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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Portuguesa Purever prevê aumentar vendas em 35% para 250 M€ no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Purever prevê terminar o primeiro semestre deste ano com uma subida homóloga de 35% das vendas, para 250 milhões de euros, impulsionada por contratos com farmacêuticas e 'data centers', anunciou hoje a multinacional portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Purever prevê terminar o primeiro semestre deste ano com uma subida homóloga de 35% das vendas, para 250 milhões de euros, impulsionada por contratos com farmacêuticas e &#8216;data centers&#8217;, anunciou hoje a multinacional portuguesa.</p>
<p>Em comunicado, a Purever destaca que para o crescimento das vendas nos primeiros seis meses do ano estão, sobretudo, a contribuir os projetos, em execução, das fábricas das farmacêuticas Novo Nordisk em França e a da Eli Lilly na Irlanda, bem como a instalação de &#8216;data centers&#8217; na Áustria, Irlanda e Finlândia.</p>
<p>Já na Península Ibérica foram adjudicados à Purever o projeto industrial da portuguesa Hovione no Seixal e da Ferrer em Barcelona, estando igualmente em execução instalações industriais para a Colorplast em Felgueiras e da Bluepharma em Coimbra.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano, a Purever registou vendas totais de 120 milhões de euros, uma subida de 27% face ao mesmo período de 2025, após ter terminado o exercíco de 2025 com uma faturação de 450 milhões de euros.</p>
<p>Recentemente, a Purever foi escolhida pelo grupo indiano Agratas (divisão da Tata) para fornecer a nova fábrica de baterias em Somerset, na Inglaterra, que vão equipar os carros eletrificados da Jaguar e da Land Rover, num contrato de cerca de 30 milhões de euros numa primeira fase.</p>
<p>Este contrato, ganho pela filial ARDMAC UK, segue-se a outro que a empresa executou para a Envision, também fabricante de baterias, em Newcastle, que fornece os veículos da Nissan.</p>
<p>A multinalcional portuguesa apresenta-se também como candidata a ser um dos fornecedores da fábrica de baterias para automóveis dos chineses da CALB que está prevista para Sines.</p>
<p>Com mais de 1.500 colaboradores nas oito fábricas que possui em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos, bem como nos 25 escritórios espalhados por 18 países, a Purever desenha, fabrica e constrói instalações técnicas que requerem isolamento térmico ou ambientes controlados quanto a poeiras, humidade ou proteção contra fogo.</p>
<p>Entre os seus clientes estão setores como os &#8216;data centers&#8217;, fábricas de eletrónica, farmacêutica e hospitais, fábricas de baterias e indústria aeroespacial, assim como toda a cadeia alimentar, do fabrico, logística, retalho alimentar e restaurantes.</p>
<p>A celebrar este ano o seu 25.º aniversário, Purever opera com quatro marcas: Ardmac, Dagard, Coldkit e Misa.</p>
<p>A Dagard, com duas fábricas em França e uma nos EUA, comemora este ano 75 anos de existência, enquanto a fábrica da Purever em Nelas, Viseu, assinala 35 anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776406]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do El Corte Inglés em Portugal recuam cerca de 6% em 2025-26 para 44,9 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:37:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O resultado líquido do El Corte Inglés em Portugal recuou cerca de 6% no exercício 2025-2026, para 44,9 milhões de euros, uma variação atribuída a efeitos fiscais num período em que os lucros brutos cresceram 13%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O resultado líquido do El Corte Inglés em Portugal recuou cerca de 6% no exercício 2025-2026, para 44,9 milhões de euros, uma variação atribuída a efeitos fiscais num período em que os lucros brutos cresceram 13%.</P><br />
<P>&#8220;Os lucros líquidos do El Corte Inglés em Portugal fixaram-se em 44.900.038 euros, depois de pagos os 15.372.680 euros, correspondentes ao imposto sobre o rendimento do exercício que se fixou nos 60.272.718 euros&#8221;, refere um comunicado hoje divulgado pelo El Corte Inglés &#8212; Grandes Armazéns S. A.</P><br />
<P>No total, são menos cerca de 3,1 milhões de euros face aos 48 milhões de euros comunicados no ano passado. Fonte da empresa explicou que a descida desde indicador se deveu uma variação fiscal.</P><br />
<P>No período em análise, o lucro antes de impostos aumentou 13% face ao exercício anterior, enquanto o volume de negócios cresceu 5,3% para 655,5 milhões de euros.</P><br />
<P>A empresa portuguesa do grupo espanhol registou que o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) subiu 15% e atingiu os 73,9 milhões de euros, &#8220;revelando um crescimento da produtividade da empresa que, no exercício passado, acentuou a sua trajetória de eficiência na sua operação de retalho&#8221;.</P><br />
<P>No documento, é também apontando que o grupo alcançou um resultado líquido de 628 milhões de euros no período terminado em fevereiro, numa subida de 22,8%, enquanto o seu EBITDA cresceu 4,7% para 1.266 milhões de euros e o volume de negócios aumentou 2% para 14.988 milhões de euros.</P><br />
<P>Por sua vez, a dívida financeira recuou 148 milhões de euros e atingiu 1,3 vezes o EBITDA.</P><br />
<P>Com o crescimento da rentabilidade e diminuição da dívida, o grupo espera aumentar o investimento em mais 14% &#8220;já este ano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste contexto, o grupo enfrenta o atual exercício de 2026-2027 com boas perspetivas nas diferentes áreas de negócio e com um impulso no esforço de investimentos que se prevê chegar aos 650 milhões de euros&#8221;, regista o comunicado.</P><br />
<P>No documento, a presidente do grupo El Corte Inglés, Cristina Álvarez, diz que os resultados &#8220;demonstram a solidez do grupo&#8221; e permitem enfrentar os próximos anos com confiança e com maior investimento e crescimento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776412]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: UE pode contribuir com influência económica e conhecimento sobre nuclear, refere Kallas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Kaja Kallas]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da UE indicou hoje que o bloco está disponível para contribuir para a próxima fase das negociações com o Irão através da influência económica e do conhecimento sobre o dossiê nuclear.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da UE indicou hoje que o bloco está disponível para contribuir para a próxima fase das negociações com o Irão através da influência económica e do conhecimento sobre o dossiê nuclear.</p>
<p>Em conferência de imprensa no final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, no Luxemburgo, Kaja Kallas considerou que o memorando de entendimento alcançado pelo Irão e os Estados Unidos &#8220;representa um potencial avanço&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este acordo pode proporcionar o espaço tão necessário para negociações mais aprofundadas sobre o programa nuclear iraniano e outras questões críticas&#8221;, referiu.</p>
<p>No entanto, a chefe da diplomacia da UE avisou que &#8220;a fase mais difícil das negociações ainda está por vir&#8221; e referiu que os ministros dos 27 discutiram &#8220;de que forma é que a UE pode estar diretamente envolvida na próxima fase&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde a capacidade de influência económica até ao conhecimento especializado em matéria nuclear, a UE está pronta para contribuir para uma solução sustentável&#8221;, afirmou.</p>
<p>As declarações de Kallas foram feitas depois de, esta manhã, França, Alemanha e Itália terem sugerido levantar as sanções ao Irão caso o país se comprometa a abdicar do programa nuclear.</p>
<p>Portugal já indicou que se alinhará com o que for decidido pelo bloco.</p>
<p>No que se refere ao conhecimento sobre o dossiê nuclear, nos últimos meses Kaja Kallas tem insistido que a UE pode ajudar nas negociações, uma vez que dispõe de vários especialistas que participaram no acordo alcançado em 2015 sobre o programa nuclear iraniano.</p>
<p>Questionada se não teme que Israel possa pôr em causa o memorando de entendimento agora alcançado devido à ofensiva no Líbano, Kallas referiu que essa situação foi discutida pelos ministros.</p>
<p>&#8220;E os ministros também referiram que o Líbano devia ser abrangido pelo cessar-fogo&#8221;, disse.</p>
<p>Nestas declarações aos jornalistas, Kallas foi ainda questionada se os ministros voltaram a discutir uma eventual expansão do mandato da operação naval da UE Aspides, atualmente no mar Vermelho, para o estreito de Ormuz, como forma de reforçar a iniciativa franco-britânica que visa garantir a liberdade de circulação na via marítima crucial para o comércio mundial</p>
<p>Kallas disse que, apesar de esse assunto não ter sido abordado hoje, já foi &#8220;intensamente discutido&#8221; no passado e vários Estados-membros comprometeram-se a reforçar a operação, apesar de não concordarem na expansão para Ormuz.</p>
