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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 14:49:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Todos os números indicam &#8220;que o SNS não está a falhar&#8221;, garante ministra da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde recusou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteja a falhar na atividade assistencial que presta aos utentes, alegando que isso é um mito "sistematicamente repetido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde recusou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteja a falhar na atividade assistencial que presta aos utentes, alegando que isso é um mito &#8220;sistematicamente repetido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os números, todos eles, indicam que o SNS não está a falhar&#8221;, afirmou Ana Paula Martins após o Conselho de Ministros, um dia depois de o líder do PS, José Luís Carneiro, ter acusado o primeiro-ministro de ter falhado na saúde e de ser o responsável por manter em funções uma ministra que perdeu &#8220;há muito&#8221; a autoridade política.</P><br />
<P>No mesmo dia, a deputada socialista Mariana Vieira da Silva tinha defendido a demissão de Ana Paula Martins, acusando-a de já ter desistido do SNS, que apresenta &#8220;dados gravíssimos de deterioração na resposta&#8221; aos utentes.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa de hoje, a governante salientou que o SNS cobre atualmente mais de 10,5 milhões de utentes, assegurando que, relativamente a 2024, quando o Governo da coligação AD assumiu funções, &#8220;todos os indicadores assistenciais melhoraram&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O SNS não falha, esse é um mito que é sistematicamente repetido por causa de haver situações em que a atividade assistencial não é aquela que, eventualmente, comparando com períodos homólogos, era esperada&#8221;, defendeu Ana Paula Martins.</P><br />
<P>Em causa está a redução de vários indicadores nos primeiros dois meses de 2026, que a ministra reconheceu ter acontecido, sobretudo, nas cirurgias e nas primeiras consultas, mas que considerou serem recuperáveis no resto do ano.</P><br />
<P>Ana Paula Martins atribuiu essa diminuição ao pico de gripe, mas também ao &#8220;inverno rigoroso&#8221;, alegando que os seus impactos no SNS se prolongam por semanas, devido aos internamentos complexos e demorados que provoca.</P><br />
<P>&#8220;Têm de nos deixar trabalhar e têm de nos deixar continuar a colocar os incentivos na organização dos serviços e na resposta das listas de espera para cirurgia e para consultas&#8221;, apelou a ministra, reafirmando que o novo sistema nacional de acesso SINAAC, que vai substituir o SIGIC, entra em funcionamento a 01 de agosto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759782]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comité Olímpico Internacional levanta restrições aos atletas da Bielorrússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bielorrússia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou hoje o levantamento das restrições impostas aos atletas da Bielorrússia após a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, permitindo novamente a participação sob bandeira e hino nacionais, incluindo em modalidades coletivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou hoje o levantamento das restrições impostas aos atletas da Bielorrússia após a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, permitindo novamente a participação sob bandeira e hino nacionais, incluindo em modalidades coletivas.</P><br />
<P>No entanto, o comité executivo do organismo, reunido em Lausana, manteve as limitações aplicadas aos atletas russos, que continuarão autorizados a competir apenas de forma individual, sob bandeira neutra, desde que não tenham manifestado apoio ativo ao conflito na Ucrânia.</P><br />
<P>Segundo o comunicado do COI, cabe agora às federações internacionais aplicar as novas recomendações, decididas hoje.</P><br />
<P>Desde o início da invasão da Ucrânia, o COI recomendou inicialmente a exclusão total de atletas russos e bielorrussos, em fevereiro de 2022, antes de permitir o regresso sob bandeira neutra, em março de 2023.</P><br />
<P>A nova orientação deverá permitir o regresso oficial de uma delegação da Bielorrússia aos Jogos Olímpicos Los Angeles2028 e aos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno de Dolomiti Valtellina2028, incluindo a participação na cerimónia de abertura e presença no quadro de medalhas. </P><br />
<P>Nos Jogos Olímpicos Paris2024 e nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina2026, realizados em fevereiro passado, atletas bielorrussos e russos competiram na categoria de &#8220;atletas individuais neutros&#8221;, sem símbolos nacionais e em número reduzido. </P><br />
<P>Para justificar a distinção entre Bielorrússia e Rússia, o COI recordou que o Comité Olímpico Russo continua suspenso desde o outono de 2023, após integrar sob a sua autoridade organizações desportivas de quatro regiões ucranianas ocupadas.</P><br />
<P>A entidade acrescentou ainda que persistem preocupações recentes relacionadas com o sistema antidopagem russo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759794]]></sapo:autor>
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		<title>“Sou o Papa Leão XIV”: tentou convencer o banco, mas acabaram por lhe desligar o telefone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem o Papa escapa aos labirintos do atendimento ao cliente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem o Papa escapa aos labirintos do atendimento ao cliente. Pouco depois de ter sido eleito, Leão XIV tentou atualizar os seus dados pessoais junto do banco onde mantinha conta em Chicago, mas acabou por esbarrar nos procedimentos habituais das centrais de apoio — e, segundo o &#8216;ABC&#8217;, a chamada terminou da forma mais inesperada: com a operadora a desligar o telefone.</p>
<p>A história foi contada pelo padre Tom McCarthy durante um encontro de católicos em Naperville, no Illinois, Estados Unidos, e divulgada pelo jornal americano &#8216;The New York Times&#8217;. O episódio terá ocorrido cerca de dois meses depois da entronização de Robert Francis Prevost como Leão XIV.</p>
<p>O novo Papa ligou para o banco da sua cidade natal para atualizar o número de telefone e a morada associada à conta. Identificou-se pelo nome e respondeu corretamente às perguntas de segurança, mas isso não chegou para que a alteração fosse processada.</p>
<p>Do outro lado da linha, a funcionária explicou que teria de se deslocar pessoalmente a uma agência.</p>
<p><strong>“Não poderei fazer isso”</strong></p>
<p>Leão XIV tentou insistir. Disse que não poderia comparecer presencialmente e lembrou que já tinha respondido a todas as perguntas de segurança exigidas pelo banco.</p>
<p>Perante a recusa, decidiu usar um argumento pouco comum numa chamada para o apoio ao cliente.</p>
<p>“Algo mudaria se eu lhe dissesse que sou o Papa Leão XIV?”, perguntou.</p>
<p>A resposta não foi a que esperava. A funcionária do banco terá desligado a chamada.</p>
<p>O caso acabou por ser resolvido graças à intervenção de outro padre, que conhecia o presidente do banco. Não se sabe, porém, o que aconteceu à operadora que desligou o telefone ao cliente mais famoso da instituição.</p>
<p>“Imagine ser conhecida como a mulher que desligou na cara do Papa?”, brincou o padre Tom McCarthy.</p>
<p><strong>A história que aproxima o Papa da vida comum</strong></p>
<p>A história tornou-se rapidamente viral nos Estados Unidos, em parte graças a um vídeo que começou a circular nas redes sociais. O episódio ganhou força precisamente por colocar o líder de 1,4 mil milhões de católicos numa situação familiar para qualquer cidadão: tentar resolver um assunto simples com um banco e ficar preso a regras, validações e procedimentos.</p>
<p>A situação tem também um lado quase simbólico. O homem que lidera a Igreja Católica conseguiu responder às perguntas de segurança, mas não conseguiu convencer o sistema de atendimento de que não podia simplesmente passar pela agência.</p>
<p>Como resume o ABC, é difícil imaginar uma história mais contemporânea para aproximar o Bispo de Roma da realidade terrena: nem a autoridade papal parece suficiente perante os protocolos de um banco.</p>
<p><strong>Não foi o primeiro Papa a mostrar o lado mais humano</strong></p>
<p>O episódio de Leão XIV junta-se a outros momentos em que papas recentes surgiram em situações quotidianas, longe da solenidade habitual do cargo.</p>
<p>Em 2013, nas primeiras 24 horas do pontificado, o Papa Francisco insistiu em pagar a conta do hotel onde tinha ficado alojado durante o conclave e fez questão de ir buscar a própria bagagem.</p>
<p>Agora, a história é outra: um Papa recém-eleito tentou atualizar os dados bancários, explicou que era Leão XIV e acabou por descobrir que, para o atendimento ao cliente, nem sempre há exceções — mesmo quando o cliente vive no Vaticano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759793]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal anda mais cedo: saiba porque a hora de ponta dos TVDE começa às 16 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:24:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolt]]></category>
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		<category><![CDATA[TVDE]]></category>
