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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Potencial total está longe de ter sido explorado &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou à Lusa que o potencial da CPLP é grande, nomeadamente devido ao número de falantes de língua portuguesa no mundo, e que toda a sua capacidade está longe de ter sido explorada.</P><br />
<P>&#8220;A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa [CPLP] tem sido um importante instrumento da política externa de todos os Estados-membros&#8221;, começou por contextualizar Paulo Rangel, numa entrevista, por telefone, feita no âmbito dos 30 anos da organização.</P><br />
<P>&#8220;Evidentemente que o potencial é grande, ou seja, não está nem de perto, nem de longe, explorado todo o potencial. Nós, juntos, podemos fazer mais&#8221;, realçou o governante.</P><br />
<P>Para o chefe da diplomacia portuguesa, a CPLP, enquanto organização regional unida por uma língua comum, tem uma &#8220;projeção internacional de futuro enorme&#8221;.</P><br />
<P>Rangel salientou que, no final do século, chegar-se-á provavelmente aos 600 milhões de falantes de língua portuguesa e que esta é, talvez, a mais falada no hemisfério sul, o que reforça o potencial da comunidade.</P><br />
<P>&#8220;Acho que com essa importância demográfica, e também com a importância económica de muitos Estados da CPLP, que se vai reforçar ao longo deste século, chegar-se-á obviamente a uma visibilidade e uma influência bem maiores que aquelas que se tem hoje&#8221;, reiterou, salientando, no entanto, que atualmente a CPLP é um &#8220;importantíssimo instrumento de afirmação&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, frisou, o número de observadores da CPLP tem sido aumentado, &#8220;o que é, talvez, a principal prova da importância crescente da comunidade, quando vista de fora&#8221;.</P><br />
<P>Por seu turno, apesar de insistir que a organização &#8220;pode ir muito mais longe&#8221;, ressalvou que &#8220;é evidente que uma organização como estas não vai agora substituir a União Africana ou a União Europeia, ou não vai substituir a Comunidade Ibero-Americana&#8221;, pois &#8220;cada uma tem o seu lugar e enquadramento próprio&#8221;.</P><br />
<P>Mas, por vários países fazerem parte de diversos blocos &#8211; União Europeia, União Africana, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), entre outros &#8211; o governante considerou que essa presença &#8220;múltipla amplifica o papel e a influência da CPLP&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sinceramente, eu vejo o futuro com boas perspetivas, para não dizer muito boas perspetivas, embora reconheça que, apesar do muito que se fez, nós podemos fazer juntos muito mais&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Sobre os planos e acordos dentro da comunidade, Rangel declarou que têm sido feitos muitos progressos, particularmente com a mobilidade dentro da organização e pela valorização da língua.</P><br />
<P> Além disso, acrescentou que, a seu ver, existem iniciativas interessantes como o lançamento de uma licenciatura em saúde pública de base comum nos Estados-membros, anunciada pelo ministro na cimeira de Bissau de 2025 que, salientou, está &#8220;a avançar&#8221;.</P><br />
<P>De forma geral, o ministro faz um balanço &#8220;francamente positivo&#8221; da organização ao longo destes 30 anos.</P><br />
<P>A CPLP, que celebra 30 anos dia 17 de julho, é constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788281]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Guiné-Bissau é parte &#8220;do ADN&#8221; da organização &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português frisou à Lusa que a Guiné-Bissau, atualmente suspensa da CPLP, é parte &#8220;do ADN&#8221; da organização, e que os Estados-membros desejam que se ultrapasse rapidamente a atual conjuntura do país.</P><br />
<P>&#8220;A Guiné-Bissau é um dos elementos do ADN da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], sobre isso não há dúvida nenhuma e não há nenhum dos nove Estados[-membros] &#8211; neste caso dos oito restantes &#8211; que não pense isso e que não queira rapidamente superar este momento, digamos, mais difícil, sem nunca esquecer o contributo da Guiné-Bissau ao comemorar os 30 anos [da organização lusófona]&#8221;, declarou, por telefone, Paulo Rangel, numa entrevista feita no âmbito do aniversário da organização lusófona.</P><br />
<P>Nesse sentido, o governante frisou que, quando se comemoram os 30 anos da organização, comemoram-se também os 30 anos da presença, que classificou de indispensável e genética, &#8220;fazendo parte do código genético&#8221;, da Guiné-Bissau na comunidade.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia portuguesa realçou que, apesar da suspensão do país da CPLP, devido ao golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, os países querem &#8220;rapidamente poder ultrapassar esse estado de suspensão&#8221;, mas, para isso, todos têm de cooperar.</P><br />
<P>&#8220;Não são apenas os Estados da CPLP que tomaram essa decisão [de suspensão], é também a Guiné-Bissau que tem de cooperar para tal e tem de trabalhar nesse sentido [de retoma da normalidade democrática], e é isso que nós temos vindo a fazer, mas agindo em pleno respeito&#8221;, alertou o governante, que também pediu a contribuição do povo guineense. </P><br />
<P>Sobre a missão de bons ofícios, que estava prevista para fevereiro, mas foi cancelada na véspera, o chefe da diplomacia portuguesa explicou que esta &#8220;depende do entendimento de todos e também de uma aceitação da própria Guiné-Bissau&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tem de haver aí também essa ponte. A missão de bons ofícios pode ter sentido num certo quadro ou pode não ter sentido nesse quadro&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Ainda sobre a importância da Guiné-Bissau, o ministro indicou que este país foi, &#8220;do ponto de vista do movimento das independências, o primeiro a ser independente&#8221;. Nesse sentido, acrescentou, &#8220;teve um papel muito importante na criação desta comunidade [lusófona], uma comunidade de Estados iguais e fraternos e com grandes relações&#8221;.</P><br />
<P>Nesse seguimento, reiterou que, sobre Portugal, as relações com a Guiné-Bissau são de &#8220;grande fraternidade entre os dois povos&#8221; e que há um total respeito pela &#8220;soberania dos guineenses&#8221;.</P><br />
<P>Os guineenses foram a eleições em 23 de novembro de 2025, mas acabaram interrompidas, sem a divulgação dos resultados, por um golpe de Estado em que os militares tomaram o poder.</P><br />
<P>A oposição considerou tratar-se de um &#8220;golpe palaciano&#8221; e de &#8220;uma encenação&#8221; do anterior Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que concorreu a um segundo mandato.</P><br />
<P>O candidato da oposição, Fernando Dias da Costa, reclamou vitória na primeira volta, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) que, pela primeira vez, foi impedido de ir a eleições por decisão judicial.</P><br />
