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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Até 46ºC e risco extremo de incêndio: este fim de semana será o pico da onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Sábado e domingo deverão marcar o pico deste episódio, sobretudo no Interior Centro e no Alentejo, onde os termómetros poderão atingir valores excecionais para o início de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal prepara-se para enfrentar o período mais intenso da atual onda de calor, com o fim de semana a trazer temperaturas extremas em várias regiões do continente. Segundo a previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217;, sábado e domingo deverão marcar o pico deste episódio, sobretudo no Interior Centro e no Alentejo, onde os termómetros poderão atingir valores excecionais para o início de julho.</p>
<p>Nos últimos dias, várias localidades alentejanas já registaram máximas entre 43ºC e 44ºC, enquanto cidades como Lisboa e Porto se aproximaram dos 40ºC. As noites também têm sido muito quentes, com mínimas tropicais em muitas zonas e valores ainda mais elevados, acima dos 25ºC, em alguns pontos do Interior.</p>
<p>Para este sábado, o céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado ou limpo em praticamente todo o continente, embora possam surgir algumas nuvens durante a tarde nas regiões do Interior Norte e Centro. O vento soprará em geral de nordeste, moderado, com rajadas nas terras altas durante a madrugada e a manhã, rodando depois para noroeste durante a tarde.</p>
<p>As temperaturas continuarão muito elevadas. No Interior Centro e no Alentejo, são esperadas máximas entre 40ºC e 44ºC, podendo alguns vales atingir pontualmente os 45ºC. No litoral, a influência marítima poderá aliviar ligeiramente o calor face aos dias anteriores, mas os valores continuarão altos para a época.</p>
<p>Domingo deverá manter o mesmo padrão de tempo quente e seco, embora com maior possibilidade de nebulosidade durante a tarde no Interior Norte e Centro. A aproximação de uma pequena perturbação em altitude poderá favorecer alguma instabilidade localizada, com risco de trovoadas pontuais, algumas delas secas, o que aumenta a preocupação com eventuais ignições.</p>
<p>No Interior, as máximas deverão continuar entre 43ºC e 45ºC, não se excluindo um valor localizado próximo dos 46ºC. No litoral, as temperaturas deverão ficar entre 33ºC e 38ºC, com valores um pouco mais baixos junto ao mar. As noites continuarão muito quentes em grande parte do país, mantendo-se tropicais em muitas regiões.</p>
<p>O risco de incêndio rural permanecerá muito elevado ou extremo em grande parte do território continental, devido à combinação de temperaturas muito altas, humidade relativa reduzida e vento geralmente fraco a moderado. Qualquer foco de incêndio poderá evoluir rapidamente, pelo que é essencial evitar comportamentos de risco e seguir as recomendações das autoridades durante este período de calor extremo.</p>
<p>Nas regiões autónomas, o cenário será mais estável. Nos Açores, o fim de semana deverá ter céu parcialmente nublado, boas abertas e apenas possibilidade de aguaceiros fracos nas ilhas mais ocidentais, com máximas entre 25ºC e 27ºC. Na Madeira, prevê-se tempo seco, céu pouco nublado ou limpo e temperaturas elevadas para a época, com máximas entre 26ºC e 30ºC, podendo ser superiores em zonas mais abrigadas. Em todo o território, o índice ultravioleta será muito elevado a extremo, recomendando cuidados reforçados com a exposição solar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785120]]></sapo:autor>
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		<title>Eleições/São Tomé: Campanha arranca hoje com apelo a clima de paz e não violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A campanha eleitoral para as presidenciais de 19 julho em São Tomé e Príncipe arranca hoje, com a Comissão Eleitoral a apelar aos quatro candidatos a um clima de paz e de não violência nas próximas duas semanas.</P><br />
<P>&#8220;Viveremos o momento alto da nossa vivência democrática, é o período em que a voz do povo soberano se prepara para ecoar e [se] fazer ouvir nas urnas. No entanto, para que esse eco seja forte, limpo e legítimo, é essencial que todos nós, agentes políticos e cidadãos, pautemos a nossa conduta por princípios superiores&#8221;, disse o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN).</P><br />
<P>Jeudiger Nascimento, que falava, na sexta-feira, durante a assinatura do pacto de não agressão, a que aderiu apenas o candidato Carlos Vila Nova, deixou ainda um veemente apelo a todos os candidatos e ao povo são-tomense.</P><br />
<P>&#8220;Exorto a todos os partidos, candidatos e os seus apoiantes a conterem os seus ânimos. Rejeitem as provocações, evitem difamações e combatam a desinformação. A paz pública é o bem mais precioso que temos&#8221;, apelou o presidente da CEN.</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais, nomeadamente, Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal e prometeu não fazer campanha.</P><br />
<P>Carlos Manuel Vila Nova, que concorre a um segundo mandato e se apresenta como independente, conta com apoio da maioria dos partidos são-tomenses, nomeadamente, o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), o Movimento Basta, o Partido de Convergência Democrática (PCD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM), a União para Democracia e Desenvolvimento (UDD), o recém-criado Partido Nossa Terra, e ainda de uma ala da Ação Democrática Independente (ADI) liderada pelo primeiro-ministro, Américo Ramos.</P><br />
<P>No primeiro dia de campanha, Carlos Vila Nova dedica-se ao distrito de Lembá, no norte da ilha de São Tomé, e preencherá o dia com visitas a roças, comunidades e localidades deste distrito, terminando com passeatas e um comício na cidade de Neves, capital do distrito, que acolhe 9.773 eleitores.</P><br />
<P>Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu realizará passeatas e concentrações em algumas comunidades no distrito de Água Grande &#8211; que acolhe a capital do país e 45.531 eleitores -, começando por Amparo, passando por Almeirim, onde reside, seguindo-se Água Arroz.</P><br />
<P>Nito D&#8217;Abreu, que é líder parlamentar da ADI, concorre com apoio da direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada e a ala que o segue, em oposição a Carlos Vila Nova e ao primeiro-ministro, Américo Ramos.</P><br />
<P>Além disso, Nito D&#8217;Abreu recebeu esta semana o apoio de partidos aliados à ADI e a Patrice Trovoada, nomeadamente, o Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista (MCI-PS) e o Partido de Unidade Nacional (PUN), porque o seu candidato inicial, Domingos Monteiro, viu a candidatura rejeitada pelo Tribunal Constitucional.</P><br />
<P>O Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe (MVDP) também declarou apoio a Nito D&#8217;Abreu, que considerou como candidato da mudança.</P><br />
<P>Sem apoio partidário, estão os candidatos Miques João Bonfim, jurista e advogado, e o jurista e professor universitário Eugénio Trindade Tiny, ambos concorrentes pela segunda vez e que não anunciaram o programa do primeiro dia de campanha.</P><br />
<P>Apesar de ter anunciado desistência da sua candidatura, o ex-primeiro-ministro Jorge Bom Jesus terá o seu nome inscrito no boletim de voto, por ter apresentado o pedido fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P><br />
<P>Uma Missão de Observação Eleitoral da União Europeia, chefiada pelo eurodeputado português Sérgio Humberto, está no terreno e prometeu uma análise rigorosa e transparente do processo eleitoral e assegurou neutralidade e imparcialidade dos seus observadores durante as eleições de 19 de julho e 27 de setembro (legislativas, regional e autárquicas).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785487]]></sapo:autor>
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		<title>CPLP/30 Anos: CPLP falha no acompanhamento da crise política na Guiné-Bissau e com Simões Pereira &#8211; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas declararam à Lusa, no âmbito dos 30 anos da CPLP, que a organização falhou no acompanhamento da crise na Guiné-Bissau, especialmente com o seu ex-secretário-executivo, e consideraram a suspensão do país um ato simbólico.</P><br />
