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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>FC Porto vence Óquei de Barcelos e está na final da Liga dos Campeões de hóquei em patins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto apurou-se hoje para a final da Liga dos Campeões de hóquei em patins, depois de vencer o Óquei de Barcelos, detentor do troféu, por 3-1, nos penáltis, após 2-2 no tempo regulamentar e 3-3 no prolongamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto apurou-se hoje para a final da Liga dos Campeões de hóquei em patins, depois de vencer o Óquei de Barcelos, detentor do troféu, por 3-1, nos penáltis, após 2-2 no tempo regulamentar e 3-3 no prolongamento.</P><br />
<P>Em Coimbra, a formação do Óquei de Barcelos adiantou-se na meia-final com um golo de Miguel Vieira, mas o FC Porto chegou ao empate com um tento de Ezequiel Mena antes do intervalo. Na segunda parte, Miguel Rocha adiantou novamente a formação de Barcelos, com um golo de penálti, mas Gonçalo Alves restabeleceu o empate, levando o jogo para prolongamento. </P><br />
<P>No tempo extra, Miguel Rocha bisou na partida, antes de Gonçalo Alves também fazer um &#8216;bis&#8217; e voltar a igualar. Nos penáltis, os &#8216;dragões&#8217; marcaram por três vezes, contra apenas uma do Óquei de Barcelos, e &#8216;vingaram&#8217; a derrota sofrida frente ao mesmo adversário na final da época passada, também decidida nos penáltis.</P><br />
<P>O FC Porto vai enfrentar na final de domingo o vencedor da outra meia-final, que vai opor ainda hoje o Benfica aos espanhóis do FC Barcelona, recordistas de troféus na competição, com 22 cetros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760826]]></sapo:autor>
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		<title>Hungria/Eleições: Novo primeiro-ministro promete servir e não governar o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo primeiro-ministro húngaro, Péter Magyar, prometeu hoje "servir" a Hungria e não "governar" como um monarca, após ser empossado perante o parlamento, na sequência da vitória esmagadora nas eleições legislativas contra o ultranacionalista Viktor Orbán.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo primeiro-ministro húngaro, Péter Magyar, prometeu hoje &#8220;servir&#8221; a Hungria e não &#8220;governar&#8221; como um monarca, após ser empossado perante o parlamento, na sequência da vitória esmagadora nas eleições legislativas contra o ultranacionalista Viktor Orbán. </P><br />
<P>&#8220;Não reinarei sobre a Hungria, mas servirei o meu país. Servi-lo-ei enquanto os meus serviços forem úteis e a nação precisar deles&#8221;, disse, sublinhando que &#8220;milhões de pessoas escolheram a mudança&#8221; após 16 anos com Viktor Orbán como primeiro-ministro.</P><br />
<P>Na sessão inaugural do novo parlamento, o conservador pró-europeu Péter Magyar foi eleito primeiro-ministro, com 140 votos a favor, 54 contra e uma abstenção. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760825]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicato do INEM alerta para &#8220;redução grave da capacidade de resposta da emergência médica&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar alertou hoje para "os riscos imediatos" da nova lei orgânica do INEM, considerando que poderá traduzir-se numa "redução grave da capacidade de resposta da emergência médica" no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar alertou hoje para &#8220;os riscos imediatos&#8221; da nova lei orgânica do INEM, considerando que poderá traduzir-se numa &#8220;redução grave da capacidade de resposta da emergência médica&#8221; no país.</P><br />
<P>&#8220;O sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) manifesta profunda preocupação perante a interpretação que, até ao momento, é possível fazer da nova lei orgânica do INEM, conjugada com os despachos publicados esta semana&#8221;, refere aquele sindicato, em comunicado, sublinhando que &#8220;poderá representar um sério retrocesso na prestação de cuidados de emergência médica em Portugal, com impacto direto na segurança e na qualidade da resposta prestada às populações&#8221;. </P><br />
<P>Na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou quatro diplomas na área da saúde, nomeadamente a nova lei orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica e os novos regimes de trabalho para médicos tarefeiros e de horas extraordinárias nas urgências.</P><br />
<P>Para o STEPH, em causa estará a afetação das cerca de 54 Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) do INEM &#8212; atualmente tripuladas por aproximadamente 550 técnicos de emergência pré-hospitalar &#8212; sobretudo ao transporte inter-hospitalar de doentes, &#8220;deixando estes meios de assegurar, prioritariamente, o socorro de emergência às populações&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta alteração suscita preocupações muito sérias, desde logo porque não existem, atualmente, alternativas equivalentes no sistema, nem em quantidade nem em qualidade&#8221;, refere o sindicado, sublinhando que muitas regiões do país &#8220;já enfrentam tempos de resposta superiores aos padrões internacionalmente recomendados&#8221; e &#8220;a retirada destes meios agravará inevitavelmente as assimetrias existentes, deixando vastas zonas do território nacional ainda mais desprotegidas&#8221;.</P><br />
<P>O STEPH acrescenta que os parceiros do sistema de emergência em diversas regiões, nomeadamente os bombeiros voluntários, &#8220;já operam no limite da sua capacidade de resposta&#8221;. </P><br />
<P>O sindicato recorda que os técnicos de emergência pré-hospitalar são &#8220;os únicos profissionais do sistema, além de médicos e enfermeiros, habilitados a administrar medicação de emergência por delegação médica e a realizar eletrocardiogramas de 12 derivações em situações de suspeita de enfarte agudo do miocárdio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Embora reconhecendo e respeitando profundamente o papel dos bombeiros no sistema de socorro, importa salientar que a replicação destas competências em outros meios exige processos formativos altamente especializados, prolongados e exigentes, bem como a implementação de circuitos de medicamento rigorosos, envolvendo farmacêuticos e estruturas formalmente constituídas, por forma a garantir a segurança dos profissionais e dos utentes&#8221;, precisa. </P><br />
<P>Aquela estrutura sindical salienta que os técnicos do INEM aguardam &#8220;com elevada preocupação a publicação da versão final da nova lei orgânica&#8221; e alerta &#8220;desde já para os riscos imediatos desta alteração, que poderá traduzir-se numa redução efetiva da capacidade operacional e da qualidade da emergência médica pré-hospitalar em Portugal&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760824]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Starmer promete &#8220;definir com clareza&#8221; plano para revitalizar Partido Trabalhista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:06:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vai fazer um discurso na segunda-feira para "definir com clareza" o que pretende para transmitir "esperança" aos britânicos após as derrotas do Partido Trabalhista nas eleições autárquicas e regionais.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vai fazer um discurso na segunda-feira para &#8220;definir com clareza&#8221; o que pretende para transmitir &#8220;esperança&#8221; aos britânicos após as derrotas do Partido Trabalhista nas eleições autárquicas e regionais.  </P><br />
<P>&#8220;É muito importante que reflitamos e reajamos quando o eleitorado nos envia uma mensagem como esta. É certo que o façamos. Penso que temos de traçar o caminho a seguir, e é isso que pretendo fazer&#8221;, afirmou, em declarações aos jornalistas transmitidas pela BBC. </P><br />
<P>Starmer falou na necessidade de apoiar os jovens e as pessoas mais pobres para &#8220;que não se sintam constantemente limitados pelo custo de vida&#8221; e para &#8220;terem orgulho do lugar onde vivem e trabalham&#8221;. </P><br />
