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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Nem na Covid Putin ficou tanto tempo sem visitar regiões russas: ausência já dura 196 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde novembro de 2025, as aparições públicas de Putin têm estado concentradas em Moscovo, na região de Moscovo e em São Petersburgo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vladimir Putin está há 196 dias sem realizar visitas públicas a regiões russas fora dos principais centros de poder, num intervalo que já supera o máximo registado durante a pandemia da Covid-19. A informação é avançada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita o meio independente russo &#8216;Agentstvo&#8217;, e surge num momento de reforço das medidas de segurança em torno do presidente russo.</p>
<p>Desde novembro de 2025, as aparições públicas de Putin têm estado concentradas em Moscovo, na região de Moscovo e em São Petersburgo. A última deslocação pública fora deste eixo terá ocorrido a 6 de novembro, numa visita de um dia a Samara. Desde então, as deslocações regionais, que em anos anteriores eram frequentes, desapareceram praticamente da agenda pública do Kremlin.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a pausa já dura 196 dias, ultrapassando o anterior máximo recente de 132 dias, registado em 2020, durante a pandemia. O dado é politicamente relevante porque contrasta com a imagem que o Kremlin costuma projetar de um líder presente em diferentes regiões do país, sobretudo em momentos de pressão interna ou de necessidade de mobilização política.</p>
<p>O congelamento das viagens ocorre num contexto de receios acrescidos de segurança, depois de relatos russos sobre uma alegada tentativa ucraniana de atingir a residência de Putin em Valdai, no final de 2025. Kiev rejeitou essas acusações e considerou que Moscovo poderia estar a usar o episódio como pretexto político, incluindo para justificar uma postura mais fechada nas discussões sobre a guerra.</p>
<p>As aparições recentes do presidente russo têm sido descritas como fortemente controladas. Entre os exemplos citados estão uma cerimónia de Natal numa instalação das forças especiais, encontros com estudantes em Dolgoprudny, na região de Moscovo, e uma cerimónia de homenagem em São Petersburgo sem presença pública significativa.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; escreve ainda que serviços de informações europeus identificam medidas de segurança invulgarmente apertadas em torno de Putin. O receio não se limitaria à ameaça de drones ucranianos, abrangendo também preocupações com instabilidade interna no próprio sistema de poder russo. Essa leitura, contudo, depende de avaliações de inteligência e não de confirmação pública independente por parte do Kremlin.</p>
<p>A guerra na Ucrânia tem aumentado a pressão sobre o território russo, com Kiev a procurar demonstrar capacidade para atingir alvos cada vez mais distantes. Nas últimas semanas, a segurança em torno de eventos simbólicos russos também ganhou destaque: no início de maio, Moscovo chegou a emitir avisos relacionados com potenciais ataques a Kiev e com riscos associados às comemorações do Dia da Vitória.</p>
<p>O prolongado afastamento de Putin das regiões russas alimenta, por isso, uma leitura dupla. Por um lado, pode refletir prudência operacional num contexto de guerra e de ataques com drones. Por outro, reforça a perceção de que a mobilidade pública do presidente russo está hoje mais condicionada do que em fases anteriores do conflito.</p>
<p>Para o Kremlin, admitir restrições desse tipo seria politicamente sensível. A imagem de controlo, estabilidade e autoridade pessoal continua a ser central na narrativa oficial em torno de Putin. Mas, se os dados recolhidos pelo &#8216;Agentstvo&#8217; estiverem corretos, o presidente russo atravessa o mais longo período recente sem visitas regionais, num sinal de que a guerra também está a alterar a forma como o poder se expõe dentro da própria Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766399]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer caixas de levantamento de dinheiro em freguesias que não têm</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que o Governo vai criar condições para que haja caixas automáticas de levantamento de dinheiro nas mais de 1.000 freguesias que atualmente não têm.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que o Governo vai criar condições para que haja caixas automáticas de levantamento de dinheiro nas mais de 1.000 freguesias que atualmente não têm.</p>
<p>&#8220;Há mais de 1.000 freguesias que não têm caixas Multibanco, não têm forma de aceder a dinheiro. Dar condições é criar, com a SIBS e com o Banco de Portugal, capacidade para que em cada freguesia as pessoas possam levantar dinheiro&#8221;, disse Castro Almeida num debate na Assembleia da República, em Lisboa.</p>
<p>O governante disse que em algumas freguesias o projeto avançará já em junho e que a ideia é estender a todas as freguesias sem caixas automáticas.</p>
<p>Para Castro Almeida, é uma &#8220;questão de elementar justiça&#8221; para os territórios com menos pessoas, para que quem aí vive também tenha acesso a levantamento de dinheiro &#8216;vivo&#8217;.</p>
<p>A falta de multibancos tem sido uma preocupação regularmente levantada pela Associação Nacional de Freguesias &#8211; ANFRE, que inclusivamente foi debatida no congresso de final de janeiro. Aí, foi aprovada uma moção que pedia atenção para este assunto.</p>
<p>Há freguesias onde os habitantes têm de fazer dezenas de quilómetros para aceder a uma caixa automática.</p>
<p>IM/RCS // JNM</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766387]]></sapo:autor>
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		<title>Governo dos Açores aprova proposta para negociação particular de alienação da Azores Airlines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) aprovou a proposta do conselho de administração da SATA para negociação particular da alienação da Azores Airlines e o início do procedimento de alienação da totalidade do capital social da SATA Handling.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) aprovou a proposta do conselho de administração da SATA para negociação particular da alienação da Azores Airlines e o início do procedimento de alienação da totalidade do capital social da SATA Handling.</p>
<p>As decisões foram tomadas pelo executivo açoriano liderado pelo social-democrata José Manuel Bolieiro na reunião do Conselho do Governo realizada na quinta-feira, na Horta, ilha do Faial.</p>
<p>Segundo um comunicado hoje divulgado, o Governo Regional aprovou a proposta do caderno de encargos do conselho de administração da SATA Holding &#8220;onde se estabelecem os termos e condições da negociação particular para alienação da participação não inferior a 75% do capital social da SATA Internacional &#8211; Azores Airlines&#8221;.</p>
<p>O procedimento aprovado &#8220;estrutura-se como um processo de negociação particular, incorporando maior flexibilidade e capacidade de adaptação, sem prejuízo da salvaguarda dos princípios de transparência, concorrência e igualdade entre interessados&#8221;.</p>
<p>&#8220;O processo desenvolver-se-á por fases sucessivas, incluindo uma fase inicial de qualificação de interessados com base na sua idoneidade e capacidade financeira, seguida da apresentação de propostas não vinculativas, posteriormente de propostas vinculativas suportadas por diligências aprofundadas e, se necessário, uma fase de negociação final, sempre com a salvaguarda do interesse público regional&#8221;, lê-se.</p>
<p>No caderno de encargos aprovado definem-se as obrigações mínimas a assumir pelo eventual comprador, designadamente, &#8220;a manutenção da sede da empresa na Região Autónoma dos Açores por um período mínimo de 30 meses, a salvaguarda dos postos de trabalho, com a não realização de despedimentos coletivos durante o mesmo período e a garantia da continuidade das ligações aéreas entre os Açores e os principais destinos nacionais e da diáspora, igualmente por 30 meses&#8221;.</p>
<p>De acordo com a nota, o procedimento contará com o acompanhamento de um supervisor independente, o professor Augusto Mateus, que presidiu ao júri do anterior concurso de privatização, sendo a decisão final sujeita a aprovação do Governo dos Açores.</p>
<p>A venda de pelo menos 75% da empresa representa uma diferença face ao anterior concurso, que previa uma alienação mínima de 51% e máxima de 85%, um procedimento encerrado a 06 de março sem privatização, após o júri e a administração da SATA terem considerado que a proposta do Atlantic Connect Group, a única admitida, apresentava &#8220;riscos inaceitáveis&#8221;, segundo o caderno de encargos proposto pelo conselho de administração da SATA ao Governo dos Açores, a que a agência Lusa teve acesso na quinta-feira.</p>
<p>O documento estabelece, também, as obrigações de manter durante o &#8220;período mínimo de 30 meses&#8221; a &#8220;sede e a direção efetiva&#8221; da companhia nos Açores e as rotas de São Miguel e Terceira com Lisboa e Porto, bem como as ligações entre a região e os Estados Unidos e Canadá.</p>
<p>O comprador fica ainda obrigado a manter o Certificado de Operador Aéreo (COA) na Azores Airlines durante o tempo mínimo de três anos.</p>
<p>O Governo dos Açores aprovou, ainda, o início do procedimento de alienação da totalidade do capital social da SATA Handling, determinando que a SATA Holding desencadeie, &#8220;com a maior celeridade, todos os atos preparatórios, instrumentais e necessários à sua concretização, através de um processo de negociação particular&#8221;.</p>
