607]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Amnistia defende acordo de paz regional duradouro e sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:02:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amnistia Internacional defendeu hoje que "um cessar-fogo regional duradouro, sustentável e abrangente", incluindo todos os países afetados pelo conflito, deve substituir as frágeis e temporárias tréguas entre Estados Unidos e Irão, Israel e Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Amnistia Internacional defendeu hoje que &#8220;um cessar-fogo regional duradouro, sustentável e abrangente&#8221;, incluindo todos os países afetados pelo conflito, deve substituir as frágeis e temporárias tréguas entre Estados Unidos e Irão, Israel e Líbano.</P><br />
<P>Segundo a organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos, Portugal, por sua vez, tem &#8220;a responsabilidade e o dever moral de contribuir para o fim deste conflito&#8221;, pelo que &#8220;deve cessar urgentemente qualquer apoio militar aos Estados Unidos que possa tornar possíveis quaisquer violações do direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado, a Amnistia sustentou que só assim se poderá impedir &#8220;mais sofrimento catastrófico entre a população civil e abrir caminho para a justiça, o respeito pelo direito internacional e a proteção a longo prazo dos direitos humanos para todos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da redução das hostilidades armadas, este continua a ser um momento crítico e profundamente precário para os civis em todo o Médio Oriente: ambos os atuais acordos de cessar-fogo são frágeis, temporários e correm o risco de ruir a qualquer momento, colocando, mais uma vez, em perigo a vida de milhões de civis&#8221;, sublinhou a organização.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão continuam a trocar ameaças e a realizar ataques e apresamentos de navios no estreito de Ormuz; no Líbano, tal como tem acontecido desde 2024, o mais recente cessar-fogo levou a uma redução, mas não ao fim das hostilidades, e as forças militares israelitas permaneceram em território libanês, ordenando aos residentes de dezenas de aldeias nas zonas fronteiriças que não regressassem&#8221;, descreveu, no comunicado.</P><br />
<P>E no Irão, &#8220;entretanto, os civis enfrentam o duplo risco de crimes atrozes associados a um recomeço dos ataques ilegais dos Estados Unidos e de Israel, bem como de uma repressão mortal por parte das autoridades&#8221; do regime teocrático, acrescentou.</P><br />
<P>Para a Amnistia Internacional, &#8220;os ataques dos EUA e de Israel ao Irão, a 28 de fevereiro, foram ilegais, violando a proibição do uso da força prevista na Carta das Nações Unidas, e desencadearam atos ilegais por parte das autoridades iranianas em retaliação&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Desde então, mais de 5.000 pessoas foram mortas e milhões de civis em todo o Médio Oriente viram as suas vidas viradas do avesso, à medida que conflitos relacionados se intensificaram na região e civis e infraestruturas civis foram alvo de ataques&#8221;, prosseguiu a ONG.</P><br />
<P>&#8220;Todas as partes, incluindo os EUA, Israel, o Irão e o [movimento xiita libanês] Hezbollah, lançaram ataques ilegais, demonstrando um desprezo arrepiante pela vida humana, enquanto o Presidente dos EUA proferiu ameaças descaradas de cometer crimes de guerra e até mesmo genocídio, ameaçando &#8216;aniquilar uma civilização inteira&#8217; no Irão&#8221;, vincou.</P><br />
<P>De acordo com a secretária-geral da Amnistia, Agnès Callamard, &#8220;a comunidade internacional deve agora traçar uma linha vermelha: tem de haver um cessar-fogo duradouro e genuíno&#8221;, o que &#8220;requer a cessação total das hostilidades armadas por todas as partes, em todos os países afetados&#8221;.</P><br />
<P>Os conflitos armados &#8220;alastraram rapidamente a 12 países, pondo em risco a vida e a saúde de milhões de civis, com ataques que devastaram habitações civis e infraestruturas essenciais, prejudicando o ambiente e desencadeando ondas de choque económicas sentidas em toda a região e no mundo&#8221;, referiu a organização.</P><br />
<P>&#8220;Um cessar-fogo sustentável e duradouro é o único caminho credível para proteger os civis e abrir caminho para a segurança a longo prazo, a proteção dos direitos humanos e a justiça para todos na região &#8212; incluindo no Irão, no Líbano, em Israel, nos Territórios Palestinianos Ocupados e nos Estados do Golfo&#8221; Pérsico, defendeu Callamard.</P><br />
<P>Segundo a responsável, &#8220;um cessar-fogo que não seja acompanhado por soluções de longo prazo que salvaguardem os direitos humanos e abordem as causas profundas é pouco mais do que um remendo temporário numa ferida profunda&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto é particularmente verdade no Irão, onde a população continua em risco de novas atrocidades às mãos das autoridades da República Islâmica, e no Líbano, onde os civis enfrentam a perspetiva de um conflito renovado, deslocações indefinidas de civis e a destruição das suas casas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Perante a &#8220;erosão perigosa e contínua da ordem jurídica internacional e do respeito pelo direito internacional humanitário&#8221; a que estamos a assistir, a secretária-geral da Amnistia sustentou que &#8220;a comunidade internacional deve investigar exaustivamente os ataques ilegais dos EUA e de Israel contra o Irão, que violam a Carta das Nações Unidas e constituem crimes ao abrigo do direito internacional, e garantir que os Estados e os indivíduos sejam responsabilizados&#8221;.</P><br />
<P>Quanto ao Governo português, o diretor executivo da Amnistia Internacional &#8212; Portugal, João Godinho Martins, defendeu que, depois de ter contribuído para a continuação desta guerra, &#8220;através do seu apoio político e militar aos EUA&#8221;, deve agora assumir &#8220;um papel crucial na manutenção de um cessar-fogo sustentável e duradouro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal tem de fazer a sua parte. Portugal tem a responsabilidade e o dever moral de contribuir para acabar com este conflito e, acima de tudo, garantir que não contribui para violações do direito internacional&#8221;, afirmou João Godinho Martins.</P><br />
<P>&#8220;Para assegurar o cumprimento das suas obrigações internacionais, Portugal deve cessar urgentemente qualquer apoio militar aos Estados Unidos que possa tornar possíveis quaisquer violações do direito internacional, suspendendo imediatamente as transferências de armas para qualquer parte envolvida no conflito atual, e recusar a disponibilização da Base das Lajes e do espaço aéreo nacional para apoiar operações militares norte-americanas na região, e no quadro do atual acordo bilateral com os EUA&#8221;, precisou.</P><br />
<P>Para o responsável da Amnistia em Portugal, &#8220;o Governo português deve enviar sinais claros, de forma coerente e sem discriminação entre partes, de que todos os Estados estão obrigados a cumprir os seus compromissos ao abrigo do direito internacional, defendendo a importância dos sistemas multilaterais, e usando todos os mecanismos ao seu alcance para pressionar os perpetradores, nomeadamente votando a favor da suspensão do Acordo de Associação União Europeia-Israel&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755606]]></sapo:autor>
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		<title>Economia portuguesa estagna no arranque de 2026. CIP e ISEG deixam alerta: “O choque nos preços energéticos tende a propagar-se”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com o mais recente Barómetro de Conjuntura Económica da CIP e do ISEG, o PIB registou uma variação em cadeia nula no primeiro trimestre, o que corresponde a um crescimento homólogo de 2,2%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa terá entrado em 2026 praticamente sem crescer. De acordo com o mais recente Barómetro de Conjuntura Económica da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma variação em cadeia nula no primeiro trimestre, o que corresponde a um crescimento homólogo de 2,2%.</p>