<P>Estão previstas eleições para 06 de dezembro e o Conselho Nacional de Transição &#8211; órgão criado pelos militares que tomaram o poder, substituindo o parlamento e assumindo competências de fiscalização e alteração constitucional -, afirmou, em junho, que as próximas eleições vão decidir se a Guiné-Bissau continua a ser membro da CPLP.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788280]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Presença da Guiné Equatorial não é atualmente uma questão &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou à Lusa que a Guiné Equatorial, enquanto Estado-membro da CPLP ,não é atualmente uma questão e que, em conversas bilaterais entre países, pode ser feita pedagogia. </P><br />
<P>Questionado Paulo Rangel pelo facto de a presença da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ser ainda contestada &#8211; designadamente por analistas entrevistados pela Lusa no âmbito dos 30 anos que a organização assinala &#8211; pelo facto de esta nação ter retirado a pena de morte do seu Código Penal, mas por não a ter ainda retirado da Constituição e permitir esta prática no Código Militar, respondeu: &#8220;Ela é um membro, como todos os outros&#8221;, mas ressalvou que tem, &#8220;naturalmente&#8221;, &#8220;um caminho a fazer&#8221;, nomeadamente na língua portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;A partir do momento em que foi aceite como membro, admitido como membro, obviamente que é mais um dos países que está na CPLP&#8221;, frisou o chefe da diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em 2014, na cimeira de Díli, Timor-Leste, e comprometeu-se a cumprir um roteiro de adesão que consistia em investir no ensino da língua portuguesa no país e a abolir a pena de morte.</P><br />
<P>No entanto, Rangel explicou que, apesar de haver respeito pela soberania dos Estados e pela sua política interna, &#8220;há muitas vezes conversações no sentido de, justamente, favorecer a democracia, favorecer os direitos humanos, favorecer o direito internacional&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, prosseguiu, apesar do respeito que existe entre os Estados-membros da CPLP, isso &#8220;não quer dizer que nas suas conversas bilaterais, à margem de encontros multilaterais, não façam uma pedagogia, uma visão sobre aquilo que acham que poderia ser melhorado no quadro daquilo que é uma comunidade que se quer afirmar internacionalmente com certos valores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas, sinceramente, não me parece que neste momento haja uma questão sobre a Guiné Equatorial enquanto tal [Estado-membro da CPLP]&#8221;, concluiu o governante.</P><br />
<P>Além da Guiné Equatorial, a CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788279]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 anos: Próxima presidência rotativa ainda sem consenso &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português declarou à Lusa que a próxima presidência rotativa da CPLP ainda não está definida, o que refuta o que foi anunciado pelo primeiro-ministro timorense em Lisboa, em 22 de junho.</P><br />
<P>O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, anunciou, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que o seu país será o próximo a dirigir a organização, explicando que a presidência atual corresponde ao período que estava destinado à Guiné-Bissau.</P><br />
<P>A Guiné-Bissau assumiu a direção da organização lusófona em agosto de 2025 e terminaria o seu mandato em 2027. </P><br />
<P>Todavia, o golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, na véspera do anúncio dos resultados eleitorais de 23 de novembro, fez com que esta nação fosse suspensa da CPLP em dezembro &#8211; assim como da União Africana e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) &#8211; passando, nessa altura, Timor-Leste a presidir de forma temporária (&#8216;pro tempore&#8217;). </P><br />
<P>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, quando questionado pela próxima presidência da CPLP, respondeu que &#8220;[essa] é uma questão que tem que ser discutida pelos chefes de Estado e de Governo&#8221;, que pode ser &#8220;preparada com conversações dos ministros dos Negócios Estrangeiros&#8221;, mas &#8220;é algo que, sinceramente, não se pode dizer que está definido&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Está a haver conversações, também não há, assim, uma urgência imediata e tem-se olhado para essa questão procurando criar um consenso, porque tem que haver um consenso&#8221;, acrescentou o governante. </P><br />
<P>Com a indefinição da próxima presidência da organização, não se sabe ainda também onde se realizará a próxima cimeira de chefes de Estado e de Governo da CPLP, prevista para julho de 2027.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788278]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Moçambicanas ganham espaço nas moto-táxis da Beira contra desemprego e preconceitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:04:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cada vez mais mulheres trabalham no transporte com motorizadas na cidade da Beira, centro de Moçambique, procurando alternativas ao desemprego e ao elevado custo de vida, num setor tradicionalmente dominado por homens ainda marcado por preconceitos de género.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** José Jeco, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Beira, Moçambique, 12 jul 2026 (Lusa) &#8212; Cada vez mais mulheres trabalham no transporte com motorizadas na cidade da Beira, centro de Moçambique, procurando alternativas ao desemprego e ao elevado custo de vida, num setor tradicionalmente dominado por homens ainda marcado por preconceitos de género.</P><br />
<P>Pelas 05:00, quando as primeiras motorizadas começam a circular pelas principais avenidas da Beira, mulheres ocupam já paragens em bairros como Matacuane, Macurungo e Nhangau, conciliando o transporte de passageiros e mercadorias com a responsabilidade de sustentar as suas famílias.</P><br />
<P>É o caso de Augusta Munguela, 48 anos, que se tornou uma das referências femininas no corredor de Matacuane. Viúva e mãe de cinco filhos, conduz uma moto-táxi há sete anos, atividade que abraçou após perder o negócio que mantinha no mercado do Goto.</P><br />
<P>O ponto de viragem aconteceu após a passagem do ciclone Idai, em 2019, que destruiu as 12 bancas que possuía. Anos antes, em 2008, perdeu o marido.</P><br />
<P>&#8220;Tudo ficou associado para mim. Perdi o marido, depois perdi o negócio. Fiquei sem chão&#8221;, recorda à Lusa.</P><br />
<P>Sem alternativas de rendimento, decidiu apostar na motorizada. Numa primeira fase, aceitava apenas transportar mulheres.</P><br />
<P>&#8220;Pensava que assim estaria mais segura, que ia evitar confusão. Mas comecei a ver que estava a perder dinheiro. Às vezes apareciam dois homens precisando de boleia e eu recusava. Acabei percebendo que tinha de quebrar esse preconceito eu mesma&#8221;, explica.</P><br />
