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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Da fusão de 13 empresas a gigante elétrica com 12 mil trabalhadores: EDP assinala hoje meio século de história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:42:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP assinala hoje o dia do seu 50.º aniversário, num marco que a empresa descreve como simultaneamente um ponto de balanço e de projeção para o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP assinala hoje o dia do seu 50.º aniversário, num marco que a empresa descreve como simultaneamente um ponto de balanço e de projeção para o futuro. Meio século depois da sua criação, o grupo energético destaca a evolução de uma empresa pública portuguesa para uma multinacional presente em vários continentes e centrada nas energias renováveis.</p>
<p>Fundada em 1976, na sequência da fusão de 13 empresas do setor elétrico em Portugal, a EDP nasceu num contexto de reconstrução e modernização do sistema energético nacional. Um dos primeiros grandes objetivos foi a eletrificação do país, através de planos que levaram energia a praticamente todo o território.</p>
<p>Nas décadas seguintes, o investimento em infraestruturas como linhas de transporte, subestações e centrais térmicas e hídricas permitiu acompanhar o crescimento económico e garantir a segurança do abastecimento.</p>
<p>A partir dos anos 90, o grupo iniciou a sua internacionalização, primeiro no Brasil e depois em Espanha, ao mesmo tempo que avançava com a privatização e a entrada em novos mercados e modelos de negócio, incluindo a criação da EDP Comercial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aposta nas renováveis</strong></p>
<p>O início dos anos 2000 marcou uma mudança estrutural na estratégia do grupo, com o reforço do foco nas energias renováveis e na inovação tecnológica. A criação da EDP Distribuição (atual E-REDES), da EDP Inovação e, mais tarde, da EDP Renewables, consolidou essa transformação.</p>
<p>A entrada da empresa nos Estados Unidos e a expansão em energia eólica e solar colocaram a EDP entre os principais produtores mundiais de energia renovável. A presença em índices internacionais de sustentabilidade reforçou esse posicionamento.</p>
<p>Entre 2010 e 2026, a EDP aprofundou a sua presença global e acelerou o investimento em soluções renováveis, incluindo energia eólica, solar, hídrica e projetos híbridos. Em paralelo, avançou com a descarbonização do portefólio, reduzindo a exposição a centrais a carvão.</p>
<p>Nos últimos anos, o grupo tem também apostado em digitalização, automação e inteligência artificial para reforçar a eficiência e a resiliência das suas operações, incluindo redes elétricas mais inteligentes e sistemas de armazenamento de energia.</p>
<p>Atualmente, cerca de 91% da eletricidade gerada pela EDP tem origem renovável. O grupo opera com uma capacidade instalada de 32,8 GW e gere cerca de 392 mil quilómetros de redes elétricas em vários países.</p>
<p>A empresa conta com mais de 12 mil colaboradores e afirma ter reduzido as emissões em 50% desde 2015, com o objetivo de atingir emissões líquidas zero em 2040.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Impacto social</strong></p>
<p>Para além da produção e distribuição de energia, a EDP sublinha o impacto social da sua atividade. Através de programas como o EDP Y.E.S., o grupo afirma apoiar centenas de projetos por ano em diferentes geografias, com foco em educação, inclusão e desenvolvimento comunitário.</p>
<p>O programa de acesso à energia, iniciado em 2010 no Quénia, tem sido uma das iniciativas mais destacadas no combate à pobreza energética, com projetos em várias regiões do mundo.</p>
<p>A Fundação EDP tem igualmente desempenhado um papel central na área cultural e social, nomeadamente através do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, e de iniciativas de apoio a comunidades vulneráveis.</p>
<p>“Completar 50 anos é motivo de orgulho, mas representa sobretudo um compromisso com o futuro”, refere Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP.</p>
<p>“Se conseguimos tudo isto nos primeiros 50 anos, imagine o que poderemos alcançar nos próximos 50&#8243;, rematou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Publicação incorporada" src="https://www.linkedin.com/embed/feed/update/urn:li:ugcPost:7477642165280743424?collapsed=1" width="504" height="872" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783549]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal vai ter nova fábrica de comboios: primeira unidade sai de Matosinhos em 2029</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[CP - Comboios de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[matosinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Pinto Luz]]></category>
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					<description><![CDATA[Fábrica, com 20 mil metros quadrados, deverá estar concluída em 2028 e criar cerca de 300 postos de trabalho diretos, sobretudo para técnicos qualificados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A construção da nova fábrica de comboios da Alstom em Portugal arrancou esta terça-feira, em Guifões, Matosinhos, com o lançamento da primeira pedra da unidade que vai produzir material circulante para a CP – Comboios de Portugal.</p>
<p>A nova fábrica será desenvolvida em parceria com a DST e deverá permitir reforçar a capacidade industrial nacional no setor ferroviário, numa altura em que Portugal prepara a renovação da frota da CP e novos investimentos na ferrovia.</p>
<p>O primeiro comboio fabricado em Portugal deverá sair da unidade em 2029. A fábrica, com 20 mil metros quadrados, deverá estar concluída em 2028 e criar cerca de 300 postos de trabalho diretos, sobretudo para técnicos qualificados. Estão ainda previstos cerca de 1.000 empregos indiretos associados ao projeto.</p>
<p>A unidade de Guifões deverá produzir 81 automotoras destinadas às linhas suburbanas da CP. Os comboios serão desenvolvidos especificamente para o mercado português e terão três carruagens, com capacidade para 450 passageiros.</p>
<p>As novas composições terão acessos sem degraus, conectividade wi-fi e espaços próprios para cadeiras de rodas e bicicletas, procurando responder às necessidades de mobilidade diária nas áreas suburbanas.</p>
<p>A instalação da fábrica em Portugal enquadra-se no contrato de aquisição de 153 comboios pela CP à Alstom. O contrato inclui 117 comboios no acordo-base e mais 36 unidades adicionais, num investimento total de 1.064 milhões de euros.</p>
<p>Segundo o Governo, trata-se do maior investimento de sempre em material circulante em Portugal. O acordo permite também antecipar os prazos de entrega em quase dois anos, acelerando a renovação da frota da CP.</p>
<p>A concretização da nova fábrica surge depois de um processo de compra de comboios marcado por mais de três anos de atraso. O Executivo apresenta a ferrovia como uma prioridade da política de mobilidade, envolvendo a modernização da infraestrutura, a preparação da alta velocidade, o reforço da CP, a atração de investimento privado e a integração dos transportes.</p>
<p>A aposta pretende responder ao desinvestimento acumulado na ferrovia ao longo das últimas décadas e colocar o transporte ferroviário no centro da estratégia de mobilidade nacional.</p>
<p>“Com a construção da nova fábrica da Alstom em Matosinhos — que cria 300 empregos diretos e entrega o primeiro comboio made in Portugal em 2029 —, o Governo faz da ferrovia o eixo central da mobilidade: é o maior investimento de sempre, com alta velocidade, modernização da CP, material circulante e a reindustrialização do país”, afirmou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.</p>
<p>Com a nova unidade, Portugal passará a ter capacidade para montar comboios destinados à sua própria rede ferroviária, reforçando competências industriais num setor considerado estratégico para a mobilidade, a descarbonização e a reindustrialização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783540]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Google condenada a indemnizar vários meios de comunicação franceses em 126 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/google-condenada-a-indemnizar-varios-meios-de-comunicacao-franceses-em-126-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google vai ter de indemnizar várias empresas de comunicação social francesas no valor de 126 milhões de euros, devido a práticas de publicidade 'online' que a justiça considerou violarem as regras da concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Google vai ter de indemnizar várias empresas de comunicação social francesas no valor de 126 milhões de euros, devido a práticas de publicidade &#8216;online&#8217; que a justiça considerou violarem as regras da concorrência.</p>
<p>De acordo com a decisão do Tribunal de Atividades Económicas de Paris, serão atribuídos 61 milhões de euros à Prisma Media, 26 milhões ao jornal Le Figaro, 11,5 milhões ao grupo editor dos jornais Les Echos e Le Parisien e 27,5 milhões à plataforma de vídeo Dailymotion.</p>
<p>Esses montantes, em qualquer caso, ficam muito aquém dos 570 milhões de euros que os quatro queixosos reclamavam à &#8216;gigante&#8217; norte-americana.</p>
<p>Numa reação à decisão judicial, a Google disse à agência de notícias EFE não concordar com a decisão do tribunal.</p>
<p>&#8220;Estas reclamações por danos e prejuízos baseiam-se em interpretações erradas do setor da tecnologia publicitária (&#8216;ad tech&#8217;), que é uma indústria altamente competitiva e em rápida evolução&#8221;, explicou a empresa.</p>
<p>Ainda assim, a tecnológica norte-americana não especificou se tenciona recorrer da decisão.</p>
<p>Num caso semelhante, em março passado, a Google já tinha sido condenada a pagar uma indemnização de 22,7 milhões de euros ao canal M6 por ter favorecido a própria plataforma de venda de publicidade &#8216;online&#8217; na atribuição de espaços publicitários, em detrimento dos concorrentes.</p>