<p>A análise aponta para um início de ano marcado por choques externos e internos que travaram a atividade económica. Entre os principais fatores estão as tempestades e inundações registadas em janeiro e fevereiro, bem como o impacto inicial do conflito no Golfo Pérsico, que começou no final de fevereiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-755365" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1.jpg" alt="" width="1429" height="594" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1.jpg 1429w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1-300x125.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1-900x374.jpg 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1-768x319.jpg 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1-1200x499.jpg 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/1-600x249.jpg 600w" sizes="(max-width: 1429px) 100vw, 1429px" /></p>
<p>Segundo o barómetro, os fenómenos climáticos extremos tiveram efeitos imediatos na atividade, nomeadamente na produção industrial. Em fevereiro, o índice de produção industrial registou uma queda homóloga de 4,4%, que se agrava para 7,6% quando excluída a produção de energia. Ainda assim, a CIP e o ISEG antecipam que os apoios públicos e o pagamento de indemnizações por parte das seguradoras possam ajudar a mitigar estes efeitos ao longo do ano.</p>
<p>Já o impacto do conflito no Médio Oriente deverá prolongar-se por mais tempo, sobretudo através da energia. Em março, a taxa de inflação aumentou 0,6 pontos percentuais, enquanto os preços na produção industrial aceleraram 3,5% em termos homólogos, com a componente energética a explicar praticamente toda a subida.</p>
<p>“A persistência do choque no preço dos produtos energéticos tenderá a propagar-se à economia, aumentando os custos de produção de forma transversal, condicionando as decisões de investimento e impactando o rendimento disponível das famílias”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP. “A intensidade com que já se sentiu em março o aumento dos preços na produção industrial, particularmente nos setores intensivos em energia, nomeadamente em gás natural, mostra bem como as medidas tomadas pelo Governo até ao momento são claramente insuficientes face à gravidade da situação”.</p>
<p>No plano da confiança, os indicadores de “Clima” e “Sentimento” apontam para uma deterioração moderada ao longo do primeiro trimestre, com um agravamento mais evidente em março, sobretudo entre os consumidores.</p>
<p>Apesar do cenário de abrandamento, alguns indicadores setoriais surpreenderam pela positiva. Destaca-se a evolução da produção e comercialização de automóveis ligeiros de passageiros e o crescimento expressivo das vendas de cimento, que registaram um aumento homólogo de 26,1% em março.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-755366" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2.jpg" alt="" width="1282" height="719" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2.jpg 1282w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2-300x168.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2-802x450.jpg 802w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2-768x431.jpg 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2-1200x673.jpg 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/2-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 1282px) 100vw, 1282px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755362]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa com aumento da preocupação sobre a IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 22:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com um aumento de inquietações sobre a inteligência artificial (IA) a desencadear uma série de vendas dos conglomerados tecnológicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com um aumento de inquietações sobre a inteligência artificial (IA) a desencadear uma série de vendas dos conglomerados tecnológicos. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average cedeu 0,06%, o tecnológico recuou 0,90% e o alargado S&amp;P500 desvalorizou 0,49%.</P><br />
<P>O Wall Street Journal avançou que a OpenAI, criadora do ChatGPT, não teria alcançado os seus objetivos, tanto de faturação como de utilizadores. </P><br />
<P>O artigo relançou o receio sobre a sustentabilidade das despesas massivas na IA. </P><br />
<P>A OpenAI faz viver parte do seu ecossistema da &#8216;nuvem&#8217;, dadas as imensas necessidades de armazenagem e tratamento de dados. </P><br />
<P>Para Patrick O&#8217;Hare, da Briefing.com, estas inquietações representam antes de tudo &#8220;um pretexto aceitável&#8221; para vender. </P><br />
<P>&#8220;Um grande número de ações subiu tanto em tão pouco tempo, desde logo nos semicondutores, que a simples ideia de um problema na OpenAI &#8220;basta para justificar a realização de ganhos&#8221;, comentou, em declarações à AFP. </P><br />
<P>&#8220;Não penso que os investidores vão despertar um dia e dizer, de maneira definitiva, &#8216;Oh! Esta história da IA não vai funcionar'&#8221;, reforçou Thomas Martin, de Globalt Investments.</P><br />
<P>Este vento contrário aos títulos tecnológicos aparece quando se aproxima a divulgarão dos resultados trimestrais dos grandes nomes do setor.</P><br />
<P>Amazon, Microsoft, Alphabet e Meta vão apresentar os seus números na quarta-feira e a Apple na quinta. </P><br />
<P>Entretanto, a cotação do petróleo continua a subir e já regressou ao nível anterior à trégua entre EUA e Irão. </P><br />
<P>&#8220;Quanto mais o bloqueio persistir, mais se receia que o Irão esgote as suas capacidades de armazenagem e se agravem os constrangimentos de aprovisionamento, causando uma subida dos preços&#8221;, destacou O&#8217;Hare.</P><br />
<P>Neste contexto, a reunião do banco central dos EUA, que começou hoje e acaba na quarta-feira, vai ser muito seguida. </P><br />
<P>Não se espera mudança na taxa de juro de referência, mas os investidores vão estar atentos a qualquer sinal de alteração da política monetária.  </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755605]]></sapo:autor>
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		<title>Galp defende desconcentração do mercado de gás natural no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 28 abr 2026 (Lusa) - O diretor de Comercialização de Power e Gás Natural da Galp no Brasil, Thiago Arakaki, defendeu hoje a desconcentração do mercado de gás natural no país, atualmente dominado pela Petrobras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 28 abr 2026 (Lusa) &#8211; O diretor de Comercialização de Power e Gás Natural da Galp no Brasil, Thiago Arakaki, defendeu hoje a desconcentração do mercado de gás natural no país, atualmente dominado pela Petrobras.</P><br />
<P>O programa de desconcentração do mercado de gás, chamado de &#8216;gas release&#8217;, atualmente está em debate no órgão regulador do Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</P><br />
<P>Thiago Arakaki declarou que a iniciativa é um &#8220;instrumento fundamental &#8220;e &#8220;positivo para o mercado brasileiro&#8221;, embora não deva ser visto como uma &#8220;bala de prata&#8221; que irá resolver os problemas do mercado de gás no país.   </P><br />
<P>Segundo avaliou o executivo da Galp, há uma estagnação no mercado brasileiro nessa área há pelos menos dois anos sem que o setor &#8220;veja grandes melhorias&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu acho que o gas release pode ser esse instrumento que vai catapultar a próxima fase no mercado de gás do Brasil que todo mundo quer&#8221;, sublinhou Thiago Arakaki,</P><br />