<P>Segundo Augusta, a pandemia da covid-19 acabou por consolidar essa decisão, numa altura em que os rendimentos do pequeno comércio diminuíram e os filhos ingressaram no ensino superior.</P><br />
<P>&#8220;Não tinha onde arranjar dinheiro para as propinas. Levei a sério o táxi-mota porque era preciso. Apreciei a atividade num momento em que estava mesmo a precisar de valores&#8221;, conta.</P><br />
<P>Atualmente, diz financiar com a motorizada os estudos dos filhos na Universidade Licungo e na Universidade Zambeze, incluindo uma filha que frequenta o curso de Medicina.</P><br />
<P>&#8220;O que parecia impossível para uma mãe sem estudo, a mota deu-me&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Augusta reconhece, contudo, que a atividade continua associada a dificuldades e riscos.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro é determinação e esforço. Aliás, fé acima de tudo. Quando saio de casa ninguém sabe o que vai acontecer&#8221;, desabafa.</P><br />
<P>Além dos desafios diários da condução, admite enfrentar atitudes discriminatórias.</P><br />
<P>&#8220;Já ouvi: &#8216;Mulher não sabe guiar&#8217;. Mas quando chego primeiro, ninguém fala nada&#8221;, diz.</P><br />
<P>Para outras mulheres interessadas em ingressar na atividade, deixa uma mensagem de encorajamento.</P><br />
<P>&#8220;Que elas tenham muita força e se espelhem em mim. Hoje sinto-me uma mulher poderosa. Nós não somos mulheres fracas. Caímos, mas levantamo-nos sem precisar lamentar ou andar de porta em porta. Tenham moral, coragem e não tenham vergonha, porque a vergonha não nos leva a lugar nenhum. Façam o vosso trabalho&#8221;, apela.</P><br />
<P>Também na Beira, Balbina Sílvio, 47 anos, divide há mais de uma década a atividade de professora com pequenos negócios apoiados pela utilização da motorizada.</P><br />
<P>&#8220;Não é só com o salário que se vive. O custo de vida está alto e eu tenho cinco filhos para criar, além de outros membros da família. Acabei pensando em fazer outras coisas para conseguir ajudar em casa&#8221;, explica.</P><br />
<P>A motorizada adquirida pela família tornou-se uma ferramenta de trabalho para transporte de mercadorias e abastecimento do seu próprio negócio.</P><br />
<P>&#8220;A vida está cara. Nós não tínhamos transporte em casa, o único que tínhamos era a mota. Acabei fazendo esse trabalho e faço com gosto até hoje&#8221;, afirma Balbina.</P><br />
<P>A atividade &#8211; e a pequena motorizada que usa &#8211; permitiu-lhe expandir gradualmente os negócios, passando da venda de bebidas a outras iniciativas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;Estou prosperando aos poucos. Acredito que não comecei assim, mas já estou chegando num patamar elevado&#8221;, relata.</P><br />
<P>A professora defende igualmente a autonomia económica das mulheres.</P><br />
<P>&#8220;Gostaria que todas as mulheres pensassem assim. Em vez de estarmos atrás de prejuízos ou procurar outros homens, vale a pena adotarmos o negócio para conseguirmos sobreviver&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Apesar dos progressos alcançados, ainda espera expandir o negócio.</P><br />
<P>&#8220;Quem puder ajudar no meu negócio, de boa-fé, para eu progredir mais, ter mais mercadoria, tudo é possível&#8221;, diz.</P><br />
<P>Para Jacinta dos Remédios, presidente da Assembleia Municipal da Beira, o aumento do número de mulheres na atividade de transporte por motorizada reflete uma procura crescente por oportunidades económicas.</P><br />
<P>&#8220;É uma honra ver as mulheres a lutarem para superar os desafios socioeconómicos do país. A ocupação deste espaço é um passo concreto na concretização da paridade&#8221;, afirma.</P><br />
<P>A autarca considera que a atividade é simultaneamente uma forma de empreendedorismo e uma resposta à escassez de emprego.</P><br />
<P>&#8220;As mulheres fazem isso pelo facto de não haver empregos em Moçambique. Há mulheres com grau académico aceitável, mas porque não há emprego, então esta atividade funciona como empreendedorismo&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Jacinta dos Remédios alertou, no entanto, para a necessidade de reforçar a formação e a segurança rodoviária dos profissionais do setor.</P><br />
<P>&#8220;É importante que essas mulheres estejam capacitadas, licenciadas. Devem conhecer o código de estrada, porque sem isso é um risco&#8221;, defende.</P><br />
<P>A responsável apela igualmente a mais ações de capacitação.</P><br />
<P>&#8220;É necessário que o Conselho Municipal ou instituições de direito formem as mulheres, assim como os homens, para evitar muitos acidentes e danos que possam acontecer&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O presidente da Associação dos Moto-taxistas da Beira, Jacob Pereira, vê a entrada de mais mulheres na atividade como um sinal positivo para o setor.</P><br />
<P>&#8220;É um sinal de crescimento. É encorajar outras meninas, outras donas, para poderem fazer a mesma atividade e conseguir o seu sustento de conta própria. Isso ajuda a alavancar a atividade económica&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a associação trabalha com o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) e com uma escola de condução para promover ações de formação e reciclagem.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é garantir que todos dominem as regras de trânsito e técnicas de condução defensiva. O acidente não tem nada a ver com cargos. Nem eu, por ser presidente, deixei de ir à capacitação. Aprendi coisas que não tinha em mente&#8221;, explica.</P><br />
<P>Jacob Pereira acrescenta que apenas os profissionais que concluírem a formação receberão certificado de aptidão.</P><br />
<P>&#8220;Quem não tiver o certificado vai ser penalizado, porque está a fazer esta atividade sem estar habilitado&#8221;, alerta.</P><br />
<P>As moto-taxistas ouvidas pela Lusa, algumas ainda receosas de dar a cara, relatam jornadas de trabalho que podem ultrapassar 12 horas diárias, exposição a acidentes de viação, assaltos e situações de assédio por parte de alguns passageiros, principalmente durante a noite.</P><br />
<P>Num setor durante décadas associado aos homens, a presença crescente de mulheres nas paragens de moto-táxi da Beira revela uma mudança gradual num mercado de trabalho marcado pela informalidade, onde muitas encontram uma fonte de rendimento para sustentar as famílias e assegurar a continuidade dos estudos dos filhos.</P><br />
<P></P><br />
<P>JYJE/PVJ // VM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788277]]></sapo:autor>