<P>Segundo a imprensa britânica, o discurso vai tentar tranquilizar os deputados trabalhistas ao demonstrar que tem um plano para revitalizar o partido, nomeadamente através do reforço das relações com a União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos anos, tomámos uma série de medidas importantes, sobre a estabilização da economia, o investimento nos nossos serviços públicos e a necessidade de não nos deixarmos arrastar para a guerra no Irão. Temos de associar a isso os argumentos que defendemos sobre a esperança e o futuro, sobre os jovens e sobre o nosso lugar no mundo&#8221;, vincou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro anunciou hoje o antigo primeiro-ministro Gordon Brown como enviado especial para as finanças internacionais e a antiga ministra Harriet Harman para assessora sobre mulheres e raparigas. </P><br />
<P>O mau desempenho do Partido Trabalhista nas eleições locais e regionais de quinta-feira levou cerca de 20 deputados do &#8216;Labour&#8217; a pedirem a demissão de Keir Starmer. </P><br />
<P>Clive Lewis afirmou que o primeiro-ministro não vai conseguir recuperar das derrotas do partido nas eleições locais, e urgiu-o a estabelecer um calendário para uma eleição interna. </P><br />
<P>&#8220;A questão é se, ao permanecer no cargo, causará danos duradouros à capacidade do Partido Trabalhista de governar, reconstruir a confiança e travar o avanço da direita&#8221;, escreveu na rede social X</P><br />
<P>Na opinião de Lewis, &#8220;quanto mais se adiar esta decisão, maiores serão os danos para o partido e para o país&#8221;.</P><br />
<P>Mas vários ministros saíram em defesa, incluindo a ministra das Finanças, Rachel Reeves, o ministro da Defesa, John Healey, e a ministra da Cultura, Lisa Nandy. </P><br />
<P>&#8220;Estes são resultados eleitorais difíceis para o Partido Trabalhista&#8221;, admitiu Reeves, mas &#8220;Keir Starmer conquistou um mandato para mudar o nosso país&#8221;, vincou.  </P><br />
<P>Segundo os resultados apurados em 131 das 136 autarquias que foram a votos, o principal vencedor foi o Partido Reformista, ao conquistar 1.444 dos cerca de 5.000 lugares em disputa.</P><br />
<P>O Partido Trabalhista elegeu 999 representantes, mas registou uma perda de 1.408 eleitos locais. </P><br />
<P>O Partido Conservador também recuou, enquanto os Verdes e os Liberais Democratas registaram subidas.</P><br />
<P>O fraco desempenho dos trabalhistas repetiu-se nas eleições para o parlamento autónomo do País de Gales, onde sofreram uma derrota histórica, ao perder pela primeira vez a maioria desde a criação do parlamento autónomo, em 1999, caindo para a terceira posição.</P><br />
<P>A liderança foi assumida pelo partido nacionalista Plaid Cymru, seguido pelo Partido Reformista.</P><br />
<P>Na Escócia, o Partido Nacional Escocês (SNP), no poder desde 2007, voltou a ser a força mais votada, deixando o &#8216;Labour&#8217; em segundo, com os mesmos 17 deputados que o Reform UK.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760823]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: OMS confirma seis casos e afasta &#8220;uma nova covid&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro "MV Hondius", onde foram registadas três mortes, enquanto o líder desta organização afastou o cenário de "uma nova covid".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, onde foram registadas três mortes, enquanto o líder desta organização afastou o cenário de &#8220;uma nova covid&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Preciso que me ouçam claramente: isto não é uma nova covid. O risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus mantém-se baixo&#8221;, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa carta aberta à população da ilha espanhola de Tenerife, onde se espera que o &#8220;MV Hondius&#8221;, com bandeira neerlandesa, chegue na madrugada de domingo.</P><br />
<P>&#8220;Os meus colegas e eu afirmámo-lo de forma inequívoca, e repito-o agora&#8221;, insistiu, na sua mensagem publicada na rede X, antes de viajar para a ilha espanhola para supervisionar a operação de evacuação do navio em conjunto com as autoridades regionais e nacionais. </P><br />
<P>Entretanto, a OMS adiantou hoje que oito casos relacionados com o surto foram reportados até sexta-feira passada, dos quais seis foram confirmados como infeções com a variante dos Andes do hantavírus &#8212; a única estirpe da qual foi documentada a transmissão de pessoa para pessoa &#8212; e também houve três mortes (duas confirmadas e uma provável).</P><br />
<P>Outros quatro pacientes permanecem hospitalizados e as investigações prosseguem para determinar a origem exata do surto.</P><br />
<P>Um caso anteriormente reportado como suspeito foi reclassificado após testar negativo para a variante dos Andes, após ter recebido uma PCR e serologia. </P><br />
<P>Um especialista da OMS e outro do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças estão a bordo do navio de cruzeiro para apoiar passageiros, tripulação e operadores durante a viagem.</P><br />
<P>A OMS recomenda que os países envolvidos neste evento continuem os seus esforços de coordenação e gestão da saúde pública, tanto a bordo dos meios de transporte como nos países onde existam casos e/ou contactos ou onde irão regressar. </P><br />
<P>A agência das Nações Unidas acrescenta ainda que a prevenção e o controlo de infeções continuam a ser essenciais para proteger os profissionais de saúde e os passageiros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760822]]></sapo:autor>
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		<title>O homem que enganou a central nuclear do apartheid: deixa quatro bombas, bebe um copo com os colegas e foge de bicicleta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Apartheid]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rodney Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, ninguém soube quem tinha estado por trás do ataque. Houve suspeitas sobre grupos estrangeiros, sobre militantes europeus e sobre eventuais falhas internas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodney Wilkinson tinha 21 anos quando era já o melhor esgrimista da África do Sul. Campeão nacional em florete e sabre, segundo em espada, tinha talento suficiente para sonhar com os Jogos Olímpicos. Mas vivia num país excluído do palco olímpico por causa do apartheid. Décadas depois, o &#8216;The Guardian&#8217; recupera a história deste homem que passou de atleta promissor a protagonista de uma das mais ousadas ações de sabotagem contra o regime sul-africano.</p>
<p>Antes da central nuclear, houve a tragédia. Em 1971, durante um treino de esgrima na Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, a lâmina de Wilkinson partiu-se e atingiu o treinador Vincent Bonfil no peito. O golpe foi acidental, mas fatal. Bonfil morreu a caminho do hospital. A justiça concluiu que tinha sido um acidente, mas Wilkinson nunca se libertou totalmente desse momento.</p>
<p>Onze anos depois, o mesmo homem trabalhava como engenheiro contratado na central nuclear de Koeberg, a cerca de 30 quilómetros da Cidade do Cabo. A central era uma peça simbólica do regime: a joia tecnológica do Estado do apartheid, a prova de modernidade que Pretória queria exibir ao mundo.</p>
<p>Wilkinson, porém, estava cada vez mais distante desse país oficial. Tinha sido recrutado pelo Exército aos 18 anos, enviado para Angola numa guerra que não queria combater e estava furioso com o regime que transformara a África do Sul num Estado pária.</p>
<p>A entrada no mundo clandestino começou quase por acaso. Anos antes, quando trabalhara no projeto de Koeberg como desenhador técnico, Wilkinson conseguira retirar centenas de páginas com plantas detalhadas da central. Mais tarde, com a companheira Heather Gray, levou esses documentos para o Congresso Nacional Africano, então proibido na África do Sul e a operar no exílio.</p>
<p>A partir daí, a história parece saída de um romance de espionagem. Wilkinson e Gray foram observados, testados, treinados e integrados numa operação do braço armado do ANC. O plano era atacar Koeberg antes de a central entrar em funcionamento e antes de o combustível nuclear ser carregado, para evitar uma catástrofe radioativa.</p>
<p>O risco era enorme. Wilkinson teria de regressar à central como trabalhador contratado, atravessar controlos de segurança, esconder explosivos e colocá-los em pontos estratégicos: junto dos reatores e nas zonas de cablagem das salas de controlo.</p>