<p>&#8220;O foco da operação Aspides vai continuar a ser o mar Vermelho, tal e qual como agora, enquanto a coligação franco-britânica vai passar a operar no estreito de Ormuz. Os Huthis [movimento rebelde do Iémen] afirmaram que vão aumentar os ataques [no mar Vermelho], pelo que considero que estas duas operações se complementam e funcionam em estreita articulação&#8221;, disse.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Odair Moniz. Agente da PSP acusado do homicídio condenado a 3 anos e seis meses de prisão com pena suspensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Odair Moniz, cabo-verdiano, de 43 anos e residente no Bairro do Zambujal, morreu a 21 de outubro de 2024, depois de ter sido atingido por dois tiros disparados pelo agente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agente da PSP Bruno Pinto foi esta segunda-feira condenado a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa, pela morte de Odair Moniz, atingido por disparos na Cova da Moura, na Amadora, em outubro de 2024.</p>
<p>A leitura do acórdão decorreu hoje no Tribunal de Sintra, tendo o coletivo de juízes dado como provada a maior parte dos factos que constavam da acusação do Ministério Público. Odair Moniz, cabo-verdiano, de 43 anos e residente no Bairro do Zambujal, morreu a 21 de outubro de 2024, depois de ter sido atingido por dois tiros disparados pelo agente.</p>
<p>O tribunal considerou que “houve uma legítima defesa, mas com excesso de meios”, afastando a versão de que a atuação do agente tivesse sido proporcional ao sucedido. “São censuráveis as utilizações destes meios”, lê-se no acórdão, em referência aos disparos efetuados pelo polícia.</p>
<p><strong>Tribunal afasta versão da faca</strong></p>
<p>A existência de uma arma branca foi um dos pontos centrais do julgamento. A defesa do agente sustentava que Bruno Pinto tinha agido em legítima defesa perante uma ameaça com faca, mas o tribunal considerou que essa versão não ficou provada.</p>
<p>Em relação à existência de um punhal, o coletivo de juízes considerou que “foi produzida prova abundante de que Odair não tinha qualquer faca”.</p>
<p>“Nem o colega que o acompanhava, nem as restantes testemunhas, mais ninguém viu qualquer lâmina, qualquer faca no momento em que acontecem os disparos”, disse a juíza, acrescentando que o punhal encontrado mais tarde no local não tinha vestígios compatíveis com a versão de que Odair Moniz o tivesse usado.</p>
<p>O tribunal considerou ainda que Odair Moniz “não leva sequer a mão à cintura no momento em que é atingido”, concluindo que, nessa parte, as declarações do arguido não mereceram credibilidade.</p>
<p>Apesar de admitir o contexto de tensão em que ocorreu a intervenção policial, o tribunal entendeu que era exigível outra atuação por parte do agente. “Mesmo não tendo experiência que seria desejada, é exigível que o agente gira de outra forma stress e ansiedade”, refere o acórdão.</p>
<p><strong>“Caso e circunstâncias especiais”</strong></p>
<p>O acórdão sublinhou, ainda assim, que a situação tinha contornos particulares. “Estamos perante um caso e circunstâncias especiais. Nesta situação percebeu-se que agiu no exercício das funções”, afirmou o tribunal durante a leitura da decisão.</p>
<p>Os juízes consideraram também que houve comportamento censurável por parte de Odair Moniz antes dos disparos. “Houve comportamento de Odair censurável, colocou em risco pessoas a circular na estrada”, refere o acórdão.</p>
<p>O tribunal deu como provados factos relativos à atuação posterior do arguido, incluindo que Bruno Pinto permaneceu junto da vítima, mediu a pulsação e ajudou o INEM nas manobras de reanimação.</p>
<p>Ficou igualmente provado, segundo o acórdão, que o agente mostrou tristeza pela morte de Odair Moniz e sofrimento pelos familiares da vítima.</p>
<p><strong>Ministério Público pedia condenação por homicídio</strong></p>
<p>O Ministério Público tinha pedido a condenação do agente por homicídio e defendido ainda que Bruno Pinto fosse proibido de exercer funções na PSP.</p>
<p>Nas alegações finais, o procurador sustentou que devia ser dado como não provado que Odair Moniz estivesse munido de uma faca ou que a tivesse usado para tentar agredir o agente. Para o Ministério Público, mesmo tendo havido resistência à detenção e agressões aos polícias, não existia uma situação de violência extrema que justificasse os disparos.</p>
<p>A inspetora-chefe da Polícia Judiciária que coordenou a investigação, Cláudia Soares, também tinha afirmado em tribunal estar convencida de que Odair Moniz não empunhava qualquer arma branca. “É a minha convicção que não existiu uma arma branca”, disse, acrescentando que as imagens de videovigilância não mostravam a vítima a usar uma faca.</p>
<p>A defesa de Bruno Pinto pedia a absolvição. O advogado Ricardo Serrano Vieira argumentava que a acusação assentava na ideia de que não houve legítima defesa por não existir faca. No final da última sessão, o agente afirmou ter cumprido todos os procedimentos “do princípio ao fim”.</p>
<p>A morte de Odair Moniz provocou forte debate público e colocou sob escrutínio a atuação policial naquele episódio. O agente, que iniciou carreira na PSP em 2022, encontrava-se suspenso de funções por determinação da Inspeção-Geral da Administração Interna.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776418]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder da extrema-direita de França não quer sair da União Europeia. Quer mudar tudo porque diz que Bruxelas ficou obsoleta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan Bardella]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos 30 anos, Bardella tornou-se o possível candidato presidencial do partido depois de Marine Le Pen ter sido condenada, em 2025, por desvio de fundos europeus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jordan Bardella quer apresentar a extrema-direita francesa como uma força preparada para governar, negociar em Bruxelas e redesenhar a União Europeia por dentro. Numa entrevista ao &#8216;POLITICO&#8217;, o líder do Reagrupamento Nacional defende que a UE está “completamente obsoleta” e que já não consegue responder aos desafios do século XXI.</p>
<p>Aos 30 anos, Bardella tornou-se o possível candidato presidencial do partido depois de Marine Le Pen ter sido condenada, em 2025, por desvio de fundos europeus, uma decisão que implicou uma pena de inelegibilidade de cinco anos. A 7 de julho, um tribunal de recurso deverá decidir se confirma a condenação, o que poderá determinar se será Le Pen ou Bardella a disputar o Eliseu.</p>
<p>Até agora visto como o protegido de Marine Le Pen, Bardella vê-se obrigado a clarificar posições sobre temas centrais: a União Europeia, a NATO, a defesa francesa, a guerra na Ucrânia, a relação com Donald Trump e a política económica do partido.</p>
<p><strong>“Não queremos sair da União Europeia”</strong></p>
<p>Apesar do discurso duro contra Bruxelas, Bardella insiste que o Reagrupamento Nacional não pretende abandonar a União Europeia. “Não queremos sair da União Europeia. Queremos mudar tudo sem destruir nada”, afirmou.</p>
<p>O dirigente francês sustenta que, durante uma década, o mundo tem assistido ao regresso de tudo aquilo que, na sua leitura, a União Europeia tentou desmontar: a nação, as fronteiras, a defesa do interesse nacional e a soberania popular.</p>
<p>Para Bardella, a UE representa hoje “globalização, mercados abertos poderosos, imigração descontrolada, declínio económico e regulação excessiva”. E é nesse ponto que deixa a frase mais dura: “A União Europeia está completamente obsoleta e, na sua forma e âmbito atuais, já não é capaz de responder aos grandes desafios que o nosso país enfrentará.”</p>
<p>A estratégia passa, portanto, por mudar a arquitetura europeia a partir de dentro, não por abandonar o bloco. Bardella quer uma França mais agressiva na defesa dos seus interesses em Bruxelas e promete reduzir a contribuição francesa para o orçamento europeu caso chegue ao poder.</p>
<p><strong>Uma Europa que já não acompanha o ritmo do mundo</strong></p>
<p>O ponto central da entrevista é a ideia de que a União Europeia se tornou lenta, burocrática e incapaz de acompanhar a velocidade das grandes potências. “O ritmo a que os europeus e a União Europeia se movem hoje já não corresponde ao ritmo do mundo”, afirmou Bardella.</p>
<p>O líder do Reagrupamento Nacional acusa Bruxelas de tentar fechar o orçamento de longo prazo antes das presidenciais francesas, numa tentativa de limitar a margem de ação de um futuro governo. Para Bardella, essa estratégia representa uma “política e filosofia profundamente antidemocráticas”.</p>
<p>O dirigente defende que França deve negociar uma redução da sua contribuição, à semelhança do que, segundo ele, outros países já fizeram para defender os seus interesses. O argumento é simples: se os franceses são chamados a fazer sacrifícios em tempos de crise, a União Europeia não pode aumentar fortemente o seu orçamento.</p>
<p>O &#8216;POLITICO&#8217; recorda, no entanto, que a proposta de orçamento anual da UE para 2028-2034 representa um aumento nominal de 38% face ao quadro financeiro anterior, e não os 80% referidos por Bardella.</p>
<p><strong>Defesa europeia, mas com soberania nacional</strong></p>
<p>Bardella também tenta equilibrar o discurso sobre defesa. Diz que a França não deve sair da NATO, mas mantém a defesa da saída do comando militar integrado da Aliança Atlântica, embora não enquanto houver guerra à porta da Europa.</p>
