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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 28 Jun 2026 09:57:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8220;Picar o ponto&#8221; por outro trabalhador não justifica despedimento, decide tribunal espanhol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior de Justiça da Galiza considerou improcedente o despedimento disciplinar de um trabalhador acusado de irregularidades no registo de assiduidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior de Justiça da Galiza considerou improcedente o despedimento disciplinar de um trabalhador acusado de irregularidades no registo de assiduidade, depois de ter sido apurado que “picar o ponto” por colegas fazia parte de uma prática com algum grau de tolerância dentro da empresa. A decisão obriga a entidade empregadora a readmitir o trabalhador ou a pagar-lhe uma indemnização de 21.114,25 euros.</p>
<p>De acordo com o HuffPost, o caso teve por base, entre outros elementos, uma conversa por WhatsApp que revelou que existia uma prática interna de permissão informal para que terceiros efetuassem o registo de ponto.</p>
<p>O trabalhador exercia funções como ajudante de dependente desde novembro de 2014 e foi alvo de despedimento disciplinar a 12 de dezembro de 2024.</p>
<p>A empresa acusou-o de várias infrações graves relacionadas com o incumprimento dos deveres laborais. Entre as principais alegações estava a manipulação do registo de assiduidade, nomeadamente o facto de ter “picado o ponto” por uma colega em dias em que esta chegava atrasada e de, em troca, permitir que ela registasse a sua presença.</p>
<p>Segundo a entidade empregadora, estas situações terão ocorrido a 21 e 26 de novembro de 2024.</p>
<p>Para além disso, a empresa acusou ainda o trabalhador de abandonar o posto de trabalho durante cerca de 50 minutos em período de grande afluência comercial, sem autorização nem justificação, para tratar de assuntos pessoais. Foi também apontado o uso de telemóvel pessoal durante o horário laboral, prática proibida pelo regulamento interno.</p>
<p><strong>Primeira decisão judicial considerou o despedimento ilegal</strong><br />
O caso foi analisado pelo Tribunal do Trabalho de A Coruña, onde o Juízo do Social n.º 4 declarou o despedimento improcedente.</p>
<p>A decisão determinou que a empresa deveria escolher entre duas opções: readmitir o trabalhador, com pagamento dos salários intercalares, ou indemnizá-lo no valor de 21.114,25 euros.</p>
<p>A empresa recorreu da decisão e apresentou um recurso de suplicação junto do Tribunal Superior de Justiça da Galiza.</p>
<p><strong>Tribunal conclui que existia tolerância no registo de ponto</strong><br />
A empresa sustentava que o comportamento do trabalhador configurava uma infração muito grave por desobediência e violação da boa-fé contratual, nos termos do Estatuto dos Trabalhadores e do Convenio Colectivo do Comércio Vario da província da Corunha.</p>
<p>No entanto, o Tribunal Superior de Justiça da Galiza não acolheu esta argumentação, considerando que não estavam reunidos os requisitos de “gravidade e culpabilidade” necessários para justificar o despedimento.</p>
<p>Um dos elementos decisivos foi uma conversa por WhatsApp que demonstrava que a própria encarregada da loja tinha, pelo menos numa ocasião, pedido o código de acesso de um trabalhador para realizar o registo de saída de outra funcionária.</p>
<p>Perante este contexto, o tribunal concluiu que existia “certa tolerância da empresa para que o registo possa ser realizado por terceiros”, o que enfraquecia a acusação disciplinar e retirava gravidade suficiente à conduta imputada ao trabalhador.</p>
<p>Mesmo reconhecendo que a prática era inadequada, o tribunal entendeu que não atingia o nível de gravidade exigido para justificar a sanção máxima no âmbito laboral.</p>
<p><strong>Falta de prova de desobediência formal</strong><br />
Quanto à alegada desobediência, o tribunal considerou não provado que o trabalhador tivesse recebido instruções claras, escritas ou verbais, relativamente ao sistema de registo de ponto, nem que tivesse desrespeitado ordens expressas de forma consciente e prejudicial para a empresa.</p>
<p>Assim, o Tribunal Superior de Justiça da Galiza rejeitou o recurso e confirmou a decisão de despedimento improcedente.</p>
<p>A sentença (STSJ GAL 1911/2026) não é definitiva, podendo ainda ser objeto de recurso de cassação para o Tribunal Supremo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781138]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato Ferroviário espanhol convoca greve de 24 horas na segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato Ferroviário espanhol realiza na segunda-feira o primeiro dos dois dias de greve de 24 horas anunciados, que deverá resultar no cancelamento de 320 comboios de alta velocidade, longa e média distância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato Ferroviário espanhol realiza na segunda-feira o primeiro dos dois dias de greve de 24 horas anunciados, que deverá resultar no cancelamento de 320 comboios de alta velocidade, longa e média distância.    </P><br />
<P>O sindicato denuncia o não cumprimento dos acordos alcançados em novembro de 2023 entre o ministério de Transportes e Mobilidade Sustentável e a representação legal dos trabalhadores que permitiram a desconvocação da greve prevista na Renfe, e o &#8220;abandono premeditado&#8221; do serviço de Mercadorias.</P><br />
<P>Depois desta greve na segunda-feira, está convocada uma segunda no próximo dia 15 de julho.  </P><br />
<P>Com base na resolução de serviços mínimos decretada pelo ministério para esta segunda-feira, dos 360 comboios de alta velocidade e longa distância programados, a circulação de 98 é suspensa e dos 642 de média distância, 222 são cancelados, enquanto entre os de alta velocidade e longa distância e os de média são suspensos 320.</P><br />
<P>Assim, circularão em serviços mínimos 262 comboios de alta velocidade e longa distância e 420 de média distância.</P><br />
<P>Os serviços mínimos assegurarão 73% dos comboios de alta velocidade e 65% comboios de média distância.</P><br />
<P>O Ministério destaca o &#8220;especial transtorno&#8221; que pode causar aos viajantes a greve convocada esta segunda-feira, de grande movimento ao coincidir a mobilidade de um dia útil com o término do fim de semana num mês estival, que origina um importante aumento das deslocações. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782767]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel bombardeou sul do Líbano dois dias após assinatura de acordo de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião de combate de Israel bombardeou hoje o sul do Líbano, dois dias após a assinatura de um acordo entre os dois países para uma "paz duradoura" que o Hezbollah já avisou que "não será aplicado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião de combate de Israel bombardeou hoje o sul do Líbano, dois dias após a assinatura de um acordo entre os dois países para uma &#8220;paz duradoura&#8221; que o Hezbollah já avisou que &#8220;não será aplicado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a agência AFP, que cita a Agência Nacional de Informação do Líbano (ANI), este domingo, um avião de combate israelita bombardeou as imediações das localidades de Deir Seryan e Taybeh.</P><br />
<P>A AFP avança que também hoje, o deputado do Hezbollah, Hassan Fadlallah, declarou que o acordo assinado na sexta-feira entre o Líbano e Israel, sob mediação dos Estados Unidos, &#8220;não será aplicado&#8221;, alertando para o risco de um &#8220;conflito interno&#8221;.</P><br />
<P>No sábado, o presidente do Líbano, Joseph Aoun, conversou por telefone com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurando-lhe que o Estado libanês &#8220;assumirá as suas responsabilidades&#8221; na implementação do acordo, que condiciona a retirada israelita do país ao desarmamento do movimento xiita.</P><br />
<P>O Hezbollah, refere a AFP, opôs-se firmemente ao acordo, que estabelece como objetivo uma &#8220;paz e segurança duradouras&#8221; entre os dois países, tecnicamente em estado de guerra há várias décadas.</P><br />
<P>Para o líder do Hezbollah, Naïm Qassem, aquele acordo é um &#8220;erro grave&#8221;, apontando que o texto é &#8220;humilhante, vergonhoso e representativo de uma renúncia à soberania&#8221;.</P><br />
<P>Qassem acusou ainda as autoridades libanesas de &#8220;legitimarem a continuação da ocupação&#8221; israelita.</P><br />
<P>&#8220;O acordo nunca verá a luz do dia e não será aplicado. O nosso dedo permanecerá no gatilho, continuaremos o nosso caminho de resistência para alcançar os nossos objetivos e exerceremos o nosso direito legítimo de defender o nosso povo&#8221;, afirmou Hassan Fadlallah durante uma cerimónia comemorativa.</P><br />
<P>Segundo o deputado, o que as autoridades fizeram &#8220;equivale a uma sedição destinada a mergulhar o país no caos e a deslocar o conflito, passando de um conflito com o inimigo para um conflito interno&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, indicou no sábado que ordenou às tropas israelitas para que &#8220;se preparassem para uma permanência prolongada&#8221; no sul do Líbano, que ocupam desde março.</P><br />
<P>No sábado, uma pessoa morreu num ataque aéreo israelita contra a localidade de Nabatiyé al-Fawqa, também no sul do Líbano, segundo o Ministério da Saúde libanês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782766]]></sapo:autor>
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		<title>Novas regras sobre criptoativos entram em vigor esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:24:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A novas regras sobre criptoativos entram em vigor esta semana, em 01 de julho, definindo Banco de Portugal e CMVM como os supervisores competentes em Portugal e prevendo multas de até cinco milhões de euros para empresas incumpridoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A novas regras sobre criptoativos entram em vigor esta semana, em 01 de julho, definindo Banco de Portugal e CMVM como os supervisores competentes em Portugal e prevendo multas de até cinco milhões de euros para empresas incumpridoras.</P><br />
<P>Em causa estão diplomas, aprovados no parlamento no final do ano passado, que reforçam a regulação e supervisão sobre as transações com criptoativos e visam prevenir atividades ilícitas relacionadas com criptoativos, atualizando as medidas de combate ao branqueamento de capitais.</P><br />
