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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 06:42:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Casas prontas, famílias à espera: atrasos marcam execução do Programa 1.º Direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Programa 1.º Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Criado pelo Decreto-Lei n.º 37/2018, o 1.º Direito tem como objetivo apoiar pessoas e famílias que vivem em condições habitacionais indignas e que não têm capacidade financeira para aceder, por meios próprios, a uma casa adequada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa 1.º Direito, uma das principais respostas públicas à crise da habitação em Portugal, enfrenta atrasos significativos na entrega de casas às famílias abrangidas. Embora estejam contabilizadas cerca de 20 mil habitações concluídas, apenas aproximadamente duas mil terão chegado efetivamente aos beneficiários.</p>
<p>Criado pelo Decreto-Lei n.º 37/2018, o 1.º Direito tem como objetivo apoiar pessoas e famílias que vivem em condições habitacionais indignas e que não têm capacidade financeira para aceder, por meios próprios, a uma casa adequada. O programa é financiado em grande parte através do Plano de Recuperação e Resiliência, com metas a cumprir até 2026.</p>
<p>Apesar dos avanços registados no número de obras concluídas, a passagem da conclusão física dos imóveis para a entrega das chaves continua a revelar-se lenta. Entre os principais obstáculos apontados estão os processos burocráticos, as vistorias finais, a emissão de licenças de utilização e a falta de articulação entre autarquias, Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e empresas responsáveis pelas obras.</p>
<p>Em alguns casos, há ainda habitações que, embora terminadas, continuam dependentes de ligações essenciais, como água, eletricidade ou saneamento. Estas falhas impedem que os imóveis sejam ocupados de imediato, prolongando a espera de famílias que vivem em situações de grande vulnerabilidade.</p>
<p>O atraso tem impacto direto na vida dos beneficiários. Muitas famílias continuam em casas degradadas, sobrelotadas ou em risco de despejo, apesar de existirem habitações já dadas como concluídas. A discrepância entre os números anunciados e as casas efetivamente entregues também fragiliza a confiança nas políticas públicas de habitação.</p>
<p>Para quem procura uma alternativa no mercado privado, o simulador de crédito habitação do ComparaJá permite comparar propostas de vários bancos e perceber o impacto da prestação no orçamento familiar.</p>
<p>Com o prazo do PRR a aproximar-se, aumenta a pressão sobre o Governo e as autarquias para acelerar os processos administrativos e garantir que as habitações chegam, de facto, às famílias a que se destinam. Sem uma resposta mais rápida, Portugal arrisca comprometer objetivos essenciais do financiamento europeu destinado à habitação social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768364]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal lê hoje acórdão do caso das agressões de 12 elementos da mesma família a enfermeiros no hospital de Famalicão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Guimarães lê esta quinta-feira o acórdão do processo relacionado com a invasão das urgências do Hospital de Vila Nova de Famalicão e as agressões a dois enfermeiros e a um segurança, ocorridas em fevereiro de 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Guimarães lê esta quinta-feira o acórdão do processo relacionado com a invasão das urgências do Hospital de Vila Nova de Famalicão e as agressões a dois enfermeiros e a um segurança, ocorridas em fevereiro de 2022. O julgamento envolve 12 arguidos, pertencentes à mesma família, acusados de vários crimes relacionados com violência, intimidação e danos dentro da unidade hospitalar.</p>
<p>A leitura da decisão judicial esteve inicialmente prevista para o passado dia 11 de maio, mas acabou por ser adiada devido a alterações não substanciais dos factos comunicadas aos advogados pelo juiz presidente do coletivo responsável pelo julgamento.</p>
<p>Segundo a acusação do Ministério Público, os factos remontam à madrugada de 22 de fevereiro de 2022, quando os arguidos se deslocaram ao hospital na companhia de uma familiar acidentada. De acordo com a investigação, o grupo terá tentado forçar o acesso imediato aos cuidados médicos através de intimidação e violência sobre os profissionais de saúde e elementos de segurança presentes nas urgências.</p>
<p>O Ministério Público sustenta que os arguidos atuaram em conjunto para impor atendimento prioritário à familiar, sem respeitar os procedimentos normais de registo e triagem. Para conseguirem entrar numa área reservada das urgências, terão desferido vários socos na porta de acesso, acabando por partir um dos vidros.</p>
<p>Depois de entrarem no espaço reservado, os elementos do grupo terão pegado numa maca para transportar a familiar diretamente para o interior das urgências, exigindo “em tom alto e ameaçador” assistência imediata.</p>
<p>A acusação refere ainda que um dos enfermeiros tentou travar a invasão e apelou à calma, mas acabou agredido com murros e pontapés. Segundo o processo, as agressões continuaram mesmo depois de o profissional de saúde ter caído no chão, sendo atingido sobretudo na cabeça. Os agressores terão utilizado também uma barra metálica de suporte de soro retirada das macas hospitalares.</p>
<p>Uma segunda enfermeira, que tentou auxiliar o colega, terá igualmente sido alvo de agressões. O Ministério Público descreve que a profissional foi atingida com as barras metálicas, além de ter sofrido puxões de cabelo e bofetadas.</p>
<p>O segurança em funções no hospital também terá sido violentamente atacado. De acordo com a acusação, foi empurrado, agredido com murros e pontapés em várias partes do corpo e atingido na cabeça com um ferro.</p>
<p>Após os episódios de violência, os arguidos abandonaram o hospital levando consigo a familiar acidentada, sem que esta tivesse recebido assistência médica. Um dos elementos do grupo responde ainda por um crime de furto, por alegadamente ter levado um telemóvel pertencente ao enfermeiro agredido.</p>
<p>Os 12 arguidos — nove homens e três mulheres — enfrentam acusações por três crimes de ofensa à integridade física qualificada, três crimes de ameaça, três crimes de coação agravada, um crime de dano com violência e um crime de introdução em lugar vedado ao público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768565]]></sapo:autor>
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		<title>Milhares de portugueses estão a pagar IRS sobre heranças quando não têm de o fazer. Saiba porquê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio do irs]]></category>
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					<description><![CDATA[portugueses continuam a acreditar que as heranças recebidas de familiares próximos têm de ser declaradas no IRS e acabam por pagar imposto indevidamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos portugueses continuam a acreditar que as heranças recebidas de familiares próximos têm de ser declaradas no IRS e acabam por pagar imposto indevidamente. No entanto, em Portugal, as transmissões de bens por herança entre familiares diretos estão, na maioria dos casos, isentas de tributação, o que significa que milhares de contribuintes poderão ter entregue dinheiro ao Estado sem necessidade e têm agora a possibilidade de reclamar esses valores.</p>
<p>Ao contrário da ideia generalizada, as heranças não são tributadas em sede de IRS. O imposto aplicável nestas situações é o Imposto do Selo, cobrado à taxa de 10% sobre o valor dos bens herdados. Ainda assim, a legislação portuguesa prevê uma isenção total para os chamados “herdeiros legitimários”, categoria que inclui cônjuges, unidos de facto, filhos, netos, pais e avós.</p>
<p>Na prática, isto significa que a maioria das heranças transmitidas em contexto familiar direto — como entre pais e filhos ou entre marido e mulher — não gera qualquer pagamento de imposto. Apesar disso, muitas famílias continuam a incluir esses montantes na declaração anual de IRS, frequentemente por desconhecimento das regras fiscais portuguesas ou por confusão com sistemas fiscais de outros países, onde as heranças podem efetivamente ser tributadas como rendimento.</p>
<p>Esse erro pode ter consequências imediatas. Ao declarar uma herança isenta como rendimento sujeito a IRS, os contribuintes arriscam-se a receber uma liquidação incorreta e a pagar imposto indevido sobre valores que, legalmente, não deveriam ser tributados.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, qualquer contribuinte que tenha declarado uma herança no IRS nos últimos quatro anos sem obrigação de o fazer poderá pedir a correção da situação junto da Autoridade Tributária. Para isso, é possível apresentar uma declaração de substituição e reclamar o reembolso do imposto pago indevidamente.</p>
<p>As regras mudam, contudo, quando os herdeiros não pertencem ao núcleo familiar direto. No caso de irmãos, tios, sobrinhos ou outros familiares mais afastados, mantém-se a aplicação da taxa de 10% de Imposto do Selo sobre os bens herdados.</p>
<p>Os processos relacionados com heranças são tratados fiscalmente através do Modelo 1 do Imposto do Selo, entregue nas Finanças. Quando existe isenção, o processo mantém apenas caráter declarativo, sem originar qualquer pagamento. Já no caso de bens imóveis, a transmissão da herança passa igualmente por procedimentos formais em notário ou conservatória, nomeadamente através da partilha dos bens.</p>