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					<description><![CDATA[O dado coloca Portugal numa das extremidades do mapa europeu da mobilidade e evidencia um dos contrastes mais expressivos dentro da Península Ibérica. Enquanto os utilizadores portugueses concentram o pico de TVDE a meio da tarde, Espanha atinge esse máximo às 20h00 e França apenas às 23h00]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é o país da Europa do Sul com o pico de procura por TVDE mais antecipado, segundo uma análise da Bolt aos seus mercados europeus. Em território nacional, a procura atinge o máximo às 16 horas, quatro horas antes de Espanha e sete horas antes de França.</p>
<p>O dado coloca Portugal numa das extremidades do mapa europeu da mobilidade e evidencia um dos contrastes mais expressivos dentro da Península Ibérica. Enquanto os utilizadores portugueses concentram o pico de TVDE a meio da tarde, Espanha atinge esse máximo às 20h00 e França apenas às 23h00.</p>
<p>A análise é divulgada no Dia da Europa e mostra que não existe uma única “hora europeia” da mobilidade. Pelo contrário, os padrões variam de forma significativa entre países, refletindo ritmos de trabalho, hábitos urbanos, rotinas familiares e diferentes formas de combinar transporte público, TVDE, trotinetes e bicicletas elétricas.</p>
<p><strong>Meio-dia concentra 34% das viagens de TVDE</strong></p>
<p>De acordo com a Bolt, o padrão português está relacionado com a diversidade de utilizadores que recorrem às plataformas TVDE, incluindo estudantes universitários, trabalhadores e cidadãos mais seniores.</p>
<p>Com muitos horários a terminarem entre as 17h30 e as 18h00, a procura começa a subir de forma acentuada a meio da tarde e depois diminui progressivamente ao longo da noite.</p>
<p>O meio-dia representa 34% de todas as viagens de TVDE em Portugal, enquanto o regresso a casa ao final do dia corresponde a 19%. A atividade noturna fica também nos 19%, um dos valores mais baixos da Europa, apenas comparável ao da Roménia.</p>
<p><strong>Trotinetes e bicicletas elétricas atingem pico às 18h00</strong></p>
<p>A micromobilidade acrescenta uma segunda leitura ao retrato da mobilidade portuguesa. Enquanto a procura por TVDE atinge o pico às 16h00, as trotinetes e bicicletas elétricas da Bolt registam o seu máximo duas horas depois, às 18h00.</p>
<p>Para a empresa, esta diferença mostra que os dois modos de transporte respondem a momentos distintos do mesmo percurso diário.</p>
<p>O TVDE tende a acompanhar o regresso a casa quando os escritórios fecham. Já a micromobilidade prolonga as deslocações ao final da tarde, cobrindo trajetos curtos, recados e deslocações de início de noite.</p>
<p>No caso das trotinetes e bicicletas elétricas, o meio-dia representa 31% das viagens, enquanto o regresso ao fim do dia corresponde a 23% do total.</p>
<p><strong>Micromobilidade repete padrão em quase toda a Europa</strong></p>
<p>Ao contrário dos TVDE, cujos picos variam várias horas entre países, a micromobilidade apresenta um comportamento mais estável.</p>
<p>Em quase todos os mercados europeus onde a Bolt opera trotinetes e bicicletas elétricas, o pico de utilização ocorre entre as 16h00 e as 18h00, independentemente da hora a que a procura por TVDE atinge o seu máximo.</p>
<p>Para a Bolt, esta convergência sugere que a micromobilidade desempenha um papel semelhante em diferentes cidades europeias: deslocações de fim de tarde, trajetos curtos e ligações de primeiro e último quilómetro.</p>
<p>Portugal ilustra esta complementaridade de forma clara: TVDE às 16h00, micromobilidade às 18h00.</p>
<p><strong>“A mobilidade europeia não é uma história, são muitas”</strong></p>
<p>A empresa defende que a combinação entre TVDE, trotinetes, bicicletas elétricas e transporte público permite cobrir diferentes momentos do dia de trabalho dos portugueses de uma forma que nenhum modo conseguiria fazer isoladamente.</p>
<p>Esta complementaridade ganha peso num contexto de crescimento das redes de transporte público. Em 2025, a Carris Metropolitana de Lisboa transportou quase 200 milhões de passageiros, enquanto a CP – Comboios de Portugal ultrapassou os 200 milhões, mais de metade nas linhas metropolitanas de Lisboa.</p>
<p>Para Mário de Morais, diretor-geral da Bolt em Portugal, os dados mostram que qualquer política de mobilidade deve partir da realidade concreta de cada mercado.</p>
<p>“As cidades portuguesas fazem parte de uma tendência europeia mais ampla para uma mobilidade partilhada e sustentável, uma tendência que exige sistemas suficientemente abertos e conectados para acompanhar cada período do dia e cada modo de transporte”, afirma.</p>
<p>O responsável acrescenta que “a mobilidade europeia não é uma história, são muitas, que acontecem a horas diferentes, num continente de nações muito diversas”.</p>
<p>Segundo Mário de Morais, Portugal, com um dos picos mais antecipados do sul da Europa, é uma peça importante deste retrato. “O que estes dados demonstram é que qualquer mudança e evolução estrutural no que toca a políticas europeias de mobilidade tem de partir de dados concretos e não de perceções”, defende.</p>
<p><strong>Dez horas separam os picos de mobilidade na Europa</strong></p>
<p>A análise da Bolt abrange 24 mercados europeus e revela diferenças marcadas entre países.</p>
<p>A Croácia atinge o pico de procura por TVDE às 14h00. Portugal surge às 16h00. Espanha atinge o máximo às 20h00 e França às 23h00. Já a Bélgica e os Países Baixos chegam ao pico apenas à meia-noite.</p>
<p>No total, há uma diferença de dez horas entre os países com o pico mais cedo e os mercados com o pico mais tardio.</p>
<p>Para a Bolt, esta diversidade mostra que os modelos europeus de mobilidade não devem ser desenhados com base em soluções uniformes. A empresa defende que qualquer quadro regulatório deve ter em conta os hábitos reais de deslocação em cada país e a forma como os diferentes modos de transporte se complementam no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759784]]></sapo:autor>
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		<title>OMS confirma oito casos no cruzeiro do hantavírus mas alerta que pode haver mais devido ao período de incubação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, foram até agora reportados oito casos associados ao surto no 'MV Hondius', incluindo três mortes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde pediu a todos os passageiros e tripulantes do &#8216;MV Hondius&#8217; que usem máscara, depois de o surto de hantavírus a bordo ter provocado três mortes e levado à identificação de oito casos confirmados ou suspeitos.</p>
<p>Maria van Kerkhove, epidemiologista da OMS, explicou em conferência de imprensa que a recomendação se aplica a todas as pessoas que continuam no navio. No caso de quem teve contacto com infetados, a organização pede medidas de proteção reforçadas.</p>
<p>Apesar da preocupação, a responsável procurou afastar comparações com o início da pandemia de Covid-19. “Isto não é o início de uma pandemia de Covid. Trata-se de um surto que estamos a ver num navio”, afirmou.</p>
<p>Van Kerkhove foi ainda mais clara: “Isto não é Covid, isto não é gripe, propaga-se de uma forma muito, muito diferente.”</p>
<p><strong>Oito casos reportados e três mortes</strong></p>
<p>Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, foram até agora reportados oito casos associados ao surto no &#8216;MV Hondius&#8217;, incluindo três mortes.</p>
<p>“Até ao momento, oito casos foram reportados, incluindo três mortes. Cinco desses oito casos foram confirmados como hantavírus, enquanto os outros três são considerados suspeitos”, afirmou.</p>
<p>A OMS admite, ainda assim, que possam surgir novos casos, tendo em conta o período de incubação da variante Andes do hantavírus, que pode chegar a seis semanas.</p>
<p>A variante Andes é uma das formas mais sensíveis do vírus por poder, em situações raras, transmitir-se entre pessoas através de contacto próximo e prolongado. Mesmo assim, as autoridades de saúde insistem que o risco para a população em geral é baixo.</p>
<p><strong>Navio segue para Tenerife</strong></p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217;, com cerca de 150 pessoas a bordo, segue agora para as Ilhas Canárias e deverá atracar no porto de Tenerife dentro de três dias, segundo a ministra da Saúde espanhola, Mónica García.</p>
<p>De acordo com as autoridades espanholas, as pessoas que permanecem a bordo não apresentam sintomas da doença.</p>
<p>Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que a OMS está confiante na capacidade de Espanha para gerir a situação quando o navio chegar às Canárias.</p>
<p>“O navio está agora a navegar para as Ilhas Canárias e estamos confiantes na capacidade de Espanha para gerir este risco, apoiando-a nesse processo”, disse.</p>
<p>O diretor-geral da OMS acrescentou que a avaliação do risco para a população das Canárias é baixa.</p>
<p><strong>Passageiros que saíram em Santa Helena estão a ser monitorizados</strong></p>
<p>Antes de ficar retido ao largo de Cabo Verde, o &#8216;MV Hondius&#8217; fez escala na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul. Nessa paragem, 29 pessoas deixaram o navio.</p>
<p>Entre elas estava uma mulher neerlandesa que adoeceu durante a viagem seguinte e acabou por morrer. A passageira acompanhava o corpo do marido, que tinha morrido no navio a 11 de abril e estava a ser repatriado.</p>
<p>A operadora Oceanwide Expeditions indicou que o casal tinha embarcado na Argentina depois de uma viagem de observação de aves em zonas onde existem roedores infetados com a doença.</p>