<p>O executivo estabelece um conjunto de orientações ao conselho de administração da empresa, nomeadamente &#8220;assegurar que o procedimento decorra de forma aberta, transparente e não discriminatória, com definição prévia, em caderno de encargos a submeter a aprovação do Conselho do Governo, das condições essenciais da alienação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi igualmente determinado que o processo salvaguarde, de forma inequívoca, os interesses estratégicos da Região Autónoma dos Açores, incluindo a continuidade da prestação dos serviços de assistência em escala em todas as ilhas e a proteção dos direitos dos trabalhadores, em conformidade com o enquadramento legal e os instrumentos de regulamentação coletiva aplicáveis&#8221;, adiantou.</p>
<p>O Conselho do Governo definiu que o procedimento será acompanhado por um supervisor independente e que as Secretarias Regionais com tutela financeira e setorial &#8220;exercerão poderes de orientação e acompanhamento permanente&#8221;, cabendo ao conselho de administração da SATA Holding assegurar a condução do processo e submeter a decisão final de alienação à aprovação do executivo regional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766386]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito Agrícola vê lucros subir no início do ano para 73,8 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:13:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Crédito Agrícola registou um resultado líquido consolidado de 73,8 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026 (1T26), o que representa um crescimento de 55,6% face ao trimestre anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Crédito Agrícola registou um resultado líquido consolidado de 73,8 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026 (1T26), o que representa um crescimento de 55,6% face ao trimestre anterior, mas uma quebra de 26,1% em termos homólogos, penalizado pela redução da margem financeira e pelo reforço de imparidades e provisões.</p>
<p>Em comunicado, o grupo bancário cooperativo explica que a margem financeira recuou 8,9% face ao 1T25, enquanto as imparidades e provisões aumentaram 12,9 milhões de euros no período, refletindo um maior nível de prudência na gestão do risco. A rentabilidade dos capitais próprios (ROE) fixou-se em 9,3%.</p>
<p>s depósitos de clientes atingiram 23.951 milhões de euros no final de março de 2026, mais 0,5% do que em dezembro de 2025, mantendo o Crédito Agrícola uma quota de mercado de 8,2%. Já o crédito a clientes (bruto) cresceu 2,7% desde o final do ano passado, para 14.112 milhões de euros, com uma quota de mercado estabilizada nos 6,1%.</p>
<p>A qualidade dos ativos manteve-se estável, com o rácio de Non Performing Loans (NPL) bruto em 3,7%, idêntico ao final de 2025, mas inferior em 0,8 pontos percentuais face ao período homólogo. O rácio líquido situou-se em 2,0%.</p>
<p>Em termos de capitalização e liquidez, o grupo apresenta níveis considerados robustos, com o rácio Common Equity Tier 1 (CET1) em 23,3%, o rácio de alavancagem em 9,8%, o LCR em 365,6% e o NSFR em 175,3%, todos acima dos mínimos regulamentares. O rácio MREL atingiu 29,71% no final de 2025, superando o requisito mínimo em vigor.</p>
<p>O banco destaca ainda o impacto das tempestades que afetaram o país no início do ano, tendo mobilizado mais de 228 milhões de euros em medidas de apoio a famílias e empresas, incluindo moratórias e linhas de crédito específicas. Na área seguradora, a CA Seguros já regularizou 91% dos sinistros associados aos eventos climáticos.</p>
<p>Para o presidente do Grupo Crédito Agrícola, Sérgio Raposo Frade, os resultados demonstram a resiliência do modelo cooperativo num contexto exigente. “Os resultados alcançados refletem uma gestão prudente e consistente, assente no crescimento sustentável da atividade, na qualidade dos ativos e numa rigorosa disciplina financeira”, afirmou.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que o grupo mantém “níveis robustos de capital e liquidez” e destaca a recente emissão de 500 milhões de euros em dívida obrigacionista de caráter social, que reforçou a presença do banco junto de investidores internacionais.</p>
<p>“Num contexto de persistente incerteza, continuamos focados na execução da nossa estratégia, assente na proximidade aos associados e clientes, na confiança e na criação de valor a longo prazo”, conclui o presidente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766393]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Recuo militar dos EUA na Europa faz disparar medo de rutura na NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão da administração de Donald Trump de reduzir a presença militar norte-americana na Europa está a provocar crescente preocupação entre os aliados europeus da NATO, que receiam uma transformação estrutural da aliança atlântica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da administração de Donald Trump de reduzir a presença militar norte-americana na Europa está a provocar crescente preocupação entre os aliados europeus da NATO, que receiam uma transformação estrutural da aliança atlântica. A retirada de milhares de soldados norte-americanos da Alemanha, a revisão do destacamento previsto para a Polónia e a suspensão do plano de instalação de mísseis Tomahawk em território alemão estão a ser interpretadas em várias capitais europeias como sinais de um possível afastamento estratégico de Washington do continente europeu.</p>
<p>Embora o Pentágono insista que qualquer redução será gradual e não colocará em causa a capacidade defensiva da NATO, o clima entre os aliados é de grande inquietação. A situação tornou-se ainda mais confusa depois de trump ter anunciado, já esta quinta-feira, o envio de cinco mil militares para a Polónia, pouco depois de a sua equipa ter suspendido o destacamento de uma brigada blindada norte-americana para aquele país. A decisão foi vista por vários diplomatas europeus como contraditória e surpreendente, sobretudo numa altura em que Washington reforça uma postura mais transacional em relação à NATO, privilegiando parceiros considerados politicamente alinhados com a Casa Branca.</p>
<p>A reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO, que decorre esta sexta-feira em Helsingborg, deverá servir como teste decisivo à relação transatlântica. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, é esperado no encontro e deverá tentar tranquilizar os aliados europeus, apresentando os cortes militares como uma simples “adaptação gradual” da presença norte-americana no continente. Ainda assim, cresce o receio de que os EUA estejam a concentrar cada vez mais a sua atenção estratégica na Ásia e no continente americano, relegando a Europa para segundo plano.</p>
<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, alinhou parcialmente com a posição defendida pela administração Trump e admitiu, durante uma intervenção na Suécia, que “essa dependência excessiva” da proteção norte-americana “tem de terminar”. Rutte defendeu igualmente um “reequilíbrio” dentro da aliança, permitindo que os Estados Unidos possam concentrar-se noutras regiões do globo. Ainda assim, nos bastidores, vários governos europeus temem que a erosão do tradicional “guarda-chuva” militar norte-americano deixe a Europa mais vulnerável perante a Rússia, sobretudo num momento de tensão crescente no flanco báltico.</p>
<p>Na Alemanha, o congelamento do destacamento de mísseis Tomahawk está a gerar especial desconforto político e militar. O plano tinha sido acordado durante a presidência de Joe Biden como elemento central da estratégia de dissuasão contra Moscovo. Contudo, a administração Trump decidiu travar o processo, alegando necessidade operacional desses sistemas noutros cenários. Em Berlim, porém, a decisão é encarada como um sinal político negativo dirigido ao chanceler Friedrich Merz, depois das críticas alemãs à atuação norte-americana na guerra com o Irão. Fontes diplomáticas admitem que a suspensão dos Tomahawk representa um dos maiores focos de tensão interna da NATO em 2026 e obriga a Europa a acelerar o desenvolvimento de capacidades militares autónomas de longo alcance.</p>
<p>Além do conteúdo das decisões, vários aliados criticam também a forma como Washington tem comunicado estas mudanças estratégicas. Segundo fontes diplomáticas citadas no artigo original do El País, apenas alguns parceiros foram informados previamente das alterações militares e com pouco tempo de antecedência. O descontentamento agravou-se ainda mais devido à falta de coordenação em relação à campanha militar conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, conflito que levou Teerão a bloquear o estreito de Ormuz. Agora, Washington procura apoio europeu para desbloquear a situação, numa altura em que muitos governos europeus consideram que os EUA estão a exigir solidariedade sem manter o mesmo nível de compromisso estratégico com a segurança europeia.</p>