<p>A situação está a gerar atenção crescente junto de famílias e contribuintes que desconheciam estas regras fiscais e que agora poderão ter direito a recuperar valores pagos ao Estado sem enquadramento legal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768536]]></sapo:autor>
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		<title>Quase 15% do crédito do banco moçambicano da CGD estava em incumprimento em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase 15% do crédito concedido pelo banco BCI, o maior em Moçambique, liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), estava em incumprimento em 31 de março, mas outros bancos mantinham igualmente rácios acima dos 5% recomendados pelo regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase 15% do crédito concedido pelo banco BCI, o maior em Moçambique, liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), estava em incumprimento em 31 de março, mas outros bancos mantinham igualmente rácios acima dos 5% recomendados pelo regulador.</P><br />
<P>No relatório do Banco de Moçambique sobre os Indicadores Prudenciais e Económico-Financeiros de janeiro a março, divulgado hoje, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI) surge com um rácio de crédito em incumprimento (NPL, na sigla em inglês) de 14,47% (14,18% no trimestre anterior), mas reforçando para um rácio de cobertura de 21,03%.</P><br />
<P>Já o Millennium BIM, outro dos dois maiores do país (ambos acima de dois milhões de clientes) e detido pelo português BCP, viu o rácio de crédito em incumprimento no primeiro trimestre do ano cair, para 2,37% (2,69% no trimestre anterior), com um rácio de cobertura de 86,57%.</P><br />
<P>No terceiro trimestre de 2025, o Ecobank surgia com 78,54% do crédito concedido em incumprimento. Entretanto, o FDH Bank, do Maláui, confirmou no final de setembro ter concluído a aquisição do Ecobank Moçambique, que passou a liderar, com uma quota de 98,87%.</P><br />
<P>A instituição, que desde 20 de fevereiro último passou oficialmente a designar-se FDH Bank Moçambique, surgiu no último trimestre de 2025 com um volume de NPL de apenas 1,62%, sem qualquer explicação no documento para esta redução, voltando a reduzir esse peso, para 1%, até março, e com um rácio de cobertura de 86,81%.</P><br />
<P>Segundo o relatório do primeiro trimestre do banco central, o Moza Banco fechou 2025 com um rácio de crédito malparado de 29,21%, que se reduziu para 27,58% até março, com um rácio de cobertura de 36,42%, enquanto o Access Bank manteve o registo do período anterior, de 6,96%.</P><br />
<P>Elaborado com base em dados fornecidos pelas próprias instituições financeiras, o documento aponta ainda que o First National Bank (FNB), Standard Bank, First Capital Bank (FCB) e Absa apresentavam um rácio de NPL dentro do parâmetro recomendado (abaixo de 5%), respetivamente de 4,66%, 0,64%, 1,66% e 4,15%.</P><br />
<P>O Banco de Moçambique alertou anteriormente para a deterioração na carteira de crédito da banca nacional, com o incumprimento a subir em 2024 e os clientes a deverem o equivalente a mais de 400 milhões de euros.</P><br />
<P>No relatório de estabilidade financeira, o banco central referia que o rácio de NPL se fixou em 2024 em 9,32% do total, contra 8,23% no ano anterior, &#8220;continuando acima do limite máximo de 5,0%, convencionalmente aceite&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este aumento reflete uma deterioração da qualidade da carteira de crédito e a mudança da tendência registada nos anos anteriores&#8221;, lê-se no documento, que acrescenta que o crédito em incumprimento totalizou 30,41 mil milhões de meticais (412 milhões de euros) em 2024, um aumento de 12,88%.</P><br />
<P>Dados do banco central indicam que funcionam atualmente em Moçambique 15 bancos comerciais e 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito, entre outras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768890]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pelo menos 80 trabalhadores deixaram aérea estatal moçambicana LAM em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 80 trabalhadores deixaram a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025, no âmbito do processo de reestruturação da companhia estatal, segundo informação do Governo na Conta Geral do Estado (CGE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 80 trabalhadores deixaram a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025, no âmbito do processo de reestruturação da companhia estatal, segundo informação do Governo na Conta Geral do Estado (CGE).</P><br />
<P>Segundo a CGE, recentemente aprovada pelo Governo e que seguiu para apreciação no Parlamento, durante o ano de 2025, no âmbito do plano de reestruturação, foi assegurada a aquisição de quatro aeronaves, no caso, dois Bombardier Q400 e dois Embraer 190, e &#8220;registadas as ações da LAM na Central de Valores Mobiliários&#8221;.</P><br />
<P>Para &#8220;melhorar o balanço da empresa, prosseguem formalidades legais para o saneamento das dívidas garantidas pelo Estado junto à banca comercial&#8221; &#8211; BCI e Moza Banco -, refere-se ainda no documento. </P><br />
<P>Foram já &#8220;regularizadas as dívidas&#8221; da transportadora aérea junto das empresas estatais Aeroportos de Moçambique e Petróleos de Moçambique, &#8220;através de encontro de contas e cancelamento contabilístico&#8221;, acrescenta a CGE.</P><br />
<P>&#8220;No processo de reestruturação da empresa, foi iniciado o redimensionamento da mão-de-obra, através da revisão da orgânica e quadro ótimo, tendo já sido indemnizadas 80 trabalhadores, projetando-se que mais colaboradores sejam abrangidos em 2026&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Entretanto, a Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) aprovou a aquisição de 25,2% do capital social da estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), no âmbito do processo de reestruturação, seguida da Emose e CFM, cada com 15,4%.</P><br />
<P>Ainda segundo a CGE de 2025, a HCB, empresa pública, aprovou o investimento de 36 milhões de dólares (30,8 milhões de euros) nesse processo e a criação da Fly Moz, entidade que tem o &#8220;objetivo de garantir financiamentos a LAM&#8221;, também estatal.</P><br />
<P>Neste processo de reestruturação da LAM, aprovado em 2025 pelo Governo moçambicano, outras duas empresas públicas investiram e entraram no capital social da companhia aérea de bandeira, &#8220;estando o valor a ser aplicado para a aquisição de aeronaves, saneamento da força de trabalho e pagamento de fornecedores&#8221; e &#8220;registando-se melhorias na estabilidade da operação&#8221;, conclui a CGE.</P><br />
<P>A seguradora Emose aprovou o investimento de 22 milhões de dólares (18,8 milhões de euros), &#8220;passando a ser detentora de 15,40% da estrutura acionista da LAM&#8221;, tal como a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, conforme refere a Conta Geral do Estado.</P><br />
<P>Há um ano foi anunciada a intenção de alienar 91% do capital social da LAM, mas estas três operações totalizam ainda apenas 56%.</P><br />
<P>O ministro dos Transportes moçambicano disse em novembro último que três empresas públicas vão injetar 130 milhões de dólares (110,4 milhões de euros) para recapitalizar a LAM e que 80 trabalhadores estão de saída no âmbito da reestruturarão da companhia aérea estatal.</P><br />
<P>Ao prestar informações aos deputados, no Parlamento, sobre o processo de reestruturação da LAM, João Matlombe revelou que a decisão do Governo, de fevereiro de 2025, de alienar 91% do capital social da companhia às empresas estatais Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), prevê que as três paguem aquela verba.</P><br />
<P>No Parlamento, o ministro João Matlobme assumiu em novembro que o objetivo é &#8220;recapitalizar a empresa, reestruturar operações e adquirir novas aeronaves&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os novos acionistas HCB, CFM, Emose e outros fundos públicos reforçam o caráter estratégico e nacional da companhia, mantendo o controlo estatal e garantindo a orientação da LAM ao serviço do interesse público&#8221;, esclareceu o ministro, revelando então, pela primeira vez, o valor da operação de alienação, fixada em 130 milhões de dólares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768889]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irmão de Pedro Sánchez começa hoje a ser julgado por tráfico de influências</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irmao-de-pedro-sanchez-comeca-hoje-a-ser-julgado-por-trafico-de-influencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O irmão do primeiro-ministro de Espanha começa a ser julgado esta  quinta-feira por tráfico de influências com outras dez pessoas, num processo relacionado com a sua contratação pela administração da província de Badajoz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O irmão do primeiro-ministro de Espanha começa a ser julgado na quinta-feira por tráfico de influências com outras dez pessoas, num processo relacionado com a sua contratação pela administração da província de Badajoz.</p>
<p>Com David Sánchez, irmão de Pedro Sánchez, será julgado o antigo líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) da região da Extremadura Miguel Ángel Gallardo.</p>
<p>Em causa está a suspeita de que em 2017 foi criado um posto de trabalho propositadamente para David Sánchez na administração da província de Badajoz, liderada pelos socialistas, numa altura em que Pedro Sánchez ainda não era primeiro-ministro, mas estava já à frente do PSOE.</p>
<p>Segundo o despacho da juíza que decidiu levar David Sánchez a julgamento, conhecido em maio do ano passado, o irmão do primeiro-ministro e os restantes dez acusados vão responder em tribunal por tráfico de influências e &#8220;prevaricação administrativa&#8221;.</p>
