<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 11:33:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Milagre entre os escombros: bebé é resgatado com vida após sismo que já matou mais de 160 pessoas na Colômbia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/milagre-entre-os-escombros-bebe-e-resgatado-com-vida-apos-sismo-que-ja-matou-mais-de-160-pessoas-na-colombia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/milagre-entre-os-escombros-bebe-e-resgatado-com-vida-apos-sismo-que-ja-matou-mais-de-160-pessoas-na-colombia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799886</guid>

					<description><![CDATA[As operações de busca decorrem desde segunda-feira e continuam em centenas de estruturas danificadas ou colapsadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No meio de edifícios destruídos, equipas exaustas e um número de mortos que continua a aumentar, um resgate trouxe esta terça-feira alguns minutos de esperança à cidade colombiana de Cali: um bebé foi retirado com vida dos escombros de um prédio que desabou durante o violento sismo de magnitude 7,4 que atingiu o oeste da Colômbia.</p>
<p>Segundo noticia o &#8217;20 Minutos&#8217;, cerca de dez pessoas participaram na operação necessária para libertar a criança, num momento recebido com aplausos por quem acompanhava os trabalhos no local.</p>
<p>Um adulto foi também retirado com vida dos destroços do mesmo edifício, situado no sul de Cali, uma das zonas mais atingidas pelo terramoto.</p>
<p>As operações de busca decorrem desde segunda-feira e continuam em centenas de estruturas danificadas ou colapsadas.</p>
<p><strong>Equipas pedem silêncio para ouvir sobreviventes</strong></p>
<p>Nas zonas mais destruídas, bombeiros e equipas de emergência avançam lentamente entre blocos de betão, ferro e outros destroços.</p>
<p>Escavadoras são utilizadas sempre que as condições permitem, mas grande parte do trabalho continua a ser feita manualmente para evitar movimentos que possam colocar em risco eventuais sobreviventes presos debaixo das estruturas.</p>
<p>Os socorristas pedem regularmente silêncio às pessoas que se encontram nas proximidades.</p>
<p>O objetivo é conseguir detetar qualquer ruído, movimento ou pedido de ajuda que indique que alguém continua vivo sob os escombros.</p>
<p>Foi neste cenário que aconteceu o resgate do bebé em Cali, oferecendo um raro momento de alívio num desastre cujo balanço continua a agravar-se.</p>
<p><strong>Número de mortos já supera os 160</strong></p>
<p>O sismo, de magnitude 7,4, atingiu o oeste da Colômbia na manhã de segunda-feira, 10 de agosto, com epicentro na região de Chocó.</p>
<p>Segundo a Reuters, pelo menos 164 pessoas tinham morrido até esta terça-feira, sendo Cali a cidade com maior número confirmado de vítimas, com pelo menos 85 mortos.</p>
<p>Pereira registava outras 66 vítimas mortais, enquanto 13 mortes tinham sido contabilizadas em Chocó.</p>
<p>A dimensão real da tragédia poderá, contudo, continuar a aumentar à medida que as equipas chegam a áreas ainda isoladas e prosseguem as buscas.</p>
<p>A &#8216;AP&#8217; refere que mais de 1.600 edifícios sofreram danos e pelo menos 61 terão colapsado completamente.</p>
<p><strong>Cali entre as cidades mais atingidas</strong></p>
<p>A violência do terramoto provocou destruição significativa em várias cidades do oeste colombiano, incluindo Cali, Pereira, Manizales e Quibdó.</p>
<p>Em Cali, hospitais foram também afetados e centenas de pessoas tiveram de receber assistência fora dos edifícios devido aos danos estruturais.</p>
<p>O sismo é um dos mais fortes a atingir a Colômbia nas últimas décadas e foi sentido em várias regiões do país, incluindo Bogotá, bem como em países vizinhos.</p>
<p><strong>Toque de recolher enquanto decorrem os resgates</strong></p>
<p>Perante a dimensão dos estragos e os receios relacionados com segurança e pilhagens, foram reforçadas as medidas de segurança nas áreas atingidas.</p>
<p>O &#8217;20 Minutos&#8217; refere que, em Cali, foi decretado um toque de recolher entre as 20h00 e as 06h00 locais para permitir que as operações de emergência decorressem com maior segurança.</p>
<p>Forças policiais e militares foram também destacadas para patrulhar vários setores da cidade.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o Governo colombiano anunciou ainda o envio de mil elementos adicionais das forças de segurança para Cali.</p>
<p><strong>A corrida contra o tempo continua</strong></p>
<p>Para as equipas de emergência, as próximas horas são decisivas.</p>
<p>À medida que aumenta o tempo passado desde o sismo, torna-se mais difícil encontrar sobreviventes, mas operações como a que permitiu retirar o bebé e outro adulto com vida reforçam a determinação das equipas para continuar a procurar.</p>
<p>Entre máquinas pesadas, buscas realizadas à mão e longos momentos de silêncio destinados a ouvir qualquer sinal vindo dos escombros, Cali continua assim uma corrida contra o tempo.</p>
<p>E, no meio de uma tragédia que já matou mais de 160 pessoas, o resgate de uma criança conseguiu por alguns instantes transformar o ruído dos destroços em aplausos.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Db5Wliwgj0F/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/Db5Wliwgj0F/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver esta publicação no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/Db5Wliwgj0F/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por 20minutos (@20m)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/milagre-entre-os-escombros-bebe-e-resgatado-com-vida-apos-sismo-que-ja-matou-mais-de-160-pessoas-na-colombia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799886]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“O meu principal conselho é que encare a IA como a sua maior aliada e não como uma ameaça”, diz o CEO da Closer Consulting</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-meu-principal-conselho-e-que-encare-a-ia-como-a-sua-maior-aliada-e-nao-como-uma-ameaca-diz-o-ceo-da-closer-consulting/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-meu-principal-conselho-e-que-encare-a-ia-como-a-sua-maior-aliada-e-nao-como-uma-ameaca-diz-o-ceo-da-closer-consulting/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aliada]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799885</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Fernando Matos, CEO e cofundador da Closer Consulting, defende que o desafio deixou de ser apenas encontrar profissionais de tecnologia e passou a ser encontrar as competências certas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O talento tecnológico está a mudar — e a inteligência artificial está a acelerar essa transformação. Já não basta dominar linguagens de programação ou ferramentas específicas: as empresas procuram profissionais capazes de aprender continuamente, pensar de forma crítica e, sobretudo, perceber como transformar tecnologia em valor para o negócio. Num contexto de rápida evolução tecnológica e competição global pelo talento, a capacidade de adaptação ganha peso na definição dos perfis mais procurados.</p>
<p>Fernando Matos, CEO e cofundador da Closer Consulting, defende que o desafio deixou de ser apenas encontrar profissionais de tecnologia e passou a ser encontrar as competências certas.</p>
<p>Em entrevista, explica o que as empresas estão a valorizar no talento jovem, o papel que devem assumir na sua formação e as áreas que deverão concentrar a procura nos próximos anos. E deixa um conselho para quem está agora a entrar no setor: encarar a inteligência artificial como uma aliada, e não como uma ameaça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O setor tecnológico continua a falar de escassez de talento. O problema é a falta de profissionais ou a falta de profissionais com as competências certas?</strong></p>
<p>A escassez de talento continua a ser uma realidade, mas hoje o maior desafio é encontrar profissionais com as competências certas. Num setor que evolui tão rapidamente, já não basta dominar tecnologias específicas. As organizações procuram pessoas com bases sólidas, capacidade de aprendizagem contínua e uma compreensão clara dos desafios do negócio.</p>
<p>Na Closer, valorizamos profissionais que consigam combinar conhecimento técnico com pensamento crítico e aplicar a tecnologia para resolver problemas concretos. Em áreas como Data Engineering e Inteligência Artificial, essa capacidade de transformar conhecimento em impacto para os clientes é o que verdadeiramente faz a diferença.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A inteligência artificial está a transformar rapidamente o mercado. Que competências deixaram de ser suficientes e quais passaram a ser indispensáveis?</strong></p>
<p>As competências técnicas continuam a ser fundamentais, mas já não são suficientes por si só. É cada vez mais importante compreender como trabalhar com sistemas de IA, interpretar resultados, validar informação e integrar estas ferramentas em processos de negócio. Ao mesmo tempo, competências como pensamento crítico, capacidade de resolução de problemas, comunicação e colaboração tornaram-se ainda mais relevantes. A tecnologia evolui rapidamente, mas a capacidade de adaptação continua a ser o principal fator diferenciador. Na Closer, temos observado que os profissionais que mais se destacam são aqueles que conseguem combinar profundidade técnica com uma visão mais abrangente do negócio e do impacto que a tecnologia pode gerar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Que erros continuam as empresas a cometer quando recrutam talento jovem para funções tecnológicas?</strong></p>
<p>Destacaria dois fundamentais. O primeiro é tratar o recrutamento de talento jovem como uma mera checklist de ferramentas e tecnologias, valorizando o conhecimento técnico imediato em detrimento do potencial. O segundo erro, que decorre deste, é a visão de curto prazo: numa área em que a tecnologia evolui rapidamente, exigir a um perfil júnior uma adequação técnica perfeita, em vez de focar na sua capacidade analítica, é uma falha estratégica.</p>
<p>O foco tem de estar nas competências que não caducam: a curiosidade intelectual, a capacidade de resolução de problemas e o saber trabalhar em equipa. Em projetos de dados e inteligência artificial, que são cada vez mais multidisciplinares e próximos do negócio, estas características não são apenas um bónus, são decisivas. As organizações precisam de entender que recrutar talento jovem é um investimento estratégico a longo prazo, e que cabe à empresa criar o contexto analítico e tecnológico para acelerar essa evolução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As empresas devem esperar que as universidades acompanhem esta evolução ou assumir um papel mais ativo na formação dos seus futuros colaboradores?</strong></p>
<p>As universidades têm um papel fundamental, mas as empresas devem assumir uma responsabilidade crescente na preparação do talento. A velocidade da inovação tecnológica torna difícil que os programas académicos acompanhem todas as mudanças em tempo real. Por isso, iniciativas de formação complementar, academias internas e programas de integração assumem uma importância crescente.</p>
<p>Na Closer, assumimos essa responsabilidade há muito tempo, nomeadamente através da Closer Academy. Desde 2020, já integramos mais de 200 jovens profissionais por esta via e estamos, neste momento, em fase de recrutamento para a 14.ª edição. O objetivo é precisamente complementar a formação académica com competências práticas, contacto com projetos reais e acompanhamento próximo por profissionais experientes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Portugal continua a formar talento tecnológico que acaba por trabalhar para empresas internacionais. O país está a conseguir competir na retenção destes profissionais?</strong></p>
<p>Portugal continua a ser reconhecido pela qualidade dos profissionais que forma. A competição pelo talento é hoje global e não se resume apenas à localização geográfica. Para além da componente financeira atrativa, as empresas precisam de oferecer oportunidades de crescimento, formação constante, acesso a projetos inovadores e uma cultura organizacional forte. Muitas empresas em Portugal já competem com sucesso a este nível. No fundo, a retenção resume-se a garantir uma evolução de carreira consistente e a envolver as equipas em projetos com impacto.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Que áreas tecnológicas acredita que irão gerar maior procura de talento nos próximos três a cinco anos?</strong></p>
<p>A Inteligência Artificial continuará, naturalmente, no centro das prioridades tecnológicas, mas o maior crescimento da procura estará naquilo que a sustenta. Não há IA eficaz sem dados fiáveis e bem estruturados, pelo que é expectável uma procura acentuada por profissionais em áreas como Data Engineering e Data Governance.</p>
<p>À medida que a adoção destas tecnologias se consolida e ganha escala nas operações das organizações, o foco será cada vez maior na qualidade dos dados, na integração de sistemas e na cibersegurança das soluções implementadas. Neste cenário, as empresas procurarão profissionais que aliem competências técnicas sólidas a uma compreensão clara do negócio e da capacidade de transformar tecnologia em valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que conselho daria a um jovem que hoje pretende iniciar uma carreira na tecnologia, mas sente que a inteligência artificial poderá substituir parte do seu trabalho?</strong></p>
<p>O meu principal conselho é que encare a Inteligência Artificial como a sua maior aliada e não como uma ameaça. É verdade que a IA está a transformar muitas funções e automatizar tarefas repetitivas, mas isso permitirá aos profissionais concentrarem-se cada vez mais naquilo que realmente cria valor: compreender problemas, pensar de forma crítica e encontrar as melhores soluções para os clientes.</p>
<p>Quem estiver a iniciar uma carreira deve preocupar-se menos em dominar ferramentas específicas e mais em construir bases sólidas: lógica, capacidade analítica, engenharia de software, dados e conhecimento do negócio. As tecnologias vão evoluir, mas a capacidade de aprender continuamente e de aplicar a tecnologia para resolver problemas reais continuará a ser o maior fator de diferenciação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como imagina o perfil do profissional tecnológico mais procurado no final desta década?</strong></p>
<p>Será um profissional tecnicamente sólido, mas também versátil, colaborativo e capaz de aprender continuamente. Terá competências para trabalhar com Inteligência Artificial, compreender dados e desenvolver soluções tecnológicas, mas distinguir-se-á sobretudo pela capacidade de resolver problemas complexos, comunicar eficazmente e criar valor para o negócio. As competências humanas serão cada vez mais importantes num contexto em que muitas tarefas técnicas serão automatizadas. O profissional mais procurado será aquele que conseguir combinar conhecimento tecnológico com visão crítica, adaptabilidade e capacidade de inovação. Mais do que especialistas numa única tecnologia, as organizações irão procurar profissionais capazes de evoluir com a mudança e de aprender ao longo de toda a sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-meu-principal-conselho-e-que-encare-a-ia-como-a-sua-maior-aliada-e-nao-como-uma-ameaca-diz-o-ceo-da-closer-consulting/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799885]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Férias: entre a gestão orçamental e o algoritmo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ferias-entre-a-gestao-orcamental-e-o-algoritmo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ferias-entre-a-gestao-orcamental-e-o-algoritmo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799876</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Hugo Lousada, Diretor de Marketing, B2B &#038; B2C do Cetelem em Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Hugo Lousada, Diretor de Marketing, B2B &amp; B2C do Cetelem em Portugal</em></strong></p>
<p>As férias continuam a ser um dos momentos mais aguardados do ano, mas antes de chegarmos ao destino há um percurso que começa muito antes de se fazer as malas. Definir um orçamento, comparar dezenas de opções, acompanhar a evolução dos preços, encontrar o alojamento certo, são passos que fazem parte do processo. Nunca tivemos tanto acesso a informação e a ferramentas para nos ajudar a planear uma viagem, no entanto, nunca decidir sobre as férias pareceu exigir tantas decisões e ponderação.</p>
<p>Os dados mais recentes do Observador Cetelem mostram precisamente essa mudança. Os portugueses continuam a dar prioridade às férias, mas estão a decidir de forma diferente. Cerca de 78% já tem o seu principal período de férias planeado em maio. Mas num contexto marcado pela inflação e pela pressão sobre o rendimento disponível, o orçamento assume um papel cada vez mais determinante na escolha do destino, levando as famílias a conciliar a vontade de descansar com uma gestão mais rigorosa das suas finanças.</p>
<p>Os consumidores estão mais atentos, pesquisam mais, comparam mais e procuram retirar o maior valor possível do orçamento definido para as férias. O objetivo não é apenas gastar menos, mas fazer melhores escolhas. Preservar o descanso continua a ser uma prioridade, mas fazê-lo exige hoje escolhas mais informadas.</p>
<p>É precisamente neste contexto que a tecnologia ganha um novo protagonismo. Ferramentas de Inteligência Artificial (LLM’s &#8211; Large Language Models) – como o ChatGPT, Gemini, entre outras &#8211; ajudam a descobrir destinos, comparar opções, construir roteiros especializados ou encontrar soluções mais ajustadas ao orçamento de cada pessoa. O algoritmo surge assim como um aliado na gestão das férias, permitindo simplificar decisões.</p>
<p>Mas há um aspeto particularmente interessante. Apesar de 62% dos portugueses já utilizarem ou ponderarem utilizar ferramentas de IA para planear as férias, quando chega o momento da decisão continuam a confiar sobretudo nas recomendações de familiares e amigos. A tecnologia ajuda-nos a organizar a informação e a explorar alternativas, mas a confiança, essa, continua a ser humana.</p>
<p>Talvez seja precisamente esta a principal conclusão do estudo. A evolução tecnológica não está a substituir o julgamento humano, está a complementar a forma como tomamos decisões. Os consumidores querem mais informação e mais personalização, mas continuam a valorizar a confiança e a experiência quando fazem escolhas importantes.</p>
<p>No fundo, as férias são apenas um exemplo de uma transformação mais profunda. Hoje temos mais informação, mais ferramentas e maior capacidade para planear. É expectável que a Inteligência Artificial continue a ganhar espaço neste processo. Mas os dados sugerem que o seu maior contributo não estará em decidir por nós, mas em ajudar-nos a decidir melhor. Porque, no final, o algoritmo pode sugerir o destino ideal, mas continua a ser o equilíbrio entre orçamento, confiança e prioridades de cada um que determinará a melhor viagem.</p>
<p>Boas férias.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ferias-entre-a-gestao-orcamental-e-o-algoritmo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Hugo Lousada, Diretor de Marketing, B2B &amp; B2C do Cetelem em Portugal]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Executive MBA do Iscte abre candidaturas após reforçar posição nos rankings internacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/executive-mba-do-iscte-abre-candidaturas-apos-reforcar-posicao-nos-rankings-internacionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/executive-mba-do-iscte-abre-candidaturas-apos-reforcar-posicao-nos-rankings-internacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ISCTE]]></category>
		<category><![CDATA[MBA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799873</guid>