<P>O analista político guineense Rui Landim criticou a atuação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que, a seu ver, desde os primórdios, nunca teve uma atuação eficaz no seu país.</P><br />
<P>&#8220;A CPLP foi criada em 1996, em 1998 a Guiné-Bissau mergulhou numa guerra civil e logo aí não houve intervenção&#8221;, refletiu.</P><br />
<P>Agora, o país encontra-se, pela primeira vez na sua História, suspenso da CPLP, assim como de outras organizações, devido ao golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, na véspera da divulgação dos resultados eleitorais de 23 de novembro.</P><br />
<P>Nesse seguimento, o ativista guineense questionou: &#8220;Qual é a consequência dessa suspensão? A Guiné-Bissau vive há cerca de 12 anos uma crise [política] e nada de CPLP&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, prosseguiu, Domingos Simões Pereira, líder do histórico Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que foi secretário-executivo da CPLP entre 2008 e 2012, está detido e a organização lusófona, aparentemente, nada fez sobre isso. </P><br />
<P>O professor moçambicano Elísio Macamo corrobora essa opinião. </P><br />
<P>&#8220;Domingos Simões Pereira, líder da oposição guineense e ex-secretário-executivo da CPLP, está detido há meses &#8220;sem nenhuma acusação (&#8230;) e não se vê nada da parte da CPLP em relação a isso&#8221;, criticou.</P><br />
<P>&#8220;É nesses momentos que se pode perguntar, com certa legitimidade, para que é que uma organização dessas existe&#8221;, frisou o docente.</P><br />
<P>O especialista brasileiro em História das Relações Internacionais Adriano de Freixo questionou o efeito prático do envio de uma missão de ofício ao país. </P><br />
<P>&#8220;Mandar uma missão de ofício seria muito mais para chegar lá e verificar que, de fato, a situação se deteriorou desde o golpe de Estado [militar de 26 de novembro], que a oposição está calada, que há violações de direitos humanos, que há repressão a manifestações contrárias ao Governo militar. [Essa missão] iria lá, confirmaria isso, a Guiné-Bissau continuaria suspensa, e aí, qual a consequência prática disso?&#8221;, refletiu.</P><br />
<P>&#8220;O que significou para a Guiné-Bissau a suspensão da CPLP? Nada. É uma coisa mais simbólica do que outra coisa. Não tem efeito prático, da mesma maneira que uma missão no país não teria nenhum efeito prático porque não há mecanismos dentro da CPLP que permitam exercer controlo sobre os Estados-membros para que cumpram os princípios fundadores&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para o presidente da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Liberato Moniz, tem havido uma indiferença internacional enorme perante o que se passa na Guiné-Bissau. </P><br />
<P>&#8220;Nós vemos, na televisão portuguesa e brasileira, guerras que estão a milhares de quilómetros, mas o que está mesmo aqui ao lado ninguém fala&#8221;, lamentou ex-pré-candidato presidencial, que considerou que a missão de ofício à Guiné-Bissau &#8220;faz todo o sentido&#8221;, mas exige &#8220;objetivos concretos&#8221; para ajudar a mudar a situação do país.</P><br />
<P>Divergindo sobre o estatuto do país na comunidade, o politólogo angolano Almeida Henriques defendeu que a Guiné-Bissau &#8220;não reúne condições para pertencer à organização&#8221;.</P><br />
<P>O analista argumentou que a falta de verticalidade institucional, a profunda instabilidade política interna e a necessidade de respeitarem os valores democráticos impedem o país de responder aos anseios mínimos exigidos pela CPLP.</P><br />
<P>Por outro prisma, o analista português Fernando Jorge Cardoso explicou que &#8220;o que se passa na Guiné-Bissau tem raízes regionais que ultrapassam a CPLP&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O que aconteceu, como sabemos, foi uma encenação de golpe. Ele [Sissoco Emabaló] ia perder as eleições e, portanto, fez-se de conta que houve um golpe de Estado. Mas sabe-se que ele tem apoio da Nigéria e nenhum país da CPLP vai confrontar Lagos&#8221;, explicou. </P><br />
<P>&#8220;Qual é o país da CPLP que se vai meter com a Nigéria? Portugal? Nem pensar. O Brasil? Nem pense&#8221;, acrescentou o especialista em estudos africanos.</P><br />
<P>Nesse seguimento, o professor na Universidade Autónoma de Lisboa sustentou que a não interferência da CPLP na Guiné-Bissau se explica porque &#8220;aqueles que mandam na CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, sediada em Abuja, na Nigéria] não deixam&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As organizações regionais africanas têm primazia territorial e a CPLP não tem capacidade política nem militar para agir de forma independente neste contexto&#8221;, contextualizou.</P><br />
<P>Para o sociólogo cabo-verdiano Redy Lima, comparar a CPLP à CEDEAO é injusto, pois &#8220;a CEDEAO tem muito mais peso, tem muito mais presença&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o analista cabo-verdiano, a &#8220;Guiné-Bissau é um grande exemplo do peso político inexistente da CPLP&#8221;. </P><br />
<P>Por outro lado, e referindo-se diretamente a Portugal, &#8220;o passado colonial acaba sempre por envergonhar um pouco a ação da CPLP&#8221;, pois facilmente é usado esse argumento contra a ex-metrópole, como o próprio Sissoco Embaló chegou a fazer, recordou.</P><br />
<P>Sobre o anúncio de 23 de junho relativo à possibilidade da saída da Guiné-Bissau da CPLP, após as eleições previstas para dezembro, Fernando Jorge Cardoso declarou que uma rutura ou saída formal do país é improvável, uma vez que o atual regime depende do financiamento de Portugal e da União Europeia, assim como de doadores internacionais, defendido pela diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos a 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que detém a presidência rotativa temporária da organização desde a suspensão de Bissau. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785486]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Autoridades querem reduzir dependência externa nas operações de gás em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades moçambicanas pretendem "reduzir gradualmente" a dependência de centros externos para a formação sobre operações de gás, com uma obra iniciada sexta-feira, avaliada em 1,5 milhões de euros, na região norte, anunciaram fontes oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades moçambicanas pretendem &#8220;reduzir gradualmente&#8221; a dependência de centros externos para a formação sobre operações de gás, com uma obra iniciada sexta-feira, avaliada em 1,5 milhões de euros, na região norte, anunciaram fontes oficiais.</P><br />
<P>&#8220;Queremos reforçar a capacidade nacional de formação especializada, reduzir gradualmente a dependência de centros de formação externos e contribuir para a preparação de profissionais nacionais alinhados às exigências técnicas e operacionais da indústria offshore&#8221;, referiu o presidente do Conselho de Administração da estatal Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Rudêncio Morais, citado num comunicado da instituição.</P><br />
<P>O responsável falava no lançamento da primeira pedra para a construção do centro de formação, na cidade de Pemba, Cabo Delgado, norte do país, rica em gás e recursos naturais, visando a preparação de profissionais para operações offshore (no mar), onshore (em terra) e de segurança, associadas à indústria de petróleo e gás, designada Marine &amp; Safety Center, em parceria com a empresa Concord Safety, especializada em formação prática de segurança industrial, marítima e offshore naquela província do norte.</P><br />
<P>Segundo Rudêncio Moras, a construção do centro revela &#8220;um claro compromisso&#8221; com o desenvolvimento do capital humano nacional para fazer parte dos projetos de petróleo e gás, e uma resposta às necessidades da indústria de petróleo e gás.</P><br />
<P>&#8220;A construção do Marine &amp; Safety Center é uma resposta concreta à necessidade da crescente mão-de-obra dos grandes projetos de LNG [Gás Natural Liquefeito (GNL), na tradução portuguesa] em curso nesta região do país&#8221;, frisou Morais.</P><br />
<P>No documento, explica-se que evento foi antecedido da assinatura de um acordo de acionistas entre a ENH e a Concord Sefaty, um momento testemunhado pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estêvão Pale e pelo Governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo.</P><br />