<P>&#8220;Todo mundo quer um mercado mais líquido, com mais liquidez, com menos barreiras, com mais transparência para gente poder crescer&#8221;, afirmou ao participar do evento &#8220;Gas Week 2026&#8221;, da Agência Eixos, em Brasília, com vários empresários do setor.</P><br />
<P>&#8216;Gas release&#8217; é uma demanda antiga do setor diante da força da Petrobras, o agente dominante na extração de gás natural e também da infraestrutura de escoamento do insumo no Brasil.</P><br />
<P>Enquanto isso, agentes do mercado de óleo e gás concorrentes da Petrobras articulam-se junto do executivo e no Congresso Nacional brasileiro para que o programa seja implementado.</P><br />
<P>Para além da concorrência, o Brasil enfrenta ainda problemas estruturais para escoamento da produção do gás, o que é um dos entraves à expansão do setor no país.</P><br />
<P>Para o executivo da Galp, a desconcentração desse mercado pode ser positivo para ampliação da oferta e também da demanda.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que traz mais previsibilidade para os consumidores, para novos investimentos, talvez para a gente aumentar a demanda de gás no Brasil&#8221;, observou.</P><br />
<P>Ao falar sobre ampliação da concorrência, Thiago Arakaki avalia que o aumento da demanda de exploração de gás natural no Brasil pode resolver o problema do custo da infraestrutura para transporte do insumo. </P><br />
<P>&#8220;Eu acho que com mais volume, você tem mais movimentação de gás, mais movimentação de gás se reduz custo do transporte, reduz o custo da distribuição. Então, você consegue, acho, trazer o mercado de gás para um novo patamar no Brasil&#8221;, reforçou. </P><br />
<P>Mais cedo, durante o evento, o Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil, Renato Dutra, declarou à imprensa que o país tem um nível de reinjeção de gás natural em cerca de 30 pontos percentuais acima da média mundial.</P><br />
<P>Para Renato Dutra, o Ministério de Minas e Energia, órgão para o qual trabalha, entende que é possível o país ter índices menores de reinclusão do gás natural, por entender que isso não afeta a exploração de petróleo nos poços de exploração.</P><br />
<P>Na prática, o Ministério de Minas e Energia entende que a descentralização desse mercado no país diminuirá os preços do insumo e aumentará a oferta, explicou.</P><br />
<P>Em 2025, explicou Renato Dutra, o Brasil produziu quase 180 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural nacional, sendo que, desse total, 55% é reinjetado nos poços de extração.</P><br />
<P>&#8220;A média mundial gira ao redor de 25% de reinjeção, ou seja, em tese, sem entrar em detalhes diminutos de números, nós temos reinjetado 30 pontos percentuais acima da média mundial&#8221;, declarou.</P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755604]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Regulador de telecomunicações ordena revisão de licenças da ABC num momento polémico com casal Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regulador americano das telecomunicações, a FCC, ordenou hoje ao grupo Disney que apresente um pedido de renovação de licença para as estações locais da sua cadeia ABC, antecipando-se em vários anos ao calendário previsto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O regulador americano das telecomunicações, a FCC, ordenou hoje ao grupo Disney que apresente um pedido de renovação de licença para as estações locais da sua cadeia ABC, antecipando-se em vários anos ao calendário previsto.</P><br />
<P>Este pedido surge num contexto de polémica entre o casal Trump e Jimmy Kimmel, tendo o casal presidencial pedido a saída deste apresentador da ABC por uma piada qualificada de &#8220;apelo à violência&#8221;.</P><br />
<P>A FCC não justifica a sua decisão no aviso administrativo. E, contactada pela agência de notícias francesa AFP, não respondeu ao pedido de comentário até agora.  </P><br />
<P>Contactada também pela AFP, a Disney indicou ter recebido o pedido da FCC e disse estar &#8220;confiante&#8221; de que os seus &#8220;históricos de serviços&#8221; demonstrassem que tem &#8220;as qualificações para estas licenças&#8221;.  </P><br />
<P>Estas licenças deveriam inicialmente expirar entre 2028 e 2031 no âmbito do processo ordinário, implicando um pedido de renovação.  </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, exigiu na última segunda-feira que a estação ABC despedisse imediatamente o apresentador Jimmy Kimmel, acusando-o de fazer um &#8220;vil convite à violência&#8221; com uma piada dirigida à primeira-dama, Melania Trump.</P><br />
<P>&#8220;Isto foi longe demais. Jimmy Kimmel deve ser despedido imediatamente pela Disney e pela ABC&#8221;, escreveu o republicano, criticando os comentários feitos pelo humorista, que, no seu programa da semana passada, descreveu a primeira-dama como &#8220;radiante como uma futura viúva&#8221;.</P><br />
<P>Também Melania Trump instou a ABC a tomar medidas após os comentários feitos pelo apresentador Jimmy Kimmel durante o seu monólogo de quinta-feira, no qual fez referência ao Jantar dos Correspondentes da Casa Branca e que considera &#8220;retórica odiosa e violenta&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem na rede social X, a primeira-dama indicou que a estação deveria intervir em relação a este tipo de conteúdos.</P><br />
<P>O apresentador fez uma paródia ao Jantar dos Correspondentes da Casa Branca no seu programa, &#8220;Jimmy Kimmel Live!&#8221;, dois dias antes do evento, como se fosse o comediante escolhido para entreter os convidados, que incluíam o Presidente Donald Trump, Melania e altos funcionários do gabinete pela primeira vez.</P><br />
<P>O Presidente, a primeira-dama e outras autoridades tiveram de ser retirados no sábado à noite, depois de um homem armado ter ultrapassado a barreira de segurança do hotel em Washington onde se realizava o evento e começado a disparar tiros em direção à porta onde decorria o jantar.</P><br />
<P>Entre as piadas, Kimmel fez alusão à primeira-dama com uma comparação irónica e ironizou o Presidente em relação a uma imagem gerada por inteligência artificial que tinha partilhado nas redes sociais e posteriormente apagado após receber críticas.</P><br />
<P>Na sua declaração, Melania Trump afirmou que o conteúdo do programa &#8220;não é comédia&#8221; e acusou o humorista de contribuir para &#8220;aprofundar a divisão política nos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Afirmou ainda que figuras como Kimmel &#8220;não deveriam ter acesso aos lares americanos todas as noites para disseminar mensagens de ódio&#8221;.</P><br />
<P>Melania Trump chamou cobarde a Kimmel, acrescentando que este &#8220;se esconde atrás da ABC porque sabe que a estação vai continuar a protegê-lo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quantas vezes mais a administração da ABC vai permitir o comportamento deplorável de Kimmel à custa da nossa comunidade?&#8221;, questionou.</P><br />
<P>Grande estrela dos programas noturnos, os famosos &#8220;late night shows&#8221;, Jimmy Kimmel provocou a ira da direita norte-americana em setembro passado, que o acusou de explorar politicamente o assassinato do influenciador pró-Trump Charlie Kirk.</P><br />
<P>Propriedade da Disney, a ABC suspendeu então o apresentador.</P><br />
<P>Esta suspensão tinha sido sugerida publicamente pelo presidente da FCC, Brendan Carr, nomeado por Donald Trump, e em março ameaçou retirar licenças a certos canais por &#8220;distorcer&#8221; a informação e por &#8220;promover teorias falsas&#8221;. </P><br />
<P>Para evitar esse desfecho, chamou-os a &#8220;corrigir o rumo&#8221;, considerando que &#8220;o grande público [tinha] perdido confiança nos meios de comunicação&#8221; tradicionais.</P><br />
<P>No entanto, face às críticas e às acusações de censura, a emissora trouxe de volta o apresentador uma semana após a sua demissão.</P><br />