<p>Em julho de 1982, conseguiu voltar a Koeberg com um contrato de curta duração. Durante meses, estudou rotinas, entradas, horários e falhas de vigilância. O seu disfarce era simples: parecia pertencer àquele lugar. Era branco, engenheiro, conhecido pelos colegas e aparentemente inofensivo.</p>
<p>As bombas eram minas magnéticas com temporizadores de 24 horas. Tinham também termite, uma mistura incendiária capaz de atingir temperaturas altíssimas e de destruir cablagens e estruturas metálicas. O objetivo não era provocar vítimas, mas atrasar e danificar profundamente o projeto nuclear do regime.</p>
<p>Nos dias anteriores à operação, Wilkinson foi levando os engenhos para dentro da central, escondidos no seu Renault 5 amarelo. No parque, passava-os para uma mala e depois guardava-os numa gaveta metálica da secretária. Os guardas não desconfiaram. O cão de segurança nunca reagiu.</p>
<p>Na sexta-feira, 17 de dezembro de 1982, último dia do seu contrato, começou a movimentar as quatro bombas para os locais definidos. Fez o percurso uma a uma. Passou controlos, atravessou corredores, aproximou-se das zonas sensíveis da central e colocou os engenhos onde conseguiu.</p>
<p>Depois veio o momento mais perigoso: puxar os pinos. Se o temporizador funcionasse, teria 24 horas até à explosão. Se falhasse, a bomba podia detonar nas suas mãos. Wilkinson puxou o primeiro. Continuou vivo. Depois o segundo. Depois o terceiro. Depois o quarto.</p>
<p>No final da tarde, fez algo quase inacreditável: juntou-se aos colegas para uma bebida de despedida. Tinha dito que ia viajar para Londres. Eles desejaram-lhe boa sorte, sem imaginar que, por baixo dos seus pés, havia quatro bombas armadas.</p>
<p>Pouco depois, saiu da central de bicicleta.</p>
<p>A fuga foi tão improvável como a operação. Wilkinson foi levado até ao aeroporto da Cidade do Cabo, voou para Joanesburgo, encontrou-se com a irmã e seguiu para a fronteira com a Suazilândia. Sem encontrar o posto oficial, acabou por atravessar uma zona de arame farpado. Do outro lado, deitou-se num ribeiro, vestido, a rir-se enquanto as pessoas passavam.</p>
<p>As explosões começaram no dia seguinte. A primeira ocorreu às 15h23 de 18 de dezembro. A segunda às 20h40. A terceira às 23h24. A quarta às 2h53 da madrugada de domingo. Ninguém ficou ferido.</p>
<p>O &#8216;The Guardian&#8217; escreve que os danos foram enormes: cerca de 500 milhões de rands, valor próximo de 500 milhões de dólares na altura, quando as duas moedas estavam praticamente em paridade. O arranque da central foi atrasado 18 meses.</p>
<p>Durante anos, ninguém soube quem tinha estado por trás do ataque. Houve suspeitas sobre grupos estrangeiros, sobre militantes europeus e sobre eventuais falhas internas. A identidade de Wilkinson só foi revelada publicamente em 1995, 13 anos depois, numa reportagem do &#8216;Mail &#038; Guardian&#8217;.</p>
<p>Para o ANC, a operação tinha um valor simbólico enorme. Mostrava que o regime podia ser atingido no centro das suas infraestruturas estratégicas. Koeberg, pensada como monumento à força tecnológica do apartheid, tornara-se prova da sua vulnerabilidade.</p>
<p>Wilkinson acabou por se instalar no Reino Unido com Heather Gray. Mais tarde, regressou à África do Sul, já depois da libertação de Nelson Mandela e da legalização do ANC. Viveu durante décadas em Knysna, uma cidade costeira onde muitos vizinhos nunca souberam quem ele era.</p>
<p>Hoje, aos 76 anos, Rodney Wilkinson é um homem de saúde frágil, marcado pela tuberculose e por uma vida que oscilou entre acidente, guerra, clandestinidade e silêncio. O antigo esgrimista que um dia matou sem querer, e que anos depois colocou bombas procurando não matar ninguém, continua a ser uma figura difícil de encaixar numa só palavra.</p>
<p>Sabotador, resistente, imprudente, corajoso, inconsequente ou herói: a sua história cabe talvez melhor numa imagem. Um homem entra numa central nuclear com quatro bombas, puxa os pinos, bebe com os colegas e desaparece de bicicleta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760112]]></sapo:autor>
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		<title>Maria Luís Albuquerque defende UE a pensar mais na união do que na diversidade entre estados-membros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissária europeia Maria Luís Albuquerque defendeu hoje no Porto que a União Europeia (UE) deve focar-se mais em estar unida do que na diversidade face aos desafios que enfrenta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissária europeia Maria Luís Albuquerque defendeu hoje no Porto que a União Europeia (UE) deve focar-se mais em estar unida do que na diversidade face aos desafios que enfrenta. </P><br />
<P>&#8220;Em momentos como o que atravessamos, eu julgo que é importante focarmos mais no unidos do que na diversidade&#8221;, afirmou a comissária europeia na sua intervenção na sessão solene comemorativa dos 40 Anos de Portugal na Europa, que decorreu na Câmara Municipal do Porto.</P><br />
<P>Em declarações depois da sessão, Maria Luís Albuquerque refutou que a sua afirmação possa ser entendida como a defender uma UE de portas fechadas à imigração. </P><br />
<P>&#8220;Não era de todo, a questão da diversidade tem a ver com o facto de nós sermos estados-membros diferentes e frequentemente essa diversidade cultural, histórica, de posicionamento geográfico serve como argumento para não trabalharmos mais em conjunto e para não aproveitarmos melhor o conjunto dos nossos recursos. É a essa diversidade que eu me refiro, sem qualquer outra conotação, aliás, porque tem a ver com o trabalho que eu estou a tentar fazer de integração dos mercados financeiros&#8221;, esclareceu a comissária. </P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;é esse contexto de diversidade que serve como pretexto para manter a Europa fragmentada entre estados-membros. Para que fique absolutamente claro&#8221;.</P><br />
<P>Na sua intervenção, Maria Luís Albuquerque refletiu sobre o Dia da Europa defendendo que &#8220;não é apenas sobre o passado. É, acima de tudo, sobre o futuro&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E hoje esse futuro exige de nós uma nova ambição. Vivemos num mundo mais incerto, mais competitivo e mais exigente. E a competição já não se faz entre estados-membros, ou não deveria fazer-se já entre estados-membros, faz-se entre grandes blocos económicos, entre sistemas integrados que conseguem mobilizar recursos, investir com escala e afirmar-se globalmente&#8221;, sublinhou a antiga ministra.</P><br />
<P>Sobre o &#8220;desafio claro&#8221; que a &#8220;Europa enfrenta&#8221;, Maria Luís Albuquerque entende que a UE tem o talento, recursos, capacidade de inovação, mas ainda não consegue &#8220;transformar plenamente esse potencial em escala e em poder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos em muitos casos, em demasiados casos, a pensar e a agir como 27 mercados separados, quando o que precisamos é de agir como um só. Criar escala não é um conceito abstrato. É criar as condições para que as nossas empresas possam crescer, inovar e competir globalmente&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para a antiga governante, &#8220;isso exige uma mudança de mentalidade. Exige pensar mais europeu. Perceber que o que é bom para cada estado-membro é bom para a Europa e que o que fortalece a Europa reforça também cada um dos estados-membro&#8221;.</P><br />
<P>Na sua intervenção, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, assinalou que a UE &#8220;deve lembrar-se que a força de uma comunidade não está em apagar diferenças, mas em saber organizá-las em torno de valores comuns&#8221; que a &#8220;diversidade por si só não basta naturalmente. Precisa de instituições, de cultura cívica, de respeito mútuo e de um sentido partilhado de pertença&#8221;.</P><br />