<P>Para Estêvão Pale, a infraestrutura vai transformar o panorama da formação em segurança marítima industrial no país, na região austral de África e em todo o continente africano, e posicionar a província onde está instalado como &#8220;um polo de prestação de serviços de padrão internacional&#8221;.</P><br />
<P>O Ministro apelou à ENH e à Concord Safety para trabalharem &#8220;arduamente&#8221; para a efetivação desta unidade de formação de técnicos locais em cursos como segurança marítima, combate a incêndios em alto mar, gestão de processos de segurança, além de primeiros socorros e resposta à emergência, com a duração de até quatro meses.</P><br />
<P>Já as autoridades locais pediram para que o empreendimento sirva também para reforçar as relações, com diálogo entre as empresas e as comunidades.</P><br />
<P>&#8220;É nossa expectativa que este investimento continue a fortalecer a boa relação entre as empresas e as comunidades hospedeiras, assente no diálogo permanente, respeito mútuo e criação de benefícios concretos para as populações locais&#8221;, referiu o governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo, citado no documento, reiterando o apoio do executivo aos parceiros que irão ocupar os postos de trabalho que a indústria petróleo e gás oferece.</P><br />
<P>Moçambique tem três megaprojetos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de GNL da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado, incluindo este da TotalEnergies, de 13 milhões de toneladas por ano (mtpa) e outro da ExxonMobil (18 mtpa), de 30 mil milhões de dólares (26,1 mil milhões de euros) que aguarda decisão final de investimento, ambos na península de Afungi.</P><br />
<P>Soma-se o da italiana Eni, que já produz desde 2022, cerca de sete mtpa, a partir da plataforma flutuante Coral Sul, que será duplicada a partir de 2028 com a segunda plataforma Coral Norte, num investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros) e previsão de uma terceira unidade.</P><br />
<P> </P><br />
<P>VIYS(PVJ) //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785482]]></sapo:autor>
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		<title>O funeral que quer mostrar força ao mundo: Irão despede-se de Khamenei sob segurança máxima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ali Khamenei]]></category>
		<category><![CDATA[funeral]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Homenagens deverão prolongar-se por seis dias, até ao enterro em Mashhad, cidade natal de Khamenei e um dos principais centros religiosos xiitas do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O funeral de Estado de Ali Khamenei, antigo líder supremo do Irão, arranca este sábado em Teerão, mais de quatro meses depois da sua morte, num conjunto de cerimónias pensado para ser simultaneamente um momento de luto nacional, uma demonstração de força do regime e uma mensagem de resistência ao exterior. As homenagens deverão prolongar-se por seis dias, até ao enterro em Mashhad, cidade natal de Khamenei e um dos principais centros religiosos xiitas do país.</p>
<p>Khamenei, que liderou a República Islâmica durante mais de três décadas, morreu aos 86 anos, a 28 de fevereiro, num ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra uma residência governamental em Teerão. No mesmo ataque morreram também vários familiares do antigo líder supremo, incluindo uma filha, um genro, uma nora e uma neta. O funeral estava inicialmente previsto para março, mas acabou por ser adiado devido à guerra e ao clima de instabilidade.</p>
<p>As cerimónias públicas começam na Grande Mosalla de Teerão, onde o corpo de Khamenei ficará em câmara ardente. O caixão, envolto na bandeira iraniana, surge acompanhado pelos caixões dos familiares mortos no mesmo ataque. As paredes do complexo foram cobertas com grandes retratos do antigo líder, bandeiras negras em sinal de luto e bandeiras vermelhas associadas ao martírio e à vingança, num cenário carregado de simbolismo religioso e político.</p>
<p>Teerão foi transformada numa cidade sob forte dispositivo de segurança. As autoridades iranianas colocaram as Forças Armadas em alerta máximo, reforçaram a presença policial e militar e anunciaram restrições temporárias ao espaço aéreo em várias cidades, incluindo Teerão, Qom e Mashhad. O regime avisou os Estados Unidos e Israel contra qualquer ação militar durante o período de luto, prometendo uma resposta “dura e imediata” a qualquer ataque ou ameaça à liderança iraniana.</p>
<p>A escala do funeral deverá ser inédita. As autoridades esperam milhões de pessoas nas ruas da capital iraniana, numa mobilização que o regime quer apresentar como prova de unidade nacional. O funeral de Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica, juntou cerca de 10 milhões de pessoas em 1989, segundo dados oficiais, mas ficou marcado por episódios de caos e por mais de dez mortes devido à pressão da multidão.</p>
<p>Na segunda-feira, está previsto um cortejo fúnebre pelo centro de Teerão, antes da passagem por Qom, uma das cidades santas do Irão. O corpo deverá seguir depois para Najaf e Karbala, no Iraque, dois dos principais centros do xiismo, antes do enterro, na quinta-feira, no santuário do Imam Reza, em Mashhad. O percurso foi concebido para sublinhar o estatuto religioso de Khamenei e o papel do Irão como potência central do mundo xiita.</p>
<p>A presença do filho e sucessor, Mojtaba Khamenei, continua incerta. Ferido no ataque que matou o pai, Mojtaba não tem aparecido em público e tem comunicado apenas através de declarações escritas atribuídas à sua liderança. A sua ausência, num momento de grande exposição pública, acrescenta incerteza a uma sucessão política que decorre sob pressão externa, tensão regional e descontentamento interno devido à situação económica.</p>
<p>O funeral coincide com o início do Muharram, mês particularmente importante para os muçulmanos xiitas, marcado pela memória do martírio de Husayn ibn Ali. As autoridades iranianas procuram associar a morte de Khamenei a essa tradição de sacrifício e resistência. Num momento de frágil cessar-fogo com Washington, e depois de meses de guerra com Israel e os Estados Unidos, as cerimónias fúnebres foram preparadas como mais do que uma despedida: são uma afirmação de continuidade do regime num dos períodos mais delicados da história recente da República Islâmica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783379]]></sapo:autor>
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		<title>Donald Trump diz que EUA são o país &#8220;mais livre e mais forte da história&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 05:33:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente norte-americano afirmou, no início das comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, no Monumento Nacional do Monte Rushmore (Dakota do Sul), que o país é o "mais livre e mais forte da história".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente norte-americano afirmou, no início das comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, no Monumento Nacional do Monte Rushmore (Dakota do Sul), que o país é o &#8220;mais livre e mais forte da história&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos o povo mais livre do mundo, temos a Constituição mais justa e duradoura do mundo e somos a nação mais poderosa do mundo&#8221;, afirmou na sexta-feira Donald Trump, num tom patriótico e durante o evento de comemoração do aniversário da independência, que incluiu homenagens às Forças Armadas e sobrevoos militares.</P><br />
<P>O dirigente apresentou a fundação dos EUA como &#8220;um acontecimento único na história da humanidade&#8221; e reivindicou o legado dos Pais Fundadores e da Declaração de Independência de 1776. </P><br />
<P>O Monte Rushmore é um dos símbolos mais reconhecido dos Estados Unidos, tendo na fachada esculpidos os rostos de quatro presidentes fundamentais na história do país: George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.</P><br />
<P>Trump já tinha escolhido este local para celebrar o Dia da Independência em 2020, durante o primeiro mandato, quando defendeu os monumentos históricos face aos protestos do movimento Black Lives Matter. Na altura, afirmou que o Monte Rushmore &#8220;nunca será profanado&#8221;. </P><br />