<P>As novas regras definem que as entidades responsáveis pela regulação e supervisão de criptoativos em Portugal são o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), partilhando poderes, e que lhes caberá divulgar regularmente a lista atualizada de entidades autorizadas a prestar serviços de criptoativos em Portugal, especificando ainda os serviços para os quais estão autorizadas.</P><br />
<P>São ainda definidos os deveres de quem presta serviços de criptoativos, incluindo formação de trabalhadores, ainda que a lei seja pouco específica neste âmbito.</P><br />
<P>No regime sancionatório estão previstas contraordenações para quem viole os deveres enquanto prestador de serviços de criptoativos. No caso de contraordenações muito graves, as multas podem ir até 2,5 milhões de euros no caso de pessoa singular e cinco milhões de euros no caso de uma empresa.</P><br />
<P>Os limites das coimas podem ainda subir, atingindo, por exemplo, 15% do volume de negócios no caso das contraordenações relativas aos abusos de mercado ligados a criptoativos.</P><br />
<P>Entre as contraordenações muito graves está prestar serviços de cripoativos sem autorização das autoridades, manipulação de mercado ou comunicação às autoridades ou ao público e clientes de informação falsa ou incompleta.</P><br />
<P>Somada à aplicação de coimas, podem ainda ser aplicadas sanções acessórias como restituição dos lucros obtidos ou das perdas evitadas em resultado da infração ou interdição de funções.</P><br />
<P>A legislação que entra em vigor esta semana vem colmatar lacunas em Portugal relativas ao mercado de criptoativos, ao estabelecer um quadro jurídico e operacional que aplica as normas europeias sobre criptoativos. </P><br />
<P>Em 13 de dezembro de 2025, os diplomas que agora entrarão em vigor foram promulgados pelo Presidente da República mas com reservas.</P><br />
<P>Então, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que este tipo de ativos suscita várias dúvidas sobre a sua natureza, função, tributação e como é feito o seu controlo.</P><br />
<P>Ainda assim, o chefe de Estado entendeu promulgar para que Portugal não seja punido por não legislar regras europeias (designadamente o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos, aprovado em 2023 mas que ainda não tinha sido aplicado em Portugal) e por considerar que é melhor haver um &#8220;controlo deficiente a não haver nenhum&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782765]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IPMA regista sismo de magnitude 4,1 sentido com intensidade em Lagos e Portimão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ipma-regista-sismo-de-magnitude-41-sentido-com-intensidade-em-lagos-e-portimao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:11:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 4,1 (Richter) foi registado hoje às 7:59 no continente, sentido com intensidade máxima nos concelhos de Lagos e Portimão, e até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais, refere o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 4,1 (Richter) foi registado hoje às 7:59 no continente, sentido com intensidade máxima nos concelhos de Lagos e Portimão, e até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais, refere o IPMA. </P><br />
<P>Num comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) diz que o sismo, que foi sentido com intensidade máxima II/III (escala de Mercalli modificada) nos concelhos de Lagos e Portimão, distrito de Faro, foi registado nas estações da Rede Sísmica do continente.</P><br />
<P>O epicentro localizou-se a cerca de 70 km a Oeste-Sudoeste do Cabo S.Vicente.</P><br />
<P>&#8220;Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais&#8221;, adianta. </P><br />
<P>O IPMA afirma ainda que &#8220;se a situação o justificar serão emitidos novos comunicados&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782764]]></sapo:autor>
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		<title>Cisma com ultraconservadores será teste ao Papa e a grupos conservadores &#8212; investigador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:11:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O especialista em religião Paulo Mendes Pinto considerou que a previsível excomunhão e cisma com o movimento ultraconservador católico Fraternidade São Pio X vai ser um teste ao Papa e à atuação dos restantes movimentos conservadores críticos do Vaticano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O especialista em religião Paulo Mendes Pinto considerou que a previsível excomunhão e cisma com o movimento ultraconservador católico Fraternidade São Pio X vai ser um teste ao Papa e à atuação dos restantes movimentos conservadores críticos do Vaticano. </P><br />
<P>O grupo da Igreja católica vai nomear quatro bispos sem autorização do Papa e Paulo Mendes Pinto afirmou que a excomunhão desses religiosos irá mostrar a força de outros movimentos conservadores, com mais seguidores e com mais pesos, tradicionalmente descontentes com alguns sinais de abertura ao progressismo pelo Papa Francisco e pelo Concílio Vaticano II.</P><br />
<P>&#8220;Desde a década de 80 que este grupo na prática tem funcionado como o cavalo de Troia dos grupos conservadores&#8221; e &#8220;tem tido as posições mais radicais e, portanto, todos os outros grupos mais conservadores, mesmo que não se identifiquem totalmente com ele, na prática vão ganhando a legitimidade do seu espaço e da sua práxis à custa do que este grupo vai tentando fazer&#8221;, explicou o docente da Universidade Lusófona.</P><br />
<P>Por isso, se houver a ordenação de bispos a 01 de julho e &#8220;se houver depois um documento papal a dizer que estão excomungados e, portanto, são cismáticos&#8221;, será &#8220;interessante ver outros grupos conservadores, neocatecumenais, carismáticos ou até o Opus Dei, e ver qual é que vai ser a posição deles: se vão defender a posição do Papa ou se vão pressionar o Papa para não fazer nada&#8221;.</P><br />
<P>Será a reação de outros grupos conservadores o &#8220;separador de água&#8221; que irá definir o impacto deste cisma na Igreja. </P><br />
<P>Esses &#8220;outros grupos, em termos demográficos e sociológicos e até económicos, são significativos&#8221; e será importante ver as suas decisões: &#8220;Vão continuar próximos deste grupo e seguir o caminho do cisma ou pelo menos irão criticar profundamente e abertamente o Papa, ou irão ficar quietos e não vão fazer nada?&#8221;</P><br />
<P>Para o investigador, &#8220;este projeto de cisma tem vindo a ser desenhado desde o final do Concílio Vaticano II&#8221;, porque a fraternidade tem origem num &#8220;grupo de seguidores do padre Lefèbvre que, desde os anos 80, ciclicamente entrou em colisão com o Vaticano&#8221;. </P><br />
<P>O mais recente concílio ecuménico, nos anos 1960, mudou a prática religiosa, abriu o trabalho religioso aos leigos e acabou com as missas em latim, a par de outras medidas radicais, procurando adaptar a instituição ao espírito contemporâneo. </P><br />
<P>Nos últimos anos, Bento XIV &#8220;era um Papa que, em alguns aspetos, via com olhos positivos algumas práticas conservadoras como a missa em latim&#8221;, algo que o Papa Francisco &#8220;não via desse modo&#8221;, embora sem nunca ser taxativo. E, com isso, &#8220;este grupo foi passando pelos pingos da chuva &#8220;, resumiu. </P><br />
<P>Agora, &#8220;passou um ano de Pontificado&#8221; de Leão XIV e, &#8220;eventualmente ter-se-á achado que este Papa seria de alguma maneira pressionável&#8221;, sabendo-se que tem &#8220;havido bastantes pressões do cardeal Burke, um norte-americano bastante conservador, e seria de esperar que, apesar de tudo, surgisse alguma abertura&#8221;, explicou Paulo Mendes Pinto. </P><br />
<P>Por isso, o investigador vê a nomeação dos bispos como &#8220;um puxar a corda para tentar colocar o Papa entre a espada e a parede, acreditando que o Vaticano irá de alguma forma encontrar uma solução que contemporize&#8221;. </P><br />
<P>Mas, &#8220;até agora o que estamos a ver, de facto, é que este Papa é muito mais taxativo&#8221;.</P><br />
<P>O cisma será automático após a excomunhão dos bispos nomeados: &#8220;o cisma em si é uma realidade que não existe, não há uma categoria dentro de uma organização para quem é cismático ou não&#8221;.</P><br />
<P>Os cismas são fenómenos comuns do passado, mas &#8220;nos tempos recentes não temos essa prática&#8221;, pelo que será &#8220;interessante ver os comportamentos&#8221;, já que, para os membros da fraternidade, é o próprio Vaticano que está fora das normas ortodoxas da fé: &#8220;eles acham que são os certos e quem é cismático no fundo é o Vaticano, são os outros que estão errados&#8221;.</P><br />
<P>Sobre o impacto direto do cisma, Paulo Mendes Pinto minimizou: &#8220;Este grupo não é significativo&#8221; e muitos dos féis valorizam mais a ligação a Roma do que os rituais. </P><br />
<P>&#8220;O Vaticano, e este Papa já deu provas disso, tentará sempre criar caminhos em que todos fiquem debaixo do mesmo teto por mais diversos e diferentes que sejam&#8221; as práticas, porque &#8220;essa é a natureza, o ADN da Igreja Católica&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, a criação de uma hierarquia religiosa autónoma do Vaticano é um caminho sem retorno e Leão XIV tem demonstrado &#8220;uma grande solidez teológica da qual aparentemente não abdica facilmente&#8221; em função de acordos políticos. </P><br />
<P>Por isso, &#8220;se este Papa entender&#8221; que tem a teologia do seu lado, &#8220;será difícil entrar no campo da negociação&#8221; e &#8220;teremos aqui uma tensão muito interessante de ver&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para o dia 01 de julho, em Econe, na Suíça, está prevista uma reunião magna da Fraternidade, que tem prevista a elevação a bispos de quatro sacerdotes, uma nomeação que, segundo a doutrina católica, é prerrogativa pessoal do Papa. </P><br />
<P>Segundo um comunicado da organização, vão ascender a bispos os padres franceses Michel Poinsinet de Sivry e Marc Hanappier, o suíço Pascal Schreiber e o americano Michael Goldade, tendo sido enviado ao Papa uma apresentação dos sacerdotes e &#8220;algumas explicações necessárias para a compreensão adequada deste processo&#8221;, ao que Leão XIV não deu resposta. </P><br />
