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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Chinesa Moonshot apresenta Kimi K3 como maior modelo de IA de código aberto do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:43:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A startup chinesa Moonshot AI anunciou recentemente o Kimi K3 como o maior modelo de inteligência artificial (IA) de código aberto até o momento, com o qual afirma superar os sistemas das norte-americanas OpenAI e Anthropic.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A startup chinesa Moonshot AI anunciou recentemente o Kimi K3 como o maior modelo de inteligência artificial (IA) de código aberto até o momento, com o qual afirma superar os sistemas das norte-americanas OpenAI e Anthropic.</P><br />
<P>Este anúncio marca mais um passo na concorrência tecnológica entre Pequim e Washington.</P><br />
<P>A Moonshot AI afirmou que o K3 atinge 2,8 biliões de parâmetros &#8212; uma métrica que indica a complexidade de um sistema de IA durante o seu treino &#8212; superando outros modelos abertos chineses, como o DeepSeek V4 Pro (1,6 biliões) e a série GLM-5 da Zhipu AI (744.000 milhões).</P><br />
<P>A tecnológica referiu que o modelo foi projetado para tarefas complexas de programação, trabalho intelectual e raciocínio e já está disponível através do chatbot Kimi, da aplicação Kimi Work, da ferramenta Kimi Code e de sua API, com o lançamento completo dos pesos do modelo agendado para 27 de julho.</P><br />
<P>Este apresenta-se como rival do Claude [Anthropic] ou o ChatGPT [OpenAI] a um preço mais baixo.</P><br />
<P>A Moonshot reconheceu que o desempenho geral do K3 &#8220;ainda fica atrás dos modelos proprietários mais poderosos&#8221; &#8211; o Claude Fable 5 e o GPT-5.6 Sol &#8212;, mas sustentou que ele superou consistentemente os outros modelos analisados.</P><br />
<P>Numa análise realizada pela plataforma de avaliação de modelos de IA Arena.AI, o modelo conquistou o primeiro lugar em seis de sete categorias &#8212; branding e marketing, design baseado em referências, dados e análise, produtos de consumo, simulações e ferramentas de criação de conteúdo &#8212;, ficando em segundo lugar apenas na categoria de videojogos, atrás do Fable 5.</P><br />
<P>A consultora Artificial Analysis situou o K3 num patamar comparável ao Claude Opus 4.8 e ao GPT-5.5 &#8212; considerados os segundos melhores modelos da Anthropic e da OpenAI, respetivamente &#8212;, embora tenha ficado atrás do Claude Fable 5 e do GPT-5.6 Sol em desempenho geral.</P><br />
<P>O anúncio acontece no contexto de crescente rivalidade entre as principais tecnológicas chinesas &#8212; incluindo Moonshot, Zhipu, DeepSeek e Alibaba &#8212;, que apostam na abertura, preços baixos e a rápida comercialização para reduzir a distância em relação aos EUA e apenas um mês do lançamento do modelo GLM-5.2 da Zhipu.</P><br />
<P>Além de competirem com modelos dos EUA, estas tecnológicas enfrentam restrições de Washington à exportação de chips avançados e de maquinaria para a sua produção.</P><br />
<P>No entanto, analistas do Bank of America citados pela CNBC observaram que o K3 demonstra que as empresas chinesas continuam avançando, apesar dessas limitações.</P><br />
<P>O lançamento coincidiu com a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial em Xangai &#8212; um evento voltado para um setor que as autoridades chinesas classificaram como estratégico &#8212;, ocasião em que Xi Jinping defendeu o uso de código aberto para garantir que &#8220;todos os setores e empresas possam se beneficiar da IA&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791110]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de carro para a praia? Há quatro erros de verão que podem sair-lhe caros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores preocupam-se apenas com a areia acumulada no interior do carro, quando os maiores riscos estão, na verdade, escondidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dias de praia são sinónimo de férias para milhares de portugueses, mas aquilo que parece inofensivo para quem vai a banhos pode estar a provocar danos silenciosos no automóvel.</p>
<p>A combinação de sal, areia, humidade e temperaturas elevadas cria um ambiente particularmente agressivo para o veículo, acelerando a corrosão, o desgaste de componentes e até o aparecimento de avarias que só se tornam visíveis meses mais tarde.</p>
<p>Segundo especialistas da Norauto, muitos condutores preocupam-se apenas com a areia acumulada no interior do carro, quando os maiores riscos estão, na verdade, escondidos.</p>
<p><strong>Sal e areia são os maiores inimigos da carroçaria</strong></p>
<p>A maresia transporta partículas de sal que se depositam sobre a carroçaria e, sobretudo, na parte inferior do automóvel.</p>
<p>Se não forem removidas regularmente, essas partículas favorecem a corrosão das peças metálicas. Já a areia funciona como um abrasivo: limpar o carro a seco pode riscar a pintura, os vidros e os faróis.</p>
<p>Além disso, pequenas partículas podem infiltrar-se no sistema de travagem, provocando ruídos e acelerando o desgaste das pastilhas.</p>
<p><strong>O motor também sofre com os dias de praia</strong></p>
<p>Há outro problema menos conhecido.</p>
<p>A areia mais fina permanece em suspensão no ar e pode acabar por obstruir o filtro de ar do motor e o filtro do habitáculo.</p>
<p>Quando isso acontece, o motor pode perder desempenho e aumentar o consumo de combustível. Ao mesmo tempo, o sistema de climatização torna-se menos eficiente e pode começar a libertar odores desagradáveis.</p>
<p><strong>Calor extremo envelhece o carro por dentro</strong></p>
<p>Deixar o automóvel estacionado durante horas ao sol também tem consequências.</p>
<p>No verão, a temperatura no interior pode ultrapassar facilmente os 60 graus, acelerando o envelhecimento dos plásticos do tablier, dos estofos e até de ecrãs e outros componentes eletrónicos.</p>
<p>No exterior, o calor contribui ainda para o desgaste dos pneus e endurece as escovas limpa-para-brisas, reduzindo a sua eficácia.</p>
<p><strong>Quatro gestos simples que fazem a diferença</strong></p>
<p>Para minimizar estes efeitos, os especialistas recomendam quatro cuidados essenciais durante as férias:</p>
<p>&#8211; Lavar o carro pelo menos uma vez por semana, utilizando água sob pressão e dando especial atenção à parte inferior da carroçaria e às jantes, para remover o sal acumulado.<br />
&#8211; Usar um protetor para o para-brisas sempre que o veículo fique estacionado ao sol, reduzindo significativamente a temperatura no habitáculo.<br />
&#8211; Evitar transportar areia para o interior, sacudindo os pés antes de entrar, recorrendo a tapetes de borracha e aspirando o carro com frequência.<br />
&#8211; Não estacionar junto ao mar sempre que possível, já que a exposição contínua à maresia acelera a acumulação de sal e aumenta o risco de corrosão.</p>
<p><strong>Pequenos cuidados hoje evitam grandes despesas amanhã</strong></p>
<p>Embora os efeitos da praia nem sempre sejam imediatos, a exposição repetida ao sal, à areia e ao calor pode reduzir a vida útil de vários componentes do automóvel.</p>
<p>Com alguns hábitos simples durante o verão, é possível proteger o veículo, evitar avarias futuras e regressar das férias sem uma visita inesperada à oficina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790696]]></sapo:autor>
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		<title>O submarino nuclear que devia durar para sempre está a desfazer-se no fundo do oceano — e já voltou a libertar radiação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-submarino-nuclear-que-devia-durar-para-sempre-esta-a-desfazer-se-no-fundo-do-oceano-e-ja-voltou-a-libertar-radiacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Komsomolets]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Radiação]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Submarino foi descrito em 1993 por ambientalistas como uma “bomba-relógio” no fundo do Mar da Noruega]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A quase 1.700 metros de profundidade, ao largo da Noruega, repousa um submarino nuclear soviético que nunca deixou verdadeiramente de ser uma ameaça. O &#8216;Komsomolets&#8217; afundou-se em 1989 com um reator nuclear e dois torpedos com ogivas de plutónio a bordo. Décadas depois, continua a libertar material radioativo para o mar.</p>
