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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>&#8220;Esperamos que não seja um desastre&#8221;: União Europeia prepara-se para incêndios cada vez mais &#8220;brutais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta surge numa altura em que Espanha e França recorreram ao Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate aos incêndios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia mobilizou sete aeronaves da reserva estratégica rescEU para apoiar o combate aos incêndios florestais que atingem Espanha e França, ao mesmo tempo que alertou para um futuro marcado por fenómenos meteorológicos extremos cada vez mais frequentes e intensos.</p>
<p>&#8220;Estamos a preparar-nos para uma situação grave, porque estes eventos climáticos extremos serão mais frequentes, mais severos e mais brutais. Esperamos que não se transforme num desastre, mas estamos a preparar-nos para isso&#8221;, afirmou uma porta-voz da Comissão Europeia.</p>
<p>O alerta surge numa altura em que Espanha e França recorreram ao Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate aos incêndios.</p>
<p>Em resposta aos pedidos de ajuda, Bruxelas mobilizou quatro aviões para Espanha e três aviões, além de dois helicópteros, para França, recorrendo à reserva estratégica rescEU.</p>
<p>As aeronaves não partiram de Bruxelas, mas sim de vários Estados-membros onde permanecem estacionadas ao longo do ano, incluindo Grécia, Itália, Portugal, Croácia, Chéquia e Eslováquia, sendo destacadas sempre que um país necessita de apoio.</p>
<p>A comissária europeia para a Gestão de Crises, Hadja Lahbib, confirmou a ativação do mecanismo comunitário, que permite coordenar recursos entre os Estados-membros e recorrer à reserva estratégica quando os meios nacionais se revelam insuficientes.</p>
<p>O aviso da Comissão foi divulgado um dia depois de um estudo da iniciativa científica World Weather Attribution concluir que a seca que afeta a Europa neste verão resulta sobretudo das temperaturas excecionalmente elevadas, mais do que da falta de precipitação.</p>
<p>Também o Serviço de Alterações Climáticas Copernicus confirmou, no início de julho, que a Europa Ocidental registou o mês de junho mais quente desde que há registos, associando essa vaga de calor ao aumento do risco de incêndios florestais, especialmente na Península Ibérica e no sul de França.</p>
<p>Segundo Bruxelas, este verão corresponde ao maior destacamento preventivo alguma vez realizado pela União Europeia. Estão pré-posicionados 22 aviões, cinco helicópteros e 777 bombeiros provenientes de 14 países para responder rapidamente às emergências nas zonas de maior risco.</p>
<p>A Comissão recorda ainda que investiu cerca de 600 milhões de euros na aquisição de 12 novos aviões de combate a incêndios, que começarão a entrar ao serviço a partir de 2027 e ficarão distribuídos por Croácia, Espanha, França, Grécia, Itália e Portugal.</p>
<p>Paralelamente, foi ativado o sistema europeu de observação por satélite Copernicus, que permite acompanhar a evolução dos incêndios em tempo quase real, mapear as áreas ardidas e disponibilizar informação às autoridades responsáveis pelo combate às chamas.</p>
<p>Para Bruxelas, a crescente intensidade das vagas de calor e dos incêndios exige uma resposta europeia cada vez mais robusta, numa altura em que as projeções apontam para verões progressivamente mais extremos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793726]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: E-Redes com custo de cerca de 110 M€ na reposição da rede de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[10º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road]]></category>
		<category><![CDATA[E-Redes]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O custo da reposição da rede energia elétrica, na sequência da depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro do país, é de cerca de 110 milhões de euros (ME), revelou hoje à agência Lusa a E-Redes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O custo da reposição da rede energia elétrica, na sequência da depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro do país, é de cerca de 110 milhões de euros (ME), revelou hoje à agência Lusa a E-Redes.</P><br />
<P>&#8220;As estimativas atualizadas apontam para um impacto de cerca de 110 ME na reposição da rede, incluindo medidas para aumentar a sua resiliência&#8221;, refere a E-Redes, ressalvando que o &#8220;valor pode vir a ser alterado, nomeadamente na sequência de indicações que decorram do estudo que o Governo determinou que fosse executado pela DGEG [Direção-Geral de Energia e Geologia], o qual incide precisamente sobre resiliência&#8221;.</P><br />
<P>A E-Redes é a principal operadora da rede de distribuição de energia elétrica em Portugal Continental das redes de alta, média e baixa tensão.</P><br />
<P>Em 28 de janeiro, a depressão Kristin provocou estragos &#8220;extensos e profundos&#8221; na rede elétrica nacional, &#8220;com impacto em todos os níveis de tensão e respetivos ativos de rede&#8221;.</P><br />
<P>Nesse dia, a E-Redes divulgou ter verificado &#8220;um pico de cerca de um milhão de clientes afetados às 06:00 da manhã&#8221;, sendo que, uma hora depois, estavam cerca de 855 mil clientes sem energia, &#8220;sendo os principais distritos impactados Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Santarém e Setúbal&#8221;.</P><br />
<P>Quase um mês depois, em 26 de fevereiro, a EDP, grupo que integra a E-Redes, anunciou ter restabelecido a energia a 100% dos clientes afetados pelas tempestades.</P><br />
<P>Na informação hoje enviada à Lusa, a E-Redes sustenta que &#8220;o impacto foi registado em cerca de 6.000 quilómetros de rede&#8221;, dos quais se estima que &#8220;mais de 500 quilómetros requeira reparação ou substituição de condutores, postes e outros ativos&#8221;.</P><br />
<P>Estão também contabilizados &#8220;5.300 postes/apoios a requerer reparação ou substituição e 47 subestações com danos na infraestrutura, das quais 24 registaram impedimentos de alimentação na sequência da tempestade Kristin&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, estão executados aproximadamente 65 ME, dos quais a alta tensão representa cerca de 30%, a média tensão 50% e a baixa tensão 20%&#8221;, esclarece.</P><br />
<P>Na baixa tensão, &#8220;embora o impacto financeiro seja menor, está em causa um número muito significativo de intervenções distribuídas pelo território&#8221;, explica, assinalando que, &#8220;por oposição, na alta tensão, as intervenções são em menor número, mais complexas e envolvem vários municípios&#8221;.</P><br />
<P>A E-Redes, liderada por José Ferrari Careto, nota que &#8220;o distrito de Leiria representa cerca de 45% do impacto financeiro, Santarém 20%, Coimbra 10% e Castelo Branco 10%, com o restante distribuído por outros distritos em zonas limítrofes dos anteriores e/ou afetados pela sequência de tempestades que atingiu a quase totalidade do território de Portugal Continental&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os ativos em causa estão cobertos por seguro de danos materiais decorrentes de eventos da natureza, do tipo tempestade Kristin. Os ativos cobertos correspondem às linhas, postos de corte e seccionamento/transformação, iluminação pública, subestações, edifícios e respetivo conteúdo&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A empresa faz ainda saber que reembolsou gastos registados por municípios.</P><br />
<P>&#8220;O alcance do impacto das tempestades determinou a necessidade de estreita colaboração e articulação permanentes com os municípios em várias atividades, nomeadamente, no caso de alguns dos municípios afetados, no apoio à logística de abastecimento de combustível para alguns geradores, com vista a assegurar o seu funcionamento sem interrupções&#8221;, afirma a E-Redes.</P><br />
<P>A empresa refere que esses custos &#8220;foram reembolsados pela E-Redes, no valor de cerca de 800 mil euros&#8221;.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, em 28 de janeiro, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793724]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky vai encontrar-se com Trump em Washington na terça-feira, indica Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai reunir-se na terça-feira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, em Washington, afirmou hoje um responsável da Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai reunir-se na terça-feira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, em Washington, afirmou hoje um responsável da Casa Branca.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente Zelensky deverá reunir-se com o Presidente Trump na Casa Branca na terça-feira&#8221;, disse o responsável, sob condição de anonimato à agência de notícias France-Presse (AFP). </P><br />
<P>Este encontro entre Trump e Zelensky terá lugar no mesmo dia em que se realizará em Washington a cerimónia em homenagem ao senador republicano Lindsey Graham, um reconhecido defensor da causa ucraniana, que morreu no passado dia 11 de julho, aos 71 anos.</P><br />