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		<title>Macau &#8220;largamente desconhecido&#8221; em países hispânicos como ponte para a China &#8211; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 06:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas hispânicos consideraram em declarações à Lusa que Macau continua "largamente desconhecido" para países de língua espanhola, apesar da ambição do Governo local em afirmar-se como plataforma de ligação entre a China e o bloco hispanófono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas hispânicos consideraram em declarações à Lusa que Macau continua &#8220;largamente desconhecido&#8221; para países de língua espanhola, apesar da ambição do Governo local em afirmar-se como plataforma de ligação entre a China e o bloco hispanófono.</P><br />
<P>Segundo Carlos Martin, professor associado em Relações Internacionais na Universidade Europeia de Valência, Macau tem &#8220;um potencial ainda por explorar&#8221;, com &#8220;bases para se tornar o conector natural entre a China e o mundo hispânico&#8221;, mas continua &#8220;largamente desconhecido nesses mercados&#8221;. </P><br />
<P>O académico defendeu à Lusa que o Governo deve &#8220;executar uma estratégia inteligente para ativar as conexões certas&#8221;, de maneira a que os setores civil e empresarial &#8220;vejam Macau como a melhor opção para operar na China&#8221;.</P><br />
<P>O analista espanhol propõe mesmo a criação de ligações regionais específicas, sugerindo &#8220;ligar os centros regionais adequados&#8221;, como por exemplo, Macau e cidades espanholas como Valência e outras. </P><br />
<P>Para Martin, a ligação cultural entre Macau e os países hispanófonos é relevante, fruto da sua história lusófona, mas não suficiente, pois &#8220;o tamanho das empresas, os setores envolvidos, a mão de obra necessária&#8221; são fatores que influenciam a &#8220;perspetiva dos governos regionais e a forma como consideram a cooperação e o equilíbrio do envolvimento&#8221;.</P><br />
<P>O académico concluiu também que as oportunidades não se limitam a um país ou região, e que, &#8220;se o foco for apenas empresarial&#8221;, oportunidades podem ser encontradas em todo o continente latino-americano. </P><br />
<P>&#8220;Destaco diretamente o interesse da Argentina, Colômbia e Equador [no mercado chinês]&#8221;, indicou.</P><br />
<P>A China é atualmente o segundo maior parceiro comercial de toda a América Latina, com o comércio bilateral a atingir o recorde de 518 mil milhões de dólares em 2025.</P><br />
<P>O Governo chinês definiu em 2003 Macau como uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa, papel que foi expandido pelo novo líder da região, Sam Hou Fai, para englobar também os 21 países de língua espanhola.</P><br />
<P>Questionado sobre se Macau pode ter esse papel de ligação com a China, Juan Enrique Serrano Moreno, professor associado do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade do Chile, é perentório: &#8220;Não creio&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Não penso que Macau venha a tornar-se um centro de negócios para empresários latino-americanos. Há formas mais eficazes através de centros de negócios na China continental e, em menor medida, em Singapura&#8221;, indicou à Lusa o analista chileno.</P><br />
<P>Ignacio Araya, analista relações China&#8211;América Latina na Universidade Diego Portales, sublinhou que Macau está a procurar &#8220;um papel maior dentro da projeção internacional que a China está a construir hoje&#8221;.</P><br />
<P>Para o académico, o território pode funcionar como &#8220;ponte complementar&#8221;, especialmente para ligar latino-americanos ao sul da China e à província de Guangdong.</P><br />
<P>Os planos de integração e cooperação existentes de Macau com a província de Guangdong e a zona económica especial na vizinha Hengqin (ilha da Montanha), estabelecida para ajudar a diversificação económica da cidade, oferecem também uma via para a entrada das empresas dos países de língua espanhola na China.</P><br />
<P>Um centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola foi inaugurado em Hengqin em 2025.</P><br />
<P>Araya destaca, no entanto, que &#8220;a oportunidade mais concreta está nas infraestruturas&#8221;, lembrando que Macau foi sede do Fórum de Cooperação em Infraestruturas China-América Latina e Caraíbas.</P><br />
<P> &#8220;Macau pode ser especialmente útil se se especializar como nó de infraestruturas para o Brasil e outros países sul-americanos, onde já existe uma presença significativa de empresas e financiamento chineses&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O investigador destacou que a China não se projeta internacionalmente apenas a partir de Pequim, fazendo-o também através de províncias, cidades e universidades com &#8220;agendas próprias de internacionalização&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesse mapa, Macau pode ser útil, se se posicionar como um nó especializado capaz de articular essas conexões, não como substituto de outros canais, mas como espaço capaz de os interligar&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788276]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato da construção defende imigração devido à falta de mão de obra no Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 06:03:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.</P><br />
<P>As declarações foram feitas aos jornalistas durante o Family Day Picnic da LiUNA Local 183, realizado no Downsview Park, em Toronto, encontro anual que decorre este fim de semana e junta milhares de membros do sindicato e respetivas famílias</P><br />
<P>&#8220;Não é demasiado tarde para o Governo fazer alguma coisa. Tem de olhar para a imigração. Precisamos de pessoas que venham trabalhar e pagar impostos&#8221;, afirmou Jack Oliveira.</P><br />
<P>O diretor executivo (&#8220;business manager&#8221;) do LiUNA Local 183, considerou que o envelhecimento da população ativa constitui um dos principais desafios para o mercado de trabalho canadiano.</P><br />
<P>&#8220;Quando assumi a direção do Local 183, há 15 anos, tínhamos cerca de 3.500 membros reformados. Hoje temos aproximadamente 12.500. Não é apenas a falta de trabalhadores; é também o número de pessoas que está a reformar-se&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo Jack Oliveira, cada trabalhador que abandona o mercado de trabalho exige mais do que uma substituição, devido à perda da experiência acumulada.</P><br />
<P>&#8220;Cada pessoa que se reforma precisa de duas para ocupar o seu lugar: uma pela experiência que leva consigo e outra para executar o trabalho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que os investimentos previstos em infraestruturas irão aumentar ainda mais a procura de mão de obra.</P><br />
<P>&#8220;Existem milhares de milhões de dólares em projetos de construção e vamos precisar de trabalhadores. O Governo tem de levar este assunto muito a sério&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado sobre o crescimento da organização, Oliveira afirmou que o LiUNA Local 183 conta atualmente com cerca de 75 mil membros e está a preparar-se para continuar a crescer nos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;Não penso no tamanho que o sindicato tem hoje, mas no tamanho que poderá ter no futuro&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Segundo explicou, a organização tem vindo a investir na expansão da rede de instalações, com edifícios em Vaughan, Kingston, Cobourg, Cambridge e Barrie, preparando-se para representar um número crescente de trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a criar uma infraestrutura preparada não apenas para 75 mil membros, mas para 150 mil, se for necessário&#8221;, disse.</P><br />