<p>As pessoas que desembarcaram em Santa Helena pertencem a 12 nacionalidades e estão a ser acompanhadas pelas autoridades dos países de destino. O Reino Unido notificou a OMS de que o grupo incluía sete cidadãos britânicos.</p>
<p><strong>“Risco negligenciável” para o público em geral</strong></p>
<p>Robin May, diretor científico da Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido, sublinhou que o risco para quem não esteve diretamente envolvido neste cruzeiro é muito reduzido.</p>
<p>“Para o público em geral, que não esteve diretamente envolvido neste navio de cruzeiro, o risco é realmente negligenciável”, afirmou.</p>
<p>A OMS também mantém a avaliação de risco baixo para a população em geral, apesar de reconhecer que poderão surgir novos casos entre pessoas expostas, devido ao longo período de incubação.</p>
<p><strong>Moral a bordo melhorou, diz Tedros</strong></p>
<p>Tedros Adhanom Ghebreyesus disse ainda que tem mantido contacto regular com o capitão do navio, incluindo esta quinta-feira.</p>
<p>Segundo o responsável da OMS, o ambiente a bordo melhorou desde que o &#8216;MV Hondius&#8217; deixou Cabo Verde e retomou viagem.</p>
<p>“Gostaria também de agradecer ao operador do navio pela cooperação, e aos passageiros e tripulação, que estão a passar por uma situação muito difícil e assustadora”, afirmou.</p>
<p>“Tive contacto regular com o capitão do navio, incluindo esta manhã. Disse-me que a moral melhorou significativamente desde que o navio voltou a navegar.”</p>
<p><strong>O que distingue este surto da Covid-19?</strong></p>
<p>A principal diferença está na forma de transmissão. Ao contrário da Covid-19 ou da gripe, o hantavírus não se propaga facilmente através de contactos comuns do dia a dia.</p>
<p>A infeção está normalmente associada à exposição a roedores infetados ou a ambientes contaminados por urina, fezes ou saliva desses animais. No caso da variante Andes, pode haver transmissão entre pessoas, mas esta tende a exigir contacto muito próximo e prolongado.</p>
<p>É por isso que a OMS pede precaução no navio e acompanhamento dos contactos, mas afasta, para já, qualquer cenário semelhante ao início da pandemia de 2020. O surto é grave para os envolvidos e exige vigilância, mas continua circunscrito a um contexto específico: um navio de cruzeiro com passageiros e tripulantes expostos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759774]]></sapo:autor>
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		<title>Zelensky pressiona Washington: principal negociador ucraniano vai aos EUA enquanto Trump olha para o Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, deixou Kiev rumo aos EUA esta quarta-feira e vai reunir-se com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, e Jared Kushner, genro do presidente americano Donald Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enviou o principal negociador de Kiev aos Estados Unidos para se reunir com representantes de Donald Trump, numa altura em que as negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia, mediadas por Washington, parecem estar num impasse.</p>
<p>Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, deixou Kiev rumo aos EUA esta quarta-feira, disse ao &#8216;POLITICO&#8217; um alto responsável ucraniano, que pediu anonimato para discutir detalhes confidenciais da viagem.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, Umerov deverá reunir-se com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, e Jared Kushner, genro do presidente americano Donald Trump.</p>
<p>“Ele vai reunir-se com representantes do presidente dos EUA para discutir questões diplomáticas e de segurança”, afirmou o responsável ucraniano.</p>
<p>A Casa Branca não divulgou, para já, qualquer informação oficial sobre o possível encontro.</p>
<p><strong>Kiev teme perder prioridade na agenda americana</strong></p>
<p>A deslocação acontece num momento sensível para Kiev. As autoridades ucranianas insistem que têm mantido contacto regular com Washington, mas Zelensky admitiu recentemente que a atenção dos Estados Unidos se desviou da Ucrânia para o Irão e para o Médio Oriente.</p>
<p>“O problema é que a prioridade dos Estados Unidos agora é o Médio Oriente”, afirmou Zelenskyy à Newsmax na semana passada.</p>
<p>Para o presidente ucraniano, essa mudança de foco enfraquece a pressão sobre Moscovo.</p>
<p>Como consequência, disse, “a Rússia não sentirá a coisa mais importante que os Estados Unidos nos podem dar: pressão sobre ela”.</p>
<p><strong>Donbass continua a bloquear negociações</strong></p>
<p>No centro do impasse continua a estar a questão territorial. O presidente russo, Vladimir Putin, exige que a Ucrânia se retire da região de Donbass, enquanto Kiev defende que qualquer solução para a guerra deve partir da atual linha de contacto.</p>
<p>Zelensky tem sido categórico ao rejeitar qualquer cedência territorial, sobretudo em zonas que Moscovo não conseguiu conquistar militarmente.</p>
<p>Essa divergência mantém bloqueadas as negociações, apesar dos esforços americanos para aproximar as partes.</p>
<p>Nos últimos três meses, Kiev enfrentou uma escolha difícil: aceitar o tratado de paz nos termos em que estava a ser apresentado ou continuar a combater, possivelmente durante anos, disse ao POLITICO uma fonte familiarizada com o processo.</p>
<p>Até agora, a Ucrânia decidiu continuar a resistir.</p>
<p><strong>Zelensky irritado com visitas a Moscovo</strong></p>
<p>A missão de Umerov aos EUA surge depois de meses de frustração em Kiev com o papel dos enviados de Trump.</p>
<p>As autoridades ucranianas aguardavam há meses uma visita de Jared Kushner e Steve Witkoff à Ucrânia. Zelensky mostrou-se particularmente incomodado com o facto de Witkoff ter visitado Moscovo oito vezes desde o início das negociações conduzidas pelos Estados Unidos no ano passado, sem fazer uma deslocação semelhante a Kiev.</p>
<p>O enviado americano reuniu-se com responsáveis ucranianos, mas apenas nos EUA ou noutros locais fora da Ucrânia.</p>
<p>“Estamos em contacto com eles. Mas acho que eles precisam dessa visita a Kiev mais do que nós”, afirmou Zelensky no mês passado.</p>
<p>O presidente ucraniano foi mais longe: “Não é nada respeitoso ir a Moscovo e não vir a Kiev. É simplesmente desrespeitoso.”</p>
<p><strong>Visita planeada para a Páscoa seria um ultimato</strong></p>
<p>Segundo uma fonte citada pelo &#8216;POLITICO&#8217; no mês passado, a visita de Witkoff e Kushner à Ucrânia, inicialmente planeada para a Páscoa, deveria funcionar como uma espécie de ultimato.</p>
<p>O plano passaria por apresentar uma troca de prisioneiros de guerra como sinal de progresso e, a partir daí, pressionar Kiev a aceitar um acordo.</p>
<p>“A visita de Witkoff e Kushner, planeada para a Páscoa, deveria ser um ultimato”, afirmou a fonte.</p>
<p>“O plano era trivial. Seria uma troca de prisioneiros de guerra na Páscoa. Eles deveriam vir à imprensa e dizer: ‘Conseguimos uma trégua de um dia e este milagre. Ela pode durar mais se vocês assinarem um tratado’”, acrescentou.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, os responsáveis americanos saberiam que Zelensky rejeitaria um ultimato público, o que lhes daria margem para abandonar o processo.</p>
<p><strong>Rússia também menos interessada nas negociações</strong></p>
<p>O impasse não se explica apenas pela posição ucraniana. De acordo com a fonte citada pelo &#8216;POLITICO&#8217;, o interesse da Rússia nas negociações também diminuiu.</p>
<p>No passado, Kiev conseguia enviar aos Estados Unidos listas de prisioneiros de guerra que pretendia libertar, e o Kremlin acabava por aceitar essas libertações. Hoje, esse mecanismo praticamente deixou de funcionar.</p>
<p>A deslocação de Umerov aos EUA surge, por isso, num momento em que Kiev tenta recuperar margem diplomática junto da administração Trump e garantir que a guerra na Ucrânia não fica secundarizada pela crise no Médio Oriente.</p>
<p>Para Zelensky, o essencial é manter a pressão americana sobre Moscovo. Sem essa pressão, teme Kiev, Putin terá menos incentivos para negociar e mais margem para prolongar a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759766]]></sapo:autor>
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		<title>“O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar”, explica analista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-apetite-pelo-risco-esta-em-alta-nos-mercados-com-as-acoes-a-subir-o-petroleo-a-cair-e-o-ouro-a-recuperar-explica-analista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:48:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros globais registam um aumento do apetite pelo risco, num contexto em que as ações sobem, o petróleo recua e o ouro volta a ganhar força.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros globais registam um aumento do apetite pelo risco, num contexto em que as ações sobem, o petróleo recua e o ouro volta a ganhar força.</p>
<p>“O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar. A perspetiva de um possível acordo para terminar a guerra entre os EUA e o Irão aliviou os receios de um choque energético prolongado, reduzindo também o risco de inflação persistente e de taxas de juro elevadas durante mais tempo”, afirma Henrique Valente, analista da ActivTrades Europe.</p>
<p>Neste contexto, o Nasdaq mantém uma trajetória de ganhos, com os futuros a negociarem perto dos 28.660 pontos, acumulando uma subida de cerca de 3,5% ao longo da semana. O setor tecnológico norte-americano continua a ser o principal motor do desempenho positivo, sustentado por resultados empresariais sólidos, sobretudo nas áreas dos semicondutores e da inteligência artificial.</p>