<P>No seu programa desta segunda-feira, Kimmel não pediu desculpa e disse que a &#8220;piada muito agradável&#8221; era uma alusão à diferença de idades entre os cônjuges presidenciais e ao rosto frequentemente severo da primeira-dama, mas não um apelo à violência. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755603]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Países do Golfo pedem a Teerão &#8220;iniciativas sérias&#8221; para restabelecer a confiança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:17:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) condenou hoje os "ataques flagrantes" do Irão contra os seus membros, pedindo a Teerão "iniciativas sérias para restabelecer a confiança" no final de uma reunião de líderes da região na Arábia Saudita.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) condenou hoje os &#8220;ataques flagrantes&#8221; do Irão contra os seus membros, pedindo a Teerão &#8220;iniciativas sérias para restabelecer a confiança&#8221; no final de uma reunião de líderes da região na Arábia Saudita.  </P><br />
<P>Os ataques de mísseis e drones do Irão contra os seus vizinhos do Golfo, em retaliação ao ataque americano e israelita de 28 de fevereiro, &#8220;resultaram numa grande perda de confiança entre os Estados do CCG e o Irão&#8221;, afirmou em comunicado o secretário-geral desta entidade.  </P><br />
<P>&#8220;Isto exige que o Irão tome iniciativas sérias para restabelecer esta confiança&#8221;, acrescenta o texto, publicado depois de a Arábia Saudita ter recebido hoje os líderes do Golfo para discutir a crise provocada pela guerra no Médio Oriente e as formas de dar resposta à mesma.  </P><br />
<P>Esta reunião simboliza &#8220;a posição unificada do Golfo face à situação atual e ao que ela exige em termos de intensificação da coordenação e consulta&#8221;, disse, por sua vez, numa mensagem nas redes sociais o emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani.</P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação estatais sauditas, os participantes foram recebidos pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman na cidade costeira de Jeddah. </P><br />
<P>&#8220;Várias questões (&#8230;) relacionadas com evoluções regionais e internacionais foram abordadas, bem como a coordenação de esforços para as enfrentar&#8221;, reportou a Agência de Notícias Saudita (APS). </P><br />
<P>Uma fonte próxima do governo indicou à agência de notícias francesa AFP que as discussões incidiram sobre &#8220;a situação política e de segurança atual na região&#8221;. </P><br />
<P>Embora um cessar-fogo tenha entrado em vigor a 08 de abril entre os Estados Unidos e o Irão, pondo fim aos ataques de Teerão contra os Estados do Golfo, as repercussões económicas do conflito continuam a sentir-se no mundo. </P><br />
<P>O estreito de Ormuz, passagem marítima estratégica para o comércio de petróleo e gás natural liquefeito, mantém-se sujeito a um duplo bloqueio iraniano e americano. E as negociações diplomáticas visando obter um fim duradouro da guerra e a retoma da circulação no estreito são, para já, infrutíferas. </P><br />
<P>Os ataques iranianos contra os seus vizinhos visaram interesses americanos, mas também infraestruturas civis, danificando importantes instalações energéticas na região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755602]]></sapo:autor>
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		<title>EUA pedem uso da Base das Lajes para operar drones MQ-09 rumo ao Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O pedido foi feito esta terça-feira e prevê a utilização da infraestrutura até ao próximo dia 31 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="71097975-13c9-48a6-9d62-2beb35d6807a" data-testid="conversation-turn-1" data-scroll-anchor="false" data-turn="user">
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<div class="[overflow-wrap:anywhere] whitespace-pre-wrap">Os Estados Unidos voltaram a solicitar a Portugal autorização para utilizar a Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores, com o objetivo de operar drones militares MQ-09, conhecidos como “drones assassinos”. O pedido foi feito esta terça-feira e prevê a utilização da infraestrutura até ao próximo dia 31 de maio.</div>
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<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-69f09a98-bd90-83eb-ba01-c55bc0eebef5-0" data-testid="conversation-turn-28" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p data-start="416" data-end="686">Segundo o Correio da Manhã, o processo inclui um pedido de validação técnica à Autoridade Aeronáutica Nacional, bem como a necessária autorização diplomática por parte do ministro dos Negócios Estrangeiros. Até ao momento, essa autorização ainda não terá sido concedida.</p>
<p data-start="688" data-end="732"><strong>Drones MQ-09 com destino ao Médio Oriente</strong></p>
<p data-start="734" data-end="973">De acordo com o CM, estas aeronaves não tripuladas têm como destino final o Médio Oriente. Os drones MQ-09 são considerados dos mais avançados no seu tipo, sendo descritos como os maiores e mais poderosos utilizados em operações militares.</p>
<p data-start="975" data-end="1155">Equipados com até oito mísseis de precisão, estes dispositivos são frequentemente associados a missões de vigilância e ataque, o que lhes valeu a designação de “drones assassinos”.</p>
<p data-start="1157" data-end="1188"><strong>Pedido ainda aguarda decisão</strong></p>
<p data-start="1190" data-end="1401">O uso da Base das Lajes por forças norte-americanas depende agora da decisão das autoridades portuguesas. Segundo o Correio da Manhã, o pedido encontra-se em fase de análise, sem resposta oficial até ao momento.</p>
<p data-start="1403" data-end="1600" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Base das Lajes, pela sua localização estratégica no Atlântico, continua a ser um ponto relevante para operações militares e logísticas entre a América e outras regiões, incluindo o Médio Oriente.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755596]]></sapo:autor>
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		<title>Carlos III apela aos EUA para que mantenham aliança com Reino Unido e Ocidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rei Carlos III apelou hoje aos Estados Unidos para que continuem próximos do Reino Unido e de outros aliados históricos ocidentais, numa altura em que estas relações enfrentam divergências causadas pelas guerras no Irão e na Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Rei Carlos III apelou hoje aos Estados Unidos para que continuem próximos do Reino Unido e de outros aliados históricos ocidentais, numa altura em que estas relações enfrentam divergências causadas pelas guerras no Irão e na Ucrânia.</P><br />
<P>A aliança entre os dois países &#8220;não pode basear-se em sucessos passados&#8221;, declarou o monarca britânico num discurso perante as duas câmaras do Congresso norte-americano, em Washington, depois de ter sido recebido na Casa Branca pelo Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;Os desafios que enfrentamos são demasiado grandes para que qualquer nação os enfrente sozinha&#8221;, afirmou Carlos III, instando ambos os países a defenderem os seus valores comuns e a resistirem a apelos que conduzam a um recuo &#8220;cada vez maior para o isolacionismo&#8221;.</P><br />
<P>O Rei citou o próprio Presidente norte-americano, durante a sua visita de Estado a Londres no outono passado, referindo que &#8220;o laço de parentesco e identidade entre os Estados Unidos e o Reino Unido é inestimável e eterno, é insubstituível e inquebrável&#8221;.</P><br />
<P>Na presença do vice-presidente norte-americano, JD Vance, e de outros altos dirigentes da administração, Carlos III disse que reza &#8220;de todo o coração&#8221; para que esta aliança prossiga, juntamente com os outros parceiros da Europa, na Commonwealth e em todo o mundo, e que ignore as vozes que incitam os dois países &#8220;a um isolacionismo cada vez maior&#8221;.</P><br />