<P>Segundo a comunidade, estas consagrações &#8220;não decorrem de qualquer desejo de reivindicar poder de jurisdição, ou de estabelecer uma autoridade paralela na Igreja&#8221; e o processo &#8220;não constitui de forma alguma uma negação, recusa ou desafio ao poder supremo, pleno e imediato do Vigário de Cristo sobre a Igreja universal&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, sem a confirmação da consagração, essa elevação a bispos é irregular à luz da lei canónica e os sacerdotes incorrem em excomunhão, com o movimento a tornar-se automaticamente cismático, não reconhecido pelo Vaticano. </P><br />
<P>Em Portugal, a fraternidade conta com quatro capelas de celebração e tem-se mostrado muito fechada aos contactos com o exterior. </P><br />
<P>Apesar de várias insistências da agência Lusa, a organização em Portugal tem declinado comentar a situação. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782763]]></sapo:autor>
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		<title>Plástico, vidro ou alumínio: Qual a garrafa mais indicada para o uso diário?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 09:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Levar uma garrafa de água reutilizável tornou-se um hábito cada vez mais comum, seja para o trabalho, para o ginásio, para a escola ou simplesmente para o dia a dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Levar uma garrafa de água reutilizável tornou-se um hábito cada vez mais comum, seja para o trabalho, para o ginásio, para a escola ou simplesmente para o dia a dia. No entanto, uma questão continua a gerar dúvidas entre muitos consumidores: afinal, qual é o melhor material para uma garrafa de água? Plástico, vidro ou alumínio?</p>
<p>Embora à primeira vista possa parecer um detalhe sem grande importância, o material do recipiente pode influenciar fatores como a durabilidade, o peso, a facilidade de limpeza, a conservação da temperatura e até a experiência de utilização.</p>
<p>A resposta não é tão simples quanto escolher um vencedor absoluto. Cada tipo de garrafa apresenta vantagens e desvantagens específicas, tornando-se mais ou menos adequado consoante o contexto de utilização.</p>
<p><strong>Não existe uma solução única para todos</strong><br />
Apesar da reputação negativa que frequentemente acompanha as garrafas de plástico reutilizadas, sobretudo devido à exposição ao calor ou ao desgaste provocado pelo uso prolongado, isso não significa que sejam necessariamente a pior opção.</p>
<p>Da mesma forma, as garrafas de vidro e de alumínio, muitas vezes vistas como alternativas superiores, também apresentam limitações importantes.</p>
<p>A escolha ideal depende essencialmente da forma como a garrafa será utilizada. Uma pessoa que transporta água diariamente para o ginásio terá necessidades diferentes de alguém que procura apenas uma garrafa para manter em casa ou no escritório.</p>
<p>Além disso, as mudanças nos hábitos de consumo e as novas políticas ambientais na Europa poderão reduzir a necessidade de reutilizar determinadas embalagens de plástico descartáveis, aumentando o recurso a recipientes mais duradouros.</p>
<p><strong>As características de cada material</strong></p>
<p><strong>Garrafas de plástico</strong><br />
As garrafas de plástico continuam a ser das mais populares devido ao seu baixo peso e custo reduzido.</p>
<p>São geralmente mais fáceis de transportar e representam uma solução económica para quem procura um recipiente simples para o dia a dia.</p>
<p>Contudo, é importante optar por modelos reutilizáveis, fabricados com materiais adequados para contacto alimentar e concebidos para utilização prolongada.</p>
<p>Os modelos de plástico rígido reutilizável podem revelar-se particularmente práticos para atividades físicas, deslocações curtas ou situações em que o peso reduzido seja uma prioridade.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas recomendam evitar a exposição prolongada ao sol ou a temperaturas elevadas.</p>
<p><strong>Garrafas de vidro</strong><br />
O vidro é frequentemente apontado como um dos materiais mais higiénicos para armazenar água.</p>
<p>Uma das suas principais vantagens é o facto de não alterar o sabor da bebida. Além disso, tende a ser mais fácil de limpar do que outros materiais e não absorve odores com facilidade.</p>
<p>Por outro lado, a sua fragilidade constitui uma limitação evidente. Uma queda pode resultar na quebra da garrafa, tornando-a menos adequada para transporte frequente em mochilas ou sacos.</p>
<p>Por essa razão, é normalmente considerada uma excelente escolha para utilização em casa, no escritório ou em locais onde o risco de impactos seja reduzido.</p>
<p><strong>Garrafas de alumínio ou metálicas</strong><br />
As garrafas metálicas, incluindo as de alumínio, destacam-se pela resistência e durabilidade.</p>
<p>São frequentemente utilizadas por quem pratica desporto, viaja regularmente ou pretende uma solução robusta para o trabalho diário.</p>
<p>Outra vantagem importante é a capacidade de muitos modelos conservarem a temperatura da água durante mais tempo, permitindo manter as bebidas frescas mesmo em dias quentes.</p>
<p>Esta combinação de resistência, longevidade e capacidade térmica explica a crescente popularidade das garrafas metálicas reutilizáveis.</p>
<p><strong>Qual é a melhor opção para o dia a dia?</strong><br />
Quando o objetivo é transportar água diariamente e utilizar a mesma garrafa de forma intensiva, as opções metálicas surgem frequentemente como as mais equilibradas.</p>
<p>A sua resistência ao desgaste, aliada à durabilidade e à boa conservação da temperatura, faz delas uma solução particularmente adequada para quem está constantemente em movimento.</p>
<p>Já as garrafas de vidro continuam a ser uma excelente alternativa para quem valoriza a pureza do sabor da água e a facilidade de limpeza, embora sejam mais indicadas para ambientes domésticos ou profissionais.</p>
<p>Quanto às garrafas de plástico reutilizáveis, mantêm a vantagem da leveza e da praticidade, sendo úteis para deslocações rápidas ou situações em que o peso seja um fator determinante.</p>
<p><strong>Quando deve substituir uma garrafa reutilizável?</strong><br />
Mesmo os recipientes concebidos para durar muitos anos necessitam de inspeções regulares.</p>
<p>Independentemente do material, uma garrafa deve ser substituída quando apresenta sinais evidentes de desgaste, como fissuras, rachadelas, deformações, perdas de água ou odores persistentes que não desaparecem após a lavagem.</p>
<p>No caso das garrafas de plástico, o desgaste tende a surgir mais rapidamente, sobretudo quando são frequentemente expostas ao sol ou sujeitas a lavagens constantes.</p>
<p>As versões em vidro ou metal podem durar vários anos se forem bem cuidadas, embora seja igualmente importante verificar o estado das tampas, vedantes e juntas de borracha.</p>
<p><strong>Como aumentar a durabilidade da garrafa</strong><br />
A manutenção adequada desempenha um papel fundamental na conservação destes recipientes.</p>
<p>Uma das recomendações mais importantes é lavar a garrafa diariamente com água morna e detergente, especialmente quando é utilizada para transportar sumos, bebidas isotónicas ou outras bebidas além da água.</p>
<p>Também é aconselhável deixá-la secar completamente destapada após a lavagem. Esta prática ajuda a evitar a acumulação de humidade, maus odores e bactérias.</p>
<p>Evitar quedas e impactos fortes é igualmente importante. No caso das garrafas de vidro, a utilização de capas protetoras pode reduzir significativamente o risco de quebra.</p>
<p><strong>A conclusão: depende da utilização</strong><br />
Não existe uma garrafa perfeita para todas as pessoas e situações.</p>
<p>Para quem procura uma solução resistente e versátil para acompanhar o ritmo diário, as garrafas metálicas tendem a oferecer o melhor equilíbrio entre durabilidade, praticidade e conservação da temperatura.</p>
<p>As garrafas de vidro destacam-se pela higiene e pela preservação do sabor da água, sendo especialmente adequadas para casa ou para o escritório.</p>
<p>Já as garrafas de plástico reutilizáveis continuam a ser uma opção leve e económica, desde que sejam de boa qualidade e substituídas quando apresentarem sinais de desgaste.</p>
<p>No final, mais importante do que o material escolhido é garantir uma limpeza regular, uma utilização adequada e a substituição atempada do recipiente quando este deixar de oferecer condições de segurança e higiene.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781111]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Risco climático passou a ser prioridade de gestão de topo &#8211; KPMG Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal diz, em entrevista à Lusa, que o risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO, passando a prioridade de gestão de topo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 28 jun 2026 (Lusa) &#8211; O responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal diz, em entrevista à Lusa, que o risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO, passando a prioridade de gestão de topo.</P><br />
<P>&#8220;O risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO [presidente executivo]. E essa mudança, de tema lateral a prioridade de gestão de topo, é, por si só, a notícia&#8221;, salienta Rui Gonçalves, sócio e responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal. </P><br />
<P>&#8220;O problema é que consciência não é o mesmo que ação e Portugal tem um historial de se mobilizar bem depois do desastre e mal antes dele&#8221;, mas, &#8220;desta vez, temos as ferramentas para inverter a ordem, só falta usá-las&#8221;, prossegue, aludindo ao uso da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A KPMG, juntamente com os parceiros, apresentou recentemente várias soluções com operações à escala global, &#8220;incluindo um caso que opera uma constelação própria de satélites que alimenta modelos de IA, disponibilizando inteligência meteorológica acionável a operadores de energia, transportes e infraestruturas&#8221;, exemplifica.</P><br />
<P>Este trabalho é feito em três frentes muito concretas: Em primeiro lugar, &#8220;o diagnóstico, onde ajudamos entidades públicas e privadas a perceber a sua exposição real &#8212; que infraestruturas são críticas, quão vulneráveis são, o que acontece se falharem &#8212; e a desenhar planos de adaptação assentes em dados, não em intuição&#8221;. Em segundo, &#8220;a ligação à operação, transformar o alerta em ação&#8221;.</P><br />