<P>Segundo escreveu a agência de notícias EFE, no discurso de sexta-feira, Trump, apoiando-se no simbolismo do local, fez uma ampla e desconexa revisão histórica do país, desde a Guerra da Independência até à expansão para o Oeste, à Guerra Civil, à industrialização e às guerras mundiais, na qual tentou enquadrar a mensagem na continuidade dos quatro presidentes esculpidos.</P><br />
<P>Trump alertou ainda, num tom ideológico, para o que considera serem &#8220;tentativas de alterar o caráter excecional dos Estados Unidos&#8221; e de &#8220;afastar os cidadãos da própria história&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este país não é a norma, é a exceção. É raro, é precioso e é milagroso&#8221;, afirmou, e insistiu que a identidade nacional foi &#8220;fundamental para preservar a liberdade ao longo de dois séculos e meio&#8221;. </P><br />
<P>O Presidente passou depois a associar a mensagem à agenda política e citou a Segunda Emenda, que garante o direito ao porte de armas: &#8220;Salvámos a vossa Segunda Emenda e continuarei a fazê-lo&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Trump lançou também uma dura crítica ideológica contra o &#8220;ressurgimento do comunismo&#8221; nos Estados Unidos, que definiu como &#8220;o inimigo da liberdade, da Constituição e do 04 de julho de 1776&#8221;. Garantiu: &#8220;Não permitirei a sua expansão&#8221;. </P><br />
<P>No plano internacional, Trump reivindicou &#8220;a força&#8221; dos Estados Unidos, exaltando o poder militar e a capacidade de dissuasão norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Derrotámos a Venezuela num dia e demos uma surra tremenda ao Irão. Eles estão desesperados por chegar a um acordo, estão muito ansiosos por negociar. Concedemos-lhes uma semana de trégua por causa de um funeral&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O discurso combinou referências históricas e promessas para o futuro, nas quais projetou uma nova &#8220;era dourada&#8221; para o país, baseada na liderança tecnológica, na independência energética e na expansão da exploração espacial, entre outros aspetos.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é um fim, é o início da era dourada da América&#8221;, concluiu. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785480]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Milhares no arranque das cerimónias fúnebres do antigo líder supremo Ali Khamenei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 04:56:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A homenagem pública ao antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei arrancou hoje em Teerão, onde milhares de fiéis acorreram ao local do funeral, numa demonstração de força após a guerra contra Israel e os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A homenagem pública ao antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei arrancou hoje em Teerão, onde milhares de fiéis acorreram ao local do funeral, numa demonstração de força após a guerra contra Israel e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Quatro meses após a morte do &#8216;ayatollah&#8217; em ataques israelo-americanos, o caixão, sobre o qual foi colocado o turbante preto que usava, está exposto no recinto da Grande Mosalla, um complexo religioso e político situado na capital.</P><br />
<P>Vários milhares de fiéis, na maioria vestidos de preto, deslocaram-se ao local hoje, logo ao amanhecer, antes mesmo de a televisão estatal anunciar, por volta das 06:00 (03:30 em Lisboa), o início da homenagem pública.</P><br />
<P>Muitos erguiam bandeiras xiitas vermelhas com a inscrição &#8220;mártir&#8221;. De acordo com um jornalista da agência France-Presse (AFP), alguns participantes entoaram &#8220;vingança!&#8221;, mas também &#8220;morte à América, morte a Israel!&#8221;, um slogan frequentemente ouvido em comícios oficiais.</P><br />
<P>As autoridades iranianas afirmaram esperar entre 15 e 20 milhões de pessoas só em Teerão para estes funerais, que se anunciam como os maiores da história do país.</P><br />
<P>O evento, que deverá decorrer ao longo de seis dias, pretende ser uma demonstração de força, em pleno período de negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão, após a assinatura, no mês passado, de um acordo-quadro para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>A presença do filho de Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, que sucedeu no início de março no cargo de líder supremo, não foi confirmada. Ferido durante os ataques que mataram o pai, o líder só se pronuncia através de comunicados que lhe são atribuídos e não tem aparecido em público.</P><br />
<P>Por ocasião desta homenagem, que ocorre seis meses após importantes manifestações contra o custo de vida elevado e o poder, o centro de Teerão foi transformado num campo fortificado, com vários bloqueios policiais, constatou a AFP.</P><br />
<P>Várias centenas de pessoas estavam em vigília desde sexta-feira à noite em frente à Grande Mosalla, na esperança de serem as primeiras a entrar.</P><br />
<P>&#8220;Queremos dar um último adeus ao nosso líder e é por isso que a espera não é dolorosa nem difícil para nós&#8221;, disse à AFP Somayye Hamedi, uma professora de 44 anos.</P><br />
<P>Algumas dessas pessoas choram, outras aguardam sentadas no chão, enquanto são recitados poemas e tocadas canções religiosas.</P><br />
<P>&#8220;Vir aqui é a última e única coisa que podemos fazer&#8221; por Ali Khamenei, que &#8220;sacrificou a vida&#8221; pelo Irão, considera Fatemeh Nowdehi, uma estudante de 25 anos originária do norte do Irão, que veio para ajudar voluntariamente os peregrinos.</P><br />
<P>O caixão vai ficar exposto dia e noite até segunda-feira no recinto da Grande Mosalla, antes de uma procissão pelas ruas da capital.</P><br />
<P>Em seguida, fará paragens em várias cidades do Irão e do Iraque, antes do enterro na quinta-feira na cidade sagrada de Mashhad (nordeste do Irão), de onde o antigo líder supremo era natural.</P><br />
<P>Perante o público, vários altos responsáveis iranianos e alguns dignitários estrangeiros prestaram na sexta-feira uma última homenagem, na Grande Mosalla, ao líder supremo que presidiu durante mais de três décadas aos destinos do Irão até à morte, aos 86 anos.</P><br />
<P>Para acolher iranianos de todo o país, foram montadas mais de 400 tendas do Crescente Vermelho iraniano num grande parque da capital, constatou a AFP. Foram posicionados antecipadamente camiões-cisterna, prontos para refrescar a multidão sob temperaturas que deverão ultrapassar os 35 °C.</P><br />
<P>Inicialmente previstas para março, mas adiadas devido à guerra, as cerimónias fúnebres incluem uma passagem por dois santuários xiitas no vizinho Iraque.</P><br />
<P>Ao lado do caixão de Ali Khamenei estão expostos os caixões dos familiares mortos também no primeiro dia da guerra: uma das filhas, um genro, uma nora e uma neta, com 14 meses de idade, de acordo com as autoridades.</P></p>
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		<title>Incêndios: Controlado fogo que começou na quinta-feira em Barcelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 04:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Monte Frelães, concelho de Barcelos (distrito de Braga), entrou em resolução às 00:35, disse hoje à agência Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Monte Frelães, concelho de Barcelos (distrito de Braga), entrou em resolução às 00:35, disse hoje à agência Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>No terreno encontram-se 82 operacionais auxiliados por 29 veículos, indicou à Lusa pouco antes das 05:00 fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Cávado.</P><br />
<P>Também esta madrugada, à 01:00, um incêndio em Setúbal, que teve origem numa viatura e alastrou a uma zona de mato, foi dado como dominado. O fogo causou dez feridos ligeiros &#8211; oito bombeiros e dois civis -, de acordo com fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal.</P><br />
<P>O incêndio que envolve mais meios neste momento é o de Vouzela, distrito de Viseu, onde por volta das 05:00 estavam destacados 1.108 operacionais e 368 viaturas, de acordo com o portal online da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P></p>
