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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Empresário César do Paço vai entrar no capital da Global Media com 20%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:20:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário César do Paço vai entrar no capital da Global Media, dona do Diário de Notícias, com 20%, através de um aumento de capital, de acordo com informação divulgada no 'site' da publicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O empresário César do Paço vai entrar no capital da Global Media, dona do Diário de Notícias, com 20%, através de um aumento de capital, de acordo com informação divulgada no &#8216;site&#8217; da publicação.</P><br />
<P>Segundo a informação, que cita um comunicado interno, o Conselho de Administração da Global Media &#8220;anuncia a realização de um aumento de capital, com a entrada de um novo investidor, o empresário César do Paço, com 20%&#8221;.</P><br />
<P>Assim, o Global Media Group (GMG) vai realizar nas próximas semanas &#8220;uma operação de reforço dos seus capitais próprios&#8221;, que diz ser &#8220;essencial para a continuidade do seu crescimento sustentável&#8221;, apontando que o setor da comunicação social enfrenta &#8220;desafios da transição digital e da adaptação a novos hábitos de consumo de informação&#8221;.</P><br />
<P>Assim, os acionistas do GMG acordaram &#8220;num memorando de entendimento onde se encontra prevista a entrada do empresário César do Paço no capital da empresa, passando a deter uma participação de 20% da mesma&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o grupo, o futuro acionista &#8220;reside há três décadas nos Estados Unidos, onde fundou a Summit Nutritionals International Inc., uma empresa líder no segmento dos suplementos nutricionais, nomeadamente o Sulfato de Condroitina Droi-Kon&#8221;.</P><br />
<P>O GMC esclareceu ainda que os atuais acionistas, Páginas Civilizadas, Grandes Notícias, José Pedro Soeiro e KNJ, irão manter-se no capital social da empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770088]]></sapo:autor>
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		<title>Área Metropolitana do Porto com uma taxa de execução do PRR de 78%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Pedro Duarte, enalteceu hoje a "recuperação relâmpago" da Área Metropolitana do Porto (AMP) na taxa de execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), atualmente a 78%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Pedro Duarte, enalteceu hoje a &#8220;recuperação relâmpago&#8221; da Área Metropolitana do Porto (AMP) na taxa de execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), atualmente a 78%.</P><br />
<P>&#8220;Eu lembro que no início do ano a situação da AMP era muito difícil e muito complexa a este respeito. Nós comparávamos muito mal em termos nacionais, mas houve um esforço gigantesco que eu tenho de agradecer e enaltecer (&#8230;) para podermos ter feito, eu diria, uma recuperação relâmpago, uma recuperação recorde&#8221;, afirmou hoje aos jornalistas Pedro Duarte, que é também presidente da Câmara do Porto, após uma reunião do Conselho Metropolitano do Porto.</P><br />
<P>De acordo com dados recolhidos a 26 de maio, e hoje apresentados por este órgão, a taxa de execução do PRR na AMP é de 78%, sendo que a AMP Oriental (constituída pelos municípios de Paredes e Valongo) é a que apresenta a maior taxa de execução, de 92%, e a AMP Centro Oriental (Gondomar e Porto) a menor taxa, de 67%.</P><br />
<P>&#8220;Agora, vamos tentar executar 100% do PRR e, portanto, não desperdiçar nenhuma verba. É para isso que estamos a trabalhar&#8221;, acrescentou o autarca.</P><br />
<P>Na reunião de hoje, foi também revelado que já não há candidaturas por avaliar no âmbito do programa Norte 2030, o que Pedro Duarte vê como um &#8220;bom indicador&#8221;, já que em janeiro a AMP tinha &#8220;praticamente 500 candidaturas por analisar&#8221;, um número que classificou &#8220;assustador&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770087]]></sapo:autor>
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		<title>Retomada circulação na linha de Cascais com condicionamento entre Caxias e Algés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na linha ferroviária de Cascais encontra-se retomada desde as 19:20, com o serviço no troço entre Caxias e Algés a realizar-se de forma condicionada, após interrupção devido a um atropelamento mortal, informou a CP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na linha ferroviária de Cascais encontra-se retomada desde as 19:20, com o serviço no troço entre Caxias e Algés a realizar-se de forma condicionada, após interrupção devido a um atropelamento mortal, informou a CP.</P><br />
<P>&#8220;O serviço ferroviário está a ser feito de forma alternada, numa só via, desde as 19:20, no troço entre Caxias e Algés&#8221;, indicou à Lusa fonte da empresa CP &#8211; Comboios de Portugal.</P><br />
<P>A circulação na linha ferroviária de Cascais, que assegura a ligação até Lisboa, foi interrompida pelas 18:00 na sequência de um atropelamento na estação de Cruz Quebrada, do qual resultou uma vítima mortal, um homem, cujo óbito foi declarado no local, segundo fonte do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Inicialmente, a CP deu conta da interrupção da circulação entre o Cais do Sodré e Algés, nos dois sentidos, e, posteriormente, por volta 18:40, encurtou o corte para entre Caxias e Algés, sem dispor de uma previsão quanto à normalização do serviço de comboios na linha de Cascais.</P><br />
<P>Segundo fonte da CP, a circulação ferroviária na linha de Cascais foi interrompida após &#8220;uma pessoa ter sido colhida&#8221; por um comboio na estação de Cruz Quebrada, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770086]]></sapo:autor>
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		<title>Governo brasileiro avisa que decisão dos EUA sobre grupos criminosos pode afetar o PIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:02:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro afirmou hoje que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pode afetar o sistema financeiro nacional e inovações como o PIX.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro afirmou hoje que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pode afetar o sistema financeiro nacional e inovações como o PIX.</P><br />
<P>Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o executivo defendeu que o Brasil trava um &#8220;combate permanente&#8221; contra fações criminosas e milícias, mas criticou possíveis medidas unilaterais adotadas por autoridades estrangeiras.</P><br />