					<description><![CDATA[O Executive MBA do Iscte Executive Education abriu candidaturas para uma nova edição, depois de ter sido distinguido como o melhor Executive MBA em Portugal no QS Executive MBA Rankings 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Executive MBA do Iscte Executive Education abriu candidaturas para uma nova edição, depois de ter sido distinguido como o melhor Executive MBA em Portugal no QS Executive MBA Rankings 2026. O programa mantém-se ainda entre os 50 melhores da Europa pelo sexto ano consecutivo.</p>
<p>Destinado a gestores e quadros com mais de cinco anos de experiência profissional, o Executive MBA tem como objetivo reforçar competências de liderança e gestão e preparar os participantes para assumir funções de maior responsabilidade em organizações em transformação.</p>
<p>Com uma duração de 18 meses, o programa combina formação académica com uma forte componente prática e aborda áreas como estratégia, liderança, inovação, transformação digital, sustentabilidade, finanças, negociação e gestão da mudança.</p>
<p>Um dos elementos centrais do programa é a ligação ao tecido empresarial. O percurso inclui um programa estruturado de desenvolvimento de liderança, uma experiência imersiva na Escola de Liderança dos Fuzileiros da Marinha, sessões com CEO e gestores, workshops temáticos e uma componente internacional desenvolvida em parceria com a London Business School.</p>
<p>O Executive MBA inclui ainda iniciativas de apoio ao empreendedorismo através do Audax-Iscte e do LABS Lisboa.</p>
<p>Coordenado por Dulce Mota e Pedro Fontes Falcão, o programa conta com docentes com experiência académica e empresarial e reúne participantes de diferentes setores e áreas funcionais. A diversidade da turma é apresentada pelo Iscte como um dos elementos que contribui para a partilha de conhecimento, networking e criação de uma rede profissional.</p>
<p>O reconhecimento internacional é uma das principais dimensões do programa. Além do primeiro lugar em Portugal no QS Executive MBA Rankings 2026, o Executive MBA do Iscte ocupa pelo sexto ano consecutivo uma posição entre os 50 melhores programas da Europa.</p>
<p>No indicador Career Outcomes, que avalia a progressão profissional e o crescimento salarial dos participantes, o programa posicionou-se entre os melhores a nível europeu e mundial.</p>
<p>Também no Financial Times Executive MBA Ranking 2025 o programa melhorou a sua posição. Subiu 11 lugares face à edição anterior, alcançando o 81.º lugar mundial e o 38.º lugar europeu. Entre as instituições portuguesas presentes no ranking, o Iscte Executive Education foi a que registou a maior evolução, mantendo-se pelo terceiro ano consecutivo entre os 100 melhores Executive MBA do mundo.</p>
<p>O programa decorre em regime presencial, com aulas às sextas-feiras ao final da tarde e aos sábados de manhã. A conclusão permite obter o Diploma MBA e dá acesso direto ao grau de Mestre.</p>
<p>As candidaturas para a próxima edição já estão abertas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/executive-mba-do-iscte-abre-candidaturas-apos-reforcar-posicao-nos-rankings-internacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799873]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A recuperação de energia térmica: um ativo cada vez menos negligenciado na eficiência energética industrial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-recuperacao-de-energia-termica-um-ativo-cada-vez-menos-negligenciado-na-eficiencia-energetica-industrial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-recuperacao-de-energia-termica-um-ativo-cada-vez-menos-negligenciado-na-eficiencia-energetica-industrial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia térmica]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799861</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Miguel Marques, Diretor de Produção da Energest]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Miguel Marques, </strong><strong>Diretor de Produção da Energest</strong></em></p>
<p>Durante anos, a eficiência energética na indústria foi tratada como uma equação relativamente direta: reduzir consumos, otimizar equipamentos e, sempre que possível, substituir fontes energéticas por alternativas mais económicas ou sustentáveis. No entanto, há uma dimensão que esteve, durante demasiado tempo, subvalorizada. A energia que já foi produzida, mas não foi aproveitada.</p>
<p>Falamos da energia térmica residual.</p>
<p>Em muitos processos industriais, uma parte significativa da energia utilizada não se traduz diretamente em produção útil. Dissipa-se sob a forma de calor, em gases de escape, superfícies quentes ou fluxos intermédios, e acaba muitas vezes perdida para o ambiente. Este desperdício, muitas vezes invisível, representou durante décadas uma oportunidade ignorada.</p>
<p>Hoje, esse cenário está a mudar.</p>
<p>A crescente pressão sobre os custos energéticos, aliada às metas de descarbonização e à necessidade de maior competitividade industrial, tem vindo a colocar a recuperação de energia térmica no centro da estratégia de muitas empresas. Já não se trata apenas de consumir menos. Trata-se de aproveitar melhor aquilo que já se consome.</p>
<p>A lógica é simples. Recuperar calor onde antes havia perda e reintegrá-lo no processo produtivo. Na prática, isto pode significar pré-aquecer fluidos, produzir vapor, alimentar outros equipamentos ou até gerar energia adicional. O impacto traduz-se em ganhos reais de eficiência, redução de custos operacionais e menor dependência energética.</p>
<p>Mais do que uma solução tecnológica, a recuperação de energia térmica é uma mudança de abordagem.</p>
<p>Implica olhar para os sistemas industriais como um todo, identificar pontos de perda e redesenhar fluxos energéticos. É aqui que muitas vezes reside o verdadeiro desafio. Não está na tecnologia em si, mas na capacidade de integrar soluções de forma inteligente, adaptadas a cada realidade industrial.</p>
<p>Por outro lado, importa sublinhar que este tipo de soluções não está reservado a grandes projetos ou investimentos disruptivos. Em muitos casos, intervenções faseadas e bem direcionadas permitem ganhos progressivos, com retornos claros e mensuráveis. A eficiência deixa de ser um conceito abstrato para passar a ser uma variável de gestão concreta.</p>
<p>Num contexto em que a transição energética é cada vez mais uma exigência, ignorar a energia térmica residual deixou de ser uma opção.</p>
<p>A indústria tem hoje ao seu alcance ferramentas e conhecimento para transformar perdas em valor. E essa transformação não é apenas técnica. É estratégica.</p>
<p>Porque, no final, eficiência energética não é apenas gastar menos.<br />
É, cada vez mais, saber aproveitar melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-recuperacao-de-energia-termica-um-ativo-cada-vez-menos-negligenciado-na-eficiencia-energetica-industrial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Miguel Marques, Diretor de Produção da Energest]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Volume de negócios nos serviços cresce 4% no 2.º trimestre, revela INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/volume-de-negocios-nos-servicos-cresce-4-no-2-o-trimestre-ine/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/volume-de-negocios-nos-servicos-cresce-4-no-2-o-trimestre-ine/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799852</guid>