<p>Na altura, a justiça francesa baseou o acórdão numa decisão da Autoridade da Concorrência, que tinha multado a Google em junho de 2021 com 220 milhões de euros, e noutra da Comissão Europeia, que lhe impôs uma multa de 2.950 milhões de euros no mês de setembro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783541]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Famílias escolhem estabilidade: taxa mista atinge recorde histórico no crédito à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[Simplefy]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a análise da Simplefy, o crédito regular, excluindo renegociações, voltou a superar os 2.000 milhões de euros pelo segundo mês consecutivo, fixando-se acima dos 2.045 milhões de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de crédito à habitação manteve, em abril de 2026, uma trajetória de consolidação robusta, com o montante total de novos contratos a atingir 2.722 milhões de euros. Este é o segundo valor mais elevado do ano e confirma a solidez da procura por financiamento para compra de casa.</p>
<p>Segundo a análise da Simplefy, o crédito regular, excluindo renegociações, voltou a superar os 2.000 milhões de euros pelo segundo mês consecutivo, fixando-se acima dos 2.045 milhões de euros. O dado evidencia uma procura estruturalmente sólida por parte das famílias, num contexto em que o mercado continua a operar em níveis elevados.</p>
<p>A taxa de juro média subiu ligeiramente para 2,86%, depois dos mínimos recentes registados nos meses anteriores. A evolução acompanha a recuperação da Euribor a seis meses, que se fixou em 2,49%, enquanto a taxa do Banco Central Europeu se manteve em 2,15%.</p>
<p>Apesar desta ligeira subida, as condições de financiamento continuam abaixo dos picos observados durante o ciclo de aperto monetário. A taxa média tinha atingido 4,26% em julho de 2023, antes de iniciar uma trajetória de descida gradual.</p>
<p>Um dos dados mais relevantes de abril é o novo máximo histórico da taxa mista, que passou a representar 84,5% dos novos contratos de crédito à habitação. A tendência confirma a preferência crescente das famílias por soluções que combinam previsibilidade inicial da prestação com flexibilidade futura.</p>
<p>Em sentido inverso, a taxa variável caiu para 13,9%, atingindo um mínimo histórico, enquanto a taxa fixa se manteve residual, com um peso de 1,6% nos novos contratos.</p>
<p>Para Rui Lopes, CEO da Simplefy, “o mercado de crédito à habitação continua muito sólido e as famílias portuguesas estão a escolher a estabilidade, como prova o recorde histórico de 84,5% na adesão à taxa mista”.</p>
<p>“Apesar de a avaliação bancária continuar a subir para novos máximos e da inflação dar sinais de alerta, o volume de novos créditos mostra que as pessoas continuam a comprar casa com confiança e a encontrar soluções seguras para o seu futuro financeiro”, acrescenta o responsável.</p>
<p>As renegociações mantiveram um peso relevante, mas estabilizado. Em abril, representaram 24,87% do total, em linha com o mês anterior e bastante abaixo do pico de 53% registado em setembro de 2023.</p>
<p>A evolução sugere que o mercado está a transitar progressivamente para uma dinâmica mais dominada por operações de crédito novo, depois de um período em que muitas famílias procuraram renegociar contratos para responder à subida das taxas de juro.</p>
<p>No plano económico, o relatório aponta sinais mistos. O PIB manteve-se em 2,3%, confirmando um crescimento estável no primeiro trimestre, sustentado sobretudo pelo consumo privado e pela procura externa.</p>
<p>A inflação, porém, acelerou para 3,3%, o valor mais elevado desde setembro de 2023, pressionada pelos serviços e pela energia. Este dado é identificado como um fator de vigilância para os próximos meses, tanto para as decisões de política monetária como para o poder de compra das famílias.</p>
<p>O Índice de Confiança Económica subiu para 2,70, recuperando do recuo registado em março. Em sentido contrário, a confiança dos consumidores desceu para -29,4, o valor mais baixo do ano, sinalizando maior cautela das famílias perante a evolução dos preços e da conjuntura.</p>
<p>O mercado de trabalho manteve-se estável, com a taxa de desemprego fixada em 6,1%, sem alteração face ao mês anterior.</p>
<p>No mercado imobiliário, a valorização continuou. A avaliação bancária total atingiu 2.174 euros por metro quadrado em abril, um novo máximo histórico. Face a abril de 2025, representa uma subida de 308 euros por metro quadrado, equivalente a cerca de 16,5%.</p>
<p>Por tipologia, os apartamentos atingiram 2.546 euros por metro quadrado, enquanto as moradias se fixaram em 1.561 euros por metro quadrado. Em ambos os casos, os valores reforçam a tendência de valorização do mercado residencial.</p>
<p>No plano transacional, os dados do primeiro trimestre de 2026 apontam para 37.745 transações, uma correção face ao trimestre anterior que não altera a leitura de solidez do mercado. O montante médio transacionado subiu para 262.839 euros, novo máximo histórico da série.</p>
<p>Desde 2021, o montante médio transacionado aumentou de 169.079 euros para 262.839 euros, o que representa uma valorização acumulada de cerca de 56% em menos de cinco anos.</p>
<p>A análise da Simplefy aponta, assim, para um mercado de crédito à habitação ainda robusto, sustentado por procura ativa, preferência clara por estabilidade nas prestações e valorização persistente do imobiliário, embora num contexto em que a inflação e a confiança dos consumidores exigem acompanhamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783537]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa de inflação abranda para 3,2% em junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-inflacao-abranda-para-32-em-junho-ine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:18:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação abrandou para 3,2% em junho, em termos homólogos, contra 3,3% no mês anterior, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação abrandou para 3,2% em junho, em termos homólogos, contra 3,3% no mês anterior, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>&#8220;Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,2% em junho de 2026, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais à observada no mês anterior&#8221;, refere o INE.</p>
<p>O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) também terá registado, em junho, uma taxa de variação homóloga de 2,5%, 0,3 pontos percentuais acima do verificado em maio.</p>
<p>Segundo o INE, a variação do índice relativo aos produtos energéticos abrandou para 9,1%, depois de 13,1% em maio, &#8220;refletindo uma redução dos preços dos combustíveis&#8221;.</p>
<p>Já o índice dos produtos alimentares não transformados desacelerou de 5,7% em maio para 5,2% no mês em análise.</p>
<p>Face ao mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,1% em junho (0,2% em maio e 0,1% em junho de 2025), estimando-se uma variação média nos últimos 12 meses de 2,6% (2,5% no mês anterior).</p>
<p>Quanto ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português, que permite uma melhor comparação com outros países, terá registado uma variação homóloga de 3,1%, idêntica ao mês precedente.</p>
<p>Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de junho serão publicados pelo INE em 10 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783536]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Redes sociais fazem um em cada quatro portugueses sentir-se mal com o seu estilo de vida, revela estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/redes-sociais-fazem-um-em-cada-quatro-portugueses-sentir-se-mal-com-o-seu-estilo-de-vida-revela-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[European Consumer Payment Report]]></category>
		<category><![CDATA[Intrum]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o estudo, 24% dos consumidores em Portugal reconhecem sentir-se negativamente afetados pelos conteúdos publicados nas redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase um em cada quatro consumidores portugueses admite que o conteúdo que vê nas redes sociais os faz sentir-se mal consigo próprios ou com o seu estilo de vida. A conclusão é da Intrum, com base no European Consumer Payment Report, e mostra o impacto crescente da comparação digital no bem-estar emocional e financeiro dos portugueses.</p>
<p>Segundo o estudo, 24% dos consumidores em Portugal reconhecem sentir-se negativamente afetados pelos conteúdos publicados nas redes sociais. A exposição constante a estilos de vida idealizados, consumos aspiracionais e rotinas aparentemente perfeitas está a alimentar sentimentos de inadequação, frustração e pressão financeira.</p>
<p>A Intrum assinala que esta realidade não afeta todos os consumidores da mesma forma. Os grupos financeiramente mais vulneráveis são os mais expostos a comportamentos de risco, nomeadamente compras por impulso e recurso ao crédito para tentar acompanhar padrões de vida promovidos por influenciadores.</p>
<p>De acordo com o relatório, os consumidores classificados como “Frágeis” são os mais propensos a fazer compras impulsivas e a contrair dívidas motivadas por conteúdos vistos nas redes sociais. O estudo indica ainda que adolescentes de famílias com menor rendimento são mais propensos a referir comportamentos aditivos na utilização destas plataformas.</p>
<p>O impacto também se faz sentir na saúde mental. Cerca de 38% dos consumidores portugueses financeiramente mais frágeis afirmam que os padrões de vida promovidos por influenciadores prejudicaram a sua saúde mental. Entre os consumidores classificados como “Resilientes”, essa percentagem desce para 19%.</p>
<p>Os mais jovens surgem como um dos grupos mais afetados. Cerca de um quinto da geração Z, 19%, afirma ter-se endividado na tentativa de replicar estilos de vida vistos nas redes sociais. Quase metade, 46%, reporta uma deterioração da saúde mental associada a essa pressão digital.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 76% dos portugueses consideram que as redes sociais promovem expectativas financeiras pouco realistas, uma percentagem acima da média europeia, que se situa nos 70%.</p>
<p>Para a Intrum, a exposição permanente a padrões de consumo idealizados pode comprometer decisões financeiras equilibradas. A comparação com estilos de vida que muitas vezes não refletem a realidade pode levar a sentimentos de exclusão e a escolhas de consumo menos ponderadas.</p>