<P>Citou também o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, com o qual Trump tem mantido uma tensa relação nas últimas semanas devido à guerra no Irão, quando falou de uma &#8220;aliança indispensável&#8221;.</P><br />
<P>O monarca instou os representantes eleitos norte-americanos a demonstrarem uma &#8220;determinação inabalável&#8221; na defesa da Ucrânia contra a invasão russa e na busca de uma &#8220;paz justa e duradoura&#8221;, após uma viragem no apoio de Washington a Kiev, no seguimento do regresso de Trump, em janeiro do ano passado, à Casa Branca.</P><br />
<P>Carlos III é apenas o segundo monarca britânico a dirigir-se a uma sessão conjunta do Congresso. A sua mãe, Isabel II, fez um discurso semelhante em 1991, destacando os laços históricos entre os dois países e a importância dos seus valores democráticos.</P><br />
<P>Após uma ovação de pé, as suas primeiras palavras no edifício do Capitólio (sede do Congresso) foram de condenação à violência política que tem atingido os Estados Unidos (EUA).</P><br />
<P>O monarca referiu-se à tentativa, no passado sábado em Washington, de um homem armado em introduzir-se no jantar de gala da Associação dos Correspondentes da Casa Branca como uma ação que visa &#8220;fomentar ainda mais o medo e a discórdia&#8221; nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Deixem-me dizer com uma firmeza inabalável: estes atos de violência nunca terão sucesso&#8221;, defendeu a propósito do incidente que levou à retirada de Donald Trump, de JD Vance e da primeira-dama do local onde se encontravam também outros governantes norte-americanos. </P><br />
<P>O suspeito foi detido após se escutarem tiros na zona de controlo de segurança do jantar, realizado no Hotel Hilton Washington, e foi na segunda-feira formalmente acusado de tentativa de homicídio do Presidente norte-americano.</P><br />
<P>Carlos III, conhecido pelo seu fervor ecológico, fez ainda um apelo para a proteção ambiental perante os senadores e congressistas.</P><br />
<P>Antes da sessão conjunta no Capitólio, Donald Trump, um grande admirador de eventos da realeza, recebeu hoje de manhã Carlos III e a Rainha Camila com uma pompa invulgar de militares em uniforme de gala, uma banda de música, uma salva de 21 tiros e um sobrevoo de caças.</P><br />
<P>&#8220;Desde que conquistámos a nossa independência, há vários séculos, os americanos não têm amigos mais próximos do que os britânicos&#8221;, declarou o líder da Casa Branca, acrescentando que os dois países gozam de uma &#8220;relação especial&#8221;, da qual espera que &#8220;assim seja sempre&#8221;.</P><br />
<P>Este ano comemoram-se os 250 anos da Declaração de Independência dos Estados Unidos, que marcou a rutura entre as colónias britânicas e a coroa.</P><br />
<P>A visita do monarca é marcada por atritos entre Washington e Londres, sobretudo devido às críticas de Trump ao Governo britânico por não se querer envolver militarmente na guerra com o Irão e na reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado parcialmente pela República Islâmica.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o casal real tem viagem marcada para Nova Iorque, onde é esperada uma visita ao memorial dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755597]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente de Israel chama Netanyahu e procuradores para acordo no caso de corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:57:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Israel, Isaac Herzog, convocou hoje o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e os procuradores, para intermediar um acordo para pôr fim ao caso de corrupção em curso contra o chefe do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Israel, Isaac Herzog, convocou hoje o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e os procuradores, para intermediar um acordo para pôr fim ao caso de corrupção em curso contra o chefe do Governo.</P><br />
<P>O gabinete do Presidente Herzog emitiu o convite dias depois de anunciar que não iria decidir sobre o pedido de perdão de Netanyahu e, em vez disso, instaria as partes a chegarem a um acordo.</P><br />
<P>O convite para a ida à residência oficial, assinado pelo conselheiro jurídico de Herzog, refere que o Presidente acredita que os esforços para chegar a um acordo &#8220;devem ser esgotados primeiro&#8221; antes de poder considerar o pedido de perdão. </P><br />
<P>O documento diz que o objetivo é que as discussões decorram &#8220;de coração aberto e sincera boa intenção&#8221; e pede uma resposta até domingo.</P><br />
<P>Em novembro, Netanyahu pediu a Herzog que cancelasse o seu julgamento, dizendo que a retirada das acusações ajudaria a unificar o país.</P><br />
<P>O Presidente dos EUA, Donald Trump, fez vários apelos a Herzog para que encerrasse o julgamento.</P><br />
<P>Netanyahu é acusado de abuso de confiança, fraude e aceitação de subornos em três processos distintos, nos quais é acusado de trocar favores com associados ricos. O chefe do Governo nega todas as acusações.</P><br />
<P>O julgamento arrasta-se há seis anos e dividiu profundamente a opinião pública israelita. </P><br />
<P>Netanyahu e os seus apoiantes alegam que é vítima de uma perseguição política orquestrada pelos media, polícia e procuradores.</P><br />
<P>Não houve comentários imediatos do gabinete de Netanyahu nem da Procuradoria-Geral.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755595]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau Tempo: PTRR prevê discriminação positiva dos territórios de baixa densidade no acesso a fundos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:27:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano PTRR, hoje apresentado pelo Governo, prevê um conjunto de políticas de discriminação positiva para revitalizar os territórios de baixa densidade, entre elas a prioridade destes territórios no acesso a fundo europeus e do Orçamento do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plano PTRR, hoje apresentado pelo Governo, prevê um conjunto de políticas de discriminação positiva para revitalizar os territórios de baixa densidade, entre elas a prioridade destes territórios no acesso a fundo europeus e do Orçamento do Estado.</P><br />
<P>Segundo o documento, as medidas do plano PTRR &#8211; &#8220;Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência&#8221; no domínio &#8220;Territórios&#8221; serão adotadas a médio e longo prazo e custarão, no seu conjunto, mais de 3.155 milhões de euros (ME).</P><br />
<P>Estas políticas partem &#8220;do princípio de que a resiliência nacional depende da capacidade de assegurar condições dignas para viver, do acesso a serviços públicos, soluções habitacionais adequadas, instituições do ensino superior alinhadas com as estratégicas de desenvolvimento regionais e territórios competitivos na atração de investimento&#8221;, é realçado no documento.</P><br />
<P>Entre as medidas está uma &#8220;agenda de política pública centrada nos territórios de baixa densidade&#8221;, com um custo estimado de 600 milhões de euros (ME), que &#8220;estabelece um regime integrado de discriminação positiva do investimento público e privado&#8221; nestes territórios para &#8220;combater o despovoamento e reforçar a criação de emprego&#8221;.</P><br />
<P>Esta agenda prevê majoração e prioridade destes territórios no acesso a recursos do Orçamento do Estado e fundos europeus, incluindo avisos dedicados e taxas de financiamento reforçadas, para investimento, criação de emprego e infraestruturas multifuncionais.</P><br />
<P>&#8220;A medida promove a fixação de residentes permanentes, a valorização do edificado existente e o reforço da base económica local, contribuindo para a coesão territorial e o desenvolvimento sustentável no longo prazo&#8221;, é explicado no documento.</P><br />