<p>O receio de uma mudança profunda dentro da NATO já não se limita apenas ao plano militar. Em várias capitais europeias cresce a perceção de que a relação transatlântica atravessa o período de maior incerteza desde o fim da Guerra Fria. Apesar de as atuais decisões não destruírem, para já, a estrutura operacional da aliança, diplomatas e analistas temem que os movimentos da administração Trump possam marcar o início de uma nova fase, em que os Estados Unidos deixam de assumir o papel central e inquestionável que desempenharam durante décadas na defesa da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766354]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova Iorque debaixo de água: vídeos mostram carros submersos e estações de metro inundadas&#8230; até pessoas arrastadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:09:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuva torrencial despejou perto de cinco centímetros de água em menos de uma hora em algumas áreas, sobrecarregando o sistema de esgotos da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As tempestades intensas que atingiram Nova Iorque esta quarta-feira deixaram várias zonas de Queens e Brooklyn debaixo de água, com ruas transformadas em rios, carros parcialmente submersos e estações de metro a começarem a inundar. O &#8217;20 Minutos&#8217; relata que a chuva torrencial despejou perto de cinco centímetros de água em menos de uma hora em algumas áreas, sobrecarregando o sistema de esgotos da cidade.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Massive flooding due to heavy downpour in NYC, New York, USA 🇺🇸 (20.05.2026) <a href="https://t.co/dOYG6MMMOr">pic.twitter.com/dOYG6MMMOr</a></p>
<p>&mdash; Disaster News (@Top_Disaster) <a href="https://twitter.com/Top_Disaster/status/2057507316665356662?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">New York City is currently in a flood 😭</p>
<p>🎥: <a href="https://twitter.com/whatisny?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@whatisny</a> <a href="https://t.co/NidiSVLqAN">pic.twitter.com/NidiSVLqAN</a></p>
<p>&mdash; Complex (@Complex) <a href="https://twitter.com/Complex/status/2057303329999396905?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>As imagens captadas por moradores e partilhadas nas redes sociais mostram veículos cercados pela água, peões a tentarem atravessar ruas inundadas e acessos ao metro tomados pela chuva. Em alguns pontos, a água chegava aos tornozelos; noutros, subia muito mais, obrigando condutores e residentes a procurar alternativas em plena hora de maior caos.</p>
<p>A intensidade da tempestade levou ao encerramento temporário de algumas vias principais, incluindo troços da Long Island Expressway. De acordo com a imprensa local, também houve perturbações no transporte público, árvores derrubadas e cortes de energia que afetaram milhares de pessoas em Nova Iorque e em zonas de Nova Jersey.</p>
<p>Queens foi uma das áreas mais atingidas. Em bairros como Woodhaven, Ozone Park e Fresh Meadows, os moradores passaram a manhã seguinte a retirar lama, bombear água de caves e avaliar estragos em habitações e automóveis. A &#8216;CBS New York&#8217; avançou que o autarca Zohran Mamdani visitou residentes afetados e reconheceu que a tempestade ultrapassou a capacidade para a qual o sistema de drenagem da cidade foi concebido.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Heavy rainfall in New York City led to flooded streets and subways on Wednesday, causing trouble for commuters. <a href="https://t.co/b9egVqgvRY">https://t.co/b9egVqgvRY</a> <a href="https://t.co/BTlEVrLNop">pic.twitter.com/BTlEVrLNop</a></p>
<p>&mdash; ABC News (@ABC) <a href="https://twitter.com/ABC/status/2057540416157687881?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Oh yes, and look at New York the last 3 to 4 days the flooding is unbelievable all the sore pipes and everything I plugged up with trash that was never picked up massive flooding halfway up the side of the cars THIS IS THE COMMUNIST RUNNING NEW YORK NOW THE DEMOCRAT PARTY HAS… <a href="https://t.co/ll1gZcE3wT">pic.twitter.com/ll1gZcE3wT</a></p>
<p>&mdash; Tara (@Tara15482537174) <a href="https://twitter.com/Tara15482537174/status/2057765220106281204?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Mamdani explicou que algumas zonas receberam chuva a um ritmo equivalente a mais de 15 centímetros por hora, muito acima do que a infraestrutura atual consegue suportar. O episódio voltou a expor a vulnerabilidade de Nova Iorque a fenómenos de chuva extrema, sobretudo em áreas densamente urbanizadas, onde a acumulação rápida de água pode bloquear ruas, transportes e acessos a edifícios em poucos minutos.</p>
<p>O &#8217;20 Minutos&#8217; destaca que os vídeos do temporal ajudaram a dar dimensão visual ao impacto da tempestade: carros quase engolidos pela água, escadas de metro convertidas em cascatas improvisadas e ruas residenciais transformadas em canais. As autoridades não reportaram, até ao momento, um balanço de vítimas no texto citado, mas os danos materiais foram visíveis em vários bairros.</p>
<p>O temporal também atingiu zonas de Nova Jersey, onde foram registadas quedas de árvores e falhas no fornecimento elétrico. A combinação de chuva intensa em pouco tempo, esgotos sobrecarregados e tráfego urbano criou um cenário de perturbação generalizada, com equipas municipais mobilizadas para limpeza, remoção de obstáculos e apoio aos residentes afetados.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Woman got washed away in the NYC flood. 😭💔 <a href="https://t.co/KFWwASKwYW">pic.twitter.com/KFWwASKwYW</a></p>
<p>&mdash; Rain Drops Media (@Raindropsmedia1) <a href="https://twitter.com/Raindropsmedia1/status/2057301507775541253?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766383]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“A resiliência constrói-se com prática e algum sofrimento”, admite o Diretor-Geral da UHU Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:04:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[resiliencia]]></category>
		<category><![CDATA[UHU]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, José Luís Raposo reflete sobre os princípios de gestão que considera inegociáveis, a construção de uma cultura organizacional resiliente num setor tradicional, a evolução do mercado do DIY e o papel crescente de fatores como a sustentabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num setor muitas vezes visto como discreto, mas profundamente presente no dia a dia dos consumidores, a gestão de uma marca como a UHU exige consistência, visão e capacidade de adaptação contínua. À frente da operação em Portugal há quase três décadas, José Luís Raposo tem atravessado ciclos económicos, mudanças no comportamento do consumidor e transformações profundas no retalho e na comunicação de marca.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, José Luís Raposo reflete sobre os princípios de gestão que considera inegociáveis, a construção de uma cultura organizacional resiliente num setor tradicional, a evolução do mercado do DIY e o papel crescente de fatores como a sustentabilidade, a digitalização e a inovação na competitividade das marcas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Liderar uma operação durante quase três décadas implica atravessar vários ciclos económicos e mudanças de mercado. Que princípios de gestão se mantêm intocáveis ao longo do tempo?</strong></p>
<p>Ao longo de quase três décadas, atravessámos diversos ciclos económicos, cada um com origens e impactos distintos: desde recessões em Portugal à crise financeira global, passando pela intervenção da Troika, a pandemia, a crise logística mundial e, mais recentemente, os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.</p>
<p>Apesar deste contexto exigente, foram muito raros os momentos de contração do negócio &#8211; registados apenas em dois anos &#8211; tendo a operação em Portugal apresentado, de forma consistente, um crescimento superior ao da economia nacional e acima da média do Grupo noutros mercados.</p>
<p>Neste percurso, alguns princípios de gestão mantiveram-se absolutamente inalterados e continuam a ser pilares fundamentais da nossa atuação. Em primeiro lugar, o planeamento, assente numa definição clara de objetivos, numa estratégia coerente e em planos de ação bem estruturados. Em segundo, a organização, garantindo uma alocação eficiente de recursos e uma estrutura adequada às ambições da empresa. A isto junta-se uma liderança próxima e orientada para resultados, capaz de mobilizar equipas e promover uma cultura de responsabilidade, bem como um controlo contínuo, que permite monitorizar o desempenho, antecipar desvios e ajustar o rumo sempre que necessário. São estes princípios, aplicados de forma consistente ao longo do tempo, que explicam a resiliência e o crescimento sustentado da operação em Portugal.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como se constrói uma cultura organizacional resiliente num negócio que, à partida, pode parecer “tradicional” como o dos adesivos?</strong></p>
<p>Construir uma cultura organizacional resiliente, mesmo num setor que à partida pode ser visto como tradicional, começa com uma visão clara do negócio e um rumo bem definido. Mas, mais do que isso, exige coerência e persistência ao longo do tempo &#8211; especialmente nos momentos mais exigentes. A resiliência constrói-se com prática e algum sofrimento.</p>
<p>É fundamental garantir alinhamento entre aquilo que se define como estratégia e aquilo que efetivamente se faz no dia a dia &#8211; aquilo a que chamamos, de forma simples, <em>“A</em>ct what you Preach<em>”</em>. Quando as equipas percebem essa consistência, ganham confiança e respondem com maior compromisso, e respeitam o rumo.</p>
<p>Num negócio como o dos adesivos, onde a inovação pode não ser imediatamente visível para o consumidor, a cultura torna-se ainda mais crítica. É ela que impulsiona a procura contínua de melhoria, a adaptação às necessidades dos clientes e a capacidade de antecipar tendências.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O mercado de adesivos e soluções de bricolage tem evoluído muito com o DIY e a economia doméstica. Que mudanças mais o surpreenderam nos últimos anos?</strong></p>
<p>Uma das evoluções mais marcantes foi, sem dúvida, o crescimento sustentado do mercado de bricolage, impulsionado pela maior valorização do “fazer em casa” e pela evolução da própria economia doméstica. Este dinamismo tem sido também alimentado pela introdução contínua de novas soluções, mais simples, eficazes e acessíveis ao consumidor.</p>