					<description><![CDATA[O índice de volume de negócios nos serviços cresceu 4,1% no segundo trimestre face ao mesmo período de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de volume de negócios nos serviços cresceu 4,1% no segundo trimestre face ao mesmo período de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). </p>
<p> Em junho, o índice registou uma variação homóloga nominal de 4,6%, o que representa uma aceleração de 2,8 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. </p>
<p>As atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares destacaram-se, em junho, com o contributo mais significativo (2,2 p.p.) para o resultado agregado, refletindo um crescimento homólogo de 15,9%, o que representa uma aceleração de 13,9 p.p. relativamente a maio.</p>
<p>Os transportes e armazenagem passaram de uma variação de 5,2% em maio, para 4,3% no período em análise. Apesar deste abrandamento, foi a segunda secção com mais influência na variação do índice agregado (contributo de 1,1 p.p.).</p>
<p>Em termos reais, o índice deflacionado diminuiu 0,2% (em maio, o índice tinha-se reduzido 1,9%).</p>
<p> Na comparação mensal, o índice nominal cresceu 2,5%, após a contração de 3,3% em maio.</p>
<p> Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,3%, 6,3% e 1,8%, respetivamente (1,6%, 7,3% e 0,3 % em maio).</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/volume-de-negocios-nos-servicos-cresce-4-no-2-o-trimestre-ine/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799852]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal entra no top 5 dos países que mais crescem na Europa: lidera em empresas por habitante e emprego tecnológico dispara</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-5-dos-paises-que-mais-crescem-na-europa-lidera-em-empresas-por-habitante-e-emprego-tecnologico-dispara/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-5-dos-paises-que-mais-crescem-na-europa-lidera-em-empresas-por-habitante-e-emprego-tecnologico-dispara/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PlayerTime]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799847</guid>

					<description><![CDATA[Portugal aparece na quinta posição da classificação geral, atrás de Espanha, Países Baixos, Irlanda e França]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal surge entre os cinco países europeus com maior dinâmica de desenvolvimento e potencial de crescimento em 2026, impulsionado pelo empreendedorismo, pelo aumento do emprego em setores de alta tecnologia e pela evolução da população em idade ativa.</p>
<p>A conclusão consta de um estudo da &#8216;<a href="https://www.playerstime.com/reports/europe-countries-growth/" target="_blank" rel="noopener">PlayersTime</a>&#8216; que analisou 31 países europeus através de diferentes indicadores relacionados com demografia, atividade económica, inovação, mercado de trabalho, empresas e habitação.</p>
<p>Portugal aparece na quinta posição da classificação geral, atrás de Espanha, Países Baixos, Irlanda e França.</p>
<p>Para construir o ranking, os responsáveis pelo estudo utilizaram os dados anuais mais recentes disponíveis para cada indicador, analisando tanto a evolução ao longo do tempo como a posição relativa de cada país. Foram depois atribuídos entre um e 31 pontos consoante o desempenho em cada categoria, chegando-se a uma pontuação final destinada a refletir o progresso e potencial de crescimento em 2026.</p>
<p><strong>Portugal é primeiro em empresas por habitante</strong></p>
<p>Um dos indicadores em que Portugal mais se destaca é a densidade empresarial.</p>
<p>Segundo os dados utilizados no estudo, o país apresenta uma média de 12.717 empresas por cada 100 mil habitantes, o valor mais elevado entre os países europeus analisados.</p>
<p>Os números mostram também que estão a nascer mais empresas do que aquelas que encerram. Em 2023, foram criadas 236.244 empresas em Portugal, enquanto 161.321 fecharam.</p>
<p>A &#8216;PlayersTime&#8217; destaca ainda o ecossistema português de startups, avaliado em aproximadamente 32,5 mil milhões de euros, juntamente com a presença crescente de empresas privadas avaliadas em mais de mil milhões.</p>
<p>O relatório completo coloca Portugal entre os países que se destacam particularmente no empreendedorismo e no desenvolvimento da força de trabalho.</p>
<p><strong>Emprego tecnológico sobe mais de 8%</strong></p>
<p>Outro dos fatores que contribuem para a posição portuguesa é a evolução do emprego ligado à alta tecnologia.</p>
<p>Segundo os dados apresentados, o número de trabalhadores nestas atividades aumentou 8,32% num ano, chegando aos 283.900 empregados em 2025. O resultado corresponde ao segundo maior crescimento entre os países europeus analisados.</p>
<p>A produtividade é estimada pelo estudo em cerca de 59 mil euros de PIB por trabalhador.</p>
<p>O relatório aponta, porém, para um desempenho mais modesto ao nível das patentes, com aproximadamente 80 por cada milhão de habitantes, mostrando que nem todos os indicadores de inovação apresentam a mesma força.</p>
<p><strong>População em idade ativa também cresce</strong></p>
<p>Portugal destaca-se igualmente pela evolução da população entre os 15 e os 64 anos.</p>
<p>Entre 2024 e 2025, esta população aumentou cerca de 1,5%, passando de aproximadamente 6,71 milhões para 6,81 milhões de pessoas. No conjunto dos países analisados, apenas Malta e Irlanda registaram crescimentos percentuais superiores neste indicador.</p>
<p>O resultado contrasta com a evolução da população portuguesa no seu conjunto, que, de acordo com as projeções utilizadas pelo estudo, apresenta uma ligeira diminuição. O próprio relatório assinala que Portugal está entre os países cuja população total está a recuar.</p>
<p><strong>Rendimentos cresceram 17% desde 2023</strong></p>
<p>A análise aponta também para uma evolução positiva dos rendimentos. Segundo os dados compilados pela &#8216;PlayersTime&#8217;, estes terão aumentado cerca de 17% desde 2023, aproximando-se dos 19 mil euros anuais.</p>
<p>Apesar desta subida, existem grandes diferenças entre os países europeus. O relatório mostra, por exemplo, que alguns dos maiores crescimentos recentes dos rendimentos ocorreram na Europa Central e de Leste, enquanto países com rendimentos muito superiores, como a Noruega, registaram aumentos percentuais bastante menores.</p>
<p><strong>E as casas? Dados merecem cautela</strong></p>
<p>O mercado imobiliário é outro dos indicadores incluídos na análise, mas os dados apresentados para Portugal devem ser interpretados no contexto da metodologia e das fontes utilizadas pelo estudo.</p>
<p>O relatório completo reconhece que o país enfrenta pressão no mercado habitacional, com os custos da habitação a colocarem desafios crescentes à acessibilidade nas principais áreas urbanas.</p>
<p>Na comparação europeia apresentada pela &#8216;PlayersTime&#8217;, Suíça, Malta e Hungria registam algumas das maiores subidas dos preços por metro quadrado nos centros das cidades, enquanto Espanha apresenta um aumento de 5,8%. Estes dados têm como fonte o Numbeo.</p>
<p><strong>Espanha lidera o ranking europeu</strong></p>
<p>Portugal fecha o top 5 de uma classificação liderada por Espanha.</p>
<p>Segundo o estudo, Espanha beneficia, entre outros fatores, de um crescimento de 19,3% na atividade do ecossistema de startups, de uma subida próxima dos 6% nos preços da habitação e da expansão da população e da força de trabalho.</p>
<p>O relatório destaca também a dimensão do ecossistema espanhol de startups, avaliado em 251,9 mil milhões de euros. Já os Países Baixos distinguem-se pelos elevados níveis de produtividade, enquanto a Irlanda apresenta uma produtividade superior a 230 mil euros por trabalhador.</p>
<p>Silvana Vladimirova, analista de dados da &#8216;PlayersTime&#8217;, considera que o quinto lugar de Portugal aponta para uma dinâmica de caráter estrutural, sustentada por ganhos de produtividade, inovação e interesse dos investidores.</p>
<p>Na avaliação da responsável, Portugal poderá continuar a ganhar competitividade se se mantiverem as atuais tendências de digitalização, investimento e atração de talento.</p>
<p>O retrato traçado pelo estudo é, assim, o de um país que não lidera a Europa em dimensão ou rendimento, mas que surge entre os primeiros quando são combinados diferentes indicadores de evolução: Portugal fecha o top 5, lidera na densidade de empresas por habitante e apresenta um dos crescimentos mais rápidos do emprego de alta tecnologia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-5-dos-paises-que-mais-crescem-na-europa-lidera-em-empresas-por-habitante-e-emprego-tecnologico-dispara/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799847]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Empresas antecipam ligeira melhoria da atividade no 2.º semestre, revela Inquérito da AEP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-antecipam-ligeira-melhoria-da-atividade-no-2-o-semestre-inquerito-aep/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-antecipam-ligeira-melhoria-da-atividade-no-2-o-semestre-inquerito-aep/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEP]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Empresarial de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799815</guid>