<p>“Sou um soberanista francês. Defendo a liberdade do meu país”, afirmou. “Não somos a favor de sair da NATO. Mas somos a favor de sair do comando integrado da NATO para recuperar margem de manobra, liberdade e independência em matéria diplomática e militar.”</p>
<p>Sobre a Rússia, Bardella admite que o país liderado por Vladimir Putin representa hoje “uma ameaça multidimensional” aos interesses franceses e europeus. Ainda assim, sublinha que tanto a Rússia como a França são potências nucleares, o que, na sua perspetiva, impõe uma responsabilidade especial no diálogo.</p>
<p>O dirigente garantiu que honraria compromissos de defesa com parceiros europeus, mas rejeitou a ideia de transferir soberania militar para a Comissão Europeia. “Recuso permitir que a Comissão Europeia tenha o poder de enviar soldados franceses para morrer”, afirmou.</p>
<p><strong>Contra tropas francesas na Ucrânia</strong></p>
<p>Sobre a Ucrânia, Bardella recusou o envio de tropas francesas, mesmo após um eventual cessar-fogo, salvo no quadro de uma missão de manutenção da paz das Nações Unidas.</p>
<p>O dirigente criticou ainda deslocações de candidatos presidenciais franceses a Kyiv, classificando-as como “espetáculo”. “A Ucrânia é um teatro de guerra. Não é um palco para encenação política”, afirmou.</p>
<p>Bardella defende que a prioridade de uma eventual presidência do Reagrupamento Nacional seria trabalhar para restaurar a paz junto às fronteiras da Europa, primeiro através de um cessar-fogo na Ucrânia e depois com garantias de segurança que permitam ao país defender o seu território.</p>
<p><strong>Trump, Meloni e a nova direita europeia</strong></p>
<p>A entrevista mostra também Bardella a tentar posicionar-se no tabuleiro internacional da direita europeia. O líder francês destaca Giorgia Meloni como parceira indispensável para França se o Reagrupamento Nacional vencer as próximas eleições, e prepara contactos com o PiS polaco, partido conservador que integra o grupo europeu ECR.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Bardella distancia-se de Donald Trump. Diz que não precisa do apoio do presidente americano e descreve o segundo mandato de Trump como mais difícil de ler do que o primeiro.</p>
<p>“Depende do dia. Há uma atitude de segunda-feira, uma atitude de terça-feira, uma atitude de quarta-feira. O seu posicionamento não é apenas errático, é também extremamente instável e em constante mudança”, afirmou.</p>
<p>Para Bardella, os Estados Unidos continuam a ser aliados, mas já não parecem disponíveis para proteger a Europa como antes. Essa mudança reforça o seu argumento central: a Europa tem de se reorganizar, reforçar a defesa e recuperar soberania, mas sem entregar esse processo a Bruxelas.</p>
<p>O programa de Bardella é, por isso, menos uma promessa de rutura formal com a União Europeia e mais uma tentativa de esvaziar o modelo atual por dentro. A palavra-chave é obsolescência: para o provável candidato da extrema-direita francesa, a UE não deve desaparecer, mas já não serve como está.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776410]]></sapo:autor>
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		<title>Galp vai investir 2,7 milhões de euros em combustível, equipamentos e energia para os bombeiros portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:49:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Galp vai investir cerca de 2,7 milhões de euros no reforço do apoio às associações humanitárias de bombeiros em Portugal, através de um conjunto de iniciativas destinadas a aumentar a capacidade operacional, energética e de resposta das corporações em todo o território nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Galp vai investir cerca de 2,7 milhões de euros no reforço do apoio às associações humanitárias de bombeiros em Portugal, através de um conjunto de iniciativas destinadas a aumentar a capacidade operacional, energética e de resposta das corporações em todo o território nacional.</p>
<p>O investimento, desenvolvido pela empresa e pela Fundação Galp no âmbito do Programa de Apoio a Bombeiros e Resposta à Emergência, abrange 25 corporações de bombeiros de Portugal Continental e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.</p>
<p>O apoio contempla o fornecimento de combustível, a aquisição e renovação de equipamentos operacionais e de proteção individual, o reforço dos meios de resposta à emergência e a implementação de soluções energéticas mais resilientes.</p>
<p>Segundo a Galp, uma parte significativa deste apoio foi reforçada na sequência dos impactos provocados pela tempestade Kristin e está a ser concretizada em articulação com a Estrutura de Missão para a Recuperação da Região Centro, contribuindo para a reconstrução, reabilitação e modernização de infraestruturas consideradas críticas.</p>
<p>Entre os projetos em curso destaca-se um investimento de cerca de 1,1 milhões de euros destinado à reconstrução de quartéis e à instalação de sistemas de autoconsumo solar em Leiria e Monte Redondo. Estão igualmente previstas intervenções em corporações como Arganil e Alcoutim, que incluem a reabilitação de instalações, a aquisição de equipamentos e o reforço da autonomia energética.</p>
<p>O programa aposta também na instalação de sistemas fotovoltaicos e soluções de armazenamento de energia em diversos quartéis, com o objetivo de aumentar a resiliência operacional das corporações, reduzir custos energéticos e assegurar a continuidade das operações em cenários de emergência.</p>
<p>“Apoiar os bombeiros é apoiar diretamente as comunidades e a sua capacidade de resposta nos momentos mais críticos. Este programa reflete um compromisso consistente da Galp com a segurança, a resiliência e o desenvolvimento dos territórios onde está presente, reforçando quem está na linha da frente e garantindo melhores condições para proteger pessoas e bens”, afirma João Marques da Silva, co-CEO da Galp.</p>
<p>Já Paulo Fernandes, coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, destaca que o apoio agora anunciado “constitui um contributo muito relevante para a recuperação e modernização de infraestruturas essenciais, reforçando a capacidade de resposta e a resiliência das comunidades”.</p>
<p>O programa contempla associações humanitárias de bombeiros de várias regiões do país, incluindo Praia da Vitória, Angra do Heroísmo, Faial, Matosinhos e Leça da Palmeira, Coimbra, Leiria, Sines, Odemira, Ourique, Penela, Grândola, Santiago do Cacém, Alcácer do Sal, entre outras.</p>
<p>Com esta iniciativa, a Galp pretende reforçar a capacidade de resposta das corporações de bombeiros num contexto marcado pelo aumento da frequência e intensidade de fenómenos climáticos extremos, contribuindo para a proteção das populações e dos territórios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776380]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Líder supremo iraniano diz que o seu povo sai como &#8220;vencedor indiscutível&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Mojtaba Khamenei]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, afirmou hoje que os iranianos foram os "vencedores indiscutíveis" do conflito com os Estados Unidos, após o anúncio de um acordo preliminar para cessar as hostilidades e reabrir o estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, afirmou hoje que os iranianos foram os &#8220;vencedores indiscutíveis&#8221; do conflito com os Estados Unidos, após o anúncio de um acordo preliminar para cessar as hostilidades e reabrir o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase, podemos afirmar com convicção que vocês, o povo heróico do Irão, foram os vencedores indiscutíveis deste conflito&#8221;, declarou Khamenei, numa mensagem transmitida pela emissora estatal iraniana.</P><br />
<P>O dirigente iraniano argumentou que a República Islâmica emergiu da crise como &#8220;uma grande potência&#8221; e considerou que a posição dos Estados Unidos saiu enfraquecida após o confronto.</P><br />
<P>&#8220;A transição da arrogância para a fraqueza tornou-se evidente para todos&#8221;, afirmou, referindo-se a Washington, acrescentando que a resposta adequada por parte dos iranianos passa por um &#8220;esforço incansável para alcançar um Irão forte&#8221;.</P><br />
<P>Mojtaba Khamenei assumiu a liderança do país após a morte do seu pai e antecessor, Ali Khamenei, assassinado nas fases iniciais da ofensiva militar conjunta conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>As declarações surgem depois de Washington e Teerão terem alcançado, no domingo, um acordo preliminar destinado a colocar um termo às hostilidades no Médio Oriente.</P><br />
<P>O entendimento foi anunciado pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que o classificou como um acordo de paz e informou que prevê o fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano.</P><br />
<P>Segundo Sharif, que atuou como intermediário nas conversações, a ratificação formal do acordo deverá ocorrer na próxima sexta-feira, em Genebra, informação posteriormente confirmada pelas duas partes.</P><br />
<P>A primeira fase do entendimento contempla a cessação das operações militares e a reabertura do estreito de Ormuz, uma das mais importantes rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo.</P><br />