<p>Entre os destaques mais recentes está a AMD, cujas ações dispararam cerca de 18% numa única sessão, após a empresa ter superado as expectativas dos analistas no último trimestre. O crescimento foi impulsionado por uma forte aceleração das receitas nos centros de dados, reforçando a confiança dos investidores no segmento de computação de alto desempenho e IA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759767]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Ministra reafirma que risco de transmissão é muito baixo em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-ministra-reafirma-que-risco-de-transmissao-e-muito-baixo-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde reafirmou hoje que o risco de transmissão do hantavírus é muito baixo para os residentes em Portugal, garantindo que as autoridades estão a acompanhar a evolução do surto hora a hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde reafirmou hoje que o risco de transmissão do hantavírus é muito baixo para os residentes em Portugal, garantindo que as autoridades estão a acompanhar a evolução do surto hora a hora.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a receber informação hora a hora, mas neste momento a Direção-Geral da Saúde (DGS) avalia o risco para residentes em Portugal como muito baixo, não se esperando qualquer transmissão generalizada&#8221;, afirmou Ana Paula Martins, em conferência de imprensa após o Conselho de Ministros.</P><br />
<P>Segundo a ministra, Portugal está a acompanhar a situação do surto do navio de cruzeiro, que já provocou três mortes, através da DGS, que é a autoridade de saúde nacional, mas também das autoridades internacionais sanitárias.</P><br />
<P>A governante recordou que a Organização Mundial da Saúde e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) referem que o risco para a população em geral de &#8220;disseminação do surto do navio cruzeiro Hondius é muito baixo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Todas as autoridades de saúde estão em contacto e isso é permanente&#8221;, assegurou a ministra.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o ECDC admitiu como hipótese que alguns passageiros tenham sido expostos à estirpe Andes do vírus na Argentina antes de embarcar e podem ter transmitido o vírus para outros passageiros já a bordo do navio de cruzeiro.</P><br />
<P>O MV Hondius deixou as imediações do porto da Praia, Cabo Verde, na quarta-feira, prevendo-se que chegue às ilhas Canárias dentro de dois dias e que as pessoas a bordo sejam retiradas e repatriadas ao abrigo do mecanismo europeu de proteção civil, de acordo com o Governo de Espanha.</P><br />
<P>O navio fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e as ilhas Canárias, durante todo o mês de abril, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759759]]></sapo:autor>
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		<title>Israel confirma primeiro caso de hantavírus: infeção terá ocorrido na Europa de Leste</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-confirma-primeiro-caso-de-hantavirus-infecao-tera-ocorrido-na-europa-de-leste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Doente realizou inicialmente um teste de anticorpos depois do aparecimento dos sintomas, que indicou exposição ao hantavírus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel diagnosticou o primeiro caso de hantavírus no país, avança o &#8216;Jerusalem Post&#8217;, citando informações do &#8216;Maariv&#8217;. O doente terá sido infetado durante uma estadia na Europa de Leste, há vários meses, e procurou assistência médica depois de desenvolver sintomas compatíveis com a doença.</p>
<p>Para já, não podem ser divulgados detalhes sobre a identidade do paciente, o local de residência ou a unidade hospitalar onde foi feito o diagnóstico.</p>
<p>De acordo com a informação conhecida, o doente realizou inicialmente um teste de anticorpos depois do aparecimento dos sintomas, que indicou exposição ao hantavírus. Posteriormente, um teste PCR confirmou a presença de material genético do vírus.</p>
<p>O estado clínico do paciente é considerado estável. Até ao momento, não precisou de cuidados intensivos nem de isolamento rigoroso, mas mantém-se sob observação médica. O caso foi comunicado ao Ministério da Saúde israelita.</p>
<p><strong>Infeção não está ligada à estirpe Andes do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;</strong></p>
<p>Apesar de ser raro em Israel, este não é o primeiro caso envolvendo cidadãos israelitas. Há cerca de uma década, vários israelitas foram suspeitos de infeção por hantavírus durante viagens pela América do Sul.<br />
A diferença agora é relevante: segundo o &#8216;Jerusalem Post&#8217;, o paciente diagnosticado em Israel foi infetado por uma estirpe europeia do vírus, e não pela estirpe Andes, que está associada ao surto no navio de cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;.</p>
<p>A estirpe Andes, originária sobretudo da Argentina e do Chile, é considerada particularmente sensível porque há registos raros de transmissão entre pessoas, em situações de contacto próximo e prolongado.<br />
A maioria das restantes estirpes de hantavírus, incluindo as presentes na Europa e na Ásia, é transmitida principalmente de roedores para humanos.</p>
<p>Surto no &#8216;MV Hondius&#8217; continua sob vigilância internacional</p>
<p>O caso em Israel surge num momento em que o surto associado ao MV Hondius continua a preocupar autoridades de saúde em vários países.</p>
<p>Até agora, três passageiros morreram no surto ligado ao navio: um casal neerlandês e um cidadão alemão. No total, foram reportados oito casos confirmados ou suspeitos associados à viagem, incluindo um cidadão suíço hospitalizado em Zurique.</p>
<p>O navio transportava cerca de 147 passageiros e tripulantes de 23 países. Partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, a 1 de abril, tendo passado pela Antártida e por ilhas remotas do Atlântico Sul, incluindo Geórgia do Sul, Tristão da Cunha, Santa Helena e Ascensão.</p>
<p>Depois de terem sido registados vários casos de doença respiratória grave a bordo, o navio ficou fundeado ao largo da Praia, em Cabo Verde, sem autorização para desembarque de passageiros.</p>
<p>Três doentes foram entretanto retirados do navio, dois deles em estado grave. A embarcação seguiu depois para as Ilhas Canárias, após Espanha ter anunciado que permitiria a atracagem por razões médicas e humanitárias.</p>
<p>Segundo as autoridades espanholas, o navio deverá chegar a Tenerife dentro de cerca de três dias. Caso as pessoas a bordo permaneçam sem sintomas, os passageiros estrangeiros deverão ser posteriormente repatriados.</p>
<p><strong>Não há tratamento antiviral específico</strong></p>
<p>A gravidade da doença varia consoante a estirpe, o nível de exposição e o estado geral de saúde do paciente.</p>
<p>O diagnóstico baseia-se na suspeita clínica, no historial de exposição e em testes laboratoriais. Os testes de anticorpos podem indicar contacto com o vírus, enquanto exames moleculares, como o PCR, permitem detetar o material genético viral.</p>
<p>Atualmente, não existe tratamento antiviral comprovado para a maioria dos casos de hantavírus. O tratamento é sobretudo de suporte e pode incluir vigilância médica, administração cuidadosa de líquidos, oxigénio, tratamento da pressão arterial baixa, apoio à função renal e, nos casos mais graves, internamento em cuidados intensivos e ventilação mecânica.</p>
<p>A principal forma de reduzir o risco é a prevenção: afastar roedores, selar aberturas, guardar alimentos em recipientes fechados e evitar varrer ou aspirar de forma seca excrementos de roedores, porque isso pode libertar partículas contaminadas para o ar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759750]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IBN &#8211; A  revolução indispensável nas redes das operadoras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ibn-a-revolucao-indispensavel-nas-redes-das-operadoras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group</strong></em></p>
<p>A gestão das redes em Portugal entrou numa fase em que a complexidade excede a capacidade dos modelos tradicionais. Entre 5G, cloud, data centers e milhões de dispositivos, configurar equipamentos “à mão” é lento, caro e propenso a erros. Por outro lado,  o setor das telecomunicações está também cada vez mais pressionado pela concorrência, margens reduzidas e pelas expectativas dos clientes, que são cada vez maiores. Para o setor, a forma como as redes são geridas tornou‑se um fator crítico de competitividade. É precisamente neste contexto que surge um novo paradigma: as redes baseadas em intenções, ou <em>Intent‑Based Networking</em> (IBN).</p>
<p>Apesar de ainda pouco discutida fora dos círculos técnicos, a IBN tem potencial para se tornar tão transformadora quanto a Software-Defined Networking (SDN) ou a automação. A sua lógica é simples: em vez de configurar manualmente milhares de elementos de rede, a operadora define o seu objetivo/intenção, e o sistema trata de converter/traduzir, automaticamente, essa intenção em ações técnicas, monitorizando continuamente o seu cumprimento. É a passagem de uma gestão orientada por comandos para uma gestão orientada por objetivos.</p>
<p>No fundo, a IBN permite que uma operadora diga: <em>“Quero garantir latência mínima neste serviço crítico”</em> ou <em>“Quero assegurar níveis de disponibilidade premium para este cliente empresarial”</em>. A rede interpreta, configura‑se, e verifica se se estão a cumprir os requisitos, corrigindo eventuais desvios. Este ciclo fechado de intenção, seguido de tradução, execução e garantia, pode parecer abstrato, mas responde diretamente a um problema real: a impossibilidade de gerir redes modernas com as ferramentas de ontem.</p>