<P>Kiev ainda não confirmou o encontro entre os dois líderes. </P><br />
<P>A última reunião entre os dois chefes de Estado foi em Ancara, na Turquia, por ocasião da cimeira da NATO.</P><br />
<P>Nesse último encontro, Trump deu autorização a Kiev para produzir mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot norte-americanos, um pedido reiterado de Zelensky.</P><br />
<P>A confirmar-se a reunião de terça-feira, ocorrerá também num contexto em que a Rússia tem sido mais permeável aos bombardeamentos ucranianos, que têm atingido refinarias de petróleo e impossibilitado Moscovo de exportar petróleo e gerando mesmo uma escassez generalizada de combustíveis no país.</P><br />
<P>Além de refinarias, Kiev tem atacado também empresas retalhistas como a Wildberries, a gigante de comércio eletrónico russo equiparada à norte-americana Amazon.</P><br />
<P>Além de venderem produtos de consumo civil na Rússia, estas empresas também comercializam cabos de fibra ótica utilizados em drones e outros materiais utilizados pelos soldados russos na linha da frente.</P><br />
<P>Mas se a Rússia tem estado mais vulnerável às &#8220;sanções de longo alcance&#8221;, como Zelensky tem designado estes ataques, também a capital ucraniana, Kiev, tem sido atingida com mais frequência por mísseis balísticos devido à escassez de mísseis Patriot.</P><br />
<P>Hoje de manhã, o líder ucraniano confirmou a morte de 11 pessoas e dezenas de feridos na sequência de novos ataques contra a capital ucraniana e Sloviansk.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Zelensky acusou Moscovo de ter abandonado &#8220;há muito tempo qualquer consideração pelas normas internacionais e pelos valores humanos&#8221; e defendeu que a Rússia deve ser responsabilizada pelos ataques.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Zelensky reuniu-se com a empresa de armamento norte-americana Raytheon, que produz mísseis PAC-3 para os Patriot, e anunciou um acordo que possibilitará Kiev produzir este armamento defensivo.</P><br />
<P>No panorama diplomático, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, e o homólogo norte-americano, Marco Rubio, reuniram-se esta semana em Manila à margem de uma reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).</P><br />
<P>Tanto o lado norte-americano como o russo afirmaram que um acordo está longe de ser alcançado para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Os enviados especiais de Trump, Jared Kushner e Steve Witkoff, deverão viajar nos próximos dias a Moscovo para retomar a mediação do conflito, segundo afirmou o porta-voz do Kremlin (presidência russa), Dmitri Peskov, na quinta-feira.</P><br />
<P>Zelensky, que se reuniu com Kushner e Witkoff na quarta-feira, afirmou que prevê que as negociações com a Rússia possam ser retomadas no outono.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793699]]></sapo:autor>
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		<title>Terá Boris Johnson travado um acordo de paz na Ucrânia? Kremlin recupera velha acusação, mas não apresenta provas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tera-boris-johnson-travado-um-acordo-de-paz-na-ucrania-kremlin-recupera-velha-acusacao-mas-nao-apresenta-provas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Johnson "sabotou" um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia depois de receber uma doação de um milhão de libras de um empresário ligado à indústria dos drones militares, acusa Kremlin
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O enviado especial do Kremlin, Kirill Dmitriev, voltou a divulgar uma das narrativas mais repetidas por Moscovo desde o início da guerra na Ucrânia: a de que o antigo primeiro-ministro britânico Boris Johnson terá impedido um acordo de paz entre Kiev e Moscovo. No entanto, segundo uma verificação de factos da &#8216;Euronews&#8217;, não existem provas que sustentem essa alegação.</p>
<p>A polémica surgiu após Dmitriev publicar, a 21 de julho, uma mensagem na rede social X onde afirmava que Johnson &#8220;sabotou&#8221; um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia depois de receber uma doação de um milhão de libras de um empresário ligado à indústria dos drones militares.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Just a kind reminder that Boris Johnson sabotaged the ready-to-be-signed Russia-Ukraine peace deal after he received a £1 million donation from a military drone manufacturer. <a href="https://t.co/EjiID83Qkd">https://t.co/EjiID83Qkd</a></p>
<p>&mdash; Kirill Dmitriev (@kadmitriev) <a href="https://x.com/kadmitriev/status/2079466659136340172?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a referência diz respeito ao empresário britânico Christopher Harborne, investidor e financiador político que, em novembro de 2022 — já depois de Boris Johnson ter abandonado o cargo de primeiro-ministro — doou um milhão de libras ao antigo líder conservador.</p>
<p>O facto de a doação ter ocorrido meses após o fim do mandato de Johnson é um dos elementos que contrariam a narrativa divulgada pelo responsável russo, uma vez que as negociações de paz de Istambul decorreram em março de 2022.</p>
<p>A alegação ganhou força na comunicação social russa depois de o The Guardian revelar, em 2025, que Harborne acompanhou Johnson numa visita à Ucrânia em setembro de 2023 e financiou posteriormente o seu gabinete.</p>
<p>Contudo, segundo a Euronews, a investigação do jornal britânico centrou-se em questões de transparência relacionadas com a doação e a viagem, sem concluir que existisse qualquer ligação entre esse apoio financeiro e as negociações de paz entre Moscovo e Kiev.</p>
<p>Apesar disso, meios de comunicação estatais russos utilizaram essa reportagem para afirmar que Johnson teria recebido dinheiro para impedir um acordo entre a Rússia e a Ucrânia, uma conclusão que não consta da investigação original.</p>
<p>Também o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeitou repetidamente esta versão dos acontecimentos.</p>
<p>Numa entrevista concedida ao The Guardian em fevereiro de 2025, Zelensky classificou como &#8220;ilógicas&#8221; as alegações de que Boris Johnson o teria pressionado a abandonar as negociações de Istambul.</p>
<p>&#8220;Houve várias propostas com ultimatos e nunca lhes dei o meu aval&#8221;, afirmou o chefe de Estado ucraniano, acrescentando que nunca fez sentido atribuir ao antigo primeiro-ministro britânico a responsabilidade pelo fracasso das conversações.</p>
<p>O próprio Boris Johnson já descreveu estas acusações como &#8220;propaganda russa&#8221;. Desde o início da invasão, o antigo líder conservador realizou várias visitas à Ucrânia, tanto enquanto primeiro-ministro como depois de deixar Downing Street.</p>
<p>Segundo a Euronews, a narrativa de que o Ocidente terá impedido um acordo de paz continua a ser utilizada pelo Kremlin para procurar transferir para os aliados de Kiev a responsabilidade pelo prolongamento da guerra, apesar de essa versão dos acontecimentos não ser sustentada pelas provas conhecidas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793693]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com Galp Energia a perder 4,44%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,41% para 9.215,11 pontos, contrariando a tendência das restantes praças europeias, com a Galp Energia a liderar as perdas, ao recuar 4,44%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,41% para 9.215,11 pontos, contrariando a tendência das restantes praças europeias, com a Galp Energia a liderar as perdas, ao recuar 4,44%.  </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete fecharam a última sessão da semana no &#8216;vermelho&#8217;, sete no &#8216;verde&#8217; e a Jerónimo Martins e a Sonae SGPS, inalteradas a cotar nos, 16,81 euros e nos 2,05 euros, respetivamente.</P><br />
<P>Pelas restantes principais europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,65%, o alemão DAX subiu 1,36%, o britânico FTSE 100 avançou 0,91% e o francês CAC-40 valorizou 0,88%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793689]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção à nova burla do falso acidente: PSP alerta para esquema que já roubou mais de 200 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:13:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[PSP explica que, embora o número de denúncias tenha diminuído no primeiro semestre deste ano, o esquema evoluiu e pode provocar prejuízos muito superiores aos da versão tradicional da fraude]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) alerta para uma nova variante da burla do falso acidente que, segundo a força de segurança, já permitiu aos burlões desviar mais de 200 mil euros em apenas 50 ocorrências analisadas.</p>
<p>Em comunicado, a PSP explica que, embora o número de denúncias tenha diminuído no primeiro semestre deste ano, o esquema evoluiu e pode provocar prejuízos muito superiores aos da versão tradicional da fraude.</p>