<P>Em terceiro, &#8220;e talvez o mais subestimado, o número &#8211; quase todas as organizações reconhecem hoje a ameaça climática, mas poucas a conseguem traduzir num valor concreto. E é neste último ponto que tudo se decide: entre a consciência de que há um problema e a decisão de gastar dinheiro para o resolver existe um abismo e quem o consegue atravessar com números credíveis ganha anos de vantagem. É aí que um trusted advisor faz a diferença&#8221;, enfatiza Rui Gonçalves.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar para que as soluções demonstradas em maio fiquem disponíveis para teste e demonstração real no Future Lab da KPMG, em Portugal &#8212; um espaço dedicado a tecnologias emergentes, da IA aos digital twins, onde empresas e entidades públicas podem validar conceitos antes de os levarem ao terreno&#8221;, assevera.</P><br />
<P>Relativamente aos agentes IA estes têm um potencial enorme para a resiliência climática, aponta.</P><br />
<P>&#8220;Um agente pode monitorizar uma rede elétrica sem descanso, cruzar anomalias com a meteorologia, acionar a proteção de ativos e coordenar a resposta &#8212; em minutos, a qualquer hora, sem esperar que alguém acorde para validar&#8221;, exemplifica.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;a autonomia tem um preço, e o preço não é só técnico, mas também de confiança, o que nós na KPMG chamamos de Trusted AI&#8221;, o qual passa por garantir que um agente de IA age de acordo com as regras. &#8220;Em infraestruturas críticas &#8212; energia, água, transportes &#8212; gerir esta tensão assume uma relevância máxima&#8221;. </P><br />
<P>A resposta &#8220;certa não é travar a adoção&#8221;, mas &#8220;construir, ao mesmo ritmo, os travões: a supervisão, a auditoria, os limites claros que transformam autonomia em autonomia responsável&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Usar a IA para prever e travar as alterações climáticas &#8220;exige um poder de cálculo colossal&#8221; que está em centros de dados com &#8220;uma sede de energia que não para de crescer&#8221;, admite.</P><br />
<P>A Agência Internacional de Energia estima que, em 2026, os centros de dados do mundo consumam mais de 1.000 terawatt-hora &#8212; &#8220;tanto como o Japão inteiro&#8221; e &#8220;as Nações Unidas vão mais longe: até 2030, só os centros dedicados a IA podem chegar aos 945 TWh, quase o triplo do que consomem, juntos, o Paquistão, o Bangladesh e a Nigéria &#8212; países onde vivem mais de 650 milhões de pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Para se ter uma ideia, &#8220;uma única tarefa de IA generativa gasta, em média, 10 vezes mais energia do que uma pesquisa normal na Internet&#8221;, diz.</P><br />
<P>&#8220;A saída desta encruzilhada exige três coisas ao mesmo tempo: alimentar os centros de dados com energia limpa, desenhar modelos mais eficientes para o que realmente importa, e &#8212; a mais difícil &#8212; ter a disciplina de distinguir o uso de IA que vale o seu custo do uso que não vale&#8221;, aponta. </P><br />
<P>&#8220;E aqui em Portugal temos uma carta na mão que poucos têm: sol, vento, água, uma capacidade renovável que cresce e já coloca o país na frente da Europa. Ou seja, se há algum sítio onde a equação entre IA e clima pode fechar pelo lado certo, é aqui&#8221;, conclui.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782761]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ActivTrades Europe com balanço &#8220;muito positivo&#8221; desde mudança para Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:39:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ActivTrades Europe faz um balanço "muito positivo" da transferência da sua sede europeia do Luxemburgo para Lisboa, em 2023, admitindo ainda a oferta de novos produtos no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ActivTrades Europe faz um balanço &#8220;muito positivo&#8221; da transferência da sua sede europeia do Luxemburgo para Lisboa, em 2023, admitindo ainda a oferta de novos produtos no futuro.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, o presidente executivo da ActivTrades Europe, Ricardo Evangelista, fez um balanço &#8220;muito, muito, muito positivo&#8221; da transferência da sede europeia da ActivTrades e elogiou o trabalho do regulador português.</P><br />
<P>&#8220;Tenho experiência com a FCA, em Inglaterra, e tenho experiência com a CSSF, no Luxemburgo, e posso dizer que a CMVM [Comissão do Mercado de Valores Mobiliários] não lhes deve nada em termos de eficiência e na facilidade de processos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Mantemos aqui as funções reguladas, mas o &#8216;oversight&#8217; da operação está todo em Lisboa. Reportamos toda a atividade em Lisboa, pagamos os nossos impostos em Portugal, mas depois temos as nossas sucursais, onde temos outras funções&#8221;, disse apontando que há alguns mitos à volta da celeridade processual em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Desde que viemos para Portugal, a pergunta que me fazem sempre é: &#8216;então mas por que é que vieram para Portugal? Que esquisito&#8217;, mas acho que isso é um problema mais de autoestima de alguns portugueses&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na sua opinião, Portugal é um país que além de estar inserido num contexto europeu, tem estabilidade política e social e onde os custos fixos &#8220;ainda assim continuam a ser mais baixos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um país onde há talento, onde há formação, com um sistema jurídico maduro &#8212; que algumas pessoas dizem que demora tempo, mas eu acho que é assim um bocado por todo o lado &#8211;, portanto, tendo passado bastante tempo fora e utilizando essa perspetiva, eu penso que Portugal é um destino pelo menos tão atraente como qualquer outro&#8221;, defendeu o gestor.</P><br />
<P>Ricardo Evangelista explicou que a empresa funciona, enquanto intermediário financeiro, na oferta de contratos por diferença, também conhecidos como CFD.</P><br />
<P>&#8220;É um derivativo financeiro que permite aos nossos clientes especular sobre a performance de ativos como, por exemplo, moedas, ações, índices, matérias-primas, ETF, criptoativos, etc&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Ricardo Evangelista apontou que há muitos produtos que ganharam muita projeção na última década, como as criptomoedas. Analisando o desempenho dos CFD, o gestor diz não saber qual a evolução global deste tipo de produto, mas garante que o volume de negócios da sua empresa &#8220;tem crescido bastante&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o Relatório e Contas de 2025, a empresa contava com 18.493 clientes no final do exercício, num aumento de 44,4% em termos homólogos. Face a 2023, o número mais que duplicou.</P><br />
<P>Já os depósitos líquidos mais que triplicaram de 4,4 milhões de euros, em 2024, para 15,1 milhões de euros no ano passado.</P><br />
<P>Por sua vez, o resultado líquido avançou 36,6% e atingiu os 2,05 milhões de euros.</P><br />
<P>Para o presidente executivo, a dinâmica de crescimento reflete-se em várias métricas, incluindo no número de trabalhadores.</P><br />
<P>A ActivTrades Europe divide-se atualmente por três geografias: Lisboa, responsável pelo acompanhamento e gestão da atividade da empresa, com 15 pessoas, uma sucursal em Milão, Itália, onde estão outras seis pessoas, e uma outra sucursal em Sófia, Bulgária, onde estão 40 pessoas dedicadas ao serviço de apoio ao cliente e da área comercial.</P><br />
<P>Para o futuro, os objetivos estão traçados: continuar a aumentar o número de clientes, que, por sua vez, &#8220;se vai refletir em mais transações, aumento do volume de vendas brutas e aumento das vendas líquidas&#8221;.</P><br />
<P>Quanto aos riscos identificados, Ricardo Evangelista registou que existem sempre os riscos dos mercados, que &#8220;têm estado muito voláteis&#8221;, bem como o risco regulatório.</P><br />
<P>Além destes, identificou os riscos dos fornecedores de liquidez, as mudanças de mercado, da evolução tecnologia.</P><br />
<P>A ActivTrades Europe, registada como ActivMarkets &#8211; Empresa de Investimento, SA junto da CMVM, funciona como braço da ActivTrades para o espaço económico europeu, uma vez que algumas das atividades da &#8216;empresa mãe&#8217; não estão licenciadas para esta zona.</P><br />
<P>Para este ano, ActivTrades Europe prevê ainda lançar a negociação de ações e &#8216;social trading&#8217;, em que os clientes vão poder registar-se e seguir outros negociadores.</P><br />
<P>Por agora, &#8220;está a correr bem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há sempre desafios, há sempre ventos contrários que surgem, mas, em geral, está a correr muito bem&#8221;, disse Ricardo Evangelista, antes de bater na madeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782760]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Nacional do PS reúne-se hoje para votar moções setoriais ao congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Nacional do PS vai reunir-se hoje, em Lisboa, e tem como ponto único da agenda discutir e votar as moções setoriais que foram aceites no último congresso do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Nacional do PS vai reunir-se hoje, em Lisboa, e tem como ponto único da agenda discutir e votar as moções setoriais que foram aceites no último congresso do partido.</p>
<p>De acordo com a convocatória, a que a agência Lusa teve acesso, assinada pelo presidente do PS, Carlos César, esta reunião do órgão máximo entre congressos está marcada para a manhã de dia 28 de junho, num hotel em Lisboa, e será iniciada com uma intervenção do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, aberta à comunicação social.</p>
<p>Depois os trabalhos seguem para o único tema em discussão que é “apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional”, que decorreu no final de março, em Viseu, o primeiro da era de José Luís Carneiro como líder do partido.</p>
<p>Apesar de terem sido apresentadas 50 moções setoriais à reunião magna, apenas 19 foram subscritas por um mínimo de 10% dos delegados eleitos ao congresso e são assim consideradas válidas para discussão e votação.</p>
<p>Na convocatória é ainda explicado que, além dos membros da Comissão Nacional, são igualmente convocados os primeiros subscritores destas moções que não sejam membros deste órgão, “participando na apreciação da respetiva moção ainda que sem direito a voto”.</p>