<p>David Sánchez foi contratado para coordenar as &#8220;atividades dos conservatórios&#8221; da província de Badajoz e, segundo a juíza, o cargo foi criado para o irmão de Pedro Sánchez &#8220;a pedido, com certeza, de pessoa ou pessoas&#8221; próximas.</p>
<p>O Ministério Público defendeu que não existiam indícios para David Sánchez e as outras dez pessoas serem acusadas de prevaricação e tráfico de influências e tinha pedido o arquivamento do caso, o que a juíza não aceitou.</p>
<p>Este processo nasceu de uma queixa apresentada no ano passado pela associação &#8220;Mãos Limpas&#8221;, que a comunicação social espanhola diz estar ligada à extrema-direita.</p>
<p>A mesma associação apresentou a queixa que levou à abertura, em 2024, de uma investigação à mulher de Pedro Sánchez, Begoña Gómez, por suspeita de tráfico de influências e corrupção, num caso ainda sem desfecho.</p>
<p>Pedro Sánchez e outros dirigentes do Governo e do PSOE têm acusado a direita e a extrema-direita espanholas de montarem campanhas de difamação e &#8220;máquinas de lodo&#8221; para desestabilizarem o executivo e o primeiro-ministro.</p>
<p>O líder do Governo já disse também publicamente que há em Espanha juízes &#8220;a fazer política&#8221;, a propósito do caso do irmão e da mulher.</p>
<p>&#8220;Ainda que confiando na Justiça e ainda que pensando que a imensa maioria de juízes fazem bem o seu trabalho, há juízes que não [são assim]&#8221;, disse Sánchez em 01 de setembro de 2025 numa entrevista à televisão pública espanhola TVE.</p>
<p>&#8220;Há juízes a fazer política e políticos que tentam fazer justiça, sem dúvida alguma. São uma minoria, mas provocam um dano terrível à justiça&#8221;, acrescentou o líder do Governo espanhol e do PSOE.</p>
<p>Para Sánchez, há juízes com &#8220;um problema de desempenho, de instrução&#8221; que, &#8220;no fim, estão a pagar duas pessoas por serem familiares&#8221; do primeiro-ministro.</p>
<p>Sublinhando que estão em causa, nestes dois casos, &#8220;denúncias falsas&#8221; de &#8220;organizações da extrema-direita&#8221;, Sánchez garantiu &#8220;a inocência e a honestidade&#8221; do irmão e da mulher e disse esperar que a justiça e o tempo &#8220;coloquem as coisas no seu lugar&#8221;.</p>
<p>A postura de Pedro Sánchez relativamente aos casos da mulher e do irmão é diferente da que assumiu face a investigações por corrupção que envolvem ex-dirigentes do PSOE, incluindo um antigo ministro, todos eles pessoas que foram &#8216;braços direitos&#8217; do primeiro-ministro.</p>
<p>Nestes casos, Sánchez admitiu que há indícios muito fortes contra os visados (José Luis Ábalos e Santos Cerdán) e chegou a pedir desculpa aos militantes do PSOE.</p>
<p>Já quanto ao caso mais recente do ex-primeiro-ministro e ex-líder do PSOE José Luis Rodríguez Zapatero, indiciado na semana passada por tráfico de influência e lavagem de dinheiro em atividades a que dedicou após deixar o Governo e a liderança do partido, Sánchez manifestou: &#8220;Toda a colaboração com a justiça, todo o respeito pela presunção de inocência e todo o meu apoio ao presidente Zapatero&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768535]]></sapo:autor>
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		<title>Ainda se lembra quando uma dúzia de ovos custava menos de dois euros? Foi só há 4 anos (e carne e leite também dispararam de preço)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:15:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em janeiro de 2022, antes da guerra na Ucrânia e da escalada internacional dos custos energéticos, uma dúzia de ovos custava menos de dois euros, o leite rondava os 70 cêntimos por litro e vários produtos alimentares mantinham valores bastante inferiores aos atuais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco mais de quatro anos, muitos produtos essenciais tinham preços que hoje parecem distantes da realidade dos consumidores portugueses. Em janeiro de 2022, antes da guerra na Ucrânia e da escalada internacional dos custos energéticos, uma dúzia de ovos custava menos de dois euros, o leite rondava os 70 cêntimos por litro e vários produtos alimentares mantinham valores bastante inferiores aos atuais. Desde então, a inflação disparou e, apesar de o ritmo de subida dos preços ter abrandado nos últimos anos, o custo de vida nunca voltou aos níveis anteriores.</p>
<p>Numa análise baseada em dados do Índice de Preços no Consumidor do Instituto Nacional de Estatística (INE), a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/aumento-da-inflacao/aumento-dos-precos/ainda-e-do-tempo-em-que-uma-duzia-de-ovos-custava-menos-de-2-euros-nao-passaram-assim-tantos-anos/20260523/6a0b1575d34e28842c8429d5" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a> avaliou a evolução dos preços entre janeiro de 2022 e abril de 2026, concluindo que muitos bens essenciais registaram aumentos acumulados superiores a 30%, havendo mesmo produtos que ultrapassaram os 70%.</p>
<p>Os ovos destacam-se como o caso mais expressivo. Segundo as contas realizadas a partir dos dados oficiais, o preço deste produto aumentou mais de 75% desde o início de 2022. Uma dúzia de ovos que, há cerca de quatro anos, custava aproximadamente 1,90 euros, ronda agora os 3,30 euros, traduzindo uma subida superior a um euro por embalagem.</p>
<p>O leite também sofreu aumentos significativos. O leite magro encareceu 54% desde 2022, o que significa que um litro atualmente vendido por cerca de 1,08 euros custaria aproximadamente 70 cêntimos antes da crise inflacionista. Já o leite gordo, que hoje ronda 1,19 euros por litro, acumulou uma subida de 48,4%, quando anteriormente estaria próximo dos 80 cêntimos.</p>
<p>A carne acompanhou esta tendência de forte valorização. Os preços registaram um aumento acumulado de 44,1% em pouco mais de quatro anos. Uma embalagem de bifes de frango com 680 gramas, atualmente vendida por cerca de 4,75 euros, teria custado perto de 3,30 euros em janeiro de 2022. O mesmo sucede com o bife da vazia de novilho: uma embalagem de 270 gramas, hoje nos 5,40 euros, rondaria os 3,75 euros antes da escalada inflacionista.</p>
<p>Mesmo produtos tradicionalmente associados a refeições económicas deixaram de ter preços acessíveis para muitas famílias. As salsichas frescas de porco, por exemplo, custam atualmente cerca de 2,99 euros por embalagem de 500 gramas, quando há quatro anos o preço estaria mais próximo dos dois euros.</p>
<p>A manteiga e outras gorduras derivadas do leite acumulam uma subida de 37,2%. Uma embalagem de 250 gramas que hoje custa 2,49 euros teria um preço aproximado de 1,81 euros no início de 2022.</p>
<p>Os cereais também registaram aumentos expressivos, na ordem dos 34,3%. Uma embalagem de 750 gramas de cereais de marca branca, atualmente vendida por 2,75 euros, custaria perto de dois euros há pouco mais de quatro anos.</p>
<p>No peixe, a subida acumulada atinge os 31,1%. Um quilo de filetes de pescada congelada, atualmente nos 6,99 euros, rondaria os 5,33 euros antes da crise inflacionista. Já a dourada fresca aproxima-se atualmente dos 10 euros por quilo, quando em 2022 custaria cerca de 7,60 euros.</p>
<p>O pão e os produtos de padaria também sofreram aumentos relevantes. Segundo os dados analisados, os preços cresceram 30,5% desde janeiro de 2022. Uma embalagem de pão de Rio Maior com 450 gramas, hoje vendida por 1,19 euros, custaria cerca de 91 cêntimos há quatro anos. Já uma bola de lenha passou de pouco mais de 37 cêntimos para os atuais 49 cêntimos.</p>
<p>Os laticínios acompanham igualmente esta tendência. O queijo aumentou quase 30% desde 2022. Uma embalagem de queijo flamengo fatiado de 800 gramas, atualmente à venda por 8,79 euros, custaria aproximadamente 6,77 euros antes da escalada dos preços.</p>
<p>Até o café, apesar de apresentar a subida mais moderada entre os produtos analisados, encareceu quase 25%. Uma embalagem de 16 cápsulas de café expresso de marca branca, atualmente vendida por 3,85 euros, custaria pouco mais de três euros em janeiro de 2022.</p>
<p>Fora da alimentação, os aumentos mantêm-se visíveis. O vestuário acumulou uma subida de 19,1%, enquanto o tabaco encareceu 17,7%. Um maço de cigarros LM azul, atualmente vendido por 5,70 euros, custaria cerca de 4,84 euros há quatro anos.</p>
<p>O calçado surge como uma das poucas exceções à tendência generalizada de subida dos preços. Segundo os dados analisados, apresenta uma ligeira descida acumulada de 1,1% desde janeiro de 2022.</p>
<p>Para o economista João Rodrigues dos Santos, ouvido pela CNN Portugal, estes números ajudam a explicar porque tantas famílias sentem maiores dificuldades financeiras apesar de a inflação já não atingir os níveis recorde de 2022 e 2023. O especialista considera que a evolução dos preços representa “uma variação incomportável” e “muito desajustada do orçamento das famílias portuguesas”, defendendo que esta realidade obriga inevitavelmente a cortes no consumo de bens essenciais.</p>
<p>A análise evidencia também uma das principais confusões em torno da inflação: quando os indicadores mostram desaceleração, isso não significa que os preços estejam a descer. Significa apenas que continuam a aumentar a um ritmo mais lento. Na prática, os consumidores continuam a pagar significativamente mais do que pagavam há apenas quatro anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768570]]></sapo:autor>