<p>A automação avançada não é apenas uma questão de eficiência mas uma necessidade. A escala das redes 5G, a diversidade de tecnologias coexistentes e a procura por serviços personalizáveis, estão a levar as equipas de engenharia ao limite. A IBN tira a pressão das mãos humanas, reduz drasticamente o risco de erro e liberta tempo para tarefas que acrescentam valor, desde o desenho de novos serviços até à inovação comercial.</p>
<p>Outro ponto crítico é o da garantia da qualidade de serviço. Hoje, os clientes, empresariais e residenciais, são intolerantes a falhas. Serviços de cloud, gaming, videoconferência ou redes privadas 5G exigem níveis de desempenho cada vez mais granulares e dinâmicos. Com IBN, a rede deixa de reagir a incidentes, passando a atuar de forma preventiva. Assim é possível identificar desvios antes de se tornarem problemas, apenas quando a intenção está formalmente definida e continuamente validada.</p>
<p>Mas nem tudo é simples. A adoção de IBN também enfrenta desafios como integrar este modelo com redes legadas, confiar decisões críticas à automação e garantir que as intenções são corretamente traduzidas em políticas técnicas coerentes, requer maturidade organizacional, modelos de governação adequados e uma mudança cultural profunda dentro das equipas de engenharia e operação.</p>
<p>Importa ainda sublinhar o papel de enquadramentos conceptuais, como os do TM Forum, que fornecem modelos de dados e estruturas para definir intenções de forma consistente e interoperável. Sem estas bases, a IBN correria o risco de se tornar mais uma buzzword dependente de fornecedores, em vez de uma prática sustentável e transversal na indústria.</p>
<p>O que é claro é que a evolução para redes autónomas, que se configuram, otimizam e recuperam automaticamente, será impossível sem IBN. Esta abordagem é, de certa forma, o “cérebro” que permitirá às operadoras gerir a complexidade crescente, sem aumentar proporcionalmente os seus custos operacionais.</p>
<p>No final, a pergunta que as operadoras portuguesas devem fazer não é <em>“estamos preparados para adotar IBN?”</em>. A pergunta certa é: <em>“o nosso modelo atual de operação é sustentável num mercado onde a complexidade cresce mais rápido do que os recursos?”</em>. A resposta, para a maioria, será: <em>ainda não</em>.</p>
<p>Embora não seja visível, a IBN está por detrás de uma experiência digital mais rápida, segura, estável e inteligente, para qualquer cidadão. Ela melhora a internet em casa e nos serviços públicos, criando um ecossistema digital mais eficiente e confiável.</p>
<p>A IBN representa assim uma oportunidade estratégica para transformar redes em plataformas verdadeiramente inteligentes, reduzir custos, aumentar a resiliência e acelerar a inovação. É uma revolução silenciosa e indispensável. As primeiras operadoras  que atingirem este patamar vão colher benefícios inequívocos em eficiência, qualidade de serviço e capacidade de competir num mercado onde a diferenciação tecnológica será cada vez mais determinante.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Conselho Nacional de Ética lamenta ausência em audições sobre lei de acesso de menores às redes sociais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/conselho-nacional-de-etica-lamenta-ausencia-em-audicoes-sobre-lei-de-acesso-de-menores-as-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Ética lamentou hoje não ter sido envolvido nas audições parlamentares ao diploma do PSD que limita o acesso de menores a redes sociais e plataformas digitais, apesar de já ter apresentado parecer sobre a matéria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Ética lamentou hoje não ter sido envolvido nas audições parlamentares ao diploma do PSD que limita o acesso de menores a redes sociais e plataformas digitais, apesar de já ter apresentado parecer sobre a matéria.</P><br />
<P>&#8220;Este tema tem uma fortíssima dimensão ética a qual tem que ser contemplada e o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida [CNECV] é o organismo próprio para se pronunciar sobre estas matérias e assessorar os senhores deputados em prol da robustez dos documentos legislativos e da qualificação das políticas públicas&#8221;, afirmou à agência Lusa a presidente do CNECV, Maria do Céu Patrão Neves.</P><br />
<P>O projeto de lei do PSD, em apreciação na especialidade na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, prevê que o acesso a plataformas como o Instagram, TikTok ou Facebook só seja permitido a partir dos 16 anos, admitindo entre os 13 e os 16 mediante consentimento parental expresso e verificado.</P><br />
<P>Maria do Céu Patrão Neves disse que enviou &#8220;em ocasião oportuna&#8221; o parecer conjunto do CNECV e do Comité de Bioética de Espanha sobre o impacto do uso excessivo das tecnologias digitais na saúde das crianças e dos adolescentes, integrando contributos vários de especialistas, associações de jovens e entidades cívicas. &#8220;É, pois, um documento inclusivo e abrangente&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;São recomendações muito amplas, concretas e exequíveis. Por isso, estou na expectativa de que os senhores deputados, apesar de não nos terem envolvido nas audições, tendo o documento consigo, tomem em devida conta as propostas apresentadas&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A presidente explicou que o parecer não se centra apenas na proteção jurídica e técnica dos menores nem na redução do acesso de menores a riscos digitais, através de um controle regulatório e tecnológico. </P><br />
<P>Integra também a saúde pública, a ética do desenvolvimento infantil e jovem, &#8220;com o objetivo de promover um ecossistema digital saudável e eticamente responsável&#8221; numa perspetiva que &#8220;escapa à dicotomia de proibição ou educação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando há um documento em análise que se foca especificamente na dimensão proibitiva acaba por não dar a devida conta à dimensão educativa e as duas são rigorosamente necessárias&#8221;, disse, rematando: &#8220;Se nos focarmos só na dimensão proibitiva sem a educativa acabamos por promover mais cidadãos dominados do que cidadãos educados e até passamos uma mensagem errada à sociedade, além de comprometer a própria eficácia da proteção da geração mais jovem que se pretende&#8221;.</P><br />
<P>No passado mês de março, o CNECV havia tomado a iniciativa de propor uma audição conjunta sobre esta matéria à primeira Comissão e à Comissão de Educação, que não avançou por falta de disponibilidade de agenda.</P><br />
<P>O CNECV pretendia então, como hoje, que a sua mensagem chegasse aos deputados de forma mais ampla e explicativa do que apenas através do documento escrito. Não obstante, reiterou a confiança de que as recomendações feitas venham a ser consideradas e integradas, sublinhando tratar-se de um problema grave que a sociedade enfrenta.</P><br />
<P>&#8220;Espero que o nosso parecer seja tomado em devida conta e que haja mesmo ainda oportunidade para podermos ser ouvidos sobre a matéria, uma vez que a justificação das posições que tomámos é também importante&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O parecer emitido em fevereiro alerta que o uso excessivo de tecnologias digitais entre crianças e jovens é um problema complexo, que não pode ser tratado apenas com soluções regulatórias nem atribuído a uma única entidade.</P><br />
<P>As recomendações são dirigidas ao Estado, escolas, famílias, profissionais de saúde, empresas tecnológicas e sociedade civil, incluindo propostas como formação de profissionais para deteção precoce de dependências digitais e reforço da literacia digital.</P><br />
<P>Defende também que a compreensão dos algoritmos pode contribuir para uma utilização mais responsável. </P><br />
<P>O parecer procura apresentar &#8220;propostas muito concretas, verdadeiramente exequíveis para contribuir não apenas para o debate público, mas para a realização de políticas públicas que efetivamente se possam tornar eficazes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Organização Mundial de Saúde tem chamado a atenção para o forte impacto negativo do uso excessivo dos dispositivos na nova geração e somos todos responsáveis para prevenir os problemas de saúde mental, de saúde física e do atrofiamento das capacidades sociais&#8221;, acrescentou a presidente.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759732]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças para a reforma, avisa BCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças, por exemplo, para complementar a pensão pública e garantir um nível de vida adequado na reforma, especialmente as mulheres, defendeu hoje o BCE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças, por exemplo, para complementar a pensão pública e garantir um nível de vida adequado na reforma, especialmente as mulheres, defendeu hoje o BCE.    </P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) advertiu que as famílias na zona euro têm grande parte das suas poupanças em depósitos bancários de baixa rentabilidade e não investem em ações por desconhecimento e aversão ao risco, intensificada pela lembrança da crise financeira global de há quase vinte anos.</P><br />