<p>As redes sociais também têm impacto direto nos hábitos de compra. Em Portugal, 34% dos consumidores afirmam ter feito compras por impulso depois de verem publicidade nestas plataformas. Ainda assim, o valor representa uma descida face a 2024, quando esta percentagem era de 40%, sugerindo maior cautela nas decisões de compra online.</p>
<p>Outro dado relevante é que 14% dos consumidores portugueses dizem que a pressão criada por influenciadores os levou a contrair dívidas. A tendência levanta preocupações acrescidas num contexto em que soluções de pagamento diferido, como o “Compre Agora, Pague Depois”, ganham peso no consumo.</p>
<p>Em Portugal, 31% dos consumidores admitem sentir-se mais inclinados a comprar quando esta opção está disponível. A propensão é ligeiramente superior entre os homens, 32%, do que entre as mulheres, 30%.</p>
<p>A nível regional, o impacto desta modalidade é inferior à média nacional no Algarve, onde 24% dos consumidores dizem sentir-se mais inclinados a comprar com esta opção, e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, onde o valor é de 25%.</p>
<p>Segundo Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Portugal, “a exposição constante a padrões de vida idealizados gera sentimentos de exclusão e frustração entre os consumidores, com reflexos na autoestima e no bem-estar financeiro”.</p>
<p>“No Dia Mundial das Redes Sociais, é essencial reconhecer o impacto real do ambiente digital nas decisões de consumo, nos níveis de poupança e até na saúde mental”, acrescenta o responsável.</p>
<p>A Intrum defende que a literacia financeira e a consciência sobre os efeitos da comparação digital são cada vez mais importantes para evitar decisões impulsivas, endividamento desnecessário e pressão financeira associada a padrões de vida pouco realistas.</p>
<p>O European Consumer Payment Report é publicado anualmente pela Intrum desde 2013 e analisa os hábitos de consumo e a forma como os europeus gerem os seus orçamentos domésticos. A edição mais recente baseia-se num inquérito realizado em 20 países europeus, incluindo Portugal, com a participação de 20 mil consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783532]]></sapo:autor>
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		<title>Funchal e Ponta Delgada no topo: ilhas concentram maior procura internacional por casas em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar das alterações ao quadro de incentivos para viver ou investir em Portugal, o mercado residencial nacional continua a despertar interesse a partir do estrangeiro, tanto para compra como para arrendamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Funchal e Ponta Delgada são as cidades portuguesas onde a procura internacional por casas à venda tem maior peso, segundo dados do idealista/data relativos a maio de 2026.</p>
<p>Apesar das alterações ao quadro de incentivos para viver ou investir em Portugal, o mercado residencial nacional continua a despertar interesse a partir do estrangeiro, tanto para compra como para arrendamento. Segurança, clima, qualidade de vida, serviços de saúde e educação e localização geográfica continuam a ser fatores valorizados por famílias e investidores internacionais.</p>
<p>No mercado de compra e venda, as visitas internacionais representam 22% do total no Funchal e 20% em Ponta Delgada, colocando as capitais da Madeira e dos Açores no topo da procura estrangeira. Seguem-se Viana do Castelo, com 18%, Bragança, com 16%, e Faro, com 15%.</p>
<p>Lisboa e Porto surgem a meio da tabela. Na capital, as visitas internacionais representam 10% da procura por casas à venda, enquanto no Porto o peso é de 12%. Ainda assim, a procura de habitação para comprar e arrendar continua a ser feita maioritariamente a partir de Portugal, podendo incluir compradores nacionais, imigrantes já residentes e nómadas digitais instalados no país.</p>
<p>Os dados mostram que a procura internacional por casas à venda tem um peso de dois dígitos em 15 das 20 grandes cidades analisadas. No fundo da tabela surgem Évora, com 7%, Santarém, com 8%, e Coimbra, Beja e Leiria, todas com 9%.</p>
<p>No caso das casas à venda, Reino Unido e Estados Unidos destacam-se entre as origens da procura internacional. O Reino Unido lidera as visitas estrangeiras em sete cidades, incluindo Funchal, Faro, Castelo Branco, Setúbal, Portalegre, Beja e Santarém.</p>
<p>Já os Estados Unidos surgem em primeiro lugar em Ponta Delgada, onde representam 44% das visitas internacionais a imóveis para venda. A procura americana lidera também em Aveiro, Porto, Lisboa e Coimbra.</p>
<p>A presença dos EUA nos Açores reflete ligações históricas à região, nomeadamente através da base das Lajes, na ilha Terceira. Em Ponta Delgada, o Canadá surge também com forte expressão, representando 21% das visitas internacionais a casas à venda.</p>
<p>França mantém igualmente um papel relevante no mercado de compra. Lidera a procura em Viana do Castelo, Bragança e Leiria, e aparece em segundo lugar em várias capitais de distrito, incluindo Lisboa, Porto e Faro.</p>
<p>No arrendamento, a geografia da procura muda. Bragança é a cidade onde as visitas internacionais a casas para arrendar têm maior peso, representando 20% do total. Seguem-se Braga e Lisboa, ambas com 19%, e depois Vila Real, Porto e Viana do Castelo, todas com 17%.</p>
<p>Também no mercado de arrendamento, a procura internacional tem peso de dois dígitos na maioria das cidades analisadas, representando pelo menos 10% das visitas em 16 das 20 grandes cidades. Portalegre e Santarém, ambas com 7%, e Beja e Évora, com 8%, surgem no final da lista.</p>
<p>O Brasil domina a procura internacional por casas para arrendar em Portugal. Em maio de 2026, foi o país com maior peso nas visitas estrangeiras em 14 das 20 grandes cidades analisadas, incluindo Bragança, Braga, Vila Real, Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra, Viseu, Setúbal, Castelo Branco, Leiria, Évora, Beja e Santarém.</p>
<p>Em algumas cidades, a procura brasileira representa uma fatia particularmente elevada das visitas internacionais. Em Viseu chega a 46%, em Leiria a 44% e em Braga a 43%.</p>
<p>Lisboa, Funchal e Faro têm uma configuração diferente no arrendamento, com a Alemanha a liderar as visitas internacionais. Em Ponta Delgada, os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar. Na Guarda e em Portalegre, a maior procura vem de Espanha.</p>
<p><iframe title="De onde vem a procura estrangeira por casas à venda em Portugal?" aria-label="Table" id="datawrapper-chart-uT4V3" src="https://datawrapper.dwcdn.net/uT4V3/3/" scrolling="no" frameborder="0" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" height="964" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">(function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})();</script></p>
<p>Os dados surgem num contexto em que a venda de casas a não residentes está em queda há três anos. No início de 2026, as transações realizadas por não residentes desceram 15,6% em termos homólogos, para 1.770 casas, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística citados pelo idealista.</p>
<p>Ainda assim, o interesse externo mantém-se visível nas pesquisas online. O idealista sublinha que parte desta leitura pode ser influenciada por compradores que chegaram a Portugal em anos anteriores e que, por já residirem no país, são agora estatisticamente considerados compradores nacionais.</p>
<p>A análise mostra, por isso, um mercado em mudança: os incentivos fiscais diminuíram, mas Portugal continua no radar internacional, sobretudo nas ilhas, no norte e em cidades de menor dimensão, onde a procura externa mantém um peso relevante.</p>
<p><iframe title="Arrendar casa: de onde vem a procura internacional?" aria-label="Table" id="datawrapper-chart-4955X" src="https://datawrapper.dwcdn.net/4955X/1/" scrolling="no" frameborder="0" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" height="820" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">(function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})();</script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783528]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae vê legado de Belmiro de Azevedo consolidar-se e bate recorde em programa para mudar a educação em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:00:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Sonae]]></category>
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					<description><![CDATA[O Prémio Sonae Educação voltou a crescer em 2026 e atingiu um novo máximo de participação, com 1.031 candidaturas elegíveis. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Prémio Sonae Educação voltou a crescer em 2026 e atingiu um novo máximo de participação, com 1.031 candidaturas elegíveis. O número representa mais do dobro face à edição anterior, que tinha registado 437 propostas, e confirma o interesse crescente de escolas e outras entidades em projetos ligados à inovação e inclusão no ensino.</p>
<p>Promovido pela Sonae, o prémio distingue iniciativas que procuram melhorar a educação em Portugal, desde o ensino básico até à formação ao longo da vida. Nesta quarta edição, foram submetidas candidaturas de todos os distritos do país, tanto de escolas públicas e privadas como de entidades com e sem fins lucrativos.</p>
<p>Uma das principais novidades deste ano foi a criação da categoria exclusiva para escolas públicas, que somou 359 candidaturas. A iniciativa pretende reconhecer o papel destas instituições na promoção da igualdade de oportunidades e na inovação pedagógica em contexto local. Já a categoria geral reuniu 672 candidaturas, incluindo projetos com potencial de expansão e replicação.</p>
<p>No total, o programa vai distribuir 150 mil euros por projetos que apostem em abordagens educativas inovadoras e que contribuam para uma sociedade mais inclusiva, seja através da qualificação, requalificação ou combate ao insucesso escolar.</p>
<p>Os finalistas serão anunciados na primeira quinzena de julho, enquanto os vencedores serão revelados em setembro, numa cerimónia dedicada à atribuição dos prémios.</p>
<p>As candidaturas serão avaliadas por um júri que integra Miguel Mota Freitas, Chief Representative for Culture &amp; Education na Sonae, Ana Balcão Reis, professora catedrática na Nova SBE, Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa, Marta Albuquerque, vice-presidente da Estrutura de Missão da Portugal Inovação Social 2030, e Rebeca Sá Couto, vogal do conselho diretivo da EduQA I.P..</p>