<P>Para a mobilidade e a fixação de população nos territórios de baixa densidade, através de &#8220;incentivos à residência efetiva e acesso a habitação nestes territórios&#8221;, estão previstos investimentos de 400 ME.</P><br />
<P>A longo prazo, está ainda previsto o investimento de 100 ME em respostas sociais inovadoras para a promoção do bem-estar e autonomia da população idosa e de pessoas em situação de vulnerabilidade.</P><br />
<P>O plano insiste nas instituições de Ensino Superior como promotores de coesão territorial, para o que afeta 150 ME, verba que inclui a criação da Universidade de Leiria e do Oeste e a criação da Universidade Técnica do Porto, bem como contratos-programa com instituições das regiões de baixa densidade demográfica ou mais afetadas pela catástrofe climática.</P><br />
<P>Entre as medidas está ainda previsto o investimento de 150 ME em investigação e inovação na área da resiliência, 113 ME para o ajustamento da oferta de formação profissional às necessidades específicas dos territórios e 242 ME para ciência e inovação para a adaptação climática, reforçando &#8220;a capacidade científica e tecnológica nacional para antecipar e responder aos impactos das alterações climáticas&#8221;.</P><br />
<P>Para a resistência dos territórios, o Governo prevê ainda 1.200 ME para mitigação do risco agrícola, uma medida a longo prazo, que quer promover a transição para sistemas de produção sustentáveis e resilientes, e 200 ME para intervenções de defesa costeira e investimento em radares de agitação marítima.</P><br />
<P>Sem dotação estimada estão ainda duas medidas que o Governo aponta como necessárias para a coesão do território: o mapeamento e gestão do risco habitacional e a definição de um limiar mínimo de serviços públicos em territórios de baixa densidade.</P><br />
<P>Esta última medida prevê, até 2028, a criação de referenciais nacionais que assegurem níveis mínimos de acessibilidade a serviços públicos essenciais (educação, saúde, justiça e atendimento da Administração Pública) em territórios de baixa densidade, com base em critérios como as métricas de tempo de deslocação, distância, custos e acesso físico e digital.</P><br />
<P>No caso do mapeamento e gestão do risco habitacional pretende-se a identificação, mapeamento e monitorização de situações de risco habitacional associadas a fenómenos geomorfológicos, nomeadamente instabilidade de vertentes, movimentos de massa e arribas não fósseis, em contextos urbanos e periurbanos.</P><br />
<P>O PTRR &#8211; &#8220;Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência&#8221; (PTRR), hoje apresentado, vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos.</P><br />
<P>O primeiro-ministro anunciou em fevereiro o PTRR, após o comboio de tempestades que atingiu o país, entre janeiro e fevereiro, que provocou pelo menos 19 mortes, centenas de feridos e desalojados. </P><br />
<P>O Conselho de Ministros aprovou, também em fevereiro, as linhas gerais do programa, que assenta em três pilares: recuperar, proteger e responder. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755594]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Medidas do PTRR para a floresta a médio prazo totalizam 660 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:58:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão ativa da floresta, com 132 milhões de euros (ME), e a redução de carga combustível, com 320 milhões, ambas investimentos a médio prazo, fazem parte das medidas para a floresta no Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gestão ativa da floresta, com 132 milhões de euros (ME), e a redução de carga combustível, com 320 milhões, ambas investimentos a médio prazo, fazem parte das medidas para a floresta no Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR).</P><br />
<P>Segundo o sumário executivo do plano PTRR, hoje divulgado pelo Governo, &#8220;as florestas desempenham um papel estrutural na proteção das populações, na resiliência do território e na sustentabilidade ambiental e económica do país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A redução estrutural da carga combustível, em particular nas interfaces urbano-florestais e junto a infraestruturas críticas, assume caráter prioritário, contribuindo para a proteção de pessoas e bens e para a diminuição da severidade dos incêndios&#8221;, salienta-se no documento a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Entre as medidas associadas às florestas, a gestão ativa da floresta, com 132 ME de investimento, num horizonte temporal de &#8220;médio prazo&#8221;, reforça &#8220;o financiamento e simplifica a gestão do Programa Floresta Ativa, com foco nos territórios de minifúndio&#8221;, prevendo novos avisos do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) &#8220;com reforço de verbas&#8221;.</P><br />
<P>A redução de carga combustível, com 320 ME, também para &#8220;médio prazo&#8221;, visa o &#8220;reforço do financiamento e manutenção de Condomínios de Aldeia para promover alterações no uso e ocupação do solo&#8221;.</P><br />
<P>A medida, explica-se no documento, destina-se a garantir &#8220;a remoção total ou parcial da biomassa florestal, interrompendo a continuidade vertical e horizontal de combustível junto aos agregados populacionais rurais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Inclui a identificação e priorização das aldeias em maior risco, revitalizar as atividades agrícolas e silvopastoris, incrementando a multifuncionalidade dos territórios vulneráveis&#8221;, acrescenta-se.</P><br />
<P>De forma complementar, &#8220;promove a valorização da biomassa recolhida através de centrais de biomassa próximas e com ligação à rede energética&#8221; e integra ainda o Programa de Apoio à Redução da Carga Combustível através do Pastoreio, com quatro medidas de apoio: aos baldios, animais, investimento e instalação de novos produtores.</P><br />
<P>Já a promoção de parcerias para a gestão da floresta, com 100 ME (médio prazo), assenta em &#8220;modelos de gestão florestal conjunta, suportada no envolvimento dos agentes do setor florestal (proprietários, entidades públicas, indústria, entre outros)&#8221;, com expansão de modelos de intervenção à escala da paisagem (Operações Integradas de Gestão da Paisagem) para todo o país.</P><br />
<P>&#8220;Pretende-se valorizar a floresta e garantir proteção e resiliência aos territórios rurais&#8221;, aponta-se no documento, no qual se prevê a concretização da medida através de contratos-programa de apoio técnico e financeiro a organização de produtores florestais, associações florestais e outras entidades, para &#8220;reforço da sua capacidade de gestão, elaboração de planos de gestão florestal e acompanhamento técnico dos proprietários&#8221;.</P><br />
<P>A promoção de uma gestão florestal sustentável e agregada, no &#8220;curto prazo&#8221;, sem indicação do valor de investimento, visa &#8220;reduzir a fragmentação e atomização da propriedade rústica florestal mediante o reforço e a simplificação dos instrumentos públicos de gestão agrupada&#8221;.</P><br />
<P>Nesse sentido, o executivo atuará na &#8220;revisão do regime das zonas de intervenção florestal (ZIF), simplificação dos procedimentos de reconhecimento&#8221; das unidades e entidades de gestão florestal (UGF/EGF), bem como no &#8220;reforço dos incentivos associados à certificação da gestão florestal sustentável&#8221;.</P><br />
<P>Ações de manutenção e otimização do Sistema de Informação Cadastral Simplificado e do Balcão Único do Prédio (BUPi), e de &#8220;comunicação e mobilização dos cidadãos para a identificação e registo das suas propriedades, até 2026&#8221;, são outras medidas complementares.</P><br />
<P>Também a médio prazo, estão contemplados 8 ME para o programa operacional de sanidade florestal, incluindo &#8220;o reforço da rede nacional de monitorização e deteção precoce de pragas&#8221;, e 100 ME para erradicação e controlo de espécies invasoras, com apoio financeiro e técnico a proprietários.</P><br />
