“Com este orçamento, atacamos os efeitos da inflação, como devem ser atacados”, diz Fernando Medina

Em dia de votação final global do Orçamento do Estado para 2022, na qual o documento foi aprovado pela maioria do PS, o ministro das Finanças de Portugal, Fernando Medina, inicia o discurso a dizer que “hoje é o dia em que avançam em pleno os apoios à economia, às famílias e às empresas, e a resposta ao choque energético e à inflação”.

O dirigente explica que esta inflação tem origem em “choques externos com origem na pandemia e na guerra, para as quais os portugueses em nada contribuíram, mas que teremos de coletivamente enfrentar” mas que “com este orçamento, atacamos os efeitos da inflação, como devem ser atacados”.

“Com medidas de mitigação do aumento de preços e com medidas de apoio, aos rendimentos dos mais vulneráveis e atingidos. É por ação deste governo que todos, empresas e famílias, beneficiam de um apoio muito importante para minorar o aumento dos preços dos combustíveis.”

Medina refere que o documento continua a reforçar os rendimentos “de quem mais precisa”, acrescentando que, no que toca às empresas, vão beneficiar da “mobilização de três mil e quinhentos milhões de euros, entre subsídios para conter preços da energia, apoios diretos e instrumentos de apoio à capitalização e ao investimento”.

O ministro das Finanças português refere ainda que o documento vai continuar o caminho de reduzir, determinadamente, o défice e a dívida pública, pois “num momento de grande incerteza nos mercados externos, é a melhor resposta para proteger o país, reforçar a credibilidade financeira que tão arduamente conquistámos”.

O Governo quer ainda com as medidas do OE, retirar Portugal do pódio dos países com mais alta dívida da Zona Euro.

“Em síntese, este é um orçamento que responde às necessidades do país”, conclui Fernando Medina.

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