<P>Segundo o Governo, o terror causado pelas fações procura o &#8220;lucro através do crime&#8221; e não pode ser confundido com &#8220;ações motivadas por razões ideológicas, políticas ou religiosas associadas ao terrorismo internacional&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, também acusou membros da família Bolsonaro de incentivarem a &#8220;interferência estrangeira&#8221; em assuntos internos do Brasil ao procurarem apoio de autoridades norte-americanas.</P><br />
<P>&#8220;É deplorável que, mais uma vez, integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Embora não tenha citado nominalmente Flávio Bolsonaro, a nota é uma crítica quanto ao senador e pré-candidato à Presidência do Brasil nas eleições de outubro e ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA, tendo perdido o mandato na Câmara dos Deputados.</P><br />
<P>Flávio reuniu-se esta semana, em Washington, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, ocasião em que defendeu a classificação das duas maiores fações criminosas do Brasil como terroristas. </P><br />
<P>No comunicado, o Governo brasileiro argumentou que &#8220;medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com os crimes&#8221;.</P><br />
<P>Essas medidas, segundo o Palácio do Planalto, podem ainda prejudicar a cooperação internacional no combate ao crime organizado e comprometer o partilha de informações entre forças policiais.</P><br />
<P>&#8220;Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Esse sistema de pagamento instantâneo, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, e muito popular no país, entrou na mira da Casa Branca durante uma investigação comercial aberta em julho de 2025.</P><br />
<P>O PIX foi classificado &#8220;uma prática desleal&#8221;, tendo o Brasil um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.</P><br />
<P>O Parlamento Europeu, por sua vez, tem demonstrado forte entusiasmo com o sistema de pagamentos brasileiro, e vê na experiência do Brasil um exemplo para a futura implementação do euro digital na Europa.</P><br />
<P>Na nota, o Palácio do Planalto refere que apresentou ao Departamento de Estado dos EUA, em abril, uma proposta de cooperação baseada em inteligência e combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico internacional de armas.</P><br />
<P>Reitera que o Brasil aceita colaboração internacional no combate ao crime organizado, mas rejeita &#8220;medidas arbitrárias vindas do estrangeiro&#8221; que possam atingir a soberania e a economia brasileira.</P><br />
<P>&#8220;A soberania nacional é inegociável&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Antes, durante um evento em Sergipe, o Presidente brasileiro, Lula da Silva, referiu-se a Flávio Bolsonaro como &#8220;traidor da pátria&#8221; e disse que o Brasil não aceitará ser tratado como &#8220;republiqueta&#8221; pelos EUA. </P><br />
<P>Também hoje, o vice-presidente brasileiro, Geraldo Alckmin, sugeriu que a repercussão da decisão dos EUA, celebrada pelos bolsonaristas, estaria a ser utilizada politicamente, após semanas de desgaste de Flávio devido à polémica do seu envolvimento com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro, do Banco Master.</P><br />
<P>&#8220;Isso é ruim para o Brasil. Pode ter consequências na área do sistema financeiro, na área da economia. Não vai resolver nada em termos de combate ao crime e pode prejudicar a economia&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Departamento de Estado dos EUA anunciou que pretende designar as duas maiores fações criminosas do Brasil como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) e Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs), ampliando sanções e restrições financeiras contra os grupos.</P><br />
<P>A medida entrará em vigor no dia 05 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770085]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Roland Garros: Novak Djokovic é eliminado e haverá um campeão inédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:58:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista sérvio Novak Djokovic foi hoje derrotado pelo brasileiro João Fonseca na terceira ronda de Roland Garros, com o quadro do segundo Grand Slam da temporada a deixar de ter qualquer antigo campeão de 'majors'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista sérvio Novak Djokovic foi hoje derrotado pelo brasileiro João Fonseca na terceira ronda de Roland Garros, com o quadro do segundo Grand Slam da temporada a deixar de ter qualquer antigo campeão de &#8216;majors&#8217;.</P><br />
<P>O recordista de títulos em Grand Slams (24) e quarto do ranking mundial perdeu com João Fonseca de 19 anos (30.º), que se qualificou pela primeira vez para os oitavos de final em Paris, por 4-6, 4-6, 6-3, 7-5 e 7-5, em quatro horas e 53 minutos.</P><br />
<P>Fonseca, que nunca tinha chegado a uma ronda tão avançada de um &#8216;major&#8217;, vai defrontar na próxima ronda o vencedor do encontro entre o norueguês Casper Ruud (16.º) e o norte-americano Tommy Paul (21.º).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770084]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Governo reduz desconto no ISP para gasóleo e gasolina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:44:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 29 mai 2026 (Lusa) -- O O Governo vai reduzir o desconto no ISP na próxima semana, em 1,9 cêntimos por litro para o gasóleo e em 1,8 cêntimos para a gasolina, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O O Governo vai reduzir o desconto no ISP na próxima semana, em 1,9 cêntimos por litro para o gasóleo e em 1,8 cêntimos para a gasolina, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.</P><br />
<P>&#8220;Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Assim, &#8220;os descontos resultantes da aplicação deste mecanismo temporário e extraordinário na taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo são de 43,80 euros e de 42,18 euros por 1000 litros, respetivamente&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Os preços dos combustíveis em Portugal vão descer 12 cêntimos, tanto na gasolina simples 95, como no gasóleo, de acordo com as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec) cedidas à Lusa.</P><br />
<P>Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e tendo em conta as previsões das subidas com os valores do fecho do mercado na quinta-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 1,904 euros por litro a partir de segunda-feira, enquanto o gasóleo simples poderá atingir os 1,837 euros por litro.</P><br />