<p>Desde a sua criação, em 2023, o Prémio Sonae Educação já ultrapassou os 2.200 projetos submetidos e os 550 mil euros atribuídos. Em quatro edições, o programa tem vindo a consolidar-se como uma das principais iniciativas de apoio a projetos educativos no país.</p>
<p>Na última edição, foram distinguidos quatro projetos, incluindo, pela primeira vez, uma escola pública: o Agrupamento de Escolas Gil Vicente, em Lisboa. Entre os vencedores estiveram também o CADIn – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil, a Skoola – Associação Música Skoola Artes e Cultura Urbana e a Associação Topsail.</p>
<p>O projeto tem também uma ligação direta ao legado de Belmiro de Azevedo, que sempre defendeu a educação como eixo central do desenvolvimento pessoal e social. Esse compromisso mantém-se vivo através de várias iniciativas associadas ao grupo, incluindo o investimento contínuo na área educativa e projetos como o Colégio Efanor e o think tank EDULOG, dedicado à reflexão sobre políticas de educação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783513]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato dos Jornalistas apresenta queixa à Comissão Europeia contra estatutos da Lusa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apresentou hoje, em Bruxelas, uma queixa à Comissão Europeia contra os novos estatutos da agência Lusa, defendendo que as alterações aprovadas pelo Governo português violam o direito europeu em matéria de independência editorial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apresentou hoje, em Bruxelas, uma queixa à Comissão Europeia contra os novos estatutos da agência Lusa, defendendo que as alterações aprovadas pelo Governo português violam o direito europeu em matéria de independência editorial.</p>
<p>&#8220;Nós entregámos uma queixa na Comissão Europeia para pedir à Comissão Europeia que veja se Portugal está ou não a cumprir com o regulamento europeu para os media [pois] no entendimento dos trabalhadores &#8211; e sobretudo dos jornalistas da agência Lusa &#8211; não está. Desde que o Governo alterou os estatutos da agência, entendemos que esses estatutos não estão conformes com o regulamento europeu e, portanto, o que pedimos é que a Comissão Europeia analise e, se for o caso disso, multe Portugal ou obrigue Portugal a cumprir o regulamento europeu&#8221;, afirmou aos jornalistas portugueses em Bruxelas a delegada sindical e dirigente do SJ Susana Venceslau.</p>
<p>De acordo com a responsável, os novos estatutos da Lusa &#8220;abrem porta a uma ingerência política na agência e põem em causa a sua independência e a sua isenção&#8221;.</p>
<p>Para o sindicato, o novo modelo de governação da Lusa, em vigor desde janeiro deste ano, suscita três preocupações principais: a nomeação direta do Conselho de Administração pelo Governo, a criação de um órgão de supervisão considerado dominado pelo poder político e a obrigação de a Direção de Informação prestar contas ao parlamento.</p>
<p>O SJ considera que estas alterações colocam em causa a independência editorial e funcional da agência e podem conduzir a uma compressão dos direitos fundamentais dos jornalistas, com consequências para o direito dos cidadãos à informação, em Portugal e nos países de língua portuguesa onde a Lusa está presente.</p>
<p>&#8220;A partir do momento que tenhamos um controlo, neste caso político, da única agência de notícias é o controlo de toda a informação que é feita e que é passada aos restantes órgãos de comunicação social&#8221;, alertou Susana Venceslau.</p>
<p>E vincou: &#8220;Não é o poder político que tem que fiscalizar o jornalismo, é exatamente o oposto, é o jornalismo que fiscaliza o poder político&#8221;.</p>
<p>Em causa está o novo regulamento para a Liberdade dos Meios de Comunicação Social, em vigor desde 2024, que estabelece um quadro comum de proteção da liberdade, independência e pluralismo dos media na União Europeia.</p>
<p>Na queixa enviada ao executivo comunitário, o SJ argumenta que os estatutos violam os artigos 4.º e 5.º deste regulamento, que obrigam os Estados-membros a garantir a independência editorial dos órgãos de comunicação social de serviço público e a impedir interferências políticas nas suas decisões editoriais.</p>
<p>O documento questiona, ainda, as sinergias promovidas entre a Lusa e a RTP, argumentando que estas podem violar as regras de concorrência previstas no artigo 101.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e comprometer a autonomia funcional da agência.</p>
<p>&#8220;O alerta que queremos fazer à Comissão Europeia é do ataque que está a ser feito ao jornalismo e à liberdade de imprensa&#8221;, adiantou Susana Venceslau.</p>
<p>A apresentação da queixa surge após várias ações de contestação dos trabalhadores da agência, incluindo exposições ao Provedor de Justiça, à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e ao parlamento, bem como duas greves realizadas em março e maio deste ano.</p>
<p>A Lusa, que celebra 40 anos em 2026, é detida na totalidade pelo Estado português, após a aquisição de 100% das ações em novembro de 2025.</p>
<p>Única agência noticiosa em Portugal e maior agência de língua portuguesa, fornece conteúdos a meios de comunicação tanto no país como no estrangeiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783518]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reclamações contra escolas de condução aceleram e quase igualam total do ano passado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reclamacoes-contra-escolas-de-conducao-aceleram-e-quase-igualam-total-do-ano-passado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Direção-Geral do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas de condução]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 23 de junho de 2026, indicou a Direção-Geral do Consumidor, foram registadas 181 reclamações contra escolas de condução, o equivalente a 93% das 195 queixas apresentadas durante todo o ano de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As reclamações contra escolas de condução registadas no Livro de Reclamações Eletrónico praticamente igualaram, em apenas seis meses, o total contabilizado em todo o ano passado.</p>
<p>Até 23 de junho de 2026, indicou a Direção-Geral do Consumidor, foram registadas 181 reclamações contra escolas de condução, o equivalente a 93% das 195 queixas apresentadas durante todo o ano de 2025. O número confirma também uma subida face a 2024, ano em que tinham sido apuradas 163 reclamações.</p>
<p>A evolução recente aponta para um aumento global das queixas e para o agravamento de alguns problemas concretos reportados pelos consumidores.</p>
<p>Entre 2025 e 2026, o incumprimento de horários surge como uma das categorias com maior crescimento, passando de 13 para 24 reclamações. Também o atendimento sem qualidade ou demorado aumentou, subindo de 16 para 19 ocorrências.</p>
<p>Os pedidos de reapreciação de provas continuam a representar uma área relevante de conflito. Em 2026, esta categoria soma já 30 reclamações, praticamente igualando as 31 registadas em todo o ano anterior.</p>
<p>Também a falta ou erro de informação prestada por funcionários registou um aumento, passando de 10 reclamações em 2025 para 13 no primeiro semestre de 2026.</p>
<p>Os dados surgem num momento de mudança no ensino da condução. O Decreto-Lei n.º 112/2026, de 5 de junho, entra em vigor a partir de 5 de julho e introduz alterações ao regime jurídico do setor.</p>
<p>Entre as novidades está a possibilidade de aprendizagem com tutor, embora se mantenha a obrigatoriedade de inscrição numa escola de condução. O diploma prevê ainda a simplificação do processo, através da comunicação eletrónica da identificação do tutor ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes.</p>
<p>O tutor terá de ser titular de carta de condução há pelo menos dez anos e não poderá exercer funções de instrutor ou examinador. Estão igualmente previstas regras relativas à responsabilidade, ao seguro e aos locais onde a condução poderá decorrer.</p>
<p>As novas regras chegam, assim, num contexto em que as reclamações contra escolas de condução estão a crescer e em que os consumidores continuam a apontar falhas relacionadas com horários, atendimento, informação e avaliação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783510]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Uma ameaça não vem sozinha: SMS falsos e chamadas fraudulentas estão a tornar-se cada vez mais comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fraude digital]]></category>
		<category><![CDATA[smishing]]></category>
		<category><![CDATA[vishing]]></category>
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					<description><![CDATA[Fraude digital está a evoluir e os esquemas que começam com uma simples mensagem podem acabar numa chamada telefónica fraudulenta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fraude digital está a evoluir e os esquemas que começam com uma simples mensagem podem acabar numa chamada telefónica fraudulenta. A combinação de smishing, através de SMS ou mensagens falsas, com vishing, através de chamadas telefónicas, é cada vez mais frequente e tem como objetivo levar as vítimas a entregar dados confidenciais, códigos de segurança ou acessos bancários.</p>
<p>O alerta é do WiZink, que chama a atenção para mensagens falsas que parecem vir do banco e que tentam criar uma sensação de urgência. </p>
<p>O esquema pode começar com uma mensagem no telemóvel a alertar para uma suposta transação realizada, para o bloqueio de uma aplicação bancária ou para um cartão de crédito e PIN alegadamente bloqueados. A mensagem parece legítima e, em alguns casos, até pode surgir no seguimento de comunicações verdadeiras do banco.</p>
<p>Isto acontece porque os cibercriminosos podem usar técnicas que mascaram o remetente da mensagem, fazendo parecer que a comunicação vem de uma entidade conhecida. Muitas vezes, não sabem sequer qual é o banco da vítima: enviam a mesma mensagem a centenas de pessoas e, em alguns casos, acabam por acertar.</p>
<p>O objetivo é provocar alarme. Ao ler que foi feita uma transação suspeita ou que a aplicação bancária está bloqueada, a pessoa pode sentir-se pressionada a agir depressa, sem confirmar a origem da mensagem. É precisamente esse o primeiro risco.</p>