<p>A &#8216;BBC&#8217; recuperou agora a história deste submarino, que em 1993 já era descrito por ambientalistas como uma “bomba-relógio” no fundo do Mar da Noruega. Na altura, o receio era que a corrosão acabasse por libertar cerca de quatro quilos de plutónio altamente tóxico.</p>
<p>O &#8216;Komsomolets&#8217; foi uma das máquinas mais ambiciosas produzidas pela União Soviética. Construído com um casco de pressão em titânio, conseguia operar a profundidades muito superiores às dos submarinos ocidentais e lançar mísseis a cerca de mil metros abaixo da superfície.</p>
<p>Mas o projeto que deveria simbolizar a superioridade tecnológica soviética acabou transformado num desastre. A 7 de abril de 1989, um incêndio deflagrou a bordo. A tripulação conseguiu levar o submarino até à superfície, onde permaneceu durante cinco horas antes de se afundar.</p>
<p>Dos 69 homens que seguiam no &#8216;Komsomolets&#8217;, 42 morreram. Quando o submarino atingiu o fundo, uma explosão abriu o casco de titânio e permitiu que a água salgada entrasse em contacto com os torpedos nucleares.</p>
<p>As primeiras missões científicas encontraram partes da estrutura partidas e desfeitas. Segundo a descrição citada pela &#8216;BBC&#8217;, o casco tinha rebentado “como vidro”, aumentando o receio de que os materiais radioativos acabassem dispersos pelas correntes marítimas.</p>
<p>Durante anos, os cientistas dividiram-se sobre o risco real. Alguns alertavam para a possibilidade de contaminação das zonas de pesca, enquanto uma equipa internacional concluiu, em 1993, que era improvável que o naufrágio viesse a afetar significativamente os recursos pesqueiros.</p>
<p>Entre 1995 e 1996, equipas de engenharia em águas profundas selaram fissuras no casco e fecharam os tubos dos torpedos para conter os materiais radioativos. A operação foi concluída há 30 anos, em julho de 1996, mas o selante tinha precisamente uma duração estimada de três décadas.</p>
<p>Um relatório divulgado em março de 2026 pelas autoridades norueguesas concluiu que os torpedos continuam selados, mas o reator está a degradar-se. As libertações não são contínuas: surgem em episódios esporádicos, por pontos específicos do casco, incluindo uma conduta de ventilação de onde foi observada uma espécie de nuvem radioativa.</p>
<p>As autoridades norueguesas consideram que os níveis atuais não representam perigo para o ambiente marinho. Ainda assim, reconhecem que o combustível nuclear está em contacto direto com a água e continua a deteriorar-se.</p>
<p>O risco futuro dependerá da corrosão, da quantidade de oxigénio na água, do estado das antigas vedações e da evolução das correntes. Essas alterações podem influenciar a velocidade com que o material radioativo é libertado e a possibilidade de entrar na cadeia alimentar através de organismos que vivem no fundo do mar e dos peixes.</p>
<p>O problema é que qualquer intervenção será extremamente difícil. A profundidade do naufrágio torna as operações complexas, caras e perigosas, e as autoridades norueguesas dizem não ter conhecimento de planos para uma nova ação de contenção.</p>
<p>Hans Kristensen, especialista em informação nuclear citado pela &#8216;BBC&#8217;, defende pelo menos uma nova expedição para avaliar o estado atual do submarino. O plutónio das ogivas tem uma meia-vida de cerca de 24 mil anos, o que significa que continuará a representar um risco durante um período praticamente ilimitado à escala humana.</p>
<p>O &#8216;Komsomolets&#8217; foi construído para sobreviver onde nenhum outro submarino conseguia chegar. Acabou por encontrar no fundo do mar uma forma diferente de longevidade: a de um naufrágio nuclear que continua a degradar-se lentamente, sem que ninguém saiba ao certo quando deixará de ser apenas um perigo potencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tour: Tadej Pogacar já tem quatro vitórias de etapa na 113.ª edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tadej Pogacar (UAE Emirates) somou hoje a quarta vitória na 113.ª Volta a França em bicicleta, ao atacar a mais de sete quilómetros da meta para impor-se na 14.ª etapa e aumentar a distância na liderança da geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Tadej Pogacar (UAE Emirates) somou hoje a quarta vitória na 113.ª Volta a França em bicicleta, ao atacar a mais de sete quilómetros da meta para impor-se na 14.ª etapa e aumentar a distância na liderança da geral.</P><br />
<P>Depois de atacar Col du Haag, de primeira categoria, o esloveno cortou isolado a meta no final dos 155,3 quilómetros desde Mulhouse, voltando a ganhar em Le Markstein, três anos depois, com o tempo de 04:00.07 horas. O seu colega mexicano Isaac del Toro e o francês Paul Seixas (Decathlon) foram, respetivamente, segundo e terceiro, a 38 segundos. </P><br />
<P>Após somar o 25.º triunfo da carreira na Volta a França, Pogacar ampliou a vantagem para os perseguidores na geral, nomeadamente para o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), que hoje foi quarto e está já a 04.30 minutos, na segunda posição, com o belga Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe) a manter-se no pódio, a 05.04.</P><br />
<P>Antes de cumprirem o segundo dia de descanso na segunda-feira, os ciclistas enfrentam nova incursão montanhosa na 15.ª etapa, nos 183,9 quilómetros entre Champagnole e Plateau de Solaison, onde a meta coincide com uma contagem de montanha de categoria especial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791109]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão anuncia suspensão dos compromissos com EUA em dia de novos ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão trocaram hoje ataques a infraestruturas e alvos militares, ao mesmo tempo que um negociador iraniano anunciou a suspensão dos compromissos de Teerão no âmbito do acordo provisório com os norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão trocaram hoje ataques a infraestruturas e alvos militares, ao mesmo tempo que um negociador iraniano anunciou a suspensão dos compromissos de Teerão no âmbito do acordo provisório com os norte-americanos.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA afirmou hoje que a sua sétima noite consecutiva de ataques atingiu &#8220;locais de vigilância, infraestruturas logísticas militares, armazéns subterrâneos de armas e capacidades marítimas&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, Kazem Gharibabadi, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, disse à televisão estatal iraniana que &#8220;os EUA violaram os seus compromissos ao abrigo do acordo assinado há cerca de um mês e agora o Irão já não está a cumprir [os seus próprios compromissos]&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, os danos mais significativos ocorreram no Kuwait, quando o Irão atacou uma estação de dessalinização de água e uma instalação petrolífera, de acordo com as autoridades do Kuwait e a Kuwait Petroleum Corporation.</P><br />
<P>Os ataques feriram várias pessoas nas instalações petrolíferas e provocaram um incêndio na estação de dessalinização, obrigando várias unidades de produção de energia a interromperem o funcionamento.</P><br />
<P>O Kuwait fechou temporariamente o seu espaço aéreo devido a ameaças de mísseis, e a Kuwait Airways informou que estava a reprogramar a maioria dos voos de e para a capital.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária Islâmica, entretanto, reforçou o seu aviso de que os países que acolhem forças norte-americanas devem estar &#8220;preparados para receber uma resposta correspondente&#8221;, segundo a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>As autoridades iranianas reconheceram que os recentes ataques dos EUA mataram dezenas de pessoas e feriram centenas no Irão. As forças armadas norte-americanas, por sua vez, admitiram que vários dos seus militares ficaram feridos.</P><br />