<p>Ainda assim, importa dizer que este crescimento, em certa medida, já era antecipável há cerca de 30 anos.</p>
<p>O que talvez tenha sido mais surpreendente foi a velocidade e a escala a que ocorreu nos últimos anos, particularmente impulsionadas por mudanças nos estilos de vida e, mais recentemente, pelo período da pandemia, que levou e obrigou muitos consumidores a redescobrir o DIY.</p>
<p>Outro aspeto relevante foi a evolução do perfil do consumidor: hoje é mais informado, mais exigente e procura soluções cada vez mais práticas, sustentáveis e com resultados imediatos. Isso obrigou as marcas a adaptarem não só a oferta, mas também a forma como comunicam e educam o mercado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Até que ponto o consumidor português está hoje mais exigente ou mais informado neste tipo de categorias?</strong></p>
<p>Sem dúvida, o consumidor português está hoje significativamente mais informado e, como consequência, mais exigente. Tem maior acesso à informação, compara soluções com facilidade e chega ao ponto de venda com expectativas muito mais claras sobre desempenho, aplicação e resultado final.</p>
<p>Esta evolução resulta, em grande medida, do trabalho conjunto de produtores e distribuidores. Destacaria, em particular, o papel dos produtores, que têm investido de forma consistente na comunicação, na clarificação das propostas de valor e na educação do consumidor sobre a correta utilização dos produtos. Por outro lado, também os canais de distribuição evoluíram, proporcionando melhor informação no ponto de venda e uma experiência mais orientada para a decisão.</p>
<p>Hoje, o consumidor não procura apenas um produto &#8211; procura uma solução eficaz, simples de aplicar e que cumpra exatamente o que promete. E isso eleva naturalmente o nível de exigência para todas as marcas no mercado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A UHU é uma marca com forte reconhecimento. Como se mantém relevante junto de novas gerações que têm hábitos e referências diferentes?</strong></p>
<p>Manter a relevância junto das novas gerações começa muito cedo, através daquilo a que chamamos “Publicidade na Raiz”, ou seja, uma presença consistente com o consumidor na sua infância. No nosso caso, isso acontece frequentemente durante a Escolaridade Primária, onde se cria uma ligação emocional forte e duradoura com a marca. Essa relação inicial é determinante para construirmos uma verdadeira “<em>love brand”</em>, que acompanha o consumidor ao longo das diferentes fases da vida.</p>
<p>A partir daí, o desafio passa por garantir uma oferta de produtos adaptada às várias faixas etárias e necessidades, mantendo sempre a marca atual e relevante.</p>
<p>No entanto, nada substitui o essencial: a qualidade consistente dos produtos e dos processos. E aqui teremos de incluir a política consistente e coerente da marca junto dos agentes da Distribuição. É tudo isto que edifica e sustenta a confiança ao longo do tempo e permite que a marca continue a ser escolhida, mesmo por consumidores com hábitos e referências em constante mudança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Num mercado competitivo, o que pesa mais hoje: notoriedade de marca ou inovação constante?</strong></p>
<p>Diria que ambas têm um peso determinante, precisamente porque se reforçam mutuamente. A notoriedade de marca cria confiança e facilita a escolha, mas só é sustentável se for continuamente for alimentada por inovação relevante. Por outro lado, a inovação, por si só, tem um alcance limitado se não estiver suportada por uma marca forte, capaz de a comunicar e de a transformar em valor percebido pelo consumidor. Na prática, é este equilíbrio que faz a diferença: a inovação gera relevância e diferenciação, enquanto a notoriedade amplifica essa inovação e consolida a posição da marca no mercado. É nesta dinâmica que as marcas conseguem crescer de forma consistente e manter-se competitivas ao longo do tempo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como se gere o equilíbrio entre tradição (confiança na marca) e necessidade de modernização?</strong></p>
<p>Gerir o equilíbrio entre tradição e modernização é, na prática, um dos maiores desafios para uma marca líder. A tradição representa confiança, consistência e reconhecimento, a modernização garante relevância e futuro.</p>
<p>No caso de uma marca com forte posição de mercado, existe também uma responsabilidade acrescida: não apenas acompanhar a evolução, mas muitas vezes liderá-la. Isso implica introduzir inovação de forma contínua, seja ao nível de produto, seja ao nível de comunicação e experiência do consumidor.</p>
<p>No entanto, essa evolução tem sempre de respeitar um elemento essencial: a coerência da marca. Existe um fio condutor que não pode ser quebrado, porque é ele que garante que o consumidor mantém uma perceção consistente ao longo do tempo.</p>
<p>No fundo, o equilíbrio está em evoluir sem perder identidade &#8211; modernizar a marca sem comprometer aquilo que construiu a sua confiança ao longo dos anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A digitalização e o e-commerce mudaram profundamente muitos setores. Que impacto real tiveram neste tipo de produto?</strong></p>
<p>A digitalização e o e-commerce não tiveram, neste tipo de categoria, um impacto disruptivo imediato como noutros setores, mas têm vindo a assumir um papel cada vez mais relevante na forma como a marca comunica e se relaciona com o consumidor. Hoje, são ferramentas fundamentais da estratégia atual e futura, não apenas do ponto de vista comercial, mas sobretudo ao nível da modernização da marca e da proximidade ao consumidor.</p>
<p>Permitem acelerar a comunicação, reforçar a educação do mercado e disponibilizar informação mais acessível e imediata sobre produtos e aplicações. Além disso, contribuem para uma experiência de marca mais integrada, onde o consumidor transita entre o físico e o digital de forma natural, o que é cada vez mais importante neste tipo de produtos. No fundo, mais do que substituir o modelo tradicional, estas ferramentas vieram complementá-lo e potenciá-lo, tornando a marca mais ágil e mais presente no percurso de decisão do consumidor.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como imagina o setor daqui a 10 anos &#8211; mais tecnológico, mais sustentável, mais fragmentado?</strong></p>
<p>Diria que o setor será, acima de tudo, mais sustentável &#8211; e esse será mesmo o grande desafio e eixo estruturante da próxima década. A sustentabilidade deixará de ser um diferencial para passar a ser uma condição essencial de desenvolvimento. Isso não significa que a tecnologia ou a fragmentação do mercado não sejam relevantes. Pelo contrário: a digitalização continuará a evoluir e a aproximar marcas e consumidores, e o mercado poderá tornar-se mais segmentado, com necessidades mais específicas e soluções mais personalizadas.</p>
<p>No entanto, tudo isto será enquadrado por uma exigência crescente de responsabilidade ambiental e eficiência nos processos. O crescimento deixará de ser apenas medido em volume e passará também a ser avaliado pelo seu impacto. No fundo, o futuro do setor será definido pela capacidade de crescer de forma inovadora, mas sempre compatibilizando esse crescimento com critérios claros de sustentabilidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Que conselho daria a um gestor que quer construir uma carreira longa e relevante num mesmo setor?</strong></p>
<p>Diria que, mais do que procurar garantir que toda a carreira será feita no mesmo setor, o mais importante é entrar nele com verdadeiro interesse e profundidade. É fundamental compreender o negócio a fundo, desenvolver uma visão própria e procurar deixar uma marca consistente ao longo do percurso. Uma carreira longa e relevante constrói-se com persistência, resiliência e coerência &#8211; mantendo sempre um fio condutor e estratégia clara, mesmo quando surgem mudanças ou oportunidades de evolução. Na realidade, é importante encarar cada setor como um potencial projeto de longo prazo, mas sem rigidez excessiva.</p>
<p>O mais relevante é a capacidade de aprendizagem contínua e de adaptação, porque isso acaba por ser o que sustenta carreiras duradouras e bem-sucedidas. E muito empenho e foco nos objetivos que terão sempre de ser definidos. Aliás, a minha própria experiência mostra que é possível evoluir, mesmo mudando de setor, e ainda assim construir uma trajetória consistente e bem-sucedida &#8211; desde que exista esse compromisso com a aprendizagem e com a criação de valor em cada contexto.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766368]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fundo de Compensação do Trabalho, de obrigação legal a oportunidade estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:03:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fundo de Compensação do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Pedro Flores, CEO do Grupo Your]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Pedro Flores, CEO do Grupo Your</strong></em></p>
<p>O Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) continua a ser, para muitas empresas, um tema envolto em alguma complexidade. Embora seja amplamente conhecido enquanto mecanismo obrigatório, a sua verdadeira utilidade, e potencial, nem sempre é totalmente compreendida.</p>
<p>Criado com um objetivo claro de proteção dos trabalhadores, o FCT representa, na prática, um fundo onde as empresas foram acumulando contribuições ao longo dos anos. Mas o primeiro erro é olhar para este instrumento apenas como uma obrigação legal ou administrativa. Hoje, faz mais sentido encará-lo como um recurso que pode ser mobilizado com impacto real na gestão das organizações.</p>