<P>Oliveira descreveu ainda o encontro anual como um momento dedicado às famílias dos trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros trabalham muitas horas, muitas vezes aos fins de semana. Este é um dia dedicado às famílias e à união entre todos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Também presente no evento, o &#8220;premier&#8221; de Ontário, Doug Ford, afirmou que o Governo provincial está a investir 236 mil milhões de dólares canadianos (cerca de 148 mil milhões de euros) em infraestruturas e sublinhou que esses projetos dependem da mão de obra representada pelo LiUNA.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a investir 236 mil milhões de dólares em infraestruturas e precisamos dos membros do LiUNA para construir hospitais, estradas e outros projetos em todo o Ontário&#8221;, afirmou Ford.</P><br />
<P>O LiUNA Local 183 é o maior sindicato local do Labourers&#8217; International Union of North America (LiUNA), representando mais de 70 mil trabalhadores no Ontário, sobretudo nos setores da construção, gestão de resíduos, manutenção de edifícios e saúde, numa área que se estende de Kitchener a Kingston e até à região de Muskoka.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788275]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Estados Unidos anunciam conclusão de ronda de ataques contra alvos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:44:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas atacaram aproximadamente 140 alvos militares iranianos com munições de precisão lançadas a partir de aviões de combate (baseados em terra e no mar), drones e navios de guerra&#8221;, explicou o Comando Central dos EUA (Centcom) num comunicado.</P><br />
<P>O comando militar afirmou que os alvos incluíram instalações de mísseis e drones do Irão, capacidades navais, depósitos de munições, redes de comunicações e postos de vigilância costeira.</P><br />
<P>Durante a madrugada, os meios de comunicação iranianos noticiaram várias explosões na província de Bushehr, onde se encontra uma central nuclear, e em diversas localidades próximas do Estreito de Ormuz, sem que, até ao momento, tenham surgido informações sobre danos ou vítimas.</P><br />
<P>Teerão, por seu lado, respondeu lançando mísseis e drones contra países do Médio Oriente que acolhem bases norte-americanas, como a Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Koweit, Qatar e Bahrein. Os Emirados Árabes Unidos afirmaram que as suas defesas aéreas estavam a repelir &#8220;ataques com mísseis e drones provenientes do Irão&#8221; e o Qatar denunciou um ataque com mísseis.</P><br />
<P>A nova ronda de ataques contra o Irão foi justificada pelo Centcom ao final da noite de sábádo como resposta ao bombardeamento de um porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>A tripulação do porta-contentores atingido abandonou o navio em chamas, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, e um tripulante era dado como desaparecido ao início da madrugada.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva desta semana contra o Irão, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, esclarecendo que disparou tiros de advertência contra o porta-contentores porque o navio navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere um comunicado divulgado pela Guarda da Revolução Islâmica iraniana.</P><br />
<P>Horas mais tarde, a Guarda da Revolução anunciou que atacou &#8220;uma segunda embarcação infratora&#8221; que transitava pelo Estreito de Ormuz, já depois da onda de ataques dos Estados Unidos contra o país persa.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788274]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Reunião magna termina hoje com Mendes Lopes e Jorge Pinto a assumir liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.</P><br />
<P>De acordo com o programa divulgado, os trabalhos serão retomados no Hockey Club Sintra pelas 10:30, com um discurso da co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Tsetsi, família europeia da qual o Livre faz parte. </P><br />
<P>Antes, pelas 09:30, o Livre promove uma homenagem à escritora Maria Gabriela Llansol que, segundo o partido foi a inspiração literária do presente Congresso. O encontro será na rotunda da Volta do Duche, que dá acesso ao centro histórico de Sintra, junto do plátano que Llansol chamou de &#8220;Grande Maior&#8221;. </P><br />
<P>Os trabalhos serão retomados pelas 10:30 no Hockey Club de Sintra para a divulgação dos resultados da votação das 83 moções de caráter específico apresentadas e dos órgãos nacionais do Livre: Assembleia, Grupo de Contacto (direção) e Conselho de Jurisdição.</P><br />
<P>Os trabalhos deverão encerrar com uma intervenção da atual líder Isabel Mendes Lopes e do deputado Jorge Pinto, que se candidatam ao cargo de porta-vozes em dupla pela lista A. </P><br />
<P>Em terceiro lugar nesta lista surge Rui Tavares, principal figura do partido que deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o &#8220;pelouro da estratégia, comunicação e formação&#8221;.</P><br />
<P>À direção candidatam-se mais duas listas, a S, encabeçada pelo dirigente Rodrigo Brito, e a V, com Tiago Mota a número 1. As duas convergem nas acusações de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases.</P><br />
<P>Para o Conselho de Jurisdição apresentaram-se duas listas: a A, encabeçada pelo deputado Paulo Muacho e a J, pelo advogado Ricardo Sá Fernandes. No que toca à Assembleia, para a qual serão eleitos 50 membros, foram apresentadas 100 candidaturas individuais.</P><br />
<P>Foram ainda apresentadas 83 moções de caráter específico, com 49 sobre o funcionamento interno do partido e as restantes programáticas.</P><br />
<P>De acordo com fonte oficial do partido, estarão presentes pelo PSD a vice-presidente do partido Inês Palma Ramalho, o deputado Bruno Ventura e o líder da concelhia social-democrata sintrense Vasco Alves.</P><br />
<P>Pelo PS, estará presente o dirigente socialista André Moz Caldas e a vereadora em Sintra, Ana Mendes Godinho, e pela IL André Abrantes Amaral, vice-presidente do partido, e o dirigente Nuno Moller Miranda.</P><br />
<P>Jorge Pires, da comissão Política do Comité Central do PCP, também estará em Sintra, assim como Joana Silva, do PEV &#8212; Partido Ecologista os Verdes.</P><br />