<P>Os ataques ocorrem num momento em que o Irão e os EUA disputam o controlo do Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão afirmou que o estreito deve estar sob o seu controlo exclusivo e que os navios devem pagar taxas a Teerão.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, por seu turno, voltou a ameaçar atacar centrais elétricas e pontes para tentar obrigar o Irão a afrouxar o seu controlo sobre o estreito. Os EUA também restabeleceram um bloqueio naval aos portos iranianos para travar os seus embarques de petróleo bruto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791108]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Francisco Trincão ruma aos sauditas do Al Ahli após quatro anos no Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O avançado internacional português Francisco Trincão vai jogar nos vice-campeões sauditas de futebol do Al Ahli, a troco de 40 milhões de euros, após quatro temporadas no Sporting, informaram hoje os 'leões'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O avançado internacional português Francisco Trincão vai jogar nos vice-campeões sauditas de futebol do Al Ahli, a troco de 40 milhões de euros, após quatro temporadas no Sporting, informaram hoje os &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;A Sporting SAD chegou a acordo com o Al Ahli para a transferência, a título definitivo, dos direitos desportivos do jogador Francisco Trincão&#8221;, lê-se no comunicado enviado pelos &#8216;verdes e brancos&#8217; à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O extremo, que tinha uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros (ME), foi transferido por aproximadamente 40 ME (45 milhões de dólares), num valor a que podem acrescer mais 4,3 (cinco milhões de dólares) por objetivos, ficando os sauditas responsáveis pelo mecanismo de solidariedade (1,75 ME, aproximadamente dois milhões de dólares), assim como os encargos de intermediação.</P><br />
<P>Francisco Trincão, de 26 anos, chegou ao Sporting em 13 de julho de 2022, por empréstimo do FC Barcelona, tendo, nas quatro épocas de &#8216;verde e branco&#8217; conquistado dois campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Taça da Liga.</P><br />
<P>O campeão da Europa de sub-19 em 2018 e vencedor da Liga das Nações 2024/25 foi um dos convocados por Portugal para o Mundial2026, no qual a equipa das &#8216;quinas&#8217;, sob o comando de Roberto Martínez, &#8216;caiu&#8217; nos oitavos de final, frente à Espanha (1-0).</P><br />
<P>O agora 19 vezes internacional por Portugal, com três golos marcados, envergou a camisola dos &#8216;leões&#8217; em 208 ocasiões, assinando 47 golos.</P><br />
<P>O Sporting investiu 21 ME na contratação de Trincão, inicialmente 10 no empréstimo e em metade dos direitos desportivos, que foram comprados na totalidade pelos &#8216;leões&#8217; em 2025.</P><br />
<P>Trincão passou na formação por Vianense, FC Porto e Palmeiras FC (de Braga) até chegar ao Sporting de Braga, no qual iniciou a carreira sénior e do qual saltou para o FC Barcelona com apenas 20 anos, em 2020/21, por 31 ME, e representado o Wolverhampton, por empréstimos dos catalães, em 2021/22.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791107]]></sapo:autor>
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		<title>Uma prisão de anjos sob o gelo? O livro esquecido da Bíblia que alimenta uma teoria viral sobre a Antártida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Livro de Enoque]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Teoria parte de passagens que descrevem seres celestes aprisionados, “câmaras de frio”, montanhas em chamas e um lugar situado nos “confins da Terra”. Para os defensores desta leitura, essas imagens coincidiriam com a geografia da Antártida Oriental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos textos religiosos mais misteriosos da Antiguidade voltou a ganhar vida nas redes sociais por causa de uma teoria tão inquietante quanto improvável: o Livro de Enoque esconderia pistas sobre uma prisão subterrânea, sob o gelo da Antártida, onde anjos caídos aguardariam o julgamento final.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a teoria parte de passagens que descrevem seres celestes aprisionados, “câmaras de frio”, montanhas em chamas e um lugar situado nos “confins da Terra”. Para os defensores desta leitura, essas imagens coincidiriam com a geografia da Antártida Oriental.</p>
<p>O Livro de Enoque não integra a maioria das versões da Bíblia cristã, embora tenha circulado entre comunidades judaicas e cristãs antigas. A autoria é tradicionalmente atribuída a Enoque, bisavô de Noé, e o texto permaneceu preservado durante séculos na Etiópia antes de se tornar conhecido no Ocidente no final do século XVIII.</p>
<p>A obra conta a história de 200 anjos, conhecidos como Vigilantes, que abandonaram as suas funções, se uniram a mulheres humanas e deram origem aos nefilins, gigantes violentos que teriam espalhado destruição e conhecimentos proibidos pela humanidade.</p>
<p>De acordo com a narrativa, Deus ordenou que esses anjos fossem acorrentados e encerrados num abismo de fogo até ao julgamento final. É precisamente esta descrição que alguns utilizadores das redes sociais tentam agora ligar a uma localização real.</p>
<p>Um dos pontos centrais da teoria é a referência a um lugar no “fim do céu e da Terra”, rodeado por sete montanhas. Os seus defensores acreditam que esta imagem poderá corresponder às montanhas subglaciais Gamburtsev, uma cadeia montanhosa escondida sob até três quilómetros de gelo na Antártida Oriental.</p>
<p>Entre 2007 e 2009, uma equipa internacional utilizou radares aéreos e outros instrumentos geofísicos para mapear a região, revelando picos e vales enterrados sob a camada de gelo. A descoberta ajudou a alimentar comparações com as paisagens descritas no texto antigo.</p>
<p>A teoria aponta também para as chamadas “câmaras de frio” e para os depósitos de neve e gelo mencionados no Livro de Enoque, associando-os aos lagos subglaciais da Antártida, incluindo o lago Vostok.</p>
<p>Outro excerto descreve um espaço sem céu acima, sem terra firme por baixo, sem água e sem aves. Para os defensores da hipótese, seria a descrição de uma cavidade selada sob o gelo.</p>
<p>Há ainda quem relacione as supostas “vozes” vindas do abismo com dois sinais anómalos detetados, em 2006 e 2014, pela experiência ANITA, da NASA, que estudava impulsos de rádio na Antártida. Os sinais pareciam surgir de baixo do gelo e continuam sem uma explicação consensual.</p>
<p>Os cientistas, porém, já avançaram várias hipóteses para estes fenómenos, incluindo interações pouco comuns de raios cósmicos e outros processos físicos ainda mal compreendidos. Nada liga essas deteções ao Livro de Enoque ou a qualquer estrutura artificial sob a Antártida.</p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; sublinha também que o texto não menciona a Antártida, ondas de rádio ou uma prisão física sob o gelo. A interpretação dominante entre os especialistas bíblicos é que as passagens descrevem um espaço sobrenatural e simbólico, não um ponto geográfico real.</p>
<p>Ainda assim, a combinação de um livro excluído do cânone, montanhas escondidas, lagos enterrados e sinais inexplicados criou o cenário perfeito para uma nova teoria viral. A ciência não encontrou anjos presos sob a Antártida — mas o mistério continua a ser suficiente para manter a história viva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788837]]></sapo:autor>
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		<title>Josh Kerr bate recorde do mundo da milha que vigorava desde 1999</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O britânico Josh Kerr estabeleceu hoje em 03.42,66 minutos o novo recorde da milha, em Londres, batendo a histórica marca do marroquino Hicham El Guerrouj, que remontava a 07 de julho de 1999.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O britânico Josh Kerr estabeleceu hoje em 03.42,66 minutos o novo recorde da milha, em Londres, batendo a histórica marca do marroquino Hicham El Guerrouj, que remontava a 07 de julho de 1999.</P><br />
<P>Na etapa de Londres da Liga Diamante, Kerr, de 28 anos, campeão do mundo dos 1.500 metros em Budapeste2023, melhorou o recorde da distância (cerca de 1.609 metros), que tinha sido fixado em 03.43,13 minutos, há 27 anos, em Roma.</P><br />
<P>O escocês, medalha de prata nos Jogos Olímpicos Paris2024 e bronze em Tóquio2020, tinha anunciado a intenção de colocar a marca desta distância emblemática, mas não olímpica, para &#8220;a era moderna&#8221;.</P><br />
<P>Na corrida de hoje, o norte-americano Yared Nuguse (03.45,69) terminou no segundo lugar, enquanto o Jake Heyward (03.46,73) em terceiro, com a sua melhor marca pessoal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791106]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto bate Birmingham em jogo particular com golos de André Silva e Pepê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto bateu hoje o Birmingham, do segundo escalão inglês, por 2-1, em jogo particular, informaram hoje os campeões portugueses de futebol, na conclusão do estágio em Burton upon Trent.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto bateu hoje o Birmingham, do segundo escalão inglês, por 2-1, em jogo particular, informaram hoje os campeões portugueses de futebol, na conclusão do estágio em Burton upon Trent.</P><br />
