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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Banca, energia, telecomunicações, universidades… Estas são as marcas com melhor reputação para os C-Levels</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:30:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A consultora OnStrategy apresentou os resultados do estudo de reputação de marca em Portugal referente ao ano de 2025, distinguindo as marcas mais relevantes em cada dimensão reputacional nos principais setores de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consultora OnStrategy apresentou os resultados do estudo de reputação de marca em Portugal referente ao ano de 2025, distinguindo as marcas mais relevantes em cada dimensão reputacional nos principais setores de atividade.</p>
<p>O estudo analisou mais de 2.000 marcas ao longo do ano, distribuídas por mais de 70 setores de atividade e previamente identificadas de forma espontânea por diferentes stakeholders. A avaliação envolveu mais de 50.000 cidadãos, que representam a sociedade portuguesa em termos de distribuição geográfica, género, idade, nível de escolaridade e classe social. Paralelamente, participaram mais de 8.000 profissionais C-Level, representando o tecido empresarial nacional, bem como mais de 900 jornalistas e mais de 200 líderes de opinião.</p>
<p>No âmbito do stakeholder “Profissionais / C-Levels”, o estudo destaca as marcas com melhor desempenho em cada dimensão de reputação nos setores da banca, energia, tecnologia, telecomunicações, serviços profissionais e universidades. No entanto, os resultados detalhados por marca não foram incluídos na informação disponibilizada.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765539]]></sapo:autor>
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		<title>Gouveia e Melo teme nova pandemia e diz que relatório da Covid que fez &#8220;foi parar a uma gaveta&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Henrique Gouveia e Melo considera que Portugal e o resto do mundo poderão não ter aprendido as principais lições deixadas pela pandemia de Covid-19 e alerta para o risco de uma futura crise sanitária encontrar novamente os países despreparados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Henrique Gouveia e Melo considera que Portugal e o resto do mundo poderão não ter aprendido as principais lições deixadas pela pandemia de Covid-19 e alerta para o risco de uma futura crise sanitária encontrar novamente os países despreparados. O antigo coordenador da task force da vacinação mostrou-se particularmente preocupado com o crescimento dos movimentos antivacinas e com aquilo que descreve como um esquecimento generalizado do trabalho realizado durante os anos mais críticos da pandemia.</p>
<p>Em declarações à CNN Portugal, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada revelou ter deixado um “relatório pormenorizado” no final da missão à frente da task force da vacinação, mas admite duvidar que o documento tenha sido sequer analisado. “Desconfio que ninguém o leu”, afirmou, lamentando que o relatório possa estar “algures numa gaveta”. Segundo explicou, o documento detalhava os planos inicialmente definidos, as alterações introduzidas ao longo da crise e as soluções encontradas para responder aos problemas que surgiram durante a campanha de vacinação contra a covid-19.</p>
<p>Gouveia e Melo entende que o problema não se limita a Portugal e diz ver sinais preocupantes a nível internacional, sobretudo devido ao fortalecimento da chamada “onda antivacinas”. O antigo vice-almirante aponta os Estados Unidos como um dos exemplos mais evidentes desse fenómeno, numa altura em que o país enfrenta um aumento significativo de casos de sarampo associado à quebra das taxas de vacinação. Dados do portal Our World in Data indicam que 2026 poderá tornar-se o pior ano em mais de três décadas em número de diagnósticos de sarampo nos EUA, com os casos já perto dos dois mil e com previsões de ultrapassarem os registos de 2025.</p>
<p>Ainda assim, Henrique Gouveia e Melo sublinha que os sinais de desconfiança em relação às vacinas também já são visíveis em Portugal, país onde, durante muitos anos, a vacinação foi amplamente aceite pela população. “Mesmo em Portugal, onde as vacinas eram aceites quase de forma universal, há agora quem ache que as vacinas são perigosas”, alertou. Para o antigo responsável pela task force, este cenário poderá transformar-se num problema grave caso surja uma nova pandemia, uma vez que a resistência à vacinação poderá comprometer a capacidade de resposta das autoridades de saúde.</p>
<p>Convencido de que muitas das lições retiradas da pandemia acabaram por não ser assimiladas, Gouveia e Melo teme que uma futura emergência sanitária volte a obrigar as autoridades a agir sem preparação suficiente. “Num dia em que haja uma nova pandemia, este movimento antivacinas, se for muito forte, vai ser um problema sério”, avisou, acrescentando ainda que, perante a falta de aprendizagem coletiva, “vamos ter de improvisar outra vez”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765510]]></sapo:autor>
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		<title>Foundever distinguida como uma das melhores empresas do mundo para mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:01:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Foundever voltou a ser distinguida, pelo quinto ano consecutivo, como uma das “Melhores Empresas para Mulheres” e “Melhores Empresas para a Diversidade” a nível global pela Comparably.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Foundever voltou a ser distinguida, pelo quinto ano consecutivo, como uma das “Melhores Empresas para Mulheres” e “Melhores Empresas para a Diversidade” a nível global pela Comparably. A empresa recebeu ainda, pela segunda vez, o prémio “Best Company Outlook”, distinção que reflete a confiança dos colaboradores no futuro da organização.</p>
<p>Em comunicado, a tecnológica destaca que estes reconhecimentos reforçam o posicionamento da empresa enquanto organização focada no desenvolvimento dos seus 130 mil colaboradores, que apoiam mais de 800 marcas em todo o mundo.</p>
<p>Portugal surge como um dos principais exemplos da estratégia global da empresa, sobretudo através da Global Mentorship Initiative, programa da fundação Foundever.org lançado em 2024 para promover a mobilidade profissional e o desenvolvimento de competências de liderança. A iniciativa já reúne mais de 200 mentores em 30 países e contabiliza mais de 1.400 horas de mentoria.</p>
<p>Segundo a empresa, Portugal é atualmente o país com o maior número de mentores desta rede global, sendo que 64,7% dos mentores nacionais são mulheres.</p>
<p>A aposta na promoção da liderança feminina estende-se também ao programa Inspiring Futures, desenvolvido em parceria com a Inspiring Girls Portugal. A iniciativa, lançada em Portugal em 2024, procura aproximar jovens estudantes de carreiras ligadas à tecnologia e competências digitais e já impactou mais de 400 jovens na Península Ibérica.</p>
<p>A visão da empresa foi também destacada por Benedita Miranda, COO EMEA da Foundever, durante a sua participação no Forbes Women Summit 2026, onde integrou o painel “As Vozes do Negócio”.</p>
<p>“Acreditamos que a tecnologia deve libertar espaço para mais empatia, mais escuta e melhores relações humanas. É por isso que a liderança do futuro vai ser menos técnica e mais virada para o ser humano”, afirmou a responsável.</p>
<p>Sobre o tema do evento, “O Poder das Vozes”, Benedita Miranda sublinhou ainda que “usar a nossa voz não é apenas falar, é ter coragem para ocupar espaço sem deixar de ser quem somos”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765529]]></sapo:autor>
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		<title>Processo da Glam continua parado e famosos arriscam perder mais de um milhão de euros</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:56:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase um ano depois da declaração de insolvência da agência Glam, o processo judicial continua sem avanços significativos, deixando várias figuras públicas sem perspetivas de recuperar os valores reclamados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase um ano depois da declaração de insolvência da agência Glam, o processo judicial continua sem avanços significativos, deixando várias figuras públicas sem perspetivas de recuperar os valores reclamados. A antiga agência de agenciamento de celebridades acumulou uma dívida superior a um milhão de euros e o caso permanece praticamente bloqueado devido a problemas relacionados com a administração da insolvência.</p>