<p>Segundo a PSP, entre janeiro e junho de 2026 foram registadas 140 denúncias de burla por falso acidente, menos 24,3% do que as 185 participações registadas no mesmo período de 2025.</p>
<p>Em comunicado, a polícia considera que esta redução representa uma inversão da tendência de crescimento registada nos últimos anos, depois de as denúncias terem aumentado 78% em 2025 face ao ano anterior.</p>
<p>A PSP atribui esta evolução ao reforço das campanhas de sensibilização e à maior atenção dos cidadãos, sobretudo da população idosa, que continua a ser o principal alvo deste tipo de crime.</p>
<p><strong>Como funciona a burla</strong></p>
<p>Segundo a PSP, os suspeitos abordam habitualmente as vítimas em parques de estacionamento de superfícies comerciais, alegando um embate na viatura ou um atropelamento.</p>
<p>Depois, exigem o pagamento imediato de uma indemnização em dinheiro, recorrendo à pressão psicológica, intimidação ou manipulação, tentando evitar que a vítima contacte a polícia ou acione o seguro.</p>
<p>Para tornar a fraude mais credível, chegam a simular dores físicas, danos no veículo ou telefonemas para falsas oficinas e seguradoras que confirmariam o alegado valor da reparação.</p>
<p><strong>A nova variante preocupa a PSP</strong></p>
<p>Em comunicado, a PSP revela que os burlões estão agora a recorrer a um método mais sofisticado.</p>
<p>Depois de convencerem a vítima a introduzir o código PIN num terminal de pagamento portátil, alegando tratar-se do pagamento da indemnização, trocam discretamente o cartão bancário por outro semelhante, pertencente a uma vítima anterior.</p>
<p>De seguida, utilizam o cartão verdadeiro em caixas multibanco para levantar quantias elevadas antes de o titular conseguir bloquear a conta.</p>
<p>Segundo a PSP, esta variante já permitiu subtrair mais de 200 mil euros nas primeiras 50 ocorrências analisadas pelo Departamento de Investigação Criminal.</p>
<p><strong>Como se pode proteger</strong></p>
<p>A PSP aconselha os cidadãos a nunca efetuarem qualquer pagamento por um acidente que sabem não ter provocado e a desconfiarem de quem insiste em receber dinheiro no momento, recusando contactar as autoridades ou recorrer ao seguro.</p>
<p>A polícia recomenda ainda que nunca sejam entregues cartões bancários a desconhecidos nem seja introduzido o código PIN em terminais ou equipamentos apresentados fora de estabelecimentos comerciais legítimos.</p>
<p>Caso o cartão tenha sido entregue, a PSP aconselha a confirmar imediatamente se o cartão devolvido é efetivamente o seu.</p>
<p>Sempre que exista suspeita de burla, a força de segurança recomenda contactar de imediato a PSP, evitar qualquer pagamento sem antes falar com um familiar ou pessoa de confiança e, sempre que possível, recolher informação sobre os suspeitos e a viatura utilizada.</p>
<p>A PSP apela ainda à denúncia de todas as situações, sublinhando que quanto mais rapidamente os factos forem comunicados às autoridades, maiores são as possibilidades de identificar os autores destes crimes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793688]]></sapo:autor>
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		<title>“Durmo entre zero e três horas por dia”: publicação da primeira-ministra japonesa transforma-se num desastre político&#8230; e acaba sob chuva de críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Sanae Takaichi]]></category>
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					<description><![CDATA[Mensagem nas redes sociais, publicada no passado dia 20, acumulou dezenas de milhares de reações e milhares de comentários, muitos deles críticos da imagem de dedicação extrema que a líder japonesa procurou transmitir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma publicação da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, nas redes sociais, destinada a demonstrar a sua dedicação ao cargo, acabou por desencadear uma onda de críticas e reacendeu a polémica em torno do seu Governo.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, Takaichi escreveu na rede social X que tem dormido &#8220;entre zero e três horas por dia&#8221; desde o início de julho, explicando que passa os dias a analisar documentos oficiais e as poucas horas livres a tratar das tarefas domésticas, como lavar roupa, limpar a casa, coser roupa e lavar a loiça.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="ja" dir="ltr">7月に入ってからの土日は、公邸で『骨太方針』『日本成長戦略』『地域未来戦略』に関する分厚い資料を早朝から深夜まで読み続け、2週目は与党審査で加筆修正された部分を熟読検討するなど、高市内閣が初めて骨太方針や概算要求段階から関われる令和９年度予算や本格的に取り組める中長期の成長戦略に向…</p>
<p>&mdash; 高市早苗 (@takaichi_sanae) <a href="https://x.com/takaichi_sanae/status/2079198063672098918?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A mensagem, publicada no passado dia 20, acumulou dezenas de milhares de reações e milhares de comentários, muitos deles críticos da imagem de dedicação extrema que a líder japonesa procurou transmitir.</p>
<p>Vários utilizadores acusaram Takaichi de glorificar uma cultura de excesso de trabalho que há décadas é alvo de críticas no Japão, onde fenómenos como o karoshi — morte por excesso de trabalho — continuam a preocupar especialistas e autoridades.</p>
<p>Outros consideraram que a publicação procura desviar atenções da queda da popularidade do Governo e das polémicas que têm marcado os últimos meses.</p>
<p>Uma das respostas mais partilhadas foi a de uma trabalhadora com deficiência, utilizadora de cadeira de rodas, que descreveu a sua própria rotina exaustiva e afirmou que continua, silenciosamente, a pagar os impostos que sustentam o Estado. &#8220;Quando vejo publicações como a sua, não consigo deixar de pensar: não é isso o óbvio?&#8221;, escreveu.</p>
<p>Outros utilizadores sugeriram que a primeira-ministra deveria delegar parte das tarefas domésticas e concentrar-se na resolução dos problemas que mais preocupam os japoneses, como a desvalorização do iene e o aumento do custo de vida.</p>
<p>A controvérsia surge numa altura em que a popularidade de Takaichi continua a cair. Depois de ter iniciado o mandato com uma taxa de aprovação próxima dos 70%, uma sondagem recente do Mainichi Shimbun indica que esse valor desceu para 41%.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a pressão política aumentou ainda mais devido às acusações de que um assessor próximo da primeira-ministra terá recorrido a vídeos gerados por inteligência artificial para desacreditar adversários internos durante a disputa pela liderança do Partido Liberal Democrático, em 2025.</p>
<p>Takaichi nega qualquer envolvimento. Esta semana apresentou um documento assinado pelo assessor Takeshi Kinoshita, no qual este rejeita ter criado ou distribuído os alegados vídeos difamatórios.</p>
<p>A oposição, porém, considera insuficiente essa explicação e continua a exigir que Kinoshita seja ouvido no Parlamento para esclarecer o caso.</p>
<p>Enquanto isso, uma simples publicação sobre noites mal dormidas acabou por transformar-se num símbolo das dificuldades políticas da primeira-ministra, alimentando o debate sobre liderança, cultura de trabalho e transparência no Governo japonês.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793664]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Creche de Almada em cujo carro morreu bebé cumpria critérios, indica Segurança Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Segurança Social (ISS) garantiu hoje que a creche "Mestre Cuco", em Almada, em cuja viatura morreu uma bebé de 18 meses, cumpria todos os critérios de funcionamento, remetendo a investigação para as autoridades judiciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto de Segurança Social (ISS) garantiu hoje que a creche &#8220;Mestre Cuco&#8221;, em Almada, em cuja viatura morreu uma bebé de 18 meses, cumpria todos os critérios de funcionamento, remetendo a investigação para as autoridades judiciais.</P><br />
<P>Em resposta à agência Lusa, o ISS refere que se trata de um estabelecimento de natureza privada licenciado, com autorização de funcionamento para 54 crianças, ao qual fez uma visita de acompanhamento técnico sem pré-aviso no dia 30 de setembro de 2025.</P><br />
<P>Nessa visita, &#8220;foram analisados todos os aspetos de funcionamento e organização da creche como, por exemplo, as condições das instalações, o quadro de pessoal e a sua formação técnica, os procedimentos de segurança, a alimentação, organização das salas e os processos individuais das crianças&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Segurança Social, &#8220;a creche apresentava um funcionamento regular, proporcionando às crianças instalações e serviços que cumprem todas as suas necessidades, designadamente, pedagógicas, lúdicas e emocionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A situação em apreço está a ser investigada pelas autoridades judiciais competentes&#8221;, conclui.</P><br />
<P>A bebé de 18 meses morreu na quinta-feira, em Almada, depois de ter ficado esquecida durante cerca de sete horas no interior de uma viatura ao serviço do colégio &#8220;O mestre Cuco&#8221;.</P><br />
<P>O alerta só foi dado quando a mãe se preparava para levar a menina de volta para casa, tendo sido informada na altura de que filha não tinha dado entrada na creche.</P><br />