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		<title>CIP alerta: Portugal vai crescer menos em 2026 com energia cara e juros a travar a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:00:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rafael Alves Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de maio revê em baixa a previsão de crescimento, num contexto marcado pela persistência dos preços elevados da energia e das matérias-primas, pela quebra da confiança dos consumidores e pelo risco de subida das taxas de juro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa deverá crescer menos em 2026 do que o anteriormente previsto. O Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de maio revê em baixa a previsão de crescimento, num contexto marcado pela persistência dos preços elevados da energia e das matérias-primas, pela quebra da confiança dos consumidores e pelo risco de subida das taxas de juro.</p>
<p>A previsão de crescimento da economia portuguesa baixa de 1,8% para 1,5%, segundo a CIP – Confederação Empresarial de Portugal. O Barómetro aponta, ainda assim, para sinais mistos no segundo trimestre: a confiança dos consumidores voltou a cair em abril, mas os indicadores da construção e obras públicas e do comércio a retalho melhoraram.</p>
<p>“Para a totalidade do ano de 2026, é natural que as perspetivas para o crescimento da economia portuguesa acompanhem a tendência de revisão em baixa observada na generalidade das economias europeias, uma vez que persiste a alta do petróleo, do gás natural e de diversas matérias-primas, depois da subida rápida dos preços registada em março”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP.</p>
<p>O responsável alerta que continua a existir o risco de uma repercussão mais permanente do choque energético sobre os restantes setores da economia, com impacto nas perspetivas de crescimento. A pressão poderá agravar-se se o Banco Central Europeu avançar com uma subida das taxas de juro diretoras.</p>
<p>“Há a expectativa de uma subida, já em junho, das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu, mesmo que venha a ser alcançado um acordo de paz no Médio Oriente”, sublinha Rafael Alves Rocha. “A verificar-se este aumento das taxas de juro, ele agravará ainda mais o impacto negativo do choque energético na economia.”</p>
<p><strong>Consumidores perdem confiança, mas construção e comércio resistem</strong></p>
<p>O Barómetro CIP/ISEG mostra que abril trouxe sinais contraditórios para a economia nacional. O indicador de confiança dos consumidores caiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu o valor mais baixo desde novembro de 2023, refletindo uma deterioração das avaliações sobre a situação financeira das famílias e sobre a evolução económica do país nos próximos 12 meses.</p>
<p>Do lado empresarial, o cenário é menos linear. O indicador de clima económico registou uma ligeira recuperação face a março, beneficiando da melhoria dos setores da construção e obras públicas e do comércio a retalho. Em sentido contrário, a indústria transformadora voltou a evoluir negativamente, pressionada por perspetivas de produção menos favoráveis, enquanto os serviços registaram uma degradação das expectativas das empresas.</p>
<p><strong>Cimento e automóveis dão sinais positivos</strong></p>
<p>Entre os indicadores setoriais já disponíveis para abril, o Barómetro destaca a evolução positiva do consumo de cimento e do setor automóvel. As vendas de cimento cresceram 17,9% em termos homólogos, depois de uma subida de 44,5% em março, sinalizando dinamismo na construção.</p>
<p>No setor automóvel, o número de automóveis ligeiros de passageiros comercializados cresceu 15,1% em abril, enquanto os veículos comerciais ligeiros aumentaram 7,7%. Já no comércio a retalho, o índice de volume de negócios registou em março uma variação homóloga de 5,5%, com destaque para o desempenho dos produtos não alimentares.</p>
<p>A construção também apresentou sinais de melhoria. Em março, o Índice de Produção na Construção e Obras Públicas registou uma variação homóloga de 6,2%, o crescimento mais expressivo desde julho de 2023. O emprego no setor aumentou 1,7%, enquanto as remunerações subiram 10,1%, o valor mais elevado desde julho de 2025.</p>
<p><strong>PRR pode atenuar travagem da economia</strong></p>
<p>Apesar da revisão em baixa das perspetivas de crescimento, a CIP identifica um fator de suporte para a economia portuguesa: a fase final de execução do Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>Segundo o Barómetro, a entrada na etapa final do PRR deverá reforçar o crescimento do investimento ao longo do ano, depois de já ter dado sinais positivos no primeiro trimestre. A recente aprovação da terceira reprogramação do programa e o penúltimo pedido de pagamento deverão elevar a percentagem de fundos recebidos de 68% para 79% da dotação total, ficando ainda por receber cerca de 4,7 mil milhões de euros.</p>
<p>Para a CIP, se o PRR mantiver o ritmo de execução previsto pelo Governo, poderá tornar-se um contributo central para sustentar o crescimento da economia nacional num ano mais difícil.</p>
<p>Ainda assim, o enquadramento externo continua a pesar. A persistência dos preços elevados do petróleo, do gás natural e de várias matérias-primas, a incerteza geopolítica e o eventual agravamento das condições financeiras colocam pressão adicional sobre empresas e famílias.</p>
<p>O Barómetro CIP/ISEG resume, assim, uma economia em desaceleração, mas ainda com focos de resistência. A construção, o comércio e o investimento associado ao PRR ajudam a compensar parte dos riscos, mas a quebra da confiança dos consumidores e o impacto dos custos energéticos justificam a revisão em baixa do crescimento para 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768664]]></sapo:autor>
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		<title>Há 100 anos começava a ditadura: o golpe de 28 de Maio que mudou Portugal durante quase meio século</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Assinalam-se esta quinta-feira os 100 anos do golpe militar de 28 de Maio de 1926, o momento que pôs fim à I República portuguesa e abriu caminho a uma ditadura que duraria quase cinco décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assinalam-se esta quinta-feira os 100 anos do golpe militar de 28 de Maio de 1926, o momento que pôs fim à I República portuguesa e abriu caminho a uma ditadura que duraria quase cinco décadas. O movimento iniciado em Braga por forças militares lideradas por Gomes da Costa parecia, inicialmente, mais um episódio da profunda instabilidade política da época, mas acabaria por transformar-se no ponto de partida para a Ditadura Militar e, posteriormente, para o Estado Novo de António de Oliveira Salazar.</p>
<p>Na véspera do golpe, o ambiente político em Portugal era de enorme tensão. A I República, instaurada em 1910, acumulava sucessivos governos, crises políticas, atentados, revoltas militares e conflitos sociais. Em apenas 15 anos, o país teve 46 governos, oito Presidentes da República e várias dissoluções parlamentares. A violência política tornara-se frequente, com centenas de atentados e milhares de bombas a explodirem em diferentes pontos do país, enquanto greves e manifestações agravavam o clima de instabilidade social e económica.</p>
<p>Ao longo dos primeiros meses de 1926, multiplicavam-se os sinais de conspiração. A imprensa da época relatava movimentações militares e reuniões clandestinas envolvendo oficiais ligados a anteriores tentativas golpistas. No início de maio, o jornal A Capital escrevia já sobre uma “conspiração fascista” em preparação, associada a militares que haviam participado em revoltas anteriores. Dias depois, o mesmo jornal apontava Braga, Coimbra, Castelo Branco, Évora, Algarve e Figueira da Foz como pontos centrais da conspiração, identificando Mendes Cabeçadas como um dos líderes do movimento.</p>
<p>A crise política agravava-se também no Parlamento, onde o Governo liderado por António Maria da Silva enfrentava forte contestação em torno da chamada “Questão dos Tabacos”. Ao mesmo tempo, o país atravessava uma crescente agitação académica e social. Muitos sectores conservadores, militares e monárquicos defendiam abertamente a necessidade de restaurar a “ordem” e acabar com aquilo que consideravam ser o caos republicano.</p>
<p>Foi neste contexto que Gomes da Costa assumiu a liderança do golpe. O militar, antigo comandante do Corpo Expedicionário Português na Primeira Guerra Mundial, partiu discretamente de Lisboa a 26 de maio e deslocou-se ao Norte do país para coordenar a revolta. Na madrugada de 28 de maio, em Braga, foi lido o manifesto revolucionário que anunciava o levantamento militar contra o regime republicano.</p>
<p>O movimento rapidamente ganhou força. Apesar de alguma resistência pontual, várias unidades militares aderiram à revolta, permitindo o avanço das tropas em direção a Lisboa. Braga encontrava-se então a receber o Congresso Mariano, um grande evento religioso que reunia milhares de católicos. O próprio Gomes da Costa garantiu às autoridades religiosas que as celebrações não seriam perturbadas pela operação militar.</p>
<p>O jornalista Norberto Lopes, enviado do Diário de Lisboa para acompanhar os acontecimentos, descreveu o ambiente vivido na cidade minhota, relatando o contraste entre as procissões religiosas e a movimentação militar nas ruas. “À imponência da manifestação religiosa, vem juntar-se o aparato bélico das tropas revoltosas”, escreveu o repórter, descrevendo o som simultâneo dos cânticos religiosos e dos clarins militares.</p>
<p>Numa entrevista concedida ao Diário de Lisboa durante os primeiros momentos da revolta, Gomes da Costa insistia que o movimento era “exclusivamente militar” e “sem cor política”, apresentando-o como um “ressurgimento nacional”. O líder militar defendia ainda a dissolução imediata do Parlamento, acusando o Congresso de exercer “uma ação desmoralizadora sobre os costumes políticos”.</p>