<p>Segundo revelou o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/divida-milionaria-da-agencia-glam-a-estrelas-de-tv-parada-na-justica" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a administradora de insolvência nomeada pelo tribunal deverá agora ser afastada do processo, depois de credores e a própria responsável terem solicitado essa substituição. Em causa estarão falhas no cumprimento de prazos e a ausência de documentação considerada essencial, incluindo extratos bancários da empresa referentes a 2025, listas de empréstimos feitos aos sócios e registos de donativos realizados pelos gerentes Beatriz e Luís Lemos.</p>
<p>Entre os principais lesados encontram-se vários rostos conhecidos da televisão portuguesa. Ana Guiomar lidera a lista, alegadamente com cerca de 313 mil euros por receber. Diana Chaves reclama aproximadamente 219 mil euros, enquanto Rui Unas terá ficado sem 207 mil euros. Sofia Ribeiro surge igualmente entre os credores com cerca de 68 mil euros em falta e Patrícia Bull aguarda ainda o pagamento de 20 mil euros. O processo inclui também dívidas a entidades como a Autoridade Tributária, Segurança Social, Banco Comercial Português e Santander.</p>
<p>A polémica em torno da Glam ganhou maior dimensão pública em abril de 2025, quando Diana Chaves e Sónia Araújo abandonaram a agência após suspeitas de discrepâncias entre os valores pagos pelas marcas em campanhas publicitárias e os montantes efetivamente entregues às figuras agenciadas. O caso acabaria por desencadear várias queixas-crime e ações judiciais movidas por artistas e apresentadores que alegam terem sido prejudicados financeiramente. Ana Guiomar chegou mesmo a lamentar publicamente a situação, afirmando esperar da empresa “honestidade, lealdade e respeito”.</p>
<p>Durante mais de duas décadas, a Glam foi uma das empresas mais influentes no setor do entretenimento e representação artística em Portugal. Apesar de faturar cerca de 3,3 milhões de euros, os elevados custos operacionais consumiam grande parte das receitas. Um relatório elaborado na altura da insolvência apontava para uma estrutura financeira frágil, sustentada artificialmente por movimentos de grandes quantias na conta principal da empresa, o que acabava por mascarar a verdadeira situação económica da agência. A expansão para outras áreas através de empresas como Glam Music, Glam Models, BOXMNG e Social Buzz agravou ainda mais as dificuldades financeiras.</p>
<p>Quando a insolvência foi declarada, restavam apenas cerca de 3.300 euros nas contas bancárias da empresa. Entretanto, Luís Lemos (que já tinha sido condenado em 2019 por abuso de confiança num processo ligado a outra agência) voltou a ver o seu nome associado a nova controvérsia judicial. Já Beatriz Lemos chegou a alterar o nome da página oficial da Glam nas redes sociais para “House of Talents”, continuando a promover artistas através desse perfil antes de a conta acabar por ser removida.</p>
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		<title>Quase metade dos portugueses já corta na alimentação devido à subida dos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:32:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A subida dos preços provocada pela escalada do conflito no Médio Oriente já está a alterar de forma significativa os hábitos de consumo das famílias portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A subida dos preços provocada pela escalada do conflito no Médio Oriente já está a alterar de forma significativa os hábitos de consumo das famílias portuguesas, com quase metade da população a admitir que começou a cortar nas despesas com alimentação. O impacto do aumento do custo de vida está também a levar muitos consumidores a reduzir deslocações, utilizar menos o automóvel e limitar gastos considerados não essenciais, num cenário de crescente pressão sobre os orçamentos familiares.</p>
<p>De acordo com um barómetro da Intercampus divulgado pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/sondagem-quase-metade-dos-portugueses-ja-compram-menos-alimentos-pela-subida-de-precos" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, 46,7% dos inquiridos afirmam ter mudado a forma como compram alimentos ou reduzido a despesa associada à alimentação devido à subida dos preços relacionada com a guerra no Irão. O estudo revela ainda que 58,5% já evitam viagens ou deslocações desnecessárias, enquanto 52,4% dizem estar a usar menos o carro por causa do aumento do preço dos combustíveis.</p>
<p>A contenção financeira estende-se igualmente a outras áreas do consumo. Quase metade dos portugueses, cerca de 47,7%, admite ter reduzido as idas a restaurantes, enquanto 32,9% afirmam gastar menos em roupa e acessórios. Já 27,7% dizem ter cortado despesas com férias e 25,4% reduziram gastos ligados à cultura e lazer, incluindo livros e espetáculos. Apenas uma pequena percentagem dos inquiridos, cerca de 9,4%, indicou não ter alterado os seus hábitos de consumo ou preferiu não responder.</p>
<p>O agravamento dos preços surgiu após o aumento das tensões no Médio Oriente, depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão no final de fevereiro. Em resposta, Teerão avançou com o bloqueio do estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural, por onde circula cerca de 20% do consumo energético global. A interrupção parcial desta via provocou uma subida acentuada dos preços da energia e também dos fertilizantes agrícolas, com reflexos diretos na inflação.</p>
<p>O inquérito mostra ainda que 94,7% dos portugueses dizem já sentir os efeitos da subida de preços desde o início do conflito. Em abril, a inflação acelerou para 3,3% em Portugal e para 3% na Zona Euro, depois de anteriormente se situar em torno dos 2%. Ao mesmo tempo, a esmagadora maioria dos participantes considera insuficiente a resposta do Executivo, com 76,6% a defenderem que o Governo deveria avançar com mais medidas de apoio às famílias e empresas.</p>
<p>Entre as medidas já anunciadas pelo Governo está um mecanismo de desconto fiscal sobre os combustíveis e um pacote de apoios de 150 milhões de euros por mês até ao final de junho destinado aos setores mais afetados pelo aumento dos custos energéticos, incluindo transportes, agricultura e bombeiros. Apesar disso, o pessimismo domina a perceção dos portugueses: dois terços dos inquiridos consideram que o país está hoje pior do que em 2025, enquanto apenas uma pequena minoria entende que a situação melhorou.</p>
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		<title>Dona da Generali Tranquilidade com lucros de 1,3 mil milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dona-da-generali-tranquilidade-com-lucros-de-13-mil-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Generali Group, dono da Generali Tranquilidade, registou um resultado líquido ajustado de 1,266 mil milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento homólogo de 5,2%, impulsionado pelo desempenho positivo de todos os segmentos de negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Generali Group, dono da Generali Tranquilidade, registou um resultado líquido ajustado de 1,266 mil milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento homólogo de 5,2%, impulsionado pelo desempenho positivo de todos os segmentos de negócio.</p>
<p>Em comunicado, o grupo segurador refere que os prémios brutos emitidos atingiram 28,2 mil milhões de euros entre janeiro e março, traduzindo um aumento de 6,8% face ao mesmo período do ano passado. O crescimento foi sustentado tanto pelo ramo Vida, que avançou 7,5%, como pelo ramo Não Vida, que subiu 5,8%.</p>
<p>As entradas líquidas do ramo Vida mantiveram-se positivas em 4,3 mil milhões de euros, com contributos de todas as linhas de negócio. Já o Valor de Novo Negócio aumentou 19,1%, para 977 milhões de euros.</p>
<p>No ramo Não Vida, o rácio combinado fixou-se nos 90,5%, enquanto o rácio combinado não descontado atingiu 93,1%, ambos impactados pelos eventos de catástrofes naturais registados no período.</p>
<p>A área de Gestão de Ativos e Património apresentou um crescimento de 15,5%, impulsionado pelo desempenho da Generali Investments Holding e do Banca Generali.</p>
<p>O resultado operacional do grupo cresceu 8,1%, para 2,2 mil milhões de euros, refletindo, segundo a empresa, o contributo positivo de todos os segmentos. O resultado por ação ajustado aumentou para 0,84 euros, uma subida de 6%.</p>
<p>Citado na nota divulgada pela empresa, Cristiano Borean, CFO do Grupo Generali, afirma que “os resultados do primeiro trimestre de 2026 do Grupo confirmam a execução bem-sucedida do nosso plano estratégico ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’, com um forte crescimento no resultado operacional suportado por todos os segmentos, refletido igualmente no resultado líquido ajustado”.</p>
<p>O responsável destaca ainda que o ramo Vida “registou um desempenho comercial muito sólido”, enquanto o ramo Não Vida conseguiu melhorar a rentabilidade técnica subjacente “apesar de um impacto mais elevado dos eventos de catástrofes naturais”.</p>