<P>A menina viria a ser encontrada pouco tempo depois, já inanimada, no interior da viatura onde terá permanecido cerca de sete horas. As manobras de reanimação de nada valeram, tendo o óbito sido declarado no local.</P><br />
<P>As circunstâncias da morte estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793647]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Bloqueio marítimo no estreito de Bab el-Mandeb visa só Arábia Saudita, garantem Huthis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Os rebeldes huthis do Iémen, apoiados pelo Irão, asseguraram hoje que não encerraram o estratégico estreito de Bab el-Mandeb e insistiram que o bloqueio marítimo anunciado recentemente visa apenas os navios da Arábia Saudita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os rebeldes huthis do Iémen, apoiados pelo Irão, asseguraram hoje que não encerraram o estratégico estreito de Bab el-Mandeb e insistiram que o bloqueio marítimo anunciado recentemente visa apenas os navios da Arábia Saudita.</P><br />
<P>&#8220;Não há qualquer encerramento de Bab el-Mandeb, ao contrário do que alguns afirmam&#8221;, escreveu na rede social X o principal negociador huthi, Mohammed Abdulsalam, esclarecendo que o bloqueio marítimo assumido pelo movimento xiita é dirigido exclusivamente contra a navegação saudita.</P><br />
<P>A medida, acrescentou, foi tomada em resposta ao &#8220;bloqueio&#8221; imposto por Riade ao Iémen e à &#8220;recusa&#8221; do reino saudita em aceitar uma solução política justa.</P><br />
<P>Os rebeldes xiitas do Iémen impuseram o bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita após uma troca de tiros entre os dois lados na semana passada.</P><br />
<P>Há cerca de uma semana, os huthis lançaram mísseis e drones contra o Aeroporto Internacional de Abha, no sul da Arábia Saudita, em retaliação por um ataque do Governo iemenita, apoiado por uma coligação militar liderada por Riade e reconhecido internacionalmente, contra o aeroporto da capital iemenita.</P><br />
<P>O grupo pró-iraniano controla atualmente o noroeste do Iémen, incluindo a capital, Sana.</P><br />
<P>Na mesma mensagem publicada na rede social X, Mohammed Abdulsalam procurou tranquilizar o setor do transporte marítimo internacional, assegurando que a via permanece aberta, apesar das ameaças dos huthis ao tráfego, num contexto de receios de que Bab el-Mandeb possa evoluir para uma situação semelhante à do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O estreito de Bab el-Mandeb é uma das passagens marítimas mais estratégicas do mundo, ligando o mar Vermelho ao golfo de Aden e, consequentemente, ao oceano Índico, constituindo um ponto de passagem obrigatório na rota mais curta entre a Europa e a Ásia através do canal de Suez.</P><br />
<P>As declarações surgem quatro dias depois de os huthis terem anunciado um bloqueio naval à Arábia Saudita, afirmando que os navios ligados ao reino do Golfo estariam proibidos de navegar em águas sob o seu controlo, no âmbito de uma política de &#8220;bloqueio por bloqueio&#8221;.</P><br />
<P>O anúncio representou uma escalada significativa no mar Vermelho, após vários anos de relativa acalmia entre os huthis e a Arábia Saudita, na sequência da trégua negociada pelas Nações Unidas em 2022.</P><br />
<P>Desde então, os huthis têm advertido as companhias de navegação para não transportarem cargas com destino ou origem em portos sauditas e declararam que os navios que violem essa proibição poderão ser alvo de ataques.</P><br />
<P>Os rebeldes huthis reivindicaram esta semana a responsabilidade por ataques com drones e mísseis contra dois petroleiros sauditas no mar Vermelho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump transforma a Casa Branca “no negócio mais lucrativo da sua carreira” e triplica receitas após regresso ao poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Montante resulta da combinação de receitas operacionais e da venda de ativos, tendo sido calculado com base na declaração financeira de Trump, complementada por documentos financeiros, processos judiciais e registos de obrigações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump terá arrecadado cerca de 2,4 mil milhões de dólares (cerca de 2 mil milhões de euros) em 2025, um valor mais de três vezes superior aos cerca de 760 milhões de dólares registados em 2024 e muito acima do salário anual de um presidente dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo a análise publicada pela revista &#8216;Forbes&#8217;, o montante resulta da combinação de receitas operacionais e da venda de ativos, tendo sido calculado com base na declaração financeira de Trump, complementada por documentos financeiros, processos judiciais e registos de obrigações.</p>
<p><strong>Criptomoedas explicam grande parte do crescimento</strong></p>
<p>A &#8216;Forbes&#8217; afirma que cerca de 1,4 mil milhões de dólares do aumento das receitas estão ligados ao negócio das criptomoedas.</p>
<p>Segundo a publicação, a principal fatia terá vindo da memecoin lançada por Trump poucos dias antes de regressar à Casa Branca, que lhe terá rendido cerca de 635 milhões de dólares durante 2025.</p>
<p>A revista estima ainda que o projeto World Liberty Financial, ligado ao Presidente, lhe terá proporcionado quase 800 milhões de dólares adicionais.</p>
<p><strong>Mar-a-Lago e negócios internacionais também cresceram</strong></p>
<p>Além dos ativos digitais, a &#8216;Forbes&#8217; refere que o clube Mar-a-Lago, na Florida, e o negócio internacional de licenciamento da marca Trump registaram um forte crescimento após o regresso do republicano à Presidência.</p>
<p>Segundo a revista, estes negócios beneficiaram do aumento da visibilidade internacional e do impacto político da nova administração.</p>
<p><strong>Trump rejeita críticas</strong></p>
<p>Questionado sobre o aumento da sua fortuna, Donald Trump respondeu que já ganhava muito dinheiro antes de voltar à Casa Branca.</p>
<p>O presidente atribuiu ainda parte dos resultados ao bom desempenho dos mercados financeiros.</p>
<p>No entanto, a &#8216;Forbes&#8217; sustenta que a valorização da bolsa explica apenas uma pequena parte do crescimento e considera que o principal motor das receitas foi a aposta nas criptomoedas.</p>
<p><strong>&#8216;Forbes&#8217; critica estratégia comercial</strong></p>
<p>Na parte final da análise, a revista defende que Donald Trump encontrou na Presidência &#8220;o negócio mais lucrativo da sua carreira&#8221;, argumentando que o regresso ao poder permitiu potenciar a venda de produtos financeiros e digitais associados à sua marca.</p>
<p>A &#8216;Forbes&#8217; acrescenta que muitos destes ativos perderam entretanto grande parte do seu valor de mercado, apontando como exemplo a memecoin de Trump, que, segundo a publicação, caiu cerca de 98% desde o pico da cotação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793633]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Professores fazem denúncia à CNPD sobre tratamento de dados pessoais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:21:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CNPD]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Um movimento de professores apresentou uma denúncia à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) pedindo a abertura de um inquérito ao processo de classificação digital dos exames nacionais e provas finais por acreditar que existem irregularidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um movimento de professores apresentou uma denúncia à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) pedindo a abertura de um inquérito ao processo de classificação digital dos exames nacionais e provas finais por acreditar que existem irregularidades.</P><br />
<P>Na queixa, a que a Lusa teve acesso, o movimento cívico MetaProf sustentou que o novo modelo de classificação digital levanta dúvidas quanto às garantias de proteção dos dados pessoais de alunos e professores classificadores, defendendo por isso uma &#8220;intervenção urgente&#8221; da CNPD.</P><br />
<P>A MetaProf pede à CNPD que abra um inquérito ao tratamento de dados pessoais no âmbito da digitalização, distribuição e classificação eletrónica dos exames nacionais e provas finais do 9.º ano, alegando existirem &#8220;irregularidades, indícios e omissões&#8221; que podem configurar violações do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).</P><br />
<P>Após analisarem documentos e com base em relatos de professores classificadores, o movimento identificou oito grupos de irregularidades. </P><br />
<P>Um deles diz respeito à empresa externa contratada para tratar da plataforma de distribuição e classificação de exames e que a queixa entende ter sido uma &#8220;subcontratação crítica sem garantias de segurança demonstradas&#8221;.</P><br />
<P>A denúncia sublinha que a empresa responsável desde 2018 &#8211; a Blat &#8211; Creative Powerhouse &#8211; tinha em 2024 apenas 14 funcionários e uma faturação inferior a 580 mil euros, o que &#8220;a qualifica como microempresa por dimensão&#8221;. </P><br />
