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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>China apresenta missão espacial tripulada Shenzhou-23 com primeira astronauta de Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:52:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China apresentou hoje a missão tripulada Shenzhou-23, que vai enviar pela primeira vez uma astronauta de Hong Kong para o espaço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China apresentou hoje a missão tripulada Shenzhou-23, que vai enviar pela primeira vez uma astronauta de Hong Kong para o espaço.</P><br />
<P>A nave vai descolar às 23:08 locais (16:08 em Lisboa) de domingo, a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na Região Autónoma da Mongólia Interior, no noroeste chinês, informou hoje a Agência Espacial de Missões Tripuladas da China (China Manned Space Agency; CMSA) em conferência de imprensa.</P><br />
<P>A tripulação é composta por Zhu Yangzhu (comandante), Zhang Zhiyuan e Lai Ka-ying, que representam as três categorias atualmente ativas do corpo de astronautas chinês: engenheiro de voo, piloto de nave e especialista em carga útil.</P><br />
<P>Zhu participou anteriormente na missão Shenzhou-16, enquanto Zhang e Lai realizam agora o primeiro voo espacial. Antes de ser selecionada, Lai Ka-ying trabalhou na polícia de Hong Kong.</P><br />
<P>A astronauta da antiga colónia britânica ingressou no corpo espacial em agosto de 2024 e recebeu formação relacionada com experiências científicas espaciais, operações da estação Tiangong e manuseamento de sistemas como o braço robótico.</P><br />
<P>A missão é a sétima tripulada durante a fase de aplicação e desenvolvimento da estação espacial chinesa e o 40.º voo do programa espacial tripulado do país.</P><br />
<P>O principal objetivo passa por completar a substituição da tripulação da Shenzhou-21, composta pelo comandante Zhang Lu, Wu Fei &#8211; que aos 32 anos se tornou o astronauta mais jovem da China a realizar uma atividade extraveicular &#8211; e Zhang Hongliang.</P><br />
<P> Os três estão em órbita há 203 dias e espera-se que estabeleçam um novo recorde de permanência para uma tripulação chinesa no espaço.</P><br />
<P>Durante a estadia, os astronautas realizaram três atividades extraveiculares, incluindo a inspeção e fotografia da janela da cápsula de regresso da Shenzhou-20, a instalação de dispositivos de proteção contra detritos espaciais e tarefas de revisão de equipamentos externos.</P><br />
<P>A missão que agora parte vai realizar mais de cem projetos científicos e tecnológicos relacionados com as ciências da vida espacial, materiais, medicina espacial, física dos fluidos em microgravidade e novas tecnologias espaciais.</P><br />
<P>Entre elas contam-se investigações com embriões de peixe-zebra, embriões de ratos e estruturas embrionárias desenvolvidas a partir de células estaminais para estudar o desenvolvimento da vida em condições espaciais, além de experiências com novos materiais e sistemas energéticos.</P><br />
<P>Um dos membros da missão vai realizar também um teste de permanência anual em órbita, concebido para estudar a adaptação humana a voos espaciais de longa duração e reforçar os sistemas médicos e de proteção para futuras missões.</P><br />
<P>De acordo com a CMSA, a identidade do astronauta que vai levar a cabo esse teste será decidida posteriormente, em função da evolução da missão.</P><br />
<P>Após concluir a troca de tripulação em órbita, a tripulação da Shenzhou-21 regressa ao centro de aterragem de Dongfeng. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766835]]></sapo:autor>
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		<title>EUA pedem a Venezuela que avance nas consultas com setor privado sobre mineração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O encarregado de negócios dos Estados Unidos na Venezuela afirmou ter incentivado o ministro das Minas do país sul-americano a avançar nas consultas com o setor privado sobre mineração, a fim de proporcionar segurança aos investidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O encarregado de negócios dos Estados Unidos na Venezuela afirmou ter incentivado o ministro das Minas do país sul-americano a avançar nas consultas com o setor privado sobre mineração, a fim de proporcionar segurança aos investidores.</P><br />
<P>&#8220;A nova lei de minas representa um passo importante, pelo que incentivei o ministério a continuar a avançar nas consultas com o setor privado num processo que proporcione previsibilidade e segurança aos investidores&#8221;, indicou, na sexta-feira, o diplomata norte-americano John Barrett, numa mensagem publicada pela Embaixada dos Estados Unidos na rede social X.</P><br />
<P>Barrett assegurou que empresas norte-americanas &#8220;de alta qualidade&#8221; estão prontas para participar e contribuir com experiência de ponta e valor a longo prazo para a Venezuela.</P><br />
<P>Esta mensagem surge depois de o responsável norte-americano se ter reunido com o ministro das Minas venezuelano, Héctor Silva, o vice-presidente setorial da Economia, Calixto Ortega, e o presidente do Banco Central da Venezuela (BCV), Luis Pérez, para impulsionar a fase de recuperação económica, no âmbito do plano do Governo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Venezuela.</P><br />
<P>Em 01 de maio, o Governo da Venezuela assinou um memorando de entendimento em matéria de mineração com a empresa norte-americana Heeney Capital, que estará associada à suíça Mercuria Energy Group, segundo informou o canal estatal Venezolana de Televisión (VTV).</P><br />
<P>O memorando foi assinado por Héctor Silva e por Sean Pi, representante da Heeney Capital, no Palácio de Miraflores, sede do Executivo em Caracas, onde também esteve presente o diretor-geral de investimentos da Mercuria, James Gilbert.</P><br />
<P>Em abril, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assinou a nova lei de Minas e agradeceu a Donald Trump e ao Governo norte-americano a &#8220;boa disposição&#8221; para o desenvolvimento da cooperação bilateral.</P><br />
<P>A Assembleia Nacional (parlamento), controlada pelo chavismo, aprovou por unanimidade a nova lei de Minas, que abre o setor ao investimento privado e estrangeiro, face ao interesse expresso dos Estados Unidos no ouro venezuelano.</P><br />
<P>A lei tem 131 artigos e revoga a legislação em vigor desde 1999, aprovada por um decreto do então presidente Hugo Chávez (1954-2013), que detinha poderes especiais concedidos pelo legislativo.</P><br />
<P>Este novo projeto de lei foi impulsionado pela presidente interina, na sequência da visita a Caracas do secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, que assegurou que empresas dos EUA querem operar na Venezuela.</P><br />
<P>Após essa visita, o Departamento do Tesouro dos EUA emitiu uma licença que autoriza empresas norte-americanas a realizar algumas atividades relacionadas com a exploração e comercialização do ouro venezuelano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766833]]></sapo:autor>
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		<title>Estruturas de defesa da Caparica sofreram impacto de ondas com 14 a 15 metros em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; A Costa da Caparica enfrentou ondas de 14 a 15 metros em janeiro, o que significa uma carga de energia considerada &#8220;muito forte&#8221; contra os esporões, o paredão e as dunas que defendem a cidade do impacto do mar.</P><br />
<P>&#8220;É realmente muito forte, [ondas] muito energéticas e durante muito tempo&#8221;, disse à agência Lusa o investigador José Carlos Ferreira, do MARE &#8212; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente.</P><br />