<P>Numa segunda etapa, as partes deverão iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano, uma das principais fontes de tensão entre Teerão e Washington nas últimas décadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776378]]></sapo:autor>
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		<title>Mark Carney desafia era Trump: &#8220;A nova ordem mundial será construída a partir da Europa”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Carney]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ottawa está a transformar a cooperação com a União Europeia, num momento em que a segurança, a defesa e as cadeias estratégicas se tornaram temas centrais nas relações transatlânticas, garante PM do Canadá]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, defendeu que a “nova ordem mundial será construída a partir da Europa”, com o Canadá a assumir um papel relevante nesse processo, numa declaração que volta a ecoar críticas indiretas à visão internacional de Donald Trump, noticia a revista &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>Durante uma visita à Irlanda, Carney afirmou que o Canadá é “o mais europeu dos países não europeus” e sublinhou que Ottawa está a transformar a cooperação com a União Europeia, num momento em que a segurança, a defesa e as cadeias estratégicas se tornaram temas centrais nas relações transatlânticas.</p>
<p>As declarações surgem num contexto de crescente aproximação entre o Canadá e a Europa, em particular na área da defesa, e num momento em que a administração Trump procura reduzir a presença militar americana no continente europeu.</p>
<p><strong>Defesa, minerais críticos e segurança</strong></p>
<p>A possível redução da pegada militar dos Estados Unidos na Europa tem levantado dúvidas sobre o papel que Washington desempenhou desde a II Guerra Mundial como garante da segurança do continente. Trump tem criticado repetidamente os países europeus da NATO por não investirem o suficiente em defesa.</p>
<p>Carney destacou que, em fevereiro, o Canadá se tornou o primeiro país não europeu a integrar o mecanismo SAFE, uma iniciativa da União Europeia dedicada às compras conjuntas na área da defesa.</p>
<p>O instrumento, lançado em maio de 2025, prevê empréstimos até 150 mil milhões de euros para ajudar os Estados-membros da União Europeia a acelerar investimentos em defesa através de aquisições comuns.</p>
<p>O primeiro-ministro canadiano acrescentou ainda que o Canadá estabeleceu 56 parcerias em minerais críticos em mais de dez países, sobretudo na Europa. “Num mundo mais perigoso e dividido, o Canadá escolheu construir e trabalhar em parceria com a Europa”, afirmou.</p>
<p><strong>A crítica indireta a Trump</strong></p>
<p>A leitura da &#8216;Newsweek&#8217; associa estas declarações a um discurso feito por Carney no Fórum Económico Mundial, em Davos, em janeiro, quando o primeiro-ministro canadiano criticou a erosão da ordem internacional baseada em regras. As palavras foram interpretadas como uma referência à retórica de Donald Trump.</p>
<p>Na altura, Carney defendeu que as potências médias deviam unir-se perante a pressão das grandes potências. “Sabemos que a velha ordem não vai voltar”, afirmou então, acrescentando que era possível construir algo “maior, melhor, mais forte e mais justo”.</p>
<p>Para o chefe do Governo canadiano, são precisamente as potências médias que mais têm a perder num mundo dividido em blocos fechados e mais a ganhar com uma cooperação internacional efetiva.</p>
<p><strong>Uma nova ordem a partir da Europa</strong></p>
<p>Carney já tinha usado uma formulação semelhante em maio, na cimeira da Comunidade Política Europeia, na Arménia, ao defender que a nova ordem global seria reconstruída a partir da Europa.</p>
<p>O primeiro-ministro canadiano ligou essa ideia a uma aposta do Canadá em áreas como defesa, minerais críticos, energia, infraestruturas digitais, espaço, semicondutores, sistemas de pagamento, vacinas e tecnologias limpas.</p>
<p>Durante uma intervenção no Trinity College, em Dublin, Carney afirmou que a Irlanda e o Canadá estão a navegar uma “rutura global” e que “Canadá, Irlanda e Europa estão cada vez mais e imediatamente vulneráveis a ameaças que antes pareciam distantes”.</p>
<p>O primeiro-ministro canadiano defendeu ainda que os primeiros fios desta nova ordem internacional poderão começar a ser tecidos na próxima cimeira do G7, que terá lugar em Évian-les-Bains, em França.</p>
<p>A mensagem política é clara: num mundo em que os Estados Unidos parecem rever o seu papel tradicional na segurança europeia, o Canadá quer apresentar-se como parceiro estratégico da Europa e como parte ativa de uma nova arquitetura internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776376]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial&#8217;2026: FIFA fala em estádios quase cheios, mas imagens de lugares vazios levantam dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Diferença entre aquilo que aparecia nas transmissões televisivas e os dados anunciados levou a FIFA a defender publicamente a forma como calcula as assistências]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial&#8217;2026 arrancou com procura recorde por bilhetes, segundo a FIFA, mas as primeiras imagens de vários jogos da fase de grupos levantaram dúvidas sobre a assistência real nos estádios, noticia a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>Em algumas partidas dos primeiros dias da competição, foram visíveis setores vazios nas bancadas, apesar de os números oficiais indicarem lotações próximas da capacidade máxima dos recintos. A diferença entre aquilo que aparecia nas transmissões televisivas e os dados anunciados levou a FIFA a defender publicamente a forma como calcula as assistências.</p>
<p>“Os números oficiais de assistência refletem o número de bilhetes digitalizados e espectadores presentes no perímetro do estádio, e não avaliações visuais da ocupação dos lugares num determinado momento do jogo”, afirmou a FIFA.</p>
<p><strong>Setores vazios em jogos da fase de grupos</strong></p>
<p>Antes do início do torneio, a FIFA tinha destacado várias vezes a procura inédita por bilhetes. O presidente do organismo, Gianni Infantino, afirmou que tinham sido vendidos mais de seis milhões de bilhetes e que a procura era “sem precedentes”, “por um fator de 10 ou mais”.</p>
<p>A organização disse ainda que o Mundial 2026 estava a caminho de estabelecer novos máximos de assistência e envolvimento global. Ainda assim, várias imagens dos primeiros jogos geraram debate entre adeptos e observadores.</p>
<p>No empate entre Canadá e Bósnia e Herzegovina, foram visíveis zonas com lugares vazios. O mesmo aconteceu no empate entre Qatar e Suíça, em Santa Clara, na Califórnia, apesar de a assistência oficial ter sido anunciada em 67.966 espectadores, num estádio com capacidade indicada de 68.827 lugares, segundo dados citados pela &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>Também em Zapopan, perto de Guadalajara, no México, a vitória da Coreia do Sul sobre a Chéquia por 2-1 mostrou várias cadeiras vazias nas bancadas, embora a assistência oficial tenha sido de 44.985 espectadores num recinto com capacidade listada de 45.664.</p>
<p><strong>FIFA diz que imagens podem enganar</strong></p>
<p>A FIFA respondeu às dúvidas após o jogo entre Coreia do Sul e Chéquia, explicando que trabalha em articulação com as autoridades dos estádios e com as equipas de bilhética para verificar os números oficiais de assistência.</p>
<p>O organismo argumenta que a perceção visual pode ser enganadora, já que muitos adeptos se movimentam dentro dos estádios durante as partidas e nem sempre permanecem nos lugares atribuídos.</p>
<p>“Durante o jogo de ontem à noite em Guadalajara, vários adeptos com bilhete puderam ser vistos nas zonas de circulação, em vez de permanecerem nos seus lugares durante toda a partida”, afirmou a FIFA.</p>
<p>A organização insiste, por isso, que os números oficiais não devem ser comparados apenas com a ocupação visual das bancadas num dado momento da transmissão televisiva.</p>
<p><strong>Preços dos bilhetes também geraram críticas</strong></p>
<p>As dúvidas sobre assistências não são inéditas em Mundiais. Situações semelhantes ocorreram no Brasil, em 2014, e no Qatar, em 2022, quando setores vazios também suscitaram perguntas sobre bilhetes vendidos, lugares ocupados e adeptos que compraram entradas mas não compareceram.</p>
<p>No caso do Mundial 2026, a discussão surge depois de críticas aos preços elevados dos bilhetes e à forma como a FIFA distribuiu entradas no mercado de revenda oficial para tentar evitar lugares por ocupar.</p>
<p>Dados partilhados com a &#8216;Newsweek&#8217; e publicados no &#8216;TicketData.com&#8217; indicavam que, na véspera do arranque da competição, ainda havia muitos bilhetes disponíveis: cerca de 25 mil vendidos diretamente pela FIFA e mais de 170 mil listados no mercado de revenda.</p>
<p>A FIFA afirma que continuará a libertar bilhetes adicionais ao longo do torneio. Milhares de entradas permanecem também disponíveis na plataforma oficial de revenda para jogos futuros, incluindo o encontro entre Suíça e Canadá, marcado para 24 de junho.</p>
<p>Para já, a organização mantém que o torneio está a registar uma procura histórica. Mas as imagens de setores vazios nos primeiros jogos mostram que, no Mundial 2026, a batalha pelos números também se joga fora do relvado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776359]]></sapo:autor>
