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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: Autoridades de Gaza registam mais de 900 mortos durante a trégua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na Faixa da Gaza durante o cessar-fogo, em vigor com Israel desde outubro do ano passado, ascende a 904, indicou hoje o Ministério da Saúde do enclave palestiniano controlado pelo grupo islamita Hamas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na Faixa da Gaza durante o cessar-fogo, em vigor com Israel desde outubro do ano passado, ascende a 904, indicou hoje o Ministério da Saúde do enclave palestiniano controlado pelo grupo islamita Hamas.</P><br />
<P>Outras 2.713 pessoas ficaram feridas em ataques do exército israelita no mesmo período, de acordo com o ministério palestiniano, que deu também conta de 777 corpos recuperados nos escombros do território desde o início da trégua, em 10 de outubro de 2025, que tem sido alvo de sucessivas acusações de violação por ambas as partes.</P><br />
<P>O número de vítimas não inclui seis mortos registados hoje.</P><br />
<P>Um ataque aéreo israelita matou hoje uma menina de 6 anos e a sua professora de 31 durante as aulas numa tenda no campo de deslocados de Ghaith, na zona de al-Mawasi, no sul do território, confirmaram fontes médicas à agência de notícias EFE.</P><br />
<P>O ataque feriu ainda outras 17 pessoas, que foram inicialmente levadas para o hospital de campanha do Kuwait no campo de deslocados e, posteriormente, para o Complexo Médico Nasser, em Khan Yunis.</P><br />
<P>Entre os feridos, havia várias crianças, de acordo com uma testemunha, que também confirmou à EFE que as famílias chegaram ao local do ataque momentos depois, quando várias vítimas ainda estavam presas nos escombros.</P><br />
<P>A trégua de 10 de outubro, obtida com mediação dos Estados Unidos, Egito, Qatar e Turquia, permitiu a troca de reféns e prisioneiros, o recuo das tropas israelitas e o acesso de ajuda humanitária ao território devastado, mas não evoluiu ainda para a segunda fase, visando uma paz permanente.</P><br />
<P>As etapas seguintes preveem o desarmamento do Hamas e a continuação da retirada gradual do exército israelita, que ainda controla mais de 50% da Faixa de Gaza, mas o diálogo encontra-se paralisado há semanas, desde que o foco internacional se desviou para os conflitos no Irão e no Líbano, igualmente com a participação de Israel. </P><br />
<P>Ao longo dos últimos sete meses, Israel e o Hamas trocaram acusações de violações do cessar-fogo e as organizações de ajuda humanitária alegam que as autoridades israelitas não permitem a entrada da quantidade de assistência prometida no território.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.</P><br />
<P>Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave, que provocou mais de 72 mil mortos, segundo as autoridades locais, um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767485]]></sapo:autor>
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		<title>Detidas 87 pessoas por exploração ilícita de ouro na província angolana do Bengo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia angolana deteve hoje 87 pessoas e apreendeu diversos materiais numa operação realizada em três localidades da província do Bengo, onde 29 garimpeiros morreram devido ao desabamento de uma mina, noticiou a imprensa local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia angolana deteve hoje 87 pessoas e apreendeu diversos materiais numa operação realizada em três localidades da província do Bengo, onde 29 garimpeiros morreram devido ao desabamento de uma mina, noticiou a imprensa local.</P><br />
<P>O resultado preliminar da &#8220;Operação Fio de Ouro 2&#8221;, que envolveu mais de 300 efetivos de vários ramos da polícia, foi divulgado pelo segundo-comandante da Polícia Nacional no Bengo, subcomissário Fernando Ukwhamba.</P><br />
<P> &#8220;Atingimos as áreas de exploração ilícita de ouro, nos municípios de Ambriz, Nambuagongo e Muxaluando&#8221;, disse Fernando Ukwhamba à Televisão Pública de Angola (TPA).</P><br />
<P>Na operação, foram apreendidos seis rádios de comunicação e uma arma artesanal de caça, disse o segundo-comandante da Polícia Nacional no Bengo, salientando que houve avisos e apelos para o abandono da área.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos desmantelar todas as áreas de exploração ilícita de ouro, vamos entregá-las às administrações municipais e estarão sob controlo e vigilância da Polícia Nacional de Angola e, de forma periódica, nós vamos fustigando aquelas áreas&#8221;, acrescentou Fernando Ukwhamba.</P><br />
<P>No sábado, uma mina de exploração ilícita de ouro desabou na aldeia de Canacassala, município de Nambuangongo, e várias pessoas ficaram soterradas, 29 das quais morreram.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acesso indevido a dados do SNS atinge mais de 100.000 vítimas de todo o pais &#8211; PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária adiantou hoje que o acesso indevido a dados de utentes do SNS através de credenciais comprometidas de um médico fez, pelo menos, mais de 100.000 vítimas e admitiu que pode ter sido usada inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária adiantou hoje que o acesso indevido a dados de utentes do SNS através de credenciais comprometidas de um médico fez, pelo menos, mais de 100.000 vítimas e admitiu que pode ter sido usada inteligência artificial.</P><br />
<P>José Ribeiro, diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica (UNC3T), explicou em conferência de imprensa hoje na sede da Polícia Judiciária (PJ) que o ataque informático que permitiu recolher &#8220;um grande volume&#8221; de informação decorreu no espaço de dias, permitindo extrair informação que &#8220;há poucos meses levaria três meses&#8221; a obter.</P><br />
<P>Daí que admita, e receie, que se tenha recorrido a inteligência artificial, o que para a investigação &#8220;vai tornar o trabalho muito mais complexo&#8221;.</P><br />
<P>Neste momento, a investigação encontra-se na fase de recolha de dados e informação, estando a ser seguidas pistas, mas não havendo ainda suspeitos identificados nem qualquer cenário completamente posto de parte.</P><br />
<P>No entanto, José Ribeiro afirmou que &#8220;dificilmente poderemos dizer que o médico [a quem pertencem as credenciais comprometidas] foi o autor&#8221; do ataque.</P><br />
<P>O diretor da unidade de cibercrime da PJ disse também que as mais de 100.000 vítimas de acesso indevido a dados pessoais estão espalhadas por todo o território nacional, incluindo ilhas, e afirmou que as indicações iniciais de que o roubo de dados incidia de forma expressiva sobre informação de crianças e menores foram feitas &#8220;de forma precipitada&#8221;.</P><br />
<P>Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) afetados pela situação não podem fazer nada para garantir mais segurança dos seus dados, uma vez que a responsabilidade da plataforma de dados é dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Segundo informação que a PJ obteve junto dos serviços do Ministério da Saúde, as credenciais que permitiram o acesso indevido já foram desativadas, a exfiltração de dados já foi estancada, foram recolhidas máquinas para análise e estão em curso medidas adicionais de reforço de segurança.</P><br />
<P>José Ribeiro apelou, no entanto, a que os médicos alterem as suas credenciais de acesso como medida de segurança.</P><br />
<P>As vítimas ter-se-ão apercebido do acesso indevido às suas fichas de utente sobretudo por notificações ativadas no portal do SNS, através da chave móvel digital, explicou José Ribeiro.</P><br />
<P>Sobre os objetivos do ataque, José Ribeiro disse que &#8220;quem e para quê&#8221; são as perguntas que todos fazem, sobretudo as vítimas, e às quais a investigação procura agora dar resposta.</P><br />
<P>Ainda sem saber quem está por trás do roubo de dados, a PJ coloca como cenários possíveis que o roubo sirva &#8220;objetivos maliciosos&#8221;, que José Ribeiro não quis especificar, ou &#8220;objetivos comerciais&#8221;, de venda de dados para fins publicitários, por exemplo, sublinhando que os dados pessoais &#8220;são de grande riqueza&#8221;.</P><br />
<P>Sobre a possibilidade de o ataque ter partido de um país terceiro ou ter objetivos de espionagem, José Ribeiro disse que &#8220;neste momento, tudo é possível&#8221;.</P><br />
<P>Ainda por esclarecer está também se para além de dados pessoais foi acedida e roubada informação clínica dos utentes.</P><br />
<P>O diretor da UNC3T referiu também que a PJ continua a receber queixas de utentes afetados por este roubo de dados e referiu que estas já não são necessárias à investigação, uma vez que não trazem dados novos.</P><br />
<P>A PJ confirmou na sexta-feira à Lusa que abriu um inquérito ao caso do acesso indevido a registos de utentes do SNS, entre os quais crianças, na sequência de suspeitas de utilização por terceiros das credenciais de um médico na ULS do Alto Minho.</P><br />
<P>A ULS do Alto Minho esclareceu na semana passada que os acessos em causa terão resultado da utilização das credenciais de um médico por terceiros, afastando a hipótese de terem sido realizados pelo próprio profissional. </P><br />