<P>A ex-deputada Joana Mortágua e o dirigente João Curvêlo vão representar o BE, Sílvia Marques o PAN, e Inês Bravo Figueiredo e Diana Tavares o Volt Portugal.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte oficial, o CDS-PP &#8220;não respondeu&#8221;, o JPP não conseguiu estar presente e o Chega não foi convidado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788273]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Argentina vence &#8217;10&#8217; da Suíça no prolongamento e está nas &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 03:47:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Alexis Mac Allister, aos 10 minutos, Julián Alvarez, aos 112, e Lautaro Martínez, aos 120+1, apontaram os tentos dos campeões em título, enquanto Dan Nodye faturou, aos 67, para os helvéticos, que, aos 72, ficaram com 10, por expulsão de Breel Embolo.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para quarta-feira, em Atlanta, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), a Argentina, que repete 1930, 1986, 1990, 2014 e 2022, vai defrontar a Inglaterra, que venceu a Noruega por 2-1, também no tempo extra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788272]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Tripulação de porta-contentores atingido por disparos iranianos abandonou o navio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 02:56:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram uma nova ronda de ataques contra o Irão, na sequência do bombardeamento do navio porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem, segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), na rede social X. </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram explosões em vários pontos do país. Segundo a agência Tasnim, ligada à Guarda da Revolução iraniana, foram registadas entre cinco e seis explosões em várias cidades da província de Bushehr, no sudoeste do país, onde se situa uma central nuclear.</P><br />
<P>Além disso, a agência noticiou três detonações em Sirik, junto ao estreito de Ormuz, e outras três em Bandar Abbas, outra localidade portuária próxima do estreito.</P><br />
<P>Por enquanto, não se conhecem detalhes sobre vítimas ou danos causados pelos ataques.</P><br />
<P>A emissora Al Jazeera, citando vários meios de comunicação iranianos, deu igualmente conta de explosões junto aos portos de Konarak e Chabahar.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra o navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788271]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA lançam nova ronda de ataques na sequência de incidente no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 01:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom). </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>Segundo o Centcom, o Irão atacou um navio porta-contentores com bandeira cipriota, o que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>&#8220;Foi dada ao Irão uma nova oportunidade para demonstrar o cumprimento do memorando de entendimento [de cessar-fogo], depois de ter sido responsabilizado por ataques anteriores contra navios comerciais, mas, mais uma vez, falhou&#8221;, afirmou o comando militar numa mensagem na rede social X. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os bombardeamentos foram realizados por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. </P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou hoje o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788270]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-futebolista do Benfica Manú morreu na sequência de acidente de viação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca -- Futebol, SAD em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca &#8212; Futebol, SAD em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A FC Alverca &#8212; Futebol, SAD manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do FC Alverca, endereçando as mais sentidas condolências à sua família, amigos e a todos os que com ele partilharam o percurso de vida e de carreira&#8221;, diz o comunicado.</P><br />
<P>O clube ribatejano lembra que &#8220;Emanuel Jesus Bonfim Evaristo representou o FC Alverca, como profissional, ao longo de duas épocas e meia, depois de também ter cumprido o seu último ano de formação ao serviço das camadas jovens do clube&#8221;.</P><br />
<P>O Alverca recorda &#8220;com gratidão&#8221; o contributo de Manú e endereça à família e amigos &#8220;as mais sentidas condolências&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, o Benfica também reagiu, manifestando, em comunicado publicado no seu site, o seu &#8220;profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do clube&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolência&#8221;, complementam os &#8216;encarnados&#8217;.</P><br />
<P>Além de Benfica e Alverca, Manú, que morreu aos 45 anos, passou, em Portugal, por Lourinhanense, Estrela da Amadora, Marítimo, Vitória de Setúbal, Cartaxo e Vilafranquense, no qual terminou a carreira, em 2018/19.</P><br />
<P>No estrangeiro, representou Modena (Itália), Carpedenolo (Itália), AEK Atenas (Grécia), Legia Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China), Ermis Aradippou (Chipre) e Pafos (Chipre).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788269]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra bate Noruega no tempo extra e está nas meias-finais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:54:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Noruega por 2-1, em encontro realizado em Miami Gardens, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Noruega por 2-1, em encontro realizado em Miami Gardens, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um &#8216;bis&#8217; de Jude Bellingham, aos 45+2 e 93 minutos, selou o triunfo dos &#8216;três leões&#8217;, que repetem 1966, 1990 e 2018, depois de o benfiquista Andreas Schjelderup dar vantagem aos nórdicos, com um grande golo, aos 35.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para quarta-feira, em Atlanta, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), a Inglaterra vai defrontar o vencedor do embate entre a campeã em título Argentina e a Suíça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788268]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão anuncia encerramento do Estreito de Ormuz &#8220;até nova ordem&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje o encerramento "até nova ordem" do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma "rota não autorizada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado citado pela Agence France Presse (AFP), aquela força militar afirma que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo.</P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788267]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Livre vai insistir em propostas para limitar publicidade a jogo &#8216;online&#8217;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/livre-congresso-livre-vai-insistir-em-propostas-para-limitar-publicidade-a-jogo-online/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, anunciou hoje que o partido vai voltar a apresentar iniciativas no Parlamento para limitar a publicidade ao jogo e apostas 'online'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, anunciou hoje que o partido vai voltar a apresentar iniciativas no Parlamento para limitar a publicidade ao jogo e apostas &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>Numa intervenção no 17.º Congresso do Livre, que decorre até domingo em Sintra, a deputada e porta-voz disse que o partido &#8220;não vai desistir&#8221; de &#8220;regular o jogo, as casas de apostas&#8221; e &#8220;a publicidade predatória&#8221; deste setor.</P><br />
