Como voltar a implementar a cultura das viagens de negócios no pós-pandemia?

A American Express Global Business Travel, uma plataforma de viagens B2B, juntamente com a CULTIQUE, uma empresa de análise cultural, divulgaram este mês de março um estudo sobre as viagens de negócios pós-pandemia.

Mariana da Silva Godinho
Março 31, 2022
9:16

A American Express Global Business Travel, uma plataforma de viagens B2B, juntamente com a CULTIQUE, uma empresa de análise cultural, lançaram este mês de março um estudo sobre as viagens de negócios pós-pandemia.

A conclusão é que este tipo de viagens é essencial para cultivar culturas empresariais vencedoras, assim como para alcançar negócios na época pós-pandemia. A análise ainda ajuda as empresas a perceber as mudanças, a reorientar os negócios para essas mudanças e a identificar quais as melhores oportunidades para impulsionar novamente a cultura empresarial das viagens.



A principal dica é adotar um Chief Journey Officer, responsável por fazer com que as empresas aproveitem as melhores oportunidades e adotem um programa de viagens em linha com os objetivos da empresa. Este cargo vai fazer com que as empresas deixem de ver as viagens de negócios como um produto, mas sim como um investimento de longo prazo.

“As empresas estão a trabalhar para resolver o desafio de construir a cultura da empresa e enfrentar o sentimento de isolamento nas suas forças de trabalho dispersas. A cultura não se constrói isoladamente. É impulsionada pela capacidade de as equipas interagirem e se conectarem com o propósito e a visão de uma empresa”, diz David Reimer, vice-presidente executivo de clientes globais e gerente geral da American Express Global Business Travel.

“Ao elevar o papel das viagens na estratégia e na tomada de decisões e revisitar as políticas de viagens projetadas para apoiar os modelos operacionais pré-pandemia, as organizações podem usar as viagens como um catalisador para o progresso”, acrescenta.

Já Sarah Unger, sócia e cofundadora da CULTIQUE, explica que “pensar como um Chief Journey Officer ressalta o papel integral que as viagens devem desempenhar numa força de trabalho distribuída. É uma maneira poderosa de diferenciar. Para se relacionar melhor com os novos desejos dos funcionários e as expectativas da sociedade, as empresas precisam de mudar a sua mentalidade de viagens de negócios de automatizadas para intencionais”.

A segunda dica é esclarecer sobre as razões pelas quais a empresa está a investir nas viagens, pois isso expõe os seus valores e aproxima-a dos seus funcionários e clientes.

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