<P>Segundo a portaria, &#8220;em face do aumento extraordinário do preço dos combustíveis decorrente do impacto da crise geopolítica e militar no Médio Oriente nos preços do petróleo e dos seus derivados&#8221; e face à incerteza, &#8220;com consequente impacto social e económico para as famílias e as empresas, foi decidido proceder a um desconto temporário e extraordinário do ISP&#8221;, quando o aumento de preço exceda, face à semana de 2 a 6 de março, um valor de 10 cêntimos.</P><br />
<P>Corresponde &#8220;à devolução da receita fiscal adicional de IVA, através de uma redução temporária das taxas unitárias do ISP aplicáveis, no continente, à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário&#8221;, lembrou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770083]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Regulador bolsista dos EUA propõe revogar regras de divulgação sobre alterações climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:14:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O regulador da bolsa norte-americana propôs hoje a revogação de um conjunto de regras, atualmente suspensas, que exigem que as empresas forneçam informações relacionadas com o clima nos seus relatórios anuais e outras comunicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O regulador da bolsa norte-americana propôs hoje a revogação de um conjunto de regras, atualmente suspensas, que exigem que as empresas forneçam informações relacionadas com o clima nos seus relatórios anuais e outras comunicações.</P><br />
<P>O presidente do supervisor do mercado de capitais norte-americano (SEC, na sigla em inglês), Paul Atkins, explicou em comunicado, citado pela EFE, que as obrigações de divulgação das empresas devem aplicar-se &#8220;apenas quando os benefícios esperados justifiquem os possíveis custos e encargos&#8221;.</P><br />
<P>Em 2024, o regulador norte-americano passou a exigir que as empresas de capital aberto forneçam divulgações específicas e detalhadas sobre questões relacionadas com o clima, como as emissões de gases de efeito de estufa e os efeitos das suas operações nas alterações climáticas.</P><br />
<P>No entanto, vários grupos e procuradores-gerais republicanos apresentaram uma ação judicial num tribunal de recurso logo após a aprovação das regras, o que levou a SEC a suspender a sua implementação até que o processo fosse resolvido.</P><br />
<P>Em março de 2025, a entidade anunciou que deixaria de defender legalmente estas regras.</P><br />
<P>Agora, a SEC propõe revogar completamente estas regras, argumentando que &#8220;excedem o âmbito da autoridade legal da agência&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o regulador, existem &#8220;razões políticas independentes e convincentes&#8221; para eliminar por completo estas regras, como o facto de serem &#8220;desnecessárias&#8221; e &#8220;incompatíveis&#8221; com uma &#8220;abordagem de divulgação personalizada para cada empresa cotada&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, no seu entender, estas regras impõem &#8220;custos substanciais às empresas&#8221; cotadas em bolsa e aos seus acionistas, e &#8220;entram em conflito&#8221; com o objetivo da instituição de facilitar a formação de capital e promover a condição de empresa cotada.</P><br />
<P>A SEC abrirá agora um período de consulta pública de 60 dias. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770082]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>OE2026: Excedente da Segurança Social sobe para 2.884,9 ME até abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:08:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Segurança Social registou um excedente de 2.884,9 milhões de euros até abril, acima dos 2.361,4 milhões de euros reportados em 2025, revelou hoje a síntese de execução orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Segurança Social registou um excedente de 2.884,9 milhões de euros até abril, acima dos 2.361,4 milhões de euros reportados em 2025, revelou hoje a síntese de execução orçamental. </P><br />
<P>De acordo com o documento divulgado pela Entidade Orçamental (antiga DGO &#8212; Direção-Geral do Orçamento), até abril, a receita efetiva da Segurança Social fixou-se em 15.149,1 milhões de euros, quando, no período homólogo, estava em 14.137,3 milhões de euros.</P><br />
<P>Por sua vez, a despesa efetiva foi, neste período, de 12.264,2 milhões de euros, acima dos 11.776 milhões de euros reportados em 2025. </P><br />
<P>Destacam-se rubricas como o complemento da prestação social para a inclusão (43,6%) e o subsídio de apoio ao cuidador informal (25,5%). </P><br />
<P>No sentido oposto aparecem, por exemplo, as pensões para os beneficiários dos antigos combatentes (-42,4%) e o complemento ao apoio extraordinário para crianças e jovens (-17,7%). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770080]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky alerta para novo ataque russo de grande escala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:00:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano avisou hoje que a Rússia está a preparar um novo ataque de grande escala contra a Ucrânia, apelando à população para respeitar os avisos de ataque aéreo e procurar abrigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano avisou hoje que a Rússia está a preparar um novo ataque de grande escala contra a Ucrânia, apelando à população para respeitar os avisos de ataque aéreo e procurar abrigo.</P><br />
<P>&#8220;Temos informações dos serviços de informações que indicam que a Rússia está a preparar outro ataque maciço. Fiquem atentos aos alertas de ataque aéreo e protejam as vossas vidas&#8221;, escreveu Volodymyr Zelensky nas redes sociais.</P><br />
<P>O aviso surgiu numa altura de agravamento das tensões e depois de Kiev ter sido alvo de intensos bombardeamentos russos durante o último fim de semana.</P><br />
<P>As declarações do chefe de Estado ucraniano coincidiram também com informações, de acordo com as quais Moscovo instou diplomatas estrangeiros a abandonarem a capital ucraniana, alimentando receios de uma nova vaga de ataques contra a cidade.</P><br />
<P>Zelensky não divulgou pormenores sobre a natureza ou o calendário do alegado ataque, limitando-se a referir que a informação foi obtida pelos serviços secretos ucranianos.</P><br />
<P>Desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, as autoridades ucranianas recorrem regularmente aos sistemas de alerta aéreo para avisar a população de ataques com mísseis e drones lançados pelas forças russas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770071]]></sapo:autor>