<P>&#8220;Na próxima sessão legislativa vamos voltar a esta questão. Não descansaremos enquanto a publicidade ao jogo não estiver banida do espaço público&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Em setembro, o Livre apresentou projetos de lei relacionados com os jogos de sorte e azar, para, por exemplo, proibir a venda de bilhetes de lotarias e de lotaria instantânea (mais conhecidas como &#8220;raspadinhas&#8221;) nos estabelecimentos de saúde ou impor limites à publicidade a jogos e apostas. Estes diplomas acabaram rejeitados pelo Parlamento.</P><br />
<P>Na intervenção perante o congresso, Isabel Mendes Lopes lamentou os votos contra e criticou os restantes partidos.</P><br />
<P>&#8220;Temos obrigação de proteger as pessoas. Não é com propostas pequeninas que o vamos fazer, é enfrentando o lóbi do jogo&#8221;, salientou, defendendo que é preciso &#8220;combate ao jogo &#8216;online&#8217; e a regulação da publicidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É responsabilidade de um país que tem um primeiro-ministro que teve a Solverde como cliente&#8221;, afirmou também.</P><br />
<P>Momentos antes, o porta-voz cessante do Livre, Rui Tavares, subiu ao púlpito para falar sobre a importância do cooperativismo.</P><br />
<P>&#8220;O cooperativismo é uma política pública mas é uma estratégia de crescimento do Livre e devemos apostar nele nos próximos dois anos&#8221;, apelou o fundador do partido, que também alertou para os perigos da Inteligência Artificial.</P><br />
<P>&#8220;Nunca vi na nossa modernidade uma tecnologia tão disruptiva estar tão completamente nas mãos de privados&#8221;, criticou, apelando a uma regulação deste tipo de inteligência através de &#8220;investimento público nacional, europeu e internacional&#8221;.</P><br />
<P>De seguida, o candidato a substituir Tavares, o deputado Jorge Pinto, saiu em defesa da regionalização, considerando-a a grande reforma estrutural que o pais precisa.</P><br />
<P>&#8220;Só assim vamos ter um território que seja mais coeso, um território que sirva às pessoas e que esteja próximo das pessoas. Essa é e tem de ser a nossa grande prioridade&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>O deputado alertou ainda para a importância de transição ecológica, considerando que este tema &#8220;vai definir o futuro do nosso país, até em termos económicos, porque a grande competição com outras economias, como por exemplo a economia chinesa, se está a fazer também ao nível da ecologia&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhos do congresso terminaram pelas 20:50, ao fim de 10 horas de trabalhos, com a presidente da Mesa, Patrícia Gonçalves, a desafiar os congressistas a participarem na Festa da Espiga, organizada pelo partido junto ao pavilhão onde decorre a reunião magna.</P><br />
<P> </P><br />
<P>ARL/FM // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788266]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livre/Congresso: Livre acusa ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser "negacionista do caos dos exames" nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma "as suas responsabilidades políticas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma &#8220;as suas responsabilidades políticas&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção durante o 17.º Congresso do Livre, que decorre até domingo Hockey Club de Sintra, Lisboa, a dirigente afirmou que o ministro é &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; e &#8220;não assume a sua ilusão, os seus erros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós exigimos que assuma as usas responsabilidades políticas, nós exigimos que garanta às famílias, aos estudantes e às escolas a confiança e tranquilidade que merecem da escola pública&#8221;, afirmou, pedindo também &#8220;direção e defesa intransigente da escola pública&#8221;.</P><br />
<P>A deputada recusou que seja uma empresa privada, &#8220;contratada por ajuste direto que diga o que correu mal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós, no Livre, não queremos mais cortes no Ministério da Educação, queremos mais investimento&#8221;, salientou, defendendo que a &#8220;qualidade da escola pública não pode ficar refém de uma política de cortes e fusões&#8221;.</P><br />
<P>Filipa Pinto indicou também que o partido vai continuar &#8220;a propor políticas que defendam educação pública de qualidade, para todos&#8221;, sustentando que, &#8220;sem educação pública&#8221;, o Estado falha &#8220;a toda uma geração&#8221; o &#8220;direito constitucional de garantia de liberdade de oportunidades e uma vida melhor&#8221;</P><br />
<P>A deputada acusou o Governo da AD de ter desmantelado o Ministério da Educação, com o &#8220;aplauso dos liberais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Ministro da Educação gabou-se de cortar em 50% as direções-gerais e os organismos do Ministério e, às cegas, amadoramente, irresponsavelmente, sem testar a robustez de um novo processo de exames, avançou para a digitalização, feita manualmente em Lisboa&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Filipa Pinto lamentou que o Governo tenha &#8220;cortado nos professores que durante mais de 20 anos asseguraram a estabilidade e a fiabilidade&#8221; do processo dos exames nacionais e &#8220;culpou diretores, agrupamentos de exames e até famílias impudentes que ousaram marcar férias na altura das férias&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção momentos depois, a deputada Patrícia Gonçalves, que preside aos trabalhos do congresso, afirmou que o conhecimento &#8220;está no centro do projeto político&#8221; do Livre.</P><br />
<P>A dirigente defendeu que o Livre deve ser &#8220;o partido que apresenta um novo modelo de desenvolvimento para Portugal, assente na convicção de que a maior riqueza são as pessoas e o conhecimento é a principal fonte da capacidade coletiva para construir uma sociedade mais livre, próspera e preparada para o futuro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788265]]></sapo:autor>