<P>Durante os meses de janeiro e fevereiro, em que Portugal esteve sob sucessivas depressões atlânticas, a Costa da Caparica esteve sujeita a agitação marítima &#8220;muito elevada a extrema&#8221;, com vários episódios de tempestade que deixaram marcas na praia.</P><br />
<P>A reposição de um milhão de metros cúbicos de areia está em curso, mas também os esporões sofreram danos, ficando parcialmente destruídos, com o impacto das ondas.</P><br />
<P>&#8220;Quando olhamos para a praia, vemos que o paredão está descalço, a obra aderente está descalça. Perdeu-se muita areia, houve um impacto grande aqui&#8221;, observou José Carlos Ferreira durante uma entrevista à Lusa, realizada junto à praia.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ter de viver com esta dinâmica daqui para a frente. O mar vai possivelmente ter uma maior energia e também vamos ter alterações nos ecossistemas. Vamos ter, se calhar, de reforçar mais vezes estas áreas, seja a infraestrutura cinzenta (o paredão e os esporões), seja os enchimentos de praia&#8221;, admitiu o investigador e professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.</P><br />
<P>Os parâmetros registados para esta zona, naquele período, traduzem &#8220;um estado de mar de elevada energia, com forte potencial de galgamento e erosão&#8221;, instabilização das arribas e risco para os utilizadores da orla costeira, de acordo com os dados facultados à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ter de reforçar também os sistemas dunares. Parece-me a estratégia mais interessante, porque ao reforçar uma duna, em termos de investimento financeiro, é muito menor e, ao mesmo tempo, reforçamos um ecossistema, uma paisagem natural. É muito mais interessante para o turismo e também na perspetiva da ecologia&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766832]]></sapo:autor>
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		<title>Investigador defende urgência de repor a legalidade face a ocupações ilegais na Caparica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; O investigador José Carlos Ferreira considerou hoje que é urgente &#8220;repor a legalidade&#8221; nas praias da Caparica, face às construções ilegais que estão a intensificar-se e à manutenção de apoios de praia no cordão dunar.</P><br />
<P> &#8220;Na Fonte da Telha não temos construções legais, com exceção de uma ou outra, a maior parte é tudo construção ilegal e está a intensificar-se&#8221;, afirmou em entrevista à agência Lusa o investigador do MARE &#8212; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente.</P><br />
<P>Repor a legalidade, explicou, pressupõe &#8220;retirar a Cova do Vapor&#8221; e renaturalizar a Fonte da Telha, demolindo as casas ilegais e relocalizando a comunidade piscatória num local mais seguro, mantendo a pesca. Os bares e restaurantes na praia terão também de recuar, ao abrigo dos instrumentos de ordenamento do território, assegurou. </P><br />
<P>&#8220;Isto é o que está previsto nos planos, se forem bem executados&#8221;, acrescentou, referindo-se ao programa da orla costeira e aos planos de intervenção de praia.</P><br />
<P>Para José Carlos Ferreira, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa, é preciso &#8220;coragem política&#8221; e financiamento para resolver questões que acarretam custos financeiros e sociais: &#8220;Temos de ter essa consciência também, tem de haver aqui algum equilíbrio&#8221;.</P><br />
<P>Depois das limitações ao acesso automóvel à Fonte da Telha, anunciadas este mês pela Câmara Municipal de Almada, o próximo passo, segundo o investigador, é &#8220;repor a legalidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os apoios de praia têm de recuar para as áreas que estão indicadas no plano de intervenção. E depois temos de reequacionar onde ficam os parques de estacionamento. Construção que existe na Fonte da Telha, que é feita todos os dias, também tem de ser repensada. Está a consolidar-se de dia para dia&#8221;, testemunhou.</P><br />
<P>De acordo com o investigador, Portugal tem bons planos, mas precisa de dotar a Agência Portuguesa do Ambiente, o Instituto de Conservação da Natureza e as câmaras municiais que atuam no litoral, de meios humanos especializados e recursos financeiros para que possam executar o que está previsto, em alguns casos há 10 ou 15 anos.</P><br />
<P>&#8220;Não pode continuar como está a acontecer hoje. Quando tentamos repor a legalidade, temos logo uma providência cautelar, temos o Tribunal Administrativo a interromper e isto fica parado. A nossa justiça não é célere e isto aqui é um grande problema. Temos de ser céleres na aplicação e na reposição da legalidade, senão o crime compensa&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;Temos pessoas que vivem há anos aqui nas casinhas que estão sobre as dunas na Praia da Saúde. Das 44 casas de madeira, a maior parte já não tem nada a ver com as casas que os pescadores transportaram. Já foram todas refeitas, algumas delas com gosto duvidoso, e estão no Airbnb a 300 euros por dia. Isto em cima da duna!&#8221;, exclamou.</P><br />
<P>De acordo com José Carlos Ferreira, o Estado já tentou por diversas vezes demolir aquelas casas.</P><br />
<P>&#8220;É muito importante a reposição da legalidade com urgência, porque se não estamos a dar a ideia de que o crime compensa e isso não é aceitável. E é a mesma coisa nos apoios de praia&#8221;, exemplificou.</P><br />
<P>Segundo o investigador, a maior parte dos concessionários tem consciência da fragilidade do local onde opera, mas outros atuam como se a praia fosse propriedade privada.</P><br />
<P>&#8220;Alguns dos apoios de praia, todos os anos vão com uma escavadora para cima da duna, arrasar a duna, para construírem os avançados das esplanadas e continuam a operar há anos. Por que não lhes tiram a licença?&#8221;, questionou.</P><br />
<P> As tempestades do inverso deixaram marcas na Fonte da Telha, como noutras praias, mas ao contrário da Caparica aqui não deverá ser necessário repor areia artificialmente, disse.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, passado um mês ou dois, já começa o perfil a voltar, mas não volta igual. Os apoios de praia não vão ter o mesmo areal que tinham no ano passado&#8221;, estimou José Carlos Ferreira.</P><br />
<P>O trabalho na Fonte da Telha passa por recuar os bares, restaurar as dunas e criar passadiços que permitam a deslocação do estacionamento para a praia e para os restaurantes sem pisar as dunas. &#8220;Se fizermos isto, nem plantação de dunas é preciso fazer. Elas voltam a robustecer&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Da mesma forma que o perfil da praia não estará igual, as alterações provocadas pela deslocação de areia deverão também ter impacto na pesca.</P><br />
<P>&#8220;No ano em que se faz o enchimento de praia, há normalmente uma redução de pesca de algumas espécies&#8221;, assumiu José Carlos Ferreira.</P><br />
<P>O impacto nas comunidades locais de todas as alterações que se verificam atualmente, da subida no nível do mar, ao clima, juntamente com a intervenção humana, reflete-se nas espécies pescadas na costa. </P><br />
<P>&#8220;Há uma tendência para termos menos sardinha, para termos menos peixes que os pescadores gostam mais, que lhes dão mais lucro. Por exemplo, menos dourada, menos robalo. Há outras espécies que chegam com mais intensidade, que é o caso da corvina e que traz bastantes lucros aos pescadores&#8221;, referiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766831]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Manter a cidade na Caparica é &#8220;um compromisso para a vida&#8221; com a contenção do mar &#8211; Investigador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; Manter a cidade na Costa da Caparica implica &#8220;um compromisso para a vida&#8221; com a manutenção das estruturas de contenção do mar, defendeu em entrevista à Lusa o investigador José Carlos Ferreira, da Universidade Nova de Lisboa.</P><br />