<p>A questão central é simples, como podem as empresas utilizar estes recursos de forma inteligente?</p>
<p>A resposta exige mais do que informação avulsa, exige leitura estratégica. A mobilização do FCT exige uma leitura integrada de vários fatores, desde o enquadramento legal e contabilístico, à validação dos saldos disponíveis, passando pelos critérios de elegibilidade para utilização, nomeadamente em iniciativas de formação, e pela necessária organização documental.</p>
<p>Não se trata apenas de resgatar um valor, trata-se de decidir bem. Trata-se de garantir que esse processo é feito de forma correta, eficiente e alinhada com os objetivos de cada organização.</p>
<p>Quando bem utilizado, o FCT permite algo particularmente relevante no contexto atual: converter um recurso acumulado, muitas vezes esquecido, num investimento concreto nas pessoas. Num momento em que a qualificação, a retenção de talento e o desenvolvimento de competências são fatores críticos de competitividade, esta possibilidade ganha ainda mais importância.</p>
<p>A experiência no terreno confirma-o. Ao longo dos últimos anos, temos acompanhado diversas empresas neste processo, ajudando a transformar complexidade administrativa em decisões informadas. O elevado nível de sucesso nestas operações demonstra que, com o enquadramento certo, este é um mecanismo acessível e com impacto real.</p>
<p>Está na altura de mudar o paradigma. O Fundo de Compensação do Trabalho não deve ser visto apenas como uma obrigação do passado, mas como uma ferramenta com relevância presente e potencial futuro.</p>
<p>Num cenário empresarial cada vez mais exigente, saber identificar e aproveitar estes instrumentos pode fazer a diferença.</p>
<p>A informação está hoje mais acessível e o enquadramento encontra-se cada vez mais claro. O que distingue as empresas não é apenas conhecerem estes mecanismos, é saberem usá-los no momento certo e com o apoio certo.</p>
<p>Mais do que uma obrigação, este é um tema que convida à reflexão sobre como as empresas podem tirar melhor partido dos recursos que já têm ao seu dispor.</p>
<p>Com clareza no enquadramento e uma abordagem estruturada, o Fundo de Compensação do Trabalho pode tornar-se uma oportunidade relevante para investir nas pessoas e reforçar a sustentabilidade das organizações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Pedro Flores, CEO do Grupo Your]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Surto de ébola no Congo já soma 160 mortes suspeitas e coloca OMS em alerta máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação mais grave verifica-se em Ituri, onde foram confirmados 60 casos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de ébola declarado há uma semana no leste da República Democrática do Congo já provocou 160 mortes suspeitas, seis das quais confirmadas por testes laboratoriais, de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde congolês citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;. As autoridades contabilizam ainda 671 casos suspeitos, incluindo 64 confirmados, concentrados sobretudo nas províncias de Ituri e Kivu do Norte.</p>
<p>A situação mais grave verifica-se em Ituri, onde foram confirmados 60 casos. Os restantes quatro casos confirmados foram registados em Kivu do Norte. Entre as mortes confirmadas, quatro ocorreram em Ituri e duas em Kivu do Norte.</p>
<p>A zona sanitária de Mongbwalu, em Ituri, é neste momento uma das mais afetadas, com 317 casos suspeitos, 13 casos confirmados e 80 mortes suspeitas. Segue-se Rwampara, também em Ituri, com 179 casos suspeitos, 24 confirmados e 44 mortes suspeitas. No conjunto, estas duas áreas têm cerca de 800 contactos identificados pelas equipas de vigilância epidemiológica.</p>
<p>O Ministério da Saúde congolês indicou ainda que foram registados 125 casos suspeitos em Bunia, incluindo 11 confirmados. Há também casos em Nyankunda e Bambu, na província de Ituri, e em Goma, Katwa e Butembo, em Kivu do Norte, uma região parcialmente controlada pelo Movimento 23 de Março, grupo rebelde apoiado pelo Ruanda.</p>
<p>Nas últimas 24 horas abrangidas pelo boletim, as autoridades confirmaram 13 novos casos, 12 em Ituri e um em Kivu do Norte. Não foram, contudo, registadas novas mortes confirmadas por análise laboratorial. Até agora, 160 pacientes receberam alta depois de serem considerados recuperados.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde declarou no fim de semana uma emergência de saúde pública de preocupação internacional devido ao surto, que também já provocou pelo menos uma morte no Uganda. A agência alertou para o risco acrescido criado pela deslocação de populações nas zonas afetadas pelo conflito e para a falta de vacinas ou tratamentos aprovados para a estirpe responsável por este surto, a Bundibugyo.</p>
<p>Esta variante do vírus é particularmente preocupante porque não existe, até ao momento, uma vacina licenciada especificamente contra a estirpe Bundibugyo. A OMS e a agência de saúde pública da União Africana estão a mobilizar recursos para conter a propagação, enquanto vários países africanos reforçaram os controlos sanitários. O Ruanda chegou mesmo a encerrar fronteiras perante o avanço do surto.</p>
<p>O 20 Minutos recorda que a República Democrática do Congo declarou, em dezembro de 2025, o fim do anterior surto de ébola no país, então localizado em Kasai. A RDC é, ainda assim, um dos países com maior experiência no combate à doença, tendo enfrentado mais de uma dezena de surtos desde que o vírus foi identificado em 1976, num surto que teve um dos epicentros em Yambuku, junto ao rio Ebola, que deu nome à doença.</p>
<p>O ébola transmite-se através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados. Os sintomas iniciais podem incluir febre, cansaço, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, evoluindo depois para vómitos, diarreia, dor abdominal, erupções cutâneas e, nos casos mais graves, sinais de falência renal e hepática. A taxa média de mortalidade da doença ronda os 50%, embora varie consoante a estirpe, a rapidez do diagnóstico e a capacidade de resposta dos sistemas de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766360]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ordem dos Médicos alerta para possível falha de cibersegurança em acessos a processos clínicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:48:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ordem dos Médicos enviou ofícios ao Ministério Público, aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e à ULS do Alto Minho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Médicos recebeu dezenas de queixas relativas a uma alegada consulta indevida de processos clínicos de crianças por parte de um médico da ULS Alto Minho, num caso que aponta para uma possível falha de cibersegurança no SNS.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, afirmou que a Ordem recebeu na quinta-feira à noite &#8220;um aviso&#8221; sobre esta situação, tendo desenvolvido procedimentos internos para tentar averiguar se se tratava de &#8220;um ato de má conduta deontológica&#8221;.</p>
<p>Revelou que esta manhã a Ordem dos Médicos enviou ofícios ao Ministério Público, aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e à ULS do Alto Minho, onde o médico exerce.</p>
<p>&#8220;Eu próprio contactei todas estas entidades diretamente, também estou a tentar perceber &#8211; dada a dimensão da situação e as dezenas de queixas que a Ordem dos Médicos já recebeu hoje de manhã &#8211; e tanto quanto é possível perceber, até ao momento, (&#8230;) parece que estamos perante uma situação de cibersegurança, de falha em termos de segurança informática&#8221;, salientou.</p>
<p>Carlos Cortes sublinhou que esta suspeita &#8220;ainda tem que ser apurada pelas entidades competentes, que não é a Ordem dos Médicos&#8221;.</p>
<p>A investigação terá de ser feita pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e pela ULS do Alto Minho.</p>
<p>&#8220;Estamos a aguardar, estamos em contacto direto com estas três entidades&#8221;, disse o bastonário, acrescentando que a Ordem dos Médicos dará &#8220;toda a ajuda que for possível&#8221;.</p>
<p>&#8220;Obviamente que será dada [a ajuda], mas tanto quanto é possível perceber, até agora, é uma situação que está no domínio da área informática do Serviço Nacional de Saúde&#8221;, declarou.</p>
<p>Nas redes sociais, vários utentes relataram alegados acessos indevidos a processos clínicos de crianças através do SNS 24, com notificações a indicar consultas aos registos médicos em diferentes locais.</p>
<p>De acordo com esses relatos, alguns pais terão recebido alertas sobre acessos aos processos dos seus filhos, sobretudo crianças pequenas, o que terá levado a contactos com centros de saúde e, em alguns casos, à apresentação de queixas junto das autoridades de saúde e da polícia.</p>
<p>Os mesmos testemunhos referem ainda que alguns centros de saúde terão recebido um elevado número de chamadas relacionadas com a situação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766359]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro e Montenegro deslocam-se ao Luxemburgo a 6 e 7 de junho para comemorações do Dia de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:47:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Luxemburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[No Luxemburgo, "o Presidente da República reunirá com a comunidade portuguesa, uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, vai deslocar-se ao Luxemburgo entre 6 e 7 de junho, para as comemorações do Dia de Portugal, em que estará acompanhado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