<p>À medida que avançava para sul, o movimento consolidava-se. No Porto, a adesão militar foi praticamente total. Em Coimbra, Gomes da Costa foi recebido com entusiasmo popular. A 2 de junho, instalou o quartel-general no Entroncamento e, no dia seguinte, reuniu-se em Sacavém com Mendes Cabeçadas, já num clima de tensão entre os principais líderes do golpe.</p>
<p>Entretanto, o Presidente da República, Bernardino Machado, acabaria por abandonar o poder. Curiosamente, seria a segunda vez que era afastado da presidência na sequência de um golpe de Estado, depois de já ter sido derrubado em 1917 pelo movimento liderado por Sidónio Pais.</p>
<p>A entrada triunfal de Gomes da Costa em Lisboa tornou-se uma das imagens mais simbólicas da queda da I República. O general entrou na capital montado a cavalo, à frente de cerca de 12 mil homens, num desfile militar que simbolizava a vitória do movimento revolucionário.</p>
<p>Poucos dias depois, o novo poder decretava a dissolução do Congresso da República. Inicialmente, Mendes Cabeçadas assumiu a chefia do Governo, mas as divisões internas entre os revolucionários depressa se tornaram evidentes. Gomes da Costa pressionou o executivo até assumir o poder absoluto a 18 de junho, acumulando os cargos de chefe do Governo e chefe de Estado.</p>
<p>O seu domínio duraria pouco. Menos de um mês depois, em julho de 1926, seria afastado por Óscar Carmona, figura que acabaria por consolidar a Ditadura Militar. Carmona tornar-se-ia Presidente da República e permaneceria no cargo até 1951.</p>
<p>Foi também neste contexto que começou a ascensão política de António de Oliveira Salazar. O então professor da Universidade de Coimbra entrou brevemente no Governo de Mendes Cabeçadas como ministro das Finanças, abandonando o cargo pouco depois. Regressaria em 1928 ao Ministério das Finanças e, progressivamente, consolidaria a sua influência política até assumir a chefia do Governo em 1932.</p>
<p>A nova Constituição de 1933 formalizou o Estado Novo, regime autoritário inspirado em valores nacionalistas, conservadores e corporativistas, sob o lema “Deus, Pátria e Família”. Salazar permaneceria no poder durante cerca de quatro décadas, até ser afastado por motivos de saúde em 1968.</p>
<p>Cem anos depois do golpe de 28 de Maio, historiadores continuam a considerar aquele dia como um dos momentos mais decisivos da história contemporânea portuguesa. O levantamento militar iniciado em Braga não apenas derrubou a I República como redefiniu o rumo político, social e económico do país durante quase meio século, até à Revolução de 25 de Abril de 1974 pôr fim à ditadura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768534]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de metade dos novos polícias vão ser colocados nos aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos 570 novos polícias da PSP que hoje termina o curso de formação de agentes vai ser colocado nos aeroportos portugueses, num total de 360, e os restantes no Comando Metropolitano de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos 570 novos polícias da PSP que hoje termina o curso de formação de agentes vai ser colocado nos aeroportos portugueses, num total de 360, e os restantes no Comando Metropolitano de Lisboa.  </P><br />
<P>O 21.º curso de formação de agentes termina hoje com a cerimónia do compromisso de honra na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, dos 570 novos polícias.</P><br />
<P>Fonte da Polícia de Segurança Pública precisou à Lusa que 360 novos agentes vão para a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) e 210 para o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. </P><br />
<P>Os 360 polícias que vão para a UNEF iniciam de imediato o curso de guarda de fronteira, que tem a duração de quarto semanas, para entram ao serviço nos aeroportos no início de julho, um reforço que faz parte do plano de contingência da PSP para o verão e que visa diminuir as filas de espera dos passageiros de fora do espaço Schengen.</P><br />
<P>Segundo a PSP, 150 vão ser colocados no aeroporto de Lisboa, 90 no Porto, 70 em Faro, 30 nos Açores e 20 na Madeira.</P><br />
<P>A PSP justifica também a colocação dos polícias na zona de Lisboa com o facto de ser maioritariamente do efetivo policial deste comando que provêm os polícias necessários ao desempenho de funções na Direção Nacional, Unidade Especial de Polícia, no ISCPSI, serviços sociais da PSP e Polícia Municipal de Lisboa.</P><br />
<P>Um novo curso de agentes, com 683 candidatos, está previsto para começar em junho e terminar no final de dezembro. Este número reflete a dificuldade da corporação em preencher as 800 vagas previstas, que há vários anos não consegue obter o número de candidatos a agentes pretendido.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768888]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Esta quinta-feira ainda traz calor intenso, mas o tempo muda de cara já a partir de amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:30:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta quinta-feira num período de transição meteorológica marcado por temperaturas muito elevadas no Interior, descida térmica no litoral e o regresso progressivo dos nevoeiros costeiros, numa mudança de padrão atmosférico que deverá prolongar-se pelos próximos dias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta quinta-feira num período de transição meteorológica marcado por temperaturas muito elevadas no Interior, descida térmica no litoral e o regresso progressivo dos nevoeiros costeiros, numa mudança de padrão atmosférico que deverá prolongar-se pelos próximos dias. Depois do pico de calor registado na quarta-feira, com máximas próximas dos 40 e 41 graus em várias regiões, a previsão aponta agora para uma alteração significativa da circulação atmosférica, com o vento a rodar para norte e noroeste, trazendo mais humidade às zonas junto ao mar.</p>
<p>Segundo o portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/calor-trovoadas-nevoeiros-30663/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, esta quinta-feira deverá ainda ser marcada por calor intenso no Interior, onde as temperaturas poderão manter anomalias entre oito e dez graus acima da média para a época, enquanto o litoral começa já a sentir uma descida das máximas e mínimas. A plataforma meteorológica alerta igualmente para a possibilidade de trovoadas secas associadas ao forte aquecimento atmosférico registado na quarta-feira, um fenómeno particularmente preocupante devido ao risco acrescido de ignição e propagação de incêndios rurais.</p>
<p>As previsões indicam céu geralmente pouco nublado ou limpo durante grande parte desta quinta-feira em Portugal continental, mas com aumento gradual da nebulosidade a partir da tarde nas regiões costeiras ocidentais, onde o céu poderá tornar-se encoberto e existir possibilidade de chuvisco. O vento deverá soprar fraco a moderado, predominando de norte e noroeste no litoral e de leste no Interior, intensificando-se durante a tarde, especialmente na faixa costeira ocidental e nas terras altas, com rajadas até 40 ou 50 quilómetros por hora.</p>
<p>A situação atmosférica está a mudar devido ao enfraquecimento do anticiclone de bloqueio sobre a Europa Central e ao reforço do anticiclone dos Açores, o que favorecerá a entrada de ar marítimo mais húmido. De acordo com a análise da LusoMeteo, esta alteração irá permitir o regresso das típicas condições de final da primavera e início do verão junto ao litoral português, com neblinas e nevoeiros persistentes, sobretudo durante as manhãs e noites. A previsão aponta mesmo para a possibilidade de esses nevoeiros permanecerem durante boa parte do fim-de-semana.</p>
<p>Na sexta-feira, o cenário deverá tornar-se ainda mais evidente. As neblinas e nevoeiros deverão surgir logo pela manhã em várias zonas costeiras, tornando o dia bastante mais fresco no litoral, enquanto o Interior continuará sob influência de temperaturas muito elevadas. Em algumas áreas do Interior Alentejano e dos vales do Interior Norte, os termómetros poderão voltar a aproximar-se dos 40 graus, apesar da descida gradual das temperaturas noutras regiões. O vento de norte e noroeste continuará a dominar, aumentando também o risco de incêndio durante a tarde devido às rajadas previstas e à persistência do calor seco no Interior.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para continuação da instabilidade, com chuva persistente sobretudo nas ilhas do Grupo Ocidental esta quinta-feira e nas ilhas Centrais durante sexta-feira, acompanhada por vento moderado a forte de sudoeste e temperaturas abaixo da média. Já na Madeira, o cenário deverá manter-se estável, com céu pouco nublado, vento geralmente fraco e temperaturas dentro ou ligeiramente acima dos valores normais para a época.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768496]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Solidariedade comunitária pós-Kristin foi verdadeiro motor de resiliência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:28:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Leiria para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria concluiu que a "solidariedade comunitária foi o verdadeiro motor de resiliência", garantiu o investigador Ricardo Cavadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Leiria para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria concluiu que a &#8220;solidariedade comunitária foi o verdadeiro motor de resiliência&#8221;, garantiu o investigador Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>&#8220;O fator que mais fortemente determinou a acumulação de redes de apoio, confiança interpessoal e capital social foi a solidariedade entre cidadãos, vizinhos, famílias, comunidades que se organizaram espontaneamente&#8221;, disse Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Para o investigador, &#8220;mais do que qualquer intervenção institucional medida, foi a entreajuda que sustentou a recuperação&#8221; após a depressão Kristin, há precisamente quatro meses, e as &#8220;instituições devem aprender a apoiar e amplificar essa solidariedade, não a substituir&#8221;.</P><br />