<P>Desde o início do século, o mar avançou pelo menos 200 metros, o que leva os cientistas a estudarem todos os cenários, incluindo a retirada da cidade, a renaturalização da Cova do Vapor, com demolição das construções, e a relocalização da Fonte da Fonte da Telha.</P><br />
<P>&#8220;Conseguimos identificar pelo menos 200 metros de recuo [da linha de praia], o que é bastante, sobretudo na área em frente à Cova do Vapor&#8221;, disse o investigador.</P><br />
<P>De acordo com José Carlos Ferreira, que tem trabalhado no terreno com a equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), o que está a acontecer nesta zona acontece noutras áreas baixas e arenosas da costa portuguesa. A &#8220;grande diferença&#8221; é que na Costa da Caparica existe uma cidade.</P><br />
<P>&#8220;Esta zona é mais crítica&#8221;, admitiu, ao referir-se à subida do nível médio do mar.</P><br />
<P>A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está neste momento a proceder a trabalhos de reposição de um milhão de metros cúbicos de areia nas praias da Caparica.</P><br />
<P>A empreitada é acompanhada por uma exposição no paredão da Costa, na qual podem ver-se imagens que documentam os primórdios da localidade. </P><br />
<P>À praia, sucedia-se um terreno arenoso que chegava à igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, situada a escassas centenas de metros da rotunda de entrada na Costa da Caparica, na Avenida 1º de Maio.</P><br />
<P>O templo foi construído entre 1880 e 1882 no local de uma antiga ermida feita de tábuas e junco por pescadores oriundos de Ílhavo e do Algarve.  </P><br />
<P>&#8220;Antes de artificializarmos toda esta zona, antes de construirmos este paredão e toda a defesa costeira, a água, no inverno, galgava e inundava áreas, criando alguns charcos temporários&#8221;, explicou José Carlos Ferreira, mostrando no local a área de espraia que servia de amortecimento à entrada do mar. </P><br />
<P> &#8220;Urbanizámos esta área, construímos praticamente até à frente dunar, destruímos as dunas e ao ocupar esta área, ela fica vulnerável&#8221;, observou, ao justificar a necessidade de construção de um sistema artificial que requer manutenção regular.</P><br />
<P>  Numa área afetada por tempestades cada vez mais intensas e pela dinâmica do mar do Atlântico, o investimento na manutenção destas estruturas de defesa é, para o investigador, &#8220;um compromisso para a vida&#8221;.</P><br />
<P>Os danos causados pelas tempestades do inverno são visíveis no areal, nos acessos à praia e nos pontões, cujas frentes foram destruídas pelo embate do mar. </P><br />
<P>&#8220;Temos um excelente planeamento no país, o que não temos é manutenção destas obras ao longo do tempo. Somos muito reativos. Desde o século passado até aos dias de hoje, a intervenção seja do antigo Instituto da Água ou atualmente da APA, é sempre de reação&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Para o investigador, a aposta deve ser numa cultura de manutenção e acompanhamento, com investimentos menores.</P><br />
<P>De acordo com a informação afixada na praia, o custo da empreitada de alimentação de areia das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e São João) é de 8,6 milhões de euros, com financiamento de 5,4 da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Se não há uma manutenção do paredão e do esporão, vai deteriorar-se ano após ano e quando vem uma tempestade como este ciclo do chamado comboio de tempestades, obviamente está mais vulnerável. Não foi mantido e é mais destruído e o resultado é que temos de gastar mais recursos financeiros para o recuperar&#8221;, apontou o professor da Nova, cujo polo de ciência e tecnologia se situa no Monte de Caparica.</P><br />
<P>A previsão, de acordo com José Carlos Ferreira, é que a areia que está a ser reposta nestas praias dure mais cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;É uma estratégia. A estratégia [alternativa] era retirar daqui a cidade. Temos de pensar nisso, temos de nos adaptar ao que está a acontecer, com a subida do nível médio do mar&#8221;, assumiu.</P><br />
<P>Por outro lado, exemplificou, as tempestades cada vez mais frequentes e intensas têm também como consequência uma maior carga de energia do mar.</P><br />
<P>&#8220;Há várias estratégias, uma delas é manter o que existe hoje, com estruturas rígidas, com paredões e esporões. É uma estratégia que tende a ser eficaz, mas perdemos praia e alguns sistemas naturais&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Outra estratégia é renaturalizar a área e usar as chamadas estruturas verdes, o que passa por restaurar as dunas: &#8220;Se calhar vai ter de haver alguma retirada em algumas zonas de risco&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Na Costa, tem sido seguida uma estratégia mista que tenta compatibilizar o sistema natural com a atividade humana. &#8220;É importante para o sistema económico, não só local. Não nos podemos esquecer que estas são praias de recreio e lazer para toda a área Metropolitana [de Lisboa]. É uma praia bastante popular&#8221;, reconheceu.</P><br />
<P>No entanto, as vulnerabilidades acentuadas pelas alterações climáticas, pela subida do nível do mar e pela intensificação da erosão, obrigam a estudar outros cenários.</P><br />
<P>&#8220;A Câmara de Almada pediu-nos ´encontrem estratégias e quantifiquem-nas´ e neste momento estamos a fazer isso&#8221;, revelou, especificando que no caso de retirada da cidade, há duas hipóteses possíveis, imediata ou faseada, começando pela área de maior risco.</P><br />
<P>&#8220;Do ponto de vista técnico e científico é óbvio que é uma hipótese. Do ponto de vista político, é outra!&#8221;, respondeu quando questionado sobre esta possibilidade. A decisão será sempre política. Cabe aos cientistas apresentar planos alternativos e quantificar os custos. </P><br />
<P> Segundo José Carlos Ferreira, os custos financeiros são fáceis de quantificar, o mais difícil são os custos sociais e culturais.</P><br />
<P>&#8220;O económico-financeiro é fácil, é dinheiro, é preciso dinheiro para retirar as pessoas, para as realojar, para renaturalizar esta área etc&#8230; Então e a componente sociocultural? As pessoas que vivem aqui, que gostam de viver aqui? Como é que quantificamos? Estes estudos de análise de custo-benefício são muito interessantes, difíceis de fazer, e estamos neste momento a fazê-los&#8221;, avançou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766830]]></sapo:autor>
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		<title>SpaceX conclui o 12.º voo de teste da Starship V3 após tentativa falhada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A SpaceX concluiu o 12.º voo de teste da nave Starship (V3) a partir da Starbase, no sul do estado norte-americano do Texas, após suspender a descolagem, na quinta-feira, devido a problemas técnicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SpaceX concluiu o 12.º voo de teste da nave Starship (V3) a partir da Starbase, no sul do estado norte-americano do Texas, após suspender a descolagem, na quinta-feira, devido a problemas técnicos.</P><br />