<P>Em novo desafio realizado à porta fechada, os &#8216;dragões&#8217; começaram a sofrer com o golo de August Priske, logo aos oito minutos, mas deram a volta ao marcador por intermédio do reforço André Silva, a passe de Froholdt, aos 38, e de Pepê, na cobrança de uma grande penalidade, aos 82.</P><br />
<P>Segundo a nota publicada pelo emblema &#8216;azul e branco&#8217;, o técnico Francesco Farioli utilizou os seguintes jogadores: Cláudio Ramos, João Costa, Alberto Costa, Luís Gomes, Jakub Kiwior, Nehuén Pérez, Bednarek, Dominik Prpic, Francisco Moura, Zaidu, Pablo Rosario, Alan Varela, Victor Froholdt, Rodrigo Mora, Gabri Veiga, João Teixeira, Tiago Silva, Oskar Pietuszewski, Borja Sainz, André Silva, Deniz Gül, William Gomes e Pepê.</P><br />
<P>Além das ausências por lesão de André Miranda, Vasco Sousa e Samu &#8211; este último autorizado pelo clube a assistir à final do Mundial2026 de futebol nos Estados Unidos, a convite da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) -, Martim Fernandes não participou no encontro por gestão de esforço.</P><br />
<P>Os portistas regressam agora a Portugal, após terem estagiado no St. George&#8217;s Park, centro de treinos da Federação Inglesa (FA), desde a passada segunda-feira.</P><br />
<P>A retoma dos trabalhos está agendada para segunda-feira, já no Centro de Treinos e Formação Desportiva Jorge Costa, no Olival, em Vila Nova de Gaia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791105]]></sapo:autor>
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		<title>Sozinha, sem telefone e presa nove dias numa banheira: idosa sobrevive graças à torneira que abriu com o pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:00:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Joan Rivet vivia sozinha na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, desde que ficou viúva, em 2023. A idosa caiu na banheira a 1 de junho, magoou as costas e ficou impossibilitada de sair sem ajuda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher de 82 anos sobreviveu nove dias presa dentro de uma banheira, depois de cair em casa e ficar sem forças para se levantar. Durante esse período, conseguiu beber água abrindo a torneira com o pé e deixando que os salpicos lhe chegassem ao rosto.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, Joan Rivet vivia sozinha na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, desde que ficou viúva, em 2023. A idosa caiu na banheira a 1 de junho, magoou as costas e ficou impossibilitada de sair sem ajuda.</p>
<p>O telefone encontrava-se noutra divisão da casa. Joan ainda gritou por socorro, mas ninguém a ouviu. Sem outra forma de pedir ajuda, tentou alcançar a torneira com o pé e conseguiu abri-la parcialmente.</p>
<p>A água tornou-se essencial para a manter viva. Sempre que recuperava a consciência, a mulher tentava molhar o rosto e beber o suficiente para combater a desidratação.</p>
<p>Durante os nove dias, Joan perdeu e recuperou os sentidos várias vezes. Nos momentos em que estava consciente, rezava para que alguém a encontrasse e a libertasse da dor.</p>
<p>O resgate aconteceu a 10 de junho, depois de o irmão, Bill Lesko, estranhar a falta de resposta às chamadas. Como vive na Geórgia, a cerca de cinco horas de distância, contactou primeiro os vizinhos.</p>
<p>Estes confirmaram que o automóvel da idosa continuava estacionado à porta, mas que não tinham visto qualquer movimento dentro da casa. Perante a situação, o irmão pediu às autoridades que verificassem se Joan estava bem.</p>
<p>Os agentes encontraram-na semiconsciente dentro da banheira. A idosa não se recorda do momento exato em que foi retirada da casa pelos serviços de emergência.</p>
<p>Transportada de imediato para o hospital, apresentava desidratação grave e úlceras de pressão provocadas pelo período prolongado em que permaneceu imóvel dentro da banheira.</p>
<p>Joan continua agora a recuperar fisicamente e a tentar recuperar a confiança depois da experiência. “Ainda estou a recuperar as forças”, contou ao jornal local ‘The Mountaineer’.</p>
<p>A mulher decidiu também deixar a casa onde vivia sozinha. Depois de receber alta, deverá mudar-se para a Geórgia, onde ficará mais próxima do irmão e dos restantes familiares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789297]]></sapo:autor>
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		<title>Indiana Jones passou a vida à procura da Arca da Aliança. Agora há arqueólogos que acreditam estar mais perto do que nunca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Arca da Aliança]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Indiana Jones enfrentou exércitos, armadilhas e forças sobrenaturais para encontrar a Arca da Aliança. Fora do cinema, ninguém descobriu o lendário objeto bíblico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indiana Jones enfrentou exércitos, armadilhas e forças sobrenaturais para encontrar a Arca da Aliança. Fora do cinema, ninguém descobriu o lendário objeto bíblico. Mas uma equipa de arqueólogos acredita ter encontrado, na antiga cidade de Silo, vestígios de um edifício que poderá ter estado ligado ao local onde a Arca foi guardada há mais de três mil anos.</p>
<p>Os investigadores da Associates for Biblical Research (ABR), uma organização americana dedicada ao estudo da arqueologia bíblica, identificaram em Tel Silo, na Cisjordânia, as ruínas de uma estrutura monumental da Idade do Ferro. Segundo a equipa, a orientação e as proporções do edifício aproximam-se da descrição bíblica do Tabernáculo, o santuário onde a Arca da Aliança teria permanecido antes da construção do Templo de Jerusalém.</p>
<p>A descoberta não significa, contudo, que a Arca tenha sido encontrada. Também não prova que o edifício corresponda efetivamente ao Tabernáculo. O que os arqueólogos encontraram foram paredes e outros vestígios que, na interpretação da equipa responsável pelas escavações, reforçam essa possibilidade.</p>
<p>De acordo com o &#8217;20 Minutos&#8217;, a estrutura está orientada de leste para oeste e apresenta uma divisão interior numa proporção de dois para um. Scott Stripling, diretor das escavações, considera que estas características são compatíveis com a organização do Tabernáculo descrita no Livro do Êxodo, que distinguia o chamado Lugar Santo do Santo dos Santos.</p>
<p>Nas imediações foram também descobertos mais de 100 mil ossos de animais, sobretudo de ovelhas, cabras e bovinos. Os investigadores defendem que a concentração de restos provenientes do lado direito dos animais poderá estar relacionada com práticas de sacrifício mencionadas no Levítico. Trata-se, porém, de uma interpretação da equipa, e não de uma confirmação independente de que os rituais descritos na Bíblia tenham ocorrido naquele edifício.</p>
<p>Fragmentos de cerâmica encontrados nas mesmas camadas arqueológicas foram datados da Idade do Ferro I, período durante o qual Silo terá sido um importante centro de culto israelita. A cidade, situada cerca de 30 quilómetros a norte de Jerusalém, é apresentada nos relatos bíblicos como o lugar onde o Tabernáculo permaneceu durante mais de três séculos.</p>
<p>A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como um cofre revestido de ouro que guardava as tábuas com os Dez Mandamentos. Depois de ter acompanhado os israelitas durante o Êxodo, teria sido instalada no Tabernáculo e, posteriormente, no Templo de Jerusalém.</p>
<p>A partir de determinado momento, porém, a Arca deixa de aparecer nos relatos bíblicos. Já não é mencionada na descrição da destruição de Jerusalém pelos babilónios, em 586 a.C., e não existem provas históricas que permitam determinar quando desapareceu ou qual foi o seu destino.</p>
<p>Ao longo dos séculos, multiplicaram-se as teorias. A Arca poderá ter sido destruída, roubada, escondida antes da invasão babilónica ou levada para outro território. Nenhuma dessas hipóteses foi demonstrada.</p>
<p>Também as conclusões apresentadas em Silo devem ser analisadas com prudência. A ABR assume como um dos seus objetivos investigar locais associados aos relatos bíblicos e procurar indícios da sua historicidade. Esse enquadramento não invalida os objetos ou estruturas encontrados, mas torna especialmente importante distinguir os vestígios arqueológicos das interpretações religiosas construídas a partir deles.</p>