<P>Os professores recordam dois episódios: Uma notícia que revelava que, em tempos, a empresa teria sido alvo de um alegado ciberataque e o facto de, já no início deste mês, a plataforma ter estado suspensa por recomendação da Deloitte e após detetarem &#8220;uma fragilidade de segurança cuja natureza não foi esclarecida publicamente&#8221;. </P><br />
<P>O movimento conclui assim que se levanta &#8220;uma questão objetiva de proporcionalidade entre a dimensão e a maturidade de segurança do subcontratante e a criticidade da função que lhe foi confiada&#8221;. </P><br />
<P>A denúncia acrescenta ainda não ser do conhecimento público que tenham sido exigidas à Blat certificações de segurança da informação, auditorias independentes ou cláusulas contratuais de resposta a incidentes.</P><br />
<P>O movimento considerou por isso que a CNPD deve verificar se os contratos com os subcontratantes cumprem as exigências do RGPD e garantem a segurança adequada.</P><br />
<P>A denúncia hoje apresentada aponta também alegadas falhas de integridade e autorização na Plataforma de Classificação e Supervisão (PCS), da responsabilidade do EduQa, lembrando que os próprios serviços reconheceram haver problemas com a contagem de respostas atribuídas aos classificadores e citando relatos de provas que desapareceram e voltaram a surgir classificadas por outros professores.</P><br />
<P>Os outros problemas passam pela ausência de qualquer referência ao RGPD nas normas que regulam a confidencialidade e operacionalização dos exames, que não mencionam o regulamento, a CNPD nem a expressão &#8220;dados pessoais&#8221;, lê-se na queixa.</P><br />
<P>O MetaProf pede ainda à autoridade que apure se ocorreu exposição de dados relativos às Medidas de Suporte à Aprendizagem, esclareça qual o modelo de controlo de acessos implementado nas plataformas, identifique formalmente o responsável pelo tratamento dos dados e o encarregado de proteção de dados e determine os prazos de conservação e eliminação da informação.</P><br />
<P>Este foi o primeiro ano em que a maioria dos exames nacionais, cerca de 300 mil, passou a ser corrigida em formato digital. Embora as provas continuem a ser realizadas em papel, são digitalizadas e distribuídas aos professores através da PCS e de uma segunda plataforma gerida por um fornecedor externo.</P><br />
<P>O documento questiona ainda a ausência de uma avaliação de impacto sobre a proteção de dados, dúvidas sobre os mecanismos de autenticação utilizados pelos classificadores e a eventual exposição de informação constante das Fichas A e das Medidas de Suporte à Aprendizagem, que podem conter dados pessoais de categoria especial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793623]]></sapo:autor>
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		<title>“Verdadeiramente criminoso”: gatos com panos inflamáveis atados à cauda terão sido usados para provocar incêndios em Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:17:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os corpos de vários gatos foram encontrados entre os restos ainda fumegantes deixados pelos incêndios, levando as autoridades a investigar a possibilidade de fogo posto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades italianas estão a investigar suspeitas de que gatos vadios tenham sido usados para espalhar incêndios florestais no Parque Nacional de Pollino, na Calábria, através de um método descrito como “desumano”.</p>
<p>Segundo o jornal britânico &#8216;The Independent&#8217;, os suspeitos terão atado panos inflamáveis às caudas dos animais, incendiando-os depois e libertando-os no terreno para que as chamas se propagassem pela vegetação.</p>
<p>Os corpos de vários gatos foram encontrados entre os restos ainda fumegantes deixados pelos incêndios, levando as autoridades a investigar a possibilidade de fogo posto.</p>
<p>“Este é o trabalho de uma mente que não é apenas maliciosa, mas verdadeiramente criminosa”, afirmou Domenico Costarella, responsável da Proteção Civil da Calábria, citado pelo jornal.</p>
<p>A Associação Italiana para a Defesa dos Animais e do Ambiente exigiu a abertura de uma investigação criminal e anunciou uma recompensa de mil euros por informações que permitam identificar os responsáveis.</p>
<p>A suspeita surge num momento em que vários incêndios continuam a atingir diferentes regiões da Europa, agravados pelas temperaturas elevadas, pela seca e por sucessivas vagas de calor.</p>
<p>Nem todos os fogos, contudo, terão causas naturais. No caso do Parque Nacional de Pollino, as autoridades procuram agora determinar se os animais foram deliberadamente usados para acelerar a propagação das chamas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793629]]></sapo:autor>
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		<title>Milhares de turistas evacuados por barco devido aos incêndios: França agradece ajuda de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[emmanuel macron]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que França ativou o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate às chamas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas ordenaram a evacuação total da península de Cap Ferret, um dos destinos balneares mais exclusivos da costa atlântica francesa, devido ao avanço de um incêndio florestal de grandes dimensões que já consumiu cerca de 8.700 hectares.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">The sky is now completely engulfed by massive, billowing clouds of dark brown and orange smoke as the wildfire in the Lège-Cap-Ferret area sends a thick plume of smoke across nearby Lacanau, Gironde Department, France.</p>
<p>The wildfire has already scorched around 10,000 hectares. <a href="https://t.co/8aENqmWYY4">pic.twitter.com/8aENqmWYY4</a></p>
<p>&mdash; Weather Monitor (@WeatherMonitors) <a href="https://x.com/WeatherMonitors/status/2080656999327674368?ref_src=twsrc%5Etfw">July 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo o jornal &#8216;The Independent&#8217;, milhares de residentes e turistas foram obrigados a abandonar a zona por barco ou através da única estrada que liga a península ao continente, numa operação que ilustra a gravidade da situação.</p>
<p><strong>Macron pede ajuda europeia</strong></p>
<p>Perante o agravamento dos incêndios, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que França ativou o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar os meios de combate às chamas.</p>
<p>Segundo o chefe de Estado, o país vai receber dois aviões Canadair da Croácia, dois aviões Air Tractor de Portugal e dois helicópteros pesados Black Hawk disponibilizados pela Chéquia e pela Eslováquia.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="fr" dir="ltr">La situation reste sous très forte tension face aux incendies qui frappent le pays, en particulier en Gironde.</p>
<p>Mes pensées vont à nos sapeurs-pompiers et aux forces de secours qui luttent sans relâche sur le front des flammes. Leur courage force le respect.…</p>
<p>&mdash; Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) <a href="https://x.com/EmmanuelMacron/status/2080421021006405681?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Outro grande incêndio aumenta pressão</strong></p>
<p>Além do fogo em Cap Ferret, um segundo grande incêndio continua ativo na região de Biscarrosse, cerca de 40 quilómetros mais a sul.</p>
<p>As chamas já destruíram aproximadamente 2.500 hectares e obrigaram à evacuação de mais de 23 mil pessoas, sobretudo em parques de campismo e habitações de férias. Um campo de férias para crianças e um lar de idosos também foram retirados por precaução.</p>
<p>As autoridades alertam que o vento continua a dificultar o combate ao fogo, mantendo a situação altamente instável.</p>
<p>O calor extremo agrava a situação</p>
<p>Segundo o The Independent, França é um dos países europeus mais afetados pela sucessão de vagas de calor registadas este verão.</p>
<p>A combinação de temperaturas elevadas, seca prolongada e vegetação extremamente seca criou condições propícias à rápida propagação dos incêndios.</p>
<p>O ministro do Interior francês, Laurent Nunez, afirmou que os bombeiros enfrentam &#8220;uma verdadeira batalha&#8221; contra as chamas.</p>
<p>Espanha também enfrenta emergência</p>
<p>A situação é igualmente crítica em Espanha, onde o Governo declarou emergência nacional após vários incêndios terem obrigado à evacuação de cerca de 10 mil pessoas na região de Madrid.</p>
<p>Desde o início do ano, o fogo já consumiu cerca de 1.300 quilómetros quadrados de território espanhol, mais de quatro vezes a área ardida no mesmo período de 2025.</p>