<p>Numa situação deste tipo, nunca se deve ligar para o número indicado no SMS, nem carregar em links enviados numa mensagem alarmista. O contacto com o banco deve ser feito apenas pelos canais oficiais, através dos números indicados no extrato, na área privada ou no site oficial, escrevendo diretamente o endereço no navegador.</p>
<p>Quando a vítima liga para o número indicado na mensagem, acredita estar a falar com o banco. Na realidade, pode estar a contactar diretamente os autores da fraude. Durante a chamada, o cibercriminoso pode apresentar-se de forma convincente, confirmar alguns dados e pedir códigos de segurança ou dados de acesso, alegando que precisa deles para anular uma transação, desbloquear a aplicação ou travar uma operação suspeita.</p>
<p>Esse é o segundo erro: fornecer dados confidenciais ou códigos recebidos por SMS. Os bancos nunca pedem este tipo de informação por telefone, por SMS, por e-mail ou através de links enviados durante uma chamada.</p>
<p>Em muitos casos, a fraude é construída em várias etapas. A vítima pode ser encaminhada para uma página falsa, semelhante à área de homebanking ou à aplicação do banco. Se inserir aí os dados de acesso, estes passam para as mãos dos cibercriminosos, que podem entrar na conta verdadeira como se fossem o próprio cliente.</p>
<p>Depois, enquanto mantêm a vítima ao telefone, os autores da fraude podem tentar realizar operações no homebanking, como pagamentos de serviços ou carregamentos de carteiras virtuais. Para concluir essas operações, o banco pode enviar um SMS legítimo com um código de confirmação para o telemóvel do cliente.</p>
<p>É aqui que o esquema se torna mais perigoso. O cibercriminoso pede à vítima que introduza esse código na página falsa ou que o diga durante a chamada, alegando que é necessário para cancelar a transação suspeita. Na realidade, o código está a ser usado para autorizar uma operação iniciada pelos próprios criminosos.</p>
<p>Em alguns casos, o processo repete-se. O burlão pode dizer que o primeiro código não funcionou e pedir outro, conseguindo assim validar várias operações. No fim, pode terminar a chamada dizendo que está tudo resolvido, quando, na verdade, acabou de retirar dinheiro da conta ou do cartão da vítima.</p>
<p>O WiZink sublinha que, perante mensagens ou chamadas com tom alarmista e pedidos de ação urgente, a regra deve ser parar e desconfiar. É importante questionar quem está do outro lado, pedir detalhes, não clicar em links, não instalar aplicações sugeridas e nunca partilhar dados confidenciais.</p>
<p>Dados de acesso, palavras-passe, códigos de segurança recebidos por SMS ou informação completa do cartão não devem ser fornecidos em nenhuma circunstância, mesmo que a pessoa ao telefone pareça conhecer dados pessoais ou bancários.</p>
<p>Em caso de dúvida, a recomendação é desligar a chamada, verificar a conta ou o cartão através dos canais oficiais e contactar diretamente o banco pelos números divulgados no site oficial, na área privada ou no extrato.</p>
<p>O WiZink reforça ainda que o acesso ao site deve ser feito escrevendo o endereço www.wizink.pt diretamente no navegador, evitando links recebidos por SMS, WhatsApp ou e-mail, sobretudo quando a mensagem cria urgência ou medo.</p>
<p>A principal defesa contra este tipo de fraude é não agir sob pressão. Uma mensagem inesperada não deve levar a uma decisão imediata, e uma chamada convincente não deve ser suficiente para entregar códigos ou dados bancários.</p>
<p>Porque, como lembra a campanha, o phishing não acontece só aos outros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783502]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 60</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 60, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), havendo 87 desaparecidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 60, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), havendo 87 desaparecidos.</p>
<p>De acordo com o MNE, estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, dos quais 51 são homens e 36 são mulheres.</p>
<p>Segundo estes dados divulgados na segunda-feira à noite, entre os 60 mortos, 53 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 10 crianças e 50 adultos.</p>
<p>O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.719 mortos e 5.034 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783505]]></sapo:autor>
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		<title>Imigração de fora da OCDE é motor do crescimento do PIB por trabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A imigração proveniente de países de fora da OCDE tem sido um importante motor do crescimento da economia por trabalhador, concluiu um estudo da Universidade da Califórnia, que encontrou uma associação entre desempenho económico e políticas migratórias mais abertas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A imigração proveniente de países de fora da OCDE tem sido um importante motor do crescimento da economia por trabalhador, concluiu um estudo da Universidade da Califórnia, que encontrou uma associação entre desempenho económico e políticas migratórias mais abertas.</p>
<p>&#8220;A imigração de mão-de-obra altamente qualificada, em particular, está associada a uma acumulação mais robusta de capital humano, a um crescimento mais acelerado da produtividade total dos fatores (PTF) e a uma maior intensificação do capital&#8221;, lê-se no artigo divulgado no âmbito do Fórum BCE, que decorre em Sintra, Portugal.</p>
<p>O estudo sobre &#8220;o impacto da imigração na população, na produtividade do trabalho, nos investimentos e na PTF nos países da OCDE&#8221; conclui que a &#8220;imigração proveniente de países não pertencentes à OCDE tem sido um importante motor do crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] por trabalhador, principalmente através de um maior nível de investimento&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;choques e surtos positivos de imigração, bem como políticas migratórias mais abertas, também estão associados a um melhor desempenho económico&#8221;, indica o artigo, elaborado por Giovanni Peri, professor na Universidade da Califórnia em Davis, em conjunto com Gaetano Basso e Mitali R. Mathur.</p>
<p>A imigração, as políticas abertas e os choques e surtos migratórios &#8220;apresentaram um poder preditivo positivo e (frequentemente) significativo sobre o crescimento contemporâneo e futuro da produtividade do trabalho, da PTF , do capital humano e, especialmente, do investimento&#8221;, indica o artigo, que observa que as mudanças demográficas da população nativa não apresentam tal associação.</p>
<p>Este estudo foi feito com base num conjunto de dados sobre as taxas de imigração líquida de todas as origens para os países da OCDE no período de 1990 a 2024.</p>
<p>Segundo estes dados, a maior parte do aumento da imigração líquida provinha de países não pertencentes à OCDE e era composta, em grande medida, por indivíduos altamente qualificados.</p>
<p>A análise mostrou que as economias da OCDE &#8212; e, entre elas, as europeias &#8212; provavelmente &#8220;beneficiaram da imigração proveniente de países fora da OCDE no período de 1990 a 2024 em termos de crescimento da produtividade do trabalho&#8221;.</p>
<p>Numa estimativa a partir dos dados, os autores apontam que em Espanha, neste período, até um terço do crescimento real do PIB por trabalhador pode estar associado ao fluxo de imigrantes.</p>
<p>O Fórum é um evento anual organizado pelo Banco Central Europeu e realizado em Sintra, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</p>
<p>Este ano, tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e decorre de 29 de junho a 01 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783504]]></sapo:autor>
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		<title>Grafeno português pode tornar drones e aviões militares quase invisíveis aos radares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/grafeno-portugues-pode-tornar-drones-e-avioes-militares-quase-invisiveis-aos-radares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A inovação, liderada pela GTechPlasma, poderá colocar o país e a Europa na corrida global pelas tecnologias furtivas, usadas para dificultar a deteção de aeronaves em cenários militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está a desenvolver um material à base de grafeno capaz de reduzir de forma significativa a visibilidade de drones e aviões militares aos radares. A inovação, liderada pela GTechPlasma, poderá colocar o país e a Europa na corrida global pelas tecnologias furtivas, usadas para dificultar a deteção de aeronaves em cenários militares.</p>
<p class="isSelectedEnd">A GTechPlasma é uma spin-off do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, e criou um sistema baseado em plasma para produzir materiais de grafeno personalizados e de elevada qualidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Estamos neste momento muito focados no desenvolvimento de revestimentos para absorção de radar e de radiação eletromagnética”, explicou Bruno Soares Gonçalves, cofundador da GTechPlasma, em entrevista à Euronews.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Material absorve radiação eletromagnética</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O material foi desenvolvido para absorver radiação eletromagnética, incluindo ondas de radar, uma característica essencial para aplicações furtivas. A tecnologia poderá ser usada em revestimentos capazes de reduzir a assinatura radar de drones e aviões militares, tornando-os mais difíceis de detetar.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As aplicações mais óbvias neste momento são no setor da defesa, mas há muitas outras áreas em que este tipo de material tem potencial para blindagem eletromagnética, para reduzir radiação”, afirmou Bruno Soares Gonçalves.</p>