<P>&#8220;O compromisso das credenciais do médico terá resultado no acesso indevido a registos administrativos, não clínicos, de diversos utentes, entre os quais crianças&#8221;, segundo a ULS do Alto Minho.</P><br />
<P>A Unidade Local de Saúde do Alto Minho esclarece, ainda, que informou as entidades competentes para a apreciação da ocorrência de possíveis atos ilícitos.</P><br />
<P>O caso surgiu após denúncias e relatos de utentes nas redes sociais sobre notificações de acesso aos seus processos através do SNS 24, o que levou à apresentação de queixas junto de várias entidades de saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767483]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço do &#8216;brent&#8217; para entrega em julho cai mais de 5% para quase 98 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:09:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo 'brent' para entrega em julho caiu hoje 5,5% para quase 98 dólares (cerca de 84,4 euros) por barril, face ao otimismo quanto a um acordo de paz entre os EUA e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo &#8216;brent&#8217; para entrega em julho caiu hoje 5,5% para quase 98 dólares (cerca de 84,4 euros) por barril, face ao otimismo quanto a um acordo de paz entre os EUA e o Irão.  </P><br />
<P>Pelas 17:30 (hora de Lisboa), o &#8216;brent&#8217;, uma referência na Europa, para entrega em julho estava a cair 5,57% para 97,77. </P><br />
<P>Quatro horas antes, o preço tinha atingido um mínimo diário de 96,90 dólares (83,47 euros), como o que tinha sido verificado no início do mês.  </P><br />
<P>Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, cedeu 5,43% para 91,35 dólares (78,69 euros). </P><br />
<P>Os preços do petróleo caíram hoje perante o otimismo dos investidores face à possibilidade de os EUA e o Irão chegarem, em breve, a um acordo de paz. </P><br />
<P>Contudo, o Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser &#8220;excelente e significativo&#8221;, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</P><br />
<P>&#8220;Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</P><br />
<P>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767477]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euro volta a subir face ao dólar quando Trump exige acordo &#8220;significativo&#8221; com Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro voltou hoje a subir face ao dólar, no mesmo dia em que o Presidente norte-americano disse que um acordo com o Irão terá de ser "significativo" ou não será concretizado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro voltou hoje a subir face ao dólar, no mesmo dia em que o Presidente norte-americano disse que um acordo com o Irão terá de ser &#8220;significativo&#8221; ou não será concretizado. </P><br />
<P>Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1641 dólares, quando na sexta-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1614 dólares.</P><br />
<P>O euro também subiu em comparação com iene, mas desceu face à libra.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1643 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1630 e 1,1656 dólares.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser &#8220;excelente e significativo&#8221;, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</P><br />
<P>&#8220;Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</P><br />
<P>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..sexta-feira</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1641&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1614</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86204&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86368</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,97&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,85</P><br />
<P></P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;158,90&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.159,17</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767458]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O que se sabe sobre o acordo entre EUA e Irão que pode reabrir o Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão; EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Eventual entendimento surge após meses de tensão e combates entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, que levaram ao encerramento do Estreito de Ormuz e desencadearam uma crise energética global]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Irão terão “largamente negociado” um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo, avança o &#8216;The Independent&#8217;. Donald Trump afirmou que os “aspetos finais e detalhes” ainda estavam a ser discutidos, enquanto o secretário de Estado americano, Marco Rubio, confirmou “progressos significativos” nas negociações.</p>
<p>O eventual entendimento surge após meses de tensão e combates entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, que levaram ao encerramento do Estreito de Ormuz e desencadearam uma crise energética global. A possibilidade de reabertura da passagem fez aumentar as expectativas de um avanço diplomático iminente.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, citando a &#8216;Axios&#8217;, o acordo em discussão prevê a reabertura do estreito durante uma extensão de 60 dias do cessar-fogo. A proposta incluiria a livre circulação dos navios sem pagamento de portagens e permitiria ao Irão vender petróleo com menos restrições.</p>
<p>Em troca, os Estados Unidos levantariam o bloqueio aos portos iranianos e suspenderiam parcialmente algumas sanções aplicadas ao petróleo do Irão. O memorando em negociação incluiria também compromissos de Teerão de não procurar desenvolver armas nucleares, embora os detalhes sobre o programa nuclear continuem a ser um dos pontos mais sensíveis do processo.</p>
<p>Os planos para o stock iraniano de urânio enriquecido, que Washington tem exigido que Teerão entregue ou elimine, ficariam para uma negociação posterior, num prazo entre 30 e 60 dias. A imprensa iraniana indicou ainda que os Estados Unidos se comprometeriam a retirar forças da região, embora esse ponto não tenha sido detalhado publicamente.</p>
<p>A agência iraniana &#8216;Fars&#8217; noticiou que o memorando prevê um levantamento temporário de sanções sobre os setores petrolífero, gasista e petroquímico do Irão durante o período de negociação. Já a Tasnim indicou que uma ou duas cláusulas do documento continuam por fechar e que persistem divergências sobre um pequeno número de pontos.</p>
<p>Um alto responsável iraniano citado pela &#8216;Reuters&#8217; afirmou que, caso o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão aprove o memorando, o texto seguirá depois para o líder supremo, Ali Khamenei, que terá a palavra final. Teerão, no entanto, não terá aceitado entregar o seu stock de urânio enriquecido como parte do acordo preliminar.</p>
<p>A reabertura do Estreito de Ormuz é o elemento mais imediato e economicamente sensível. Antes da crise, esta passagem concentrava uma parte significativa do comércio mundial de petróleo e gás natural liquefeito. O seu encerramento agravou os preços da energia, pressionou empresas e famílias e tornou-se um dos principais focos de preocupação para os mercados internacionais.</p>
<p>A possibilidade de acordo já teve impacto nos mercados. O &#8216;The Guardian&#8217; relatou que os preços do petróleo caíram para mínimos de duas semanas, com o Brent a recuar mais de 4%, num sinal de maior otimismo em torno da reabertura do estreito e da redução da tensão no Médio Oriente.</p>
<p>Ainda assim, o entendimento está longe de fechado. Teerão mantém reservas sobre pontos essenciais, incluindo sanções, receitas petrolíferas congeladas e garantias americanas. A &#8216;Tasnim&#8217; citou uma fonte iraniana a afirmar que não haverá entendimento final se Washington continuar a criar obstáculos.</p>
<p>O processo também enfrenta resistências em Israel e nos Estados Unidos. Em Israel, o líder da oposição, Yair Lapid, criticou o acordo emergente e considerou-o negativo para a região, argumentando que poderá deixar questões essenciais por resolver.</p>
<p>A Comissão Europeia, pelo contrário, saudou os progressos, mas sublinhou que qualquer acordo deve garantir uma verdadeira desescalada, a reabertura completa do Estreito de Ormuz e liberdade de navegação sem portagens. Ursula von der Leyen insistiu também que o Irão não pode desenvolver uma arma nuclear.</p>
<p>O acordo em discussão procura, por isso, resolver primeiro a urgência energética e marítima, deixando para uma segunda fase alguns dos temas mais difíceis, como o programa nuclear iraniano, as sanções permanentes e o enquadramento militar dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Se for aprovado, o memorando poderá aliviar a pressão sobre os mercados energéticos e abrir uma via diplomática para terminar meses de confrontos. Mas a margem é estreita: qualquer impasse sobre sanções, urânio enriquecido ou garantias de segurança pode atrasar ou fazer cair o entendimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767471]]></sapo:autor>