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		<title>Mundial2026: Colômbia bate Gana de Carlos Queiroz no fecho dos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:34:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Colômbia conseguiu na sexta-feira o apuramento para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o Gana, do português Carlos Queiroz, por 1-0, no fecho dos '16 avos'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Colômbia conseguiu na sexta-feira o apuramento para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o Gana, do português Carlos Queiroz, por 1-0, no fecho dos &#8217;16 avos&#8217;.</P><br />
<P>Em Kansas City, nos Estados Unidos, um golo solitário de Jhon Arias, aos 14 minutos, selou o triunfo dos &#8216;cafeteros&#8217;, que tinham vencido o Grupo K, no qual superaram Portugal.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, a Colômbia vai defrontar a Suíça (2-0 à Argélia), na terça-feira, em Vancouver.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785477]]></sapo:autor>
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		<title>Governo timorense diz que legado de padre João Felgueiras vai ficar ligado à história do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:21:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo timorense lamentou a morte do padre João Felgueiras, na sexta-feira em Díli, e destacou que a sua missão contribuiu para a preservação da identidade nacional, salientando que vai permanecer ligado à história de Timor-Leste.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo timorense lamentou a morte do padre João Felgueiras, na sexta-feira em Díli, e destacou que a sua missão contribuiu para a preservação da identidade nacional, salientando que vai permanecer ligado à história de Timor-Leste.</P><br />
<P>&#8220;O legado do padre João Felgueiras permanecerá para sempre ligado à história de Timor-Leste. A sua vida de serviço, coragem, solidariedade e dedicação constitui um exemplo de compromisso com a educação, a justiça, a dignidade humana e o desenvolvimento nacional, permanecendo na memória e na gratidão do povo timorense&#8221;, pode ler-se num comunicado à imprensa.</P><br />
<P>Na nota, o Governo timorense destaca também que a &#8220;missão pastoral, educativa e humanitária&#8221; do padre Felgueiras foi um &#8220;importante contributo para a preservação da identidade nacional, para a promoção da solidariedade, da dignidade humana e da esperança&#8221;.</P><br />
<P>O padre João Felgueiras morreu sexta-feira em Díli, onde residia desde 1971, com 105 anos.</P><br />
<P>João Felgueiras dedicou a sua vida à educação e à língua portuguesa, mesmo quando estava proibida em Timor-Leste, durante a ocupação indonésia.</P><br />
<P>O antigo Presidente Jorge Sampaio condecorou o padre jesuíta em 2002 como Grande Oficial da Ordem da Liberdade, pela sua luta pela preservação da língua portuguesa em Timor-Leste.</P><br />
<P>Em 2011, foi-lhe ainda atribuída a nacionalidade timorense, em reconhecimento dos seus altos e relevantes serviços ao país.</P><br />
<P>Em 2016, foi condecorado pelo ex-chefe de Estado timorense Taur Matan Ruak com a insígnia da Ordem de Timor-Leste.</P><br />
<P>Em 2022, voltou a receber uma condecoração por um Presidente de Portugal, quando o antigo chefe de Estado Marcelo Rebelo de Sousa o distinguiu com a Grã-Cruz da Ordem de Camões.</P><br />
<P>&#8220;Em 2024, durante a sua Visita Apostólica a Timor-Leste, o Papa Francisco prestou-lhe uma homenagem pessoal, em reconhecimento da sua longa missão ao serviço do povo timorense&#8221;, recordou o Governo timorense.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785476]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PR presta homenagem a &#8220;inestimável legado&#8221; do padre João Felgueiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 02:18:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, José António Seguro, prestou homenagem ao "inestimável legado" do padre português João Felgueiras, que morreu sexta-feira em Díli com 105 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, José António Seguro, prestou homenagem ao &#8220;inestimável legado&#8221; do padre português João Felgueiras, que morreu sexta-feira em Díli com 105 anos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento de pesar, o Presidente da República presta homenagem ao inestimável legado de João Felgueiras, que dedicou mais de metade da sua vida ao povo timorense, incluindo nos momentos mais difíceis da história de Timor-Leste, destacando o seu extraordinário sentido de missão, entrega, fé e coragem, em prol da dignidade humana e dos valores humanistas&#8221;, pode ler-se numa mensagem divulgada pela Presidência, na sexta-feira.</P><br />
<P>Na mensagem, o chefe de Estado destaca também o &#8220;valioso labor do sacerdote jesuíta na área da educação e da consolidação da língua portuguesa&#8221; e o seu &#8220;relevante contributo para a aproximação entre os povos de Portugal e Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>O padre João Felgueiras morreu sexta-feira em Díli, onde residia desde 1971, com 105 anos.</P><br />
<P>João Felgueiras dedicou a vida à educação e à língua portuguesa, mesmo quando estava proibida em Timor-Leste, durante a ocupação indonésia.</P><br />
<P>O antigo presidente Jorge Sampaio condecorou o padre jesuíta em 2002 como Grande Oficial da Ordem da Liberdade, pela sua luta pela preservação da língua portuguesa em Timor-Leste.</P><br />
<P>Em 2016, foi condecorado pelo ex-chefe de Estado timorense Taur Matan Ruak com a insígnia da Ordem de Timor-Leste.</P><br />
<P>Em 2022, voltou a receber uma condecoração por um Presidente de Portugal, quando o antigo chefe de Estado Marcelo Rebelo de Sousa o distinguiu com a Grã-Cruz da Ordem de Camões.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Cabo Verde aplaude com orgulho os Tubarões que &#8220;puseram a Argentina a chorar&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 02:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A festa já durava há vários dias em Cabo Verde e no largo de Quebra Canela, na cidade da Praia, já se sabia que ia continuar, fosse qual fosse o resultado frente à Argentina, para celebrar a notoriedade conquistada pelo país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A festa já durava há vários dias em Cabo Verde e no largo de Quebra Canela, na cidade da Praia, já se sabia que ia continuar, fosse qual fosse o resultado frente à Argentina, para celebrar a notoriedade conquistada pelo país.</P><br />
<P>Apesar da derrota por 3-2, no prolongamento, a forma como os Tubarões Azuis deixaram a campeã mundial em sentido faz crer à multidão que, daqui em diante, nada será igual.</P><br />
<P>&#8220;Perdemos, mas a história que Cabo Verde fez fica marcada. Um país que se estreia no Mundial e deixa a campeã a chorar, isso, é algo grande&#8221;, disse Yura Lubrano, que antes de o jogo começar tinha chegado a alvitrar que 03 de julho devia ser um novo feriado nacional &#8211; quase colado ao Dia da Independência, que se celebra domingo.</P><br />
<P>Centenas juntaram-se num longo aplauso, em frente ao ecrã gigante, no final do jogo que a seleção disputou até ao último apito, tecendo a história de novos ídolos nacionais como Vozinha, guarda-redes da seleção.</P><br />
<P>&#8220;Eu sinto orgulho, jogámos sem medo e o mundo inteiro acabou de nos conhecer&#8221;, disse Fátima Fortes que já olha para o próximo Mundial (2030) e acredita que a equipa &#8220;vai continuar a fazer história&#8221; em Espanha, Portugal e Marrocos.</P><br />
<P>&#8220;Com certeza, estaremos lá de novo e se jogarmos em Portugal, ninguém nos segura&#8221;, disse.</P><br />
<P>A festa mostra que se celebra algo maior que o futebol.</P><br />
<P>&#8220;Os Tubarões Azuis mostraram a essência do nosso povo, que faz sementeiras com 1% de chance quando tira o último grão de milho do tambor com esperança que a chuva venha. A partir de agora tudo será diferente&#8221;, disse José Nunes.</P><br />
<P>Afinal, a seleção mostrou que a chave é &#8220;acreditar no potencial&#8221; do arquipélago e diáspora, acrescentou.</P><br />
<P>Comovido e ao mesmo tempo em festa, Dani Mendes beija o símbolo da Federação Cabo-verdiana de Futebol que traz ao peito.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos comemorar, nós somos vencedores, porque esta é uma alegria inexplicável. Independentemente das adversidades da vida, lutamos e este foi o primeiro de muito mundiais. Viva Cabo Verde&#8221;, gritou.</P><br />