<P>O estágio superior do foguetão, a nave Starship, amarou, na tarde de sexta-feira, no Oceano Índico, após perder um dos seis motores. O lançamento marcou o primeiro voo de teste da nave este ano e a estreia da nova versão do foguetão, o maior e mais potente desenvolvido até agora pela empresa do magnata Elon Musk.</P><br />
<P>Neste voo, a Starship alcançou o espaço, lançou 20 satélites de teste da Starlink e dois satélites atualizados com nova tecnologia, tal como previsto, antes de regressar à Terra.</P><br />
<P>No entanto, a nave não conseguiu reiniciar um dos motores Raptor no vácuo do espaço, um dos objetivos definidos pela SpaceX para esta missão, como indicado durante a transmissão ao vivo pelo porta-voz da empresa, Dan Huot.</P><br />
<P>Durante a descolagem desta sexta-feira, que ocorreu após uma tentativa falhada na tarde anterior, o propulsor Super Heavy separou-se minutos após o lançamento e aterrou de forma descontrolada no Golfo do México.</P><br />
<P>A missão marcou a estreia da configuração V3 tanto no propulsor Super Heavy como no estágio superior Starship, e ocorreu dias depois de a SpaceX anunciar planos para entrar na bolsa. </P><br />
<P>Além disso, o teste da Starship ocorre num momento crítico para a corrida espacial civil. A NASA acompanha de perto o programa, uma vez que necessita da versão Block 3 da Starship para transportar astronautas até à superfície lunar na missão Artemis.</P><br />
<P>A missão tripulada à Lua foi adiada do final de 2026 para meados de 2027, em parte devido a atrasos no desenvolvimento do foguetão.</P><br />
<P>A SpaceX concorre diretamente com a Blue Origin, a empresa aeroespacial do magnata Jeff Bezos, que oferece o sistema Blue Moon como alternativa.</P><br />
<P>O historial recente do programa tem sido irregular. O voo de teste mais recente, realizado em março de 2025, terminou com a explosão do foguetão apenas dez minutos após a descolagem, o que provocou interrupções no espaço aéreo sobre a Florida e as Caraíbas</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766828]]></sapo:autor>
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		<title>Detido mais um colaborador de Maria Corina Machado na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:13:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O partido Vente Venezuela (VV), da líder da oposição Maria Corina Machado, denunciou a detenção, na sexta-feira, de Yoel Sucre, elevando para dois os colaboradores desta formação política detidos pelas autoridades numa semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O partido Vente Venezuela (VV), da líder da oposição Maria Corina Machado, denunciou a detenção, na sexta-feira, de Yoel Sucre, elevando para dois os colaboradores desta formação política detidos pelas autoridades numa semana.</P><br />
<P>&#8220;Yoel Sucre, coordenador de ativismo de Vente Venezuela no município de Barinas [510 quilómetros a sudoeste de Caracas], foi detido por funcionários da Guarda Nacional Bolivariana num posto de controlo situado na localidade de Bruzual, na fronteira entre os estados de Apure e Barinas, nesta sexta-feira, 22 de maio&#8221;, denunciou o departamento de Direitos Humanos do VV na rede social X.</P><br />
<P>O VV explicou que após algumas horas, o colaborador foi transferido para a sede da Guarda Nacional (GNB) em Mantecal, no estado de Apure, &#8220;onde se encontra algemado e com ordem de ser transferido para San Fernando de Apure, para ser presente a tribunal por terrorismo e incitação ao ódio&#8221;.</P><br />
<P>O VV explicou ainda que Yoel Sucre &#8220;regressou ao país há alguns meses, após ter sido perseguido em 2025 no contexto pós-eleitoral, terá comparecido há alguns dias nos tribunais do estado de Barinas para solicitar a amnistia, onde lhe foi informado que o seu processo tinha sido arquivado e que não era procurado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alertamos a comunidade internacional para este novo caso de perseguição registado contra a nossa liderança nos últimos dias. A perseguição no país por parte do regime continua. Exigimos o fim do assédio e a libertação imediata de Yoel Sucre&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Em 17 de maio, o partido Vente Venezuela denunciou a detenção do colaborador Ángel León, quando regressava ao país desde a vizinha Colômbia.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada na rede social X, o VV começou por dizer que perdeu o contacto com o coordenador do Distrito Capital quando este regressava à Venezuela por via terrestre.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as informações de que dispomos, ele está detido no posto de controlo rodoviário situado na Troncal 5, no setor de La Pedrera, na estrada Táchira-Barinas&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Segundo o VV, &#8220;Ángel viajava acompanhado de outro cidadão que trabalha como taxista, o qual também se encontra detido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ambos lhes foram retirados os documentos e os telemóveis. Responsabilizamos o regime pela integridade do nosso companheiro Ángel León e do seu acompanhante, e exigimos a sua libertação imediata, concluiu.</P><br />
<P>Segundo a organização não-governamental (ONG) Justiça, Encontro e Perdão (EJP), em 19 de maio estavam detidas, na Venezuela, 654 pessoas por motivos políticos, 84 mulheres e 570 homens.</P><br />
<P>Entre os presos políticos a EJP identificou 26 cidadãos estrangeiros e 29 venezuelanos com dupla nacionalidade.</P><br />
<P>Entre os estrangeiros encontram-se cinco portugueses cujos nomes foram entregues às autoridades venezuelanas, no âmbito das visitas ao país do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e do líder do Partido Socialista português, José Luís Carneiro, antigo titular da pasta, em finais de março.</P><br />
<P>Durante as visitas, ambos sublinharam às autoridades locais o interesse de Portugal em que os presos políticos portugueses sejam libertados.</P><br />
<P>Aquando das visitas estavam presos seis portugueses, tendo entretanto sido libertado um deles.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766827]]></sapo:autor>
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		<title>Oito mortos e dezenas de trabalhadores presos em mina de carvão no norte da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 01:53:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos oito trabalhadores morreram e dezenas permanecem presos no interior de uma mina de carvão, no nordeste da China, na sequência de uma explosão de gás, informou hoje a agência de notícias oficial Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos oito trabalhadores morreram e dezenas permanecem presos no interior de uma mina de carvão, no nordeste da China, na sequência de uma explosão de gás, informou hoje a agência de notícias oficial Xinhua.</P><br />
<P>Um total de 247 mineiros encontrava-se na mina de Liushenyu quando o acidente ocorreu na noite de sexta-feira, noticiou a Xinhua, antes de rever o número de mortos de quatro para oito.</P><br />
<P>Às 06:00 da manhã de hoje (23:00 de sexta-feira em Lisboa), 201 pessoas tinham sido resgatadas e 38 trabalhadores permaneciam presos no interior enquanto as operações de resgate prosseguiam, acrescentou a mesma fonte, citando autoridades locais de gestão de emergências. </P><br />
<P>Horas antes, a agência de notícias Xinhua informou que as pessoas presas na mina estavam em &#8220;estado crítico&#8221;, especificando que os níveis de monóxido de carbono, um gás tóxico e inodoro, excederam um limite crítico na mina na sexta-feira.</P><br />
<P>Esta mina de carvão está localizada a 500 quilómetros sudoeste de Pequim, na província de Shanxi, importante região de mineração de carvão na China.</P><br />