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		<title>Estes são os aeroportos mais bonitos do mundo em 2026 (e um fica na Europa)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O prestigiado prémio internacional Prix Versailles revelou a sua lista anual dos aeroportos mais bonitos do mundo, distinguindo sete infraestruturas aeroportuárias que se destacam não apenas pela eficiência operacional, mas também pela qualidade arquitetónica, inovação e experiência oferecida aos passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prestigiado prémio internacional Prix Versailles revelou a sua lista anual dos aeroportos mais bonitos do mundo, distinguindo sete infraestruturas aeroportuárias que se destacam não apenas pela eficiência operacional, mas também pela qualidade arquitetónica, inovação e experiência oferecida aos passageiros. Entre os vencedores de 2026 surge apenas um aeroporto europeu, localizado na Alemanha, num ranking dominado por projetos da Ásia e dos Estados Unidos.</p>
<p>A distinção, atribuída pela iniciativa internacional dedicada à valorização da arquitetura contemporânea, reconhece aeroportos que conseguem ir além da sua função tradicional de transporte e transformar-se em verdadeiros marcos urbanos e culturais. Segundo os organizadores, os projetos selecionados este ano apresentam uma visão mais harmoniosa dos espaços aeroportuários, abandonando modelos convencionais para criar ambientes mais agradáveis, funcionais e integrados com as comunidades que servem.</p>
<p>O secretário-geral do Prix Versailles, Jérôme Gouadain, considera que os aeroportos modernos se tornaram símbolos das regiões onde estão inseridos e da própria época em que foram construídos. Na sua perspetiva, estas infraestruturas conseguem responder simultaneamente à crescente procura por mobilidade rápida e à necessidade de proporcionar experiências mais humanas e qualificadas aos viajantes. Gouadain defendeu que os aeroportos são hoje “marcos incontornáveis” do desenvolvimento económico, cultural e social, acrescentando que desempenharão um papel importante na construção das sociedades do futuro.</p>
<p>Os sete aeroportos mais bonitos do mundo em 2026</p>
<p>A lista divulgada pelo Prix Versailles inclui os seguintes aeroportos e terminais:</p>
<ol>
<li>Aeroporto Internacional de Guangzhou Baiyun – Terminal 3 (Guangzhou, China)</li>
<li>Aeroporto de Frankfurt – Terminal 3 (Frankfurt, Alemanha)</li>
<li>Aeroporto Internacional Lokapriya Gopinath Bordoloi – Terminal 2 (Guwahati, Índia)</li>
<li>Aeroporto Internacional de Navi Mumbai – Terminal 1 (Navi Mumbai, Índia)</li>
<li>Aeroporto Internacional Techo (Phnom Penh, Camboja)</li>
<li>Aeroporto Internacional de Pittsburgh (Estados Unidos)</li>
<li>Aeroporto Internacional de San Diego – Terminal 1 (Estados Unidos)</li>
</ol>
<p>A presença europeia resume-se ao novo Terminal 3 do Aeroporto de Frankfurt, a única infraestrutura do continente a integrar a seleção deste ano.</p>
<p><strong>Frankfurt destaca-se como único representante europeu</strong><br />
Inaugurado em abril deste ano, o Terminal 3 do Aeroporto de Frankfurt foi apontado pelo júri como a concretização de um dos maiores projetos de infraestrutura alguma vez desenvolvidos na Europa. A nova estrutura ocupa uma área de aproximadamente 1,3 quilómetros quadrados, uma dimensão comparável à do centro histórico da cidade alemã.</p>
<p>O terminal foi concebido para receber cerca de 19 milhões de passageiros por ano através dos cais G, H e J. Está ainda prevista uma segunda fase de expansão, que incluirá o novo cais K e poderá elevar a capacidade total para 25 milhões de passageiros anuais.</p>
<p>A abertura desta infraestrutura coincidiu com o encerramento temporário do Terminal 2 para obras profundas de renovação, a primeira interrupção deste tipo em mais de três décadas. Como consequência, as 57 companhias aéreas que operavam naquele terminal começaram a ser transferidas para o novo espaço. Entre as primeiras transportadoras a efetuar a mudança encontram-se a Cathay Pacific, China Airlines, Emirates, Etihad Airways, Korean Air e Qatar Airways.</p>
<p><strong>Um aeroporto pensado como uma cidade</strong><br />
O projeto arquitetónico foi desenvolvido pelo arquiteto alemão Christoph Mäckler, que procurou transformar o terminal num espaço semelhante a uma pequena cidade. Em vez de corredores tradicionais, os passageiros encontram áreas concebidas para recordar ruas, praças públicas e espaços de convivência.</p>
<p>Segundo Mäckler, os aeroportos modernos recebem atualmente mais visitantes do que muitos centros urbanos, o que exige uma abordagem diferente ao seu desenho. “Isso torna ainda mais importante que os aeroportos desempenhem algumas das mesmas funções das cidades”, afirmou o arquiteto. “Estamos a tornar isso realidade no Terminal 3.”</p>
<p>O Prix Versailles destacou particularmente a utilização de iluminação natural e de materiais em tons quentes, como calcário Jura e travertino, elementos que ajudam a criar uma atmosfera mais acolhedora e menos impessoal.</p>
<p><strong>Arte e design como elementos centrais</strong><br />
Outro dos aspetos valorizados pelo júri foi a forte presença artística no terminal alemão. Suspensas no átrio principal encontram-se três esculturas circulares do artista alemão Julius von Bismarck, conhecidas como “The First, the Last, Eternity”.</p>
<p>A instalação é composta por discos rotativos em tons de laranja, vermelho e amarelo que se movimentam continuamente, criando diferentes perspetivas visuais à medida que os passageiros atravessam o espaço. O trabalho de Von Bismarck explora conceitos ligados à física e à perceção visual, procurando desafiar a forma como as pessoas observam o ambiente que as rodeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776368]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nuno Homem de Sá condenado a três anos de prisão com pena suspensa por violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Homem de Sá]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentença foi lida no Tribunal de Torres Vedras, num processo em que o ator estava acusado de violência doméstica, violação de domicílio e perturbação da vida privada. O tribunal acabou por condená-lo apenas pelo crime de violência doméstica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno Homem de Sá foi esta segunda-feira condenado a três anos de prisão, com pena suspensa, por violência doméstica contra a ex-namorada Frederica Lima.</p>
<p>A sentença foi lida no Tribunal de Torres Vedras, num processo em que o ator estava acusado de violência doméstica, violação de domicílio e perturbação da vida privada. O tribunal acabou por condená-lo apenas pelo crime de violência doméstica.</p>
<p>“Há muitos factos provados e alguns não provados”, afirmou a juíza durante a leitura da decisão, que decorreu esta tarde.</p>
<p><strong>Proibição de contactos e pulseira eletrónica</strong></p>
<p>Além da pena de prisão suspensa, Nuno Homem de Sá fica proibido de contactar Frederica Lima, direta ou indiretamente. A proibição inclui contactos através das redes sociais ou por intermédio de outras pessoas.</p>
<p>O ator terá ainda de manter a pulseira eletrónica durante mais seis meses e pagar uma indemnização de 3.000 euros à vítima.</p>
<p>A decisão prevê também que Nuno Homem de Sá frequente formações de prevenção da violência doméstica, no âmbito de um programa da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.</p>
<p><strong>Sentença tinha sido adiada</strong></p>
<p>A leitura da sentença chegou a estar prevista para o final de abril, mas foi adiada depois de o tribunal comunicar alterações não substanciais dos factos descritos no processo. Na altura, a defesa pediu prazo para se pronunciar.</p>
<p>Antes desse adiamento, Nuno Homem de Sá admitiu estar nervoso à porta do tribunal. “Claro que estou nervoso, vocês não estariam?”, afirmou então, acrescentando que “quem sabe a verdade tem a verdade do seu lado”.</p>
<p>O ator negava as acusações e a defesa tinha manifestado confiança numa absolvição, sustentando que existia matéria suficiente para que o cliente fosse ilibado.</p>
<p><strong>Julgamento decorreu à porta fechada</strong></p>
<p>O julgamento decorreu à porta fechada, por decisão tomada após pedido do Ministério Público, uma vez que estavam em causa pormenores da vida íntima dos envolvidos.</p>
<p>O processo de Torres Vedras não é o único caso judicial que envolve Nuno Homem de Sá. O ator responde também noutro julgamento, no Tribunal de Viseu, por violência doméstica agravada relacionada com Nádia Lopes, com quem manteve uma relação durante alguns meses.</p>
<p>Nuno Homem de Sá nega as acusações em ambos os processos. A decisão desta segunda-feira marca, porém, o desfecho do processo que envolve Frederica Lima, depois de vários meses de exposição mediática em torno do caso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776365]]></sapo:autor>
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		<title>Matou testemunha que depôs contra ele e incendiou escritório de advogados: condenado a 20 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/matou-testemunha-que-depos-contra-ele-e-incendiou-escritorio-de-advogados-condenado-a-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Aveiro condenou hoje a 20 anos de prisão um homem de 75 anos que confessou ter matado outro à facada em 2023, na via pública em Águeda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Aveiro condenou hoje a 20 anos de prisão um homem de 75 anos que confessou ter matado outro à facada em 2023, na via pública em Águeda.</p>