<p class="isSelectedEnd">O investigador do Instituto Superior Técnico sublinha que soluções deste tipo são raras e estão fortemente controladas a nível internacional. Segundo o responsável, “neste momento, não existe outra solução na Europa” e, mesmo a nível mundial, apenas os Estados Unidos dispõem de uma solução semelhante.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O material que, por exemplo, reveste o F-35 é um material que não pode ser exportado. Portanto, temos um material ‘made in’ Portugal com forte potencial de aplicação”, acrescentou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Como é produzido o grafeno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O grafeno é uma folha de átomos de carbono com apenas um átomo de espessura. Neste caso, é produzido a partir de precursores como álcool etílico ou metano, recorrendo a tecnologia de plasma.</p>
<p class="isSelectedEnd">A equipa da GTechPlasma afirma que esta tecnologia permite controlar o material ao nível atómico, ajustando as suas propriedades para diferentes aplicações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da absorção de radar, a tecnologia poderá ser usada no armazenamento de hidrogénio ou na separação de terras raras e urânio.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Há muitas outras aplicações em que o grafeno e os seus derivados podem ser usados, mas para isso é preciso controlar todo o processo ao nível atómico. E é isso que conseguimos fazer com o nosso dispositivo, que está patenteado nos Estados Unidos, no Japão e na Europa”, explicou Bruno Soares Gonçalves, também presidente do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>F-16 com assinatura radar de uma ave</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das aplicações mais relevantes desta tecnologia está na aviação militar. O objetivo é reduzir a assinatura radar das aeronaves, dificultando a sua deteção por sistemas inimigos.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As nossas estimativas para aquilo que o nosso material consegue atingir são que um F-16 teria a assinatura radar de uma ave”, afirmou Bruno Soares Gonçalves.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o investigador, esta redução representaria uma descida muito significativa da assinatura radar, tornando a aeronave invisível ou muito mais difícil de detetar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta capacidade pode representar uma vantagem estratégica em contexto de guerra. Quanto mais tarde uma aeronave for detetada por radar durante uma missão militar, maior poderá ser a vantagem operacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Isso torna-se importante porque o avião não é detetado, ou é detetado demasiado tarde, e isso é uma vantagem militar”, explicou Bruno Soares Gonçalves.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Produção pode ser industrializada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tecnologia está já a avançar para uma fase de industrialização. Os dispositivos da GTechPlasma produzem atualmente 40 miligramas por minuto de grafeno de elevada qualidade, mas a empresa pretende aumentar a capacidade de produção.</p>
<p class="isSelectedEnd">A GTechPlasma já tem um parceiro industrial para escalar a tecnologia. A empresa Plasmaphene, sediada em Vila Viçosa e apoiada por financiamento do Compete 2030, será responsável por industrializar a máquina de produção de grafeno de alta qualidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O nosso objetivo no chão de fábrica é ter vários dispositivos, não só pela redundância que isso traz, mas também porque nos permite produzir vários materiais simultaneamente em diferentes dispositivos”, explicou Bruno Soares Gonçalves.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, a máquina funciona como uma plataforma para múltiplos materiais. A receita pode ser alterada para obter materiais diferentes, ajustados a várias finalidades.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Revestimentos e tintas para drones</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa pretende também alargar parcerias com companhias do setor da defesa. Já forneceu 260 gramas deste material absorvente de radar a um fabricante português de drones.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste momento, o material é produzido sob a forma de um pó preto muito leve. No entanto, o objetivo passa por desenvolver soluções prontas a aplicar, mais próximas das necessidades dos utilizadores finais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre essas soluções estão revestimentos ou tintas que possam ser aplicados diretamente em superfícies como drones.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O objetivo é fornecer soluções que estejam o mais próximo possível de algo que o cliente possa aplicar, em vez de fornecer apenas um pó que depois o cliente tem de descobrir como integrar”, afirmou o responsável da GTechPlasma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tecnologia com potencial além da defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora a defesa seja a aplicação mais evidente nesta fase, o potencial da tecnologia vai além do setor militar. A capacidade de controlar o grafeno ao nível atómico permite adaptar o material a diferentes usos, incluindo blindagem eletromagnética, armazenamento de hidrogénio e separação de materiais estratégicos.</p>
<p>A inovação poderá colocar Portugal na linha da frente das tecnologias furtivas baseadas em grafeno, numa área onde as soluções disponíveis são escassas, controladas e com forte valor estratégico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783494]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Católica-Lisbon SBE junta líderes da MEO, Sonae, BPI e Jerónimo Martins para analisar como transformar a IA em valor real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:26:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Católica-Lisbon SBE]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Católica-Lisbon SBE vai reunir líderes empresariais e especialistas em inteligência artificial para debater a forma como as empresas podem transformar o potencial da tecnologia em resultados concretos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Católica-Lisbon SBE vai reunir líderes empresariais e especialistas em inteligência artificial para debater a forma como as empresas podem transformar o potencial da tecnologia em resultados concretos.</p>
<p>A conferência &#8220;Agentic AI: do hype à realidade&#8221; realiza-se no Auditório Cardeal Medeiros, em Lisboa, no próximo dia 2 de julho, no âmbito do programa &#8220;Digital Transformation in the Age of AI&#8221;.</p>
<p>O encontro pretende discutir uma das principais questões que atualmente se colocam às organizações: como passar da experimentação com inteligência artificial para uma utilização capaz de gerar valor mensurável e sustentável. Em destaque estarão temas como o impacto dos AI Agents na produtividade, os obstáculos à adoção em larga escala e as lições retiradas de projetos que não atingiram os resultados esperados.</p>
<p>A sessão de abertura contará com uma keynote de Gonçalo Oliveira, administrador da MEO, seguindo-se dois painéis dedicados à aplicação prática da inteligência artificial nas empresas.</p>
<p>No primeiro painel, Vasco Pedro, fundador e CEO da Spinnable.ai, e Pedro Mira Vaz, AI Office Global Director da Jerónimo Martins SGPS, vão analisar de que forma os AI Agents podem aumentar a capacidade de execução das organizações e acelerar processos em escala.</p>
<p>Já o segundo painel reunirá Ricardo Posser Chaves, diretor executivo do BPI, e Liliana Bernardino, Head of Data &amp; AI da Sonae, para partilharem experiências sobre os desafios encontrados na implementação da inteligência artificial em contexto empresarial e as aprendizagens retiradas de casos concretos.</p>
<p>Segundo João Ribeiro da Costa, diretor do programa &#8220;Digital Transformation in the Age of AI&#8221; da Católica-Lisbon SBE, as empresas enfrentam agora uma nova fase na adoção da inteligência artificial.</p>
<p>&#8220;A Inteligência Artificial entrou numa nova fase. O desafio das empresas deixou de ser perceber o potencial da tecnologia, de acordo com a McKinsey, 78% das empresas já a adotaram. O desafio passou a ser como transformar o potencial em valor real, já que, de acordo com a BCG, 74% das empresas ainda não conseguiram tirar valor real, mensurável e sustentável dos seus projetos de IA. Esta conferência traz-nos uma reflexão sobre essa passagem: do entusiasmo à execução, do hype à realidade&#8221;, afirma.</p>
<p>A Católica-Lisbon SBE considera que a partilha de experiências entre organizações que já estão a implementar soluções de Agentic AI permitirá aos participantes obter uma visão mais concreta sobre as oportunidades, os desafios e as condições necessárias para que estas tecnologias gerem impacto efetivo nos negócios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783488]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lisboa entre as cidades europeias com melhor qualidade de vida no mundo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lisboa-entre-as-cidades-europeias-com-melhor-qualidade-de-vida-no-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A capital portuguesa é valorizada pelas muitas horas de sol, pela cena gastronómica vibrante, pela arquitetura, pelo comércio independente e pela segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Copenhaga, Lisboa e Viena estão entre as cidades europeias com melhor qualidade de vida no mundo, de acordo com o ranking Quality of Life Survey 2026, da Monocle. A lista analisa 75 cidades e coloca 13 cidades europeias no top 20 global dos locais mais interessantes e atrativos para viver.</p>