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		<title>Azeite sob pressão: virgem extra à beira dos 4 euros e calor ameaça nova colheita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Produtores de azeite em Espanha estão apreensivos com as contas da produção deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores de azeite da Andaluzia estão a enfrentar uma pressão dupla: por um lado, as temperaturas acima dos 35 graus Celsius começam a afetar a floração das oliveiras; por outro, os preços continuam em queda e aproximam-se de níveis considerados difíceis de sustentar para muitas explorações. O azeite virgem extra está já perto da barreira simbólica dos quatro euros por quilo, indica o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes do sistema Poolred, consultados pela ASAJA-Jaén, entre 18 e 24 de maio o azeite virgem extra foi negociado a 4,04 euros por quilo. O azeite virgem situou-se nos 3,24 euros por quilo e o lampante nos 3,11 euros. No caso da variedade Picual de Jaén, uma das mais representativas da região, o virgem extra ficou mesmo abaixo dos quatro euros, nos 3,96 euros por quilo.</p>
<p>A Federação Espanhola de Fabricantes de Azeite, Infaoliva, apresenta valores semelhantes, com o azeite virgem extra nos 4,07 euros por quilo e o lampante nos 3,10 euros. Já o último boletim do Ministério da Agricultura espanhol coloca o virgem extra nos 4,2 euros e o lampante nos 3,3 euros, também com tendência de queda face ao início da campanha.</p>
<p>A descida preocupa o setor porque surge num momento em que ainda não é claro o impacto do calor na próxima colheita. As temperaturas elevadas nas principais zonas produtoras da Andaluzia estão a afetar a floração, uma fase determinante para a produção futura. A dimensão dos danos ainda está por avaliar, mas os agricultores acompanham os campos com inquietação.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os números do mercado mostram uma correção acentuada. Nas últimas cinco semanas, o preço do azeite virgem extra caiu 1,6%, enquanto o azeite virgem recuou 0,6%. O lampante, pelo contrário, subiu 3,6%. Segundo dados do Ministério da Agricultura, a campanha começou nos 4,30 euros por quilo e chegou a atingir 4,50 euros.</p>
<p>Num artigo de opinião publicado no &#8216;El Economista&#8217;, Cristóbal Gallego, responsável pelo setor do azeite nas Cooperativas Agroalimentares da Andaluzia e presidente do grupo Jaéncoop, apelou à prudência. O dirigente defende que o setor deve evitar decisões precipitadas e proteger o valor do produto no mercado.</p>
<p>“A situação atual exige sangue frio”, afirmou Gallego, lembrando que, até 30 de abril, a produção acumulada era de 1.294.590 toneladas, praticamente em linha com 100% da estimativa da campanha. As existências totais estavam nas 863.340 toneladas, mas continuam a diminuir.</p>
<p>Para o responsável, estes números não justificam uma venda desordenada. As vendas acumuladas ascendem a 869.790 toneladas e o volume ainda por vender até ao fim da campanha exige a manutenção de um ritmo significativo nos próximos meses. “Não estamos perante um cenário que justifique a distribuição gratuita do azeite”, alertou.</p>
<p>A mensagem tem peso no setor. As cooperativas agroalimentares andaluzas controlam dois terços da produção regional e mais de metade da produção nacional espanhola. O apelo à disciplina comercial começa também a ser repetido por outras organizações no interior da Andaluzia.</p>
<p>“Prudência, firmeza e união. Quem tem azeite, não se precipite. Não venda por medo. Não contribua involuntariamente para a queda do preço”, insistiu Gallego. Para o dirigente, a próxima colheita começa a ser defendida agora, evitando que o produto seja desvalorizado depois dos custos elevados de produção.</p>
<p>Enquanto tenta travar a queda dos preços, o setor continua a apostar na promoção internacional. A interprofissional do azeite está a desenvolver campanhas na China e deverá reforçar os esforços nos Estados Unidos, mercado estratégico onde o impacto das tarifas preocupa os produtores.</p>
<p>Há também uma aposta crescente na valorização do azeite enquanto produto ligado à saúde. Produtores de azeite virgem extra integrados na associação QvExtra! vão avançar com uma nova certificação que permitirá destacar nos rótulos benefícios cardiovasculares e propriedades antioxidantes.</p>
<p>Pela primeira vez em Espanha, 36 marcas vão incluir nas garrafas uma referência reconhecida aos benefícios para a saúde do azeite, considerado um dos ingredientes centrais da dieta mediterrânica. A certificação surge após quatro anos de análises científicas, revisão regulamentar e validação técnica, em linha com os critérios da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos e com as regras comunitárias sobre alegações nutricionais e de saúde.</p>
<p>O setor procura, assim, responder em duas frentes: conter a pressão de curto prazo nos preços e reforçar o valor acrescentado do azeite nos mercados internacionais. A dúvida está em saber se essa estratégia será suficiente para compensar a queda das cotações e o risco climático que já ameaça a próxima campanha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767463]]></sapo:autor>
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		<title>Cessar-fogo em risco? Ministro israelita pede guerra em grande escala contra o Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:37:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Itamar Ben Gvir]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração surge depois de o Hezbollah ter lançado vários drones explosivos contra o norte de Israel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, defendeu esta segunda-feira que o Governo de Benjamin Netanyahu deve retomar uma guerra em grande escala contra o Líbano, cortar o fornecimento de eletricidade ao país e avançar militarmente até ao rio Zahrani, no sul libanês, avança o &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<p>A declaração surge depois de o Hezbollah ter lançado vários drones explosivos contra o norte de Israel. Segundo o exército israelita, as sirenes de ataque aéreo foram ativadas e um dos drones atingiu Metula, uma localidade israelita junto à fronteira com o Líbano. Não foram reportados feridos nesse ataque, mas o episódio reacendeu a pressão da ala mais dura do Governo israelita por uma escalada militar.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="iw" dir="rtl">אסור לנרמל את מציאות רחפני הנפץ, הגיע הזמן שראש הממשלה ידפוק על השולחן של טראמפ ויודיע לו שחוזרים למלחמה בלבנון.</p>
<p>צריך להוריד את החשמל בלבנון, לכבוש את הזהראני ולחזור למלחמה עצימה.</p>
<p>&mdash; איתמר בן גביר (@itamarbengvir) <a href="https://twitter.com/itamarbengvir/status/2058846318735347736?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p>
<p>“Não podemos normalizar a realidade dos drones explosivos”, afirmou Ben-Gvir, citado pela imprensa internacional. O ministro disse ainda que Netanyahu deve informar Donald Trump de que Israel vai “voltar à guerra no Líbano” e defendeu que a resposta inclua o corte da eletricidade ao país e a ocupação de território até ao rio Zahrani, cerca de 40 quilómetros a norte da fronteira israelita.</p>
<p>A posição de Ben-Gvir não surgiu isolada. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, também apelou a uma resposta mais dura contra o Hezbollah e defendeu a retoma de ataques a Beirute em resposta aos drones lançados contra Israel. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, Smotrich chegou a defender a destruição de dez edifícios em Beirute por cada drone usado contra Israel.</p>
<p>A escalada verbal acontece apesar do cessar-fogo anunciado em abril entre Israel e o Líbano, recentemente prolongado por mais 45 dias. O acordo não pôs fim à violência no terreno: Israel tem continuado a realizar ataques no sul do Líbano, enquanto o Hezbollah mantém ações com drones e foguetes contra posições e localidades israelitas junto à fronteira.</p>
<p>Na madrugada desta segunda-feira, pelo menos três pessoas morreram em ataques israelitas contra vários pontos no sul do Líbano, segundo a agência estatal libanesa NNA, citada pelo &#8217;20 Minutos&#8217;. Os ataques terão atingido dois carros e uma mota perto de Jarmaq, em estradas que ligam a localidade a Kfar Raman e Jardali.</p>
<p>O exército israelita emitiu também novas ordens de evacuação para dez localidades do sul do Líbano, antecipando ataques contra alegados alvos do Hezbollah. O porta-voz militar em árabe, Avichai Adrai, justificou a medida com “violações do acordo de cessar-fogo” por parte do grupo xiita e apelou aos residentes para se afastarem pelo menos 1.000 metros das zonas indicadas.</p>
<p>A tensão no Líbano cruza-se ainda com o momento diplomático mais amplo no Médio Oriente. As negociações entre os Estados Unidos e o Irão têm registado progressos, mas Teerão tem afastado a ideia de uma assinatura iminente de um acordo. A &#8216;Reuters&#8217; assinala que a guerra de drones no sul do Líbano pode complicar essas conversações, sobretudo porque o Irão considera o cessar-fogo no Líbano uma peça relevante de qualquer entendimento regional.</p>