<p>Por enquanto, a escavação oferece novas pistas sobre a dimensão religiosa da antiga Silo e sobre as práticas das populações que ali viveram. Quanto à Arca da Aliança, o mistério que inspirou arqueólogos, historiadores e Hollywood permanece intacto: ninguém sabe onde está — nem sequer se sobreviveu até aos nossos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790451]]></sapo:autor>
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		<title>Spa, charutos e comida para o fim do mundo: antigo abrigo nuclear transforma-se em condomínio para milionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[guerra nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto está a ser desenvolvido em Debert, uma pequena localidade da Nova Escócia, a cerca de 113 quilómetros de Halifax (Canadá), onde milhares de soldados treinaram durante a II Guerra Mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À superfície, dificilmente sugere luxo: edifícios envelhecidos, parques de estacionamento vazios e uma floresta esparsa de coníferas. Mas, debaixo de uma elevação coberta de relva, no meio de um antigo complexo militar canadiano, está a nascer um condomínio pensado para milionários que queiram atravessar furacões, apagões ou até uma catástrofe global sem abdicar de um spa, de uma sala de yoga ou de um salão de charutos.</p>
<p>O projeto está a ser desenvolvido em Debert, uma pequena localidade da Nova Escócia, a cerca de 113 quilómetros de Halifax (Canadá), onde milhares de soldados treinaram durante a II Guerra Mundial. O protagonista é um abrigo nuclear com quase seis mil metros quadrados, construído durante a Guerra Fria e conhecido localmente como Diefenbunker.</p>
<p>O empresário canadiano ligado ao setor das criptomoedas Jonathan Baha’i pretende transformar o antigo refúgio num complexo com 50 apartamentos resistentes a diferentes cenários de crise. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, 11 unidades já terão sido vendidas, embora tanto os preços de aquisição como os valores previstos para estadias de curta duração permaneçam secretos.</p>
<p>Os futuros residentes terão acesso a refeições preparadas a partir de uma fonte de alimentos apresentada pelos promotores como autossuficiente, controlo biométrico de entradas, vigilância permanente e assistência médica no local. Quem chegar num avião privado poderá utilizar o pequeno aeroporto de Debert, situado nas proximidades.</p>
<p>Os planos incluem ainda um spa, uma sala de yoga e um espaço reservado a charutos. Sistemas modernos de iluminação OLED procurarão reproduzir a luz natural no interior, enquanto um bunker complementar, à superfície, deverá ser utilizado para cultivar alimentos.</p>
<p>Quando os proprietários não estiverem presentes, os apartamentos poderão ser alugados como quartos de hotel, com as receitas a serem repartidas. Mas há uma regra pouco habitual: caso ocorra uma emergência enquanto a unidade estiver ocupada por hóspedes, estes terão de sair para permitir a entrada do proprietário.</p>
<p>“Se alguém estivesse a utilizá-la como quarto de hotel e alguma coisa acontecesse, teria de ser retirado”, explicou Paul Mansfield, um dos responsáveis pelo projeto, citado pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p><strong>Construído para resistir a uma explosão nuclear</strong></p>
<p>O bunker foi um dos sete abrigos mandados construir pelo antigo primeiro-ministro canadiano John Diefenbaker entre o final da década de 1950 e meados dos anos 60. A rede destinava-se a acolher um número reduzido de membros do Governo e funcionários essenciais em caso de guerra nuclear.</p>
<p>A estrutura de Debert foi concebida para resistir a uma explosão nuclear nas proximidades e manter 329 pessoas no interior durante pelo menos 30 dias. No entanto, quando ficou concluída, os avanços nos mísseis de longo alcance e o aumento da potência das armas nucleares já tinham reduzido a sua utilidade.</p>
<p>O edifício acabou por ser utilizado como centro provincial de alerta de emergência, antes de fechar em 1996 no âmbito de medidas de redução de custos. Jonathan Baha’i comprou-o em 2013 por 31.300 dólares canadianos, cerca de 20 mil euros à taxa atual.</p>
<p>Antes de avançar com o condomínio, o empresário explorou outras utilizações para o espaço, incluindo jogos de laser, visitas históricas e um pequeno centro de dados. A nova aposta surge num momento em que, segundo os promotores, o aumento da instabilidade internacional voltou a despertar o interesse por abrigos privados.</p>
<p>“Há mais incerteza no mundo nos últimos dois anos do que nos 30 anteriores”, afirmou Mansfield perante as autoridades locais. Essa sensação terá levado mais pessoas a procurar aquilo que descreveu como uma “apólice de seguro”: um bunker para situações extremas.</p>
<p>Baha’i, porém, rejeita a expressão “bunker do fim do mundo”. Embora reconheça que o complexo foi construído “para sobreviver a tudo”, prefere apresentá-lo como uma resposta prática a tempestades, falhas de energia ou outras emergências.</p>
<p>Quando o furacão Fiona atingiu a Nova Escócia, em 2022, o empresário abriu o abrigo aos seus trabalhadores e respetivas famílias. “Está completamente desligado da rede e é autossuficiente”, garantiu. “Se uma tempestade de grande dimensão atingir o condomínio, os proprietários sabem que têm um local quente e seguro, com eletricidade, alimentos e tudo aquilo de que necessitam.”</p>
<p><strong>Drones, dados e segurança permanente</strong></p>
<p>A segurança deverá ficar a cargo da empresa alemã Bespoke Home and Yacht Security. Mansfield afirmou que a empresa já prestou serviços ao vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e à estrela televisiva Kim Kardashian, embora a lista de clientes não seja pública e a alegação não possa ser confirmada de forma independente.</p>
<p>Entre as medidas recomendadas estão drones destinados a vigiar o perímetro do complexo. O projeto prevê igualmente a expansão do centro de dados para cerca de 1.400 metros quadrados, recorrendo, segundo Baha’i, a tecnologia destinada a reduzir o consumo energético e a reforçar a proteção da informação armazenada.</p>
<p>Os responsáveis estimam que o empreendimento possa criar mais de 40 postos de trabalho na componente hoteleira, além de funções especializadas no centro de dados. A preferência, garantem, será dada a trabalhadores da região.</p>
<p>O problema é que o luxo prometido contrasta com a realidade de Debert. Depois do encerramento da base militar, a população da localidade caiu de mais de 60 mil pessoas — incluindo os militares estacionados na região — para cerca de 1.400 habitantes.</p>
<p>Annette Sharpe, secretária do Museu Militar de Debert, lamenta que uma parte importante da história local tenha passado para mãos privadas. No museu ainda se conservam antigos equipamentos de comunicação e o sistema que deveria avisar os operadores sobre a proximidade de um ataque nuclear.</p>
<p>“Parte-me o coração ter de dizer que aquele pedaço da história é agora propriedade privada e que está a ser remodelado para não sei bem o quê”, afirmou à &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>Sharpe duvida igualmente de que os moradores da região consigam alguma vez utilizar o empreendimento. &#8220;Quem é que vai conseguir comprar um daqueles bunkers dignos de um filme de Hollywood?&#8221;, questionou, lembrando que há apartamentos nas proximidades disponíveis para arrendamento por cerca de 1.250 euros.</p>
<p>A vereadora Marie Benoit manifestou reservas semelhantes, sobretudo perante a possibilidade de as tarifas do futuro hotel ultrapassarem as praticadas na maioria dos estabelecimentos de Halifax. “Quando olhamos para os salários das pessoas, não sei se será algo a que possam ter acesso”, afirmou.</p>
<p><strong>Um negócio em crescimento</strong></p>
<p>O projeto canadiano faz parte de um negócio mais vasto. Nos Estados Unidos, a preparação para catástrofes alimenta uma indústria que, segundo algumas estimativas citadas pela &#8216;BBC&#8217;, já vale pelo menos 500 milhões de dólares.</p>
<p>Os cálculos variam consideravelmente, mas poderão existir entre 20 milhões e mais de 70 milhões de americanos a preparar alimentos, equipamentos ou abrigos para diferentes cenários de emergência. Alguns promotores imobiliários já constroem casas com bunkers incorporados.</p>