<p>Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que a factualidade descrita na acusação estava &#8220;na sua essência demonstrada e provada&#8221;.</p>
<p>O arguido foi condenado a 18 anos de prisão, por um crime de homicídio qualificado, e seis anos de prisão, por um crime de homicídio qualificado na forma tentada, tendo-lhe sido aplicada uma pena única, em cúmulo jurídico, de 20 anos de prisão.</p>
<p>O homem estava acusado de outro crime de homicídio qualificado na forma tentada, mas foi absolvido.</p>
<p>Além da pena de prisão, foi condenado a pagar 25 mil euros de indemnização a uma advogada que se encontrava num escritório onde ateou um incêndio, após ter cometido o homicídio.</p>
<p>O arguido, que assistiu à leitura do acórdão por videoconferência, vai manter-se em prisão preventiva até esgotar os prazos para recorrer da decisão.</p>
<p>Durante o julgamento, o arguido confessou o homicídio, alegando que a vítima era testemunha de acusação num processo em que dizia ter sido condenado injustamente por um crime de furto qualificado.</p>
<p>&#8220;Lamento e peço perdão. Foi num momento de raiva, ódio. Eu andava sem vida&#8221;, disse na altura o arguido, adiantando que &#8220;foi muito doloroso&#8221; ter sido condenado por um crime que não cometeu.</p>
<p>O arguido contou que, no dia dos factos, foi ao encontro da vítima para lhe pedir para ele reconhecer a assinatura num documento onde este afirmava o contrário do que tinha dito no julgamento.</p>
<p>&#8220;A minha intenção não era matar. Só queria que ele dissesse a verdade. Toda a gente sabe que ele veio mentir ao tribunal&#8221;, afirmou.</p>
<p>O arguido contou que a vítima começou a chamar-lhe palavrões, ofendendo a honra da sua mãe e, nessa altura, foi ao carro buscar uma faca e desferiu-lhe vários golpes no corpo.</p>
<p>Após esta situação, o arguido deslocou-se ao escritório de um advogado envolvido no referido processo, onde admitiu ter ateado fogo a um artigo pirotécnico, afirmando que o seu objetivo era apenas &#8220;dar um susto&#8221;.</p>
<p>O caso ocorreu em 24 de março de 2023 e teve como vítima uma testemunha num processo em que o arguido foi condenado a sete anos de prisão por um crime de furto qualificado.</p>
<p>Segundo o Ministério Público (MP), o arguido, que tinha pendente um mandado de detenção, esperou pelo ofendido numa rua em Espinhel e exigiu que este alterasse o seu depoimento, mas como este negou, pegou numa faca e desferiu pelo menos 20 golpes no corpo da vítima.</p>
<p>Logo após estes factos, o suspeito dirigiu-se ao escritório de um advogado envolvido no processo, em Águeda, mas encontrou a porta fechada, tendo, de acordo com o MP, decidido acionar os engenhos pirotécnicos que trazia consigo juntamente com gasolina e provocado uma chama, que resultou num incêndio que se propagou por todo o corredor daquele piso.</p>
<p>O advogado que o arguido queria atingir não estava no local, mas encontrava-se uma colega, que teve de ser assistida por inalação de fumo com mais duas pessoas que não foram identificadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776355]]></sapo:autor>
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		<title>Corrida à regularização: quase um milhão de imigrantes procura obter residência legal em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa extraordinário de regularização de imigrantes em situação irregular lançado pelo Governo espanhol já recebeu cerca de 900 mil candidaturas, um número que supera amplamente as estimativas iniciais das autoridades, que apontavam para aproximadamente 500 mil pedidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa extraordinário de regularização de imigrantes em situação irregular lançado pelo Governo espanhol já recebeu cerca de 900 mil candidaturas, um número que supera amplamente as estimativas iniciais das autoridades, que apontavam para aproximadamente 500 mil pedidos. A informação foi divulgada esta segunda-feira pelo Ministério da Migração espanhol, que destaca a forte adesão à iniciativa numa altura em que vários países europeus endurecem as suas políticas migratórias.</p>
<p>A medida, concebida para facilitar a integração de imigrantes sem documentação no mercado de trabalho formal, tem registado uma procura muito superior ao esperado. Segundo os dados oficiais, o programa decorre desde abril e termina dentro de duas semanas, mas organizações de apoio a refugiados acreditam que o número final de candidaturas poderá ultrapassar a marca de um milhão.</p>
<p>A associação de apoio a refugiados CEAR considera que a elevada adesão demonstra a existência de um vasto número de pessoas a viver e trabalhar em Espanha sem um estatuto legal definido. O país tem mantido uma política relativamente aberta à imigração, numa estratégia que contrasta com a tendência observada noutras nações europeias, onde se têm multiplicado medidas de restrição à entrada de migrantes.</p>
<p>O impacto económico da imigração tem sido frequentemente apontado como um dos fatores que ajudaram a sustentar o forte crescimento da economia espanhola nos últimos dois anos. Os trabalhadores estrangeiros têm contribuído para colmatar carências de mão de obra em setores essenciais, como a hotelaria, a restauração e os cuidados a idosos, ao mesmo tempo que aumentam as contribuições para o sistema de Segurança Social.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Migração, desde abril já foram atribuídas cerca de 360 mil autorizações temporárias de trabalho, correspondendo a aproximadamente 40% dos pedidos recebidos. As autoridades recordam que os candidatos podem começar a trabalhar legalmente assim que a sua candidatura seja aceite para análise. A secretária de Estado da Migração, Pilar Cancela, afirmou à Reuters que a administração pública tem capacidade para processar até um milhão de candidaturas durante o período abrangido pelo programa, embora tenha reconhecido que o número de pedidos deverá ultrapassar o total de autorizações efetivamente concedidas.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto de dificuldades persistentes no sistema migratório espanhol. Durante anos, milhares de requerentes de asilo provenientes de países como a Colômbia ou o Senegal enfrentaram longos períodos de espera pelas decisões das autoridades. Em muitos casos, os pedidos acabam rejeitados, deixando os migrantes numa situação de incerteza prolongada. Segundo o centro de estudos Funcas, existem cerca de 840 mil imigrantes sem documentos a viver em Espanha enquanto aguardam por alguma forma de regularização da sua situação.</p>
<p>Para a diretora da CEAR, Mónica López, o programa extraordinário representa um passo importante, mas não resolve os problemas estruturais do sistema. “Este é um programa extraordinário, mas deveria existir uma medida estrutural que facilitasse o acesso às autorizações de trabalho e residência, de forma a evitar a criação de grupos de pessoas que vivem à margem da sociedade”, defendeu a responsável durante uma conferência de imprensa.</p>
<p>A evolução do programa nas próximas semanas será acompanhada com atenção pelas autoridades espanholas, que enfrentam agora o desafio de processar um volume recorde de candidaturas e responder às expectativas de centenas de milhares de imigrantes que procuram obter um estatuto legal e uma integração plena na sociedade espanhola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776346]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bairro de Odair Moniz teme novos tumultos após sentença do agente da PSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia da leitura da sentença do agente da PSP acusado de matar Odair Moniz está a ser vivido com apreensão por muitos moradores do Bairro do Zambujal, na Amadora, onde a vítima residia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia da leitura da sentença do agente da PSP acusado de matar Odair Moniz está a ser vivido com apreensão por muitos moradores do Bairro do Zambujal, na Amadora, onde a vítima residia. Entre pedidos de justiça e recordações dos violentos distúrbios que se seguiram à morte de Odair, em outubro de 2024, vários habitantes admitem recear que a decisão do tribunal possa desencadear uma nova onda de confrontos caso o polícia não seja condenado ou receba uma pena considerada insuficiente.</p>
<p>Em declarações à Rádio Renascença, moradores do bairro relataram o clima de expectativa que antecede o desfecho judicial do caso. Muitos recordam os tumultos que se seguiram à morte de Odair Moniz, abatido a tiro durante uma operação policial na Cova da Moura, episódios que incluíram confrontos com as autoridades, incêndios, destruição de viaturas, ataques contra agentes policiais e o reforço do dispositivo de segurança em várias zonas da Grande Lisboa.</p>