<p>Segundo uma nota hoje divulgada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, a convite dos grão-duques do Luxemburgo, e por ocasião destas comemorações, o chefe de Estado efetuará uma visita oficial ao Grão-Ducado nestas datas, juntamente com a sua mulher, Margarida Maldonado Freitas.</p>
<p>No Luxemburgo, &#8220;o Presidente da República reunirá com a comunidade portuguesa, uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tal iniciativa representará um justo e significativo reconhecimento do papel determinante que esta comunidade tem vindo a desempenhar, de forma contínua e dedicada, no fortalecimento das relações entre Portugal e o Luxemburgo e no desenvolvimento económico, social e cultural de ambos os países&#8221;, lê-se na nota.</p>
<p>A Presidência da República acrescenta que &#8220;esta visita pretende reforçar as excelentes relações de amizade e parceria entre os dois países&#8221; e refere que &#8220;o primeiro-ministro, Luís Montenegro, bem como deputados à Assembleia da República, acompanharão esta deslocação&#8221;.</p>
<p>António José Seguro, que iniciou funções como Presidente da República em 09 de março, decidiu prosseguir o modelo de duplas comemorações do 10 de Junho, em Portugal e junto de comunidades emigrantes portuguesas no estrangeiro, iniciado pelo seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, em 2016.</p>
<p>O Presidente da República escolheu o professor universitário Miguel Monjardino para presidir às comemorações deste ano, que em Portugal terão como sede a cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores, onde se realizará a cerimónia do dia 10 de Junho.</p>
<p>Ao longo da última década, Presidente da República e primeiro-ministro têm estado juntos nas comemorações desta data.</p>
<p>Este será o primeiro Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas assinalado em conjunto por António José Seguro e por Luís Montenegro, que participou em duas comemorações com o anterior chefe de Estado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766358]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da tecnológica Lenovo sobe 38% para 1.648 M€ no último ano fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa chinesa de tecnologia Lenovo registou no último ano fiscal, encerrado em 31 de março, um lucro líquido de 1.912 milhões de dólares (cerca de 1.648 milhões de euros), um aumento de 38% relativamente ao ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa chinesa de tecnologia Lenovo registou no último ano fiscal, encerrado em 31 de março, um lucro líquido de 1.912 milhões de dólares (cerca de 1.648 milhões de euros), um aumento de 38% relativamente ao ano anterior.</p>
<p>Nos resultados financeiros publicados hoje, o grupo informou que a faturação aumentou 20%, para 83.075 milhões de dólares, o maior valor anual de receitas da história da empresa e a primeira vez que ultrapassa a barreira dos 80.000 milhões.</p>
<p>A Lenovo, que está cotada na bolsa de Hong Kong, indicou que o lucro líquido ajustado, que exclui itens extraordinários e não recorrentes, ascendeu a 2.049 milhões de dólares, mais 42% do que no exercício anterior.</p>
<p>No quarto trimestre do ano fiscal, correspondente ao período entre janeiro e março, a empresa alcançou um lucro líquido atribuído de 521 milhões de dólares, mais 479% em relação aos 90 milhões do mesmo período do exercício anterior.</p>
<p>Nos primeiros três meses de 2026, as receitas cresceram 27%, para 21.588 milhões de dólares.</p>
<p>Estes resultados foram justificados pela tecnológica com o crescimento das receitas ligadas à Inteligência Artificial (IA), que aumentaram 105% no ano fiscal e representaram 33% da faturação total do grupo.</p>
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		<title>Trump brinca com pressão mediática sobre casamento do filho: &#8220;Se for, matam-me; se não for, fazem-no as fake news&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:41:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontado com a pergunta, o presidente americano respondeu com ironia e admitiu que gostaria de estar presente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a alimentar a atenção mediática em torno da sua família depois de ter sido questionado sobre a possibilidade de marcar presença no casamento do filho, num episódio destacado pelo &#8216;El Mundo&#8217; e que rapidamente ganhou tração nas redes sociais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Q: &quot;Are you attending your son&#39;s wedding this weekend?&quot;</p>
<p>President Trump: &quot;He&#39;d like me to go. It&#39;s going to be just a small little private affair. I&#39;m gonna try and make it. I said, &#39;You know, this is not good timing for me. I have a thing called Iran and other things.&#39; That&#39;s… <a href="https://t.co/ii9gedrDqC">pic.twitter.com/ii9gedrDqC</a></p>
<p>&mdash; CSPAN (@cspan) <a href="https://twitter.com/cspan/status/2057529444714029474?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Confrontado com a pergunta, o presidente americano respondeu com ironia e admitiu que gostaria de estar presente. &#8220;Ele gostaria que eu fosse. Vai ser apenas um pequeno evento particular. Eu vou tentar ir&#8221;, afirmou Trump, antes de acrescentar: &#8220;Eu disse, &#8216;sabe, este não é um bom momento para mim. Tenho uma coisa chamada Irão e outras coisas&#8217;. Essa é uma que eu não posso vencer. Se eu for, sou morto. Se eu não for, sou morto pelas fake news, claro que estou a falar disso&#8221;.</p>
<p>A frase, curta e calculada para gerar reação, voltou a expor a relação tensa entre Trump e parte da comunicação social, que o próprio frequentemente acusa de produzir &#8220;notícias falsas&#8221;.</p>
<p>O comentário surgiu durante uma conversa com jornalistas, na qual Trump evitou confirmar mais detalhes sobre a sua presença no casamento. Ainda assim, aproveitou o momento para brincar com a pressão mediática que costuma acompanhar qualquer decisão pública envolvendo a sua família.</p>
<p>A expressão rapidamente começou a circular em plataformas digitais e gerou milhares de reações entre apoiantes e críticos do líder republicano. Para uns, tratou-se de mais uma demonstração do estilo direto e provocador de Trump; para outros, foi mais um exemplo da forma como o presidente usa a crítica aos media como ferramenta política.</p>
<p>A referência às &#8220;fake news&#8221; é uma das marcas mais recorrentes do discurso de Donald Trump. O termo tem sido usado pelo presidente para atacar a cobertura de determinados órgãos de comunicação social e para enquadrar notícias desfavoráveis como parte de uma campanha mediática contra si.</p>
<p>O &#8216;El Mundo&#8217; sublinha que o episódio mostra como até uma pergunta sobre um momento familiar pode transformar-se num caso político e mediático quando envolve Donald Trump. A frase acabou por funcionar como mais uma peça na narrativa de confronto permanente entre o presidente americano e os meios de comunicação que acusa de o tratarem de forma injusta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766341]]></sapo:autor>
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		<title>EUA inauguram novo consulado na Gronelândia e fazem disparar tensão diplomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:39:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos inauguraram esta quinta-feira um novo consulado em Nuuk, capital da Gronelândia, numa cerimónia marcada por tensão diplomática, protestos populares e críticas das autoridades locais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos inauguraram esta quinta-feira um novo consulado em Nuuk, capital da Gronelândia, numa cerimónia marcada por tensão diplomática, protestos populares e críticas das autoridades locais. A abertura da nova representação diplomática acontece poucos meses depois de Donald Trump ter voltado a defender publicamente o reforço da presença norte-americana na ilha do Ártico, chegando anteriormente a admitir a possibilidade de anexação do território.</p>
<p>O novo consulado norte-americano ocupa agora um complexo com cerca de 3.000 metros quadrados num arranha-céus situado no centro de Nuuk. A representação diplomática dos EUA já existia na ilha, mas funcionava anteriormente numa pequena estrutura de madeira. A mudança para o novo edifício, informalmente apelidado pelos habitantes locais de “Torres Trump”, foi encarada por muitos como um gesto simbólico do crescente interesse estratégico de Washington pela região do Ártico.</p>
<p>A cerimónia contou com a presença do embaixador dos Estados Unidos na Dinamarca, Kenneth Howery, que destacou a importância geopolítica da região. Durante o evento, um músico local interpretou o hino norte-americano com um ukulele enquanto o diplomata defendia o fortalecimento das relações com a Gronelândia. “O Ártico é, sem dúvida, uma região de importância mundial. Seremos sempre vizinhos e estaremos convosco como aliados e parceiros em qualquer futuro que escolham”, afirmou Kenneth Howery.</p>
<p>Apesar da cerimónia oficial, o Governo da Gronelândia optou por marcar distância do evento. O primeiro-ministro, Jens-Frederik Nielsen, recusou participar e nenhum membro do executivo esteve presente. Também Naaja Nathanielsen revelou à BBC ter rejeitado o convite, afirmando que “neste momento trata-se de enviar sinais”.</p>
<p><strong>Visita de enviado ligado a Trump agravou polémica</strong><br />
A inauguração aconteceu poucos dias depois da controversa visita de Jeff Landry à Gronelândia. A deslocação, que não tinha sido previamente anunciada pela Casa Branca, coincidiu com uma cimeira empresarial na ilha e reacendeu a polémica em torno das ambições norte-americanas no território autónomo dinamarquês.</p>