<p>Segundo Cristiano Borean, o grupo mantém-se focado “na criação de valor sustentável para todos os stakeholders”, apoiado “num balanço robusto” e numa “posição de capital sólida”.</p>
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		<title>Novo limite da taxa de esforço poderá bloquear um em cada dez créditos à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:07:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O acesso ao crédito à habitação poderá tornar-se significativamente mais difícil nos próximos meses, depois de o Banco de Portugal avançar com um novo aperto nas regras aplicadas aos empréstimos para compra de casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso ao crédito à habitação poderá tornar-se significativamente mais difícil nos próximos meses, depois de o Banco de Portugal avançar com um novo aperto nas regras aplicadas aos empréstimos para compra de casa. O supervisor bancário está a preparar uma redução do limite máximo da taxa de esforço das famílias de 50% para 45%, uma alteração que poderá levar ao chumbo de entre 10% e 15% dos novos financiamentos atualmente aprovados pelos bancos.</p>
<p>A medida surge numa altura em que o mercado do crédito à habitação atravessa um período de forte crescimento, impulsionado sobretudo pela garantia pública criada para apoiar jovens até aos 35 anos na compra da primeira casa. De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/aperto-na-taxa-de-esforco-vai-reduzir-ate-15-o-novo-credito-para-a-compra-de-casa" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, o Banco de Portugal considera que este aumento da procura está a provocar uma subida dos créditos classificados como de risco elevado, razão pela qual pretende reforçar os critérios de concessão e reduzir a exposição das instituições financeiras.</p>
<p>A taxa de esforço, conhecida no setor bancário pela sigla DSTI (“Debt Service-to-Income”), mede o peso total das prestações financeiras no rendimento líquido das famílias. Até agora, um agregado podia obter financiamento desde que os encargos mensais não ultrapassassem metade dos rendimentos líquidos. Com a nova proposta do supervisor liderado por Álvaro Santos Pereira, esse limite passará para 45%, reduzindo assim a margem disponível para aprovação de crédito.</p>
<p>Fontes do setor financeiro citadas pelo jornal admitem que o impacto poderá ser relevante no mercado imobiliário e no volume global de novos empréstimos concedidos pelos bancos. Ainda assim, o efeito poderá ser parcialmente mitigado pelas exceções previstas nas regras macroprudenciais atualmente em vigor, que permitem que até 10% dos novos contratos de cada banco possam apresentar rácios de taxa de esforço até 60%. Além disso, outros 5% do total dos financiamentos concedidos podem ultrapassar esses limites, embora o Banco de Portugal esteja também a ponderar rever essas balizas.</p>
<p>O crédito à habitação tem sido um dos principais motores de crescimento da atividade bancária em Portugal, sobretudo após os cortes das taxas de juro pelo Banco Central Europeu e a entrada em vigor da garantia pública para jovens compradores, no início de 2025. Segundo os dados divulgados pelo Negócios, só no primeiro trimestre de 2026 os empréstimos abrangidos por este regime representaram 27,9% do número total de contratos assinados e 31,7% do valor financiado. Desde o lançamento da medida já foram celebrados mais de 32 mil contratos ao abrigo deste apoio estatal, correspondendo a um montante global de 6,5 mil milhões de euros.</p>
<p>O sistema bancário português detém atualmente uma carteira de 113,6 mil milhões de euros em crédito à habitação e o ritmo de concessão tem vindo a acelerar de forma expressiva. Em março deste ano foi atingido um novo máximo histórico, com 2,2 mil milhões de euros em novos empréstimos num único mês. A forte adesão à garantia pública obrigou mesmo o Governo a reforçar duas vezes o montante disponível para o programa, passando de um envelope inicial de 1,2 mil milhões para os atuais 2,3 mil milhões de euros. Apesar disso, vários bancos já terão esgotado as respetivas quotas e pedido reforços adicionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765482]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa perante incerteza no Irão e queda do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a incerteza face ao fim da guerra no Irão e depois da forte queda do petróleo registada na quarta-feira e de Donald Trump afirmar que o preço cairá "a pique".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a incerteza face ao fim da guerra no Irão e depois da forte queda do petróleo registada na quarta-feira e de Donald Trump afirmar que o preço cairá &#8220;a pique&#8221;.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 baixava 0,19% para 619,12 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt cediam 0,44%, 0,28% e 0,18%, bem como as Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,16% e 0,11%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer ligeiramente, 0,09%, para 9.239,52 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>Entretanto e enquanto continua sem haver avanços nas negociações entre Washington e Teerão, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 1,44% para 106,54 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, baixava 1,54% para 99,77 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 0,02% para 49,43 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos recuava para 3,080%, depois de ter fechado em 3,095% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em baixa e descia 0,21% para 1,1598 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que em relação às negociações com o Irão espera receber respostas e que têm que ser &#8220;corretas&#8221; para acabar com a guerra que começou no passado dia 28 de fevereiro.</p>
<p>Sobre as consequências negativas que a guerra no Irão está a ter para a economia norte-americana, Trump assegurou que o preço do petróleo &#8220;vai cair a pique&#8221;.</p>
<p>As expectativas de avanços nas negociações de paz levaram na quarta-feira o preço do petróleo Brent a cair mais de 5% no encerramento, para 105 dólares, enquanto o petróleo WTI cedeu 5,7%, para 98,26 dólares o barril.</p>
<p>À mesma hora em Lisboa, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq apontam para recuos de 0,18% e 0,51%, respetivamente.</p>
<p>Assim como na Europa, os principais índices bolsistas dos EUA fecharam na quarta-feira em alta, com o Dow Jones a subir 1,31% e o Nasdaq 1,54%.</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, subiu hoje 3,14%, impulsionado pelas tecnológicas.</p>
<p>Nos EUA, o fabricante de semicondutores Nvidia apresentou depois da sessão de quarta-feira ter terminado, os resultados do primeiro trimestre, um lucro líquido de 58.321 milhões de dólares, mais 210% do que em igual período do ano anterior.</p>
<p>Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai fechou com uma queda de 2,04%, o da de Shenzhen caiu 2,07% e o Hang Seng de Hong Kong descia 1,02% antes do final da sessão.</p>
<p>Os metais preciosos estão em baixa, com uma descida de 0,06% no caso do ouro, para 4.516,88 dólares a onça, e um recuo de 1,2% no caso da prata, para 74,9870 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin desce 0,15% para 77.547,80 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765485]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ações de ministro iralelita refletem a mentalidade de um Estado doente, diz Hamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:02:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Hamas considerou hoje que as ações do ministro da Segurança Nacional de Israel ao repreender e humilhar ativistas internacionais da flotilha intercetada em águas internacionais no Mar Mediterrâneo "refletem a mentalidade de um Estado doente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hamas considerou hoje que as ações do ministro da Segurança Nacional de Israel ao repreender e humilhar ativistas internacionais da flotilha intercetada em águas internacionais no Mar Mediterrâneo &#8220;refletem a mentalidade de um Estado doente&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que os ativistas da flotilha sofreram sob a supervisão do fascista Ben Gvir é bárbaro e reflete a mentalidade de um Estado doente que não pertence a uma comunidade internacional civilizada&#8221;, disse Basem Naim, membro da ala política do grupo, que pediu que Israel &#8220;seja expulso de todas as instituições internacionais&#8221;.</p>
<p>Naim afirmou, segundo o jornal palestiniano Filastin, que &#8220;Israel está a cavar a sua própria sepultura com as mãos dos seus líderes&#8221;.</p>
<p>&#8220;É verdade o que dizem sobre (o primeiro-ministro israelita Benjamin) Netanyahu querer mudar o Médio Oriente, mas virou o mundo inteiro contra si. A sua queda é inevitável&#8221;, concluiu.</p>