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		<title>Assembleia-geral da CGD aprova aumento de capital para 6.000 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/assembleia-geral-da-cgd-aprova-aumento-de-capital-para-6-000-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:59:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A assembleia-geral da Caixa Geral de Depósitos (CGD) aprovou hoje o aumento de capital do banco público de 4,5 mil milhões de euros para seis mil milhões de euros, segundo um comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A assembleia-geral da Caixa Geral de Depósitos (CGD) aprovou hoje o aumento de capital do banco público de 4,5 mil milhões de euros para seis mil milhões de euros, segundo um comunicado ao mercado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), foi aprovado um &#8220;aumento do capital social de 4.525.714.495 euros para 6.000.000.000 euros, por incorporação de reservas, permitindo a manutenção de uma estrutura de capital permanente sólida, estável e adequada aos níveis exigidos de solvabilidade e gestão integrada de riscos&#8221;.</P><br />
<P>Foi ainda aprovada a proposta de aplicação do resultado do exercício de 2025, incluindo 1,25 mil milhões de euros em dividendos ao Estado, como o banco já tinha anunciado.</P><br />
<P>A assembleia-geral aprovou também os documentos referentes ao exercício de 2025 e um &#8220;voto de confiança aos órgãos de administração e fiscalização e a cada um dos seus membros, pelo desempenho das suas funções no exercício de 2025&#8221;.</P><br />
<P>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) teve lucros de 1.904 milhões de euros em 2025, os maiores de sempre e mais 10% face a 2024, segundo divulgou o banco público, em fevereiro. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770068]]></sapo:autor>
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		<title>Atropelamento mortal interrompe linha ferroviária de Cascais entre Cais do Sodré e Algés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:58:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem morreu hoje atropelado na estação ferroviária de Cruz Quebrada, estando a circulação na linha de Cascais interrompida entre Cais do Sodré e Algés, disseram à Lusa fontes da Proteção Civil e da empresa CP-Comboios de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem morreu hoje atropelado na estação ferroviária de Cruz Quebrada, estando a circulação na linha de Cascais interrompida entre Cais do Sodré e Algés, disseram à Lusa fontes da Proteção Civil e da empresa CP-Comboios de Portugal.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa confirmou o atropelamento ferroviário, do qual resultou uma vítima mortal, um homem, cujo óbito foi declarado no local.</P><br />
<P>O alerta para o atropelamento foi dado pelas 18:02, tendo sido mobilizados para o local os bombeiros, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Pelas 18:30, fonte da empresa CP disse à Lusa que a circulação ferroviária na linha de Cascais estava interrompida entre o Cais do Sodré e Algés, nos dois sentidos, após &#8220;uma pessoa ter sido colhida&#8221; por um comboio na estação de Cruz Quebrada, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770060]]></sapo:autor>
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		<title>Crianças já precisam de aprender a conversar? Escola britânica culpa smartphones e cria aulas próprias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:53:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nas sessões, os alunos participam em grupos de ‘treino em círculo’, onde praticam competências básicas de comunicação, como manter contacto visual, ouvir os colegas, falar por turnos e discordar de forma respeitosa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma escola primária no Reino Unido criou ‘aulas de conversação’ para ajudar crianças a recuperar competências sociais que os professores dizem estar a ser afetadas pelo uso de smartphones. A decisão foi tomada pela Shelton Junior School, em Derby, depois de a equipa docente ter detetado mais dificuldades dos alunos em conversar, manter a concentração e resolver conflitos, noticiou o &#8216;Daily Mail&#8217;.</p>
<p>Nas sessões, os alunos participam em grupos de ‘treino em círculo’, onde praticam competências básicas de comunicação, como manter contacto visual, ouvir os colegas, falar por turnos e discordar de forma respeitosa. A medida surge depois de os professores perceberem que muitas crianças já não desenvolvem naturalmente estas capacidades fora da sala de aula.</p>
<p>“Os períodos de atenção são mais curtos, a concentração é menor e as crianças têm mais dificuldade em comunicar eficazmente umas com as outras, especialmente em situações de conflito”, afirmou Jon Bacon, diretor da Shelton Junior School.</p>
<p>O responsável explica que a escola passou a ensinar ativamente estas competências porque os alunos “não socializam da mesma forma que antes”. Para Bacon, o uso de telemóveis entre crianças está a afetar “o funcionamento” das escolas e também “a saúde e o bem-estar” dos alunos.</p>
<p>A Shelton Junior School faz parte de um grupo de escolas em Derby que se uniu para pedir aos pais que não deem telemóveis aos filhos antes do final do ensino secundário. A iniciativa surgiu depois de relatos de crianças com apenas oito anos já terem telemóvel próprio.</p>
<p>As escolas enviaram uma carta e um guia às famílias, numa altura em que muitos alunos se preparam para passar para o 7º ano, equivalente a idades entre 11 e 12 anos. O objetivo é tranquilizar os pais e reforçar a mensagem de que os filhos não precisam de levar telemóvel para a escola.</p>
<p>A preocupação vai além da distração em sala de aula. Para os responsáveis escolares, a exposição precoce aos smartphones está a reduzir oportunidades de socialização presencial, a alterar hábitos de atenção e a tornar mais difícil a gestão de conflitos entre crianças.</p>
<p>“Queremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para apoiar esta causa, e acredito que esta mensagem unificada certamente alcançará esse objetivo”, afirmou Bacon, defendendo uma resposta conjunta entre escolas e famílias.</p>
<p>O caso mostra como o debate sobre smartphones nas escolas deixou de estar limitado à proibição de aparelhos durante as aulas. Em Derby, a preocupação já chegou a uma etapa anterior: ensinar as crianças a fazer aquilo que antes parecia espontâneo — conversar umas com as outras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770062]]></sapo:autor>
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		<title>Passos Coelho destaca que Prestação Social Única era uma medida do Governo PS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:42:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho afirmou hoje que a Prestação Social Única, aprovada pelo Governo PSD/CDS-PP, lhe parece uma boa medida, mas indicou que partiu de uma proposta do anterior executivo socialista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho afirmou hoje que a Prestação Social Única, aprovada pelo Governo PSD/CDS-PP, lhe parece uma boa medida, mas indicou que partiu de uma proposta do anterior executivo socialista. </P><br />