<p>Para Israel, o dilema é duplo. Por um lado, o Governo enfrenta pressão interna dos ministros mais à direita para responder com mais força aos ataques do Hezbollah. Por outro, uma escalada aberta no Líbano poderia colidir com os esforços diplomáticos dos Estados Unidos e aumentar o risco de uma nova frente regional.</p>
<p>O apelo de Ben-Gvir mostra, por isso, a fragilidade do atual cessar-fogo. Embora formalmente prolongado, o acordo convive com ataques quase diários, drones explosivos, bombardeamentos e ordens de evacuação. A fronteira entre Israel e o Líbano permanece uma das zonas mais voláteis do Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767460]]></sapo:autor>
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		<title>Comprou carro elétrico em 2025 e ficou sem apoio? Governo dá nova oportunidade este ano. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:27:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Incentivo mantém as regras do ano passado. Os particulares podem receber 4.000 euros na compra de um carro elétrico novo, desde que comprovem o abate de uma viatura com motor de combustão interna, a gasolina ou gasóleo, com mais de dez anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa de incentivos à compra de carros elétricos deverá abrir até 11 de junho e terá uma novidade relevante para quem já trocou de carro no ano passado: os particulares que compraram um elétrico novo em 2025, entregando para abate uma viatura antiga a gasolina ou gasóleo, vão poder candidatar-se este ano ao apoio, avançou a ministra do Ambiente, Graça Carvalho, em entrevista à rádio &#8216;TSF&#8217; e ao &#8216;Jornal de Notícias&#8217;.</p>
<p>O incentivo mantém as regras do ano passado. Os particulares podem receber 4.000 euros na compra de um carro elétrico novo, desde que comprovem o abate de uma viatura com motor de combustão interna, a gasolina ou gasóleo, com mais de dez anos.</p>
<p>Outra condição mantém-se: o apoio só será atribuído a veículos elétricos novos com preço de aquisição até 38.500 euros. As candidaturas serão avaliadas por ordem de entrada e apenas enquanto existir verba disponível no Fundo Ambiental.</p>
<p>A principal alteração está no período elegível. Habitualmente, o programa abrangia apenas compras realizadas no próprio ano. Desta vez, o Governo vai permitir que sejam analisadas candidaturas relativas a 2025, dando uma nova oportunidade a quem cumpriu os requisitos no ano passado, mas não conseguiu receber o apoio por esgotamento da verba.</p>
<p>Em 2025, houve candidatos que ficaram sem incentivo apesar de reunirem as condições exigidas, por terem apresentado a candidatura demasiado tarde. Com a aplicação retroativa agora prevista, essas situações poderão voltar a ser avaliadas.</p>
<p>O programa arranca, no entanto, com metade da dotação inicialmente prevista. Em vez dos 20 milhões de euros autorizados para este ano, o Governo vai abrir uma primeira fase com dez milhões de euros.</p>
<p>Graça Carvalho justificou a decisão com prudência na gestão do Fundo Ambiental, numa altura em que este instrumento está também a financiar outros apoios ligados ao aumento dos combustíveis e à crise no Médio Oriente. A ministra referiu apoios a táxis, ambulâncias, transportes, mercadorias e à botija solidária.</p>
<p>“Nós estamos neste momento a financiar através do Fundo Ambiental o apoio devido à situação do Irão e ao aumento do preço dos combustíveis; estamos a financiar, a ajudar os táxis, as ambulâncias, os transportes, as mercadorias, a botija solidária, há uma série de apoios que saem do Fundo Ambiental”, declarou a governante.</p>
<p>A ministra explicou ainda que a opção por manter as regras anteriores permite acelerar o processo. “As regras vão ser as mesmas, para evitar termos que fazer uma nova resolução do Conselho de Ministros e estabelecer todo um novo processo legislativo”, afirmou.</p>
<p>Apesar de a autorização orçamental total ser de 20 milhões de euros, o Governo vai avançar em duas fases. “Temos autorização para 20 milhões de euros este ano e vamos fazer em duas fases, vamos abrir dez milhões de euros, o mais tardar até 11 de junho”, acrescentou Graça Carvalho.</p>
<p>Na prática, quem comprou um elétrico novo em 2025, entregou para abate um carro antigo a combustão e ficou sem apoio por falta de verba poderá ter agora uma segunda oportunidade. Já quem pretende comprar este ano terá de estar atento à abertura das candidaturas, uma vez que a atribuição continuará dependente da ordem de chegada e da disponibilidade do Fundo Ambiental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767452]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mota-Engil assina contrato de 207 M€ com a CALB para &#8216;gigafábrica&#8217; em Sines</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mota-engil-assina-contrato-de-207-me-com-a-calb-para-gigafabrica-em-sines/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:17:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sines]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil assinou um contrato de 207 milhões de euros com a CALB para a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory, em Sines, distrito de Setúbal, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil assinou um contrato de 207 milhões de euros com a CALB para a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory, em Sines, distrito de Setúbal, foi hoje comunicado ao mercado.</p>
<p>&#8220;A Mota-Engil informa que, através da sua subsidiaria Mota-Engil Engenharia e Construção, celebrou com a CALB um novo contrato no montante de 207,3 milhões de euros relacionado com a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.</p>
<p>Este contrato para a construção da primeira fase da fábrica de baterias de lítio tem 22 meses de duração estimada e abrange uma área de intervenção de, aproximadamente, 17 hectares e 62.000 metros quadrados (m2) de construção.</p>
<p>Incluem-se aqui oficinas, uma estação de redução de tensão, área de armazenamento, uma estação de resíduos sólidos, uma estação de lixo, uma estação de esgotos e portarias, além de um edifício associado à central elétrica integrada, conforme detalhou a construtora.</p>
<p>A CALB (China Aviation Lithium Battery) é uma das maiores fabricantes mundiais de baterias de iões de lítio, com sede na China.</p>
<p>Na sessão de hoje da bolsa de Lisboa, as ações da Mota-Engil subiram 3,05% para 4,80 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767429]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ANACOM tem participado na legislação de combate às fraudes através de &#8216;spoofing&#8217;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/anacom-tem-participado-na-legislacao-de-combate-as-fraudes-atraves-de-spoofing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente da ANACOM afirmou hoje que o regulador tem estado envolvido no desenho da futura legislação de combate às fraudes digitais através da técnica do 'spoofing', contando que haja uma proposta de lei "em breve".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da ANACOM afirmou hoje que o regulador tem estado envolvido no desenho da futura legislação de combate às fraudes digitais através da técnica do &#8216;spoofing&#8217;, contando que haja uma proposta de lei &#8220;em breve&#8221;.</p>
<p>Durante uma mesa redonda numa conferência organizada pelo Banco de Portugal hoje em Lisboa, sobre combate à fraude digital, a presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), Sandra Maximiano, foi confrontada com o facto de Portugal ainda não ter um mecanismo legislativo para combater o &#8216;spoofing&#8217;.</p>
<p>Em causa está uma técnica de falsificação de identidade, em que os burlões usam o nome ou referências de pessoas ou entidades confiáveis para tentar obter dados pessoais e, com isso, praticar fraudes (por exemplo, alguém falsifica um número de telefone de um organismo fazendo parecer que a chamada está a ser realizada de um número oficial).</p>
<p>A líder da ANACOM sublinhou que o regulador entregou um projeto de alteração da lei das comunicações eletrónicas em outubro de 2024, do qual constam medidas de combate ao &#8216;spoofing&#8217;, Entretanto, adiantou, houve &#8220;múltiplas interações&#8221; e revelou ter indicação de que &#8220;em breve essas alterações serão implementadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os operadores [das comunicações] estão mais preparados tecnicamente e tecnologicamente para detetar essas fraudes&#8221; através de &#8216;spoofing&#8217;, conseguindo identificar que uma chamada vinda do exterior &#8220;vem mascarada com um número nacional&#8221;, referiu.</p>
<p>&#8220;O nosso trabalho tem sido criar o enquadramento legislativo para que se possa fazer algo a partir deste conhecimento&#8221;, disse.</p>
<p>Na abertura da conferência, o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, lembrou que Portugal é o único país da União Europeia (UE) que ainda não legislou o combate ao &#8216;spoofing&#8217;.</p>
<p>Questionada pelo moderador da mesa redonda sobre a evolução do combate à fraude digital nos últimos anos, Sandra Maximiano começou por referir a grande preocupação com o tema e a cooperação que tem existido com o Banco de Portugal, com o Centro Nacional de Cibersegurança, com a Associação Portuguesa de Bancos e com outras entidades.</p>