<p>As ações de Ben Gvir, que o próprio publicou nas redes sociais, provocaram uma onda de críticas internacionais e já foram condenadas por Netanyahu e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, no âmbito das condenações após a interceção militar da Flotilha Global Sumud na terça-feira.</p>
<p>O ministro publicou um vídeo em que surge a abanar uma bandeira israelita e a caminhar entre ativistas internacionais algemados e ajoelhados no porto de Ashdod, para onde foram levados pela Marinha israelita.</p>
<p>&#8220;É assim que recebemos aqueles que apoiam o terrorismo. Bem-vindos a Israel&#8221;, disse.</p>
<p>O vídeo mostra dezenas de ativistas ajoelhados com a cabeça baixa, rodeados por polícias armados, enquanto o hino nacional israelita é tocado por altifalantes.</p>
<p>Mostra também vários ativistas a serem levados, algemados e com a cabeça baixa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765484]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do maior banco moçambicano liderado pela CGD caíram 40,3% em 2025 para 48,6 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 08:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros do BCI, maior banco moçambicano, recuaram 40,3% em 2025, para 3.604 milhões de meticais (48,6 milhões de euros), devido à exposição à dívida pública da instituição, liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os lucros do BCI, maior banco moçambicano, recuaram 40,3% em 2025, para 3.604 milhões de meticais (48,6 milhões de euros), devido à exposição à dívida pública da instituição, liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD).</p>
<p>No relatório e contas, a que a Lusa teve hoje acesso, a administração do Banco Comercial e de Investimentos (BCI) afirma que &#8220;manteve a sua posição de liderança no sistema bancário nacional, servindo cerca de 2,5 milhões de clientes&#8221; em 2025.</p>
<p>Acrescenta que o resultado líquido &#8220;foi impactado por fatores não recorrentes, nomeadamente o reforço das imparidades para as exposições à dívida pública, em resposta ao agravamento do risco soberano, e pelos custos extraordinários associados aos processos de devolução de comissões, mantendo-se ainda assim num nível sólido&#8221;.</p>
<p>Os lucros do BCI já tinham recuado 26,18% em 2024, para 6.039 milhões de meticais (81,5 milhões de euros, ao câmbio atual), contra o recorde de 8.181 milhões de meticais (110,4 milhões de euros) de resultados líquidos registado em 2023.</p>
<p>Em 2025, o ativo total do BCI cresceu 3,96%, para 240.527 milhões de meticais (3.246 milhões de euros), incluindo 72.269 milhões de meticais (975,5 milhões de euros), menos 7,59% face a 2024, em crédito bruto a clientes, e 191.689 milhões de meticais (2.587 milhões de euros), mais 4,47%, em depósitos dos clientes.</p>
<p>O produto bancário do BCI cresceu 4,23%, para 22.373 milhões de meticais (303 milhões de euros) até dezembro, enquanto o rácio de crédito em incumprimento, na ótica do banco central moçambicano, cresceu 3,21 pontos percentuais, para 14,18%.</p>
<p>Em termos de quotas de mercado, o BCI lidera nos depósitos (24,32% do total dos bancos), no crédito (24,64%) e nos ativos (21,96%), tendo fechado 2025 com 211 agências e 2.702 trabalhadores.</p>
<p>&#8220;A sua presença continua a ser a mais extensa e capilar do sistema financeiro&#8221;, destaca a administração do BCI, no relatório e contas, acrescentando que os indicadores de 2025 &#8220;traduzem uma relação de confiança construída de forma consistente ao longo do tempo, através de uma presença próxima e de um serviço orientado para as necessidades reais dos moçambicanos&#8221;.</p>
<p>O BCI tem um capital social de 10 mil milhões de meticais (135 milhões de euros), numa estrutura acionista liderada (51%) pela Caixa Participações, do grupo CGD, contando com o banco português BPI (35,67%) e ainda diretamente pela CGD (10,51%), entre outros.</p>
<p>O presidente da comissão executiva da CGD, Paulo Macedo, afirmou em 05 de maio, em Maputo, que a continuidade em Moçambique depende dos entendimentos com as autoridades nacionais e enquanto o grupo português for &#8220;bem-vindo&#8221;.</p>
<p>A posição foi transmitida após ter sido recebido na Presidência da República pelo chefe de Estado, Daniel Chapo: &#8220;Reafirmar o nosso interesse e o nosso compromisso em continuar a apoiar o BCI e ter a nossa presença aqui através do BCI, que é um banco moçambicano, mas que nós continuamos a pretender ser acionistas. E dissemos ao senhor Presidente da República que essa nossa intenção será enquanto as autoridades o acharem conveniente e enquanto formos bem-vindos&#8221;.</p>
<p>O interesse na continuidade da CGD na estrutura acionista do BCI já tinha sido manifestado antes, em finais de fevereiro, a propósito da intenção do português BPI de vender a sua posição no banco moçambicano.</p>
<p>O líder do grupo bancário português afirmou ter transmitido ao Presidente moçambicano que a Caixa está no país &#8220;nos bons momentos e nos momentos menos bons&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tem havido um conjunto de dificuldades designadamente naturais e outras, e económicas e geopolíticas e, portanto, a Caixa percebe que é nestes momentos que também deve afirmar a sua presença&#8221;, disse.</p>
<p>Paulo Macedo disse ter abordado ainda a possibilidade de o banco poder ser cotado na bolsa moçambicana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765483]]></sapo:autor>
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		<title>Mãe fugiu de França com os filhos e abandonou-os em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:53:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As crianças terão sido deixadas pela própria mãe, que estaria desaparecida de França há cerca de duas semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois irmãos franceses, de apenas 3 e 5 anos, foram encontrados sozinhos e em estado de choque ao final da tarde de terça-feira junto à Estrada Nacional 253, entre Alcácer do Sal e a Comporta, num caso que as autoridades admitem tratar-se de abandono de menores e que está agora a ser acompanhado pelo Ministério Público. Segundo revelaram o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mae-foge-de-franca-com-filhos-e-abandona-os-em-portugal-pai-reportou-desaparecimento-a-gnr" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a> e o Jornal de Notícias, as crianças terão sido deixadas pela própria mãe, que estaria desaparecida de França há cerca de duas semanas.</p>
<p>O alerta foi dado cerca das 19h30 por um automobilista que circulava na zona rural de Monte Novo do Sul e se deparou com os dois meninos a caminhar na berma da estrada, visivelmente assustados e a chorar. As crianças levavam mochilas com roupa, fruta, bolachas, água e outros bens essenciais. O homem acolheu temporariamente os irmãos até à chegada da GNR, conseguindo comunicar com eles através de ajuda telefónica para tradução em francês.</p>
<p>De acordo com os relatos recolhidos pelas autoridades, o menino mais velho explicou que a mãe lhes terá vendado os olhos sob o pretexto de uma brincadeira e abandonado o local de carro juntamente com um homem identificado como padrasto das crianças. Antes disso, a família terá estado alojada na zona de Alcácer do Sal e almoçado junta horas antes do alegado abandono. As autoridades portuguesas suspeitam que os menores tenham entrado em Portugal a 11 de maio, pela fronteira na zona de Miranda do Corvo, sendo que o pai das crianças terá comunicado o desaparecimento em França poucos dias depois.</p>
<p>As informações disponíveis indicam ainda que a mãe viajava inicialmente com um adolescente de 16 anos, que terá sido deixado para trás antes da entrada em território português. Apesar da gravidade da situação, os dois irmãos não apresentavam sinais evidentes de maus-tratos físicos nem sinais de desnutrição, circunstância que levou os militares da GNR a acreditarem que não estariam abandonados há muito tempo quando foram encontrados.</p>
<p>Os Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal transportaram posteriormente as crianças para o Hospital de São Bernardo, em Setúbal, onde foram observadas no serviço de pediatria. Após avaliação clínica, os menores acabaram entregues aos serviços da Embaixada de França, enquanto a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens e o Ministério Público acompanharam o processo de proteção imediata.</p>