<P>Música, dança, grupos unidos em abraços com a bandeira pelas costas, comovidos logo quando o hino tocou pela quarta vez no Mundial 2026 &#8211; e com a esperança de que não fosse a última.</P><br />
<P>Ninguém arredou pé até ao fim, cada defesa de Vozinha e cada contra-ataque dos Tubarões Azuis festejados com fervor.</P><br />
<P>&#8220;Damos graças a Deus, já foi um grande passo para o nosso país e para as nossas crianças, pelo seu futuro&#8221;, apontou Silvestre Mendonça, entre a multidão, mas com os netos em mente.</P><br />
<P>O movimento nas escolinhas de futebol da cidade tem crescido nas últimas semanas e vários desses jovens estiveram entre o público de olhos colados no ecrã gigante.</P><br />
<P>&#8220;Para um país que está a participar pela primeira vez num Mundial este é um grande momento, um grande feito&#8221;, disse Filipe Bernard, brasileiro em Cabo Verde, equipado com camisola da seleção canarinha.</P><br />
<P>Mas hoje o apoio estrangeiro não chegou e, agora, já há quem pense na receção aos Tubarões Azuis.</P><br />
<P>&#8220;Acho que Cabo Verde foi longe e quando voltar vai ter muitas pessoas à espera no aeroporto. Eu estou satisfeita com Vozinha e toda a equipa, porque eles deram tudo nestes jogos&#8221;, referiu Sofia Silva.</P><br />
<P>&#8220;Já ganhámos, estamos a ganhar, bastou ter estado lá&#8221;, disse Francisco Silva, que nunca pensou ver um jogo da sua seleção contra a campeã do Mundo, Argentina, juntando as mãos em direção ao céu: &#8220;graças a Deus, aleluia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785474]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dominado fogo em Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 02:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio em Setúbal, que teve origem numa viatura e alastrou a uma zona de mato, foi dado como dominado hoje à 01:00, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio em Setúbal, que teve origem numa viatura e alastrou a uma zona de mato, foi dado como dominado hoje à 01:00, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>O fogo causou dez feridos ligeiros &#8211; oito bombeiros e dois civis -, de acordo com fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal.</P><br />
<P>O incêndio teve origem numa viatura na Rua da Cascalheira, na zona de Vale de Cobro, em Setúbal, tendo depois alastrado a uma área de mato.</P><br />
<P>Por volta das 02:45, encontravam-se no terreno 277 operacionais auxiliados por 84 veículos, de acordo com a mesma fonte, notando que a circulação na área está normalizada.</P><br />
<P>Fonte da GNR disse anteriormente à Lusa que a ocorrência obrigou à evacuação, por precaução, de 25 habitações, num total de 60 pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785473]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Campeã Argentina elimina Cabo Verde no prolongamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 00:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A campeã em título Argentina qualificou-se na sexta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o estreante Cabo Verde por 3-2, após prolongamento, em Miami Gardens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A campeã em título Argentina qualificou-se na sexta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o estreante Cabo Verde por 3-2, após prolongamento, em Miami Gardens.</P><br />
<P>No 15.º jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, Lionel Messi, aos 29 minutos, Lisandro Martínez, aos 92, e Cristian Romero, aos 111, marcaram os golos dos sul-americanos, enquanto Deroy Duarte, aos 59, e Sidny Lopes Cabral, aos 103, faturaram para os africanos.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, em encontro marcado para terça-feira, em Atlanta, a partir das 12:00 locais (17:00 em Lisboa), nos Estados Unidos, a Argentina defronta o Egito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785472]]></sapo:autor>
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		<title>Associação belga dá a Trump anel com diamantes, safiras, esmeraldas e rubis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 00:01:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Centro Mundial de Diamantes de Antuérpia ofereceu a Donald Tump, através do embaixador dos EUA na Bélgica, um anel de ouro, do tamanho de um relógio, com 321 diamantes, 56 safiras, 13 esmeraldas e seis rubis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Centro Mundial de Diamantes de Antuérpia ofereceu a Donald Tump, através do embaixador dos EUA na Bélgica, um anel de ouro, do tamanho de um relógio, com 321 diamantes, 56 safiras, 13 esmeraldas e seis rubis.</P><br />
<P>Dezenas de diamantes fazem duas gigantes letra &#8216;T&#8217; e outras os números 45 e 47, no formato do Super-Homem (Trump é o 45.º e o 47.º presidente dos EUA)</P><br />
<P>O presidente do Centro, Isidore Mörsel, deu a prenda em nome da comunidade diamantífera, velha de séculos, desta cidade portuária.</P><br />
<P>&#8220;Possa este anel servir como lembrança de que as parcerias verdadeiras, como o diamante natural mais fino, são feitas sob pressão, passam o teste do tempo e brilham quando baseadas na confiança&#8221;, disse Morsel. </P><br />
<P>No interior, o anel tem a frase &#8220;Crafted in Antwerp for Donald John Trump&#8221; (Feito em Antuérpia para Donald John Trump).</P><br />
<P>Em termos de valor pecuniário, o anel &#8212; avaliado entre 25 mil e 35 mil dólares &#8211; empalidece perante prendas como o avião dado pelo Qatar, avaliado em 400 milhões de dólares, que Trump ordenou que fosse convertido no novo avião presidencial (Air Force One).</P><br />
<P>Mas é mais uma demonstração do papel que as prendas ostentatórias &#8212; e quase sempre douradas &#8212; têm nas manobras de aproximação a Trump, </P><br />
<P>Esta prenda é dada meses depois de a indústria diamantífera belga ter conseguido a remoção das taxas alfandegárias dos EUA sobre as suas exportações para o país. </P><br />
<P>Em setembro, o Centro revelou que &#8220;tinha conseguido garantir zero por cento de taxas alfandegárias&#8221; para as exportações anuais de Antuérpia, de valor superior a dois mil milhões de dólares de diamantes para os EUA. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785471]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Socorristas perdem esperança de encontrar criança de oito anos soterrada em Caraballeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa, em La Guaira ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Caraballeda, Venezuela, 03 jul 2026 (Lusa) &#8212; Os socorristas perderam a esperança de encontrar uma criança de oito anos que estava soterrada num edifício em Caraballeda e culpabilizam a falta de coordenação de vários organismos e a ausência de tecnologia para encontrar mais pessoas vivas.</P><br />
<P>Depois de várias horas a procurar sinais de vida, que de acordo com os socorristas estavam confirmados, a esperança vai desvanecendo para encontrar uma criança com oito anos que estaria soterrada debaixo de um edifício residencial na cidade de Caraballeda, estado de La Guaira, a área mais fustigada pelos sismos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Na Venezuela não contamos com equipamentos tecnológicos avançados e isso atrasou muito a localização e extração de pessoas com vida&#8221;, disse à Lusa Catherine Lendoiro, que está a coordenar uma parte das operações de resgate.</P><br />
<P>A cidadã venezuelana revelou que, infelizmente, &#8220;a última prova de vida&#8221; que foi feito no edifício em se realizaram as operações de resgate foi na quinta-feira. Na sexta-feira, a Unidade Militar de Emergência de Espanha &#8220;deu um resultado de que aparentemente não há vida&#8221;.</P><br />
<P>Neste edifício, os socorristas procuravam várias pessoas com vida &#8212; chegaram a ser sete com prova de vida.</P><br />
<P>No entanto, Catherine Lendoiro criticou a burocracia excessiva e os protocolos, ainda que compreenda que têm de ser cumpridos, só roubam tempo que podia estar a ser utilizado para os resgates.</P><br />
<P>&#8220;Os diferentes organismos que passaram por aqui, lamentavelmente, chegam, dão a informação e vão embora&#8221;, lamentou. </P><br />