<p>Entre as 19 moções em discussão, estará a crítica da atual direção, intitulada “Socialismo com futuro” e que tem como primeiro subscritor o deputado Miguel Costa Matos, na qual se lamenta que o PS esteja em “cima do muro do ‘nim&#8217;” e numa posição indecisa, considerando ser preciso “sacudir a imagem de parceiro parlamentar do Governo” e afirmar os socialistas como alternativa.</p>
<p>Já no discurso de apresentação deste texto no congresso, Costa Matos antecipou que o “comboio de eleições” em 2029 irá conduzir o PS “a mais uma vitória” e José Luís Carneiro a primeiro-ministro.</p>
<p>A eurodeputada Ana Catarina Mendes também encabeçou uma moção setorial defendendo que o PS “tem de ser capaz de aproveitar este congresso também para lançar o debate europeu, desde logo com maior integração europeia”, enquanto o eurodeputado Bruno Gonçalves considerou, no seu texto, que o PS tem de se renovar, inovar e refletir sobre um horizonte além do curto prazo que já tem uma “liderança estável”.</p>
<p>Outro dos textos em votação será o de Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos e antiga presidente da ANMP, onde se defende que “Portugal precisa de uma nova etapa de reforma do Estado, focada na coesão territorial e social” e que a “regionalização é reforma necessária e não uma simples bandeira simbólica”.</p>
<p>A dirigente e ex-deputada Susana Amador é a primeira subscritora de uma moção sobre “Novo Pacto Europeu de Migração e Asilo e os desafios de acolhimento em Portugal”, defendendo que a implementação deste pacto “coloca desafios importantes ao sistema nacional de acolhimento” e exige “reforço institucional, capacidade administrativa e uma forte coordenação entre entidades públicas e sociedade civil”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781334]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hong Kong e Brasil negoceiam acordo para facilitar comércio bilateral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:15:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Hong Kong anunciou hoje o início das negociações com o Brasil para um acordo que poderá facilitar o comércio entre os dois mercados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Hong Kong anunciou hoje o início das negociações com o Brasil para um acordo que poderá facilitar o comércio entre os dois mercados.</P><br />
<P>A Alfândega da região chinesa disse que assinou, no sábado, um plano de ação com a Secretaria Especial da Receita Federal, que está sob a tutela do Ministério da Fazenda do Brasil.</P><br />
<P>O plano &#8220;inicia oficialmente as negociações&#8221; com o Brasil para um Acordo de Reconhecimento Mútuo para Operadores Económicos Autorizados, disse a Alfândega, num comunicado.</P><br />
<P>O acordo permitirá aos operadores económicos autorizados &#8220;de ambas as economias usufruir de benefícios recíprocos de facilitação do comércio, incluindo taxas de inspeção reduzidas e desalfandegamento prioritário&#8221;, explica a nota.</P><br />
<P>O plano de ação foi assinado pelo comissário adjunto Li Kin-kei, e pelo coordenador-geral de Administração Aduaneira do Brasil, Felipe Mendes Moraes, em Bruxelas.</P><br />
<P>A assinatura aconteceu à margem de reuniões de vários órgãos da Organização Mundial das Alfândegas, que decorreram entre 22 e 27 de junho, na capital da Bélgica.</P><br />
<P>Também em Bruxelas, o comissário da Alfândega de Hong Kong, Chan Tsz-tat, assinou um Acordo de Reconhecimento Mútuo para Operadores Económicos Autorizados com o Chile.</P><br />
<P>O Governo da região semiautónoma chinesa sublinhou que este é o segundo protocolo assinado com uma economia da América do Sul, depois do acordo firmado com o Peru, em dezembro.</P><br />
<P>A Alfândega de Hong Kong prometeu prosseguir com discussões sobre acordos de reconhecimento mútuo com outras jurisdições e expandir a rede de operadores económicos autorizados.</P><br />
<P>O Governo apontou como alvos a Associação das Nações do Sudeste Asiático &#8212; da qual Timor-Leste é membro &#8212; estados árabes, países africanos e os que fazem parte da iniciativa Uma Faixa, Uma Rota.</P><br />
<P>A iniciativa, anunciada pelo líder chinês, Xi Jinping, em 2013, envolve mais de 80 países &#8212; incluindo Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste &#8212; para desenvolver ligações marítimas, rodoviárias e ferroviárias.</P><br />
<P>A Alfândega de Hong Kong já tinha assinado acordos de reconhecimento mútuo para operadores autorizados com 18 economias, incluindo a China continental, a vizinha região de Macau, Japão, Índia, Canadá e Austrália.</P><br />
<P>Em 17 de junho, o Governo de Hong Kong anunciou o alargamento a mais oito países, incluindo o Brasil, de um fundo criado para promover a internacionalização das pequenas e médias empresas (PME) locais.</P><br />
<P>O secretário para o Comércio e Desenvolvimento Económico, Algernon Yau Ying-wah, referiu também que o limite de financiamento por candidatura subiu de 100 mil para 150 mil dólares de Hong Kong (de 11 mil para 16.500 euros).</P><br />
<P>O subsídio pode ser usado para participar em feiras e exposições numa das 48 economias abrangidas, assim como em publicidade, registo de marcas, testes ou certificações e em portais de PME na Internet.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782759]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ICAD lança programa de tratamento de dependência de videojogos no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) abre segunda-feira, em Matosinhos, e integrado numa unidade já existente, um programa de tratamento de dependência de videojogos, sobretudo dirigido a jovens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) abre segunda-feira, em Matosinhos, e integrado numa unidade já existente, um programa de tratamento de dependência de videojogos, sobretudo dirigido a jovens.</P><br />
<P>&#8220;Os jovens serão referenciados pelos médicos de família ou por referenciação interna do ICAD&#8221;, disse à agência Lusa a presidente do ICAD, Joana Teixeira.</P><br />
<P>A responsável falava à agência Lusa a propósito da abertura, a 18 de junho em Lisboa, da primeira unidade pública especializada no tratamento da dependência do jogo a dinheiro, uma resposta ao aumento da procura de apoio, que mais do que duplicou desde 2023.</P><br />
<P>O Centro Especializado de Prevenção (CEP) vai funcionar no antigo hospital de Matosinhos, na Rua Alfredo Cunha, onde atualmente já funciona o Centro de Respostas Integradas (CRI) Porto Ocidental do ICAD.</P><br />
<P>Segundo a psiquiatra, estas dependências estão frequentemente associadas a outras perturbações psiquiátricas, embora com perfis diferentes: no jogo a dinheiro são mais comuns casos de depressão e ideação suicida, enquanto nos videojogos predominam ansiedade e perturbações do humor, sobretudo entre adolescentes.</P><br />
<P>&#8220;Há uma grande comorbilidade com patologia psiquiátrica&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A responsável reforçou que, apesar da aposta na prevenção, a prioridade atual passa por dar resposta aos casos que já chegam aos serviços: &#8220;Temos que dar já uma resposta imediata para quem nos procura&#8221;.</P><br />
<P>À Lusa, a presidente do ICAD avançou que o novo programa de tratamento de dependência de videojogos do Porto poderá vir a ser alargado a Lisboa.</P><br />
<P>Já num resumo enviado à Lusa, o ICAD refere que, no Porto, o programa de tratamento para as utilizações problemáticas de videojogos, &#8220;ao contrário da faixa etária do jogo a dinheiro&#8221; não terá limitação de idade para tratar o doente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[Isto porque] a maior parte dos utilizadores problemáticos são jovens que frequentam o 3.º ciclo e o ensino secundário&#8221;, termina.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782758]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Bruxelas condena ataques iranianos contra o Bahrein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) condenou no sábado à noite os últimos ataques iranianos contra o Bahrein e pediu ao Irão para "cumprir plenamente" o memorando de entendimento para pôr fim à guerra assinado na semana passada com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) condenou no sábado à noite os últimos ataques iranianos contra o Bahrein e pediu ao Irão para &#8220;cumprir plenamente&#8221; o memorando de entendimento para pôr fim à guerra assinado na semana passada com os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia condena energicamente os últimos ataques com drones iranianos dirigidos contra o Bahrein. Expressamos a nossa plena solidariedade com o Bahrein&#8221;, afirmou um comunicado do porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE).</P><br />
<P>O porta-voz acrescentou que os ataques do Irão &#8220;são inaceitáveis e injustificáveis, e constituem violações do direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, instou o país a &#8220;cessar imediatamente os ataques contra os Estados vizinhos, a cumprir plenamente o memorando de entendimento assinado recentemente e a aplicar integralmente a Resolução 2817 do Conselho de Segurança das Nações Unidas&#8221;.</P><br />
<P>O Governo do Bahrein afirmou no sábado que foi atacado por &#8220;vários drones iranianos&#8221;, enquanto Teerão assegurou que teve como alvo &#8220;bases americanas&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, o Irão acusou hoje os EUA de violar de novo o acordo de paz depois dos novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.</P><br />
<P>Estes foram os primeiros ataques lançados por ambas as partes desde que Washington e Teerão assinaram em 17 de junho um memorando de entendimento para pôr fim às hostilidades e garantir a livre navegação pelo estreito de Ormuz, enquanto negoceiam um acordo definitivo sobre o programa nuclear iraniano. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782757]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Recebe apoios da Segurança Social? Veja o calendário de pagamentos do mês de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[apios]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>03 JUL<br />
Doença Profissional: pensões e subsídios</p>
<p>07 JUL<br />
Rendas</p>
<p>08 JUL<br />
Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 JUL<br />
Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 JUL<br />
Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 JUL<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 JUL<br />
2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781332]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sete distritos do continente sob aviso amarelo nos próximos dias devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete distritos do continente estão sob aviso amarelo nos próximos dias devido à persistência de valores elevados de temperatura máxima, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sete distritos do continente estão sob aviso amarelo nos próximos dias devido à persistência de valores elevados de temperatura máxima, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Guarda, Beja, Castelo Branco e Portalegre estarão sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima entre as 09:00 de segunda-feira e as 06:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>Vila Real e Bragança estarão também sob aviso amarelo devido ao calor entre as 09:00 de terça-feira e as 06:00 de quarta.</P><br />
<P>O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade matinal no litoral oeste e possibilidade de ocorrência de chuvisco no litoral Norte e Centroaté ao fim da manhã, neblina ou nevoeiro matinal no litoral oeste e pequena subida da temperatura máxima no Algarve.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 12 graus Celsius (Guarda) e os 21 (Faro) e as máximas entre os 23 graus (Aveiro, Porto e Braga) e os 33 (Faro).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782756]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CPLP/30 anos: Casa de Angola de contas saneadas quer aproximar cultura angolana de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação Casa de Angola, nascida em Lisboa em 1971 e que não passou imune à turbulência da revolução, tem agora as contas saneadas, após um período de instabilidade, e quer reforçar-se como ponte entre Portugal e Angola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação Casa de Angola, nascida em Lisboa em 1971 e que não passou imune à turbulência da revolução, tem agora as contas saneadas, após um período de instabilidade, e quer reforçar-se como ponte entre Portugal e Angola.</P><br />
<P>Na sequência de problemas de gestão, em 2020, foi criada uma comissão extraordinária que esteve nos últimos anos dedicada a &#8220;salvar a Casa de Angola&#8221;, disse à Lusa o dirigente Carlos Bajouca.</P><br />
<P>Segundo o escultor e membro da direção, &#8220;as dívidas passadas estão todas saneadas&#8221;, tendo acabado de ser pagas este ano.</P><br />
<P>&#8220;A nossa intenção não era criar animações nem dar continuidade a projetos culturais, não havia dinheiro. A intenção era salvar a Casa de Angola&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A partir de agora, acrescentou, a Casa de Angola quer empenhar-se em conseguir receitas estruturais, desde logo para manter a sede, o edifício situado na Travessa da Fábrica das Sedas (entre o Largo do Rato e o Jardim das Amoreiras), projetado pelo renomado arquiteto Cassiano Branco, que ali viveu com a família.</P><br />
<P>Daí, vêm surgindo ideias de alugar espaços a empresas ou instituições culturais ligadas a Angola. </P><br />
<P>Quer ainda ser plataforma de divulgação de Angola e aproximação a Portugal. </P><br />
<P>Para Bajouca, &#8220;um livro sobre Angola seria muito interessante&#8221;, descrevendo património, expressões culturais, etnias. Antevê ainda uma pequena rádio para promoção de artistas.</P><br />
<P>Contudo, disse, tratam-se só de ideias e qualquer decisão caberá à nova direção, pois este ano haverá eleições.</P><br />
<P>Atualmente, a âncora da Casa de Angola é o espaço gastronómico, liderado pelo chef Paulo Soares, uma referência na comida típica angolana.</P><br />
<P>&#8220;Atrai muita gente, pela sua qualidade e por permitir matar saudades da nossa terra&#8221;, afirmou Bajouca.</P><br />
<P>A Casa de Angola foi fundada em 1971. O edifício-sede foi adquirido nesse ano por sete mil contos.</P><br />
<P>Gervásio Viana, atual membro da direção, contou à Lusa que um dos mentores foi o seu padrasto, Burity da Silva, deputado pelo círculo de Angola na Assembleia Nacional entre 1961 e 1965, durante a ditadura.</P><br />
<P>Com o fim da Casa dos Estudantes do Império (criada em 1944 para acolher estudantes das antigas colónias e encerrada em 1965 pela PIDE), a comunidade angolana sentia falta de um espaço que a agregasse.</P><br />
<P>Gervásio Viana explicou que &#8220;inicialmente o regime era contra&#8221;, especialmente o então ministro do Ultramar, Silva Cunha, pela memória de que a Casa dos Estudantes do Império se tinha tornado um viveiro da resistência anticolonial, abrigo de futuros líderes africanos como Agostinho Neto e Amílcar Cabral.  </P><br />
<P>Para convencer o poder, foi criado um conselho estratégico com gente ligada ao regime (como Baltazar Rebelo de Sousa, pai do ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa). Em 1971, saiu o despacho governamental que cria a Casa de Angola.</P><br />
<P>Num depoimento publicado no n.º 5 da revista AfroLetras (2000), o jornalista Rui Romano, que foi dirigente da Casa de Angola, identifica Burity da Silva, Emílio Simões de Abreu e Fernando Laires como mentores de um projeto &#8220;com o intuito óbvio de congregar todos os angolanos e suas emanações num bloco que se opusesse, frontal e decididamente, ao peso do domínio estatal-colonial&#8221;.</P><br />
<P>Romano relata que envolveram pessoas do regime para &#8220;salvaguarda de aparências&#8221; e que, nos primeiros anos, a Casa de Angola fez uso da &#8220;fraquíssima margem de manobra&#8221; política e financeira para organizar cursos e ações de apoio médico, social e educacional.</P><br />
<P>A revolução de 25 de Abril de 1974 foi marcante para a Casa de Angola. Gervásio Viana contou que, de imediato, jovens angolanos deslocaram-se para ali contestando a direção e que, em 26 de abril, são-lhes entregues as chaves da associação.</P><br />
<P>Segundo o relato de Rui Romano, a passagem das chaves deu-se &#8220;na presença de Jaime Neves e seus chaimites&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta Romano que, nessa noite, foi feito &#8220;um minuto de silêncio por todos, mas todos, os que tinham caído nas batalhas da Liberdade (africanos, portugueses, todos, todos, civis ou militares)&#8221; e enviado um telegrama à Junta de Salvação Nacional a exigir a &#8220;libertação imediata de todos os presos políticos&#8221;.</P><br />
<P>Nos anos seguintes, já com a independência do país, a Casa de Angola transformou-se numa espécie de consulado de Angola, emitindo vistos e tratando de documentação de angolanos, relatou Viana.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, não escapou às turbulências da revolução, sendo alvo de vários atentados bombistas, atribuídos à extrema-direita.</P><br />
<P>A revista O Referencial (N.º 143, de 2021), da Associação 25 de Abril, conta no artigo &#8220;A rede bombista da extrema direita&#8221; que, em 24 de outubro de 1975, houve um atentado à bomba na Casa de Angola, &#8220;a que se seguiu, no dia seguinte, um violento assalto às respetivas instalações depois de uma manifestação de retornados realizada em Lisboa nesse mesmo dia&#8221;.</P><br />
<P>Uma cronologia do Museu do Aljube refere que, em outubro de 1975, uma &#8220;manifestação de desalojados/retornados de Angola termina com o assalto e a destruição da Casa de Angola&#8221;. A ação foi reivindicada pelo Comando Operacional de Defesa da Civilização Ocidental (Codeco) e, no decurso desta, foi lançado contra o edifício um automóvel e colocada uma bomba. </P><br />
<P>Em julho de 1976, nova bomba destrói a Casa de Angola.</P><br />
<P>A revista Vida Mundial de julho de 1976 (n.º 1898) tem uma reportagem sobre ataques bombistas, incluindo à Casa de Angola. Descreve que esta ficou com &#8220;recheio, portas e janelas completamente destruídos&#8221; e que a esquerda &#8220;insinua Spínola nas atividades bombistas&#8221;.</P><br />
<P>Uma fotografia que acompanha a reportagem mostra o exterior da Casa de Angola com centenas de pessoas concentradas.</P><br />
<P>A Casa de Angola foi, por essa altura, ocupada por famílias cabo-verdianas, que aí viveram nos anos seguintes.</P><br />
<P>Em junho de 1996, a Lusa noticiava que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) as tinha realojado e que a direção estava a reconstruir a sede, com projeto do arquiteto Troufa Real, funcionando provisoriamente a Casa de Angola na Rua do Forno do Tijolo.</P><br />
<P>Já em 24 de junho de 2001, a Lusa noticiava a cerimónia de reabertura da sede e que a reconstrução tinha contado com o apoio da CML, da petrolífera Sonangol e do Governo angolano.</P><br />
<P>Pouco antes da cerimónia, no exterior, um homem incendiou duas bandeiras da UNITA (oposição ao MPLA, no poder em Angola desde 1975). No dia seguinte, a UNITA repudiou &#8220;enérgica e veemente&#8221; a queima das bandeiras.</P><br />
<P>Na cerimónia, o então presidente da CML, João Soares, contou que, na última visita do seu pai, Mário Soares, a Angola como Presidente da República, umas das preocupações transmitidas foi precisamente o estado da Casa de Angola, pelo que o país se envolveu na reconstrução.</P><br />
<P>Segundo o escultor Carlos Bajouca, &#8220;há uma percepção errada da Casa de Angola&#8221;, pois em geral as pessoas &#8220;pensam que é um complemento da Embaixada de Angola, quando é completamente autónoma, independente do poder político e do governante&#8221; no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782755]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel desmobiliza reservistas a fronteira libanesa a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel vai dispensar do serviço militar, a partir deste domingo, os pelotões de defesa compostos por reservistas destacados nas comunidades da fronteira norte com o Líbano, em consequência do progresso do cessar-fogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel vai dispensar do serviço militar, a partir deste domingo, os pelotões de defesa compostos por reservistas destacados nas comunidades da fronteira norte com o Líbano, em consequência do progresso do cessar-fogo.</p>
<p>Em comunicado, as Forças Armadas de Israel disseram que a decisão foi tomada &#8220;com base na avaliação operacional e após uma série de discussões sobre a situação&#8221;.</p>