<P>&#8220;Tanto quanto sei, porque eu não tenho de estar informado sobre tudo, esta era uma medida que constava do caderno de encargos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) apresentado pelo governo anterior&#8221;, disse o ex-presidente do PSD à saída das comemorações dos 850 anos do mutualismo em Portugal. </P><br />
<P>O social-democrata assinalou que não é por ter sido o ex-primeiro-ministro socialista António Costa a comprometer-se com esta medida que a mesma é má. </P><br />
<P>&#8220;Parece-me bem [medida]. Tanto quanto compreendo, isto tem de ver com uma harmonização da condição de recursos que se aplica às diversas prestações sociais&#8221;, vincou. </P><br />
<P>Questionado sobre o porquê de ter feito questão de frisar que esta era uma medida socialista, Passos Coelho ressalvou apenas que &#8220;é o que é&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Creio que o Governo assume isso, é um compromisso do Estado português, o Estado ficou junto da União Europeia de fazer esta harmonização e, portanto, cabe ao Governo fazê-la, é apenas isso&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>O Governo aprovou hoje uma &#8220;reforma das prestações sociais não contributivas&#8221;, criando uma Prestação Social Única que irá agregar 13 apoios, anunciou hoje o primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Não vai prejudicar ninguém face à situação atual, não há aqui nenhum corte de nenhuma garantia do Estado. A única área em que poderá haver alguma perda é para aqueles que estão a prevaricar&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P><br />
<P>O primeiro-ministro falava no final da reunião do Conselho de Ministros, que decorreu na residência oficial em São Bento, sem responder a perguntas, antes de a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, apresentar o diploma em detalhe.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770040]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>OE2026: Receita fiscal do Estado sobe 1,2% para 17.652,1 M€ até abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:42:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[receita fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado arrecadou 17.652,1 milhões de euros em impostos até abril, um aumento de 1,2% face ao mesmo período de 2025, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado arrecadou 17.652,1 milhões de euros em impostos até abril, um aumento de 1,2% face ao mesmo período de 2025, foi hoje anunciado.</p>
<p>&#8220;Em abril de 2026, a receita fiscal acumulada do subsetor Estado totalizou 17.652,1 milhões de euros, representando um acréscimo de 215,6 milhões de euros (1,2%) face ao período homólogo&#8221;, revelou a síntese de execução orçamental.</p>
<p>Nos impostos diretos, verificou-se um aumento de 72,8 milhões de euros (1,1%) na receita, que teve em conta o crescimento da receita líquida de IRS &#8212; Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares em 185,1 milhões de euros, mesmo com a subida dos pagamentos de reembolsos em 120,9 milhões de euros.</p>
<p>Contudo, este efeito foi atenuado por uma descida na receita líquida do IRC &#8212; Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas de 102,6 milhões de euros (-20%), justificada, sobretudo, pelo aumento dos reembolsos pagos no valor de 75 milhões de euros.</p>
<p>Do lado dos impostos indiretos, houve uma progressão da receita em 142,9 milhões de euros (1,3%), face ao período homólogo, devido ao aumento da receita líquida do IVA &#8212; Imposto sobre o Valor Acrescentado (54,8 milhões de euros) e do ISP &#8212; Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (33,9 milhões de euros) e do Imposto de Selo (33 milhões de euros).</p>
<p>A evolução da receita de IVA foi afetada pelo aumento dos reembolsos pagos em 329,5 milhões de euros.</p>
<p>&#8220;[&#8230;] Se considerarmos o efeito da prorrogação do pagamento de IVA (424,8 milhões de euros em abril de 2026, face a 255,1 milhões de euros em abril de 2025), a receita deste imposto aumentaria 224,5 milhões de euros (2,7%)&#8221;, precisou.</p>
<p>Assim, com o efeito corrigido, a receita fiscal apresentaria uma subida de 2,2% ou de mais 385,3 milhões de euros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770043]]></sapo:autor>
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		<title>Terá sido a multa de trânsito mais absurda de sempre? É acusada de usar o telemóvel com a mão direita — apesar de não a ter</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tera-sido-a-multa-de-transito-mais-absurda-de-sempre-e-acusada-de-usar-o-telemovel-com-a-mao-direita-apesar-de-nao-a-ter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:27:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[multas]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso aconteceu em fevereiro último, na North Dixie Highway, no condado de Palm Beach, nos Estados Unidos
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher de 36 anos, residente na Florida, foi multada por alegadamente usar o telemóvel enquanto conduzia com a mão direita. O detalhe que transformou uma simples operação de trânsito numa história surreal é que Kathleen Thomas não tem mão direita, como relata o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>O caso aconteceu em fevereiro último, na North Dixie Highway, no condado de Palm Beach &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=-HV5EaIFjV0" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a>. Um agente mandou parar a condutora depois de suspeitar que esta seguia distraída ao volante. Segundo imagens da câmara corporal da polícia, citadas por meios locais, o agente acusou Thomas de ter passado por ele a segurar e a manipular o telemóvel com a mão direita.</p>
<p>A resposta da condutora foi imediata: levantou o braço direito e mostrou ao polícia que não tinha mão. “Obviamente, não é o caso”, respondeu, incrédula, sugerindo que a situação ficasse por ali. Mas o agente manteve a acusação e insistiu que a tinha visto com uma mão levantada.</p>
<p>O momento tornou-se ainda mais embaraçoso quando o agente lhe pediu que jurasse que não tinha usado o telemóvel ao volante. Ao levantar o braço direito para o fazer, o polícia acabou por lhe pedir que usasse “a outra mão”. Apesar da evidência, Thomas recebeu uma multa de 116 dólares, cerca de 107 euros, por violação das regras da Florida sobre utilização de dispositivos sem fios durante a condução.</p>
<p>A condutora contestou a multa em tribunal, mas a audiência acabou por ser cancelada depois de o próprio agente pedir o arquivamento do caso por “falta de provas”. Thomas celebrou depois o desfecho no TikTok com ironia: “Mano, nós já sabíamos disso.”</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770031]]></sapo:autor>