					<description><![CDATA[Promovido em julho pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) junto de 400 empresários e hoje divulgado, o inquérito evidencia "um tecido empresarial mais resiliente e capaz de acomodar, em parte, os impactos extremamente adversos"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas portuguesas antecipam uma ligeira melhoria da atividade no segundo semestre do ano, após as &#8220;fortes adversidades&#8221; sentidas até junho, mas continuam pressionadas pela burocracia, custos energéticos, tensões geopolíticas e matérias-primas, segundo um inquérito da AEP.</p>
<p>Promovido em julho pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) junto de 400 empresários e hoje divulgado, o inquérito evidencia &#8220;um tecido empresarial mais resiliente e capaz de acomodar, em parte, os impactos extremamente adversos, de origem interna e externa, que têm condicionado a atividade das empresas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Persistem, porém, constrangimentos significativos, com a burocracia a assumir-se como o principal obstáculo ao desenvolvimento da atividade empresarial&#8221;, nota a associação.</p>
<p>De acordo com a AEP, a &#8220;perspetiva mais favorável&#8221; para o segundo semestre surge depois de um primeiro semestre &#8220;particularmente difícil&#8221;, marcado por fenómenos climáticos extremos, como a tempestade Kristin, e por um contexto internacional &#8220;de forte instabilidade&#8221;, nomeadamente com os impactos associados ao encerramento do Estreito de Ormuz.</p>
<p>No mercado nacional, 53,9% das empresas perspetivam um aumento do volume de negócios no segundo semestre, 51,3% antecipam um aumento ligeiro e 2,6% um aumento significativo, contra 48,7% que tinham registado crescimento no primeiro semestre.</p>
<p>Paralelamente, diminuiu de 25,7% para 20,5% a percentagem das que antecipam uma redução da atividade.</p>
<p>Também no mercado internacional as perspetivas melhoraram, embora &#8220;de forma mais moderada&#8221;: 30,8% das empresas esperam aumentar o volume de negócios no segundo semestre, face a 25,7% que registaram crescimento no primeiro semestre, embora se mantenha nos 28,2% a percentagem das que prevê uma quebra.</p>
<p>&#8220;Depois de um primeiro semestre muito difícil, é positivo verificar que as empresas encaram a segunda metade do ano com uma perspetiva de alguma melhoria da atividade&#8221;, afirma o presidente do Conselho de Administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro, citado num comunicado.</p>
<p>Contudo, alerta, &#8220;estes resultados devem ser lidos com prudência&#8221;, já que se trata de uma &#8220;recuperação ligeira, que surge depois de um período marcado por fortes adversidades&#8221;.</p>
<p>Para o dirigente empresarial, o que os resultados do inquérito também mostram é que Portugal tem hoje &#8220;um tecido empresarial mais resiliente e capaz de acomodar, em parte, impactos extremamente adversos, de origem interna e externa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta maior capacidade de resistência não significa, contudo, que as empresas estejam a operar num contexto menos exigente. A instabilidade geopolítica, os custos energéticos e das matérias-primas e a crescente fragmentação do comércio internacional continuam a condicionar decisões e a exigir capacidade de adaptação. É importante que a ligeira melhoria das expectativas se confirme, mas também que sejam criadas condições para que as empresas possam transformar essa expectativa em crescimento efetivo&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Entre os principais constrangimentos apontados, destaca-se a burocracia, apontada por 84,2% dos inquiridos. Seguem-se os custos dos bens energéticos (82,1%), as tensões geopolíticas (79,5%), os custos das matérias-primas, excluindo bens energéticos (75%), e os preços dos transportes (73%).</p>
<p>Já a fiscalidade é identificada por 65,8% das empresas como estando a afetar o desenvolvimento da atividade, enquanto a concorrência internacional e a falta de mão de obra são apontadas, respetivamente, por 57,9% dos inquiridos. O financiamento, com 28,6%, é o fator menos referido entre os constrangimentos avaliados.</p>
<p>Os empresários identificam ainda um conjunto de riscos que continuam a condicionar as decisões empresariais, como a instabilidade internacional, a crescente fragmentação geopolítica e criação de novas barreiras aduaneiras, a instabilidade fiscal, a manutenção dos preços dos combustíveis, a inflação, a falta de agilidade dos organismos públicos, os custos de contexto e o excesso de legislação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-antecipam-ligeira-melhoria-da-atividade-no-2-o-semestre-inquerito-aep/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799815]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky acusou a Rússia de ter usado mísseis balísticos norte-coreanos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-acusou-a-russia-de-ter-usado-misseis-balisticos-norte-coreanos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-acusou-a-russia-de-ter-usado-misseis-balisticos-norte-coreanos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799748</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que as Forças Armadas russas usaram "mísseis balísticos norte-coreanos" para atacar a cidade de Zaporijia, no sul da Ucrânia, matando pelo menos seis pessoas durante à noite.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que as Forças Armadas russas usaram &#8220;mísseis balísticos norte-coreanos&#8221; para atacar a cidade de Zaporijia, no sul da Ucrânia, matando pelo menos seis pessoas durante à noite.</p>
<p>&#8220;A cidade foi atingida por mísseis balísticos norte-coreanos, com mísseis Zircon [russos] e bombas aéreas guiadas&#8221;, disse Zelensky na rede social X, denunciando um &#8220;ataque brutal planeado para causar o máximo de danos&#8221;.</p>
<p>A cidade de Zaporijia, que tinha uma população de mais de 700 mil habitantes antes da guerra, foi alvo de um ataque &#8220;massivo&#8221; que fez pelo menos seis mortos e 19 feridos, segundo o governador regional Ivan Fedorov. </p>
<p>A Coreia do Norte é aliada da Rússia e as relações entre os dois países têm-se reforçado desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022. </p>
<p>Moscovo e Pyongyang concluíram um acordo de defesa em 2024, e milhares de soldados norte-coreanos participaram nos combates contra as forças ucranianas na região russa de Kursk, entre 2024 e 2025. A Ucrânia já acusou a Rússia de utilizar armas fabricadas na Coreia do Norte.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-acusou-a-russia-de-ter-usado-misseis-balisticos-norte-coreanos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799748]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SUV dominam, elétricos disparam 68,7% e há um modelo que deixa todos para trás: que carros procuram os portugueses?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/suv-dominam-eletricos-disparam-687-e-ha-um-modelo-que-deixa-todos-para-tras-que-carros-procuram-os-portugueses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/suv-dominam-eletricos-disparam-687-e-ha-um-modelo-que-deixa-todos-para-tras-que-carros-procuram-os-portugueses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799836</guid>

					<description><![CDATA[Os dados dizem respeito à atividade dos utilizadores do Standvirtual e, por isso, não representam a totalidade das compras de automóveis realizadas em Portugal, mas permitem acompanhar a evolução da procura na plataforma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tipo de automóvel procuram os portugueses? Os dados mais recentes do Standvirtual apontam para três tendências claras: os SUV continuam a dominar as preferências, os veículos 100% elétricos estão a ganhar terreno a um ritmo acelerado e, quando a análise é feita modelo a modelo, há um carro que se destaca claramente dos restantes.</p>
<p>Uma análise divulgada esta terça-feira pelo Standvirtual, relativa aos últimos 12 meses, mostra que os SUV continuam a ser o segmento que concentra a maior fatia dos contactos gerados pelos utilizadores da plataforma. Ao mesmo tempo, o Tesla Model 3 mantém uma liderança destacada entre os modelos individuais.</p>
<p>Os dados dizem respeito à atividade dos utilizadores do Standvirtual e, por isso, não representam a totalidade das compras de automóveis realizadas em Portugal, mas permitem acompanhar a evolução da procura na plataforma.</p>
<p><strong>SUV já representam quase 30% da procura</strong></p>
<p>Nos últimos 12 meses, os SUV concentraram 28,96% dos contactos gerados no Standvirtual, muito acima dos modelos classificados pela plataforma como Compact, com 17,61%, e dos City Car, com 14,52%.</p>
<p>E a preferência pelos SUV continua a crescer.</p>
<p>No primeiro semestre de 2026, o número de contactos relativos a estes veículos aumentou 22% face ao mesmo período do ano passado, fazendo subir a respetiva quota para 29,62%.</p>
<p>Os Compact mantiveram a segunda posição, com 17,36% dos contactos e um crescimento homólogo de 11%, enquanto os City Car ficaram em terceiro, com uma quota de 14,77% e uma subida de 14%.</p>
<p>Ou seja, praticamente três em cada dez contactos gerados na plataforma durante os primeiros seis meses do ano tiveram como alvo um SUV.</p>
<p><strong>E os elétricos? Procura disparou 68,7%</strong></p>
<p>A preferência por este tipo de carro cruza-se com outra transformação que o Standvirtual tem vindo a identificar: o rápido crescimento da procura por automóveis totalmente elétricos.</p>
<p>Dados divulgados recentemente pela plataforma mostram que, nos primeiros seis meses de 2026, a procura por veículos 100% elétricos (BEV) aumentou 68,7% face ao mesmo período de 2025.</p>
<p>Os elétricos já representavam 17,3% do total das pesquisas efetuadas na plataforma durante o primeiro semestre.</p>
<p>Segundo o Standvirtual, Portugal posiciona-se como o segundo mercado mais eletrificado da Europa, atrás apenas da Noruega.</p>
<p><strong>Há um modelo que deixa os restantes para trás</strong></p>
<p>Quando a análise deixa os segmentos e tipos de motorização e passa para os modelos concretos, a liderança pertence ao Tesla Model 3.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, o elétrico representou 3,35% do total de contactos na categoria de automóveis do Standvirtual.</p>
<p>A diferença para os concorrentes é significativa: o Peugeot 2008, segundo classificado neste período, ficou com 1,57%, enquanto o Volkswagen Golf ocupou a terceira posição, com 1,55%.</p>
<p>Assim, a quota do Model 3 foi superior ao dobro da alcançada por qualquer um dos seus dois perseguidores mais próximos.</p>
<p><strong>Procura pelo Model 3 cresce 44%</strong></p>
<p>A vantagem mantém-se quando são considerados apenas os primeiros seis meses de 2026.</p>
<p>Neste período, segundo o Standvirtual, o número de contactos gerados pelo Tesla Model 3 aumentou 44% face ao primeiro semestre de 2025, fazendo subir a sua quota para 3,85%.</p>
<p>O Renault Clio surge na segunda posição, mas bastante distante, com 1,47% dos contactos. Ainda assim, o modelo francês registou um crescimento homólogo de 23%.</p>
<p>O Volkswagen Golf completa o pódio, com 1,43%, mas viu a procura cair 15% relativamente aos primeiros seis meses do ano passado.</p>
<p><strong>“Mobilidade elétrica deixou de ser uma tendência de nicho”</strong></p>
<p>Para Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, a evolução observada no Model 3 é também um reflexo do crescimento dos automóveis elétricos.</p>
<p>“A liderança do Tesla Model 3 realça que a mobilidade elétrica deixou de ser uma tendência de nicho para conquistar um espaço cada vez mais relevante nas preferências dos consumidores”, afirma o responsável.</p>
<p>Pedro Soares destaca igualmente o peso crescente dos SUV, considerando que a procura por estes modelos mostra que os consumidores valorizam “a combinação entre versatilidade, tecnologia e eficiência”.</p>
<p>Os números traçam, assim, um retrato da procura automóvel no Standvirtual em 2026: os SUV aproximam-se dos 30% dos contactos, os elétricos registam um crescimento de 68,7% nas pesquisas e, entre os modelos individuais, o Tesla Model 3 continua isolado na liderança.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/suv-dominam-eletricos-disparam-687-e-ha-um-modelo-que-deixa-todos-para-tras-que-carros-procuram-os-portugueses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Inglaterra está a ficar sem água: “seca-relâmpago” atinge 71% do território e 27 milhões de pessoas já têm restrições</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/inglaterra-esta-a-ficar-sem-agua-seca-relampago-atinge-71-do-territorio-e-27-milhoes-de-pessoas-ja-tem-restricoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/inglaterra-esta-a-ficar-sem-agua-seca-relampago-atinge-71-do-territorio-e-27-milhoes-de-pessoas-ja-tem-restricoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799828</guid>