<P>A vigilância e monitorização aérea, investimento de 14 ME a &#8220;longo prazo&#8221;, destina-se ao &#8220;desenvolvimento, teste e operação de aeronaves não tripuladas (&#8216;drones&#8217;) com sensores avançados &#8212; óticos, térmicos e oceanográficos &#8212; para monitorização contínua dos meios urbano, florestal e marítimo&#8221;.</P><br />
<P>O PTRR vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos, organizado nas fases de curto prazo (2026), médio (2027-2029) e longo (2030-2034).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755592]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump diz que chanceler alemão &#8220;não sabe do que fala&#8221; quando questiona EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:43:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o chanceler alemão, Friedrich Merz, "não sabe do que fala" quando afirma que o Irão humilhou os Estados Unidos no atual conflito, por Washington não ter estratégia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o chanceler alemão, Friedrich Merz, &#8220;não sabe do que fala&#8221; quando afirma que o Irão humilhou os Estados Unidos no atual conflito, por Washington não ter estratégia. </P><br />
<P>&#8220;Merz acha que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear. Ele não sabe do que fala! Se o Irão tivesse uma arma nuclear, o mundo inteiro seria refém&#8221;, respondeu hoje Trump através da rede social Truth.  </P><br />
<P>&#8220;Estou a fazer algo com o Irão, neste momento, que outras nações, ou presidentes, já deveriam ter feito há muito tempo&#8221;, adiantou o Presidente norte-americano, que deixou críticas também ao desempenho da economia alemã.  </P><br />
<P>&#8220;Não é à toa que a Alemanha se encontra numa situação tão precária, tanto a nível económico como noutros aspetos!&#8221;, adiantou Trump, que ordenou a 28 de fevereiro um ataque ao Irão, em conjunto com Israel, que destruiu grande parte da capacidade militar e da indústria de fabrico de mísseis e &#8216;drones&#8217; de Teerão. </P><br />
<P>A República Islâmica respondeu ao ataque, justificado com a ameaça nuclear iraniana, disparando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os países vizinhos, sobretudo a indústria de petróleo e gás destes, e bloqueando o Estreito de Ormuz, o que levou a uma escalada dos preços dos combustíveis, fortemente penalizadora de países importadores como a Alemanha. </P><br />
<P>Na segunda-feira, Merz questionou se os Estados Unidos têm &#8220;uma estratégia verdadeiramente convincente&#8221; para as negociações com o Irão, quando há uma aparente estagnação nas conversações para a paz. </P><br />
<P>&#8220;Os iranianos, ao que parece, são mais fortes do que pensávamos, e os norte-americanos, ao que parece, também carecem de uma estratégia verdadeiramente convincente nas negociações&#8221;, afirmou Merz durante um debate com estudantes de uma escola secundária em Marsberg, no centro da Alemanha. </P><br />
<P>&#8220;O problema com este tipo de conflitos é sempre o mesmo: não basta envolver-se, é preciso também sair. Vimos isso de forma muito dolorosa no Afeganistão, durante 20 anos. Vimos isso no Iraque&#8221;, afirmou o chanceler, segundo a agência de notícias alemã DPA. </P><br />
<P>Merz referiu que os norte-americanos &#8220;envolveram-se nesta guerra no Irão, evidentemente, sem qualquer estratégia&#8221;, antes de sublinhar que isso também torna o fim do conflito mais difícil. </P><br />
<P>&#8220;Sobretudo porque os iranianos, ao que parece, negoceiam com muita habilidade, ou melhor, sabem muito bem como não negociar&#8221;, apontou. </P><br />
<P>&#8220;Há toda uma nação inteira que está a ser humilhada pelos dirigentes iranianos&#8221;, criticou Merz, insistindo que a situação &#8220;é bastante complicada&#8221;. </P><br />
<P>O chanceler alemão admitiu que a guerra no Médio Oriente tem repercussões diretas desempenho da economia alemã, a maior da zona euro, e reiterou que Berlim mantém a oferta de garantir a reabertura do estreito de Ormuz, crucial para o abastecimento global de petróleo, enviando navios, embora tenha afirmado que uma condição prévia para tal é a cessação das hostilidades. </P><br />
<P>As declarações de Merz surgem em fase de impasse diplomático entre os Estados Unidos e o Irão, com a falta da confirmação de uma segunda reunião presencial para tentar chegar a um acordo de paz, após o primeiro encontro na capital paquistanesa, Islamabad, e depois de Washington ter prorrogado o cessar-fogo acordado em 08 de abril. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755591]]></sapo:autor>
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		<title>Açores mantém desconto no ISP em maio mas aumentos dos combustíveis serão superiores a 20 cêntimos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:41:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário regional das Finanças dos Açores disse hoje que o executivo vai manter em maio o desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) aplicado em abril, apesar dos aumentos superiores a 20 cêntimos por litro nos combustíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário regional das Finanças dos Açores disse hoje que o executivo vai manter em maio o desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) aplicado em abril, apesar dos aumentos superiores a 20 cêntimos por litro nos combustíveis.</P><br />
<P>&#8220;Esse aumento já foi atenuado por via da redução do ISP que o Governo [Regional] iniciou em abril e continua em maio. Agora, é bom perceber-se que isso tem a ver com o mercado internacional. O Governo é a última entidade que gostaria de aumentar os combustíveis. Não depende do Governo. Há uma guerra, há uma situação mundial terrível&#8221;, afirmou, em declarações à Lusa, o secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública (PSD/CDS/PPM), Duarte Freitas.</P><br />
<P>A RTP/Açores noticiou hoje que, em maio, o preço da gasolina nos Açores vai aumentar 21,7 cêntimos por litro, o preço do gasóleo 36,3 cêntimos por litro e o preço do gás butano 36,9 cêntimos por quilo.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa, o titular da pasta das Finanças confirmou estes aumentos, que ainda não foram publicados em Jornal Oficial.</P><br />
<P>Em abril, o Governo Regional dos Açores anunciou um desconto no ISP de 3,5 cêntimos por litro na gasolina e quatro cêntimos por litro no gasóleo para atenuar a subida dos preços.</P><br />
<P>Segundo Duarte Freitas, o executivo decidiu manter este desconto em maio, assumindo um impacto de &#8220;cerca de três milhões de euros&#8221; na receita fiscal.</P><br />
<P>Questionado sobre se não foi possível aumentar o valor do desconto de ISP, o secretário regional das Finanças alegou que, como os preços dos combustíveis são fixados mensalmente nos Açores, a região pode &#8220;retardar o impacto&#8221; dos aumentos, mas ele &#8220;acaba sempre por chegar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aquilo que nós decidimos foi, em abril e maio, manter este nível de redução por via do ISP. Naturalmente que, se houver uma descida mais rápida dos preços, como todos gostaríamos, poderemos fazer isso repercutir mais rapidamente. Se houver ainda a manutenção desta situação por muito mais tempo, teremos que, naturalmente, analisar, quer seja em sede da resolução que baliza as reduções do ISP, quer seja através de outras formas de apoiar as empresas e as famílias. Naturalmente, o Governo continuará a ter essa atenção&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Duarte Freitas sublinhou que o mundo está a viver uma &#8220;situação completamente esdrúxula&#8221;, provocada pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que a situação possa acalmar, que possa haver paz no Médio Oriente e que os preços dos mercados possam vir para valores mais razoáveis, porque, para além, naturalmente, do impacto direto no preço dos combustíveis, há impactos indiretos que esta guerra e esta crise do aumento do petróleo provocam em todas as economias&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O aumento dos preços dos combustíveis já gerou contestação de partidos da oposição e da Federação Agrícola dos Açores.</P><br />