<p>Uma das residentes ouvidas pela estação, identificada com o nome fictício de Ana, não escondeu a preocupação quanto ao que poderá acontecer após a leitura da sentença. “Eu espero bem que o polícia seja condenado, muito sinceramente, senão isto vai virar outra vez um inferno”, afirmou. A moradora recorda os dias de tensão que se seguiram à morte de Odair Moniz, confessando que chegou a sentir medo de sair de casa durante os confrontos que marcaram o bairro. Também Teresa, outro nome fictício utilizado para proteger a identidade de uma residente, admite que novos incidentes são uma possibilidade. “Acho que sim, que pode voltar a acontecer, porque eles querem justiça”, afirmou, referindo-se à família da vítima. Apesar disso, sublinha que não toma partido por nenhuma das partes e defende apenas que a decisão seja justa.</p>
<p>Entre os habitantes há também quem procure uma visão mais equilibrada dos acontecimentos. Teresa reconhece que, segundo o que ouviu no bairro, Odair Moniz terá alegadamente desobedecido a uma operação STOP e estaria na posse de uma arma branca quando foi intercetado pelas autoridades. Caso essa versão corresponda aos factos apurados em tribunal, a moradora admite ter dúvidas sobre uma eventual condenação do agente. Ainda assim, a principal preocupação continua a ser a possibilidade de a decisão judicial voltar a inflamar os ânimos numa comunidade que ainda guarda memória dos acontecimentos de 2024.</p>
<p>Outros moradores insistem na imagem positiva que tinham de Odair Moniz. Gonçalo, também identificado com um nome fictício, garante que conhecia a vítima desde a infância. “Sou do bairro, cresci aqui. Não tenho razão nenhuma de queixa dele”, afirmou. Sobre as circunstâncias que levaram à morte de Odair, admite não saber ao certo o que aconteceu. “O que falaram nos media&#8230; a gente não sabe se é verdade ou mentira, se ele ia com álcool ou se não ia, se fugiu ou não fugiu. O que sei, do que conhecia dele, é que era uma pessoa cinco estrelas. Era espetacular”, declarou.</p>
<p>Apesar das diferentes perspetivas sobre o caso, uma ideia parece unir muitos dos residentes que aceitaram falar: a exigência de uma decisão que considerem justa. Um dos moradores defendeu que a responsabilidade pelos acontecimentos deve ser avaliada de forma equilibrada, reconhecendo que “somos seres humanos” e admitindo que o agente poderá ter agido sob pressão ou medo. Ainda assim, considera que uma eventual pena suspensa dificilmente será aceite por parte da comunidade. “Não sei se vai ser da mesma dimensão, mas é possível que haja de novo tumultos. Porque não será justa uma pena suspensa. Perdeu-se uma vida. Terá de haver prisão efetiva”, afirmou, resumindo o sentimento de inquietação que marca este dia decisivo para o bairro onde vivia Odair Moniz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776290]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Circulação suspensa até terça-feira entre a Rede e Régua na Linha do Douro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação ferroviária na Linha do Douro está suspensa entre hoje e terça-feira entre as estações da Rede e da Régua, no âmbito dos trabalhos de modernização desta via, informou a Infraestruturas de Portugal (IP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação ferroviária na Linha do Douro está suspensa entre hoje e terça-feira entre as estações da Rede e da Régua, no âmbito dos trabalhos de modernização desta via, informou a Infraestruturas de Portugal (IP).</P><br />
<P>A circulação está suspensa a partir do quilómetro 95,756, na Rede (Mesão Frio) e o quilómetro 102,581, no Peso da Régua, no distrito de Vila Real.</P><br />
<P>A CP &#8212; Comboios de Portugal está a disponibilizar transbordo rodoviário para os comboios regionais entre Rede &#8212; Régua e para os comboios Interregionais entre Mosteiró &#8211; Régua.</P><br />
<P>Em 2025, arrancaram os trabalhos de modernização e de eletrificação da Linha do Douro entre Marco de Canaveses e o Peso da Régua, num investimento de 110 milhões de euros.</P><br />
<P>A empreitada prevê a eletrificação integral do troço, com cerca de 47 quilómetros, prevendo-se que os trabalhos decorram durante três anos (36 meses), com três períodos de interrupção da circulação ferroviária.</P><br />
<P>Atualmente, a eletrificação da Linha do Douro está concluída até ao Marco de Canaveses (distrito do Porto).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776292]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Acordo de paz não apaga impacto da guerra em África, indica Consultora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-acordo-de-paz-nao-apaga-impacto-da-guerra-em-africa-consultora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A consultora Oxford Economics considerou hoje que o acordo de paz no Médio Oriente não apaga os efeitos da guerra nos países africanos nem vai fazer o continente regressar ao ritmo de crescimento anterior aos ataques na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A consultora Oxford Economics considerou hoje que o acordo de paz no Médio Oriente não apaga os efeitos da guerra nos países africanos nem vai fazer o continente regressar ao ritmo de crescimento anterior aos ataques na região.</P><br />
<P>&#8220;A assinatura do acordo ainda precisa de se traduzir na prática, o que significa que o acordo entre o Irão e os EUA não pode traduzir-se automaticamente em alterações concretas às nossas previsões de inflação e de crescimento do PIB real, nem num regresso às nossas previsões anteriores à guerra&#8221;, escrevem os analistas do departamento africano desta consultora britânica.</P><br />
<P>Num comentário ao acordo alcançado no domingo entre os EUA e o Irão, a Oxford Economics escreve que há três aspetos que vão influenciar o impacto nos países africanos: &#8220;o ritmo a que o tráfego através do estreito é retomado; a medida em que os danos nas infraestruturas energéticas e portuárias irão limitar o fluxo das exportações de energia; e a evidência de que uma trégua duradoura é uma condição para que as exportações de energia e de produtos refinados atinjam o seu pleno potencial&#8221;. </P><br />
<P>Apesar do anúncio do acordo de paz e da abertura da navegação pelo estreito de Ormuz, a Oxford Economics alerta que o impacto não será imediato: &#8220;Mesmo que o estreito abra imediatamente e os navios o atravessem rapidamente, é provável que África enfrente um duplo atraso na obtenção tanto de petróleo bruto como de produtos petrolíferos refinados&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, apontam ainda, há também o problema de congestionamento da passagem devido ao número de petroleiros que previsivelmente vai querer atravessar o estreito, com África a ter de ombrear com os outros países mais ricos pelas encomendas.</P><br />
<P>&#8220;Em conjunto com a concorrência pelas cargas disponíveis e a desvantagem de compra dos compradores africanos, as nações poderão ainda enfrentar escassez muito tempo depois de o transporte marítimo através do estreito ser retomado&#8221;, alerta a Oxford Economics. </P><br />
<P>No comentário, os analistas escrevem também que como as épocas de plantio &#8220;coincidiram com preços elevados dos fertilizantes e dos combustíveis&#8221;, há o risco de queda da produção e do consumo das famílias, o que, aliado ao El Niño previsto ainda para este ano, poderá manter a inflação elevada até 2027.</P><br />
<P>O comentário dos analistas surge na semana seguinte a uma revisão em baixa do crescimento previsto para a África subsaariana pelo Banco Mundial, especificamente devido aos impactos nos países africanos da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>O Banco Mundial prevê um crescimento de 4%, abaixo dos 4,3% previstos em janeiro, devendo a economia da África subsaariana em 2027 e 2028 acelerar ligeiramente para 4,4% e 4,5%, o que compara com os 4,1% registados no ano passado.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776288]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;Não nos vincula&#8221;: Ministro da Segurança Nacional de Israel critica acordo entre EUA e Irão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-nos-vincula-ministro-da-seguranca-nacional-de-israel-critica-acordo-entre-eua-e-irao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional de Israel criticou hoje o acordo entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra, incluindo no Líbano, afirmando que o Governo israelita não está vinculado aos termos que foram alcançados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Segurança Nacional de Israel criticou hoje o acordo entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra, incluindo no Líbano, afirmando que o Governo israelita não está vinculado aos termos que foram alcançados.</p>
<p>&#8220;O acordo de Donald Trump não nos vincula (&#8230;), não somos parte deste acordo. Não garante a nossa segurança&#8221;, declarou Itamar Ben-Gvir através das redes sociais, na primeira reação de uma autoridade israelita ao acordo.</p>
<p>&#8220;Não podemos aceitar nada menos do que o desmantelamento do Hezbollah. Não podemos recuar um único centímetro do território que os nossos soldados conquistaram e limparam da infraestrutura terrorista (no Líbano)&#8221;, acrescentou referindo-se à milícia xiita libanesa.</p>
<p>O acordo procura interromper as hostilidades que começaram a 28 de fevereiro, após a ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel e que resultou na morte do Líder Supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776285]]></sapo:autor>