<p>A GNR continua agora a tentar localizar a mãe e o homem que a acompanhava, ao mesmo tempo que procura reconstruir os movimentos da família em Portugal, incluindo possíveis estadias em unidades hoteleiras do litoral alentejano. O caso foi comunicado ao Ministério Público e também à Polícia Judiciária, embora esta última ainda não tenha assumido formalmente a investigação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765472]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MNE prevê que portugueses detidos por Israel na flotilha regressem hoje a Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-mne-preve-que-portugueses-detidos-por-israel-na-flotilha-regressem-hoje-a-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:48:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) disse hoje à Lusa que "está previsto" que os dois cidadãos Portugueses que foram detidos em Israel sejam deportados hoje para Portugal via Turquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) disse hoje à Lusa que &#8220;está previsto&#8221; que os dois cidadãos Portugueses que foram detidos em Israel sejam deportados hoje para Portugal via Turquia.</p>
<p class="text-paragraph">“Está previsto que os dois cidadãos nacionais que foram detidos em Israel [por participarem na flotilha para Gaza] sejam deportados hoje para Portugal, via Turquia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros já informou as respetivas famílias”, disse fonte do MNE à Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">Os dois médicos portugueses, Maria Beatriz Bartilotti Matos e Gonçalo Reis Dias, foram detidos na segunda-feira pelas autoridades israelitas, no âmbito da missão &#8220;Sumud Global Flotilla&#8221;, que seguia para Gaza.</p>
<p class="text-paragraph">A embarcação onde seguiam os dois portugueses e que se deslocava para a Faixa de Gaza foi intercetada na segunda-feira pelas forças israelitas em águas internacionais.</p>
<p class="text-paragraph">Na quarta-feira, o primeiro-ministro Luís Montenegro defendeu a suspensão parcial do acordo comercial entre a União Europeia e Israel na sequência da divulgação do vídeo divulgado pelo ministro da Segurança israelita Itamar Ben Gvir.</p>
<p class="text-paragraph">Nas imagens, os membros da flotilha, detidos, são humilhados pelas forças de Israel.</p>
<p class="text-paragraph">A União Europeia (UE) classificou hoje como &#8220;completamente inaceitável&#8221; o tratamento dado aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel, após a divulgação de um vídeo partilhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Itamar Ben Gvir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765476]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: UE considera inaceitável o tratamento dado aos ativistas da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:37:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) classificou hoje como "completamente inaceitável" o tratamento dado aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel, após a divulgação de um vídeo partilhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Itamar Ben Gvir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia (UE) classificou hoje como &#8220;completamente inaceitável&#8221; o tratamento dado aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel, após a divulgação de um vídeo partilhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Itamar Ben Gvir.</p>
<p>&#8220;O tratamento dado aos ativistas da flotilha no vídeo partilhado pelo ministro Ben Gvir é completamente inaceitável, como também foi sublinhado por membros do seu próprio Governo&#8221;, afirmou o Serviço Europeu para a Ação Externa em um comunicado.</p>
<p>Na flotilha seguiam dois médicos portugueses.</p>
<p>O serviço diplomático da UE sublinhou que &#8220;todas as pessoas detidas devem ser tratadas com segurança, dignidade e em conformidade com o direito internacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apelamos ao Governo israelita para que garanta a proteção e o tratamento humano destes ativistas, incluindo vários cidadãos da UE. Apelamos à libertação imediata de todos eles&#8221;, acrescentou o Serviço Europeu para a Ação Externa.</p>
<p>Vários países europeus, incluindo Portugal, convocaram embaixadores israelitas para protestar contra o tratamento de Telavive aos ativistas da Flotilha Global Sumud, mostrado num vídeo divulgado pelo ministro da Segurança Nacional do país.</p>
<p>Ben Gvir visitou o porto de Ashdod, onde os cerca de 430 ativistas estavam detidos, algemados, amontoados e obrigados a ajoelhar-se com a cara no chão. Celebrou divulgando um vídeo no qual aparece sorridente e a acenar com a bandeira israelita, dando boas-vindas aos ativistas e troçando deles.</p>
<p>O próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, condenou a atitude de Ben Gvir, afirmando que a forma como trata os ativistas &#8220;não está de acordo com os valores e normas de Israel&#8221;, uma condenação reiterada pelo seu ministro dos Negócios Estrangeiros.</p>
<p>As Forças Armadas de Israel realizaram, entre segunda e terça-feira, a interceção em águas internacionais dos cerca de 50 barcos da flotilha humanitária, que tentavam chegar à Faixa de Gaza com mais de 400 ativistas a bordo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765468]]></sapo:autor>
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		<title>Heranças no IRS: Quem tem de preencher o anexo I e quais os rendimentos a declarar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
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					<description><![CDATA[Receber uma herança continua a levantar dúvidas fiscais para milhares de portugueses, sobretudo numa altura em que decorre a entrega da declaração anual de IRS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber uma herança continua a levantar dúvidas fiscais para milhares de portugueses, sobretudo numa altura em que decorre a entrega da declaração anual de IRS. Entre as questões mais frequentes está a obrigação — ou não — de declarar bens herdados no anexo I do IRS, bem como o eventual pagamento de impostos sobre património recebido por sucessão. Apesar de muitos herdeiros assumirem que qualquer herança tem de constar automaticamente na declaração de IRS, a legislação portuguesa distingue claramente entre bens herdados e rendimentos gerados por esses bens.</p>
<p>De acordo com as regras fiscais em vigor, os bens recebidos por herança não são considerados rendimentos sujeitos a IRS e, por isso, não têm de ser incluídos na declaração anual de rendimentos. Ainda assim, existem obrigações declarativas perante a Autoridade Tributária, sobretudo quando os bens herdados estão sujeitos a Imposto do Selo. Nestes casos, a comunicação deve ser feita através do Modelo 1 do Imposto do Selo, independentemente de existir ou não isenção de tributação.</p>
<p>A legislação determina que as heranças estão sujeitas a Imposto do Selo à taxa de 10% sobre o valor tributável dos bens transmitidos. Contudo, desde a extinção do antigo imposto sucessório, em 2004, determinados familiares diretos beneficiam de isenção. Cônjuges, unidos de facto, descendentes e ascendentes — como filhos, netos, pais ou avós — não pagam este imposto sobre os bens herdados.</p>
<p>Já os restantes herdeiros, como irmãos, sobrinhos ou tios, continuam sujeitos à tributação prevista no Código do Imposto do Selo. A incidência aplica-se sobretudo a bens imóveis, veículos sujeitos a registo, contas bancárias, ações, obras de arte e outros bens móveis tributáveis.</p>
<p>Apesar disso, nem todos os bens herdados precisam de ser comunicados às Finanças. A lei exclui dessa obrigação valores monetários até 500 euros, recheio doméstico sem obras de arte, objetos pessoais do falecido, créditos provenientes de seguros de vida, certificados de reforma, fundos de investimento, pensões e subsídios da Segurança Social, entre outros apoios e prestações específicas.</p>
<p>A principal distinção fiscal surge quando os bens herdados começam a gerar rendimentos. Nesses casos, os valores obtidos já passam a estar sujeitos a IRS e devem ser declarados pelo herdeiro na respetiva categoria de rendimentos. Por exemplo, rendas de imóveis herdados devem constar no anexo F, juros no anexo E e mais-valias no anexo G.</p>
<p>No caso específico das heranças indivisas — situações em que a herança ainda não foi partilhada entre os herdeiros — as regras tornam-se mais complexas. Se essa herança gerar rendimentos enquadráveis nas categorias B ou C do IRS, existe obrigação de preenchimento do anexo I. Contudo, essa responsabilidade não recai sobre todos os herdeiros.</p>
<p>Segundo as regras declarativas, apenas o cabeça de casal ou administrador da herança indivisa está obrigado a preencher o anexo I do IRS. Esse contribuinte deve identificar todos os herdeiros, indicar as respetivas quotas-partes e distribuir proporcionalmente os rendimentos obtidos pela herança.</p>
<p>O anexo I serve essencialmente para comunicar à Autoridade Tributária a imputação dos rendimentos gerados pela herança indivisa a cada um dos cotitulares. Os restantes herdeiros não têm de entregar este anexo individualmente.</p>
<p>O preenchimento começa pela identificação dos sujeitos passivos no quadro 3, respeitando a posição assumida na declaração principal de IRS. No quadro 4 deve ser identificado o número de identificação fiscal da herança indivisa ou, caso ainda não exista NIF atribuído, os dados do autor da herança.</p>