<P>Para o autarca portuense &#8220;é hoje claro que o futuro da Europa se joga também nas cidades&#8221;, defendendo ser nelas &#8220;que os cidadãos vivem a mobilidade, a habitação, a segurança, a integração, a educação, a cultura, a inovação, o meio ambiente, o espaço público e a qualidade de vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando um jovem estuda fora, através do Erasmus, é numa cidade que constrói novas relações. Quando uma empresa tecnológica escolhe instalar-se na Europa, é num ecossistema urbano que encontra talento, conhecimento e criatividade&#8221;, salientou Pedro Duarte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760821]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores exigem que médicos do INEM sejam abrangidos pelo novo regime de horas extra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão de trabalhadores do INEM exigiu hoje que os médicos deste instituto sejam abrangidos pelo novo regime de horas extraordinárias nas urgências, pedindo esclarecimentos urgentes ao Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão de trabalhadores do INEM exigiu hoje que os médicos deste instituto sejam abrangidos pelo novo regime de horas extraordinárias nas urgências, pedindo esclarecimentos urgentes ao Governo. </P><br />
<P>&#8220;A comissão de trabalhadores do INEM manifesta profunda preocupação pelo facto de os médicos do INEM parecerem ter ficado de fora dos incentivos ao serviço de urgência anunciados pelo Governo&#8221;, refere aquela estrutura representativa dos trabalhadores do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Na quinta-feira, o Governo aprovou o novo regime de incentivos ao trabalho suplementar destinado aos médicos que asseguram escalas de urgência. Segundo o diploma, as horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base.</P><br />
<P>O regime para os médicos que exerçam funções em entidades integradas no SNS prevê que este valor seja calculado em grupos de 48 horas.</P><br />
<P>A comissão de trabalhadores salienta que os médicos do INEM &#8220;asseguram funções nucleares no sistema de emergência médica&#8221;, designadamente no Centro de Orientação dos Doentes Urgentes (CODU), helicópteros, Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), formação e apoio à decisão em contexto pré-hospitalar.</P><br />
<P>&#8220;Não são periféricos ao SNS. São parte essencial da resposta urgente e emergente do país&#8221;, refere aquela estrutura, recordando que &#8220;já no passado demoraram cerca de dois anos a ver reconhecida a dedicação plena&#8221; </P><br />
<P>A comissão de trabalhadores acrescenta que os médicos do INEM continuam sem SIADAP (Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública) &#8220;devidamente implementado&#8221; e &#8220;agora, perante novos incentivos à atividade médica urgente, voltam a ser esquecidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É esta a estratégia do Governo para fixar médicos no INEM, ou para os afastar&#8221;, questiona, frisando que a pergunta torna-se &#8220;ainda mais legítima quando, em simultâneo, se admite recorrer cada vez mais a médicos hospitalares para funções no CODU, nos helicópteros e noutros dispositivos do INEM&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, a comissão de trabalhadores exige esclarecimentos imediatos sobre &#8220;a inclusão dos médicos do INEM neste regime e sobre as medidas concretas previstas para a sua valorização, fixação e reconhecimento&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760820]]></sapo:autor>
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		<title>IA nunca será consciente, afirma estudo da Google DeepMind, mas há quem discorde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ia-nunca-sera-consciente-afirma-estudo-da-google-deepmind-mas-ha-quem-discorde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo estudo da Google DeepMind, laboratório de IA da gigante tecnológica, responde de forma ousada: não, pelo menos não apenas por se tornar mais inteligente ou mais convincente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial tem evoluído tão depressa que uma pergunta antes reservada à ficção científica entrou no debate tecnológico: poderá uma máquina tornar-se consciente? Um novo estudo da Google DeepMind, laboratório de IA da gigante tecnológica, responde de forma ousada: não, pelo menos não apenas por se tornar mais inteligente ou mais convincente.</p>
<p>O texto, citado pelo &#8216;Unilad Tech&#8217;, surge num momento em que a indústria discute cada vez mais a inteligência artificial geral, conhecida pela sigla AGI, o ponto em que os sistemas poderão igualar ou ultrapassar capacidades humanas em várias tarefas. Para alguns especialistas, esse seria o passo decisivo antes de uma eventual consciência artificial.</p>
<p>A Google DeepMind contesta essa ideia. A tese central é que a IA pode simular consciência, reproduzir linguagem humana, responder com aparente empatia e parecer uma mente autónoma, mas isso não significa que tenha experiência subjetiva.</p>
<p>Por outras palavras: uma máquina pode imitar alguém consciente sem ser consciente.</p>
<p>Hoje, os modelos de inteligência artificial funcionam sobretudo como sistemas de previsão. São treinados com enormes volumes de dados e produzem respostas com base em padrões, probabilidades e relações estatísticas. O resultado pode parecer uma conversa humana, por vezes de forma impressionante, mas isso não equivale, segundo os autores do estudo, a pensamento próprio ou experiência interior.</p>
<p>O artigo da DeepMind critica aquilo a que chama a ‘falácia da abstração’. A expressão refere-se à ideia de que a consciência poderia surgir apenas de uma determinada organização abstrata da informação, independentemente do suporte físico em que essa informação existe.</p>
<p>Para os investigadores, essa leitura ignora uma distinção essencial: simular não é o mesmo que instanciar. Um sistema artificial pode reproduzir comportamentos associados à consciência, mas isso não prova que possua a constituição física necessária para a experiência subjetiva.</p>
<p>A diferença pode parecer técnica, mas é decisiva. Um computador pode simular uma tempestade sem ficar molhado. Da mesma forma, argumenta o estudo, uma IA pode simular sinais de consciência sem viver aquilo que está a representar.</p>
<p>A posição é particularmente relevante porque a própria Google DeepMind contratou recentemente o seu primeiro filósofo interno dedicado ao tema da consciência das máquinas. Ou seja, a discussão já não está apenas no campo da engenharia: passou também para a filosofia, a biologia e as ciências cognitivas.</p>
<p>Mas nem todos ficaram convencidos com o estudo. Parte da comunidade filosófica considera que o argumento não é tão novo como parece. O filósofo Johannes Jäger, citado pelo &#8216;Unilad Tech&#8217;, afirmou que Alexander Lerchner, autor do estudo, chegou a uma conclusão que já tinha sido discutida antes e que não estaria suficientemente ancorada na literatura filosófica e biológica.</p>
<p>Mark Bishop, professor de computação cognitiva em Goldsmiths, também reconheceu simpatia por grande parte do argumento, mas notou que ideias semelhantes já foram apresentadas há muitos anos. A crítica, portanto, não é necessariamente que a DeepMind esteja errada, mas que entrou tarde num debate antigo.</p>
<p>A discussão toca num dos temas mais sensíveis da inteligência artificial: até que ponto uma máquina que fala como uma pessoa, responde como uma pessoa e parece compreender emoções deve ser tratada como algo mais do que uma ferramenta?</p>
<p>Para a Google DeepMind, a resposta passa por separar aparência de realidade. A IA pode tornar-se cada vez mais convincente, mais rápida e mais útil. Pode até ultrapassar humanos em muitas tarefas. Mas isso não significa que acorde, sinta ou tenha consciência de si.</p>