<p>Antigas instalações militares também estão a ser convertidas em comunidades privadas. Nos Estados Unidos, uma antiga base da Força Aérea deu lugar a um condomínio apresentado como uma comunidade fechada para sobrevivencialistas, enquanto um antigo silo de mísseis no Kansas foi transformado em apartamentos de luxo subterrâneos.</p>
<p>No Canadá, os destinos de estruturas semelhantes mostram como é difícil encontrar uma utilização para estes edifícios. Um bunker no Ontário permanece encerrado, outro no Manitoba foi enterrado, um abrigo na Colúmbia Britânica acabou inundado de propósito e uma estrutura em Alberta foi demolida devido ao receio de que pudesse ser comprada pelos Hells Angels.</p>
<p>Manter o Diefenbunker de Debert custa atualmente cerca de 37 mil euros por ano, à taxa de câmbio atual. Já um abrigo semelhante, construído em Nanaimo por um valor equivalente, custaria hoje cerca de 19 a 28 milhões de euros, segundo as estimativas citadas pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>Apesar das críticas, as autoridades locais não registaram uma oposição significativa. A presidente da autarquia considera o empreendimento “original e único”, enquanto alguns comerciantes esperam que o novo complexo volte a atrair visitantes à região.</p>
<p>Fady Farah, proprietário da pizzaria Angelina’s, está entre os que veem uma oportunidade. E já sabe como reagirá caso a temida catástrofe chegue realmente.</p>
<p>“Se a situação rebentar, vão ver-me lá, a bater à porta”, brincou. “Alguém terá de lhes cozinhar a comida enquanto estiverem lá dentro.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790455]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Escolas estão a receber novos ficheiros de alunos com nota em suspenso &#8211; diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:40:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As escolas estão a receber hoje novos ficheiros com a nota dos exames de alunos que na sexta-feira tinham a sua classificação em suspenso, disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As escolas estão a receber hoje novos ficheiros com a nota dos exames de alunos que na sexta-feira tinham a sua classificação em suspenso, disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.</P><br />
<P>&#8220;Estão a chegar às escolas novos ficheiros onde a palavra &#8220;suspenso&#8221; foi substituída pelo número&#8221; da nota, o que fará com que o universo de alunos nessa situação diminua, adiantou Filinto Lima em declarações à Lusa.</P><br />
<P>O responsável admitiu ainda que foram &#8220;milhares&#8221; os alunos que viram a sua classificação dos exames nacionais com a referência &#8220;suspenso&#8221;, esperando que ainda hoje cheguem às escolas as orientações para resolver essa situação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791101]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Carneiro insta Montenegro a revelar quantos alunos têm notas suspensas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:17:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, instou hoje o primeiro-ministro a revelar quantos alunos estão com as classificações suspensas e a garantir que ninguém será prejudicado na candidatura ao ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, instou hoje o primeiro-ministro a revelar quantos alunos estão com as classificações suspensas e a garantir que ninguém será prejudicado na candidatura ao ensino superior.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas em Fafe, no distrito de Braga, à entrada para um encontro com autarcas e jovens do concelho, Carneiro referiu que, segundo informações que lhe têm sido reportadas, &#8220;podem ser alguns milhares&#8221; os alunos que estão com a nota suspensa.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro, neste momento, tem de responder a esta pergunta que eu lhe estou a fazer hoje: quantos alunos é que estão, neste momento, com as classificações suspensas e o que é que vai fazer para garantir que nenhum destes alunos é prejudicado na candidatura ao ensino superior&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Segundo José Luís Carneiro, poderão estar na calha &#8220;momentos ainda mais críticos do que aqueles que se viveram até hoje&#8221; no processo da correção dos exames.</P><br />
<P>&#8220;Há ainda muitas situações de muita dificuldade que poderão vir a seguir, que têm a ver com o número de alunos que vai pedir revisão de prova, o que significa que, se esse número for um número muito elevado, poderemos vir a viver momentos ainda mais críticos do que aqueles que se viveram até agora&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O líder do PS voltou a acusar o ministro da Educação de não assumir as suas responsabilidades e considerou que Fernando Alexandre &#8220;deixou de ser&#8221; ministro.</P><br />
<P>&#8220;Um ministro que não assuma as suas responsabilidades, deixa de ser ministro, mesmo que lá esteja. Mesmo que esteja com o papel de ministro, deixou de o ser porque não assume as responsabilidades que lhe foram confiadas quando assumiu a sua posse. Porque quando assume a sua posse, faz um juramento. Quando alguém não cumpre esse juramento, já não está a cumprir&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Perante a &#8220;desresponsabilização&#8221; do ministro da Educação, José Luís Carneiro considera que o primeiro-ministro é o culpado &#8220;por se ter avançado de forma imprudente para este processo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é o primeiro-ministro que tem de dizer se quer manter os ministros que não assumem responsabilidades. Já tínhamos uma, que era a ministra da Saúde, agora temos também um, que é o da Educação, que não assume as suas responsabilidades&#8221;, disse ainda.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791100]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Mariana Leitão diz que processo revela teimosia e incompetência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A líder da Iniciativa Liberal (IL) Mariana Leitão disse hoje que o processo de correção dos exames nacionais revela teimosia e incompetência, exortando o ministro da Educação a dar explicações sobre problemas que continuam sem resposta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder da Iniciativa Liberal (IL) Mariana Leitão disse hoje que o processo de correção dos exames nacionais revela teimosia e incompetência, exortando o ministro da Educação a dar explicações sobre problemas que continuam sem resposta.</P><br />
<P>&#8220;Teimosia e incompetência, não há dúvida nenhuma, neste processo todo, é óbvio que houve muita incompetência&#8221;, acusou a presidente da IL, nomeando o ministro Fernando Alexandre como o principal responsável pelo processo de digitalização em curso.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas à margem da iniciativa &#8220;Liberais ao Centro&#8221;, que hoje decorre em Coimbra, Mariana Leitão acusou o ministro de manter &#8220;uma certa teimosia [&#8230;] que tem sido gritante ao longo de todo este processo&#8221; da correção digital dos exames nacionais.</P><br />
<P>Segundo a presidente da IL, Fernando Alexandre não só insistiu &#8220;em escalar o processo sem ter a garantia de que as falhas que tinham sido identificadas no projeto-piloto estavam resolvidas&#8221;, como, depois, &#8220;começou a disparar culpas para todos os lados, não assumindo a sua própria responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque, em última instância, é sempre ele [Fernando Alexandre] o responsável&#8221;, vincou a líder liberal.</P><br />
<P>Sobre a existência de pautas com notas negativas e classificações suspensas, Mariana Leitão considerou-as &#8220;um conjunto de pendências graves, e sem que haja a informação necessária para os alunos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro diz que vai ser feita uma auditoria, eu estou muito curiosa para saber o que vai sair nessa auditoria, mas acima de tudo para perceber o que é que o ministério [da Educação] vai fazer para corrigir as falhas&#8221;, observou.</P><br />