<p class="isSelectedEnd">A qualidade de vida urbana é avaliada através de critérios objetivos e subjetivos. Neste ranking, a publicação olha para fatores como segurança, conectividade, comércio, espaços verdes, oferta cultural, mobilidade e ambiente urbano, indo além de indicadores como impostos, produto interno bruto ou custo de vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tema ganha relevância num contexto de crescimento acelerado da população urbana. Segundo um relatório das Nações Unidas citado no artigo, mais de 80% da população mundial vive atualmente em vilas e cidades, percentagem que deverá continuar a aumentar. A procura por áreas urbanas está associada à perceção de maior conveniência, melhores infraestruturas e mais oportunidades.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Copenhaga lidera entre as cidades europeias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Copenhaga surge como a cidade europeia mais bem classificada no ranking de 2026. A capital dinamarquesa destaca-se pela forte cultura de mobilidade em bicicleta, pela cena gastronómica em crescimento e pela diversidade de comércio no centro da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade tem sido presença regular nos lugares cimeiros deste tipo de avaliação. Em 2021 e 2022, Copenhaga ocupou mesmo o primeiro lugar mundial. Nessa altura, o estudo destacava o orgulho dos habitantes na forma como a cidade é pensada para permitir que as crianças circulem livremente, garantir acessibilidade a pessoas com rendimentos mais baixos, oferecer transportes públicos eficientes, melhorar a qualidade do ar e manter um porto limpo o suficiente para ser usado para nadar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ranking deste ano sublinha também a mudança política ocorrida nas eleições municipais no final de 2025. Os sociais-democratas perderam o controlo da cidade pela primeira vez em mais de 100 anos, com o Partido Popular Socialista e a Aliança Vermelho-Verde a vencerem as eleições.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova agenda municipal está centrada no custo e na disponibilidade da habitação, nas alterações climáticas e no objetivo de reduzir a presença de automóveis no centro da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa em destaque pela luz, segurança e vida urbana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Lisboa surge logo a seguir entre as cidades europeias mais habitáveis do mundo. A capital portuguesa é valorizada pelas muitas horas de sol, pela cena gastronómica vibrante, pela arquitetura, pelo comércio independente e pela segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aeroporto de Lisboa é também destacado no ranking por funcionar como um importante ponto de ligação para quem atravessa o Atlântico ou viaja para África.</p>
<p class="isSelectedEnd">A capital portuguesa é a segunda região mais populosa do país e concentra a maior parte dos imigrantes que vivem em Portugal, de acordo com dados do instituto nacional de estatística referidos no artigo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da boa posição no ranking, Lisboa enfrenta um desafio relevante no acesso à habitação. A cidade é apontada como um dos mercados habitacionais menos acessíveis da Europa, com uma casa a custar cerca de 18,7 vezes o rendimento anual de uma família típica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o estudo, o grande desafio para Lisboa será reduzir a distância entre os interesses dos residentes locais e dos expatriados no que diz respeito ao custo de vida, antes que a cidade se transforme em “duas cidades numa só”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Viena mantém lugar de destaque, mas perde terreno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Viena aparece em quarto lugar no ranking global e como a terceira cidade europeia mais bem posicionada. A capital austríaca é elogiada pela capacidade de receber eventos internacionais, pelas vinhas e pelas piscinas municipais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em maio, Viena acolheu o Festival Eurovisão da Canção pela terceira vez, reforçando o seu papel como palco de grandes acontecimentos internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade é também destacada pelo seu programa de habitação social. Em 2025, as autoridades construíram cinco novos projetos, com cerca de 400 apartamentos, e renovaram 11 complexos habitacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, Viena perdeu posições face a anos anteriores. Em 2023, a capital austríaca ocupava o primeiro lugar do ranking.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Helsínquia, Amesterdão e Barcelona também entram na lista</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além de Copenhaga, Lisboa e Viena, outras cidades europeias surgem entre as mais interessantes e atrativas para viver. No total, 13 cidades europeias fazem parte do top 20 mundial da Monocle.</p>
<p class="isSelectedEnd">Helsínquia, Amesterdão e Barcelona também integram a lista, embora surjam nas posições mais baixas entre as cidades europeias incluídas no ranking.</p>
<p>A presença significativa de cidades europeias no topo da classificação confirma a força do continente em áreas como mobilidade, segurança, espaços verdes, cultura urbana, comércio e conectividade. Ainda assim, o ranking mostra também que a qualidade de vida nas cidades depende cada vez mais da capacidade de equilibrar crescimento, habitação acessível, mobilidade sustentável e integração de novos residentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783489]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nadadores salvadores alertam para aumento do risco de afogamento nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:13:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (Fepons) alertou hoje para o aumento do risco de afogamento nos próximos dias por causa da subida prevista das temperaturas e apelou às autoridades para incluírem este risco nas mensagens de aviso à população.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (Fepons) alertou hoje para o aumento do risco de afogamento nos próximos dias por causa da subida prevista das temperaturas e apelou às autoridades para incluírem este risco nas mensagens de aviso à população.</p>
<p>Em comunicado, os nadadores salvadores lembram que a experiência recente de outros países europeus mostra que os períodos de calor extremo levam muitas pessoas a procurar rios, barragens, lagoas, praias marítimas e piscinas para se refrescarem, aumentando o risco de acidentes, sobretudo em locais não vigiados.</p>
<p>Para controlar este risco, a Fepons recomenda que se escolham sempre zonas vigiadas, se evitem banhos em rios, barragens e locais desconhecidos ou sem vigilância e que se tente entrar na agua acompanhado por outra pessoa.</p>
<p>Aconselha ainda a manter vigilância permanentemente nas crianças &#8211; &#8220;sempre à distância de um braço&#8221; -, evitar mergulhos em locais desconhecidos e a não consumir álcool antes ou durante as idas à água.</p>
<p>Alerta que o calor extremo é também um fator de risco para o afogamento e recorda que a prevenção deve começar antes da entrada na água.</p>
<p>Em França, por exemplo, durante a onda de calor que está a atravessar o país, já morreram mais de 50 pessoas por afogamento.</p>
<p>Segundo os dados divulgados há 15 dias pela Fepons, 57 pessoas morreram afogadas em Portugal até 31 de maio, um valor praticamente idêntico ao registado no mesmo período de 2024 (58 mortes), que constituiu o pior período homólogo desde o início da série histórica do Observatório do Afogamento da federação, em 2017.</p>
<p>A federação apela ainda às entidades públicas para que integrem o risco de afogamento nas mensagens de proteção da população durante períodos de calor extremo.</p>
<p>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) tem alertado em comunicados que está previsto um longo período de &#8220;tempo muito quente e seco&#8221; em Portugal continental, com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões.</p>
<p>&#8220;Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de dia 01 [quarta-feira], e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;, lê-se no comunicado distribuído na segunda-feira.</p>
<p>Por causa desta previsão, o IPMA colocou hoje vários distritos sob aviso amarelo (o menos grave) e, a partir de quarta-feira, vai ativar o aviso laranja (o segundo mais grave) no Alentejo, estendendo-o na quinta-feira a Lisboa, Setúbal, Santarém e Leiria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783487]]></sapo:autor>
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		<title>Europa acelera na Inteligência Artificial, mas fosso entre empresas ameaça competitividade, alerta Accenture</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:58:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas europeias estão a acelerar a preparação para a Inteligência Artificial (IA) a um ritmo superior ao das norte-americanas, mas a crescente diferença entre grandes empresas e PME ameaça comprometer a competitividade da região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas europeias estão a acelerar a preparação para a Inteligência Artificial (IA) a um ritmo superior ao das norte-americanas, mas a crescente diferença entre grandes empresas e PME ameaça comprometer a competitividade da região. A conclusão é do primeiro Barómetro de Progresso em IA da Accenture, que analisou cerca de 3.000 das maiores empresas mundiais.</p>
<p>De acordo com o estudo, as empresas europeias aumentaram, em média, a sua pontuação de preparação para a IA em 1,6 pontos nos últimos seis meses, acima da melhoria registada na América do Norte (1,1 pontos). Apesar desta evolução, as empresas norte-americanas continuam a liderar, com uma pontuação média de 48,9 em 100, enquanto as europeias registam 43,1 pontos.</p>
<p>A Accenture explica que a preparação para a IA mede o grau de maturidade das organizações em áreas como qualidade e acessibilidade dos dados, competências da força de trabalho, processos internos e infraestrutura tecnológica, fatores considerados essenciais para extrair valor da Inteligência Artificial.</p>
<p>O estudo revela, contudo, uma crescente divisão dentro da própria Europa. As maiores empresas europeias, com receitas anuais superiores a 10 mil milhões de dólares, estão apenas 2,1 pontos atrás das congéneres norte-americanas (47,4 contra 49,5). Já as empresas de menor dimensão apresentam um atraso significativamente superior, de 7,6 pontos (40,5 face a 48,1).</p>
<p>Segundo a consultora, esta diferença evidencia uma &#8220;cauda longa&#8221; que poderá limitar a competitividade europeia nos próximos anos, caso as empresas de menor dimensão não reforcem o investimento nas capacidades necessárias para escalar a utilização da IA.</p>
<p>&#8220;A Europa está claramente a ganhar impulso na IA, sobretudo graças às suas maiores empresas. Estas compreenderam que a IA só gera valor de forma rápida quando está integrada numa transformação profunda da organização, e não apenas através da sua adoção pontual&#8221;, afirma Mauro Macchi, CEO da Accenture para a Europa, Médio Oriente e África.</p>