<p>O debate está longe de fechado. A fronteira entre inteligência, simulação e consciência continua a dividir engenheiros, filósofos e cientistas. Mas o estudo deixa uma ideia poderosa: talvez o futuro da IA não seja uma máquina que ganha alma, mas uma máquina cada vez melhor a fazer-nos acreditar que tem uma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760129]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hantavírus: Tudo preparado nas Canárias para &#8220;operação sem precedentes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Espanha disse hoje estar tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que estão no navio onde houve infeções com hantavírus, numa "operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Espanha disse hoje estar tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que estão no navio onde houve infeções com hantavírus, numa &#8220;operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P>Estão no navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde e deverá chegar às Canárias na próxima madrugada, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Desembarcarão nas Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE), devendo manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Trata-se de uma &#8220;operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes&#8221;, disse hoje a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, numa conferência de imprensa em Madrid.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou que as Canárias são o porto mais próximo com todas as condições logísticas e de segurança para esta operação, o que a ministra considerou hoje ser &#8220;um orgulho&#8221; para o país, depois de protestos nos últimos dias de autoridades e habitantes das Canárias.</P><br />
<P>Mónica Garcia e o ministro da Administração Interna (MAI) de Espanha, Fernando Grande-Marlaska, presente na mesma conferência de imprensa, reiteraram que o desembarque e repatriamento das pessoas a bordo do barco a partir de Tenerife se fará em zonas reservadas e isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Também o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto, em que serão usados veículos militares, estará isolado.</P><br />
<P>Tripulantes e passageiros só sairão do barco quando o avião que os vai repatriar estiver já preparado para descolar e serão levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>Todas as pessoas envolvidas estarão com máscaras e outros equipamentos de proteção sanitária.</P><br />
<P>&#8220;O dispositivo está todo preparado&#8221; e de forma a que a operação decorra &#8220;da forma mais rápida possível e em condições de máxima segurança&#8221;, afirmou, por diversas vezes, o ministro Grande-Marlaska.</P><br />
<P>A previsão neste momento é que o &#8220;MV Hondius&#8221; chegue ao porto de Granadilla entre as 04:00 e as 06:00 de domingo (mesma hora em Lisboa).</P><br />
<P>O barco não vai tocar na costa e ficará ancorado, pelo que serão usadas lanchas para retirar as pessoas, em pequenos grupos, e por nacionalidades, disseram os dois ministros.</P><br />
<P>Todas as pessoas a bordo neste momento estão sem sintomas de doença.</P><br />
<P>Os primeiros a sair deverão ser os 14 espanhóis que estão no barco, que serão levados para um hospital militar de Madrid, onde ficarão de quarentena.</P><br />
<P>As restantes pessoas serão repatriadas ao abrigo do mecanismo europeu de proteção civil, com aviões da União Europeia e de países membros, e em aeronaves de outros Estados não comunitários. </P><br />
<P>Estados Unidos e Reino Unido confirmaram já que enviarão aviões para transportar os respetivos cidadãos.</P><br />
<P>Passageiros e tripulantes só poderão sair com pequenos pertences e as bagagens seguirão no barco.</P><br />
<P>O cadáver de uma passageira alemã que morreu no cruzeiro e continua a bordo seguirá também para os Países Baixos.</P><br />
<P>A operação será coordenada por Espanha, Países Baixos, a OMS e o ECDC.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, chega hoje às Canárias para acompanhar a operação. Fará uma escala em Madrid, onde será recebido pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou o Governo de Espanha.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetado está já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana, quando a OMS foi informada da morte de três passageiros, cuja causa suspeita era o hantavírus.</P><br />
<P>Este vírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavirus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760819]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sistema de depósito e reembolso de embalagens ainda meio gás um mês após entrar em vigor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sistema-de-deposito-e-reembolso-de-embalagens-ainda-meio-gas-um-mes-apos-entrar-em-vigor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um mês depois de entrar em funcionamento, o novo sistema de reciclagem está a meio gás, com a maioria das embalagens ainda incompatíveis para serem recicladas, embora a empresa gestora assegure que a rede de recolha está quase concluída.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um mês depois de entrar em funcionamento, o novo sistema de reciclagem está a meio gás, com a maioria das embalagens ainda incompatíveis para serem recicladas, embora a empresa gestora assegure que a rede de recolha está quase concluída.</P><br />
<P>No domingo, o Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) de embalagens de bebida para reciclagem, denominado &#8220;Volta&#8221;, completa um mês.</P><br />
<P> A SDR Portugal &#8211; entidade gestora licenciada pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Direção Geral da Economia &#8211; para a implementação e gestão do SDR disse à Lusa que o mecanismo &#8220;arrancou de forma progressiva no passado dia 10 de abril com mais de 90% da rede de pontos automáticos Volta instalada em todo o território nacional&#8221;.</P><br />
<P>As embalagens de bebidas (garrafas e latas, de plástico, metal ou alumínio, inferiores a 3 litros) com o símbolo do sistema &#8211; uma seta em forma de ferradura e a palavra Volta &#8211; passaram a custar 10 cêntimos a mais. </P><br />
<P>As pessoas podem ter os 10 cêntimos de volta se depositarem embalagens com o símbolo Volta, vazias, intactas, com tampa (no caso das garrafas), com código de barras legível em máquinas do SDR, que se encontram junto de supermercados. </P><br />
<P>Segundo a empresa, existem 2.500 máquinas, mas prevê-se que este número se aproxime das 3.000.</P><br />
<P> Apesar de as máquinas estarem instaladas, muitas das embalagens ainda não possuem o selo do Volta, encontrando-se a vigorar um período de transição até 09 de agosto.</P><br />
<P>Na semana passada, a Lusa constatou que a maioria das embalagens à venda em alguns supermercados da capital ainda não podem ser depositadas em máquinas Volta porque não têm o logotipo do sistema.</P><br />
<P>No centro comercial Colombo e no centro comercial Fonte Nova as máquinas Volta estão colocadas nos parques de estacionamento e os supermercados desses centros tinham mais embalagens sem o símbolo Volta do que com o logotipo. </P><br />
<P>Maria Simão, 21 anos, depositou 11 garrafas que os clientes deixaram no seu local de trabalho e recebeu 1,10 euros. </P><br />
<P>&#8220;Os clientes não estão dando atenção a isso, ou seja, iam ser jogadas no lixo normal. Aproveitei e fui juntando as garrafas dos clientes e agora trouxe. Ou seja, nem me foi cobrado os 10 cêntimos, mas eu recebi o &#8216;voucher'&#8221;, contou. </P><br />
<P>Ao lado da máquina Volta estava um caixote para as embalagens de bebida rejeitadas pela máquina, que estava cheio com garrafas de água, caixas de cartão, sacos de plástico, entre outros materiais inadequados para o sistema. </P><br />
<P>Um dos seguranças do centro comercial disse à Lusa que o caixote costuma estar cheio com embalagens que a máquina rejeita. </P><br />
<P>Nos municípios de Oeiras e da Amadora também se viam caixotes para as embalagens inadequadas ao lado das máquinas do SDR com dezenas de garrafas e latas porque as pessoas tentam usar o sistema, mas sem sucesso. </P><br />
<P>Foi o caso de Carlos Monteiro, 53 anos, que tentou usar a máquina pela primeira vez, mas a garrafa que utilizou foi rejeitada por não ser possível ler o código de barras. </P><br />
<P>À Lusa o SDR admitiu que as principais dúvidas dos consumidores estão relacionadas com as condições de elegibilidade das embalagens, assim como o valor de depósito e formas de reembolso, localização dos pontos Volta e o período de transição. </P><br />
<P>O SDR Portugal explicou ainda à Lusa numa resposta escrita que em restaurantes, cafés e hotéis o sistema funciona de forma diferente consoante o tipo de consumo. </P><br />
<P>Nestes setores, quando o cliente paga apenas no fim da refeição, não deve ser cobrado o depósito de 10 cêntimos, exceto se a embalagem for levada pelo consumidor ou se estiver danificada. Nesses casos, o depósito pode ser cobrado.   </P><br />