<P>O processo em curso &#8220;está ele todo bastante fragilizado e com um conjunto alargado de problemas&#8221; que carecem de explicações e soluções expeditas, frisou Mariana Leitão, dizendo não ter &#8220;garantia nenhuma&#8221; de que os problemas &#8220;estejam, de facto, resolvidos&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791099]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Perdas graves em instalação petrolífera no Kuwait após ataque iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma instalação petrolífera do Kuwait sofreu hoje "perdas materiais graves" num ataque do Irão contra aquele país do Golfo Pérsico, cujas instalações energéticas voltaram a ser alvo de ofensivas iranianas no âmbito do confronto com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma instalação petrolífera do Kuwait sofreu hoje &#8220;perdas materiais graves&#8221; num ataque do Irão contra aquele país do Golfo Pérsico, cujas instalações energéticas voltaram a ser alvo de ofensivas iranianas no âmbito do confronto com os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Um dos locais vitais do setor petrolífero foi alvo, esta manhã, de ataques iranianos brutais e repetidos, que resultaram em vários feridos e graves prejuízos materiais&#8221;, afirmou a Companhia Nacional do Kuwait, num comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial KUNA.</P><br />
<P>De acordo com o comunicado, os feridos receberam assistência médica e o local foi evacuado, embora não tenha sido especificada a gravidade dos ferimentos nem dos danos causados à instalação.</P><br />
<P>As autoridades do Kuwait informaram que vários bombeiros e um funcionário civil ficaram feridos hoje em incêndios provocados pelos ataques do Irão contra o país, que esta manhã voltaram a ter como alvo uma central energética e uma estação de dessalinização.</P><br />
<P>O Irão anunciou, entretanto, que vários soldados norte-americanos morreram nos seus ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova onda de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém e na Jordânia, atingindo bases, radares, centros de comunicações, depósitos de combustível, aeronaves e várias pontes.</P><br />
<P>Segundo a agência Fars, a Guarda Revolucionária iraniana atacou &#8220;o local de concentração das forças agressoras em Arifjan (Kuwait) e causou a morte&#8221; de vários elementos, enquanto outro ataque com drones destruiu o radar da base norte-americana de Ali al Salem, bem como um hangar de reparação e manutenção de armamento e um abrigo para drones.</P><br />
<P>Noutro comunicado, a Guarda Revolucionária deu conta de &#8220;operações contundentes&#8221; com drones e mísseis contra o cais de apoio e abastecimento de combustível da frota norte-americana no porto de Al Ahmadi, no Kuwait, e contra o local de concentração das aeronaves de combate inimigas na base de Sheikh Isa, no Bahrein.</P><br />
<P>O Ministério da Eletricidade, Água e Energias Renováveis do Kuwait, por sua vez, confirmou que um ataque iraniano provocou hoje um incêndio numa central elétrica e numa estação de dessalinização de água.</P><br />
<P>Além disso, a companhia aérea nacional do Kuwait, a Kuwait Airways, anunciou que a maioria dos seus voos foi reprogramada na sequência de uma suspensão temporária das operações no aeroporto do país devido aos ataques iranianos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791098]]></sapo:autor>
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		<title>A água com limão e pepino não faz milagres — mas pode ajudá-lo a enfrentar os dias de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[SNS 24 recomenda beber água mesmo sem sentir sede, aumentar a ingestão de líquidos durante os dias de calor e evitar bebidas alcoólicas ou com grandes quantidades de açúcar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma jarra de água, algumas rodelas de limão e outras tantas de pepino. A receita não desintoxica o organismo, não queima gordura nem tem poderes especiais, mas pode cumprir uma função bastante mais simples e útil nos dias quentes: tornar a água mais agradável e ajudar quem tem dificuldade em beber líquidos regularmente.</p>
<p>A sugestão surge num artigo do &#8216;El Economista&#8217;, publicado numa altura em que Espanha se prepara para um episódio de temperaturas muito elevadas e persistentes. Em Portugal, o cenário não deverá ser tão extremo durante o fim de semana, mas as previsões apontam para uma subida progressiva do calor a partir de terça-feira.</p>
<p>Este sábado e domingo, as máximas deverão rondar os 28 graus em Lisboa, os 31 a 33 graus em Portalegre e Évora e os 33 a 34 graus em Bragança e Castelo Branco. A subida torna-se mais evidente a partir de terça-feira e poderá levar os termómetros aos 38 graus em Bragança e aos 39 graus em Castelo Branco na quarta-feira.</p>
<p>É nestes períodos que a hidratação ganha ainda mais importância. O SNS 24 recomenda beber água mesmo sem sentir sede, aumentar a ingestão de líquidos durante os dias de calor e evitar bebidas alcoólicas ou com grandes quantidades de açúcar. Permanecer em espaços frescos e evitar a exposição ao calor nas horas mais quentes são outros cuidados essenciais.</p>
<p>A água continua a ser a melhor opção. Ainda assim, para quem a considera pouco apelativa, adicionar limão, pepino, folhas de hortelã ou pedaços de fruta pode facilitar o consumo ao longo do dia. O benefício não resulta de qualquer transformação especial da bebida, mas simplesmente do sabor e do aroma, que podem incentivar a beber com maior frequência.</p>
<p>O pepino é constituído maioritariamente por água e transmite uma sensação de frescura. O limão acrescenta um sabor ácido e pequenas quantidades de vitamina C, embora duas ou três rodelas numa jarra não convertam a bebida numa fonte nutricional relevante.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, o verdadeiro valor desta combinação está precisamente na facilidade com que pode transformar a hidratação num hábito mais agradável. Não é necessário espremer grandes quantidades de limão nem deixar a mistura repousar durante horas: basta juntar os ingredientes à água e mantê-la no frigorífico.</p>
<p>Há, no entanto, alguns cuidados a ter. A fruta e o pepino devem ser bem lavados, a bebida não deve permanecer vários dias à temperatura ambiente e as pessoas com dentes sensíveis podem preferir não exagerar no limão, devido à acidez.</p>
<p>Também não existe uma quantidade universal de água adequada a todas as pessoas. As necessidades variam com a idade, a atividade física, a temperatura, a alimentação e eventuais problemas de saúde. Quem tenha restrições de líquidos recomendadas por um médico deve manter essas indicações.</p>
<p>Nos dias de maior calor, o mais importante é não esperar pela sede. Uma garrafa por perto, pequenos copos distribuídos ao longo do dia e uma jarra com algum sabor podem ser estratégias mais eficazes do que qualquer promessa de uma bebida “milagrosa”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790404]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de férias com a bagageira cheia? Há um gesto com os cintos traseiros que pode evitar o pior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 10:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas viagens de verão, a bagageira transforma-se muitas vezes num exercício de engenharia: malas, sacos, geleiras, chapéus de sol e até pequenos eletrodomésticos são empilhados até ao último centímetro disponível]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas viagens de verão, a bagageira transforma-se muitas vezes num exercício de engenharia: malas, sacos, geleiras, chapéus de sol e até pequenos eletrodomésticos são empilhados até ao último centímetro disponível. Há, porém, um gesto simples que muitos condutores desconhecem e que pode reforçar a segurança em caso de acidente: apertar os cintos dos bancos traseiros, mesmo quando ninguém viaja nesses lugares.</p>
<p>A recomendação foi recuperada pela Direção-Geral de Trânsito espanhola e dirige-se sobretudo a quem circula com a bagageira muito carregada. Segundo o ‘El País’, o objetivo não é proteger passageiros inexistentes, mas ajudar a manter os encostos traseiros na posição em caso de colisão ou travagem brusca.</p>
<p>Quando um automóvel sofre uma desaceleração violenta, tudo o que não está devidamente preso tende a continuar em movimento. Uma mala com vários quilos, uma caixa ou uma geleira podem ser projetadas para a frente com uma força muito superior ao peso que apresentam quando estão paradas.</p>
<p>Se a pressão sobre os encostos traseiros for suficientemente elevada, a carga pode fazê-los ceder ou deslocar-se, entrando no habitáculo e atingindo os ocupantes da frente. O risco aumenta nas viagens de férias, quando a bagageira costuma circular perto da capacidade máxima.</p>
<p>É neste ponto que entram os cintos de segurança. Quando estão apertados sobre os bancos traseiros vazios, funcionam como um reforço adicional dos encostos, ajudando a suportar a pressão exercida pela bagagem.</p>