<p>Já os quadros 5 e 6 destinam-se à declaração dos rendimentos obtidos pela herança. No quadro 5 devem ser indicados os rendimentos ilíquidos enquadrados no regime simplificado da categoria B. No quadro 6 declaram-se os valores relativos ao regime de contabilidade organizada, incluindo lucros ou prejuízos constantes do anexo C do IRS.</p>
<p>Por fim, os quadros 7 e 8 concentram as despesas, deduções e repartição dos rendimentos pelos vários herdeiros. O cabeça de casal deve indicar os NIF dos restantes titulares, os rendimentos brutos imputados a cada um, os respetivos rendimentos líquidos e as deduções aplicáveis, sempre de acordo com a quota-parte correspondente.</p>
<p>Com o prazo de entrega do IRS a decorrer até 30 de junho, especialistas alertam para a importância de distinguir corretamente entre património herdado e rendimentos gerados por esse património, evitando erros que possam originar divergências fiscais ou notificações futuras da Autoridade Tributária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765328]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Diplomacia de Teerão diz estar a analisar uma nova proposta dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, disse hoje que Teerão está a analisar uma nova proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, disse hoje que Teerão está a analisar uma nova proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra.</p>
<p>A declaração do porta-voz da diplomacia iraniana ocorre na altura em que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que o Irão forneça as &#8220;respostas certas&#8221; sobre as conversações.</p>
<p>O diplomata iraniano disse que a troca de mensagens entre os representantes dos dois países decorreu em várias rondas, sendo que &#8220;as opiniões&#8221; dos negociadores norte-americanos estão a ser analisadas.</p>
<p>Bagaei explicou que as duas partes estão a trabalhar num texto de 14 pontos apresentado anteriormente pelo Irão e que foram realizadas várias &#8220;trocas de mensagens&#8221; em busca de uma fórmula que satisfaça os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>A versão mais recente do texto terá sido comunicada a Teerão pelo ministro do Interior paquistanês, Mohsin Naqvi, que chegou na quarta-feira à capital iraniana, na segunda deslocação ao Irão em menos de uma semana.</p>
<p>De acordo com os meios de comunicação iranianos, Teerão pediu a Washington o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, e o levantamento das sanções.</p>
<p>A libertação de bens iranianos congelados e a indemnização por danos de guerra também foram solicitadas.</p>
<p>O reconhecimento da soberania do Irão sobre o Estreito de Ormuz e o adiamento das negociações sobre o seu programa nuclear foram assuntos evocados por Teerão, de acordo com fontes da Agência France Presse.</p>
<p>Donald Trump declarou na quarta-feira que aguarda respostas para terminar a guerra que começou a 28 de fevereiro.</p>
<p>&#8220;Precisamos de obter as respostas certas, precisam de ser totalmente boas, a 100%&#8221;, disse o Presidente norte-americano em Washington.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765467]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. O “barril de pólvora” nas florestas portuguesas: tempestades deixam risco agravado antes do verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, Portugal registou em 2025 um total de 999 incêndios, que consumiram 284.012 hectares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal prepara-se para uma época de incêndios especialmente exigente, depois de as tempestades do início do ano terem deixado milhares de árvores caídas, caminhos florestais obstruídos e grandes quantidades de material combustível acumulado no solo. O alerta é dado pela &#8216;Euronews&#8217;, que aponta para um risco acrescido num país que, em 2025, já viveu o segundo pior ano da última década em área ardida.</p>
<p>Segundo o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, Portugal registou em 2025 um total de 999 incêndios, que consumiram 284.012 hectares. A área ardida duplicou face a 2024 e ficou apenas abaixo de 2017, ano em que arderam mais de 500 mil hectares e morreram mais de 100 pessoas.</p>
<p><strong>O que mudou este ano?</strong></p>
<p>O principal fator novo é o efeito das tempestades que atingiram o país no início de 2026. As rajadas de vento derrubaram árvores, arrancaram copas e espalharam folhas, ramos e troncos por zonas florestais. Com a subida das temperaturas, esse material seca rapidamente e transforma-se em combustível para as chamas.</p>
<p>Há dois tipos de risco. O primeiro vem da vegetação mais fina, como folhas, pequenas ramagens e copas caídas, que arde depressa e pode acelerar uma ignição. O segundo resulta do material lenhoso mais pesado, como troncos e ramos grossos, que aumenta a intensidade e a duração dos incêndios.</p>
<p>Em Leiria, um levantamento feito pela câmara municipal com recurso a drones, noticiado pelo &#8216;Expresso&#8217; e citado pela &#8216;Euronews&#8217;, estimou a perda de entre cinco e oito milhões de árvores no concelho, tanto em meio urbano como em área florestal.</p>
<p><strong>Porque é que isto preocupa tanto as autoridades?</strong></p>
<p>Porque o fogo precisa de três elementos para ganhar força: calor, vento e combustível. O calor e o vento são difíceis de controlar. A limpeza do combustível acumulado é, por isso, uma das poucas formas de reduzir o risco antes do verão.</p>
<p>O ministro da Administração Interna tem insistido nos apelos à limpeza das matas e dos terrenos à volta das habitações. Luís Neves antecipou um “verão terrível” devido aos “fatores novos, extraordinários e negativos” criados pelas tempestades, sublinhando que há mais vegetação por remover e mais estradas obstruídas.</p>
<p>O governante lembrou, no entanto, que a lei limita a intervenção pública em propriedades privadas. Por isso, pediu aos proprietários que sinalizem zonas de difícil acesso e áreas onde a Proteção Civil possa concentrar esforços, sobretudo junto de pequenos aglomerados populacionais.</p>
<p><strong>O que está a ser feito no terreno?</strong></p>
<p>Foi criado um modelo de avaliação de risco para priorizar operações nas zonas mais afetadas. A atuação passa pelo Comando Integrado de Prevenção e Operações, estrutura que junta Proteção Civil, forças de segurança, autarquias, Forças Armadas e organismos ligados à agricultura e ao mar.</p>
<p>Nos 22 concelhos mais afetados, foram identificados cerca de 10 mil quilómetros de estradas, caminhos rurais, aceiros e terrenos que precisam de limpeza. Segundo Luís Neves, cerca de três mil quilómetros foram limpos numa semana, praticamente um terço do total.</p>
<p>O CIPO estava inicialmente previsto para funcionar até 31 de maio nas regiões Centro e Lisboa e Vale do Tejo, mas poderá manter-se ativo se o risco de incêndio se agravar.</p>
<p><strong>O caso da Marinha Grande</strong></p>
<p>A Marinha Grande é um dos exemplos mais visíveis da dimensão do problema. Desde o início de março, equipas municipais, GNR, ICNF, Força Especial de Proteção Civil, bombeiros e Forças Armadas têm trabalhado diariamente na desobstrução de caminhos florestais.</p>
<p>A tempestade da noite de 27 para 28 de janeiro deixou danos significativos na rede viária florestal, numa extensão estimada em cerca de 289 quilómetros. Muitos desses caminhos são essenciais para o acesso de veículos de socorro e para a prevenção e combate aos incêndios rurais.</p>
<p>A 6 de maio, já tinham sido desobstruídos 154,22 quilómetros de caminhos florestais, acima da meta inicial de 115 quilómetros. Perante a dimensão dos danos, a autarquia elevou o objetivo para 178,31 quilómetros.</p>
<p>A intervenção prevista abrange 198,95 hectares, incluindo faixas ao longo da rede viária municipal e zonas de interface com as áreas industriais da Marinha Grande e de Vieira de Leiria.</p>
<p><strong>Que meios estarão disponíveis no verão?</strong></p>
<p>O Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais de 2026 terá um ligeiro reforço face ao ano passado. A fase mais crítica, designada Delta, decorre entre 1 de julho e 30 de setembro.</p>
<p>Nesse período, estarão mobilizados 15.149 operacionais, distribuídos por 2.596 equipas, com 3.463 veículos terrestres e 81 aeronaves. Pela primeira vez, dois helicópteros Black Hawk da Força Aérea serão usados no combate aos incêndios, com maior capacidade para transporte de água e operações mais complexas.</p>
<p>Também haverá 50 máquinas de rasto disponíveis, o dobro de 2025, a que se juntam mais 18 asseguradas pelo ICNF. Estes meios são especialmente importantes para abrir acessos, criar linhas de contenção e apoiar o combate em zonas de difícil progressão.</p>