<p>&#8220;As coisas andam muito lentas &#8212; isso não pode ser escondido, é um facto &#8212; muito mais lentas do que queríamos. Mas existem certamente melhorias. Estamos melhor do que há dois, três anos em alguns aspetos&#8221;, disse, indicando que a cooperação institucional nacional e internacional tem melhorado, designadamente com os operadores e com os outros reguladores.</p>
<p>&#8220;Existe já a capacidade técnica e tecnológica para aplicar medidas para bloquear ou anonimizar estas chamadas&#8221; e, quanto a isso, &#8220;estamos melhor hoje certamente do que estamos no passado&#8221;, frisou.</p>
<p>A responsável disse que os próprios operadores, apesar de poderem encontrar soluções tecnológicas, se confrontam com limitações legais, como por exemplo em relação à proteção de dados.</p>
<p>&#8220;O enquadramento legislativo anda um bocadinho mais lento do que todos queríamos&#8221;, mas &#8220;o enquadramento regulatório europeu tem dado um grande avanço&#8221; no regulamento dos serviços digitais, disse.</p>
<p>Na mesma mesa redonda, Maria Tereza Cavaco, diretora do Departamento de Sistemas de Pagamentos do Banco de Portugal, sublinhou a necessidade de as instituições conseguirem utilizar a Inteligência Artificial a favor do combate às fraudes.</p>
<p>Teresa Mesquita, membro da Comissão Executiva da SIBS, referiu que tem havido uma &#8220;alteração dos padrões de fraude&#8221; que exige uma permanente atuação, dando como exemplo o caso do fenómeno das mensagens de &#8220;Olá, mãe&#8221;, &#8220;Olá, pai&#8221;, que diminuíram à medida que foram sendo identificadas.</p>
<p>A presidente do Conselho de Administração da ANACOM disse que hoje &#8220;existe uma melhor consciencialização da população&#8221; em relação às fraudes digitais.</p>
<p>Sandra Maximiano referiu ainda que hoje é mais fácil aos cidadãos reportarem à plataforma casos de anúncios fraudulentos e de esta, conhecendo de que se trata de um anúncio ilegal, retirar essa publicação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767435]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Águas de Portugal sobem 5% para 107,9 M€ em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:16:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Águas de Portugal (AdP) registou lucros consolidados de 107,9 milhões de euros em 2025, um aumento de 5,06% em relação a 2024, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Águas de Portugal (AdP) registou lucros consolidados de 107,9 milhões de euros em 2025, um aumento de 5,06% em relação a 2024, adiantou, em comunicado.</p>
<p>A empresa adiantou que a sua assembleia-geral de acionistas da aprovou o relatório e contas consolidadas de 2025, salientando que &#8220;evidencia um desempenho sólido, com reforço do investimento e evolução positiva dos principais indicadores&#8221;, ainda que num contexto de &#8220;maior pressão sobre os recursos hídricos&#8221;, assim como de &#8220;exigência acrescida de resiliência operacional&#8221;.</p>
<p>Assim, &#8220;o resultado líquido consolidado fixou-se em 107,9 milhões de euros, o que representa um crescimento de 5,06% face a 2024&#8221;, adiantou.</p>
<p>Já o investimento atingiu 266,9 milhões de euros, o que representa um crescimento de 32,4%, com a dívida financeira líquida a diminuir em 112 milhões de euros, situando-se em 1.103 milhões de euros.</p>
<p>Por sua vez, o volume de negócios consolidado ascendeu a 866,9 milhões de euros, uma subida de 4,4% face ao ano anterior, &#8220;impulsionado pelo aumento das atividades de abastecimento de água e de saneamento&#8221;.</p>
<p>Segundo o grupo, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) ajustado cresceu 4%, para 390,7 milhões de euros, o que, destacou, reflete &#8220;o aumento do volume de negócios superior ao acréscimo de custos operacionais&#8221;.</p>
<p>A AdP lembrou que em 2025, &#8220;avançaram processos estruturantes ligados à resiliência hídrica&#8221;, destacando o desenvolvimento da &#8220;solução de dessalinização&#8221; e &#8220;o avanço do enquadramento de soluções complementares de reforço de disponibilidade, incluindo a tomada de água no Pomarão, no Algarve&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, indicou, &#8220;consolidou-se o novo enquadramento na gestão integrada das origens de água na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS)&#8221;, com &#8220;um modelo operacional mais resiliente&#8221;, integrando &#8220;origens não convencionais como a água do mar e a água para reutilização&#8221;.</p>
<p>Segundo a AdP, em 2025 houve &#8220;resultados particularmente relevantes na continuidade e qualidade do serviço, com destaque para a garantia de 99,7% de água segura em alta e 99,5% em baixa&#8221;.</p>
<p>Na transição energética registou-se o &#8220;aumento da autossuficiência energética para 5,1%, acima dos 4,7% registados em 2024, e o crescimento em 8,9% na produção de energia renovável&#8221;.</p>
<p>A AdP assegura serviços de abastecimento público de água em 214 municípios e de saneamento de águas residuais em 218, em Portugal Continental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767445]]></sapo:autor>
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		<title>EDP assina novo acordo para projeto solar nos EUA avaliado em 258 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:15:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP assinou um acordo com a Appalachian Power, subsidiária da American Electric Power, para a construção e venda de um projeto solar nos Estados Unidos por 300 milhões de dólares (cerca de 258 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP assinou um acordo com a Appalachian Power, subsidiária da American Electric Power, para a construção e venda de um projeto solar nos Estados Unidos por 300 milhões de dólares (cerca de 258 milhões de euros).</p>
<p>O acordo foi realizado através da sua unidade de renováveis, a EDP Renewables, e está ainda sujeito &#8220;a condições suspensivas, regulatórias e outras habituais para uma transação desta natureza&#8221;, segundo o comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>A transação prevê a construção e desenvolvimento de um projeto solar de 100 megawatts em corrente alternada (MWac), equivalente a cerca de 136 megawatts em corrente contínua (MWdc), nos Estados Unidos da América, com entrada em operação prevista para 2028, altura em que o negócio deverá ser concluído.</p>
<p>&#8220;Este novo acordo é mais um indicador do posicionamento estratégico da EDP nos EUA como um &#8216;player&#8217; relevante no setor das energias renováveis&#8221; e reforça &#8220;a solidez das parcerias com as principais empresas de serviços públicos&#8221;, refere a empresa no mesmo comunicado.</p>
<p>A EDP acrescenta que a operação contribui para uma maior visibilidade sobre as adições de capacidade bruta, bem como sobre os encaixes e ganhos com rotação de ativos, em linha com as métricas de retorno definidas para o período do plano estratégico 2026-2028.</p>
<p>&#8220;Desde 2019, a EDP celebrou quatro transações de natureza semelhante nos EUA, das quais duas nos últimos seis meses&#8221;, acrescentou.</p>
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		<title>Ébola fora de controlo no Congo: polícia dispara contra multidão que queria recuperar corpos de vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Agitação ocorreu este domingo e prolongou-se ao longo do dia, segundo dois jornalistas locais citados pela BBC. O centro de tratamento, instalado no recinto de um hospital, já tinha sido atacado na noite de sexta-feira para sábado, quando uma tenda de isolamento foi incendiada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia disparou tiros para o ar no leste da República Democrática do Congo para dispersar multidões que tentavam recuperar corpos de familiares mortos num centro de tratamento de Ébola em Mongwalu, avança a &#8216;BBC&#8217;. O episódio mostra como a desconfiança das comunidades, a violência e o medo estão a dificultar a resposta a um surto que já soma mais de 900 casos suspeitos e 220 mortes suspeitas.</p>
<p>A agitação ocorreu este domingo e prolongou-se ao longo do dia, segundo dois jornalistas locais citados pela BBC. O centro de tratamento, instalado no recinto de um hospital, já tinha sido atacado na noite de sexta-feira para sábado, quando uma tenda de isolamento foi incendiada.</p>
<p>O corpo de uma pessoa que morreu com Ébola é altamente infeccioso e pode provocar novas cadeias de transmissão durante a preparação tradicional para o funeral. É por isso que as equipas de saúde e a Cruz Vermelha estão a realizar enterros seguros, sob proteção policial, para tentar impedir a propagação do vírus.</p>
<p>Segundo o diretor médico do Hospital Geral de Mongwalu, Richard Lokudu, os atacantes exigiam a entrega dos corpos de duas pessoas às respetivas famílias. Um dos mortos era um pastor católico, descrito por responsáveis hospitalares como uma figura religiosa conhecida na comunidade.</p>