<P>O BCE considera que a integração do mercado de capitais na zona euro diminuiu desde 2022 e parte significativa do investimento europeu em ações é canalizada para fora da União Europeia (UE), segundo o Relatório de Integração de 2026.</P><br />
<P>Isto impede que grande parte das economias dos europeus seja canalizada para investimentos produtivos que impulsionem o crescimento e a competitividade da Europa a longo prazo.</P><br />
<P>&#8220;A integração financeira é crucial para a prosperidade, estabilidade e competitividade da União Económica e Monetária&#8221;, disse o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos.</P><br />
<P>Com um maior investimento das famílias em ações, as empresas poderão aceder com mais facilidade ao capital que precisam para financiar a inovação.</P><br />
<P>A Comissão Europeia (CE) tem como objetivo canalizar as elevadas poupanças da Europa de forma mais eficaz para o investimento produtivo.</P><br />
<P>O BCE diz que seria fundamental canalizar as poupanças para as pensões nos mercados de capitais da UE para enfrentar o envelhecimento da população.</P><br />
<P>Em 2025, a CE propôs impulsionar as pensões complementares para garantir rendimentos adequados na reforma.</P><br />
<P>Estas pensões não substituem as públicas, que são a base dos regimes de pensões de todos os países da zona euro.</P><br />
<P>Os sistemas públicos de pensões na Europa funcionam maioritariamente através de um sistema de repartição, no qual as contribuições dos trabalhadores financiam as pensões dos reformados, sem acumular ativos no mercado de capitais.</P><br />
<P>As contribuições para a segurança social não se acumulam numa conta individual para o futuro, são usadas para pagar as prestações atuais com o &#8220;contrato geracional&#8221;, princípio político de solidariedade, onde a população ativa sustenta a passiva.</P><br />
<P>Devido ao envelhecimento da população, as pensões públicas em muitos casos não serão suficientes para manter um nível de vida adequado, especialmente entre as pessoas vulneráveis e as mulheres, segundo a CE.</P><br />
<P>O chanceler alemão, o democrata-cristão Friedrich Merz, considerou recentemente necessária uma reforma do sistema público de pensões na Alemanha e dar mais relevância a instrumentos do mercado de capitais quando muitos &#8220;baby boomers&#8221;, a geração da explosão de natalidade posterior à Segunda Guerra Mundial, se estão a reformar. </P><br />
<P>Os europeus economizam uma grande parte dos seus rendimentos disponíveis e a taxa de poupança das famílias da zona euro é elevada em relação aos rendimentos disponíveis, 15% no primeiro trimestre de 2025, superior à taxa de investimento de 9%.</P><br />
<P>O BCE considera que uma parte destas economias poderia ser investida produtivamente em ações cotadas, que oferecem rendimentos mais elevados do que as obrigações e os depósitos bancários a longo prazo, ou em títulos corporativos.</P><br />
<P>O investimento num fundo de investimento de baixo custo teria dado uma rentabilidade anual de aproximadamente 6% nos últimos dez anos, segundo o BCE, semelhante à rentabilidade do índice bolsista europeu MSCI Europe.</P><br />
<P>Mas 32% das economias das famílias da zona euro estavam em depósitos bancários e divisas no segundo trimestre de 2025, número três vezes maior do que o dos EUA.</P><br />
<P>As ações cotadas que as famílias da zona euro mantêm diretamente representam apenas 5% da sua carteira, contra 31% nos EUA.</P><br />
<P>Participações em fundos de investimento, prestações de aposentadoria e produtos de seguros (incluindo seguros de vida), através dos quais as famílias também podem ter ações e outros ativos cotados, representam 38% da carteira. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759731]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente do Irão diz que esteve reunido com o líder supremo, mas não revela estado de saúde de Mojtaba Khamenei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou ter-se reunido pessoalmente com o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, revelando que ambos mantiveram uma conversa prolongada durante cerca de duas horas e meia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou ter-se reunido pessoalmente com o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, revelando que ambos mantiveram uma conversa prolongada durante cerca de duas horas e meia. A declaração constitui a primeira confirmação pública de que um alto responsável do regime esteve frente a frente com o novo ayatollah desde a sua nomeação, há mais de dois meses, numa altura em que persistem intensas especulações sobre o seu verdadeiro estado de saúde.</p>
<p>A revelação foi feita por Pezeshkian durante um encontro com representantes sindicais e do comércio, mas o chefe de Estado iraniano não avançou detalhes sobre quando ou onde decorreu a reunião, nem revelou quais os temas discutidos ou quem mais esteve presente. Sublinhou apenas que se tratou de um encontro “completamente sem intermediários”, destacando a dimensão pessoal da conversa e a impressão que o novo líder lhe causou.</p>
<p>Sobre o encontro, Pezeshkian afirmou que aquilo que mais o marcou foi “a postura, a visão e o comportamento profundamente sincero e humilde” de Mojtba Khamenei, acrescentando que essa atitude “transformou o ambiente numa base de confiança, serenidade, empatia e diálogo directo”. As palavras do Presidente surgem num momento particularmente sensível para Teerão, em que aumentam as especulações sobre um eventual entendimento entre o Irão e os Estados Unidos, ao mesmo tempo que continuam por esclarecer muitas dúvidas em torno da condição física do novo líder supremo.</p>
<p>Mojtba Khamenei ascendeu ao topo da hierarquia política e religiosa da República Islâmica após ser nomeado pela Assembleia dos Peritos, na sequência da morte do seu pai, Ali Khamenei. O antigo líder morreu nos ataques norte-americanos e israelitas que marcaram a abertura do conflito iniciado a 28 de Fevereiro, uma ofensiva que alterou profundamente o equilíbrio interno do regime iraniano.</p>
<p>Apesar da nomeação, Mojtba Khamenei continua ausente da esfera pública. Desde que assumiu funções, não fez qualquer aparição oficial nem divulgou vídeos ou mensagens áudio, circunstância que alimentou rumores persistentes sobre a gravidade dos ferimentos sofridos durante os bombardeamentos. Ainda assim, vários comunicados atribuídos ao novo ayatollah têm sido lidos na televisão estatal iraniana, numa tentativa aparente de demonstrar continuidade institucional.</p>
<p>As dúvidas sobre a sua condição física ganharam força depois de o jornal The New York Times, citando quatro responsáveis iranianos, ter avançado que Mojtba Khamenei sofreu ferimentos graves nos ataques, foi submetido a múltiplas cirurgias aos braços e às pernas e apresenta dificuldades de fala devido a queimaduras severas no rosto e nos lábios. Também o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o líder iraniano ficou ferido e provavelmente “desfigurado”. Até ao momento, Teerão não confirmou oficialmente essas informações.</p>
<p>Nas últimas semanas, os rumores intensificaram-se ainda mais após a inauguração de um mural numa cidade iraniana onde Mojtba Khamenei surgia retratado ao lado de figuras descritas como mártires da República Islâmica, entre elas o seu pai e Qassem Soleimani, antigo comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária, ambos já falecidos. A leitura simbólica da imagem levou muitos a questionarem se o novo ayatollah estaria vivo ou operacional.</p>
<p>A polémica aumentou quando a agência Tasnim News Agency, próxima da Guarda Revolucionária, se referiu a Mojtba Khamenei numa publicação como o “líder mártir da revolução”, antes de recuar e classificar essa designação como um erro editorial. O episódio reforçou a incerteza em torno do estado do novo líder e abriu novas interrogações sobre o funcionamento interno do regime.</p>
<p>Na mesma intervenção pública, Pezeshkian procurou recentrar o discurso em temas internos, apelando a uma gestão mais rigorosa do consumo energético e alertando contra gastos excessivos. O Presidente insistiu ainda na necessidade de unidade nacional, defendendo que a sociedade iraniana não deve ser fragmentada por acusações indiscriminadas. “As pessoas não devem ser simplesmente acusadas de corrupção, traição ou espionagem, criando falsas fronteiras entre diferentes sectores da sociedade”, afirmou.</p>
<p>Estas declarações surgem numa fase em que o sistema judicial iraniano acelerou a aplicação de penas severas, incluindo condenações à morte, desde o início da guerra e após o cessar-fogo subsequente. Nesse contexto, a confirmação do encontro entre Pezeshkian e Mojtba Khamenei representa um sinal político relevante, mas está longe de dissipar o mistério que continua a envolver o novo rosto máximo da República Islâmica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759723]]></sapo:autor>
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		<title>EUA destacam forte relação com a Santa Sé após encontro de Rubio com Papa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV e o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, debateram hoje a situação no Médio Oriente, num encontro no Vaticano que "sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos e a Santa Sé", anunciou Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV e o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, debateram hoje a situação no Médio Oriente, num encontro no Vaticano que &#8220;sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos e a Santa Sé&#8221;, anunciou Washington.</P><br />