<P>Questionado sobre a adoção de medidas adicionais para mitigar o impacto da subida de preços na economia, o titular da pasta das Finanças disse que o executivo está a preparar &#8220;outras abordagens que possam ser necessárias em face da manutenção ou não desta escalada de preços do petróleo&#8221;.</P><br />
<P>Duarte Freitas lembrou que, para além de reduzir o ISP, o Governo Regional reativou o mecanismo de acompanhamento de preços e está preparado para, &#8220;se houver consequências no âmbito do aumento das taxas de juro&#8221;, reativar o Credithab, medida de apoio às famílias no pagamento das prestações de crédito à habitação, criada em 2023.</P><br />
<P> &#8220;O Governo tem tanto interesse como qualquer açoriano que os combustíveis não subam, mas o Governo dos Açores como qualquer açoriano estão sujeitos a uma guerra que existe. As pessoas, às vezes, parece que se esquecem que há uma guerra que está a decorrer, que há uma economia mundial toda a sofrer e que nós podemos retardar os impactos na região, podemos atenuar os impactos na região, mas não podemos eliminar as consequências&#8221;, reiterou.</P><br />
<P>A partir de sexta-feira a gasolina sem chumbo I.O. 95 octanas passa a custar 1,921 euros por litro, nos Açores, e o gasóleo rodoviário 2,004 euros por litro.</P><br />
<P>O preço do gasóleo colorido e marcado consumido na agricultura é fixado em 1,633 euros por litro e o preço do gasóleo colorido e marcado consumido na pesca em 1,443 euros por litro.</P><br />
<P>O gás butano vendido ao público, no estabelecimento do revendedor, em garrafas de 26 litros ou mais, passa a custar 2,208 euros por quilo e o vendido em garrafas de 24 litros, construídas em materiais leves (até oito quilos de vasilhame), 2,408 euros por quilo.</P><br />
<P>O gás butano canalizado é fixado em 2,208 euros por quilo e o gás butano a granel em 1,801 euros por quilo.</P><br />
<P>Desde fevereiro, com este novo aumento, o preço da gasolina nos Açores sobe 32,3 cêntimos por litro, o preço do gasóleo 53 cêntimos por litro e o preço do gás butano 52,2 cêntimos por quilo.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Crédito bancário em Angola cresce 16,4% em março para 8,33 mil ME</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:39:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crédito bruto ao setor não financeiro em Angola cresceu 16,4% em março para 9 biliões de kwanzas (8,33 mil milhões de euros), face ao período homólogo, segundo dados do Banco Nacional de Angola (BNA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O crédito bruto ao setor não financeiro em Angola cresceu 16,4% em março para 9 biliões de kwanzas (8,33 mil milhões de euros), face ao período homólogo, segundo dados do Banco Nacional de Angola (BNA).</P><br />
<P>O setor privado concentrou 84,9% do total, com um &#8216;stock&#8217; de 7,6 biliões de kwanzas (7,04 mil milhões de euros), um aumento de 812,6 mil milhões de kwanzas (752,6 milhões de euros), ou seja 11,9%, face a março de 2025.</P><br />
<P>As empresas não financeiras totalizaram 5,9 biliões de kwanzas (5,46 mil milhões de euros), um crescimento de 10,6%, e os particulares 1,7 biliões de kwanzas (1,57 mil milhões de euros), mais 16,5%.</P><br />
<P>O setor público não financeiro representou 15,1% do total, com 1,4 biliões de kwanzas (1,30 mil milhões de euros), uma expansão de 454,9 mil milhões de kwanzas (421,3 milhões de euros) face ao período homólogo, dos quais 67,2% referentes à administração pública e 32,8% a empresas públicas.</P><br />
<P>O &#8216;stock&#8217; de crédito em moeda nacional atingiu 7,2 biliões de kwanzas (6,67 mil milhões de euros), mais 17% face ao período homólogo.</P><br />
<P>O crédito ao setor real da economia totalizou 2 biliões de kwanzas (1,85 mil milhões de euros), um aumento de 22,6%, impulsionado principalmente pela indústria extrativa, seguida da indústria transformadora e da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca.</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>Mau tempo: PTRR vai investir na criação de um fundo de catástrofes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano PTRR prevê um investimento de 20 milhões de euros na revisão do regime de seguros para catástrofes, bem como na criação de um fundo de catástrofes naturais e sísmicas e de um seguro obrigatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plano PTRR prevê um investimento de 20 milhões de euros na revisão do regime de seguros para catástrofes, bem como na criação de um fundo de catástrofes naturais e sísmicas e de um seguro obrigatório.</P><br />
<P>De acordo com programa &#8220;Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência&#8221; (PTRR), hoje apresentado, o Governo alocou 20 milhões de euros a esta área.</P><br />
<P>&#8220;A medida visa avaliar e reforçar a cobertura dos riscos sísmicos e de catástrofes naturais em Portugal, através da revisão do regime de seguros, a criação de um seguro obrigatório para catástrofes e sismos para habitações apoiado num mecanismo de solidariedade que assegure universalidade de acesso e a criação de um Fundo de Catástrofes Naturais e Sísmicas, em articulação com a ASF [Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões] e o setor segurador&#8221;.</P><br />
<P>O fundo insere-se num &#8220;Sistema Integrado de Proteção contra Catástrofes Naturais, estruturado em eixos de resiliência, solidariedade e prevenção, permitindo uma gestão financeira do risco ajustada a diferentes perfis de eventos&#8221;, de acordo com o documento.</P><br />
<P>A medida integra ainda &#8220;instrumentos de apoio e incentivos à constituição de seguros para setores económicos específicos, como o setor aquícola, e prevê diferenciação positiva para populações vulneráveis, pequenas empresas e pequenos agricultores, bem como a promoção do mutualismo&#8221;.</P><br />
<P>Inclui também &#8220;ações de literacia do risco e de promoção de uma cultura de contratação de seguros&#8221; e a &#8220;disseminação da cobertura de risco sísmico nos seguros de imóveis&#8221;, além de fomentar a sensibilização dos proprietários e do setor segurador para a importância da resiliência sísmica.</P><br />
<P>Num comunicado, a Associação Portuguesa de Seguradores saudou &#8220;o anúncio do Governo relativo à criação de um Fundo de Catástrofes Naturais e Sísmicas&#8221; e a &#8220;implementação de um sistema de seguro obrigatório para as habitações, uma medida de inequívoco interesse público e há muito defendida pelo setor segurador&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a associação, &#8220;este passo é decisivo para reforçar a resiliência do país face aos riscos climáticos e sísmicos crescentes, respondendo à necessidade de um modelo estruturado, universal e sustentável de proteção das famílias e da economia, assente na solidariedade, na partilha de riscos e na responsabilidade individual&#8221;.</P><br />
<P>O setor espera agora &#8220;poder conhecer, em breve, mais detalhes sobre a sua implementação, de modo a contribuir de forma construtiva para uma solução nacional de proteção robusta e sustentável&#8221;.</P><br />
<P>O PTRR &#8211; &#8220;Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência&#8221; (PTRR), hoje apresentado, vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos.</P><br />
<P>O primeiro-ministro anunciou, em fevereiro, o PTRR, após o comboio de tempestades que atingiu o país, entre janeiro e fevereiro, que provocou, pelo menos, 19 mortes, centenas de feridos e desalojados.</P><br />
<P>O Conselho de Ministros aprovou, também em fevereiro, as linhas gerais do programa, que assenta em três pilares: recuperar, proteger e responder.</P><br />
<P> </P></p>
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