<p>As previsões apontam ainda para temperaturas que poderão atingir os 44 graus em algumas zonas do sudeste de Espanha, aumentando o risco de novos incêndios nos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793616]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Subconcessão de 690 M€ do Metro do Porto não terá encargos para o Estado, garante Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo assegurou hoje que a subconcessão de 690 milhões de euros do Metro do Porto, cujo concurso foi hoje lançado, não terá encargos para o Estado, apesar de estarem autorizados 17,5 milhões em impostos para a financiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo assegurou hoje que a subconcessão de 690 milhões de euros do Metro do Porto, cujo concurso foi hoje lançado, não terá encargos para o Estado, apesar de estarem autorizados 17,5 milhões em impostos para a financiar.</P><br />
<P>&#8220;O concurso público internacional, em regime de parceria público-privada (PPP), prevê um contrato com duração de oito anos com um preço base de 690 milhões de euros. Saliente-se que este montante é financiado por receitas próprias do sistema e que não implica encargos financeiros para o Estado&#8221;, pode ler-se num comunicado hoje enviado às redações pelo Ministério das Infraestruturas e Habitação.</P><br />
<P>Segundo o ministério liderado por Miguel Pinto Luz, &#8220;os concorrentes têm um prazo de 90 dias para entregar propostas&#8221;, estando previsto &#8220;que o novo contrato entre em vigor em abril de 2027&#8221;.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o ministro refere que &#8220;o lançamento deste concurso em regime de PPP representa um passo estratégico para garantir a continuidade de um serviço de transporte público de elevada qualidade, preparado para a expansão da rede e para responder ao aumento da procura&#8221;, acrescentando que o Governo continua &#8220;a investir numa mobilidade mais eficiente, sustentável e centrada nas pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Também a Metro do Porto emitiu um comunicado dando conta que o concurso público internacional para a subconcessão foi lançado hoje, visando dotar a empresa &#8220;da capacidade para operar uma rede maior do que a atual&#8221;, introduzindo ainda &#8220;novos padrões de referência em matéria de qualidade do serviço e de proteção do interesse público&#8221;.</P><br />
<P>Além de abranger as atuais e novas linhas, &#8220;o objeto contratual compreende ainda a manutenção da globalidade da infraestrutura da rede, bem como da frota de veículos da Metro do Porto (atualmente 120 veículos, a que se vão somar mais 22 já adjudicados e em fase de produção), e de todos os sistemas técnicos associados&#8221;.</P><br />
<P>A resolução do Conselho de Ministros publicada na quinta-feira, apontava, porém, que a Metro do Porto fica autorizada a realizar a despesa, sendo que dos encargos financeiros previstos, 672,2 milhões de euros são financiados por receitas próprias da Metro e 17,5 milhões de euros por impostos.</P><br />
<P>Após questões da Lusa sobre o recurso a impostos, o ministério de Miguel Pinto Luz respondeu que a resolução &#8220;é uma autorização de despesa do Governo onde constam os encargos financeiros assumidos anualmente e as respetivas fontes de financiamento&#8221;, mas garantiu que &#8220;a receita gerada pela atividade da Metro do Porto é suficiente para cobrir a totalidade da despesa autorizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A este respeito, o Contrato de Serviço Público do Estado com a empresa Metro do Porto não contempla encargos financeiros para o Estado&#8221;, refere ainda, clarificando também que a concessão durará oito anos apesar de estarem previstas despesas em nove, uma vez que está previsto iniciar-se em abril de 2027 e terminar em março de 2035, perfazendo oito anos completos.</P><br />
<P>A resolução salienta que não obstante estar previsto um aumento de despesa, &#8220;tal resulta, em grande medida, da entrada em exploração das novas linhas Rosa e Rubi, e das linhas de Gondomar e da Trofa (estas últimas com previsão de início de exploração para o ano de 2031)&#8221;.</P><br />
<P>Assim, por ano prevê-se uma despesa de 52,8 milhões de euros em 2027, 73,1 milhões de euros em 2028, 79,6 milhões de euros em 2029, 81,6 milhões de euros em 2030, 87,1 milhões de euros em 2031, 93,4 milhões de euros em 2032, 96,4 milhões de euros em 2033, 99,6 milhões de euros em 2034 e 25,8 milhões de euros em 2035.</P><br />
<P>Em outubro de 2024, o Governo constituiu uma equipa para preparar a nova subconcessão do Metro do Porto, atualmente atribuída à ViaPorto, do grupo Barraqueiro, cujo atual contrato foi prorrogado até março de 2027, estando a empresa autorizada a despender até 435 milhões de euros.</P><br />
<P>Inicialmente, o contrato celebrado por sete anos previa que a Metro do Porto pudesse realizar uma despesa até ao montante total de 311,1 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793606]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: FNE diz que ministro da Educação não é o único responsável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[FNE]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE) disse hoje que o processo relativo aos exames nacionais "correu mal, foi mal pensado e planificado", mas o ministro da Educação não é o único responsável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE) disse hoje que o processo relativo aos exames nacionais &#8220;correu mal, foi mal pensado e planificado&#8221;, mas o ministro da Educação não é o único responsável. </P><br />
<P>&#8220;Se há uma responsabilização política do ministro da Educação também tem que haver outros responsáveis, nomeadamente técnica, uma responsabilidade técnica, de quem construiu este modelo&#8221;, afirmou Pedro Barreiros durante uma conferência de imprensa, no Porto. </P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Não temos nada contra ninguém em concreto, mas se existe um Júri Nacional de Exames, se existe um EduQA eles só fazem sentido para cumprir um determinado papel e se não o cumprem adequadamente então também importa reestruturar e alterar&#8221;.</P><br />
<P>Pedro Barreiros, que fazia a apresentação dos resultados da consulta nacional sobre a carreira docente promovida pela FNE e pela Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho (AFIET), considerou que o ministro da Educação tem dado &#8220;o peito às balas&#8221;, mas há outros responsáveis. </P><br />
<P>&#8220;Importa também que ele não as assuma [responsabilidades] por inteiro porque há outros responsáveis ou, pelo menos, há outros atores no meio de todo este filme&#8221;, entendeu. </P><br />
<P>Em sua opinião, houve irresponsabilidade, impreparação e comportamentos menos adequados por parte de toda uma estrutura que não apenas e só aquele que é politicamente responsável, que é o ministro da tutela.  </P><br />
<P>&#8220;É preciso mais informação para se perceber em concreto o envolvimento de cada um dos atores deste filme para perceber realmente qual foi a importância de cada um&#8221;, insistiu. </P><br />
<P>Por isso, a auditoria é um ponto obrigatório para entender tudo o que se passou, opinou. </P><br />
<P>Pedro Barreiros salientou que a queda do ministro seria um retrocesso porque decorre, neste momento, a negociação do Estatuto da Careira Docente. </P><br />
<P>&#8220;Seria um ano perdido porque teríamos que voltar ao ponto zero do início da negociação do Estatuto da Careira Docente e nós vivemos duas décadas a lutar pela recuperação do tempo de serviço congelado&#8221;, assinalou.</P><br />
<P>O ministro da Educação reconheceu os problemas no processo de classificação dos exames nacionais, mas garantiu que nenhum aluno será prejudicado. </P><br />
<P>Apesar dos atrasos na divulgação das notas, o Ministério manteve os calendários da primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</P><br />
<P>Contudo, foi criada uma época especial de exames, a decorrer entre 03 e 08 de setembro, o que obrigou a adiar a segunda fase do concurso para entre 24 de agosto e 20 de setembro.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793615]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rússia ataca exposição da indústria militar perto de Kiev: há 10 mortos e investigação sobre quem autorizou o evento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-ataca-exposicao-da-industria-militar-perto-de-kiev-ha-10-mortos-e-investigacao-sobre-quem-autorizou-o-evento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Fabricantes de armamento e entidades ligadas ao setor confirmaram posteriormente que o local atingido acolhia uma exposição dedicada à indústria de defesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ataque com mísseis balísticos lançado pela Rússia contra a região de Kiev atingiu esta sexta-feira um recinto onde decorria um evento da indústria de defesa ucraniana, provocando pelo menos 10 mortos e cerca de uma centena de feridos, segundo o procurador-geral da Ucrânia, Ruslan Kravchenko.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, fabricantes de armamento e entidades ligadas ao setor confirmaram posteriormente que o local atingido acolhia uma exposição dedicada à indústria de defesa, embora o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tenha inicialmente confirmado apenas o ataque à região de Kiev, sem especificar o alvo.</p>
<p><strong>Investigação sobre a organização do evento</strong></p>