<P>&#8220;O secretário de Estado Marco Rubio reuniu-se hoje com Sua Santidade o Papa Leão XIV para discutir a situação no Médio Oriente e temas de interesse mútuo no Hemisfério Ocidental&#8221;, indicou, num comunicado, um porta-voz do Departamento de Estado (equivalente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros).</P><br />
<P>O encontro de hoje, que decorreu após duras críticas do Presidente Donald Trump ao Papa, &#8220;sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos (EUA) e a Santa Sé e o seu compromisso partilhado em promover a paz e a dignidade humana&#8221;, adiantou o porta-voz, Tommy Pigott.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759728]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Português devorado por crocodilo na África do Sul após ser arrastado por enxurrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um cidadão português de 59 anos morreu de forma trágica na África do Sul, depois de ter sido atacado e engolido por um crocodilo com mais de quatro metros e meio de comprimento, no rio Komati, situado no Parque Nacional Kruger. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cidadão português de 59 anos morreu de forma trágica na África do Sul, depois de ter sido atacado e engolido por um crocodilo com mais de quatro metros e meio de comprimento, no rio Komati, situado no Parque Nacional Kruger. O incidente ocorreu na sequência de fortes chuvas que provocaram uma enxurrada, arrastando a vítima para as águas, onde acabou por desaparecer.</p>
<p>De acordo com as autoridades sul-africanas, o homem, identificado como Gabriel Batista, era proprietário de um hotel e terá sido surpreendido pela força da corrente enquanto atravessava um pontão submerso. Após o desaparecimento, foram desencadeadas buscas intensivas que se prolongaram por vários dias, até que a polícia conseguiu localizar o crocodilo suspeito.</p>
<p>O animal foi abatido pelas autoridades para permitir a recuperação dos restos mortais. O comandante da polícia, Johan Potgieer, explicou que o comportamento do crocodilo levantou suspeitas, sublinhando que “este exemplar de grandes dimensões não se mexia ao sol e apresentava sinais típicos de se ter alimentado recentemente, uma vez que tinha a barriga extremamente cheia e permanecia fora da água”. Acrescentou ainda que o animal não reagiu à presença de drones ou de um helicóptero, o que reforçou a convicção das autoridades de que se tratava do responsável pelo ataque.</p>
<p>Após a captura, o crocodilo foi transportado de helicóptero para a realização de uma necropsia em segurança. No interior do animal foram encontrados restos mortais do cidadão português, cuja identificação foi possível graças a um anel. Segundo informações avançadas pelo “The New York Post”, foram também encontrados pelo menos seis pares de sapatos no estômago do crocodilo, nenhum pertencente à vítima, levantando suspeitas de que o animal possa estar ligado a outros desaparecimentos na região.</p>
<p>As autoridades de Komatipoort estão agora a investigar a origem desses objetos e a possível ligação a outros casos não resolvidos. Recorde-se que, aquando do desaparecimento, o “Jornal da Madeira” já tinha identificado a vítima como sendo um cidadão português oriundo daquela região.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759717]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um dos polícias detidos no caso da esquadra do Rato já foi libertado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-dos-policias-detidos-no-caso-da-esquadra-do-rato-ja-foi-libertado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos 15 polícias detidos na terça-feira no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato foi libertado, confirmou hoje à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos 15 polícias detidos na terça-feira no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato foi libertado, confirmou hoje à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR). </P><br />
<P>O Ministério Público, explicou a PGR, &#8220;na sequência de diligências complementares que realizou na data da operação, procedeu à imediata libertação de um arguido por se terem alterado as circunstâncias que determinaram a sua detenção&#8221;. </P><br />
<P>Além deste arguido libertado, também outro detido deste processo &#8211; o único que não é polícia &#8211; foi hoje libertado, depois de o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa ter aceitado o pedido de habeas corpus da sua defesa, considerando ilegal a detenção.</P><br />
<P>A informação sobre o pedido de habeas corpus foi avançada pelo advogado do arguido, Pedro Madureira, que explicou aos jornalistas, à porta do tribunal, ter feito um pedido de habeas corpus, alegando que a detenção não cumpriu os pressupostos legais.</P><br />
<P>A identificação dos detidos decorreu de manhã e durante a tarde de hoje decorrerá o interrogatório dos 14 arguidos que se encontram detidos no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.</P><br />
<P>Entre os 16 detidos na terça-feira, há 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumentando para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações a pessoas vulneráveis como toxicodependentes e sem-abrigo, na sua maioria estrangeiros, na esquadra do Rato, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que os 15 polícias visados exercem funções e &#8220;de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante&#8221; ocorrido em 2024 e 2025 na esquadra do Rato.</P><br />
<P>Na primeira, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros, determinou em 27 de abril de 2026 o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.</P><br />
<P>Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão a aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759718]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China condena dois ex-ministros da Defesa à morte com pena suspensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal militar chinês condenou hoje à morte, com pena suspensa, os antigos ministros da Defesa Wei Fenghe e Li Shangfu por crimes de corrupção, noticiou agência estatal Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal militar chinês condenou hoje à morte, com pena suspensa, os antigos ministros da Defesa Wei Fenghe e Li Shangfu por crimes de corrupção, noticiou agência estatal Xinhua.</P><br />
<P>Trata-se das penas mais pesadas aplicadas a altas figuras militares no âmbito da campanha anticorrupção lançada pelo Presidente chinês, Xi Jinping, desde que assumiu o poder no final de 2012.</P><br />
<P>Após dois anos de suspensão, as penas de morte aplicadas a Wei e Li serão comutadas em &#8220;prisão perpétua, sem possibilidade de redução de pena ou liberdade condicional&#8221;, acrescentou a Xinhua, citada pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Wei Fenghe, 72 anos, foi ministro da Defesa entre 2018 e 2023.</P><br />
<P>Li Shangfu, 68 anos, sucedeu a Wei no Ministério da Defesa, mas só esteve em funções entre março e outubro de 2023, antes de deixar de ser visto em público até ser conhecida a acusação de corrupção.</P><br />
<P>Ambos foram conselheiros de Estado e membros da Comissão Militar Central, o órgão que controla o exército chinês.</P><br />
<P>O tribunal militar considerou Wei Fenghe culpado de aceitar subornos, enquanto Li Shangfu foi condenado por corrupção ativa e passiva.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial não especificou o montante envolvido nas irregularidades.</P><br />
<P>Os dois antigos ministros foram ainda condenados à privação vitalícia de direitos civis e ao confisco de todos os bens pessoais.</P><br />
<P>Wei e Li já tinham sido expulsos do Partido Comunista Chinês (PCC) em 2024, por &#8220;graves violações da disciplina&#8221;, fórmula habitual para corrupção, segundo a agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>As condenações inserem-se numa ampla purga na cúpula militar chinesa, num contexto em que Xi Jinping exige lealdade e combate à corrupção, visando a modernização do Exército Popular de Libertação (EPL) para 2027. </P><br />
<P>Este cenário coincide com o anúncio, em março de 2026, de um aumento de 7% no orçamento da Defesa da China, refletindo a continuidade do investimento militar.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759702]]></sapo:autor>
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		<title>Governo aprova medidas para segurar médicos no SNS, reforçar urgências e nova lei para o INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou em Conselho de Ministros um conjunto de medidas estruturais para responder à pressão crescente sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com especial enfoque no funcionamento das urgências, na valorização do trabalho médico e na reorganização da resposta de emergência em Portugal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros um conjunto de medidas estruturais para responder à pressão crescente sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com especial enfoque no funcionamento das urgências, na valorização do trabalho médico e na reorganização da resposta de emergência em Portugal. No centro das decisões anunciadas pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, está a criação de novos regimes laborais destinados a garantir maior estabilidade nas equipas médicas, reforçar a continuidade assistencial e travar um modelo que, segundo a governante, tem vindo a criar desigualdades e a incentivar a saída de profissionais do sistema público para regressarem depois em regime de prestação de serviços.</p>