					<description><![CDATA[Imagens de várias regiões mostram uma paisagem pouco habitual para o verão britânico: parques e campos normalmente verdes apresentam-se secos e amarelados, enquanto os níveis dos rios continuam a baixar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase três quartos de Inglaterra estão oficialmente em situação de seca, depois do julho mais seco desde que há registos e numa altura em que o país se prepara para enfrentar a quinta vaga de calor deste verão. A falta de chuva já levou à imposição de restrições ao uso de água e está a criar dificuldades aos agricultores.</p>
<p>De acordo com dados do Governo britânico citados pela &#8216;Euronews&#8217;, 71,3% de Inglaterra encontra-se em seca, numa situação que se agravou durante o início de agosto.</p>
<p>As imagens de várias regiões mostram uma paisagem pouco habitual para o verão britânico: parques e campos normalmente verdes apresentam-se secos e amarelados, enquanto os níveis dos rios continuam a baixar.</p>
<p>“Quase três quartos de Inglaterra estão agora em seca, à medida que as condições se agravam após um início de agosto seco”, indicou o Departamento do Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais britânico (DEFRA).</p>
<p>A situação abrange agora também partes das Midlands centrais e do nordeste de Inglaterra, que se juntaram às regiões que já enfrentavam períodos prolongados de tempo seco.</p>
<p><strong>Uma “seca-relâmpago” espalha-se pelo país</strong></p>
<p>Segundo as autoridades britânicas, todas as regiões estão atualmente sob pressão ao nível dos recursos hídricos e nenhuma zona do Reino Unido apresenta uma situação considerada “normal”.</p>
<p>Grande parte de Inglaterra enfrenta aquilo que o DEFRA classifica como uma “seca-relâmpago” — um fenómeno que se desenvolve rapidamente quando uma forte escassez de precipitação coincide com temperaturas elevadas.</p>
<p>É já a terceira situação de seca enfrentada pelo Reino Unido nos últimos cinco anos, um dado particularmente significativo num país tradicionalmente associado a um clima húmido e à chuva frequente.</p>
<p>No final de julho, mais de metade de Inglaterra já tinha sido declarada em seca. Agora, a percentagem subiu para 71,3%.</p>
<p><strong>Julho trouxe apenas 10% da chuva habitual</strong></p>
<p>Inglaterra e País de Gales tiveram o julho mais seco desde que existem registos, segundo o Met Office, o serviço meteorológico britânico.</p>
<p>Em Inglaterra, caiu apenas cerca de 10% da precipitação média habitual para o mês, agravando a pressão sobre rios, reservatórios e terrenos agrícolas.</p>
<p>E as perspetivas para os próximos dias não apontam para uma melhoria.</p>
<p>“Há avisos de mais tempo seco e de outra vaga de calor a caminho, com temperaturas que poderão atingir valores a meio dos 30 graus em alguns locais”, alertou o DEFRA, citado pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>Será a quinta vaga de calor enfrentada pelo Reino Unido neste verão, depois de vários recordes de temperatura terem sido quebrados ao longo da estação.</p>
<p><strong>27 milhões de pessoas já têm restrições</strong></p>
<p>A dimensão da crise hídrica já se traduz em limitações concretas. O Governo impôs restrições à irrigação para agricultores e algumas regiões introduziram proibições à utilização de mangueiras.</p>
<p>Mais de 27 milhões de pessoas vivem atualmente sob algum tipo de restrição ao consumo de água.</p>
<p>No total, cerca de 45 milhões de pessoas encontram-se em áreas oficialmente afetadas pela seca, segundo os números citados pela &#8216;Euronews&#8217;. Tendo em conta uma população do Reino Unido estimada em cerca de 69,3 milhões de habitantes, isso significa que aproximadamente dois em cada três residentes vivem atualmente numa zona atingida pela seca.</p>
<p><strong>Agricultura teme consequências duradouras</strong></p>
<p>A falta de água está também a afetar o setor agrícola. Os produtores enfrentam menores rendimentos das culturas e há já alertas para possíveis consequências no abastecimento alimentar caso as condições se prolonguem.</p>
<p>“Sabemos que o tempo quente e seco está a ter um impacto muito significativo na agricultura e que haverá consequências duradouras para o nosso ambiente”, afirmou Tony Grayling, da Environment Agency e responsável pelo National Drought Group.</p>
<p>A situação britânica surge numa altura em que várias regiões da Europa enfrentam novamente temperaturas elevadas e períodos prolongados de ausência de precipitação.</p>
<p>Os cientistas têm alertado que as alterações climáticas estão a aumentar a intensidade e a frequência de vários fenómenos meteorológicos extremos, incluindo períodos de calor intenso e secas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/inglaterra-esta-a-ficar-sem-agua-seca-relampago-atinge-71-do-territorio-e-27-milhoes-de-pessoas-ja-tem-restricoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799828]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tem “bancos mágicos”, não precisa de ser carregado e custa 34.500 euros: assim é o Honda HR-V Hybrid</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tem-bancos-magicos-nao-precisa-de-ser-carregado-e-custa-34-500-euros-assim-e-o-honda-hr-v-hybrid/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tem-bancos-magicos-nao-precisa-de-ser-carregado-e-custa-34-500-euros-assim-e-o-honda-hr-v-hybrid/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Honda]]></category>
		<category><![CDATA[Honda HR-V Hybrid]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799818</guid>

					<description><![CDATA[Disponível em Portugal a partir de 34.500 euros, na versão Elegance, o SUV híbrido apresenta um consumo combinado anunciado de 5,4 litros aos 100 quilómetros, valor que, segundo a Honda, pode baixar para 4,1 l/100 km em ciclo urbano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há características de um automóvel que saltam imediatamente à vista e outras que só revelam a sua utilidade com o passar do tempo. É precisamente nestas últimas que a Honda está a apostar para voltar a colocar o HR-V Hybrid em destaque, apontando para soluções que vão desde os chamados “bancos mágicos” ao sistema híbrido e e às tecnologias de assistência à condução.</p>
<p>Disponível em Portugal a partir de 34.500 euros, na versão Elegance, o SUV híbrido apresenta um consumo combinado anunciado de 5,4 litros aos 100 quilómetros, valor que, segundo a Honda, pode baixar para 4,1 l/100 km em ciclo urbano.</p>
<p>Um híbrido que não precisa de ser ligado à tomada</p>
<p>O HR-V utiliza o sistema híbrido e da Honda, que combina motores elétricos com um motor a gasolina. O sistema pode alternar entre funcionamento elétrico, híbrido e a combustão em função das condições de circulação, sem exigir ao condutor a seleção dos diferentes modos.</p>
<p>Também não é necessário ligar o automóvel a uma tomada para carregar a bateria. Durante as desacelerações e travagens, o sistema recupera parte da energia que seria desperdiçada e utiliza-a para recarregar a bateria.</p>
<p>Segundo a marca, é precisamente no ambiente urbano, marcado por sucessivos arranques e travagens, que o sistema híbrido consegue tirar maior partido desta gestão de energia.</p>
<p>A Honda anuncia um consumo combinado de 5,4 l/100 km para o HR-V, podendo chegar aos 4,1 l/100 km em utilização urbana.</p>
<p>Os “bancos mágicos” que mudam o interior</p>
<p>Mas uma das soluções mais particulares do HR-V está escondida nos bancos.</p>
<p>A Honda chama-lhes Magic Seats — ou “bancos mágicos” — e o objetivo é permitir diferentes configurações do habitáculo consoante aquilo que é necessário transportar.</p>
<p>Existem quatro possibilidades. No Utility Mode, os bancos são configurados para criar uma superfície de carga plana; o Long Mode destina-se ao transporte de objetos compridos; no Refresh Mode, os bancos dianteiros podem ser reclinados para criar uma configuração destinada a períodos de descanso; e no Tall Mode o assento pode ser levantado, libertando espaço vertical no interior.</p>
<p>Esta última configuração permite, por exemplo, transportar objetos altos atrás dos bancos dianteiros, aproveitando uma zona do habitáculo que normalmente teria uma utilização mais limitada.</p>
<p>Segundo a Honda, o sistema foi pensado para permitir adaptar rapidamente o automóvel a situações tão diferentes como transportar equipamento desportivo, objetos de maiores dimensões ou simplesmente reorganizar o habitáculo durante uma viagem.</p>
<p>Tecnologia também vigia a estrada</p>
<p>O HR-V conta ainda com o conjunto de sistemas de assistência e segurança Honda SENSING.</p>
<p>Entre os equipamentos disponíveis encontram-se o sistema de travagem de mitigação de colisão, o assistente de manutenção na faixa de rodagem, o reconhecimento de sinais de trânsito e o cruise control adaptativo.</p>
<p>A marca apresenta estas tecnologias como uma espécie de “copiloto”, destinado a acompanhar aquilo que acontece em redor do automóvel e a auxiliar o condutor perante diferentes situações de trânsito.</p>
<p>Com o renovado HR-V Hybrid, a Honda procura assim reforçar a combinação entre eficiência, versatilidade do habitáculo e assistência à condução.</p>
<p>O Honda HR-V Hybrid está disponível em Portugal com preços a partir de 34.500 euros, correspondentes à versão Elegance.</p>

<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-4.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-4-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-4-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-4-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-4-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-3.jpg"><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-3-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-3-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-3-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-2.jpg"><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-2-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-2-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-2-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-2-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-1-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-1-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-1-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/08/Honda-HR-V-Hybrid-destaca-funcionalidades-que-continuam-a-fazer-a-diferenca-no-dia-a-dia-1-1200x1200.jpg 1200w" /></a>

]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tem-bancos-magicos-nao-precisa-de-ser-carregado-e-custa-34-500-euros-assim-e-o-honda-hr-v-hybrid/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799818]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MEO mais do que duplica tráfego móvel em festival de três dias nos Açores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/meo-mais-do-que-duplica-trafego-movel-em-festival-de-tres-dias-nos-acores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/meo-mais-do-que-duplica-trafego-movel-em-festival-de-tres-dias-nos-acores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[MEO]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799812</guid>

					<description><![CDATA[Durante o festival, realizado na Praia do Monte Verde, na Ribeira Grande, foram consumidos 11,9 TB de dados móveis, mais do dobro dos 5,6 TB registados na edição de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O MEO Monte Verde 2026 recebeu cerca de 40 mil pessoas ao longo de três dias e registou um forte crescimento na utilização das redes móveis. Durante o festival, realizado na Praia do Monte Verde, na Ribeira Grande, foram consumidos 11,9 TB de dados móveis, mais do dobro dos 5,6 TB registados na edição de 2025.</p>
<p>Do total de tráfego registado este ano, 7,7 TB foram processados através da rede 5G, mais de três vezes o volume registado nesta tecnologia na edição anterior. O crescimento da utilização da rede acompanhou também o aumento das comunicações de voz: foram realizadas cerca de 168,7 mil chamadas, correspondentes a 176.948 minutos de conversação. Em 2025, tinham sido contabilizadas cerca de 125 mil chamadas e 131 mil minutos.</p>
<p>A rede Wi-Fi disponibilizada no recinto registou, por sua vez, mais de 1,5 TB de tráfego e ligou mais de 3.660 dispositivos únicos ao longo dos três dias do evento.</p>
<p>O aumento do consumo de dados reflete a utilização crescente dos dispositivos móveis durante o festival, desde a partilha de conteúdos nas redes sociais ao acesso a aplicações e serviços digitais.</p>
<p>Para responder à concentração de milhares de pessoas no recinto, a MEO reforçou a infraestrutura de rede móvel e instalou uma infraestrutura tecnológica dedicada ao evento, procurando garantir capacidade de comunicação durante os três dias.</p>
<p>A edição deste ano trouxe também uma nova dimensão à acessibilidade do festival. Depois de, em 2025, o MEO Monte Verde se ter tornado o primeiro festival dos Açores a disponibilizar interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), em 2026 essa solução foi alargada através da aplicação SENTIDO, da Fundação MEO.</p>
<p>A aplicação permitiu aos festivaleiros acompanhar, em tempo real e a partir de qualquer ponto do recinto, a interpretação em LGP dos concertos realizados no palco MEO.</p>
<p>A iniciativa faz parte do projeto Música com Sentido, desenvolvido pela Fundação MEO, que recorre à tecnologia para facilitar o acesso à cultura e criar experiências mais inclusivas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/meo-mais-do-que-duplica-trafego-movel-em-festival-de-tres-dias-nos-acores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799812]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ASAE apreende quase 76 toneladas de alimentos e suspende atividade de unidade ilegal no norte do país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/asae-apreende-quase-76-toneladas-de-alimentos-e-suspende-atividade-de-unidade-ilegal-no-norte-do-pais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/asae-apreende-quase-76-toneladas-de-alimentos-e-suspende-atividade-de-unidade-ilegal-no-norte-do-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ASAE]]></category>
		<category><![CDATA[Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799804</guid>