<p>O responsável defende que essa transformação implica repensar modelos operacionais, modernizar plataformas de dados e tecnologia, envolver a liderança e reforçar os mecanismos de governação. &#8220;A velocidade de execução será determinante para a competitividade futura da Europa&#8221;, acrescenta.</p>
<p>A evolução também varia entre países. França foi o mercado europeu que registou a maior melhoria na preparação para a IA, com uma subida de cinco pontos, seguida pelo Reino Unido (+4,8 pontos) e por Espanha (+4,6 pontos).</p>
<p>Ao nível setorial, dez dos 18 setores analisados melhoraram a sua posição. O setor segurador liderou os ganhos, com um aumento de oito pontos e uma pontuação de 48,6, seguido pelos setores das viagens (+5,7 pontos) e dos bens de consumo (+5,2 pontos).</p>
<p>Para Gavin Stephenson, responsável de Dados e IA da Accenture para a Europa, Médio Oriente e África, os resultados demonstram que muitas empresas estão a passar da fase de experimentação para a implementação em escala.</p>
<p>&#8220;Um número crescente de organizações europeias está a reinventar os seus processos de negócio com IA, ao mesmo tempo que melhora a qualidade dos dados e investe na qualificação dos colaboradores&#8221;, refere. Como exemplo, aponta o setor segurador, onde os processos de gestão de sinistros mais simples já podem ser automatizados desde a avaliação dos danos até ao pagamento, enquanto os casos mais complexos continuam a ser encaminhados para especialistas.</p>
<p>O Barómetro de Progresso em IA da Accenture será atualizado semestralmente e avalia as organizações com base em quatro pilares: direção estratégica, fundamentos tecnológicos, pessoas e competências e reinvenção de processos. A edição inaugural utiliza o segundo semestre de 2025 como referência para medir a evolução registada até ao primeiro semestre de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783483]]></sapo:autor>
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		<title>PSI segue tendência de abertura e continua em terreno positivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e seguia em alta, com a EDP Renewables a ganhar 1,67% para 14,00 euros e a Jerónimo Martins a recuar 2,13% para 17,03 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e seguia em alta, com a EDP Renewables a ganhar 1,67% para 14,00 euros e a Jerónimo Martins a recuar 2,13% para 17,03 euros.</p>
<p>Pelas 09:25 em Lisboa, o PSI avançava 0,11% para 9.169,92 unidades, com cinco empresas a subir e 11 a descer.</p>
<p>Às ações da EDP Renewables seguiam-se as da EDP, as únicas que cresciam mais de 1%, ao avançarem 1,06% para 4,59 euros, e o BCP, que avançava 0,44% para 1,03 euros.</p>
<p>Com subidas mais modestas seguiam a Ibersol (0,10% para 9,96 euros) e os CTT (0,09% para 5,83 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, atrás da Jerónimo Martins, a NOS perdia 1,45% para 5,09 euros e as construtoras Teixeira Duarte e Mota-Engil recuavam ambas 1,10% para, respetivamente, 0,54% e 4,68%.</p>
<p>A Semapa recuava 0,96% para 20,65 euros, a Corticeira Amorim baixava 0,62% para 6,41 euros, a Navigator perdia 0,55% para 3,24 euros e a REN desvalorizava-se 0,39% para 3,81 euros.</p>
<p>Também no &#8216;vermelho&#8217; estavam Sonae (-0,24% para 2,05 euros), Galp (-0,11% para 18,47 euros) e Altri (-0,10% para 4,78 euros).</p>
<p>As bolsas europeias seguem hoje com ganhos, depois de descidas na véspera, num dia em que o barril de Brent subiu mais de 1%, após ataques entre Estados Unidos da América e Irão no fim de semana.</p>
<p>Na terça-feira, o Dow Jones ultrapassou pela primeira vez os 52.000 pontos, impulsionado pela estreia da Alphabet no índice, enquanto o Nasdaq fechou com uma subida de 2%, depois de cinco sessões consecutivas de perdas.</p>
<p>O dia de hoje continua com o fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) em Sintra, enquanto os mercados continuam atentos às tensões entre Washington e Teerão.</p>
<p>Embora o Presidente dos EUA, Donald Trump, tenha confirmado uma reunião entre os países hoje em Doha, no Catar, o Irão descartou a possibilidade e sublinhou que a deslocação da sua delegação ao país será com &#8220;o único objetivo&#8221; de desbloquear ativos iranianos.</p>
<p>Noutros mercados, o Brent, referência para a Europa, baixava 1,09% para 72,35 dólares por barril, enquanto o Euro negociava a 1,1403 dólares.</p>
<p>O ouro subia 0,20% para 4.024,54 dólares por onça e a prata 0,97% para 58,2 dólares, enquanto a bitcoin descia 1,24% para 59.475,1 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783484]]></sapo:autor>
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		<title>Há 105 cursos superiores com taxa de desemprego acima da média nacional e 85 sem registos no IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados constam da atualização do portal Infocursos, divulgada esta segunda-feira pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Há 105 cursos superiores em Portugal em que a taxa de desemprego entre recém-diplomados é superior à média nacional, fixada em 6,4% em 2024. Os dados constam da atualização do portal Infocursos, divulgada esta segunda-feira pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="http://publico.pt/2026/06/29/sociedade/noticia/ha-105-cursos-superiores-taxa-desemprego-superior-media-nacional-2179891?ref=hp&amp;cx=manchete_2_destaques_0" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, o número de cursos com uma taxa de desemprego superior à média nacional aumentou no ano letivo 2024/2025. Em causa estão formações cujos recém-diplomados apresentam uma percentagem de inscrição no Instituto do Emprego e Formação Profissional acima da taxa de desemprego do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">No extremo oposto, há 85 cursos superiores sem desemprego registado entre os seus recém-diplomados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Animação e Produção Artística lidera lista de maior desemprego</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, a maioria dos dez cursos com maior desemprego registado pertence a politécnicos públicos. No topo da lista está a licenciatura em Animação e Produção Artística do Instituto Politécnico de Bragança, com uma taxa de desemprego de 17,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto Politécnico de Bragança surge ainda com mais dois cursos entre as dez formações com desemprego mais elevado: Educação Social e Marketing, ambos com uma taxa de 10,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as três formações com maior desemprego registado aparecem também Artes Digitais e Multimédia, na Escola Superior de Artes e Design, no Porto, com 13,4%, e Educação Social, na Escola Superior de Educação de Fafe, com 12%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lista das formações com desemprego mais elevado inclui ainda cursos como Design de Ambientes, Arte e Design, Arquitetura, Design e Marketing de Moda e Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Medicina, Enfermagem e Engenharia entre os cursos sem desemprego registado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No lado oposto da tabela, há cursos em que o desemprego registado entre recém-diplomados é nulo ou muito próximo disso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as formações sem desemprego registado surgem Engenharia Eletrotécnica Marítima, Medicina, Medicina Dentária, Ciências Farmacêuticas, Fisioterapia, Osteopatia, Enfermagem e Educação Básica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes cursos apresentam uma taxa de desemprego de 0%, de acordo com os dados disponibilizados no Infocursos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Indicador ajuda candidatos a escolher curso superior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A percentagem de recém-diplomados inscritos no IEFP como desempregados é divulgada anualmente pelo Governo e integra o conjunto de indicadores usados para apoiar a escolha de cursos superiores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A informação ganha particular relevância numa altura em que se aproxima o concurso nacional de acesso ao ensino superior. As candidaturas à primeira fase vão decorrer entre 20 de julho e 6 de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atualização do portal Infocursos contempla 1120 cursos superiores. Cerca de 9% apresentam uma taxa de desemprego superior à média nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Desemprego entre recém-diplomados tem vindo a cair</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do aumento do número de cursos acima da média nacional, os dados mostram que a percentagem global de recém-diplomados inscritos no IEFP tem vindo a diminuir, tanto no ensino público como no privado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2017, este indicador situava-se nos 7,2%. Em 2026, desceu para 2,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cálculo contempla apenas cursos de licenciatura e mestrado integrado. A taxa de desemprego nacional usada como referência foi de 6,4%, valor registado em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Como é calculado o desemprego por curso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Infocursos é gerido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. O portal explica que este indicador é calculado com base na média dos registos de desemprego de junho e dezembro do ano civil em que termina o último ano letivo considerado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na atualização deste ano, foram usados os dados de junho e dezembro de 2024 para calcular a percentagem média de desemprego registado nesses dois meses de referência.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Estudantes internacionais aumentam no ensino superior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O mesmo portal mostra ainda que o número de estudantes internacionais no ensino superior português aumentou em todas as ofertas educativas, com particular destaque para os mestrados integrados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na última década, a percentagem de estudantes estrangeiros em mestrados integrados mais do que triplicou, passando de 5,5% do total de alunos em 2017 para 18,4% este ano.</p>
<p>Nas licenciaturas, a percentagem de estudantes internacionais também aumentou, passando de 8,8% para 13,5% no mesmo período.</p>
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