<P>Quando o pagamento é feito antes do consumo, o valor do depósito deve ser cobrado ao cliente e devolvido quando a embalagem é entregue em condições adequadas e, se necessário, mediante apresentação do comprovativo de compra.  </P><br />
<P>Numa ronda por cafés e restaurantes de Lisboa, a Lusa também verificou que continuam a funcionar sem o sistema.  </P><br />
<P>Alguns funcionários relataram que não cobravam 10 cêntimos porque ainda não tinham para venda embalagens com o símbolo Volta. </P><br />
<P>O Volta pretende reciclar 90% dos produtos abrangidos até 2029.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760818]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Dois ativistas da flotilha detidos em Israel vão ser libertados hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois ativistas da Flotilha Global Sumud ainda detidos, o hispano-palestiniano Saif Abukeshek e o brasileiro Thiago Ávila, vão ser libertados e entregues hoje às autoridades de imigração israelitas, informou o serviço de inteligência interna à organização Adalah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os dois ativistas da Flotilha Global Sumud ainda detidos, o hispano-palestiniano Saif Abukeshek e o brasileiro Thiago Ávila, vão ser libertados e entregues hoje às autoridades de imigração israelitas, informou o serviço de inteligência interna à organização Adalah.</P><br />
<P>&#8220;A agência de informações interna israelita Shabak informou a equipa jurídica da Adalah de que os ativistas e líderes da frota Global Sumud (GSF), Thiago Avila e Saif Abukeshek, seriam libertados hoje&#8221;, indicou a ONG num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>Os ativistas &#8220;serão entregues ainda hoje às autoridades de imigração israelitas e mantidos em detenção enquanto aguardam a sua expulsão&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel Albares, já se pronunciou sobre a libertação dos dois homens, anunciando que as autoridades israelitas comunicaram ao Consulado de Espanha em Telavive que o ativista hispano-palestiniano Saif Abukeshek seria libertado &#8220;nas próximas horas&#8221;.</P><br />
<P>Albares explicou numa mensagem de áudio enviada à agência de notícias espanhola EFE pelo Ministério que, após a sua libertação, Saif Abukeshek será deportado de Israel através da passagem de Taba, no Egito.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros assegurou que o ministério está a trabalhar intensamente para que, no momento em que sair do território israelita, o ativista hispano-palestiniano regresse a Espanha com a sua família &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um momento de grande felicidade e não vamos poupar esforços para o seu rápido regresso a Espanha&#8221;, salientou. </P><br />
<P>Saif Abukeshek foi detido no passado dia 30 de abril em águas gregas por Israel, quando viajava a bordo da Flotilha Global Sumud com destino a Gaza, e foi transferido, juntamente com o ativista brasileiro Thiago Ávila, para o centro de detenção de Shikma, na cidade israelita de Ashkelon, acusados de crimes de terrorismo pelas autoridades israelitas.</P><br />
<P>Foram detidos juntamente com outros cerca de 170 ativistas, quando o Exército israelita intercetou cerca de metade dos navios pertencentes à Flotilha Global Sumud, a cerca de 100 quilómetros a oeste da ilha grega de Creta, em águas internacionais. </P><br />
<P>No entanto, no caso destes dois, Israel decidiu extraditá-los para o seu território para serem julgados. Os demais ativistas foram levados para a Grécia e libertados.</P><br />
<P>A organização de direitos humanos israelita Adalah, que representa os dois detidos, denunciou os &#8220;maus-tratos&#8221; e &#8220;abusos psicológicos&#8221; infligidos a Saif Abukeshek e Thiago Ávila na prisão, citando interrogatórios de oito horas, iluminação intensa nas celas 24 horas por dia, isolamento total e movimentos sistematicamente vendados, mesmo durante exames médicos.</P><br />
<P>A Flotilha Global Sumud para Gaza era inicialmente composta por cerca de cinquenta barcos e, segundo os seus organizadores, visava quebrar o bloqueio israelita ao território palestiniano devastado pela guerra e levar ajuda humanitária, que permanece severamente restringida.</P><br />
<P>Entre os cerca de 170 ativistas que integravam a flotilha estavam três portugueses.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCP (CSR/JH) // MSF </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760817]]></sapo:autor>
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		<title>Viveu 20 anos na casa dos pais sem pagar renda e agora os irmãos exigem 66 mil euros da herança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[heranças]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito de herança entre irmãos, relata o &#8216;HuffPost&#8217;.</p>
<p>O caso aconteceu em França e ganhou contornos delicados depois da morte da mãe. Os pais tinham dois apartamentos no mesmo prédio, ambos avaliados em cerca de 310 mil euros em 2025. Duas décadas antes, a filha mais nova pediu apoio à família e os pais cederam-lhe temporariamente um dos imóveis.</p>
<p>O acordo, porém, deixou de ser temporário. A mulher acabou por fazer daquele apartamento a sua residência permanente e viveu ali durante duas décadas sem pagar renda.</p>
<p>Enquanto os pais eram vivos, a situação manteve-se dentro da esfera familiar. Mas, no momento da partilha da herança, os irmãos entenderam que aquela ocupação gratuita tinha beneficiado a irmã e prejudicado o património comum.</p>
<p>O argumento é simples: se o apartamento tivesse sido arrendado, os pais teriam recebido rendimento durante todos esses anos. Como isso não aconteceu, dizem os irmãos, o valor que agora entra na herança é menor do que poderia ter sido.</p>
<p>O notário da família explicou que a ocupação prolongada impediu os pais de aumentarem o seu património, uma vez que não houve receita de rendas ao longo de 20 anos. Foi com base nessa leitura que os irmãos pediram uma compensação financeira.</p>
<p>Nas contas iniciais, o valor poderia ser pesado. A renda estimada do apartamento foi fixada em 1.100 euros por mês. Multiplicada por 20 anos, a ocupação gratuita representaria 264 mil euros.</p>
<p>Mas a lei impôs um travão. Como este tipo de reclamação tem um limite temporal de cinco anos, os irmãos só podiam reclamar 66 mil euros. Esse montante passaria a ser considerado uma dívida da filha ao património deixado pelos pais.</p>
<p>Na prática, os 66 mil euros seriam integrados na herança e divididos pelos três filhos. Cada um teria direito a 22 mil euros. Como a própria irmã também era herdeira, o valor líquido que teria de suportar ficaria em 44 mil euros.</p>
<p>O problema é que a mulher não tinha condições para pagar essa quantia. Para evitar que o conflito avançasse para uma disputa judicial mais pesada, os três irmãos acabaram por chegar a um acordo amigável.</p>
<p>De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, a solução passou por atribuir à filha mais nova apenas a parte mínima da herança a que tinha direito por lei, ficando o restante património para os irmãos.</p>
<p>A história mostra como uma ajuda familiar, quando se prolonga durante anos sem regras claras, pode transformar-se numa conta difícil de fechar. E lembra que, numa herança, até aquilo que nunca foi pago pode acabar por ter preço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760108]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Número de mortos na Faixa de Gaza atinge os 72.736</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, pelo menos 850 pessoas morreram na Faixa nestes sete meses, o que equivale a uma média de quatro pessoas mortas diariamente em ataques aéreos ou por disparos das tropas israelitas que continuam posicionadas na chamada linha amarela. </P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, segundo informou um porta-voz das equipas de resgate da Defesa Civil, o Exército israelita disparou um míssil contra uma habitação familiar no campo de Al Shati, a oeste da cidade de Gaza, ferindo cerca de nove civis.</P><br />
<P>&#8220;O ataque destruiu completamente a casa e danificou dezenas de habitações e edifícios vizinhos, provocando incêndios em vários deles, o que ameaça a deslocação de dezenas de famílias devido à magnitude dos danos e ao perigo constante&#8221;, denunciou a Defesa Civil num comunicado.</P><br />