<P>Designado &#8220;Sistemas de resposta a crises, impacto da tempestade Kristin&#8221;, o estudo do Politécnico de Leiria, através do Centro de Investigação Aplicada em Economia e Gestão (CARME, na sigla em inglês), sediado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, está a ser desenvolvido por Ricardo Cavadas, investigador principal, Alzira Marques, coordenadora científica, e também o professor António Carrizo.</P><br />
<P>Numa primeira fase, quantitativa, o estudo analisou 688 respostas válidas do distrito de Leiria, recolhidas de março a maio, concluindo também que &#8220;a liderança foi, claramente, o fator mais determinante para a confiança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas confiaram nas instituições através do seu líder local. Em alguns casos, quando a liderança foi percebida como fraca ou ausente, as pessoas deixaram de confiar. Portanto, aqui houve um forte impacto na liderança, na confiança&#8221;, declarou Ricardo Cavadas, explicando que &#8220;a comunicação contribuiu também para a confiança, mas ficou muito aquém&#8221;.</P><br />
<P>Neste aspeto, recordou que &#8220;as pessoas ficaram sem comunicações e toda a comunicação que foi feita foi, essencialmente, no digital&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A informação não chegou à população em tempo útil e baixou muito a confiança que a população teve nas instituições&#8221;, observou, defendendo que &#8220;as instituições terão de pensar noutro tipo de comunicação, noutro tipo de formação à população antecipadamente às catástrofes ou, quando houver uma catástrofe, de que forma podem comunicar sem estarem totalmente dependentes do digital&#8221;.</P><br />
<P>O recurso à distribuição de folhetos porta a porta ou a passagem de carros com megafones &#8220;a explicar às pessoas o que é que se está a passar, o que é que elas devem fazer&#8221;, são exemplos.</P><br />
<P>&#8220;A informação a que eu cheguei é que as pessoas ficaram sem saber aquilo que deveriam de fazer&#8221;, sublinhou o docente do Politécnico.</P><br />
<P>Outra conclusão, relativa à qualidade de vida e sustentabilidade, notou que &#8220;as comunidades com redes de apoio mais sólidas durante a crise reportaram melhor qualidade de vida e perspetivas mais positivas de sustentabilidade&#8221;, mas, pela negativa, observou que &#8220;a falha dos seguros alimenta a fragilidade económica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os dados de privação e cobertura de seguros corroboram este resultado: grande parte das famílias afetadas não tinha proteção financeira adequada. A recuperação económica não depende apenas da solidariedade, depende de mecanismos formais que, neste caso, falharam ou estavam ausentes&#8221;, acrescentou o investigador na área do marketing social.</P><br />
<P>Entre as recomendações preliminares do estudo está a necessidade de &#8220;formar líderes para crises&#8221;, assim como a necessidade de &#8220;redesenhar a comunicação de crise, para ser bidirecional e resiliente à falha de infraestruturas&#8221;, referiu o investigador.</P><br />
<P>Ricardo Cavadas acrescentou ainda a importância de &#8220;apoiar e mapear onde é que está a solidariedade comunitária&#8221; e a resolução da lacuna dos seguros.</P><br />
<P>&#8220;Com 40% das famílias com perda de rendimento sem qualquer cobertura de seguro, qualquer política de resiliência económica que não aborde esta lacuna está incompleta&#8221;, sustentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768887]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Mais de metade dos inquiridos em estudo apresentam ansiedade meteorológica pós-Kristin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 05:28:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos inquiridos num estudo para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria reportou ansiedade meteorológica elevada ou extrema, com medo de novos alertas e tempestades, revelou o investigador Ricardo Cavadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos inquiridos num estudo para avaliar o impacto da depressão Kristin no distrito de Leiria reportou ansiedade meteorológica elevada ou extrema, com medo de novos alertas e tempestades, revelou o investigador Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Na parte relativa ao impacto no bem-estar pessoal decorrente da tempestade, que ocorreu há quatro meses, o estudo, que obteve 688 respostas válidas do distrito de Leiria, revelou que 61,4% dos inquiridos &#8220;reportaram impacto elevado ou extremo no risco para a integridade física própria ou da família durante a crise&#8221;.</P><br />
<P>Já 58,5% assumiram &#8220;impacto elevado ou extremo no bem-estar emocional&#8221;, enquanto 55,8% &#8220;ansiedade meteorológica elevada ou extrema&#8221;, com medo de novos alertas e tempestades, e &#8220;54,2% tiveram perturbação elevada ou extrema na rotina diária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Kristin não foi apenas um evento de danos materiais. Foi uma experiência traumática para uma parte muito significativa da população. Quase seis em cada dez pessoas ficaram emocionalmente afetadas e mais de metade mantém ansiedade elevada face a novos alertas meteorológicos. Isso é uma ferida que ainda não fechou&#8221;, alertou Ricardo Cavadas.</P><br />
<P>Denominado &#8220;Sistemas de resposta a crises, impacto da tempestade Kristin&#8221;, o estudo do Instituto Politécnico de Leiria, através do Centro de Investigação Aplicada em Economia e Gestão (CARME, na sigla em inglês), sediado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, está a ser desenvolvido por Ricardo Cavadas, investigador principal, Alzira Marques, coordenadora científica, e ainda o professor António Carrizo.</P><br />
<P>Na secção relativa aos danos na habitação e na vida económica, Ricardo Cavadas explicou que &#8220;sete em cada dez pessoas, ou seja 71,4%, reportaram danos moderados a totais na sua habitação&#8221; e quase 10% relataram &#8220;perda total da habitação&#8221;.</P><br />
<P>Já 40% dos inquiridos (Leiria, Marinha Grande e Pombal tiveram a maior taxa de resposta) comunicaram &#8220;danos moderados a totais na atividade profissional&#8221; (comércio, indústria, agricultura) e um terço &#8220;perdas de rendimento moderadas a totais&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Daqueles que sofreram danos na habitação, 23,3% não tinham qualquer seguro&#8221; e, &#8220;entre os que perderam rendimento, 40% não tinham seguro para essa situação&#8221;, esclareceu o docente do Politécnico de Leiria, precisando que &#8220;um quinto dos afetados tinha cobertura total para os danos em habitação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Grande parte da população enfrentou a tempestade sem rede de segurança financeira&#8221;, alertou, antecipando uma &#8220;lenta recuperação económica&#8221;.</P><br />
<P>Já no que se refere à privação de infraestruturas, &#8220;quase um terço [dos inquiridos] ficou cinco semanas ou mais sem comunicações&#8221; e mais de metade &#8220;sem eletricidade durante mais de duas semanas&#8221;.</P><br />
<P>Esta &#8220;foi uma crise que demorou não dias, mas algumas semanas a recuperar no caso das infraestruturas&#8221;, adiantou Ricardo Cavadas, investigador na área do marketing social.</P><br />
<P>Concluída a fase quantitativa, o estudo vai prosseguir com entrevistas a várias entidades, desde autarquias ao Governo, da Proteção Civil a responsáveis de empresas de infraestruturas essenciais, incluindo instituições que visam a solidariedade e forças de segurança, prevendo-se a conclusão em setembro.</P><br />
<P>Os resultados vão ser partilhados com as autoridades locais e nacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768886]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; regressa hoje com nova proposta de &#8220;partilha solidária&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 9.ª edição da iniciativa "Uma Imagem Solidária", que reúne 70 imagens de fotógrafos portugueses, é inaugurada hoje, na Fundação Portuguesa das Comunicações, e destina as receitas ao Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere (CRIFZ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A 9.ª edição da iniciativa &#8220;Uma Imagem Solidária&#8221;, que reúne 70 imagens de fotógrafos portugueses, é inaugurada hoje, na Fundação Portuguesa das Comunicações, e destina as receitas ao Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere (CRIFZ).</P><br />
<P>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; constitui uma hipótese de &#8220;partilha solidária&#8221;, como afirma o Presidente da República, António José Seguro, numa mensagem em vídeo de apoio a esta ação, que conta com o alto patrocínio da Presidência da República, à semelhança das edições anteriores.</P><br />
<P>O projeto junta fotojornalistas e outros fotógrafos, consiste na doação de uma fotografia que será depois adquirida pelo público, por um valor mínimo de 20 euros, sendo as receitas destinadas a uma entidade como donativo, explicou o fotojornalista da agência Lusa António Cotrim, autor da iniciativa.</P><br />
<P>O CRIFZ, beneficiário deste ano, está situado naquele concelho do distrito de Santarém, presta serviços de apoio a crianças e adultos com necessidades especiais, assim como às suas famílias, e ficou parcialmente inoperacional devido aos danos causados pelo mau tempo, em particular pela tempestade Kristin.</P><br />