<p>Durante a visita, Jeff Landry afirmou à Agência France-Presse acreditar que “chegou o momento de os Estados Unidos voltarem a deixar a sua marca na Gronelândia”. O enviado especial defendeu ainda o reforço das operações de segurança nacional norte-americanas e a eventual reativação de bases militares na ilha.</p>
<p>Segundo Landry, “a Gronelândia precisa dos Estados Unidos”, acrescentando que o território “poderia ter uma economia tão boa ou até melhor enquanto país independente”. Questionado sobre se Washington respeitaria as linhas vermelhas da soberania gronelandesa, respondeu de forma provocatória: “Para nós existe apenas uma linha. Vermelha, branca e azul”, numa referência às cores da bandeira norte-americana.</p>
<p><strong>Protestos nas ruas de Nuuk</strong><br />
O ambiente de descontentamento acabou por se refletir nas ruas da capital gronelandesa durante a inauguração do consulado. Centenas de manifestantes concentraram-se junto ao edifício diplomático para protestar contra aquilo que consideram ser uma tentativa crescente de influência política e estratégica dos Estados Unidos sobre a ilha.</p>
<p>Aqqalukkuluk Fontain, um dos responsáveis pela manifestação, afirmou à BBC que o Governo da Gronelândia já deixou clara a sua posição perante Donald Trump e a administração norte-americana. “A Gronelândia não está à venda”, declarou, enquanto os manifestantes entoavam palavras de ordem como “A Gronelândia pertence aos gronelandeses”.</p>
<p><strong>Importância estratégica do Ártico continua a crescer</strong><br />
Nos últimos meses, Donald Trump voltou várias vezes a sublinhar a importância estratégica da Gronelândia para a segurança nacional dos Estados Unidos, sobretudo no contexto da crescente relevância militar e económica do Ártico.</p>
<p>Em fevereiro, Washington e a NATO assinaram um pré-acordo destinado ao reforço da segurança na região ártica, contribuindo para reduzir parcialmente as tensões diplomáticas entre os Estados Unidos, a Dinamarca e a Gronelândia. Paralelamente, foi criado um grupo de trabalho conjunto entre os três territórios para discutir questões ligadas à segurança e cooperação regional.</p>
<p>Embora o conteúdo destas reuniões não tenha sido tornado público, vários meios de comunicação internacionais avançaram que os Estados Unidos poderão estar a estudar a abertura de novas bases militares na Gronelândia ao abrigo de antigos acordos de defesa celebrados com a Dinamarca há várias décadas.</p>
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		<title>Lidl investe 100 mil euros na prevenção de incêndios e recuperação florestal em Leiria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:37:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Lidl Portugal vai investir 100 mil euros num projeto de prevenção de incêndios e gestão florestal na Mata Nacional do Valado, no distrito de Leiria, numa iniciativa desenvolvida em parceria com a WWF Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Lidl Portugal vai investir 100 mil euros num projeto de prevenção de incêndios e gestão florestal na Mata Nacional do Valado, no distrito de Leiria, numa iniciativa desenvolvida em parceria com a WWF Portugal. A intervenção abrangerá uma área de 25 hectares e arranca de imediato, numa altura em que aumenta a preocupação com o risco de incêndios devido à aproximação do verão.</p>
<p>O projeto surge após as tempestades registadas no início do ano, que provocaram a queda de numerosas árvores e deixaram uma acumulação significativa de madeira seca e biomassa no solo, agravando o potencial de ignição e propagação de fogos florestais.</p>
<p>Segundo as entidades envolvidas, a operação terá a duração prevista de um ano e será desenvolvida em articulação com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Numa primeira fase, os trabalhos vão centrar-se na remoção de combustível vegetal e no controlo de espécies invasoras inflamáveis. Posteriormente, a estratégia passará pela reflorestação e recuperação ecológica da área, através da plantação de pinheiro-bravo e espécies autóctones como medronheiro, carrasco e aderno, consideradas mais resistentes à progressão das chamas.</p>
<p>O plano inclui ainda a recuperação dos trilhos do Monte de São Bartolomeu, no concelho da Nazaré, com o objetivo de reforçar a segurança e preservar aquela que é considerada uma importante “ilha de biodiversidade”.</p>
<p>Vanessa Romeu, Head of Corporate Affairs do Lidl Portugal, sublinha que “proteger a biodiversidade exige ações concretas e oportunas”, acrescentando que o investimento pretende não só recuperar um património natural, mas também reforçar a segurança das populações e a resiliência do território.</p>
<p>Já Ângela Morgado, diretora executiva da WWF Portugal, considera que a intervenção permitirá reduzir o risco de incêndio e travar a degradação ecológica da Mata do Valado, numa altura em que os fenómenos climáticos extremos se tornam mais frequentes.</p>
<p>Além das ações no terreno, a parceria prevê também uma vertente de apoio técnico aos 16 municípios do distrito de Leiria, através da análise dos Planos Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas, realização de workshops e criação de guias de boas práticas ambientais.</p>
<p>O financiamento resulta da parceria contínua entre o Lidl Portugal e a WWF Portugal e será suportado pelas verbas angariadas com a venda dos sacos solidários da insígnia, dedicados ao restauro da natureza em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766346]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe a três meses e desce a seis e a 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:30:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[taxas Euribor]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,204%, continuou abaixo das taxas a seis (2,547%) e a 12 meses (2,780%)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa Euribor subiu hoje a três meses e desceu a seis e a 12 meses em relação a quinta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,204%, continuou abaixo das taxas a seis (2,547%) e a 12 meses (2,780%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,547%, menos 0,049 pontos do que na quinta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também cedeu hoje para 2,780%, menos 0,048 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Em sentido contrário, a Euribor a três meses subiu hoje, ao ser fixada em 2,204%, mais 0,009 pontos do que na sessão anterior e depois de ter subido em 13 de maio para um novo máximo desde abril de 2025 (2,283%).</p>
<p>A média mensal da Euribor subiu nos três prazos em abril, mas de forma mais acentuada nos mais longos e menos do que em março.</p>
<p>A média mensal da Euribor em abril subiu 0,066 pontos para 2,175% a três meses.</p>
<p>Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,132 pontos para 2,454% e 0,182 pontos para 2,747%, respetivamente.</p>
<p>Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE em junho.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766323]]></sapo:autor>
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		<title>Marcelo Rebelo de Sousa dá aula e experimenta menu africano em Seia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:25:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Politécnico da Guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rebelo de Sousa]]></category>
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		<category><![CDATA[Seia]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa vai, na segunda-feira, dar uma aula sobre "Educação, Vocação, Futuro" e experimentar um menu africano servido por alunos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), em Seia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa vai, na próxima segunda-feira, dar uma aula sobre &#8220;Educação, Vocação, Futuro&#8221; e experimentar um menu africano servido por alunos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), em Seia.</p>
<p>Na segunda-feira, a Escola Superior de Turismo e Hotelaria do IPG acolherá a aula dada por Marcelo Rebelo de Sousa a alunos da Escola Secundária de Seia e comemorará o &#8220;Dia de África&#8221;.</p>
<p>Neste âmbito, Marcelo Rebelo de Sousa terá oportunidade de degustar um menu de cozinha africana integralmente preparado por alunos do curso da licenciatura em Restauração e Catering.</p>
<p>&#8220;O Politécnico da Guarda é um anfitrião ativo desta iniciativa que se enquadra na série de visitas que o antigo presidente está a fazer a escolas do ensino básico e secundário por todo o país&#8221;, disse o presidente daquela instituição de ensino superior, Joaquim Brigas.</p>
<p>O responsável congratulou-se por, além de acolher a sessão, o IPG poder proporciona um almoço que é também um exercício prático para os seus estudantes, num dia em que se pretende &#8220;promover a multiculturalidade e a integração&#8221;.</p>
<p>&#8220;É uma feliz coincidência&#8221;, sublinhou.</p>
<p>O programa do &#8220;Dia de África&#8221; da Escola Superior de Turismo e Hotelaria integra exposições, momentos musicais, desfiles de moda e o almoço dedicado à gastronomia africana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766266]]></sapo:autor>
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		<title>Utentes já podem ver no SNS 24 quanto custaram os seus cuidados de saúde ao Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS 24]]></category>
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					<description><![CDATA[Os utentes já podem saber quanto custaram ao Estado as consultas, exames, internamentos, entre outros cuidados de saúde, realizados nos últimos cinco anos, através da 'App' e do Portal SNS24, anunciaram hoje os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os utentes já podem saber quanto custaram ao Estado as consultas, exames, internamentos, entre outros cuidados de saúde, realizados nos últimos cinco anos, através da &#8216;App&#8217; e do Portal SNS24, anunciaram hoje os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.</p>