					<description><![CDATA[Operação foi realizada nas últimas semanas pela Unidade Regional do Norte da ASAE, no âmbito do combate a ilícitos contra a saúde pública, e incidiu sobre um operador económico sediado no distrito de Braga]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu quase 76 toneladas de géneros alimentícios de origem animal durante uma operação de fiscalização realizada no distrito de Braga. A ação levou ainda à suspensão parcial da atividade de uma unidade de produção, embalamento e distribuição de produtos alimentares.</p>
<p>A operação foi realizada nas últimas semanas pela Unidade Regional do Norte da ASAE, no âmbito do combate a ilícitos contra a saúde pública, e incidiu sobre um operador económico sediado no distrito de Braga.</p>
<p>Segundo revelou esta terça-feira a autoridade, durante a inspeção foi detetado que a unidade onde eram produzidos, embalados e distribuídos os produtos alimentares estava a funcionar sem Número de Controlo Veterinário (NCV).</p>
<p>Este número, atribuído pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), constitui um requisito legal para o exercício deste tipo de atividade e para o cumprimento das normas de segurança alimentar.</p>
<p><strong>Mais de 75 mil quilos apreendidos</strong></p>
<p>Na sequência das irregularidades detetadas, a ASAE instaurou um processo de contraordenação e determinou a suspensão parcial da atividade da unidade.</p>
<p>A dimensão da apreensão é um dos principais resultados da operação: foram retirados de circulação 75.867 quilos de géneros alimentícios de origem animal, o equivalente a cerca de 76 toneladas de produtos.</p>
<p>A ASAE não especificou, no comunicado divulgado, que tipos de alimentos estavam entre os produtos apreendidos nem indicou o respetivo valor comercial.</p>
<p><strong>Estabelecimento de venda também foi suspenso</strong></p>
<p>A fiscalização não ficou limitada à unidade de produção. O estabelecimento onde os produtos eram posteriormente comercializados também foi alvo de intervenção das autoridades.</p>
<p>De acordo com a ASAE, foi igualmente determinada a suspensão parcial da atividade deste estabelecimento por não estarem reunidas as condições técnicas e funcionais legalmente exigidas.</p>
<p>A autoridade refere ainda terem sido encontradas deficiências relacionadas com o asseio e a higiene do espaço.</p>
<p>A ASAE afirma que continuará a realizar operações de fiscalização em todo o território nacional destinadas a garantir o cumprimento das regras de segurança alimentar, proteger os consumidores e assegurar condições de concorrência entre os operadores económicos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/asae-apreende-quase-76-toneladas-de-alimentos-e-suspende-atividade-de-unidade-ilegal-no-norte-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799804]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Empresas portuguesas esperam recuperação no segundo semestre, mas continuam sob pressão, revela AEP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-portuguesas-esperam-recuperacao-no-segundo-semestre-mas-continuam-sob-pressao-revela-aep/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-portuguesas-esperam-recuperacao-no-segundo-semestre-mas-continuam-sob-pressao-revela-aep/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEP]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799796</guid>

					<description><![CDATA[No mercado nacional, 53,9% das empresas antecipam um aumento do volume de negócios no segundo semestre, sendo que 51,3% esperam uma subida ligeira e 2,6% uma subida significativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de metade das empresas portuguesas espera aumentar o volume de negócios no mercado nacional durante o segundo semestre de 2026, depois de um primeiro semestre marcado por fenómenos climáticos extremos e elevada instabilidade internacional. Ainda assim, a burocracia, os custos energéticos e as tensões geopolíticas continuam entre os principais obstáculos à atividade empresarial.</p>
<p>Os dados resultam de um inquérito realizado pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) durante o mês de julho, que ouviu 400 empresários e gestores sobre a evolução do volume de negócios, os principais constrangimentos à atividade e as medidas consideradas necessárias para ultrapassar as dificuldades.</p>
<p>No mercado nacional, 53,9% das empresas antecipam um aumento do volume de negócios no segundo semestre, sendo que 51,3% esperam uma subida ligeira e 2,6% uma subida significativa. O valor compara com os 48,7% de empresas que registaram crescimento nos primeiros seis meses do ano.</p>
<p>Ao mesmo tempo, diminui a percentagem de empresas que esperam uma redução da atividade: passa de 25,7% no primeiro semestre para 20,5% nas previsões para a segunda metade do ano.</p>
<p>As expectativas são também mais favoráveis no mercado internacional, embora de forma mais moderada. 30,8% das empresas esperam aumentar o volume de negócios no exterior no segundo semestre, contra 25,7% que registaram crescimento nos primeiros seis meses. Já a percentagem das que antecipam uma diminuição mantém-se nos 28,2%.</p>
<p>“Depois de um primeiro semestre muito difícil, é positivo verificar que as empresas encaram a segunda metade do ano com uma perspetiva de alguma melhoria da atividade”, afirma Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração da AEP.</p>
<p>O responsável alerta, contudo, que os resultados devem ser interpretados com prudência, uma vez que a recuperação prevista é ligeira e surge depois de um período particularmente adverso, marcado por fenómenos climáticos extremos, pela instabilidade internacional e pelos impactos associados ao encerramento do Estreito de Ormuz.</p>
<p>“O que os resultados do inquérito também mostram é que temos hoje um tecido empresarial mais resiliente e capaz de acomodar, em parte, impactos extremamente adversos, de origem interna e externa”, acrescenta.</p>
<p>A maior capacidade de resistência não significa, contudo, que as empresas estejam a operar num contexto menos exigente. Segundo Luís Miguel Ribeiro, a instabilidade geopolítica, os custos energéticos e das matérias-primas e a crescente fragmentação do comércio internacional continuam a condicionar as decisões das empresas.</p>
<p>Entre os principais constrangimentos identificados no inquérito, a burocracia surge destacadamente em primeiro lugar, apontada por 84,2% dos empresários e gestores.</p>
<p>Seguem-se os custos dos bens energéticos, referidos por 82,1%, as tensões geopolíticas, incluindo conflitos militares e medidas protecionistas, com 79,5%, e os custos das matérias-primas, excluindo bens energéticos, apontados por 75%. Os preços dos transportes são identificados por 73% dos inquiridos.</p>
<p>A fiscalidade é outro dos fatores com maior peso, sendo apontada por 65,8% das empresas. A concorrência internacional surge com 57,9%, o mesmo valor registado pela falta de mão de obra. O financiamento é, entre os fatores avaliados, o menos referido, com 28,6%.</p>
<p>Além destes constrangimentos, os empresários identificam vários riscos que continuam a condicionar as decisões, incluindo a instabilidade e incerteza internacional, a fragmentação geopolítica e a criação de novas barreiras aduaneiras, a instabilidade fiscal e a manutenção dos preços dos combustíveis.</p>
<p>A inflação, a falta de agilidade dos organismos públicos, os custos de contexto e o excesso de legislação estão também entre as preocupações apontadas. Os empresários referem ainda a falta de confiança dos consumidores, a diminuição do consumo, a escassez de matérias-primas associada às condições climatéricas e os prazos de entrega.</p>
<p><strong>Empresas pedem menos burocracia e simplificação fiscal</strong></p>
<p>Para ultrapassar estes obstáculos, as empresas colocam no topo das prioridades a eliminação de burocracias, a melhoria do sistema de Justiça e a simplificação das leis.</p>
<p>A simplificação da fiscalidade e a redução da carga fiscal sobre as empresas surgem igualmente entre as medidas defendidas, juntamente com o investimento na digitalização e na automação aduaneira, de forma a tornar os processos mais rápidos e eficientes.</p>
<p>Num contexto internacional mais instável e fragmentado, os empresários defendem ainda o reforço de acordos comerciais bilaterais e regionais e a diversificação de mercados, com o objetivo de reduzir a dependência de determinadas rotas ou blocos económicos.</p>
<p>A maior flexibilidade logística, através de soluções multimodais e de rotas alternativas, é outra das medidas apontadas. O reforço do diálogo entre empresas, entidades reguladoras e instituições, bem como o desenvolvimento de parcerias estratégicas estáveis e fiáveis, são também considerados importantes para aumentar a capacidade de resposta perante futuras disrupções.</p>
<p>O perfil das empresas inquiridas revela uma forte exposição aos mercados externos. 46% exportam e importam, enquanto 28% apenas exportam e 10% apenas importam. Apenas 16% não desenvolvem atividade de exportação ou importação.</p>
<p>Em termos de dimensão, 39% das empresas participantes são médias empresas, 33% pequenas empresas, 23% microempresas e 5% grandes empresas.</p>
<p>Os resultados do inquérito apontam, assim, para um tecido empresarial que entra na segunda metade de 2026 com expectativas de alguma recuperação, mas ainda sujeito a fortes pressões. Para a AEP, a capacidade das empresas para transformar essa melhoria das expectativas em crescimento efetivo dependerá, em grande medida, da redução da burocracia, da simplificação fiscal e legislativa e de uma maior previsibilidade do contexto económico e regulatório.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/empresas-portuguesas-esperam-recuperacao-no-segundo-semestre-mas-continuam-sob-pressao-revela-aep/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799796]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Europa está a ficar sem Patriot: Ucrânia “luta por cada míssil” antes dos ataques russos de inverno</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/europa-esta-a-ficar-sem-patriot-ucrania-luta-por-cada-missil-antes-dos-ataques-russos-de-inverno/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/europa-esta-a-ficar-sem-patriot-ucrania-luta-por-cada-missil-antes-dos-ataques-russos-de-inverno/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799792</guid>