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		<title>OE2026: Estado regista défice de 1.548 M€ até abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Estado registou um défice de 1.548 milhões de euros até abril, com o saldo a diminuir 1.701,6 milhões de euros, em resultado de descidas nas administrações Central e Regional, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado registou um défice de 1.548 milhões de euros até abril, com o saldo a diminuir 1.701,6 milhões de euros, em resultado de descidas nas administrações Central e Regional, foi hoje anunciado.</p>
<p>&#8220;O saldo das Administrações Públicas diminuiu 1.701,6 milhões de euros, resultado da diminuição dos saldos da Administração Central (-2.347 milhões de euros, -1.212,7 milhões de euros, sem o efeito dos pagamentos para regularização de dívidas do SNS) e da Administração Regional (-137,4 milhões de euros)&#8221;, lê-se na síntese de execução orçamental divulgada pela Entidade Orçamental (antiga DGO &#8212; Direção-Geral do Orçamento).</p>
<p>De acordo com o documento, o saldo total está agora em -1.548 milhões de euros.</p>
<p>No sentido inverso, o saldo da Segurança Social aumentou 523,6 milhões de euros e o da Administração Local subiu em 259,2 milhões de euros.</p>
<p>No primeiro quadrimestre do ano, os saldos global e primário da Administração Central e da Segurança Social foram de, respetivamente, -2.281,9 milhões de euros e 355,3 milhões de euros.</p>
<p>Registou-se, assim, uma diminuição de -1.823,4 milhões de euros e -1.742,2 milhões de euros face a 2025.</p>
<p>Em comparação com o período homólogo, a evolução do saldo global deveu-se ao facto do acréscimo da despesa em 6,9%, excluindo o efeito dos pagamentos do SNS até abril de 2026, estar acima do crescimento de 4,9% na receita.</p>
<p>Por sua vez, o saldo global das Administrações Regional e Local situou-se em 734,2 milhões de euros, mais 121,8 milhões de euros face ao ano anterior.</p>
<p>No caso da Administração Regional, o saldo totalizou -57,7 milhões de euros, um decréscimo homólogo de 137,4 milhões de euros.</p>
<p>Na Administração Local, o saldo foi de 791,9 milhões de euros, mais 259,2 milhões de euros relativamente a 2025.</p>
<p>Já a despesa consolidada ascendeu 10,5%, face ao mesmo período do ano anterior, enquanto a despesa primária avançou 11,1%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770020]]></sapo:autor>
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		<title>Ibersol reduz prejuízo para 2,5 M€ no primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:15:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol registou, nos primeiros três meses deste ano, prejuízos de 2,5 milhões de euros, melhorando em perto de um milhão de euros em relação a igual período de 2025, adiantou hoje em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ibersol registou, nos primeiros três meses deste ano, prejuízos de 2,5 milhões de euros, melhorando em perto de um milhão de euros em relação a igual período de 2025, adiantou hoje em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com o grupo de restauração, o volume de negócios consolidado, no mesmo período, foi de 121,3 milhões de euros, um aumento de 4,7% em termos homólogos.</P><br />
<P>O EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) atingiu 26,3 milhões de euros, um aumento de 7,6%, segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>De acordo com a Ibersol, em Portugal, o grupo teve o seu melhor desempenho no mês de janeiro, &#8220;onde se registaram crescimentos superiores a 5%&#8221;, sendo que, em fevereiro, &#8220;a primeira quinzena do mês foi marcada pelas tempestades que afetaram particularmente as zonas de Leiria, Coimbra e Vale do Tejo&#8221;, tendo originado &#8220;alguns encerramentos temporários de restaurantes e condicionamentos ao tráfego nas suas áreas envolventes&#8221;. </P><br />
<P>Por isso, a empresa registou &#8220;uma variação negativa na tendência de vendas&#8221;, que se manteve em março, &#8220;um mês marcado pelo início do conflito no Irão e pela subida de mais de 10% nos preços dos combustíveis&#8221;.</P><br />
<P>No final do primeiro trimestre, o número total de unidades era de 559 (512 próprias e 47 franqueadas), face a 562 no final do ano.</P><br />
<P>A empresa investiu 7,6 milhões de euros no mesmo período, com a dívida líquida a ascender a 172,9 milhões de euros, um aumento de 5,6 milhões de euros face ao valor em dívida no final de 2025. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770009]]></sapo:autor>
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		<title>Lula critica EUA e afirma que Brasil não aceita ser tratado com &#8216;republiqueta&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:15:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou hoje que o Brasil não aceitará ser tratado como "republiqueta", após os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou hoje que o Brasil não aceitará ser tratado como &#8220;republiqueta&#8221;, após os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas.</P><br />
<P>Lula pediu respeito pela soberania brasileira e afirmou que o país não aceitará interferências externas, declarando: &#8220;não brinquem com a soberania desse país&#8221; e &#8220;não brinquem com a nossa democracia&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado criticou ainda o senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro, que se reuniu esta semana, em Washington, com o Presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, para tratar da classificação do PCC e do CV.</P><br />
<P>Sem citar diretamente Flávio Bolsonaro, Lula afirmou que há &#8220;um candidato a presidente&#8221; que &#8220;não tem vergonha na cara de trair a (&#8230;) pátria&#8221; ao pedir &#8220;intervenção americana no Brasil&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro sugeriu que Marco Rubio não participou na reunião de três horas que teve com Trump há três semanas na Casa Branca, porque o secretário de Estado estaria &#8220;preparado para ajudar um filho de um bolsonarista&#8221;.</P><br />
<P>Lula afirmou que o PCC e o CV são terroristas &#8220;para as comunidades brasileiras&#8221;, mas &#8220;não da forma como o Trump quer&#8221;, ao mencionar, como exemplo, Osama bin Laden, ex-líder da Al Quaida morto por tropas dos EUA em 2011.</P><br />
<P>Na sequência, o político brasileiro reafirmou que o combate às fações criminosas será conduzido pelas instituições nacionais &#8220;aqui dentro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esse tal de Comando Vermelho, esse tal de PCC, eles são terroristas para as comunidades brasileiras, para a sociedade brasileira, para o povo da periferia desse país&#8221;, declarou. </P><br />