<P>A segurança nas minas chinesas melhorou nas últimas décadas, mas os acidentes são ainda frequentes num setor onde os protocolos de segurança são muitas vezes pouco rigorosos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766826]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação em Macau fixa-se em 1,21% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 01:18:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Macau subiu 1,21% em abril, em termos anuais, anunciou a Direção de Serviços de Estatística e Censos (DSEC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Macau subiu 1,21% em abril, em termos anuais, anunciou a Direção de Serviços de Estatística e Censos (DSEC).</P><br />
<P>Os preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas aumentaram 1,11%, face a abril de 2025, &#8220;devido sobretudo à subida dos preços das refeições adquiridas fora de casa e de &#8216;take-away'&#8221;, e o índice de preços da secção dos transportes subiu 3,97%, &#8220;em virtude da ascensão dos preços da gasolina&#8221;, indicou na sexta-feira a DSEC, em comunicado.</P><br />
<P>Também os preços da secção dos produtos e serviços diversos &#8211; como cuidados pessoais, seguros, artigos de joalharia, ourivesaria e de relógios &#8211; subiram 3,61%, e os preços da secção do vestuário e calçado aumentaram 2,33%, em termos anuais.</P><br />
<P>Numa comparação mensal, o IPC aumentou 0,31% em abril, em relação a março de 2026, com subidas nos preços da secção dos transportes (+2,47%) e do vestuário e calçado (+1,44%).</P><br />
<P>Em sentido contrário, os preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas desceram ligeiramente (-0,05%), lê-se ainda na nota.</P><br />
<P>O IPC Geral médio dos 12 meses terminados no mês de referência, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores (maio de 2024 a abril de 2025), ascendeu 0,61%, refere-se ainda no comunicado da DSEC.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766824]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal retoma de manhã interrogatório a suspeitos de abandono de crianças em Alcácer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:58:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Setúbal interrompeu, por volta das 24:00 de sexta-feira, o interrogatório judicial dos dois suspeitos de abandonarem dois irmãos franceses na zona de Alcácer do Sal e retoma no sábado de manhã a diligência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Setúbal interrompeu, por volta das 24:00 de sexta-feira, o interrogatório judicial dos dois suspeitos de abandonarem dois irmãos franceses na zona de Alcácer do Sal e retoma no sábado de manhã a diligência.</P><br />
<P> Transportados pela GNR, a mulher francesa de 41 anos, mãe dos dois menores, de 4 e 5 anos, e o homem de 55 anos, igualmente francês, saíram do tribunal por volta das 24:00 e rumaram às instalações do Posto Territorial de Palmela da Guarda, onde vão pernoitar, constatou a agência Lusa no local.</P><br />
<P>O Tribunal Judicial de Setúbal, onde os suspeitos chegaram na sexta-feira à tarde, cerca das 16:05, também levados pela GNR, a partir do posto de Palmela, determinou a interrupção do primeiro interrogatório judicial, mas não forneceu qualquer informação oficial aos jornalistas que se encontravam no exterior.</P><br />
<P></P><br />
<P>RRL/GR // VAM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766823]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro diz que o povo está farto de eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD e recandidato ao cargo disse sexta-feira que o povo não quer eleições e que em 2029 avaliará o desempenho do Governo, mas também das oposições.</P><br />
<P>&#8220;O povo não quer eleições, eu até diria, está farto de eleições. O povo já fez a sua opção e em 2029 fará a próxima. Em 2029 avaliará o desempenho do Governo&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P><br />
<P>O líder social-democrata falava em Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, numa sessão de apresentação da sua recandidatura às eleições diretas de 30 de maio.</P><br />
<P>&#8220;Daqui até 2029, cabe-nos a todos, cada um, fazer o seu trabalho, cumprir a sua missão e depois colocar-se na avaliação soberana do povo português&#8221;, referiu ainda num discurso de quase 50 minutos.</P><br />
<P>Já na parte final do seu discurso disse ainda que o &#8220;povo julga o Governo e julga as oposições, julga o reformismo do Governo e o reformismo ou a falta dele das oposições&#8221;</P><br />
<P>O presidente do PSD e primeiro-ministro falou sobre agricultura, ensino, sobre trabalho, pensões e impostos.</P><br />
<P>&#8220;Isso é fazer Portugal maior. Aqueles que não veem nisto uma transformação estrutural, eu digo, não estão a perceber, mas nós vamos continuar a explicar. Baixar os impostos sobre o trabalho, sobre o trabalho das pessoas e sobre o trabalho das empresas é o nosso modelo económico, é mesmo estratégico e estruturante da sociedade que nós queremos&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Luís Montenegro falou ainda da reforma do Estado realçando que o &#8220;processo de simplificação é para levar mesmo muito a sério&#8221; recusando que as pessoas percam tanto tempo à espera de uma resposta da administração&#8221; e que isto não &#8220;é falta de transparência&#8221;.</P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Só que quando nós queremos fazer, aqueles que dizem que é preciso fazer têm dúvidas e no fim do dia querem que tudo fique na mesma&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando nós falamos de ter um processo administrativo mais ágil, de acabar com muitos pareceres prévios do Tribunal de Contas, nós não queremos que as pessoas não cumpram as regras&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>E, reforçou, &#8220;toda a gente concorda com isto, mas quando se põe em cima da mesa a fazer isto &#8216;aqui-del-rei&#8217; que querem tirar o controlo, querem tirar a fiscalização e, no fundo, querem que fique tudo na mesma&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós não viemos para deixar tudo na mesma&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Sobre a reforma laboral, cuja proposta do Governo já deu entrada no parlamento, afirmou que &#8220;já ninguém acredita quando dizem que o PSD quer acabar com os direitos, quer facilitar os despedimentos, quer que haja mais precariedade.</P><br />
<P>&#8220;Não, o PSD não quer nada disso, nunca quis, nunca fez, não vai fazer, não é isso que quer. O PSD quer um país mais produtivo&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Ana Rita Dias, presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, é a mandatária do distrito de Vila Real da candidatura de Luís Montenegro.</P><br />
<P>Montenegro foi eleito líder do PSD pela primeira vez em 28 de maio de 2022. O 43.º Congresso está marcado para 20 e 21 de junho em Anadia (distrito de Aveiro).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766822]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel lançou seis ataques contra Vale do Bekaa no leste do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:11:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel realizou pelo menos seis ataques aéreos na madrugada de sexta-feira contra o Vale do Bekaa, no leste do Líbano, uma região que praticamente não tinha sido atacada desde que o cessar-fogo entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel realizou pelo menos seis ataques aéreos na madrugada de sexta-feira contra o Vale do Bekaa, no leste do Líbano, uma região que praticamente não tinha sido atacada desde que o cessar-fogo entre os dois países.</P><br />