<p>A desconfiança em relação às autoridades e o ceticismo sobre a causa das mortes têm alimentado a tensão nas zonas afetadas. Na passada quinta-feira, uma multidão já tinha incendiado tendas de isolamento num hospital de Rwampara, localidade situada a cerca de 85 quilómetros a sudeste de Mongwalu, depois de ter sido impedida de levar o corpo de um homem que se suspeitava ter morrido de Ébola.</p>
<p>A Cruz Vermelha está no terreno a realizar enterros seguros, mas a operação tornou-se perigosa também para os próprios voluntários. Segundo a organização, três voluntários morreram de suspeita de Ébola, provavelmente depois de contacto com corpos durante a gestão de funerais.</p>
<p>O surto foi declarado a 15 de maio pela Africa CDC na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo. É o 17º surto de Ébola registado no país. A atual epidemia é causada pela rara espécie Bundibugyo do vírus, que não era detetada há mais de uma década.</p>
<p>A situação é particularmente difícil porque não existem atualmente vacinas ou medicamentos específicos para a variante Bundibugyo. A Organização Mundial da Saúde indicou na semana passada que uma vacina poderá demorar até nove meses a estar pronta.</p>
<p>Para além de Ituri, foram detetados casos nas províncias congolesas de Kivu Norte e Kivu Sul, junto à fronteira com o Ruanda. Partes destas regiões estão sob controlo do grupo rebelde M23, cujos confrontos com as forças governamentais tornam ainda mais difícil a contenção do vírus.</p>
<p>O surto já ultrapassou as fronteiras congolesas. O Uganda confirmou esta segunda-feira dois novos casos, ambos em profissionais de saúde, elevando para sete o número total de infeções confirmadas no país, com uma morte registada. Os doentes estão a receber tratamento e as autoridades estão a rastrear os respetivos contactos.</p>
<p>Os ministros da Saúde da República Democrática do Congo, do Uganda e do Sudão do Sul finalizaram no fim de semana um plano de coordenação transfronteiriça, em conjunto com o Africa CDC. A agência alertou que outros países africanos também estão em risco, incluindo Angola, Burundi, República Centro-Africana, Etiópia, Quénia, Ruanda, Sudão do Sul, Tanzânia e Zâmbia.</p>
<p>O diretor-geral do Africa CDC, Jean Kaseya, afirmou que o plano regional procura evitar desperdícios, melhorar o isolamento e a gestão dos casos e garantir funerais dignos. A resposta conjunta da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul prevê um orçamento de 319 milhões de dólares, cerca de 274 milhões de euros. Até agora, apenas 10% desse montante terá sido assegurado pelos países afetados.</p>
<p>A África do Sul anunciou uma contribuição inicial de cinco milhões de dólares, aproximadamente 4,3 milhões de euros. O presidente Cyril Ramaphosa apelou a outros Estados africanos e à comunidade internacional para apoiarem a resposta, defendendo que “o mundo é mais seguro quando África é mais segura”.</p>
<p>A OMS declarou o surto uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Dez dias depois da declaração do surto, o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, admitiu que as equipas estão a “correr atrás do prejuízo” devido ao atraso inicial na deteção dos casos.</p>
<p>“Estamos a ampliar urgentemente as operações, mas neste momento a epidemia está a ultrapassar-nos”, afirmou Tedros, que deverá viajar para a República Democrática do Congo para acompanhar a resposta.</p>
<p>A combinação de uma variante rara, ausência de vacina específica, conflitos armados, ataques a centros de tratamento, resistência comunitária e risco de propagação regional transformou este surto num dos desafios de saúde pública mais graves em África nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767436]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A nova corrida dos milionários americanos: comprar passaportes para fugir ao risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:55:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[passaportes]]></category>
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					<description><![CDATA[Num mundo imprevisível, ter apenas um passaporte passou a ser visto por alguns milionários como uma exposição excessiva ao risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os americanos mais ricos estão a procurar cada vez mais segundas e terceiras residências ou cidadanias, numa estratégia que especialistas em migração por investimento comparam à diversificação de uma carteira financeira. A lógica é simples: num mundo imprevisível, ter apenas um passaporte passou a ser visto por alguns milionários como uma exposição excessiva ao risco, revela a &#8216;Forbes&#8217;.</p>
<p>Segundo Eric Major, CEO da consultora Latitude World, os Estados Unidos ultrapassaram a China como maior mercado de clientes à procura de cidadanias secundárias ou terciárias. O responsável diz mesmo que os americanos passaram de 4% para 74% do seu negócio desde 2019.</p>
<p>O interesse não se limita aos ultra-ricos. Um estudo da Apex Capital Partners, consultora especializada em residência e cidadania estrangeira, indica que 61% dos americanos com rendimentos anuais superiores a 200 mil dólares, cerca de 172 mil euros, admitem mudar-se para outro país nos próximos cinco anos.</p>
<p>Nuri Katz, presidente da Apex Capital Partners, diz que o crescimento do interesse americano está a disparar. O inquérito perguntou aos participantes se se identificavam mais à esquerda ou à direita e, segundo o responsável, a divisão foi equilibrada: 50% para cada lado.</p>
<p>A procura acelerou depois da reeleição de Donald Trump. A Henley &#038; Partners registou um aumento de 183% nas consultas de cidadãos americanos sobre residência ou cidadania alternativa no primeiro trimestre de 2025, face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>As razões são variadas, mas têm uma base comum: proteção. Entre os inquiridos pela Apex Capital Partners, o custo de vida foi referido por 68% como motivo para ponderar uma saída dos Estados Unidos. O clima político surgiu em segundo lugar, com 54%.</p>
<p>Para alguns clientes, trata-se de mobilidade. Para outros, de segurança, estilo de vida, planeamento fiscal ou proteção contra instabilidade política. “Os americanos agora perceberam que estão expostos com apenas uma cidadania”, afirmou Eric Major à Forbes.</p>
<p>O fenómeno também tem uma dimensão simbólica. Katz diz ter clientes que colecionam cidadanias “como selos”, em vez de comprarem relógios Rolex ou Lamborghini. Major conta que alguns pedem combinações complexas: “Quero duas cidadanias e um green card.&#8221;</p>
<p>A Nova Zelândia tornou-se uma das opções mais desejadas entre americanos com patrimónios muito elevados, na ordem dos 100 milhões de dólares em ativos investíveis, cerca de 86 milhões de euros. A atração é evidente: país anglófono, qualidade de vida elevada e distância geográfica face aos principais focos de instabilidade. “Se rebentasse a III Guerra Mundial, seria um sítio bastante bom para estar”, disse Major.</p>
<p>Mas a entrada não é barata. O acesso a um visto de residência na Nova Zelândia começa nos cinco milhões de dólares neozelandeses, cerca de 2,6 milhões de euros. Trata-se de um investimento, não de uma doação, mas ainda assim o valor exclui muitos candidatos.</p>
<p>A Europa continua a ser muito procurada, sobretudo por quem quer cidadania e não apenas residência. A razão é simples: a cidadania de um país europeu pode garantir mobilidade ampla no espaço Schengen, que integra 29 países.</p>
<p>Mas entrar na Europa tornou-se mais difícil. A Grécia aumentou o investimento mínimo do seu programa de ‘golden visa’ de 250 mil euros para até 800 mil euros nas zonas mais procuradas. Espanha encerrou o seu programa em abril de 2025, depois de críticas de residentes sobre o impacto dos investidores estrangeiros no preço da habitação.</p>
<p>Portugal também apertou regras, duplicando de cinco para 10 anos o período de residência necessário antes de um pedido de cidadania. Malta, por sua vez, foi obrigada a reformular o seu modelo depois de uma decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia contra o regime de cidadania por investimento. Ainda assim, continua a atrair clientes ricos, agora através de um enquadramento mais restrito de ‘cidadania por mérito’.</p>
<p>Para quem procura rapidez e custo mais baixo, as Caraíbas surgem como uma alternativa. Segundo a &#8216;Forbes&#8217;, a cidadania em alguns países das Caraíbas pode ser obtida por cerca de 250 mil dólares, aproximadamente 215 mil euros, com prazos de processamento entre quatro e seis meses.</p>
<p>A Organização dos Estados das Caraíbas Orientais funciona, em alguns aspetos, como uma pequena versão regional da União Europeia: cidadãos de um dos países participantes podem viver e trabalhar nos restantes. Para muitos americanos ricos, isso torna estes passaportes uma forma rápida de ganhar mobilidade e segurança adicional.</p>
<p>Ainda assim, o caminho mais simples e barato pode ser a cidadania por ascendência. Americanos com pais, avós ou outros laços familiares em países europeus ou no Canadá estão a recuperar nacionalidades por descendência. O número de pedidos de cidadania irlandesa por ascendência subiu 63% no último ano. No Canadá, depois da remoção de limites geracionais para dupla cidadania, os americanos passaram a liderar os pedidos, à frente dos nove países seguintes combinados.</p>