<P>&#8220;Eles são terroristas porque incomodam as famílias, eles incomodam o bairro, eles incomodam a cidade, eles roubam tudo que tem direito do povo, o direito do povo ir e vir livremente&#8221;, completou.</P><br />
<P>Lula afirmou ter entregado documentos a Trump sobre cooperação bilateral contra o crime organizado e pediu a extradição de brasileiros investigados por contrabando, lavagem de dinheiro e outros crimes, que estariam nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Quer combater o crime organizado? Me entregue os nossos que estão lá nos Estados Unidos&#8221;, afirmou Lula, ao citar suspeitos brasileiros que viveriam em Miami e no estado de Delaware.</P><br />
<P>Entre eles, o Presidente brasileiro citou nominalmente o empresário Ricardo Magro, considerado pelas autoridades brasileiras como o maior sonegador de impostos do Brasil, dono de uma refinaria de combustíveis já interditada no Brasil.  </P><br />
<P>&#8220;Nós não aceitamos ser tratado como moleque. Nós não aceitamos ser tratado como se fosse uma republiqueta&#8221;, afirmou durante o evento de anúncios de investimentos da Petrobras no estado de Sergipe. </P><br />
<P>O Presidente também defendeu a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional da Segurança Pública no Senado, afirmando que a proposta permitirá ampliar investimentos federais em inteligência e fortalecer o combate ao crime organizado.</P><br />
<P>A declaração é uma pressão indireta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, adversário político do Palácio do Planalto, que ainda não deu andamento à tramitação da proposta. </P><br />
<P>Lula voltou a defender o multilateralismo e afirmou que o Brasil exige respeito de todas as nações, declarando que &#8220;não fala grosso&#8221; com nenhum país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770008]]></sapo:autor>
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		<title>Nobel da Paz ou “Prémio Trump”? A proposta de aliado da Casa Branca que provoca críticas nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Lindsey Graham]]></category>
		<category><![CDATA[prémio nobel]]></category>
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					<description><![CDATA[Lindsey Graham falava sobre a proposta de Donald Trump para que vários países do Médio Oriente adiram aos Acordos de Abraão, o conjunto de entendimentos diplomáticos que procuram normalizar relações com Israel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador republicano Lindsey Graham defendeu que o Nobel da Paz deveria passar a chamar-se “Prémio Trump” caso o presidente americano consiga alargar os Acordos de Abraão a mais países do Médio Oriente, num momento em que Washington tenta pôr fim à guerra com o Irão. A declaração, feita na &#8216;Fox News&#8217;, foi rapidamente alvo de críticas e troça nas redes sociais, noticia o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Graham falava sobre a proposta de Donald Trump para que vários países do Médio Oriente adiram aos Acordos de Abraão, o conjunto de entendimentos diplomáticos que procuram normalizar relações com Israel.</p>
<p>O senador foi mais longe e afirmou que, se Trump conseguir convencer a Arábia Saudita a reconhecer Israel, terá conseguido “acabar com o conflito árabe-israelita”, que, segundo disse, se arrasta “há milhares de anos”.</p>
<p>“Deviam mudar o Nobel para Prémio Trump”, declarou Graham.</p>
<p><strong>O que disse Lindsey Graham?</strong></p>
<p>A declaração surgiu durante o programa ‘Hannity’, da &#8216;Fox News&#8217;, quando Graham comentava os esforços diplomáticos de Trump no Médio Oriente.</p>
<p>“Se ele conseguir isto, se conseguir que a Arábia Saudita, o centro do Islão para todo o mundo, reconheça o Estado judaico de Israel, terá terminado o conflito árabe-israelita”, afirmou o senador republicano.</p>
<p>Graham, aliado próximo de Trump, sugeriu então que esse feito justificaria não apenas a atribuição do Nobel da Paz ao presidente americano, mas a alteração simbólica do próprio nome do prémio.</p>
<p>A proposta surge num contexto em que Trump tem dito publicamente que merece o Nobel da Paz. No ano passado, no Salão Oval, afirmou: “Mereço-o, mas nunca mo vão dar.”</p>
<p><strong>Porque entram os Acordos de Abraão nesta história?</strong></p>
<p>Os Acordos de Abraão são entendimentos diplomáticos destinados a normalizar as relações entre Israel e países árabes ou muçulmanos.</p>
<p>Trump defendeu esta semana, numa publicação na &#8216;Truth Social&#8217;, que vários países do Médio Oriente deveriam aderir aos acordos no âmbito dos esforços para acabar com a guerra no Irão. Entre os países mencionados estavam Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Paquistão, Turquia, Egito, Jordânia e Bahrain.</p>
<p>Dois desses países, Bahrain e Emirados Árabes Unidos, já são signatários dos Acordos de Abraão, algo que Trump reconheceu na própria publicação.</p>
<p>A Arábia Saudita é, porém, o elemento politicamente mais relevante. Um reconhecimento formal de Israel por Riade seria visto como uma mudança diplomática profunda no Médio Oriente e uma vitória simbólica para qualquer administração americana que o conseguisse.</p>
<p><strong>Como reagiram os críticos?</strong></p>
<p>A sugestão de Graham foi recebida com críticas imediatas online. A organização Veterans for Responsible Leadership classificou o senador como “patético”, enquanto a conta Republicans Against Trump acusou Graham de se humilhar antes das primárias republicanas na Carolina do Sul.</p>
<p>O escritor e realizador Andy Ostroy também criticou o senador, escrevendo que Graham estava a “humilhar-se”. Já Mehdi Hasan, fundador da plataforma Zeteo, reagiu de forma mais curta e dura: “FFS”.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, as críticas concentraram-se sobretudo na perceção de que Graham estaria a exagerar o papel de Trump e a prestar uma homenagem política desproporcionada ao presidente americano.</p>
<p><strong>Trump e o Nobel da Paz</strong></p>
<p>Trump nunca escondeu o desejo de receber o Nobel da Paz. A ambição ganhou novo destaque depois de María Corina Machado, destacada líder da oposição venezuelana ao antigo presidente Nicolás Maduro, ter apresentado o seu Nobel da Paz a Trump em janeiro, depois de forças americanas terem capturado Maduro em Caracas.</p>
<p>Para os seus apoiantes, Trump tem procurado apresentar-se como um líder capaz de obter acordos onde diplomacias tradicionais falharam. Para os críticos, a insistência no Nobel tornou-se mais um exemplo da forma como o presidente tenta transformar iniciativas diplomáticas em culto político pessoal.</p>