<P>Cinco dos ataques atingiram os arredores da cidade de Brital, enquanto um sexto teve como alvo uma zona montanhosa no distrito de Baalbek, indicou a Agência Nacional de Notícias Libanesa (NNA).</P><br />
<P>Quase ao mesmo tempo, os aviões de guerra israelitas também sobrevoaram Beirute, onde se ouviu o estrondo dos seus aviões em várias partes da cidade.</P><br />
<P>A capital não era atacada desde a implementação da trégua em meados de abril, embora tenha havido um ataque nos seus subúrbios do sul, conhecido como Dahye, que o Estado judaico alegou ter como alvo um comandante da unidade de elite do grupo xiita libanês Hezbollah, movimento pró-Irão.</P><br />
<P>Entretanto, o Vale do Bekaa registou apenas alguns ataques durante este período, o mais recente dos quais na passada segunda-feira contra um alegado líder do movimento Jihad Islâmica Palestiniana (JIP) e a sua filha adolescente, ambos mortos no bombardeamento.</P><br />
<P>Também hoje, dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque na aldeia de Deir Qanoune al-Nahr, na região de Tiro&#8221;, matou seis pessoas, incluindo dois socorristas afiliados ao movimento xiita Amal, aliado do Hezbollah, bem como uma menina síria, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Um dos socorristas mortos trabalhava como fotógrafo independente.</P><br />
<P>O Exército israelita também anunciou no início do dia ter matado dois homens num ataque no sul do Líbano, perto da sua fronteira.</P><br />
<P>As duas vítimas mortais eram &#8220;indivíduos armados que se deslocavam de forma suspeita a algumas centenas de metros do território israelita&#8221;, afirmou o exército no Telegram.</P><br />
<P>O movimento pró iraniano, por seu lado, anunciou ter atacado tropas e posições israelitas em território libanês e perto da fronteira no norte de Israel.</P><br />
<P>O Hezbollah continua firme &#8220;na sua luta contra a ocupação e a agressão criminosa de que o nosso país é vítima&#8221;, comentou Mohammad Raad, chefe do grupo parlamentar do Hezbollah, numa mensagem dirigida ao seu movimento.</P><br />
<P>Os ataques israelitas já custaram a vida a 3.111 pessoas no Líbano desde o início das hostilidades em 02 de março, de acordo com os últimos números do Ministério da Saúde libanês. Por seu lado, Israel lamenta a morte de 22 dos seus militares.</P><br />
<P>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente a 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766821]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter sentido na ilha do Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, no grupo Central açoriano, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, no grupo Central açoriano, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).</P><br />
<P>Segundo o CIVISA, o abalo foi registado às 21:51 locais (22:51 em Lisboa) e teve epicentro a cerca de cinco quilómetros a norte de Madalena, na ilha do Pico.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a informação disponível até ao momento, o sismo foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli Modificada) em Madalena&#8221;, indicou o CIVISA.</P><br />
<P>O evento também foi registado nas estações da Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), fortes (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10). </P><br />
<P>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</P><br />
<P>Com uma intensidade III o abalo é considerado fraco, é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, sentindo-se uma &#8220;vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados&#8221;, segundo o IPMA.</P><br />
<P>O CIVISA elevou este mês para V1 (sistema vulcânico em fase de equilíbrio metaestável) o alerta vulcânico no canal Faial &#8211; Pico, que estava em V0 (sistema vulcânico em fase de repouso).</P><br />
<P>Segundo um comunicado, &#8220;ocorreu novo incremento da atividade sísmica de baixa magnitude localizada ao longo da linha estrutural de direção NE [nordeste] &#8211; SW [sudoeste] que se estende no canal Faial &#8211; Pico, desde W [oeste] da Madalena até N [norte] do Lagido, abrangendo o Sistema Vulcânico Submarino do Cachorro, com profundidades que se desenvolvem verticalmente desde os 13 quilómetros até perto da superfície&#8221;.</P><br />
<P>A situação levou o CIVISA a &#8220;elevar para V1 o Alerta Vulcânico na zona em causa&#8221;, que em 21 de abril tinha baixado para V0.</P><br />
<P>A escala de alertas vulcânicos utilizada pelo CIVISA tem oito níveis, em que V0 significa sistema vulcânico em fase de repouso e V7 erupção magmática ou hidromagmática em curso. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766820]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU pede responsabilização por tratamento dado a ativistas da flotilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 22:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou hoje preocupação com o "tratamento humilhante" dado por Israel aos ativistas da flotilha com destino a Gaza e pediu responsabilização por esses atos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou hoje preocupação com o &#8220;tratamento humilhante&#8221; dado por Israel aos ativistas da flotilha com destino a Gaza e pediu responsabilização por esses atos.</P><br />
<P>&#8220;Estamos muito preocupados com estes relatos, principalmente os das pessoas que foram detidas. Mas, como sabem, basta ver o vídeo publicado por um ministro israelita, que mostra o tratamento humilhante dado às pessoas detidas&#8221;, afirmou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, ao ser questionado sobre os abusos físicos e sexuais relatados por alguns dos participantes da missão humanitária, intercetada no início desta semana por Israel em águas internacionais.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa, em Nova Iorque, Dujarric defendeu que todos os ativistas sejam &#8220;libertados e enviados para casa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E os responsáveis por este tratamento devem ser responsabilizados&#8221;, frisou.</P><br />
<P>As críticas do secretário-geral juntam-se à de outros países como Espanha, Itália, França, Reino Unido, Bélgica e Canadá, que chegaram mesmo a convocar os principais representantes diplomáticos de Israel nos seus territórios para exigir uma explicação.</P><br />
<P>Os vídeos publicados pelo ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, suscitaram uma onda de indignação internacional, levando mesmo o Governo italiano, liderado por Giorgia Meloni, a pedir à União Europeia a adoção de sanções contra esse ministro de extrema-direita.</P><br />
<P>Num dos vídeos, Ben-Gvir ridiculariza ativistas da flotilha, que, no porto de Ashdod, para onde foram levados após a captura em águas internacionais, foram forçados a ajoelhar-se, de rosto no chão, vendados e algemados, enquanto o ministro lhes dizia &#8220;Bem-vindos a Israel&#8221; e sugeria ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu que o deixasse manter detidos por mais tempo os &#8220;aspirantes a heróis&#8221; para terem o mesmo tratamento que os &#8220;terroristas palestinianos&#8221;.</P><br />
<P>Até mesmo o embaixador norte-americano em Israel, Mike Huckabee, afirmou que Bem-Gvir &#8220;traiu a dignidade da sua nação&#8221; com ações &#8220;desprezíveis&#8221;, num movimento sem precedentes. </P><br />
<P>A União Europeia classificou como &#8220;completamente inaceitável&#8221; o tratamento dado aos ativistas da flotilha por Israel.</P><br />