<p>A medida não substitui uma arrumação correta, nem transforma os cintos numa barreira infalível. Cria, contudo, uma camada adicional de proteção entre a carga e os passageiros dos bancos dianteiros.</p>
<p>O ‘El País’ recorda que os mesmos princípios físicos aplicados às pessoas sem cinto também se aplicam aos objetos transportados no veículo. Durante uma colisão, uma mala de 15 quilos pode atingir os encostos com uma força equivalente a várias centenas de quilos, dependendo da velocidade e da intensidade da desaceleração.</p>
<p>A autoridade espanhola utiliza frequentemente a expressão “efeito elefante” para ilustrar este fenómeno. Uma pessoa de 75 quilos que viaje sem cinto pode ser projetada contra o banco da frente com uma força equivalente a várias toneladas, mesmo num acidente a velocidade moderada.</p>
<p>O princípio é semelhante para qualquer objeto solto. Quanto maior for o peso e a velocidade do automóvel, maior será a energia libertada no impacto.</p>
<p>A primeira precaução deve, por isso, ser a distribuição correta da carga. Os objetos mais pesados devem ficar na parte inferior da bagageira e o mais encostados possível aos bancos traseiros.</p>
<p>A bagagem deve também ser distribuída de forma equilibrada, evitando concentrações excessivas de peso num dos lados. Esta organização reduz o risco de deslocamento dos objetos e ajuda a preservar a estabilidade do automóvel.</p>
<p>Dentro do habitáculo, não devem ficar malas, garrafas, computadores ou outros objetos soltos. Mesmo itens aparentemente leves podem provocar ferimentos se forem projetados durante uma travagem de emergência.</p>
<p>Quando o veículo dispõe de redes, cintas de fixação ou pontos de amarração, estes devem ser utilizados. Em carrinhas ou SUV com a bagageira aberta para o habitáculo, uma rede de separação pode acrescentar uma proteção importante.</p>
<p>Apertar os cintos traseiros demora apenas alguns segundos, não implica qualquer custo e pode ser feito antes de iniciar a viagem. É um gesto discreto, mas particularmente útil quando os bancos estão vazios e a bagageira segue cheia.</p>
<p>No verão, quando milhões de famílias percorrem longas distâncias com o automóvel carregado, esta pequena precaução pode fazer a diferença entre a bagagem permanecer no lugar ou transformar-se num conjunto de projéteis dentro do carro.</p>
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		<title>Filipe Marques segundo na Taça do Mundo de Tata de paratriatlo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 10:20:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Filipe Marques terminou hoje em segundo lugar a Taça do Mundo de paratriatlo de Tata, na Hungria, na classe PTS5 (deficiências leves), conseguindo o seu terceiro pódio seguido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Filipe Marques terminou hoje em segundo lugar a Taça do Mundo de paratriatlo de Tata, na Hungria, na classe PTS5 (deficiências leves), conseguindo o seu terceiro pódio seguido.</P><br />
<P>Filipe Marques concluiu a prova em 55.42 minutos, a 16 segundos do vencedor, o húngaro Bence Mocsari (55.26), enquanto o canadiano Stefan Daniel terminou no terceiro posto, a 01.15 minutos do vencedor.</P><br />
<P>&#8220;A prova correu bastante bem, saí em primeiro da água, com alguma distância, tentei ganhar o mais possível aos restantes atletas na bicicleta, não consegui e chegámos os três juntos à corrida, mas estou satisfeito por ter estado na disputa pela vitória até ao fim&#8221;, afirmou Filipe Marques, em declarações reproduzidas pela Federação de Triatlo de Portugal.</P><br />
<P>A medalha de prata conquistada hoje por Filipe Marques segue-se à de bronze arrebatada na Taça do Mundo de Hamburgo, na Alemanha, na semana passada, e ao segundo lugar no Europeu, em Tarragona, em 15 de junho.</P></p>
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		<title>Exames: Processo está &#8220;comprometido&#8221; e funcionários não são obrigados a trabalhar &#8211; Fenprof</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 10:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse hoje que o processo de classificação dos exames nacionais está "inevitavelmente comprometido", lembrando que os funcionários das escolas não são obrigados a trabalhar à noite e ao fim de semana. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse hoje que o processo de classificação dos exames nacionais está &#8220;inevitavelmente comprometido&#8221;, lembrando que os funcionários das escolas não são obrigados a trabalhar à noite e ao fim de semana. </P><br />
<P>Num comunicado hoje divulgado, a organização começou por criticar as declarações do ministro da Educação, Fernando Alexandre, referindo que &#8220;constituem um caso de estudo&#8221;, visto que &#8220;aos simpáticos louvores e pedidos de desculpa aos professores pelo trabalho feito, segue-se a exigência de trabalho missionário a quem trabalha nas escolas e tem tarefas na publicação de resultados&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Fenprof, &#8220;nenhum trabalhador das escolas está obrigado, a não ser que seja expressamente convocado e nos termos legalmente previstos, a trabalhar à noite e ao fim de semana&#8221;.</P><br />
<P>Acusando Fernando Alexandre de &#8220;transformar um processo nacional de exames, que deveria transmitir confiança e rigor, num exemplo de improvisação, desorganização e desconfiança&#8221;, a Fenprof disse que &#8220;as notas dos exames do secundário lá acabaram por ser publicadas, apesar de haver milhares em situação &#8216;suspensa'&#8221;.</P><br />
<P>Assegurou, no entanto, que &#8220;tal só foi possível graças ao brio profissional, ao sentido de responsabilidade, à capacidade de sacrifício e à abnegação de milhares de classificadores, que, apesar de destratados e desrespeitados pela tutela, o conseguiram garantir&#8221;.  </P><br />
<P>De acordo com a Fenprof, &#8220;a publicação, que teve como único objetivo o cumprimento de calendário, veio confirmar os avisos e receios de muitos: havia erros graves que não garantiam a fiabilidade e a confiança do processo, e as classificações nunca deveriam ter sido publicadas naquelas condições&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a entidade, &#8220;o enorme número de notas suspensas&#8221;, desde logo, &#8220;coloca em causa a equidade&#8221;, frustrando as &#8220;legítimas expectativas dos alunos e das suas famílias&#8221;.</P><br />
<P>Para a Fenprof, neste contexto, &#8220;esperar-se-ia de um ministro, antes de tudo, a plena e inequívoca assunção de responsabilidades e a consequente procura de soluções para o problema&#8221;, mas, Fernando Alexandre &#8220;preferiu distribuir culpas&#8221;, criticou. </P><br />
<P>&#8220;Primeiro, os professores, acusados de resistirem à mudança. Depois, o Júri Nacional de Exames, por, alegadamente, fornecer informações erradas&#8221;, disse, apontando que foram depois culpados novamente os professores, &#8220;por não estarem disponíveis para classificar, quando, afinal, havia centenas de classificadores disponíveis, que apenas não conseguiram evitar os atrasos por não receberem os itens na plataforma&#8221;. </P><br />
<P>Por fim, disse, &#8220;nem os diretores escaparam, tratados como se bastasse um telefonema para os responsabilizar por resolver problemas criados pela própria tutela&#8221;. </P><br />
<P>A Fenprof apontou ainda que ficaram por explicar &#8220;os milhões de euros anunciados para resolver a falta de professores e o pagamento das horas extraordinárias&#8221;.  </P><br />
<P>Para os professores, tendo em conta que são milhares as notas suspensas, &#8220;confirma-se o que mais se temia &#8211; o processo está inevitavelmente comprometido, faltando ainda conhecer a verdadeira dimensão dos problemas e suas consequências&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Avançar para a segunda fase como se nada de errado tivesse ocorrido na primeira não é solução&#8221;, referiu defendendo que &#8220;situações excecionais obrigam a soluções excecionais&#8221;.</P><br />
<P>O ministro da Educação disse esta sexta-feira que iria responsabilizar os diretores se as notas dos exames nacionais do ensino secundário não fossem divulgadas nesse dia devido ao encerramento dos estabelecimentos de ensino.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário, realizados por 166 mil alunos, foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério da Educação a adiar os prazos inicialmente previstos.</P></p>
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