<p>O anúncio ocorreu apesar de o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu ter afirmado que os militares vão manter a presença no sul do Líbano durante &#8220;o tempo que for necessário&#8221;.</p>
<p>Os soldados reservistas que compõem os pelotões israelitas vão concluir o serviço no domingo, depois de terem sido convocados no contexto da guerra com o Irão, que a 02 de março se intensificou com confrontos no Líbano.</p>
<p>O exército israelita afirmou que vai rever periodicamente a situação para tomar decisões futuras sobre o destacamento de tropas.</p>
<p>Os pelotões de defesa regionais, conhecidos em hebraico como Kitot Konnenut, são compostos por reservistas do exército que residem nas comunidades onde são convocados.</p>
<p>Uma vez recrutados passam a fazer parte de uma equipa de segurança de resposta rápida face a situações de emergência.</p>
<p>O exército não especificou quantos reservistas estão envolvidas na desmobilização.</p>
<p>No contexto da guerra com o Irão, Israel aprovou um plano para convocar até 400 mil reservistas, principalmente para funções de defesa aérea, mas também para reforçar as fronteiras ou participar na invasão do sul do Líbano.</p>
<p>A trégua entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah (Partido de Deus) entrou em vigor na tarde de sexta-feira, embora o primeiro ponto do memorando de entendimento entre Washington e Teerão já estipule a cessação das hostilidades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781343]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Botija solidária em 2026: Quem tem direito e como pedir este apoio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A botija solidária é um apoio social que concede um desconto mensal na compra de gás de botija (GPL) a famílias em situação de vulnerabilidade económica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-1d41837b="">A botija solidária é um apoio social que concede um desconto mensal na compra de gás de botija (GPL) a famílias em situação de vulnerabilidade económica. Se beneficia da <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/tarifa-social" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social de energia</a>, pode ter direito a este programa. Regulado pela DGEG (Direção-Geral de Energia e Geologia) e operacionalizado pela ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), o apoio é um dos instrumentos de combate à <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/gas-contra-pobreza-energetica" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">pobreza energética em Portugal</a>.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">O que é a botija solidária e como funciona?</h2>
<p data-v-1d41837b="">A botija solidária é um apoio financeiro criado em 2022 pelo Governo português. Destina-se a famílias que dependem de gás de botija (GPL) para cozinhar ou aquecer a casa e que não estão ligadas à rede de gás natural canalizado. Na prática, funciona como um subsídio mensal que reduz o custo efetivo de cada botija adquirida.</p>
<p data-v-1d41837b="">A ANAFRE coordena a gestão operacional do programa através das juntas de freguesia de todo o país. A regulação e supervisão cabem à DGEG, sob tutela do Ministério do Ambiente e Energia. O Governo tem prorrogado o programa desde a sua criação, e a última extensão conhecida abrangeu o ano de 2025. Para 2026, a continuidade do apoio depende de nova decisão governamental, pelo que convém confirmar o estado do programa junto da junta de freguesia da tua área de residência.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se procura uma visão mais alargada dos apoios para gás engarrafado existentes, há outras medidas que podem complementar este programa. Para quem pondera alternativas ao GPL, é útil consultar a comparação entre <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/eletricidade-ou-gas" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">eletricidade ou gás</a> e perceber qual opção se adequa ao perfil de consumo do agregado.</p>
<div id="293c15c9-afe6-41d6-a587-7593effa511a" class="tip-box color-red full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Atenção:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Para 2026, a continuidade do apoio depende de nova decisão governamental. Confirme o estado do programa junto da junta de freguesia da sua área de residência.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Tenho direito à botija solidária em 2026?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O acesso à botija solidária tem estado associado aos critérios da tarifa social de eletricidade. São elegíveis, em regra, as <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/tarifa-social-de-eletricidade-768-mil-familias" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">famílias com desconto na fatura</a> de eletricidade que utilizem GPL engarrafado como fonte de energia.</p>
<p data-v-1d41837b="">Os perfis que tipicamente se qualificam incluem:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/rendimento-social-de-insercao" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Rendimento Social de Inserção</a> (RSI)</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/complemento-solidario-para-idosos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Complemento Solidário para Idosos</a> (CSI)</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do subsídio social de desemprego</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Famílias com rendimento por elemento do agregado inferior ao limiar indexado ao <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/indexante-dos-apoios-sociais" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">valor do IAS em 2026</a></p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Agregados abrangidos pela Prestação Social para a Inclusão (PSI)</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">A <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/agregado-familiar" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">composição do agregado familiar</a> influencia diretamente o cálculo do rendimento por elemento. Agregados mais numerosos podem ter maior facilidade em cumprir os critérios de rendimento.</p>
<p data-v-1d41837b="">O requisito fundamental é que o agregado utilize GPL de botija e não gás natural canalizado. Quem já tem contrato de gás natural pode <a href="https://www.comparaja.pt/energia/gas-natural" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar fornecedores de gás</a> para encontrar tarifas mais acessíveis. Os critérios exatos são revistos periodicamente, pelo que convém confirmar a elegibilidade junto da junta de freguesia.</p>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Quanto recebo com o apoio da botija solidária?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O valor de referência da botija solidária tem sido de 10 euros por mês, creditados ou descontados na aquisição de GPL engarrafado. Este montante aplica-se independentemente do distribuidor escolhido.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para avaliar o impacto real no orçamento familiar, é útil comparar este apoio com o preço praticado para uma botija de butano de 11 kg. O valor varia consoante o distribuidor (Galp, BP, Repsol, entre outros) e a região do país. A DGEG publica periodicamente os preços de referência do GPL engarrafado, pelo que convém consultar os dados mais recentes antes de fazer contas.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se pretende <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/erse-vai-lancar-ferramenta-para-comparar-precos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar preços botijas de gás</a>, a ERSE tem vindo a disponibilizar ferramentas que facilitam essa consulta. Com um apoio mensal de 10 euros, a poupança acumulada ao longo de 12 meses pode representar uma diferença significativa para famílias que consomem pelo menos uma botija por mês.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para quem procura reduzir ainda mais a despesa energética, o <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/programa-vale-eficiencia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Programa Vale Eficiência famílias</a> apoia melhorias na habitação. O <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/arranca-novo-programa-de-substituicao-de-equipamentos-domesticos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">programa E-Lar</a> permite a substituição de equipamentos a gás por alternativas mais eficientes, o que pode reduzir o consumo de GPL a médio prazo.</p>
<div id="77bd4565-32aa-48ee-9b90-afbb099f0c88" class="tip-box color-green full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Tome nota;</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Com um apoio mensal de 10 euros, a poupança acumulada ao longo de 12 meses pode representar uma diferença significativa para famílias que consomem pelo menos uma botija por mês.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Como posso pedir a botija solidária?</h2>
<p data-v-1d41837b="">A candidatura à botija solidária é feita presencialmente na junta de freguesia da área de residência. O processo é coordenado pela ANAFRE e não exige deslocação a serviços centrais.</p>
<p data-v-1d41837b="">O procedimento habitual inclui os seguintes passos:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Confirmar a elegibilidade como beneficiário da tarifa social de eletricidade ou de outro apoio social que confira acesso ao programa</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Reunir os documentos necessários: cartão de cidadão, comprovativo de morada (o <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/atestado-de-residencia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">atestado de residência</a> pode ser obtido na própria junta de freguesia) e comprovativo de utilização de GPL engarrafado</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Apresentar o pedido na junta de freguesia, que valida a elegibilidade do agregado</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Aguardar a confirmação e a ativação do apoio mensal</p>
</li>
</ol>
<p data-v-1d41837b="">O prazo de resposta varia de freguesia para freguesia. Os seus <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/direitos-energia-e-agua" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">direitos de consumidor de energia</a> garantem o acesso a informação clara sobre o estado do pedido.</p>