<P>Menos os socorristas do México e de Espanha, que &#8220;têm sido excecionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez que vêm socorristas novos, os protocolos fazem-se do zero e isso custa-nos tempo&#8221;, sustentou. </P><br />
<P>&#8220;Não é que não agradeça o apoio que nos dão, estou muito agradecida, mas o tempo é um recurso tão importante e que não temos, não podemos recomeçar do zero cada vez que vem uma equipa [de resgate] nova&#8221;, acrescentou, considerando que era necessário avançar com as operações de resgate ou para retirar os corpos.</P><br />
<P>Questionada sobre se seria feita outra prova de vida para assegurar a informação dada pelos serviços espanhóis, Catherina Lengoiro disse que não, mas referiu que se avaliava essa possibilidade, uma vez que às vezes &#8220;as máquinas também falham&#8221; e querem ter a certeza de que estão a falar de uma remoção de corpos e não de um resgate.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: França, Reino Unido e Omã comprometem-se a proteger navegação no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:50:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A França e o Reino Unido concordaram com Omã em garantir a segurança da navegação nas águas territoriais deste país do Médio Oriente através do Estreito de Ormuz, enquanto o Irão reclama controlo da via marítima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França e o Reino Unido concordaram com Omã em garantir a segurança da navegação nas águas territoriais deste país do Médio Oriente através do Estreito de Ormuz, enquanto o Irão reclama controlo da via marítima.</P><br />
<P>Numa declaração conjunta divulgada na noite de sexta-feira, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, indicaram que Omã aceitou trabalhar com os dois países para garantir a segurança das suas águas territoriais.</P><br />
<P>A França e o Reino Unido manifestaram também a sua disponibilidade para enviar a missão multinacional que têm vindo a preparar há várias semanas para &#8220;apoiar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>Esta passagem, sublinharam Macron e Starmer na sua declaração conjunta, &#8220;é uma artéria vital para a economia global&#8221; e &#8220;restaurar a segurança do trânsito de navios de todas as nações através do estreito é uma questão de interesse global&#8221;.</P><br />
<P>Após o acordo de cessar-fogo de 17 de junho entre os Estados Unidos e o Irão, o Estreito de Ormuz foi gradualmente reaberto ao tráfego marítimo, embora as tensões não tenham desaparecido completamente, com o Irão a pretender manter algum controlo, e tenham ocorrido vários incidentes.</P><br />
<P>A proposta da coligação liderada pela França e pelo Reino Unido para remover as minas do estreito e garantir a livre passagem dos navios estava, desde o início, condicionada à aprovação das partes envolvidas.</P><br />
<P>Macron e Starmer enfatizaram o compromisso dos seus países com a defesa da estabilidade regional, a soberania de todos os Estados e a manutenção de &#8220;uma estreita cooperação com todos os parceiros para preservar a segurança global, a liberdade de navegação e o direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Segundo os mediadores qataris, as delegações dos Estados Unidos e Irão retomarão conversações técnicas indiretas sobre a implementação do memorando de entendimento bilateral após o funeral do Ayatollah Ali Khamenei, morto nos bombardeamentos israelitas e norte-americanos que desencadearam o conflito.</P><br />
<P>As partes reuniram-se quarta-feira separadamente em Doha sob mediação do Qatar e do Paquistão, e, segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Majed Al Ansari, concordaram em continuar as negociações &#8220;o mais breve possível&#8221;, após as cerimónias fúnebres do líder supremo iraniano morto em fevereiro, que terão início no próximo fim-de-semana e terminarão a 09 de julho com o enterro na sua cidade natal, Mashhad.</P><br />
<P>O memorando de entendimento, intermediado pelo Paquistão, entrou em vigor a 18 de junho, depois de ter sido assinado eletronicamente pelo Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O acordo suspendeu as hostilidades mais de três meses após o início do conflito entre os dois lados, estipulando que Teerão não irá desenvolver armas nucleares.</P><br />
<P>O texto prevê também o estabelecimento de um mecanismo para processar os &#8216;stocks&#8217; iranianos de urânio altamente enriquecido, &#8220;no mínimo, por um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA&#8221;. </P><br />
<P>Ao abrigo do memorando, as partes têm, a partir da assinatura do documento, 60 dias para negociar um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>Após o ataque de Teerão na semana passada a dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz, os norte-americanos responderam com ataques aéreos contra território iraniano no fim de semana.</P><br />
<P>O Irão reagiu à ofensiva norte-americana lançando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os seus aliados no Bahrein e no Kuwait.</P><br />
<P>O exército iraniano alertou na quinta-feira os navios que naveguem fora das rotas estabelecidas pela República Islâmica &#8220;receberão uma resposta imediata e enérgica&#8221; e alertou os Estados Unidos para evitarem interferências no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;Todos os petroleiros e navios comerciais são obrigados a utilizar a rota designada pelo Irão para qualquer trânsito seguro através do estreito de Ormuz&#8221;, afirmou o Comando Unificado de Operações Khatam al-Anbiya das Forças Armadas Iranianas, num comunicado divulgado pelos meios de comunicação iranianos. </P><br />
<P>Os militares alertaram que qualquer &#8220;desvio da rota designada ou incumprimento dos protocolos de navegação da República Islâmica&#8221; no estreito &#8220;receberá uma resposta imediata e enérgica das forças armadas, o que colocará em risco a segurança das embarcações infratoras&#8221;.</P><br />
<P>Alertou ainda que qualquer ação dos EUA no estreito será considerada &#8220;uma ameaça à soberania nacional do Irão e enfrentará uma resposta rápida e resoluta&#8221;.   </P><br />
<P>&#8220;Em defesa dos seus direitos soberanos no estreito de Ormuz, o Irão não hesitará em tomar as medidas necessárias para suprimir qualquer agressão ou intrusão por parte das forças armadas dos EUA e seus aliados&#8221;, afirmou o exército. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785469]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brasil tem superavit de 37 mil ME no primeiro semestre com alta de 40% comparado ao ano passado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasil registou um superávit comercial de 42,35 mil milhões de dólares (37,02 mil milhões de euros) neste primeiro semestre, valor 40,3% superior ao do mesmo período de 2025, informou na sexta-feira o Governo brasileiro.</P><br />
<P>De janeiro a junho, as exportações somaram 184,8 mil milhões de dólares, com alta de 11,5% na média por dia útil, enquanto as importações contabilizaram 142,4 mil milhões de dólares, com alta de 5,1% na média por dia útil.</P><br />
<P>Apenas no mês de junho, o país registou superávit de 9,8 mil milhões de dólares (8,56 mil milhões de euros na cotação atual), um aumento de 66% em relação ao mesmo mês do ano passado.</P><br />
<P>O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) brasileiro considerou que as exportações no mês de junho a maior de toda a série histórica para todos os meses, quando foi registada 36,3 mil milhões de dólares (31,73 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Esse aumento nas exportações em junho, justificou o governo brasileiro, estão relacionadas ao aumento das vendas de petróleo bruto, aeronaves, combustíveis, carne e soja, uma vez que alguns desses produtos sofreram valorização devido os efeitos da Guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os principais destinos das exportações brasileiras em junho continuam a ser a China (12,2 mil milhões de dólares), União Europeia (4,8 mil milhões de dólares) e Estados Unidos (3,4 mil milhões de dólares).</P><br />
<P>Já as vendas para os Estados Unidos avançaram 3,7% entre maio e junho, informou o Governo brasileiro, mesmo em meio às negociações de Brasília para evitar que Washington aplique novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.</P><br />