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		<title>Compensação à CP pelo serviço público aumenta este ano em 43,9 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:27:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo autorizou o aumento do valor global das compensações financeiras do Estado à CP em 43,9 milhões de euros para este ano, de acordo com uma resolução de Conselho de Ministros, publicada em Diário da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo autorizou o aumento do valor global das compensações financeiras do Estado à CP em 43,9 milhões de euros para este ano, de acordo com uma resolução de Conselho de Ministros, publicada em Diário da República.</P><br />
<P>De acordo com o documento, fica assim autorizado o &#8220;aumento do valor global da despesa relativa às compensações financeiras a pagar pelo Estado à CP &#8211; Comboios de Portugal&#8221; pelo &#8220;cumprimento das obrigações de serviço público de transporte ferroviário de passageiros, no ano de 2026&#8221;, em 43.907.030,04 euros, a que acresce o IVA.</P><br />
<P>Assim, a CP irá receber 124,9 milhões de euros em compensação financeira referente a 2026.</P><br />
<P>De acordo com a resolução, este valor resulta de várias componentes, que incluem acertos dos anos anteriores, começando pela diminuição do valor da compensação financeira referente ao ano de 2022 em 660.839,76 euros, &#8220;relativo ao pedido de reequilíbrio apresentado pela CP, E. P. E., para aquele ano, entretanto recusado&#8221;.</P><br />
<P>Foi, também, autorizada a &#8220;devolução pela CP, E. P. E., de 33.800.589,00 euros, relativa à regularização da compensação financeira referente ao ano de 2023&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, o valor deste ano inclui 16.039.488,84 euros, &#8220;relativos ao acréscimo da compensação financeira referente ao ano de 2024 e à reposição do equilíbrio financeiro do contrato, calculado nos termos previstos no contrato de serviço público e demais legislação aplicável&#8221; e 14.600.032,14 euros, relativos ao &#8220;acréscimo da compensação financeira referente ao ano de 2025&#8221;, em termos semelhantes.</P><br />
<P>Por fim, 128.779.936,81 euros referem-se à &#8220;compensação financeira referente ao ano de 2026, calculado nos termos previstos no contrato de serviço público e demais legislação aplicável&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, segundo a resolução, o Conselho de Ministros determina que &#8220;o pagamento dos adicionais das compensações referentes a 2024 e 2025&#8221; devem ser previamente validados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P. (IMT).</P><br />
<P>Já o pagamento das &#8220;reposições do equilíbrio financeiro do contrato referentes a 2024 e 2025&#8221; devem ser &#8220;previamente validadas e certificadas por parte do IMT, e da Inspeção-Geral de Finanças&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776279]]></sapo:autor>
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		<title>Fox compra plataforma de &#8216;streaming&#8217; Roku por 19.020 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fox Corporation chegou a um acordo definitivo para adquirir a plataforma de 'streaming' Roku por 22.000 milhões de dólares (cerca de 19.020 milhões de euros), foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fox Corporation chegou a um acordo definitivo para adquirir a plataforma de &#8216;streaming&#8217; Roku por 22.000 milhões de dólares (cerca de 19.020 milhões de euros), foi hoje anunciado.</P><br />
<P>A operação, que já foi aprovada por unanimidade pelos Conselhos de Administração de ambas as empresas, avalia cada ação da Roku em 160 dólares.</P><br />
<P>A Fox pagará 96 dólares em dinheiro e 0,9693 ações por cada título da plataforma.</P><br />
<P>O principal objetivo desta aquisição é criar &#8220;uma plataforma tecnológica e de meios de comunicação em grande escala&#8221; que consiga uma maior monetização e alcance, uma vez que a nova entidade combinará os conteúdos desportivos, noticiosos e de entretenimento da Fox com o ecossistema de televisão da Roku.</P><br />
<P>Além disso, esta união dá à Fox acesso a um dos maiores sistemas operativos de televisão dos Estados Unidos da América (EUA).</P><br />
<P>A Roku chega a 100 milhões de lares em todo o mundo.</P><br />
<P>Desta forma, a empresa resultante da fusão tornar-se-á o terceiro maior interveniente da televisão nos EUA em termos de quota de audiência.</P><br />
<P>O presidente executivo (CEO) da Fox, Lachlan K. Murdoch, classificou a assinatura do acordo como um &#8220;momento decisivo&#8221; e uma extensão natural da estratégia da corporação.</P><br />
<P>&#8220;Este é um momento decisivo para a Fox e uma extensão natural da estratégia deliberada e focada que temos vindo a executar há quase uma década. Em 2019, reorientámos a empresa para as notícias e os desportos em direto&#8221;, afirmou Murdoch.</P><br />
<P>O fundador e CEO da Roku, Anthony Wood, referiu que a fusão lhes permitirá crescer e inovar mais rapidamente para os espetadores e anunciantes.</P><br />
<P>Wood manterá um cargo na nova empresa e integrará o Conselho de Administração da Fox.</P><br />
<P>Após a conclusão da operação, os atuais acionistas da Fox deterão aproximadamente 73% da empresa resultante, enquanto os acionistas da Roku cerca de 27%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776272]]></sapo:autor>
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		<title>Preços das casas mais do que duplicaram em mais de 150 municípios, indica Banco de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.</p>
<p>Nos concelhos de Sintra, Seixal, Barreiro, Moita e Setúbal a variação do valor mediano por metro quadrado das casas vendidas apresentou valores superiores a 200% no período em análise.</p>
<p>A conclusão é do estudo &#8220;Habitação em Portugal: determinantes da oferta e dinâmica de preços e rendas&#8221;, publicado no Boletim Económico de junho hoje divulgado pelo Banco de Portugal.</p>
<p>Já o valor mediano das rendas por metro quadrado mais do que duplicou em 23 municípios (num total de 184 para os quais existe informação), destacando-se os concelhos de Grândola, Sines e Moita, com variações superiores a 125% no período entre 2017 e 2024 (o último ano para o qual o INE divulgou valores das rendas).</p>
<p>De acordo com o estudo, o incremento imobiliário foi mais intenso nos municípios que apresentavam preços de aquisição menos valorizados face às rendas aí praticadas, com a procura a deslocar-se &#8220;para municípios relativamente mais acessíveis&#8221; nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.</p>
<p>Em comparação, os municípios do Algarve, &#8220;que já se destacavam com rácios preço-renda superiores à média nacional &#8211; muito influenciados pela procura por não residentes&#8221;, registaram variações relativamente menores no período considerado.</p>
<p>O estudo conclui também que em Portugal as expectativas dos consumidores sobre o comportamento dos preços de habitação nos próximos 12 meses &#8220;evidenciam uma evolução crescente e níveis persistentemente superiores aos da área do euro&#8221;.</p>
<p>Entre janeiro e março de 2026, a expectativa era de um aumento dos preços de habitação, em média, de 7% em Portugal e de 3,7% na área do euro, com Portugal a apresentar &#8220;uma perceção generalizada de que o momento atual é favorável ao investimento&#8221; e à aplicação das poupanças no mercado de habitação.</p>
<p>Os autores do estudo ressalvam a existência de &#8220;elevada heterogeneidade nas expectativas dos consumidores nacionais, com os jovens (18&#8211;34 anos) a anteciparem uma subida de 4%, em média, e os consumidores na faixa etária dos 55&#8211;70 anos a anteverem um crescimento de 6,3%.</p>
<p>&#8220;Esta diferença poderá estar associada ao facto de as gerações mais velhas, com um historial mais longo de observação dos preços e dos ciclos económicos no mercado imobiliário, tenderem a ancorar as suas expectativas em fenómenos inflacionários já vividos&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>A nível regional, as expectativas mais elevadas concentram-se na região Norte (6,8%) e na Área Metropolitana de Lisboa (6,6%), em contraste com valores mais baixos no Alentejo e Algarve (3,7% em ambas).</p>
<p>Apesar do forte crescimento dos preços, o estudo do Banco de Portugal revela que o peso do crédito bancário nas transações de casas manteve-se abaixo de 60% ao longo dos últimos anos, com a parte restante a ser assegurada pelo recurso a capitais próprios na compra de habitação.</p>
<p>Contudo, o crescimento dos empréstimos foi mais forte desde o início de 2024, coincidindo com a descida das taxas de juro e também com &#8220;o regime da garantia do Estado&#8221; criado para os jovens.</p>
<p>Os autores do estudo &#8211; Nuno Alves, João Amador, Beatriz Amorim, João Bonito Gomes, Cristina Manteu, António Santos e Carlos Santos &#8211; apontam ainda limitações às estatísticas sobre o mercado habitacional, considerando-as &#8220;insuficientes&#8221; para avaliar &#8220;as quantidades procuradas e oferecidas para cada preço&#8221;, a &#8220;evolução das preferências das famílias&#8221;, a &#8220;estrutura de custos associada à construção de habitação&#8221; e as &#8220;condições de concorrência no setor&#8221;.</p>
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