<P>Na sua mensagem em vídeo, o Presidente da República, António José Seguro, destaca a ação do CRIFZ: &#8220;O Centro tem quase meio século e é uma obra notável de solidariedade e de humanismo&#8221;, que, &#8220;ao longo dos anos, foi desenvolvendo novas valências, no apoio à comunidade local&#8221;, constituindo &#8220;um exemplo de uma imagem solidária que merece todo o nosso apoio&#8221;.</P><br />
<P>Nesta mensagem, António José Seguro apela à participação: &#8220;Juntamos a arte à solidariedade e damos forma a um dos mais nobres comportamentos humanos: a partilha &#8211; a partilha de olhares, a partilha solidária, a partilha de cada um de nós se afirmar como ser humano&#8221;, afirma o chefe de Estado, destacando que &#8220;&#8216;Uma imagem solidária&#8217; tem um promotor, um rosto, o fotojornalista António Cotrim, que há quase uma década contagia colegas de profissão e outros fotógrafos&#8221;.</P><br />
<P>António Cotrim, por seu lado, espera que este ano seja novamente alcançado um valor significativo de apoio. &#8220;Juntos somos mais solidários e as crianças são o nosso futuro&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Uma Imagem Solidária&#8221; conta ainda com apoio da agência Lusa, da Fundação Portuguesa das Comunicações e da DePaço Foudation, da Dell Technologie, da Colorfoto e da FinePrint, e ainda de outras entidades como TunetRadio, Guache Condomínios, Logotexto, Visapress, TRN &#8211; Rodoviária Internacional &#8212; Nacional e Abreu Advogados.</P><br />
<P>No ano passado, a receita obtida &#8211; 4.500 euros &#8211; reverteu para a A Gaticão &#8211; Associação dos Amigos dos Animais Abandonados, em Aveiro, tendo uma marca de produtos animais doado uma tonelada de comida em parceria com a iniciativa.</P><br />
<P>As fotos podem ser trocadas por doações e também podem ser vistas no Instagram e na página do Facebook de &#8220;Uma Imagem Solidária&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>MAG/SB // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768885]]></sapo:autor>
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		<title>Torreense busca novo sonho com I Liga, Casa Pia procura manter-se no escalão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.</P><br />
<P>O jogo, no Estádio Municipal de Rio Maior, casa &#8216;emprestada&#8217; do Casa Pia, acontece poucos dias após a histórica conquista da Taça de Portugal pelo Torreense, que na final, no domingo, venceu o Sporting (2-1, após prolongamento).</P><br />
<P>O emblema de Torres Vedras, treinado por Luís Tralhão, é o primeiro de uma Liga secundária &#8212; foi terceiro classificado na II Liga de 2025/26 &#8211; a vencer a Taça de Portugal em 86 edições da competição, o que lhe deu, também, o apuramento para a Liga Europa da próxima época.</P><br />
<P>Numa semana que tem sido histórica para a formação de Torres Vedras, o Casa Pia, 16.º e antepenúltimo da I Liga, tenta manter-se no escalão principal e evitar, com isso, a continuidade do &#8216;estado de graça&#8217; e felicidade dos torrienses.</P><br />
<P>Por seu lado, o Torreense procura regressar à I Liga, 34 anos depois da última presença, em 1991/92. </P><br />
<P>O Casa Pia está há quatro épocas consecutivas no escalão maior, com resultados satisfatórios nas três primeiras épocas, com dois nonos lugares e um 10.º, mas nesta última deixou a permanência em &#8216;risco&#8217;.</P><br />
<P>O jogo, que tem início marcado para as 20:00 e vai ser arbitrado por Fábio Veríssimo, da associação de Leiria, marca também o fim da carreira do defesa central dos &#8216;gansos&#8217; José Fonte, aos 42 anos, após conquistar o inédito título europeu ao serviço de Portugal, em 2016, e a primeira edição da Liga das Nações, em 2019.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768884]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hong Kong aperta controlo sobre capital chinês destinado a investimento em bolsa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hong-kong-aperta-controlo-sobre-capital-chines-destinado-a-investimento-em-bolsa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:36:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.</P><br />
<P>Numa circular enviada na quarta-feira ao setor financeiro autorizado, o banco central &#8216;de facto&#8217; do território determinou três medidas de cumprimento obrigatório.</P><br />
<P>A primeira obriga ao encerramento imediato de quaisquer contas abertas com documentação fraudulenta ou de origem duvidosa.</P><br />
<P>As instituições financeiras deverão ainda cancelar definitivamente contas inativas que apresentem saldo nulo.</P><br />
<P>A terceira diretriz impõe uma verificação rigorosa da origem dos fundos e da autenticidade das credenciais bancárias durante a abertura de novas contas.</P><br />
<P>No âmbito do reforço regulatório, os bancos de Hong Kong passarão também a exigir aos clientes provenientes da China continental a assinatura de uma declaração de conformidade legal antes da formalização de novos contratos financeiros.</P><br />
<P>A ofensiva regulatória coincide com a campanha lançada na semana passada pela Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China.</P><br />
<P>O organismo anunciou investigações oficiais e notificações de sanções administrativas contra várias empresas chinesas e estrangeiras por alegadas irregularidades.</P><br />
<P>Entre os alvos das autoridades chinesas estão plataformas digitais conhecidas como Tiger Brokers, Futu e Longbridge.</P><br />
<P>As empresas são acusadas de exercer atividades em bolsa ilegalmente na China continental, captando património sem as licenças exigidas.</P><br />
<P>As plataformas eram populares entre pequenos investidores chineses por permitirem acesso a ações cotadas nos Estados Unidos e na Bolsa de Valores de Hong Kong.</P><br />
<P>Este mecanismo permitia aos investidores contornar os rígidos controlos cambiais impostos por Pequim, considerados uma questão de segurança macroeconómica pelas autoridades chinesas.</P><br />
<P>Perante o reforço coordenado da supervisão dos dois lados da fronteira, a Autoridade Monetária de Hong Kong apelou às instituições financeiras para redirecionarem os fluxos de capitais.</P><br />
<P>Caso residentes da China continental pretendam investir em Hong Kong, os intermediários financeiros deverão encaminhá-los exclusivamente para canais transfronteiriços autorizados.</P><br />
<P>Entre esses mecanismos estão o programa oficial de ligação transfronteiriça de gestão de patrimónios e os sistemas de ligação bolsista entre Xangai e Hong Kong e entre Shenzhen e Hong Kong.</P><br />
<P>A medida reflete a aproximação gradual entre Hong Kong, centro financeiro internacional, e os mecanismos de supervisão financeira da segunda maior economia mundial.</P><br />
<P>Ao eliminar brechas regulatórias, Hong Kong procura reforçar o estatuto financeiro internacional, assegurando que os fluxos de capitais provenientes da China continental decorrem sob supervisão estatal.</P></p>
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		<title>Pequim recebe 21 líderes estrangeiros em cinco meses e reforça influência diplomática &#8212; análise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:56:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.</P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses do ano, 21 chefes de Estado ou de Governo visitaram a China, incluindo os líderes da Alemanha, Espanha, Canadá e Reino Unido, segundo cálculos do Financial Times com base em dados do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo russo, Vladimir Putin, realizaram este mês cimeiras consecutivas com Xi. Esta semana, deslocaram-se também a Pequim o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic.</P><br />
<P>Analistas citados pelo jornal britânico consideram que a &#8220;parada&#8221; de líderes estrangeiros ajuda Pequim a apresentar-se como parceiro estável e defensor da ordem multilateral, numa altura em que os Estados Unidos enfrentam críticas pela imprevisibilidade da política externa de Trump.</P><br />
<P>Para o público interno chinês, o fenómeno evoca ainda o antigo sistema tributário imperial, em que governantes estrangeiros viajavam até à corte do imperador chinês.</P><br />
<P>&#8220;Há um contexto chinês particular nisto, sobretudo na forma como é percecionado pelo público chinês, como um regresso ao estado natural das coisas, em que os outros vêm até si&#8221;, afirmou John Delury, historiador da China moderna e investigador sénior da Asia Society.</P><br />
<P>&#8220;O imperador nunca saía da China&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Xi Jinping tem reduzido significativamente as deslocações ao estrangeiro. O líder chinês não saiu do país este ano e realizou apenas seis viagens internacionais em 2025.</P><br />
<P>Segundo dados compilados pela Asia Society, Xi realizou 100 visitas ao estrangeiro nos primeiros sete anos após assumir a liderança do Partido Comunista Chinês, em 2012, mais do que as 90 viagens feitas pelos presidentes norte-americanos Barack Obama e Donald Trump no mesmo período.</P><br />
<P>Desde o levantamento das restrições da pandemia da covid-19, em 2022, Xi realizou apenas 26 deslocações internacionais, contra 56 dos Presidentes norte-americanos Joe Biden e Donald Trump.</P><br />
<P>Neil Thomas, especialista em política chinesa no Australian Strategic Policy Institute (ASPI), considerou que as viagens recentes de Xi se concentraram sobretudo em países vizinhos e parceiros estratégicos da Ásia Central e do sudeste asiático, regiões frequentemente &#8220;negligenciadas&#8221; pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Para Damien Ma, diretor do centro Carnegie China, sediado em Singapura, receber líderes em encontros bilaterais permite a Pequim exercer maior influência sobre parceiros menos poderosos e privilegiar relações diretas em detrimento de fóruns multilaterais.</P><br />