<P>Na avaliação das autoridades brasileiras, ainda é cedo para avaliar os efeitos da vigência do acordo Mercosul-União Europeia na balança comercial de exportações e importações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785468]]></sapo:autor>
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		<title>Instituto da Habitação pede &#8220;maior rigor&#8221; a políticos após líder do PS alegar eleitoralismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) apelou hoje a "maior rigor e responsabilidade" dos políticos, rejeitando as alegações do líder do Partido Socialista (PS) de eleitoralismo na gestão da entrega de habitações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) apelou hoje a &#8220;maior rigor e responsabilidade&#8221; dos políticos, rejeitando as alegações do líder do Partido Socialista (PS) de eleitoralismo na gestão da entrega de habitações.</P><br />
<P>&#8220;Num momento tão importante para o País como o da concretização dos investimentos e do cumprimento das metas previstas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pede-se aos responsáveis políticos maior rigor e, consequentemente, maior responsabilidade na intervenção pública sobre estas matérias&#8221;, afirma o IHRU em nota hoje divulgada.</P><br />
<P>O secretário-geral PS, José Luis Carneiro, afirmou no encerramento das jornadas parlamentares do partido, na terça-feira, que o Governo tinha casas prontas a habitar mas não as entregava, sugerindo que o Executivo estava à espera &#8220;de um novo ciclo eleitoral&#8221;.</P><br />
<P>Um dia depois, deslocou-se a Azinheira dos Barros, no concelho de Grândola para demonstrar o que tinha dito e visitar algumas das 10 casas a que tinha feito referência, apontando que estão prontas há dois anos, foram financiadas com o PRR, numa decisão do governo do Partido Socialista, e aguardam pela sua função social&#8221;.</P><br />
<P>Em nota de esclarecimento, o IHRU afirma que as afirmações divulgadas contêm &#8220;imprecisões que não correspondem à realidade dos factos&#8221;.</P><br />
<P>As 10 moradias em causa, com 19 alojamentos, integram uma candidatura apresentada pela Junta de Freguesia de Azinheira de Barros e São Mamede do Sádão, no âmbito do Investimento i02 &#8211; Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT) e, &#8220;contrariamente ao que tem sido afirmado, estes alojamentos não se destinam à habitação permanente de famílias&#8221;.</P><br />
<P>A BNAUT, adianta, destina-se a assegurar &#8220;respostas de alojamento de emergência e de transição a pessoas e agregados familiares que se encontrem em situações de especial vulnerabilidade, designadamente em consequência de acontecimentos excecionais ou imprevisíveis, situações de risco iminente, violência doméstica, catástrofes naturais, exploração laboral, situação de sem-abrigo ou outras circunstâncias que justifiquem uma resposta temporária de proteção e acompanhamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta resposta visa garantir condições de segurança, proteção e inclusão social durante um período transitório, até que seja possível o encaminhamento para uma solução habitacional adequada e estável, não constituindo, em caso algum, uma resposta de habitação permanente, conforme tem alegado o secretário-geral do PS&#8221;, adianta o instituto público.</P><br />
<P>A entrada em funcionamento destes alojamentos depende da respetiva certificação pelo Instituto da Segurança Social (ISS), bem como da existência da entidade gestora habilitada, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) ou outra entidade legalmente competente, adianta.</P><br />
<P>Segundo o IHRU, foi recebida a 27 de maio uma nova candidatura para 10 fogos, apresentada pela Junta de Freguesia de Azinheira de Barros e São Mamede do Sádão, ao abrigo de um aviso do PRR, no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, e a mesma encontra-se em fase de análise.</P><br />
<P>&#8220;A respetiva aprovação depende da formalização da desistência do financiamento no âmbito da BNAUT&#8221;, refere o IHRU.</P><br />
<P>O instituto sustenta ainda que &#8220;ao contrário do que vem sendo afirmado não existiu ausência de qualquer definição por parte do IHRU&#8221;, sendo &#8220;prova disso (&#8230;)os pagamentos até agora já efetuados que totalizam cerca de 91% do financiamento&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;O IHRU, nesta sua missão relativa ao Plano de Recuperação e Resiliência, não privilegia ou faz qualquer distinção entre cumprimento de metas relativas à BNAUT ou ao 1º Direito, pois ambas contribuem para uma melhor resposta pública às necessidades existentes em cada uma das áreas de intervenção&#8221;, assegura.</P><br />
<P> A secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão admitiu hoje que existem mais casas para projetos de autonomização que ainda não estão habitadas por falta de entidade gestora, negando qualquer responsabilidade do atual Governo.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes afirmou que é &#8220;completamente infundada a acusação de que há casas prontas a habitar há mais de um ano e que não foram entregues pelo Governo&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sobre a visita de José Luís Carneiro, criticou como &#8220;manifestamente imprudente&#8221;, uma vez que sendo casas destinadas nomeadamente para vítimas de violência doméstica, a sua localização não deveria ser divulgada ou publicitada.</P><br />
<P>O presidente da Câmara de Grândola, Luís Vital Alexandre, eleito pelo PS, afirmou à Lusa que &#8220;numa primeira fase&#8221;, as casas &#8220;tinham um objetivo que veio a ser reformulado e, agora, estão ao abrigo do [programa] 1.º Direito, mas, agora mais do que nunca, urge colocar estas casas à disposição de quem mais precisa delas&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da câmara considerou que o caso &#8220;ainda é pior&#8221;, referindo que a junta de freguesia, dona da obra, &#8220;ainda tem cerca de 280 mil euros a haver&#8221; do PRR relativos a este projeto, tendo &#8220;pouca capacidade financeira e sem capacidade de endividamento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785467]]></sapo:autor>
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		<title>Supremo brasileiro mantém prisão domiciliaria de Jair Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 21:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro prorrogou hoje a prisão domiciliaria humanitária de Jair Bolsonaro, e determinou que armas de fogo do ex-presidente sejam apreendidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro prorrogou hoje a prisão domiciliaria humanitária de Jair Bolsonaro, e determinou que armas de fogo do ex-presidente sejam apreendidas.</P><br />
<P>A decisão foi assinada pelo juiz Alexandre de Moraes, do STF, que atendeu a um pedido da defesa de Bolsonaro, que defendeu a prorrogação da medida, após o prazo de 90 dias encerrar na quinta-feira da semana passada.</P><br />
<P>Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão em razão da condenação, pelo STF, de tentativa de golpe de Estado em 2022. </P><br />
<P>O ex-presidente cumpre prisão domiciliaria desde 27 de março após permanecer internado num hospital em Brasília para tratamento de uma broncopneumonia bacteriana.</P><br />
<P>Durante os três meses do regime de prisão domiciliar, Bolsonaro passou ainda por uma cirurgia no ombro e fez fisioterapia para reabilitação.</P><br />
<P>Na decisão, Alexandre de Moraes concluiu que permanecem presentes as razões humanitárias que justificam a prisão domiciliaria e manteve todas as condições anteriormente impostas, sem, dessa vez, fixar um prazo para rever a medida.</P><br />
<P>Moraes revogou ainda o porte de arma do ex-presidente, ou seja, o registo de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), e deu prazo de 48 horas para que Bolsonaro entregue todas as armas vinculadas no seu nome.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, Bolsonaro teve que se explicar às autoridades judiciais após um militar da sua segurança, abordado pela polícia local numa blitz de rotina, portar uma pistola registada em nome do ex-presidente.  </P><br />
<P>Ao prestar depoimento, o ex-chefe do Executivo brasileiro disse que tinha a pistola em casa por &#8220;questões de segurança&#8221; e que pediu ao militar para levar a arma para um conserto.</P></p>
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