<p>O serviço permite aos utentes consultar o histórico dos cuidados de saúde que receberam e os respetivos valores das comparticipações do Serviço Nacional de Saúde, uma medida que visa &#8220;reforçar a transparência, a literacia e a cidadania&#8221;, segundo os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, o presidente dos SPMS, Luís Goes Pinheiro, afirmou que a disponibilização desta informação na &#8216;app&#8217; e Portal do SNS24 resulta de um pedido da tutela e foi feita por fases.</p>
<p>A primeira parcela foi executada a 18 de dezembro de 2025, seguindo-se um reforço com novos serviços em 18 de fevereiro deste ano, tendo o processo ficado concluído em maio com a integração dos custos associados aos internamentos e consultas hospitalares, precisou.</p>
<p>Até agora, os utentes podiam consultar os custos associados a consultas nos cuidados de saúde primários, atos de enfermagem, exames, medicamentos, transportes não urgentes e urgências hospitalares.</p>
<p>Agora, a plataforma passou também a incluir informação relativa a hemodiálise, cuidados respiratórios domiciliários, saúde oral, internamentos hospitalares, consultas hospitalares e medicamentos dispensados em proximidade.</p>
<p>&#8220;Tudo isso passou a estar consultável de forma muito transparente, muito simples e de forma agregada, no âmbito do Portal e da APP SNS 24&#8221;, disse Luís Goes Pinheiro, salientando a importância desta informação &#8220;para dar transparência sobre os custos do SNS&#8221;.</p>
<p>O responsável defendeu também a importância desta informação para os cidadãos perceberem de que forma os seus impostos são utilizados nos serviços prestados pelo Estado.</p>
<p>&#8220;É relevante para quem paga impostos, mas também para quem não paga, no sentido em que há uma transparência quanto aos custos e isso traz uma valorização também do serviço&#8221;, vincou.</p>
<p>Luís Goes Pinheiro comentou que muitas vezes existe a perceção de que um ato que não tem um pagamento direto não tem um custo, mas tem.</p>
<p>&#8220;Temos muitas vezes a tendência errada, mas é uma tendência que pode surgir, de sentir que aquilo que é facultado, servido pelo Estado a todos nós, e bem, que não têm custos associados, mas têm custos associados&#8221;, comentou.</p>
<p>A informação está disponível para consulta apenas do utente a quem diz respeito, incide sobre os valores despendidos pelo SNS e não inclui valores a pagar ou em dívida pelo utente.</p>
<p>Para utilizar este serviço, deve Entrar na App SNS 24, clicar no botão &#8220;Documentos e certificados&#8221; e selecionar &#8220;Comparticipações do SNS&#8221;.</p>
<p>O utente pode ainda consultar o seu histórico completo através do Portal SNS 24 (sns24.gov.pt).</p>
<p>O novo serviço foi desenvolvido em colaboração com associações de utentes, em encontros organizados pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766308]]></sapo:autor>
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		<title>Governo vai reformar regime de licenciamento das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:23:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro Casto Almeida tem dito que o Governo tem em curso uma "guerra à bucrocracia", considerando-a um "imposto escondido" sobre as empresas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que o Governo está a preparar uma reforma do regime de licenciamento para criar um procedimento comum a vários setores.</p>
<p>&#8220;Estamos a preparar uma reforma profunda do regime de licenciamento, criando um modelo comum que abrange não só a indústria, mas também o turismo, o comércio, os serviços e a restauração&#8221;, disse Castro Almeida na intervenção inicial no plenário da Assembleia da República, em Lisboa.</p>
<p>O governante tem dito que o Governo tem em curso uma &#8220;guerra à bucrocracia&#8221;, considerando-a um &#8220;imposto escondido&#8221; sobre as empresas.</p>
<p>&#8220;Esta guerra à burocracia tem um objetivo: reduzir prazos, eliminar incertezas, baixar custos para quem quer investir e criar riqueza&#8221;, afirmou perante os deputados.</p>
<p>Ainda no debate no parlamento, Castro Almeida voltou a elogiar a execução o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), garantindo que &#8220;não há atraso&#8221;, tendo Portugal sido dos primeiros países a apresentar à Comissão Europeua o novo pedido de pagamento.</p>
<p>O ministro considerou que, após o atraso em que estava a execução do PRR quando PSD/CDS-PP chegaram ao Governo, as reprogramações que o Executivo fez foram essenciasis para aproveitar os fundos europeus ou Portugal perderia muitos milhões de euros.</p>
<p>&#8220;Reprogramar é governar. Reprogramar é um ato de boa gestão. É assegurar que os recursos públicos sejam bem utilizados&#8221;, disse, acrescentando que aqui não compreende as críticas do PS.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766315]]></sapo:autor>
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		<title>Polestar e Oxford querem medir o prazer de condução: afinal, a emoção ao volante também pode ser ciência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Oxford University]]></category>
		<category><![CDATA[polestar]]></category>
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					<description><![CDATA[Parceria dá origem a um estudo-piloto que pretende analisar se a emoção sentida ao volante pode ser traduzida em sinais mensuráveis no cérebro e no corpo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polestar e o SDG Impact Lab da Universidade de Oxford juntaram-se para tentar responder a uma pergunta pouco habitual na indústria automóvel: pode o prazer de condução ser definido, observado e medido cientificamente?</p>
<p>A parceria dá origem a um estudo-piloto que pretende analisar se a emoção sentida ao volante pode ser traduzida em sinais mensuráveis no cérebro e no corpo. Num mercado cada vez mais dominado pelos veículos elétricos, a investigação procura ir além dos indicadores tradicionais de performance, como a aceleração em linha reta, a potência ou a velocidade máxima.</p>
<p>O objetivo é perceber se a performance moderna pode ser avaliada de forma mais ampla, incluindo dimensões emocionais, cognitivas, fisiológicas e comportamentais da condução. Para a Polestar, esta abordagem pode ajudar a redefinir o que significa criar automóveis elétricos envolventes, numa altura em que o som do motor deixou de ser o centro da experiência ao volante.</p>
<p>O estudo será conduzido por seis Innovation Fellows que realizam doutoramentos na Universidade de Oxford, reunindo competências nas áreas da Engenharia e da Psicologia Experimental. A equipa contará ainda com o apoio de académicos seniores da universidade e com a experiência técnica da Polestar no desenvolvimento automóvel.</p>
<p>“Este projeto demonstra bem como a investigação académica pode criar impacto no mundo real para além da universidade”, afirma o Professor Alexander Betts, Pro-Vice-Chancellor e cofundador do Oxford University SDG Impact Lab. “Trabalhar com a Polestar permite-nos transformar conhecimento científico em insights que podem ajudar a moldar a inovação do futuro.”</p>
<p>Durante a investigação, os participantes irão conduzir um Polestar de alta performance enquanto são analisadas respostas fisiológicas, cognitivas e comportamentais. A equipa irá cruzar dados de atividade cerebral com informação biométrica e comportamental, procurando perceber se as sensações associadas ao prazer de condução podem ser observadas, analisadas e quantificadas.</p>
<p>A ambição de longo prazo passa por desenvolver um modelo mensurável para o prazer de condução, capaz de orientar o desenvolvimento dos automóveis do futuro e apoiar uma transição mais sustentável na mobilidade e na energia.</p>
<p>Para a Polestar, a investigação surge num momento em que a marca procura consolidar uma visão mais holística da performance. A fabricante sueca tem defendido que a experiência de condução deve ir além dos números de aceleração, integrando fatores como precisão, resposta dinâmica, comportamento em curva, travagem, controlo de tração e interação entre condutor e automóvel.</p>
<p>Essa estratégia ganhou novo peso com o lançamento do Polestar 5, descrito pela marca como o seu produto mais focado em performance até hoje. O Grand Tourer de quatro portas assenta na Polestar Performance Architecture, uma plataforma que recorre ao alumínio para reduzir o peso e melhorar a precisão em movimento. O modelo integra ainda sistemas específicos de controlo de tração, suspensão, travagem e pneus.</p>
<p>Christian Samson, Head of Product Attributes da Polestar, considera que a marca está agora a entrar numa nova fase. “Na Polestar já provámos ser uma referência em design e sustentabilidade. Agora é altura de liderar também na performance, desafiando a convenção de que a aceleração em linha reta deve ser a medida padrão do prazer de condução”, afirma.</p>
<p>Segundo o responsável, a abordagem científica do estudo poderá trazer benefícios concretos para os clientes, ao fornecer à equipa de engenharia uma nova camada de dados para afinar a dinâmica e os atributos de performance dos futuros modelos da marca.</p>
<p>O estudo decorre entre 9 de março e 31 de julho de 2026 e inclui testes no circuito Gotland Ring, em junho. Os resultados deverão ser apresentados no outono de 2026, num evento na Universidade de Oxford.</p>
<p>Paralelamente, a Polestar irá apoiar a iniciativa com uma série de conteúdos em quatro partes, prevista para o terceiro trimestre de 2026.</p>
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