<p><strong>E até ao fim de maio?</strong></p>
<p>Desde sexta-feira está ativo o nível Bravo, o primeiro reforço de meios do ano, que se mantém até 31 de maio. Nesta fase estão em prontidão 11.955 operacionais, integrados em 2.031 equipas, apoiados por 2.599 viaturas e 37 meios aéreos.</p>
<p>O plano poderá ser ajustado ao longo da época, em função das avaliações feitas pelas autoridades e da evolução das condições meteorológicas.</p>
<p><strong>O que muda no combate aos incêndios?</strong></p>
<p>Uma das principais apostas para 2026 será o uso mais alargado de retardante, uma substância química que ajuda a atrasar ou travar a progressão das chamas. Em 2025, foi usado a partir de apenas um centro de meios aéreos. Este ano, passará a estar disponível em cinco.</p>
<p>Segundo Mário Silvestre, comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, o objetivo é aumentar a taxa de sucesso no ataque inicial, ou seja, travar os incêndios nos primeiros minutos, antes que ganhem dimensão.</p>
<p>Também serão colocadas equipas especializadas de reconhecimento em cada sub-região do país. A missão será recolher e transmitir rapidamente informação ao comandante das operações sobre o tipo de incêndio, o risco no terreno e a melhor forma de intervenção.</p>
<p>Além disso, os grupos de ataque ampliado passam de um para quatro. Estas equipas têm capacidade tática avançada e são mobilizadas para situações que exigem uma intervenção mais prolongada.</p>
<p><strong>Porque é que 2026 pode ser particularmente difícil?</strong></p>
<p>Há uma combinação de fatores que preocupa as autoridades: mais combustível no terreno devido às tempestades, verões mais longos, ondas de calor mais frequentes, períodos de seca e maior probabilidade de incêndios extremos. Cientistas do grupo &#8216;World Weather Attribution&#8217; alertaram recentemente que 2026 poderá ser um dos anos mais extremos de sempre em incêndios florestais a nível global, devido à conjugação das alterações climáticas com o reforço do fenómeno El Niño.</p>
<p>Na prática, Portugal entra na época de incêndios com mais meios, mais planeamento e novas ferramentas, mas também com uma paisagem mais vulnerável. O desafio será impedir que a grande quantidade de árvores, ramos e vegetação acumulada no solo transforme algumas zonas florestais num acelerador natural das chamas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765240]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prejuízos da Easyjet aumentaram 27% para 435,6 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os prejuízos da companhia aérea britânica EasyJet aumentaram no primeiro semestre do ano fiscal para 377 milhões de libras (435,6 milhões de euros), devido à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os prejuízos da companhia aérea britânica EasyJet aumentaram no primeiro semestre do ano fiscal para 377 milhões de libras (435,6 milhões de euros), devido à guerra no Médio Oriente.</p>
<p>Em comunicado, a transportadora explicou que o aumento dos preços dos combustíveis e a redução das reservas devido à guerra no Médio Oriente acabaram por resultar num aumento de 27% dos prejuízos.</p>
<p>A receita do grupo, entretanto, aumentou 12%, atingindo 3,954 mil milhões de libras (4,57 mil milhões de euros).</p>
<p>Apesar das &#8220;reservas de última hora sólidas&#8221;, os resultados &#8220;foram impactados negativamente pelo conflito no Oriente Médio (que começou em 28 de fevereiro), devido ao aumento dos custos de combustível e à menor visibilidade das reservas futuras&#8221;, explicou a empresa.</p>
<p>O aumento nos custos do querosene resultou em despesas adicionais de 25 milhões de libras (28,8 milhões de euros) em março, detalhou a empresa, acrescentando que não observou qualquer interrupção no fornecimento de combustível.</p>
<p>A empresa Easyjet alertou que o segundo semestre do ano também será afetado pelo conflito e que as reservas para o período de verão estão abaixo do nível registado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Apesar desses resultados e da incerteza dos próximos meses, o presidente executivo da EasyJet, Kenton Jarvis, acredita que a empresa é capaz de recuperar do conflito e, em seguida, &#8220;avançar ainda mais em direção aos seus objetivos financeiros de médio prazo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apresentamos um sólido desempenho operacional no primeiro semestre do ano, com procura sustentada, resultando numa taxa de ocupação de 90%, dois pontos percentuais acima do ano passado&#8221;, enfatizou.</p>
<p>O responsável apontou ainda a intenção de expansão da &#8216;easyJet holidays&#8217; &#8211; a oferta de viagens de férias do grupo -, que tem apresentado forte crescimento nos últimos meses.</p>
<p>Este segmento &#8220;continuou a apresentar forte procura, com um aumento de 22% no número de clientes em relação ao ano anterior&#8221;, refere o comunicado da imprensa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765464]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O que é que acontece se os bancos diminuírem a taxa de esforço?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-e-que-acontece-se-os-bancos-diminuirem-a-taxa-de-esforco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa de esforço é uma conta simples: mostra quanto do rendimento mensal de uma família já está comprometido com prestações de crédito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar casa pode tornar-se mais difícil para algumas famílias se o Banco de Portugal avançar com regras mais apertadas no crédito à habitação. A medida pretende travar o endividamento excessivo, mas pode deixar muitos compradores fora da corrida pela casa que tinham em vista.</p>
<p>O Banco de Portugal quer apertar as regras de concessão de crédito à habitação e uma das hipóteses em cima da mesa passa por reduzir a taxa de esforço máxima aceite pelos bancos. Atualmente, a recomendação geral aponta para que o peso total dos créditos de uma família não ultrapasse 50% do rendimento líquido mensal. Segundo notícias recentes, esse limite poderá descer para valores entre 40% e 45%, embora a decisão final ainda não esteja fechada.</p>
<p>A taxa de esforço é uma conta simples: mostra quanto do rendimento mensal de uma família já está comprometido com prestações de crédito. Entra aqui o crédito da casa, o crédito automóvel, créditos pessoais, cartões de crédito e outros empréstimos. Por exemplo, se uma família recebe 2.000 euros líquidos por mês e paga 800 euros em prestações, tem uma taxa de esforço de 40%.</p>
<p>A regra é importante porque ajuda os bancos a perceber se uma pessoa consegue pagar um novo empréstimo sem ficar demasiado pressionada. Quanto mais alta for a taxa de esforço, menor é a margem para lidar com despesas inesperadas, como uma avaria no carro, uma doença, uma subida de juros ou uma quebra de rendimento.</p>
<p>Se o limite baixar, a consequência mais imediata será simples: muitas famílias poderão pedir menos dinheiro emprestado ao banco.<br />
Imagine-se uma família com 2.000 euros líquidos por mês. Com uma taxa de esforço máxima de 50%, o banco poderia aceitar prestações totais até 1.000 euros mensais. Se o limite descer para 40%, essa margem cai para 800 euros. A diferença de 200 euros por mês pode parecer pequena, mas no crédito habitação pode representar dezenas de milhares de euros a menos no montante financiado.</p>
<p>Isto significa que alguns compradores terão de procurar casas mais baratas, dar uma entrada inicial maior ou adiar a compra. Para quem já estava no limite da aprovação bancária, a mudança pode ser suficiente para transformar um “sim” num “não”.</p>
<p>A intenção do regulador é evitar que as famílias fiquem excessivamente endividadas. O Banco de Portugal tem regras macroprudenciais para novos créditos à habitação e ao consumo, precisamente para reduzir riscos no sistema financeiro e proteger os consumidores de situações de incumprimento. No acompanhamento mais recente, o regulador indicou que, em 2025, 94% dos novos créditos à habitação e ao consumo tinham uma taxa de esforço igual ou inferior a 50%.</p>
<p>A preocupação surge num contexto em que o mercado imobiliário continua caro e em que muitos compradores, sobretudo jovens, já dependem de prazos longos, entradas reduzidas e prestações elevadas para conseguir comprar casa.</p>
<p>Ou seja, a medida não serve para baixar o preço das casas. Serve para limitar o risco de as famílias assumirem prestações demasiado pesadas face ao rendimento que têm.</p>
<p>Em muitos casos a medida pode proteger as famílias. Uma taxa de esforço mais baixa significa que sobra mais dinheiro ao fim do mês para alimentação, transportes, saúde, educação, poupança e imprevistos.</p>
<p>O problema é que esta proteção tem um custo: reduz o acesso ao crédito. Para algumas famílias, a regra pode evitar uma decisão financeira arriscada; para outras, pode simplesmente fechar a porta à compra de casa num mercado onde os preços continuam altos.<br />