<P>A Flotilha Global Sumud informou hoje que pelo menos 15 agressões sexuais e dezenas de feridos foram registados entre os membros detidos pelas autoridades israelitas, após terem sido mantidos sob custódia na sequência da intercetação dos seus barcos em águas internacionais no Mar Mediterrâneo, enquanto tentavam chegar à costa de Gaza.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766819]]></sapo:autor>
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		<title>Oito distritos do norte e centro sob aviso amarelo por chuva e trovoada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 22:02:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito distritos do norte e centro de Portugal continental vão estar no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de chuva e trovoada, adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Oito distritos do norte e centro de Portugal continental vão estar no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de chuva e trovoada, adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso para Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga é válido entre as 00:00 de sábado e as 00:00 de domingo.</P><br />
<P>De acordo com o IPMA, estão previstos &#8220;aguaceiros dispersos, sendo por vezes fortes, de granizo e acompanhados de rajadas de vento forte&#8221;, tendo sido emitido o aviso amarelo.</P><br />
<P>Foi também emitido o aviso amarelo por &#8220;condições favoráveis à ocorrência de trovoada dispersa&#8221;.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P></p>
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		<title>Wall Street mantém-se em tom positivo mas cada vez mais separada dos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:52:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com o índice seletivo Dow Jones Industrial Average a renovar o recorde estabelecido na véspera.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com o índice seletivo Dow Jones Industrial Average a renovar o recorde estabelecido na véspera. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o Dow Jones avançou 0,58%, para os 50.579 pontos, o alargado S&amp;P500 subiu 0,37% e o tecnológico Nasdaq valorizou 0,19%.</P><br />
<P>Em termos semanais, esta foi a oitava semana consecutiva de ganhos para Wall Street, a melhor série desde 2023. </P><br />
<P>No que respeita aos índices, no conjunto da semana, o Dow progrediu 2,0%, o S&amp;P500 aumentou 0,88% e o Nasdaq ganhou 0,45%.</P><br />
<P>Durante a semana, os investidores estiveram suspensos de eventuais avanços nas negociações entre EUA e Irão.</P><br />
<P>Hoje, o secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que tinha havido &#8220;um pequeno avanço&#8221; nestas conversações, mas advertiu que Teerão não pode instaurar um sistema de portagens no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Por seu lado, Donald Trump, assegurou também hoje que o Irão &#8220;morre para chegar a um acordo&#8221;. </P><br />
<P>Mas em termos económicos agrava-se o divórcio entre a praça bolsista e o quotidiano dos cidadãos.</P><br />
<P>Um inquérito feito pela Universidade do Michigan aos consumidores concluiu que o sentimento d confiança destes caiu para um mínimo histórico, mesmo abaixo do registado em 2022, quando a inflação superou os nove por cento.</P><br />
<P>Os consumidores estão preocupados com o quão má a inflação pode vir a ser, dada a carestia de preços verificada nos combustíveis por causa da guerra ao Irão. </P><br />
<P>Os consumidores esperam que a inflação piore nos próximos 12 meses e atinja os 4,8%. Estas expectativas preocupam os economistas, porque podem levar a um círculo vicioso que torne a inflação pior do que esperado. </P><br />
<P>O pessimismo agravou-se em particular entre os consumidores com baixos rendimentos, que são os menos capazes de absorver o aumento de preços dos produtos essenciais.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766816]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Dez mortos em ataques israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:39:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram hoje em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram hoje em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque na aldeia de Deir Qanoune al-Nahr, na região de Tiro&#8221;, matou seis pessoas, incluindo dois socorristas afiliados ao movimento xiita Amal, aliado do Hezbollah, bem como uma menina síria, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Um dos socorristas mortos trabalhava como fotógrafo independente.</P><br />
<P>Na noite anterior, outro ataque atingiu a localidade de Hanaouay, perto de Tiro, matando quatro socorristas afiliados ao Hezbollah, segundo o mesmo ministério.</P><br />
<P>O exército israelita também anunciou no início do dia ter matado dois homens num ataque no sul do Líbano, perto da sua fronteira.</P><br />
<P>As duas vítimas mortais eram &#8220;indivíduos armados que se deslocavam de forma suspeita a algumas centenas de metros do território israelita&#8221;, afirmou o exército no Telegram. </P><br />
<P>O Líbano preparava-se, por outro lado, para novos bombardeamentos, enquanto o exército israelita pediu na noite de hoje a retirada de pessoas de dois edifícios e das suas imediações em Tiro (no sul), afirmando que os dois imóveis eram &#8220;utilizados&#8221; pelo movimento pró iraniano Hezbollah. </P><br />
<P>Um correspondente da agência de notícias francesa AFP na cidade viu socorristas e polícias a instar os habitantes afetados a abandonarem os locais, com recurso a altifalantes. </P><br />
<P>Também se formaram engarrafamentos após o alerta, enquanto os residentes tentavam fugir, constatou o jornalista no local. </P><br />
<P>Israel lançou igualmente um apelo à retirada da população da aldeia de Bourj Rahhal (a leste de Tiro), anunciando que queria atingir membros do Hezbollah. </P><br />
<P>O movimento pró iraniano, por seu lado, anunciou ter atacado tropas e posições israelitas em território libanês e perto da fronteira no norte de Israel. </P><br />
<P>O Hezbollah continua firme &#8220;na sua luta contra a ocupação e a agressão criminosa de que o nosso país é vítima&#8221;, comentou Mohammad Raad, chefe do grupo parlamentar do Hezbollah, numa mensagem dirigida ao seu movimento. </P><br />
<P>As sirenes soaram no norte de Israel, onde o exército disse ter &#8220;intercetado dois alvos aéreos suspeitos lançados a partir do Líbano&#8221;, referindo também &#8220;vários impactos&#8221; no seu território na zona fronteiriça. </P><br />
<P>Os ataques israelitas já custaram a vida a 3.111 pessoas no Líbano desde o início das hostilidades em 02 de março, de acordo com os últimos números do Ministério da Saúde libanês. Por seu lado, Israel lamenta a morte de 22 dos seus militares. </P><br />
<P>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente a 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766815]]></sapo:autor>
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		<title>Justiça da Itália anula extradição de Carla Zambelli para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:18:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça italiana negou hoje o pedido de extradição da ex-deputada brasileira Carla Zambelli no processo relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça do Brasil, segundo informou a defesa da bolsonarista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Justiça italiana negou hoje o pedido de extradição da ex-deputada brasileira Carla Zambelli no processo relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça do Brasil, segundo informou a defesa da bolsonarista.</P><br />
<P>Segundo o advogado Alessandro Sammarco, a decisão foi tomada pela Suprema Corte de Cassação da Itália, que também determinou a libertação de Zambelli, presa nos arredores de Roma.</P><br />