<p>O movimento contrasta com o fraco desempenho do chamado ‘Trump Gold Card’, um visto anunciado para atrair estrangeiros muito ricos para os Estados Unidos. Inicialmente, Donald Trump disse que o país poderia vender um milhão destes vistos a cinco milhões de dólares cada, cerca de 4,3 milhões de euros.</p>
<p>Mas o programa não teve a adesão esperada. O preço acabou por ser reduzido em 80%, para um milhão de dólares, cerca de 860 mil euros, e a vantagem fiscal inicialmente prometida foi eliminada. Ainda assim, segundo os dados citados pela &#8216;Forbes&#8217;, apenas um visto Gold Card tinha sido aprovado dois meses depois de a Casa Branca afirmar que muitos estrangeiros ricos estavam interessados.</p>
<p>O que está a acontecer nos Estados Unidos é, por isso, mais do que uma moda entre milionários. É um sinal de que a cidadania passou a ser tratada como ativo estratégico: algo que se acumula, protege, diversifica e pode ser usado em caso de crise.</p>
<p>Para muitos americanos ricos, um segundo passaporte deixou de ser apenas um símbolo de estatuto. Tornou-se uma apólice contra instabilidade política, económica e geopolítica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767428]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Peugeot prepara ofensiva sem precedentes: sete novos modelos e tecnologia revolucionária até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Stellantis]]></category>
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					<description><![CDATA[Ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Peugeot prepara uma das maiores ofensivas de produto da sua história recente. A marca francesa deverá lançar sete novos modelos até 2030, no âmbito do plano estratégico FaSTLAne 2030 da Stellantis, que coloca a Peugeot no centro da próxima fase industrial do grupo, avança o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One. Esta arquitetura será usada em veículos elétricos, híbridos e com motor de combustão interna, com o objetivo de reduzir a complexidade industrial, acelerar o desenvolvimento de novos automóveis e baixar custos de produção.</p>
<p>A Peugeot foi elevada pela Stellantis ao estatuto de marca global, ao lado de Jeep, Ram e Fiat. A designação é reservada às marcas consideradas com maior potencial de crescimento e rentabilidade dentro do grupo. A Stellantis prevê investir 60 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, destinando 60% desse valor ao desenvolvimento de marcas e produtos. O restante será canalizado para novas plataformas, motorizações e tecnologias digitais.</p>
<p>Na Europa, o grupo planeia lançar 50 modelos até 2030, dos quais 25 serão totalmente novos. A Peugeot terá um papel relevante nessa estratégia, com sete novidades previstas até ao final da década.</p>
<p>A nova plataforma STLA One será uma das peças centrais desta transformação. A Peugeot será a primeira marca do grupo a utilizá-la, numa arquitetura modular pensada para modelos dos segmentos B, C e D. Segundo a Stellantis, esta base permitirá reduzir a complexidade industrial e os custos de produção em cerca de 20%.</p>
<p>A plataforma será compatível com diferentes tipos de baterias e sistemas de propulsão. Também integrará tecnologias como o sistema STLA Brain, o ambiente digital STLA SmartCockpit e a direção eletrónica ‘steer-by-wire’, que elimina a ligação mecânica entre o volante e as rodas.</p>
<p>O primeiro modelo a estrear esta tecnologia será a próxima geração do Peugeot e-208. O utilitário elétrico deverá ser lançado oficialmente em 2027 e será o primeiro veículo da Stellantis equipado com direção eletrónica. Neste sistema, os comandos do volante são transmitidos às rodas através de sinais elétricos, substituindo a coluna de direção tradicional. A tecnologia será fornecida pela JTEKT, empresa japonesa ligada ao grupo Toyota.</p>
<p>O futuro e-208 já foi antecipado pelo protótipo Polygon, apresentado no final de 2025. A estreia pública poderá acontecer no Salão Automóvel de Paris, antes do início da produção em Saragoça, previsto para junho de 2027.</p>
<p>A mesma arquitetura deverá ser usada também no próximo Peugeot 2008. O SUV urbano será proposto exclusivamente com motorizações elétricas e não deverá chegar antes do final de 2029.</p>
<p>A renovação da gama passará ainda por um novo SUV compacto do segmento C, posicionado ao lado do atual Peugeot 3008. A Stellantis ainda não revelou o nome nem as especificações técnicas, mas indicou que o modelo terá uma oferta multienergia.</p>
<p>Também o Peugeot 308 deverá adotar a plataforma STLA One na próxima geração. O compacto francês, incluindo a variante SW, deverá receber uma nova evolução em 2028.</p>
<p>A ofensiva não se ficará pelos segmentos de maior volume. A Peugeot prepara também o regresso a propostas de posicionamento mais elevado, com um novo modelo do segmento D desenvolvido em parceria com a Dongfeng, fabricante estatal chinesa com a qual a Stellantis deverá reforçar a colaboração industrial na Europa.</p>
<p>Este futuro modelo deverá assumir o formato de uma shooting brake e terá produção na fábrica francesa de Rennes-La Janais, no âmbito de uma joint venture em que a Stellantis terá uma participação maioritária de 51%. A proposta foi antecipada pelo Concept 6, apresentado no Salão Automóvel de Pequim de 2026, com uma silhueta desportiva e aerodinâmica inspirada no Peugeot Instinct de 2017.</p>
<p>A eletrificação será outra dimensão central da estratégia. A plataforma STLA One será compatível com arquiteturas de 800 volts, permitindo carregamentos mais rápidos e maior eficiência energética. A Stellantis pretende ainda alargar a utilização de baterias LFP, de fosfato de ferro-lítio, mais baratas e menos dependentes de matérias-primas críticas.</p>
<p>Outra novidade prevista é a integração estrutural da bateria na carroçaria do veículo, uma solução pensada para reduzir peso, simplificar a produção e aumentar a autonomia.</p>
<p>Antes desta nova vaga de modelos, a Peugeot ainda tem novidades previstas para 2026. Depois dos novos 308, nas versões de cinco portas e SW, e do 408, a marca prepara para o segundo semestre a chegada do e-208 GTi, que recupera uma sigla histórica da Peugeot, agora associada à eletrificação.</p>
<p>O novo Peugeot e-208 GTi será produzido em Saragoça e deverá chegar aos concessionários entre setembro e outubro. Terá 280 cv, chassis desenvolvido pela Peugeot Sport, diferencial autoblocante e travões de alto desempenho, prometendo uma interpretação elétrica e desportiva do segmento B.</p>
<p>Com sete novos modelos, uma nova plataforma global, tecnologias de direção eletrónica, baterias mais acessíveis e um projeto de gama alta com a Dongfeng, a Peugeot entra numa fase decisiva. A marca francesa quer reforçar a presença internacional e assumir-se como um dos pilares tecnológicos e comerciais da Stellantis até 2030.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767413]]></sapo:autor>
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		<title>Itália em alerta por dois casos suspeitos de Ébola em cidadãos regressados do Uganda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região italiana da Lombardia ativou os protocolos de emergência sanitária depois de dois cidadãos regressados do Uganda terem apresentado sintomas compatíveis com Ébola, avança a &#8216;Euronews&#8217;. Os exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico.</p>
<p>Os dois casos suspeitos foram registados na zona de Como. Trata-se de uma mulher residente em Lurate Caccivio e de um homem residente em Bulgarograsso, que regressaram nas últimas 24 horas do Uganda, juntamente com outros membros das respetivas famílias, após cerca de três meses como cooperantes humanitários.</p>
<p>Ambos apresentaram sintomas que obrigaram à ativação do protocolo de vigilância, incluindo febre alta, náuseas, vómitos e perturbações intestinais. Por precaução, foram transferidos para o Hospital Sacco, onde decorrem os exames previstos pelos protocolos nacionais e internacionais.</p>
<p>O responsável regional pela Saúde da Lombardia, Guido Bertolaso, confirmou a ativação dos procedimentos de emergência, mas apelou à prudência. “Ainda não há qualquer certeza de que se trate de Ébola”, afirmou, explicando que os resultados dos exames eram esperados durante a tarde e que a expectativa das autoridades era que fossem negativos.</p>
<p>Segundo Bertolaso, os dois doentes estiveram numa zona do Uganda próxima das fronteiras com a República Democrática do Congo e o Ruanda, regiões atualmente sob vigilância devido ao aumento dos casos de Ébola. Ainda assim, a hipótese considerada mais provável pelos médicos é a de malária.</p>
<p>A situação mais grave será a da mulher, de 30 anos, que apresentou febre muito alta e ligeiras complicações neurológicas. Os médicos admitem a possibilidade de uma forma de malária cerebral, que poderá exigir internamento em cuidados intensivos. Também a filha terá contraído malária durante a permanência no Uganda.</p>
<p>O quadro clínico do homem de 31 anos é considerado mais ligeiro. O doente apresenta febre na ordem dos 38 graus e sintomas gastrointestinais. Apesar disso, a origem geográfica dos dois casos levou as autoridades a aplicar imediatamente o protocolo previsto para suspeitas de Ébola.</p>