É por isso que a medida divide opiniões. Do ponto de vista da estabilidade financeira, faz sentido evitar empréstimos demasiado esticados. Do ponto de vista de quem tenta comprar a primeira casa, pode parecer mais um obstáculo.</p>
<p>Antes de pedir crédito, é essencial fazer contas com calma. Não basta perguntar ao banco “quanto é que me emprestam?”. A pergunta mais importante deve ser: “quanto consigo pagar todos os meses sem pôr em risco o resto da minha vida financeira?”.</p>
<p>Uma boa forma de começar é calcular a taxa de esforço e comparar diferentes cenários de crédito. O ComparaJá explica como calcular a taxa de esforço e lembra que este indicador inclui as prestações de créditos como habitação, automóvel, crédito pessoal e cartões de crédito. A plataforma também refere que, idealmente, a taxa de esforço não deve ultrapassar cerca de um terço do rendimento do agregado, embora no crédito habitação possa aproximar-se de valores mais altos.</p>
<p>Para quem já tem crédito, a recomendação é rever encargos. Renegociar o crédito habitação, transferir o empréstimo para outro banco, consolidar créditos ou amortizar dívidas pequenas pode ajudar a baixar a taxa de esforço e melhorar a capacidade de aprovação.</p>
<p>Se o Banco de Portugal avançar com a redução da taxa de esforço máxima, os bancos ficarão mais exigentes na análise dos pedidos de crédito. Na prática, isto pode significar menos famílias aprovadas, montantes financiados mais baixos e maior necessidade de poupança inicial.</p>
<p>A medida pode proteger os consumidores de um endividamento excessivo, mas também pode tornar a compra de casa ainda mais difícil para quem já vive no limite entre salários, rendas, preços elevados e juros ainda pesados.</p>
<p>No fundo, baixar a taxa de esforço é como apertar o cinto antes de entrar numa viagem longa. Pode ser desconfortável no início, mas serve para evitar que a família chegue ao meio do caminho sem dinheiro para continuar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765154]]></sapo:autor>
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		<title>Profissionais da educação protestam hoje em Setúbal contra falta de trabalhadores e degradação das escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 06:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O protesto foi convocado pelo STOP-Sindicato de Tod@s @s Profissionais de Educação e deverá culminar num plenário em frente à Câmara Municipal de Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os profissionais da educação das escolas do concelho de Setúbal realizam esta quinta-feira uma manifestação pelas ruas da cidade para denunciar a falta de trabalhadores nas escolas, a sobrecarga laboral e aquilo que classificam como uma crescente degradação das condições da escola pública. O protesto foi convocado pelo STOP-Sindicato de Tod@s @s Profissionais de Educação e deverá culminar num plenário em frente à Câmara Municipal de Setúbal.</p>
<p>A concentração está marcada para as 8h30 junto à Escola Básica de Aranguez, de onde os participantes seguirão em marcha até aos Paços do Concelho. A iniciativa foi decidida por unanimidade num plenário “muito participado”, realizado a 30 de abril, onde trabalhadores das escolas do concelho aprovaram a realização de uma ação pública de protesto para exigir respostas urgentes aos problemas que afetam os estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Entre as principais reivindicações está a falta de assistentes operacionais, uma situação que, segundo os profissionais, compromete o funcionamento diário das escolas e coloca em risco a segurança e o acompanhamento dos alunos. Os trabalhadores alertam que a ausência de pessoal suficiente impede garantir “a vigilância, o acompanhamento e o apoio necessários” aos estudantes, ao mesmo tempo que provoca situações de desgaste extremo entre os funcionários atualmente em serviço.</p>
<p>Os profissionais da educação consideram ainda que os rácios definidos para contratação de assistentes operacionais estão completamente desajustados da realidade atual das escolas. Argumentam que houve um aumento significativo das tarefas atribuídas a estes trabalhadores, bem como um crescimento do número de alunos, particularmente daqueles com necessidades educativas específicas, sem que tenha existido um reforço proporcional dos recursos humanos.</p>
<p>Segundo os organizadores do protesto, a ausência de formação adequada para as múltiplas funções exigidas aos assistentes operacionais agrava ainda mais o problema. Os trabalhadores alertam que “os acidentes e incidentes estão à espreita” e defendem que os profissionais das escolas não podem ser responsabilizados por consequências resultantes da falta de meios e de condições adequadas de trabalho.</p>
<p>Também os assistentes técnicos denunciam dificuldades crescentes. De acordo com os profissionais, estes trabalhadores continuam a receber salários “proporcionalmente baixos”, enfrentando simultaneamente uma acumulação constante de funções administrativas e burocráticas. Criticam igualmente a inexistência de rácios de contratação ajustados às necessidades do pré-escolar e do 1.º ciclo, bem como a falta de formação para responder às diversas plataformas digitais e procedimentos administrativos exigidos pelo Ministério da Educação.</p>
<p>A contestação estende-se ainda à carreira docente e ao processo de vinculação dos técnicos superiores. Os profissionais da educação acusam o Governo de continuar sem valorizar devidamente os professores e consideram “injusto” o atual modelo de concursos para integração dos técnicos superiores nos quadros.</p>
<p>O STOP sublinha que a mobilização desta quinta-feira pretende afirmar uma posição conjunta de todos os profissionais das escolas do concelho de Setúbal. Em comunicado, os trabalhadores garantem que “não baixam os braços” e prometem continuar a luta “em defesa da escola pública” e também “contra o pacote laboral”.</p>
<p>A manifestação desta quinta-feira insere-se num contexto de crescente contestação no setor da educação, marcado por denúncias recorrentes sobre falta de pessoal não docente, envelhecimento das carreiras, dificuldades de recrutamento e aumento da pressão sobre os trabalhadores das escolas públicas. Segundo os organizadores, o objetivo é pressionar o Governo a rever os rácios de contratação, reforçar os recursos humanos e melhorar as condições de trabalho em todo o setor educativo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765345]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Estados Unidos retiram sanções contra Francesca Albanese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 06:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano retirou na quarta-feira as sanções impostas contra Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos ocupados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano retirou na quarta-feira as sanções impostas contra Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos ocupados. </P><br />
<P>A decisão ocorre uma semana depois de um juiz federal de Washington ter suspendido as medidas impostas pela Administração do Presidente Donald Trump em 2025 contra a advogada italiana. </P><br />
<P>A atualização publicada pelo Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro retirou o nome de Albanese da lista de Nacionais Especialmente Designados (SDN), anulando a proibição de entrada da relatora nos Estados Unidos e cancelando as restrições financeiras impostas contra a italiana.</P><br />
<P>A 13 de maio, um tribunal federal de Washington suspendeu temporariamente as sanções, considerando que estas constituíam possivelmente uma restrição inconstitucional que violava a liberdade de expressão. </P><br />
<P>A família de Albanese, residente nos Estados Unidos, tinha denunciado as medidas impostas por Trump, considerando que a relatora tinha visto a sua vida pessoal limitada, sem poder aceder à sua casa em Washington, onde reside a filha, cidadã norte-americana. </P><br />
<P>A Administração norte-americana impôs sanções contra Albanese em julho de 2025, no âmbito do programa de medidas relacionadas com o Tribunal Penal Internacional (TPI), depois de a relatora ter criticado a ofensiva israelita em Gaza e solicitado a investigação de possíveis crimes de guerra cometidos por autoridades israelitas e norte-americanas.</P><br />
<P>Washington acusou então a especialista da ONU de promover ações contra aliados e funcionários dos EUA perante tribunais internacionais.</P><br />
<P>A revogação das sanções pelo Tesouro contradiz a posição do secretário de Estado, Marco Rubio, que num comunicado emitido em fevereiro passado considerou Albanese como alguém que propagava uma &#8220;guerra jurídica&#8221; contra os Estados Unidos. </P></p>
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