					<description><![CDATA[A Europa está a esgotar a margem disponível nos seus arsenais de mísseis Patriot numa altura em que a Ucrânia tenta reforçar, com urgência, a defesa contra mísseis balísticos antes de uma nova vaga de ataques russos esperada para o inverno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Europa está a esgotar a margem disponível nos seus arsenais de mísseis Patriot numa altura em que a Ucrânia tenta reforçar, com urgência, a defesa contra mísseis balísticos antes de uma nova vaga de ataques russos esperada para o inverno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kiev procura centenas de intercetores, mas a nova produção não deverá chegar a tempo. Ao mesmo tempo, os stocks dos Estados Unidos foram pressionados pela guerra com o Irão e vários dos principais países europeus que têm apoiado a Ucrânia dizem dispor de poucos mísseis que possam ceder sem comprometer a própria defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Politico, a escassez afeta sobretudo os Patriot PAC-3 e PAC-2, que estão entre os poucos sistemas ao dispor da Ucrânia capazes de enfrentar os mísseis balísticos russos de alta velocidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mykhailo Fedorov, antigo ministro da Defesa ucraniano, afirmou na semana passada que a Rússia tem disparado, em apenas uma semana, mais mísseis contra a Ucrânia do que aqueles que Kiev recebe dos parceiros ao longo de vários meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em julho, as defesas aéreas ucranianas intercetaram apenas 29 dos 195 mísseis balísticos russos lançados contra o país. Outros 40 não chegaram aos respetivos alvos, segundo dados do Ministério da Defesa da Ucrânia citados pelo Politico.</p>
<p><strong>Alemanha admite estar a chegar ao limite</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Alemanha, um dos maiores fornecedores de ajuda militar à Ucrânia, já entregou sistemas Patriot e respetivos mísseis, mas enfrenta agora um dilema entre continuar a apoiar Kiev e manter as reservas mínimas necessárias para defender o próprio território e cumprir os compromissos assumidos na NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Estamos realmente a chegar aos nossos limites”, afirmou o brigadeiro-general Jürgen Schrödl, alto responsável do Ministério da Defesa alemão, numa conferência em Berlim realizada depois da cimeira da NATO de julho, em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável sublinhou que a Alemanha também tem de garantir a sua própria proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Berlim e outros governos do norte da Europa têm pressionado os restantes países do continente para disponibilizarem mais equipamento militar e financiamento à Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro da Defesa da Noruega, Tore O. Sandvik, afirmou ao Politico que a atual distribuição do esforço europeu não é sustentável a longo prazo e defendeu que todos os países europeus têm de reforçar o apoio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão recai agora sobre países que também possuem intercetores Patriot, como Polónia, Espanha e Grécia.</p>
<p><strong>Ucrânia ainda não tem alternativa aos Patriot</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Ucrânia consegue recorrer a outros sistemas, frequentemente mais baratos, para combater drones e mísseis de cruzeiro. O problema está nos mísseis balísticos, para os quais os Patriot continuam a desempenhar um papel central.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kiev está a desenvolver o seu próprio intercetor, denominado Freyja, mas o sistema ainda necessita de investimento, desenvolvimento técnico e testes antes de poder assumir essa função.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mykhailo Podolyak, conselheiro da presidência ucraniana, explicou ao Politico que uma das prioridades continua a ser conseguir PAC-3 e PAC-2, seja através da compra de novos mísseis, seja recorrendo às reservas existentes dos aliados.</p>
<p><strong>Trump torna-se decisivo para Kiev</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A dependência dos Patriot coloca Donald Trump numa posição determinante, uma vez que a maioria dos intercetores PAC-3 é produzida nos Estados Unidos e tanto a venda como os eventuais acordos de produção dependem de decisões da Casa Branca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o encontro entre Trump e Volodymyr Zelensky, no mês passado, os intercetores Patriot foram o principal assunto da reunião, segundo um alto responsável conhecedor das conversações citado pelo Politico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na cimeira da NATO em Ancara, Trump chegou a alimentar expectativas ao afirmar que a Ucrânia poderia fabricar intercetores Patriot de conceção americana sob licença.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um acordo deste género permitiria, a prazo, diminuir a dependência ucraniana das entregas dos Estados Unidos, mas não resolveria o problema imediato.</p>
<p class="isSelectedEnd">O embaixador dos EUA junto da NATO, Matthew Whitaker, avisou que não será possível fechar um acordo de produção de longo prazo antes deste inverno e que os primeiros mísseis demorariam ainda mais tempo a sair das linhas de produção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entretanto, Trump recuou na posição inicial e afirmou na semana passada que os Estados Unidos ainda não tinham concordado em transferir essa tecnologia e que a questão continuava em discussão.</p>
<p><strong>Guerra com o Irão pressiona stocks dos EUA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação agravou-se depois de surgirem informações de que os Estados Unidos terão usado grande parte das suas reservas de mísseis de precisão de longo alcance durante a guerra contra o Irão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump está agora concentrado em reconstruir os stocks americanos e, quando foi questionado sobre os pedidos de Zelensky para receber mais mísseis Patriot, respondeu que os Estados Unidos também precisam de mísseis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Ucrânia assinou ainda um acordo para receber intercetores PAC-2 que serão produzidos na Alemanha, mas estes dificilmente chegarão antes do próximo ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a escassez, Kiev está a considerar uma abordagem mais ofensiva, tentando atingir diretamente os sistemas russos de lançamento de mísseis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fedorov defendeu que as equipas russas responsáveis pelos lançamentos devem saber que poderão ser atingidas poucos minutos depois de dispararem.</p>
<p><strong>Europa procura mísseis nos próprios arsenais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No imediato, a pressão volta a recair sobre os países europeus, que estão novamente a avaliar quais os mísseis que podem retirar das suas próprias reservas e enviar para a Ucrânia antes do inverno.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Alemanha já forneceu três sistemas Patriot diretamente das reservas das suas Forças Armadas e organizou a entrega de mais dois através de um acordo segundo o qual os Estados Unidos repõem posteriormente o material alemão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Países Baixos reuniram componentes suficientes para formar outro sistema completo, incluindo cinco lançadores, um radar e mísseis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas as reservas estão agora mais limitadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Polónia confirmou em julho que libertou vários intercetores PAC-3 depois de pedidos do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, e de responsáveis militares dos Estados Unidos. Segundo o meio polaco Defence24, terão sido enviados apenas cinco mísseis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo essa quantidade provocou críticas políticas na Polónia, com deputados da oposição a acusarem o Governo de enfraquecer a defesa nacional numa altura em que mísseis e drones russos têm atravessado repetidamente a fronteira do país.</p>
<p><strong>Atenção vira-se para Espanha e Grécia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os países mais próximos da Rússia estão cada vez mais relutantes em abdicar dos Patriot existentes, uma vez que as próprias forças armadas já consideravam insuficientes os meios disponíveis para garantir a defesa nacional, segundo um diplomata europeu citado pelo Politico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso está a deslocar a pressão para países do sul da Europa, que até agora contribuíram menos para o esforço militar ucraniano do que a Alemanha e vários países do norte.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, confirmou em 2024 que Madrid enviaria mísseis para a Ucrânia, mas o Governo não revelou o tipo nem a quantidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Defesa espanhol não respondeu ao Politico sobre se tinha recebido recentemente novos pedidos de intercetores ou se estava a ponderar outra transferência, remetendo para o apoio militar mais amplo de Espanha à Ucrânia e para os compromissos assumidos na NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Grécia também não anunciou qualquer transferência de Patriot para Kiev.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo informações divulgadas pelos meios de comunicação gregos em julho, a Ucrânia terá pedido a Atenas até 200 intercetores PAC-2 mais antigos.</p>
<p><strong>“Estamos literalmente a lutar por cada míssil”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Esta não é a primeira vez que os aliados europeus tentam reunir pequenas quantidades de mísseis Patriot em vários países para conseguir uma entrega significativa à Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fedorov revelou que, numa reunião em fevereiro, trabalhou com Mark Rutte numa lista das reservas de intercetores existentes nos países europeus, contactando individualmente os governos para saber o que poderiam disponibilizar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro recordou, por exemplo, pedidos de apenas cinco mísseis à Polónia. A Alemanha terá então oferecido mais cinco caso os restantes países conseguissem reunir 20 intercetores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kiev continua a manter este tipo de negociações com Espanha, Grécia e outros países que dispõem de PAC-2 ou PAC-3.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um alto responsável citado pelo Politico considera, contudo, que tudo depende dos Estados Unidos e que a falta de vontade política de Washington acaba por influenciar também a disponibilidade dos restantes aliados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a procura por intercetores PAC-3 também a aumentar no Médio Oriente, os Estados Unidos a tentarem recompor os próprios stocks e vários países europeus preocupados com a possibilidade de um futuro ataque russo, o tempo está a tornar-se cada vez mais curto para Kiev.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, sintetizou a dimensão do problema: a Ucrânia está “literalmente a lutar por cada míssil”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/europa-esta-a-ficar-sem-patriot-ucrania-luta-por-cada-missil-antes-dos-ataques-russos-de-inverno/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799792]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seca obriga a restrições no uso de água em quase 70% de França</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seca-obriga-a-restricoes-no-uso-de-agua-em-quase-70-de-franca/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/seca-obriga-a-restricoes-no-uso-de-agua-em-quase-70-de-franca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799787</guid>

					<description><![CDATA[A 9 de agosto, a maior parte da França continental, incluindo Paris, encontrava-se pelo menos no primeiro nível de alerta, enquanto 67 dos 101 departamentos do país estavam já no nível máximo de crise.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Quase 70% do território francês está sujeito a restrições no uso de água devido ao agravamento da seca, numa altura em que sucessivas vagas de calor continuam a pressionar as reservas e a provocar novos recordes de temperatura.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, o Ministério da Transição Ecológica francês alertou que a seca é particularmente severa e que os efeitos das alterações climáticas estão a aumentar a pressão sobre os recursos hídricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A 9 de agosto, a maior parte da França continental, incluindo Paris, encontrava-se pelo menos no primeiro nível de alerta, enquanto 67 dos 101 departamentos do país estavam já no nível máximo de crise.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas zonas sujeitas ao alerta mais elevado, a água fica reservada para utilizações consideradas prioritárias, como saúde, proteção civil, abastecimento de água potável e saneamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos níveis inferiores de alerta, as restrições podem abranger atividades como a rega de jardins e espaços verdes, o enchimento de piscinas, a lavagem de automóveis e a irrigação agrícola.</p>
<h2>Dois terços dos aquíferos estão abaixo do normal</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, cerca de dois terços dos aquíferos que abastecem grande parte da água potável em França apresentam níveis inferiores ao normal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Bureau de Recherches Géologiques et Minières indicou que a redução das reservas subterrâneas, habitual durante o verão, está este ano mais acentuada devido à falta de precipitação eficaz em julho e ao aumento da procura de água, sobretudo nos setores da agricultura e do turismo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação é agravada por uma sucessão de vagas de calor que, ao longo dos últimos três meses, provocaram temperaturas recorde, milhares de mortes em excesso e grandes incêndios florestais.</p>
<p><strong>Julho foi o mês mais quente de sempre em França</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Julho de 2026 foi o mês mais quente alguma vez registado em França e, ao mesmo tempo, o terceiro julho mais seco em termos de precipitação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Météo-France, o défice de chuva a nível nacional aproximou-se dos 70%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra da Ecologia, Monique Barbut, já tinha alertado, a 27 de julho, que o abastecimento de água potável estava sob pressão em várias zonas do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura, mais de 30 mil pessoas já eram afetadas por cortes no abastecimento de água da rede, sendo necessário recorrer a camiões-cisterna ou à distribuição de água engarrafada.</p>
<p><strong>Governo convoca reunião de crise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o agravamento da situação, a ministra vai reunir na quarta-feira uma célula de crise dedicada à seca.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro acontece numa altura em que França e outras regiões da Europa enfrentam uma nova vaga de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Météo-France avisou que o sudeste do país poderá atingir temperaturas de 35 graus, com o calor a alastrar progressivamente a outras regiões durante a semana.</p>
<p><strong>Água entra no debate político francês</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A escassez de água está também a ganhar peso na campanha para as eleições presidenciais francesas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante uma visita a Argelès-sur-Mer, Gabriel Attal afirmou que não pretende deixar o tema exclusivamente nas mãos dos Verdes e da La France insoumise.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jean-Luc Mélenchon também já apresentou propostas sobre a gestão da água, incluindo a criação de uma nova divisão administrativa baseada nas bacias hidrográficas.</p>
<p>A proposta prevê a criação de “eco-regiões”, que, na perspetiva do candidato da esquerda radical, permitiriam gerir de forma mais eficaz as reservas de água.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/seca-obriga-a-restricoes-no-uso-de-agua-em-quase-70-de-franca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799787]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal entra no top 10 mundial dos mercados de data centers que mais crescem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-10-mundial-dos-mercados-de-data-centres-que-mais-crescem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-10-mundial-dos-mercados-de-data-centres-que-mais-crescem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Data center~]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799780</guid>

					<description><![CDATA[Portugal registou um crescimento de 23% na capacidade instalada de data centres desde 2024, colocando o país no décimo lugar entre os mercados que mais cresceram a nível mundial. Os dados são da plataforma de análise de tendências da Savills, Impacts, com base em informação da DC Byte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal registou um crescimento de 23% na capacidade instalada de data centres desde 2024, colocando o país no décimo lugar entre os mercados que mais cresceram a nível mundial. Os dados são da plataforma de análise de tendências da Savills, Impacts, com base em informação da DC Byte.</p>
<p>O crescimento português coloca o país entre os mercados emergentes com maior expansão no setor, embora a capacidade instalada continue a ser relativamente reduzida quando comparada com os principais polos mundiais de data centres.</p>
<p>Portugal não está, contudo, sozinho entre os mercados EMEA com forte crescimento. A Finlândia e a Arábia Saudita ocupam a terceira e quarta posições do ranking, respetivamente, ambas com uma expansão de 57% desde 2024. A Dinamarca surge em sexto lugar, com 38%, enquanto a França ocupa a nona posição, com um crescimento de 28%.</p>
<p>Apesar das taxas de crescimento elevadas, a Savills sublinha que estes mercados apresentam ainda uma capacidade instalada inferior à dos grandes centros globais, o que ajuda a explicar parte da velocidade de expansão.</p>
<p>Os Estados Unidos mantêm uma posição dominante no mercado mundial de data centres, com cerca de 50 GW de capacidade instalada e um crescimento de 19% desde 2024. A China surge em segundo lugar.</p>
<p>Japão, Reino Unido, Alemanha, Irlanda e Países Baixos continuam também entre os principais mercados globais, combinando uma elevada capacidade instalada com ecossistemas já maduros. No entanto, o crescimento nestes países tem sido mais moderado, num contexto em que o acesso à rede elétrica se tornou uma das principais limitações à expansão da infraestrutura.</p>
<p>Segundo a Savills, estes mercados consolidados deverão continuar a desempenhar um papel central no setor devido à sua conectividade e à proximidade de grandes bases de clientes. Ainda assim, o desenvolvimento de novos projetos enfrenta obstáculos relacionados com os custos, disponibilidade de terrenos, capacidade das redes elétricas e outras restrições.</p>
<p>A inteligência artificial está, entretanto, a alterar a geografia do investimento. Os países nórdicos, em particular, estão a ganhar atratividade para projetos de grande escala devido à disponibilidade de energia renovável, custos energéticos competitivos e condições climáticas favoráveis à operação dos centros de dados.</p>
<p>“No crescimento dos data centres impulsionado pela IA, os países nórdicos, com destaque para a Finlândia, a Dinamarca e a Noruega, apresentam-se como uma das propostas de implementação mais evidentes a nível mundial: energia limpa a baixo custo, temperaturas mais frias para a operação e menos limitações físicas”, afirma Rupert Duckworth, Associate Director da área de EMEA Data Centre Advisory da Savills.</p>
<p>Segundo o responsável, a região “tem-se afirmado como um polo de desenvolvimento de grande escala orientado para a IA, com vários campus de dimensão significativa atualmente em curso”.</p>
<p>Em Portugal, a tendência também começa a ganhar expressão junto dos grandes operadores internacionais. Tiago Cortez, Associate Director de Industrial, Logistics &amp; Data Centres da Savills Portugal, considera que o país “ganhou uma enorme visibilidade junto dos grande investidores e operadores mundiais de data centres”.</p>
<p>“Com os grandes projetos que já estão em curso e com a manifestação de intenções para novos projetos, Portugal vai ser claramente um dos grandes destinos mundiais de grandes centros de dados”, acrescenta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-10-mundial-dos-mercados-de-data-centres-que-mais-crescem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799780]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>World Corporate Golf Challenge: Circuito nacional com participação recorde em Sesimbra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/world-corporate-golf-challenge-circuito-nacional-com-participacao-recorde-em-sesimbra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/world-corporate-golf-challenge-circuito-nacional-com-participacao-recorde-em-sesimbra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[World Corporate Golf Challenge Portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791333</guid>