<p>O Conselho Ucraniano de Fabricantes de Armamento confirmou que representantes da indústria de defesa estavam reunidos no local quando ocorreu o ataque.</p>
<p>Em comunicado, a organização indicou que o local exato do evento nunca foi divulgado publicamente e apelou para que não sejam partilhadas fotografias, vídeos, geolocalizações ou informações que possam comprometer a investigação ou colocar outras pessoas em risco.</p>
<p>Mais tarde, a Administração Militar Regional de Kiev confirmou que um míssil balístico russo atingiu um campo de treino privado onde decorria um evento, acrescentando que as circunstâncias do ataque continuam a ser apuradas.</p>
<p><strong>Zelensky pede mais sistemas Patriot</strong></p>
<p>Volodymyr Zelensky confirmou que a operação de socorro decorre no terreno e voltou a defender o reforço das defesas antiaéreas ucranianas.</p>
<p>O presidente afirmou que a Rússia continua a ignorar &#8220;todas as normas internacionais e os valores humanos básicos&#8221; e insistiu que o fornecimento de mais mísseis para os sistemas Patriot continua a ser uma prioridade para proteger a população.</p>
<p><strong>Especialistas criticam realização da exposição</strong></p>
<p>O ataque desencadeou também um intenso debate dentro da própria Ucrânia.</p>
<p>Vários analistas militares e canais especializados no acompanhamento da guerra questionaram a decisão de realizar um evento desta natureza numa zona ao alcance dos mísseis balísticos russos.</p>
<p>Alguns recordaram o ataque russo contra uma exposição de tecnologia militar em Chernihiv, em agosto de 2023, defendendo que a experiência deveria ter servido de alerta para evitar concentrações deste tipo em áreas vulneráveis.</p>
<p>As críticas incidiram igualmente sobre a divulgação do evento, argumentando que informações disponíveis publicamente poderiam ter facilitado a identificação do alvo através de técnicas de inteligência de fontes abertas (OSINT).</p>
<p><strong>Ministério Público abre dois inquéritos</strong></p>
<p>O procurador-geral da Ucrânia anunciou a abertura de um processo por alegada violação das leis e costumes da guerra, dirigido ao ataque russo.</p>
<p>Paralelamente, foi instaurado um segundo inquérito para apurar eventuais falhas na organização do evento, incluindo quem autorizou a sua realização, como foi escolhido o local, que medidas de segurança foram adotadas e se os riscos associados ao atual contexto de guerra foram devidamente avaliados.</p>
<p><strong>Ataque diurno invulgar</strong></p>
<p>O bombardeamento ocorreu cerca das 11h30 locais, um horário pouco habitual para este tipo de ofensivas.</p>
<p>Segundo a Força Aérea ucraniana, a Rússia lançou três mísseis balísticos durante o ataque. Um foi intercetado pelas defesas antiaéreas, enquanto os outros dois atingiram a região de Kiev.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; recorda que julho tem registado um aumento significativo deste tipo de ataques, com mais de uma centena de mísseis balísticos lançados pela Rússia apenas nos primeiros 19 dias do mês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793612]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lidl previsto em antigo subcampo nazi: parque comercial gera indignação internacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lidl-previsto-em-antigo-subcampo-nazi-parque-comercial-gera-indignacao-internacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[campo de concentração]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lidl]]></category>
		<category><![CDATA[Mauthausen]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto prevê a instalação de um supermercado Lidl e de um centro logístico num local onde centenas de mulheres judias foram obrigadas a trabalhar como escravas durante a II Guerra Mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A construção de um parque comercial no terreno de um antigo subcampo do complexo de concentração de Mauthausen está a provocar uma crescente onda de indignação na Áustria e além-fronteiras. Segundo o jornal espanhol &#8216;El Mundo&#8217;, o projeto prevê a instalação de um supermercado Lidl e de um centro logístico num local onde centenas de mulheres judias foram obrigadas a trabalhar como escravas durante a II Guerra Mundial.</p>
<p>Organizações judaicas, historiadores e responsáveis pelo Memorial de Mauthausen alertam que a obra poderá destruir um dos últimos vestígios físicos do antigo subcampo de Hirtenberg, precisamente no ano em que se assinalam os 80 anos da libertação dos campos de concentração nazis.</p>
<p><strong>Um terreno banal&#8230; com um passado trágico</strong></p>
<p>O subcampo de Hirtenberg foi criado em setembro de 1944 e integrou a vasta rede de campos dependentes de Mauthausen.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, as primeiras 391 mulheres judias deportadas de Auschwitz chegaram ao local para trabalhar na fábrica de munições Hirtenberger Patronenfabrik, integrada no esforço de guerra do regime nazi. Nos meses seguintes, outras prisioneiras provenientes de Auschwitz e Ravensbrück juntaram-se ao grupo.</p>
<p>Ao todo, mais de 400 mulheres, na sua maioria polacas, soviéticas e italianas, foram obrigadas a trabalhar até 12 horas por dia no fabrico de armamento sob vigilância das SS.</p>
<p>Quando o Exército Vermelho se aproximou de Viena, em abril de 1945, as prisioneiras foram forçadas a percorrer cerca de 170 quilómetros até Mauthausen. Várias morreram durante essa marcha.</p>
<p><strong>Memorial fala numa perda irreversível</strong></p>
<p>Desde 2021, o Memorial de Mauthausen, o Comité Austríaco de Mauthausen e vários movimentos cívicos tentam impedir a urbanização do terreno.</p>
<p>A diretora do Memorial, Barbara Glück, classificou a situação como &#8220;uma vergonha&#8221;, lamentando que os últimos vestígios de um antigo campo de concentração possam desaparecer sem um verdadeiro debate público.</p>
<p>Segundo a responsável, nunca esteve em causa impedir qualquer desenvolvimento urbano, mas encontrar uma solução que permitisse conciliar os direitos dos proprietários com a preservação de um local de enorme importância histórica.</p>
<p>&#8220;A perda destas estruturas históricas e de potenciais fontes de investigação é irreversível&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Centro Simon Wiesenthal leva caso para o plano internacional</strong></p>
<p>A polémica ganhou uma nova dimensão depois da intervenção do Centro Simon Wiesenthal.</p>
<p>A organização defendeu que &#8220;a memória do Holocausto não está a ser apagada pelo tempo, mas por decisões administrativas e ações concretas&#8221;, sublinhando que estes locais assumem hoje um valor ainda maior à medida que desaparecem os últimos sobreviventes do Holocausto.</p>
<p>Para o Centro Simon Wiesenthal, antigos campos e subcampos como Hirtenberg representam simultaneamente prova histórica, espaço de aprendizagem e memorial das vítimas.</p>
<p><strong>Autoridades dizem que projeto cumpre a lei</strong></p>
<p>Apesar das críticas, as autoridades austríacas sustentam que o empreendimento respeita a legislação em vigor.</p>
<p>O Instituto Federal dos Monumentos concluiu que os vestígios existentes não reuniam os requisitos legais necessários para proteção patrimonial, permitindo assim o avanço das obras.</p>
<p>Os críticos contestam esse entendimento e defendem que o valor histórico de um antigo campo de concentração não pode ser medido apenas pelas estruturas ainda visíveis, mas também pelos acontecimentos que ali tiveram lugar e pelo dever de preservar essa memória para as gerações futuras.</p>
<p>Enquanto os trabalhos prosseguem, o terreno onde centenas de mulheres foram escravizadas pelo regime nazi transformou-se no centro de uma nova batalha: a que opõe o desenvolvimento urbano ao dever de preservar a memória de um dos capítulos mais sombrios da história europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793604]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cabo Verde quer reforçar a ponte económica entre a China e os países lusófonos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabo Verde quer aprofundar a cooperação económica com a China e reforçar o papel do Fórum de Macau como plataforma para atrair investimento e apoiar o desenvolvimento de sectores estratégicos da economia cabo-verdiana. A intenção foi manifestada durante a visita de uma delegação do Secretariado Permanente do Fórum de Macau ao país, entre 19 e 22 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cabo Verde quer aprofundar a cooperação económica com a China e reforçar o papel do Fórum de Macau como plataforma para atrair investimento e apoiar o desenvolvimento de sectores estratégicos da economia cabo-verdiana. A intenção foi manifestada durante a visita de uma delegação do Secretariado Permanente do Fórum de Macau ao país, entre 19 e 22 de julho.</p>
<p>Liderada pela Secretária-Geral Adjunta do Secretariado Permanente, Xie Ying, a delegação reuniu-se com vários membros do Governo cabo-verdiano, incluindo os ministros dos Negócios Estrangeiros, Comunidade e Defesa Nacional, Manuel Amante da Rosa, da Economia, Comércio, Indústria e Transição Digital, António José Medina dos Santos Baptista, e a ministra da Família, Inclusão, Desenvolvimento Social e Trabalho, Adelsia de Jesus Mendes Almeida.</p>