<p>Os restantes cinco membros das duas famílias envolvidas estão também sob monitorização e vigilância sanitária pelas autoridades competentes.</p>
<p>O Ministério da Saúde italiano garantiu, em comunicado, que o risco de Ébola em Itália “permanece muito baixo”. O ministério sublinhou ainda que o sistema nacional de preparação e resposta a emergências infeciosas está plenamente operacional.</p>
<p>A situação está a ser acompanhada em articulação com a Região Lombardia, o Instituto Superior de Saúde, o Hospital Sacco de Milão, o Spallanzani de Roma e outras unidades de referência na gestão de emergências epidémicas.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, realizou-se também uma reunião do Health Security Committee da Comissão Europeia dedicada à emergência de Ébola, com a participação dos ministérios italianos competentes e das principais autoridades nacionais de saúde.</p>
<p>O caso gerou ainda polémica em Itália devido à divulgação pública de informações antes de existirem confirmações clínicas. Guido Bertolaso criticou a exposição prematura de imagens e declarações sobre os casos, considerando que poderia criar alarmismo injustificado.</p>
<p>Também a presidente da câmara de Lurate Caccivio, Serena Arrighi, tinha anunciado durante a manhã a ativação do protocolo sanitário numa nota dirigida aos munícipes. As autoridades insistem, no entanto, que a medida é preventiva e que não há, para já, confirmação de infeção por Ébola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767420]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha a subir em linha com restante Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.</p>
<p>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 11 subiram, quatro desceram e a Altri ficou inalterada em 5,24 euros.</p>
<p>A liderar as subidas ficou a Teixeira Duarte, que cresceu 4,71% para 0,44 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Madrid progrediu 2,24%, Frankfurt 2,01% e Paris 1,76%. A bolsa de Londres está encerrada devido ao feriado &#8216;Memorial Day&#8217;, dedicado aos militares que morreram em combate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767398]]></sapo:autor>
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		<title>“A epidemia está a ultrapassar-nos”: surto de ébola já soma 220 mortes suspeitas no Congo e Uganda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o surto de ébola na República Democrática do Congo e no Uganda está a evoluir mais depressa do que a capacidade de resposta das equipas no terreno, numa crise sanitária que já soma 220 mortes suspeitas e mais de 900 casos suspeitos. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, avisou que a epidemia poderá “piorar antes de melhorar”.</p>
<p>O epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência. A cidade de Mongbwalu foi identificada como um dos principais focos da epidemia, detetada oficialmente em maio. A estirpe em causa é a Bundibugyo, uma variante rara do vírus ébola para a qual não existe uma vacina aprovada.</p>
<p>Numa reunião online da União Africana sobre o surto, Tedros afirmou que o atraso na deteção dos casos deixou as equipas de saúde a “correr atrás do prejuízo”. “Estamos a ampliar urgentemente as operações, mas, neste momento, a epidemia está a ultrapassar-nos”, afirmou o responsável da OMS.</p>
<p>O diretor-geral da OMS anunciou ainda que viajará para a República Democrática do Congo com Chikwe Ihekweazu, responsável da organização para emergências de saúde, numa tentativa de reforçar a resposta internacional ao surto.</p>
<p>A situação agravou-se também no Uganda, país vizinho da República Democrática do Congo. As autoridades ugandesas confirmaram esta segunda-feira mais dois casos de ébola, elevando para sete o número total de infeções confirmadas no país. Os dois novos casos dizem respeito a profissionais de saúde numa unidade privada em Kampala, a capital ugandesa.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde do Uganda, os dois doentes foram encaminhados para uma unidade de tratamento designada e estão a receber cuidados médicos. As equipas de resposta estão agora a rastrear todos os contactos próximos, numa tentativa de travar novas cadeias de transmissão.</p>
<p>A OMS já declarou o surto de ébola provocado pela estirpe Bundibugyo uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Tedros avisou que os países que fazem fronteira com a República Democrática do Congo estão em risco elevado e devem agir imediatamente para reforçar vigilância, rastreio, preparação hospitalar e comunicação pública.</p>
<p>O combate ao surto é particularmente difícil porque as províncias congolesas de Ituri e Kivu do Norte são altamente inseguras. A violência na região, a desconfiança das populações e os ataques a unidades de saúde estão a complicar a resposta das autoridades e das organizações internacionais.</p>
<p>Na província de Ituri, os profissionais de saúde têm enfrentado ataques a instalações médicas e episódios de fuga de doentes. Pelo menos três incidentes foram registados, incluindo dois ataques no fim de semana ao mesmo hospital, que permitiram a saída de mais de duas dezenas de pacientes. Alguns ataques terão sido perpetrados por civis revoltados por não poderem enterrar familiares, ou convencidos de que o surto não era real.</p>
<p>A situação aumenta o risco de propagação. O ébola transmite-se por contacto direto com sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas, bem como por contacto com superfícies contaminadas. Quando há doentes em fuga, funerais sem medidas de proteção ou resistência das comunidades às equipas médicas, torna-se mais difícil isolar casos e quebrar cadeias de transmissão.</p>
<p>Além do risco sanitário imediato, há uma preocupação regional. O Uganda já confirmou casos ligados ao surto congolês, e outros países vizinhos foram alertados para a necessidade de preparação urgente. O movimento de pessoas através de fronteiras porosas, a insegurança armada e a fragilidade dos sistemas de saúde tornam a contenção mais complexa.</p>
<p>A estirpe Bundibugyo torna o desafio ainda maior. Ao contrário de outras variantes do vírus ébola, não há vacina aprovada para este subtipo, o que limita as ferramentas disponíveis para travar a transmissão. A resposta depende sobretudo de deteção rápida, isolamento, rastreio de contactos, proteção dos profissionais de saúde, informação às comunidades e medidas rigorosas em funerais e unidades médicas.</p>
<p>O surto é já considerado o terceiro maior alguma vez registado desta estirpe. A OMS insiste que ainda é possível travar a epidemia, mas admite que a situação poderá agravar-se nos próximos dias ou semanas devido ao atraso na identificação dos primeiros casos e às dificuldades no terreno.</p>
<p>Para as autoridades sanitárias, o objetivo imediato é ganhar tempo: identificar casos, proteger profissionais de saúde, recuperar a confiança das populações e evitar que o surto se consolide em zonas urbanas ou atravesse novas fronteiras. Mas o aviso de Tedros é claro: a resposta está atrasada, e o vírus está a avançar mais depressa do que as equipas conseguem acompanhar.</p>
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		<title>Rússia avisa estrangeiros para saírem de Kiev devido a novos ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kiev]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo russo instou hoje os cidadãos estrangeiros residentes em Kiev, incluindo funcionários diplomáticos, a abandonar a capital ucraniana devido à iminência de novos bombardeamentos para responder ao ataque de sexta-feira contra uma residência estudantil.</p>
<p>“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora.</p>
<p>Segundo o ministério russo, a campanha visa responder ao “ataque sangrento” a uma residência de estudantes da região ocupada de Lugansk, realizado na madrugada de sexta-feira, e do qual resultaram 21 mortos e pelo menos 42 feridos.</p>
<p>O ministério aconselhou ainda os residentes de Kiev a “não se aproximarem das infraestruturas militares e administrativas da cidade”.</p>
<p>O alerta surge um dia depois de um grande ataque russo contra a Ucrânia, para o qual Moscovo usou um míssil com capacidade nuclear. O bombardeamento, realizado na madrugada de domingo, utilizou, de acordo com a Força Aérea ucraniana, 690 sistemas de ataque aéreo, incluindo drones e mísseis de vários tipos e teve Kiev como alvo principal.</p>
<p>Segundo o último balanço das autoridades ucranianas, citado pela agência francesa de notícias AFP, o bombardeamento russo causou pelo menos quatro mortos e mais de 100 feridos.</p>
<p>O ataque, que foi criticado por várias organizações e países, incluindo a Comissão Europeia e Portugal, atingiu uma infraestrutura de abastecimento de água, um mercado, dezenas de edifícios residenciais e várias escolas, avançou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Moscovo justificou os bombardeamentos noturnos, que disse terem tido como alvos apenas instalações militares, como uma primeira retaliação pelo ataque à residência estudantil.</p>
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