					<description><![CDATA[A quinta do peru golf &#038; country club, em Sesimbra, foi palco da 4.ª e última etapa do world corporate golf challenge Portugal by turkish airlines, encerrando o circuito nacional de 2026 com uma participação recorde de 100 jogadores, que disputaram os últimos lugares de acesso à final nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A elevada adesão confirmou o crescimento sustentado da competição e reforçou o estatuto do world corporate golf challenge como a principal plataforma de golfe corporativo em Portugal, reunindo cerca de uma centena de empresários e gestores num dia dedicado ao desporto, ao networking e ao fortalecimento de relações empresariais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vertente competitiva, a equipa BLUETRIUMPH, formada por João Paulo Pingo e Luís do Pão, conquistou o 1.º lugar da categoria Net, com 46 pontos, assegurando uma vitória que lhes permite chegar à Final Nacional com a ambição de continuar o excelente percurso realizado ao longo do circuito. No final da prova, os vencedores não esconderam o entusiasmo pelo resultado alcançado, sublinhando que “o objetivo passa, obviamente, por ganhar, mas, acima de tudo, por nos divertirmos e continuarmos a jogar juntos enquanto equipa. Esse é o principal foco que nos traz ao golfe e ao World Corporate Golf Challenge.”</p>
<p style="text-align: justify;">O 2.º lugar Net foi alcançado pela equipa OCTANT HOTELS, composta por José Maria Figueiroa e José Galvão, com 45 pontos. Na classificação Gross, a vitória pertenceu à AVILA SPACES 2, representada por Henrique Jardim e Fernando Furtado Coelho, que somaram 39 pontos, enquanto a equipa ICONIC FLEET, formada por Manuel Mariano de Carvalho e Tiago Costa, garantiu o apuramento para a Final Nacional através da classificação Gross, com 37 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta última etapa ficou igualmente marcada pela definição das empresas apuradas através do Ranking WCGC, que distingue a regularidade demonstrada ao longo das quatro provas do circuito nacional. As empresas Transportes Guerra, Mundiarroz, Golf Concept 1 e Lar2Live conquistaram os últimos lugares disponíveis para a Final Nacional, completando assim o lote de equipas que irão disputar o título nacional e a oportunidade de representar Portugal na Final Mundial do World Corporate Golf Challenge.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Município de Sesimbra, parceiro institucional do evento, voltar a receber esta etapa representa uma oportunidade de promoção do território junto do tecido empresarial português. O Vereador do Turismo da Câmara Municipal de Sesimbra, Jonas Cardoso, destacou a importância que esta parceria tem assumido para o concelho: “Este é já o quarto ano em que recebemos este evento e é sempre um enorme gosto. Pensar que cerca de uma centena de empresários portugueses visita anualmente o nosso território através desta competição é extremamente importante para nós. É uma oportunidade para darmos a conhecer aquilo que Sesimbra tem para oferecer, desde a sua oferta turística até à gastronomia, contribuindo para afirmar o concelho como destino de excelência.”</p>
<p style="text-align: justify;">Também a Turkish Airlines, naming sponsor do circuito, reforçou a importância do golfe como ferramenta de aproximação entre empresas e mercados internacionais. Segundo o representante da companhia aérea, “a Turkish Airlines liga Lisboa a mais de 350 destinos em todo o mundo e o golfe constitui uma plataforma muito eficaz para aproximar a comunidade empresarial internacional. É um desporto que reúne pessoas, promove relações e cria oportunidades de negócio num ambiente descontraído. Acreditamos que esta modalidade tem um enorme potencial para fortalecer ligações entre empresas e pessoas.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para as Executive Partners do World Corporate Golf Challenge Portugal, o verdadeiro valor do circuito vai muito além da competição desportiva. A principal mais-valia reside na capacidade de criar e consolidar relações entre empresas de diferentes setores, reunindo parceiros que dificilmente se encontram no mesmo contexto. “Aquilo que distingue este circuito é precisamente a possibilidade de fortalecer relações ao longo do tempo. Existe uma enorme proximidade entre os participantes durante o jogo, mas também uma grande diversidade de parceiros. Temos companhias aéreas, grupos de comunicação social, municípios, empresas tecnológicas e organizações de diferentes áreas de atividade. Esta transversalidade é única em Portugal e faz do World Corporate Golf Challenge Portugal uma plataforma de networking empresarial sem paralelo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com o encerramento das quatro etapas do circuito nacional, o World Corporate Golf Challenge Portugal entra agora na fase decisiva da temporada. A Final Nacional reunirá as melhores equipas do país numa competição onde estará em jogo não apenas o título nacional, mas também o privilégio de representar Portugal na Final Mundial do World Corporate Golf Challenge, a maior competição de golfe corporativo do mundo. A participação recorde registada nesta última etapa confirma a crescente relevância do circuito no panorama empresarial português e reforça o seu papel como uma plataforma de excelência para o desenvolvimento de relações profissionais, oportunidades de negócio e promoção do golfe como ferramenta de networking.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização agradece ainda o apoio de todos os parceiros que contribuíram para a realização deste evento: AUDI, LG, Município de Óbidos, Turkish Airlines, Visit Azores, Axis Hotéis, CC Viagens, Associação de Promoção da Madeira, Madeira Golf Passport, IB Putter Sweetspot, Ivan Ballesteros Golf Design, Câmara Municipal de Sesimbra, Octant, Vista Alegre, BDR, Distintus, Simões e Guerreiro, Fitness Nestlé , Sogenave, Cigala, Nicola, Poças, Ursu, Uriage, Santos e Vale, Fundação S. João de Deus, Floor Sensation e Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, Município de Ponte de Lima, Federação Portuguesa de Golfe, Executive Digest, RFM, Viagens &amp; Resorts, Evoque Mag, Analógica Group, TNews, Revista Business Portugal, Wherever Magazine.</p>
<p><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Julho (n.º 244</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/world-corporate-golf-challenge-circuito-nacional-com-participacao-recorde-em-sesimbra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791333]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Investir para lá da IA: onde estão os próximos vencedores na Europa?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investir-para-la-da-ia-onde-estao-os-proximos-vencedores-na-europa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/investir-para-la-da-ia-onde-estao-os-proximos-vencedores-na-europa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=799767</guid>

					<description><![CDATA[A inteligência artificial (IA) está a entrar numa nova fase na Europa e poderá estar a desencadear um ciclo de investimento que vai muito além das empresas tecnológicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial (IA) está a entrar numa nova fase na Europa e poderá estar a desencadear um ciclo de investimento que vai muito além das empresas tecnológicas. A conclusão é de Anis Lahlou, CIO European Equities da Aperture Investors, parte da Generali Investments, que identifica oportunidades em áreas como semicondutores, automação industrial, eletrificação, infraestruturas energéticas e redes digitais.</p>
<p>Segundo o especialista, a inovação já não está confinada ao setor tecnológico. A evolução da IA está a alterar as vantagens competitivas em diferentes setores da economia, criando uma cadeia de valor cada vez mais abrangente. “Europe has entered the AI mainstage”, afirma Lahlou, defendendo que o investimento associado à tecnologia está a avançar para novas áreas.</p>
<p>A atenção do mercado começou por se concentrar no equipamento utilizado na produção de semicondutores, mas está agora a alargar-se a segmentos como semicondutores de potência, microcontroladores e fotónica. Para Lahlou, esta expansão mostra que a oportunidade de investimento associada à IA está a deixar de ser uma história exclusivamente tecnológica.</p>
<p>O segundo trimestre terá marcado precisamente essa mudança de narrativa. O debate passou da chamada “Saaspocalypse”, relacionada com o potencial impacto disruptivo da IA sobre as empresas de software, para a “Chipflation”, numa referência ao aumento dos preços dos semicondutores provocado pela pressão da procura e por constrangimentos na oferta.</p>
<p>Os centros de dados estão no centro deste movimento. O forte investimento necessário para aumentar a capacidade de computação está a funcionar como um estímulo para a economia industrial, com efeitos que se estendem à produção de energia, redes elétricas, construção, sistemas de refrigeração e eletrificação. Ao mesmo tempo, as limitações de oferta estão a traduzir-se em maior poder de fixação de preços em áreas como memória, semicondutores analógicos e fotónica.</p>
<p>Na perspetiva de Lahlou, este fenómeno não significa que o ciclo de investimento em IA esteja próximo do fim. Pelo contrário, considera que a transformação está ainda numa fase inicial e que a procura deverá continuar a alargar-se a setores que, à partida, não seriam associados diretamente à inteligência artificial.</p>
<p>A par da IA, o especialista identifica outro movimento estrutural na economia europeia: o regresso do investimento industrial, depois de vários anos marcados por níveis reduzidos de investimento. Os governos europeus estão a acelerar a despesa em diferentes áreas e a Alemanha surge como um dos principais exemplos desta mudança, depois das recentes reformas orçamentais.</p>
<p>Para Lahlou, o mais relevante é a passagem das intenções para a execução. A Europa está a voltar a construir infraestruturas, redes elétricas, centros de dados e capacidade de defesa, ao mesmo tempo que procura reforçar a autonomia tecnológica e energética.</p>
<p>Esta dinâmica poderá começar a refletir-se nas carteiras de encomendas de empresas europeias, sobretudo nas pequenas e médias empresas industriais, nos setores ligados às redes e infraestruturas elétricas e energéticas e em determinados segmentos da construção.</p>
<p>A combinação entre investimento em IA, estímulo orçamental e maior dispersão entre as ações europeias deverá, segundo o especialista, tornar a seleção de empresas cada vez mais importante para os investidores. Lahlou considera que o atual ciclo tem apenas dois trimestres e que muitas empresas poderão ainda beneficiar de uma aceleração dos resultados.</p>
<p>Apesar da forte valorização registada pelas empresas relacionadas com IA nos últimos 18 meses, o especialista considera que os investidores continuam a subestimar a dimensão e a duração do ciclo de investimento que está a formar-se. A construção da infraestrutura necessária para suportar a IA poderá representar, na sua perspetiva, um dos maiores estímulos privados à economia de que há registo.</p>
<p>O impacto deverá, por isso, ultrapassar largamente o setor tecnológico. À medida que aumenta a procura por capacidade de computação, também crescem as necessidades de energia, equipamento para redes elétricas, construção, refrigeração e eletrificação.</p>
<p>Para Lahlou, a questão central para os investidores já não é apenas perceber se a IA vai continuar a crescer, mas identificar quais as empresas capazes de beneficiar de forma estrutural desse crescimento. “We remain constructive because we believe the demand roadmap continues to broaden rather than weaken”, afirma, defendendo que o ciclo de investimento está ainda numa fase inicial.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/investir-para-la-da-ia-onde-estao-os-proximos-vencedores-na-europa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799767]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