<p>Nos encontros, Xie Ying apresentou os progressos da China na implementação do Plano de Ação para a Cooperação Económica e Comercial, aprovado na 6.ª Conferência Ministerial do Fórum de Macau, e destacou a disponibilidade para reforçar a execução das iniciativas previstas no âmbito da cooperação entre a China e os países de língua portuguesa.</p>
<p>Para Manuel Amante da Rosa, o Fórum de Macau tem desempenhado um papel relevante no aprofundamento das relações entre a China e Cabo Verde ao longo dos seus 23 anos de existência. O governante defendeu um reforço do intercâmbio e da cooperação no âmbito desta plataforma e apontou como prioridade um maior apoio às pequenas e médias empresas através do Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China – Países de Língua Portuguesa.</p>
<p>Já António José Medina dos Santos Baptista considerou a China um &#8220;parceiro estratégico fundamental&#8221; para Cabo Verde, lembrando que a cooperação bilateral, que assinala este ano 50 anos de relações diplomáticas, se tem estendido a áreas como as infraestruturas, educação e saúde.</p>
<p>O ministro cabo-verdiano defendeu ainda um maior aproveitamento da experiência chinesa em áreas como o planeamento do desenvolvimento, a inovação tecnológica e a diversificação económica. Entre os sectores identificados estão a agricultura, as pescas, a indústria e a economia digital.</p>
<p>Também a ministra Adelsia de Jesus Mendes Almeida manifestou interesse em utilizar o Fórum de Macau para promover a cooperação nas áreas das infraestruturas, formação e educação e redução da pobreza, procurando beneficiar da experiência chinesa para melhorar a gestão e a qualidade dos serviços sociais e de bem-estar.</p>
<p>Durante a visita, realizou-se ainda uma sessão de apresentação do Secretariado Permanente do Fórum de Macau, que reuniu cerca de 70 participantes, entre representantes do Governo cabo-verdiano, da Embaixada da China, associações empresariais, empresas locais e empresas chinesas com investimentos no país.</p>
<p>Na ocasião, Xie Ying afirmou que o Secretariado Permanente pretende trabalhar com as várias partes para implementar o Plano de Ação para a Cooperação Económica e Comercial e apoiar os preparativos para a 7.ª Conferência Ministerial. A responsável destacou também a intenção de promover uma maior participação de instituições chinesas na modernização do turismo cabo-verdiano e no desenvolvimento da economia azul, da economia digital e das energias verdes.</p>
<p>A delegação visitou ainda a Cabo Verde TradeInvest e a Universidade de Cabo Verde e manteve contactos com órgãos de comunicação social locais. A comitiva integrou também Nuno Miguel Melo Furtado, Delegado de Cabo Verde junto do Secretariado Permanente do Fórum, e Liu Yimei, Assessora do Gabinete da Administração da instituição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793600]]></sapo:autor>
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		<title>Fim da fuga em Lisboa: PSP detém suspeito procurado pela INTERPOL por imigração ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Interpol]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[PSP explica que a detenção foi efetuada pela Divisão de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço de Lisboa, da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, durante uma ação de controlo fronteiriço realizada no Terminal 1 do aeroporto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve, na noite de 23 para 24 de julho, um homem de 34 anos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no cumprimento de um mandado de detenção internacional emitido pelas autoridades angolanas e difundido pela INTERPOL.</p>
<p>Em comunicado, a PSP explica que a detenção foi efetuada pela Divisão de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço de Lisboa, da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, durante uma ação de controlo fronteiriço realizada no Terminal 1 do aeroporto.</p>
<p>Segundo a força de segurança, o alerta internacional foi detetado durante os procedimentos de controlo de passageiros, levando à confirmação da existência de um mandado de detenção válido através dos canais de cooperação policial internacional.</p>
<p><strong>Suspeito de integrar organização criminosa</strong></p>
<p>De acordo com a PSP, o homem é procurado pelas autoridades judiciais angolanas por suspeitas da prática dos crimes de auxílio à imigração ilegal, integração em organização criminosa e falsificação de documentos de viagem.</p>
<p>Em comunicado, a polícia refere que a investigação está relacionada com a alegada participação do suspeito numa estrutura organizada dedicada a facilitar a circulação irregular de pessoas, recorrendo, alegadamente, a documentação de viagem fraudulenta.</p>
<p>Segundo a informação constante do mandado internacional, os crimes em causa são puníveis com penas de prisão entre sete e doze anos.</p>
<p><strong>Será presente ao Tribunal da Relação de Lisboa</strong></p>
<p>Após a confirmação da validade do mandado, o suspeito foi detido e conduzido para as instalações de detenção provisória do Comando Metropolitano de Lisboa.</p>
<p>A PSP adianta que o homem será presente ao Tribunal da Relação de Lisboa, autoridade competente para decidir os passos seguintes do processo de extradição.</p>
<p>A força de segurança sublinha ainda que esta operação se enquadra no trabalho de combate à criminalidade organizada e transnacional e na cooperação policial internacional para reforçar a segurança das fronteiras e assegurar a execução da justiça.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793566]]></sapo:autor>
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		<title>Morte de associado de Jeffrey Epstein em França sem indícios de violência, conclui autópsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jeffrey epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[A autópsia realizada ao olheiro de modelos francês Daniel Siad, encontrado morto na sua residência em Colombes, nos arredores de Paris, não detetou quaisquer indícios de violência relacionados com a morte, informou esta sexta-feira a Procuradoria de Nanterre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autópsia realizada ao olheiro de modelos francês Daniel Siad, encontrado morto na sua residência em Colombes, nos arredores de Paris, não detetou quaisquer indícios de violência relacionados com a morte, informou esta sexta-feira a Procuradoria de Nanterre. Siad, de 69 anos, foi encontrado sem vida no passado dia 20 de julho e, segundo as autoridades, os exames médico-legais efetuados a 23 de julho não permitiram estabelecer, para já, uma causa direta para o óbito. No entanto, os peritos identificaram um estado de saúde debilitado e vestígios de um enfarte sofrido anteriormente, permanecendo ainda por concluir as análises toxicológicas e anatomopatológicas que deverão determinar a causa exata da morte.</p>
<p>Daniel Siad estava sob escrutínio das autoridades francesas devido às suas ligações ao falecido financeiro norte-americano Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. O seu nome surge cerca de duas mil vezes nos ficheiros relacionados com Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, tendo sido igualmente alvo de vigilância especial por investigadores franceses no âmbito de uma vasta investigação sobre alegado tráfico de seres humanos e fraude fiscal. Ainda assim, segundo a Procuradoria e a defesa de Siad, nunca foram reunidos elementos suficientes que justificassem a sua detenção. Em maio, numa entrevista ao canal francês BFM, Siad afirmou que a sua relação com Epstein tinha sido &#8220;estritamente profissional&#8221;. O seu advogado, Menya Arab-Tigrine, reiterou esta semana que os investigadores não encontraram qualquer prova de que o seu cliente tivesse cometido um crime, razão pela qual nunca foi constituído arguido nem detido.</p>
<p>A morte de Daniel Siad é o segundo caso em França envolvendo uma figura publicamente associada a Jeffrey Epstein. Em 2022, o agente de modelos Jean-Luc Brunel foi encontrado enforcado na cela onde se encontrava em prisão preventiva, depois de 14 meses detido por acusações de violação de menores e assédio sexual, alegações que sempre negou. O caso teve ampla repercussão internacional devido à proximidade de Brunel com Epstein e ao papel que alegadamente desempenhou no recrutamento de jovens modelos.</p>
<p>Jeffrey Epstein morreu em 2019 numa prisão norte-americana enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. A sua morte e a rede de contactos que mantinha continuam a gerar investigações e polémicas em vários países. No caso de Daniel Siad, as autoridades francesas sublinham que a investigação permanece aberta até serem conhecidos os resultados das análises laboratoriais pendentes, mas os primeiros exames periciais não revelaram qualquer evidência de violência relacionada com a sua morte.</p>
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