<p data-v-1d41837b="">É possível que seja exigida uma <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/inspecao-de-gas" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">inspeção de gás obrigatória</a> à instalação, para verificar que cumpre as normas de segurança em vigor. Para quem recebe o <a href="https://www.comparaja.pt/mercado-trabalho/artigos/ordenado-minimo" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">ordenado mínimo</a>, existem outros apoios complementares que podem ser solicitados em simultâneo.</p>
<h2 id="heading-5" data-v-1d41837b="">Posso acumular a botija solidária com a tarifa social de energia?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Sim, em princípio, a botija solidária pode ser acumulada com a tarifa social de eletricidade. Os dois programas têm finalidades distintas: a tarifa social reduz o custo da eletricidade, enquanto a botija solidária alivia a despesa com GPL engarrafado. Quem reúne os critérios para ambos pode beneficiar dos dois em simultâneo.</p>
<p data-v-1d41837b="">Existem outros apoios no setor energético e social que podem ser compatíveis, nomeadamente a <a href="https://www.comparaja.pt/agua/artigos/tarifa-social-da-agua" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social da água</a> e a <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz/artigos/tarifa-social-internet" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social de internet</a>. A possibilidade de acumulação depende dos critérios específicos de cada programa em vigor no momento da candidatura.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para famílias que pretendem <a href="https://www.comparaja.pt/energia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar fornecedores de energia</a> e otimizar toda a fatura energética, a análise conjunta dos apoios disponíveis é o primeiro passo. A junta de freguesia ou a Segurança Social podem fornecer uma visão completa dos programas a que tens direito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782521]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>França regista mais 1.000 mortes que o habitual devido ao calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades francesas divulgaram hoje um primeiro balanço sobre as vítimas associadas ao calor extremo no país e registaram 1.000 mortes a mais do que o habitual desde quarta-feira, coincidindo com a metade da onda de calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades francesas divulgaram hoje um primeiro balanço sobre as vítimas associadas ao calor extremo no país e registaram 1.000 mortes a mais do que o habitual desde quarta-feira, coincidindo com a metade da onda de calor.    </P><br />
<P>&#8220;Desde 24 de junho, foram observadas cerca de 1.000 mortes adicionais &#8211; números não consolidados &#8211; em comparação com os falecimentos registados nos meses anteriores&#8221;, anunciou a a agência nacional de saúde pública francesa.</P><br />
<P>Este organismo do Ministério da Saúde assinalou que o fenómeno afeta principalmente os maiores de 65 anos (85% dos casos), ao mesmo tempo que apontou um aumento de 40% apenas nas mortes em casa. </P><br />
<P>França retoma hoje temperaturas mais respiráveis após 11 dias de uma onda de calor histórica, já considerada mais intensa do que o episódio emblemático de 2003, mas o efeito retardado do calor nos organismos mantém os hospitais sob forte tensão e gera receios de uma alta taxa de mortalidade.</P><br />
<P>Nenhum balanço numérico tinha sido dado até o momento, mas a ministra da Saúde, Stéphanie Rist, já tinha alertado no sábado que um número de mortes &#8220;superior ao normal&#8221; estava a ser observado.</P><br />
<P>Neste contexto, o balanço da agência nacional de saúde pública francesa dá uma primeira ideia dessa mortalidade, mesmo que permaneça muito parcial. </P><br />
<P>A agência de saúde pública começou as observações a partir de quarta-feira, data em que a onda de calor se intensificou com temperaturas superiores a 40°C em todo o território.</P><br />
<P>&#8220;Mais de 1.200 mortes &#8211; de todas as causas &#8211; foram registadas no dia 24 de junho e mais de 1.400 mortes diárias nos dias 25 e 26 de junho&#8221;, explica a agência. 	</P><br />
<P>&#8220;Para comparação, contavam-se cerca de 900 a 1.000 mortes por dia em abril/maio&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>No total, desde quarta-feira, isso já aponta para cerca de mil mortes a mais do que a média, mesmo que não sejam oficialmente atribuíveis ao calor. </P><br />
<P>Mas o balanço será provavelmente mais pesado, já que alguns efeitos às vezes demoram dias a fazerem-se sentir.</P><br />
<P>O aumento das mortes afeta &#8220;todas as faixas etárias, lembrando que os efeitos da onda de calor podem afetar toda a população&#8221;, constata a agência. </P><br />
<P>&#8220;No entanto, 85% dos óbitos observados dizem respeito a pessoas com 65 anos ou mais&#8221;.</P><br />
<P>Principalmente, &#8220;um aumento particularmente acentuado dos óbitos em casa é observado &#8211; da ordem de 40% -, especialmente na Île-de-France&#8221;, observa a agência, um fenómeno já mencionado pelas autoridades de saúde.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782754]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Ventura procura manter tudo sob controlo&#8221;: Politóloga prevê disputas intensas nas distritais do Chega, mas afasta ameaça à liderança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ventura-procura-manter-tudo-sob-controlo-politologa-preve-disputas-intensas-nas-distritais-do-chega-mas-afasta-ameaca-a-lideranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido. Apesar da multiplicação de candidaturas em distritos estratégicos como Lisboa, Porto, Braga, Santarém e Setúbal, a politóloga, docente universitária e investigadora do CIES-Iscte, Patrícia Calca, considera que esta competição interna deve ser encarada como uma consequência natural do crescimento da estrutura partidária e não como um sinal de rutura na liderança de André Ventura.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, Patrícia Calca defende que a atual fase corresponde ao processo normal de consolidação de um partido ainda recente. &#8220;Eu acho que é uma fase normal naquilo que é a própria dinâmica do partido&#8221;, afirma, embora ressalve que &#8220;isso não quer dizer que efetivamente vá haver grandes possibilidades de democracia interna&#8221;. A investigadora considera que o Chega continua a apresentar &#8220;uma dinâmica muito centralizada numa pessoa&#8221;, lembrando que, ao longo dos últimos anos, &#8220;de vez em quando aparece um ou outro membro do Chega a contestar, mas até agora isso tem sido abafado&#8221;.</p>
<p>Segundo a especialista, o próprio percurso de crescimento do partido ajuda a explicar as disputas que hoje chegam às urnas. &#8220;Além da natureza muito recente do Chega, além dos tópicos que abordam e da centralização do partido, há também toda uma estrutura que ainda não está muito sedimentada e que é própria do tempo&#8221;, refere. Acrescenta ainda que o partido &#8220;foi buscar contributos a várias linhas no país e muita gente que não tinha ligação formalizada à política&#8221;, motivo pelo qual &#8220;é normal que haja esta procura de estruturação&#8221;. Na sua perspetiva, o Chega atravessa atualmente &#8220;uma sedimentação a nível local&#8221;, semelhante ao percurso vivido por outras forças políticas, embora com características próprias devido à rápida expansão territorial conseguida nos últimos anos.</p>
<p>Apesar das disputas renhidas em várias distritais, Patrícia Calca afasta qualquer cenário de ameaça à liderança nacional. &#8220;Resumindo, eu acho que isto é natural que haja esta luta interna, mas eu acho que isto não vai colocar em causa a liderança do partido&#8221;, afirma. A politóloga entende que André Ventura continuará a desempenhar um papel determinante na gestão deste processo, mesmo mantendo uma posição pública de aparente neutralidade. &#8220;Tenho convicção, provada pelo comportamento do André Ventura, que ele procura sempre ter as coisas sob controlo&#8221;, sustenta. Para a investigadora, esse controlo &#8220;é um controlo de manutenção da parte dele, mas é mais do que isso&#8221;, correspondendo também &#8220;a uma procura muito concreta e ativa por manter alguma estabilidade no partido&#8221;.</p>
<p>Na análise da investigadora, essa necessidade de estabilidade resulta das fragilidades estruturais que acompanharam o nascimento do Chega. &#8220;Não havendo estrutura inicial, não havendo quadros iniciais&#8221;, recorda, &#8220;um partido deste só pode, entre aspas, ter este sucesso se realmente se centralizar num líder forte, num contexto difícil, de incerteza e quando há uma certa fadiga na população&#8221;. Patrícia Calca faz questão de reconhecer igualmente &#8220;os méritos políticos e estratégicos de André Ventura&#8221;, considerando que soube interpretar &#8220;a possibilidade de crescimento&#8221; do partido numa conjuntura favorável.</p>
<p>Questionada sobre a influência que estas eleições distritais poderão ter na estratégia nacional do Chega, a investigadora admite que a preservação da unidade constitui uma prioridade para a direção. &#8220;Esta tentativa de manutenção de alguma estabilidade é, obviamente, absolutamente necessária&#8221;, afirma. Ainda assim, lembra que os processos internos dos partidos permanecem, em grande medida, pouco transparentes para o exterior. &#8220;Nós sabemos sempre muito pouco sobre aquilo que é o processo, digamos, sobre a democracia interna dos partidos&#8221;, observa, acrescentando que &#8220;muitas vezes fazem parte dos próprios segredos do negócio&#8221;.</p>
<p>Patrícia Calca acredita, por isso, que as escolhas que saírem destas eleições continuarão a refletir a forte centralização da estrutura partidária. &#8220;No caso deste ciclo eleitoral ainda será a mais&#8221;, prevê, sustentando que André Ventura &#8220;deverá ter controlo sobre essas nomeações&#8221;, embora exista &#8220;algum diálogo local&#8221;, uma vez que &#8220;depois não se podem fazer os cozinhados sem os ingredientes que existem localmente&#8221;. Ainda assim, conclui que &#8220;a última palavra diria que é sempre de André Ventura&#8221;, reforçando que, na sua opinião, &#8220;é ainda bastante centralizado&#8221;.</p>
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