<P>O Exército israelita ainda não se pronunciou sobre este ataque.</P><br />
<P>Desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, a 10 de outubro de 2025, Israel tem continuado a atacar a Faixa de Gaza quase diariamente. </P><br />
<P>Desde o ataque do Hamas de 07 de outubro de 2023 a território israelita &#8212; que fez 1.200 mortos e 251 reféns -, registaram-se perto de 73 mil mortos e quase 173 mil feridos em consequência das ofensivas do Exército israelita a uma Faixa de Gaza devastada, no que uma comissão independente nomeada pela ONU classificou como genocídio.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760816]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro alerta que uma Europa que depende da unanimidade &#8220;chega sempre tarde&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa "que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa &#8220;que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas redes sociais para assinalar o Dia da Europa, António José Seguro recordou que a UE &#8220;nasceu da vontade de garantir a paz e o progresso num continente devastado por guerra&#8221;, mas alertou que o continente &#8220;enfrenta hoje uma encruzilhada diferente, mas igualmente exigente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta não está em recuar, fragmentar ou desistir. Está em avançar com mais união, mais ambição e mais coragem política&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>António José Seguro argumentou que &#8220;uma Europa de 27 países, que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;, insistindo na sua posição pelo fim da regra da unanimidade europeia em domínios estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;O futuro pertence a quem age com determinação. Não a quem reage tarde e corre quase sempre atrás do prejuízo&#8221;, acrescentou o chefe de Estado.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que, &#8220;em vez de minorias de bloqueio&#8221;, são necessárias &#8220;maiorias com ambição&#8221; e &#8220;lideranças que pensem a Europa para além dos egoísmos imediatos dos Estados-membros que representam&#8221;.</P><br />
<P>Nesta mensagem, Seguro salientou também que a &#8220;Europa avançou com líderes que ousaram pensar além do imediato&#8221; e considerou que é necessário recuperar esse espírito.</P><br />
<P>&#8220;Para preservar a paz, a Europa tem de percorrer quatro caminhos em simultâneo: salvaguardar a democracia como fundamento irrenunciável da vida em comum, aprofundar a integração política como garantia de solidariedade entre os seus povos, construir autonomia estratégica como expressão de soberania na defesa, competitividade e energia&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Seguro defendeu que, para concretizar &#8220;todas estas ambições&#8221;, é necessário &#8220;um modelo de governação mais eficiente e mais rápido&#8221;, remetendo para a sua intervenção, esta semana, em Itália, na sessão comemorativa dos 50 anos do Instituto Europeu de Florença.</P><br />
<P>&#8220;A regra da unanimidade em domínios estratégicos funcionou no século passado, não resulta no século XXI. O mundo não espera por nós&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se em 09 de maio, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760815]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS convida PM a visitar mercados e acusa Chega de ser muleta do Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ps-convida-pm-a-visitar-mercados-e-acusa-chega-de-ser-muleta-do-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para "tomar conta ao custo de vida" e acusou o líder do Chega de ser "uma boa muleta" do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>***Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Matosinhos, Porto, 09 mai 2026 (Lusa) &#8211; O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para &#8220;tomar conta ao custo de vida&#8221; e acusou o líder do Chega de ser &#8220;uma boa muleta&#8221; do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Encontro-me aqui para fazer um convite ao primeiro-ministro. É o convite para que ele possa visitar o mercado de Angeiras ou que possa visitar o mercado de Benfica ou de Alvalade para poder tomar conta do custo de vida&#8221;, desafiou José Luís Carneiro, à margem de uma visita ao mercado de Angeiras, em Matosinhos, no distrito do Porto.</P><br />
<P>Pelas contas do líder socialista, &#8220;uma família de quatro pessoas que consuma cerca de 100 litros de gasóleo por mês, que consuma duas garrafas de gás, que tem um empréstimo até 150 mil euros para a sua casa e que, em regra, também faça uma vida quotidiana, está a ter um custo em maio superior a 147 euros do que o custo que tinha em janeiro&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro lembrou que o &#8220;PS apresentou propostas que permitiam reduzir em 67 euros este custo com o cabaz alimentar&#8221;, mas que foram recusadas pelo executivo liderado por Luís Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Nós, o PS, não compreendemos a insensibilidade do primeiro-ministro para que recuse, para que continue a rejeitar as propostas que o PS tem apresentado para o custo de vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Isto porque, salientou, &#8220;o custo de vida está, neste momento, a causar graves constrangimentos às famílias e nada faz supor que haja alterações substantivas nas condições económicas internacionais&#8221;.José Luís Carneiro apontou ainda algumas das medidas para fazer face ao aumento do custo de vida avançadas pelo PS: &#8220;Nós apresentámos propostas para reduzir o IVA sobre os custos com os combustíveis, os custos com a eletricidade, os custos com o gás e, simultaneamente, também para começar a cautelar os custos com os bens alimentares, com o agroalimentar&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>&#8220;E é muito importante que o primeiro-ministro não ignore, não esqueça, não seja insensível aos problemas da vida das pessoas&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Questionado, várias vezes, sobre a decisão do Tribunal Constitucional relativa à Lei da Nacionalidade, o líder do PS recusou comentar, mas deixou uma acusação ao líder do Chega, que pões a hipótese de avançar com um pedido de referendo sobre a decisão.</P><br />
<P>&#8220;André Ventura, sendo ele formado em direito, vê-se mesmo que é para distrair as atenções, porque é evidente que aquilo que ele disse não é sequer possível, não é viável. Ou seja, não é viável referendar uma decisão do Tribunal Constitucional&#8221;, começou por apontar.</P><br />
<P>E continuou: &#8220;Eu pergunto, então ele não sabe isto? Pois com certeza que sabe, só que faz isso precisamente para distrair as atenções da opinião pública e com isso está a ser uma boa muleta ao Governo que é retirar a atenção das pessoas daquilo que importa à vida das pessoas&#8221;, acusou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760814]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ensaio. Porsche 718: legado de competição e comunidade apaixonada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Farromba]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte... e estivemos lá para contar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Porsche, o Grupo 718 não é um grupo empresarial nem uma divisão corporativa mas um conjunto de entusiastas da marca e do modelo que se reunem com um propósito;  conviver numa época em que vivemos a olhar para o telemóvel e para encontrar tempo para socializar.</p>
<p>O passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte.</p>
<p>A família/modelo Porsche 718 é  uma designação histórica e técnica usada pela marca pois foi um carro de competição produzido entre 1957 e 1962, como uma  evolução do lendário <strong>Porsche 550 Spyder</strong>.</p>
<p>Marcou a diferença nas provas onde participou por ser um desportivo leve com motor central,visível na Targa Florio, Le Man ou Sebring.</p>
<p>Este número interno de projeto da Porsche, está associado a automóveis leves com motor central, equilíbrio e agilidade em curva.</p>
<p>Daí a Porsche ter recuperado este número para a sua nova geração onde se inclui o 718 Boxster (roadster), 718 Cayman (coupé), 718 GTS 4.0, 718 Cayman GT4 / GT4 RS, 718 Spyder / Spyder RS.</p>