<p>Na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, Ana Paula Martins explicou que foram aprovados dois regimes distintos, mas intimamente ligados entre si. O primeiro diz respeito ao regime de trabalho médico à tarefa, em prestação de serviços, dirigido especificamente ao SNS e às equipas que asseguram o funcionamento contínuo da rede nacional de urgências — sejam elas básicas, médico-cirúrgicas ou polivalentes — durante 24 horas por dia. O segundo constitui um novo modelo de incentivos destinado aos médicos do SNS que já asseguram trabalho suplementar para manter os serviços operacionais, procurando reconhecer financeiramente esse esforço acrescido e garantir uma maior previsibilidade na organização anual das escalas.</p>
<p>Segundo a ministra, o objetivo central da revisão do regime de prestação de serviços é claro: impedir que o próprio sistema continue a estimular a saída de médicos dos quadros permanentes para regressarem em condições contratuais mais vantajosas. “O que queremos é não promover que os médicos saiam do sistema para trabalhar no sistema”, afirmou Ana Paula Martins, sublinhando que esta lógica tem criado distorções remuneratórias, desequilíbrios de responsabilidade dentro das equipas e uma injustiça face aos profissionais que permanecem vinculados ao SNS. A governante referiu que o modelo anterior acabou por tornar mais atrativo, para recém-especialistas e médicos já integrados no sistema, desvincularem-se para regressarem como prestadores de serviços em condições mais favoráveis.</p>
<p>A nova regulamentação assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é o princípio da necessidade: só haverá recurso a contratos de prestação de serviços quando essa necessidade estiver devidamente fundamentada. A ministra reconheceu que essa carência existe “há muitos e muitos anos” e admitiu que o SNS se tornou progressivamente dependente de um modelo que classificou como “não virtuoso”. O segundo eixo prende-se com a qualidade e excelência dos cuidados prestados, defendendo o Governo que a ausência de médicos residentes nas equipas de urgência compromete a articulação clínica, a continuidade assistencial e, em determinados períodos do ano, aumenta a dependência de profissionais menos diferenciados ou mesmo de médicos não especialistas. Embora o novo regime não exclua a contratação destes últimos, essa possibilidade ficará sujeita a condições específicas.</p>
<p>O terceiro vetor introduz um regime de incompatibilidades mais apertado. Entre as situações abrangidas estão os casos de médicos recém-especialistas que, tendo vagas abertas para ingresso no SNS, optem por não concorrer e pretendam depois ser contratados como prestadores de serviços. Também os médicos já vinculados ao SNS que recusem assegurar trabalho suplementar nas suas unidades poderão ver limitada a possibilidade de exercer funções como prestadores externos noutras unidades próximas, em condições distintas. Ana Paula Martins sintetizou esta lógica ao afirmar que “se não estão disponíveis para fazer este serviço de continuidade na urgência no seu hospital ou na sua unidade local de saúde, não faz muito sentido poderem fazê-lo como prestadores com condições diferentes” numa unidade vizinha.</p>
<p>Paralelamente, o Executivo aprovou um novo regime de valorização do trabalho suplementar dos médicos do SNS, concebido como incentivo à permanência no sistema e à disponibilidade adicional já hoje demonstrada por muitos profissionais. A ministra recordou que Portugal conta com cerca de 168 serviços de urgência nestas três tipologias e que, atualmente, muitos médicos já ultrapassam largamente os limites de 250 horas de trabalho suplementar. O novo modelo prevê escalões progressivos de incentivo organizados em blocos de 48 horas, com majorações crescentes à medida que aumenta o volume de disponibilidade prestada. A intenção, explicou, é criar um planeamento anual de escalas que permita estabilizar a resposta hospitalar, premiar o compromisso das equipas e assegurar previsibilidade tanto para profissionais como para utentes.</p>
<p>Para Ana Paula Martins, a meta é dupla: garantir à população que encontrará “médicos diferenciados” nos serviços de urgência ao longo de todo o ano e assegurar que as equipas do SNS são justamente compensadas por permanecerem no sistema público. A governante criticou o modelo herdado, considerando que “desvirtuava completamente” a qualidade do serviço, colocava por vezes em causa a sua continuidade e gerava desigualdades entre médicos. “Acabava por incentivar os médicos a sair do sistema para poderem de outra forma e por outra porta trabalhar no sistema”, resumiu.</p>
<p>Além das alterações ao regime laboral médico, o Conselho de Ministros aprovou ainda a nova lei orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), diploma que o Governo classificou como particularmente relevante no quadro da reorganização da resposta de emergência pré-hospitalar. Embora sem detalhar de imediato o conteúdo dessa reforma, a aprovação sinaliza uma reestruturação institucional do organismo responsável pelo socorro médico urgente em Portugal.</p>
<p>Foi também aprovado um projeto legislativo para regulamentar as bolsas de nicotina em território nacional, matéria que seguirá agora para apreciação na Assembleia da República. A iniciativa representa a intenção do Executivo de criar enquadramento legal específico para este tipo de produtos, num momento em que o seu consumo tem vindo a ganhar visibilidade no mercado.</p>
<p>Com este pacote legislativo, o Governo procura responder a três frentes simultâneas (fixação de médicos, estabilidade das urgências e reorganização da emergência médica), numa tentativa de reforçar a capacidade de resposta do SNS e de corrigir mecanismos que, segundo o Ministério da Saúde, penalizavam os profissionais que permanecem no sistema público e fragilizavam a continuidade dos cuidados prestados aos mais de 10 milhões de habitantes em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759660]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu militar paraquedista envolvido em queda em Tancos, confima Exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos militares paraquedistas envolvido numa queda durante uma ação de formação na terça feira, em Tancos, morreu hoje, anunciou o Exército.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos militares paraquedistas envolvido numa queda durante uma ação de formação na terça feira, em Tancos, morreu hoje, anunciou o Exército.</P><br />
<P>&#8220;O Exército Português comunica, com profundo pesar, o falecimento do furriel Ismael José Silva Lamela, natural de Barcelos, distrito de Braga, que se encontrava internado no Hospital de São José, em Lisboa&#8221;, lê-se numa nota enviada à imprensa. </P><br />
<P>O óbito do militar, que se encontrava em morte cerebral, foi declarado às 12:20. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759698]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky anuncia ataques contra infraestruturas russas a cerca de 2.000 km de distância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje terem sido realizados ataques ucranianos contra infraestruturas estratégicas russas localizadas a uma distância de "quase 2.000 quilómetros (km)" da fronteira com a Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje terem sido realizados ataques ucranianos contra infraestruturas estratégicas russas localizadas a uma distância de &#8220;quase 2.000 quilómetros (km)&#8221; da fronteira com a Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Recentemente, houve resultados significativos em Chelyabinsk [um dos principais centros de indústrias pesadas da Rússia], a cerca de 1.800 quilómetros de distância, bem como em Ecaterimburgo [a quarta maior cidade do país], a cerca de 2.000 quilómetros de distância&#8221;, disse Zelensky, numa mensagem publicada nas suas redes sociais.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano relatou ainda um novo ataque feito hoje contra infraestruturas petrolíferas na cidade russa de Perm, &#8220;que fica a mais de 1.500 quilómetros da fronteira&#8221; com a Ucrânia.</P><br />
<P>Este novo ataque a Perm &#8212; onde a Ucrânia já tinha atacado infraestruturas petrolíferas nos últimos dias &#8212; foi também confirmado pelo chefe das forças de drones ucranianas, Robert Brovdi, mais conhecido por Madiar (&#8220;Magyar&#8221;), que especificou que o alvo era uma instalação de armazenamento pertencente à gigante energética russa Lukoil.</P><br />
<P>Zelensky destacou ainda que a Ucrânia realizou recentemente ataques bem-sucedidos contra outras infraestruturas em cidades russas como Novorossiysk, Krymsk e Tuapse, e em regiões como Samara e Nizhny Novgorod. </P><br />
<P>Estes ataques representam uma expansão significativa do alcance das operações ucranianas no interior da Rússia, atingindo regiões que anteriormente eram tidas como distantes do conflito.</P><br />
<P>Zelensky sublinhou que estas ações demonstram a capacidade da Ucrânia em fabricar armas capazes de contornar as defesas aéreas russas a grandes distâncias.</P><br />
<P>Os ataques contra refinarias e terminais de combustível já causaram perdas estimadas em mais de 7 mil milhões de dólares (cerca de 6 mil milhões de euros) à Rússia desde o início do ano.</P><br />
<P>Estas ofensivas acontecem na véspera do cessar-fogo de dois dias anunciado pela Rússia para as comemorações do Dia da Vitória (09 de maio) em Moscovo, que assinalam a derrota da Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial.</P><br />
<P></P></p>
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