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		<title>Tinha 20 milhões de euros no bolso de uma camisa e quase perdeu tudo por dois dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um reformado de 68 anos, de Nova Jérsia, nos Estados Unidos, esteve a dois dias de perder um prémio milionário por se ter esquecido de verificar um boletim de lotaria guardado há cerca de um ano no bolso de uma camisa antiga.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem descobriu que tinha em casa o bilhete vencedor de um sorteio da Loteria de Nova Iorque, premiado com 24,1 milhões de dólares, cerca de 20,5 milhões de euros. O décimo tinha ficado esquecido no armário, juntamente com outros bilhetes que nunca chegou a confirmar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso mudou quando o reformado viu uma notícia na televisão sobre o prémio milionário que continuava sem dono. A informação levou-o a procurar os velhos bilhetes de lotaria que tinha guardados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao conferir os números, percebeu que tinha nas mãos o boletim vencedor. O homem contou que teve dificuldade em acreditar no que estava a ver e que precisou de ir à janela respirar ar fresco para se convencer de que a situação era real.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bilhete tinha sido comprado para um sorteio da Loteria de Nova Iorque, mas acabou esquecido sem ser verificado. O próprio admitiu que ia adiando a tarefa, dizendo a si mesmo que confirmaria os números quando tivesse tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descoberta aconteceu apenas dois dias antes do fim do prazo para reclamar o prémio. Se tivesse esperado mais, o reformado teria perdido os 20,5 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão de Jogos de Nova Iorque tinha intensificado a procura pelo vencedor e apelado publicamente para que as pessoas verificassem bolsos, porta-luvas e até debaixo das almofadas do sofá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de encontrar o décimo, o homem passou pelo processo de verificação e conseguiu reclamar o prémio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O reformado, pai de dois filhos e avô de 12 netos, decidiu receber o valor em pagamentos distribuídos ao longo de 26 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do susto e da surpresa, admitiu que terá agora de conversar com toda a família para decidir o que fazer com a fortuna.</p>
<p>O caso tornou-se exemplo de como um simples descuido quase custou um prémio milionário: durante quase um ano, o bilhete vencedor esteve guardado no bolso de uma camisa antiga, a poucos dias de deixar de ter validade.</p>
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		<title>O Aston Martin tinha licença para acelerar. Para atravessar uma estrada inundada, nem por isso&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 19:15:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista. Um condutor britânico aprendeu isso da forma mais cara, depois de tentar atravessar uma zona alagada ao volante de um Aston Martin Vantage.</p>
<p>Segundo a &#8216;Carscoops&#8217;, o caso aconteceu no Reino Unido e rapidamente ganhou atenção online. O condutor terá avaliado mal a profundidade da água e avançou com o desportivo pela estrada inundada. O resultado foi previsível: o Vantage ficou parado a meio da travessia, com o motor desligado e fortes suspeitas de danos provocados pela entrada de água.</p>
<p>A história ficou ainda mais viral porque o carro envolvido não era propriamente um utilitário preparado para enfrentar mau tempo. O Aston Martin Vantage é um desportivo baixo, com motor V8 biturbo de origem AMG, feito para estrada aberta e condução rápida, não para funcionar como barco improvisado.</p>
<p>A &#8216;Road &#038; Track&#8217; refere que a água teria cerca de 30 centímetros, bastante acima da distância ao solo do Vantage, que é de apenas 94 milímetros. Nas imagens divulgadas, o carro entra devagar na água, mas acaba por ficar imobilizado antes de conseguir sair do outro lado.</p>
<p>O risco, nestes casos, é conhecido como hydrolock. Quando a água entra no motor, os cilindros podem tentar comprimir um líquido que, ao contrário do ar, não é compressível. O resultado pode ser grave: componentes internos danificados e uma reparação potencialmente muito cara.</p>
<p>O próprio condutor terá admitido, depois do incidente, que a água “não parecia tão funda”. É uma frase que ajuda a explicar muitos episódios semelhantes: a profundidade de uma estrada inundada é difícil de avaliar a partir do volante, sobretudo quando a água cobre o piso e esconde buracos, valas ou desníveis.</p>
<p>A internet, naturalmente, não perdoou. O condutor foi rapidamente apelidado de “James Pond”, numa brincadeira com James Bond e com a ligação histórica da Aston Martin ao espião britânico. Mas, ao contrário dos carros de cinema, este Vantage não vinha equipado com gadgets anfíbios.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Poor chap hasn’t had a good week.</p>
<p>Best caption wins!! <a href="https://t.co/k8SC7Y7yfk">pic.twitter.com/k8SC7Y7yfk</a></p>
<p>&mdash; Lawrence Whittaker (@ListerLawrence) <a href="https://x.com/ListerLawrence/status/2070775318164430851?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O caso serve de lembrete útil para qualquer condutor, mesmo sem um desportivo de luxo. Estradas inundadas não devem ser atravessadas quando não há certeza sobre a profundidade ou o estado do piso. Basta pouca água para afetar travões, eletrónica ou motor — e, em carros baixos, a margem de erro é ainda menor.</p>
<p>No fim, o Vantage ficou transformado numa lição de condução defensiva com carro de sonho: potência e preço não substituem bom senso. E, por vezes, a manobra mais inteligente é mesmo dar meia-volta.</p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos aumenta para 4.333 e há 19 mil desalojados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.</P><br />
<P>&#8220;O número de venezuelanos e venezuelanas que faleceram em consequência do impacto direto dos terríveis sismos de 24 de junho ascende a 4.333&#8221;, declarou Rodríguez numa conferência de imprensa citada pela agência espanhola de notícias, a Efe.</P><br />
<P>Até sexta-feira, &#8220;havia 315 pessoas não identificadas, que não foi possível identificar porque não foram reconhecidas nem, ao recolher as impressões digitais, conseguimos associá-las a um documento de identificação; isso representa 7% do total de falecidos», afirmou Rodríguez, atualizando o balanço anterior de 4.118 mortos.</P><br />
<P>Os dois sismos ocorreram com um intervalo de 39 segundos e afetaram principalmente a capital, Caracas, e o estado vizinho de La Guaira, onde acampamentos improvisados acolhem refugiados em estádios, praças públicas e passeios.</P><br />
<P>No encontro com os jornalistas, Rodriguez afirmou que há mais de 19 mil pessoas a viver em acampamentos porque ficaram sem as suas casas e explicou que o governo não indica um número oficial de desaparecidos para não alimentar &#8220;especulações&#8221;, mas a ONU estimou, dois dias depois da tragédia, que há cerca de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os 4.333 mortos e 16.740 feridos há 110 mortos portugueses e 55 desaparecidos. </P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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