<p>Com um posicionamento abaixo do 911, dizem os puristas, que o 718 é &#8220;mais Porsche&#8221; a nível dinâmico. Isto porque o 718 tem motor central, tal como os Porsche de competição clássicos (550, 718 RSK) o que lhe confere uma distribuição de massas muito próxima de 50:50,  uma frente mais comunicativa e uma traseira mais previsível no limite.</p>
<p>O próprio nome 718 foi recuperado pela Porsche precisamente para ligar estes modelos modernos aos carros de corrida leves dos anos 50 e, para os puristas que encontrei neste encontro por terras beirãs isto é “engenharia correta antes de potência”.</p>
<p>Enquanto que o 911 moderno cresceu em dimensão, ganhou tração integral, direção traseira, amortecimento ativo complexo, tornou‑se incrivelmente rápido, mas também mais filtrado. O 718 mantém um contacto &#8220;mais cru&#8221; com a estrada, algo que a própria Porsche reconhece ao posicioná‑lo como o desportivo “driver‑focused” da gama.</p>
<p>AS versões GT do 718 são a referência de pureza e apontados como alguns dos melhores Porsche modernos para conduzir, exatamente porque possuem um chassis mais curto, menor peso, motor central + soluções GT.</p>

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<p><strong>A ideia foi recriar  a filosofia do 718 original, descrito pela própria Porsche como um “giant killer” nas pistas</strong></p>
<div dir="auto">Grupo Português não oficial, dedicado a todos os modelos 718 da PORSCHE:</div>
<div dir="auto">Cayman | Boxster | GTS | GT4 | GT4 RS | Spyder RS</div>
<ul>
<li>https://www.facebook.com/groups/porsche718portugal/</li>
<li>https://porsche718portugal.com</li>
</ul>
<p>P.S. Um agradecimento ao Angélico e Gusmão pelo convite</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758125]]></sapo:autor>
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		<title>PM sublinha empenho de Portugal na construção de uma UE mais competitiva e influente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia "mais forte, competitiva, coesa e influente", numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia &#8220;mais forte, competitiva, coesa e influente&#8221;, numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas suas redes sociais, Luís Montenegro escreve que hoje, Dia da Europa, celebra-se uma &#8220;Europa de paz liberdade, democracia e prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No ano em que celebramos os 40 anos da adesão à CEE, orgulhamo-nos de fazer parte deste projeto comum que nos une em valores e oportunidades&#8221;, frisa também o líder do Governo.</P><br />
<P>Montenegro diz que, &#8220;num tempo de grandes desafios&#8221;, Portugal continuará &#8220;empenhado na construção de uma União mais forte, competitiva, coesa e influente no mundo&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro conclui esta mensagem defendendo que o fortalecimento da Europa é &#8220;essencial à defesa dos interesses e ambições de Portugal e dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se hoje, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (IEL)  // MSF </P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760813]]></sapo:autor>
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		<title>Macron defende União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que "a Europa pode e deve melhorar ainda mais", numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia "forte, poderosa e independente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que &#8220;a Europa pode e deve melhorar ainda mais&#8221;, numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;.</P><br />
<P>Num apelo veemente a favor da UE, Macron exortou os cidadãos a sentirem-se &#8220;orgulhosos de ser europeus&#8221; e destacou a ambição de construir &#8220;o continente mais ecológico&#8221;, líder em inovação, tecnologia e soberania industrial, capaz de reduzir as suas dependências estratégicas e defender &#8220;os valores democráticos e humanistas&#8221;.</P><br />
<P>Macron afirmou que a Europa demonstrou a sua capacidade de resposta perante as grandes crises recentes, desde a pandemia e as turbulências económicas até à guerra na Ucrânia. </P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado francês, a UE age &#8220;rápido, com força e em solidariedade&#8221; quando &#8220;a História bate à porta&#8221;.</P><br />
<P>Na sua mensagem nas redes sociais, Macron recordou que a UE nasceu &#8220;das ruínas&#8221; e da rejeição ao nacionalismo e à guerra, na sequência dos conflitos do século XX. </P><br />
<P>&#8220;É um legado arrancado das ruínas, um tesouro forjado pela coragem daqueles e daquelas que se recusaram a aceitar que o nacionalismo e a guerra fossem o nosso destino&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Macron assegurou que, desde 2017, quando iniciou o seu mandato como Presidente, tem dedicado a sua energia ao projeto europeu porque &#8220;uma parte significativa&#8221; do futuro e da soberania da França &#8220;está em jogo aí&#8221;.</P><br />
<P>E sustentou que &#8220;a Europa respeita e fortalece&#8221; as nações, contrariamente ao que afirma a extrema-direita.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760812]]></sapo:autor>
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		<title>Um mês de trabalho saiu caro: reformado perde pensão e terá de devolver mais de 3 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-mes-de-trabalho-saiu-caro-reformado-perde-pensao-e-tera-de-devolver-mais-de-3-mil-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história começou com uma decisão aparentemente simples: um reformado em Espanha aceitou um trabalho a tempo inteiro durante cerca de um mês numa pequena empresa de engenharia na Andaluzia. O problema, relata o &#8216;HuffPost&#8217;, é que durante esse período continuou a receber 100% da sua pensão de reforma.</p>
<p>Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão. Para a Segurança Social espanhola, essa acumulação não era válida e deu origem a uma cobrança de 3.162,93 euros, valor considerado indevidamente recebido.</p>
<p>A situação só ganhou contornos mais pesados quando o Instituto Nacional de Segurança Social espanhol avançou para recuperar o dinheiro. O reformado foi informado de que teria de devolver o montante através de descontos na pensão: quatro prestações de 1.018,58 euros e uma última de 107,19 euros.</p>
<p>O homem contestou a decisão. Defendeu que a própria Segurança Social tinha conhecimento da sua atividade profissional, uma vez que as contribuições constavam dos registos oficiais. Na sua perspetiva, se a administração sabia que tinha trabalhado, não poderia depois invocar desconhecimento para exigir a devolução da pensão recebida nesse período.</p>
<p>O Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia não lhe deu razão.</p>
<p>A decisão considerou que receber uma pensão de reforma completa é incompatível com um trabalho a tempo inteiro, salvo nos casos específicos previstos na lei. Ou seja, para um reformado continuar a trabalhar, não basta iniciar atividade e deixar que as contribuições apareçam no sistema: é necessário pedir previamente o regime adequado.</p>
<p>No centro do caso está a distinção entre receber a reforma normal e recorrer a modalidades próprias para quem quer continuar a trabalhar, como a reforma flexível ou a reforma ativa. Sem esse pedido expresso, a pensão recebida durante o período de trabalho passa a ser considerada indevida.</p>
<p>O &#8216;HuffPost&#8217; sublinha que a sentença também recupera doutrina do Supremo Tribunal espanhol de setembro de 2023: quando um pensionista trabalha sem fazer a comunicação exigida, fica obrigado a devolver os valores recebidos indevidamente.</p>
<p>Na prática, o mês em que o reformado voltou ao trabalho acabou por sair-lhe caro. Não por ter trabalhado, mas por o ter feito mantendo a pensão completa e sem acionar antes o mecanismo legal apropriado.</p>
<p>O caso deixa uma lição simples para quem já está reformado e pondera regressar ao mercado de trabalho: antes de aceitar um contrato, é essencial confirmar que regime se aplica e pedir autorização de forma clara. Caso contrário, mesmo um curto período de atividade pode transformar-se numa fatura de milhares de euros.</p>
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