<P>Até o momento, os detalhes da decisão da Corte de Cassação da Itália, sendo a última instância do judiciário italiano, não foram divulgados até a publicação desta reportagem.</P><br />
<P>O tribunal anulou uma decisão anterior da Corte de Apelações italiana que havia autorizado a extradição da ex-deputada a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil.</P><br />
<P>A decisão refere-se apenas a um dos dois processos de extradição atualmente em análise na Justiça italiana.</P><br />
<P>O caso julgado hoje envolve a condenação de Zambelli por invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. </P><br />
<P>O segundo processo trata da condenação da ex-deputada bolsonarista por porte ilegal de arma e ameaça com arma de fogo a um homem negro em São Paulo, às vésperas das eleições gerais de outubro de 2022. </P><br />
<P>Embora o STF tenha encaminhado apenas um pedido de extradição às autoridades italianas, a Justiça local decidiu separar os processos.</P><br />
<P>Segundo a defesa, ainda não há data para a análise definitiva do segundo pedido.</P><br />
<P>Mesmo após o encerramento da fase judicial, o processo ainda dependerá de manifestação do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, responsável pela decisão administrativa final sobre a eventual extradição.</P><br />
<P>O ministro terá prazo de 45 dias para se pronunciar após a publicação do acórdão com a nova decisão da corte italiana.</P><br />
<P>Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Sammarco declarou que &#8220;há várias contradições e omissões na senteça da Corte de Apelação&#8221; e citou o fato do tribunal não se pronunciar sobre o presídio ao qual Zambelli seria enviada.</P><br />
<P>&#8220;Como o fato de não ter se pronunciado sobre a averiguação das condições da Colmeia, como o tamanho das celas e a existência de serviço sanitário adequado&#8221;, declarou ainda em Roma. </P><br />
<P>Segundo Sammarco, Carla Zambelli deverá deixar a prisão na manhã de sábado.</P><br />
<P>Zambelli, que tem dupla cidadania, deixou o Brasil em maio do ano passado em busca de asilo político, após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil a 10 anos de prisão por invasão de sistemas do CNJ e falsidade ideológica.</P><br />
<P>A ex-parlamentar foi considerada fugitiva pelas autoridades brasileiras e está detida no país europeu desde julho do ano passado.  </P><br />
<P>Carla Zambelli era uma das vozes mais radicais da extrema-direita no Brasil, uma fiel aliada do ex-Presidente Jair Bolsonaro, o qual apoiou numa dura campanha para desacreditar o sistema de voto eletrónico utilizado no Brasil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro diz que Star Institute em Viseu é modelo do que o governo tem para o país</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:08:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro defendeu que a Star Institute em Viseu, que hoje inaugurou, é um modelo do que o governo tem para o país, ou seja, aposta na tecnologia e inovação com ligação ao setor empresarial privado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro defendeu que a Star Institute em Viseu, que hoje inaugurou, é um modelo do que o governo tem para o país, ou seja, aposta na tecnologia e inovação com ligação ao setor empresarial privado.</P><br />
<P>&#8220;Esta estratégia enquadra-se naquilo que vejo. Vejo aqui a aposta na tecnologia, na inovação, na ligação umbilical entre o conhecimento, a ciência, a investigação e as empresas e aplicar aquilo que é o fruto do aprofundamento da pesquisa e do resultado da investigação que se faz&#8221;, defendeu Luís Montenegro.</P><br />
<P>Neste sentido, justificou a decisão de untar tudo num só Ministério, a Educação, Ciência e Inovação, &#8220;muito questionado na altura&#8221;, mas &#8220;foi precisamente por isto&#8221;, por feitos como o Star Institute que disse &#8220;não ter separado&#8221; as áreas de governação.</P><br />
<P>Ou seja, &#8220;é o sistema educativo estar absolutamente ligado ao sistema científico e o sistema científico estar absolutamente ligado à inovação e a inovação estar ligada à economia, ser aplicada na prática&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As empresas estarem dentro das instituições de ensino e as instituições de ensino estarem dentro das empresas. É esse o modelo que nós temos para Portugal&#8221;, argumento o primeiro-ministro.</P><br />
<P>Com isso o líder do governo disse que só pode ter &#8220;satisfação, esperança e confiança&#8221; e &#8220;é assim que o país pode aproveitar as oportunidades, pode reter o seu talento e atrair outro, que faz falta também&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É assim que o país pode ser uma referência como é, felizmente, na tecnologia e na inovação e ainda pode ser melhor. A nossa performance pode, efetivamente, melhorar. E isso também passa pelo investimento público? Passa, mas também passa pela confiança dos agentes privados, pelas empresas, pelos agentes locais, passa por todos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Luís Montenegro falava em Viseu, na inauguração do Star Institute, situado no Campus do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e que resulta de um investimento de 3,5 milhões de euros (ME) para o edifício, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</P><br />
<P>A Star Institute começou a laborar há meio ano e conta, atualmente com 25 colaboradores, envolve cerca de 40 pessoas, tem duas &#8216;start up&#8217; ligadas à inteligência artificial e à cibersegurança e presta serviços a 20 empresas.</P><br />
<P>&#8220;E, dentro de um ano e pouco, queremos crescer em cerca de 50%&#8221;, desejou o presidente da Star Institute, Elísio Oliveira.</P><br />
<P>Esta incubadora, indicou o responsável, resulta de um consórcio de 36 entidades em que estão incluídas empresas que representam mais de cinco mil milhões de faturação anual.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766813]]></sapo:autor>
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		<title>Moody&#8217;s mantém rating de Portugal em &#8220;A3&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de notação financeira Moody's decidiu hoje manter o 'rating' (avaliação) de Portugal em "A3", com perspetiva estável, sublinhando que esta classificação reflete uma economia competitiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notação financeira Moody&#8217;s decidiu hoje manter o &#8216;rating&#8217; (avaliação) de Portugal em &#8220;A3&#8221;, com perspetiva estável, sublinhando que esta classificação reflete uma economia competitiva. </P><br />
<P>&#8220;A notação de crédito de Portugal [&#8230;] em A3 reflete uma economia competitiva e diversificada, níveis de rendimento &#8216;per capita&#8217; relativamente elevados e instituições sólidas&#8221;, apontou, em comunicado.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, a Moody&#8217;s deixou inalterada a classificação da dívida soberana de Portugal em &#8220;A3&#8221;, com a perspetiva &#8220;estável&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, a DBRS já se pronunciou duas vezes sobre o &#8216;rating&#8217; de Portugal, depois de em janeiro ter sido a primeira agência de notação financeira a avaliar a dívida soberana, deixando inalterada a classificação, e em maio melhorou a perspetiva para positiva. </P><br />
<P>Já a S&amp;P, em fevereiro, e a Fitch, em março, mantiveram a classificação, mas melhoraram a perspetiva para positiva.</P><br />
<P>O &#8216;rating&#8217; é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.</P></p>
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