<P>&#8220;Para a China, a estrada para a Europa passa por Berlim e Paris, não por Bruxelas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo os analistas, as visitas produziram resultados variados para os líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Durante a visita do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, Pequim reduziu para metade as tarifas de 10% sobre o whisky britânico e autorizou viagens sem visto para cidadãos do Reino Unido, enquanto a farmacêutica AstraZeneca anunciou um investimento de 15 mil milhões de dólares (quase 13 mil milhões de euros) na China.</P><br />
<P>No caso do Canadá, Xi concordou em levantar tarifas sobre sementes de colza, uma importante exportação agrícola canadiana, durante a visita do primeiro-ministro Mark Carney.</P><br />
<P>Michael Kovrig, antigo diplomata canadiano detido na China durante quase três anos, afirmou ao FT que as visitas de líderes ocidentais &#8220;ansiosos&#8221; por se aproximarem de Pequim reforçam a narrativa promovida por Xi sobre &#8220;a ascensão da China e o declínio dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>O analista defendeu que os países ocidentais deveriam coordenar melhor as políticas em relação à China, em vez de procurarem acordos bilaterais isolados.</P><br />
<P>Apesar da intensa agenda diplomática, alguns observadores consideram que Xi estará cada vez mais focado na política interna à medida que se aproxima o 21.º Congresso do Partido Comunista Chinês, previsto para 2027, no qual deverá assegurar um quarto mandato de cinco anos no poder.</P><br />
<P>&#8220;Já estamos basicamente em período de campanha na China&#8221;, afirmou Damien Ma. &#8220;Para Xi Jinping, é melhor estar em casa do que passar o tempo num avião&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768882]]></sapo:autor>
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		<title>Tecnológicas taiwanesas elevam endividamento para níveis recorde devido à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:54:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.</P><br />
<P>O volume de financiamento captado pelas empresas taiwanesas é quase o dobro dos 7,5 mil milhões de dólares (6,4 mil milhões de euros) obtidos no mesmo período do ano passado, segundo dados compilados pela agência de notícias.</P><br />
<P>Do montante total, os empréstimos representaram a maior fatia, com 6,2 mil milhões de dólares (5,3 mil milhões de euros), enquanto as empresas tecnológicas emitiram 5,9 mil milhões de dólares (5 mil milhões de euros) em obrigações convertíveis e outros 2,4 mil milhões de dólares (2 mil milhões de euros em papel comercial.</P><br />
<P>Um dos exemplos destacados pela agência é a Hon Hai, conhecida internacionalmente como Foxconn e considerada a maior montadora de produtos eletrónicos do mundo, que está a preparar uma emissão de obrigações convertíveis de até 1,5 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Em fevereiro, a empresa já tinha obtido um empréstimo equivalente a 1,1 mil milhões de dólares (948 milhões de euros).</P><br />
<P>A Giga Computing Technology, fabricante de servidores avançados para IA, lançou este mês o primeiro empréstimo sindicalizado da empresa, com o objetivo de angariar cerca de mil milhões de dólares (862 milhões de euros), depois de a casa-mãe, a Gigabyte Technology, ter emitido 500 milhões de dólares (431 milhões de euros) em obrigações convertíveis.</P><br />
<P>Segundo Matthew Liaw, diretor da divisão de financiamento estruturado do banco CTBC, muitas empresas tecnológicas de Taiwan vão necessitar de &#8220;capital significativo&#8221; para contribuir para o desenvolvimento global da IA, o que deverá impulsionar fortemente o financiamento no curto prazo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos agora a assistir a uma procura real relacionada com a IA (&#8230;). No entanto, continuamos prudentes na concessão de crédito a este setor em constante evolução&#8221;, afirmou Liaw, citado pela Bloomberg.</P><br />
<P>O crescimento global da IA está a beneficiar particularmente Taiwan, cuja bolsa ultrapassou esta semana a da Índia e tornou-se a quinta maior do mundo, com uma capitalização bolsista próxima dos 4,95 biliões de dólares (4,26 biliões de euros).</P><br />
<P>O produto interno bruto (PIB) da ilha cresceu 13,69% em termos homólogos no primeiro trimestre deste ano, o maior aumento em quase quatro décadas, impulsionado pelo crescimento das exportações de produtos tecnológicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768881]]></sapo:autor>
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		<title>Panamá impõe imposto de 15% a multinacionais para sair da lista negra da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 02:42:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).</P><br />
<P>O Parlamento do Panamá aprovou na quarta-feira a lei que introduz o imposto sobre as receitas brutas, caso as empresas multinacionais não consigam provar ter atividade económica no país.</P><br />
<P>Apenas um dos 71 deputados da Assembleia Nacional do Panamá não votou a favor da proposta apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>A nova legislação visa &#8220;combater as chamadas empresas de fachada que não exercem atividades reais no país, mas obtêm rendimentos fora da jurisdição nacional sem os declarar&#8221;, segundo um comunicado do parlamento.</P><br />
<P>A lei &#8220;obriga as empresas multinacionais a demonstrarem que têm operações físicas e atividade real num país, além da simples procura de vantagens fiscais&#8221;, acrescenta a nota.</P><br />
<P>O Ministério da Economia e Finanças declarou, em comunicado, que &#8220;a nova legislação reafirma o compromisso do Panamá com os padrões internacionais de transparência fiscal e substância económica, consolidando o país como uma jurisdição fiável e moderna, alinhada com as melhores práticas internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A lei reconhece um tratamento especial para os rendimentos derivados de ativos intangíveis desenvolvidos no Panamá, como patentes, marcas registadas e direitos de autor, &#8220;para incentivar a inovação, o desenvolvimento tecnológico e a geração de valor acrescentado no país&#8221;.</P><br />
<P>Na mais recente atualização da lista negra de paraísos fiscais, divulgada em fevereiro, a União Europeia manteve o Panamá como uma das dez &#8220;jurisdições não cooperantes para efeitos fiscais&#8221;.</P><br />
<P>A lista elaborada pelo Conselho Europa inclui Samoa Americana, Anguila, Guame, Palau, Panamá, Rússia, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens dos Estados Unidos, Vanuatu e Vietname.</P><br />
<P>Criada em dezembro de 2017 para enumerar as jurisdições consideradas &#8220;não cooperantes&#8221; a nível fiscal, a lista é atualizada duas vezes por ano em função de critérios de transparência de informação tributária, equidade fiscal e cumprimento de normas internacionais de prevenção da erosão da base tributável e do desvio de lucros das empresas.</P><br />
<P>Apesar de ser conhecida como &#8220;lista negra de paraísos fiscais&#8221;, não se refere apenas a territórios que têm uma tributação nula ou muito baixa, antes ao incumprimento de normas de boa governação fiscal, como a troca de informações entre países a nível global, de acordo com as regras definidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e pelo bloco G20.</P><br />
<P>Em relação ao Panamá, o Conselho Europeu lembrou que continuava a ter &#8220;um regime prejudicial de isenção de rendimentos de origem estrangeira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Panamá comprometeu-se a corrigir as deficiências identificadas pelo Fórum Global [para a Transparência e a Troca de Informações da OCDE]&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768880]]></sapo:autor>
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		<title>Meta lança planos de assinatura pagos para as principais aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.</P><br />
<P>O anúncio foi partilhado no Instagram pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit.</P><br />
<P>Simplesmente denominados Instagram Plus e Facebook Plus, estes planos oferecem, nomeadamente, funcionalidades adicionais de análise estatística e acesso a um público mais vasto.</P><br />
<P>O acesso terá um custo mensal de 3,99 dólares.</P><br />
<P>Por 2,99 dólares por mês, o WhatsApp Plus coloca a ênfase na personalização, com, nomeadamente, autocolantes premium, toques personalizados e temas para a aplicação.</P><br />
<P>Segundo Gleit, o objetivo do grupo a longo prazo é agrupar estes planos numa oferta denominada Meta One.</P><br />
<P>Este lançamento ocorre num momento em que a Meta está sob estreita vigilância por parte dos investidores devido às suas despesas massivas em inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A empresa prevê gastar este ano entre 125 e 145 mil milhões de dólares, principalmente em centros de dados dedicados à IA.</P><br />
<P>As ações da Meta subiram mais de 3% em Wall Street na quarta-feira.</P><br />
<P>Em 2023, a Meta lançou versões pagas e sem publicidade do Facebook e do Instagram para os utilizadores europeus, a fim de cumprir a legislação da UE em matéria de proteção de dados, oferecendo assim aos utilizadores a possibilidade de escolherem entre uma experiência gratuita financiada por publicidade e uma experiência paga sem anúncios.</P></p>
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