<p>A proposta de Graham encaixa precisamente nessa tensão. Pode ser lida como elogio estratégico a Trump, mas também como mais uma demonstração da centralidade que o presidente mantém dentro do Partido Republicano.</p>
<p><strong>Uma frase pensada para Trump</strong></p>
<p>A ideia de renomear o Nobel da Paz dificilmente terá consequência prática. O prémio é atribuído pelo Comité Nobel norueguês e a proposta de Graham surge no plano político e mediático, não como uma iniciativa institucional.</p>
<p>Mas a frase cumpre outro objetivo: amplifica a narrativa de Trump como negociador indispensável para o Médio Oriente e coloca pressão simbólica sobre um prémio que o próprio presidente americano já afirmou merecer.</p>
<p>Num debate marcado pela guerra no Irão, pela tentativa de reativar os Acordos de Abraão e pela ambição de Trump de ser reconhecido como pacificador, Graham escolheu a fórmula mais provocadora: se houver acordo, o Nobel deveria deixar de ser Nobel e passar a ser Trump.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770014]]></sapo:autor>
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		<title>Transição verde está a destruir emprego antes de criar novos postos? BCE relança debate na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[Debate ganhou força num momento em que o apoio público às políticas climáticas parece menos sólido do que antes da pandemia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição verde europeia está a enfrentar uma pressão crescente: o custo da descarbonização ainda não foi compensado por mais crescimento económico nem por criação suficiente de emprego. A conclusão surge num estudo do Banco Central Europeu citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, que questiona se os chamados ‘empregos verdes’ estão realmente a substituir os postos perdidos nos setores mais poluentes.</p>
<p>O debate ganhou força num momento em que o apoio público às políticas climáticas parece menos sólido do que antes da pandemia. A mudança de rumo nos Estados Unidos, a resistência da China a acelerar a adoção de fontes de energia mais limpas e o crescimento de partidos europeus críticos das metas ambientais de Bruxelas tornaram a transição ecológica num tema cada vez mais político.</p>
<p>No centro está o Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia. Este mecanismo obriga as empresas a pagar pelas emissões de carbono que geram, com preços definidos pelo mercado. A lógica é simples: tornar mais caro poluir para acelerar a descarbonização. Mas o impacto económico está a chegar às empresas, aos preços e, em alguns casos, ao emprego.</p>
<p><strong>O que conclui o BCE?</strong></p>
<p>O estudo liderado por Christofer Schroeder, economista do BCE, estima que cada aumento de 1% no preço das licenças de emissão esteja associado a uma queda de 0,2% no emprego agregado.</p>
<p>Nos empregos mais poluentes, o impacto é mais forte: a descida chega a 1%. Essa parte era esperada, já que os setores intensivos em carbono são diretamente penalizados quando emitir se torna mais caro.</p>
<p>O dado mais sensível é outro. O BCE também deteta um efeito negativo nos empregos mais verdes, embora menos acentuado. Ou seja, no curto prazo, a transição não parece estar a criar postos verdes suficientes para compensar as perdas nas áreas mais poluentes.</p>
<p><strong>Porque é que os empregos verdes não compensam?</strong></p>
<p>A explicação está nos custos e nas competências. Quando as emissões ficam mais caras, muitas empresas enfrentam custos energéticos superiores, reduzem planos de investimento e travam contratações.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a criação de emprego verde não é automática. Os novos postos exigem qualificações específicas em áreas como redes elétricas, energia solar, eólica, biocombustíveis ou transformação industrial. Nem todos os trabalhadores dos setores poluentes conseguem passar rapidamente para essas funções.</p>
<p>O Fórum Económico Mundial já tinha alertado para este desequilíbrio: as vagas verdes estão a crescer duas vezes mais depressa do que o número de trabalhadores qualificados para as preencher.</p>
<p>A Boston Consulting Group fala mesmo numa “grave escassez” de profissionais para a descarbonização e estima que, até 2030, possa faltar mão de obra equivalente a sete milhões de trabalhadores, sobretudo nas áreas da energia solar, eólica e dos biocombustíveis.</p>
<p><strong>O risco político da descarbonização</strong></p>
<p>O problema ultrapassa o mercado de trabalho. Se famílias e empresas sentirem apenas custos — energia mais cara, preços mais altos, menor investimento ou insegurança laboral — o apoio às políticas climáticas pode enfraquecer.</p>
<p>É por isso que outro estudo citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, de investigadores da Universidade de Valência e do BBVA Research, defende que os decisores devem ter em conta o chamado “custo social do carbono”. A ideia é desenhar políticas que reduzam emissões sem provocar uma reação social que alimente movimentos populistas.</p>
<p>Os economistas reconhecem que o custo de longo prazo das alterações climáticas será muito superior ao custo das políticas para as combater. Mas isso não resolve o problema imediato: a transição precisa de ser socialmente suportável para ser politicamente sustentável.</p>
<p><strong>Bruxelas tenta suavizar o impacto</strong></p>
<p>A União Europeia tem procurado proteger setores estratégicos através da atribuição gratuita de licenças de emissão, nomeadamente em indústrias expostas à concorrência internacional, como a siderurgia.</p>
<p>Com a atualização do regime, as fábricas continuarão a receber cerca de 75% das licenças de forma gratuita, sem terem de as comprar no mercado. Bruxelas estima que esta decisão tenha um impacto económico de cerca de 4 mil milhões de euros entre 2026 e 2030.</p>
<p>Mas o objetivo continua a ser eliminar gradualmente esse apoio para forçar a descarbonização. O dilema está nesse equilíbrio: proteger demasiado pode atrasar a transição; retirar apoios depressa demais pode destruir emprego e alimentar contestação.</p>
<p><strong>Uma transição necessária, mas mais difícil</strong></p>
<p>A conclusão do estudo do BCE não é que a transição verde deva ser travada. É que os seus efeitos no emprego são mais complexos do que a promessa política de uma substituição rápida por empregos verdes.</p>
<p>A Europa precisa de reduzir emissões, mas também de formar trabalhadores, reforçar redes elétricas, apoiar empresas em setores críticos e garantir que a criação de novos empregos acompanha o ritmo das perdas.</p>
<p>Sem essa preparação, a transição verde arrisca tornar-se economicamente necessária, mas socialmente difícil de defender.</p>
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